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Nº26

M A R Ç O

2014

veja a versão completa na web METROPOLEREVISTA.COM.BR

GENTE

UMA MOURÃOENSE NO JORNAL DA GLOBO

Bike é vida ESPORTE

C I C L I S M O : A P E RS I S T ÊN CI A E A RE S I ST Ê N C I A D E MU R I LO

CIDADE

DANÇA

A F O R ÇA R EJU VEN ES CED O R A D I EG O D O A B R A ÇO “ G O T TA LEN T”


Lifting Facial (Cirurgia da Face) Blefaroplastia (Cirurgia das Pálpebras) Cirurgia Videoendoscópica (Pequenas Cicatrizes) Rinoplastia (Nariz) Lipoescultura Abdominoplastia (Cirurgia do Abdômen) Prótese de Mama (Silicone) Prótese de Glúteo (Aumento das nádegas) Prótese de Panturrilha Prótese de Mento (Aumento do Queixo) Mamoplastia Redutora Ginecomastia (Mama Masculina) Cirurgia Pós-Bariátrica (Grandes perdas de peso) Ninfoplastia (Cirurgia Íntima da Mulher) Otoplastia (Cirurgia das Orelhas) Botox Bioplastia (Preenchimentos de rugas e depressões)

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Confiança construída com o tempo. O Supermercado Carreira foi fundado em 25 de março de 1964, quando os irmãos Antonio e Armindo Carreira abriram uma pequena quitanda. Acreditando no potencial de Campo Mourão foram crescendo junto com a cidade, sempre com honestidade, dedicação e seriedade. Neste ano, o Supermercado Carreira chega à marca de 50 anos, oferecendo qualidade, variedade e bom atendimento.

Partic ip e desta co memoração e a prove ite a s su p er pro mo çõ es de aniversário .

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o i r รก s r e v ni

A

Quem hรก mais tempo vende, melhor atende!


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DESTAQUE

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GENTE

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SPOT

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ODONTOLOGIA

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Bike é Vida Uma mourãoense no Jornal da Globo

DANILO

JULIANA

HALINE

RENATO

JOÃO

TATIANE

RODRIGO

DAN

CLÁUDIO

TÁSSIA

SANDRA

SILVIO

Dr.Valdecir Rosseti METRODECOR

Raíssa Schebeleski SPOT

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CIDADE

Esmalteria D’Incanto: sem hora marcada para unhas bonitas e saudáveis A força rejuvenescedora do abraço SPOT

Equipe Paulina: aperfeiçoamento em cortes e penteados

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DICAS CULTURAIS

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DANÇA

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ESPORTE

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METROBYTES

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CÉLIA

Astec/Conecta: juntos, oferecemos mais

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FERNANDO

SPOT

Newborns: a fofura de fotografar recém nascidos Diego “Got Talent”! Ciclismo: a persistência e a resistência de Murilo Cláudio Resende

SEU DIREITO

Maycon Galan

Editoria/Fotografia/Direção de Criação - FERNANDO NUNES Redator-Chefe/Editoria - RENATO J. LOPES Direção de Arte/Design Gráfico - DANILO GABRIEL Direção de Arte/Design Gráfico - JOÃO PAULO BENASSI Design Gráfico - DANIELLE AMARAL Design Gráfico/Vídeo Produção - JULIANA PIZI Atendimento/Planejamento - TÁSSIA SCHEFFER Comercial - SANDRA GUEDES Administração - CÉLIA GUEDES Auxiliar Administrativo - TATIANE REGEL Produção - SILVIO VILCZAK Revisão - CLÁUDIO RESENDE Desenvolvedor WEB - RODRIGO SLOMPO Gerente de Conteúdo WEB - HALINE MOREIRA Colaboradores desta edição Raíssa Schebeleski Maycon Galan

www.metropolerevista.com.br Revista Metrópole - 44 3523-0108 metropole@metropolerevista.com.br

A revista Metrópole é uma publicação da V8 Comunicação / Design Gráfico / Editora. Rua das Magnólias, 100 - Jardim Araucária Campo Mourão - Paraná - www.v8.art.br - v8@v8.art.br Fica expressamente proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo editorial sem autorização prévia. Os artigos assinados são de responsabildiade de seus idealizadores.


Bike é Vida TEXTO RENATO J. LOPES | FOTOS FERNANDO NUNES

Praticar um esporte faz bem ao corpo e à alma. No mundo de hoje, até por questão de mobilidade, está em alta praticar o ciclismo. É difícil tomar coragem e andar sozinho? Que tal se unir a uma galera animada e fazer passeios, bem ao corpo e novas amizades? Conheça o Grupo Bike Vida.

udo começou quando a empresária e apoiadora do grupo, Cleo Isabel Almeida Gomes, chamou alguns amigos e clientes para fazer um passeio de bicicletas em estradas rurais (mountain bike)

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com dez pessoas, no início de dezembro de 2013. Todos gostaram e decidiram organizar outro. A educadora física Patrícia Birkheuer, 30 anos, foi uma das participantes do primeiro passeio e tomou a frente para organizar os passeios. “Eu divulguei nas redes sociais e muita gente começou a divulgar e dizer

que ia participar também”, recorda. Nesse segundo passeio, Diogo da Silva Moura, 21 anos, entrou para o grupo e se ofereceu para ajudar, se tornando organizador, ao lado de Patrícia. “Eu sempre quis participar de um grupo assim e me ofereci para ajudar, pois já faz mais de cinco anos que eu pedalo,


O grupo Bike Vida se reúne todas as terças-feiras na praça da Catedral. Diogo e Patrícia, os organizadores.

conheço bastante as estradas rurais da região e posso dar dicas pro pessoal”, afirma. Dessa forma, ele assumiu a parte da preparação de roteiros. Assim, eles definiram que toda terça-feira se reuniriam para o passeio. Com o passar dos dias, o número de pessoas foi aumentando, um amigo foi chamando o outro. Então Patrícia e Diogo decidiram por criar um grupo no Facebook com um nome provisório “Passeio Ciclo Rural”, que posteriormente se tornou Bike Vida, uma ideia de Diogo, que também criou a logo e administra a página do grupo. Os passeios Como o intuito é incentivar os ci-

clistas da cidade e pessoas que desejam praticar o esporte, nas terças-feiras, eles fazem um trecho curto, de 25 km. “Terça é para o pessoal que está iniciando. É pra passeio, curtir, pegar o hábito de andar. É tranquilo e fazemos diversas paradas”, lembra Diogo. E o passeio se tornou um sucesso, chegando a ter numa das tardes, cerca de 90 participantes. Com o crescimento dos participantes, surgiu a necessidade de terem outros dias, com maior duração para os que já têm mais experiência. Assim surgiu o passeio de quinta-feira, com um ritmo maior que o de terça, com um circuito de 38 km; e o sábado, que é mais pesado. “Esse percurso é para m e t r o p o l e r e v i s ta . c o m . b r

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Aos sábados a pedalada é mais pesada, são mais de 50 Km de trilhas.

quem tem pelo menos um ano de pedal e ande três vezes por semana. Porque não é só pedalar, tem que saber dirigir a bike, pois os desafios são bem maiores, subidas e decidas íngremes constantes. O trajeto passa de 50 km”, Diogo afi rma. E para divulgar o grupo, além de página e comunidade próprias no Facebook, eles utilizam uma ação muito interessante. Ao fi nal dos passeios, passam pelas principais avenidas, para que as pessoas vejam o grupo e se interessem. “Passamos na frente das praças de alimentação e as pessoas ficam mexendo, perguntando como participar”, afi rma um dos organizadores. A maior dificuldade para os organizadores é o trajeto que precisam fazer antes de chegar às trilhas. “Na cidade, infelizmente, os motoristas não respeitam os ciclistas. Na rodovia até que sim, pelo fato de andarem em muitas pessoas. Pedestre e ciclista tem preferência, o pessoal não entende isso”, alerta Diogo. Ele lembra que algumas vezes os participantes de primeira viagem, acabam se atrapalhando, por isso precisam receber dicas de trânsito. “Em pistas de duas vias, andar no canto ou acostamento, ao virar ou atravessar uma pista, dar uma olhada se não tem ninguém passando de carro. O passeio não é sair e pedalar: tem que lembrar que estamos numa cidade, no trânsito”, avisa.

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Como participar? Como o passeio é aberto, aqueles que desejarem participar, basta ir às terças-feiras, a partir das 18h30 na Praça da Catedral São José, armado com bicicleta e disposição. Os organizadores do grupo contam com o apoio de outros amigos para controlar o batalhão de ciclistas, com um monitor na frente, para controlar a velocidade, um no meio, para manter o grupo unido e um no final, para incentivar os mais atrasadinhos. Patrícia dá a dica: “tem que ir devagar, com calma para não abusar e passar mal. Se acontecer alguma coisa, sempre temos alguém de plantão com carro, pois, se precisar, já socorre a gente”. Quer andar, mas não tem uma bicicleta? Segundo Diogo, uma bicicleta boa para comprar, você encontra a partir de 800 reais, pois não dá pra adquirir qualquer uma, senão não aguenta o tranco. Patrícia ressalta que é importante ter alguns equipamentos de proteção. “Tem que utilizar os

Cleo Gomes, apoiadora do grupo, e a participante Samira Mendes.

equipamentos de segurança: capacete, óculos, luvas. Um sinalizador também é importante, pois uma parte da nossa pedalada é noturna”, diz. Segundo Patrícia, entre os motivos para participar do grupo, está o cuidado com o corpo e o passeio ao ar livre. “Pedalar é muito legal, pois, ao invés de você ficar num local fechado, você vai viver e conhecer um monte de coisas.

Lugares da região que, às vezes, não conhecia”, pondera. Para Diogo, a prática do mountain bike mudou sua vida. “Quando comecei o mountain bike, tinha 16 anos e mudou minha vida totalmente. Eu gostava de esporte e da natureza, o mountain bike me deu o prazer de juntar os dois, além de fazer muitas amizades, vale a pena praticar”, conclui.

Depoimento de quem participa “Ando há um pouco mais de um mês, comecei a andar porque meu esposo me deu uma bicicleta, mas não estávamos andando regularmente. Depois que a gente encontrou o pessoal começamos a andar constantemente. Foi ele que descobriu o grupo, me convidou. Quando falei que não ia dar conta, ele me incentivou, além da ajuda dos organizadores do Bike Vida. Entrei no grupo pelo lazer, pois nunca gostei de atividade física. Academia, tenho aversão. Depois, participando, a gente vê os benefícios que vão além do físico. Tem a parte emocional, pois quando estou ali, esqueço os problemas, me foco no passeio e na paisagem”. Fabiana Rech Gehring. “Comecei a andar de bike no terceiro passeio do grupo, em dezembro do ano passado. Agora vou duas vezes por semana, na terça e no sábado. Pra mim, a prática do mountain bike é mais pelo contato com a natureza, não tenho tanto foco na saúde. Esse contato relaxa e faz bem. Ver o por do sol é lindo! Também gosto muito das amizades que fi z, é bem gostoso. Quando fui pela primeira vez tinha uma bicicleta estilo vintage que customizei, mas não deu pra usar, pois não tem marcha. Depois disso fui cinco vezes com uma bicicleta emprestada até comprar a minha, que é a que eu ando agora”. Christiane Knoener

Christiane e Fabiana.

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Uma

mourãoense no

Jornal da Globo TEXTO RENATO J. LOPES | FOTOS

G LO b O / Z é PAu LO C A R d E A L


Há quem não vá dormir sem antes assistir às últimas notícias do Jornal da Globo. O que muita gente não sabe é que por trás do Jornal, que informa o que acontece no Brasil e no mundo, existe uma mourãoense de coração. Conheça Evane Bertoldi, a editora do Jornal da Globo.

Evane com a equipe do JG.

pesar de ter nascido na cidade de Colorado, no estado do Rio Grande do Sul, Evane se considera mourãoense. Pois foi na cidade das andorinhas que ela, os pais e os três irmãos viveram grande parte da vida. “Estudei no Colégio Estadual de Campo Mourão e trabalhei na agência do Bradesco. Não queria fazer faculdade em Campo Mourão, por isso decidi fazer cursinho até conseguir passar numa universidade pública, já que na época minha família não tinha condições de me bancar”, lembra. Ela queria ser advogada, mesmo com seu pai, Idemar Bertoldi, não simpatizando muito com a ideia. Ela tentou vestibulares em Maringá e Londrina, mas não passou. Foi quando decidiu tentar jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG e passou. Lá ela trabalhou no Bradesco e no Jornal da Manhã. Já formada, voltou para Campo Mourão para trabalhar na assessoria da prefeitura de Campo Mourão, no mandato de Rubens Bueno, a princípio, junto com a assessora de comunicação da época, Rosana Bond, a quem posteriormente Evane substituiu. Ao fim do mandato, ela se mudou para Maringá, quando trabalhou com Ézio Ribeirette, montando o Canal Educativo de Maringá – Canal CEM. “Lá aprendi a fazer televisão. Apresentava o jornal, era editora, produtora. Fiz de tudo um pouco”, disse. Até que um dia, a oportunidade de entrar para a segunda maior rede de

TV comercial do mundo surgiu, através de uma amiga da faculdade. “A Denise Lacerda, minha amiga dos tempos de faculdade, me ligou pra dizer que tinha uma vaga na Globo Brasília. Larguei tudo em Maringá e fui pra Brasília fazer o teste. Passei e fui contratada em 1998”. Na Globo Brasília ela começou como produtora do Bom Dia Brasil, produtora e repórter do Bom Dia DF. Depois foi editora do DF 1ª. edição, da Globo News, do Jornal da Globo e do Jornal Nacional. Morou na Capital Federal até 2006, quando decidiu se mudar para São Paulo. Ao chegar em SP, atuou um ano na edição do Bom Dia Brasil e depois passou a integrar a equipe do Jornal da Globo, onde está até hoje. Ela ainda passou uma temporada no Fantástico, no Bem Estar e Jornal Nacional. Evane afirma estar realizada na profissão. “É um prazer e um privilégio estar onde estou. Foi na Globo que me especializei profissionalmente. É uma empresa que prima pela qualidade técnica do produto. Gosto dessa ideia do melhor, de buscar linguagens diferentes. De aprender”, afirma. E durante o trabalho ela participou de grandes coberturas, como a vinda do papa Bento XVI; as posses dos presidentes Lula e Dilma; o incêndio na boate Kiss, de Santa Maria – RS; e a ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Atualmente, além de cuidar dos temas política e tecnologia, Evane é editora especial do JG. Uma das séries produzidas foi sobre neurociência “Cérebro, máquina de aprender”, com

a apresentadora do Jornal, Christiane Pelajo, e apoio do editor-chefe Jorge Sacramento. O resultado não poderia ser diferente, a série foi indicada pela TV para concorrer ao Emmy (prêmio máximo da TV). “Fizemos a inscrição e estamos esperando. Agora temos que passar pela inscrição e torcer para sermos escolhidos. É um longo processo, mas só o fato de termos sido indicados, já foi uma alegria”, comemora. Ela também foi finalista do prêmio CNI, em duas categorias, em 2012, com a coluna Conecte, do Jornal da Globo, que fala sobre tecnologia. Em Campo Mourão, além de lembranças, ainda tem muitos amigos e a família, que ela, sempre que pode, vem visitar. “Quando chegamos a Campo Mourão, eu e meus irmãos fizemos parte do CTG Índio Bandeira, onde eu dançava e declamava. Fui eleita a primeira Prenda do Paraná. Uma época muito feliz. Viajávamos, participávamos de concursos de dança. Foi no CTG que aprendi a usar a palavra”, recorda. Evane não tolera o preconceito. Para ela a intolerância faz os seres humanos piores. Buscou na psicanálise o auto-conhecimento, e diz que assim conseguiu se relacionar melhor com as pessoas. “Acredito que neste mundo tão capitalista, ajudar o próximo, praticar a generosidade e a caridade é obrigação de todos nós. Tentar melhorar um cadinho o mundo que está à nossa volta. Pode ser pouco, mas de pouquinho em pouquinho, com um olhar amoroso, gratidão e paciência, podemos tornar o mundo um lugar muito melhor”, conclui.

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José Gabriel e Cláudio Luís.

Os melhores

momentos da vida são compartilhados com os amigos.

FONES: 44. 3523-9996 | 9947-0647 RUA ROBERTO BRZEZINSKI, 1225 CAMPO MOURÃO - PR

Astec/Conecta: juntos, oferecemos mais arceiras de longa data, a Astec – Soluções em Informática, com mais de 18 anos de mercado, e a Conecta – Soluções Tecnológicas, com mais de 4 anos, unificaram suas atividades em janeiro de 2014. As negociações começaram ainda em dezembro de 2013, quando durante longas conversas, Cláudio Luís Resende, da Astec, e José Gabriel Silva e Osmar Osdinei de Vicente, da Conecta, perceberam que as empresas eram complementares. A Astec, especializada em informática, não atuava na área de cabeamento e comunicação. A Conecta, por sua vez, especializada em telefonia e infra-estrutura, atuava de maneira tímida no mercado de informática. Bingo! As

empresas se completavam. Cláudio avalia que “a Astec tinha carência de gestão administrativa e a Conecta, de gestão de infomática. Demos, uma empresa à outra, o que precisávamos”. Gabriel relata que “queria valorizar a convergência de soluções tecnológicas, com competência e eficácia. Agora nosso portfólio cresceu e temos mais a oferecer a nossos clientes”. A Astec/Conecta está atendendo em 2 endereços quase vizinhos: na Av. Manoel Mendes de Camargo, 971, onde está instalada a administração, vendas e informática, e na Rua Araruna, 941, onde está instalada a equipe de infra-estrutura e comunicação. Os telefones são: (44) 3016-4747 e (44) 3525-0500.


DR. VALDECIR ROSSETI

CRO/PR 2299-6 Especialista em Implantodontia, Especialista em Prótese Dentária e Prótese sobre Implante, Reabilitador Oral.

Recuperando sorrisos envelhecidos

E SEM HARMONIA ESTÉTICA

Quando um de nossos pacientes passa por um tratamento dental bem sucedido, percebemos que os primeiros benefícios são a confiança e o entusiasmo que voltam à vida do paciente, que pode voltar a sorrir, trazendo melhoras para a vida pessoal e profissional. Isso demonstra que, como se sabe, a estética é um fator importante no estado psicológico dos indivíduos, principalmente no que diz respeito ao seu convívio social. Problemas na estética dentária podem provocar implicações psicológicas que variam desde uma forma de disfarçar o problema até uma introversão total. Muitas vezes, para solucionar problemas dentários, tanto estéticos, como funcionais, é necessária uma integração multidisciplinar envolvendo diversas áreas da Odontologia, como cirurgia plástica de gengiva e/ou tratamentos de canal, ortodontia, e prótese. Por isso é essencial escolher com muito cuidado o laboratório de prótese que vai confeccionar essas delicadas peças de arte. Nós sempre buscamos trabalhar com os melhores laboratórios de Campo Mourão, garantindo assim a satisfação e a

qualidade, tanto para nós que fazemos o atendimento, quanto para o cliente. A primeira etapa do tratamento é realizar uma análise de sorriso através de exames clínicos detalhados, modelos de estudos, RX (modelos estéticos) e fotos, para assim podermos avaliar quais características dentais precisam ser recuperadas para criar um sorriso harmonioso. Em seguida as lâminas de porcelana são confeccionadas por laboratórios especialistas em estética dentária, em que os ceramistas aplicam sua arte e ciência manualmente, num processo totalmente artesanal, para reproduzir uma camada finíssima de porcelana entre 0,3 ou 0,4mm de espessura, semelhante a uma unha de mão. A lente reproduz a anatomia, cor e tamanho real dos dentes. Depois disso, ela é cimentada aos dentes, recuperando a estética ideal e personalizada para cada paciente e ao mesmo tempo fortalece a estrutura dentária, protegendo os dentes contra riscos de fraturas e alteração de cor ao longo de tempo. Como cada caso é único, dependendo da complexidade, o tratamento

pode levar de 2 a 5 visitas para atingirmos um resultado excelente e consequentemente a satisfação absoluta para cada um de nossos pacientes. Para quem as lentes são indicadas? Para todos aqueles que precisam de correções estéticas como: pequenas imperfeições de forma, tamanho e posição dental; dentes anteriores com pequenas fraturas e diastemas (espaços entre os dentes) e podem, também, ser utilizadas para disfarçar manchas dentárias e alterações de cor. Assim, o objetivo é proporcionar um sorriso bonito, preservando ao máximo a estrutura dos dentes com resultados surpreendentes. Portanto, as lentes de contato odontológicas, permitem a obtenção de sorrisos bem cuidados, alinhados e com resultados duradouros. Por isso é importante o diagnóstico preciso e profissionais habilitados. Busque seu novo sorriso, você merece!

ROSSETI ODONTOLOGIA Fone: (44) 3525-4270 Av. João Bento, 1300 – Campo Mourão – PR.

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POR RAÍSSA SCHEBELESKI

Designer de interiores e Coordenadora e Instrutora do curso Técnico Profissionalizante de Design de Interiores no SENAC - Campo Mourão.

ABIMAD

A ARTE DE VENDER tendências

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cupando 3 pavilhões da Expo Center Norte, em São Paulo, a maior feira de mobiliário e acessórios de alta decoração da América Latina chega à sua 17ª. edição. A feira, organizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração (ABIMAD) contou com 158 expositores, totalizando 54 mil metros quadrados e, desses, 32 mil eram de estandes. Nela são expostos, além de objetos de decoração, móveis

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para ambientes internos e externos. Porém, a entrada é limitada a lojistas de móveis e objetos de decoração e profissionais do setor e imprensa, devidamente credenciados. Essa edição teve como tema o “Design inspirado no talento brasileiro”, pois foi baseada na Copa do Mundo, o principal evento que acontece no Brasil em 2014. Aconteceu entre os dias 12 e 15 de fevereiro, e contou com a presença de dezenas de importadores de países da America Latina. Esses lojistas foram subsidiados pela Associação, que

também promoveu uma Rodada de Negócios, com reuniões, em seu próprio estande, entre o importador e o expositor. Fui conferir as novidades e fiquei entusiasmada com muita coisa que vi. A Tumar (1) foi um dos grandes destaques da feira, a meu ver. As peças da coleção Mobileluce, utilizaram o Slimstone, pedra de espessura muito fina que permite a passagem de luz, e o resultado foram peças únicas e fascinantes. Outro destaque foram as chaises coloridas Nuble da LaCasa Design (2). As peças têm corpo de fibra sintética trançada manualmente em estrutura de alumínio. As peças apresentadas na temática “verde e amarelo” também marcaram presença. A By Arte Design (3) apresentou bancos em acrílico colorido e a Tok Glass mostrou versatilidade em opções de cores de vidros e lacas, ganhando destaque para a penteadeira Luis XV. A Butzke (4) apresentou a linha de móveis Alvorada, com peças lindíssimas de madeira e a Herval (5) ousou de formas geométricas em suas peças de laca e madeira. A Art Image (6) expôs a coleção Cinetic Art, com trabalhos da série Infi nito, assinados pelo artista plástico Yutaka Toyoya. A feira apresentou muito glamour e sofisticação e foi possível ver que o capitonê e a laca continuam com tudo. Aplicações de pedras e cristais em madeira e estofados estavam por todo lugar, conferindo um brilho especial às peças. Peças com vidro bronze estão ganhando cada vez mais espaço e os cristais se firmam como preferidos nas criações delicadas. Muitas cores, couro, madeira e todo tipo de trabalho com relevo foram tendências apresentadas e que, em breve, poderemos ver estrelando as lojas de todo o país.


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Maison Estofados Conquistando novos clientes

A Maison Estofados, com apenas 4 meses de atividade, entregou mais de 40 jogos de sofás, que segundo o proprietário Pablo Diniz, vem recebendo elogios pela pontualidade nas entregas, demonstrando a eficiência em seus trabalhos, contando cada vez mais com a confiança de novos clientes. “Pelos produtos oferecidos, a Maison é uma loja diferenciada no ramo de estofados, pois aqui o cliente sai totalmente satisfeito, aqui ele tem a oportunidade de criar seus estofados sob medida, do seu gosto”, afirma o proprietário. Ele também ressalta que a loja conta com preço acessível, qualidade e formas de pagamentos diferenciadas em até 10x nos cartões Visa e Mastercard. Além de sofás, a loja trabalha com artigos de decoração, como quadros e tapetes. Faça uma visita e conheça essas vantagens de perto. A loja fica localizada na Avenida Irmãos Pereira, 2330 e o fone é (44) 3017-1783.

Arterìa Produções apresenta Fashion For Good

A mourãoense Fernanda Piacentini (na foto ao lado), radicada em Londrina, volta a Campo Mourão para apresentar o trabalho da Arterìa Produções, especializada em produção de catálogos, lookbooks, editoriais, stills e desfiles, com making of nas mais variadas dinâmicas. A empresa realizará em março a Fashion For Good (FFG), o evento de moda de Campo Mourão, contando com a presença de modelos internacionais, que mostrarão o lançamento das coleções outono/inverno 2014 de diversas lojas da cidade, com entretenimento e informação.

“A FFG tem a intenção de contribuir com a criação da cultura de moda na cidade e dar mais visibilidade às lojas, apresentando uma proposta com linguagem de moda mais conceitual, unida ao comercial das lojas, para garantir um melhor entrosamento entre consumo e tendências”, pondera Fernanda. O FFG acontece dia 21 de março, no Country Clube de Campo Mourão, a partir das 8h e terá encerramento com show acústico da banda Cibele’n’Roll. Para valores dos convites, locais de compra e mais informações, acesse: www. arteriaproducoes.com.

uma nova marca, um novo momento. 20

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A Metrópole, que completou 3 anos, busca desde sua origem evoluir e oferecer a seus leitores melhorias e novidades. Como é o caso do site e da loja online, a Metrópole Store. Seguindo essa linha, lança agora uma nova logo e projeto gráfico com forte influência vintage, uma tendência que está invadindo o design mundial. Outras mudanças também são perceptíveis desde a edição de Janeiro/2014, como uma revista mais condensada, buscando uma maior interação com a plataforma online. São matérias mais compactas e dinâmicas, com a possibilidade de serem estendidas na versão digital, uma adaptação aos novos tempos. Tudo isso para trazer aos nossos leitores novos aspectos visuais e de conteúdo, com a consciência de que participamos ativamente na construção do registro histórico de nossa cidade.


Esmalteria D’Incanto: sem hora marcada para unhas bonitas e saudáveis.

Qual a mulher que não deseja unhas bonitas e saudáveis a qualquer hora do dia? Quem não gosta de uma nova cor, um novo adesivo ou uma forma diferente de deixar as mãos e os pés mais lindos? Ou precisou fazer as unhas e não conseguiu agendar? Na Esmalteria D’Incanto você pode realizar esses desejos. A proprietária da D’Incanto Decorações e Presentes, Luciany Mary Pagan, inaugurou no final do ano passado essa nova opção. Durante o tempo em que morou em São Paulo, Luciany utilizou desse tipo de serviço inovador e agora o está trazendo para Campo Mourão. “Preparei um espaço agradável e belamente decorado, especialmente para nós mulheres, com inúmeras possibilidades para presentear ou sermos presenteadas e contando com o serviço de Esmalteria e Nail Bar”, diz. A Esmalteria consiste em um espaço dentro da loja de decoração, onde são oferecidos serviços e venda de esmaltes nacionais e importados. “Oferecemos serviços de manicure, pedicure, unhas decoradas, francesinhas, inglesinhas, unhas em gel, adesivos e enfeites 3D. A nossa missão é oferecer tudo aquilo que for tendência no mundo das unhas, a um preço acessível e sem hora marcada”, ressalta Luciany. A D’Incanto oferece lançamentos e tendências do mundo das unhas dos mais renomados fabricantes nacionais e importados, tais como: Granado, Latika, DNA, Revlon, China Glaze, O.P.I, entre outros. “Além do embelezamento, cuidamos também da saúde das unhas com tratamentos específicos para problemas como: rachaduras, descamação e unhas frágeis”, ressalta. Proprietária da D’Incanto Decorações e Presentes, Luciany Mary Pagan

Na Esmalteria D’Incanto você encontra um ambiente agradável.

Na Esmalteria D’Incanto você está livre dos ruídos dos secadores de cabelo e dos odores de produtos químicos como formol, amônia, dentre outros; contando com o serviço de bar. Além de tornar o espaço agradável, são tomados todos os cuidados higiênicos e sanitários para preservar a sua saúde, como o uso da autoclave para esterilização dos instrumentos e de acessórios descartáveis.

Segundo Luciany, a loja oferece esmaltes de alta qualidade e hipoalergênicos, os quais diminuem em muito, a possibilidade de uma reação alérgica. “Com tantas possibilidades e novidades, a cliente adquire com convicção o esmalte que mais lhe agrada”, garante. Faça uma visita à loja, que está localizada na avenida Manoel Mendes de Camargo, 1891, ou ligue para saber mais informações pelo fone: (44) 3017-0066.


A força

rejuvenescedora do

abraço TEXTO RENATO J. LOPES | FOTOS fERNANdO NuNES

Certa vez o poeta português Antônio Feijó escreveu: “O coração nunca envelhece. Basta um serviço, um nada, um abraço e tudo nele se ilumina e aquece”. E é assim, de abraço em abraço, que o professor Dirceu Alberto da Silva, 69, rejuvenesce todos os anos, sempre no primeiro dia de aula. Prof. Dirceu distribuindo alguns abraços.

e você já estudou ou visitou a Unespar/Fecilcam no primeiro dia de aula, deve ter visto um “senhorzinho” muito simpático, com um cartaz nas mãos, distribuindo abraços aos alunos, colaboradores e visitantes. Essa personalidade do campus é o professor Dirceu, natural de Niterói – RJ, que trocou o agito das grandes cidades pela tranquilidade do interior do Paraná. Formado em direito na Universidade Federal Fluminense, em Niterói, advogava na capital fluminense, quando, por indicação de um amigo, veio para essas bandas. Mas, antes de vir para Campo Mourão, em 1982, morou 7 anos em Ubiratã. A ideia do abraço grátis surgiu de ver a mesma ação em outros lugares. “Achei que era fácil fazer, não tinha dificuldade nenhuma. Nosso espaço é fechado, é para dentro”, pondera. O primeiro cartaz foi feito sem maiores pretensões, cerca de 5 anos atrás, utilizando a técnica do origami, que ele já mostrou na edição nº 8 de Metrópole. “Esse cartaz eu mesmo faço com tesoura e origami. O origami é muito rico. Dá pra fazer muita coisa, até virar uma profissão”, ressalta.

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Como deu certo, ele fez de novo e de novo, pois a aceitação foi crescendo a cada ano por parte dos alunos e da instituição. “A recepção foi muito boa, mais até do que eu imaginava que pudesse acontecer. Inclusive os próprios alunos já vão ao primeiro dia de aula na expectativa disso. É uma forma de aproximar as pessoas, além de eu ter esse contato com a juventude, essa fase da idade muito rica”, afirma. O abraço não faz bem só pra quem dá, mas também para quem recebe. E entre as histórias emocionantes, Dirceu lembra uma muito especial. “Tem uma história de uma aluna que havia perdido o pai recentemente e estava entrando na faculdade. Quando me viu, achou que teria sido um gesto do pai dela. E quando ela me abraçou, senti que ela ficou um tanto quanto emocionada. A gente fica satisfeito, pois parece que estamos acertando”, diz. Como neste ano o professor vai se aposentar, os abraços podem acabar. Ele entrou em contato com professores de alguns cursos e está vendo para que alguém continue. Gestos como esse são sempre válidos e levam um pouco de alegria para a vida acadêmica. Quem sabe você possa fazer algo assim?


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Ana Matanovic da Equipe Paulina Salão.

Equipe Paulina: aperfeiçoamento em cortes e penteados

Ana durante os cursos.

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Ana Paula Matanovic Machado Moreira, da Equipe Paulina Salão, no fi m do ano passado, esteve nas cidades de São Paulo e Curitiba, participando de cursos de capacitação, tendo como objetivo o aprimoramento em cortes e penteados para se tornar hair stylist. Tudo isso para melhorar o atendimento e oferecer serviços de qualidade e excelência para seus clientes. Com os aperfeiçoamentos, ela pode analisar, visualizar e planejar o trabalho antes de executá-lo, trazendo um resultado fi nal muito melhor, aliando design e inspiração. “Com essas novas técnicas e habilidades que aprendi, desenvolvi ainda mais o meu lado criativo. Pude aperfeiçoar minha técnica de corte com a Escola Pivot Pont, de

São Paulo, uma academia que está no mercado internacional há mais de 50 anos, sendo considerada uma escola de arte da modernidade”, ressalta. Em Curitiba, Ana fez o curso de penteados na Academia BLZ, que conta com infraestrutura de educação e treinamento especializado em diversas áreas da beleza. Ana afi rma ter aprendido muito. “Algo que achei muito marcante nos cursos foi a possibilidade de troca de informações e ideias com profi ssionais de diferentes lugares e estar cada vez mais aberta a conhecimento do nosso dia a dia. Foi muito proveitoso!”, afi rma. Para conferir de perto, vá até a Equipe Paulina Salão e veja essas e muitas outras novidades.


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Liandra Cordeiro 23 anos, jornalista

u leio de tudo um pouco, mas a profissão me levou para livros de não-ficção, para um estilo que alguns chamam de literatura da realidade. Posso indicar “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais, que conta a história de agentes cubanos infi ltrados nos EUA, na tentativa de evitar os ataques dos norte-americanos contra Cuba. “Na Natureza Selvagem”, de Jon Krakauer, narra a trajetória de McCandless e sua busca pela felicidade. O livro virou fi lme, que é ótimo e que indico também, mas no livro há um pouco sobre o Krakauer, que é alguém no mínimo interessante. Música para mim tem que fazer sentido e fazer sentir, ou na letra ou na melodia. Atualmente estou ouvindo muito SOJA que tem melodias e letras ótimas. Dave Matthews Band é algo que comecei a ouvir há pouco tempo, mas é muito bom e não sai mais das minhas sugestões no YouTube. Indico Criolo, também, que é sensacional porque ele é crítico, dramático e mistura vários estilos ao rap, para além do óbvio. “Medo” (A Tale of Two Sisters) é um fi lme coreano de terror psicológico sobre duas irmãs, que me marcou. Tem uma adaptação americana que é óbvia demais, então eu indico a versão coreana. “Intocáveis” (Intouchables) é um fi lme dramático, mas sem “mimimis” e acho que é por isso que eu gosto. Dá pra indicar também os fi lmes nacionais “Árido Movie” e “O Palhaço”. Assisto a várias séries e indico “Dexter”, “Game Of Thrones” e “The Walking Dead”, que são ótimas. Na internet acesso sites como www. hypeness.com.br, que tem de publicidade a trabalhos artísticos que são muito interessantes. Também gosto de ler a coluna da Eliane Brum (Época) e os textos do Xico Sá (Folha).

Matheus Mamede

Técnico de Relações com o Mercado

m relação à música, recorro a Nietzsche, em “Cartas a Peter Gast”, de 1889: “a vida sem a música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa, um exílio”. Estou ouvindo “Oásis de Bethânia”, de Maria Bethânia. Um disco sem disfarces, um oásis no deserto da música brasileira. Também ouço os gaúchos do “Apanhador Só”, que tive a sorte de assistir ao show em Presidente Prudente/SP, minha cidade natal. A discografia completa está de graça para download no site da banda em www.apanhadorso.com. Recomendo o livro “As Brasas”, de Sándor Márai. O leitor acompanhará o acerto de contas entre dois amigos, inseparáveis na infância, que por razões incompreensíveis não se encontravam há 41 anos. Recomendo também a leitura de “Condessa de Barral – A Paixão do Imperador”, de Mary Del Priore. Uma biografia que revela uma mulher avançada demais para os padrões provincianos do Brasil do séc. XIX. No cinema prefiro dramas. Indico “O Balão Branco” (Badkonake Sefid – 1995), a história de uma garotinha que insiste para que sua mãe lhe compre um peixinho para a celebração do ano novo iraniano. Acaba conseguindo a quantia com a ajuda de seu irmão, só que a caminho da loja, ela perde o dinheiro e então os dois não medem esforços para recuperá-lo. Indico também “Durval Discos”, de Anna Muylaert, 2002. Durval é um vendedor de discos de vinil que mora com a mãe e se recusa a aderir ao novo mercado de CD. Suas vidas tomam rumos inesperados com o aparecimento de uma criança. Vale também pela trilha sonora. Sou um admirador das artes plásticas, em especial as Gravuras. O Brasil possui gravadores fantásticos! Verdadeiros representantes da arte em estampar o papel através da madeira, da pedra ou do metal.

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Newborns: a fofura de fotografar recém nascidos Muito comum fora do Brasil, a sessão de fotos de recém-nascido (entre 5 e 15 dias de vida), também chamados de “newborn”, vem ganhando cada vez mais espaço por aqui, como a fotógrafa Carolina Luna vem fazendo. “A ideia é fotografar o bebê em poses fofas, que lembrem as posições em que o bebê ficava no útero materno, em lugares inusitados, ou acrescentando acessórios como gorrinhos e lacinhos. Tudo para criar uma recordação única dessa fase tão especial!”, pondera. Registrar todos os detalhes do recém chegado ao mundo, além de muito fofo, são recordações além da lembrança, dessa fase de desenvoltura tão importante do pequeno ser. Esses momentos, além de uma lembrança para toda a família, depois das fotos prontas, podem virar grandes pôsteres, quadros, canecas, enfim, o que sua imaginação permitir. Apesar de bonito, não é um trabalho fácil, é preciso muita preparação. “O trabalho com recém-nascidos é um trabalho demorado e delicado que requer muita paciência e prática, as pessoas cos-

tumam achar que é um trabalho rápido, pois eles só dormem, mas não é bem assim que funciona (risos)”, se diverte. A sessão é realizada na casa do bebê, que, no dia das fotos, é adaptada para realizar o ensaio fotográfico. É preciso ter um ambiente aquecido, controlar a umidade do ar e ter um ruído branco. Tudo para manter o conforto do novo membro da família. Para isso, são usados o aquecedor, umidificador de ar e o som que o recém-nascido ouvia dentro do útero da mãe, em volume alto, para que ele se acalme. O tempo total pode durar de 2 até 6 horas. “Isso tudo, porque no dia das fotos, paramos quantas vezes forem necessárias, caso ele precise mamar, trocar as fraldas e se acalmar”, ressalta. As fotos devem ser feitas preferencialmente entre 5 e 14 dias de vida, isso porque as lembranças uterinas ainda são fortes para o bebê e ainda não começou a fase das cólicas e acnes neonatais (que normalmente começam a partir dos 15 dias). “Levamos acessórios e fundos para este tipo de sessão, porém se a mãe preferir, utilizamos também acessó-

Carolina Luna

rios do próprio bebê”, lembra. Para fazer as fotos, o fotógrafo precisa estudar diversas técnicas para manusear o bebê e fazer com que ele fique acolhido e confortável. “Assim, ele fica numa pose linda e passa a leveza que gostaríamos de transmitir nas fotos, mas para isso, é essencial que as mamães e papais sigam as nossas dicas e sintam-se seguros”, diz. Para conhecer mais sobre o trabalho com “newborns” e a fotógrafa Carolina Luna, visite o site www.lunafotografia.com.br, ou a página no Facebook: www.facebook.com/CarolinaLunaFotografias.


Diego

"Got Talent!"

Diego em seu espetáculo solo “Insightfulness”. TEXTO RENATO J. LOPES | FOTOS ARQUIVO

Existem momentos na vida em que é preciso começar do zero e redescobrir as próprias capacidades. Foi assim que o mourãoense Diego Oliveira, 26, decidiu se mudar para a Holanda e conquistar seu espaço, com a dança, do outro lado do oceano.

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esde criança, Diego era um menino que estava sempre se movimentando. Ele vivia nas ruas, nas matas e nos rios, explorando, desde túneis subterrâneos, até os telhados das casas da vizinhança. Mas a dança começou a tomar corpo em sua vida, quando, aos 10 anos, ele ganhou uma bolsa para cursar dança na Academia Dancing Days, em 1998. “Comecei fazendo aulas de jazz. Tive que usar roupas específicas e sapatilhas. Naquela época, ainda havia muito preconceito, mas eu não tava nem aí. Fiquei super empolgado desde o primeiro dia e queria mesmo era aprender e mostrar que eu conseguia”, recorda. Ele era uma criança muito ativa, pois além de dançar, fazia karatê, capoeira, andava de skate, jogava futebol e basquete. Com tantas atividades assim, Diego teve que se decidir: “um dia, quando eu

tinha 15 anos, tive que escolher entre ir pra segunda fase do campeonato paranaense de futebol ou dançar o espetáculo de dança da escola. Não pensei duas vezes, escolhi a dança. Meus amigos riram, mas eu já sabia o que queria”. No ano de 2003, ainda com 16 anos, ele assumiu a responsabilidade de dar aulas de dança contemporânea e street dance, além de criar espetáculos para teatro com o Grupo Corpore. E não parou por aí. Em menos de um ano ele foi convidado pra dançar na Verve Companhia de Dança. “Pela primeira vez tive a oportunidade de me ver como dançarino profissional. O processo criativo e os palcos expandiram minha percepção e toda inspiração que ganhava ali, dia após dia, me deu ferramentas pra criar meu caminho na dança. Posso dizer que tive sorte de viver em um ‘tempo de flores’ pra dança em Campo Mourão”, lembrou.


Imagens de apresentações na Holanda e em Campo Mourão, com a Verve.

E como ele foi parar na Holanda? Sua mãe havia ido embora para Amsterdam desde 2006, mas foi só em 2009 que ele tomou a decisão de ir. “Eu gostava da minha vida no Brasil, porém já premeditava meu futuro. Eu queria mesmo era ir pra um lugar onde ninguém me conhecesse e tomar o desafio de começar do zero”, ressalta. E nada melhor que Amsterdam, um lugar multicultural. Assim, ele foi pela primeira vez em janeiro de 2009, morando lá por um ano e sete meses, quando ele conheceu sua namorada Linda. Ela foi o motivo de ele retornar, após passar dez meses no Brasil, quando estudou na Faculdade de Artes do Paraná – FAP, em Curitiba. Em junho de 2011, ele voltou para Amsterdam pra ficar. A vida na Europa não foi nada fácil para Diego. Para sobreviver ele fez de tudo: desde lavar louça em restaurante, garçom, faxineiro, pintor, até montar

e desmontar tendas em festivais; antes de conseguir trabalhar só com a dança. “Desde o começo dava algumas aulas e fazia umas performances em festas. Cheguei a dançar no Holland’s Got Talent, em 2010. Fomos até a semifi nal. Fui e também participei do ‘Juste Debout’ de Paris, que é o maior evento de danças urbanas do mundo e sempre tive vontade de conhecer”, afirma. A pluralidade na vida de Diego se manifestou também em sua carreira na dança. Para ele, a dança contemporânea é a sua modalidade preferida, por lidar com o corpo, independente de estilo. Mas, por outro lado, ele tem uma longa história com o street dance. “Estilos como Hip Hop Dance, House Dance, Locking e Popping, que vêm da época de club, dos anos 70, são danças sociais/técnicas que me fascinam muito e são estilos que, ao lado da dança contemporânea, fazem parte da minha

rotina de trabalho”, pondera. Atualmente ele dá 15 aulas por semana em diferentes lugares pela Holanda, onde também faz coreografias para espetáculos anuais. Trabalha como dançarino em 10 organizações diferentes, entre escolas e produções, onde atua como performer, incluindo a própria, Lovers of Movement, em Amsterdam. No tempo livre, ele desenvolve uma peça solo chamada “Insightfulness” (perspicácia), que estreou no ano passado. E do que ele sente mais falta, da cidade em que ele viveu até os 21 anos? “Quando penso em Campo Mourão, penso nos churrascos de fim de semana com a família, ou os rolês com os amigos pra usina ou pra alguma cachoeira. Mas, contudo, o que sinto mais falta, no dia a dia aqui, é o calor humano que nós brasileiros temos de mais e os holandeses de menos”, conclui. m e t r o p o l e r e v i s ta . c o m . b r

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Ciclismo:

A PERSISTÊNCIA E A RESISTÊNCIA DE MURILO

Viver de esporte no Brasil é difícil. Principalmente se for um esporte que não conta com muito apoio, como o ciclismo. Murilo Ferraz Affonso, 22 anos, ciclista profissional, nos conta um pouco sobre como é viver dessa modalidade. TEXTO RENATO J. LOPES FOTOS FERNANDO NUNES

Murilo e seu irmão Humberto, treinando em Campo Mourão


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udo começou como uma brincadeira de criança, acompanhando o irmão, Humberto F. Affonso Filho, que praticava mountain bike e, na época, corria pela cidade de Londrina, quando Murilo, com 12 anos, se encantou com a modalidade. Aos 14, ele conseguiu o seu primeiro contrato, com a equipe de Londrina, para correr nos No pódio, comemorando uma de suas conquistas no ciclismo Jogos da Juventude de 2006, no qual se sagrou campeão. cipa de duas modalidades: contra relóEm Londrina ele ficou um ano, gio, que sai campeão quem faz o perindo em seguida para Criciúma-SC, curso no menor trecho; e estrada, que é onde ficou 3 anos. Lá estava a sede da uma prova de maior resistência. seleção brasileira júnior. Na época ele A previsão é de correr cerca de 60 conseguiu várias conquistas: campeão provas ao longo da temporada, que só brasileiro; vice-campeão panamericano, acaba em novembro, sendo que cada na cidade do México; campeão da volta uma das provas, tem 10 etapas e cada do Uruguai, uma das competições mais uma tem em média 160 km. “Já corri difíceis da América do Sul na categoria uma no Chile, em que a etapa mais sub 18, chegando a participar do mun- longa era de 230 km. Numa competição dial em Moscou, na Rússia. “Isso abriu faço em média de 5 horas e meia, seis muitas portas pra mim, porque todo horas num trecho como esse. Depende júnior do Brasil queria entrar lá. Então muito do terreno e do vento”, afirma. As não era só entrar, era entrar e se manter. provas geralmente duram menos de 6 Vi muitos indo e voltando”, lembra. horas e contam sempre com uma estruGraças a seus êxitos, ele recebeu tura de suporte, com um carro de apoio, uma proposta para correr na Itália em com alimentos e líquidos, para as neces2010, morando por lá durante 8 meses, sidades do participante e peças sobressaconseguindo boas colocações, ficando lentes para as bikes. entre os 10 na classificação geral, em Todo esse desgaste custa caro. A 15 competições. “A qualidade do cir- bike que ele usou na temporada passada, cuito europeu é altíssima. Tanto, que é tem um custo de mercado de 45 mil melhor terminar lá uma prova entre os reais, feita toda em carbono. As peças 10, do que ganhar uma competição aqui, também se desgastam muito: corrente, de tão difícil”, pondera. Ao voltar para o relação e pastilha de freio, que precisam Brasil, ele entrou para a equipe Dataro, estar sempre sendo repostas. A sapatide Curitiba, onde ficou até o ano pas- lha para corrida custa mil e quatrocensado. Neste ano ele corre pela equipe tos reais e o capacete oitocentos reais. Ironage, de Americana-SP. “Hoje, isso não sai mais do meu bolso, Entre seus melhores resultados, mas até um tempo atrás era”, lembra. estão o primeiro lugar na volta de Goiás, As dificuldades são muitas. Além quando ele venceu numa corrida em da falta de apoio, os ciclistas sofrem que estavam presentes as 10 melho- por não possuir pistas para a prática do res equipes nacionais; o 4º lugar no esporte, por isso precisam usar as estraPanamericano de 2013; além de várias das, o que pode causar alguns probleoutras conquistas, entre elas, 7 títulos mas. “As estradas muitas vezes não são nacionais. boas, não têm acostamento. É arriscar A preparação de Murilo tem 3 fases: a vida todo dia pra trazer resultados, resistência, força e velocidade. Para quem sabe, para o Brasil? O que custa adquirir uma boa resistência, são reali- desviar um pouco o carro, por 40 segunzados treinos de 5 a 6 horas ao dia, por dos, que não vai mudar nada na vida, ao 40 dias. Depois, se faz o treinamento invés de buzinar, xingar, jogar pro acosde força e, por último, a velocidade. “É tamento?”. E a reclamação não é em um trabalho bastante intensivo, duro, vão. Entre alguns dos acidentes que ele com treinos de musculação para ajudar”, sofreu, um aconteceu quando um camidisse. Os treinos de velocidade são feitos nhão o atropelou num dia de pouco com moto, quando o irmão de Murilo movimento na estrada. leva a moto e o acompanha. “Fazemos Outro problema é a distância da cerca de uma hora e meia de treino, família. Durante a temporada o atleta com velocidade media de 60, 65 km/h, tem que ficar 3 meses no alojamento, atingindo picos de até 100 km/h”, res- sem voltar pra casa, mas Murilo afirma salta o irmão Humberto. Murilo partique a esposa dele, Rosana Renata

Rezende Ferraz Affonso, aguenta as pontas da casa. “Ela me ajuda muito. Me acompanha nas dietas e fica com o nosso filhinho Valentino. Sempre penso em minha família em primeiro lugar. Agradeço a ela, pois não é fácil morar com atleta (risos)”, se diverte. Mas, entre tantas dificuldades ele não desanima: “essas coisas não me fizeram desistir, muito pelo contrário, me incentivam ainda mais”. Ele lembra que, mesmo que seja um esporte difícil, é possível ser um profissional. “Tem que lutar, tentar e buscar o profissionalismo. Em qualquer esporte, se a pessoa tiver gosto e se dedicar 100%, ela vai pra frente”, ressalta. Para 2014, as expectativas são muitas. A começar pela nova equipe Ironage, de Americana – SP, que trouxe um técnico experiente da Argentina, Edgardo Simon. A primeira disputa aconteceu em San Juan, na Argentina, onde aconteceram 10 dias de competição. Essa prova serviu de preparação para a Volta de São Paulo, primeira competição importante do ano no Brasil, que aconteceu em fevereiro, quando Murilo terminou em 14º na colocação geral e sétimo na categoria geral de montanha, mostrando a todos para que veio.


POR CLÁUDIO LUÍS RESENDE Cláudio atua na área há 34 anos, é sócio da Astec Conecta e professor no SENAC.

Mais

caro que o peixe uem foi meu aluno no Senac já sabe: costumo fazer comparações (às vezes, até meio infantis, reconheço...) entre computadores e carros. A intenção é tentar me fazer entender, estabelecendo paralelos entre os dois universos. É que, de carro, todo mundo entende um pouco, né. Então as comparações acabam sendo bem, digamos, ilustrativas. Aqui mesmo, na Coluna, já andei fazendo esse tipo de comparação em várias ocasiões. Mas estou tocando no assunto porque a discussão, dia desses, era sobre manutenção de computadores. Um amigo reclamava: “pô, toda hora tem que arrumar, toda hora tem que trocar coisas...”. É verdade: toda hora tem que arrumar mesmo! É meio igual ao carro, sabe: uma hora é a suspensão, outra hora é a elétrica, outra hora é o carburador (tá bom, tá bom: a injeção eletrônica... É que sou meio antigo!). Com o computador é igualzinho: uma hora é a impressora, outra hora é o monitor, outra hora é um vírus, outra hora é o “Conectividade Social” (esse último com mais frequência, um pouco: os amigos técnicos de informática e contadores vão me entender...). E, na boa, não há como fugir disso. A manutenção é algo absolutamente indispensável. Ah, claro, e como nos carros, quanto mais antigo o computador, mais manutenção ele vai demandar, por razões pra lá de óbvias. E quan-

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to tempo dura um computador? Vou precisar recorrer às comparações com os carros novamente e re-perguntar: Quanto tempo dura um carro? A resposta vai variar muito. Dependendo da ficha técnica e da qualidade do equipamento, um computador pode durar até uns 5 anos. Entenda-se por “durar” o tempo em que ele pode se manter útil ao seu proprietário, garantindo performance satisfatória. Mas eu já vi computadores durarem 10 anos ou mais. Evidentemente, 10 anos passados, um computador, apesar de ainda estar funcionando, já não vai mais estar servindo pra grandes coisas... Ocorre que, apesar de ainda estar operacional muito provavelmente, ele já não dará conta de rodar os aplicativos necessários às suas atividades pessoais ou empresarias. Na intenção de prolongar a longevidade do computador, comumente, ele vai sendo realocado: da diretoria ele vai pro gerente financeiro; do financeiro ele vai para o vendedor; do vendedor ele vai para o almoxarifado e assim por diante. Essa migração é possível – e muito praticada – porque cada área da empresa pratica atividades diferentes, que, compreensivelmente,

vão demandar recursos diferentes de cada equipamento. Com um pouco de esperteza, é possível prolongar bastante a vida útil dos computadores. Quanto mais se prolongam suas vidas, mais manutenção eles vão demandar. Porém, computadores de qualidade, que recebem uma manutenção bacana, podem ser uma opção bem econômica para a sustentação do parque instalado. O que, com certeza, não dá é para tentar evitar a manutenção, seja de equipamentos novos ou antigos. A ausência de manutenção adequada vai gerar risco de perda de informação, quebra de produtividade, aumento do nível de estresse, interrupção do funcionamento da empresa e por aí vai... É preciso entender, também, que diferentemente de alguns outros equipamentos da empresa, os computadores são exigidos em tempo integral. Em geral, um computador, na empresa, fica ligado de 10 a 12 horas por dia, de segunda a sábado. É natural que eles requeiram atenção de vez em quando, né. E, olha só, quando eles pedirem atenção, não negue: a falta de manutenção adequada pode fazer o molho sair mais caro que o peixe.


POR MAYCON EDUARDO GALAN Consultor Jurídico. mgalan@uol.com.br

Ingressos para a Copa do Mundo:

Fifa cobra taxa indevida

ilhares de torcedores do mundo inteiro, na maioria brasileiros, já se mobilizaram para a aquisição dos ingressos para o Mundial tão esperado. Torcedores que já registraram seu pedido de ingresso da Copa do Mundo no site da Fifa (Federação Internacional de Futebol) tiveram um prazo para pensar mais uma vez se pretendem mesmo usar todas as entradas já solicitadas. Isso, porque quem desistir dos bilhetes encomendados à entidade máxima do futebol terá de pagar uma multa pela decisão. Contrariando o CDC (Código de Defesa do Consumidor), a Fifa não dá um prazo de sete dias para que torcedores reavaliem sua compra de ingressos, feita pela internet, após a confirmação da transação. Baseada na Lei Geral da Copa, a entidade cobrou entre 10% e 30% do valor dos ingressos solicitados de quem desistiu dos bilhetes após o encerramento da primeira fase de vendas, que já acabou. A desistência total ou parcial dos pedidos de ingressos ainda pode ser feita no mesmo site da venda dos bilhetes (www.fi fa.com/ingressos). Quando a Fifa fechar a primeira etapa de vendas dos tíquetes, o pedido ficará inalterável e só poderá ser cancelado com pagamento da taxa de desistência. A entidade já recebeu 4,5 milhões de pedidos de bilhetes para o Mundial, segundo balanço divulgado. Cerca de 77% das solicitações são de brasileiros. De acordo com o regulamento da venda de ingressos da Copa, a multa pela desistência varia conforme a data e o motivo. Um torcedor que pediu um ingresso, teve sua solicitação confirmada e informou à Fifa que não pretende mais usá-lo até quatro dias após a notificação da entidade, pagará uma multa de 10% pela desistência. Caso o torce-

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dor tenha informado um cartão de crédito para débito do valor dos ingressos, por exemplo, a Fifa fará o estorno de só 90% do valor. Se o torcedor avisar a Fifa após quatro dias da confirmação da compra, a multa passa a ser de 20%. Será de 30% para os que informarem ter direito a desconto no preço do ingresso (estudantes, beneficiados do Bolsa Família e idosos) e mesmo tendo o pedido aprovado, cancelarem a compra . Segundo a Fifa, a cobrança das taxas de cancelamento foi imposta justamente para evitar que torcedores solicitem um grande número de ingressos mesmo sem estarem realmente interessados nas entradas. A entidade informou também que, apesar das regras da cobrança contrariarem o CDC, elas foram estabelecidas em um acordo com o Procon, pensando na proteção ao consumidor. Entidades de defesa do consumi-

dor, entretanto, consideram as cobranças abusivas e com razão. É inaceitável que qualquer evento justifique o descumprimento de direitos constitucionais, viole conquistas sociais e afronte as leis vigentes. Isso extrapola a lógica de preservação da boa-fé nas relações de consumo. As regras impostas pela Fifa são um retrocesso para os direitos do consumidor, porém a cobrança é legal. A Lei Geral da Copa autoriza a Fifa a cobrar pela desistência. Sabemos que isso é um retrocesso, mas a Fifa está dentro da lei. Simples assim. O Ministério da Justiça é o órgão responsável pela supervisão do trabalho do Procon no país e ajudou na elaboração da Lei Geral da Copa, apresentada ao Congresso Nacional pelo próprio governo. Qual será a opinião do órgão sobre as taxas de desistência dos ingressos e sobre a Lei Geral da Copa, que autorizou a cobrança?


ESTÁ ABERTA A TEMPOR ADA DE PESCA. C O N F I R A A S N O V I D A D E S N A M A R U J O S P O R T.

44. 3529 3762 Avenida Capitão Índio Bandeira, 94 0 Campo Mourão - PR


O Ce C Centro ent ntro nt ro d de e Di Diag Diagnósticos agnó ag nóst nó stic st icos ic os D Dr. r. M Marcos arco ar cos Corp Co rpa se org ulh lha d e ffazer azer pa t d a equi i pe de Corpa orgulha de parr te da equipe patroc ociin i n ad ador d ores es do d o Basquete B a sque Basq uette t e Mourãoense, M ou rã rãoe ã oens nse e, patrocinadores que além de conquistar vários títulos, é uma referência nacional na prática do espor te.

Centro de Diagnósticos Dr. Marcos Corpa, apoiando o esporte.

Denis Cézar Cogo dos Santos, armador do Campo Mourão Basquete.

V8 Comunicação

PACI E NTE : BASQ U E TE M O U R ÃO E N S E . DI AG N ÓST ICO: V E N C E DO R .


Metrópole 26  

Bike é Vida – Praticar um esporte faz bem ao corpo e à alma. No mundo de hoje, até por questão de mobilidade, o ciclismo está em alta. É dif...

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