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| Quinta-feira, 12 de julho de 2012 |

PREFEITURA DE COLOMBO Estado do Paraná Adjudicação Processo Administrativo nº. 1081922 O Pregoeiro, designado pela Portaria nº. 407/2012 do Prefeito Municipal de Colombo adjudica o procedimento licitatório Pregão Presencial Nº. 084/2012, que tem por objeto a contratação de empresa especializada para fornecimento de aparelhos de telefone, fax e ventiladores por meio do SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS, para atender as diversas Secretarias Municipais e Departamentos da Prefeitura de Colombo, conforme quantidades e especificações constantes do Termo de Referência (Anexo VII), que integra o Edital. Proponente: Mastermix Comércio de Eletroeletrônicos Ltda ME – Lote 001 – R$ 6.110,00 (seis mil cento e dez reais) e Lote 002 – R$ 18.860,00 (dezoito mil oitocentos e sessenta reais). Produtos: Constantes no edital. Prazo de entrega: até 7 (sete) dias úteis a partir do recebimento da ordem de compra / nota de empenho enviado pelo fiscal de contrato. Pagamento: até 30 (trinta) dias após a apresentação das notas fiscais e fechamento das entregas, acompanhada dos documentos, conforme (Anexo IX) do edital. Colombo, 11 de julho de 2012 Dê-se publicidade; Jose Carlos Vieira Pregoeiro

EDITAL DE PROCLAMAS CARTÓRIO DO PORTÃO. Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes nº 2350/ cj. 03/09 – Portão CEP: 80.320-300 / CURITIBA - PR - Tel./ Fax: (41) 3013-1667. www.cartoriodoportao.com.br. Faz saber que pretendem casar: CÉSAR SÁ BENSOUSAN FILHO e BERNARDETE ORTIGARA IGOR SOUZA PEREIRA e BRUNA COLAÇO PEREIRA EDISON CARLOS VILAS BOAS e LILIAN MERHY GARCIA CRUZ ANDRE REGUERO MARQUES e SHENARA PANTALEÃO RAMADAN ALCIONE MAGRI e ELISIANE DE OLIVEIRA ARNESTO VENTURI e MARINÉLI JOAQUIM MEIER DIEGO MAZUROSKI e PRISCILLA MILAN MORENO PAULO AILTON TIMOTEO e VALERIA DA SILVA TORRES ANGELO BAGATIN NETO e LETÍCIA FOLTRAN MIRANDA RAFAEL GOTTERT e MARLOWA BACHINSKI ORLANDI ORLANDO SAFANELLI e LOURDES BERNARDO MANOEL ALMIR JOSÉ VELASQUES e ROSANGELA COBERTINI LEITE THIAGO BROGLIO GASPERIN e ANA KARINA CORDEIRO JOEL RAMALHO JUNIOR e LENI MACHADO TEIXEIRA LEANDRO STELLA e ANA PAULA DE OLIVEIRA CASTRO JHONNY DA SILVA DE SOUZA e TATIELE PRISCILA ROMANO DOS SANTOS - Serviço de Registro Civil das Pessoas Naturais de Rio Branco do Sul-PR Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 dias. O referido é verdade e dou fé. Curitiba, 11 de Julho de 2012. CAROLINE FELIZ SARRAF FERRI Tabeliã e Registradora

EDITAL DE PROCLAMAS CARTÓRIO DISTRITAL DO BOQUEIRÃO RUA MAL. FLORIANO PEIXOTO, Nº5636, HAUER, CEP: 81630-000. CURTIBA – PARANÁ Faz saber que pretendem se casar: ALEXANDRE DE RAMOS COELHO e EVILIN RAFAELA CALAZAN BRUNO MATHEUS BASSANI e SULIN MIRANDA EDUARDO FERREIRA DE LIMA e OLIVIA RIBEIRO DOS SANTOS RICARDO ROBERTO RADKE e DAYANE ADER ARANTES VINICIUS RAFAEL DIAS BARBOSA e CARLA CRISTINA TAKAKI JOSÉ ADINALDO PENHA DE JESUS e LUZINETE CUNHA MUNIZ EDSON RADUENZ e LUANA SAIONARA DOS SANTOS JEFFERSON SCHEFFER e MARCIA CRISTIANE CAVALI MARINS DE OLIVEIRA BELO NETO e MARIANA FERREIRA PEDRO DIEGO LUIZ DI PAULA FERREIRA e GABRIELA CAROLINA SUSIN MARCELO MACHADO FAGUNDES e ARIADENE RAFAELA VICENTE RODRIGO PORTES BOAVENTURA e ALINE PEREIRA DA SILVA CARLOS JOSÉ ESPAK SANTOS e PATRICIA KIRIAN FERNANDO ADAM WAZNY e GRASIELE RODRIGUES ANDRETTA JOÃO AMARILDO REBONATTO e ADNA CRISTIANE DA SILVA SANTANA GEOVANE ZAPOTOCZNY e CAMILA FERNANDA VIEIRA PINTO Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei e no prazo de quinze dias. Curitiba, 11 de Julho de 2012. WALDOMIRO BAPTISTA NETO OFICIAL

EDITAL DE PROCLAMAS TABELIONATO E REGISTRO CIVIL DE SANTA QUITÉRIA. Av. N. Sra. Aparecida, 305, loja 13, Seminário – CEP: 80.440-000. Tel: (41) 3342-7372 Fax: (41) 3343-2333 – CURITIBA -PR Faço saber que pretendem casar-se e apresentarem os documentos exigidos pelo artigo 1.525 do Código Civil Brasileiro: CARLOS ALBERTO AUWERTER e CARLA GIORGETTO ROCHA RAPHAEL MURARO e SORAYA MAUAD LACERDA MAYKY WENSIBOSKI e ANGELA DOS SANTOS RUFINO CLEVERSON ASSIS DE LIMA e TATIANE GRESSI PERUZZO Sabendo alguém de qualquer impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de quinze dias. O referido é verdade e dou fé. Curitiba, 11 de Julho de 2012. CID ROCHA JÚNIOR OFICIAL

JUÍZO DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - FORO REGIONAL DE FAZENDA RIO GRANDE - ESTADO DO PARANÁ. Rua Inglaterra, nº 545, bairro Nações, fone 3627-2281,CEP: 83823-900 EDITAL DE CITAÇÃO DOS INTERESADOS AUSENTES, INCERTOS OU DESCONHECIDOS, DAQUELE EM CUJO NOME PORVENTURA ESTEJA TRANSCRITA A AREA USUCAPIENDA, COM O PRAZO DE TRINTA (30) DIAS. O Doutor Murilo Gasparini Moreno - Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de Fazenda Rio Grande, na forma da Lei, etc...FAZ SABER a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que por este Juízo e Cartório se processam os Autos n° 63/2008 de Usucapião, em que é requerente PAULO PEREIRA CABRAL, tendo por objeto o seguinte imóvel: ‘Um terreno rural, de culturas e caívas. ,com área de 02 alqueires e 05 litros, situado na localidade de Pedra Branca, Agudos do Sul/ PR” , ficam pelo presente edital citados OS INTERESSADOS AUSENTES, INCERTOS OU DESCONHECIDOS, DAQUELE EM CUJO NOME PORVENTURA ESTEJA TRANSCRITA A ÁREA USUCAPIENDA, da presente ação, o prazo de contestação é de quinze (15) dias, contados da publicação do presente edital. Advertidos de que se não forem contestados, presumir-se-ão aceitos mesmo como verdadeiros os fatos articulados pelo autor. (art. 285 do Código de Processo Cível).Fazenda Rio Grande aos vinte e cinco (25) dias do mês de junho (06) do ano de dois mil e doze (2012). E eu (a). Eliane R. B. Carstens - Bel. Escrivã, o subscrevi. (a) Autorizado pelo MM Juiz de Direito Desta Comarca . Portaria 20/2009.

COLOMBO PREVIDÊNCIA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE COLOMBO

Extrato de Dispensa de Licitação Processo nº. 106/2012 dispensa 13/2012. Partes: Colombo Previdência e Le Favaro Confecções e Comércio de artigos do vestuário Ltda. Objeto: Aquisição de uniformes completos para equipe de trabalho da autarquia. Valor: Pagará pela aquisição a importância de R$ 7.837,00 (sete mil oitocentos e trinta e sete reais). Embasamento Legal: Artigo 24. Inciso II Lei nº 8.666/93. Data: 11/07/2012.

PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

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COCELPA – CIA. DE CELULOSE E PAPEL DO PARANÁ CNPJ/MF nº 76.487.651/0001-10 - NIRE 41 3 0004744 8 EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados todos os acionistas da COCELPA – CIA. DE CELULOSE E PAPEL DO PARANÁ(“Companhia”),nos termos do artigo 124 da Lei nº 6.404/76e do artigo16, parágrafo segundodo Estatuto Social da Companhia, para a Assembléia Geral Extraordináriaa realizar-se às 14h00 do dia 13de agosto 2012, na sede da Companhia localizada no Município de Curitiba, Estado doParaná, na Rua Wiegando Olsen, nº. 2800, Bairro CIC, CEP 81450-110, para discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) aprovaçãodo Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, assim como os demais documentos da Administração, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, os quais foram devidamente auditados pela empresa MARTINELLI AUDITORES, registrada no CRC sob o nº S 001132/o-9 e na CVM no Ato Declaratório nº. 1253 de 23/01/90, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 79.370.466/0001-39, com sede na Rua Dona Francisca, nº. 1.113, 10º e 11º andares, Bairro Saguaçu, cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina. (ii) aprovação do Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, assim como os demais documentos da Administração, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, os quais foram devidamente auditados pela empresa MARTINELLI AUDITORES, registrada no CRC sob o nº S 001132/o-9 e na CVM no Ato Declaratório nº. 1253 de 23/01/90, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 79.370.466/0001-39, com sede na Rua Dona Francisca, nº. 1.113, 10º e 11º andares, Bairro Saguaçu, cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina. (iii) Eleição/ratificação dos membros da Diretoria.(iv) Alteração da sede da Companhia.A Companhia informa que os documentos referentes aos itens “(i)” e “(ii)” do presente Edital, se encontram à disposição dos Acionistas com antecedência na sede da Companhia, nos termos do art. 133 da Lei nº 6.404/76. Curitiba, 09de julho de 2012.COCELPA CIA DE CELULOSE E PAPEL DO PARANÁ. Luiz Eduardo Taliberti.

ANTÔNIO DE PAULI S.A. - CNPJ/MF nº 76.487.669/0001-11 NIRE 41 3 0004195 4 - EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados todos os acionistas da ANTÔNIO DE PAULI S.A.(“Companhia”),nos termos do artigo 124 da Lei nº 6.404/76e do artigo16, parágrafo segundodo Estatuto Social da Companhia, para a Assembléia Geral Extraordináriaa realizar-se às 10h00 do dia 06de agosto 2012, na sede da Companhia localizada no Município de Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Wiegando Olsen, nº. 2800, Bairro CIC, CEP 81450-110, para discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) Eleição da Diretoria da Companhia; (ii) aprovação do Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, assim como os demais documentos da Administração da sociedade Cocelpa Cia de Celulose e Papel do Paraná (“Cocelpa”), todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, os quais foram devidamente auditados pela empresa MARTINELLI AUDITORES, registrada no CRC sob o nº S 001132/o-9 e na CVM no Ato Declaratório nº. 1253 de 23/01/90, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 79.370.466/000139, com sede na Rua Dona Francisca, nº. 1.113, 10º e 11º andares, Bairro Saguaçu, cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina, documentos estes que se encontram à disposição dos acionistas com antecedência na sede da Cocelpa, nos termos do art. 133 da Lei nº 6.404/76. (iii) aprovação do Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, assim como os demais documentos da Administração da sociedade Cocelpa Cia de Celulose e Papel do Paraná, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, os quais foram devidamente auditados pela empresa MARTINELLI AUDITORES, registrada no CRC sob o nº S 001132/o-9 e na CVM no Ato Declaratório nº. 1253 de 23/01/90, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 79.370.466/000139, com sede na Rua Dona Francisca, nº. 1.113, 10º e 11º andares, Bairro Saguaçu, cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina, documentos estes que se encontram à disposição dos acionistas com antecedência na sede da Cocelpa, nos termos do art. 133 da Lei nº 6.404/76.(iv) Eleição/ratificação dos membros da Diretoria da Cocelpa. (v) Alteração da sede da sociedade Cocelpa. Curitiba, 09de julho de 2012.ANTÔNIO DE PAULI S.A. Luiz Claudio Bettega de Pauli.

ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAPÉIS - CNPJ/MF nº 77.171.106/0001-82 NIRE 41 3 0003027 8 - EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados todos os acionistas da ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAÉIS(“Companhia”),nos termos do artigo 124 da Lei nº 6.404/76e do artigo16, parágrafo segundodo Estatuto Social da Companhia, para a Assembléia Geral Extraordináriaa realizarse às 10h00 do dia 13de agosto 2012, na sede da Companhia localizada no Município de Curitiba, Estado doParaná, na Rua Wiegando Olsen, nº. 2800, Bairro CIC, CEP 81450110, para discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) aprovação do Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, assim como os demais documentos da Administração, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, os quais foram devidamente auditados pela empresa MARTINELLI AUDITORES, registrada no CRC sob o nº S 001132/o-9 e na CVM no Ato Declaratório nº. 1253 de 23/01/90, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 79.370.466/000139, com sede na Rua Dona Francisca, nº. 1.113, 10º e 11º andares, Bairro Saguaçu, cidade de Joinville, Estado de Santa Catarina.(ii) Alteração da sede da Companhia.A Companhia informa que os documentos referentes ao item “(i)” do presente Edital, se encontram à disposição dos Acionistas com antecedência na sede da Companhia, nos termos do art. 133 da Lei nº 6.404/ 76.Curitiba, 09de julho de 2012.(a) ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAPÉIS. Luiz Eduardo Taliberti.

EDITAL de CITAÇÃO de RHC DE OLIVEIRA ME, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CPF/MF n°68.220.342/0001-50, com PRAZO de 30(trinta) dias. A Dra. PATRICIA DE FUCIO LAGES DE LIMA, MM° Juíza de Direito Substituta da 11° Vara Civel da Comarca de Curitiba, Estado do Paraná, FAZ SABER que por este cartório e juízo, tramitam autos de AÇÃO DE EXECUÇÃO DE TITULO EXTRAJUDICIAL, n°991/2007, proposta por MERCANTIL ROMANA IND E COM DE PRO ALIMENTICIOS S/A em face RHC DE OLIVEIRA ME, pessoa jurídica de direito privado inscrita no CPF/MF n°68.220.342/0001-50, onde determinou-se, pelo Juízo, em 09.06.2007, a citação da executada para pagamento da quantia exigida ou oferecimento de bens á penhora, restando negativas as diligencias realizadas pelo Sr. Oficial de Justiça, para citação da executada, nos endereços constantes dos autos, e esgotados todos os meios possíveis para citação destes, estando portanto em lugar incerto e não sabido, fica RHC DE OLIVEIRA ME, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CPF/MF n°68.220.342/0001-50, CITADA, por este edital, dos termos da execução ora em processo, para que, no prazo de três (03) dias, contados da data da primeira publicação do presente Edital, pague a importância de R$78.912,81(setenta e oito mil, novecentos e doze reais e oitenta e um centavos), e honorários advocatícios fixados, estes últimos na forma do artigo 652-A, do CPC, em R$1.000,00(um mil reais) , ciente a executada da redução pela metade da verba honorária para pagamento no prazo acima estipulado, nos termos § único do artigo acima referido, sob pena de não o fazendo serem constritos judicialmente tantos bens quanto bastem à integral satisfação do debito, na forma do § 1° , do artigo652 do CPC ( Lei n°11.382/2006). Ficando ainda, ciente de que, independentemente de penhora, deposito ou caução, poderá opor embargos à execução, no prazo de quinze dias, e que, se os embargos forem manifestamente protelatórios, o Juiz aplicara a parte devedora multa de sobre o valor da execução, (CPC, art.736). Ciente ainda de que decorrido o prazo legal sem o pagamento, será procedida a penhora ou arresto de bens, observada a ordem legal (CPC, art. 655) e a sua avaliação, lavrando- se o respectivo auto e demais atos. Tudo de conformidade como contido nos autos acima indicados. Dado e Passado nesta cidade de Curitiba-PR, aos vinte e cinco (25) dias do mês de maio do ano de dois mil e doze (2.012). Eu (a) Renata Ferreira, Escrevente Juramentada, o digitei, conferi e subscrevo. PATRICIA DE FUCIO LAGES DE LIMA Juíza de Direito Substituta.


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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

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ARPECO S/A ARTEFATOS DE PAPÉIS C.N.P.J. 77.171.106/0001-82 RELATRIO DA ADMINISTRAO Aspectos Gerais S u b m e t e m o s à a p r e c i a ç ã o d e V. S a s . a s d e m o n s t r a ç õ e s contábeis, com parecer dos auditores independentes referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro 2011. Mensagem da Administração As perspectivas da Administração para o exercício de 2012 estão concentradas na busca por uma maior participação no mercado de embalagens, principalmente as relacionadas com produtos de embalagens para produtos alimentícios, sacolas de papel e sacos de embalagens. O ano de 2011 foi marcado por grandes desafios para a Companhia, que proporcionam grandes expectativas futuras para um melhor desempenho operacional e financeiro. A crescente demanda por embalagens de papel, adequado

com as estratégias de redução de custos, ganho em escala produtiva, melhores indicadores de rentabilidade e Market share garantem a Companhia grandes expectativas de ampliação nos seus negócios, além de uma maior rentabilidade em seus resultados. Perspectivas e Estratégias de Longo Prazo A Arpeco é reconhecida pela excelente qualidade dos seus produtos, além do excelente atendimento disponibilizado aos seus clientes, fato este que traz a Companhia parcerias a mais de uma década. As embalagens produzidas pela Arpeco trazem grandes benefícios para o planeta, pois com elas é possível reduzir o uso de sacolas e embalagens plásticas, além de ser um produto biodegradável e reciclável. Inserida neste contexto a Administração da Companhia entende que investimentos

em sua unidade produtiva são fundamentais para estes próximos anos, pois a tendência deste consumidores tende a crescer aceleradamente e a busca pelos produtos industrializados pela Companhia será cada vez mais alta, atendendo a exigência do mercado consciente e sustentável. Padrão Contábil A análise do desempenho da Companhia nos exercícios encerrados em 2011 e 2010, apresentados a seguir, levam benefícios para o planeta, pois com elas é possível reduzir o uso de sacolas e embalagens plásticas, além de ser um produto biodegradável e reciclável. Inserida neste contexto a Administração da Companhia entende que investimentos em sua unidade produtiva são fundamentais para estes próximos anos, pois a tendência deste consumidores tende

a crescer aceleradamente e a busca pelos produtos industrializados pela Companhia será cada vez mais alta, atendendo a exigência do mercado consciente e sustentável. Padrão Contábil A análise do desempenho da Companhia nos exercícios encerrados em 2011 e 2010, apresentados a seguir, levam em consideração as informações constantes das demonstrações contábeis individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que c o m p r e e n d e m a s n o r m a s d a C o m i s s ã o d e Va l o r e s Mobiliários (CVM) e os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standard – IFRS).

AUDITORES INDEPENDENTES Informamos que a empresa Martinelli Auditores não realizou a Companhia quaisquer serviços além daqueles relativos aos de auditoria. O relacionamento com a Empresa é balizado pelos princípios internacionais da independência, pelos quais o auditor não deve auditar seu próprio trabalho, não deve exercer funções gerenciais na Companhia, nem promover os interesses dela. AGRADECIMENTOS A administração da Companhia agradece aos acionistas, clientes, parceiros comerciais, fornecedores e instituições financeiras pela cooperação e confiança depositada e em especial a todos os colaboradores pela dedicação e esforços empreendidos, graças aos quais foi possível obter os resultados conseguidos. São José dos Pinhais, 23 de Março de 2012. A Administração

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO (Expressos em milhares de reais)

RESULTADO ABRANGENTE (Expressos em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (Expressos em milhares de reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS (Expressos em milhares de reais) ATIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa Contas a Receber de Clientes Estoques Adiantamento a Fornecedores Impostos a Recuperar Outros Créditos Despesas do Exercício Seguinte Total do Ativo Circulante NÃO-CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Empresas Ligadas Créditos Tributários Diferidos Depósitos Judiciais Total do Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Total do Ativo Não-Circulante

TOTAL DO ATIVO

Nota 6 7 8 9 10 11

12 13 20 14

31/12/2011

31/12/2010

354 1.602 643 816 33 1.205 3 4.656

516 2.190 1.019 1.111 170 672 3 5.681

10.640 111 32 10.783 20 22.937 33.740

10.174 51 10.225 56 23.399 33.680

38.396

39.361

PASSIVOEPATRIMÔNIOLÍQUIDO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Obrigações Sociais Obrigações Tributárias Adiantamento de Clientes Outras Obrigações Total do Passivo Circulante NÃO-CIRCULANTE Obrigações Tributárias Empresas Ligadas Provisões para Contingências Impostos Diferidos Total do Passivo Não-Circulante PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas Ajuste Avaliação Patrimonial Prejuizos Acumulados Total do Patrimônio Líquido

Nota

31/12/2011

31/12/2010

16 17 18 19 20 16

732 359 809 2.163 17 56 4.136

352 948 643 871 17 11 2.842

19 12 20 21

6.742 18.431 327 4.214 29.714

5.305 18.708 281 4.364 28.658

364 2.020 8.167 (6.005) 4.546

364 2.020 8.461 (2.984) 7.861

38.396

39.361

22 22.1

TOTALDOPASSIVOEPATRIMÔNIOLÍQUIDO

RESULTADO POR NATUREZA Nota Receita Operacional Líquida 23 (-) Custos do Produtos Lucro Bruto Despesas Operacionais Com Vendas 24 Gerais e Administrativas 25 Outras Receitas e Despesas 27 Resultado antes das Receitas e Despesas Financeiras Resultado Financeiro 28 Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social Imposto de Renda e Contribuição Diferidas Resultado Líquido do Exercício

31/12/2011 12.414 (9.424) 2.990

31/12/2010 21.755 (17.250) 4.505

(1.487) (3.284) 409

(1.993) (2.423) (256)

(1.372)

(167)

52 (2.163)

60 (1.134)

(3.483) 109 (3.374)

(1.241) (2) (1.243)

Ajuste de Exercícios Anteriores Resultado do Exercício (+) Ajuste pelo Custo Atribuído Total do Resultado Abrangentte

RECEITAS Vendas de produtos INSUMOS ADQUIRIDOS DETERCEIROS Custos de produtos, mercadorias e Serv. Vendidos Materiais - energia, serv. Terceiros e outros VALOR ADICIONADO BRUTO DEPRECIAÇÃO,AMORTIZAÇÃOEEXAUSTÃO VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO (CEDIDO) EMTRANSFERÊNCIA Receitas Financeiras VALOR ADICIONADOTOTAL A DISTRIBUIR (RECEBER) DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Pessoal Remuneração Direta Benefícios FGTS Impostos, Taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Remuneração de capitais Próprios Resultado do exercício

(Continuação das NOTAS EXPLICATIVAS) NOTA 11 - OUTROS CRÉDITOS

Em 31 de dezembro de 2009 Ajuste de Exercícios Anteriores Resultado do Exercício (-) Realização do Custo Atribuído (+) Ajuste pelo Custo Atribuído Em 31 de dezembro de 2010 Ajuste de Exercícios Anteriores Resultado do Exercício (-) Realização do Custo Atribuído (+) Ajuste pelo Custo Atribuído Em 31 de dezembro de 2011

Capital Social 364

Reservas de Capital 2.020

Lucros ou Prejuízos Acumulados (2.165)

Ajuste de Avaliação Patrimonial 8.745

Patrimônio Líquido Total 8.964

-

-

(1.243) 284 140

(284) -

(1.243) 140

364

2.020

(2.984)

8.461

7.861

364

2.020

(93) (3.374) 294 152 (6.005)

(294) 8.167

(93) (3.374) 152 4.546

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis. NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de Reais) NOTA 1 - INFORMAÇÕES GERAIS A Arpeco S/A - Artefatos de Papeis é uma das referências no segmento de embalagens e uma das empresas mais bem posicionadas no setor de sacarias de papel kraft. As embalagens produzidas pela Arpeco S/A atendem vários setores, com destaque ao de alimentício e agrícola. A empresa Arpeco S/A tem sua inscrição no CNPJ sob nº 77.171.106/000182 e NIRE nº 4130003027-8. Está estabelecida na cidade de São José dos Pinhais, estado do Paraná, na Rua Dr. Claudino dos Santos, 2001, Centro CEP 83.005-180. NOTA 2 - BASES DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2011 foram elaboradas de acordo com as novas práticas contábeis adotadas no Brasil, com atendimento integral da Lei nº 11.638/07, Lei nº 11.941/09 e pronunciamentos emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo CFC - Conselho Federal de Contabilidade. NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS 3.1 Classificações de Itens Circulantes e Não-Circulantes No Balanço Patrimonial, ativos e obrigações vincendas ou com expectativa de realização dentro dos próximos 12 meses são classificados como itens circulantes e aqueles com vencimento ou com expectativa de realização superior a 12 meses são classificados como itens não circulantes. 3.2 Compensações entre Contas Como regra geral, nas demonstrações contábeis, nem ativos e passivos, ou receitas e despesas são compensados entre si, exceto quando a compensação é requerida ou permitida por um pronunciamento ou norma brasileira de contabilidade e esta compensação reflete a essência da transação. 3.3 Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem numerário em poder da empresa, depósitos bancários de livre movimentação e aplicações financeiras de curto prazo e de alta liquidez com vencimento original em três meses ou menos. 3.4 Ativos Financeiros A companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não-circulantes). Os empréstimos e recebíveis da empresa compreendem "contas a receber de clientes e demais contas a receber" e "caixa e equivalentes de caixa". 3.5 Contas a Receber de Clientes As contas a receber de clientes correspondem aos valores a receber de clientes pela venda de produtos no decurso normal das atividades da Companhia. As contas a receber de clientes, inicialmente, são reconhecidas pelo valor justo e, subseqüentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa de juros efetiva menos a provisão para impairment (perdas no recebimento de créditos). 3.6 Estoques Os estoques são demonstrados pelo custo médio das compras, líquido dos impostos compensáveis quando aplicáveis, sendo inferior aos valores de realização líquidos dos custos de venda. Os estoques de produtos acabados compreendem as matérias-primas processadas e envolvimento de mão de obra direta e custos de produção na valorização dos itens. Quando necessário, os estoques são deduzidos de provisão para perdas com estoques, constituída em casos de desvalorização de estoques, obsolescência de produtos e perdas de inventário físico. Adicionalmente, em decorrência da natureza dos produtos da Companhia, em casos de obsolescências de produtos acabados, os mesmos podem ser reciclados, para reutilização na produção. A Companhia não possui nenhum dos seus itens de estoque apresentados como Garantia Penhor ou com alienação a contratos financeiros. 3.7 Imobilizado A Companhia utiliza o método de depreciação linear definida com base na avaliação da vida útil estimada de cada ativo, estimados com base na expectativa de geração de benefícios econômicos futuros, exceto terrenos, os quais não são depreciados. A avaliação da vida útil estimada dos ativos é revisada anualmente e ajustada se necessário, podendo variar com base na atualização tecnológica de cada unidade. A Companhia possui bens do Ativo Imobilizado apresentados como Garantia Penhor ou com alienação a contratos financeiros da Empresa Cocelpa, a qual faz parte do Grupo. 3.8 Impairment de Ativos Não-Financeiros Os ativos que têm uma vida útil indefinida não estão sujeitos à amortização. Os ativos que estão sujeitos à depreciação ou amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o valor em uso. 3.9 Contas a Pagar a Fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso ordinário dos negócios e são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subseqüentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa de juros efetiva. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente, ajustada a valor presente. 3.10 Empréstimos e Financiamentos Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos da transação incorridos e são, subseqüentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor de resgate (pagamentos) é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os empréstimos estejam em andamento, utilizando o método da taxa de juros efetiva. 3.11 Provisões As provisões são reconhecidas quando a empresa tem uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor foi estimado com segurança. Quando houver uma série de obrigações similares, a probabilidade de a Companhia liquidá-las é determinada, levando-se em consideração a classe de obrigações como um todo. Uma provisão é reconhecida mesmo que a probabilidade de liquidação relacionada com qualquer item individual incluído na mesma classe de obrigações seja pequena. As provisões são mensuradas, usando uma taxa antes do imposto, a qual reflete as avaliações atuais do mercado do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira. 3.12 Imposto de Renda e Contribuição Social As despesas fiscais do período compreendem o Imposto de Renda e Contribuição Social diferido. O imposto é reconhecido na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiver relacionado com itens reconhecidos diretamente no patrimônio. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no patrimônio. O Imposto de Renda e a Contribuição Social diferidos lançados no ativo não circulante e no passivo não circulante decorrem de prejuízos fiscais e bases negativas da contribuição social e de diferenças temporárias originadas entre receitas e despesas lançadas no resultado, entretanto, adicionadas ou excluídas temporariamente na apuração do lucro real e da contribuição social. Os ativos decorrentes de créditos tributários diferidos somente são reconhecidos quando há expectativa da geração de resultados futuros suficientes para compensá-los. 3.13 Benefícios a Empregados A Companhia concede aos empregados benefícios que envolvem seguro de vida, assistência médica e outros benefícios, os quais respeitam o regime de competência em sua contabilização, sendo cessados após término do vínculo empregatício. 3.14 Apurações do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil da competência dos exercícios, tanto para o reconhecimento de receitas quanto de despesas. 3.15 Reconhecimentos das Receitas de Vendas A receita de vendas compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos no curso normal das atividades. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos. A empresa reconhece a receita quando: (i) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade; e (iii) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades. O valor da receita não é considerado como mensurável com segurança até que todas as contingências relacionadas com a venda tenham sido resolvidas. Baseia suas estimativas em resultados históricos, levando em consideração o tipo de cliente, o tipo de transação e as especificações de cada venda. 3.16 Julgamentos e Uso de Estimativas Contábeis A preparação das demonstrações contábeis requer que a administração da Companhia se baseie em estimativas para o registro de certas transações que afetam os ativos e passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações contábeis. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subseqüentes, podem diferir dessas estimativas. As políticas contábeis e áreas que requerem um maior grau de julgamento e uso de estimativas na preparação das demonstrações contábeis, são:

NOTA 7 - CONTAS A RECEBER DE CLIENTES E DEMAIS CONTAS A RECEBER Os títulos de créditos são compostos por duplicatas e outros títulos, gerados no processo de vendas de produtos e estão registrados pelo seu valor de realização. 31/12/2011 31/12/2010 Contas a Receber de Clientes 1.602 2.416 Títulos Descontados (226) Parcela Circulante 1.602 2.190 Contas a Receber de Empresas Ligadas 10.640 10.174 Parcela Não-Circulante 10.640 10.174 Total a Receber de Clientes 1.602 2.190 Total das Demais Contas a Receber 10.640 10.174 Total Geral 12.242 12.364 Aging List Contas a Receber de Clientes A vencer em até 3 meses Contas a Receber de Clientes

31/12/2011 1.602 1.602

31/12/2010 2.190 2.190

Contas a Receber por Tipo de Moeda Reais Contas a Receber de Clientes

31/12/2011 1.602 1.602

31/12/2010 2.190 2.190

Na avaliação efetuada para fins de determinação do ajuste a valor presente, não foi constatada a aplicabilidade deste ajuste, pois o contas a receber possui liquidação em curtíssimo prazo de vencimento das faturas. NOTA 8 - ESTOQUES Os produtos acabados foram avaliados pelo custo de produção,as matérias primas, insumos, embalagens e materiais diversos no almoxarifado pelo custo médio de aquisição, não superando ao valor de mercado. Em 31 de dezembro de 2011 os estoques apresentam um valor de R$ 643 mil e estão registrados ao seu valor justo realizável menos o custo das vendas. Abaixo demonstramos os saldos deste grupo: 31/12/2011 62 389 192 643

31/12/2010

81 10 13 9 1 1.091 1.205

81 10 2 7 1 571 672

NOTA 12. EMPRESAS LIGADAS Operações de mútuos com empresas litadas Ativo Não Circulante

31/12/2011

31/12/2010

10.640

10.174

31/12/2011 18.431 18.431

31/12/2010 16.389 2 1.957 360 18.708

Total Passivo Não Circulante Cocelpa - Cia Celulose de Papel Conpel Cia Nordestina de Papel Compet Agro Florestal Outros Total Pessoas Ligadas

31/12/2010 151 527 341 1.019

NOTA 9 - ADIANTAMENTO A FORNECEDORES Inclui entrega de numerário a terceiros, especifica ao fornecimento de bens, produtos ou serviços predeterminados. É o caso da entrega de dinheiro na forma de conta corrente a ser saldada, ou pelo fornecimento citado, ou pela devolução. A Composição dos saldos está apresentada no quadro a seguir: 31/12/2011 261 232 123 43 36 36 28 21 14 10 6 6 816

31/12/2010 831 116 43 36 13 21 14 4 6 6 21 1.111

31/12/2011 13 6 4 10 33

31/12/2010 6 4 132 19 9 170

NOTA 10 - IMPOSTOS A RECUPERAR IRRF a Compensar IRPJ Estimativa a Compensar CSLL Estimativa a Compensar IRPJ - Prejuízo Fiscal CSLL - Base Negativa IRPJ/CSLL - Saldo Negativo Total dos Impostos a Recuperar

31/12/2010

16.610

29.686

(7.808) (2.913) 5.889 (469)

(17.250) (3.200) 9.235 (756)

5.420

8.479

52

60

5.472 5.472

8.539 8.539

2.145 355 122

1.593 839 114

2.410 1.800 571

2.716 3.058 411

1.430 13

1.002 49

(3.374)

(1.243)

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

(Continuação das NOTAS EXPLICATIVAS)

A realização desse saldo está na dependência de projeção financeira e de reestruturação societária, sendo analisado pela Diretoria e Conselho de Administração, cuja conclusão, definirá as diretrizes para recebimento futuro. O contas a receber/pagar com partes relacionadas são, principalmente, decorrentes de operações comerciais entre as empresas. Referidas operações não têm garantias e não estão sujeitas a juros, visto que há pretensão de liquidação futura.

No 2º Trimestre de 2011, com a consolidação da dívida federal, o referido saldo foi utilizado como forma de pagamentos dos débitos devidos e parcelados através da lei 11.941/2009.

31/12/2011

IRPJ25%

CSLL9%

Total

327 327

82 82

29 29

111 111

Base Cálculo Impostos Diferidos Provisões para Contingências Total de Impostos Diferidos

A composição dos Impostos Diferidos classificados à longo prazo tem como base a Constituição de Provisões de Contingências.

NOTA 14 - IMOBILIZADO A Companhia efetua anualmente a revisão da vida útil dos imobilizados em atendimento ao ICPC 10 - Interpretação sobre a aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28 e 37, o qual exige que a vida útil e o valor residual do imobilizado seja revisada no mínimo a cada exercício. Ativo Imobilizado e suas movimentações: Terrenos

Edifíc. e Benf.

Maquinas Maq e Equip.

Instal.

Móveis e Mov e Utens.

Veículos

Outros

Imobiliz. Andam.

Total

Em 31 de dezembro de 2009 Custo Dep. Acum. e Impairment Valor Justo Atribuído (CPC 27) Valor líquido contábil

9.584 5.200 14.784

832 (565) 3.075 3.342

1.796 (1.710) 4.888 4.974

125 (125) -

128 (99) 46 75

45 (57) (12)

1.528 (1.748) 48 (172)

125 125

14.163 (4.304) 13.257 23.116

Saldo Inicial Adições Baixa Depreciação Saldo Final

14.784 14.784

3.342 (186) 3.156

4.974 668 (171) (566) 4.905

-

75 2 (6) 71

(12) 11 (1)

(172) (9) (181)

125 665 (125) 665

23.116 1.335 (296) (756) 23.399

14.784

7.352 (2.447) 4.905

125 (125) -

176 (105) 71

45 (46) (1)

1.576 (1.757) (181)

790 (125) 665

28.755 (5.356) 23.399

Em 31 de dezembro de 2010 Custo Dep. Acum. e Impairment Valor líquido contábil

14.784

3.907 (751) 3.156

Saldo Inicial Adições Depreciação Saldo Final

14.784 14.784

3.156 (104) 3.052

4.905 (352) 4.553

-

71 6 (5) 72

(1) 1 -

(181) 1 (9) (189)

665 665

23.399 8 (470) 22.937

Em 31 de dezembro de 2011 Custo Dep. Acum. e Impairment Valor líquido contábil

14.784 14.784

(751) 3.803 3.052

(2.447) 7.000 4.553

(125) 125

(99) 171 72

(45) 45 -

(1.756) 1.567 (189)

(125) 790 665

(5.348) 28.285 22.937

DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Resultado Líquido do Exercício Ajustes: Depreciação e Amortização Ajuste de Exercícios Anteriores Juros Provisionados Resultado Líquido do Exercício Ajustado Clientes Estoques Outros Créditos (Aumento) ou Diminição do Ativo Fornecedores Outras Contas a Pagar Aumento ou (Diminição) do Passivo Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição/Baixa de Investimentos Aquisição de Imobilizado Venda de Imobilizado Empréstimos Concedidos a Pessoas Ligadas Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Investimento DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimento de Empréstimos e Financiamentos Pagamento de Empréstimos e Financiamentos Juros Pagos Ajuste pelo Custo Atribuído Reversão Juros Capital Próprio Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Financiamento AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Exercício Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Exercício

NOTA 15 - RECUPERABILIDADE DOS ATIVOS (IMPAIRMENT) Anualmente ou quando houver indicação de perda relevante a Companhia efetua o levantamento, porém neste exercício a Companhia não realizou os testes de recuperabilidade do saldo contábil de ativos devido à falta de evidências que justifiquem o cálculo sobre o imobilizado e outros ativos não circulantes para determinar se estes sofreram perdas por "impairment". Estes testes são realizados de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. NOTA 16 - FORNECEDORES E OUTRAS OBRIGAÇÕES 16.1 - Fornecedores 31/12/2011 31/12/2010 Contas a Pagar a Fornecedores 732 349 Contas a Pagar a Empresas Ligadas 3 Contas a Pagar a Fornecedores 732 352 Aging List Contas a Pagar Vencidos A vencer em até 3 meses Contas a Pagar a Fornecedores

31/12/2011 732 732

31/12/2010 42 310 352

Na avaliação efetuada para fins de determinação do ajuste a valor presente dos fornecedores, não foi constatada a aplicabilidade deste ajuste, pois o contas a pagar possui liquidação em sua maioria em curtíssimo prazo de vencimento. 16.2 - Outras Obrigações 31/12/2011 31/12/2010 Empréstimos e Financiamentos 359 948 Obrigações Sociais 809 643 Obrigações Tributárias 2.163 871 Outras Obrigações 73 28 Parcela Circulante 3.404 2.490 Obrigações Tributárias 6.742 5.305 Empresas Ligadas 18.792 18.708 Impostos Diferidos 1.174 1.323 Outras Obrigações 327 357 Parcela Não-Circulante 27.035 25.693 31/12/2011 732 30.439 31.171

Total a Pagar a Fornecedores Total de Outras Contas a Pagar Total Geral

31/12/2010 352 28.183 28.535

O aumento do grupo de fornecedores é em função da negociação e ampliação do prazo médio de pagamento, visto que a Companhia está buscando reestruturar seu fluxo financeiro de liquidação de Curto Prazo. NOTA 17 - EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS A Companhia participa de operações que envolvem instrumentos financeiros, todos registrados em suas contas patrimoniais e negociados em moeda nacional, que se destinam a atender suas necessidades operacionais. A empresa restringe sua exposição de riscos efetuando seus investimentos em instituições financeiras com alta remuneração em aplicações financeiras de curto prazo, e suas operações de financiamentos com bancos oficiais com juros de mercado e avalia que o risco nessas instituições financeiras é baixo, pois as obrigações são realizadas com bancos de reconhecida solidez dentro de limites aprovados. A Companhia também restringe a sua exposição de riscos de crédito por meio de vendas para clientes com analise de crédito continua. Em 31/12/2011, 60% da carteira de clientes da Companhia estava pulverizada não apresentando risco de crédito relevante associado aos clientes. O valor contábil dos instrumentos financeiros das contas do balanço equivale aproximadamente ao valor de mercado e esta representado por empréstimos e financiamentos com instituições financeiras em moeda nacional. A empresa não possui registros de instrumentos derivativos reconhecidos ou não no Ativo e Passivo em seu balanço patrimonial e não participa em operações de contratos com instrumentos financeiros derivativos em qualquer outra operação ou cenário de risco definida pela deliberação acima. A natureza das obrigações pode ser sumariada como segue: a) Empréstimos e Financiamentos: Circulante Financiamentos Total de Empréstimos e Financiamentos Taxas Capital de Giro

31/12/2011

31/12/2010

359 359

948 948

1,00%

0,90%

31/12/2011

31/12/2010

359 359

948 948

31/12/2011

31/12/2010

359 359

948 948

b) Vencimento: Por Data de Vencimento De 6 meses a 1 ano c) Moeda: PorTipo de Moeda Reais

Por Indexação Taxas-Pós Fixadas

31/12/2011

31/12/2010

CDI +1%

CDI + 0,90%

NOTA 18 - OBRIGAÇÕES SOCIAIS Está composta por: Salários a Pagar FGTS a Pagar INSS a Pagar Férias a Pagar Pró-labore Total Obrigações Sociais

a)

31/12/2011 43 25 369 163 209 809

31/12/2010 40 13 52 164 374 643

a) Correspondem a INSS patronal de Junho a Dezembro de 2011, em aberto que será parcelado no decorrer do exercício seguinte. NOTA 19 - OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS Está composta por: 31/12/2011 31/12/2010 Cofins 72 38 ICMS a) 547 76 IPI 21 88 Imposto de Renda Fonte 64 32 IRPJ 154 154 PIS 15 8 ISS Retido Fonte 1 1 CSLL 64 64 PCC Retidos Fonte 1 1 Parcelamento Estadual (ICMS) 146 107 Parcelamentos Federais 515 251 Parcelamentos Federais 11.941 b) 432 51 Parcelamento IPTU 131 Parcela Circulante 2.163 871 Parcelamento Estadual (ICMS) Parcelamentos Federais Parcelamentos Federais 11.941 Parcelamento IPTU Parcela Não Circulante

b)

Total ObrigaçõesTributárias

31/12/2011 224 1.198 4.412 908 6.742

31/12/2010 311 733 4.261 5.305

8.905

6.176

a) O Saldo de ICMS no Circulante será parcelado no decorrer do exercício de 2012, e corresponde aos meses de abril a dezembro de 2011. b) Saldo consolidado em 2011 de tributos parcelados de acordo com a promulgação da Lei 11.941/2009. NOTA 20 - PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS A Companhia mantém provisões para contingências fiscais, cíveis e trabalhistas, cuja possibilidade de perda foi avaliada como de risco provável e para as contingências possíveis, houve provisão de 50% do risco. A administração da companhia prevê que a provisão para contingência constituída é suficiente para cobrir eventuais perdas com processos judiciais. Parte destas contingências está suportada por depósitos judiciais relacionadas aos processos em discussão, conforme demonstrado abaixo: 31/12/2011 31/12/2010 Depósitos Judiciais - Trabalhistas 32 51 Total Provisões 32 51 Trabalhistas, tributárias e cíveis: A companhia é parte envolvida em processos trabalhistas e tributários em andamento, e está discutindo essas questões tanto na esfera administrativa como na judicial, as quais, quando aplicáveis, são amparadas por depósitos judiciais. As provisões para as eventuais perdas decorrentes desses processos são estimadas e atualizadas pela administração, amparada pela opinião de seus consultores legais internos e externos. A natureza das obrigações pode ser sumariada como segue: 31/12/2011 287 40 327

Contingência trabalhista Contingência tributária Contingência Cível Total Provisões

31/12/2010 297 20 40 357

NOTA 21 - IMPOSTOS DIFERIDOS As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação desses créditos e débitos diferidos, são de 25% para o Imposto de Renda e de 9% para a Contribuição Social. Referidos impostos foram constituídos tendo como base os ajustes previstos pelo pronunciamento técnico - CPC 27 - Ativo Imobilizado. Passivo Fiscal Diferido IRPJ / CSLL Diferido Total Ativo Não-Circulante

BASE 12.394 12.394

IRPJ 3.099 3.099

CSLL 1.115 1.115

Total 4.214 4.214

NOTA 22 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO Está composta por: Resultado do Exercício Absorção de Prejuizos Acumulados Lucro Líquido do Exercício Capital Social Ajuste Avaliação Patrimonial Reservas Patrimônio Liquido

31/12/2011 (3.374) (2.631) (6.005) 364 8.167 2.020 4.546

31/12/2010 (1.243) (1.741) (2.984) 364 8.461 2.020 7.861

NOTA 29 - COBERTURA DE SEGUROS A companhia mantém os seguintes seguros: ValorTotal de Cobertura

Seguradora

Modalidade

Objeto

Coberturas

Vigência

Bradesco Vida e Previdência

Vida e Previdência

Garantir o pagamento de indenização aos beneficiários indicados ou ao próprio segurado, na ocorrência de eventos cobertos pelo plano.

Morte, Morte Acidental, Invalidez Permanente por Acidente, Invalidez Funcional Permanente Total por Doença.

O seguro terá o seu início às 24h:00 min (vinte e quatro horas) a partir do dia 15/12/2010 até 24h:00 min (vinte e quatro horas) do dia 15/12/2011.

858.000

ACE Seguradora S.A.

Seguro de vida empresarial

Seguro de Vida em Grupo Acidente Pessoas Coletivo

Morte, Invalidez, Assistência Funeral

O seguro terá o seu início às 24h:00 min (vinte e quatro horas) a partir do dia 15/12/2010 até 24h:00 min (vinte e quatro horas) do dia 15/12/2011.

333.333

Valor Total de Coberturas

1.191.333

A Companhia não possui seguro do seu parque fabril, porém o processo de contratação está em análise pela Administração da empresa. São José dos Pinhais, 23 de Março de 2012.

31/12/2011

31/12/2010

(3.374)

(1.243)

469 (93) 4 (2.994) 588 375 (192) 771 380 2.838 3.218

756 133 (354) 318 (418) 7 (93) (350) (19) (369)

995

(816)

34 (7) (1.102)

48 (1.335) 296 1.127

(1.075)

136

934 (1.405) (123) 152 360

4.074 (3.277) 140 -

(82)

937

(162)

257

516

259

354

516

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

(Continuação das NOTAS EXPLICATIVAS) 22.1 - CAPITAL SOCIAL O Capital Social de R$ 364 em 31 de dezembro de 2011 está totalmente integralizado, é composto de 37.548 ações, distribuído da seguinte maneira: Quantidade % Fontes Participações e Administração Ltda 11.473 30,556% TPI Administracao e Participações Ltda 11.473 30,556% RDK Administração e Participações Ltda 11.473 30,556% O.Z. Participações Ltda. 3.129 8,333% Total 37.548 100,00% NOTA 23 - RECEITAS Está composta por: Mercado Interno Vendas Embalagens S.O.S Vendas Embalagens M.V.C Total Mercado Interno (-) Impostos sobre Vendas (-) Devoluções e Abatimentos Receita Líquida de Vendas NOTA 24 - DESPESAS COM VENDAS Está composta por: Despesas com pessoal Ocupação Utilidades e Serviços Despesas Gerais Despesas Com Veículos Serviços de Terceiros Total

31/12/2011

31/12/2010

10.329 6.524 16.853 (4.196) (243) 12.414

11.494 18.191 29.685 (7.685) (245) 21.755

31/12/2011 (315) (13) (23) (1.122) (1) (13) (1.487)

31/12/2010 (267) (26) (29) (1.653) (3) (15) (1.993)

31/12/2011 (693) (675) (587) (558) (469) (247) (34) (21) (3.284)

31/12/2010 (435) (583) (431) (581) (8) (305) (38) (42) (2.423)

31/12/2011 (558) (558)

31/12/2010 (581) (581)

NOTA 25 - DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS Está composta por: Serviços de Terceiros Despesas com Pessoal Impostos e Taxas Honorários Depreciação Despesas Gerais Utilidades e Serviços Despesas com Veículos Total NOTA 26 - REMUNERAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO Está composta por: Remuneração de Diretores Total

d) Indexadores TECNI ACO MAQ. E EQUIPAM. COCELPA CIA CELULOSE OUTROS FORNECEDORES LANER E LANER COM E REPR CONVERPAK IND MAQ IMP EXP LTDA YDF REPRESENTAÇÕES DOURADO E ESPILMAN LTDA LUIZ ROBERTO MANTOVANELLI DOURADO E SPILMAN LTDA MIGLIORINI REPRESENTAÇÕES LUPE ENGENHARIA BAGPACK EMBALAGENS REPR USINAGEM MEC LTDA Total dos Adiant. Fornecedores

31/12/2011

NOTA 13 - IMPOSTOS DIFERIDOS

a)Créditos de liquidação duvidosa que são inicialmente provisionados e posteriormente lançados para perda quando esgotadas as possibilidades de recuperação; b) Vida útil e valor residual dos ativos imobilizados; c) Impairment dos ativos imobilizados; d) Expectativa de realização dos créditos tributários diferidos dos impostos de renda e da contribuição social; e) Passivos contingentes que são provisionados de acordo com a expectativa de êxito, obtida e mensurada em conjunto a assessoria jurídica da empresa. NOTA 4 - GERENCIAMENTO DE RISCOS DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Com atendimento integral da Lei nº 11.941/09 e pronunciamentos emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo CFC - Conselho Federal de Contabilidade, que aprovou os Pronunciamentos Técnico CPC nº 38, 39 e 40, a Companhia revisou os principais instrumentos financeiros ativos e passivos em 31 de dezembro de 2011, bem como os critérios para a sua valorização, avaliação, classificação e os riscos a eles relacionados, os quais estão descritos a seguir: a) Recebíveis: São classificados como recebíveis os valores de caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outros ativos circulantes, cujos valores registrados aproximam-se, na data do balanço, aos de realização. b) Aplicações Financeiras: Os Certificados de Depósitos Bancários são classificados como disponível para utilização e registrados contabilmente pelo custo atualizado de acordo com as bases contratuais. Os valores registrados equivalem, na data do balanço, aos seus valores de mercado. c) Outros passivos financeiros: São classificados neste grupo os empréstimos e financiamentos, os saldos mantidos com fornecedores e outros passivos circulantes. Os empréstimos e financiamentos são classificados como passivos financeiros não mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais. d) Valor justo: Os valores justos dos instrumentos financeiros são iguais aos valores contábeis. e) Gerenciamento de riscos de instrumentos financeiros: A Administração da Companhia realiza o gerenciamento a exposição aos riscos de taxas de juros, câmbio, crédito e liquidez em suas operações com instrumentos financeiros dentro de uma política global de seus negócios. • Riscos de taxas de juros O objetivo da política de gerenciamentos de taxas de juros da Companhia é o de minimizar as possibilidades de perdas por conta de flutuações nas taxas de juros que aumentem as despesas financeiras relativas a empréstimos e financiamentos captados no mercado. Para o gerenciamento do risco de taxa de juros, a Companhia adota a estratégia de diversificação de instrumentos financeiros lastreado em taxas fixas e variáveis. A Companhia monitora continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de operações para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas e adotam política conservadora de captação e aplicação de seus recursos financeiros. • Risco de crédito A Companhia possui diversificação da carteira de clientes, realizando contínuo acompanhamento dos prazos de financiamento das vendas. • Risco de liquidez A política de gerenciamento de riscos implica em manter um nível seguro de disponibilidades de caixa ou acessos a recursos imediatos. • Gestão de risco de capital Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade de suas operações, para oferecer retorno aos seus acionistas e garantia às demais partes interessadas, além de manter uma adequada estrutura de capital. NOTA 5 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS POR CATEGORIA a) Ativos Financeiros Disponíveis para Venda Ativo Financeiro Circulante 31/12/2011 31/12/2010 Caixa e equivalentes 61 315 Aplicações financeiras 293 201 Contas a receber 1.602 2.190 Total 1.956 2.706 Taxa Média Rendimento de Aplicações CDB 1% + CDI b) Passivos Financeiros Outros Passivos Circulantes Passivo Financeiro Circulante 31/12/2011 31/12/2010 Fornecedores 732 352 Emprestímos e Financiamentros 359 948 Total 1.091 1.300 NOTA 6 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA São constituídos pelos saldos de caixa e bancos e aplicações financeiras de liquidez imediata. As aplicações financeiras referem-se basicamente a aplicações de liquidez imediata, sem perdas significativas no resgate antecipado. As aplicações financeiras são atualizadas até o limite do valor de mercado desses títulos e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 31/12/2011 31/12/2010 Caixa 2 2 Bancos Conta Movimento 59 313 Aplicações Financeiras 293 201 Total de Caixa e Equivalentes 354 516

Produtos acabados Matérias primas Produtos em poder de terceiros Total dos Estoques

31/12/2011

(1.243) 140 (1.103)

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (Expressos em milhares de reais)

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Ativo Circulante Empréstimos Adiantamento de Salarios Adiantamento para Viagens Adiantamento de Ferias Juros s/Empr Eletrobrás Outros Adiantamentos Total Outros créditos

31/12/2010

(93) (3.374) 152 (3.315)

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

As Notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Expressos em milhares de reais)

31/12/2011

NOTA 27 - OUTRAS RECEITAS E DESPESAS Está composta por: 31/12/2011

31/12/2010

(+) Outras Receitas Outras Receitas Reversão de Provisões Total Outras Receitas

543 20 563

222 100 322

(-) Outras Despesas Provisões Outras Despesas Total Outras Despesas

(26) (128) (154)

(429) (149) (578)

409

(256)

Total Outras Receitas e Despesas

NOTA 28 - RESULTADO FINANCEIRO A maior oscilação neste grupo de contas em 2011 ocorreu em função da atualização sobre o passivo tributário, cujo montante está parcelado através da Lei 11.941/2009. Demonstramos abaixo: 31/12/2011 31/12/2010 (+) Receitas Financeiras Juros s/ Aplicação Financeiras 29 21 Juros Mora Ativos 23 39 Total Receitas Financeiras 52 60 (-) Despesas Financeiras Juros s/ Financiamentos Juros Mora Passivos Juros Recolhimento de Tributo Multa Recolhimento de Tributo Juros Tributos Parcelados Descontos Concedidos Despesas Bancárias Juros/Encargos Financeiros IOF Total Despesas Financeiras

(126) (37) (49) (272) (1.512) (5) (32) (110) (20) (2.163)

(133) (1) (20) (27) (491) (2) (81) (358) (21) (1.134)

Total Resultado Financeiro

(2.111)

(1.074)

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Diretores e Acionistas da ARPECO S.A.ARTEFATOS DE PAPEIS Examinamos as demonstrações contábeis da ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAPEIS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para os exercícios findos naquelas datas, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAPEIS é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis No exercício de 2009, conforme estabelecido pelo ICPC 10/CPC 27 (IAS 16), a Companhia optou para a adoção inicial dos novos pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC em convergência ao IFRS, pela atribuição de custo ao ativo imobilizado. No encerramento do balanço de 31 de dezembro de 2011 não foram apresentados estudos a fim de suportar a recuperabilidade dos ativos, conforme mencionado na nota explicativa nº 15. Consequentemente não temos condições de opinar sobre a necessidade ou não de se constituir provisão para perdas decorrentes de impairment. Opinião sobre as demonstrações contábeis Em nossa opinião,exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ARPECO S.A. ARTEFATOS DE PAPEIS em 31 de dezembro de 2011 e 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para os exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme apresentado na nota explicativa nº 12, a Companhia possui créditos a receber de empresas ligadas, no montante de R$ 10.640 mil, cuja realização é dependente de uma possível reestruturação societária, a qual está sendo alvo de análise por parte de sua Administração. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referente aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Curitiba, 05 de abril de 2012. CARLOS A. FELISBERTO Contador CRC(PR) nº 037293/O-9

DIRETORIA Luiz Alberto Bettega de Pauli Diretor

Luiz Claudio Bettega de Pauli Diretor

Silvia do Rocio Gusso Guras Laureano Contadora - CRC/PR 038742/O-1

MARTINELLI Auditores CRC(SC) nº 001.132/O-9-F-PR.


DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. Curitiba - PR BALANÇO PATRIMONIAL P A S S IV O

AT IV O R$ Mil 30/jun./11 31/dez./10 2.852 3.284 136 140 2.623 2.947 1 1 2.622 2.946 93 197 93 197 4.833 4.841 4.833 4.841 3.534 3.534 1.299 1.307 1.183 1.228 290 290 290 290 893 938 1.524 1.479 (631) (541) 169 169 (169) (169)

CIRCULANTE DISPONIBILIDADES OUTROS CRÉDITOS Rendas a Receber Diversos OUTROS VALORES E BENS Outros Valores e Bens REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OUTROS CRÉDITOS Valores Específicos Diversos PERMANENTE INVESTIMENTOS Outros Investimentos IMOBILIZADO DE USO Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciação Acumulada DIFERIDO Benfeitorias em Bens de Terceiros (-) Amortização Acumulada

TOTAL DO ATIVO 8.868 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

9.353

R$ Mil 30/jun./11 31/dez./10 3.525 3.722 415 415 3.110 3.722 1.194 1.676 1.916 2.046 4.102 3.705 4.102 3.705 568 171 3.534 3.534 1.241 1.926

CIRCULANTE OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS NO PAÍS Empréstimos no País - Outras Instituições OUTRAS OBRIGAÇÕES Fiscais e Previdenciárias Diversas EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES Fiscais e Previdenciárias Diversas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital: De Domiciliados no País Lucros Acumulados

1.050 191

1.050 876

R$ Mil Períodos 01/jan./11 01/jul./10 a a 30/jun./11 31/dez./10 (695) 252 12.142 11.795 (2.675) (2.486) (9.222) (8.334) (773) (827) (168) 104 (696) 252 15

TOTAL DO PASSIVO

8.868

9.353

R$ Mil EVENTOS

LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

CAPITAL REALIZADO

SALDOS INICIAIS EM 01 DE JULHO DE 2010

1.050

SALDOS FINAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

1.050

Prejuízo do Semestre Ajustes de Exercícios Anteriores SALDOS FINAIS EM 30 DE JUNHO DE 2011

TOTAL

609

Lucro Líquido do Semestre

1.050

1.659

267

267

876

1.926

(696)

(696)

11

11

191

1.241

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS VARIAÇÕES NAS DISPONIBILIDADES DE GRUPOS DE CONSÓRCIOS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30/JUN./11 E 31/DEZ./10 E VALORES ACUMULADOS ATÉ 30/JUN./11 R$ Mil Valor no Período 30/jun./11 9.677 645 2.167 6.865 41.707 28.700 12.062 1 364 101 280 45 154 38.685 24.821 12.082 55 270 3 709 745 12.699 392 2.577 9.730

DISPONIBILIDADES NO INÍCIO DO PERÍODO Depósitos Bancários Aplicações Financeiras do Grupo Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações (+) RECURSOS COLETADOS Contribuições para Aquisição de Bens Taxa de Administração Contribuições ao Fundo de Reserva Rendimentos de Aplicações Financeiras Multas e Juros Moratórios Prêmios de Seguros Custas Judiciais Outros (-) RECURSOS UTILIZADOS Aquisição de Bens Taxa de Administração Multas e Juros Moratórios Prêmios de Seguros Custas Judiciais Devolução a Consorciados Desligados Outros DISPONIBILIDADES NO FIM DO PERÍODO Depósitos Bancários Aplicações Financeiras do Grupo Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações

Valor Acumulado 30/jun./11

31/dez./10 8.173 238 2.081 5.854 40.691 27.447 11.737 2 139 114 208 12 1.032 39.187 26.426 11.737 59 171 11 783 0 9.677 645 2.167 6.865

334.208 223.587 104.880 29 2.828 754 1.954 56 120 321.509 211.720 104.880 392 1.907 13 2.466 131 12.699 392 2.577 9.730

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SEMESTRE FINDO EM 30 DE JUNHO DE 2011 (Valores em R$ Mil) - IMOBILIZADO Está demonstrado ao custo de aquisição, acrescido de correção monetária até 31/ dez./95, ajustado por depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear, à taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil, fixado por espécie de bens, como segue: CIAÇÃO % ANUAL ACUMURESIDUAL RESIDUAL DE DEPRECIAÇÃO CUSTO LADA 30/JUN./11 31/DEZ./10 - Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso 10 740 (154) 586 556 - Sistema Processamento Dados 20 148 (111) 37 41 - Sistema de Comunicação 10 13 (0) 13 13 - Veículos 20 e 25 623 (366) 257 328 Totais 1.524 (631) 893 938 - DIFERIDO Demonstrado pelo custo de aquisição e corrigido monetariamente até 31/dez./95, ajustado por amortizações acumuladas, calculadas a partir do momento em que começam a ser usufruídos os benefícios respectivos, em períodos que não ultrapassem o prazo máximo estabelecido na Lei nº 6.404/76, como segue: DEPRECIAÇÃO % ANUAL DE DEPREACUMURESIDUAL RESIDUAL CIAÇÃO CUSTO LADA 30/JUN./11 31/DEZ./10 - Benfeitorias Imóveis Terceiros 4% 169 (169) 0 0 D) PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações e correções monetárias incorridas. II - PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS A) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ São demonstradas pelos valores de aplicação acrescidos dos rendimentos incorridos até a data do balanço, sendo que os rendimentos remanescentes dessas aplicações após a apropriação dos rendimentos vinculados às obrigações por contemplações a entregar, são incorporados ao fundo comum de cada grupo, por intermédio de rateio proporcional à participação de cada grupo no total das receitas. B) OUTROS CRÉDITOS No ativo circulante, direitos junto a consorciados contemplados referem-se às parcelas vincendas a título de fundo comum e fundo de reserva, calculados com base no valor do bem vigente no mês e, aplicáveis aos consorciados contemplados Normais, Em Atraso e Em Cobrança Judicial, como segue: 30/jun./11 31/dez./10 Direitos junto a consorciados contemplados 107.048 90.955 - Normais 95.618 85.655 - Em Atraso 2.340 4.301 - Cobrança Judicial 9.090 999

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS RECURSOS DE CONSÓRCIOS R$ Mil 30/jun./11 ATIVO CIRCULANTE 119.917 DISPONIBILIDADES 392 Depósitos Bancários 392 Depósitos Bancários 392 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ 12.307 Outras 12.307 Aplicações Financeiras 12.307 OUTROS CRÉDITOS 107.218 Valores Específicos 107.218 Bens Retomados ou Devolvidos 170 Direitos Junto a Consorciados Contemplados 107.048 COMPENSAÇÃO 1.659.781 Consórcio 1.659.781 Previsão Mensal de Recursos a Receber de Consorciados 5.986 Contribuições Devidas ao Grupo 840.546 Valor dos Bens ou Serviços a Contemplar 813.249 TOTAL GERAL DO ATIVO 1.779.698

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 P A S S IV O R$ Mil 2010 3.284 140 2.947 1 2.946 197 197 4.841 4.841 3.534 1.307 1.228 290 290 938 1.479 (541) 169 (169)

TOTAL DO ATIVO

6.156

9.353

CIRCULANTE OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS NO PAÍS Empréstimos no País - Outras Instituições OUTRAS OBRIGAÇÕES Fiscais e Previdenciárias Diversas EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES Fiscais e Previdenciárias Diversas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital: De Domiciliados no País Lucros ou Prejuízos Acumulados

TOTAL DO PASSIVO

2011 3.212 500 500 2.712 1.226 1.486 1.835 1.835 471 1.364 1.109

2010 3.722 3.722 1.676 2.046 3.705 3.705 171 3.534 1.926

1.050 59

1.050 876

6.156

9.353

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 R$ Mil CAPITAL REALIZADO

LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

SALDOS INICIAIS EM 01 DE JANEIRO DE 2010

550

1.517

2.067

1 - PREJUÍZO DO PERÍODO 2 - AUMENTO DE CAPITAL 3 - OUTROS EVENTOS - Ajustes de Exercícios Anteriores

500

(128) (500)

(128) -

EVENTOS

SALDOS FINAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 1 - PREJUÍZO DO PERÍODO 2 - OUTROS EVENTOS - Ajustes de Exercícios Anteriores (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

9.032 9.032 9.032 91.098 91.098 143 90.955 1.979.959 1.979.959 6.967 997.285 975.707 2.080.734

TOTAL

-

(13)

(13)

1.050

876

1.926

-

(832)

(832)

-

15

15

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (MÉTODO INDIRETO)

01/jan./11 a 30/jun./11 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Prejuízo/Lucro Líquido do Semestre Ajustes por: Depreciações Ajustes de Exercicios Anteriores Resultado na Alienação de Bens e Direitos Resultado Ajustado Variações nos Ativos e Passivos: (Aumento)/Redução dos Ativos Valores a Receber Devedores Diversos País Adiantamentos e Antecipações Salariais Impostos a Compensar Adiantamento a Fornecedores Despesas Antecipadas Ativo Realizável a Longo Prazo Aumento/(Redução) dos Passivos Empréstimos e Financiamentos Obrigações Fiscais e Previdenciárias Pagamentos a Efetuar Credores Diversos País Recursos não Procurados (Grupos de Consórcios) Obrigações para Aquisições de Bens Passivo Exigível a Longo Prazo Caixa Líquido Gerado pelas Atividades Operacionais FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aquisições de Imobilizado Caixa Líquido Aplicado nas Atividades de Investimento (REDUÇÃO)/AUMENTO LÍQUIDO DO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período Caixa e Equivalentes de Caixa no Fim do Período

R$ Mil Períodos 01/jul./10 a 31/dez./10

(696)

267

89 11 (596)

45 43 355

104 (54) (47) (40) 465 8

85 68 (5) (221) (29) (3.224)

415 (481) 267 (387)

42 (107) 284

5 (16) 398

171 38 2.637

41

94

(45)

(8)

(45)

(8)

(4)

86

140

54

136

140

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS RECURSOS DE CONSÓRCIOS

(Continuação das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis do Semestre Findo em 30 de junho de 2011

P A S S IV O R$ Mil 30/jun./11 PASSIVO CIRCULANTE 119.917 OUTRAS OBRIGAÇÕES 119.917 Obrigações Diversas 119.917 Obrigações com Consorciados 72.134 Valores a Repassar 3.050 Obrigações por Contemplações a Entregar 9.730 Obrigações com a Administradora 970 Recursos a Devolver a Consorciados 22.041 Recursos do Grupo 11.992 COMPENSAÇÃO 1.659.781 Consórcio 1.659.781 Recursos Mensais a Receber de Consorciados 5.986 Obrigações do Grupo por Contribuições 840.546 Bens ou Serviços a Contemplar - Valor 813.249 TOTAL DO PASSIVO 1.779.698

31/dez./10 100.775 100.775 100.775 68.074 2.340 6.865 970 15.455 7.071 1.979.959 1.979.959 6.967 997.285 975.707 2.080.734

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) (Continuação das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis do Semestre Findo em 30 de junho de 2011 C) CONTAS DE COMPENSAÇÃO ATIVA/PASSIVA As contas de compensação representam informações adicionais sobre: previsão mensal de recursos a receber de consorciados, contribuições devidas ao grupo e valor dos bens e serviços a contemplar, sendo calculados com base no valor do bem vigente no mês e não afetam a posição patrimonial estática dos grupos na data das demonstrações contábeis. D) OBRIGAÇÕES COM CONSORCIADOS As obrigações com consorciados representam o fundo comum recebido de consorciados não contemplados para aquisição de bens, acrescidos de atualização monetária e recursos recebidos cuja destinação não foi identificada. E) VALORES A REPASSAR Referem-se aos valores recebidos e ainda não repassados a terceiros a título de taxa de administração, prêmios de seguros, e outros. F) RECURSOS A DEVOLVER AOS CONSORCIADOS Representam as obrigações junto aos consorciados desistentes e excluídos, deduzidos da multa rescisória contratual. G) RECURSOS DOS GRUPOS Representam os recursos a serem rateados aos consor-ciados ativos quando do encerramento do grupo, pelos valores de fundo de reserva, remunerações de aplicações financeiras, multas e juros moratórios retidos pelo grupo, atualização da variação do preço do bem ou serviço. III - RESUMO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS A) POSIÇÃO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS Informamos a seguir, dados complementares relativos às operações de consórcios em: 30/JUN./11 31/DEZ./10 - Número de Grupos Administrados 42 41 - Quantidade de Bens Pendentes de Entrega 264 263 - Quantidade de Bens Entregues no Semestre 505 495 - Quantidade Total de Bens Entregues dos Grupos em Andamento 5.192 4.652 - Número de Consorciados Ativos 12.831 12.978 - Número Total de Consorciados Desistentes/ Excluídos 28.695 12.997 - Taxa de Inadimplência 16,72% 17,91% B) TAXA DE ADMINISTRAÇÃO A taxa de administração arrecadada nos grupos de consórcios está de acordo com os seguintes percentuais:

Caminhões 14,83% Automóveis 15,29% Motocicletas 15,42% Outros Bens Móveis 19,46% Imóveis 15,00% a 25,00% NOTA 4. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS - INVESTIMENTOS EM COLIGADAS E CONTROLADAS A sociedade não possui investimentos em coligadas e controladas. - CONTROLADORES A sociedade é controlada por pessoas físicas. - PARTES RELACIONADAS No decorrer do primeiro semestre de 2010 foi realizada a venda de 02 (dois) veículos para a empresa Unilance Comércio e Empreendimentos Ltda., pelo valor total de R$ 120, cujo saldo devedor, em 30/jun./11, representa R$ 65. NOTA 5. COMPOSIÇÃO DE SALDOS DO BALANÇO PATRIMONIAL A) ATIVO CIRCULANTE 30/JUN./11 31/DEZ./10 OUTROS CRÉDITOS 2.622 2.946 Diversos - Adiantamentos a Fornecedores e Representantes 2.443 2.908 - Adiantamentos aos Funcionários 66 19 - Impostos a Compensar e Recuperar 59 19 - Valores pendentes de grupos encerrados 54 0 B) ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OUTROS CRÉDITOS Valores Específicos 3.534 3.534 - Valores Pendentes de Recebimento - Cobrança Judicial - Grupos Encerrados 3.534 3.534 1.299 1.307 Diversos - Devedores Diversos - País 1.682 1.682 - Provisão p/Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (404) (404) - Devedores por Depósito em Garantia 21 29 C) PASSIVO CIRCULANTE OUTRAS OBRIGAÇÕES Diversas 1.916 2.046 - Provisão p/Pagamentos a Efetuar 613 346 - Credores Diversos - País 8 395 - Obrigações p/Aquisição de Bens e Direitos 23 38 - Obrigações p/Recursos de Consorciados - Grupos Encerrados (Recursos não Procurados) 1.272 1.267 D) PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES Diversas 3.534 3.534 - Obrigações p/Recursos de Consorciados - Grupos Encerrados (Recursos Pendentes de Recebimento Cobrança Judicial) 3.534 3.534 NOTA 6. INSPEÇÃO DIRETA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL Em inspeção direta realizada nessa administradora, com data-base de 30/jun./09, o Banco Central do Brasil constatou irregularidades, as quais estão descritas em sua correspondência Desuc/GTCUR/Cosup-03-2010/4, datada de 14/jan./10. Os itens para ajuste foram analisados e respondidos em correspondência datada de 18/fev./10, sendo que alguns dos ajustes já foram realizados no mês de dezembro de 2009, conforme mencionado na referida correspondência. No decorrer do semestre foram trocadas outras correspondências com o objetivo de esclarecer pontos cujas respostas por parte dessa administradora foram julgadas insatisfatórias pelo Banco Central do Brasil. Em 03/ago./10, através da correspondência Desuc/GTCUR/Cosup-03-2010/128, o Banco Central do Brasil considerou ainda insuficientes as providências tomadas relativas a 04 (quatro) dos itens apresentados no expediente de janeiro de 2010. Os itens foram analisados e novamente respondidos com as devidas justificativas e argumentações, em correspondência datada de 01 de setembro 2010, a qual se apresenta pendente de aprovação pelo Banco Central do Brasil. NOTA 7. CAPITAL SOCIAL Pertencente inteiramente a quotistas domiciliados no País está composto por 1.050.000 quotas, no valor nominal de R$ 1,00 cada uma.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Srs. DIRETORES e QUOTISTAS da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. Curitiba - PR Examinamos as demonstrações contábeis individuais da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, bem como as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcios e as variações consolidadas nas disponibilidades dos grupos de consórcios correspondentes ao semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Teste de Recuperabilidade dos Ativos O BACEN - Banco Central do Brasil, através da Circular nº 3.387/08, com vigência a partir de 01 de julho de 2008, aprovou o CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável dos Ativos, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Contudo, não nos foi apresentada a documentação comprobatória da realização do teste de recuperabilidade dos ativos relevantes da sociedade, mencionado no CPC 01, para o semestre findo em 30 de junho de 2011. Sendo assim, não podemos avaliar a necessidade ou não do registro contábil de uma eventual provisão para perdas dos ativos desvalorizados e/ou sem recuperação. OPINIÃO COM RESSALVAS SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para Opinião com Ressalva sobre as Demonstrações Contábeis, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcios e as variações consolidadas nas disponibilidades de grupos dos consórcios correspondentes ao semestre findo naquela, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Curitiba, 23 de setembro de 2011. MÜLLER & PREI AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC-PR Nº 6.472/O-1 CLOVIS EDECIO MÜLLER CONTADOR CRC-RS Nº 25.016/O-0 T-PR

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS Receitas de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas/Despesas Operacionais RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO S/LUCRO E PARTICIPAÇÕES (PREJUÍZO) DO PERÍODO (Prejuízo) por Quota

Exercício 2.010

(130) 13.699 (3.602) (9.129) (992) (106) (130) (6)

(826) 25.841 (6.277) (18.351) (1.765) (274) (826) (6)

(265) 23.147 (4.937) (16.676) (1.603) (196) (265) 137

(136) (136) (0,13)

(832) (832) (1)

(128) (128) (0)

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (MÉTODO INDIRETO)

FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Prejuízo do Período Ajustes por: Depreciações e Amortização Ajustes de Exercícios Anteriores Resultado da Alienação Bens e Direitos

DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS RECURSOS DE CONSÓRCIOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 AT IV O

R$ Mil Exercício 2.011

2º Semestre 2011 AT IV O

31/dez./10 100.775 645 645 645

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

Curitiba - PR

CIRCULANTE DISPONIBILIDADES TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Carteira Própria OUTROS CRÉDITOS Rendas a Receber Diversos OUTROS VALORES E BENS Outros Valores e Bens REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OUTROS CRÉDITOS Valores Específicos Diversos PERMANENTE INVESTIMENTOS Outros Investimentos IMOBILIZADO DE USO Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciação Acumulada DIFERIDO Benfeitorias em Bens de Terceiros (-) Amortização Acumulada

267 267 0,254

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO SEMESTRE E EXERCÍCIOFINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010

UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.

R$ Mil 2011 2.262 9 67 67 2.161 11 2.150 25 25 2.659 2.659 1.364 1.295 1.235 290 290 841 1.544 (703) 104 273 (169)

(696) (696) (0,663)

AT IV O

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A sociedade tem por objetivo social a Administração de Consórcios, para aquisição de todos e quaisquer bens móveis duráveis, imóveis e serviços turísticos, bem como o lançamento e venda das quotas de consórcios por ela administrados nos termos da legislação vigente. NOTA 2. BASE DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA E CONSOLIDADA DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas de acordo com as normas e instruções do Banco Central do Brasil, bem como de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, anteriormente à promulgação da Lei n° 11.638/07. Em 28/dez./07 foi promulgada a Lei nº 11.638/07 e, em 27/maio./09, a Lei nº 11.941/ 09, introduzindo alterações na Lei das Sociedades por Ações (6.404/76), quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir do exercício social findo em 2008. Embora as referidas Leis já tenham entrado em vigor, algumas alterações por elas introduzidas dependem de normatização por parte do Banco Central do Brasil para serem integralmente aplicadas pelas instituições por ele reguladas. A administração está avaliando os possíveis impactos dessa nova orientação para, posteriormente, mensurar os seus efeitos, porém, estima, em sua avaliação inicial, que as alterações não ocasionarão efeitos relevantes nas demonstrações contábeis da Sociedade. A escrituração contábil dos grupos de consórcios obedece às regras da CartaCircular nº 3.147/04, com posteriores alterações trazidas pela Carta-Circular nº 3.192/ 05, do Banco Central do Brasil. Na elaboração das demonstrações Consolidadas das Variações nas Disponibilidades de Grupos de Consórcios, a coluna valor no período representa os valores coletados e utilizados movimentados no semestre, e a coluna valor acumulado, representa os valores coletados e utilizados desde o início dos grupos de consórcios em andamento. NOTA 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS E PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS Dentre os principais procedimentos adotados para a elaboração das demonstrações contábeis da administradora e dos grupos de consórcios, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, associadas às normas e instruções específicas do Banco Central do Brasil, destacamos os seguintes: I - PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA A) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado pelo regime de competência, exceto quanto à taxa de administração dos grupos de consórcio que é escriturada na administradora, por ocasião do pagamento da contribuição mensal pelo consorciado. B) ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Demonstrados pelos valores de realização e/ou aplicação, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias incorridas. C) ATIVO PERMANENTE - INVESTIMENTOS Estão demonstrados ao custo de aquisição, acrescidos de correção monetária até 31/dez./95, como segue: % ANUAL CIAÇÃO ACUMURESIDUAL RESIDUAL DE DEPRECUSTO LADA 30/JUN./11 31/DEZ./10 CIAÇÃO - Terrenos 226 (0) 226 226 - Marcas e Patentes 3 0 3 3 - Outros Investimentos61 0 61 61 Totais 290 (0) 290 290

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS Receitas de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas/Despesas Operacionais RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO S/LUCRO E PARTICIPAÇÕES (PREJUÍZO)/LUCRO LÍQUIDO DO SEMESTRE (Prejuízo)/Lucro por Quota

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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

| Quinta-feira, 12 de julho de 2012 |

R$ Mil 2011

2010

(832)

(128)

162 15 6 (649)

142 (13) 164 165

R$ Mil 2011 138.673 354 354 354 17.883 17.883 17.883 120.436 120.436 312

ATIVO CIRCULANTE DISPONIBILIDADES Depósitos Bancários DEPÓSITOS BANCÁRIOS APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Outras APLICAÇÕES FINANCEIRAS OUTROS CRÉDITOS Valores Específicos BENS RETOMADOS OU DEVOLVIDOS DIREITOS JUNTO A CONSORCIADOS CONTEMPLADOS 120.124 COMPENSAÇÃO 1.776.471 Consórcio 1.776.471 PREVISÃO MENSAL DE RECURSOS A RECEBER DE CONSORCIADOS 6.696 CONTRIBUIÇÕES DEVIDAS AO GRUPO 903.901 VALOR DOS BENS OU SERVIÇOS A CONTEMPLAR 865.874 TOTAL GERAL DO ATIVO

1.915.144

2010 100.775 645 645 645 9.032 9.032 9.032 91.098 91.098 143 90.955 1.979.959 1.979.959 6.967 997.285 975.707 2.080.734

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

Variações nos Ativos e Passivos (Aumento)/Redução dos Ativos Rendas a Receber (10) Impostos a Compensar (40) (11) Adiantamentos e Antecipações Salariais (3) 3 Adiantamentos a Fornecedores e Representantes 839 70 Despesas Antecipadas 172 (29) Ativo Realizável a Longo Prazo 2.183 (3.620) Aumento/(Redução) dos Passivos Obrigações por Empréstimos no País 500 Obrigações para Aquisições Bens e Direitos (17) (62) Obrigações Fiscais e Previdenciárias (150) 68 Provisão para Pagamentos a Efetuar 126 91 Recursos não Procurados - Grupos Encerrados (280) 369 Credores Diversos - País (390) (167) Exigível a Longo Prazo (2.170) 3.234 Caixa Líquido Gerado pelas Atividades Operacionais 111 111 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aplicações no Imobilizado (175) (8) Caixa Líquido Usado nas Atividades de Investimento (175) (8) (REDUÇÃO)/AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (64) 103 Caixa e Equivalente de Caixa no Início do Período 140 37 Caixa e Equivalente de Caixa no Fim do Período 76 140 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis))

DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS RECURSOS DE CONSÓRCIOS EM 31 DE DEZEMBRO P A S S I V O2011 E 2010 R$ Mil 2011 PASSIVO CIRCULANTE 138.673 OUTRAS OBRIGAÇÕES 138.673 Obrigações Diversas 138.673 OBRIGAÇÕES COM CONSORCIADOS 83.880 VALORES A REPASSAR 3.930 OBRIGAÇÕES POR CONTEMPLAÇÕES A ENTREGAR 16.144 OBRIGAÇÕES COM A ADMINISTRADORA 970 RECURSOS A DEVOLVER A CONSORCIADOS 26.824 RECURSOS DO GRUPO 6.925 COMPENSAÇÃO 1.776.471 Consórcio 1.776.471 RECURSOS MENSAIS A RECEBER DE CONSORCIADOS 6.696 OBRIGAÇÕES DO GRUPO POR CONTRIBUIÇÕES 903.901 BENS OU SERVIÇOS A CONTEMPLAR VALOR 865.874 TOTAL GERAL DO PASSIVO

1.915.144

2010 100.775 100.775 100.775 68.074 2.340 6.865 970 15.455 7.071 1.979.959 1.979.959 6.967 997.285 975.707 2.080.734

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) (CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE


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PUBLICAÇÕES LEGAIS/ NACIONAL

| Quinta-feira, 12 de julho de 2012 |

(Continuação das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis do Semestre e Exercício findos em 31 de dezembro de 2011

DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DAS VARIAÇÕES NAS DISPONIBILIDADES DE GRUPOS DE CONSÓRCIOS DO SEMESTRE E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E EXERCÍCIO DE 2010 E VALORES ACUMULADOS ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2011 R$ Mil 2º Semestre 2011

Exercício 2011

Exercício 2010

Valor Acumulado

DISPONIBILIDADES NO INÍCIO DO PERÍODO Depósitos Bancários Aplicações Financeiras do Grupo Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações

12.699 392 2.577 9.730

9.677 645 2.167 6.865

8.978 261 2.709 6.008

+) RECURSOS COLETADOS Contribuições para Aquisição de Bens Taxa de Administração Contribuições ao Fundo de Reserva Rendimentos de Aplicações Financeiras Multas e Juros Moratórios Prêmios de Seguros Custas Judiciais Reembolso de Despesas de Registro Outros

49.702 34.962 13.389 1 435 146 305 32 1 431

91.409 63.662 25.451 2 799 247 585 77 1 585

79.001 53.804 23.023 4 230 265 420 12 0 1.243

385.171 259.030 118.284 29 3.269 892 2.259 88 1 1.319

(-) RECURSOS UTILIZADOS Aquisição de Bens Taxa de Administração Multas e Juros Moratórios Prêmios de Seguros Custas Judiciais Devolução a Consorciados Desligados Outros

44.164 29.366 13.404 71 236 75 755 257

82.849 54.187 25.486 126 506 78 1.464 1.002

78.302 53.442 23.021 134 384 11 1.202 108

366.934 242.553 118.284 463 2.143 88 3.220 183

DISPONIBILIDADES NO FIM DO PERÍODO Depósitos Bancários Aplicações Financeiras do Grupo Aplicações financeiras Vinculadas a Contemplações

18.237 354 1.739 16.144

18.237 354 1.739 16.144

9.677 645 2.167 6.865

18.237 354 1.739 16.144

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Valores em R$ Mil) NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A sociedade tem por objetivo social a Administração de Consórcios, para aquisição de todos e quaisquer bens móveis duráveis, imóveis e serviços turísticos, bem como o lançamento e venda das quotas de consórcios por ela administrados nos termos da legislação vigente. NOTA 2. BASE DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA E CONSOLIDADA DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas de acordo com as normas e instruções do Banco Central do Brasil, bem como de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, anteriormente à promulgação da Lei n° 11.638/07. Em 28/dez./07 foi promulgada a Lei nº 11.638/07 e, em 27/maio./09, a Lei nº 11.941/ 09, introduzindo alterações na Lei das Sociedades por Ações (6.404/76), quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir do exercício social findo em 2008. Embora as referidas Leis já tenham entrado em vigor, algumas alterações por elas introduzidas dependem de normatização por parte do Banco Central do Brasil para serem integralmente aplicadas pelas instituições por ele reguladas. A administração está avaliando os possíveis impactos dessa nova orientação para, posteriormente, mensurar os seus efeitos, porém, estima, em sua avaliação inicial, que as alterações não ocasionarão efeitos relevantes nas demonstrações contábeis da Sociedade. A escrituração contábil dos grupos de consórcios obedece às regras da CartaCircular nº 3.147/04, com posteriores alterações trazidas pela Carta-Circular nº 3.192/ 05, do Banco Central do Brasil. Na elaboração das demonstrações Consolidadas das Variações nas Disponibilidades de Grupos de Consórcios, a coluna valor no período representa os valores coletados e utilizados movimentados no semestre, e a coluna valor acumulado, representa os valores coletados e utilizados desde o início dos grupos de consórcios em andamento. NOTA 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS E PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS Dentre os principais procedimentos adotados para a elaboração das demonstrações contábeis da administradora e consolidadas dos grupos de consórcio, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, associadas às normas e instruções específicas do Banco Central do Brasil, destacamos os seguintes: I - PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA A) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado pelo regime de competência, exceto quanto à taxa de administração dos grupos de consórcio que é escriturada na administradora, por ocasião do pagamento da contribuição mensal pelo consorciado. B) ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Demonstrados pelos valores de realização e/ou aplicação, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias incorridas. C) ATIVO PERMANENTE - INVESTIMENTOS Estão demonstrados ao custo de aquisição, acrescidos de correção monetária até 31/dez./95, como segue: % ANUAL DE DEPRECIAÇÃO RESIDUAL RESIDUAL DEPRECIAÇÃO CUSTO ACUMULADA 2011 2010 - Terrenos 226 (0) 226 226 - Marcas e Patentes 3 0 3 3 61 0 61 61 - Outros Investimentos Totais 290 (0) 290 290 - IMOBILIZADO Está demonstrado ao custo de aquisição, acrescido de correção monetária até 31/ dez./95, ajustado por depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear, à taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil, fixado por espécie de bens, como segue:

% ANUAL DE DEPRECIAÇÃO RESIDUAL RESIDUAL DEPRECIAÇÃO CUSTO ACUMULADA 2011 2010 - Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso 10 751 (166) 585 556 - Sistema Processamento Dados 20 157 (117) 40 41 - Sistema de Comunicação 10 13 (0) 13 13 - Veículos 20 e 25 623 (420) 203 328 Totais 1.544 (703) 841 938 - DIFERIDO Demonstrado pelo custo de aquisição e corrigido monetariamente até 31/dez./95, ajustado por amortizações acumuladas, calculadas a partir do momento em que começam a ser usufruídos os benefícios respectivos, em períodos que não ultrapassem o prazo máximo estabelecido na Lei nº 6.404/76, como segue: DEPRECIAÇÃO RESIDUAL RESIDUAL % ANUAL DE DEPRECIAÇÃO CUSTO ACUMULADA 2011 2010 - Benfeitorias em Bens de Terceiros 4% 273 (169) 104 0 D) PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações e correções monetárias incorridas. II - PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS A) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ São demonstradas pelos valores de aplicação acrescidos dos rendimentos incorridos até a data do balanço, sendo que os rendimentos remanescentes dessas aplicações após a apropriação dos rendimentos vinculados às obrigações por contemplações a entregar, são incorporados ao fundo comum de cada grupo, por intermédio de rateio proporcional à participação de cada grupo no total das receitas. B) OUTROS CRÉDITOS No ativo circulante, direitos junto a consorciados contemplados referem-se às parcelas vincendas a título de fundo comum e fundo de reserva, calculados com base no valor do bem vigente no mês e, aplicáveis aos consorciados contemplados Normais, Em Atraso e Em Cobrança Judicial, como segue: 2011 2010 Direitos junto a consorciados contemplados 120.124 90.955 - Normais 109.193 85.655 - Em Atraso 3.877 4.301 - Cobrança Judicial 7.054 999 C) CONTAS DE COMPENSAÇÃO ATIVA/PASSIVA As contas de compensação representam informações adicionais sobre: previsão mensal de recursos a receber de consorciados, contribuições devidas ao grupo e valor dos bens e serviços a contemplar, sendo calculados com base no valor do bem vigente no mês e não afetam a posição patrimonial estática dos grupos na data das demonstrações contábeis. D) OBRIGAÇÕES COM CONSORCIADOS As obrigações com consorciados representam o fundo comum recebido de consorciados não contemplados para aquisição de bens, acrescidos de atualização monetária e recursos recebidos cuja destinação não foi identificada. E) VALORES A REPASSAR Referem-se aos valores recebidos e ainda não repassados a terceiros a título de taxa de administração, prêmios de seguros, e outros. Representam as obrigações junto aos consorciados desistentes e excluídos, deduzidos da multa rescisória contratual. Representam os recursos a serem rateados aos consor-ciados ativos quando do encerramento do grupo, pelos valores de fundo de reserva, remunerações de aplicações financeiras, multas e juros moratórios retidos pelo grupo, atualização da variação do preço do bem ou serviço.

PODER JUDICIARIO – JUIZO DE DIREITO DA QUINTA VARA CIVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA – ESTADO DO PARANÁ. UBIRAJARA BINHARA Escrivão. EDITAL DE CITAÇÃO DO REQUERIDO TRANSPORTES E TURISMO LELE LTDA, PELO PRAZO DE 20(VINTE) DIAS, POR ESTAR EM LUGAR INCERTRO. A DOUTORA THAIS MACORIN CARRAMASCHI DE MARTIN, MM JUÍZA de Direito Substituta desta Quinta Vara Civel, faz saber a todos, quanto ao presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, que este Juízo da Quinta Vara Civel, se processam os termos da ação de Busca e Apreensão, atuados sob n°1469/2009, em que é requerente BANCO BM G S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF n°61.1869.680/0001-74, com endereço na Avenida Álvares Cabral, 1707, Belo Horizonte – MG e requerido TRANSPORTES E TURISMO LELE LTDA, CPF/MF n°03.550.058/0001-05, em lugar incerto, cuja ação tem por objeto: “ a apreensão do veiculo: Placa Atual: JZZ-9040 Chassi:9B91RMP10RECE6094, COMIL/CONDOTIERRE, 1994/1995 Espécie/Tipo: Passageiro/ Ônibus Cabine Fechada Combustível: DIESEL COR: Prata. Deferido o pedido liminar, foi o veiculo apreendido e depositado em mãos do representante legal da autora, não sendo encontrado o réu, razão pela qual requer o autor citação editalicia.” .É expedido o presente edital de CITAÇÃO da Ré TRANSPORTES E TURISMO LELE LTDA, para que no prazo de cinco dias, purga a mora, ou , no prazo de 15 dias, conteste a ação sob pena de revelia, artigos 285 e 319 do CPC, isto é não sendo contestada a ação no prazo legal, presumirse-ão como verdadeiros os fatos articulados pelo autor. O presente edital será publicado e fixado na forma da lei. Curitiba, 29 de setembro de 2011. Eu, (a) UBIRAJARA BINHARA, Escrivão que o subscrevi e assino por ordem do MM. Juiz de Direito – Portaria n°001/87. (a) UBIRAJARA BINHARA Escrivão por ordem do MM. Juiz de Direito.

PODER JUDICIARIO COMARCA DE RIO BRANCO DO SUL – PARANÁ 57° SEÇÃO JUDICIARIA – ENTRANCIA INTERMEDIARIA FORUM DR. VERISSIMO GONÇALVES PEREIRA NETO VARA CIVEL E ANEXOS – CGC 79.732.251/0001-10. Rua Horacy Santos, 264, Centro, CEP 83.540-000, Fone 041-36521440. Jefferson Luiz Andrade – Escrivão Reginiel Lopes – Empregado Juramentado. JUIZO DE DIREITO DA COMARCA DE RIO BRANCO DO SUL – PARANÁ EDITAL DE CITAÇÃO DO REQUERIDO JONAS BRITTO BUKOSKI – CPF/MF N°991.685.530-72, COM PRAZO DE 20(VINTE) DIAS. FAZ SABER a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que, por meio deste CITA o réu JONAS BRITTO BUKOSKI – CPF/MF n°991.685.530-72 para os termos dos autos de BUSCA E APREENSÃO registrado e atuado sob n°543/2009( numeração única:2386-17.2009.8.16.0147) onde figura como requerente CONSEG ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS LTDA – CNPJ/MF n°81.742.223/0001-26, para ficar ciente de que poderá, no prazo de cinco(05) dias, efetuar o pagamento da integralidade da divida pendente purgando a mora, segundo os valores apresentados pelo credor fiduciário, hipótese e que o bem lhe será restituído, independentemente de quaisquer ônus, ciente de que poderá oferecer resposta no prazo de quinze dias CITO-O ainda para querendo, no prazo de quinze ( 15) dias, apresentar contestação, através de advogado, sob pena de revelia, isto é, não sendo contestado, no prazo legal, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados na inicial (arts.285 e 319), onde foi alegado em síntese o seguinte: “.. Por força dos contratos de financiamento, celebrados em 17/01/2008 e 05/03/2008, o Requerido firmou com o ora Requerente mediante Contrato de Alienação Fiduciária grupo\cota n°5011/329.5 - 5008/443.5 Pelas referidas cédulas foi concedido credito no montante de R$43.909,03 ( quarenta e três mil, novecentos e nove reais e três centavos) –grupo 5011 e R$71.543,96 (setenta e um mil, quinhentos e quarenta e três reais e noventa e seis centavos) – grupo 5008.Em garantia da dívida acima descriminada,foi constituída ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA,o devedor transferiu em Alienação Fiduciária á Requerente,nos termos do Decreto –Lei 911 de 01/10/69 do bem abaixo relacionado,consoante item IV do Preâmbulo a saber:”a)MARCA;KUHN;TIPO:PULVERIZADOR;ANO:2007 2007;MODELO:PORTERST800;CHASSI:5.A0461:b)MARCA;IMASA:TIPO:PLANTADEIRA;ANO:2007/ 2 0 0 7 ; M O D E O : 2 0 0 0 ; C H A S S I , H 1 1 0 3 0 1 9 / S.24815c)MARCA:IMESA;TIPO:PLANTADEIRA;ANO:2003;MODELO:2000;CHASSI:G0902520/ S.33438’,OCORRE,PORÉM, QUE O REQUERIDODEIXOU DE PAGAR AS PRESTAÇÕES INCORRENDO EM MORA DESDE ENTÃO, NOS TERMOS DO ARTIGO 2º do já mencionado Decreto Lei ,devidamente comprovada,encontrando-se o débito totalmente vencido,cujo valor, contratados importa em R$ 91.770,45(noventa e um mil,setecentos e setenta reais e quarenta e cinco centavos), a ser devidamente atualizados...” E para que chegue ao conhecimento de todos os interessados, expediu-se o presente edital que será publicado na forma na Lei e afixada cópia no local de costume, para que ninguém alegue ignorância futura. Nesta Cidade e Comarca de Rio Branco do Sul – Paraná, 31 de maio de 2012, eu (a) Reginniel Lopes, Empregado Juramentado,digitei e subscrevi.(a)MARCELO TEIXEIRA AUGUSTO - Juiz de Direito.

III - RESUMO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS A) POSIÇÃO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS Informamos a seguir, dados complementares relativos às operações de consórcios em 31 de dezembro: 2011 2010 - Número de Grupos Administrados 42 41 - Quantidade de Bens Pendentes de Entrega 272 263 - Quantidade de Bens Entregues no Exercício 947 1.098 - Quantidade Total de Bens Entregues dos Grupos em Andamento 5.599 4.652 - Número de Consorciados Ativos 12.765 12.978 - Número Total de Consorciados Desistentes/ Excluídos 30.309 12.997 - Taxa de Inadimplência 17,50% 17,91%

C) PASSIVO CIRCULANTE OUTRAS OBRIGAÇÕES Diversas - Provisão p/Pagamentos a Efetuar - Credores Diversos - País - Obrigações p/Aquisição de Bens e Direitos - Obrigações p/Recursos de Consorciados - Grupos Encerrados (Recursos não Procurados) D) PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES Diversas - Obrigações p/Recursos de Consorciados - Grupos Encerrados (Recursos Pendentes de Recebimento Cobrança Judicial)

B) TAXA DE ADMINISTRAÇÃO A taxa de administração arrecadada nos grupos de consórcios está de acordo com os seguintes percentuais: Caminhões 14,58% Automóveis 15,29% Motocicletas 15,51% Outros Bens Móveis 19,48% Imóveis 15,73% a 23,84% NOTA 4. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS - INVESTIMENTOS EM COLIGADAS E CONTROLADAS A sociedade não possui investimentos em coligadas e controladas. - CONTROLADORES A sociedade é controlada por pessoas físicas. - PARTES RELACIONADAS No decorrer do primeiro semestre de 2010 foi realizada a venda de 02 (dois) veículos para a empresa Unilance Comércio e Empreendimentos Ltda., pelo valor total de R$ 120, cujo saldo devedor, em 31/dez./11, representa R$ 25. NOTA 5. COMPOSIÇÃO DE SALDOS DO BALANÇO PATRIMONIAL A) ATIVO CIRCULANTE 2011 2010 OUTROS CRÉDITOS 2.150 2.946 Diversos - Adiantamentos a Fornecedores e Representantes 2.069 2.908 - Adiantamentos aos Funcionários 22 19 - Impostos a Compensar e Recuperar 59 19 B) ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OUTROS CRÉDITOS Valores Específicos 1.364 3.534 - Valores Pendentes de Recebimento - Cobrança Judicial - Grupos Encerrados 1.364 3.534 Diversos 1.295 1.307 - Devedores Diversos - País 1.278 1.682 - Provisão p/Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (0) (404) - Devedores por Depósito em Garantia 17 29

NOTA 6. INSPEÇÃO DIRETA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL Por ocasião da execução dos trabalhos de encerramento do semestre e exercício findos em 31/dez./11, a administradora permanecia sob análise do Banco Central do Brasil, uma vez que, no decorrer do segundo semestre de 2011, foi submetida ao processo de fiscalização, na data-base de 30/jun./11, onde foram constatadas diversas irregularidades, as quais foram apresentadas em correspondência Desuc/ GTCUR/Cosup-03 - 42/2012-BCB, datada de 11/jan./12. Consta no referido documento, também algumas irregularidades consideradas insatisfatórias e que estavam pendentes de regularização da fiscalização anteriormente, na data-base de 30/jun./09, apresentadas em correspondência Desuc/ GTCUR/Cosup-03 - 2010/4, datada de 14/jan./10. Os itens foram analisados e respondidos com as devidas justificativas e argumentações, em correspondências datadas de 15/fev./12 e 13/mar./12. Em 03/abr./12 foi expedida pelo Banco Central do Brasil correspondência do DESUC/ GTPAL/COSUP-03-2012/200-BCB PE 1529, considerando insatisfatórios os esclarecimentos prestados pela administradora com relação às irregularidades do expediente anterior 03-42/2012, de 11/jan./12, cujos efeitos no resultado e patrimônio líquido não foram quantificados. NOTA 7. CAPITAL SOCIAL Pertencente inteiramente a quotistas domiciliados no País está composto por 1.050.000 quotas, no valor nominal de R$ 1,00 cada uma. NOTA 8. SEGUROS Os bens do ativo imobilizado estão segurados em montante suficiente para cobertura de eventuais sinistros. Segue quadro resumo das importâncias seguradas vigentes: IMPORTÂNCIA RAMOS SEGURADA

1.486 472 6 21

2.046 346 395 38

987

1.267

1.364

3.534

1.364

3.534

VEÍCULOS: (Danos Matérias, Terceiros, Morais, Morte,Invalidez e Roubo) IMÓVEIS: (Incêndio, Vendaval, Danos Elétricos, Roubose Outros)

390 1.425

NRELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Srs. DIRETORES e QUOTISTAS da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. Curitiba - PR Examinamos as demonstrações contábeis individuais da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, bem como as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcios e as variações consolidadas nas disponibilidades dos grupos de consórcios correspondentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2011, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade.Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Teste de Recuperabilidade dos Ativos O BACEN - Banco Central do Brasil, através da Circular nº 3.387/08, com vigência a partir de 01 de julho de 2008, aprovou o CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável dos Ativos, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Contudo, não nos foi apresentada a documentação comprobatória da realização do teste de recuperabilidade dos ativos relevantes da sociedade, mencionado no CPC 01, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2011. Sendo assim, não podemos avaliar a necessidade ou não do registro contábil de uma eventual provisão para perdas dos ativos desvalorizados e/ou sem recuperação. Confirmação Externa de Saldos Não foi recebida a totalidade das respostas relativas às confirmações externas de saldos e processos junto aos assessores jurídicos da Sociedade, o que impossibilita identificar a necessidade de reconhecimento de eventual provisão para contingências. OPINIÃO COM RESSALVAS SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para Opinião com Ressalva sobre as Demonstrações Contábeis, as demonstrações contábeis referidas acima, lidas em conjunto com as notas explicativas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da UNILANCE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcios e as variações consolidadas nas disponibilidades de grupos dos consórcios correspondentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2011, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Curitiba, 13 de abril de 2012. MÜLLER & PREI AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC-PR Nº 6.472/O-1 CLOVIS EDECIO MÜLLER CONTADOR CRC-RS Nº 25.016/O-0 T-PR

Descoberta mutação genética que trava Alzheimer Cientistas islandeses descobriram uma mutação genética que serve para travar a Alzheimer e a degradação cognitiva causada pelo envelhecimento. Segundo um artigo publicado na revista científica britânica Nature, foi detetada, pela primeira vez, em idades mais avançadas uma mutação genética relacionada com a doença degenerativa Alzheimer, que afeta principalmente os idosos. Uma equipa da Faculdade de Medicina da Universidade da Islândia, liderada por Kari Stefansson, analisou o genoma compelto de 1795 islandeses e descobriu uma mutação do gene APP que reduziria até 40 por cento a formação da proteína amilóide

em idosos saudáveis. A proteína é uma substância insolúvel que se acumula no cérebro dos doentes, formando placas, e é responsável pelo aparecimento da Alzheimer. «Pelo que sabemos, até agora, [a mutação] representa o primeiro exemplo de uma alteração genética que confere proteção forte contra a doença de Alzheimer», sustenta Kari Stefansson. Segundo os especialistas, a mutação genética permite travar a deterioração cognitiva nos idosos sem Alzheimer, doaença que para Stefansson pode representar o caso mais extremo da degradação da função cognitiva relacionada com a idade.


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