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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

| Quarta-feira, 7 de novembro de 2012 |

PREFEITURA DE COLOMBO ESTADO DO PARANÁ Preços Registrados: Encontram-se a disposição no Setor de Contratos, sito à Rua XV de Novembro, n°. 105, Centro - Colombo/PR ou pelo site www.colombo.pr.gov.br no link licitações.

3ª Publicação do Extrato da Ata de Registro de Preços nº 137/2012 Pregão n°. 42/2012, processo nº 1108440/2012. Objeto - Serviços de sinalização horizontal e vertical com fornecimento de material e mão de obra. Valor Total - R$ 782.999,84 (Setecentos e oitenta e dois mil, novecentos e noventa e nove reais e oitenta e quatro centavos). Contratante - Município de Colombo - Secretaria Municipal de Obras e Viação. Contratado - SINCO - Sinalização e Comunicação, Indústria e Comércio Ltda. EPP - CNPJ n.º 77.046.464/0001-63. Vigência - 27 de abril de 2012 a 26 de abril de 2013.

4ª Publicação do Extrato da Ata de Registro de Preços nº 23/2012 Pregão n°. 120/2011, processo nº 1103568/2011. Objeto - locação de tendas, palcos, pirâmides, mesas, cadeiras, camas elásticas, piscinas de bolinhas, tobogãs infláveis, banheiros químicos, guaritas e afins para utilização em diversos eventos no Município de Colombo. Valor Total - R$ 717.750,00 (setecentos e dezessete mil setecentos e cinquenta reais). Contratante - Diversas Secretarias da Prefeitura Municipal de Colombo. Contratado - Flausino Dias ME. - CNPJ n.° 00263.484/0001-61. Vigência - 30 de janeiro de 2012 a 29 de janeiro de 2013.

DECRETO N.º 2563/2012 SÚMULA: Estabelece ponto facultativo o dia 16 de novembro de 2012. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, D E C R E TA Art. 1º - Fica o dia 16 de novembro de 2012, considerado PONTO FACULTATIVO, nas repartições públicas do município, com exceção das Unidades de Saúde 24 horas. Art. 2º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA N.º 1715/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso das suas atribuições que lhe são conferidas por lei, RESOLVE: Art. 1º - Designar os Servidores Marco Antonio da Silva, RG nº 5.651.7090, Adriano Luiz Ferreira, RG nº 4.200.724-2 e Dalva Sueli Correa de Freitas, RG nº 3.120.475-5, para sem prejuízo de suas funções, sob a Presidência do primeiro, constituírem a Comissão de Sindicância referente ao Processo nº 1127174, dando-se o prazo de 30 (trinta) dias para conclusão dos trabalhos, contados da instalação da comissão. Dê-se publicidade. Paço Municipal de Colombo Em 31 de outubro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1716/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal MARIA LUCIA FERRAZ PINHEIRO, RG 2.222.437-9, do cargo de Professor, na função de Professor, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária Especial de Magistério. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1717/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal ANA MARIA MOREIRA, RG 5.013.506-3, do cargo de Agente de Serviço, Limpeza e Alimentação, na função de Auxiliar de Serviços Gerais, a partir de 01/11/ 2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária por Idade. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1718/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal VALENTIN ANTONIO GORSKI, RG 1.053.106, do cargo de Agente de Máquinas e Veículos, na função de Motorista, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária por Idade e Tempo de Contribuição. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1719/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal SORAYA MODESTO DA SILVA, RG 3.102.764-0, do cargo de Professor, na função de Professor, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária Especial de Magistério. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1720/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal DENIZE MARCIA MENIN, RG 899.160, do cargo de Professor, na função de Professor, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária Especial de Magistério. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1721/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal ROSELI DA SILVA, RG 1.181.462, do cargo de Agente de Serviços, Limpeza e Alimentação, na função de Auxiliar de Serviços Gerais, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária por Idade. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1722/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal LEONICE APARECIDA MENEGASSI DE SOUZA, RG 3.115.188-0, do cargo de Professor, na função de Professor, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária Especial de Magistério. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1723/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal NILZA MARTA MARTINS, RG 834.895-2, do cargo de Agente Universitário, na função de Psicóloga, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária por Idade. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1724/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Dar vacância ao cargo, do Servidor Público Municipal TERESA CANDIDO DA COSTA, RG 3.023.879-6, do cargo de Agente de Assistência, na função de Assistente de Alunos, a partir de 01/11/2012, por motivo de Aposentadoria Voluntária por Idade. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1725/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Exonerar a pedido, o Servidor Público Municipal DEBORAH KANTOR DE FREITAS FRANCISCO, RG 5.968.013-7, do cargo de Agente Universitário, na função de Médico - Clínico Geral, a partir de 01/11/2012. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1726/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE:

I - Exonerar a pedido, o Servidor Público Municipal JESSICA CRISTINA BENITEZ, RG 10.309.814-9, do cargo de Agente Administrativo, na função de Assistente Administrativo, a partir de 01/11/2012. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1727/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Exonerar a pedido, o Servidor Público Municipal TATIANA MIRANDA BORGES, RG 6.133.498-0, do cargo de Agente Administrativo, na função de Assistente Administrativo, a partir de 01/11/2012. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1728/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Exonerar a pedido, o Servidor Público Municipal MARLUCIA DA SILVA, RG 6.086.710-0, do cargo de Agente de Serviço, Limpeza e Alimentação, na função de Auxiliar de Serviços Gerais, a partir de 01/11/2012. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA Nº 1729/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Exonerar a pedido, o Servidor Público Municipal ROSANGELA CRISTINA ROSINSKI LIMA, RG 604.030-2, do cargo de Educador Infantil, na função de Educador Infantil, a partir de 01/11/2012. Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA N.º 1730/2012 O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso das suas atribuições que lhe são conferidas por lei, RESOLVE: Art. 1º - Designar os Servidores Sandra Nicoletti, RG. 2.110.734-3/SC, Heloísa Valt Wilbrantz, RG nº 4.388.691-6, Lany Cristina Oliveira Ramos, RG. 7.545.098 e Carlos Antonio Dallasuanna, RG nº 3.764.316-5, para sem prejuízo de suas funções, sob a Presidência do primeiro, constituírem a Comissão de Sindicância referente ao Processo nº 1056791, dando-se o prazo de 30 (trinta) dias para conclusão dos trabalhos, contados da instalação da comissão. Art. 2º - Fica revogada a Portaria nº 601/2012. Dê-se publicidade. Paço Municipal de Colombo Em 05 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA N.º 1.731/2012 O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE COLOMBO, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I - Nomear a Sra. CINTIA LUZIA GLOCK DE MEDEIROS, RG. 3.618.347-0, para ocupar o cargo em Comissão de Chefe da Divisão de Orientação Profissional, vinculada a Secretaria Municipal de Ação Social e Trabalho, a partir de 07/11/2012; Dê-se publicidade. Paço Municipal de Colombo Em 06 de novembro de 2012. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

Adjudicação Processo Administrativo nº. 1125516 O Pregoeiro, designado pela Portaria nº. 407/2012 do Prefeito Municipal de Colombo, adjudica o procedimento licitatório Pregão Presencial Nº. 125/ 2012, que tem por objeto a Contratação de Posto de Combustível para fornecimento por meio de REGISTRO DE PREÇOS de Diesel S50 e Reagente ARLA 32, para abastecimento dos veículos ônibus escolares na dentro dos limites geográficos desta municipalidade, conforme quantidades e especificações constantes do Termo de Referência Anexo VII, que integra o presente Edital. Proponente: Posto Puppi Ltda. - Lote 001 - R$ 119.150,00 (cento e dezenove mil cento e cinquenta reais). Produtos: Constantes no edital. Prazo de vigência: 12 (doze) meses contados da assinatura da ata de registro de preços. Condições de Pagamento: Os pagamentos serão efetuados através da Secretaria Municipal da Administração, em até 30 (trinta) dias após a apresentação das notas fiscais acompanhada dos documentos, conforme (Anexo IX) do edital. Colombo, 5 de novembro de 2012. Dê-se publicidade; Jose Carlos Vieira Pregoeiro


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| Quarta-feira, 7 de novembro de 2012 |

PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

Demonstrações do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Stock Tech S.A. - Armazéns Gerais CNPJ 01.306.014/0001-09

2011

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5) Contas a receber de clientes (Nota 6) Tributos a recuperar Outros créditos a receber Não circulante Realizável a longo prazo Depósitos judiciais (Nota 12) Imobilizado (Nota 7) Intangível (Nota 8)

2011

2010

1.317 5.082 383 715 7.497

2.157 3.503 4 202 5.866

82 26.001 143 26.226

56 18.989 54 19.043

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores (Nota 9) Empréstimos, financiamentos e arrendamentos (Nota 10) Salários e encargos sociais Tributos a recolher Juros sobre capital próprio a pagar Outras contas a pagar Não circulante Empréstimos, financiamentos e arrendamentos (Nota 10) Provisão para contingências (Nota 12) Patrimônio líquido (Nota 14) Capital social Reservas de lucros

Total do ativo

33.723

24.965

Total do passivo e do patrimônio líquido

2011

2010

1.344

1.239

5.728 2.237 1.072 275 583 11.239

3.398 1.665 618 159 28 7.107

17.133 382 17.515

13.325 121 13.446

2.500 2.469 4.969 33.723

2.500 1.912 4.412 24.965

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Em milhares de reais

Capital social integralizado

Legal

Retenção

Lucros acumulados

Total

Em 31 de dezembro de 2009 (Não auditado) Lucro líquido do exercício Reserva legal Juros sobre capital próprio Distribuição de dividendos Retenção de lucros

2.500 -

65 -

1.847

1.097 1.294 (65) (159) (320) (1.847)

3.597 1.294 (159) (320) -

Em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido do exercício Reserva legal Juros sobre capital próprio Distribuição de dividendos Retenção de lucros

2.500 -

65 62 -

1.847 495

1.245 (62) (269) (419) (495)

4.412 1.245 (269) (419) -

Em 31 de dezembro de 2011

2.500

127

2.342

-

4.969

Lucro operacional antes do resultado financeiro Resultado financeiro (Nota 17) Receitas financeiras Despesas financeiras

Lucro líquido por ação (básico e diluído) do capital social no fim do exercício

Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 Em milhares de reais, exceto quando indicado até um ano (ou no ciclo operacional normal dos negócios, ainda que mais longo). Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subseqüentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. 2.9 - Empréstimos Os empréstimos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação e são, subseqüentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os empréstimos estejam em aberto, utilizando o método da taxa efetiva de juros. Os empréstimos são classificados como passivo circulante, a menos que a Companhia tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço. 2.10 - Provisões As provisões para ações judiciais (trabalhista, civil e impostos indiretos) são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada (constructive obligation) como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; o valor tiver sido estimado com segurança; as provisões para pagamentos por rescisão de vínculo empregatício. As provisões não são reconhecidas com relação às perdas operacionais futuras. 2.11 - Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido As despesas de imposto de renda e contribuição social do período compreendem os impostos correntes e diferidos. Os impostos sobre a renda são reconhecidos na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiverem relacionados com itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. A administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas declarações de impostos de renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações. Estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. O imposto de renda e contribuição social diferido no passivo é reconhecido somente na proporção da probabilidade de que o lucro tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias possam ser usadas. 2.12 - Arrendamentos Os arrendamentos efetuados pela Companhia na figura de arrendatária, nos quais uma parcela significativa dos riscos e benefícios da propriedade é retida pelo arrendador são classificados como arrendamentos operacionais. Os pagamentos efetuados para arrendamentos operacionais (líquidos de quaisquer incentivos recebidos do arrendador) são reconhecidos na demonstração do resultado pelo método linear, durante o período do arrendamento. A Companhia arrenda certos bens do imobilizado. Os arrendamentos do imobilizado, nos quais a Companhia detém, substancialmente, todos os riscos e benefícios da propriedade, são classificados como arrendamentos financeiros. Esses são ativados no início do arrendamento, pelo menor valor entre o valor justo do bem arrendado e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. Cada parcela paga do arrendamento é alocada entre o passivo e os encargos financeiros usando o método de taxa efetiva de juros. As obrigações correspondentes, líquidas dos encargos financeiros, são incluídas na rubrica “Empréstimos” no balanço patrimonial. O imobilizado adquirido por meio de arrendamentos financeiros é depreciado pelo menor período entre a vida útil do ativo e o prazo estabelecido para arrendamento. 2.13 - Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações financeiras, no período em que a distribuição é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. 2.14 - Capital social As ações ordinárias são classificadas no patrimônio líquido. Os custos incrementais diretamente atribuíveis à emissão de novas ações são demonstrados no patrimônio líquido, em conta redutora do capital, líquidos de impostos. 2.15 - Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida de impostos, devoluções, abatimentos e descontos. A Companhia reconhece a receita quando: (i) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade e (iii) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia, conforme descrição a seguir. (a) Prestação de serviços A Companhia presta serviços de armazenagem de produtos, carga e descarga, operador logístico com locação de mã0 de obra, projetos e consultoria em logística. A receita é reconhecida à medida que os serviços são prestados. (b) Receita financeira A receita financeira é reconhecida usando o método da taxa de juros efetiva. 3 - Estimativas e julgamentos contábeis críticos As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiamse na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. 3.1 Estimativas e premissas contábeis críticas Com base em premissas, a Companhia faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas abaixo. (a)Imposto de renda, contribuição social e outros impostos A Companhia reconhece provisões para situações em que é provável que valores adicionais de impostos sejam devidos. Quando o resultado final dessas questões for diferente dos valores inicialmente estimados e registrados, essas diferenças afetarão os ativos e passivos fiscais atuais e diferidos no período em que o valor definitivo for determinado. (b) Valor justo de instrumentos financeiros A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para caixa e equivalentes de caixa, incluindo aplicações financeiras, duplicatas a receber de clientes e contas a pagar a fornecedores. Considerando a natureza dos instrumentos, excluindo-se os instrumentos financeiros derivativos, o valor justo é basicamente determinado pela aplicação do método do fluxo de caixa descontado. Os valores registrados no ativo e no passivo circulante têm liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores a três meses. Considerando o prazo e as características desses instrumentos, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis aproximam-se dos valores justos. 4 - Gestão de riscos financeiros (a)Identificação e valorização dos instrumentos financeiros A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, incluindo aplicações financeiras, duplicatas a receber de clientes, contas a pagar a fornecedores e empréstimos e financiamentos. Considerando a natureza dos instrumentos, o valor justo é basicamente determinado pela aplicação do método do fluxo de caixa descontado. Os valores registrados no ativo e no passivo circulante têm liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores há três meses. Considerando o prazo e as características desses instrumentos, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis aproximam-se dos valores justos. (b) Caixa e equivalentes de caixa, contas a receber, outros ativos circulantes e contas a pagar Os valores contabilizados aproximam-se dos de realização.

(d) Política de gestão de riscos financeiros A Companhia possui e segue política de gerenciamento de risco, que orienta em relação a transações e requer a diversificação de transações e contrapartidas. Nos termos dessa política, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa. Os riscos de mercado são protegidos quando é considerado necessário suportar a estratégia corporativa ou quando é necessário manter o nível de flexibilidade financeira. (e) Risco de crédito A política de vendas da Companhia considera o nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A diversificação de sua carteira de recebíveis, a seletividade de seus clientes, assim como o acompanhamento dos prazos de financiamento de vendas por segmento de negócios e limites individuais de posição são procedimentos adotados a fim de minimizar eventuais problemas de inadimplência em seu contas a receber. (f) Risco de liquidez É o risco de a Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas diariamente pela área de Tesouraria. (g) Risco de mercado Risco com taxa de juros O risco associado é oriundo da possibilidade de a Companhia incorrer em perdas por causa de flutuações nas taxas de juros que aumentem as despesas financeiras relativas a empréstimos e financiamentos captados no mercado. A Companhia monitora continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de novas operações para proteger-se contra o risco de volatilidade dessas taxas. (h) Risco cambial A Companhia não apresenta ativos e passivos denominados em moeda estrangeira, tão logo não está exposta ao risco cambial. 5 - Caixa e equivalentes de caixa 2011 1.071 246 1.317

2010 494 1.663 2.157

As aplicações financeiras são representadas principalmente por aplicações em operações compromissadas e em fundo de investimento, remuneradas a variação de 100% do CDI (taxa de juros Certificado de Depósito Interbancário), e com liquidez imediata. As aplicações são mensuradas ao valor justo por meio do resultado. As aplicações do tipo compromissadas, refere-se aquelas estipuladas pela instituição como garantia mínima de valor mantido na aplicação. 6 - Contas a receber de clientes 2011 2010 A vencer até 30 dias 3.146 457 A vencer de 31 a 60 dias 678 2.950 A vencer de 61 a 90 dias 30 72 A vencer de 91 a 180 dias 14 20 1.214 4 A vencer de 181 a 360 dias 5.082 3.503 Os valores acima demonstrados refletem os valores justos dos títulos em aberto em 31 de dezembro de 2011. A Companhia não reconhece provisão para créditos de liquidação duvidosa, pelo fato de não haver histórico de perda significativo e itens em atraso há longa data para os quais não haja expectativa de recebimento.

2010

32.011 (24.466)

1.820

1.912

2.193 (74) 3.939

10.020

7.545

2.068 (19) 3.961

(6.160) (354)

(4.068) (238)

(1.579) (379) (538) 105 572 932 454 (433) 3.506 (1.514) (485)

(2.310) 2 74 824 934 (1) 401 (76) 3.885 (1.125) (618)

3.506

3.239

209 (1.895) (1.686)

173 (1.500) 1.327)

1.507

2.142

1.820

1.912

(99) (9.122)

(38) (13.855)

(575)

(618)

1.245

1.294

(9.221)

(13.893)

9.621 (2.059) (269) (419)

2.500

2.500

16.482 (2.659) (159) (320)

0,4980

0,5176

6.874

13.344

(840)

1.593

Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Ajustes Depreciação e amortização Valor residual do ativo permanente baixado Variações nos ativos e passivos Contas a receber de clientes Tributos a recuperar Demais contas a receber Fornecedores Salários e encargos sociais Outros passivos Tributos a recolher Caixa proveniente das operações Juros pagos Imposto de renda e contribuição social pagos Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Investimentos em ativos intangíveis Aquisições de bens do ativo imobilizado Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamento Ingresso de empréstimos Amortizações de empréstimos Juros sobre capital próprio pagos Dividendos pagos Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 a Companhia não apresentou itens da Demonstração do Resultado Abrangente.

2.157

564

1.317

2.157

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras

(Continuação das notas explicativas) 7 - Imobilizado (a) Composição Terrenos

Edificações e benfeitorias

Maquinas e equipamentos

Veículos

Móveis e utensílios

Informática e outros

Imobilizado total

371 371

5.308 (544) 4.764

2.625 (463) 2.162

186 (186) -

136 (34) 102

547 (323) 224

9.173 (1.550) 7.623

371 371

4.764 10.750 (283) (1.209) 14.022

2.162 2.660 (112) (727) 3.983

96 (9) 87

102 86 (18) 170

224 263 (34) (97) 356

7.623 13.855 (429) (2.060) 18.989

371 -

15.681 (1.753)

5.172 (1.129)

96 (9)

222 (52)

777 (387)

22.319 (3.330)

Saldo inicial Adições Baixas Depreciação do ano 2010 Saldo contábil líquido Saldos em 31 de dezembro de 2010 Custo total Depreciação acumulada Saldo contábil líquido Saldo inicial Adições (a) Baixas Depreciação do ano 2011

371

13.928

4.043

87

170

390

18.989

371

13.928 5.543 (497) (584)

4.043 3.352 (98) (1.415)

87 470 (34)

170 83 (26)

390 356 (14) (124)

18.989 9.804 (609) (2.183)

-

Saldo contábil líquido Custo total Depreciação acumulada Saldo contábil líquido Taxas de depreciação média anual (%)

371

4.462

1.839

436

57

218

7.012

371 -

20.427 (2.037)

8.238 (2.356)

566 (43)

305 (78)

1.061 (453)

30.969 (4.967)

371

18.390

5.882

523

227

608

26.001

-

8,80

17,45

15,00

12,50

25,15

15,78

(a) As adições ocorridas em 2011 referem-se substancialmente a compra de materiais para a construção de barracões de armazenagem e câmaras refrigeradas. (b) Arrendamentos A Companhia possui veículos e máquinas financiadas na modalidade de arrendamento financeiro, cujos prazos contratuais variam de 3 a 5 anos, no montante total de R$ 652. (c) Composição da depreciação 2011 2010 Custo 2.074 1.957 109 103 Despesa 2.183 2.060 (d) Revisão e ajuste da vida útil estimada A Companhia utilizou a partir do exercício de 2011 as taxas de depreciação apontadas em laudo técnico com taxas que refletem a vida útil remanescente dos itens do ativo imobilizado. Neste sentido, a Companhia optou por reavaliar a vida útil remanescente do ativo imobilizado por entender que este custo reflete com consistência o valor justo de cada ativo patrimonial. As novas vidas úteis do bens patrimoniais em sua grande maioria são diferentes das aplicadas pela taxa fiscal. (e)Bens em garantia A Companhia ofereceu como garantia em empréstimo bancário, bens do seu ativo imobilizado. 8 - Ativos intangíveis Direito de uso de software Total Saldo em 31 de dezembro de 2009 (Não auditado) Custo total 54 54 Amortização acumulada (30) (30) Saldo contábil líquido 24 24 Saldo inicial Adições Amortização do ano 2010 Saldo contábil líquido Saldos em 31 de dezembro de 2010 Custo total Amortização acumulada Saldo contábil líquido

24 38 (8) 54

24 38 (8) 54

92 (38) 54

92 (38) 54

Saldo inicial Adições Amortização do ano 2011 Saldo contábil líquido

54 99 (10) 143

54 99 (10) 143

Saldos em 31 de dezembro de 2011 Custo total Amortização acumulada Saldo contábil líquido Taxa de amortização em % ao ano

191 (48) 143

191 (48) 143

20

9 - Fornecedores Terceiros Partes relacionadas (Nota 13)

2011 1.055

2010 1.040

289 1.344

199 1.239

Arrendamentos Financiamentos Empréstimos

Taxa anual de juros e comissões - % De 14,71 a 18,57 De 3,40 a 6,50 De 11,74 a 17,59

Parcela circulante Parcela não circulante

2011 975 14.936 6.950 22.861

2010 1.953 13.512 1.258 16.723

5.728 17.133

3.398 13.325

(a) Os montantes a longo prazo têm a seguinte composição, por ano de vencimento: 2011 2010 2012 3.332 2013 4.316 2.018 2014 3.461 1.905 2015 2.441 1.385 2016 2.293 1.270 2017 1.831 1.260 2018 1.579 1.260 2019 977 845 2020 165 50 2021 70 17.133 13.325 Os empréstimos e financiamentos bancários são garantidos pelos terrenos e pelas edificações em construção. Na modalidade de arrendamentos, os próprios veículos foram dados como garantias. Os contratos de empréstimos e financiamentos não incluem cláusulas de cumprimento de indicadores financeiros (“debt covenants”).

(a) Reconciliação das despesas do imposto de renda e da contribuição social A reconciliação entre a despesa de imposto de renda e de contribuição social pela alíquota nominal e pela efetiva, em 31 de dezembro de 2011, está demonstrada a seguir: 2011 2010 Lucro antes do imposto de renda e da 1.820 1.912 contribuição social Juros sobre capital próprio (269) (159) Base de cálculo do imposto de renda e contribuição social 1.551 1.753 Alíquota nominal combinada do imposto de renda e da contribuição social - % 34% 34% Imposto de renda e contribuição social às alíquotas da legislação 527 596 48 22 Ajustes para cálculo pela alíquota efetiva Imposto de renda e contribuição social no resultado 575 618 do exercício Corrente Diferido

486 89 575

618 618

12 - Provisão para contingências

(a)Nas datas das demonstrações financeiras, a Companhia apresentava as seguintes provisões para contingências, e correspondentes depósitos judiciais, relacionados a contingências: Depósitos Provisões para judiciais contingências 2011 2010 2011 2010 Processos trabalhistas Processos fiscais

82 82

56 56

14 - Patrimônio líquido (a) Capital social Em 31 de dezembro de 2011 a quantidade total de ações ordinárias é de 2.500.000 de ações nominativas, sendo todas as ações sem valor nominal. Todas as ações emitidas estão integralizadas e foram neste exercício de 2011 incorporadas pela BGV Administração de bens S.A., passando a ser sua acionista majoritária. (b) Reserva legal A reserva legal é constituída anualmente como destinação de 5% do lucro líquido do exercício e não poderá exceder a 20% do capital social. A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo e aumentar o capital. O total constituído de reserva legal em 2011 é de R$ 62. (c) Reserva de retenção de lucros A reserva de retenção de lucros refere-se à retenção do saldo remanescente de lucros acumulados, a fim de atender ao projeto de crescimento dos negócios estabelecido em seu plano de investimentos, conforme disposto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações. O total de reserva de retenção de lucros no exercício de 2011 é de R$ 2.342. (d) Dividendo mínimo obrigatório Ao acionista é assegurado o direito de receber dividendos obrigatórios de 25% do lucro líquido ajustado, conforme disposto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações. O total de dividendos distribuídos no exercício de 2011 é de R$ 419 (R$0,1676 por ação), ou seja, em montante suficiente para ser imputado ao dividendo mínimo obrigatório de R$ 62 (R$0,0248 por ação) (e) Juros sobre capital próprio A administração da Companhia autorizou, ao longo do exercício de 2012 e conforme prevê em seu estatuto social no art. 21, o pagamento de juros sobre o capital próprio aos seus acionistas, no montante de R$ 269 (R$0,1076 por ação), calculados com base na variação da Taxa de Juros a Longo Prazo (TJLP). 15 - Receitas de serviços Receita bruta de serviços prestados Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços - ICMS Contribuição para o financiamento da seguridade social – COFINS Programa de integração social - PIS Imposto sobre serviços de qualquer natureza - ISSQN

2011

2010

52.369

36.434

(438)

(14)

(4.020) (873) (1.306) 45.732

(2.769) (601) (1.039) 32.011

16 - Despesas por natureza Refere-se ao total de custos dos serviços prestados e despesas administrativas. (a) Custos dos serviços prestados Energia elétrica Depreciação Serviços de terceiros Manutenção e assistência técnica Mão de obra terceirizada Aluguel Folha de pagamento Fretes e Carretos Outros Total

2011 (2.056) (2.193) (1.927) (1.802) (1.172) (4.818) (16.333) (3.152) (35.712)

2010 (1.119) (2.068) (802) (1.681) (736) (3.473) (14.298) (2.259) (289) (24.466)

2011 (2.026) (343) (592) (227) (1.435) (1.537) (6.160)

2010 (631) (206) (573) (174) (1.402) (1.082) (4.068)

(b) Despesas administrativas

10 - Empréstimos, financiamentos e arrendamentos

11 - Imposto de renda e contribuição social

(c) Empréstimos, financiamentos e arrendamentos O valor contábil dos empréstimos e financiamentos em reais tem suas taxas atreladas à variação do CDI e aproxima-se do valor de mercado. Os empréstimos denominados em moeda estrangeira também têm seu valor patrimonial próximo ao valor de mercado.

2011

2010

45.732 (35.712)

Saldos em 31 de dezembro de 2009 (Não auditado) Custo total Depreciação acumulada Saldo contábil líquido

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras

Dinheiro em depósito bancário e em caixa Aplicações financeiras

Receitas (despesas) operacionais Despesas gerais e administrativas (Nota 16) Outras receitas (despesas) operacionais

Lucro líquido do exercício Ações em circulação no fim do exercício (em milhares)

Reserva de lucros

Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que seu valor recuperável estimado. 2.6 - Ativos intangíveis Programas de computador (softwares) Os custos com a aquisição softwares são capitalizados e amortizados usando-se o método linear ao longo de sua vida útil, pela taxa demonstrada na Nota 8. Os gastos associados ao desenvolvimento ou à manutenção de softwares são reconhecidos como despesas na medida em que são incorridos. Os gastos diretamente associados a softwares identificáveis e únicos, controlados pela Companhia e que, provavelmente, gerarão benefícios econômicos maiores que os custos por mais de um ano, são reconhecidos como ativos intangíveis. 2.7 - Impairment de ativos não financeiros Os ativos sujeitos à depreciação ou amortização são revisados anualmente para verificação do valor recuperável. Quando houver indício de perda do valor recuperável (impairment), o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa à qual o ativo tenha sido alocado) é testado. Uma perda é reconhecida pelo valor em que o valor contábil do ativo exceda seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo (ou de uma UGC), menos as despesas de venda, e o valor em uso. Para fins de avaliação de perda, os ativos são agrupados nos níveis mais baixos para os quais existam fluxos de caixa identificáveis separadamente (Unidades Geradoras de Caixa (UGC)). Os ativos não financeiros que tenham sofrido redução, com exceção do ágio, são revisados para identificar uma possível reversão da provisão para perdas por impairment na data do balanço. 2.8 - Contas a pagar aos fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de

Lucro bruto

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social do exercício (Nota 11)

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras

1 - Contexto operacional A Stock Tech S.A. Armazéns Gerais (a “Companhia”) é uma sociedade anônima de capital fechado, com sede em Pinhais, Estado do Paraná. A Companhia possui dezessete filiais em diversos Estados, sendo seis novas filiais abertas durante o exercício de 2012 nas cidades de Várzea Grande-MT, Brasília-DF, Campinas-SP, Belém-PA, Formosa-GO e Duque de Caxias-RJ. Como atividade operacional a Companhia realiza a exploração dos ramos de armazenagem de produtos, operador logístico com locação de mão de obra, transporte de cargas, projetos e consultoria em logística. Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresenta passivo circulante superior ao ativo circulante de R$ 3.742 (2010 – R$ 1.241), devido substancialmente a empréstimos tomados junto a instituições financeiras pela Companhia, para suprir necessidades de caixa demandada pelo aumento das operações com conseqüente aumento de receita, e investimentos em expansão e aumento de capacidade de armazenamento e estocagem. Isto se deve principalmente pelas características do ciclo de investimento vis a vis retorno, do modelo de negócios da Companhia. Os planos da administração para equacionar a situação do capital circulante negativo são: (i) controle mais rígido de atrasos de clientes e das margens da operação; (ii) linhas de financiamento de longo prazo com custos e carências compatíveis aos retornos da operação; (iii)postergação de distribuição de lucros aos acionistas e aumento do capital social da Companhia; (iv)negociações de maiores prazos de pagamento com fornecedores relevantes. A emissão destas demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 8 de outubro de 2012. 2 - Resumo das principais políticas contábeis As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. 2.1 - Base de preparação e apresentação As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com o CPC PME Pequenas e Médias Empresas. Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor, e ativos financeiros empréstimos e recebíveis, e ativos e passivos financeiros, mensurados ao valor justo contra o resultado do exercício. A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC PME requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Empresa no processo de aplicação das políticas contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3. 2.2 - Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancário, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de até três meses e saldos em contas garantidas. As contas garantidas são demonstradas no balanço patrimonial como “Empréstimos”, no passivo circulante. 2.3 - Instrumentos financeiros Classificação e mensuração A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado e empréstimos e recebíveis, uma vez que não possui ativos classificados como mantidos até o vencimento e disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação ativa e frequente. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são apresentados na demonstração do resultado em “resultado financeiro” no período em que ocorrem, a menos que o instrumento tenha sido contratado em conexão com outra operação. Nesse caso, as variações são reconhecidas na mesma linha do resultado afetada pela referida operação. Empréstimos e recebíveis Incluem-se nessa categoria os recebíveis que são ativos financeiros com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem o contas a receber de clientes, demais contas a receber e caixa. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Impairment de ativos financeiros A Companhia avalia no final de cada período do relatório se há evidência objetiva de que o ativo financeiro ou o grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e os prejuízos de impairment são incorridos somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um “evento de perda”) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Os critérios que a Companhia usa para determinar se há evidência objetiva de uma perda por impairment incluem: (i) dificuldade financeira relevante do emissor ou devedor; (ii) uma quebra de contrato, como inadimplência ou mora no pagamento dos juros ou principal; (iii)a Companhia, por razões econômicas ou jurídicas relativas à dificuldade financeira do tomador de empréstimo, garante ao tomador uma concessão que o credor não consideraria; (iv)torna-se provável que o tomador declare falência ou outra reorganização financeira; (v)o desaparecimento de um mercado ativo para aquele ativo financeiro devido às dificuldades financeiras; ou (vi)dados observáveis indicando que há uma redução mensurável nos futuros fluxos de caixa estimados a partir de uma carteira de ativos financeiros desde o reconhecimento inicial daqueles ativos, embora a diminuição não possa ainda ser identificada com os ativos financeiros individuais na carteira, incluindo: . mudanças adversas na situação do pagamento dos tomadores de empréstimo na carteira; . condições econômicas nacionais ou locais que se correlacionam com as inadimplências sobre os ativos na carteira. A Companhia avalia em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. O montante do prejuízo é mensurado como a diferença entre o valor contábil dos ativos e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo os prejuízos de crédito futuro que não foram incorridos) descontados à taxa de juros em vigor original dos ativos financeiros. O valor contábil do ativo é reduzido e o valor do prejuízo é reconhecido na demonstração consolidada do resultado. Se um empréstimo ou investimento mantido até o vencimento tiver uma taxa de juros variável, a taxa de desconto para medir uma perda por impairment é a atual taxa efetiva de juros determinada de acordo com o contrato. Como um expediente prático, a Companhia pode mensurar o impairment com base no valor justo de um instrumento utilizando um preço de mercado observável. Se, num período subsequente, o valor da perda por impairment diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente com um evento que ocorreu após o impairment ser reconhecido (como uma melhoria na classificação de crédito do devedor), a reversão da perda por impairment reconhecida anteriormente será reconhecida na demonstração do resultado consolidado. Reconhecimento e mensuração As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação - data na qual a Companhia se compromete a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os ativos financeiros não classificados como ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros ao valor justo por meio de resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos da transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são apresentados na demonstração do resultado no grupo do resultado financeiro no período em que ocorrem. 2.4 - Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes são avaliadas no momento inicial pelo valor presente e deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é estabelecida quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia não será capaz de cobrar todos os valores devidos de acordo com os prazos originais das contas a receber. O valor da provisão é a diferença entre o valor contábil e o valor recuperável. O valor presente é calculado com base na taxa efetiva de juros das vendas a prazo. A referida taxa é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de transações similares em condições de mercado. 2.5 - Imobilizado Os bens do imobilizado estão representados por edificações e benfeitorias, máquinas equipamentos, veículos, moveis e utensílios entre outros e são demonstrados pelo custo histórico de aquisição, menos depreciação acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens. Os custos subseqüentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear para alocar seus custos, menos o valor residual, durante a vida útil, que é estimada como segue: Anos Edificações e benfeitorias 49 Máquinas e equipamentos 6 Veículos 6 Móveis e utensílios 8 Informática e outros 5

Operações continuadas Receita de serviços prestados (Nota 15) Custo dos serviços prestados (Nota 16)

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais

121 261 382

121 121

(b)Natureza das contingências A Companhia é parte envolvida em alguns processos trabalhistas, cíveis, tributários e outros em andamento, e está discutindo essas questões tanto na esfera administrativa como na judicial. As provisões para as eventuais perdas decorrentes desses processos são estimadas e atualizadas pela administração, amparada pela opinião de seus consultores legais externos. A natureza das obrigações em processos trabalhistas refere-se principalmente em que ex-funcionários pleiteiam horas-extraordinárias, adicional de periculosidade e verbas rescisórias. As ações envolvendo riscos de perda classificados pela administração como possíveis, com base na avaliação de seus consultores jurídicos, referem-se principalmente a ações de natureza trabalhista e cível, e em 2011 totalizaram R$ 82. A ação de cunho fiscal refere-se ao ISS no município sede da matriz, em que a administração municipal concedeu beneficio de redução da alíquota em anos anteriores e atualmente pleiteia a cobrança desta diferença com valores atualizados que totalizam R$ 110. Outra provisão refere-se a valores que se encontram sob consulta jurídica. 13 - Transações com partes relacionadas (a) Despesas com locação de imóveis 2011 2010 Locação de imóveis 2.813 2.382 A Companhia aluga barracões da B.G.V. Administradora de Bens S/A. que são utilizados no curso normal de suas atividades de prestação de serviços de armazenamento. (b) Remuneração do pessoal-chave da administração O pessoal-chave da administração inclui todos os administradores da Companhia. A remuneração paga ou a pagar ao pessoal-chave da administração por serviços prestados está apresentada a seguir: 2011

2010

1.006

746

Remuneração total do pessoal-chave da administração

Salários e encargos Telefonia e comunicação Viagens e estadias Material de escritório Serviços de terceiros Outros Total 17 - Receitas (despesas) financeiras

2011 2010 Rendimento de aplicações financeiras 82 109 Outras receitas financeiras 127 64 209 173 Receitas financeiras Juros sobre empréstimos ou financiamentos (1.514) (1.125) Outras despesas financeiras (381) (375) Despesas financeiras (1.895) (1.500) 18 - Seguros A Companhia mantém seguros das edificações, instalações em geral, máquinas e equipamentos, estoques de terceiros e veículos, com vigência de 12 meses, as apólices foram renovadas em julho 2012 conforme demonstrado a seguir: Importâncias seguradas

Ramos Edificações, instalações em geral, máquinas e equipamentos Estoques de terceiros Veículos

R$ 26.001 R$ 53.998 100% do valor Tabela FIPE

19 - Eventos subsequentes Nos meses de janeiro a maio de 2012, a Companhia valendo-se das boas taxas disponíveis pelo PSI (Programa de Sustentação do Investimento-BNDES), contratou empréstimos na ordem de R$ 10.772 e R$ 3.500, destinados, respectivamente, para investimentos na modernização e ampliação de imobilizado e para suprir necessidades de recursos para as despesas operacionais da Companhia. Os detalhes das captações de empréstimos compreendem: (i) Taxas de juros entre 5,50% e 6,50% a.a. (ii) Vencimentos ocorrendo em fevereiro e agosto de 2017. (iii)Como garantia foram dados os próprios bens adquiridos em cada contratação.

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Administradores e Acionistas Stock Tech S.A. Armazéns Gerais Examinamos as demonstrações financeiras da Stock Tech S.A. Armazéns Gerais (a “Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil para pequenas e médias empresas Pronunciamento Técnico CPC PME – “Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas”, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Stock Tech S.A. Armazéns Gerais em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para pequenas e médias empresas. Curitiba, 9 de outubro de 2012 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 “F” PR Adriano Machado Contador CRC PR 042584/O-7 Nadir Antonio Elache Filho Diretor Nestor Mendes Sansana Filho Técnico Contábil - CRC PR-043697/O-5

Ponte de safena é melhor para coração diabético Apesar de ser muito invasiva, a cirurgia para implantação de pontes (como de safena e mamária) se mostrou mais eficiente do que a colocação de stent uma espécie de mola que ‘abre’ as artérias em diabéticos com problemas cardíacos severos. A conclusão é de um estudo inédito realizado em conjunto por 140 instituições de todo o mundo. Com 200 participantes, o Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP) foi o centro com mais representantes nos 1.900 pacientes do estudo. O grupo foi acompanhado por cerca de cinco anos. Os primeiros dados, publicados hoje no ‘New England Journal of Medicine’, mostram diferenças significativas. ‘É a primeira vez que um estudo de grandes proporções e envolvendo centros de pesquisa de ponta de todo o mundo compara diretamente os dois métodos em pacientes diabéticos’, avalia Whady Hueb, coordenador do estudo no Incor e um dos autores do artigo. No grupo que passou pela cirurgia, as mortes por problemas cardíacos foram bem menores do que os com stent: 11% contra 7%. Os pacientes submetidos à cirurgia também tiveram menos infartos após o procedimento. Os diabéticos que colocaram stents ainda tiveram mais chances de voltar para a sala de operações para novos procedimentos. É o caso de Josué Cardoso, 62,um dos participantes do estudo. Diabético e com hipertensão, em 2009 ele fez uma angioplastia com colocação de stents. ‘Tinha ido à feira quando comecei a passar mal. O stent não evitou que a artéria entupisse. Acabei fazendo a cirurgia depois disso’, explica. O trabalho ainda não oferece uma explicação para a superioridade da cirurgia em pacientes diabéticos. Os voluntários ainda serão acompanhados por mais dois anos, e um outro artigo deve dar a conclusão sobre a diferença. O resultado contraria uma tendência geral de preferência por procedimentos médicos menos invasivos. As colocação de pontes é uma cirurgia de grandes proporções. Sob anestesia geral, o paciente tem seu tórax aberto e o osso que une as costelas, serrado. O médico constrói um caminho alternativo para restabelecer o fluxo de sangue para o coração usando uma veia retirada do corpo do próprio operado. Já a angioplastia e colocação de stent são minimamente invasivos e em geral feitos sob anestesia local. Com um cateter, um minúsculo balão é levado até a artéria e, quando inflado, desobstrui o caminho para o fluxo do sangue. Uma pequena ‘mola’ é então colocada no local para manter a artéria aberta. ‘Isso não significa de jeito nenhum que a angioplastia com colocação de stent tem de ser descartada. É um procedimento seguro e eficiente. Na hora de decidir, o médico vai fazer uma avaliação específica para decidir o que é melhor em cada momento’, explica Roberto Kalil, diretor da Divisão de Cardiologia Clínica do Incor. Os resultados iniciais do trabalho devem desagradar a indústria farmacêutica. Parte dos recursos para o levantamento foi oferecida por empresas ligadas aos stents. EXERCÍCIO NÃO BASTA Um outro estudo, que analisou os efeitos dos exercícios físicos na redução de problemas cardíacos em diabéticos acima do peso, foi interrompido dois anos antes do previsto devido à falta de indícios de que as atividades físicas de fato tivessem efeito nesse sentido. Depois de 11 anos acompanhando mais de 5.000 pessoas, os pesquisadores perceberam que não havia diferenças significativas nos problemas cardíacos entre os que foram submetidos a uma dieta balanceada acompanhada de exercícios físicos moderados e os voluntários que não seguiram esse modelo. Apesar de não ter diminuído os problemas cardíacos, quem fez exercícios físicos teve outros benefícios, como perda de peso e menos uso de medicação. Os pesquisadores agora estão investigando os dados para entender por que não houve melhora cardíaca.


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