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Abril 2014

Quota de medicamentos genéricos aumenta para 44,7% Forté Pharma: “Comercializamos produtos líderes, com benefícios acrescidos para o consumidor” Alergias são a sexta doença mais frequente no mundo


MY COOPROFAR Abril 2014

EDITORIAL 04 Análise de mercado

Compromisso

06 Especial Saúde 10 Opinião

No Grupo Cooprofar-Medlog reconhecemos que as empresas são responsáveis

11 Report

por proporcionar condições de trabalho dignas, constituindo-se interlocutoras

12 Entrevista

privilegiadas na resposta à infecção pelo VIH no local de trabalho, nas suas

14 Novos 14 Cosmética e Higiene Corporal

vertentes: não discriminação, prevenção e acesso no tratamento. Por isso, em 2008,

16 Diagnóstico

subscrevemos os princípios adotados pelas agências da Organização das Nações

16 Dispositivos Médicos

Unidas e o Código de Conduta da Organização Mundial do Trabalho referente à

18 Éticos

infecção (VIH) e à protecção dos direitos humanos e assinámos o Código de Conduta

22 Galénicos

– Empresas e VIH.

22 Higiene Bebé

Seguindo este compromisso, decidimos associar-nos, em abril, àquele que foi o

22 Higiene Oral

primeiro debate, em Portugal, sobre a política em matérias de drogas que envolveu

22 Homeopáticos

a sociedade civil, as instituições nacionais e internacionais e os decisores políticos.

22 Interapothek 23 Med. Não Suj. a Rec. Médica

A Conferência «Políticas de Droga e Saúde» contribuiu para um consenso político,

25 Nut. e Prod. à Base de Plantas

técnico e social sobre os meios mais eficazes e o caminho a seguir no que diz respeito

26 Nutrição Infantil

à promoção de políticas de saúde para esta área. Congratulamo-nos, por isso, com

26 Parafarmácia

o apoio que prestámos a esta abrangente reflexão nacional.

26 Químicos 26 Veterinária 27 Breves

Celso Silva Diretor Geral

Administração e propriedade: Cooprofar Rua José Pedro José Ferreira, 200 - 210 4424-909 Gondomar T 22 340 10 00 F 22 340 10 50 cooprofar@cooprofar.pt www.cooprofar.pt

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Publicação: Mensal Tiragem: 1500 exemplares

O Período de vigência das Bonificações decorre entre 1 de Abril a 30 de Abril, inclusive. Os Preços indicados estão sujeitos a alterações de acordo e devido as condições de mercado. Os Valores indicados são vingentes, salvo erro tipográfico. Aviso: Os textos foram redigidos ao abrigo do novo acordo ortográfico.


Faro

Mercado Total

Beja

Évora

Setúbal

Lisboa

Portalegre

Santarém

Leiria

Castelo Branco

Coimbra

Guarda

Viseu

Aveiro

Porto

2

Vila Real

Crescimento Mercado Fevereiro 2014 vs. mês homólogo

Braga

Crescimento face ao período homólogo

Bragança

/Análise de Mercado Viana do Castelo

MY COOPROFAR

% 0 -2 -4

10%

-6

5%

-8 Jan

Fev

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Abr

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-24,6%

Quota de medicamentos genéricos aumenta para 44,7%

Dois anos de DCI: setor faz balanço positivo

A quota de mercado de medicamentos genéricos era de 44,7 por cento no ano passado, mas a maioria dos encargos do Estado com medicamentos referia-se a fármacos sem genéricos no mercado, revelou segunda-feira o Infarmed. O estudo sobre o Mercado de Medicamentos Genéricos em Portugal, elaborado e divulgado pela autoridade que regula o sector (Infarmed), indica que a quota de mercado de genéricos em 2013 atingiu os 44,7 por cento. Esta percentagem, lê-se no estudo, cumpre a meta inscrita no Memorando da troika de 45 por cento. Ainda assim, prossegue o documento, 52,8 por cento (613 milhões de euros) dos encargos totais do Estado com medicamentos são referentes a medicamentos cuja Denominação Comum Internacional (DCI) ainda não tem medicamentos genéricos disponíveis no mercado. O Infarmed refere que há DCI que, “embora tenham disponíveis vários medicamentos genéricos comparticipados, o medicamento de marca ainda detém a maior quota de vendas”, dando exemplos do Bisoprolol (para a hipertensão), cujo medicamento de marca ainda detêm 54 por cento do mercado. O mesmo documento indica que, entre 2010 e 2013, houve uma evolução na quota de medicamentos genéricos em unidades de 31,4 por cento em 2010 para 44,7 por cento em 2013 (mais 13,3 pontos percentuais). “Apesar do aumento de unidades dispensadas, os encargos do SNS mostram uma tendência de decréscimo de 29,3 por cento (menos 480 milhões de euros)”. O Infarmed garante que “os encargos dos utentes também diminuíram 6,2 por cento (menos 43 milhões de euros) neste período”. O estudo refere que, das 2.771 farmácias que existem em Portugal, 1.278 têm uma quota de mercado de genéricos igual ou superior a 45 por cento e que, destas, 300 têm uma quota igual ou superior a 50 por cento.

Em março de 2012 foi publicada a lei que determinou a prescrição e dispensa de medicamentos por Denominação Comum Internacional (DCI), promovendo-se, assim, uma verdadeira reestruturação no sistema de prescrição, dispensa e comparticipação de medicamentos. Decorridos dois anos, existe um amplo consenso sobre os benefícios da nova legislação, sendo um dos reflexos mais evidentes o crescimento do mercado de genéricos, que em março de 2012 tinha uma quota do mercado SNS de 34,2% e atualmente é de 40,1%. Os doentes passaram a ter maior poder de intervenção na gestão da sua despesa com medicamentos, economizando recursos que, de outra forma, não conseguiriam economizar. As farmácias, por seu turno, tiveram de se adaptar aos novos direitos dos doentes. Para o setor, a evolução tem sido francamente positiva, mas há ainda um longo caminho a percorrer, considerando que o mercado de genéricos pode crescer mais e mais depressa, e destaca a função reguladora e fiscalizadora do Infarmed, no garante da melhoria da aplicação da lei de prescrição e dispensa por DCI por parte de todos os intervenientes no circuito do medicamento. As farmácias constituem um dos setores de atividade mais auditados e fiscalizados no nosso país, e revela que um relatório recentemente divulgado pelo Infarmed, relativo a uma operação de fiscalização, no âmbito do cumprimento desta lei, evidencia um elevado grau de cumprimento por parte das farmácias. Facto notável, num setor que atravessa a maior crise económica e financeira de todos os tempos.

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Ministro: Margens de lucro nos medicamentos são “excessivas” O ministro da Saúde, Paulo Macedo considerou que não são normais as margens de lucro existentes nos medicamentos e que é necessário fazer mais pela transparência no setor. “Há rendas, preços e margens que são, de facto, excessivas nesta área. Temos produtos farmacêuticos com variações de seis mil por cento ou medicamentos que caem 70%. Isto não é normal”, referiu. O governante acredita ser possível “adequar as margens de lucro no setor às capacidades financeiras dos portugueses”.

Central de compras só poupou 1% em medicamentos A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) conseguiu poupar cerca de 62 milhões de euros em medicamentos em 2013, o que corresponde a entre 5% a 6% dos gastos com medicamentos nos hospitais. Mas apenas poupou quatro milhões através de compras centralizadas, sobretudo em vacinas e contraceptivos, o que corresponde a menos de 1% das verbas anualmente despendidas. Henrique Martins, o presidente da SPMS admite que é ainda “uma parte muito pequena” e que é necessário que os hospitais ganhem confiança no organismo. “Os hospitais têm uma relação com os fornecedores mais direta e mais fácil, e que nós ainda estamos a construir”. Até agora, a SPMS já cobre 84,7% dos medicamentos hospitalares com contratos públicos de aprovisionamento, ou seja, contratos que determinam o valor máximo que se pode pagar pelos medicamentos. E é com eles que obteve uma poupança global de 58 milhões de euros em 2013. O que falta? “Mais compras centralizadas. É na compra efetiva que se conseguem maiores poupanças, como aconteceu com as vacinas da gripe, em que se poupou um milhão”.

APIFARMA: dívida do Ministério coloca em causa acesso à inovação no setor das análises Está em causa o acesso à inovação no setor das análises clínicas nos hospitais, por causa da dívida de 92 milhões de euros do Ministério da Saúde a empresas que fornecem estes serviços. O alerta é da APIFARMA (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) que alerta para a impossibilidade de nos últimos anos haver renovação destes equipamentos e produtos, por falta dos pagamentos do Estado a tempo e horas, o que afeta a qualidade dos serviços prestados aos doentes.

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/Análise de Mercado

Comissão Europeia: vantagens da vacinação na farmácia Uma eurodeputada do Reino Unido dirigiu à Comissão Europeia (CE) uma pergunta em que questiona se a CE pretende encorajar os Estados-membros a permitir a vacinação por farmacêuticos, por forma a atingir o objetivo de cobertura de 75% na época gripal de 2014/2015. Emma McClarkin recorda que a vacina da gripe é administrada na farmácia, por farmacêuticos, em três Estados-membros (Portugal, Irlanda e Reino Unido). Salienta, ainda, que estudos demonstram que a vacinação na farmácia “aumenta as possibilidades de escolha e a conveniência dos cidadãos, permitindo que cada um seja vacinado quando e onde mais lhe convém”. Os mesmos estudos destacam que este serviço prestado pelas farmácias é «popular» e que “os índices de satisfação são elevados”. Nestes países, a taxa de vacinação aumentou em resultado da intervenção dos farmacêuticos, “com benefícios para os utentes e para o orçamento de saúde dos governos”. Na resposta, o Comissário Tonio Borg (DG Saúde e Consumidores) afirma que a CE vai organizar uma reunião com todos os parceiros envolvidos, com vista a “partilharem boas práticas e chegarem a acordo sobre como poderão melhorar as taxas de cobertura vacinal”.

Bruxelas quer aproximação regulatória com os EUA no setor farmacêutico Além da eliminação das tarifas alfandegárias, está em cima da mesa, na negociação da parceria transatlântica entre a Europa e os EUA, uma aproximação regulatória entre os dois blocos. Porém, enquanto os EUA põem a ênfase num entendimento futuro entre reguladores, que anule a possibilidade de virem a aparecer regulamentações contraditórias e incompatíveis, Bruxelas exige que o acordo dê, de início, “resposta a problemas concretos” em setores como o automóvel, os têxteis, o equipamento médico e as indústrias farmacêutica, química e cosmética, explicou o diretor-geral adjunto da DG Comércio, da Comissão Europeia, João Aguiar Machado. “É um trabalho que tem de ser feito setor a setor” e “rapidamente se queremos retirar benefícios económicos”, reconheceu o presidente para a Europa da Câmara do Comércio dos Estados Unidos, Peter Chase, defendendo, no entanto, que o objetivo deverá ser fazer “o acordo básico e depois deixar que os reguladores se aproximem”. O “acordo deve ser vivo e melhorado no futuro”, argumentou Chase.


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/Especial Saúde

Alergias são a sexta doença mais frequente no mundo Espirros, nariz a pingar, olhos vermelhos, tosse e comichão na pele. Estes são os sintomas das alergias que mais frequentemente assolam as pessoas que delas sofrem com a chegada da Primavera. Nesta época é comum surgirem crises de asma, rinites ou conjuntivites… Em abril, a My Cooprofar fala de Doenças Alérgicas.

A alergia é uma resposta exagerada do sistema de defesas do corpo humano a uma substância presente no ambiente que, por si só, não seria uma agressão para o organismo. As alergias são a sexta doença mais frequente no mundo e estima-se que afectem mais de 10 por cento da população mundial e quase um terço dos portugueses.

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/Especial Saúde

ALERGIAS INFANTIS: o que fazer para prevenir as doenças alérgicas

A reação alérgica é uma das consequências possíveis do funcionamento do sistema imunológico do ser humano, que se defende desta forma dos numerosos micróbios e substâncias presentes nos alimentos, no ar e nos objetos. Essas substâncias (antigénios) são identificadas como estranhas ao organismo pelo sistema imunológico, através de proteínas especiais que circulam no sangue e em todos os líquidos orgânicos, os anticorpos, ajudando a captar e eliminar os antigénios invasores. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), há cerca de 30 anos, descobriu-se que as pessoas com alergia produzem um anticorpo especial (imunoglobulina E - IgE). E fazem-no para substâncias inofensivas e banais no ambiente: pólens de plantas, componentes do pó da casa, alimentos como o leite ou os ovos, etc. São os chamados alergénios. Uma vez produzida, esta IgE liga-se a células especiais (mastócitos) muito abundantes na pele e nas mucosas (o revestimento do aparelho respiratório e do tubo digestivo) à espera do seu alergénio. Quando o encontram, provocam a libertação imediata e explosiva de substâncias químicas dos mastócitos que provocam rapidamente (15 a 30 minutos) uma intensa inflamação e que origina os sintomas da alergia. Se a exposição a esse alergénio é intensa e a inflamação muito prolongada, a doença alérgica pode tornar-se crónica e persistente. A razão pela qual algumas substâncias desencadeiam alergias apenas em algumas pessoas ainda não é muito clara, mas a história de outras alergias na família (a chamada atopia) parece ser o principal fator predisponente. Possivelmente, a resposta estará nalguns genes que passam de pais para filhos e nalgumas condições do ambiente que favorecem a proliferação dos alergénios, explica a SPAIC.

Sempre a tossir, sempre cansado, não consegue correr, sempre a coçar-se, sempre constipado, sempre a tomar antibiótico, acorda sempre com sono, ressona tanto, diziam que passava com a idade mas começo a duvidar. Perante estas afirmações, a pergunta que se coloca aos pais é incontornável.

Será que é alergia? As doenças alérgicas respiratórias (rinite e asma) e o eczema atópico são as manifestações de alergia mais frequentes na criança. “Em muitos casos, estas doenças coexistem. A maioria dos asmáticos tem rinite, quase metade das crianças com rinite podem ter ou vir a sofrer de asma, e mais de metade das crianças com eczema atópico podem vir a desenvolver asma ou rinite”, indica Mário Morais de Almeida, presidente da SPAIC. “No entanto, apesar de estas doenças alérgicas serem muito frequentes, continua a existir um significativo problema de falta de diagnóstico e de ausência de tratamento”, acrescenta este especialista. As alergias afetam mais de um terço das crianças portuguesas, desde a primeira infância, acentuando-se na idade escolar. “A rinite é a manifestação alérgica mais frequente. Mais de 25% das nossas crianças em idade escolar têm sintomas actuais de rinite. E 10% têm ao mesmo tempo queixas oculares de conjuntivite. Aasma afeta 10 a 15% e o eczema atópico mais de 10% das crianças em idade escolar”, salienta ainda Mário Morais de Almeida. O diagnóstico é fundamentalmente clínico. Conforme explica o presi¬dente da SPAIC, “valorizam-se os sintomas e os sinais, caracterizando o calendário e a sazonalidade, os desencadeantes e o que os alivia”. Os relatos da criança e dos pais são, por isso, essenciais. «Falamos com os pais e sempre que possível com as crianças, que colaboram ativamente em estudar as pistas que levam a resolver o mistério das suas alergias”, explica Mário Morais de Almeida.

Porque estão a aumentar as alergias? As alergias têm vindo a aumentar nas últimas décadas do século XX. Atualmente, na Europa, cerca de 8 a 10% da população (mais de 24 milhões de pessoas) sofre de asma. A rinite alérgica é ainda mais frequente, pois dela sofrem 10 a 15% da população (mais de 35 milhões de europeus). Em Portugal, os estudos mais recentes demonstram que cerca de 11% das crianças, entre os 6 e 14 anos, e 5% dos adultos sofrem de asma (pelos menos 500 mil portugueses), sendo o panorama da rinite igualmente pouco animador: cerca de 10% da população. A razão do aumento das doenças alérgicas, nomeadamente na população ocidental, com um nível sócio-económico relativamente desenvolvido, não está ainda esclarecido, mas vários dados parecem apontar para o ambiente e para o estilo de vida ocidental.

O seu envolvimento é sempre desejável até porque tudo o que vier a ser feito depende de um contrato entre a criança, os pais e a equipa de saúde. Alguns exames auxiliares de diag¬nóstico podem ser necessários, mas habitualmente poucos. “Os testes cutâneos, a que as crianças aderem com entusiasmo e interesse, encontram-se na primeira linha, mas não são fundamentais para a abordagem inicial. Algumas análises e estudos Diz a SPAIC que a diminuição das infeções na primeira infância, da função respiratória estão indicados em várias situações de pelo seu melhor controlo (vacinação, antibióticos) e melhores doença. É tão simples dar alegria à maioria das crianças que socondições sanitárias, poderá fazer com que o sistema imunológi- fre de alergia”, esclarece o especialista. co, menos ocupado com os micróbios e parasitas, se volte para os alergénios ambienciais, que, à partida, seriam inofensivos para o indivíduo.

“Estima-se que afectem mais de 10 por cento da população mundial e quase um terço dos portugueses”

Além disso, condições derivadas de um ambiente doméstico cada vez mais hermético (as crianças passam 90% do seu tempo dentro de portas!) e da alimentação (determinados ácidos gordos, conservantes e antibióticos que diminuem os micróbios normais do intestino) poderão também estar envolvidos.

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/Especial Saúde

Estratégias simples para prevenir as alergias infantis

Evitar o fumo do tabaco

Evitar os alergénios do ambiente interior. Os ácaros do pó doméstico representam a principal causa de alergia na população portuguesa.

- O fumo do tabaco aumenta o risco do aparecimento de asma e outras doenças alérgicas e nas crianças com asma é um conhecido fator desencadeante das crises, associando-se a maior gravidade da doença, com aumento do risco de crises graves com internamento hospitalar e mortalidade.

As medidas aconselhadas para evitar a exposição estes alergénios são:

- Os pais das crianças asmáticas deverão ter consciência de que se fumam ou deixam que outros fumem perto dos seus filhos (em casa ou no carro) estão a prejudicar gravemente a saúde dos seus filhos, aumentando de forma significativa o risco de uma crise e a gravidade da doença.

- Manter um arejamento e ventilação adequadas - Evitar alcatifas e carpetes (substituir por pavimento de linóleo, mosaico ou madeira envernizada) - Utilizar colchões recentes

- É preciso não esquecer que a criança pequena não pode manifestar verbalmente o seu mal-estar e que a tosse é habitualmente a sua única forma de expressão.

- Colocar coberturas anti-ácaros nos colchões e almofadas - Utilizar lençóis de algodão, almofadas e edredão sintéticos

- Não esquecer que o aleitamento materno é uma das medidas mais importantes para prevenir as alergias nos primeiros anos de vida.

- Lavar a roupa da cama e as cobertas plásticas com água a 60º C - Remover do quarto peluches ou objectos que acumulem pó (por exemplo, livros) - Usar aspirador com filtro de alta eficiência (HEPA)

Alergia versus asma

- Controlar a humidade relativa em valor inferior a 50% (os desumidificadores podem ser úteis)

Há quem pense que a alergia e a asma significam a mesma coisa. Nada mais errado. “Alergia não é uma doença, identificando um distúrbio imunológico que traduz a existência de anticorpos contra alergénios, geralmente proteínas, com que contactamos habitualmente (como por exemplo, os ácaros, os pólenes, os alimentos e os venenos de insectos)”, reforça Mário Morais de Almeida. A alergia corresponde a um exagero ou excesso de resposta imunitária. Por outro lado, “a asma é uma das doenças em que as alergias estão envolvidas. Na criança asmática, a alergia está muito presente, mas não é obrigatória para o diagnóstico. A asma até pode não ser alérgica. Os pais preocupamse excessivamente com as alergias, mas aceitam mal os verdadeiros diagnósticos das doenças alérgicas. Até os evitam! E assim não se pode resolver o problema”, salienta Mário Morais de Almeida.

- Nos doentes alérgicos a animais domésticos (gato, cão, coelho, hamster, entre outros), pode ser necessário remover estes animais da habitação, não devendo estes frequentar os quar¬tos de dormir e deve aumentar-se a ventilação da casa. - Evitar os alergénios do ambiente exterior.

Os pólenes são os alergénios mais importantes do ambiente exterior. Eis algumas medidas úteis: - Conhecer o boletim polínico da região (disponível em www.spaic.pt) - Planear viagens de fim de semana ou férias elegendo alturas do ano e locais livres do(s) pólen(es) aos quais a criança é alérgica - Evitar o campo em fases de grande concentração de pólenes - Manter fechadas as janelas de casa, durante o dia - Usar óculos escuros - Viajar com as janelas fechadas

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/Especial Saúde

Alergias alimentares Falta de vitamina D nas crianças aumenta probabilidades de alergia a alimentos A falta de vitamina D no organismo das crianças aumenta as probabilidades de estas terem reações alérgicas aos alimentos, alerta um estudo divulgado na Austrália. Cientistas australianos descobriram que as crianças com uma insuficiência de vitamina D tinham três vezes mais probabilidades de registarem alergias aos alimentos, informou o Instituto de Investigação Infantil Murdoch. No entanto, os investigadores determinaram que não existe ligação entre a falta da chamada vitamina da “luz do sol” e o eczema, segundo a agência noticiosa espanhola EFE. A relação entre a vitamina D e as alergias aos alimentos foi registada nos menores cujos pais tinham nascido na Austrália, mas não nos que tinham progenitores nascidos no estrangeiro, o que poderá estar associado à cor da pele, a fatores genéticos ou a ambientais, de acordo com a investigação do MCRI. A vitamina D é produzida sobretudo pela ação dos raios ultravioleta B na pele, mas também pode ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou através de suplementos vitamínicos.

200 mil com alergia que pode ser fatal

Qualquer alimento pode ser um inimigo, podendo levar a uma alergia alimentar. O simples contacto ou inalação é suficiente. As alergias são mais frequentes na infância, mas podem surgir em qualquer idade. Estima-se que as doenças alérgicas atinjam um quarto da população portuguesa. Cerca de 200 mil pessoas sofrem de anafilaxia, a reação alérgica mais grave que pode levar à morte. “Podemos ter manchas avermelhadas, inchaços, lesões de urticária, queixas respiratórias, tosse, dificuldade respiratória, cólica abdominal e até mesmo a paragem cardiorrespiratória”, explicou a médica Susana Piedade. As causas mais frequentes de anafilaxia estão relacionadas com alimentos, como o leite de vaca, ovo, amendoim, frutos secos (amêndoa, noz), frutos frescos, marisco, peixe e trigo. Também os medicamentos, como é o caso dos anti-inflamatórios, o frio ou as picadas de insetos (abelhas e vespas) são causadores de anafilaxia. A prevenção da doença passa por educar e explicar a importância de evitar, de forma rigorosa, a exposição ao alimento proibido’. “Os pré-preparados, por exemplo, podem conter o ovo na sua composição. Deve ser dado ao doente um plano de atuação no caso de reação acidental. A adrenalina é para salvar a vida do doente. O ideal é que o doente nunca tenha de recorrer à terapêutica de emergência”, refere Susana Piedade.

Fontes: Sapo Saúde; RCMPharma; SPAIC 09


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Prof. Dr. Luis Miguel Borrego, Secretário-Geral da SPAIC (Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica)

Rinite alérgica: Nariz tapado, comichão, espirros e pingo no nariz, logo que o alergénio entra no nariz levado pelo ar. Conjuntivite alérgica: Inchaço, vermelhidão e comichão de ambos os olhos, num determinado ambiente, local ou época do ano. Asma: Tosse, falta de ar, chiadeira no peito, que surge subitamente, em determinados locais, após constipações, com o exercício ou no local de trabalho. Dermatite atópica: Também chamada eczema, surge com vermelhidão, comichão, descamação da pele, p.ex. na face, dobras dos cotovelos ou joelhos. Urticária: Outra alergia da pele, com manchas e pápulas que dão muita comichão. Os episódios são muitas vezes desencadeados por infecções, certos alimentos, medicamentos e stress. Anafilaxia: É a forma mais aparatosa e grave da alergia. Surge em poucos minutos após o contacto com o que provoca a alergia (alimentos, penicilina, picada de abelha ou vespa, contacto com borracha - látex, etc.), com inchaço, calor, urticária, espirros, falta de ar e sensação de desmaio. Se não tratada imediatamente com adrenalina injectável pode levar à perda de consciência, choque e acabar por ser fatal. Quando e como tratar a alergia? A doença alérgica é uma teia complexa de células e substâncias químicas que envolvem vários órgãos do nosso corpo, frequentemente durante longos anos, e para a qual não há ainda um tratamento ou medicamento isolado, apesar dos grandes avanços que se fizeram no conhecimento e tratamento destas doenças. No entanto, o tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível. O controlo eficaz da alergia implica a combinação de várias medidas:

A identificação do(s) alergénio(s) envolvidos, minimizando o mais possível a exposição a estes, o uso combinado de diferentes medicamentos para diminuir os sintomas e, sobretudo, a inflamação crónica da alergia e, sempre que possível, utilizando-os localmente, junto do órgão que está mais envolvido (pulmões, nariz, pele, olhos). A imunoterapia, também conhecida como vacinas para a alergia, poderá estar indicada para modificar o comportamento do Sistema Imunológico, diminuindo a reacção ao contacto com o alergénio, particularmente quando o doente está sensibilizado a um grupo limitado de alergénios, de eliminação difícil, e quando as medidas inicialmente adoptadas não estão a ser suficientes para controlar a doença. Dada a complexidade da “gestão” clínica destas doenças há médicos particularmente habilitados para o diagnóstico e tratamento das doenças alérgicas - os especialistas em alergologia e imunologia clínica ou imunoalergologista.

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/Report

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Debate pioneiro no país…

Medlog patrocina conferência sobre «Políticas de Droga e Saúde» Foi o primeiro debate, em Portugal, sobre a política em matérias de drogas que envolve a sociedade civil, as instituições nacionais e internacionais e os decisores políticos. A Conferência «Políticas de Droga e Saúde» decorreu no dia 1 de abril, na Assembleia da República e contou com o patrocínio do Grupo Cooprofar-Medlog no papel de signatário do Código de Conduta Empresas e VIH. Promovido pelo GAT (Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA), em conjunto com a APDES (Agência Piaget para o Desenvolvimento) e a associação CASO (Consumidores Associados Sobrevivem Organizados), tratou-se de um evento pioneiro em Portugal pelo envolvimento gerado em torno de vários atores.

Grupo Medlog conduziu três painéis do evento

Supply Chain Meeting 2014 mostrou como fazem os vencedores «Supply chain como arma competitiva: how the winners do it?» foi o grande tema que marcou a edição 2014 do Supply Chain Meeting, evento anual organizado pela Logística Moderna, que decorreu dias 1 e 2 de abril, em Vila Franca de Xira. O maior evento de logística e supply chain teve a assinatura do Grupo Medlog que interveio em três painéis. Durante dois dias, os profissionais de logística e supply chain tiveram a oportunidade de se confrontarem com o pensamento mais atual do setor e das novidades, melhorias e inovações ao nível operacional. Reuniu-se um elenco de luxo, tendo o evento contado com intervenções dos principais líderes da cadeia de abastecimento, ao nível da indústria, retalho e serviços logísticos, entre eles, o Grupo Medlog que destacou da sua equipa três oradores para conduzir os seguintes painéis do evento: António Sá (Diretor de Sistemas de Inovação e Informação do Grupo Medlog que abordou o tema “Supply Chain Management, Big Brother is watching you”; Nuno Almeida, Diretor de Transportes e Distribuição do Grupo Medlog que interveio sobre “Como está a saúde da sua Supply Chain? A importância de medir o desempenho da cadeia logística” e Paulo Pires, Diretor de Logística do Grupo Medlog que proferiu em torno de “Como chegar ao topo? Principais tendências na supply chain e principais estratégias para os desafios futuros.” A logística de alguns dos principais setores de actividade nacional estave em destaque na edição deste ano. Além do aeronáutico, houve espaço para o têxtil e calçado, automotive, metalomecânica e agro-indústria. Num ano em que as exportações estarão, uma vez mais, em destaque, teve também lugar a mesa redonda dedicada à actividade transitária. A conferência internacional com André Barbosa, supplier development manager da Airbus S.A.S., marcou o arranque do primeiro dia de trabalhos. Já no segundo dia do evento, o professor e consultor Carlos Paz marcou o início dos trabalhos, seguido pela sessão “Think Global, Act Local”, com a presença de Sandra Augusto, da Volkswagen Autoeuropa, e pela conferência internacional com Vasco Amoroso, head of SCM do Mattex Group no Dubai. A encerrar o evento, José Costa Faria, VP Business Development Southern Europe - DHL SUPPLY CHAIN, abordou o tema “Por uma nova cultura de liderança: o líder tridimensional”.

«Políticas de Droga e Saúde» visou promover o debate e a reflexão sobre as respostas mais eficazes ao problema do uso de drogas e de saúde que estão associados, por forma a garantir o acesso universal, o conhecimento, a prevenção, o tratamento da dependência e de epidemias associados, com base no conhecimentos e no reconhecimento dos direitos das pessoas. A Conferência teve ainda como objetivo contribuir para um consenso político, técnico e social sobre os meios mais eficazes e o caminho a seguir no que diz respeito à promoção de políticas de saúde para esta área. O certame foi presidido por Jorge Sampaio, Comissário da Global Comission on Drug Policy, a quem se juntaram Icro Maremmani, Presidente do European Opiate Addiction Treatment Association (EUROPAD), Dagmar Hedrich, Responsável pelo sector das Respostas Sociais e de Saúde do European Monitoring Centre for Drugs and Drug Addiction (EMCDDA), António Vaz Carneiro, Director do Centro de Estudos de Medicina Baseada na Ciência (CEMBE), Raminta Stuikyte, Presidente doEuropean Civil Society Forum on Drugs, entre outros especialistas de renome nacional e internacional, representantes do Ministério da Saúde e dos grupos parlamentares, associações e entidades de referência na área. “Entendemos que a situação nacional atual, ainda de crise, pode potenciar um aumento do consumo problemático de drogas com impacto negativo sobre a saúde pública e individual. Há alguns sinais (aumento de recaídas, pequeno aumento de casos de tuberculose, consumos inseguros) que indicam existirem condições objetivas para surtos do VIH, hepatites víricas e tuberculose entre pessoas que usam drogas, pelo que julgamos prioritário contribuir para um consenso informado para a ação”, salientou o GAT.

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/Entrevista

Forté Pharma “É nosso objetivo ser um laboratório de referência no mercado dos suplementos alimentares.” MyCooprofar: Os laboratórios Forté Pharma são líder no segmento adelgaçante no mercado francês de suplementos alimentares. Com presença internacional em mais de 20 países, qual tem sido o posicionamento assumido pela filial em Portugal?

evidenciam a importância que este segmento ocupa no negócio geral da saúde em Portugal. Esta postura aproxima-nos dos nossos parceiros e clientes e estamos atentos para mantermos as sinergias comerciais e apoio promocional constante de forma a contrariar a contração Carla Vidal: Os Laboratórios Forté Pharma são uma empresa de no consumo. origem francesa que se dedica à investigação e desenvolvimento de suplementos alimentares. Como laboratório de investigação, a Forté Pharma tem como MyCooprofar: Os suplementos alimentares são uma forte aposta estratégia manter o padrão de qualidade e inovação que tem da Forté Pharma. A oferta neste segmento é muito variada para merecido a confiança dos nossos clientes e consumidores, em o consumidor. Para além de uma nova abordagem direccionada todos os mercados onde temos presença. É nosso objetivo ser para os grandes males do estilo de vida moderno, como é que a um laboratório de referência no mercado dos suplementos Forté Pharma marca a diferença? alimentares. Carla Vidal: Os Laboratórios forté Pharma têm como principal missão disponibilizar fórmulas inovadoras, eficazes e produtos MyCooprofar: Na matriz da Forté Pharma está inscrito um que constituem uma resposta positiva e saudável aos estilos de compromisso que incide na procura de fórmulas que nascem vida modernos. da investigação em Nutrição Celular e que se direccionam para Como laboratório farmacêutico procuramos fórmulas com satisfazer 4 segmentos: Emagrecimento, Energia Saúde e Beleza. ingredientes inovadores e realmente diferenciadores, como p.e. Destas 4 áreas, qual tem sido a regista maior procura? Oxylia Total, um complexo de ativos registado, eleito como o melhor ingrediente adelgaçante. Carla Vidal: Todas as áreas são importantes para a consolidação Fazemos regularmente testes de eficácia aos produtos que do negócio da Forté Pharma. Iniciámos a nossa presença em comercializamos, como forma de garantia e segurança para os Portugal com uma concentração no segmento adelgaçante, mas nossos clientes e consumidores. temos desenvolvido o negócio para outras áreas, como forma Cumprimos de forma restrita a legislação em vigor, não só a de responder às solicitações do mercado e dos nossos clientes. nível europeia mas também nacional. Como laboratório farmacêutico com uma longa experiência no desenvolvimento de produtos e fórmulas inovadoras, estamos aptos para responder de forma rápida às tendências e MyCooprofar: Os produtos Forté Pharma resultam de fórmulas necessidade dos mercados.. sinérgicas e ingredientes ativos inovadores. Está previsto o lançamento de alguma nova fórmula a curto prazo? MyCooprofar: Numa altura em que se verifica uma retracção no consumo, como é que sobrevivem os produtos desta linha, da área da Saúde e Bem-Estar? Qual a estratégia da Forté Pharma para contrariar este comportamento atual? Carla Vidal: Apesar da grave crise económica que o sector atravessa, o segmento dos suplementos alimentares têm evidenciado uma dinâmica positiva no ultimo ano, embora com alguma contração face a anos anteriores. Segundo os últimos dados de vendas do mercado é dos poucos segmentos com crescimentos positivos em valor e volume. Estes dados

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Carla Vidal: A Forté Pharma tem mantido uma estratégia muito dinâmica de lançamento de novos produtos anualmente. Este ano já lançámos no mercado um produto inovador e diferenciador no segmento adelgaçante-Pesoredux® e reformulámos a linha TurboSlim 24 Forte, que é uma marca de referência em suplementos adelgaçantes. Inclusive a marca TurboSlim 24 Forte foi eleita Produto de ano 2014, prémio dado pelos consumidores portugueses que premeia a inovação e qualidade dos produtos. Comercializamos produtos líderes, com benefícios acrescidos para o consumidor, fórmulas completas e sinérgicas. O nosso objectivo é oferecer ao consumidor produtos seguros e realmente eficazes.


MY COOPROFAR

MyCooprofar: O cenário atual, de marcada crise, obriga as empresas a serem mais criteriosas nos seus investimentos de marketing. No entanto, a IF ainda vive muito de campanhas, DIM’s e publicidade. Como é que a Forté Pharma investe nesta área em Portugal?

/Entrevista

Perfil:

Carla Vidal – Business Unit Manager

Preferências

Carla Vidal: O desenvolvimento do negócio da Forté Pharma assenta numa colaboração estreita e preferencial com os profissionais de saúde, nomeadamente a farmácia. A notoriedade dos produtos Forté Pharma baseia-se no aconselhamento técnico e profissionalizado da farmácia. Embora a comunicação de produtos seja preferencialmente paro o consumidor final, apoiamos a farmácia em todas as suas vertentes, na formação técnica de produtos, apoio de marketing e promocional constante. Temos uma equipa de delegados dedicada ao negócio da farmácia e essa abordagem faz parte da nossa estratégia de crescimento e sustentabilidade.

Citação: Não tenho tudo o que quero, mas quero tudo o que tenho. Música: The Whole of the Moon - Waterboys Filme: O Piano um filme de Jane Campion com Holly Hunter e Harvey Keitel Hobies: Equitação e dança Viagem: São Petersburgo pela sumptuosidade e cultura

MyCooprofar: Com o Grupo Cooprofar-Medlog têm sido firmadas parcerias, nomeadamente, através da divulgação das marcas que a Pfizer representa nos nossos Marketing Services. Que análise faz a Forté Pharma desta parceria? Carla Vidal: O nosso reconhecimento e notoriedade foram conseguidos também pelas parcerias e sinergias como a que temos vindo a implementar com a Cooprofar. A Cooprofar através das suas ferramentas de marketing diferenciadoras e dinâmicas é um parceiro de excelência no desenvolvimento do negócio da Forté Pharma. As marcas de sucesso fazem-se com parcerias de sucesso.

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MY COOPROFAR

pólen

aumento agrava conjuntivite alérgica O aumento do nível de polinização leva a um aumento das queixas de sintomas alérgicos, nomeadamente a nível ocular. As conjuntivites alérgicas, que atingem 30 por cento da população portuguesa, em especial a camada mais jovem, podem ser tratadas mas sobretudo prevenidas, evitando o contato com os elementos que provocam a alergia (alergénios).

ataque cardíaco

adicionar açúcar aumenta risco Um estudo publicado no site do Jama Internal Medicine demonstra que a ingestão de açúcar, muitas vezes adicionado a alimentos, aumenta o risco de se sofrer de doenças cardíacas, principalmente quando aliado ao sedentarismo e a uma dieta alimentar não equilibrada..

salvar vidas

Medir tensão arterial nos dois braços A medição da tensão arterial em ambos os braços, em vez de em apenas um, pode ajudar os médicos a detetarem possíveis ataques cardíacos e riscos de AVC, avança a revista Visão.

cancro

de “incurável” a “doença crónica” O médico especialista em Oncologia Sérgio Barroso defendeu que o cancro está a deixar de ser uma “doença incurável” para se tornar numa doença crónica, com tratamento ou até cura, graças às inovações científicas mais recentes. “Um dos nossos desafios principais é conseguir transformar o cancro numa doença crónica.

VIH

cancro da mama

caso raro de transmissão Um caso raro de possível transmissão de VIH entre mulheres foi registado por autoridades de Saúde americanas. Uma mulher, de 46 anos, “provavelmente adquiriu” o vírus da Imunodeficiência Humana em uma relação sexual com sua parceira, portadora do VIH.

sedentarismo Estar de bem com a balança não é o suficiente para evitar o cancro da mama, segundo especialistas. É a vida ativa, composta por exercícios físicos regulares, que faz a diferença, independente se a pessoa for magra ou estiver acima do peso. Uma análise com duração de 13 anos mostrou que a incidência da doença está claramente ligada ao sedentarismo.

alzheimer

mulheres mais propensas As mulheres são mais propensas a ter Alzheimer do que homens. A hipótese feminina de desenvolver a doença após os 60 anos é de uma em cada seis mulheres.

1500

casos de cancro oral por ano ”É preciso agir. Morrem 500 portugueses todos os anos devido ao cancro oral. São 1500 novos casos por ano. Estes números são maus”, alertou Rui Calado, Coordenador Nacional do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral.

79 genéricos

Mylan entra no mercado hospitalar A norte-americana Mylan está a ultimar a entrada no mercado hospitalar português. João Madeira, diretor-geral da farmacêutica que se dedica à produção de genéricos, estima que no espaço de três anos o portefólio da empresa em Portugal aumente em quase oito dezenas de medicamentos, o que poderá contribuir para uma poupança de 117 milhões de euros.

drones

entregar medicamentos O The Misson é um bairro mexicano situado na cidade de São Francisco, EUA, onde a arte urbana é rainha. Este bairro terá, muito em breve, um inovador serviço a funcionar com a ajuda de drones.

Açores

Seis em cada 10

farmácias cobram taxa em medicamentos sem receita As farmácias de turno nos Açores passam a ter a possibilidade de cobrar um acréscimo, no valor máximo de 2,50 euros, por utente, nos medicamentos não sujeitos a receita médica.

portugueses nunca fazem exercício A percentagem de portugueses que nunca faz exercício corresponde a 64%, o que coloca ‘nação’ portuguesa entre as três mais inativas de toda a União Europeia (UE-28).

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/Breves

54%

portugueses que acordam cansados Os portugueses parecem não ter o sono em atraso – já que 45% afirma dormir um razoável (entre 7 e 9 horas) número de horas por noite -, em termos qualitativos, o cenário “já muda de figura”: apenas 27% dos portugueses afirma sentir-se “revigorado” ao acordar; 54% revela “cansaço” e 18% “dorido”.

YERVOY®

Infarmed aprova O Infarmed autorizou, para utilização em meio hospitalar no tratamento do melanoma avançado em doentes adultos previamente tratados, o medicamento YERVOY® (ipilimumab), uma imunoterapia inovadora que vem preencher uma lacuna existente nesta área terapêutica.

tuberculose

1 milhão em crianças A tuberculose infantil representa pelo menos 1 milhão dos 9 milhões de casos diagnosticados, por ano, em todo o mundo.

sal

acelera envelhecimento nos adolescentes O consumo de sal acelera o envelhecimento e o risco de doenças cardíacas, principalmente em adolescentes com excesso de peso, segundo um estudo da Associação Americana do Coração, de São Francisco, EUA.


Representação ilustrativa da prótese parcial dentro da boca

Mesmo estando bem ajustada, uma prótese parcial pode comprometer a saúde dos dentes naturais remanescentes dos seus utentes 1

Ao combinar o uso diário de Corega para Parciais com uma boa higiene oral diária e visitas regulares ao dentista, os seus utentes estão a contribuir para a proteção dos seus dentes naturais remanescentes. 2-6

NOVO

COREGA PARA PARCIAIS LIMPA E PROTEGE pastilhas efervescentes • Comprovada atividade antibacteriana no biofilme7* • Comprovado que ajuda a reduzir a placa e o aparecimento de manchas8† • Fórmula não abrasiva9 e não corrosiva10

NOVO

COREGA PARA PARCIAIS SELA E PROTEGE creme fixativo • Ajuda a estabilizar a prótese reduzindo o movimento da mesma11 • Sela e bloqueia a entrada de alimentos entre a prótese e a gengiva, reduzindo a irritação das gengivas11

*Atividade antibacteriana in vitro depois de 5 minutos de imersão † Quando usado como recomendado Referências 1. Zlataric DK et al. J Peridontol 2002; 73: 137–144. 2. Preshaw PM et al. J Dentistry 2011; 39: 711–719. 3. Coulthwaite L. & Verran J. Brit J Biomed Sci 2007; 64: 180–189. 4. Yeung ALP et al. J Oral Rehabil 2000; 27: 183-189. 5. Budtz-Jörgensen E. J Dentistry 1996; 24: 237–244. 6. Bergman B et al. J Clin Periodont. 1977; 4: 134–146. 7. GSK Data on File, Lux R. 2012. 8. GSK Data on File, Cleaning study 28 Jun 2011. 9. GSK Data on File, Fernandez P et al. 2006. 10. GSK Data on File, Alliance Corrosivity Report 2012. 11. GSK Data on File, Murphy S et al. 2012. Dispositivo médico. Em caso de suspeita de acontecimento adverso contactar o Departamento Médico da GlaxoSmithKline – Telf: +351 21 412 95 00. CHPT/CHPLD/0024/13 Out. 2013

My Cooprofar Abril 2014  

Revista para Profissionais de Saúde

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