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Relembre o jogo de 2001 contra o Náutico Página 4

alvinegro

meufigueira.com.br 25 de maio de 2010 | nº 2

Ganhar para seguir no topo pré-jogo

Derrota no sábado contra o América-MG aumenta pressão por vitória no Scarpelli

O

Carlos Amorim/ FFC

H enrique S antos

duelo entre Figueirense e Náutico traz lembranças de como encarar uma partida importante. Na Série B de 2001 e na Série A de 2008, time e torcida deram uma demonstração de força, luta e raça levando o alvinegro a duas suadas vitórias: 2 a 1 e 4 a 3. Dois anos depois da última partida, as equipes voltam ao Scarpelli, nesta terçafeira, às 19h30 para mais um confronto. Figueirense x Náutico é mais do que uma simples partida nesta Série B, além de dar a liderança ao vencedor, pode determinar o futuro do alvinegro na competição. Como somente os três pontos interessam, o espírito do time e da torcida deve ser o mesmo das vitórias de 2001 e 2008. 100% em casa – A derrota diante do América-MG, no sábado, demonstrou as fragilidades do Figueirense,

Figueirense

não passa dos 8.700 sócios

desde 2006 Páginas centrais

Fernandes voltou a ser relacionado, depois de não viajar a Minas

(G) Wilson (L) Lucas (Z) João Filipe (Z) Roger Carvalho (L) João Paulo (V) Ygor (V) Juninho (M) Maicon (M) Firmino (A) Willian (A) Marcelo Nicácio Técnico: Márcio Goiano

3 gols pró 2 gols contra

6

pontos

entre elas a dependência de Roberto Firmino para criar jogadas de ataque, a falta de qualidade e experiência do elenco, a má fase dos atacantes e em especial: o time é um com Fernandes e outro sem. Para manter os 100% de aproveitamento em casa, Márcio Goiano manda a campo a mesma equipe dos demais jogos, no entanto alguns jogadores devem receber a última chance: Marcelo Nicácio, Willian e João Paulo ainda não justificaram a condição de titular nesta Série B. A conversa durante a semana entre o treinador e seus comandados será a maior arma para vencer o Náutico. Alguns ajustes, especialmente no posicionamento da defesa e do ataque, são fundamentais mesmo com o pouco tempo de treinamento para este confronto. A falta de treinos, aliás, foi determinante para a ausência de Fernandes na última partida. Esperamos que o ídolo volte e com ele o Figueirense conquiste mais uma vitória no Scarpelli.

7

pontos

25 de maio de 2010, terça, às 19h30 Márcio Chagas da Silva (juiz/ RS), Carlos Henrique Selbach e José Eduardo Calza (auxiliares/ RS)

Gledson (G) César Prates (L) Walter (Z) Vinícius (Z) Zé Carlos (L) Nilson (V) Elton (V) Carlinhos Bala (M) João Henrique (M) Evando (A) Geílson (A)

Velhos conhecidos – Quando o Náutico entrar em campo, o torcedor verá velhos conhecidos de volta ao Scarpelli. Gallo é o treinador e obviamente estão entre seus comandados o lateral César Prates e o volante Elton. Outro que faz parte do time alvirrubro é o atacante Evando, porém a estrela do Timbu ainda é Carlinhos Bala. O baixinho, que já passou pelos três times de Recife várias vezes, participa do trio ofensivo de um dos líderes da competição com 7 pontos. Espírito de luta – O horário das 19h30 não é o mais adequado e o tempo ruim joga contra. Mas esses detalhes não podem atrapalhar a nação alvinegra acostumada a fazer a diferença nos momentos complicados e nesta terça-feira não será diferente. Para vencer, basta time e torcida repetirem a atitude e o espírito de luta dos duelos contra o Náutico de anos anteriores. Pra cima Figueira!

Técnico: Alexandre Gallo

Leia o pós-jogo, com todos os detalhes sobre a partida. Acesse

6 gols pró 3 gols contra

MEUFIGUEIRA .com.br.


2

25 de maio de

Figueirense não passa dos

Dados do clube mostram que auge do número de sócios foi alcançado nas finais da Copa do Brasil d

sócio-torcedor

A

Ney Pacheco

tualmente, o Figueirense tem 8.667. É o maior número desde abril de 2006, de acordo com os dados repassados pelo clube ao alvinegro. Esqueça o que disse a gestão anterior. 10, 12 ou até mesmo 13 mil associados. Se o Figueirense contou com tal número de sócios torcedores foi antes de janeiro de 2006 (veja os dados completos no infográfico desta página). Antes do pico registrado neste mês de maio, o clube alcançou o máximo de 8.615 em julho de 2007, quando decidiu a Copa do Brasil contra o Fluminense. Depois disso, os números caíram gradativamente, combinando com os resultados de campo, até baixar para 7.364 associados em janeiro de 2009, mês seguinte ao rebaixamento à série B e que tradicionalmente registra queda no número de sócios,

já que muita gente deixa o quadro de associados durante o campeonato estadual para voltar somente no brasileiro. A criação de novas modalidades de sócios, com a redução de preços para vários setores, fez com que a curva no número de sócios voltasse a ser ascendente. Em fevereiro de 2009, 600 novos sócios ingressaram no quadro. Em outubro do mesmo ano, o auge chegou em junho com 8.586 associados. Os números oscilaram nos seis meses seguintes, mas 2009 fechou com 8.318 sócios, quase mil a mais do que em janeiro. Antes mesmo do lançamento da nova campanha de sócios, o clube registrou um acréscimo de 300 sócios a partir da posse da nova diretoria. Março fechou com 8.339 associados e maio já alcançou o total de 8.667. Considerando que as novas modalidades criadas em 2009 serviram para alavancar o crescimento no número de sócios e destacando que o estádio Orlando Scarpelli não sofre modificações desde 2008, o diretor de Marketing e

8.559

Infografia: Tadeu Meyer

jun

Fonte: Figueirense Futebol Clube

abr

7.607 mai

7.587 jun

7.569 jul

7.622 ago

7.622 set

7.583 out

7.572 nov

7.463

7.473

7.507

7.515

7.494

dez

jan

fev

mar

abr

ago

8.325 set

Copa do Brasil

8.157 out

No dia 9 de maio, o Figueira enfrentou o Náutico no Scarpelli e passou à semifinal do torneio.

7.000

4.000

8.536

mai

7.501

5.000

jul

8.219

8.000

6.000

8.615

Comunicação do Figueirense, Nelson Galvão Júnior, informa que o clube manterá o sistema atual, mas irá oferecer “vantagens diferenciadas” para os associados. “Estamos desenvolvendo um novo site para o clube, que terá uma área exclusiva para associados, onde eles terão acesso a produtos e serviços diferenciados, como o blog oficial, painel de recados, chats com jogadores, entrevistas em vídeo, jogos e promoções”, destaca Galvão. Para buscar um volume maior de recursos financeiros vindo dos sócios, o diretor de Marketing relata que o clube fez um levantamento completo do impacto da campanha nas receitas e por isso vai concentrar seus esforços na modalidade “Tradicional”, que agora passa a ser conhecida como "Família". Galvão ressalta que só ao final da campanha, que vai até o fim da série B, será possível avaliar o reflexo do trabalho na evolução do número de associados. Atualmente o clube divide as modalidades de sócios por setor: A (arquibancadas cobertas), B (tobogã atrás do gol à

A evolução do número de sócios

7.980 nov

7.822

7.853 7.722

7.710

jan

fev

dez

7.91

mar

ab

Os torcedores m No Brasil Internacional (RS)

A quantidade de associados ao Figueirense, nos últimos quatro anos, mês a mês

100.000(3)

Grêmio (RS)

53.000

Corinthians

46.000

São Paulo

42.000

Vasco da Gama

28.000

Santos

25.000

Atlético (PR)

22.000

Cruzeiro

18.000

Coritiba

18.000

Ceará

10.000

Fonte: www.futebolfinance.com 1 Dados fornecidos pelo Clube dos 13. 2 O nº d inclui todos os torcedores registrados como s

3.000

2.000

1.000

As médias de público, por competição

10.695

10.425

8.950

3.890 * Brasileiro (A)

Catarinense

A maioria dos jogos do Figueirense foi disputada em Lages, por causa das reformas no gramado do Scarpelli

Copa do Brasil

Brasileiro (A)

7.375 Catarinense


e 2010 | nº 2

3

s 8.700 sócios desde 2006

de 2007. Nos últimos quatro anos, mesmo com queda à B, pelo menos 7.364 torcedores sempre se mantiveram fieis esquerda das cabines de rádio) e C (arquibancada central). Dentro dos setores, elas se desdobram em “tradicional”, com o preço cheio, e em modalidades destinadas a crianças, estudantes e mulheres. Assim, os preços variam entre 90 reais para os associados “tradicionais” do setor A e 13 reais mensais para o sócio mulher estudante que frequenta o setor C. Além delas, o clube também oferece outro tipo de mensalidade, a de “sócio alvinegro”, para os torcedores que residem fora dos 22 municípios que compõem a região da Grande Florianópolis. Por 15 reais por mês, eles asseguram o direito de ter 50% de desconto no ingresso do setor do estádio a sua escolha. Todas as modalidades podem ser pagas através de débito automático no Bradesco, Besc ou Banco do Brasil, na conta de luz da Celesc ou por bloqueto bancário, com o associando arcando com as taxas cobradas pelos bancos para a emissão dos bloquetos.

br

8.586 8.444

jun

mai 8.014 mai

7.916

7.919

7.889

jun

jul

ago

7.743 set

7.620 out

7.476

nov

dez

8.004

fev

mar

7.364 jan

No mundo 171.000(3)

FC Barcelona (ESP)

163.000

Manchester United (ING)

151.000

Bayern Munique (ALE)

146.000

FC Porto (POR)

115.000

Internacional (BRA)

100.000

Sporting (POR)

96.000

Real Madrid (ESP)

92.000

River Plate (ARG)

82.000

Schalke 04 (ALE)

72.000

ago

out

set

8.667 8.488 nov

8.318

8.322

dez

jan

8.487

8.378

8.339

fev

mar

Reto mada

O novo plano de sócios, com modalidades, valores e benefícios, você confere na edição de número 3 do alvinegro

9.299 4.728 Catarinense

5.882 Copa do Brasil

mai

abr

Aos poucos, alguns torcedores abandonaram o time, a medida que a volta à série B se aproximava

de associados é aproximado. 3 O nº de associados sócios, em dia ou não.

Brasileiro (A)

8.381 8.224 jul

7.955 abr

8.570 8.449

A torcida acreditou no retorno à série A, aproximando o número de associados ao da final da Copa do Brasil

Queda

mais fieis SL Benfica (POR)

7.521

7.991

nios com empresas que ofereçam vantagens aos associados do Figueirense, entre elas, Taschibra, Fila, Unimed e Figueira Store. “Os associados VIP receberão as revistas do Figueirense, que será colocada à venda para os torcedores, além das promoções exclusivas e do acesso à área restrita do site”, detalha Galvão. Além de vantagens e bom preço, é impossível desconsiderar que o sucesso da campanha de novos sócios depende, e muito, do desempenho do time dentro de campo. É só examinar o infográfico para constatar que o número varia de acordo com os resultados. Mesmo considerando que a paixão do torcedor o leva a se associar e fazer o Figueira bater o recorde de sócios nos últimos quatro anos num período em que o time não ganhou nada e continua na série B, há limite para o masoquismo e para botar a mão no bolso. Empenho, dedicação e vitórias são fundamentais para o sucesso do clube, em todos os setores.

Divulgação

18

Hoje, o torcedor pode preencher sua proposta de sócio através do site do clube, mas precisa ir à secretária do Figueirense para entregar documentos e escolher a cadeira. Galvão diz que “a escolha de cadeiras ‘on line’é um projeto futuro que será ativado no lançamento da nova arena, que tem previsão de estar pronta em 2014”. O clube trabalha com a meta de chegar aos 15 mil sócios, limite imposto até mesmo pelo tamanho do estádio Orlando Scarpelli. “Temos a nossa limitação de lugares e temos ainda que considerar os assentos disponíveis para visitantes”, lembra Nelson Galvão Jr. A estratégia para alcançar a meta de 15 mil associados foi implementada com a campanha “Jogue Junto, Associese” que faz parte do trabalho de mobilização da torcida "Sobe Furacão", lançada no dia 11 de maio no evento de apresentação dos novos uniformes, diz o diretor de marketing alvinegro. O clube também trabalha com novas parcerias e convê-

7.078

6.612

Brasileiro (B)

Catarinense


4

25 de maio de 2010 | nº 2

Notícias e opiniões

MeuFigueira em foco

Pioneirismo e história, os 13 anos de FINET (18/5) Chuva castigou o Scarpelli, mas não há danos (19/5) Figueira x América só no PPV (20/5) Fernandes sente desconforto e é poupado (21/5) Ney Pacheco: Com esse time, Copa SC já era (21/5) América-MG 1×0 Figueira: Faltou banco (22/5) Preço dos ingressos são mantidos (24/5)

Diego Rzatki

O que acontece clube, é notícia no site do torcedor do Figueira

Fotos do jogo Figueirense x Chapecoense pela Copa SC

ney.meufigueira.com.br

ney pacheco

A noite da torcida e de Marcelinho

3

0 de novembro de 2001. Quem esteve no estádio Orlando Scarpelli naquele dia não esquece. Numa noite de sexta-feira, debaixo de uma chuva inclemente, mais de 13 mil torcedores se irmanaram ao time em busca da vitória contra o Náutico que garantiria o Alvinegro no quadrangular final da série B. Gritos, cantos e apitos. Enquanto nas arquibancadas, a torcida fazia um barulho incessante, dentro de campo, o meia Marcelinho fazia a diferença. Logo aos cinco minutos do primeiro tempo, ele, com a canhota, bateu falta pela direita da área do Timbu e surpreendeu o goleiro ao chutar direto para o gol. A bola passou por baixo de corpo do arqueiro alvirrubro e levou as arquibancadas ao delírio. Três dias antes, o Furacão Alvinegro havia ido a Recife para o primeiro jogo das quartas-de-

final. A derrota por 2 a 1 veio no 2º tempo, depois do presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Carlos Alberto Oliveira, invadir o campo no intervalo para pressionar o árbitro. Em resposta, foi peitado pelo então zagueiro e capitão alvinegro, Márcio Goiano. Como fez melhor campanha na fase de classificação, o Figueira entrou no Scarpelli naquele 30 de novembro precisando devolver a derrota simples para garantir a vaga entre os quatro melhores da série B. Um a zero já garantia a vaga, mas aos 5 minutos do 2º tempo, a situação ficou ainda melhor. Gilson Batata fez boa jogada pela direita e cruzou para Marcelinho ajeitar e bater no canto direito, entre o goleiro e a trave para fazer o segundo gol. Tudo caminhava bem. Ao final do primeiro tempo, o goleiro Gilberto havia sido expulso depois de sair da área para derru-

bar Genilson e matar o contraataque alvinegro. Classificação tranquila e garantida? Puro engano. Mesmo com um a menos, o Náutico veio para cima, no desespero, enquanto o Figueirense se defendia como podia. Aos 25 minutos, Wallace diminui para o Timbu, que precisa apenas de mais um gol para se classificar. A tensão fica absoluta no Scarpelli. O sufoco, porém, só termina com o apito final. Delírio na torcida. “Poucas vezes, o Orlando Scarpelli esvaziou tão devagar. (...) ninguém queria arredar o pé da arquibancada alvinegra”, conta a matéria do Diário Catarinense de 2 de dezembro de 2001. A alegria tomava conta da torcida alvinegra, mas o melhor ainda estava por vir. Mesmo assim, o dia 30 de novembro de 2001 entrou para a história das glórias alvinegras.

Ficha Técnica - Figueirense 2x1 Náutico Quartas-de-final – Série B – 30/11/2001 – Estádio Orlando Scarpelli Figueirense: César; André Ceará (Gilberto), Márcio Goiano, Pedro Paulo e Vanin; Jeovânio, William, Marcelinho e Fernandes; Gilson Batata e Genílson (Abimael). Técnico: Vagner Benazzi Náutico: Gilberto; Carlinhos, Lima, Turatto e Cacá (Vaguinho); Adilson (Rodolfo), Fábio (Jacaré), Wallace e Tupã; Carlinhos Silva e Kuki. Técnico: Paulo Cabrera. Gols: Marcelinho aos 5’ do 1º tempo e aos 5’ do 2º tempo, Wallace aos 25’ do 2º tempo. Expulsões: Gilberto (Náutico) e Carlinhos Silva. Renda: R$ 65.075. Público: 13.148

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alvinegro

Enquete

Você considera a Copa SC importante? A pesquisa está na rede desde o dia 18 de maio e foi respondida por 219 torcedores

Tainha

Não, a 82 Série 37% Bé prioridade

Sim, vale vaga na Copa do Brasil 137

63%

globoesporte.globo.com/blogdofigueirense

Igualité, Fraternité,

Figueirensé

A

nova campanha de sócios do Figueirense está no ar, e não há nada mais propício para falar se não sobre a questão dos sócios. Novas frases, novas imagens, outras categorias, mas no fundo há pouca novidade. Tudo ainda órbita sobre um comparativo de custo benefício monetário, mais vale ser sócio por ser mais econômico do que comprar ingresso na hora. Já passou da hora de ampliarmos nossa visão do que significa ser associado. Hoje o associado é um mero locatário de cadeira do Scarpelli. O ideal (pelo menos para mim) é a instituição do poder de voto para todo associado, quase uma Revolução Francesa dentro do Scarpelli. Mudança que viria na linha do discutido aqui na primeira edição do alvinegro: promover maior participação do torcedor na vida do clube. Transformação profunda, o torcedor associado deixaria de ser apenas consumidor e passa ser parte efetiva do sistema, ou seja, mais participativo. Com poder de voto o sócio é institucional-

mente co-responsável, vínculo mais forte onde sua presença e participação tornam-se mais importante. Mais do que apenas aproximar o alvinegro de seu clube, é a ação perfeita para restabelecer aquela velha (e irreal, no momento) máxima: o Figueirense é do povo. Cada torcedor poderia, realmente, ser identificado como parte do maior do estado. A boa notícia é que existem amostras de se estar seguindo nesta direção. Semana passada Hélton Luiz (da CBN/Diário) informou que existe a possibilidade de ampliação de sócios patrimoniais. Também ouvi falar nisso. Significa renovação do colégio eleitoral, novas cabeças, novas ideias. Essa medida, se for levada adiante, é um pequeno passo para o que entendo como ideal. É sinalização de que momentos de mudanças estão por vir, devemos ficar atentos e discutir exaustivamente para aproveitar esse momento.

Transparência e Participação Na edição passada do alvinegro focamos neste espaço

de que quanto maior a transparência, mais forte seria a participação do torcedor na luta para transformar o clube maior e mais forte. Hoje se divulga o histórico de número de associados, coisa que foi somente possível por uma

maior abertura e transparência, algo muito positivo. Estes números nunca vieram à tona de maneira tão completa, a realidade era diferente do discurso. Caso este cenário fosse claro, convocar os alvinegros para ajudar não seria problema. Perdeu-se a chance.

Diego Simão Rzatki, o Tainha, é blogueiro do Figueirense no Globoesporte.

Publicação de MEUFIGUEIRA. Edição: Tadeu Meyer (jornalista responsável - MTB/SC 03476-JP). Reportagem e textos: Diego Rzatki, Henrique Santos e Ney Pacheco. Projeto Gráfico, Infografia e Editoração: Tadeu Meyer. Fotos: Carlos Amorim/ FFC, Diego Rzatki. Tiragem: 2 mil exemplares. Circulação: gratuita e dirigida aos torcedores do Figueirense que comparecem ao Scarpelli em dia de jogo. Impressão: Gráfica Rio Sul.

alvinegro #2  

o jornal do torcedor do Figueira

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