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Castas 12 – Lobos 04

-Posso. - Sua voz era débil, o medo tremia através do som de sua voz. Os olhos de Bainesmith se estreitaram. -Encadeiem às barras transversais. Veremos o que ela pode fazer. Ele então lutou. Um rugido de fúria saiu além de seus lábios enquanto que os guardas começaram a forçá-lo para o metal construído em forma de X situado no outro lado da habitação. Conteriam-no, incapaz de mover-se, incapaz de combater. Se ela o tocava, se ele cheirava sua excitação não poderia fazer nada. A debilidade do afrodisíaco tinha produzido que tivesse pouca força para combater. Os músculos estavam letárgicos, sem energia; somente seu membro teria força verdadeira. Se ela tocasse seu membro, maldição, estalaria em segundos. Em poucos minutos o ataram com uma correia à barra transversal. Os braços e as pernas foram sujeitos abaixo, sua cintura sustentada apertada ao centro do X, desamparado. Ele gritou na fúria, vivamente primitivo e raivoso. Pagariam isto, jurou enquanto que lutava contra as correias. E começaria com a Charity. -Aqui está, Charity. - Bainesmith agitou uma mão ao seu corpo nu preso. –Consegue pô-lo duro e ele poderá viver outro dia. Charity lhe aproximou cautelosamente enquanto que ele a olhava com fúria crua, desenfreada. Ele grunhiu um som animal que vibrava em seu peito e garganta enquanto que descobriu as presas perversas situadas no lado da boca. -Nem o tente,- lhe grunhiu, ignorando sua expressão assustada, e o procedimento cuidadoso de seu corpo. -me toque Charity, e te prometo que o pagará. - Ela olhou fixamente acima, para ele, seus olhos marrons sombreados estavam úmidos com a emoção. Seu olhar se cravava em sua alma e apertava seu peito com emoções muito desconhecidas para pensar nelas. -Não te deixarei morrer. - Sua mão tocou seu duro abdômen. -Não posso Aiden. - Seu tato fazia que seus músculos se apertassem de prazer. Grunhiu-lhe outra vez, seus dentes se apertaram em advertência enquanto sua mão se arrastava mais abaixo. -Matar-te-ei eu mesmo. - Ela foi para baixo nele. Ele viu o intento claro em seus olhos e soube que estava condenado. Se sua suave boca tocava seu membro ele não teria a força para combatê-la. Sua carne debilitada já se revolvia, dominando seu controle, desesperada por tentá-la com seu toque. -Mas pelo menos viverá um dia mais, - ela sussurrou tristemente. Seus lábios tocaram seu abdômen. Ele sentia o fogo derramar-se sobre seu corpo, o desejo que fervia a fogo lento em seu sangue chamejante com o úmido tato. Seu membro zumbiu, rogando por estar livre de seu controle. Ele fechou fortemente seus dentes, lutando com a luxúria que se afrouxava através de seu espinhaço. -Só um dia, - ela sussurrou outra vez contra sua pele. -Isso é tudo o que necessita Aiden, só um dia mais. -Ela ficou de joelhos, o calor molhado de sua boca cobriu seu membro enquanto que ele rugiu sua fúria. Sua mão cavava seu escroto, massageando nele enquanto esfregava ligeiramente a língua sobre seu membro que se erguia. Ele não poderia combater contra isso. OH deus, sua boca era tão boa. Quente e firme. Sua língua era tímida, mas acariciava como um látego de fogo em sua carne. Ele sentia crescer sua ereção. Seu corpo se apertou enquanto lutou só que ele não poderia combater contra a droga, e sua doce boca.

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Lora leigh castas 12 lobos 04 aiden's charity  

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