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Castas 12 – Lobos 04

forçados que seu corpo não desejava aceitar. Caiu sobre seus joelhos. A dor da aterrissagem precipitada se mesclou simplesmente dentro com o resto da agonia que a enchia. Ofegou para tomar a respiração, choramingando enquanto lutava por mover-se, gritando enquanto que lutou contra a paranóia que as drogas lhe induziam. Os sons da selva eram muito ruidosos; o chiado de um pássaro, os movimentos da fauna. Os animais podiam cheirar o sangue. Atraía aos carniceiros e aos predadores da noite que procuravam uma comida fácil. Uma risada lhe escapou. Seria pouco mais que um bocado doente para qualquer criatura o bastante desafortunada para mordê-la. Mas também sabiam que seu aroma, o aroma de seu sangue corrompido, mantê-los-ia atrás. Os animais eram freqüentemente muito mais deliciosos que seus inimigos humanos. Ela não poderia forçar-se de novo a ficar em pé. A debilidade de seu corpo a drenava também, e tomava mais força da que agora possuía em vez disso se arrastou. Aliviou a dor em seus pés, embora o fogo que queimava em seu ventre a fazesse sentir pior. A incisão feita em seu abdômen pela manhã sangrava outra vez. Não parecia poder parar nunca de sangrar uma vez que as drogas eram injetadas em seu interior. Ela não poderia parar a dor, ou a necessidade. E nessa necessidade sussurrou o nome do Aiden. Quando as drogas em seu interior alcançaram seu pico, sabia que ela o gritou. Gritou e pedindo o alívio, embora este nunca chegasse jamais. E os bastardos que conheciam o que Aiden lhe tinha feito fazem muitos anos a atariam com correias à cama do metal, pegariam as sondas a seu corpo e tomariam suas pequenas notas. Esperava que morressem. Esperava que cada um deles estivesse nessa montanha de merda quando se derrubou. Enterrados na perda de seu próprio mal. Uma risada histérica lhe escapou com esse pensamento. -Filhos de cadela!- ofegou, lutando para estirar-se através da maleza densa da selva. – Espero que estejam gritando de dor!- Ela se deteve, seu corpo se apertava enquanto que fechou fortemente seus dentes contra a debilidade que caía mais ainda a terra. Ela poderia sentir seus sucos gotejando de seu corpo, densos e quentes de seu sexo faminto. A excitação era mais que ela poderia agora suportar. Seu corpo tinha fome, estava faminto pelo cumprimento, exigindo um alívio que não existia. -Aiden... - Ela gritou seu nome, com o desespero nascido da fúria, da dor e do medo que se repetiam no ar ao redor dela. Doía, esta necessidade. A fúria palpitante da fome sexual era diferente a algo que ela teria podido imaginar-se. Maldição era pior que antes. Ela apertou suas coxas, lutando com a dor da excitação. Palpitando através de cada célula de seu corpo, apertando seus músculos quase a fazendo gritar enquanto sua matriz se apertava de necessidade. Poderia sentir o sangue circular ao longo de seu abdômen, o batimento do coração em sua matriz. Que sorte, pensou, ela ia se sangrar até a morte antes que pudesse escapar com eficácia. Cientistas estúpidos. Ela tinha estado debaixo de seus narizes durante anos enquanto que lutavam para encontrar ou para capturar a um companheiro da casta. Tinham mantido o sêmen recolhido durante anos, preservado para o uso, procurando constantemente um candidato para seu mau. Não tinham nenhuma idéia que ela existia. Nenhuma idéia de que tinha ficado ligado ao Aiden o dia que tinha tragado tão absurdamente seu sêmen. Mas, moço, tinham tentado compensar o tempo perdido depois de descobri-la. 10

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Lora leigh castas 12 lobos 04 aiden's charity  

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