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Ano 5 - Edição 5 - Maio de 2012

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Distribuição Dirigida

Descaso destroi rua no Jardim Fonte Nova Escola municipal realiza mostra pedagógica Entidade expõe trabalhos feitos pelos [5] alunos no primeiro semestre

Atendimento de unidade da Caixa frustra moradores Agência não conta com caixas tradicionais e o serviço de auto atendimento não funcionado a noite e [3] nem nos finais de semana

Órgão municipal não tapa buraco feito pela Saneago há quatro meses e agora terá que refazer a [5] base e a capa asfáltica

Dirigindo no escuro

Luz Para os Povos realiza evento social no Balneário

Começa vacinação contra gripe

Evangélicos prestaram diversos serviços sociais à comunidade da região, inclusive de outros credos.

Avenidas e ruas de bairros da região norte não Crianças entre 6 meses e dois anos, idosos e possuem sinalização de trânsito. Populares outros grupos especiais devem se vacinarem [4] [7] cobram providência da prefeitura até o dia 25

[4]

Opinião José Ferreira Gomes

Elder Dias

Sidney Gonçalves Ferreira

“Os infratores estão sorrindo, sem serem incomodados pela lânguida justiça” [2]

“Operação Monte Carlo foi apenas um cubo de gelo, diante de um iceberg.” [6]

“Caminhamos para um neopopulismo cuja intenção é enfraquecer o indivíduo”. [6]


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Goiânia, maio de 2012

Editorial

Opinião

Uma região abandonada Para quê multar Com o passar das edições, o Jornal Meia Ponte vai se tornando parte da vida dos moradores da região. Felizmente, os leitores têm utilizado os contatos do veículo para dar sugestões, fazer reclamações, enfim, exercer a cidadania e se tornarem cidadãos mais participativos nas questões sociais. Apresentamos para você leitor, a quinta edição do nosso informativo mensal. A matéria principal desta edição foi motivada por um descaso da prefeitura de Goiânia. Após uma pequena obra da Saneago para ligar a água da rua em uma residência no Jardim Fonte Nova, a Agência Municipal de Obras (AMOB) deixou de recapear o asfalto no local. O resultado foi a perda de praticamente todo o asfalto da Rua FN 17. Uma prova clara do desperdício do dinheiro público. Destacamos também nesta edição, a reivindicação de moradores do Parque das Flores, Residêncial Itália, Barravento, Maria Lourença, Alto do Vale e outros bairros próximos. Após anos que foram asfaltadas, até hoje a maioria das ruas não receberam sinalização de trânsito, o que sem dúvida é um risco enorme aos motoristas, motoqueiros e pedestres que trafegam pela região. A solidariedade e a proteção da natureza também merecem espaço na quinta edição do Jornal Meia Ponte. Em uma matéria, mostramos como foi o evento denominado Ação da Luz, realizado no final do mês de abril, na Igreja Luz Para os Povos. Em outro, relatamos o projeto dos jovens e adolescentes da Igreja Católica, do Jardim Balneário Meia Ponte, que querem ajudar a preservar a natureza. Passada a euforia da inauguração, os moradores da região se frustram com a falta de prestação de alguns serviços pela agência da Caixa Econômica Federal, do Jardim Balneário Meia Ponte. A ausência de caixas humanos e o horário de funcionamento do auto atendimento decepcionam a população que precisa dos serviços do banco. A quinta edição do Jornal Meia Ponte traz também textos sobre um homem que foi preso no Recanto do Bosque, utilizando documentação falsa, a respeito da vacinação contra a gripe e conta como foi a amostra pedagógica da Escola Municipal Amâncio Seixo de Brito. Opiniões – O jornalista Elder Dias, em seu artigo desta edição, faz uma comparação entre os casos de Carlinhos Cachoeira e do mensalão. Para o autor, o caso do bicheiro é mais grave que o anterior. O bacharelando de direito, Almir Fernandes Neto, faz uma apresentação dos benefícios do INSS para quem não possui renda. O professor de português, Sidney Gonçalves Ferreira, opina porque o Brasil é o país do futuro, porém, um futuro distante e, pra ele, inatingível. O também professor, José Gomes Ferreira, critica a falta de cobrança de multas aplicadas pela União e dá a dica de solução para o caso. A quinta edição do Jornal Meia Ponte está em tuas mãos caro eleitor. Leia e aprecie sem moderação.

Espaço cidadão Para participar da coluna Espaço Cidadão é fácil. Entre em contato pelo telefone 3945 2355 ou pelo e-mail contato@meiaponte.com.br e deixe sua mensagem. Críticas, sugestões, elogios e reclamações são permitidas, desde que, o autor se identifique.

Eu e meus vizinhos agradecemos ao Jornal Meia Ponte pela matéria realizada aqui no Parque das Flores, sobre esta obra mal acabada. Desde quando o jornal começou a fazer a matérias as coisas tem mudado. O pastor até já limpou a área ao lado da igreja. Vamos aguardar uma solução definitiva em breve por parte das autoridades. Cirleide Pereira de Brito, 35, moradora do Parque das Flores Eu quero protestar sobre a Praça do Balneário, onde era o antigo terminal de ônibus. A prefeitura fez a inauguração com a presença do prefeito Paulo Garcia, porém, nosso bairro deveria ter recebido uma praça de melhor qualidade, com flores, trecho para caminhadas e pedaladas, academia de ginástica

e até mesmo uma fonte. O espaço da praça é enorme. Seria um ponto de lazer para todos os moradores, além, de um motivo de orgulho para nós. Vamos reivindicar gente. Mônica Ataides Batista, moradora do Jardim Balneário Meia Ponte Eu gostaria de parabenizar o Jornal Meia Ponte pela matéria referente a obra do que seria um centro de convivência na praça, próxima à Avenida Nerópolis. Aproveito para cobrar uma solução da Igreja Luz Para os Povos e também do Vereador Geovani Antônio (PSDB), que disse que irá revogar a lei de doação. Glauciene Santos, moradora do Parque das Flores

CNPJ 15.429.997/0001-77

Direção Geral: Gerliézer Paulo. Reportagens: Gerliézer Paulo. Diagramação: João Spada. Colaboradores: Adriana Viana, Elder Dias, Almir Neto, Leonardo Boff e Paulo Henrique Santos Contato: (62) 3945 2355. contato@meiaponte.com.br Circulação: Jardim Balneário Meia Ponte, Recanto do Bosque, Setor Barravento, Residencial Maria Lourença, Chacáras Rio Branco, Parque Balneário, Parque das Flores, Parque das Nações, Mansões Goianas, Jardim Ipê, Residencial Itália, Residencial das Acácias, Residencial Humaitá, Jardim Fonte Nova, José Viandeli e Residencial Belvedere Tiragem: 5 mil exemplares

se não vai receber?

José Ferreira Gomes J60, comerciante

Nenhum órgão de regulação do governo federal recebe multas aplicadas aos grandes infratores desalmados e muito competentes na hora de infringir a legislação. Querem saber por quê? Não é falta de material humano, nem de ordem financeira. É por pura incompetência de gestores, conivência maquiada e corrupção escancarada, principalmente nos setores ambiental, florestal, comercial e serviços sociais. São mais de R$ 50 bilhões que o governo deixa de receber por ano. Este dinheiro daria para suprir todas as necessidades da saúde, educação e segurança pública no período. Os infratores estão sorrindo de boa, sem serem incomodados pela lânguida justiça, que não consegue puni-los com o peso da constituição ultrapassada, que serve apenas para os algozes do quase quarto poder da república. O governo federal delega poderes aos ministros, estes fazem os mesmo em relação aos seus assessores mais próximos, que tem carta branca para agir. Pois bem, o que falta para que os ministros demitam sumariamente diretores, presidentes, gestores de agências reguladoras, por improbidade administrativa? Existem motivos suficientes para isto. Qual é a produção positiva desses órgãos para a União? São instituições desgastadas e fadadas a não contribuírem com nada, além, do cabide imoral de empregos autárquicos, status e estabilidade no serviço público, ainda que sejam incompetentes e parasitas de carteirinhas. Para que servem as multas aplicadas pelo IBAMA, CVM, AMP, BC, ANAC e até o TCU? As multas aplicadas destas instituições, juntas, somam R$ 25 bilhões, porém, menos de 1% deste montante é recebido anualmente, por incompetência de seus gestores. Vejam só, o grupo advocatício da União não consegue achar brechas na lânguida

constituição para forçar o pagamento por parte dessas empresas, mas, o grupo do quase quarto poder, encontra dentro desta parca constituição, todas as avenidas desbloqueadas para defender seus mau feitores, abutres, mascadores. Todos corruptos uniformizados de boa gente, coisa que não são. Para não pagarem o que devem a União, parece que esta constituição foi feita especialmente para os seus algozes e o quase quarto poder da União sabe muito bem disso, claro, por dinheiro, sem soldo, eles são crápulas e banda podre da nação. Nação rica e poderosa, não fosse esses avarentos, tacanhos desprovidos de sensibilidade. Somos a sexta maior potencia do mundo, mas, somos tratados na saúde, segurança, educação e cultura, como pobres miseráveis. Chega de tanta incompetência arraigada e escancarada mundo a fora. Estamos perdendo o condão da sensibilidade moral, o respeito e a honestidade aos olhos do mundo civilizado, com tanta podridão. Já temos vergonha de dizer que somos honestos, aqueles que são evidentemente. O Congresso Nacional é a nossa Ré-pública e precisa tomar atitudes mais coerentes já. Enquanto, acho que os sãos, ainda são maioria, vamos cobrar responsabilidade de quem assumiu e dando condições de fluidez rápida para a justiça ficha limpa trabalhar. Eu tenho uma boa ideia para resolver este problema. A União deveria terceirizar estes débitos e colocá-los nas mãos do quase quarto poder da União para receber, contudo, nem seria preciso cobrar regularidade, pois eles sabem muito bem, o caminho constitucional para cobrar e receber. Resumindo, as agências reguladoras no Brasil são inoperantes. Os gestores incompetentes e os ministros, no mínimo, coniventes e o quase quarto poder, cada vez mais forte e mais sujo também.

Fatos e Notas Soprando velinhas

Limpeza

Descaso

No dia 20 de abril, a direção do Colégio Estadual Amália Hermano Teixeira realizou uma festa para comemorar os 15 anos da escola. A grande atração foi um bolo com 15 metros de extensão. Um para cada ano de vida da instituição. O evento contou com a participação de professores, funcionários administrativos, alunos e convidados.

No mês passado, o Jornal Meia Ponte publicou uma matéria que contava a situação de uma área pública doada à Associação Evangélica Beneficente da Região do Jardim Balneário Meia Ponte, ligada à Igreja Luz Para os Povos. O primeiro efeito já aconteceu. Os dirigentes da entidade providenciaram a limpeza do mato que tomava conta do local.

Parte do telhado do Colégio Estadual Genesco Ferreira de Bretas, no Recanto do Bosque, foi danificado durante uma chuva, ainda no ano passado. Quase um ano depois, os reparos ainda não foram realizados. A comunidade escolar continua aguardando providência por parte da Secretaria Estadual de Educação.

Novena A capela Santa Gema Galgani, que fica no Parque das Flores, está realizando a XI novena em louvor à Santa Gema Galgani e a Nossa Senhora de Fátima. A festividade começou no dia 5 de maio e vai até o dia 27 deste mês, quando acontecerá a celebração de encerramento. As celebrações acontecem nos dias 5, 11, 12, 13, 16, 18, 19, 25 e 27, sempre às 20 horas.

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Karatê Dois atletas balnearenses conquistaram importantes resultados na última etapa do Campeonato Goiano de Karatê, realizada no mês de abril, no SESC do Faiçalville. Victor Hugo Barbosa, 17, foi o primeiro colocado no kumitê absoluto e segundo colocado no kata, categoria para karatecas de 16

a 17 e acima dos 57 quilos. Emival Júnior, 16, também fez bonito. Ele foi campeão no kumitê geral e o kata para faixas até verde na categorias abaixo dos 57 quilos. Os dois atletas treinam na Academia Arte e Saúde e são esperança de bons resultados na Copa Centro-Oeste.

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Goiânia, maio de 2012

A agência da Caixa Econômica Federal foi recebida no Jardim Balneário Meia Ponte com muita satisfação pela população do bairro e dos setores vizinhos. Passados dois meses da inauguração, a falta de alguns serviços na unidade está frustrando os moradores. A agência temporária não disponibiliza os caixas tradicionais, com operadores humanos, somente os eletrônicos. O horário de funcionamento é outro ponto que tem chateado quem precisa dos serviços do banco. O auxiliar de escritório, Matheus Moreira, 25, conta que logo após a inauguração da agência, ele foi até o banco pagar um boleto. “Como era um valor acima de R$ 700, a loteria não recebia, então eu fui à Caixa,” lembra. Para a surpresa do jovem, a unidade também não recebia o documento, pois o pagamento só poderia ser feito através do caixa eletrônico. A gerente geral da agência da Caixa no Jardim Balneário Meia Ponte, Rosenilda Alves Faria, explica que por se tratar de uma unidade temporária, alguns serviços ainda não estão sendo disponibilizados. A bancária garante que quando a agência definitiva for inaugurada, tudo isto será solucionado. A expectativa é que o novo local seja utilizado a partir de novembro. Outra reclamação dos clientes do banco na região é o horário de funcionamento dos caixas eletrônicos. A agência permite acesso aos aparelhos somente de segunda à sexta, das 8 às 18 horas. A gerente revela que é uma medida de segurança do banco. “Estamos aqui de forma temporária. Por segurança, o auto atendimento não funciona nos horários que a agência está fechada,” explica. De acordo com o ela, o prédio não possui estrutura suficiente para que os caixas estejam à disposição sem a presença de guardas. Boletos – Contas. Todos os meses elas chegam para quase todos. São boletos para pagamento de água, luz, telefone, tevê por assinatura, além, de uma gama de outros do-

Adriana Viana

Unidade não conta com caixas tradicionais e serviço de auto atendimento não funciona à noite e nos finais de semana

Adriana Viana

Caixa frustra moradores e clientes

Participantes do projeto pousam para foto na Parque Fonte Nova

Jovens católicos participam de projeto ambiental Ação incentiva o cultivo de mudas de árvores nativas do cerrado

Clientes foram fila no caixa eletrônico da agência da Caixa, no Balneário

cumentos que mensalmente precisam ser pagos. Na região vale do Meia Ponte, existe somente um ponto para a efetuação destes pagamentos, a lotérica que fica no Balneário. Por isto, as filas no local, independente do dia da semana, normalmente são enormes. A gerente Rosenilda afirma que a Caixa Econômica Federal está cadastrando alguns estabelecimentos comerciais, que em breve receberão boletos. Um deles fica ao lado da agência da Caixa no Jardim Balneário Meia Ponte. Existe um

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já em funcionamento. Os moradores do Recanto do Bosque podem pagar suas contas no Supermercado Tropical, que fica na avenida que leva o mesmo nome. Outra opção é ir até a casa lotérica que fica no Atacadão, na Avenida Perimetral Norte. A bancária ainda revela que outra lotérica será inaugurada em breve na região. De acordo com Rosenilda, a unidade ficará na Avenida Mangalô, no Recanto do Bosque. A data para o início do funcionamento ainda não está definida.

A Creche Recanto de Paz Paula Prado é uma entidade filantrópica, localizada no Setor Barravento, que ampara mais de 100 crianças carentes. A entidade sobrevive de doações diversas de colaboradores, que nos ajudam por conhecer o nosso trabalho e reconhecer a sua importância social. Queremos pedir a sua ajuda para a manutenção de nosso trabalho. Você pode colaborar com a doação de roupas semi-novas de qual-

Preservação do meio ambiente. Este é um tema cada vez mais presente no cotidiano dos brasileiros e, porque não, no dos cidadãos de todo o mundo. Desde a ECO 92, realizada no Rio de Janeiro, que profissionais da área ambiental, meios de comunicação e a sociedade civil de um modo geral vem dando uma maior importância aos temas envolvendo a manutenção e a recuperação da natureza. Os adolescentes e jovens da Escola Bíblica da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, do Jardim Balneário Meia Ponte, também estão engajados nesta luta para a preservação da natureza. Em novembro do ano passado, foi criado o Projeto Crianças e Jovens Rezando e Preservando a Vida do Cerrado no Planeta. Na manhã do último domingo (6), a coordenação do projeto realizou um encontro no Parque Fonte Nova, homônimo do bairro onde fica.

quer tamanho, com calçados adultos e infantis, além de bijuteria, bolsas, móveis e eletrodomésticos em bom estados de conservação. Você também poderá ajudar através do clube do livro. Ligue agora: 3536 2749 / 3210 7436. Todos os produtos doados serão vendidos no nosso bazar. Os recursos apurados com as vendas serão destinados à manutenção e sustento das crianças internas da creche. Ligue agora!

A coordenadora do projeto, Lucimar Barbosa, 42, explica que o objetivo do encontro foi propiciar aos adolescentes a oportunidade de conhecerem uma reserva natural, que está muito próximo de onde vivem. “Apesar da distância, muito deles não conheciam aqui (Parque Fonte Nova),” revela. O estudante Kelvy dos Santos Rodrigues, 15, foi um dos participantes do evento. O jovem afirma o que espera do projeto. “Eu procuro adquirir mais conhecimento sobre o meio ambiente, para depois poder orientar outras pessoas como preservar a natureza,” diz. O universitário do curso de biologia, Philipe Parreira, 19, é um veterano em projetos ambientais. O futuro biólogo revela que se interessou em participar do grupo por ser um movimento voltado para crianças e adolescentes. O Projeto Crianças e Jovens Rezando e Preservando a Vida do Cerrado no Planeta desenvolve um trabalho chamado sementeira, no qual, os integrantes do grupo estão cultivando mudas de árvores nativas do cerrado. Os pequenos arbustos serão doados e plantados no dia da árvore – 21 de setembro.


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Goiânia, maio de 2012

Perigo sobre rodas Condutores da região trafegam por vias sem sinalização Avenidas e ruas de bairros da região norte não possuem sinalização de trânsito. Populares cobram providência da prefeitura. Dirigir não é uma tarefa fácil. Dirigir nas grandes cidades é naturalmente mais complicado. Dirigir nas grandes cidades, sem sinalização de trânsito é colocar a vida em risco eminente. Esta é a realidade de milhares de moradores da região norte de Goiânia. Diversos bairros não possuem nenhum tipo sinalização de trânsito em suas vias. Os moradores do Parque das Flores, Setor Alto do Vale, Residencial

Barravento, Residencial das Acácias e Residencial Itália conhecem de perto este problema. Nos dois primeiros bairros citados, a avenida principal tem uma antiga e já apagada sinalização. Nos outros, nem isso. O comerciante Marco Aurélio Melo, 44, mora no Residencial Itália. Ele conta que já passou por alguns sustos nas ruas do bairro, devido a falta de sinalização. O proprietário e instrutor de auto escola, Josenaldo Teodoro Júnior, 34, reforça a versão do vizinho. “Eu já vi acidentes graves no Parque das Flores. Em um deles, um dos carros chegou a capotar, de tão forte foi o impacto da batida,” conta. Os dois moradores cobram da prefeitura a sinalização horizontal nas ruas. A reportagem do Jornal Meia Ponte contatou a Agência Mu-

Esquina das ruas FL-44 com FL-46 é uma das dezenas sem sinalização

nicipal de Trânsito - AMT. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão,o município refez 40% da sinalização do Parque das Flores. A informação não procede. Recentemente, a prefeitura não fez nenhuma obra de reparação da sinalização horizontal do bairro. A assessoria de imprensa da AMT informa também que a partir do mês de junho, o órgão vai procurar lideranças da região para que elas elejam

as prioridades. De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), todos os bairros citados nesta matéria já foram hierarquizados, ou seja, estão aptos a receberem a sinalização de trânsito. Dicas – Enquanto as ruas dos bairros não recebem a sinalização por parte da prefeitura, o instrutor de auto escola, Josenaldo Júnior, dá algumas dicas para os motoristas. Inicialmente, ele explica de quem

tem a prioridade para passar quando se chega a um cruzamento que não possui semáforo ou pare. “A preferência é de quem vem do lado direito,” esclarece. O instrutor conta que nas aulas que ministra sempre orienta seus alunos a pararem em todos os cruzamentos que não possuem sinalização. Ele estende a dica aos demais motoristas que transitam pelas vias não sinalizadas.

Luz Para os Povos realiza evento social no Balneário Evangélicos prestaram diversos serviços sociais à comunidade da região, inclusive de outros credos A Igreja Luz Para os Povos, do Jardim Balneário Meia Ponte, realizou na tarde do dia 28 de abril, um sábado, o Ação da Luz. Esta foi a segunda vez que o evento aconteceu no bairro. Os moradores da região puderam fazer consultas com fisioterapeuta, advogado, dentista e psicólogo. Além de cortar o cabelo, aferir a pressão e medir a taxa de glicemia. Para a criançada havia vários brinquedos e jogos. A ONG Centro de Excelência da Luz (CEEL) fez apresentações culturais. O pastor Fernando Pires, que dirige a igreja, comenta sobre o objetivo do evento. “Nós trabalhamos para servir a comunidade,” declara. O religioso complementa afirmando

Criança aproveita o evento para cortar os cabelos

dade maior para lidar com estas questões que o poder público, principalmente àquelas que envolvem a recuperação de viciados. “Estas entidades trabalham o corpo, a alma e a cidadania. O Estado não consegue fazer um tratamento mais complexo como este. Estes voluntários trabalham por amor, enquanto os servidores públicos apenas com a técnica,” afirma. Voluntários – Para a realização do evento, a Luz Para os Povos contou com a colaboração de vários voluntários. A maioria deles frequentam a própria igreja, no Balneário Meia Ponte ou em outros bairros. Existem também parcerias com algumas faculdades, com a Prefeitura e o Estado. A estudante de enfermagem, Eliane Corrêa, 26, foi uma das pessoas que doaram seu serviço. Ela fala sobre a experiência. “Estamos praticando ensinamentos que aprendemos no nosso curso e ao mesmo tempo ajudando a comunidade.”

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que o Ação da Luz é aberto a todos os credos e não somente aos evangélicos. A diarista Werlucy Duarte, 38, aproveitou a oportunidade para cortar o cabelo. Ela conta que estava com vontade de mudar um pouco o visual há aproximadamente quatro meses. A mulher revela que é membro da igreja, só que frenquenta os cultos no Residencial Recanto do Bosque. O vereador Simeyzon Silveira (PSC), que também é pastor da Igreja Luz Para os Povos, prestigiou o evento. O político diz que as ações sociais é uma das funções das igrejas e que o objetivo é dar suporte ao poder público em algumas situações. Simeyzon faz questão de separar o trabalho da igreja do dele. “Este evento não é meu. Eu apenas dou um apoio político para que ele aconteça,” esclarece. Simeyzon é um defensor das ações sociais por parte das igrejas. De acordo com o vereador, as entidades religiosas têm uma capaci-

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Goiânia, maio de 2012

AMOB deixa chuva destruir asfalto Órgão municipal não tapa buraco feito pela Saneago há quatro meses e agora terá que refazer a base e a capa asfáltica Os moradores da rua FN-17, no Jardim Fonte Nova, já estão acostumados com dificuldades. O grande declive da via sempre trouxe problemas, principalmente para àqueles que vivem na parte baixa. Historicamente, as fortes e grandes enxurradas trouxeram junto os mais diversos transtornos, como alagamentos, lixo e, principalmente buracos, antes do bairro ser asfaltado. Há quatro meses, os moradores passaram a conviver com um novo e indigesto problema. A Saneago realizou uma obra para ligação de água em uma residência que fica

na parte alta da rua. Para este tipo de intervenção, a empresa faz um corte no asfalto para a colocação de duas mangueiras. Feito isto, é a Agência Municipal de Obras (AMOB) que tem o dever de refazer o asfalto no local. As duas empresas têm um convênio que permite tal colaboração. E foi esta parte, que a AMOB deixou de fazer. As fortes chuvas do início do ano vieram e levaram com elas grande parte da capa asfáltica e criou crateras próximas ao meio fio do lado direito. Uma das pistas está totalmente comprometida. O radialista, Cleison Teixeira, 37, é um dos moradores da Rua FN17. Ele reclama da situação. “A chuva detonou todo o asfalto. Está difícil passar de carro por esta rua,” avalia. O artesão, Osvaldo Balestra, 61, vive no local há 10 anos. Ele conta que antes do bairro ser asfaltado existiam muitos problemas com a chuva, mas, que haviam acabado, retornando agora, depois

que a AMOB não fechou o buraco feito pela Saneago. A assessoria de imprensa da AMOB afirma que a base e o asfalto da Rua FN 17 serão refeitos, pois as chuvas comprometeram totalmente a obra e, por isto, não adiantaria fazer somente o recapeamento. “Será retirado o asfalto, refeita a base e colocado um novo asfalto,” diz a nota enviada ao Jornal Meia Ponte. De acordo com o órgão, a estimativa é de que tudo esteja solucionado em um prazo de 30 dias. Perigo – A erosão criada pela chuva junto ao meio feio e o comprometido do asfalto não são os únicos problemas dos moradores na Rua FN 17. Na esquina da via com a Rua FN 14 existe um grande acumulo de terra. A camada de areia em alguns pontos supera os 30 centímetros de altura. Se não bastasse isto, existe um bueiro sem tampa no meio do logradouro. Os motoristas que passam pelo local precisam desviar para evitar graves acidentes.

Escola municipal realiza mostra pedagógica A professora de arte, Terezinha Maria, 49, foi a responsável pelo desenvolvimento da exposição. Ela conta que inicialmente apresentou a exposição original aos alunos. Em seguida, eles apresentaram projetos de vaquinhas. As melhores foram selecionadas, pintadas e expostas durante o evento. Os temas foram os mais variados. Muitas delas traziam inscrições como paz, preservação e escola. Outra sala que despertou a atenção dos visitantes foi da turma do 3º ano do ensino fundamental. Os alunos desenharam em pequenos quadros de pano passagens do estatuto da criança. Todos eles foram costurados juntos e formaram uma colcha. Outra parte da turma fez o mesmo trabalho, só que com questões envolvendo os bons costumes. A professora Flaviane Rodrigues, 31, responsável pela exposição, avalia a importância da mostra

para as crianças. “Eles precisam conhecer os direitos e deveres que tem,” enfatiza. A diretora da escola, Aparecida Teles, ressalta a importância de eventos abertos à comunidade. Ela aponta que esta é uma forma de interação entre alunos, pais e instituição de educação. “É neste momento que os filhos mostram aos pais o que estão aprendendo. Estes, por sua vez, se mostram orgulhosos das obras das crianças,” conta.

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A Escola Municipal Amâncio Seixo de Brito realizou no dia 5 de maio um evento duplo. Inicialmente, foi comemorado de forma antecipada o dia das mães. Alunos e pais prestaram homenagens às genitoras através de apresentações teatrais e musicais, também houve o sorteio de brindes. Ao mesmo tempo aconteceu uma mostra cultural, que expôs trabalhos realizados por estudantes da instituição. A direção da escola utilizou cinco salas de aula para a exposição de temas como incentivo à leitura, alimentação saudável, solidariedade, cidadania e boas maneiras, além de uma versão cover da Cowparede – vaquinhas pintadas. A participação do público foi grande. A diretora da escola, Aparecida Teles de Camargo, 44, estima que aproximadamente 500 pessoas compareceram à mostra. A versão da Cowparede foi uma das grandes atrações da amostra.

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Goiânia, maio de 2012

Brasil, o país do futuro... Sidney Gonçalves Ferreira,

37 anos, professor de língua portuguesa Morador do Jardim Balneário Meia Ponte. sidney.dispel@yahoo.com.br

Realmente, creio que e o Brasil é, notadamente, “o país do futuro”. Futuro distante, inatingível. Não precisamos cultivar o profundo de nossas memórias, pensem comigo e reflitam: a) Fernando Collor de Melo e seu tesoureiro PC Farias ; b) Fernando Henrique Cardoso e suas privatizações bem sucedidas; é verdade, mas muito duvidosas, no que tange ao modelo do método; c) Luís Inácio Lula da Silva e seu tesoureiro “mor” – Delúbio Soares -, juntamente, com José Dirceu, Silvio Pereira, João Paulo Cunha, Palocci... e quarenta seguidores. Não há como escapar, estamos todos envolvidos não por “300 picaretas” como verborragiava o, então, líder do PT - Lula da Silva. Estamos, sim, pois, encharcados de milhares de picaretas, bandidos que se vestem de senadores, vereadores, juízes, governadores, ministros, ongueiros: “militantes da kausa kompanheira”. Enfim, não há luz ao fim do túnel. Não há esperança, não há antídoto, não há, pois, possibilidade. O país será sempre voltado ao futuro, nosso presente contínuo será sempre marcado pelos modelos intrínsecos, íntimos de nossa colonização religiosa torpe. Se pensarmos em nível de política partidária, a oposição é mínima, raquítica, sifilítica, não consegue, sobremaneira, incomodar o governo de PlanTão. A oposição brasileira já fora situação, já governara, logo, não temos a quem recorrer...” se ficar o bicho pega...” Em se tratando de pensamento político, as academias – universidades – estão sendo palco da lengalenga cuja intenção é reinventar o arranca-rabo de classes, tecnicamente, chamado de luta de classes. Sinceramente, desconheço essa luta imaginária, pacífica; recuso-me a acreditar que, aqui, no país da cordialidade, segundo Sérgio Buarque de Holanda, exista algo semelhante. Vivemos uma pseudo-democracia, cujas bases não toleram a divergência, o contraditório, o ponto de vista outro, a realidade de mercado. O mérito, enfim. As esquerdas proto-socialistas comunistas(?) - buscam, intensamente, a famigerada hegemonia gramisciana , querem seus tentáculos – lulescos(?) – em todo e qualquer seguimento organizado: sejam nas escolas, universidades, igrejas, ONGs, rodas de choro e samba, torcidas organizadas, mesas de truco – truque(?), sindicatos, (des)organizações estudantis, movimentos hippie, Hip-Hop, alternativos, etc... As esquerdas não admitem, so-

bremaneira, a liberdade do indivíduo, não toleram o mérito, não compreendem que ao ESTADO caberia, apenas, tão somente, regular as convenções e os contratos sociais vigentes, dentro da legalidade e da ordem. Eles, os esquerdopatas, querem privatizar para si as instituições de Estado, desejam ser proprietários dessas, em nome de um bem maior, um bem social, são os pretensos: paladinos - platônicos – de um bem estar social. Fomentam a necessidade de consciência classista. Aniquilam, pois o indivíduo. Ultimamente, o noticiário está envolvido por uma cachoeira de lama; certamente, os participantes dessa CPMI -comissão parlamentar mista de inquérito – meio queijo, meio calabresa- , já fizeram acordos extrapauta, extra-ordem, nada éticos, para aliviar os envolvidos. Observem que, em tese, confiávamos nos discursos do senador goiano, contudo, agora, percebemos o óbvio: política partidária navega em vala comum, governistas e oposicionistas divergem quanto ao discurso apenas. Se misturarmos DEM, PT, PSDB e outros Pês, teremos uma fétida e pútrida mistura homogenia. Creio, ainda, que para Lula – expresidente, pouco importa se o governo Dilma for bem sucedido. Se for, ele ajudará na reeleição da presidenta, caso não seja, ele retornará como o salvador, o operário que olha para os pobres e blá, blá, blá... certamente, candidatando-se a ser inquilino do Alvorada - casa oficial do presidente de plantão. Naturalmente, não sou um otimista há muitos anos. Sempre, creio que o otimista é ingênuo e o pessimista, previamente, derrotado, creio no fato, no produto, no resultado, na possibilidade - real - de que algo aconteça caso medidas/atitudes sejam tomadas. Creio, sim, na força gravitacional proporcional à massa dos corpos envolvidos, na teoria da relatividade e na seleção natural. Logo, político – brasileiro-, ao menos, é vocacionado à negociatas Concluindo: Caminhamos a largos passos para um neopopulismo cuja intenção é fortalecer o ESTADO, enfraquecendo o indivíduo. Mas, como disse não ser pessimista, se optarmos em valorizar o indivíduo: o homem, a mulher, a criança, o jovem, fomentando suas habilidades, seus desejos, suas volições e aspirações, teremos uma coletividade menos doentia, menos injusta e conseguiremos assim, atingir, parcialmente, o verdadeiro bem a que se diz pretender a política: o utópico bem comum.

Benefício do INSS para quem não tem renda

Almir Fernandes de Souza Neto

Bacherelando em Direito; Pós-graduado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho almirneto@wfadvocacia.com.br

O que é BPC-LOAS? BPC-LOAS significa Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social. O BPC-LOAS é um benefício assistencial criado pelo Governo Federal, que parece bastante com uma Aposentadoria, já que o beneficiário recebe o valor de um salário mínimo por mês. Quem pode receber? Podem receber o BPC-LOAS, idosos, homens e mulheres, com mais de 65 anos, independente de ter ou não trabalhado de carteira assinada, que não recebam nenhum tipo de benefício previdenciário como, por exemplo, aposentadoria por idade, por tempo de contribuição ou pensão. Tem direito ainda pessoas com deficiência, física ou mental, com qualquer idade, quando a deficiência torna a pessoa incapaz para a vida independente e o impede de trabalhar. Essa deficiência é avaliada através de perícia médica, realizada pelo INSS. Portadores de câncer, dependendo do grau da doença, podem ter direito ao recebimento do benefício. Além disso, o Serviço Social do INSS faz uma visita à residência para verificar a necessidade da pessoa e os requisitos para receber o benefício. Qual é o valor do benefício? O valor do benefício é de um salário mínimo, e será pago mensalmente pelo Governo Federal, através do INSS. Por não ser considerado uma aposentadoria, o BPC-LOAS não gera direito ao recebimento do 13º salário, e não gera direito a pensão a herdeiros e sucessores. Qual a renda máxima para ter direito? Tanto no caso de idosos, quanto de pessoas com deficiência, somente terá direito aquele que tem uma renda familiar de no máximo ¼ do salário mínimo por pessoa. Isso significa que a renda máxima por pessoa da família deve

ser de R$155,50 por mês. Por exemplo, no caso de um idoso que mora com sua esposa e um filho, e o filho trabalha recebendo um salário mínimo por mês, essa família terá renda por pessoa de R$ 207,33, ou seja, esse idoso não poderá receber o benefício do BPC-LOAS. Agora se na mesma família houvesse 3 filhos, e somente um trabalhasse recebendo um salário mínimo mensal, a família seria composta por 5 pessoas, e a renda familiar por pessoa seria de R$ 124,40, desta forma esse idoso teria direito a receber o benefício do BPC-LOAS. Para calcular a renda da família, são consideradas as pessoas que convivem na mesma residência, dentre eles a esposa ou marido, companheiro ou companheira, pais, madrasta ou padrasto, irmãos solteiros, filhos e enteados solteiros e os menores tutelados. É possível que mais de uma pessoa da família receba o benefício, porém, nesse caso, o valor do primeiro benefício será incluído no cálculo da renda familiar. Até quando o benefício é pago? O benefício BPC-LOAS é vitalício, ou seja, a pessoa recebe o benefício mensal até o fim de sua vida. O benefício deixará de ser pago se a pessoa com deficiência superar a deficiência que a impedia de trabalhar, ou então quando a renda familiar aumentar além de ¼ do salário mínimo por pessoa. A cada dois anos de recebimento, o INSS irá verificar se o beneficiado ainda necessita do auxílio do BPC-LOAS, onde poderá manter o pagamento ou cancelar o benefício. O benefício ainda poderá ser cancelado se forem verificadas irregularidades na sua concessão ou utilização. Colaborou: Dr. Washington de Souza Filho, advogado, OAB 11.849/GO

Caso Cachoeira é pior do que o mensalão

Elder Dias

Jornalista elderdias@yahoo.com.br

Em esclarecedora entrevista ao Jornal Opção, publicada na semana passada, o procurador federal Helio Telho tocou vários itens cruciais, que afetam, mais do que o mundo político, toda a sociedade brasileira. A sabatina de 50 minutos se tornou uma conversa aberta sobre as grandes mazelas da Nação, a partir de um ponto de partida: o de que o escândalo que tem como protagonista Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e do qual o objetivo da Operação Monte Carlo — desmantelar um esquema de exploração ilegal de jogos — foi apenas um cubo de gelo, desses de uísque, diante de um iceberg. Um estopim de uma bomba de potência ainda não mensurada totalmente, mas que já fez suas vítimas. Helio Telho falou do caso Cachoeira, de jogos clandestinos, de financiamento privado, de favores políticos, de caixa 2, do mensalão, da Lei da Ficha Limpa. Mostrou didaticamente, com ótimos exemplos, as entranhas de um sistema corrompido que apodrece todo o País e do qual ficou íntimo por 20 anos de atuação em várias esferas do Ministério Público. Enfim, uma entrevista que merece ser lida e relida. Ao fim daqueles minutos, uma impressão: a de que estamos fazendo um País errado. Sim, estamos progredindo economicamente — embora a passos de tartaruga, tendo em vista as potencialidades que o Brasil tem. Mas, ao mesmo tempo, sofremos um grave retrocesso em valores. Como sociedade, a Nação está sendo devorada, carcomida. É um processo de implosão moral, do qual a figura do senador Demóstenes Torres — parlamentar ético nos holofotes, ajudante de contraventor nos bastidores — surge como parâmetro e que deságua em problemas como a banalização da epidemia de crack, a violência crescente, a intolerância e o desrespeito à vida em suas mais variadas formas. Pois desde a prisão de Carlos Cachoeira, o que assistimos todo dia na TV, ouvimos pelo rádio e lemos no jornal ou na internet é o desnudamento de um esquema que, para servir à jogatina, ia aliciando e enredando as mais diversas

pessoas e reputações. Talvez, em vez de cachoeira, a melhor imagem seria um dominó em que as pedras vão se derrubando. Até onde e quando vão continuar caindo as peças, ainda não se sabe. Para expandir seu raio de ação, o “empresário” virou empresário, dono de indústria farmacêutica, a Vitapan. Com essa nova ocupação, buscou criar uma relação formal com o Estado. Tanto que, em entrevista à TV Anhanguera (Rede Globo), o governador Marconi Perillo admitiu ter recebido, em audiência, o empresário farmacêutico Carlos Ramos. Nada a ver com Carlinhos Cachoeira, o “empresário”, que, em uma “reunião festiva” na casa do senador Demóstenes, teria dito ao governador, segundo o próprio, que teria deixado a contravenção. O laço de Cachoeira com as empresas formais, porém, segue além dos produtos farmacêuticos e volta a ter uma faceta obscura — como nos tempos da contravenção que ele assegurava ter deixado — com a descoberta de seu envolvimento com a construtora Delta, uma das maiores do País e cuja súbita ascensão ocorreu depois de ter o ex-ministro e ex-deputado José Dirceu como seu consultor. Dirceu é tido como o idealizador do mensalão, que seria uma nova versão do velho esquema de toma lá dá cá entre o Executivo e o Legislativo, simplificou Helio Te¬lho. Em vez de emendas e cargos em ministérios e autarquias, os parlamentares vendidos se contentariam com uma mesada vinda do chefe do Executivo, estratégia que já foi usada (e alguém duvida que ainda é?) em várias prefeituras Brasil afora. O mensalão deve entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal ainda neste semestre. É um compromisso do novo presidente da instituição, o ministro Carlos Ayres Britto, que, para cumpri-lo, dispõe de sete meses, prazo que tem na corte até se aposentar. O maior escândalo do governo Lula é, porém, apenas o começo de um processo que se digne, com honestidade e transparência, a passar o Brasil a limpo. Mais abrangente que o mensalão é o enredo do caso Cachoeira. Primeiramente, porque ele envolve muitas outras

instituições além do Congresso Nacional; e, em segundo lugar mas com mais relevância que o fato inicial, porque o “empresário”–empresário não é o único a fazer uma rede de cooptação e corrupção de autoridades nos diversos poderes. Ou alguém duvida que haja outros esquemas paralelos, de menor, igual ou até maior porte do que o revelado pela Operação Monte Carlo? Se o mensalão era um escândalo de corrupção restrita à política, o caso Cachoeira é uma história de corrupção institucional: vai muito além dos detentores de mandato, e abarca empresários, profissionais liberais de várias áreas de atuação, servidores públicos civis e militares, etc. Apesar de seu pé na contravenção “no passado” — como quis acreditar muita gente fina e importante —, o dinheiro de Cachoeira era dinheiro como qualquer outro, antes de o escândalo estourar. Até porque ninguém achava que fosse estourar escândalo algum — Demóstenes Torres e o chamado “Clube Nextel” que o digam. Geralmente se pergunta de onde vêm as dívidas, mas ninguém que gosta de dinheiro costuma questionar a origem de algum montante que porventura lhe caia pela frente, da forma que apareça. Exemplos? Uma promoção estranhamente abaixo do valor de mercado, um negócio lucrativo com uma Avestruz Mas¬ter da vida, a oferta de um bilhete premiado, uma empresa que vença licitações em sequência por um preço bem menor que o das concorrentes. Dessa maneira, investindo seu dinheiro em pessoas-chave, Carlinhos Cachoeira construiu seu império. A CPMI do Cachoeira virou, ao mesmo tempo, um mal necessário e o único bem a ser feito ao País. Se ninguém a frear, teremos “mortos” e “feridos” em todos os campos ideológicos. Porque — outra coisa importante — não existe nenhuma ideologia livre de apego ao dinheiro. Se os partidos fecharem entre si um propósito e não uma negociata, podemos começar a corrigir este País errado, no qual até belezas naturais passaram a ser ironizadas. Cachoeiras, como as de Pirenópolis, e deltas, como o do Parnaíba, no Maranhão, que o digam.


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Goiânia, maio de 2012

Vacinação contra gripe vai até dia 25

ainda entre 32% e 45% as hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade. Novidade – Pela primeira vez a campanha de vacinação vai atingir a população carcerária. Segundo o ministério, as condições de habitação e confinamento contribuem

para uma maior vulnerabilidade para algumas doenças. Os detentos serão vacinados após o término da campanha, pois necessitam de uma mobilização de profissionais. É função das secretarias locais e da Justiça traçar as estratégias para a vacinação dos detentos.

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Policiais civis do CAOP (Capturas e Apoio Operacional) da 2ª Delegacia Regional de Aparecida de Goiânia prenderam no último dia 2, Valdivino Antonio de Souza, no Residencial Recanto do Bosque. O detido possui várias passagens por crimes como homicídio, tentativa de homicídio, receptação e falsidade ideológica. Ele foi preso por este último. Foram cumpridos três mandatos de prisão que existiam contra o acusado.

Valdivino estava vivendo com uma nova identidade, na qual ele havia inserido Silva ao seu nome, ficando Valdivino Antônio Silva de Souza. A naturalidade, a data de nascimento e o nome da mãe também foram alterados. Na primeira RG, o preso responde por um homicídio e uma tentativa de homicídio em Iporá (GO) e outra tentativa de duplo homicídio em Anicuns (GO). Na nova RG, o detido era procurado por tentativa de homicídio em Goiânia e crime de receptação em Senador Canedo. O delegado do 1º DP de Aparecida de Goiânia, Eduardo de Souza Rodovalho, responsável pelo caso, conta que Valdivino foi preso em flagrante e que já está à disposição

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da justiça para cumprir suas obrigações. O policial comenta sobre o perfil do preso. “É uma pessoa extremamente perigosa. A maioria dos crimes cometidos por ele é contra a vida humana,” analisa. Com Valdivino preso, o delegado revela que será feita uma varredura na busca por outros delitos que podem ter sido cometidos por ele. Valdivino estava vivendo com a nova identidade desde 2008. Com o novo nome, ele já possuía carteira de habilitação e CPF. O delegado conta que o preso estava vivendo sozinho, que era conhecido, mas, não muito bem quisto pelos vizinhos. Ele está na Casa de Prisão Provisória, aguardando decisão da justiça.

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sul no ano anterior, entre eles o da influenza A (H1N1), a gripe suína. Entre os adultos saudáveis, a vacina pode prevenir entre 70% e 90% de casos de gripe. Entre idosos, reduz as doenças graves e complicações em até 60%, e as mortes em 80%. A vacinação pode reduzir

Foragido da justiça é capturado no Recanto do Bosque

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O senhor Onofre Divino é vacinado na UABSF do Recanto do Bosque

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Começou no último dia 5 e vai até o dia 25 de maio a 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. Os principais alvos são crianças com mais de seis meses e menos de dois anos de idade, indígenas, presos, gestantes, trabalhadores da área da saúde e pessoas acima dos 60 anos. Todos os postos de saúde da região participam da campanha. A vacina é gratuita. A grande novidade é a vacinação da população carcerária. O primeiro dia da campanha foi intitulado pelo Ministério da Saúde como o Dia D. Apesar da divulgação, a movimentação nos postos de vacinação da região foi pequena. Na Unidade de Atendimento Básico da Saúde (UABSF) do Recanto do Bosque, a expectativa era vacinar 800 pessoas no dia 5, mas, o número não chegou a 200. A enfermeira Fábia Martins conta que a prioridade do governo é vacinar os grupos que tem mais risco de contrair os vírus, tanto da gripe sazonal como da H1N1. Fábia orienta que as pessoas que não compõem nenhum dos grupos citados, podem conseguir a vacina com uma autorização médica. Outra opção é comprar a dose em um estabelecimento particular. O aposentado Onofre Divino da

Silva, 72, não perdeu tempo e se vacinou logo no primeiro dia. Ele conta que desde quando o governo começou com as campanhas de vacinação contra a gripe, nunca faltou uma. “Todo ano eu me vacino,” conta. A profissional autônoma, Viviane de Queiroz, 33, que está grávida, também tomou a vacina no Dia D. Ela afirma que fez isto pensando no filho que está para nascer. Meta – Em parceria com as secretarias estaduais e municipais, o governo pretende vacinar 80% do público-alvo, o equivalente a 24,1 milhões de pessoas. A ideia, segundo o Ministério da Saúde, é reduzir a mortalidade, evitar complicações e internações provocadas pela gripe. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil realiza a maior campanha de vacinação pública das Américas. O Ministério da Saúde adquiriu 33,9 milhões de doses de vacina contra a gripe, ao custo total de R$ 260 milhões. Também foram encaminhados R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde para que as secretarias de saúde estaduais e municipais pudessem viabilizar a campanha, cobrindo despesas com aquisição de seringas e agulhas e deslocamento de equipes. Cerca de 240 mil profissionais do SUS devem trabalhar diretamente na campanha. A vacina é considerada segura e protege contra os três principais vírus que circularam no hemisfério

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Jornal Meia Ponte - ANO 5 - Edição 5 - Maio / 2012