My Cooprofar Julho 2021

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my cooprofar 04. Análise de Mercado

Venda de suplementos dispara sem provas de eficácia 06. Especial Cooprofar

Tomada de Posse 13. Especial Saúde

Hipertensão Arterial - Terapêutica e Vigilância continuada no tempo. 19. Prevenção: Saúde e Bem-Estar

Brincar é coisa séria... 23. Breves

Covid-19 e Diabetes tipo1 em crianças


Produtos de Ortopedia

Mobilidade Mobilidade Técnica Pediatria Auxiliares de Marcha Geriatria Higiene e Banho Transferência Prevenção Posicionamento Bariatria Mais Informações: apoioaocliente@cooprofar.pt


my cooprofar

Compromisso. Valores como transparência, confiança e trabalho de equipa são fundamentais para a sustentabilidade das Farmácias, da Cooprofar e do Setor do Medicamento como um todo. A crença nestes valores e no valor que a Cooprofar pode gerar no futuro mobilizou um conjunto de pessoas a unirem-se num projeto “diverso e inclusivo, com uma equipa que apresenta elementos de todas as idades, géneros e de zonas geográficas que cobrem o interior e o litoral do país”. Esta equipa desde cedo iniciou uma reflexão sobre quais os caminhos a seguir para dar um novo alcance à Colaboração entre a Cooprofar e as Farmácias, assente numa Proximidade mais efetiva, de forma a ouvir as suas necessidades e alinhar as suas ambições com os objetivos da sua cooperativa. Reavivando e alinhando objetivos com a missão inicial dos fundadores, que criaram a cooperativa de proprietários de farmácia para as farmácias, e mantendo sempre presente uma questão primordial: “Dar voz às Farmácias!”. Para este propósito é fundamental uma Cooprofar forte, agregadora e virada para o futuro, capaz de servir bem os interesses dos seus cooperadores e de contribuir para a sustentabilidade das farmácias. Para concretizá-lo contamos com toda a equipa, a nossa equipa, que diariamente se empenha e de forma solidária contribui com o seu conhecimento nas mais diversas áreas para a nossa evolução. Acreditamos que a capacidade de mobilizar cada um a crescer juntamente com a empresa garantirá bases sólidas para o trabalho a que nos propusemos. Este é o nosso Compromisso: Proximidade efetiva a 360°, concretizada com Responsabilidade e com foco na Sustentabilidade da Cooprofar e das Farmácias para o futuro. Ao trabalho!

Adiministração e Propriedade: Cooprofar Rua Pedro José Ferreira 200-210 4424-909 Gondomar T 223 401 000 | F 223 401 050 cooprofar@cooprofar.pt www.cooprofar.pt

Direção: Hélder Mesquita Coordenação Editorial: Natércia Moreira Publicidade: assessoria@cooprofar.pt | T 223 401 021 Design/Paginação: Cooprofar Distribuição: Gratuita Publicação: Mensal Tiragem: 1500 ex.


Análise de Mercado

Crescimento Mercado maio 2021 vs. mês homólogo 32,1

29,4

30 25

28,0

22,8 22,4 23,4

22,0

20,0

20

27,2 25,7

26,1 22,3

19,7

17,6

15,5

25,5

24,5 22,6 18,7

20,7

15

40%

12,6

10 30%

5

Viseu

Mercado Total

Vila Real

Setúbal

Açores

Santarém

Porto

Madeira

Lisboa

Portalegre

Leiria

Faro

Guarda

Évora

Coimbra

Bragança

Viana do Castelo

DEZ

NOV

OUT

AGO

SET

JUL

JUN

-15

Castelo Branco

FEV -4,2

ABR MAI

-8,9

-5

-10

MAR

JAN

11,5

Beja

20%

Braga

% 0

Aveiro

25,5

-20

-20% -26,1

-25

-30

Venda de suplementos dispara sem provas de eficácia Em ano de pandemia, a procura por suplementos imunoestimulantes disparou. Em 2019, até novembro, nas farmácias portuguesas, venderam-se pouco mais de 270 mil unidades. E no ano passado, no mesmo período, foram comercializadas mais de 560 mil embalagens, com um preço médio de 16,30 euros, ligeiramente abaixo do preço médio nos anos anteriores. O número de vendas mais do que duplicou em 2020, segundo dados do Centro de Estudos e Avaliação em Saúde, da Associação Nacional das Farmácias. Os portugueses gastaram mais de nove milhões de euros em preparações imunológicas no ano passado. O receio gerado pela covid-19 pode explicar o grande aumento da procura, tendência essa que já vinha a fazer-se sentir nos últimos anos. São inúmeros os Profissionais de Saúde que defendem a suplementação com prebióticos e probióticos, podendo ser uma estratégia agradável na reposição da flora intestinal saudável e, assim, melhorar a resposta imunitária. Existem condicionantes que podem fragilizar o sistema imunitário, desde o stresse ao cansaço, mas o nosso corpo está preparado para combater todas as ameaças. Alimentação saudável, exercício físico ou horas de sono: tudo pesa para termos um sistema imunitário capaz. Contudo, há efetivamente pessoas que se sentem melhor quando tomam suplementos vitamínicos”. Como não exigem prescrição, a toma de suplementos foge ao controlo dos profissionais de saúde, que adivinham, contudo, maior procura no outono e inverno.

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Dívidas do SNS com mais de 90 dias aumentaram 91 ME em maio As dívidas do Serviço Nacional de Saúde (SNS), por pagar há mais de 90 dias, registaram um aumento de 91 milhões de euros só em maio. De acordo com um comunicado do Conselho Estratégico Nacional de Saúde da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), os atrasos nos pagamentos “mais do que triplicaram desde maio de 2020 e mais do que duplicaram desde o início do ano, passando de 211 milhões para 485 milhões de euros”. Estes valores levam o CIP a acusar o Governo de estar “a asfixiar financeiramente” o SNS, com uma execução orçamental “extraordinariamente deficitária” e um corte inédito nas verbas. A despesa corrente do SNS regista um aumento de 8% em maio face ao período homólogo, impulsionada pelo aumento das despesas com pessoal (+9,8%) relativas a novas contratações e “ao aumento dos encargos com suplementos remuneratórios, em especial com trabalho extraordinário realizado no âmbito do combate à covid-19”. “Um outro aspeto muito preocupante dos dados mais recentes é o da redução do investimento do SNS, que nos primeiros 5 meses de 2021 cai 30% face ao mesmo período de 2020”, frisou o Conselho Estratégico.

Farmácias Portuguesas registam pico de procura de testes Segundo comunicado da Associação Nacional das Farmácias (ANF), registou-se um pico de procura de testes à covid-19. Uma das condições impostas para poder entrar ou sair a Área Metropolitana de Lisboa, era um teste negativo com resultado laboratorial. “É natural que, por ser o primeiro dia em que o teste podia ser exigido para efeitos de circulação, se registe um pico de procura, que não foi prevista nem antecipada pelos próprios cidadãos”, explicou à agência Lusa, Duarte Santos, da direção da ANF. Daí as filas de espera nalgumas farmácias. Segundo Duarte Santos, a procura de testes tem vindo a aumentar, assim como o número de farmácias com o serviço disponível.

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Tomada de Posse dos Órgãos Sociais da Cooprofar Decorreu no passado sábado, dia 17 de julho, na sede da Cooprofar, a cerimónia de Tomada de Posse dos novos Órgãos Sociais da Cooprofar para o quadriénio 2021-2024.

A Assembleia Geral é presidida por Anabela Lima da Costa e Silva e conta com Sónia Maria da Silva Pereira de Sousa (Vice-Presidente) e com Maria Aurora Carranho Mafalda (Secretária). No Conselho Fiscal assumiu funções José Luís Marques dos Santos de Azevedo Nicolau (Presidente), contando com o apoio de Paula Maria Pereira do Nascimento Lopes Garcia (Relator) e de Natália Sobral Massa Patrocínio (Vogal). A equipa conta ainda com Grácia Maria Vieira Rodrigues, João Filipe Teixeira Lopes de Sá e Cristina Paula Gonçalves Correia Ferronha da Silva, enquanto suplentes. O Conselho de Administração é liderado por Hélder Mesquita (Presidente) e completado por José Alberto Mingocho Pinto Correia (Vice-Presidente), por Ana Sofia Passos Cordeiro de Madureira Pires (Secretária), por José Miguel Moreira Martins de Oliveira e Sousa (Tesoureiro) e por Rita Maria Ramos Domingues (Vogal). A equipa conta ainda com Paulo Jorge de Melo e Sousa, Manoel António Cerdeira e Sá, Ana Cristina Campos de Puga Coutinho, Ana Raquel Ferreira de Sá e Carlos Miguel Nunes de Oliveira Valério, enquanto suplentes.


O compromisso para o quadriénio 2021-2024 é concretizar os objetivos de um projeto "diverso e inclusivo, com uma equipa que apresenta elementos de todas as idades, géneros e de zonas geográficas que cobrem o interior e o litoral do país", sustentado em valores como a transparência, a confiança e o trabalho de equipa, que acredita que só uma Cooprofar forte, agregadora e virada para o futuro será capaz de servir bem os interesses dos seus cooperadores e de contribuir para a sustentabilidade das farmácias.

Transparência, Confiança e Trabalho de equipa é o Compromisso.


Natália Patrocínio, José Cerqueira, Manoel Sá, Paulo Sousa, Miguel Valério, Miguel Sousa, Ana Sá, Grácia Rodrigues, Ana Coutinho, Sofia Madureira, José Mingocho, Rita Domingues, Paula Lopes, Aurora Mafalda, Anabela Silva, Sónia Sousa, José Nicolau e Hélder Mesquita.


Especial

Testemunhos - FArmácias Dra.MArgarida Abreu | dra.Rosa maria abreu Farmácia Crespo - Covilhã “A Farmácia Crespo foi fundada há muitos anos, anterior a 1895, estando já na família na quarta geração. A minha mãe, Drª. Rosa Maria Abreu, é a nossa Diretora Técnica que nos transmite os conhecimentos necessários, formas de estar e bem receber os nossos utentes da melhor forma, e para tal temos que ter cooperativas de excelência que nos permitam desempenhar este papel. Pertencemos à Cooprofar há cerca de 15 anos apreciando muito a sua forma de trabalhar. São altamente disponíveis, as suas linhas de atendimento são prestáveis e eximias e têm erros reduzidos no aviamento. Ligar à Cooprofar e sentir o “olá” do outro lado é único, em relação a tantas outras empresas a trabalhar no mesmo setor. Distingo-os pelo rigor e profissionalismo dos diversos setores e estão ao nosso lado mesmo nos momentos difíceis tal como nesta fase de pandemia. O nosso bem-haja a todos. Obrigada de coração de toda a nossa equipa, muito sucesso a todos.”

DRA. MARIA ISABEL GOMES | ENG.º ANTÓNIO PEDRO RAMOS Farmácia Atlântico - Bragança É com enorme prazer que damos os parabéns à COOPROFAR pelo seu 46.º aniversário. A nossa relação começou há precisamente dezoito anos, quando após termos ganho um concurso para a instalação de uma farmácia na cidade de Bragança, fomos abordados pela COOPROFAR para o estabelecimento de uma relação comercial. Perante a proposta apresentada, da qual destaco o fornecimento do stock inicial, peça fundamental na abertura de uma farmácia, com um prazo confortável e tranquilizador para o seu pagamento, as angústias e dificuldades que sentíamos na altura, decidiram que era com a COOPROFAR que devíamos iniciar o nosso projeto e, até hoje, nem por um momento nos arrependemos da decisão tomada. Dia a dia, fomos estreitando a nossa relação e, fruto dessa parceria de sucesso, a COOPROFAR tem sido sempre o nosso principal e fundamental fornecedor, contribuindo grandemente para que nos tornássemos numa das maiores e melhores farmácias comunitárias de Trás-os-Montes. Obrigado, COOPROFAR. Reconhecemos na COOPROFAR o parceiro seguro, confiável e competente, que com satisfação, e até alguma admiração, temos visto crescer e modernizar-se para cada vez melhor poder satisfazer as necessidades das farmácias. Orgulhosos do trabalho que em conjunto temos desenvolvido, fruto da lealdade e respeito com que nos temos relacionado, naturalmente decorrentes dos três pilares estratégicos “Experiência, Proximidade e Inovação”, com que, o Prof. Dr. Delfim Santos, descreveu o percurso da COOPROFAR ao longo destes quarenta e seis anos, e com que nos identificamos, agradecemos a toda a equipa da nossa Cooperativa, o profissionalismo, a dedicação, a simpatia e a excelência com que nos têm tratado, fazendo votos de que esta nossa parceria tenha uma longa vida cheia de sucessos. Contem connosco, porque nós contamos com a COOPROFAR. Obrigado, COOPROFAR.

Dra.Ana Miller | DRA. Paula Luís Farmácia Donato - Coimbra “É com enorme satisfação que felicitamos a Cooprofar pelo seu 46º aniversário. Juntámo-nos à vossa equipa já lá vão uns anos e acompanhamos desde então o vosso crescimento. Atravessamos tempos difíceis, com muitas incertezas, desafios que não esperávamos enfrentar, um mercado cada vez mais competitivo... mas podendo sempre contar com o vosso apoio. O sucesso é, com certeza, resultado de muito trabalho e dedicação. Juntos crescemos e juntos seremos maiores”

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Especial

Testemunhos - Colaboradores Manuel João Vilela de Sousa Logística Externa – Transportes e Distribuição

“Chamo-me Manuel Sousa e estou a trabalhar com o Grupo Cooprofar-Medlog há 29 anos, tendo sentido desde sempre a transformação da mesma no sentido da inovação. Continuo envolvido, conjuntamente com a minha equipa de trabalho, em novos projetos ligados à área da manutenção e distribuição. Gosto do que faço, o que me permite melhorar a minha relação com o Grupo e Fornecedores. ”

Francisco Manuel Airosa Gouveia Equipa de Distribuição – Plataforma de Gondomar

“Olá. Chamo-me Francisco, trabalho nesta casa há 28 anos e uma coisa que me liga a ela é que a tenho como uma segunda casa, pois sempre tive coisas boas, ultrapassei vários obstáculos e é uma vida estável para a minha primeira casa.”

Paulo Rui Meireles Coelho

Equipa de Distribuição – Plataforma de Gondomar “Olá. Sou o Paulo Meireles, tenho 55 anos e trabalho nesta empresa há 28 anos. É uma empresa que me tem dado estabilidade. Faço parte da distribuição, ando por várias partes do país, o que é uma coisa que gosto de fazer. Ao nível daquilo que vivemos neste momento, a empresa tem sido excecional, nunca faltou nada, é uma empresa onde me sinto bem e na qual adoro trabalhar.”

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Especial

Fernanda da Conceição Veloso Rodrigues Controlo de Stocks

“Olá, eu sou a Fernanda e trabalho nesta empresa há 28 anos. Passei aqui praticamente metade da minha vida, visto que a empresa também tem uma situação estável e criou-me situações para isso. Obrigada, Grupo!”

Marco António Moreira da Silva Receção de Mercadorias

“Olá, eu sou o Marco. Estou na empresa desde 1986. Tenho estado a ver a evolução da empresa e é um prazer poder trabalhar na Cooprofar. Muito obrigado!”

André Filipe Almeida Bento Serviço Administrativo-Financeiro

“O meu nome é André Bento. Trabalho no Grupo há cerca de 1 ano. Todos os dias temos que encarar novos desafios, novas aprendizagens, mas contamos com uma equipa incrível e tenho muito a agradecer ao Grupo. Muito obrigado.”

José Ezequiel Ribeiro dos Santos silva Picking Gondomar

“O meu nome é Ezequiel Ribeiro. Estou nesta firma desde 1983. Tenho-a como uma boa empresa, amiga e que nos tem proporcionado muitas coisas boas. Tem-nos dado regalias, olha muito pelos interesses dos funcionários (que é uma mais valia) e, por isso, espero continuar aqui.”

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Especial Saúde

A hipertensão arterial, ou tensão arterial alta, é uma doença crónica que atinge cerca de 42% da população adulta portuguesa e constitui um dos principais fatores de risco cardiovascular. O consumo excessivo de sal na dieta ocidental é o principal responsável pelo aparecimento da Hipertensão e, por outro lado, dificulta o seu controlo. Abaixo de 12-8 é ótimo!

Sabia que a hipertensão é um dos fatores de risco que mais contribuem para as doenças cardiovasculares?

Baixa: 90/60 mmHg (Hipotensão) Ótima: abaixo de 120/80 mmHg; Normal: entre 120/80 mmHg e 129/84 mmHg; Normal alta (também chamada pré-hipertensão): entre 130/85 mmHg e 139/89 mmHg. A partir de que valores se considera hipertensão arterial? Acima dos valores mencionados acima, estamos perante hipertensão arterial.

Esta tem graus de gravidade crescente: Grau 1 (sistólica de 140 a 159 mmHg e diastólica de 90 a 99 mmHg); Grau 2 (sistólica de 160 a 179 mmHg e diastólica de 100 a 109 mmHg); Grau 3 (sistólica superior a 180 mmHg e diastólica superior a 110 mmHg). Quais as causas da hipertensão arterial? Mais de 90% dos doentes têm hipertensão arterial primária, essencial ou sem causa detetável.

O facto de alguém ter pressão arterial normal alta aumenta o risco de doenças cardiovasculares para o dobro, quando o comparamos com o doente com tensão ótima!

Esta é, em regra, multifatorial. Só cerca de 8% dos doentes têm causas identificáveis para a sua hipertensão arterial e potencialmente tratáveis, nomeadamente: • Casos de doenças endócrino-metabólicas (hiperaldosteronismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, entre outros); • Doenças renais e renovasculares; • Coartação da aorta; • Medicação (caso de anticonceptivos orais); • Síndrome de apneia do sono. 13


Especial Saúde

Convém destacar que o coração, o rim, o sistema nervoso central, os olhos e demais órgãos, são mais vezes a vítima do que a causa da hipertensão arterial.

Como causas para a doença identificam-se fatores não modificáveis: • Sexo; • Idade; • Raça.

São aceites como fatores etiológicos: • Consumo excessivo de sal; • Dislipidemia; • Obesidade; • Tabagismo;

O estado de ansiedade pode contribuir para a subida de tensão, mas por si só não poderá ser responsabilizado. Como tratar a hipertensão arterial até ficar normalizada? A abordagem diagnóstica e terapêutica não deve ser precipitada, mas sim assertiva, já que as urgências hipertensivas e a hipertensão maligna são pouco frequentes. O doente em estudo deverá ser submetido a exames complementares, por etapas, que estratificarão a doença. A hipertensão arterial é uma doença que não deve ser desvalorizada e, por isso mesmo, o tratamento contínuo é crucial para se normalizarem os valores, uma vez que é uma das situações que, com mais frequência, causa situações graves como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Enfarte Agudo do Miocárdio. Importa realçar que é uma doença para o resto da vida e que, ao longo do tempo, necessita de ajuste da terapêutica, que compreende: • Medidas farmacológicas; • Medidas não-farmacológicas; • Mudança dos hábitos e estilo de vida são indispensáveis. Medidas Farmacológicas Os medicamentos que são utilizados no tratamento de hipertensão arterial são chamados anti-hipertensivos. Com a grande variedade de anti-hipertensivos disponíveis, a hipertensão arterial pode ser controlada em quase qualquer pessoa, mas o tratamento tem de ser adaptado ao indivíduo. O tratamento é mais eficaz quando existe uma comunicação assertiva entre o paciente e o médico, assim como colaboração com o programa de tratamento. Diferentes tipos de anti-hipertensivos reduzem a pressão arterial através de distintos mecanismos, assim, há várias estratégias de tratamento possíveis. 14


Especial Saúde Para algumas pessoas, é usada uma abordagem em etapas com respeito ao tratamento medicamentoso: começa-se com um tipo de anti-hipertensivo e acrescentam-se outros, se necessário. Para outras pessoas, acredita-se que é preferível uma abordagem sequencial: é prescrito um anti-hipertensivo e, se este for ineficaz, interrompe-se e prescreve-se outro tipo. Para pacientes com pressão arterial igual ou acima de 140/90 mm Hg, inicia-se normalmente dois medicamentos ao mesmo tempo. Na escolha de um anti-hipertensivo consideram-se fatores como: • A idade, o sexo e o grupo étnico da pessoa • A gravidade da hipertensão arterial • A presença de outros quadros clínicos, como diabetes ou níveis elevados de colesterol no sangue • Os possíveis efeitos colaterais, que variam de medicamento para medicamento • Os custos dos medicamentos e dos testes necessários para verificar a existência de certos efeitos colaterais A maioria das pessoas (mais de 74%) requer dois ou mais medicamentos para alcançar o objetivo de pressão arterial. A maioria das pessoas tolera os medicamentos anti-hipertensivos prescritos sem problemas. No entanto, qualquer medicamento anti-hipertensivo pode causar efeitos colaterais. Então, caso se desenvolvam efeitos colaterais, a pessoa deve dizer ao médico que pode ajustar a dose ou substituir o medicamento por outro. Normalmente, um medicamento anti-hipertensivo deve ser tomado indefinidamente para controlar a pressão arterial. Quais as consequências de uma Tensão Arterial não controlada A Tensão Arterial Alta pode afetar os vasos de vários órgãos, nomeadamente o cérebro, coração, olhos, circulação dos membros inferiores e rim. O Acidente Vascular Cerebral e o Enfarte Agudo do Miocárdio são as complicações mais frequentes. Quando atinge o rim, origina Doença Renal Crónica (DRC) e pode levar à necessidade de hemodiálise.

A Hipertensão Arterial é a segunda causa mais frequente para início de diálise.

Quais os órgãos mais afetados pela HTA? Cérebro

Olhos

Coração

Artérias

• Derrame cerebral

• Cegueira

• Enfarte

• Entupimento arterial

• Demência

• Insuficiência cardíaca

As crianças também podem ter a pressão arterial (PA) alta? Cerca de 12,8% das crianças e jovens entre os 5 e os 18 anos têm a Pressão Arterial elevada. Na verdade, a Hipertensão Arterial entre as crianças e os adolescentes está a registar uma dimensão preocupante, associada à obesidade. Tal deve-se em grande parte ao estilo de vida pouco saudável das crianças (alimentação rica em gordura e pobre em fibras, longos períodos de tempo em frente à televisão ou ao computador, raros momentos de brincadeiras ao ar livre, entre outros). Quais são as causas da HTA na infância? A HTA na infância parece ser causada pela interação de fatores genéticos e ambientais que começam a atuar muito precocemente, ainda no período pré-natal. Os fatores genéticos resultam de alterações num conjunto de mecanismos que contribuem para o controlo da Pressão Arterial (como o transporte de eletrólitos no sangue, mecanismos de controlo hormonal e pelo sistema nervoso simpático). Os fatores ambientais associam-se ao estilo de vida e incluem uma alimentação rica em sal, a obesidade, o stress, o sedentarismo, o tabagismo. Muitos dos casos de hipertensão infantil são secundários a doenças renais, vasculares ou a alterações hormonais. Quando não se identifica nenhum destes problemas a HTA diz-se essencial.

15


Especial Saúde A partir de que idade se deve medir a Pressão Arterial? A Hipertensão Arterial (HTA) é habitualmente silenciosa, isto é, não apresenta sintomas, sendo por isso necessário o seu controlo, com a medição regular da Pressão Arterial (PA). Assim, está recomendada a medição da PA anualmente, nas consultas de vigilância de saúde, a todas as crianças a partir dos 3 anos de idade, salvo em alguns grupos de risco (crianças portadoras de cardiopatia, prematuros, baixo peso à nascença, antecedentes de internamento numa Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal, história familiar de doença congénita renal, antecedentes de infeções do trato urinário recorrentes), em que a PA deve ser avaliada antes dos 3 anos de idade. Para o diagnóstico de HTA não basta apenas uma única medição com a PA elevada. Perante um valor elevado, o médico irá repetir a medição da PA pelo menos em três ocasiões diferentes, com um aparelho devidamente calibrado e adequado ao tamanho do braço da criança para poder fazer o diagnóstico. • Quais são as complicações da HTA na infância? Hoje sabe-se que a PA elevada do adulto começa ainda na idade infantil. Crianças hipertensas poderão vir a ser adultos hipertensos. Algumas das complicações que se iniciam precocemente em crianças hipertensas incluem a aterosclerose e a lesão de alguns órgãos como o rim ou o coração, causando hipertrofia ventricular esquerda, com aumento do tamanho do coração e suas consequências. Além disso, a HTA é um fator de risco importante e potencialmente reversível de doença cardiovascular (enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral) e de doença renal terminal em qualquer idade, daí a importância de diagnosticar, tratar e prevenir. • Como se trata a HTA na infância? O objetivo do tratamento da HTA na infância é diminuir os valores de PA e prevenir eventuais complicações tardias da hipertensão. A primeira linha de tratamento são as correções no estilo de vida (medidas não farmacológicas) incluindo a prevenção da obesidade, com exercício físico aeróbio regular, redução da ingestão de sal e de gorduras, aumento do consumo de frutas, verduras e fibras, bem como manter um padrão de sono regular prevenindo a privação de sono e prevenção do tabagismo nos adolescentes. Em alguns casos pode ser necessário utilizar medicamentos, nomeadamente se existirem sintomas, se houver alguma causa para a HTA que necessite de ser tratada, se houver já lesões em alguns órgãos causadas pela hipertensão ou se as medidas não farmacológicas não resultarem e os valores da PA forem muito elevados.

Fontes: Sociedade Portuguesa de Hipertensão; Sociedade Portuguesa de Pediatria; Portal SNS24.

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A rainha dos prados favorece a função de eliminação renal. (2) O chá verde estimula o metabolismo dos lípidos. (3) Resultados de um inquérito de satisfação realizado em setembro-outubro de 2014 com 173 pessoas. Medição do volume urinário – Questionário TBD 09/2017 - 29 pessoas (auto-avaliação). Suplemento alimentar. Num quadro de uma alimentação variada, equilibrada e um modo de vida saudável.

(1)


Prevenção Saúde e Bem-Estar

Brincar é coisa séria…

E ajuda no desenvolvimento e saúde das crianças. Ao brincar, as crianças expõem-se de maneira saudável a micro-organismos do ambiente, apresentando-os ao seu sistema de defesa em quantidade e situação favorável para que ele aprenda o que deve ou não tolerar. Protege contra as alergias e estimula mecanismos de defesa contra doenças (sem adoecer), à semelhança do que acontece com as vacinas. Além disso, o estímulo motor leva à melhor expetoração das secreções respiratórias e a uma melhoria no apetite, contribuindo para a prevenção de doenças. Quando falamos de saúde devemos abranger a psicológica e social. Estimular uma criança a brincar tem um grande impacto para o crescimento saudável. É fácil perceber como este estímulo contribui para a criatividade e a aprendizagem cognitiva e motora, mas é menos óbvio como influencia na aprendizagem social da criança. Ajuda e ensina no relacionamento social, a perceber e respeitar diferenças e semelhanças, a defender e a partilhar. É uma ferramenta imensa para aprender a competir, a saber organizar e a percecionar regras (quando estas devem ser seguidas e quando podem ser infractas). Brincar e Saúde Psicológica. Existe ligação? Ainda menor do que o impacto social está a perceção do contributo para a saúde psicológica. Durante o ato de brincar, a criança aprende a controlar a ansiedade (enquanto espera pela sua vez, por exemplo), a lidar com a frustração da derrota e como se erguer para tentar de novo, como expressar empatia ao colocar-se no lugar do outro seja na dor/ derrota ou na alegria/vitória, a expressar autonomia, a impor a personalidade e também a permitir que o outro imponha a sua própria personalidade. A criança aprende também a não ter medo do “novo”, que nesta fase é uma nova brincadeira ou um alimento diferente, mas que no futuro pode ser o facto de enfrentar uma mudança de emprego, de cidade, um novo relacionamento, entre outros. 19


Prevenção Saúde e Bem-Estar

Crianças, tecnologia e as novas formas de brincar A verdade é que a brincadeira é a base de tudo.

Por vezes, separar este tempo parece muito difícil. Talvez a solução

Permite-nos ser genuínos e espontâneos. É

passe por mudar o pensamento, passando de fazer tudo por eles

onde podemos rir ou chorar sem julgamentos.

para fazer mais coisas com eles! Sim, várias coisas... muitas

É uma aventura que se encontra assinalada na

coisas... as coisas possíveis com as nossas crianças.

Declaração Universal dos Direitos das Crianças

Reforçar momentos em família funciona como um importante

desde 1959. Por isso, além de um direito,

amortecedor emocional, conforta as quedas e alivia as frustrações.

deveria também fazer parte da lista de deveres

Não as evita, mas enfraquece-as, conseguindo-se mudar o foco

diários das crianças.

para outras tarefas ou momentos de prazer que melhoram a

Ainda não há muito tempo, brincar na rua era

autoestima, o bem-estar e, acima de tudo, fortalecem os laços

quase uma regra. Quase como verdadeiros

relacionais!

exploradores,

construtores…

E pode ser tão fácil! Um jogo de tabuleiro, um baralho de cartas ou

passava-se horas com apenas dois berlindes e

dominó, um passeio de bicicleta ou de patins, uma ida à praia ou ao

três elásticos.

parque, um conjunto de bonecos, um livro de colorir, peças para

Os tempos mudaram e as brincadeiras também.

construir, ou fazer umas bolachinhas para o lanche!

Foram substituídas, na sua grande maioria, por

Tudo (ou quase tudo) pode ser usado para ganhar competências, pensar mais além, voar mais alto!

inventores,

videojogos o que, a juntar ao tempo que as crianças passam na escola e em atividades extracurriculares, o tempo que resta é escasso para explorar e construir novas brincadeiras.

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Prevenção Saúde e Bem-Estar

Um canal privilegiado de relação e emoção! É discreta e quase invisível, como se não existisse. A doença mental, alvo ainda de muita desconfiança e preconceito, não é palpável como uma perna fraturada ou uma ferida em sangue e é vista tantas vezes como sinal de fraqueza.

Sabia que? Entre 10% e 20% das crianças e jovens em Portugal sofrem de algum tipo de perturbação psicológica, sendo que apenas 25% são referenciadas para algum serviço de saúde. O suicídio permanece uma das principais causas de morte nos jovens entre os 15 e os 24 anos. Os problemas de saúde mental são os que maior impacto tem na qualidade de vida das crianças e adolescentes e, simultaneamente, os que menos resposta têm em Portugal. É através da brincadeira, dos jogos estruturados, mas acima de tudo dos jogos não-estruturados, do faz-de-conta, que se ensaiam diferentes papéis e personagens, que se podem interiorizar regras e limites, viajar por mundos desconhecidos, enfrentar medos, cuidar e curar como os médicos. Durante a brincadeira reciclam-se emoções negativas e afastam-se pensamentos negativos. Ensaiam-se conflitos e descobre-se a melhor forma de os resolver. Testam-se soluções e descobre-se melhor as personalidades, do que se gosta ou como se pode ser mais feliz!

Brincar é importante para as crianças… e para os adultos também! 21



Breves

Animais de companhia: Pequenos grandes cuidados

Covid-19 e Diabetes tipo 1 em crianças Um estudo, denominado por “Has COVID-19 Delayed the Diagnosis and Worsened the Presentation of Type 1 Diabetes in Children?“, sugere uma possível ligação entre a covid-19 e o desenvolvimento de diabetes tipo 1 em crianças. A investigação mostrou que 30 crianças em hospitais no noroeste de Londres apresentaram diabetes tipo 1 durante o pico da pandemia. Este número é “o dobro do número de casos normalmente vistos neste período em anos anteriores, com grupos de casos em dois desses hospitais”, indica o estudo. A análise mostra que algumas dessas crianças tinha coronavírus ativo ou já haviam sido expostas ao vírus. Os investigadores, após análise, acreditam que a proteína spike do coronavírus pode ser capaz de atacar e destruir as células produtoras de insulina no pâncreas. Apesar do estudo ser limitado a uma região do Reino Unido e, os cientistas defenderem que mais pesquisas são necessárias para estabelecer uma ligação definitiva entre os dois, esperam que, entretanto, “os médicos estejam cientes dessa potencial associação”, conclui o estudo.

Partilhar o espaço doméstico com um cão ou um gato é fonte de múltiplos prazeres, mas também de alguns riscos, como o de contacto com parasitas, que ameaçam a saúde do animal e a de quem com ele convive. Os parasitas mais comuns são as pulgas e as carraças (parasitas externos) e as lombrigas e as ténias (parasitas internos). Perante este risco, há que prevenir, desparasitando frequentemente, se possível com a ajuda de uma vasta gama de produtos, com diferentes apresentações: Coleiras inseticidas; Sprays; Pipetas; Soluções para unção. Com especificidades próprias consoante a forma de apresentação, devem ser utilizados de acordo com o recomendado para cada produto, em cada situação. Para cada situação recomenda-se o aconselhamneto com o médico veterinário ou com o farmacêutico. Se tem animais em casa, não hesite em procurar a sua farmácia.

Pfizer e Moderna. Imunidade até três anos? Um estudo suíço revela que estas vacinas criam uma resposta imunitária superior à verificada em quem já recuperou da doença. As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas com a tecnologia RNA mensageiro, produzidas pela Pfizer e pela Moderna, previnem casos graves da doença durante três anos. As novas informações são de um estudo publicado pelo Grupo de Trabalho Científico do Governo Suíço contra a covid-19. Estas vacinas criam uma resposta de anticorpos duas a quatro vezes superior ao que foi verificado por quem já recuperou da doença, o que implica também uma proteção mais duradoura. A duração da proteção dada por estes fármacos RNA pode diminuir entre pessoas com mais de 75 anos e, portanto, reduzir-se para entre 15 e 24 meses contra as formas graves da doença e entre sete a 10 meses em versões mais moderadas. Os investigadores ressaltaram ainda que os períodos de proteção estimados podem ser menores, embora não se saiba exatamente a duração, sobretudo no caso da variante delta, que é muito mais contagiosa do que as estirpes anteriores e também aparenta necessitar de uma quantidade mais elevada de anticorpos.

FORMAÇÃO COOPROFAR Suporte Básico de Vida 02.08.2021 Gondomar 09.08.2021 Gondomar

Vacina contra a Covid-19 no Programa Nacional de Vacinação (PNV)

Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis, atualização

Numa altura em que assistimos ao significativo aumento do número de casos de infeção por Covid-19 a ministra da Saúde, Marta Temido, admite que a vacina contra a Covid-19 possa, no futuro, vir a fazer parte do Programa Nacional de Vacinação, considerando a vacina como uma oportunidade que temos para nos proteger. Relativamente às decisões tomadas para travar a pandemia, a ministra afirmou que, apesar de haver algumas em que se acredita mais do que noutras, sempre concordou com todas.

Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis, inicial

04.08.2021 Gondomar

11.08.2021 Gondomar

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atualizado em 23/02/2021