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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

| Sexta-feira, 15 de abril de 2011 |

PREFEITURA DE COLOMBO ESTADO DO PARANà EXTRATO DE CONTRATO Processo - N° nº. 1081986/2011 Licitação Dispensa de Licitação nº. 034/2011 Contrato n° 105/2011 Valor Total: R$ 27.600,00 (Vinte sete mil e seiscentos reais). Objeto: Contratação em caråter emergencial de Serviços de Transporte de pacientes de hemodiålise, atÊ a conclusão do Procedimento Licitatório em andamento. Contratante: Município de Colombo - Secretaria Municipal de Saúde. Contratado: EMPRESA ESP�RITO SANTO, CNPJ/MF nº. 86.850.732/0001-96. Execução: 1º de abril de 2011 a 30 de maio de 2011. Vigência: 1º de abril de 2011 a 27 de setembro de 2011. Data: Colombo, 1º de abril de 2011. Assinatura: Ivonne Cecília R. Solano - Secretaria Municipal da Saúde

s/n bairro São Dimas Colombo/PR, lotes: 14 e 15 da quadra 12 do loteamento Vila Rosemari Galvão Paranå. Lote 02 - Construção por empreitada por preço global de cancha de areia 22x36cm - årea de 792,00 metros quadrados, local: Rua Guilherme Soccher esquina com Rrua Francisco Milek- bairro Roça Grande lotes: 12,13,14,15 e 16 da quadra "d" do loteamento Jardim MacaÊ. Prazos: O presente Termo Aditivo prorroga o prazo de execução em 60 (sessenta) dias, compreendendo o período de 01 de março de 2011 à 29 de abril de 2011 e prazo de vigência em 120 (cento e vinte) dias, compreendendo o período de 01 de março à 28 de junho de 2011. Data: 05 de abril de 2011 Assinatura Secretåria: Dirlei Ribeiro dos Santos

EXTRATO DO TERMO ADITIVO DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS

Valor

Contratante: Contratado: Data: Assinatura

001/2011 Ă Ata 118/2010 PREGĂƒO PRESENCIAL - 041/2010 Contratação de empresa para o fornecimento de CombustĂ­vel (Ă“leo Diesel), para abastecimento dos veĂ­culos da Frota PĂşblica Municipal. AtravĂŠs do presente Termo Aditivo, as partes resolvem repactuar o valor do preço do Ă“leo Diesel Comum (litro) de R$ 1,7570 para R$ 1,7864, tendo em vista a readequação financeira do mercado Diversas Secretarias POTENCIAL PETRĂ“LEO LTDA CNPJ n.Âş 80.795.727/ 0002-22 Colombo, 11 de abril de 2011. dos SecretĂĄrios:Rita de CĂĄssia Camargo Gonçalves, Maria AmĂŠlia Camargo, Gilmar de Oliveira Santini. Milton Peter Hopker,. Moacir JosĂŠ Kretschmer, Maria Micheli Mocelin, Ivonne Cecilia Restrepo Solano, Dirlei Ribeiro Elias, Denise Helena Giffhorn Camargo,Claudia Polli Rodrigues, Pedro Ademir Cavalli

EXTRATO DE TERMO ADITIVO AO CONTRATO DE LOCAĂ‡ĂƒO Termo Aditivo: Processo Partes: Objeto: Dotação

Prazo:

Assinatura:

003/2011 Contrato NÂş 081/2009. DISPENSA DE LICITAĂ‡ĂƒO. MunicĂ­pio de Colombo/PR e Lenita Iensue Sautchuk Locação de um imĂłvel localizado na Rua das Gerberas, 647, Monte Castelo, Colombo / PR AtravĂŠs do presente Termo Aditivo as partes resolvem reajustar o valor do aluguel em 12,201%, o qual passarĂĄ para R$ 1.010,000 (hum mil e dez reais) mensais. As despesas decorrentes do presente aditivo correrĂŁo Ă conta da classificação orçamentĂĄria constante na Lei OrçamentĂĄria Anual n.Âş1201/10, sob rubrica nÂş 09.01.08.243.0028.6079.339036 - Desdobramento 15.00 Fonte/Recurso 0.1.000 O presente Termo Aditivo prorroga o prazo contratual por mais 02 (dois) meses, no perĂ­odo compreendido entre 01 de março de 2011 Ă  30 de abril de 2011. Denise Helena Giffhorn - SecretĂĄria Municipal da Ação Social e Trabalho

Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 29 de março de 2011. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA N.º 302/2011 Aviso de Licitação Edital – Pregão Presencial Nº. 031/2011

Termo Aditivo Licitação Objeto:

RESOLVE: I – Nomear o Sr. MARCIAL SIQUEIRA, RG. 8.237.392-6, como fiscal do Contrato nº 97/2011 referente ao Processo de Inexigibilidade nº 08/ 2011, cujo objeto Ê a contratação da Associação Italiana Padre Alberto Casavecchia para manutenção das atividades culturais italianos no município, em atendimento as necessidades da Secretaria Municipal da Educação, Cultura e Esportes.

Objeto: Contratação de Empresa Especializada atravÊs de REGISTRO DE PREÇOS para realizar Exames de A – Z de mÊdia e alta complexidade solicitados pelo Sistema Único de Saúde conforme edição atualizada da Revista da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos MÊdicos (CBHPM) publicada pela Associação MÊdica Brasileira (AMB). Data: 4 de maio de 2011, Às 09:00 Horas. Local de Abertura: Sede da Prefeitura Municipal de Colombo Preço Måximo: Constante no Edital. CritÊrio de Julgamento: Menor Preço / Maior Desconto Informaçþes Complementares poderão ser obtidas na Secretaria Municipal da Administração, sito a Rua XV de Novembro Nº. 105, Centro, Colombo Paranå, ou pelos fones: (041) 3656–8002 Ou 3656–8112 ou pelo site: www.colombo.pr.gov.br.

O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paranå, no uso das atribuiçþes que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: I – Exonerar a pedido o Senhor CLAUDIO JUNIOR GOMES DOS SANTOS, RG. 47.721.818-0, do Cargo em Comissão de Chefe da Divisão de Equipamentos, Transporte Passageiros e Sinalização, vinculado a Secretaria Municipal de Obras e Viação, a partir de 12/04/2011; Dê-se publicidade, Paço Municipal de Colombo Em 13 de abril de 2011. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

Colombo, 14 de abril de 2011. JosĂŠ Antonio Camargo Prefeito Municipal

DECRETO N.º 2353/2011 Súmula: Revoga Decreto Municipal nº 2321/2010 e fixa o novo prazo de vencimento e estabelece o número de parcelas para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU 2011. O PREFEITO DO MUNIC�PIO DE COLOMBO, Estado do Paranå, no uso das atribuiçþes que lhe são conferidas por Lei, DECRETA Art. 1º - A atualização monetåria do Imposto sobre propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU para o exercício de 2011 Ê fixada em 5,63% (cinco vírgula sessenta e três por cento). Art. 2º - O pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, poderå ser efetuado em atÊ cinco (05) parcelas, com vencimento nas seguintes datas: Parcela única (com desconto de 7 %) - 09/05/2011 Parcela única (com desconto de 3 %) - 09/06/2011 1ª Parcela - 09/06/2011 2ª Parcela - 09/07/2011 3ª Parcela - 09/08/2011 4ª Parcela - 09/09/2011 5ª Parcela - 09/10/2011 Art. 3º - Este Decreto entrarå em vigor na data de sua publicação, ficando revogado o Decreto Municipal nº 2321/2010. Paço Municipal de Colombo

EXTRATO ADITIVO DE PRAZO

Em 13 de abril de 2011.

Termo Aditivo Processo: Partes:

JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal

PORTARIA N.Âş 303/2011 O PREFEITO DO MUNICĂ?PIO DE COLOMBO, Estado do ParanĂĄ, no uso das atribuiçþes que lhe sĂŁo conferidas por Lei, RESOLVE Art 1Âş – Prorrogar a validade da Portaria nÂş 114/2011, por mais 60 (sessenta) dias, para continuidade do Processo nÂş 1070776. Art. 2Âş - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 18/04/2011. DĂŞ-se publicidade. Paço Municipal de Colombo Em 13 de abril de 2011. JOSÉ ANTONIO CAMARGO Prefeito Municipal           !"#$%$&'(# ")*+ ,  - !.&/&$#&$0/(   12! ) *)  !"'$&##$/00(# 342 5 ) !.&0$%$&('    ) 6   )    79  ) )   ) )  )    ;    )    ) 79  )  ) ))$ 

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Objeto:

001/2011 - Contrato 228/10. Tomada de preços nº 011/2010. Município de Colombo/Pr e a Empresa CDC COMERCIAL LTDA - ME - no CNPJ sob nº 03.914.531/ 0001-88 Lote 01 - Construção por empreitada por preço global de cancha de areia 22x36 m - årea de 792,00 metros quadrados, local: Rua Miguel Zanon,

IGUAĂ&#x2021;U CELULOSE, PAPEL S/A. CNPJ/MF 81.304.727/0001-64 NIRE 4130001022-6 ASSEMBLĂ&#x2030;IA GERAL ORDINĂ RIA EDITAL DE CONVOCAĂ&#x2021;Ă&#x192;O Ficam convocados os Srs. Acionistas da IGUAĂ&#x2021;U CELULOSE, PAPEL S/A para se reunirem na sede social da Companhia, localizada na Rua Alfred Nobel nÂş. 635, CIC, na cidade de Curitiba, ParanĂĄ, no dia 29 de abril de 2011, Ă s 09h00, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: (a) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstraçþes financeiras do exercĂ­cio encerrado em 31/12/2010; e (b) Deliberar sobre a destinação do resultado do exercĂ­cio social. Curitiba, 08 de março de 2011. Paulo Roberto Pizani PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

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PORTARIA N.Âş 234/2011

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O PREFEITO MUNICIPAL DE COLOMBO, Estado do Paranå, no uso das atribuiçþes que lhe são conferidas por Lei,

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JUIZO DE DIREITO DA 3ÂŞ VARA DA FAZENDA PĂ&#x161;BLICA, FALĂ&#x160;NCIAS E RECUPERAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES JUDICIAIS DE CURITIBA - ESTADO DO PARANĂ . FALĂ&#x160;NCIA DE TRANSPORTADORA DE CARGAS RODOVIĂ RIAS CONTADOR LTDA. Autos nÂş 17.196/0000 AVISO JOAQUIM JOSĂ&#x2030; GRUBHOFER RAULI, SĂ­ndico da MASSA FALIDA de TRANSPORTADORA DE CARGAS RODOVIĂ RIAS CONTADOR LTDA, em cumprimento ao disposto no artigo 114 da Lei de FalĂŞncias, comunica aos credores e demais interessados, que serĂĄ iniciada a realização do ativo e o pagamento do passivo da massa falida. Curitiba (PR), 04 de abril de 2011. Joaquim JosĂŠ Grubhofer Rauli OAB/PR 25.182 SĂ­ndico da Massa Falida

JUIZO DE DIREITO DA VARA CĂ?VEL E ANEXOS DE FAZENDA RIO GRANDE COMARCA DA REGIĂ&#x192;O METROPOLITANA DE CURITIBA - ESTADO DO PARANĂ . FALĂ&#x160;NCIA DE VEMETEK TECIDOS E COUROS LTDA. Autos nÂş 288/2003 AVISO JOAQUIM JOSĂ&#x2030; GRUBHOFER RAULI, SĂ­ndico da MASSA FALIDA de VEMETEK TECIDOS E COUROS LTDA, em cumprimento ao disposto no artigo 114 da Lei de FalĂŞncias, comunica aos credores e demais interessados, que serĂĄ iniciada a realização do ativo e o pagamento do passivo da massa falida. Curitiba (PR), 13 de abril de 2011. Joaquim JosĂŠ Grubhofer Rauli OAB/PR 25.182 SĂ­ndico da Massa Falida


| Sexta-feira, 15 de abril de 2011 |

NOTAS EXPLICATIVAS DA DIRETORIA ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO

ENGEFOTO - ENGENHARIA E AEROLEVANTAMENTO S.A. C.N.P.J. Nº 76.436.849/0001-74 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 de DEZEMBRO - Em Reais ATIVO CIRCULANTE DISPONIBILIDADES Caixa e Bancos DIREITOS REALIZÁVEIS Contas a Receber de Clientes Adiantamentos a Fornecedores Impostos a Recuperar Estoques Consórcios Outras Contas a Receber DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósitos Judiciais, Impostos a Recuperar e Cauções Títulos e Valores Mobiliários Contas a Receber de Clientes Crédito de Pessoa Ligada INVESTIMENTOS IMOBILIZADO INTANGÍVEL

2010 13.261.267,21 30.324,02 30.324,02 13.158.215,64 6.863.912,40 2.326.729,34 1.088.060,97 2.777.572,48 101.940,45 72.727,55 7.439.551,30 1.379.111,72

2009 11.700.216,43 271.104,44 271.104,44 11.386.158,44 5.996.089,54 1.059.477,10 1.272.787,25 29.504,13 2.847.756,47 180.543,95 42.953,55 8.839.323,50 755.058,46

108.844,79 41.332,24 1.103.134,69 125.800,00 264.097,43 5.437.918,19 358.423,96

125.283,60 89.589,67 540.185,19 264.097,43 7.366.412,25 453.755,36

PASSIVO 2010 2009 CIRCULANTE 7.226.063,07 4.769.009,25 Fornecedores 279.042,44 408.228,28 Remunerações e Provisões 1.080.468,26 614.828,60 Impostos, Taxas e Contribuições 87.669,89 76.269,75 Empréstimos e Financiamentos 4.629.253,28 2.629.031,08 Programa de Recuperação Fiscal de Curitiba 39.211,08 37.463,28 Contas a Pagar 46.455,87 44.925,75 Provisão IRPJ / CSLL Diferidos Operações com Órgãos Públicos 1.041.952,70 931.872,93 Dividendos / Lucros a Pagar 1.774,97 Caução 20.234,58 26.389,58 NÃO CIRCULANTE 2.562.881,35 3.661.864,43 Empréstimos e Financiamentos 2.438.111,84 3.325.266,36 Programa de Recuperação Fiscal de Curitiba 88.224,93 124.877,60 Provisão IRPJ / CSLL Diferidos sobre a Reserva de Reavaliação 34.010,04 172.612,24 Obrigações com Acionistas 2.534,54 39.108,23 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10.911.874,09 12.108.666,25 CAPITAL REALIZADO 6.000.000,00 6.000.000,00 Autorizado 6.000.000,00 6.000.000,00 RESERVA DE CAPITAL 0,09 0,09 De Correção Monetária do Capital 0,09 0,09 RESERVA DE REAVALIAÇÃO 236.637,29 1.226.894,92 RESERVA DE LUCROS 4.675.236,71 4.881.771,24 Legal 116.490,58 100.115,50 Reserva Especial p/ Dividendos Obrigatórios 77.781,62 475.548,62 Lucros a Disposição da Assembleia 4.480.964,51 4.306.107,12 TOTAL DO PASSIVO 20.700.818,51 20.539.539,93 As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

TOTAL DO ATIVO 20.700.818,51 20.539.539,93 As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA EM 31 DE DEZEMBRO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS Em Reais

Em Reais

2010

2010 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido do Exercício 327.501,55 Ajuste do Resultado das Disponibilidades Geradas na Atividade Operacional 1.382.531,56 Depreciação / Amortização 1.205.331,59 Baixa de Bens do Imobilizado / Intangível 177.199,97 (Acréscimo) Decréscimo em Ativos Operacionais (2.425.884,46) Contas a Receber de Clientes (1.430.772,36) Adiantamentos a Fornecedores (1.267.252,24) Impostos a Recuperar 184.726,28 Estoques 29.504,13 Consórcios 70.183,99 Outras Contas a Receber 78.603,50 Despesas do Exercício Seguinte (29.774,00) Depósitos Judiciais, Impostos a Recuperar e Cauções 16.438,81 Títulos e Valores Mobiliários 48.257,43 Créditos de Pessoas Ligadas (125.800,00) Acréscimo (Decréscimo) em Passivos Operacionais (179.358,44) Fornecedores (129.185,84) Remunerações e Provisões 465.639,66 Impostos, Taxas e Contribuições 11.400,14 Programa de Recuperação Fiscal de Curitiba (34.904,87) Contas a Pagar 1.530,12 Dividendos / Lucros a Pagar 1.774,97 Caução (6.155,00) Obrigações com Acionistas (36.573,69) Ajuste de Exercício Anterior 155.048,19 Dividendos Distribuídos (475.548,62) Provisão IRPJ / CSLL Diferidos sobre Reserva de Reavaliação (132.383,50) DISPONIBILIDADES LÍQUIDAS GERADAS PELAS ATIVIDADES OPERACIONAIS (895.209,79) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aplicações no Imobilizado (391.823,28) Aplicações no Intangível (66.815,03) Aplicações em Investimentos DISPONIBILIDADES LÍQUIDAS GERADAS PELAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (458.638,31) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Empréstimos e Financiamentos 1.113.067,68 DISPONIBILIDADES LÍQUIDAS GERADAS PELAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 1.113.067,68 DISPONIBILIDADES LÍQUIDAS GERADAS PELAS ATIVIDADES (240.780,42) AUMENTO NAS DISPONIBILIDADES (240.780,42) Disponibilidades - no início do período 271.104,44 Disponibilidades - final do período 30.324,02

2009

2009 2.503.958,60 1.051.035,78 1.018.175,77 32.860,01 720.932,71 1.023.311,46 628.044,61 (513.440,53) (2.494,33) (400.466,35) (43.422,64) (10.180,17) 41.977,62 (2.396,96) (2.079.995,12) 110.010,07 (342.800,05) (635.363,92) (25.675,06) 28.912,72 (17.324,06) 6.155,00 (291.948,10) 63.691,24 (975.652,96)

RECEITA BRUTA 27.203.839,76 33.023.615,38 Prestações de Serviços 26.167.442,22 31.009.023,07 Receita de Vôo 1.036.397,54 1.904.592,31 Venda de Imóveis 110.000,00 DEDUÇÕES (2.560.036,24) (3.454.962,49) Devoluções e Abatimentos (2.875,60) (62.525,00) Impostos e Contribuições (2.557.160,64) (3.392.437,49) RECEITA LÍQUIDA 24.643.803,52 29.568.652,89 CUSTO DAS VENDAS E SERVIÇOS (15.439.841,08) (16.226.919,52) Custo dos Servicos Aereos (596.851,67) (501.648,61) Tripulantes (231.356,39) (169.932,93) Combustivel (188.770,77) (116.948,67) Manutenção (134.670,83) (180.422,57) Seguro de Aeronave (24.495,03) (15.286,64) Tarifas Aeroportuárias (17.558,65) (19.057,80) LUCRO BRUTO 8.607.110,77 13.341.733,37 RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS (8.202.547,93) (10.598.711,94) Receitas Financeiras 863.293,06 168.772,29 Despesas Financeiras (1.508.880,97) (1.372.134,22) Despesas Gerais e Administrativas (7.727.065,95) (9.467.917,97) Outras Receitas (Despesas) Operacionais 170.105,93 72.567,96 RESULTADO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 404.562,84 2.743.021,43 Provisão para Contribuição Social (27.324,46) (71.022,02) Provisão para Imposto de Renda (49.736,83) (168.040,81) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 327.501,55 2.503.958,60 Por Ação do Capital Social Final 128,58 983,10 As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

(4.159.178,76) (60.000,00) (4.219.178,76)

2.699.888,86

2.699.888,86 676.642,07 174.993,46 96.110,98 271.104,44

As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

1 - Contexto Operacional A Companhia tem por objetivo social a prestação de serviços especializados de aerofotogrametria, sensoriamento remoto, topografia, batimetria, geodesia e cartografia; sistemas de informações georreferenciadas; consultoria, supervisão de obras e projetos de engenharia na área de Engenharia Civil e Meio Ambiente; construção civil; execução de fotos panorâmicas, técnicas e artísticas; planejamento urbano; levantamentos geológicos e geofísicos; e levantamentos cadastrais e tributários. 2 - Apresentação das Demonstrações Financeiras Expressas em Reais, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, destacando-se a aplicação do Pronunciamento Técnico PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (NBCT 19.41 - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas), aprovado pela Resolução CFC NO 1.255/09, com exigibilidade para os exercícios iniciados a partir de 01/ JAN/10. 3 - Principais Diretrizes Contábeis a) Apuração do Resultado As Receitas e as Despesas são reconhecidas com observância ao Regime de Competência. b) Contas a Receber de Clientes Estão representadas pelos faturamentos ao custo histórico, reduzidas, quando aplicável, dos valores de perdas apropriados para o resultado, consoante estimativa de perdas calculadas pela Administração e observado o art. 9o da Lei no 9.430/96. c) Imobilizado O Ativo Imobilizado está registrado ao custo de aquisição, atualizado monetariamente até 31/DEZ/ 95, acrescido de reavaliação realizada em máquinas e equipamentos e aeronave, deduzido da depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, observando, para os itens não reavaliados, as taxas anuais determinadas pela Legislação Tributária, e para os itens reavaliados, o prazo de vida útil remanescente. d) Atualização de Ativos Os Ativos, Circulante e Realizável à Longo Prazo, estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, rendimentos e variações monetárias incorridos até a data do Balanço. e) Atualização de Passivos Os Passivos, Circulante e Não Circulante, estão demonstrados por valores conhecidos, incluindo, quando aplicável, encargos e variações monetárias incorridos até a data do Balanço. f) Empréstimos e Financiamentos Estão registrados pelo valor da liberação dos recursos, atualizados pelas taxas de juros estabelecidas em contrato. Os encargos financeiros são apropriados em despesas financeiras. 4 - Contas a Receber de Clientes A Companhia apresenta, em seu saldo de Contas a Receber, valores em atraso que estão sendo negociados com seus devedores, com grande possibilidade de recebimento. Não existe histórico passado de perdas no recebimento de créditos, apenas atraso. 5 - Consórcios O Consórcio Ensercon-Engefoto tem como objeto a execução de serviços de projetos executivos e obras de infraestrutura urbana e viária, no município de Rondonópolis/MT, conforme Contrato no 828, de 27/MAIO/04. Os trabalhos autorizados pelo Contratante foram totalmente executados, estando em discussão, tendo em vista priorizações do Contratante, a continuidade dos demais trabalhos previstos contratualmente. Assim, a previsão da realização do saldo constante nas demonstrações financeiras se dará nos próximos exercícios, ou quando o Contratante definir pela continuidade ou finalização daqueles demais trabalhos. O Consórcio Cidadão - Estacon-Engefoto tem como objeto a execução de serviços de pavimentação, esgotamento sanitário, preservação e tratamento de fundo de valas e sistema de água, no município de Várzea Grande/MT, conforme Contrato no 120, de 29/OUT/03. O saldo final de negociação deste trabalho é de aproximadamente R$ 2.500.000,00, composto por trabalhos executados e reajuste de valores, com previsão de realização nos próximos exercícios. 6 - Programa de Recuperação Fiscal de Curitiba A Companhia aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal de Curitiba - REFIC, aprovado pela Lei Complementar nº 52 de 11/NOV/04, sendo o efeito dessa adesão, é o seguinte: a) Pagamento Regular dos Tributos A opção pelo Refic traz implícita a obrigatoriedade do pagamento regular dos tributos mensais da Companhia como requisito essencial para manutenção das condições de pagamentos previstas nesse programa, bem como a manutenção dos benefícios fiscais. 8 - Imposto de Renda e Contribuição Social A Companhia adota o cálculo da Contribuição Social e Imposto de Renda sobre o lucro, aplicando as regras do Regime de Tributação, com base no Lucro Real. A provisão de Imposto de Renda é constituída à alíquota de 15%, acrescida de adicional de 10% sobre o lucro tributável, e a de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é constituída à alíquota de 9%, antes do Imposto de Renda ajustado nos termos da legislação vigente. 9 - Capital Social O Capital Social pertencente aos acionistas domiciliados no País, em 2010 e 2009, está composto de 2.547 ações ordinárias nominativas, não endossáveis, sem valor nominal, subscritas e integralizadas, perfazendo um total de R$ 6.000.000,00. 10 - Seguros A Companhia possui cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos, em níveis adequados para o Imobilizado.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LIQUIDO PERIODO 31/12/2008 A 31/12/2010 CAPITAL REALIZADO

-

2.195.931,97

PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

SALDOS EM 31/DEZ/08 3.480.200,00 Aumento de Capital 2.519.800,00 Ajuste de Exercício Anterior Realização da Reserva de Reavaliação Realização IRPJ Diferido e CSLL Diferida Provisão IRPJ e CSLL Diferidos - Operações com Órgãos Públicos Lucro Líquido do Exercício Reserva Legal Dividendos Distribuidos Dividendos Obrigatórios Lucros a Disposição da A.G.O. SALDOS EM 31/DEZ/09 6.000.000,00 Ajuste de Exercício Anterior Realização da Reserva de Reavaliação Reserva de Reavaliação - Baixa Realização IRPJ Diferido e CSLL Diferida Provisão IRPJ e CSLL Diferidos - Operações com Órgãos Públicos Lucro Líquido do Exercício Reserva Legal Dividendos Obrigatórios Dividendos Distribuídos Lucros a Disposição da A.G.O. SALDOS EM 31/DEZ/10 6.000.000,00 As notas explicativas

RESERVA RESERVA RESERVA DE DE DE CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCROS 0,09 1.307.520,66 6.589.710,50 (2.519.800,00) (89.646,60) 9.020,86 100.115,50 (975.652,96) 475.548,62 1.211.849,58 0,09 1.226.894,92 4.881.771,24 (72.346,68) (924.129,65) 6.218,70 16.375,08 77.781,62 (475.548,62) 174.857,39 0,09 236.637,29 4.675.236,71 integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

LUCROS ACUMULADOS

TOTAL GERAL

63.691,24 89.646,60 (368.134,13) 2.002.309,99 (100.115,50) (475.548,62) (1.211.849,58) 155.048,19 72.346,68 (175.802,56) (110.079,77) 327.501,55 (16.375,08) (77.781,62) (174.857,39) -

11.377.431,25 63.691,24 9.020,86 (368.134,13) 2.002.309,99 (975.652,96) 12.108.666,25 155.048,19 (1.099.932,21) 6.218,70 (110.079,77) 327.501,55 (475.548,62) 10.911.874,09

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Diretores da Engefoto Engenharia e Aerolevantamentos S.A. Curitiba/PR Examinamos as demonstrações financeiras da Engefoto Engenharia e Aerolevantamentos S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras, com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de

auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores, e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.

Base para Opinião com Ressalva Conforme composição constante na Nota 5, não há expectativa de realização, a curto prazo, quanto ao valor de R$ 1.437.386,36, referente ao Consórcio Ensercon-Engefoto. Opinião com Ressalva Em nossa opinião, exceto quanto aos efeitos que poderiam advir do assunto descrito no parágrafo sobre a base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições, patrimonial e financeira da Engefoto Engenharia e Aerolevantamentos S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Curitiba, 23 de março de 2011. Pedro Nunes de Gouveia Luiz Fernando Wollz Contador CRCPR No 022.632/O-9 Contador CRCPR No 039.474/O-3 RUSSELL BEDFORD BRASIL - AUDITORES INDEPENDENTES CRCPR No 002.906/0-5

DIRETORIA Roberto Costa DIRETOR ADMINISTRATIVO

Renato Asinelli Filho DIRETOR DE AEROLEVANTAMENTOS

Djalma R. A. M. Pereira DIRETOR DE ENGENHARIA

Valdir Durant CONTADOR CRC - PR No 37.536

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Fala humana surgiu na África O continente africano parece ser mesmo o berço de basicamente tudo que se refere a espécie humana, inclusive da linguagem falada. Uma análise dos sons usados na comunicação humana feita pelo pesquisador Quentin Atkinson, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, indica que ela nasceu apenas uma vez, na África. O trabalho foi feito com base em 504 línguas diferentes, e mostrou que há uma maior diversidade de fonemas nas línguas africanas e uma menor, na fala dos povos da América do Sul e do Pacífico. “Eu sabia que uma das evidências que dão suporte à origem do homem moderno na África é a diminuição da diversidade genética com o aumento da distância da África”, explicou Atkinson ao iG. De acordo com ele, isto se encaixa no chamado “modelo do efeito fundador”, no qual populações que se expandem por novos territórios passam por períodos de gargalo - épocas de diminuição do tamanho da população - durante os quais há uma perda de diversidade. “Esta teoria prevê que a diversidade deveria ser maior no ponto de origem da expansão”, prossegue o pesquisador. E completa: “Eu sabia que as linguagens têm um menor número de fonemas (usam menos sons) em populações pequenas, e pensei que seria interessante verificar se havia um efeito fundador linguístico, e onde ele colocaria a origem da linguagem”. A diminuição do número de fonemas não pode ser explicada, segundo Atkinson, por outros fatores, como mudança demográfica, e é uma forte evidência de que a origem de todas as línguas humanas modernas ocorreu na África. Publicado na revista Science desta quinta-feira, 14, o resultado surpreendeu o próprio pesquisador, que esperava que a distribuição dos fonemas ao redor do mundo fosse aleatória. “Em vez disso, há estas claras diferenças regionais[...] e elas levam a uma origem na África, como vemos com os genes”, afirmou. “Gosto da ideia de que todas as línguas vêm de uma mesma origem”, comentou. “Do ponto de vista de que a linguagem é um marco da identidade cultural, isto significa que, como nossa herança genética, ela provém da África.”


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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

| Sexta-feira, 15 de abril de 2011 |

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (Valores em milhares de Reais)

CATARATAS DO IGUAÇU S/A CNPJ Nº 03.119.648/0001-70 BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE DEZEMBRO (Valores expressos em milhares de Reais) AT IV O ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades Clientes Estoques Outros Valores a Receber Adiantamentos a Terceiros Despesas Antecipadas ATIVO NÃO CIRCULANTE Depósitos Judiciais Precatórios Estaduais Investimentos Imobilizado Intangível Diferido

.

Nota 3.f 3.a/4 3.c/5 3.e/6

2010 8.047 458 1.499 2.207 2.345 1.371 167 29.743 3.187 9.126 2 1.479 15.825 124

3.d 3.d 3.f 7 8 3.g 3.h/9 3.j/10 3.k/11

TOTAL DO ATIVO

37.790

2009 6.185 1.090 894 1.968 2.025 28 180 30.295 2.695 9.126 2 1.517 16.720 235

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos Contas a Pagar Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Obrigações Tributárias Outras Obrigações

.

Nota 3.f

2009 7.901 3.792 1.153 530 818 1.607 1

3.f 3.l/12 13

15.719 2.194 13.525

13.899 114 13.785

14 14 14

15.189 9.768 743 1.079 3.599

14.680 9.768 234 1.079 3.599

3.l/12 13

PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Obrigações Tributárias PATRIMÔNIO LIQUIDO Capital Social Reserva Legal Reserva Especial para Capital de Giro e Permanente Reserva de Ajuste de Avaliação Patrimonial

36.480

2010 6.882 2.460 1.407 118 1.177 1.720 -

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

37.790

36.480

As Notas Explicativas integram o conjunto das Demonstrações Contábeis DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Valores expressos em milhares de Reais)

Nota Saldo em 31 de Dezembro de 2008 Reconhecimento do deságio sobre precatórios Tributos diferidos sobre deságio de precatórios

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Saldo em 1º de Janeiro de 2009 Resultado do Exercício Reserva Legal Reserva Especial para Capital de Giro e Permanente Distribuição de Dividendos Saldo em 31 de Dezembro de 2009 Resultado do Exercício Reserva Legal Distribuição de Dividendos Saldo em 31 de Dezembro de 2010

Reserva de Lucros . Especial para Capital de Giro e Legal Permanente

Capital Social

Reserva de Ajuste de Avaliação Patrimonial

Prejuízos Acumulados

Total

9.768 -

93 -

99 -

5.417 (1.818)

-

9.960 5.417 (1.818)

9.768 -

93 141 -

99 980 -

3.599 -

2.821 (141) (980) (1.700)

13.559 2.821 (1.700)

-

9.768

234

1.079

3.599

-

14.680

-

509 -

-

-

10.180 (509) (9.671)

10.180 (9.671)

9.768

743

1.079

3.599

-

15.189

2010 1.554,98

2009 1.019,66

Valor Patrimonial por Mil Ações do Capital Social no fim do Exercício R$

Nota 3.b

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Venda de Mercadorias Prestação de Serviços DEDUÇÕES SOBRE RECEITA BRUTA Impostos Incidentes s/Faturamento Devolução de Vendas OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS Lucros Recebidos SCP RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTOS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS RESULTADO BRUTO DESPESAS OPERACIONAIS Despesas Gerais e Administrativas Despesas com Pessoal Depreciações Amortizações Despesas Tributárias Outras Despesas/Receitas Operacionais LUCRO OPERACIONAL RESULTADO FINANCEIRO Receitas Financeiras Despesas Financeiras RESULTADO OPERACIONAL APÓS RESULTADO FINANCEIRO LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES S/RESULTADO Imposto de Renda Contribuição Social LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Quantidade Ações ao Final do Exercício - Em milhares LUCRO LÍQUIDO POR LOTE DE MIL AÇÕES - R$

3.b 3.b 3.b

15 3.b

2010 41.249 17.564 23.685 (3.817) (3.802) (15) 7 7 37.439 (5.904) 31.535 (17.826) (7.157) (6.879) (1.579) (1.273) (57) (881) 13.709 (363) 32 (395)

2009 26.835 14.213 12.622 (3.095) (3.075) (20) 6 6 23.746 (4.790) 18.956 (14.935) (5.479) (5.673) (1.146) (1.293) (68) (1.276) 4.021 (183) 104 (287)

13.346

3.838

13.346 (3.166) (2.275) (891) 10.180

3.838 (1.017) (743) (274) 2.821

10.432 976

10.432 270

3.m 3.n

As Notas Explicativas integram o conjunto das Demonstrações Contábeis DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (Valores em milhares de Reais)

Resultado Líquido do Exercício Ajustes de Avaliação Patrimonial Reconhecimento do ganho com deságio na aquisição dos precatórios Tributos diferidos sobre o ganho sobre deságio dos precatórios Resultado Abrangente Total

2010 10.180

2009 2.821

5.417

5.417

(1.818) 13.779

(1.818) 6.420

As Notas Explicativas integram o conjunto das Demonstrações Contábeis

As Notas Explicativas integram o conjunto das Demonstrações Contábeis DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCÍCIOS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (Valores expressos em milhares de Reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Valores expressos em milhares de Reais) NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia, constituída em 18 de janeiro de 1999, iniciou suas operações em dezembro de 2000. A fase de implantação já está concluída na unidade de Foz do Iguaçu e a unidade de Fernando de Noronha está em fase de implantação, atualmente, suas atividades consistem na operação, administração, manutenção, conservação, comercialização, modernização e exploração econômica das áreas concedidas, em nome do concedente Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade - ICMBIO, para exploração de áreas pré estabelecidas no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu e Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. A concessão está firmada em três contratos, como segue: • Contrato 01/98 e aditivos – Concede os direitos descritos acima, para as áreas do centro de visitantes, terminal de passageiros, transporte horizontal de visitantes e estacionamento de veículos. A partir do terceiro termo aditivo ao contrato foi ampliado até novembro de 2020 o prazo da concessão. • Contrato 02/98 e aditivos – Concede os direitos descritos nas atividades operacionais acima, relativamente aos espaços de Porto Canoas, Naipi e Tarobá, alimentação, comercialização e serviços, edifícios ambientais. A concessão para exploração destas áreas é válida até novembro de 2020. • Contrato nº 136/2010 – Celebrado em novembro de 2010. Concede os direitos à prestação de serviços de apoio à visitação pública no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, cobrança de ingresso, exploração comercial em pontos de apoio a visitação, centro de visitantes, trilhas e etc.; a serem implantados conforme especificações descritas no Projeto Básico, constante do Anexo I do Edital de Concorrência nº 01/2010. A concessão é válida até novembro de 2025, prorrogável por 5 anos. Constituem objetivos sociais da Companhia: a) Implantação, operação, administração, manutenção, conservação, modernização e exploração econômica nas áreas concedidas, em nome da concedente, por conta e risco da concessionária, com todos os encargos decorrentes, de centro de visitantes, terminal de passageiros, transporte horizontal de visitantes; e estacionamento de veículos; b) Criação de espaços físicos para exploração, por si e/ou por terceiros, das seguintes atividades: de restaurante, de lanchonete e petiscaria, de artigos de “souveniers”, de bijuterias e artesanato, de comércio e exportação de artigos de relojoaria e joalheria, especialmente pedras semipreciosas e de artigos de utilidade doméstica, de artigos de papelaria e de livraria, de artigos esportivos, de brinquedos e artigos recreativos, de artigos de decoração, realização de passeios de ecoturismo. c) Criação de espaços para educação ambiental, para apresentações desportivas e culturais; d) Criação de espaço para edifícios ambientais, mirantes, elevador panorâmico, trilha suspensa, tudo conforme descrição, caracterização e limites constantes dos Termos de Referência que são parte integrante e indissociável dos Editais nos. 001/98, 002/98, como seu Anexo III, Edital de Concorrência nº 01/2010, Anexo I – Projeto Básico, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade; e) Participação em outras sociedades como sócia, acionista ou consorciada. NOTA 02 - ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações Contábeis foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). As demonstrações Contábeis também foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com os Padrões Internacionais de Demonstrações Contábeis (International Financial Reporting Standards – IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board. A preparação de demonstrações Contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia e do processo de aplicação das políticas contábeis. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais as premissas e estimativas são significativas para a elaboração das demonstrações Contábeis, estão divulgadas na nota 3. NOTA 03 – RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS Em todos os exercícios anteriores, incluindo o exercício findo em 31 de dezembro de 2009, a Companhia preparou suas demonstrações de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/ 76 e alterações). As demonstrações contábeis para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 são as primeiras apresentadas de acordo com todos os CPCs emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e vigentes em 31 de dezembro de 2010. Estas demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com os CPCs 37 e 43. Para estas demonstrações a data de transição considerada foi 1º de janeiro de 2009. Consequentemente os valores de 2009 apresentados para fins de comparação foram adequados de forma retrospectiva. As principais mudanças ocorridas podem ser assim sumariadas: Outros Resultados Abrangentes (1) R$ 5.417 Impostos Diferidos Resultados Abrangentes (2) R$ (1.818) (1) Avaliação do Investimento em Precatório (2) Tributos incidentes sobre o reconhecimento de ganho sobre os precatórios 3.1 Ativos e passivos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros como empréstimos e recebíveis, representados por contas a receber de bancos emissores, outras contas a receber e caixa e equivalente de caixa. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos e é determinada pelo reconhecimento inicial. Outros passivos financeiros, representados principalmente por contas a pagar a estabelecimentos e empréstimos e financiamentos, não são classificados ao valor justo por meio do resultado, uma vez que não são assim designados ou mantidos para negociação. a. Caixa e equivalente de caixa Caixa e equivalente de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de três meses. Estão demonstrados ao custo acrescido das remunerações contratadas e reconhecidas proporcionalmente até a data das demonstrações financeiras. b. Contas a receber de Clientes e Contas a Pagar a Fornecedores Contas a receber e contas a pagar a estabelecimentos são ativos e passivos financeiros respectivamente, com pagamentos fixos ou determinados, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativos e passivos circulantes, com prazo de vencimento inferior a 12 meses após a data de emissão do balanço. Os valores a receber estão avaliados pelos valores fixados em contratos com o IBAMA ou outro instrumento de contratação de serviços a serem pagos no prazo nos vencimentos estabelecidos, e estão refletidas pelo valor presente de realização. A provisão para perdas com créditos é fundamentada em análise dos créditos pela administração, que leva em consideração o histórico e riscos envolvidos em cada operação, e é constituída em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas na realização das contas a receber. c. Estoques Os estoques estão avaliados pelo preço médio das últimas aquisições ou valor líquido realizável, dos dois o menor. d. Empréstimos e financiamentos Os Empréstimos (Nota 12) são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, líquido dos custos de transação incorridos. Subseqüentemente são mensurados ao custo amortizado com base no método da taxa juros efetiva. Estão demonstrados pelos valores de contratação e mensalmente são contabilizados os juros e correções contratuais. Empréstimos são classificados no passivo circulante exceto, quando aplicável, pelas parcelas que podem incondicionalmente ser liquidadas após 12 meses da data de encerramento do balanço das demonstrações financeiras. e. Reconhecimento e mensuração As compras e as receitas regulares provenientes de ativos financeiros são reconhecidas na data da negociação ou competência. A Companhia não possui ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado. Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos da transação incorridos e são, subseqüentemente, demonstrados pelo custo amortizado, acrescidos dos encargos contratuais. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos de transação) e o valor de resgate é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os empréstimos estejam em andamento, utilizando o método da taxa de juros efetiva. 3.2 Imobilizado O ativo imobilizado está apresentado pelo custo de aquisição, deduzida a depreciação. O custo de aquisição inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens. A depreciação está calculada e contabilizada pelo método linear, com base em taxas que levam em conta a expectativa de vida útil dos bens. Os gastos decorrentes da reposição de um componente de um item do imobilizado são capitalizados somente quando representam alterações na vida útil, enquanto os demais gastos dessa natureza são registrados diretamente no resultado. A obsolescência tecnológica é o principal fator para determinação da vida útil. 3.3 Intangíveis Conforme demonstrado na Nota 10, de acordo com o CPC 04 (R1), foi criado o grupo de Intangível, onde estão segregados o Direito de Exploração dos Contratos 1 e 2/98, com o ICMBio, Exposição Ambiental, Edificações, Poço Artesiano e na conta de Veículos os ônibus que fazem o percurso turístico interno no Parque Nacional do Iguaçu, esses itens ao final dos contratos de concessão citados, serão revertidos em favor do concedente. Estão demonstrados pelo custo de aquisição e/ou construção, que são inferiores ao seu valor de recuperação, ajustado por: • Depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear, às taxas estabelecidas em função do tempo de vigência dos contratos. • Amortizações acumuladas, calculadas pelo método linear, às taxas estabelecidas em função do tempo de vigência do contrato. Custos subseqüentes são incorporados ao valor residual do intangível ou reconhecidos como item específico, conforme apropriado, somente se os benefícios econômicos associados a esses itens forem prováveis e os valores mensurados de forma confiável. O saldo residual do item substituído é baixado. Demais reparos e manutenções são reconhecidos diretamente no resultado quando incorridos. Os custos de desenvolvimento que são diretamente atribuíveis aos produtos de software identificáveis controlados pela Companhia, são reconhecidos como ativos intangíveis. Com base em fluxo de caixa descontado esses ativos são submetidos ao conceito de recuperabilidade. 3.4. Diferido

Os gastos pré-operacionais (Nota 11) estão registrados ao custo de aquisição e formação, não superiores aos seus valores de recuperação, e serão apropriados mensalmente às despesas administrativas por um período estimado de cinco anos. Conforme facultado pelo pronunciamento técnico CPC 13 a Companhia optou por manter o saldo no ativo diferido e continuar registrando as amortizações durante o prazo remanescente de recuperação. 3.5 Apuração do resultado Receita operacional a) Receita Operacional As receitas de serviços prestados e os gastos correspondentes são reconhecidos no resultado em função de sua realização, pelo regime de competência. A receita é apresentada líquida dos descontos incidentes sobre estas, sendo que os impostos sobre as vendas são reconhecidos quando as vendas são reconhecidas/contabilizadas, e os descontos sobre as vendas quando conhecido. b) Estimativas Contábeis A preparação de demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, requer que a Administração da Companhia se baseie em estimativas para o registro de certas transações que afetam os ativos e passivos, as receitas e as despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações financeiras. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir das estimativas. c) Provisão para Imposto de Renda A provisão para o Imposto de Renda foi constituída com base no Lucro Presumido, aplicando-se a base de calculo de 32% sobre a receita de serviços e 8% sobre a receita de mercadorias, sobre os valores das referidas bases de cálculos é aplicada a alíquota de 15% de Imposto de Renda, acrescida do adicional de 10% sobre a parcela de lucro excedente a R$ 20 mil mensais. d) Provisão para Contribuição Social A provisão para a Contribuição Social foi constituída considerando a aplicação da base de calculo de 32% sobre a receita de Serviços e 12% sobre a Receita de Mercadorias e sobre esta a alíquota de 9%. NOTA 04 – DISPONIBILIDADES 2010 2009 Caixa 388 1.069 Bancos 18 21 52 Aplicações Financeiras Total 458 1.090 NOTA 05 – CLIENTES 2010 2009 Operadoras de Cartão de Crédito 1.167 649 Outros Valores a Receber 353 245 1.520 894 Provisão para Devedores Duvidosos (21) Total 1.499 894 NOTA 06 – ESTOQUES Os estoques são representados por mercadorias para revenda e material de consumo:

2010 2009 Material de Revenda 2.014 1.690 Mercadorias Consignadas 86 197 107 81 Material de Consumo Próprio Total 2.207 1.968 NOTA 07 – DEPÓSITOS JUDICIAIS A Companhia vem depositando em juízo valores de tributos e contribuições questionadas judicialmente. A parcela relativa ao ICMS corresponde aos valores retidos de suas contas bancárias por ordem judicial. 2010 2009 ICMS 1.550 1.089 PIS/COFINS 1.631 1.606 6 Trabalhista 3.187 2.695 NOTA 08 – PRECATÓRIOS Os Precatórios adquiridos pela Companhia até o ano de 2008 foram utilizados, até setembro de 2009, para quitação junto ao Estado do Paraná do Imposto de Circulação de Mercadorias – ICMS. Depois de aprovada a Emenda Constitucional nº. 62, de 09 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal e acrescenta o art. 97 ao Ato das Disposições Transitórias, instituindo regime especial de pagamento dos precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, foi suspenso o procedimento de quitação desse tributo nessa modalidade. Encontra-se em andamento vários processos (Mandado de Segurança) para efeito de acolhimento da compensação do imposto devido relativo ao ICMS, num montante de R$ 7.430 mil. Em decorrência da expectativa de aprovação da Emenda Constitucional a Companhia teve a importância de R$ 1.551 mil bloqueada pela Justiça, em suas contas bancárias. Essa importância está classificada no Ativo Não Circulante, como Depósitos Judiciais. O valor face do precatório é o adotado para a realização de quitação do tributo. O valor face, portanto, passa a condição de valor justo já que se contrapõe ao passivo tributário ao qual se destina. O valor do deságio apurado na aquisição desses títulos está refletida em conta especial do patrimônio líquido, reduzida pela provisão dos tributos inerentes A evolução dos precatórios, no ativo da Companhia, é a seguinte: Valor Face – R$ mil Saldo em 31 de Dezembro de 2006 6.026 Nova Compra de Precatórios 1.600 Saldo em 31 de Dezembro de 2007 7.626 Nova Compra de Precatórios 1.500 Saldo em 31 de Dezembro de 2008 9.126 9.126 Saldo em 31 de Dezembro de 2009 Saldo em 31 de Dezembro de 2010 9.126 O deságio obtido por ocasião das aquisições desses títulos é de R$ 5.417 mil, que passa a ser classificado em reserva específica do patrimônio líquido, devidamente deduzido dos tributos inerentes, na importância de R$ 1.818 mil.

2010

2009

45.925 539 4.030

25.661 670 1.918

(19.663) (7.085)

(12.908) (3.459)

(6.909) (492) (188) (1.887) (141)

(5.770) (574) (110) (2.342) (174)

14.129

2.912

(3.915) -

(584) (250) (96)

(11.000) 154

(1.700) 5

(14.761)

(2.625)

(632)

287

1.090

803

458

1.090

(632)

287

2010 388 18 52 458 (632)

2009 1.069 11 10 1.090 287

Composição do Caixa e Equivalente-Caixa (Conciliação entre DFC e BP) Caixa Bancos Aplicações Financeiras Total

3.a 3.a 3.a

As Notas Explicativas integram o conjunto das Demonstrações Contábeis

(Continuação das Notas Explicativas)

NOTA 09 - IMOBILIZADO 2010

CENTRO DE VISITANTES - CONTRATO 1/98 Computadores e Periféricos Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Sistemas de Segurança Softwares Veículos Construções em Andamento CV PORTO CANOAS - CONTRATO 2/98 Computadores e Periféricos Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Sistemas de Segurança ESPAÇO NAIPI - CONTRATO 2/98 Computadores e Periféricos Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Sistemas de Segurança RESTAURANTE - CONTRATO 2/98 Computadores e Periféricos Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Sistemas de Segurança ESPAÇO TAROBA - CONTRATO 2/98 Computadores e Periféricos Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Total

Custo Corrigido 3.705 512 2.092 350 12 386 309 44 203 15 24 156 8 331 57 60 193 21 919 98 567 241 13 14 5 3 6 5.172

Depreciação Acumulada (2.692) (368) (1.662) (234) (8) (237) (183)

Custo Corrigido 23.756 13.548 5.030 717 20 4.441 967 967 5.421 4.435 986 1.859 1.852 7 616 616 121 120 1 32.740

Depreciação Acumulada (14.368) (10.099) (1.976) (392) (10) (1.891) (962) (962) (1.416) (906) (510) (22) (19) (3) (147) (147) (16.915)

(193) (12) (21) (154) (6) (238) (48) (47) (136) (7) (564) (76) (379) (99) (10) (6) (3) (1) (2) (3.693)

2009 Líquido 1.013 144 430 116 4 149 126 44 10 3 3 2 2 93 9 13 57 14 355 22 188 142 3 8 2 2 4 1.479

Líquido 1.093 143 549 95 5 111 182 8 14 5 4 2 3 114 13 17 68 16 287 23 207 52 5 9 3 2 4 1.517

Taxas Anuais de Depreciação 20% 10% 10% 20% 20% 20%

20% 10% 10% 20% 20% 10% 10% 20% 20% 10% 10% 20% 20% 10% 10%

NOTA 10 – INTANGÍVEL 2010

2009 Líquido 9.388 3.449 3.054 325 10 2.550 5 5 4.005 3.529 476 1.837 1.833 4 469 469 121 120 1 15.825

Líquido 9.852 4.433 3.186 395 12 1.825 496 496 4.279 3.704 575 1.393 1.254 5 134 580 580 121 120 1 16.720

NOTA 11 – DIFERIDO A Companhia optou, conforme facultado pelas normas contábeis, por manter o grupo Ativo Diferido até a liquidação total do mesmo. 2010

2009

CENTRO DE VISITANTES - CONTRATO 1/98 Direito de Exploração Edificação Centro de Visitantes Exposição Ambiental Poço Artesiano Veículos Imobilizado em Andamento PORTO CANOAS - CONTRATO 2/98 Edificações ESPAÇO NAIPI - CONTRATO 2/98 Edificações Elevadores RESTAURANTE - CONTRATO 2/98 Edificação Restaurante Poço Artesiano PC Construções em Andamento ESPAÇO TAROBA - CONTRATO 2/98 Edificação OUTRAS IMOBILIZAÇÕES Direito de Uso Marcas e Patentes Total

Custo Corrigido 240 21 1.250 1.511

Despesas de Implantação do Projeto de Concessão Despesas de Implantação de Restaurante Despesas de Implantação do Projeto Naipi Total

NOTA 12 – EMPRÉSTIMOS Em 31 de dezembro, a Companhia mantinha as seguintes operações de empréstimos: Espécie Encargos 2010 2009 Financiamentos (a) TJLP+6,5% a.a 61 790 Financiamentos (b) 1,05% a.m. 483 477 Financiamentos (c) TJLP+13% a.a 525 Financiamentos (d) 7% a.a. 2.101 Financiamentos (e) 1,05% a.m. 431 Total 3.601 1.267 Passivo Circulante 1.407 1.153 Passivo Não Circulante 2.194 114 Os contratos de financiamento em aberto possuem a seguinte garantia: a) Fiança Bancária, assumida pela CATARATAS DO IGUAÇU S/A. No montante de R$ 888.608,82, para BRDE; b) Os contratos de Finame, firmados com o Banco Itaú S/A, para aquisição de ônibus e carrocerias, têm como garantia os próprios bens adquiridos; c) Empréstimos para Capital de Giro Banco do Brasil e Banco Itaú, tem como garantia a carteira de cartões de Crédito. Em 31 de dezembro de 2010 e 2009 os vencimentos de longo prazo são como segue: Em 2011 Em 2012 Em 2013 Em 2014 Em 2015 Total

Nota Atividades Operacionais Recebimento de Clientes Recebimento Joalheria Empréstimos Pagamentos -A Fornecedores -De Impostos/Contribuições -De Salários/férias/Pro labore/ 13.Salário -Depósitos Judiciais -Adiantamentos a Clientes -Empréstimos -Despesas Pagas Antecipadamente Caixa Líquido Consumido nas Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Pagamento pela Compra de Imobilizado Ações em Tesouraria Partes Relacionadas (Mútuos) Partes Relacionadas - Dividendos e Antecipações de Dividendos Baixa do Imobilizado Caixa Líquido Consumido nas Atividades de Investimentos (Redução)/Aumento no Caixa e Equivalente de Caixa Caixa e Equivalente de Caixa no Início do Exercício 3.a Caixa e Equivalente de Caixa no Final do Exercício 3.a (Redução)/Aumento no Caixa e Equivalente de Caixa

2010 865 649 615 65 2.194

2009 103 11 114

Amortização Acumulada (240) (20) (1.127) (1.387)

Líquido 1 123 124

Líquido 3 232 235

Taxas Anuais de Depreciação 7,27% 4%

20%

4% 4% 10% 4%

4%

Taxas Anuais Amortização 20% 10% 20%

NOTA 13 – OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ICMS ISS IRPJ E CSSL INSS Parcelamento Refis PIS/COFINS/IR/CS Outros Total

2010 7.571 87 2.772 1.235 3.736 21 15.422

2009 7.645 74 2.474 1.235 3.962 2 15.392

Passivo circulante Passivo Não Circulante

1.897 13.525

1.607 13.785

As Obrigações Tributárias de Longo Prazo incluem os seguintes tributos que são contestados judicialmente pela Companhia: • PIS e COFINS: Contestação na base de cálculo destes tributos a Companhia vem o depositando em juízo o valor correspondente ao litígio. • ICMS: A Companhia vem pleiteando judicialmente a compensação do ICMS a pagar, com títulos Precatórios de sua propriedade (Nota 07). O montante devido a este tributo (R$ 7.430 mil) está registrado pelo valor original, sem multas e demais acréscimos legais. NOTA 14 – CAPITAL SOCIAL O Capital Social subscrito e integralizado, em 31 de dezembro de 2010 e 2009, é representado por 9.768 mil ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. NOTA 15 – OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS Correspondem a tarifa cobrada pelo ICMBio, no montante de R$ 1.220 mil durante o exercício de 2010 (R$ 1.168 durante o exercício de 2009), pelo uso do espaço Naipi, Porto Canoas, Tarobá e Centro de Visitantes.

NOTA 16 – SEGUROS Em 31 de Dezembro de 2010, a Companhia possuía coberturas de seguros, em montante julgado suficiente para cobrir eventuais riscos, conforme demonstrado: Objeto . Edifícios, Móveis e Equipamentos Responsabilidade Civil Seguro Garantia Seguro Garantia

Modalidade Danos Materiais Empregador Garantia Contrato 2/98 Garantia Contrato 1/98

2010

2009

10.600 216 527 527

10.600 200 694

NOTA 17 – INSTRUMENTOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2010, o valor contábil dos instrumentos financeiros registrados no balanço patrimonial, tais como disponibilidades, valores a Receber e Fornecedores aproximam-se de seus respectivos valores de mercado, por serem representados principalmente por itens do curto prazo por estarem indexados à taxa de mercado. Em 31 de Dezembro de 2010, a Companhia não possuía operações com derivativos em aberto. Diretor Administrativo ROBERTO ANTONIO TRAUCZYNSKI CPF n° 657.316.708-20 Diretor Corporativo MARCELO LEITE MARDER CPF nº 021.562.599-41 Contador JOSÉ ADALBERTO TOZO CPF 156.124.149-00 - CRC 011786-O 7 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas da CATARATAS DO IGUAÇU S/A Foz do Iguaçu - PR Examinamos as Demonstrações contábeis da CATARATAS DO IGUAÇU S/ A, que compreendem o Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas Demonstrações de Resultado, dos Resultados Abrangentes, das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da CATARATAS DO IGUAÇU S/A é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis quando lidas em conjunto com as notas explicativas que as acompanham apresentam adequadamente, em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CATARATAS DO IGUAÇU S/A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações, seu resultado abrangente e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase sobre a avaliação da propriedade para investimento Conforme mencionado na Nota explicativa nº 8, o deságio obtido na aquisição dos precatórios utilizados para quitação do ICMS foi reconhecido como resultado abrangente e classificado em conta específica do patrimônio líquido. Curitiba, 04 de março de 2011 MOORE STEPHENS METRI Auditores S/S CRC - SC 001489/0-8 ANTONIO CARLOS PEDROSO DE SIQUEIRA Contador CRC - PR 15.509/O-5

Internautas criam site para pesquisa de discos de vinil no país Três internautas brasileiros criaram um site de pesquisa de discos de vinil, cujo objetivo é aproximar os compradores dos canais de venda no país. A Loja de Discos permite buscas pelo nome do disco, do artista ou até de uma música. O cadastro no site é grátis. Após encontrar um álbum, o cliente pode entrar em contato com o vendedor por telefone ou e-mail para acertar a compra, combinar o pagamento e a entrega do disco. O site afirma não realizar nenhuma interferência nesse processo. O site também usa o sistema de mapas do Google, a fim de dar a localização de todos os pontos de venda de São Paulo. O objetivo é fazer com que o comprador conheça as lojas físicas e retome o hábito de visitá-las. Os donos do site esperam a expansão desse sistema a outras cidades brasileiras.

Observatório mostra berçário de estrelas Imagens capturadas pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), no Chile, mostram detalhes da nebulosa NGC 3582, considerada por astrônomos um berçário e, ao mesmo tempo, um cemitério de estrelas. A imagem da nebulosa, feita pelo astrofotógrafo Joe DePasquale, é uma das finalistas do prêmio Tesouros Escondidos, promovido pela instituição europeia. As nuvens de gás que podem ser vistas são provenientes de estrelas moribundas. Ao mesmo tempo, a radiação de estrelas jovens ioniza o gás, dando-lhe o brilho característico.

Twitter ganhou um novo rival? E-mail Imprima Comente Erros? a a a inShare18UberMedia, dona de clientes como o Uber Twitter e o Twidroyd, estaria construindo seu próprio serviço de microblog. A UberMedia, dona de grande parte das aplicações terceirizadas para a plataforma do Twitter estaria construindo um serviço que pode competir diretamente contra o microblog. Caso seja verdade, esse movimento seria reflexo de uma breve suspensão dos aplicativos da empresa feita pelo Twitter, sob a alegação de violação das políticas do serviço. Citando fontes que não foram identificadas, a CNN informou ontem que a UberMedia procura atrair usuários para seu próprio serviço de microblog, oferecendo alternativas para as reclamações mais comuns em relação ao Twitter, como a restrição no tamanho da mensagem e a confusão que o site causa a novatos. A UberMedia se recusou a comentar se seus programadores estão construindo um novo serviço de microblog, todavia, a partir de uma nota enviada por e-mail, Steve Chadima, chefe de marketing da companhia, disse que o maior desejo da empresa é “continuar a inovar na plataforma do Twitter e trazer mais usuários e tráfego para o serviço”. A UberMedia é dona do UberTwitter, utilizado na plataforma BlackBerry, além do Twidroyd e do UberCurrent, disponíveis para celulares Android e para aparelhos iOS (iPhones e iPads), respectivamente. A companhia esteve nas manchetes nos últimos meses devido a suas intenções de aquisição do TweetDeck, popular cliente do Twitter, que compete diretamente com os clientes web e móveis. Ezra Gottheil, analista do Technology Business Research, afirmou que não se surpreenderia se a UberMedia entrasse como competidora do Twitter. No entanto, ainda assim, teria uma longa escalada. “Não seria fácil. Eles teriam que fazer com que as pessoas mudassem” apontou Gottheil. “A maior barreira é a dominação absoluta do Twitter. Para ter sucesso é será preciso conquistar uma massa grande de usuários”. O analista sugere que um rival do Twitter pode consegui uma fundação sólida no mercado ao oferecer um serviço de microblog que postaria comentários tanto no novo projeto quanto no próprio Twitter.


| Sexta-feira, 15 de abril de 2011 |

PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

17

Cientistas afirmam que pássaros herdaram olfato de dinossauros Um dinossauro conhecido como Bambiraptor ajudou cientistas a determinar que os pássaros herdaram uma parte do olfato dos dinossauros e melhoraram sua capacidade ao longo dos anos. Há muito tempo, existe a ideia de que os pássaros evoluíram a partir de pequenos dinossauros bípedes, ganharam penas, passaram a viver em árvores e depois começaram a voar. O primeiro pássaro identificado foi o Archaeopteryx, que viveu há cerca de 150 milhões de anos. Uma suposição comum é a de que estas pequenas aves tinham um olfato ruim, já que a pressão evolutiva teria moldado os recursos do cérebro a favor da visão, equilíbrio e coordenação, deixando de lado o olfato. Mas, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira

no jornal da Britain’s Royal Society, isso pode não ter acontecido desta forma. Pesquisadores do Canadá utilizaram tomografia computadorizada - utilizado para diagnósticos médicos - para ter acesso a uma imagem em 3D dos crânios de dinossauros, de pássaros extintos e de aves ainda vivas. Eles mediram o tamanho médio do bulbo olfativo, a parte do cérebro utilizada para o cheiro. Entre pássaros modernos e mamíferos, um grande bulbo olfativo significa que o olfato é melhor. As 157 amostras traçaram a linhagem olfativa de pássaros modernos com um grupo de pequenos carnívoros chamados de terópodes, cuja grande família é integrada ainda pelo Tiranossauro Rex. Os primeiros pássaros, segundo o estudo, tinham

aproximadamente a mesma capacidade olfativa de um pombo moderno - muito boa e certamente melhor que a esperada. Então, cerca de 95 milhões de anos atrás, pássaros que eram os ancestrais de aves modernas desenvolveram um olfato ainda melhor. Incluído nos fósseis desta época encontra-se o Bambiraptor, uma das principais evidências da evolução dos pássaros. Um animal muito rápido com o tamanho de um cachorro, o Bambiraptor não podia voar, mas seu corpo provavelmente era coberto de penas e seu esqueleto era surpreendentemente similar a pássaros como o papa-léguas. Ele tinha aproximadamente a capacidade olfativa dos abutres da Turquia e dos albatrozes atuais, que dependem do olfato para se alimentar ou viajar por longas distân-

cias, segundo os especialistas. “Nossa descoberta de que os pequenos dinossauros velociraptor, como o Bambiraptor, tinham um olfato tão desenvolvido quanto estes pássaros sugere que o cheiro pode ter desempenhado um papel importante enquanto estes dinossauros caçavam para se alimentar”, afirmou Darla Zelenitsky, uma paleontóloga da Universidade de Calgary. Entre pássaros modernos, o senso olfativo é muito variável, de acordo com a pesquisa. Aves relativamente primitivas, como patos e flamingos, tem um bulbo olfativo relativamente grande, enquanto pássaros considerados mais inteligentes, como as gralhas, tentilhões e papagaios, têm bulbos menores, provavelmente para compensar sua maior capacidade cerebral.

CÂMARA DE COLOMBO ESTADO DO PARANÁ

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