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AN CONDOMÍNIOS

INFORME COMERCIAL• JOINVILLE/SC, NOVEMBRO DE 2016

SEGURANÇA

Participação em conselhos comunitários e grupos de WhatsApp: a população se mobiliza

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Qualidade de vida

LAZER NA SUA MORADA

CONSTRUTORAS SE DIFERENCIAM PELO INVESTIMENTO EM ÁREAS E AMBIENTES PARA RECREAÇÃO PÁG. 6

CONECTADOS

HORA DA REFORMA

Como funcionam os serviços alternativos de acesso à internet

Melhorias que ajudam a garantir a valorização do seu imóvel

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CONSERVAÇÃO

Os três tipos de manutenção que não podem faltar

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to de cada participante, é uma saída interessante, estimulando a colaboração comunitária. Um pequeno desconto na taxa mensal já incentivaria a constituição de tais grupos. Um time de administração financeira, outro dedicado a compras, outros ainda à manutenção, segurança, limpeza, jardinagem e a eventos, por exemplo. No escopo do trabalho, propagar valores como colaboração, respeito e união, conscientizando-se de que estão todos juntos pelo bem-comum. Definir metas objetivas e criar soluções “fora da caixinha” farão do seu condomínio um lugar especial, colaborativo e feliz. Inserir as crianças e adolescentes nesse preceito auxilia a desenvolver o respeito pelo outro e estimula o senso de colaboração e participação.

“No novo ciclo que estamos vivenciando, a colaboração é o elo que vai consolidar a criatividade”

PONTO DE VISTA

Condomínios e criatividade Helga Tytlik

ESPECIALISTA EM ECONOMIA CRIATIVA – ECONOMIA DA CULTURA

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convivência em condomínios nem sempre é assim tão simples, mas a criatividade pode ser a chave para encontrar soluções diferenciadas

frente aos problemas do dia a dia, melhorando as relações internas e a qualidade de vida de todos. Os formatos tradicionais de administração de condomínios podem onerar o bolso do condômino, quanto contratada administradora externa, ou levar a des-

gastantes discussões provocadas pelas iniciativas do síndico e grupo atuante, em reuniões pouco representativas. Substituir a tradicional função do síndico por uma gestão criativa formada por grupos de responsabilidade, conforme a habilidade e conhecimen-

Também se pode repensar o espaço e as necessidades do edifício, considerando opções para locação de espaços comuns, venda de lixo reciclável, áreas para divulgação, eventos (Noite da Sopa, Dia da Feijoada), bazares com produtos feitos pelos moradores etc., como fórmulas para aumentar a receita. Todo núcleo de pessoas tem cultura própria e, a partir desse princípio, aliar as capacidades e inteligências dos condôminos, criando as melhores soluções para o local de sua convivência, quebra paradigmas, trazendo mudanças no olhar, ressaltando a criatividade e valorizando atributos intangíveis, como respeito, solidariedade, colaboração, bem-estar. São caminhos para, além de reduzir custos, ser mais eficiente. No novo ciclo do conhecimento que estamos iniciando, a colaboração é o elo que vai consolidar a criatividade, moeda para um mundo melhor. Exercitar o novo pensamento a partir de nossa “casa” é um bom começo.


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Na hora de se conectar, qual a melhor opção? SOLUÇÕES ALTERNATIVAS PARA OTIMIZAR O ACESSO À INTERNET

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ual a senha do wi-fi? A pergunta virou requisito para a acolhida a um visitante. Afinal, é raro encontrar algum lugar excluído da rede: perto de 60% dos brasileiros já estão conectados. Nesse contexto, quais as melhores opções para otimizar o acesso à internet em condomínios? O fotógrafo Eberson Theodoro teve que procurar alternativas ao perceber que as operadoras tradicionais não atendiam sua região, no bairro Guanabara. Foi assim que chegou a uma provedora local que oferece conexão via rádio e fibra óptica. — Os preços são reduzidos e consegui negociar um plano com taxa de upload melhor do que a das operadoras via cabo. Como envio muitas fotos pela internet, é um diferencial — ressalta.

Em seu condomínio, outros moradores já pensam em implantar o serviço. André Soraggi, diretor de uma operadora sediada em Joinville, explica que, para condomínios, a tendência tem sido a utilização da fibra óptica, o que há de mais moderno disponível em transmissão de dados. — Nessa tecnologia, não existem limites de transmissão de dados nem perda de sinal, independente da distância — explica. Hoje, 14 empreendimentos dispõem do serviço, a custos a partir de R$ 49,90. Se mais condôminos aderem, é possível diluir investimentos de infraestrutura, diminuindo a mensalidade em até 30%. A empresa também costuma ser procurada para implantar in-

ternet coletiva em áreas comuns dos condomínios e sistemas de monitoramento, segurança e portaria virtual. Uma das mais antigas empresas do gênero atua em Joinville desde 1996. Sua conexão é disponibilizada via rádio e fibra óptica. Segundo a gerente comercial Sandra Beninca, a diferença é a capacidade de tráfego que, em planos residenciais, não passa de 10 mega por rádio. Conceição Batista é síndica de um condomínio onde alguns moradores são usuários da mesma provedora. Além da conexão, também há câmeras para monitoramento. — Cada família pode escolher o plano que melhor se encaixar nas suas condições, tanto no rádio quanto na fibra óptica — explica.

ENTENDA MELHOR Rádio – o sinal é emitido de uma torre de rádio, para uma torre instalada no prédio, condomínio, casa ou empresa. Dali em diante, percorre o cabo e estará na casa do cliente ao utilizar modem. Com o roteador wireless, é possível redirecionar o sinal para os equipamentos sem fio da casa. Fibra óptica – material que não sofre interferência de outras redes, é referência na conexão e sinal constante. Funciona com a propagação de um sinal de luz, transformado em sinal elétrico. Um transmissor recebe sinal de dados que é convertido em luz. O receptor converte a luz novamente em sinal de dados.


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Manutenção em ordem valoriza seu imóvel

DEIXAR AS ÁREAS COMUNS SEMPRE EM DIA GARANTE A SEGURANÇA E EVITA SURPRESAS COM ALTOS CUSTOS

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índica desde 1984, Kathia Eliane Erzinger Prox é profissional da área e administra nada menos que oito condomínios. Entre eles, o prédio em que reside – uma construção de 30 anos. A última grande reforma que organizou ali foi a implantação, há dois anos, de um novo deck. — É um deck moderno em piso de madeira reciclável. Ficou perfeito e bonito. Em outros dois condomínios, optei por deck alvejado, com aplicação de óleo de linhaça, que tem durabilidade maior

que o de madeira, piso menos quente que o pintado e manutenção anual mais baixa — conta. A síndica organizou uma tabela de reparos e manutenções que precisam ser feitas periodicamente, como a checagem dos elevadores, do sistema elétrico e a dedetização. Em uma reforma mais ampla, para encontrar o melhor parceiro ou fornecedor, ela aponta qualidade e preço como itens primordiais. — São quatro orçamentos que solicito, e só participam prestadores com bo-

as referências ou já conhecidos. Manutenções das áreas comuns e externas são medidas essenciais para deixar o imóvel em condições de segurança e habitação, afastando surpresas ou altos custos não programados. — As manutenções periódicas devem ser feitas para assegurar as garantias da construtora e a vida útil estimada em projeto para a edificação, da mesma forma que fazem as montadoras de automóveis — compara Ana Rita Vieira, diretora de Meio Ambiente do Sindicato da

As manutenções periódicas devem ser feitas para assegurar as garantias da construtora e a vida útil estimada em projeto para a edificação”


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Reformas em áreas externas ajudam a dar novos ares ao condomínio Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de Joinville. A “automedicação” pode ser prejudicial - “gambiarras” às vezes até rendem soluções momentâneas, mas produzem consequências posteriores que podem ser graves. Tanto que manutenções periódicas são exigidas por norma. — Em 2014, entrou em vigor a NBR 16280, “obrigando” que todas as reformas (internas, no apartamento, ou externas) sejam acompanhadas por um responsável técnico e sigam um plano que visa preservar as características e qualidades do prédio, de modo a trazer segurança aos condôminos — ressalta Francisco Hackbarth, presidente do Núcleo de Engenharia da Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa (Ajoperme). Para preservar o valor de mercado, os condomínios precisam atentar aos cuidados básicos de natureza estética (como pintura, limpeza das fachadas, jardim bem cuidado, decoração atualizada de salão de festas e hall). Segundo

Ana Rita, do Sinduscon, são melhorias que têm potencial de promover a valorização real do imóvel e mantêm o prédio com aparência de novo. — Quem compra um imóvel usado tem consciência de que eventuais reformas serão necessárias da “porta para dentro” e realizadas de acordo com as disponibilidades do comprador. Já as melhorias de áreas externas e comuns costumam ser mais difíceis de promover por depender dos demais moradores — esclarece. Os compradores prestam atenção à segurança, sistemas de monitoramento por câmeras, controle de acesso automatizado e cercas elétricas. Outro ponto é manter a taxa de condomínio com um valor baixo e cuidados com manutenção periódica que evitem desgastes posteriores são fundamentais. Aos residenciais antigos que precisam de revitalização, Francisco Hackbarth lembra do “retrofit”, processo que envolve ações de modernização e readequação das instalações, conservando o patrimônio do prédio, de maneira a aumentar sua vida útil. O retrofit considera aspectos técnicos e estéticos, incluindo a adequação de sistemas e medidas antigos para as normas vigentes.

Novo deck em prédio residencial (à esq.) e Ana Vieira, do Sinduscon

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Práticas de manutenção e conservação podem assegurar vida longa ao imóvel

PONTO DE VISTA

Eficiência na gestão predial Luís Henrique Poy ENGENHEIRO CIVIL, ESPECIALISTA EM PATOLOGIA NAS OBRAS CIVIS, CONSULTOR, AVALIADOR E PERITO JUDICIAL

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vida em sociedade cria novos paradigmas relativos à convivência humana. A busca pelo conforto e pela segurança traz consigo o aumento dos níveis de exigência dos indivíduos e a demanda por serviços cada vez mais especializados. No que diz respeito aos edifícios em condomínio, essa nova ordem requer uma administração profissionalizada, com uso de ferramentas de gestão que primem pela eficiência. A aquisição de um imóvel representa, ainda hoje, a concretização do sonho máximo da maior parte dos brasileiros. Tendo em vista que, para sua realização, são exigidos anos de economia, nada mais justo que se busque valorizar cada centavo investido. Surge, assim, a necessidade de práticas de manutenção e conservação que assegurem vida longa e a máxima valorização ao imóvel adquirido. Em termos técnicos, entende-se que a manutenção predial pode ocorrer em três níveis: a) Manutenção corretiva – aquela que busca corrigir um problema ou defeito já presente (por exemplo, a substituição de uma moto-bomba danificada). Normalmente, gera grandes transtornos e exige procedimentos urgentes, o que eleva seus custos. b) Manutenção preventiva – realizada em intervalos pré-definidos (com base em vida útil estimada), reduzindo o desembolso e eventos de maior gravidade (caso de uma repintura periódica das fachadas). Menos traumática que a corretiva, permite o planejamento de atividades. c) Manutenção preditiva – definida a partir de uma inspeção técnica perió­ dica e que determina os procedimentos efetivamente necessários (como a substituição do sistema de impermeabilização de reservatórios, mediante avaliação prévia de desempenho). É a modalidade mais assertiva e personalizada, de sorte que avalia a real necessidade para o caso em análise.


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INFORME COMERCIAL • JOINVILLE, SETEMBRO DE 2016

Famílias buscam condomínios com espaços diferenciados para convivência e entretenimento

Bons momentos de diversão ÁREAS DE LAZER SÃO ATRATIVOS DE CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS

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nvestir em uma morada própria é um daqueles momentos decisivos na vida das famílias, tantos são os fatores envolvidos. Por isso mesmo, antes de assinar contrato, é preciso considerar localização, número de quartos, padrão de acabamento, entre inúmeros itens que vão definir a escolha pelo novo endereço. Pensando na segurança e na comodidade, muitas pessoas preferem os condomínios residenciais. E aí é que a questão do lazer se torna um diferencial. Hoje, mais do que um lugar para morar, alguns condomínios parecem pequenas cidades, com espaços de lazer dignos de um bom clube.

Quem passa pela Avenida Juscelino Kubitschek, no Centro de Joinville, já deve ter observado as obras do Palazzo Anthurium. O empreendimento chama atenção pelo tamanho e porque divide o terreno com um ponto significativo na história da cidade: o antigo Palácio Episcopal, construído para o bispo católico mineiro Pio de Freitas, em 1938. Quando a obra for concluída, o prédio vai oferecer requintes como spa, sala de cinema, beauty-room, sauna seca e úmida, sala de massagem e cyber-stage para jogos. O corretor Rudinei Souza afirma que esses endereços com um “algo mais” costumam cativar os compradores. Segundo ele, muita gente se


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muda de casas para prédios porque busca uma soma de atrativos adicionais. O corretor observa dois tipos de clientes: Há os que procuram condomínios com custo mais enxuto e querem só um bom salão de festas e piscina. E outros que buscam lugares com diversas áreas de lazer, principalmente visando às crianças. Em empreendimentos de alto luxo, encontra-se até marina exclusiva e personal trainer, caso de alguns prédios de Balneário Camboriú. Mas, para a também corretora Adriane Konig, o que vale mesmo em um empreendimento é a ambientação cuidadosa, com a criação de espaços realmente que se distingam pelo acolhimento.

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Velutti, na Praia da Armação: estrutura de lazer em residenciais no litoral é ponto de diferenciação

VAMOS À PRAIA? Em algumas construtoras, a estrutura de lazer é composta de salão de festas integrado a piscina e playground, como um grande espaço de convivência. Esse formato proporciona momentos agradáveis e descontraídos, de maneira que adultos e crianças possam usufruir dos locais com uma atratividade diferenciada, como explica Aline Ev, gerente comercial da joinvilense Rôgga. Quando se trata de lazer, os condomínios situados no litoral são ainda mais diferenciados. É o caso da linha Home Club. Além da localização, com vista para o mar, os empreendimentos têm preço competitivo e expectativa de excelente valorização, de acordo com Vilson Buss, diretor-presidente da construtora. Dois exemplos são o Velutti Home Club, na Praia da Armação, e o Bali Beach Home Club, em Balneário Piçarras. O primeiro conta com quase 20 opções de lazer, como amplas piscinas, com raia semiolímpica, bar molhado, quiosques, espaço zen, quadra de esportes, academia, sauna seca, brinquedoteca, espaço pet, salão de festas e quiosques. Já o segundo passa dos 20 itens – com piscina coberta aquecida, jacuzzi, home-theater, quadra descoberta, casa de boneca e boulevard, além de um open-mall no térreo do empreendimento, com 16 salas comerciais, entre outras.


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INFORME COMERCIAL • JOINVILLE, NOVEMBRO DE 2016

Tecnologia e união da comunidade pela segurança de todos RECURSOS COMO GRUPOS DE WHATSAPP E ADESÃO A CONSELHOS DE MORADORES EM BAIRROS SÃO CADA VEZ MAIS COMUNS

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segurança é uma das maiores inquietações do brasileiro. Pesquisa do Instituto Datafolha apontou que 25% dos moradores do Sul e do Sudeste se dizem preocupados com a proteção individual. No país, o item fica em segundo lugar, logo após a saúde pública, como o que mais tira o sono da população. Em condomínios, o cuidado também é constante: além de cercas, portões e guaritas, moradores têm se valido da tecnologia e da união com a comunidade para se resguardar. No prédio do casal Bruna Oliveira e

Eduardo Fischer, a opção foi pela criação de um grupo no aplicativo WhatsApp. Ali, moradores podem se comunicar com rapidez sobre assuntos como segurança e recados em geral. Sempre que alguém percebe algo estranho, avisa o grupo, conforme Eduar­do, que é subsíndico. Cerca de 80% dos apartamentos estão ocupados, o que soma perto de 70 pessoas. Além do grupo de WhatsApp, instalaram cerca elétrica, com serviço de monitoramento de empresa de segurança, câmeras e monitoramento dos portões de entrada – quando estraga, a empresa liga para o síndico ou subsíndico e encaminha um segurança até o problema ser resolvido. No condomínio do engenheiro civil Rodrigo Cechinel, o grupo de WhatsApp é exclusivo para os integrantes da equipe responsável, usado para comunicação interna. O sistema de monitoramento por câmeras permite que os moradores acessem as imagens por celular ou computador. Há algum tempo, quando o prédio ainda não tinha cerca elétrica, um ladrão pulou o muro e roubou uma bici-

Moradores de casas ou condomínios podem participar do Conseg. Todos são cidadãos e beneficiados com nossa ação.

cleta e uma motosserra. — Com as imagens, identificamos o invasor e registramos a ocorrência com a fotografia — lembra Rodrigo. O equipamento foi apresentado ao síndico em uma feira e, depois da aprovação dos moradores, implantado. Com a ferramenta, é possível controlar o acesso ao edifício, monitorar danos internos causados pelos próprios condôminos, além de coibir roubos e invasões. Outro modo de se proteger e, ao mesmo tempo, reivindicar melhorias nos bairros é o Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), que tem como objetivo integrar a população com autoridades policiais, promovendo ações que resultem na melhoria da qualidade de vida, articular os moradores para que auxiliem na prevenção e solução de problemas ambientais e sociais, propondo prioridades na segurança pública da região, entre outros aspectos. Álvaro de Magalhães é presidente do Conseg Floresta, Santa Catarina e KM 4, um dos mais antigos de Joinville. O conselho é aberto a todos os moradores, de casas ou condomínios. — Não fazemos distinção. Todos são cidadãos, merecem e precisam do nosso apoio, e são beneficiados com as ações. Nossa obrigação é fazer com que haja uma convivência saudável entre o poder público e a sociedade e entre as polícias, instituições e moradores — ressalta. O grupo é voluntário e tem como uma das características preservar

Câmeras de monitoramento, reuniões da comunidade e uso crescente da comunicação virtual a identidade do cidadão – em casos de denúncias ou reclamações, é mantido o anonimato para evitar represálias. Atua em três frentes: infraestrutura, justiça e cidadania e social. Um dos projetos que auxiliam na integração da comunidade e na preservação da segurança é o Tele Vizinho. Moradores de uma rua ou de um condomínio mantêm o contato uns dos outros para comunicar problemas ou movimentos suspeitos. O Conseg desenvolve ações para contribuir na melhoria do trabalho das polícias, tanto militar quanto civil. Também mantém uma urna itinerante que recebe reclamações, sugestões e denúncias. A urna circula por lugares como escolas, farmácias, igrejas, supermercados e clínicas médicas.

INFORME COMERCIAL DESENVOLVIMENTO: Agência Mercado de Comunicação • www.mercadodecomunicacao.com.br • CONTEÚDO: Karoline Lopes | Marcela Güther | Letícia Caroline • EDIÇÃO: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS) • DIAGRAMAÇÃO: Agência Mercado de Comunicação

AN Condomínios  

Segunda edição do caderno especial sobre condomínios residenciais produzido pela equipe da Mercado de Comunicação.

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