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O Jornal Metro é impresso em papel certificado FSC, garantia de manejo florestal responsável, e com tinta ecológica elaborada com matérias-primas bioderivadas e renováveis pela gráfica Plural.

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Como o mercado imobiliário trata esse valorizado e indispensável espaço É possível fazer da sua varanda um local aconchegante e funcional {págs 6, 10 e 11} Sábado, 3 de setembro de 2011 Edição nº 16, ano 1

RECICLE A INFORMAÇÃO: PASSE ESTE JORNAL PARA OUTRO LEITOR

Projeto de varanda da arquiteta Andréa Parreira

Ótima sacada

Viver em São Paulo A história do bairro que abriga a 1ª estação de metrô {pág 12} Decoração de boteco Acessórios que transformam a casa em um bar perfeito {págs 14 e 15} GUI MORELLI


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NOTAS & AGENDA

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A bola do Itaim Quem passa pela rua Amauri, no bairro do Itaim Bibi, fica no mínimo curioso com um diferente projeto encravado entre grandes e modernos edifícios. Com projeto concluído em 1979, a “casa bola”, como é conhecido o imóvel, tem um aspecto futurístico, o que lembra uma nave espacial. O arquiteto Eduardo Longo, proprietário e morador do local, procurou não fazer nada além do necessário. Essa esfera é composta por estrutura metálica e vedação, tendo sua parte externa em argamassa armada. A casa tem os ambientes divididos em quatro pavimentos, com mobiliário todo orgânico, também desenhado por Longo. Para simplificar mais ainda e dar um toque de diversão, há um suave tobogã para as crianças saírem da “nave” deslizando. ANDRÉ PORTO ANDRÉ PORTO/METRO

Bons para trabalhar

Dois anos na subida

Tombando Perdizes

Os condomínios residenciais das regiões de Perdizes e dos Jardins pagam os melhores salários aos funcionários, segundo pesquisa da administradora Lello. Um zelador que trabalha em prédio de Perdizes pode ganhar até R$ 2,6 mil e, nos Jardins, R$ 2,5 mil. A média salarial nas duas regiões é de R$ 1,8 mil, superior ao que se paga no Morumbi (R$ 1,7 mil), por exemplo. No caso dos porteiros, o salário pode chegar a R$ 1,6 mil nos Jardins, e R$ 1,4 mil em Perdizes. Já os faxineiros ganham até R$ 1,3 mil em Perdizes, e R$ 1,2 mil nos Jardins.

O aluguel médio geral de imóveis na cidade de São Paulo subiu 60,23% em dois anos, passando de R$ 799,65 para R$ 1.281,31. Entre o primeiro semestre de 2009 e o mesmo período de 2011, o preço médio para alugar um apartamento passou de R$ 989,14 para R$ 1.809,83, alta de 83%. As casas tiveram crescimento menor, de 19,16%, com o aluguel médio evoluindo de R$ 611,41 em 2009, para R$ 728,53 em 2011. Na comparação do primeiro semestre deste ano com o de 2010, o aluguel médio geral está 22,16% mais caro.

A Prefeitura de São Paulo estuda o tombamento de um conjunto de 63 imóveis da região de Perdizes. O processo aberto pelo Conpresp (Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico) objetiva proteger casas e sobrados em arquitetura neocolonial e eclética, além de chalés e bangalôs, que mostram a estruturação do bairro a partir dos anos 1930. Entre os imóveis, que ficam protegidos até a decisão, está o colégio Santa Marcelina e um prédio projetado pelo arquiteto modernista Vilanova Artigas.

De 14 a 16 de setembro, São Paulo vai sediar a 11ª Conferência Internacional da Sociedade Latino Americana de Estudos Imobiliários. O evento vai reunir especialistas do Brasil e do exterior para debater o crescente mercado imobiliário no país. No Centro Brasileiro Britânico (rua Ferreira de Araújo, 741). Informações: www.lares.org.br/2011.

O Museu da Casa Brasileira (av. Faria Lima, 2.705) apresenta, até 18 de setembro, a mostra “Fauforma: Designers”, que reúne os trabalhos de 12 formandos da primeira turma do curso de Design da FAU-USP do ano de 2010. O objetivo da exposição é enriquecer a reflexão sobre a formação acadêmica de profissionais do design. Inf.: www.mcb.org.br.

A foto de capa da edição do Metro Quadrado do dia 20 de agosto não é de autoria do fotógrafo André Porto, conforme creditada. Assim como as duas primeiras imagens da página 11 da mesma edição, a foto do jardim vertical que ilustra a matéria “Verde na parede” é divulgação de projetos da paisagista Ana Paula Magaldi.

Mande perguntas ou sugestões para metroquadrado@metrojornal.com.br. O telefone da redação é o (11) 3528-8578. Para anunciar, entre em contato pelo e-mail anuncie@metrojornal.com.br. O telefone da área comercial é o (11) 3528-8500.

O jornal Metro é uma joint venture do Grupo Bandeirantes de Comunicação e da Metro Internacional. Está presente em 23 países e tem alcance diário superior a 20 milhões de leitores. Telefone: 011/3528-8500 E-mail: cartas@metrojornal.com.br

“A tiragem e distribuição desta edição de 100.000 exemplares é auditada pela BDO.”

Expediente Presidente: Cláudio Costa Bianchini. Diretor de Redação: Fábio Cunha (MTB: 22.269). Coordenador de Redação: Irineu Masiero. Editor de produtos: Guilherme Costa. Editores de Arte: Vitor Iwasso, Daniel Lopes e Sandro Mantovani. Repórteres: Camila do Bem e Fernando Corrêa. Gerentes Comerciais: Elizabeth Silva e Tânia Biagio. Diretora Financeira: Sara Velloso. Diretor de Operações: Luís Henrique Correa. Gerente Comercial Nacional: Ricardo Adamo. Editado e distribuído por SP Publimetro S/A. Endereço: rua Tabapuã, 81, 14º andar, Itaim, CEP 04533-010, São Paulo, SP.


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MERCADO

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Indispensável

varanda

Novos lançamentos destinam até 30% do espaço para a sacada Ambiente pode chegar a 40 metros quadrados, dependendo do apartamento Preço do imóvel não sobe tanto, mas liquidez é maior

MARIANA FOGAÇA

Mercado imobiliário valoriza área externa de apartamentos

A aquisição de um imóvel próprio representa um sonho que, não raro, pode levar uma vida inteira até virar realidade. Por isso, depois de tanta luta, nada mais justo do que saborear a vitória em grande estilo. Tendência em apartamentos, as sacadas, conhecidas hoje como varandas, são como a cereja no topo do bolo para quem acaba de conquistar seu próprio espaço. “O conceito das varandas em apartamentos está relacionado com o desejo de um público classe média em usufruir de um luxo que eles não podiam ter no passado. Quase a totalidade dos empreendimentos modernos está oferecendo esse requinte, pois é o que as pessoas estão buscando”, afirma Marcos França, diretor comercial da incorporadora Requadra. O executivo conta que os novos lançamentos são projetados tendo em vista o aproveitamento da varanda como área para reunir os amigos. Em razão disso, as dimensões do espaço aumentaram bastante nos últimos anos, tanto em apartamentos de luxo quanto em imóveis mais simples. “Alguns projetos têm tanta preocupação em valorizar a varanda que separam a ela 30% de todo o espaço do apartamento.” De fato, dependendo do imóvel, a metragem de algumas varandas pode che-

“As sacadas não encarecem muito os custos da construção, portanto valem muito a pena para quem vai comprar um apartamento.” MARCOS FRANÇA, DIRETOR COMERCIAL DA REQUADRA

gar a 40 metros quadrados. A arquiteta Juliana Moysés, por exemplo, projetou um ambiente para crianças na varanda de um apartamento usando um terço dos 38 metros quadrados do espaço disponível. “É possível criar diferentes ambientes na varanda de um apartamento. Ao contrário de antigamente, quando o local ficava esquecido, hoje a maioria das pessoas quer aproveitar o espaço e fazer uma área a mais dentro do imóvel”, explica a arquiteta. Segundo Luiz Paulo Pompeia, diretor de estudos especiais da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), para as construtoras, essa é uma boa forma de aumentar a área do imóvel sem mexer na parte interna. FERNANDO.CORREA @METROJORNAL.COM.BR

DIVULGAÇÃO

Item de valorização A diferença de preço entre dois apartamentos com as mesmas características, mas sendo que um deles possui varanda, é de pouco menos de 10%, segundo Luiz Paulo Pompeia, diretor de estudos especiais da Embraesp. “No Rio de Janeiro e em cidades mais quentes, esse valor é maior, pois as varandas são ainda mais valorizadas. Aqui elas não encarecem tanto o preço do imóvel. O que aumenta é a liquidez do produto, ou seja, um imóvel com varanda vende muito mais rápido”, afirma o especialista. De acordo com Pompeia, essa também é uma boa alternativa para prédios que passam por retrofit. “Em alguns casos, um hotel que vai ser transformado em prédio domiciliar passa por retrofit. A construção de varandas é uma forma de ampliar o espaço do apartamento sem ter que reconstruir o local”, explica o especialista.

Varanda ganha destaque nos lançamentos


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Arquiteta Juliana Moysés cria espaço para criança em varanda de apartamento

Um espaço

a mais Mais bonitas, espaçosas e aconchegantes, as varandas tornaram-se vedetes dos apartamentos modernos. Antes tratadas como um espaço para se tomar um arzinho, hoje recebem decoração personalizada e podem até virar uma extensão de outro cômodo. “A integração da varanda com outro ambiente dá certo, sobretudo, em apartamentos menores, pois amplia as dimensões do local. Isso tem sido feito em vários projetos, as pessoas adoram”, explica a arquite-

ta Juliana Moysés. Segundo ela, a transformação do espaço depende do ambiente que se deseja criar. “Com o piso nivelado e uma decoração adequada, a varanda pode incorporar a sala de estar e se transformar em um lounge. Se ela estiver ao lado da cozinha, pode virar um espaço gourmet, com forno à lenha ou churrasqueira”, opina. Para criar um ambiente com varanda integrada, é preciso, muitas vezes, quebrar paredes e tirar janelas.

“A varanda pode ser aproveitada para ampliar um ambiente ou virar um novo cômodo. Fica bom em ambos os casos.” ANDRÉA PARREIRA, ARQUITETA

Mas essa não é a única opção para aproveitar o espaço. Andréa Parreira, também arquiteta, diz que

Antes tratadas como um ambiente qualquer, as varandas ganham cada vez mais destaque na decoração de apartamentos Arquitetos falam sobre como o espaço pode ser integrado a outros cômodos ampliando as dimensões dos locais Conheça móveis para áreas externas uma dica é criar um cômodo totalmente novo. “Com uma poltrona confortável ou uma chaise, a varanda pode virar um agradável local de leitura. Outra alternativa é transformar o espaço em escritório”, diz a arquiteta. Espaço gourmet, sala de leitura, jardim ou extensão da sala de estar, o importante, segundo Andréa, é que o ambiente fique aconchegante, já que sempre será um local de descontração familiar. “É possível compor qualquer

ambiente na varanda de um apartamento. Em todos os casos, aconselho a fechar o espaço com uma estrutura de vidro, a fim de proteger os móveis contra a poluição da cidade”, afirma. Seja liso ou laminado, o vidro é uma das opções mais usadas para fechar varandas, pois o material une design com funcionalidade. Outra alternativa é usar toldos plásticos. FERNANDO.CORREA @METROJORNAL.COM.BR

“Antes de isolar a varanda com toldos ou estruturas de vidro é preciso consultar as normas do condomínio, pois alguns não permitem esse tipo de modificação.” JULIANA MOYSÉS, ARQUITETA


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DECORAÇÃO

Novo ambiente A decoração de um novo ambiente na varanda não fica restrita apenas a apartamentos de luxo, mas também aparece em imóveis menores, nos quais a sacada não passa de cinco metros quadrados. Segundo a arquiteta Andréa Parreira, em casos assim o único ambiente que fica difícil de criar é um espaço gourmet, que depende de uma estrutura maior. Fora isso, tudo é possível. “Mesmo em dimensões menores, conseguimos compor um espaço charmoso e aconchegante. Com uma poltrona e uma luminária, por exemplo, já temos um agradável local de leitura. Para receber um amigo, uma chaise com uma mesinha no centro pode deixar o local bem convidativo”, afirma Andréa. Uma decoração assim não apresenta grandes dificuldades para ser feita. Segundo a arquiteta, algumas lojas oferecem vários tipos de móveis para áreas externas. Na Casual Móveis, por exemplo, uma chaise para varanda pode ser adquirida por R$ 600. Por mais R$ 400 é possível levar uma mesinha de centro para incrementar o espaço.

MARIANA FOGAÇA

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Varanda é usada como local aconchegante para receber os amigos

GUI MORELLI

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1. Projeto dos arquitetos Marcelo Bueloni e Marcitta Fogaça, da Fogaça Bueloni Arquitetos Associados. Com cadeiras em fibra sintética, varanda vira espaço para conversar e interagir.

FOTO/DIVULGAÇÃO

2. A arquiteta Andréa Parreira aproveita varanda de apartamento para criar um novo ambiente. Telas solares protegem a mobília. 3. Apartamento com sacada decorada, da RL Engenharia e Estúdio Gráfico.

A arquiteta Andréa Parreira combina design com funcionalidade em espaço de apartamento DIVULGAÇÃO

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A mobília certa Alguns materiais são mais indicados do que outros na decoração de áreas externas, como quintais ou varandas, pois resistem melhor aos raios solares. Móveis fabricados em madeira teca, por exemplo, têm grande durabilidade, segundo arquitetos. “Nenhum material sai imune se ficar muito tempo exposto ao sol, mas a madeira teca é bem resistente. Ademais, o uso de cortinas e telas solares ajuda a prote-

ger a mobília posicionada em áreas externas da casa”, diz a arquiteta Juliana Moysés. Outra alternativa são móveis feitos em alumínio, fibra sintética ou vidro, que não sofrem tanto com a ação de raios UV (ultravioleta). Cadeiras, mesas e estantes fabricadas com fibras naturais não são móveis indicados, pois são enfraquecidos pelo sol e correm o risco de quebrar.

Decoração valoriza varanda para criar novo ambiente


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VIVER EM SÃO PAULO

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JABAQUARA

Na onda do metrô

EDSON LOPES/FOLHAPRESS

Patrimônio histórico

Saúde Vista noturna da avenida Jabaquara

Santo Amaro

Valorização e desenvolvimento do bairro acompanharam a chegada da primeira estação de metrô à capital paulista O desenvolvimento do Jabaquara, bairro localizado na zona sul de São Paulo, acompanhou a chegada do principal meio de transporte à cidade. No início dos anos 1970 foi construída a primeira estação do metrô paulistano na região: batizada com o nome da região, palavra que em tupi-guarani significa “toca de fuga”. Anos depois, foi inaugurado o Terminal Rodoviário Intermunicipal do Jabaquara, que dá acesso ao litoral sul da cidade.

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reais é o preço médio do metro quadrado no Jabaquara. O valor médio para locação de um apartamento é de R$ 1,5 mil mensais. Ao valorizar a região, o transporte público auxiliou no desenvolvimento populacional e comercial do bairro. Um dos destaques comer-

ciais do Jabaquara é o Centro Empresarial do Aço – prédio construído em uma área de 60 mil m2 em uma estrutura de aço de 4,8 mil toneladas. Hoje, o metro quadrado do bairro é similar ao de outros valorizados locais da cidade, como a Barra Funda (R$ 5 mil), na zona oeste, e a Vila Monumento (R$ 4,5 mil), na própria zona sul. O Parque Lina e Paulo Raia é outra atração do bairro. Localizado próximo ao metrô Conceição, o local abriga a Escola

Campo Belo

Cursino

Jabaquara

Cidade Ademar

Municipal de Iniciação Artística, ligada à Secretaria Municipal de Cultura. História Até o início do século 17, a região era habitada por viajantes com destino ao bairro de Santo Amaro. A partir desse momento, estabelecimentos comerciais e agrícolas foram fundados por fazendeiros. Mas foi apenas no final do século 18 que a região ganhou destaque, com a chegada dos trens a vapor. METRO

SP

Encostada em uma colina na rua Nadra Raffoul Makodsi, a Casa Sítio da Ressaca é uma das construções bandeiristas da capital paulista. O patrimônio é um dos bens tombados do Jabaquara e hoje abriga eventos e exposições da cultura popular brasileira. Em 1719, data de sua fundação, a casa foi sede de um sítio nas proximidades do antigo caminho de Santo Amaro. Entre as matérias-primas usadas para sua construção, destacam-se a taipa de pilão, para as paredes externas, e o pau a pique, para as internas. Em 1969 (250 anos depois de sua edificação), o sítio foi transformado em uma chácara. A mudança coincidiu com a urbanização do bairro do Jabaquara e com a chegada do metrô à região. A Casa Sítio da Ressaca está aberta de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. A visita é orientada e a entrada é franca. METRO

Casa Sítio da Ressaca (r. Nadra Raffoul Makodsi, 3, Jabaquara, tel.: 5011-7233).

DIVULGAÇÃO

Mundo animal

O Zoológico de São Paulo tem 102 espécies de mamíferos

O Terminal Rodoviário do Jabaquara dá acesso ao Zoológico de São Paulo. Localizado em uma área de mais de 800 mil m2 de mata atlântica, o parque abriga mais de 3,2 mil animais de diferentes espécies. Desde sua fundação, em 1958, 70 milhões de pessoas já visitaram o local. O acesso ao zoológico é simples. Na plataforma A do Terminal Metropolitano da EMTU (Terminal Jabaquara do APU GOMES/FOLHAPRESS

Metrô), micro-ônibus levam os visitantes para o zoo. O transporte de ida e volta custa cerca de R$ 4,40 por pessoa. O Zoo Safári de São Paulo (antigo Simba Safári) também está localizado no bairro do Jabaquara. É possível visitar o parque sem sair do zoológico. Uma trilha na mata atlântica dá acesso ao safári. METRO Zoológico (tel.: 5073-0811) Zoo Safári (tel.: 2336-2131)

Interior da Casa Sítio da Ressaca


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Botequim em É possível trazer o charme dos botecos para o seu próprio bar Acessórios conferem bom humor na hora de receber os amigos

Cerveja em copo de requeijão, petisco servido em pires e gelo tirado direto da forma são pecados mortais para um bom apreciador da cultura de botequim. Para não cometer tais heresias e ter em casa o legítimo clima de happy hour, a solução é levar os itens do boteco para a sua casa. Na verdade, são os acessórios que podem fazer da sua casa um bar agradável, ideal para degustar uma boa bebida, aperitivos diversos e uma boa conversa. Em primeiro lugar, observe os pontos que são característicos em um bar: as mesinhas distribuídas no ambiente, o balcão e as prateleiras com uma variedade de bebidas. Se você tiver cozinha americana, os bancos com regulagem de altura são ideais para compor aquele visual comum de balcão de bar. Vale a pena investir nos detalhes para que os seus convidados se sintam à vontade e retornem ao seu botequim particular muitas vezes. O clima de boteco pode ser reforçado com toalhas de mesa com estampa xadrez, e, para evitar que algo caia sobre ela fazendo muita sujeira, você pode optar por toalhas com revestimento plástico, superfáceis de limpar.

Se houver variedade de bebidas, fique atento aos tipos de copos para cada uma delas. Apesar das razões comerciais, há realmente uma adequação da bebida a certo tipo de copo. Por exemplo, algumas cervejas são servidas em copos altos para que o gás e a espuma tenham possibilidade de crescer e mostrar todo o seu caráter. É o caso do tradicional formato tulipa, que disputa espaço com os grandes canecos de chopp. Apesar disso, há os que prefirem o copo americano, comum em bares e padarias. Por ser menor, a possibilidade de esquentar a bebida é quase nula. Para cachaça, tequila e licor, há copos específicos com tamanho exato de uma dose, também conhecida como shot, que variam de 35 ml a 60 ml. Já para uísque, puro ou com gelo, o ideal são os copos old-fashioned ou on-the-rocks, entre 8 cm e 10 cm de altura. Para manter a bebida gelada, utilize cooler térmico ou balde de gelo, de preferência de alumínio, que conservam o gelo por mais tempo.

COQUETELEIRAS SCOND E BLISS BLOW R$ 11 a R$ 25,50, na Tok&Stock

BALDE PARA GELO RESISTENZA COM PINÇA 2,3 l. R$ 139,90, na Tok&Stock

COOLER INFLÁVEL COM CAPACIDADE PARA DEZ GARRAFAS OU 15 LONG NECKS R$ 79,90, na Imaginarium

CAMILA.BEM

@METROJORNAL.COM.BR

*Valores consultados em agosto de 2011 e sujeitos à alteração sem aviso prévio

PETISQUEIRA COM TRÊS ESPAÇOS R$ 29,90, na Tok&Stock

CARRINHO LEBLON EM MADEIRA MACIÇA R$ 458, na Tok&Stock

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CONJUNTO COM DOIS COPOS TULIPA GELADA (VIDRO JATEADO) R$ 39,90, na Imaginarium


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DECORAÇÃO

asa

COPOS COM DESENHOS DIVERTIDOS R$ 29,90 (300 ml) e R$ 59,90 (1,3 l), na Imaginarium

JOGO COM QUATRO COPOS DE VIDRO PARA TEQUILA R$ 33, na César Bertazzoni

JOGO COM SEIS COPOS GIBRALT PARA BEBIDAS DE DOSES PEQUENAS R$ 49,90, na Cleusa Presentes

KIT CAIPIRINHA COM SEIS PEÇAS R$ 79, na Cecilia Dale

BANCO REGULÁVEL PARA BALCÃO R$ 199, na Tok&Stock


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20110903_br_metro quadrado