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PROGRAMA

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1. Construir o Futuro, Resistir no Presente e Respeitar o Passado Assumimos a responsabilidade de nos candidatarmos aos órgãos sociais da ANF, no momento em que as Farmácias atravessam a maior crise de sempre e conscientes de que não há regresso ao passado. Conhecemos bem as dificuldades com que teremos de lidar e as legítimas expectativas que as Farmácias têm na sua Associação. Cada um de nós, cada um dos membros que integra este projecto, sente no dia-a-dia as mesmas dificuldades, os mesmos dilemas, a mesma pressão, as mesmas indefinições e incertezas de cada um dos colegas nas suas Farmácias. Estas circunstâncias não esmorecem a nossa determinação e a vontade de trabalhar na defesa do interesse colectivo. Colocaremos, por isso, a nossa energia, a nossa experiência e a nossa visão de futuro ao serviço de todas e de cada uma das Farmácias portuguesas. Seremos fiéis aos valores fundamentais do passado das Farmácias e da ANF: rigor, transparência, responsabilidade, exigência, fiabilidade, liderança, visão, inovação, capacidade de concretização e independência. São princípios inalienáveis, que garantiram a unidade e o crescimento do sector nos últimos 40 anos. Continuaremos, como primeira prioridade, a lutar para que as Farmácias tenham condições para sobreviver no presente. Defendendo um sistema justo e adequado de remuneração da actividade das Farmácias, tendo sempre presente que a sua actual situação económica não lhes permite suportar os custos fixos. Apoiando as Farmácias na sua reestruturação económica e financeira, eficiência operacional e redução de custos. Investindo em ferramentas tecnológicas que melhorem a sua capacidade de gestão e reforcem a sua ligação aos utentes. Investindo em formação nas áreas da gestão. 3


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Continuando a construir indicadores que permitam conhecer e avaliar a sua performance. Simultaneamente, temos uma visão para o futuro. E, por isso mesmo, assumimos o compromisso de, através de um debate aberto e participado, construir um novo modelo de Farmácia sustentável a médio e longo prazo para o nosso País. Um novo modelo motivador para a equipa da Farmácia e valorizado pela Sociedade. E esse modelo tem como objectivo essencial transformar a Farmácia portuguesa num espaço de saúde ainda mais importante, no quadro dos cuidados de saúde primários. Essa é a nossa segunda prioridade, à qual dedicaremos parte substancial deste programa de acção.

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2. Construir um Novo Modelo de Farmácia As Farmácias e os Farmacêuticos são indispensáveis em qualquer sistema de saúde. Foi assim no passado. Será assim no futuro, ainda com mais relevância. Os constrangimentos económicos e financeiros que os Estados e os cidadãos vivem actualmente exigem mais rigor na afectação de recursos. A disponibilidade para pagar vai pressupor, cada vez mais, a demonstração de valor com base nos resultados que forem atingidos em contexto real e não apenas em estudos pré-comercialização. Questões como a segurança, a adesão à terapêutica, os ganhos em saúde, a efectividade terapêutica e o valor terapêutico acrescentado ganharão, assim, mais relevo num futuro próximo. Paralelamente, a nova legislação europeia sobre farmacovigilância e registo electrónico dos doentes (electronic medical record), a receita electrónica, a avaliação das tecnologias de saúde e a transferência de cuidados de saúde diferenciados para os cuidados de saúde primários, de comunidade e para auto-cuidados (self care), exercerão também uma influência crescente na actividade da Farmácia. Os Farmacêuticos são imprescindíveis nesta mudança de paradigma no sector do Medicamento. Estaremos disponíveis para participar nessa mudança e na promoção das normas e orientações clínicas baseadas no princípio de custo-efectividade dos medicamentos prescritos em ambulatório. Por outro lado, o desinvestimento do SNS em estruturas de proximidade e, em sentido inverso, a tendência para alargar a intervenção da rede de Cuidados de Saúde Primários criarão novas necessidades da população, que tenderá a reforçar a sua visão da Farmácia como a estrutura de saúde mais próxima e disponível. O novo modelo de Farmácia deverá responder, essencialmente, a estes desafios. O sistema de saúde não precisa, por isso, de menos Farmácia. 5


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Pelo contrário, o sistema de saúde e o SNS tornar-se-ão tanto mais eficientes quanto mais as Farmácias estiverem integradas no seu desenho, desenvolvimento e implementação, através de modelos de cooperação com os Cuidados de Saúde Primários, Centros de Referência e Hospitais. Toda a evidência demonstra que estes modelos de colaboração trazem ganhos em saúde e eficiência de recursos no curto, médio e longo prazo. As Farmácias estão disponíveis e preparadas para assumir novas responsabilidades. Temos os recursos humanos adequados, pois dispomos de um dos melhores rácios de Farmacêuticos por Farmácia a nível europeu. Temos também qualidade, competência, tecnologia e, principalmente, a confiança dos doentes.

2.1. Mais poder aos Doentes O novo modelo de Farmácia deve continuar a responder às necessidades dos doentes. Para as Farmácias, o Doente esteve sempre no centro das nossas preocupações no passado. Questões como o direito de opção, a liberdade de escolha, o crescimento do mercado de genéricos e os protocolos terapêuticos foram colocadas pelas Farmácias na agenda política e legislativa dos sucessivos governos, ao longo das últimas décadas. Os doentes reconhecem-nos e confiam em nós. Não temos receio de que os doentes tenham mais poder e liberdade de escolha. Os serviços, seja no espaço da Farmácia, seja no domicílio, deverão ser desenhados de acordo com as necessidades dos doentes. As nossas Farmácias devem continuar a ser convenientes, disponíveis e próximas. Se o fizermos, teremos uma probabilidade muito maior de sermos bem sucedidos na nossa estratégia.

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2.2. Sustentabilidade económica O novo modelo tem que assegurar a sustentabilidade económica das Farmácias. Nunca é demais recordar que as Farmácias portuguesas já funcionavam, em 2010, com o mais baixo custo da União Europeia. E quem o afirmou e escreveu foi a própria equipa da Comissão Europeia que acompanha o programa de austeridade imposto pela troika a Portugal. Daremos, aliás, continuidade a uma política de contactos junto das instâncias europeias, no sentido de fazer notar as mais-valias da Farmácia no contexto da saúde comunitária. Tendo esta realidade como ponto de partida, é essencial criar um novo sistema de remuneração das Farmácias. Defendemos um novo modelo de remuneração baseado essencialmente num valor fixo por embalagem, uma componente percentual e um fee profissional associado à intervenção farmacêutica. A base da sua construção deverá ter subjacente a experiência de outros países. Se os países de referência são positivos para determinar o preço industrial dos medicamentos em Portugal, então o mesmo critério tem forçosamente de ser aplicado às Farmácias. O novo modelo de remuneração terá de contribuir para: • Maximizar os resultados em saúde, através da diferenciação e qualidade dos serviços. • Assegurar a sustentabilidade da rede de Farmácias e a normalização da acessibilidade da população aos medicamentos. • Melhorar o acesso aos serviços de saúde essenciais e diferenciados, especialmente em regiões com reduzido acesso a outras unidades de saúde. • Melhorar a segurança, a adesão à terapêutica e consequente efectividade e reduzir o desperdício com medicamentos. • Promover o crescimento sustentável do mercado de genéricos e a utilização racional dos medicamentos.

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2.3. Sustentabilidade financeira A ANF tem de preservar a sua credibilidade financeira e a confiança do sistema bancário, para continuar a assegurar o pagamento às Farmácias no dia 20 de cada mês. Temos bem presente a situação do passado de dívidas crónicas do SNS, ainda não totalmente ultrapassada. Sabemos todos, por outro lado, o que está a acontecer presentemente noutros sectores da Saúde, designadamente na área do diagnóstico. Temos de ser muito firmes neste domínio, para evitar que as Farmácias sejam atingidas por um problema financeiro, em cima do grave problema económico com que hoje se deparam.

2.4. Diferenciação profissional O novo modelo de Farmácia deve promover e preservar a diferenciação profissional da Farmácia e do Farmacêutico. A preservação do conceito que os portugueses têm da Farmácia é fundamental e a evolução para o novo modelo deve respeitar escrupulosamente este princípio. Devemos estudar e aprender com outros sectores, quer a nível nacional, quer a nível internacional, para criarmos este novo modelo de Farmácia, estruturado em torno da prestação de cuidados de saúde e do Farmacêutico, com um portfólio alargado de serviços e produtos, integrado no sistema de saúde português.

2.5. Articulação com os Cuidados de Saúde Primários / Cuidados Hospitalares A interligação dos serviços prestados pela Farmácia com os cuidados de saúde primários deverá estar na base do desenho do novo modelo de Farmácia. Promoveremos iniciativas neste domínio no âmbito de populações específicas de doentes ou de grupos terapêuticos específicos, com o objectivo de melhorar a adesão e a segurança na utilização dos medicamentos, dar conveniência e acessibilidade ao sistema e contribuir para a efectividade terapêutica. Estaremos disponíveis para assumir, em condições económicas sustentáveis

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para o Estado e para as Farmácias, a dispensa de alguns medicamentos que actualmente são distribuídos preferencial ou exclusivamente nos hospitais.

2.6. Novos produtos / Novos serviços O novo modelo deve alargar o âmbito dos produtos e serviços que são prestados na Farmácia, permitindo-nos chegar a outros domínios na área da Saúde. Devem ser analisados cautelosa e criteriosamente, com o apoio de estudos de mercado, para que, simultaneamente, se cumpram dois objectivos: preservar a diferenciação profissional da Farmácia e acrescentar valor e conveniência aos utentes.

2.7. Novas abordagens de Marketing No domínio dos medicamentos não sujeitos a receita médica, dos produtos e serviços de saúde, devemos definir novas abordagens de marketing, por forma a promover a nossa diferenciação e a qualidade dos nossos recursos humanos. Devemos desenvolver soluções integradas de produtos e serviços dirigidas a populações específicas, como, por exemplo, os idosos, ou a áreas como a nutrição. Devemos estudar a possibilidade de utilizar plataformas de comércio electrónico e de alargar a prestação de alguns serviços farmacêuticos ao domicílio, de modo a aumentar o nosso espectro de acção neste domínio, com a qualidade e a segurança próprias das Farmácias. Devemos estudar possibilidades de parcerias com os fornecedores, indústria farmacêutica, outros prestadores de cuidados de saúde, o sistema financeiro, o sistema segurador, etc. O Programa Farmácias Portuguesas terá de evoluir para dar resposta a estes novos desafios.

2.8. Eficiência de custos O novo modelo de Farmácia deverá ser desenhado para a maximização da sua eficiência logística e operacional que, simultaneamente, melhore a disponibilidade dos produtos que as Farmácias dispensam, reduzindo os custos, quer de inventário, quer de espaço.

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Devemos, em parceria com as outras estruturas do sector, procurar evoluir para soluções que promovam este objectivo, com ganhos para ambas as partes. Devemos, também, continuar a trabalhar com os sindicatos dos farmacêuticos e dos profissionais de farmácia na procura das melhores soluções que permitam preservar o trabalho, assegurando a sustentabilidade económica da Farmácia do futuro. Devemos continuar a procurar melhores condições na aquisição de bens e serviços que permitam a redução dos custos de cada uma das Farmácias.

2.9. Simplificar e desburocratizar O dia-a-dia da gestão de uma Farmácia tornou-se excessivamente burocrático e pesado. É fundamental retomar o caminho da simplificação de processos, particularmente os relacionados com registos e receituário. A desmaterialização total do processo de prescrição, facturação, rectificações e reclamações é fundamental para essa desburocratização e todos temos que nos envolver activamente para que ocorra o mais rapidamente possível. O mesmo princípio deve aplicar-se às obrigações de informação das Farmácias às diferentes entidades, particularmente ao Infarmed. Apoiaremos a equipa da Farmácia a recuperar o excesso de tempo que actualmente despende com processos inúteis, que prejudicam o tempo necessário para responder às necessidades dos utentes.

2.10. Infra-estrutura tecnológica da Farmácia A construção do novo modelo de Farmácia pressupõe, também, uma nova evolução ao nível da infra-estrutura tecnológica que suporta a sua actividade. É necessário adequar o Sifarma à evolução tecnológica e às novas necessidades de informação das Farmácias, particularmente ao nível da gestão. Uma nova versão do ANFOnline estará também ao serviço deste objectivo. 10


3. Unidade, Proximidade e Participação Associativa As dificuldades da situação actual exigem um reforço da ligação entre as Farmácias e a ANF. Os órgãos nacionais e a estrutura associativa, pilares fundamentais dessa ligação, devem empenhar-se ainda mais para que haja o debate e a partilha de informação necessários para que se consiga ultrapassar a crise que vivemos e construir o modelo de Farmácia do futuro. Temos que comunicar mais e melhor. Temos todos que nos envolver mais na vida associativa. Temos que estar mais próximos e mais disponíveis. Retomaremos, por isso, os encontros DIFARMA, para promover o debate dos principais temas com relevância para o futuro das Farmácias. Esses encontros foram fundamentais para construir o modelo de Farmácia de que nos orgulhamos e entendemos, por isso, serem fundamentais para construir o modelo de Farmácia do futuro.

4. Construir e Reforçar Parcerias O nosso futuro dependerá, também, das parcerias que formos capazes de criar e de estabelecer no domínio da saúde. Temos que procurar os pontos que nos unem com os outros profissionais e agentes do sector e procurar maximizá-los. É possível fazer mais e melhor, com respeito pelos princípios e valores fundamentais de cada um. Nós teremos essa disponibilidade. 11


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5. Organização da ANF A solidez do universo associativo e empresarial da ANF é fundamental para assegurar a defesa colectiva dos legítimos interesses das Farmácias. Essa solidez deve não só ser mantida como, se possível, reforçada. O programa eleitoral que propomos exige que a organização da ANF esteja adaptada à sua concretização. A modernização e estabilidade das Farmácias nos últimos 40 anos não teriam sido possíveis se as Farmácias não estivessem unidas sob a liderança forte da ANF. A crise acentuou a importância de estarmos organizados associativamente. A ANF será, no presente e no futuro, tão importante, ou talvez mais, como foi no passado. O actual sistema de quotização associativa tem, por isso mesmo, de ser mantido. Continuaremos o processo de reorganização interna da ANF, com o objectivo de fazer mais com menos recursos financeiros, sem que isso signifique uma redução dos serviços actualmente prestados aos associados ou a degradação da qualidade dos mesmos. Estamos no limiar de uma nova era para o País e para as Farmácias. A ANF deve estar preparada para lidar com a nova realidade, introduzindo na sua organização as alterações que se revelem necessárias. O próximo mandato será, por isso, de reflexão sobre a nossa organização estatutária.

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6. O Nosso Compromisso O nosso compromisso é com as Farmácias e os nossos Utentes. Só faremos promessas que possamos cumprir. Não diremos uma coisa hoje para fazer outra amanhã. Alinharemos sempre a nossa política associativa com os interesses dos Doentes. Faremos tudo o que depender de nós para a nossa sobrevivência no presente e para o nosso desenvolvimento no futuro. Seremos firmes com o poder político na defesa dos nossos legítimos interesses. Estabeleceremos novas parcerias, sem hipotecar os nossos valores ou a nossa independência. Comunicaremos mais e melhor com as Farmácias, para reforçarmos a nossa unidade associativa. Estaremos mais próximos das Farmácias. Lideraremos com ousadia e inovação, sempre com sentido de responsabilidade. Preservaremos a solidez do universo associativo e empresarial da ANF, porque ele é fundamental para assegurar a sustentabilidade económica, financeira e profissional das Farmácias. Acreditamos que todos juntos seremos capazes de ultrapassar as dificuldades. Candidatamo-nos porque queremos uma associação forte, com a única ambição de ajudar a construir uma Farmácia Viva, indispensável ao sistema de saúde português.

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LISTA A

EQUIPA

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DIRECÇÃO Presidente PAULO JORGE CLETO DUARTE

Vice-Presidente VÍTOR MANUEL LOPES SEGURADO

Farmácia Estácio Lisboa

Farmácia Nova Setúbal

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1997 pela FFUL. É co-proprietário da Farmácia Estácio e da Farmácia Estácio Xabregas, ambas em Lisboa. Tem um MBA em Gestão de Informação pela Universidade Católica Portuguesa (2004). É Vice-Presidente da Direcção da ANF desde 2012. É, desde 2010, membro do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Farminveste. É, desde 2002, secretário-geral da AFPLP. Foi secretário-geral da ANF de 2002 a 2013. De 1999 a 2002 foi secretário-geral da OF. De 1997 a 1999 foi secretário-técnico da Comissão Nacional de Luta Contra a SIDA. Iniciou a sua actividade profissional em 1996 na Johnson & Johnson, com quem colaborou até 1998, na área regulamentar. Enquanto dirigente associativo universitário, foi Presidente da AEFFUL em dois mandatos, de 1994 a 1996, presidente da Mesa da Assembleia Geral da AAL em 1996 e da Mesa da Assembleia Geral da AEFFUL de 1996 a 1997.

Vice-Presidente ANTÓNIO JOÃO DE CARVALHO PINTO Farmácia Carvalho Pinto Galveias Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1982 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Carvalho Pinto, em Galveias, Ponte de Sor. É Delegado de Círculo da Estrutura Associativa da ANF, desde 2008. É membro fundador do grupo FarmAlentejo, criado em Maio de 2011. 16

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1987 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Nova, em Setúbal, desde 1987. É Vice-Presidente da Direcção da ANF desde 2001, tendo sido Vogal da mesma entre 1998 e 2001. É membro do Grupo Consultivo para a Função Informática da ANF, desde 1995. Foi Vice-Presidente da Direcção da União dos Farmacêuticos de Portugal entre 2004 e 2007, tendo sido Vogal da mesma entre 2002 e 2004. Foi Vogal da Direcção da UDIFAR de 2003 a 2007, tendo sido membro do Conselho Fiscal da mesma entre 2000 e 2002.

Vice-Presidente NUNO VASCO VIEIRA LOPES Farmácia Nova Amadora Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 2000 pela FFUL. É co-proprietário da Farmácia Nova, na Amadora, desde 2003. Frequentou o Strategic Leadership Programme, INSEAD, Fontainebleau, Paris (2006). Tem um MBA em Gestão pelo ISG (2006). É Vogal da Direcção da ANF desde 2004. É, desde 2005, Administrador Executivo da Alliance Healthcare, S.A. Foi secretário-geral da OF de 2001 a 2003, tendo anteriormente desempenhado as funções de secretário-técnico de 1999 a 2001. Foi Vogal da Direcção da AEFFUL de 1995 a 1997.


DIRECÇÃO VOGAL ANA CRISTINA CLARKSON GASPAR

VOGAL MARIA FILIPA DUARTE RAMOS

Farmácia Saraiva Avintes

Farmácia do Vale Seixal

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1992 pela FFUP. É co-proprietária da Farmácia Saraiva, em Avintes, Vila Nova de Gaia, desde 1998. É Delegada de Círculo da Estrutura Associativa da ANF desde 2008. É Vogal da Direcção da Delegação do Norte da ANF desde 2011. É coordenadora do Grupo de Utilizadores Norte do Sifarma desde 2007.

VOGAL PEDRO MIGUEL ANTUNES FERREIRA Farmácia Costa Vidigueira Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1995 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Costa, na Vidigueira, desde 2002. Possui um mestrado em Investigação Clínica pela University of Wales, Cardiff (2001-2002). Possui um MBA em Marketing pela Universidade Católica Portuguesa (2006). É Vogal da Direcção da ANF desde 2009. Foi membro da Direcção da Udifar entre Maio de 2010 e Setembro de 2011. Foi responsável pela área científica e de farmacovigilância, bem como pela coordenação dos ensaios clínicos realizados em Portugal, na Amgen Portugal, entre Junho de 1998 e Novembro de 2002.

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1994 pela FFUL. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia do Vale, na Cruz de Pau, Seixal. Doutorada em Farmacoepidemiologia (FFUL) e Mestre em Epidemiologia (FCMUNL). Iniciou a sua actividade docente universitária em 1997. É Vogal da Direcção da ANF desde 2012. Foi Delegada de Círculo da Estrutura Associativa da ANF de 2008 a 2011. Foi Assistente Hospitalar nos Serviços Farmacêuticos do Hospital Garcia de Orta (Almada) de 1994 a 2001.

VOGAL SÍLVIA ALEXANDRA LOPES RODRIGUES Farmácia Ferrer Castelo Branco Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 2001 pelo ISCSEM. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Ferrer, em Castelo Branco, desde 2002. Possui uma pós-graduação em Gestão Farmacêutica pelo Instituto Superior Bissaya Barreto (2009). É Delegada de Zona da Estrutura Associativa da ANF desde 2011. É Vogal da Direcção da Plural – Cooperativa Farmacêutica, C.R.L. – desde 2006. É Tesoureiro da Direcção da Farcentro – Cooperativa Farmacêutica do Centro de Portugal, C.R.L. – desde 2004.

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DIRECÇÃO VOGAL TIAGO GALVÃO ALVES PEREIRA

VOGAL SUPLENTE JOANA PEREIRA MUÑOZ CARDOSO

Farmácia Benfica Lisboa

Farmácia Carvalho Alcabideche

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 2004 pelo ISCSEM. É co-proprietário da Farmácia Benfica, em Lisboa, desde 2005. É Vogal da Direcção da ANFdesde 2012. Foi Delegado de Círculo da Estrutura Associativa da ANF entre 2008 e 2012. Fundou a empresa CLARO – Rede de Farmácias, Lda. em 2011. Fundou a empresa United Healthcare, Lda. em 2009.

Possui um Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas pela ULHT (2009). É co-proprietária da Farmácia Carvalho, em Alcabideche. É Vogal Suplente da Direcção da ANF desde 2012. Possui o Curso de Gestão de Farmácia pelo ISCTE (2007). Iniciou a sua actividade profissional na Farmácia Carvalho em 1992.

VOGAL SUPLENTE DUARTE TEIXEIRA DOS SANTOS Farmácia Central da Lapa Lisboa Possui um Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas pela FFUC (2008). É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Central da Lapa, em Lisboa, desde 2008. É Secretário da Mesa da Assembleia Geral da ANF desde 2012. É Presidente da Direcção da Associação Portuguesa dos Jovens Farmacêuticos desde 2011, tendo sido Vogal da mesma entre 2008 e 2011. Foi membro do Núcleo de Estudantes de Farmácia da Associação Académica de Coimbra. Foi membro do Conselho Pedagógico da FFUC entre 2006 e 2008.

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MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Presidente JOÃO GONÇALVES DA SILVEIRA

Vice-Presidente LUÍS CARLOS ALVES RODRIGUES MATIAS

Farmácia Suissa Estoril

Farmácia Veritas Oeiras

Licenciou-se em Farmácia no ano de 1974 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Suissa, no Estoril. É Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ANF, desde 2012. Foi membro da Direcção da ANF, de 1974 a 1995, e Vice-Presidente de 2004 a 2011. É Presidente do MONAF desde 1986. Foi Presidente da AFPLP de 2002 a 2005, passando a Vice-Presidente desde 2005. Foi Bastonário da OF de 1995 a 2001. Foi Presidente do PGEU de 1993 a 1994 e Vice-Presidente de 1994 a 1995, tendo sido Vice-Presidente do Europharm Forum - OMS Europa de 1996 a 1998. Em 2005, foi agraciado com o FIP Distinguished Practice Award – prémio mundial que tem como objectivo o reconhecimento do contributo para a elevação da prática farmacêutica. 1.º Secretário MARIA ISABEL LARANJEIRA PAIS Farmácia Laranjeira Pais Leiria Licenciou-se em Farmácia no ano de 1982 pela FFUL. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Laranjeira Pais, em Amor, Leiria. É Secretário da Mesa da Assembleia Geral da ANF, desde 2012. É membro da Direcção da Cooperativa Plural desde 1998. Foi Delegada de Círculo da Estrutura Associativa da ANF de 2002 a 2008. Foi Delegada de Zona da Estrutura Associativa da ANF de 1996 a 2002.

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1983 pela FFUL. É proprietário da Farmácia Véritas, em Oeiras. É Vice-Presidente da Direcção da ANF desde 2012, tendo sido Vogal da mesma de 2001 a 2011. É Vogal do Conselho de Administração da Glintt – Global Intelligent Technologies, SGPS, S.A. Foi Presidente do PGEU (2006) e Vice-Presidente em 2005 e 2007. Foi Director da Área Profissional da ANF de 1983 a 2004. 2.º Secretário FERNANDO JOSÉ SARAIVA MONTEIRO Farmácia Barbosa Guimarães Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1992 pela FFUL. É co-proprietário e Director-Técnico da Farmácia Barbosa, em Guimarães, desde 1997. É Delegado de Círculo da Estrutura Associativa da ANF desde 2008, tendo anteriormente sido Delegado de Zona. É membro do European Pharmacists Forum. Foi Presidente do Conselho Fiscal da Cofanor de 2008 a 2010. Exerceu funções na área de market research na Fournier – Farmacêutica Portugal, S.A., entre 1996 e 1997, tendo sido chefe de produto na Servier Portugal – Especialidades Farmacêuticas Lda., entre 1994 e 1995.

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CONSELHO DISCIPLINAR Presidente MARIA HELENA CORREIA AMADO

Secretário RUI NOVO DA SILVA

Farmácia Luciano & Matos Coimbra

Farmácia Leão Sesimbra

Licenciou-se em Farmácia no ano de 1982 pela FFUC. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Luciano & Matos em Coimbra, desde 1995. É Vogal do Conselho Disciplinar da ANF desde 2001. Desde 1995 ocupou diversos cargos nos órgãos sociais da Secção Regional de Coimbra da OF, tendo sido Secretário da respectiva Direcção até Dezembro de 2012. Foi membro do Conselho Nacional da Qualidade da OF até Dezembro de 2012. De 1982 a 1995, integrou a equipa de Análises Clínicas e Saúde Pública do Laboratório da SubRegião de Saúde de Coimbra, onde trabalhou e foi responsável pelo Departamento de Hematologia e Serologia.

VOGAL FRANCISCO JOÃO MATOS FERREIRA FarmáciaNovaOdivelas Odivelas Licenciou-se em Farmácia no ano de 1972 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Nova de Odivelas, em Odivelas. É Vogal do Conselho Fiscal da ANF desde 2012. É Vogal do Conselho Fiscal da FARMACOOPE – Cooperativa Nacional das Farmácias – desde 2001. É membro do Conselho Geral do MONAF desde 1992. Foi Secretário da Mesa da Assembleia Geral da ANF de 2004 a 2009, Vogal do Conselho Disciplinar de 1995 a 2004 e Vogal da Direcção de 1993 a 1995.

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Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1991 pela FFUL. É co-proprietário e Director-Técnico da Farmácia Leão, desde 1992, e co-proprietário da Farmácia de Santana, ambas em Sesimbra. É Vogal do Conselho Disciplinar da ANF desde 2001, tendo sido Vogal da Direcção entre 1998 e 2001. Foi membro da Direcção da União dos Farmacêuticos de Portugal. Foi membro da Direcção e da Assembleia Geral da Associação de Comerciantes e Industriais do concelho de Sesimbra e foi Mandatário de Jorge Sampaio no concelho de Sesimbra na sua primeira eleição como Presidente.

VOGAL JOSÉ MANUEL DA SILVA FURTADO Farmácia Moderna Monchique Licenciou-se em Farmácia no ano de 1977 pela FFUL. É co-proprietário e Director-Técnico da Farmácia Moderna, em Monchique. Possui uma pós-graduação em Gestão de Farmácia pela ULHT. É Delegado de Zona da Estrutura Associativa da ANF desde 1996. É membro do Conselho de Comunidade do ACES (Agrupamento dos Centros de Saúde) do Barlavento, em representação do Município de Monchique, desde 2010. Foi membro da Direcção da pró-Associação de Estudantes da FFUL entre 1969 e 1970.


CONSELHO DISCIPLINAR VOGAL CRISTINA DE FÁTIMA CORADINHO CAMÕES

VOGAL SUPLENTE LARA MARCOS NICOLAU

Farmácia Fialho Portel

Farmácia Quintans Lourinhã

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 2002 pela FFUL. É proprietária da Farmácia Fialho, em Portel. É Vogal do Conselho Disciplinar da ANF desde 2012, tendo sido Vogal Suplente da Direcção entre 2009 e 2011. Possui o curso pós-graduado em Seguimento Farmacoterapêutico pela ULHT (2003), de actualização em Farmacovigilância pela FFUL (2004)eumapós-graduaçãoemAcompanhamento Farmacoterapêutico pela Univ. Évora - UE (2008). Frequência do Mestrado em Acompanhamento Farmacoterapêutico,daUE(2007-2009)eMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas no âmbito da adequação do Grau de Licenciatura (2011).

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 2001 pela FFUL. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Quintans, na Lourinhã, desde 2001. Possui uma pós-graduação em Gestão de Farmácia pela Universidade Católica Portuguesa (2009). Possui o Curso pós-graduado em Seguimento Farmacoterapêutico pela ULHT (2004). É Vogal Suplente do Conselho Disciplinar da ANF desde 2012. Foi Secretário da Mesa da Assembleia Geral da ANF entre 2009 e 2011. Foi membro suplente da Direcção da Codifar entre 2007 e 2009.

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CONSELHO FISCAL Presidente ANTÓNIO NUNO RIBEIRO DE BARROS

VOGAL MADALENA NUNES DE SÁ

Farmácia Nuno Barros Braga

Farmácia Nunes de Sá Guimarães

Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1983 pela FFUP. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Nuno Barros, em Braga, desde 1987. Foi Delegado Distrital da Estrutura Associativa da ANF e membro do Conselho Nacional de 1991 a 1999, tendo sido Presidente da Direcção da Delegação Norte de 1996 a 1999. Foi membro fundador do Grupo do Guincho e do Grupo das Boas Práticas de Farmácia percursores do Sistema de Gestão da Qualidade na Farmácia -, tendo sido coordenador, a nível nacional, da área da Automedicação. Foi membro do Grupo de Consenso Sobre Automedicação e do Grupo Consultivo para Elaboração de Protocolos de Intervenção Farmacêutica para o Uso Racional de MNSRM. Foi Presidente da Direcção da AEFFUP de 1980 a 1981, tendo sido Vogal do Conselho Fiscal de 1979 a 1980 e Vogal do Conselho Directivo de 1978 a 1979.

VOGAL CARLOS JOSÉ DE OLIVEIRA PAULA Farmácia Quintela Torres Vedras Licenciou-se em Farmácia no ano de 1978 pela FFUL. É proprietário e Director-Técnico da Farmácia Quintela, em Torres Vedras, desde 1978. É Vogal do Conselho Fiscal da ANF desde 2009. É membro do Grupo Consultivo para a Função Informática da ANF. Foi Vogal da Direcção da ANF de 1998 a 2001. Foi membro da Direcção da Infarma. 22

Licenciou-se em Farmácia no ano de 1976 pela FFUP. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Nunes de Sá, em Guimarães. É Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ANF desde 2012. É membro da Direcção do MONAF desde 1996. Foi Delegada de Círculo da Estrutura Associativa da ANF de 1996 a 2008, tendo sido Presidente da Direcção da Delegação do Norte de 1999 a 2008. Foi Vice-Presidente da Assembleia Geral da COFANOR de 2000 a 2003. Foi Membro do Conselho do Colégio da Especialidade em Análises Clínicas da OF de 1986 a 1989.

Vogal Suplente CÉLIA SOFIA GOMES SALVADO BOAVIDA Farmácia Barranquense Barrancos Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas no ano de 1997 pela FFUL. É proprietária e Directora-Técnica da Farmácia Barranquense, em Barrancos, desde 1998. Frequentou o Programa Avançado de Gestão para Farmacêuticos, na FCEE da Universidade Católica Portuguesa (2007). Foi Secretário da Direcção da AEFFUL de 1995 a 1996, tendo sido Vogal do mesmo órgão nos dois mandatos anteriores.


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