Page 1


Retrospectiva Sede: São Paulo Av. Brig. Luiz Antônio, 2504, conj. 151 01402-000 – São Paulo – SP Tel 11 3107-5557 Fax 11 3107-5557

Rio de Janeiro R. Conceição, 105 salas 1304/1305 20051-010 Rio de Janeiro – RJ Tel 21 2223-3656

email: abrasca@abrasca.org.br

site: www.abrasca.org.br

DIRETORIA BIÊNIO 2015-2017 Executive Board 2015-2017 PRESIDENTE / President Antonio D. C. Castro Souza Cruz S.A. 1º VICE-PRESIDENTE 1st Vice President Frederico Carlos Gerdau Johannpeter Gerdau S.A. VICE-PRESIDENTES Vice Presidents Alfried Plöger Cia Melhoramentos de São Paulo Paulo Setubal Neto Itaúsa-Investimentos Itaú S.A. José Salim Mattar Localiza S.A. Luiz Spínola Cremer S. A.

DIRETORES / Directors Flávio Donatteli Duratex S.A. Maurício Perez Botelho Energisa S.A. Morvan Figueiredo Paula e Silva Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. Henry Sztutman Pinheiro Neto Advogados Paulo Cezar Castello Branco Aragão Barbosa, Müssnich e Aragão Associados Maria Isabel do Prado Bocater Bocater Camargo Costa e Silva Advogados Assoc.

Tradução Translation Rajão&Athayde Executiva de Atendimento Attending Executive Karla Guerreiro Fotos gentilmente cedidas por: Photographs kindly provided by: Desempenho setorial / Sectorial performance: Rodolfo Clix (açúcar); Paul Pasieczny (alimentos); Christoph Hardes (bancos); Sanja Gjenero (educação e serv. médico-hosp.); Rafael Leal (embalagens); Ben Earwicker (lazer); Keith Wilson (máquinas); Tom Def (mineração); Carole Nickerson (papel); Douglas Enry (gás); Martin Walls (saneamento); Peter Mueller (serv. financ.); Sarp Sencer Saygýver (siderurgia); Pavel Matoušek (ti); Richard Sweet (transporte); Moriel (util. domésticas).

As análises setoriais e os dados estatísticos deste Anuário foram produzidos pela SABE CONSULTORES ASSOCIADOS, empresa dedicada ao negócio de consultoria, treinamento e dados para o mercado de capitais desde 1995. The sectorial analyses and statistical data for this Yearbook were produced by SABE Associated Consultants; since 1995 the company has been working in the area of consulting, training and data for the capital markets.

Sumário

Summary

Conselheiros Advisers Cleber Cabral Reis CCRio Comunicação

Matéria de capa Cover story

Eduardo Lucano da Ponte Abrasca (superintendente geral) Carlos Antônio Magalhães Luiz Guilherme Dias SABE Consultores

CVM: 40 anos Uma trajetória de credibilidade na construção do mercado de capitais CVM: 40 years A path of credibility in the construction of the capital market

Editorial

8

O Brasil deve voltar a crescer em 2017 Brazil is expected to resume growing in 2017 Antonio D. C. Castro, Presidente da Abrasca

Desempenho setorial Sectorial performance

Diretor Técnico Technical Director Carlos Antônio Magalhães

Este Anuário pode ser adquirido nos escritórios da Abrasca ou através do email atendimento@ abrasca.org.br This annual can be purchased at the Abrasca offices or via the email

As empresas que desconhecem a crise Companies that ignore the crisis Carlos Antonio Magalhães, Luiz Guilherme Dias

Editorial

Diretor de Operações Director of Operations Marcelo Dias

Diretor Executivo Executive Director Luiz Guilherme Dias

PIB do Brasil tem queda histórica Brazil’s GDP takes an historic plunge Os principais números da economia brasileira em uma década The main figures of the brazilian economy in a decade Oferta de ativos Offer of assets Oferta de recursos Offer of resources Mercado de dívida Debt market

Conversa com o leitor Conversation with the reader

10 11 14 16 17

Chegou a hora da virada? Is it time to turn the table? Os principais números das companhias abertas em 2015 Main results for public companies in 2015 As 20 maiores empresas brasileiras segundo critérios selecionados Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria Rankings setoriais Sector Rankings Ranking de desempenho medido pela média do ROE (retorno do acionista) das 30 melhores companhias não financeiras de 2006 a 2015 Ranking of performance measured by the average ROE for the 30 best non-financial companies between 2006 and 2015

Petróleo e gás, petroquímica, embalagem e plástico Oil and gas and derivates Saneamento e serviços de água e gás Sanitation, water and gas services Serviços financeiros Financial services Serviços médico-hospitalares Wealth services Siderurgia e metalurgia Steel and metallurgy Tecidos, vestuário e calçados Textile, clothing and footwear Tecnologia da informação Information technology Telecomunicações Telecommunication Transporte e logística Transport and logistics Utilidades domésticas Household utilities Crise afeta investimento das empresas Crisis affects investment of companies Emprego nas companhias abertas cai 5,3% Employment in publicly-held companies falls 5,3%

Estatísticas

34

CONSELHO EDITORIAL Editorial Board Presidente / President Antonio D. C. Castro

56 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 82

30

DIRETOR DE REDAÇÃO Content & Editing Director Cleber Cabral Reis (R.P. nº 12.567)

REVISÃO Revision Wendell Setubal

20 23 26 27 28

Articles and interviews

Agosto 2016 Projeto desenvolvido e editado pela CCRio Comunicação para a Abrasca A publishing project by CCRio Comunicação for ABRASCA

Repórteres Reporters Ana Borges Jessica Barros Maurício Palhares Nilson Guimarães (estagiário)

Sectorial performance

Artigos e entrevistas

SUPERINTENDENTE GERAL General Manager Eduardo Lucano da Ponte

Desempenho setorial

Retrospective

44 45 46 47 48 50 51 52 53 54 55

Açúcar e álcool Sugar and ethanol Alimentos, bebidas e fumo Food, beverage and tobacco Atacado e varejo Wholesale and retail Bancos e crédito Banking Construção civil e mercado imobiliário Real estate Educação Education Energia elétrica Electricity Lazer, turismo e hotelaria Leisure industry Máquinas e equipamentos Machinery and equipment Mineração Mining Papel, celulose e madeira Wood, pulp and paper

Statistics

102 104 106 114 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137

2015, um ano difícil para as companhias abertas 2015, a difficult year for publicly held companies Notas metodológicas Methodological notes Denominação social das empresas Companies’ names Resultado das empresas por setor de atuação Corporates’ results (by sectors) Evolução real do ativo total médio Total average assets performance (IPCA deflated) Evolução real do patrimônio líquido médio Average shareholders’ equity (IPCA deflated) Evolução real do lucro/prejuízo líquido médio do período Average net income/loss performance (IPCA deflated) Evolução real da receita de venda de bens e/ou serviços Average net revenue performance (IPCA deflated) Evolução real do resultado antes dos tributos sobre o lucro Average ebit performance (IPCA deflated) Evolução real do endividamento médio Average indebtedness performance (IPCA deflated) Evolução do giro do ativo médio (%) Average asset turnover performance (%) (IPCA deflated) Evolução real do grau de endividamento médio (%) Average degree of indebtedness performance (%) (IPCA deflated) Evolução real do capital de giro médio Average working capital performance (IPCA deflated) Valor de mercado das companhias brasileiras – dezembro 2015/ 2014 Market value of open companies – December 2015/2014

Companhias associadas da Abrasca Abrasca associates

143

Nome das companhias associadas da Abrasca Name of quoted companies associated to Abrasca


Retrospectiva Sede: São Paulo Av. Brig. Luiz Antônio, 2504, conj. 151 01402-000 – São Paulo – SP Tel 11 3107-5557 Fax 11 3107-5557

Rio de Janeiro R. Conceição, 105 salas 1304/1305 20051-010 Rio de Janeiro – RJ Tel 21 2223-3656

email: abrasca@abrasca.org.br

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DIRETORIA BIÊNIO 2015-2017 Executive Board 2015-2017 PRESIDENTE / President Antonio D. C. Castro Souza Cruz S.A. 1º VICE-PRESIDENTE 1st Vice President Frederico Carlos Gerdau Johannpeter Gerdau S.A. VICE-PRESIDENTES Vice Presidents Alfried Plöger Cia Melhoramentos de São Paulo Paulo Setubal Neto Itaúsa-Investimentos Itaú S.A. José Salim Mattar Localiza S.A. Luiz Spínola Cremer S. A.

DIRETORES / Directors Flávio Donatteli Duratex S.A. Maurício Perez Botelho Energisa S.A. Morvan Figueiredo Paula e Silva Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. Henry Sztutman Pinheiro Neto Advogados Paulo Cezar Castello Branco Aragão Barbosa, Müssnich e Aragão Associados Maria Isabel do Prado Bocater Bocater Camargo Costa e Silva Advogados Assoc.

Tradução Translation Rajão&Athayde Executiva de Atendimento Attending Executive Karla Guerreiro Fotos gentilmente cedidas por: Photographs kindly provided by: Desempenho setorial / Sectorial performance: Rodolfo Clix (açúcar); Paul Pasieczny (alimentos); Christoph Hardes (bancos); Sanja Gjenero (educação e serv. médico-hosp.); Rafael Leal (embalagens); Ben Earwicker (lazer); Keith Wilson (máquinas); Tom Def (mineração); Carole Nickerson (papel); Douglas Enry (gás); Martin Walls (saneamento); Peter Mueller (serv. financ.); Sarp Sencer Saygýver (siderurgia); Pavel Matoušek (ti); Richard Sweet (transporte); Moriel (util. domésticas).

As análises setoriais e os dados estatísticos deste Anuário foram produzidos pela SABE CONSULTORES ASSOCIADOS, empresa dedicada ao negócio de consultoria, treinamento e dados para o mercado de capitais desde 1995. The sectorial analyses and statistical data for this Yearbook were produced by SABE Associated Consultants; since 1995 the company has been working in the area of consulting, training and data for the capital markets.

Sumário

Summary

Conselheiros Advisers Cleber Cabral Reis CCRio Comunicação

Matéria de capa Cover story

Eduardo Lucano da Ponte Abrasca (superintendente geral) Carlos Antônio Magalhães Luiz Guilherme Dias SABE Consultores

CVM: 40 anos Uma trajetória de credibilidade na construção do mercado de capitais CVM: 40 years A path of credibility in the construction of the capital market

Editorial

8

O Brasil deve voltar a crescer em 2017 Brazil is expected to resume growing in 2017 Antonio D. C. Castro, Presidente da Abrasca

Desempenho setorial Sectorial performance

Diretor Técnico Technical Director Carlos Antônio Magalhães

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As empresas que desconhecem a crise Companies that ignore the crisis Carlos Antonio Magalhães, Luiz Guilherme Dias

Editorial

Diretor de Operações Director of Operations Marcelo Dias

Diretor Executivo Executive Director Luiz Guilherme Dias

PIB do Brasil tem queda histórica Brazil’s GDP takes an historic plunge Os principais números da economia brasileira em uma década The main figures of the brazilian economy in a decade Oferta de ativos Offer of assets Oferta de recursos Offer of resources Mercado de dívida Debt market

Conversa com o leitor Conversation with the reader

10 11 14 16 17

Chegou a hora da virada? Is it time to turn the table? Os principais números das companhias abertas em 2015 Main results for public companies in 2015 As 20 maiores empresas brasileiras segundo critérios selecionados Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria Rankings setoriais Sector Rankings Ranking de desempenho medido pela média do ROE (retorno do acionista) das 30 melhores companhias não financeiras de 2006 a 2015 Ranking of performance measured by the average ROE for the 30 best non-financial companies between 2006 and 2015

Petróleo e gás, petroquímica, embalagem e plástico Oil and gas and derivates Saneamento e serviços de água e gás Sanitation, water and gas services Serviços financeiros Financial services Serviços médico-hospitalares Wealth services Siderurgia e metalurgia Steel and metallurgy Tecidos, vestuário e calçados Textile, clothing and footwear Tecnologia da informação Information technology Telecomunicações Telecommunication Transporte e logística Transport and logistics Utilidades domésticas Household utilities Crise afeta investimento das empresas Crisis affects investment of companies Emprego nas companhias abertas cai 5,3% Employment in publicly-held companies falls 5,3%

Estatísticas

34

CONSELHO EDITORIAL Editorial Board Presidente / President Antonio D. C. Castro

56 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 82

30

DIRETOR DE REDAÇÃO Content & Editing Director Cleber Cabral Reis (R.P. nº 12.567)

REVISÃO Revision Wendell Setubal

20 23 26 27 28

Articles and interviews

Agosto 2016 Projeto desenvolvido e editado pela CCRio Comunicação para a Abrasca A publishing project by CCRio Comunicação for ABRASCA

Repórteres Reporters Ana Borges Jessica Barros Maurício Palhares Nilson Guimarães (estagiário)

Sectorial performance

Artigos e entrevistas

SUPERINTENDENTE GERAL General Manager Eduardo Lucano da Ponte

Desempenho setorial

Retrospective

44 45 46 47 48 50 51 52 53 54 55

Açúcar e álcool Sugar and ethanol Alimentos, bebidas e fumo Food, beverage and tobacco Atacado e varejo Wholesale and retail Bancos e crédito Banking Construção civil e mercado imobiliário Real estate Educação Education Energia elétrica Electricity Lazer, turismo e hotelaria Leisure industry Máquinas e equipamentos Machinery and equipment Mineração Mining Papel, celulose e madeira Wood, pulp and paper

Statistics

102 104 106 114 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137

2015, um ano difícil para as companhias abertas 2015, a difficult year for publicly held companies Notas metodológicas Methodological notes Denominação social das empresas Companies’ names Resultado das empresas por setor de atuação Corporates’ results (by sectors) Evolução real do ativo total médio Total average assets performance (IPCA deflated) Evolução real do patrimônio líquido médio Average shareholders’ equity (IPCA deflated) Evolução real do lucro/prejuízo líquido médio do período Average net income/loss performance (IPCA deflated) Evolução real da receita de venda de bens e/ou serviços Average net revenue performance (IPCA deflated) Evolução real do resultado antes dos tributos sobre o lucro Average ebit performance (IPCA deflated) Evolução real do endividamento médio Average indebtedness performance (IPCA deflated) Evolução do giro do ativo médio (%) Average asset turnover performance (%) (IPCA deflated) Evolução real do grau de endividamento médio (%) Average degree of indebtedness performance (%) (IPCA deflated) Evolução real do capital de giro médio Average working capital performance (IPCA deflated) Valor de mercado das companhias brasileiras – dezembro 2015/ 2014 Market value of open companies – December 2015/2014

Companhias associadas da Abrasca Abrasca associates

143

Nome das companhias associadas da Abrasca Name of quoted companies associated to Abrasca


GOVERNO DO ESTADO


GOVERNO DO ESTADO


Editorial

Editorial

Antonio Castro*

O Brasil deve voltar a crescer em 2017

A

s perspectivas para a economia brasileira no início de 2016 eram as mais pessimistas possíveis. As instituições financeiras nacionais e internacionais projetavam, na época, um recuo superior a 4% do Produto Interno Bruto brasileiro, que em 2015 fechou em -3,8%, a maior queda dos últimos 25 anos, segundo dados do IBGE. O cenário, na verdade, não mostrava qualquer sinal animador, caracterizando no biênio 2015 e 2016 a maior recessão da história do país. Em dezembro do ano passado, o presidente da Câmara dos Deputados aceitou receber o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, tornando o clima político ainda mais tenso no país. Em abril, a Câmara dos Deputados aprovou autorização para prosseguir, no Senado Federal, o processo de impeachment e o vice-presidente, Michel Temer, assumiu interinamente, em maio, a Presidência da República. A posse de Temer trouxe um novo alento para os agentes econômicos, principalmente pela indicação de Henrique Meirelles para comandar o Ministério da Fazenda, um nome bem aceito entre empresários e investidores. Meirelles é admirado no mercado de capitais por sua ortodoxia. À frente do Banco Central, de 2003 a 2010, manteve a inflação dentro da meta oficial e adotou uma política que elevou as reservas internacionais do país. Uma das primeiras medidas da equipe econômica do então presidente interino foi apresentar uma proposta de meta fiscal com previsão de déficit de R$ 170 bilhões para este ano. A meta, considerada realista diante da situação fiscal que o país enfrenta, é bem superior aos R$ 97 bilhões, então previstos pelo governo da presidente afastada. Este clima de realismo fiscal contribuiu também para melhorar significativamente a percepção de risco do país. Em junho, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado por mais de 500 instituições financeiras e com sede em Washington, alterou as projeções para a economia brasileira de uma queda de 4,5% para -3,3% em PIB de 2016. Para 2017, a estimativa é de avanço de 1%. Charles Collyns, o economista-chefe do IIF, destacou no relatório que “as perspectivas para o Brasil estão melhorando para 2017 na esperança de que o novo governo seja capaz de empreender um ajuste fiscal e, no momento oportuno, criar espaço para o relaxamento da política monetária”. A mudança política no Brasil, com Michel Temer assumindo o comando do país, ressalta o economista, melhorou a confiança dos agentes. O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, em julho, a revisão do relatório Panorama Econômico Mundial, melhorando

8

Editorial

Brazil is expected to resume growing in 2017 The perspectives for the Brazilian economy in the beginning of 2016 were the most pessimistic possible. The domestic and international financial institutions projected, at the time, a setback in excess of 4% of the Brazilian Gross Domestic Product, which in 2015 closed the year at -3,8%, the largest drop in the last 25 years, according to data from Brazilian Institute of Geography and Statistics – IBGE. The scenario, in fact, did not evidence any encouraging sign, characterizing in the biennium of 2015 and 1016 the greatest recession in the history of the Country. In December of last year, the president of the House of Representatives received the request for impeachment of President Dilma Rousseff, increasing the tension in the Country’s political situation. In April, The Chamber of Deputies approved an authorization to continue, in the Federal Senate, the impeachment process and in May Vice-President Michel Temer assumed the Presidency of the Republic on an interim basis. The taking of office by Temer brought new encouragement to the economic agents, particularly due to the indication of Henrique Meirelles to command the Ministry of Finance, a name well accepted among businessmen and investors. Meirelles is admired in the stock market for his orthodoxy. At the head of The Central Bank, from 2003 to 2010, he kept the inflation within the official expectancies and adopted a policy that increased the Country’s international reserves. One of the first measures of the then interim President was to propose a fiscal target with a deficit forecast of R$ 170 Billion for this year. The target, considered realistic in light of the situation faced by the Country, is quite higher than the R$ 97 Billion formerly forecast by the ousted President.This scenario of fiscal realism also contributed to significantly improve he perception of risk of the Country. In June, The International Finance Fund (IIF), formed by more than 500 financial institutions and with head offices in Washington, altered the forecasts for the Brazilian economy from a fall of 4.5% to -3.3% of the GDP of 2016. For 2017, the estimate is an improvement of 1%. Charles Collyns, The Chief Economist of the IIF, pointed out in the report that “The perspectives for Brazil are improving for 2017 in the hope that the new government is able to establish a fiscal adjustment, and, that the opportune time, create space for relaxing the monetary politics”. The political change in Brazil, with the President in office Michel Temer assuming command of the

Editorial

suas perspectivas para a economia brasileira em 2016 e 2017. É a primeira vez – após cinco revisões para baixo – que a instituição altera positivamente sua projeção para o PIB do país neste ano. O Fundo mudou a estimativa de recessão no Brasil para -3,3% em 2016, contra -3,8% prevista em abril. Para 2017, o FMI projeta crescimento de 0,5% na atividade econômica nacional. Vale destacar que o então governo interino conseguiu reunir uma equipe econômica que anuncia mudanças estruturais importantes, entre elas a reforma da previdência social e o estabelecimento de um teto para o aumento dos gastos públicos, tanto para estados como municípios, a partir de 2017. Além disso, a equipe menciona a intenção de redefinir o papel do crédito subsidiado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aumentar a participação do setor privado na infraestrutura. A capacidade ociosa na indústria abre também espaço para uma recuperação progressiva da economia brasileira se o governo conseguir restaurar consistentemente os níveis de confiança no país. Caso esta tendência continue a se confirmar ao longo do segundo semestre, o Brasil poderá realmente registrar crescimento em 2017, talvez até maior do que 1%, interrompendo assim dois anos consecutivos da maior queda histórica da atividade econômica nacional. Desempenho das companhias abertas Neste cenário de forte retração econômica, inflação e juros elevados, o lucro líquido consolidado das 340 companhias abertas, analisadas neste Anuário, caiu 87% ao passar de R$ 114,7 bilhões em 2014 para R$ 15 bilhões no final de 2015. O retorno sobre o PL caiu de 6,6% para 0,9%, um recuo de 86%. Contudo, alguns setores conseguiram enfrentar melhor a crise e mostraram um bom desempenho, como, por exemplo, o de bancos, serviços financeiros e educação. Apesar deste frágil desempenho e refletindo ainda a excessiva carga tributária vigente no país, as companhias abertas recolheram R$169 bilhões em impostos, valor 11% acima do observado em 2014, participando com 14% na arrecadação total do país em 2015. Ratificando a maior resiliência das companhias abertas frente às adversidades, sobretudo pelo acesso às fontes diferenciadas de financiamento disponíveis no mercado de capitais, a participação desses grupos empresariais na formação do Produto Interno Bruto aumentou 0,7 ponto percentual, totalizando 17% do PIB em 2015.

*Antonio D. C. Castro é Presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca). *Antonio D. C. Castro is the Chairman of the Brazilian Association of Publicly Traded Companies (ABRASCA).

Country, the economist points out, has improved the confidence of the agents. The International Monetary Fund – FMI disclosed, in July, the revision of the World Economic Panorama report, improving its perspectives for the Brazilian economy in 2016 and 2017. It is the first time, after five downward revisions – that the institute makes a positive alteration in its forecast for the GDP this year. The Fund changed the expectation of recession in Brazil to -3.3% in 2016 against -3.8% forecast in April. For 2017, the IMMF forecasts a growth of 0.5% in the national domestic activity. It will be worth pointing out that the interim government managed to put together an economic team that announces important structural changes, among them the reform of the social security system and the establishment of a ceiling for the growth of public expenditures, both the States and the Municipalities, as of 2017. Furthermore, the team mentions the intention of redefining the role of subsidized credit of the Brazilian National Bank for Social and Economic Development [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)] and increasing the participation of the private sector in infrastructure. The idle capacity of the industry also opens space for a progressive recovery of the Brazilian economy if the government manages to consistently restore the confidence levels in the Country. If the tendency continues to be confirmed along the second semester, Brazil might indeed register a growth in 2017, maybe even higher than 1%, thereby interrupting two consecutive years of the greatest historic fall of the national economic activity. Performance of the publiclyheld companies In this scenario of strong economic retraction, inflation and high interest rates, the consolidated net profit of the 340 publicly-held companies analyzed in this Annuary fell by 87% on passing from R$ 114.7 Billion in 2014 to R$ 15 Billion by the end of 2015. The return on Equity fell from 6.6% to 0.9%, a setback of 86%. However, some sectors managed to handle the crisis better and showed a good performance, such as, for example, the banks, financial services and education. Notwithstanding this frail performance and still reflecting the excessive tax burden in effect in the Country, the publicly-held companies deducted R$169 Billion in taxes, a value noted to be 11% higher than that which was recorded in 2014, participating with 14 % of the total tax assessment of the Country. Ratifying the greater resilience of the publicly-held companies in the face of adversity, particularly to the access to the differentiated sources of financing available in the stock market, the participation of those business groups in the formation of the Gross Domestic Product increased 0.7 percentage points, for a total of 17% of the GDP in 2015.

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Editorial

Editorial

Antonio Castro*

O Brasil deve voltar a crescer em 2017

A

s perspectivas para a economia brasileira no início de 2016 eram as mais pessimistas possíveis. As instituições financeiras nacionais e internacionais projetavam, na época, um recuo superior a 4% do Produto Interno Bruto brasileiro, que em 2015 fechou em -3,8%, a maior queda dos últimos 25 anos, segundo dados do IBGE. O cenário, na verdade, não mostrava qualquer sinal animador, caracterizando no biênio 2015 e 2016 a maior recessão da história do país. Em dezembro do ano passado, o presidente da Câmara dos Deputados aceitou receber o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, tornando o clima político ainda mais tenso no país. Em abril, a Câmara dos Deputados aprovou autorização para prosseguir, no Senado Federal, o processo de impeachment e o vice-presidente, Michel Temer, assumiu interinamente, em maio, a Presidência da República. A posse de Temer trouxe um novo alento para os agentes econômicos, principalmente pela indicação de Henrique Meirelles para comandar o Ministério da Fazenda, um nome bem aceito entre empresários e investidores. Meirelles é admirado no mercado de capitais por sua ortodoxia. À frente do Banco Central, de 2003 a 2010, manteve a inflação dentro da meta oficial e adotou uma política que elevou as reservas internacionais do país. Uma das primeiras medidas da equipe econômica do então presidente interino foi apresentar uma proposta de meta fiscal com previsão de déficit de R$ 170 bilhões para este ano. A meta, considerada realista diante da situação fiscal que o país enfrenta, é bem superior aos R$ 97 bilhões, então previstos pelo governo da presidente afastada. Este clima de realismo fiscal contribuiu também para melhorar significativamente a percepção de risco do país. Em junho, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado por mais de 500 instituições financeiras e com sede em Washington, alterou as projeções para a economia brasileira de uma queda de 4,5% para -3,3% em PIB de 2016. Para 2017, a estimativa é de avanço de 1%. Charles Collyns, o economista-chefe do IIF, destacou no relatório que “as perspectivas para o Brasil estão melhorando para 2017 na esperança de que o novo governo seja capaz de empreender um ajuste fiscal e, no momento oportuno, criar espaço para o relaxamento da política monetária”. A mudança política no Brasil, com Michel Temer assumindo o comando do país, ressalta o economista, melhorou a confiança dos agentes. O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, em julho, a revisão do relatório Panorama Econômico Mundial, melhorando

8

Editorial

Brazil is expected to resume growing in 2017 The perspectives for the Brazilian economy in the beginning of 2016 were the most pessimistic possible. The domestic and international financial institutions projected, at the time, a setback in excess of 4% of the Brazilian Gross Domestic Product, which in 2015 closed the year at -3,8%, the largest drop in the last 25 years, according to data from Brazilian Institute of Geography and Statistics – IBGE. The scenario, in fact, did not evidence any encouraging sign, characterizing in the biennium of 2015 and 1016 the greatest recession in the history of the Country. In December of last year, the president of the House of Representatives received the request for impeachment of President Dilma Rousseff, increasing the tension in the Country’s political situation. In April, The Chamber of Deputies approved an authorization to continue, in the Federal Senate, the impeachment process and in May Vice-President Michel Temer assumed the Presidency of the Republic on an interim basis. The taking of office by Temer brought new encouragement to the economic agents, particularly due to the indication of Henrique Meirelles to command the Ministry of Finance, a name well accepted among businessmen and investors. Meirelles is admired in the stock market for his orthodoxy. At the head of The Central Bank, from 2003 to 2010, he kept the inflation within the official expectancies and adopted a policy that increased the Country’s international reserves. One of the first measures of the then interim President was to propose a fiscal target with a deficit forecast of R$ 170 Billion for this year. The target, considered realistic in light of the situation faced by the Country, is quite higher than the R$ 97 Billion formerly forecast by the ousted President.This scenario of fiscal realism also contributed to significantly improve he perception of risk of the Country. In June, The International Finance Fund (IIF), formed by more than 500 financial institutions and with head offices in Washington, altered the forecasts for the Brazilian economy from a fall of 4.5% to -3.3% of the GDP of 2016. For 2017, the estimate is an improvement of 1%. Charles Collyns, The Chief Economist of the IIF, pointed out in the report that “The perspectives for Brazil are improving for 2017 in the hope that the new government is able to establish a fiscal adjustment, and, that the opportune time, create space for relaxing the monetary politics”. The political change in Brazil, with the President in office Michel Temer assuming command of the

Editorial

suas perspectivas para a economia brasileira em 2016 e 2017. É a primeira vez – após cinco revisões para baixo – que a instituição altera positivamente sua projeção para o PIB do país neste ano. O Fundo mudou a estimativa de recessão no Brasil para -3,3% em 2016, contra -3,8% prevista em abril. Para 2017, o FMI projeta crescimento de 0,5% na atividade econômica nacional. Vale destacar que o então governo interino conseguiu reunir uma equipe econômica que anuncia mudanças estruturais importantes, entre elas a reforma da previdência social e o estabelecimento de um teto para o aumento dos gastos públicos, tanto para estados como municípios, a partir de 2017. Além disso, a equipe menciona a intenção de redefinir o papel do crédito subsidiado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aumentar a participação do setor privado na infraestrutura. A capacidade ociosa na indústria abre também espaço para uma recuperação progressiva da economia brasileira se o governo conseguir restaurar consistentemente os níveis de confiança no país. Caso esta tendência continue a se confirmar ao longo do segundo semestre, o Brasil poderá realmente registrar crescimento em 2017, talvez até maior do que 1%, interrompendo assim dois anos consecutivos da maior queda histórica da atividade econômica nacional. Desempenho das companhias abertas Neste cenário de forte retração econômica, inflação e juros elevados, o lucro líquido consolidado das 340 companhias abertas, analisadas neste Anuário, caiu 87% ao passar de R$ 114,7 bilhões em 2014 para R$ 15 bilhões no final de 2015. O retorno sobre o PL caiu de 6,6% para 0,9%, um recuo de 86%. Contudo, alguns setores conseguiram enfrentar melhor a crise e mostraram um bom desempenho, como, por exemplo, o de bancos, serviços financeiros e educação. Apesar deste frágil desempenho e refletindo ainda a excessiva carga tributária vigente no país, as companhias abertas recolheram R$169 bilhões em impostos, valor 11% acima do observado em 2014, participando com 14% na arrecadação total do país em 2015. Ratificando a maior resiliência das companhias abertas frente às adversidades, sobretudo pelo acesso às fontes diferenciadas de financiamento disponíveis no mercado de capitais, a participação desses grupos empresariais na formação do Produto Interno Bruto aumentou 0,7 ponto percentual, totalizando 17% do PIB em 2015.

*Antonio D. C. Castro é Presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca). *Antonio D. C. Castro is the Chairman of the Brazilian Association of Publicly Traded Companies (ABRASCA).

Country, the economist points out, has improved the confidence of the agents. The International Monetary Fund – FMI disclosed, in July, the revision of the World Economic Panorama report, improving its perspectives for the Brazilian economy in 2016 and 2017. It is the first time, after five downward revisions – that the institute makes a positive alteration in its forecast for the GDP this year. The Fund changed the expectation of recession in Brazil to -3.3% in 2016 against -3.8% forecast in April. For 2017, the IMMF forecasts a growth of 0.5% in the national domestic activity. It will be worth pointing out that the interim government managed to put together an economic team that announces important structural changes, among them the reform of the social security system and the establishment of a ceiling for the growth of public expenditures, both the States and the Municipalities, as of 2017. Furthermore, the team mentions the intention of redefining the role of subsidized credit of the Brazilian National Bank for Social and Economic Development [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)] and increasing the participation of the private sector in infrastructure. The idle capacity of the industry also opens space for a progressive recovery of the Brazilian economy if the government manages to consistently restore the confidence levels in the Country. If the tendency continues to be confirmed along the second semester, Brazil might indeed register a growth in 2017, maybe even higher than 1%, thereby interrupting two consecutive years of the greatest historic fall of the national economic activity. Performance of the publiclyheld companies In this scenario of strong economic retraction, inflation and high interest rates, the consolidated net profit of the 340 publicly-held companies analyzed in this Annuary fell by 87% on passing from R$ 114.7 Billion in 2014 to R$ 15 Billion by the end of 2015. The return on Equity fell from 6.6% to 0.9%, a setback of 86%. However, some sectors managed to handle the crisis better and showed a good performance, such as, for example, the banks, financial services and education. Notwithstanding this frail performance and still reflecting the excessive tax burden in effect in the Country, the publicly-held companies deducted R$169 Billion in taxes, a value noted to be 11% higher than that which was recorded in 2014, participating with 14 % of the total tax assessment of the Country. Ratifying the greater resilience of the publicly-held companies in the face of adversity, particularly to the access to the differentiated sources of financing available in the stock market, the participation of those business groups in the formation of the Gross Domestic Product increased 0.7 percentage points, for a total of 17% of the GDP in 2015.

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Conversa com o leitor

Conversation with the reader

Chegou a hora da virada? Ao longo dos últimos 12 anos a função deste Anuário foi, e continua sendo, a de registrar o desempenho das companhias abertas e da economia brasileira. Se todos os dados reunidos nessas edições fossem transformados em um grande gráfico, seria fácil constatar os abruptos altos e baixos da nossa atividade econômica, movimento nefasto que os economistas definem como stop and go. Infelizmente é assim que o país vem construindo sua história ao longo de décadas. Avança em um período para cair logo depois e levar um bom tempo no processo de recuperação. Nos últimos dois anos, porém, o Brasil viveu uma crise histórica. Foi desnudada uma forma lesiva de fazer política e negócios no país, ocupando um espaço espantosamente grande. Um modelo que não pode persistir mais. Temos tudo para virar esta página e partir para um crescimento sólido e duradouro. O Brasil precisa mudar e superar o quase eterno estágio de um país em desenvolvimento. Nesta edição, estamos reunindo, pela primeira vez, o número de empregos oferecidos pelas companhias abertas, por setores de atuação. Foi um longo trabalho de pesquisa que revelou que as empresas não fizeram demissões severas diante da crise que atravessamos. Enquanto a taxa de desemprego no país chegou a 11,3%, nas companhias abertas a queda foi de 5,38%. Ou seja, em 2014 essas empresas empregavam 3,84 milhões de pessoas contra 3,63 milhões em maio de 2015. Dos 21 setores de atividades que operam essas companhias, 15 reduziram o quadro de funcionários e seis aumentaram. Os setores que mais contrataram foram o de Transporte e Logística (14,06%), Tecnologia da Informação (4,43%), Açúcar e Álcool ( 4,18%), Energia Elétrica (3,5%) e Serviços Financeiros (3,16%). Os segmentos que apresentaram os maiores percentuais de dispensa de trabalhadores foram o de Construção Civil e Mercado Imobiliário (47,89%), Petróleo e Gás, Petroquímica e Plástico (15,6%) e Siderurgia e Mineração (14,73%). Na página 82 está publicado o resultado da pesquisa. Consultamos também as 130 maiores empresas para saber qual a estimativa de investimento para 2016. A Sondagem mostrou que a maioria reduziu os investimentos com destaque para Vale, Petrobras, Aliansce Shopping Center, Randon e Usiminas. Algumas empresas, no entanto, não foram tão cautelosas e aumentaram os recursos, como é o caso da Fibria, Taesa, Odontoprev, Cemig e Braskem. Veja na página 67 a pesquisa. Estamos publicando também uma matéria contando a trajetória da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que comemora 40 anos no dia 7 de dezembro. Foram quatro décadas que transformaram profundamente a estrutura do mercado de capitais e as companhias abertas brasileiras. Boa leitura! Cleber Cabral Reis Diretor de Redação clebercabral@ciasbrasil.com.br

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Cleber Cabral Reis Editor in chief clebercabral@ciasbrasil.com.br

Conversation with the reader

Conversa com o leitor

Is it time to turn the table? Throughout the last 12 years the function of this Annuary was, and continues to be, the recording of the performance of the publicly held companies and of the Brazilian economy. If all the data gathered in these editions were to be turned into a huge graphic, it would be easy to note the abrupt highs and lows of our economic activity, an ominous movement that the economists define as stop and go. Unfortunately it is in this manner that the Country has been building its history throughout decades. It moves forward to subsequently fall back and take a long time in the process of recovery. In the last two years, however, Brazil went through a historic crisis. There was uncovered a prejudicial manner of making politics and doing business in the Country, which occupied an enormously large space. This is a model that can no longer persist. We have all the necessary means to turn this page and start a solid and long-lasting growth. Brazil needs to change and overcome the almost eternal stage of a country in development. In this edition, we are combining, for the first time, the number of jobs offered by the publicly held companies, by sectors of activity. This was a long work of research that revealed that the companies did not engage in serious dismissals in face of the crisis that we are going through. While the unemployment rate in the Country reached 11.3%, employment in the publicly held companies fell by 5.38%. That is, in 2014 those companies employed 3.84 million individuals against 3.63% in May of 2015. Of the 21 sectors of activity in which those companies operate, 15 reduced their workforce and six increased it. The sectors that hired the most workers were those of Transport and Logistics (14.06%), Information Technology (4.43%), Sugar and Alcohol (4.18%), Electrical Energy (3.5%) and Financial Services (3.16%). The segments that exhibited the higher percentages of workers dismissal were Civil Construction and Real Property Market (47.89%), Oil and Gas, Petrochemicals and Plastic (15.6%), and Metallurgy and Mining (14.73%). The result of the research is published in page 82. We have also consulted the 130 largest companies to know their investment estimates for 2015. The Poll showed that the majority of those companies reduced their investments, with particular emphasis to Vale, Petrobras, Allliansce Shopping Center, Randon and Usiminas. Some companies, however, were not so careful and increased their resources, as is the case of Fibria, Taesa, Odontoprev, Cemig and Braskem. See the research in page 67. We are also publishing an article reviewing the trajectory of the Securities and Exchange Commission [Comissão de Valores Mobiliários (CVM)] which commemorates 40 years of existence on the 7th of September. These were four decades that brought deep transformation to the structure of the capital market and of the Brazilian publicly held companies. Have a good reading!

Os principais números daS companhias abertas em 2015 Main results for public companies in 2015

2014

2015

(var, %)

335

340

1,49

1.657,6

1.792,4

8,13

11,56%

7,27%

-37,11

7.842,2

8.600,3

9,67

1.727,9

1.699,0

-1,67

114,7

15,0

-86,92

5,0%

-3,4%

-168,20

6,9%

0,8%

-87,97

6,6%

0,9%

-86,77

1,5%

0,2%

-88,14

1.043

1.221

-5,62

11,0%

13,6%

-

16,40%

16,9%

-

Consolidação dos dados da amostra (*) / Sample data consolidation (*) Número de empresas analisadas Number of analysed companies Total de receitas líquidas (R$ bilhões) Total net revenues (R$ billion) Crescimento real (%, deflator IPCA) Real growth (%, IPCA deflated) Ativo total (R$ bilhões) Total assets (R$ billion) Patrimônio líquido consolidado (R$ bilhões) Total equity (R$ billion) Total de lucros acumulados (líquido, R$ bilhões) Total net profits (R$ billion) Margem operacional (% sobre a receita líquida) Operational margin (% over net revenues) Margem líquida (% sobre a receita líquida) Net margin (% over net revenues) Retorno sobre PL (%) Return on equities (ROE, %) Retorno sobre ativos (%) Return on assets (ROA, %) Recolhimento tributário total (R$ bilhões) Total tax burden (R$ billion) Participação na arrecadação total (%) Contribution to Total Tax Burden (%) Participação no Produto Interno Bruto (PIB, %) Contribution to Gross Domestic Product (GDP, %)

(*) Os dados de 2015 foram consolidados com base na amostra de 340 empresas. (*) 2015 data were consolidate based on the sample of 340 companies.

2014 2015

(var, %)

Geração de empregos (**) / Jobs supplied (**) Empregos diretos Direct jobs Emprego total Total employment Total das respostas Total answers Representatividade da amostra (% do Ativo Total) Sample representativeness (% of Total Assets) Empregos formais (RAIS – Relação Anual de Informações Sociais) Formal jobs (RAIS – Social Employment Report) Participação da amostra no emprego Total (% da RAIS) Contribution from sample to total employment (% of RAIS)

2.558

2.526

-1,26

8.613

8.759

1,70

238

297

24,70

68%

86%

17,82

41.163

39.663

-3,64

20,9%

22,1%

1,16

(**) Números de empregos por setores econômicos estão na página 83. (**) Numbers of jobs for each economic sectors are on page 83.

2014 2015

(var, %)

Informações sobre o mercado de capitais / Capital market information Volume de recursos captados (R$ bilhões) Total fund raised (R$ billion) Emissões primárias de ações Primary stocks launch Emissões secundárias de ações Secundary stocks launch Emissões de debêntures Private bonds launch Emissões privadas totais Total private launch Número de empresas listadas na Bovespa Number of Bovespa’s listed companies Valor de mercado total das empresas (R$ bilhões) Total market capitalization (R$ billion) Valor de mercado médio das empresas (R$ bilhões) Average company’s market capitalization (R$ billion) Variação real (%, deflator IPCA) Real growth (%, IPCA deflated) Volume médio diário transacionado na Bovespa (R$ milhões) Average daily Bovespa’s volume negotiation (R$ million)

15,0

16,1

7,33

0,3

0,6

100,00

3,7

20,6

456,76

19,0

37,3

96,32

335

340

1,49

2.243,2

1.912,0

-14,76

6,35

5,33

-16,06

5,9%

-14,4%

-343,22

7.290

6.790

-6,89

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Conversa com o leitor

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Chegou a hora da virada? Ao longo dos últimos 12 anos a função deste Anuário foi, e continua sendo, a de registrar o desempenho das companhias abertas e da economia brasileira. Se todos os dados reunidos nessas edições fossem transformados em um grande gráfico, seria fácil constatar os abruptos altos e baixos da nossa atividade econômica, movimento nefasto que os economistas definem como stop and go. Infelizmente é assim que o país vem construindo sua história ao longo de décadas. Avança em um período para cair logo depois e levar um bom tempo no processo de recuperação. Nos últimos dois anos, porém, o Brasil viveu uma crise histórica. Foi desnudada uma forma lesiva de fazer política e negócios no país, ocupando um espaço espantosamente grande. Um modelo que não pode persistir mais. Temos tudo para virar esta página e partir para um crescimento sólido e duradouro. O Brasil precisa mudar e superar o quase eterno estágio de um país em desenvolvimento. Nesta edição, estamos reunindo, pela primeira vez, o número de empregos oferecidos pelas companhias abertas, por setores de atuação. Foi um longo trabalho de pesquisa que revelou que as empresas não fizeram demissões severas diante da crise que atravessamos. Enquanto a taxa de desemprego no país chegou a 11,3%, nas companhias abertas a queda foi de 5,38%. Ou seja, em 2014 essas empresas empregavam 3,84 milhões de pessoas contra 3,63 milhões em maio de 2015. Dos 21 setores de atividades que operam essas companhias, 15 reduziram o quadro de funcionários e seis aumentaram. Os setores que mais contrataram foram o de Transporte e Logística (14,06%), Tecnologia da Informação (4,43%), Açúcar e Álcool ( 4,18%), Energia Elétrica (3,5%) e Serviços Financeiros (3,16%). Os segmentos que apresentaram os maiores percentuais de dispensa de trabalhadores foram o de Construção Civil e Mercado Imobiliário (47,89%), Petróleo e Gás, Petroquímica e Plástico (15,6%) e Siderurgia e Mineração (14,73%). Na página 82 está publicado o resultado da pesquisa. Consultamos também as 130 maiores empresas para saber qual a estimativa de investimento para 2016. A Sondagem mostrou que a maioria reduziu os investimentos com destaque para Vale, Petrobras, Aliansce Shopping Center, Randon e Usiminas. Algumas empresas, no entanto, não foram tão cautelosas e aumentaram os recursos, como é o caso da Fibria, Taesa, Odontoprev, Cemig e Braskem. Veja na página 67 a pesquisa. Estamos publicando também uma matéria contando a trajetória da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que comemora 40 anos no dia 7 de dezembro. Foram quatro décadas que transformaram profundamente a estrutura do mercado de capitais e as companhias abertas brasileiras. Boa leitura! Cleber Cabral Reis Diretor de Redação clebercabral@ciasbrasil.com.br

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Cleber Cabral Reis Editor in chief clebercabral@ciasbrasil.com.br

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Conversa com o leitor

Is it time to turn the table? Throughout the last 12 years the function of this Annuary was, and continues to be, the recording of the performance of the publicly held companies and of the Brazilian economy. If all the data gathered in these editions were to be turned into a huge graphic, it would be easy to note the abrupt highs and lows of our economic activity, an ominous movement that the economists define as stop and go. Unfortunately it is in this manner that the Country has been building its history throughout decades. It moves forward to subsequently fall back and take a long time in the process of recovery. In the last two years, however, Brazil went through a historic crisis. There was uncovered a prejudicial manner of making politics and doing business in the Country, which occupied an enormously large space. This is a model that can no longer persist. We have all the necessary means to turn this page and start a solid and long-lasting growth. Brazil needs to change and overcome the almost eternal stage of a country in development. In this edition, we are combining, for the first time, the number of jobs offered by the publicly held companies, by sectors of activity. This was a long work of research that revealed that the companies did not engage in serious dismissals in face of the crisis that we are going through. While the unemployment rate in the Country reached 11.3%, employment in the publicly held companies fell by 5.38%. That is, in 2014 those companies employed 3.84 million individuals against 3.63% in May of 2015. Of the 21 sectors of activity in which those companies operate, 15 reduced their workforce and six increased it. The sectors that hired the most workers were those of Transport and Logistics (14.06%), Information Technology (4.43%), Sugar and Alcohol (4.18%), Electrical Energy (3.5%) and Financial Services (3.16%). The segments that exhibited the higher percentages of workers dismissal were Civil Construction and Real Property Market (47.89%), Oil and Gas, Petrochemicals and Plastic (15.6%), and Metallurgy and Mining (14.73%). The result of the research is published in page 82. We have also consulted the 130 largest companies to know their investment estimates for 2015. The Poll showed that the majority of those companies reduced their investments, with particular emphasis to Vale, Petrobras, Allliansce Shopping Center, Randon and Usiminas. Some companies, however, were not so careful and increased their resources, as is the case of Fibria, Taesa, Odontoprev, Cemig and Braskem. See the research in page 67. We are also publishing an article reviewing the trajectory of the Securities and Exchange Commission [Comissão de Valores Mobiliários (CVM)] which commemorates 40 years of existence on the 7th of September. These were four decades that brought deep transformation to the structure of the capital market and of the Brazilian publicly held companies. Have a good reading!

Os principais números daS companhias abertas em 2015 Main results for public companies in 2015

2014

2015

(var, %)

335

340

1,49

1.657,6

1.792,4

8,13

11,56%

7,27%

-37,11

7.842,2

8.600,3

9,67

1.727,9

1.699,0

-1,67

114,7

15,0

-86,92

5,0%

-3,4%

-168,20

6,9%

0,8%

-87,97

6,6%

0,9%

-86,77

1,5%

0,2%

-88,14

1.043

1.221

-5,62

11,0%

13,6%

-

16,40%

16,9%

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Consolidação dos dados da amostra (*) / Sample data consolidation (*) Número de empresas analisadas Number of analysed companies Total de receitas líquidas (R$ bilhões) Total net revenues (R$ billion) Crescimento real (%, deflator IPCA) Real growth (%, IPCA deflated) Ativo total (R$ bilhões) Total assets (R$ billion) Patrimônio líquido consolidado (R$ bilhões) Total equity (R$ billion) Total de lucros acumulados (líquido, R$ bilhões) Total net profits (R$ billion) Margem operacional (% sobre a receita líquida) Operational margin (% over net revenues) Margem líquida (% sobre a receita líquida) Net margin (% over net revenues) Retorno sobre PL (%) Return on equities (ROE, %) Retorno sobre ativos (%) Return on assets (ROA, %) Recolhimento tributário total (R$ bilhões) Total tax burden (R$ billion) Participação na arrecadação total (%) Contribution to Total Tax Burden (%) Participação no Produto Interno Bruto (PIB, %) Contribution to Gross Domestic Product (GDP, %)

(*) Os dados de 2015 foram consolidados com base na amostra de 340 empresas. (*) 2015 data were consolidate based on the sample of 340 companies.

2014 2015

(var, %)

Geração de empregos (**) / Jobs supplied (**) Empregos diretos Direct jobs Emprego total Total employment Total das respostas Total answers Representatividade da amostra (% do Ativo Total) Sample representativeness (% of Total Assets) Empregos formais (RAIS – Relação Anual de Informações Sociais) Formal jobs (RAIS – Social Employment Report) Participação da amostra no emprego Total (% da RAIS) Contribution from sample to total employment (% of RAIS)

2.558

2.526

-1,26

8.613

8.759

1,70

238

297

24,70

68%

86%

17,82

41.163

39.663

-3,64

20,9%

22,1%

1,16

(**) Números de empregos por setores econômicos estão na página 83. (**) Numbers of jobs for each economic sectors are on page 83.

2014 2015

(var, %)

Informações sobre o mercado de capitais / Capital market information Volume de recursos captados (R$ bilhões) Total fund raised (R$ billion) Emissões primárias de ações Primary stocks launch Emissões secundárias de ações Secundary stocks launch Emissões de debêntures Private bonds launch Emissões privadas totais Total private launch Número de empresas listadas na Bovespa Number of Bovespa’s listed companies Valor de mercado total das empresas (R$ bilhões) Total market capitalization (R$ billion) Valor de mercado médio das empresas (R$ bilhões) Average company’s market capitalization (R$ billion) Variação real (%, deflator IPCA) Real growth (%, IPCA deflated) Volume médio diário transacionado na Bovespa (R$ milhões) Average daily Bovespa’s volume negotiation (R$ million)

15,0

16,1

7,33

0,3

0,6

100,00

3,7

20,6

456,76

19,0

37,3

96,32

335

340

1,49

2.243,2

1.912,0

-14,76

6,35

5,33

-16,06

5,9%

-14,4%

-343,22

7.290

6.790

-6,89

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O banco que fala sua lĂ­ngua_

Feito para vocĂŞ no mundo digital_ #issomudaseumundo


O banco que fala sua lĂ­ngua_

Feito para vocĂŞ no mundo digital_ #issomudaseumundo


Conversa com o leitor

Conversation with the reader

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Conversa com o leitor

As 20 maiores empresas BRASILEIRAS segundo critérios selecionados Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria As 20 Maiores por Ativo Total (R$ Mil) 20 Largest: Total Assets Empresa Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

BCO BRASIL ITAUUNIBANCO BRADESCO* PETROBRAS SANTANDER BR* VALE BTGP BANCO* ELETROBRAS JBS TELEF BRASIL OI AMBEV S.A. LATAM AIRLN GERDAU MET GERDAU BANRISUL BRASKEM COSAN LTD SID NACIONAL P. AÇÚCAR-CBD

1.514.682.955 1.276.415.000 947.122.904 900.135.000 728.288.450 345.549.435 163.943.419 149.645.408 121.752.954 101.685.064 97.014.806 90.176.234 70.682.417 70.218.773 70.094.709 66.937.790 59.961.294 52.307.668 48.649.974 47.502.000

#

2014 2014

1 1.381.154.731 2 1.127.203.000 3 930.451.016 4 793.375.000 5 627.901.762 6 309.415.532 7 157.712.093 8 144.631.697 10 82.043.682 11 73.065.288 9 102.789.122 12 72.143.203 16 54.410.738 13 63.253.424 14 63.042.330 15 58.939.001 18 49.421.751 27 29.696.348 17 49.767.100 19 45.500.000

Empresa

Empresa

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

PETROBRAS VALE ITAUUNIBANCO BRADESCO* BRASIL* TELEF BRASIL SANTANDER BR* AMBEV S.A. ITAUSA* ELETROBRAS GERDAU GERDAU MET JBS BTGP BANCO BM&FBOVESPA TIM PART S.A. COSAN LTD EMBRAER USIMINAS COPEL

2015

#

2014

257.930.000 139.419.590 110.680.842 88.906.644 70.673.370 68.567.242 54.821.289 50.333.633 44.847.000 41.739.222 31.970.383 30.472.262 29.301.365 19.658.799 18.352.213 16.933.044 16.354.672 15.008.670 14.993.857 14.584.478

1 2 3 4 5 8 6 9 10 7 11 12 13 18 15 19 23 30 16 22

310.722.000 149.601.623 101.889.836 82.291.805 77.920.212 44.950.095 57.325.230 43.644.669 39.226.000 56.848.500 33.254.534 31.240.657 25.642.525 15.495.119 18.988.403 15.322.034 13.489.307 10.265.486 18.761.615 13.682.780

2015

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

AMBEV ITAUUNIBANCO BRADESCO* PETROBRAS CIELO VALE SANTANDER BR* TELEF BRASIL BBSEGURIDADE BRF SA ITAUSA* BRASIL* JBS ULTRAPAR FIBRIA KLABIN S.A. WEG EMBRAER CCR SA TRACTEBEL

Partic. (%)

#

31/12/2014

280.559.435 154.857.187 103.696.710 101.315.519 63.373.485 62.698.024 60.842.639 59.446.617 48.660.000 48.335.018 46.890.166 42.236.247 35.282.190 33.634.688 28.743.669 26.703.878 24.134.578 22.354.640 22.158.119 21.860.336

14,67% 8,10% 5,42% 5,30% 3,31% 3,28% 3,18% 3,11% 2,54% 2,53% 2,45% 2,21% 1,85% 1,76% 1,50% 1,40% 1,26% 1,17% 1,16% 1,14%

1 2 3 4 7 5 12 11 8 10 9 6 13 15 25 29 20 24 17 21

256.901.325 184.995.727 145.950.336 127.505.604 65.514.863 109.470.264 48.388.557 50.078.604 64.320.000 55.349.703 58.103.409 68.110.963 32.968.813 28.627.042 6.779.766 5.406.683 24.699.602 6.813.104 27.207.699 8.313.481

31/12/2015

Share (%)

As 20 Maiores por EBIT (R$ Mil) 20 Largest: EBIT

Empresa

Empresa

Empresa

PETROBRAS JBS VALE P. AÇÚCAR-CBD BRASKEM AMBEV S.A. GERDAU GERDAU MET TELEF BRASIL ELETROBRAS LATAM AIRLN BRF S.A. OI DUFRY AG CEMIG EMBRAER CPFL ENERGIA VIAVAREJO MARFRIG LOJAS AMERIC

2015

#

2014

321.638.000 162.914.526 85.499.184 69.115.000 47.282.996 46.720.141 43.581.241 43.581.241 40.286.815 32.588.838 32.293.500 32.196.601 27.353.765 21.800.963 21.292.211 20.301.771 20.205.869 19.268.000 18.891.833 17.926.155

1 2 3 4 5 8 6 7 9 10 12 11 13 39 16 20 17 14 15 18

337.260.000 120.469.719 88.274.564 65.525.000 46.031.389 38.079.786 42.546.339 42.546.339 34.999.969 30.244.854 28.456.957 29.006.843 28.247.099 6.681.413 19.539.578 14.935.910 17.305.942 22.674.000 21.073.322 16.145.669

2015

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

ITAUUNIBANCO* BRADESCO* BRASIL* AMBEV S.A. ITAUSA* SANTANDER BR* BTGP BANCO* JBS BBSEGURIDADE CIELO TELEF BRASIL BRF S.A. BRASKEM CEMIG CEMIG GT* BM&FBOVESPA TIM PART S.A. SID NACIONAL ULTRAPAR TRACTEBEL

2015

#

2014

21.083.796 17.189.635 14.108.487 12.879.141 8.868.000 6.982.898 5.623.498 5.128.647 4.207.432 3.651.433 3.420.249 3.130.858 2.898.780 2.491.878 2.337.663 2.203.458 2.071.145 1.615.951 1.512.972 1.501.303

1 2 4 3 6 13 15 11 8 9 7 12 41 10 14 26 18 289 23 20

16.522.000 12.486.138 11.354.070 11.288.834 -17.430.479 5.698.000 3.715.945 2.680.676 3.103.855 1.118.325 1.062.430 5.848.124 2.584.821 1.396.207 1.694.282 1.505.614 1.693.702 1.436.747

2015

2014

*Separate financial statements.

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

AMBEV S.A. JBS ITAUSA* BRASKEM TELEF BRASIL SID NACIONAL CIELO BRF S.A. CEMIG CEMIG GT* FIBRIA TIM PART S.A. SUZANO PAPEL SABESP SUZANO HOLD COSAN LTD ULTRAPAR CCR SA OI TRACTEBEL

**Média dos últimos 3 anos.

Criação de Valor Shareholder Value Creation

31/12/2015

As 20 Maiores por Lucro Líquido (R$ Mil) 20 Largest: Net Profits

* DFs Individuais.

14

2015

As 20 Maiores por Valor de Mercado (R$ Mil) 20 Largest: Market Value

As 20 Maiores por Receita Líquida (R$ Mil) 20 Largest: Net Revenues Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

2015

As 20 Maiores por Patrimônio Líquido (R$ Mil) 20 Largest: Net Equity

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

Ambev S.A. Tractebel Cemig Jbs Br Malls Par Cetip ESTÁCIO Part Itauunibanco CCR SA Cielo Copel Grendene Tran Paulist Weg Ecorodovias Lojas Americ Arezzo Co P. AÇÚcar-CBD BRF SA Kroton

55,73% 46,92% 45,55% 45,02% 43,16% 41,90% 41,55% 40,63% 40,34% 40,19% 39,26% 39,20% 38,83% 37,78% 35,09% 35,05% 34,11% 33,07% 32,56% 32,38%

As 20 Maiores por Retorno sobre Ativo Total 20 Largest: Return on Total Assets

2015

#

2014

18.781.592 9.179.297 8.837.000 7.052.191 5.241.634 5.177.625 4.331.684 4.228.410 4.119.528 4.011.136 3.524.324 3.244.217 3.069.984 3.043.991 3.039.983 3.038.856 2.950.646 2.729.437 2.702.396 2.503.830

2 4 3 10 7 16 13 12 6 11 29 18 37 23 37 28 21 15 5 20

15.843.981 7.829.443 7.921.000 3.569.208 5.115.969 2.818.013 3.411.503 3.478.319 5.580.398 3.738.602 1.656.615 2.485.689 1.229.569 1.910.709 1.204.330 1.669.156 2.270.108 2.863.150 5.674.638 2.302.948

2015

Empresa

12/31/2014

Empresa

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

BBSEGURIDADE BATTISTELLA MULTIPLUS* CONST A LIND TARPON INV MMX MINER CIA HERING ITAUSA ODONTOPREV BRASILAGRO GRENDENE AES TIETE E TEMPO PART CEMIG GT* AMBEV S.A. CETIP AFLUENTE T* AREZZO EZTEC BRASMOTOR

2015

#

2014

36,60% 29,44% 26,73% 26,50% 26,08% 23,70% 19,09% 18,86% 18,50% 17,76% 17,71% 17,32% 17,30% 15,21% 14,28% 14,23% 14,13% 14,01% 13,51% 12,30%

3 287 10 11 7 313 6 10 14 244 12 193 4 19 17 23 13 24 25 2

33,29% -10,32% 19,40% 18,94% 19,63% -68,68% 22,27% 19,31% 17,68% -1,61% 18,09% 1,19% 27,26% 16,88% 17,14% 14,24% 17,85% 14,16% 13,88% 34,75%

2015

2014

**Average for the last 3 years.

15


Conversa com o leitor

Conversation with the reader

Conversation with the reader

Conversa com o leitor

As 20 maiores empresas BRASILEIRAS segundo critérios selecionados Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria As 20 Maiores por Ativo Total (R$ Mil) 20 Largest: Total Assets Empresa Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

BCO BRASIL ITAUUNIBANCO BRADESCO* PETROBRAS SANTANDER BR* VALE BTGP BANCO* ELETROBRAS JBS TELEF BRASIL OI AMBEV S.A. LATAM AIRLN GERDAU MET GERDAU BANRISUL BRASKEM COSAN LTD SID NACIONAL P. AÇÚCAR-CBD

1.514.682.955 1.276.415.000 947.122.904 900.135.000 728.288.450 345.549.435 163.943.419 149.645.408 121.752.954 101.685.064 97.014.806 90.176.234 70.682.417 70.218.773 70.094.709 66.937.790 59.961.294 52.307.668 48.649.974 47.502.000

#

2014 2014

1 1.381.154.731 2 1.127.203.000 3 930.451.016 4 793.375.000 5 627.901.762 6 309.415.532 7 157.712.093 8 144.631.697 10 82.043.682 11 73.065.288 9 102.789.122 12 72.143.203 16 54.410.738 13 63.253.424 14 63.042.330 15 58.939.001 18 49.421.751 27 29.696.348 17 49.767.100 19 45.500.000

Empresa

Empresa

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

PETROBRAS VALE ITAUUNIBANCO BRADESCO* BRASIL* TELEF BRASIL SANTANDER BR* AMBEV S.A. ITAUSA* ELETROBRAS GERDAU GERDAU MET JBS BTGP BANCO BM&FBOVESPA TIM PART S.A. COSAN LTD EMBRAER USIMINAS COPEL

2015

#

2014

257.930.000 139.419.590 110.680.842 88.906.644 70.673.370 68.567.242 54.821.289 50.333.633 44.847.000 41.739.222 31.970.383 30.472.262 29.301.365 19.658.799 18.352.213 16.933.044 16.354.672 15.008.670 14.993.857 14.584.478

1 2 3 4 5 8 6 9 10 7 11 12 13 18 15 19 23 30 16 22

310.722.000 149.601.623 101.889.836 82.291.805 77.920.212 44.950.095 57.325.230 43.644.669 39.226.000 56.848.500 33.254.534 31.240.657 25.642.525 15.495.119 18.988.403 15.322.034 13.489.307 10.265.486 18.761.615 13.682.780

2015

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

AMBEV ITAUUNIBANCO BRADESCO* PETROBRAS CIELO VALE SANTANDER BR* TELEF BRASIL BBSEGURIDADE BRF SA ITAUSA* BRASIL* JBS ULTRAPAR FIBRIA KLABIN S.A. WEG EMBRAER CCR SA TRACTEBEL

Partic. (%)

#

31/12/2014

280.559.435 154.857.187 103.696.710 101.315.519 63.373.485 62.698.024 60.842.639 59.446.617 48.660.000 48.335.018 46.890.166 42.236.247 35.282.190 33.634.688 28.743.669 26.703.878 24.134.578 22.354.640 22.158.119 21.860.336

14,67% 8,10% 5,42% 5,30% 3,31% 3,28% 3,18% 3,11% 2,54% 2,53% 2,45% 2,21% 1,85% 1,76% 1,50% 1,40% 1,26% 1,17% 1,16% 1,14%

1 2 3 4 7 5 12 11 8 10 9 6 13 15 25 29 20 24 17 21

256.901.325 184.995.727 145.950.336 127.505.604 65.514.863 109.470.264 48.388.557 50.078.604 64.320.000 55.349.703 58.103.409 68.110.963 32.968.813 28.627.042 6.779.766 5.406.683 24.699.602 6.813.104 27.207.699 8.313.481

31/12/2015

Share (%)

As 20 Maiores por EBIT (R$ Mil) 20 Largest: EBIT

Empresa

Empresa

Empresa

PETROBRAS JBS VALE P. AÇÚCAR-CBD BRASKEM AMBEV S.A. GERDAU GERDAU MET TELEF BRASIL ELETROBRAS LATAM AIRLN BRF S.A. OI DUFRY AG CEMIG EMBRAER CPFL ENERGIA VIAVAREJO MARFRIG LOJAS AMERIC

2015

#

2014

321.638.000 162.914.526 85.499.184 69.115.000 47.282.996 46.720.141 43.581.241 43.581.241 40.286.815 32.588.838 32.293.500 32.196.601 27.353.765 21.800.963 21.292.211 20.301.771 20.205.869 19.268.000 18.891.833 17.926.155

1 2 3 4 5 8 6 7 9 10 12 11 13 39 16 20 17 14 15 18

337.260.000 120.469.719 88.274.564 65.525.000 46.031.389 38.079.786 42.546.339 42.546.339 34.999.969 30.244.854 28.456.957 29.006.843 28.247.099 6.681.413 19.539.578 14.935.910 17.305.942 22.674.000 21.073.322 16.145.669

2015

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

ITAUUNIBANCO* BRADESCO* BRASIL* AMBEV S.A. ITAUSA* SANTANDER BR* BTGP BANCO* JBS BBSEGURIDADE CIELO TELEF BRASIL BRF S.A. BRASKEM CEMIG CEMIG GT* BM&FBOVESPA TIM PART S.A. SID NACIONAL ULTRAPAR TRACTEBEL

2015

#

2014

21.083.796 17.189.635 14.108.487 12.879.141 8.868.000 6.982.898 5.623.498 5.128.647 4.207.432 3.651.433 3.420.249 3.130.858 2.898.780 2.491.878 2.337.663 2.203.458 2.071.145 1.615.951 1.512.972 1.501.303

1 2 4 3 6 13 15 11 8 9 7 12 41 10 14 26 18 289 23 20

16.522.000 12.486.138 11.354.070 11.288.834 -17.430.479 5.698.000 3.715.945 2.680.676 3.103.855 1.118.325 1.062.430 5.848.124 2.584.821 1.396.207 1.694.282 1.505.614 1.693.702 1.436.747

2015

2014

*Separate financial statements.

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

AMBEV S.A. JBS ITAUSA* BRASKEM TELEF BRASIL SID NACIONAL CIELO BRF S.A. CEMIG CEMIG GT* FIBRIA TIM PART S.A. SUZANO PAPEL SABESP SUZANO HOLD COSAN LTD ULTRAPAR CCR SA OI TRACTEBEL

**Média dos últimos 3 anos.

Criação de Valor Shareholder Value Creation

31/12/2015

As 20 Maiores por Lucro Líquido (R$ Mil) 20 Largest: Net Profits

* DFs Individuais.

14

2015

As 20 Maiores por Valor de Mercado (R$ Mil) 20 Largest: Market Value

As 20 Maiores por Receita Líquida (R$ Mil) 20 Largest: Net Revenues Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

2015

As 20 Maiores por Patrimônio Líquido (R$ Mil) 20 Largest: Net Equity

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

Ambev S.A. Tractebel Cemig Jbs Br Malls Par Cetip ESTÁCIO Part Itauunibanco CCR SA Cielo Copel Grendene Tran Paulist Weg Ecorodovias Lojas Americ Arezzo Co P. AÇÚcar-CBD BRF SA Kroton

55,73% 46,92% 45,55% 45,02% 43,16% 41,90% 41,55% 40,63% 40,34% 40,19% 39,26% 39,20% 38,83% 37,78% 35,09% 35,05% 34,11% 33,07% 32,56% 32,38%

As 20 Maiores por Retorno sobre Ativo Total 20 Largest: Return on Total Assets

2015

#

2014

18.781.592 9.179.297 8.837.000 7.052.191 5.241.634 5.177.625 4.331.684 4.228.410 4.119.528 4.011.136 3.524.324 3.244.217 3.069.984 3.043.991 3.039.983 3.038.856 2.950.646 2.729.437 2.702.396 2.503.830

2 4 3 10 7 16 13 12 6 11 29 18 37 23 37 28 21 15 5 20

15.843.981 7.829.443 7.921.000 3.569.208 5.115.969 2.818.013 3.411.503 3.478.319 5.580.398 3.738.602 1.656.615 2.485.689 1.229.569 1.910.709 1.204.330 1.669.156 2.270.108 2.863.150 5.674.638 2.302.948

2015

Empresa

12/31/2014

Empresa

2014

Company

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

BBSEGURIDADE BATTISTELLA MULTIPLUS* CONST A LIND TARPON INV MMX MINER CIA HERING ITAUSA ODONTOPREV BRASILAGRO GRENDENE AES TIETE E TEMPO PART CEMIG GT* AMBEV S.A. CETIP AFLUENTE T* AREZZO EZTEC BRASMOTOR

2015

#

2014

36,60% 29,44% 26,73% 26,50% 26,08% 23,70% 19,09% 18,86% 18,50% 17,76% 17,71% 17,32% 17,30% 15,21% 14,28% 14,23% 14,13% 14,01% 13,51% 12,30%

3 287 10 11 7 313 6 10 14 244 12 193 4 19 17 23 13 24 25 2

33,29% -10,32% 19,40% 18,94% 19,63% -68,68% 22,27% 19,31% 17,68% -1,61% 18,09% 1,19% 27,26% 16,88% 17,14% 14,24% 17,85% 14,16% 13,88% 34,75%

2015

2014

**Average for the last 3 years.

15


Conversa com o leitor

Conversation with the reader

Conversa com o leitor

Ranking de Desempenho medido pela média do ROE (Retorno do Acionista) das 30 melhores Companhias Não Financeiras de 2006 a 2015 Ranking of performance measured by the average ROE for the 30 best non-financial companies between 2006 and 2015

Rankings Setoriais Sector Rankings 10 Maiores: Ativo Total 10 Largest: Total Assets 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

10 Maiores: Patrimônio Líquido 10 Largest: Shareholder´s Equity

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 5.015.336.508 Bancos e crédito / Banking 987.334.648 Petróleo e gás / Oil and gas 539.615.153 Energia elétrica / Electricity 352.656.798 Mineração / Mining 309.574.268 Alimentos e bebidas / Food and beverages 237.062.575 Telecomunicações / Telecommunication 225.439.654 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy Transporte e logística / Transport and logistics 200.345.256 199.699.800 Atacado e varejo / Wholesale and retail 167.216.745 Construção civil / Real estate

10 Maiores: Receita 10 Largest: Net Revenues 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 383.237.438 Petróleo e gás / Oil and gas 288.312.234 Alimentos e bebidas / Food and beverages 249.886.910 Energia elétrica / Electricity 195.352.231 Atacado e varejo / Wholesale and retail 120.301.809 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 88.880.323 Mineração / Mining 87.988.815 Telecomunicações / Telecommunication 84.956.915 Transporte e logística / Transport and logistics 55.408.332 Máquinas e equipamentos / Machinery 49.019.899 Serviços financeiros / Financial services

Setor / Sector R$ Mil / Thousand Bancos e crédito / Banking 71.061.684 Alimentos e bebidas / Food and beverages 20.057.211 Serviços financeiros / Financial services 11.690.150 Holdings / Holdings 7.862.809 Saneamento / Sanitation 1.890.317 Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol 1.693.025 Educação / Education 1.501.967 Energia elétrica / Electricity 1.345.161 Serviços Médico-hospitalares / Wealth services 754.122 Atacado e varejo / Wholesale and retail 710.386

16

Setor / Sector Serviços Financeiros / Financial services Alimentos e bebidas / Food and beverages Energia elétrica / Electricity Transporte e logística / Transport and logistics Máquinas e equipamentos / Machinery Educação / Education Tecidos, Vest., Calçados / Textile, clothing, footwear Atacado e varejo / Wholesale and retail Construção civil / Real estate Bancos e crédito / Banking

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 373.208.230 Bancos e crédito / Banking 259.717.415 Petróleo e gás / Oil and gas 170.973.477 Energia elétrica / Electricity 140.693.317 Mineração / Mining 106.562.417 Alimentos e bebidas / Food and beverages 100.206.975 Telecomunicações / Telecommunication 88.364.452 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 72.818.025 Construção civil / Real estate 64.730.713 Holdings / Holdings 61.617.071 Atacado e varejo / Wholesale and retail

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 35.445.458 Alimentos e bebidas / Food and beverages 17.436.187 Energia elétrica / Electricity 11.584.683 Papel, celulose, madeira / Wood, pulp and paper 10.385.423 Telecomunicações / Telecommunication 9.675.461 Serviços financeiros / Financial services 9.536.662 Transporte e logística / Transport and logistics 9.315.514 Holdings / Holdings 9.294.254 Atacado e varejo / Wholesale and retail 5.927.435 Saneamento / Sanitation 4.996.727 Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol

10 Maiores: Endividamento 10 Largest: Total indebtedness

10 Maiores: Criação de Valor 10 Largest: Shardeholder Value Creation 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

10 Maiores: LAJIR 10 Largest: Ebit

10 Maiores: Lucro 10 Largest: Total profits 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Conversation with the reader

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Setor / Sector R$ Mil / Thousand Bancos e crédito / Banking 4.642.128.278 Petróleo e gás / Oil and gas 727.617.233 Energia elétrica / Electricity 368.641.676 Mineração / Mining 211.963.481 Alimentos e bebidas / Food and beverages 203.011.851 Transporte e logística / Transport and logistics 165.875.207 Atacado e varejo / Wholesale and retail 138.082.729 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 137.075.202 Telecomunicações / Telecommunication 134.404.926 Construção civil / Real estate 94.398.720

10 Maiores: Margem (Líquida) 10 Largest: Net Margin (% Net Revenues) % 41,05% 40,17% 37,96% 35,55% 33,72% 33,40% 33,07% 32,05% 31,73% 31,64%

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Setor / Sector Serviços financeiros / Financial services Educação / Education Tecnol. da informação / Information technology Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol Serviços Médico-hospitalares / Wealth services Alimentos e bebidas / Food and beverages Lazer, turismo e hotelaria / Leisure industry Saneamento / Sanitation Utilidades Domésticas / Household utilities Tecidos, Vest., Calçados / Textile, clothing, footwear

% 23,85% 13,33% 8,58% 7,78% 7,73% 6,96% 6,89% 6,28% 2,04% 1,53%

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Conversa com o leitor

Conversation with the reader

Conversa com o leitor

Ranking de Desempenho medido pela média do ROE (Retorno do Acionista) das 30 melhores Companhias Não Financeiras de 2006 a 2015 Ranking of performance measured by the average ROE for the 30 best non-financial companies between 2006 and 2015

Rankings Setoriais Sector Rankings 10 Maiores: Ativo Total 10 Largest: Total Assets 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

10 Maiores: Patrimônio Líquido 10 Largest: Shareholder´s Equity

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 5.015.336.508 Bancos e crédito / Banking 987.334.648 Petróleo e gás / Oil and gas 539.615.153 Energia elétrica / Electricity 352.656.798 Mineração / Mining 309.574.268 Alimentos e bebidas / Food and beverages 237.062.575 Telecomunicações / Telecommunication 225.439.654 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy Transporte e logística / Transport and logistics 200.345.256 199.699.800 Atacado e varejo / Wholesale and retail 167.216.745 Construção civil / Real estate

10 Maiores: Receita 10 Largest: Net Revenues 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 383.237.438 Petróleo e gás / Oil and gas 288.312.234 Alimentos e bebidas / Food and beverages 249.886.910 Energia elétrica / Electricity 195.352.231 Atacado e varejo / Wholesale and retail 120.301.809 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 88.880.323 Mineração / Mining 87.988.815 Telecomunicações / Telecommunication 84.956.915 Transporte e logística / Transport and logistics 55.408.332 Máquinas e equipamentos / Machinery 49.019.899 Serviços financeiros / Financial services

Setor / Sector R$ Mil / Thousand Bancos e crédito / Banking 71.061.684 Alimentos e bebidas / Food and beverages 20.057.211 Serviços financeiros / Financial services 11.690.150 Holdings / Holdings 7.862.809 Saneamento / Sanitation 1.890.317 Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol 1.693.025 Educação / Education 1.501.967 Energia elétrica / Electricity 1.345.161 Serviços Médico-hospitalares / Wealth services 754.122 Atacado e varejo / Wholesale and retail 710.386

16

Setor / Sector Serviços Financeiros / Financial services Alimentos e bebidas / Food and beverages Energia elétrica / Electricity Transporte e logística / Transport and logistics Máquinas e equipamentos / Machinery Educação / Education Tecidos, Vest., Calçados / Textile, clothing, footwear Atacado e varejo / Wholesale and retail Construção civil / Real estate Bancos e crédito / Banking

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 373.208.230 Bancos e crédito / Banking 259.717.415 Petróleo e gás / Oil and gas 170.973.477 Energia elétrica / Electricity 140.693.317 Mineração / Mining 106.562.417 Alimentos e bebidas / Food and beverages 100.206.975 Telecomunicações / Telecommunication 88.364.452 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 72.818.025 Construção civil / Real estate 64.730.713 Holdings / Holdings 61.617.071 Atacado e varejo / Wholesale and retail

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

R$ Mil / Thousand Setor / Sector 35.445.458 Alimentos e bebidas / Food and beverages 17.436.187 Energia elétrica / Electricity 11.584.683 Papel, celulose, madeira / Wood, pulp and paper 10.385.423 Telecomunicações / Telecommunication 9.675.461 Serviços financeiros / Financial services 9.536.662 Transporte e logística / Transport and logistics 9.315.514 Holdings / Holdings 9.294.254 Atacado e varejo / Wholesale and retail 5.927.435 Saneamento / Sanitation 4.996.727 Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol

10 Maiores: Endividamento 10 Largest: Total indebtedness

10 Maiores: Criação de Valor 10 Largest: Shardeholder Value Creation 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

10 Maiores: LAJIR 10 Largest: Ebit

10 Maiores: Lucro 10 Largest: Total profits 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Conversation with the reader

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Setor / Sector R$ Mil / Thousand Bancos e crédito / Banking 4.642.128.278 Petróleo e gás / Oil and gas 727.617.233 Energia elétrica / Electricity 368.641.676 Mineração / Mining 211.963.481 Alimentos e bebidas / Food and beverages 203.011.851 Transporte e logística / Transport and logistics 165.875.207 Atacado e varejo / Wholesale and retail 138.082.729 Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy 137.075.202 Telecomunicações / Telecommunication 134.404.926 Construção civil / Real estate 94.398.720

10 Maiores: Margem (Líquida) 10 Largest: Net Margin (% Net Revenues) % 41,05% 40,17% 37,96% 35,55% 33,72% 33,40% 33,07% 32,05% 31,73% 31,64%

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Setor / Sector Serviços financeiros / Financial services Educação / Education Tecnol. da informação / Information technology Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol Serviços Médico-hospitalares / Wealth services Alimentos e bebidas / Food and beverages Lazer, turismo e hotelaria / Leisure industry Saneamento / Sanitation Utilidades Domésticas / Household utilities Tecidos, Vest., Calçados / Textile, clothing, footwear

% 23,85% 13,33% 8,58% 7,78% 7,73% 6,96% 6,89% 6,28% 2,04% 1,53%

17


Retrospectiva

Retrospective

PIB do Brasil tem queda histórica

O

desempenho da economia brasileira em 2015 foi um dos piores das últimas décadas. O Produto Interno Bruto (PIB) fechou o ano com queda de 3,8%, refletindo a situação econômica e política do país, com deterioração dos indicadores de emprego e renda, juros e inflação alta e retração do crédito. A queda do PIB no ano passado foi a mais intensa da série das Contas Públicas do IBGE, iniciada em 1996. Pela série antiga, foi o pior recuo desde 1990 (-4,3%). Naquele ano, o governo Fernando Collor de Mello (1990 a 1992) confiscou a Caderneta de Poupança para enfrentar uma inflação de quase 2.000% ao mês. Em valores correntes, o PIB de 2015 foi de R$ 5,904 trilhões e o PIB per capita de R$ 28.876, com queda de 4,6%, em volume, em relação ao ano anterior. A taxa de investimento ficou em 18,2% do PIB, abaixo do observado no ano anterior (20,2%) e a taxa de poupança caiu de 16,2% em 2014 para 14,4% no final de 2015. A retração da atividade produtiva no país se refletiu em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo, com queda de 14,1%. A indústria recuou 6,2% e os serviços, 2,7%. O único setor que registrou crescimento no período foi a agropecuária, com crescimento de 1,8%. Desempenho setorial O resultado positivo da agropecuária decorreu do desempenho da agricultura, que contou com crescimento da soja (11,9%) e milho (7,3%). Por outro lado, trigo (-13,4%), café (-5,7%) e laranja (-3,9%) variaram negativamente. Na indústria, a extração mineral impediu um resultado pior, acumulando crescimento de 4,9% no ano, influenciado tanto pelo aumento da extração de petróleo e gás natural quanto pelo crescimento da extração de minérios ferrosos. No entanto, as demais atividades industriais caíram, como a construção (-7,6%), eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-1,4%). A indústria da transformação recuou 9,7%, pressionada pela retração da indústria automotiva e da fabricação de máquinas e equipamentos, aparelhos eletroeletrônicos e equipamentos de informática, alimentos e bebidas, artigos têxteis e do vestuário e produtos de metal. Em serviços, o comércio recuou 8,9%, seguido por transporte, armazenagem e correio (-6,5%), outros serviços (-2,8%) e serviços de informação (-0,3%). Ficaram estáveis atividade de administração, saúde e educação pública (0,0%). Entretanto, cresceram intermediação financeira e seguros e atividades imobiliárias: 0,2% e 0,3%, respectivamente. O consumo das famílias caiu 4% em relação a 2014 e as despesas de consumo do governo caíram 1%, contra 1,4% em 2014.

20

Brazil’s GDP takes an historic plunge The performance of the Brazilian economy in 2015 was one of the worst in the last decades. The Gross Domestic Product (GDP) [Produto Interno Bruto – PIB] closed the year with a fall of 3.8%, reflecting the country’s economic and political situation, with deteriorating indicators of employment and income, high interest rates and inflation and credit retraction. The fall of the GDP last year was the most intense of the series of Public Accounts of the IBGE [Brazilian Institute of Geography and Statistics], initiated in 1996. By the old series it was the worst setback since 1990 (-4,3%). In that year, the government of Fernando Collor de Mello (1990 to 1992) confiscated the Savings Accounts to face an inflation of almost 2,000% per month. In current values, the GDP of 2015 amounted to R$ 5.904 Trillion and the GDP per capita was R$ 28,876, with a fall of 4.6%, in volume, relative to the previous year. The investment rate was 18.2% of the GDP, below the figure observed in the preceding year (20.2%) and the savings rate fell from 16.2% in 2014 to 14.4% by the end of 2015. The retraction of the productive activity in the country was reflected in practically all sectors of the economy, with particular emphasis regarding Gross Fixed Capital Formation, with a fall of 14.1%. The industry drew back by 6.2% and the services by 2.7%. The only sector that recorded growth in the period was the agricultural and livestock breeding sector, which grew 1.8%.

Retrospectiva

Pior desempenho entre os Brics O resultado da atividade econômica brasileira foi também ruim na comparação com os países do grupo Brics – as maiores economias emergentes do mundo. A China cresceu 6,9% e a Índia, 7,3%. Já a Rússia, assim como o Brasil, amargou queda de 3,7%. Em relação aos países da América Latina, o Brasil só não perdeu para a Venezuela, que fechou 2015 com queda de -5,7% do PIB. Para 2016, o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado em abril, prevê que a economia brasileira deve apresentar o sexto pior desempenho do mundo. A projeção de -3,5% em janeiro para o PIB do Brasil foi alterada para -3,8%. Na lista dos piores desempenhos este ano estão também a Venezuela (-8%), seguida pela República do Sudão do Sul (-7,8%) e Guiné Equatorial, com recuo de 7,2%. O desempenho do Brasil deve ficar bem abaixo de outros países da região da América Latina e Caribe, cuja projeção é de 0,5% em 2016. O México deve crescer 2,4% em 2016. Para os países do Oriente Médio, Norte da África, Afeganistão e Paquistão, a projeção é de crescimento de 3,1%.

courier services (-6.5%), other services (-2.8%) and information services (-0,3%). The activity of public administration, health and education remained stable (0.0%). However the financial intermediation and insurance and real estate activities grew by 0.2% and 0.3%, respectively. The consumption of families fell 4% with relation to 2014 and the government consumption expenses fell 1%, against 1.4% in 2014. Worst performance among the Brics The result of the Brazilian economic activity was also poor when compared with that of the countries of the Brics group - the largest emerging economies of the world. China grew 6.9% and India grew 7.3%. On the other hand, Russia, like Brazil, endured a fall of 3.7%. Relatively to the countries of Latin America, Brazil only failed to lose to Venezuela, which closed 2015 with a fall of -5,7% in the GDP. For 2016, the report of the International Monetary Fund (IMF), disclosed in April, foresees

PIB: mundo, regiões e principais países GDP: world, regions and principal countries Regiões e países

2004-2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Proj. 2016

Mundo

3,4

-2,3

4

3,8

3,3

2,9

3,4

3,1

3,2

Economias Avançadas

2,2

-4

2,7

1,6

1,2

1,2

1,8

1,9

1,9

EUA

2,1

-3,5

3

1,8

1,8

1,9

2,4

2,4

2,4

Japão

1,3

-6,3

4

-0,9

1,7

1,6

-0,1

0,5

0,5

Países da Zona do Euro

2,1

-4,3

1,9

1,6

-0,5

0,4

0,9

1,6

1,5

Economias Emergentes

Regions and countries World

Advanced economies USA

Japan

Euro Zone Countries

7

2,5

7,5

6,2

5,4

4,5

4,6

4

4,1

Rússia

7,1

-7,8

4

4,1

3,3

1,3

0,6

-3,7

-1,8

Ásia Emergente

8,3

5,2

8,8

7,9

7,3

7,1

6,8

6,6

6,3

China

11,6

9,2

10,4

9,2

8,2

7,7

7,4

6,9

6,5

Índia

8,3

9,1

8,8

7,4

7

3,8

7,2

7,3

7,5

América Latina e Caribe

Latin America and The Caribbean

5,1

-2,2

6

4,6

3,6

1,1

1,3

0,1

0,5

Brasil Brazil

4,8

-0,3

7,5

2,7

1

2,3

0,1

-3,8

-3,8

Chile

4,9

-1,7

5,2

6,4

3,4

4,1

1,8

2,1

1,5

México

3,2

-6,3

5,8

4,1

3,9

1,1

2,1

2,5

Emerging Economies

Sectorial performance The positive result of the agricultural and livestock breeding sector derived from the performance of agriculture, which was contributed to by the growth in soybean (11.9%) and corn (7.3%). On the other hand, the wheat (-13.4%), the coffee (-5.7%) and the orange (-3.9%) had a negative variation. In the industry, the mineral extraction prevented a worse result, accumulating a growth of 4.9% in the year, influenced both by the increase in extraction of oil and natural gas and by the growth in extraction of ferrous ores. However, the remaining industrial activities fell, such as construction (-7.6%), electricity and gas, sewage and urban sanitation (-1.4%). The processing industry retreated by 9.7%, under the pressure of the retraction of the automotive industry and the industries of manufacture of machinery and equipment, electro-electronic apparatuses and data processing equipment, food and beverages, textiles and clothing and metal products. In the services sector, commerce retreated by 8.9%, followed by transport, storage and

Retrospective

Russia

Emerging Asian Economies China India

Chile

Mexico

Fonte: FMI

2,4 Source: IMF

BRICs – Crescimento % do PIB BRICs – Growth in % of GDP PAÍS / Country

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Proj. 2016

China / China

9,1

10,1

11,0

11,5

9,0

8,7

10,3

9,2

7,6

7,7

7,4

6,9

6,5

Índia / India

6,2

7,1

10,0

10,0

8,0

5,0

9,7

6,9

5,2

3,8

7,2

7,3

7,5

Rússia / Russia

7,1

6,4

10,0

9,0

7,0

-7,9

5,3

4,3

3,6

1,5

0,6

-3,7

-1,8

Brasil / Brazil

5,2

3,2

4,0

5,7

5,1

-0,3

7,5

2,7

1,0

2,3

0,1

-3,8

-3,8

Fonte: FMI

Source: IMF

21


Retrospectiva

Retrospective

PIB do Brasil tem queda histórica

O

desempenho da economia brasileira em 2015 foi um dos piores das últimas décadas. O Produto Interno Bruto (PIB) fechou o ano com queda de 3,8%, refletindo a situação econômica e política do país, com deterioração dos indicadores de emprego e renda, juros e inflação alta e retração do crédito. A queda do PIB no ano passado foi a mais intensa da série das Contas Públicas do IBGE, iniciada em 1996. Pela série antiga, foi o pior recuo desde 1990 (-4,3%). Naquele ano, o governo Fernando Collor de Mello (1990 a 1992) confiscou a Caderneta de Poupança para enfrentar uma inflação de quase 2.000% ao mês. Em valores correntes, o PIB de 2015 foi de R$ 5,904 trilhões e o PIB per capita de R$ 28.876, com queda de 4,6%, em volume, em relação ao ano anterior. A taxa de investimento ficou em 18,2% do PIB, abaixo do observado no ano anterior (20,2%) e a taxa de poupança caiu de 16,2% em 2014 para 14,4% no final de 2015. A retração da atividade produtiva no país se refletiu em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo, com queda de 14,1%. A indústria recuou 6,2% e os serviços, 2,7%. O único setor que registrou crescimento no período foi a agropecuária, com crescimento de 1,8%. Desempenho setorial O resultado positivo da agropecuária decorreu do desempenho da agricultura, que contou com crescimento da soja (11,9%) e milho (7,3%). Por outro lado, trigo (-13,4%), café (-5,7%) e laranja (-3,9%) variaram negativamente. Na indústria, a extração mineral impediu um resultado pior, acumulando crescimento de 4,9% no ano, influenciado tanto pelo aumento da extração de petróleo e gás natural quanto pelo crescimento da extração de minérios ferrosos. No entanto, as demais atividades industriais caíram, como a construção (-7,6%), eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-1,4%). A indústria da transformação recuou 9,7%, pressionada pela retração da indústria automotiva e da fabricação de máquinas e equipamentos, aparelhos eletroeletrônicos e equipamentos de informática, alimentos e bebidas, artigos têxteis e do vestuário e produtos de metal. Em serviços, o comércio recuou 8,9%, seguido por transporte, armazenagem e correio (-6,5%), outros serviços (-2,8%) e serviços de informação (-0,3%). Ficaram estáveis atividade de administração, saúde e educação pública (0,0%). Entretanto, cresceram intermediação financeira e seguros e atividades imobiliárias: 0,2% e 0,3%, respectivamente. O consumo das famílias caiu 4% em relação a 2014 e as despesas de consumo do governo caíram 1%, contra 1,4% em 2014.

20

Brazil’s GDP takes an historic plunge The performance of the Brazilian economy in 2015 was one of the worst in the last decades. The Gross Domestic Product (GDP) [Produto Interno Bruto – PIB] closed the year with a fall of 3.8%, reflecting the country’s economic and political situation, with deteriorating indicators of employment and income, high interest rates and inflation and credit retraction. The fall of the GDP last year was the most intense of the series of Public Accounts of the IBGE [Brazilian Institute of Geography and Statistics], initiated in 1996. By the old series it was the worst setback since 1990 (-4,3%). In that year, the government of Fernando Collor de Mello (1990 to 1992) confiscated the Savings Accounts to face an inflation of almost 2,000% per month. In current values, the GDP of 2015 amounted to R$ 5.904 Trillion and the GDP per capita was R$ 28,876, with a fall of 4.6%, in volume, relative to the previous year. The investment rate was 18.2% of the GDP, below the figure observed in the preceding year (20.2%) and the savings rate fell from 16.2% in 2014 to 14.4% by the end of 2015. The retraction of the productive activity in the country was reflected in practically all sectors of the economy, with particular emphasis regarding Gross Fixed Capital Formation, with a fall of 14.1%. The industry drew back by 6.2% and the services by 2.7%. The only sector that recorded growth in the period was the agricultural and livestock breeding sector, which grew 1.8%.

Retrospectiva

Pior desempenho entre os Brics O resultado da atividade econômica brasileira foi também ruim na comparação com os países do grupo Brics – as maiores economias emergentes do mundo. A China cresceu 6,9% e a Índia, 7,3%. Já a Rússia, assim como o Brasil, amargou queda de 3,7%. Em relação aos países da América Latina, o Brasil só não perdeu para a Venezuela, que fechou 2015 com queda de -5,7% do PIB. Para 2016, o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado em abril, prevê que a economia brasileira deve apresentar o sexto pior desempenho do mundo. A projeção de -3,5% em janeiro para o PIB do Brasil foi alterada para -3,8%. Na lista dos piores desempenhos este ano estão também a Venezuela (-8%), seguida pela República do Sudão do Sul (-7,8%) e Guiné Equatorial, com recuo de 7,2%. O desempenho do Brasil deve ficar bem abaixo de outros países da região da América Latina e Caribe, cuja projeção é de 0,5% em 2016. O México deve crescer 2,4% em 2016. Para os países do Oriente Médio, Norte da África, Afeganistão e Paquistão, a projeção é de crescimento de 3,1%.

courier services (-6.5%), other services (-2.8%) and information services (-0,3%). The activity of public administration, health and education remained stable (0.0%). However the financial intermediation and insurance and real estate activities grew by 0.2% and 0.3%, respectively. The consumption of families fell 4% with relation to 2014 and the government consumption expenses fell 1%, against 1.4% in 2014. Worst performance among the Brics The result of the Brazilian economic activity was also poor when compared with that of the countries of the Brics group - the largest emerging economies of the world. China grew 6.9% and India grew 7.3%. On the other hand, Russia, like Brazil, endured a fall of 3.7%. Relatively to the countries of Latin America, Brazil only failed to lose to Venezuela, which closed 2015 with a fall of -5,7% in the GDP. For 2016, the report of the International Monetary Fund (IMF), disclosed in April, foresees

PIB: mundo, regiões e principais países GDP: world, regions and principal countries Regiões e países

2004-2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Proj. 2016

Mundo

3,4

-2,3

4

3,8

3,3

2,9

3,4

3,1

3,2

Economias Avançadas

2,2

-4

2,7

1,6

1,2

1,2

1,8

1,9

1,9

EUA

2,1

-3,5

3

1,8

1,8

1,9

2,4

2,4

2,4

Japão

1,3

-6,3

4

-0,9

1,7

1,6

-0,1

0,5

0,5

Países da Zona do Euro

2,1

-4,3

1,9

1,6

-0,5

0,4

0,9

1,6

1,5

Economias Emergentes

Regions and countries World

Advanced economies USA

Japan

Euro Zone Countries

7

2,5

7,5

6,2

5,4

4,5

4,6

4

4,1

Rússia

7,1

-7,8

4

4,1

3,3

1,3

0,6

-3,7

-1,8

Ásia Emergente

8,3

5,2

8,8

7,9

7,3

7,1

6,8

6,6

6,3

China

11,6

9,2

10,4

9,2

8,2

7,7

7,4

6,9

6,5

Índia

8,3

9,1

8,8

7,4

7

3,8

7,2

7,3

7,5

América Latina e Caribe

Latin America and The Caribbean

5,1

-2,2

6

4,6

3,6

1,1

1,3

0,1

0,5

Brasil Brazil

4,8

-0,3

7,5

2,7

1

2,3

0,1

-3,8

-3,8

Chile

4,9

-1,7

5,2

6,4

3,4

4,1

1,8

2,1

1,5

México

3,2

-6,3

5,8

4,1

3,9

1,1

2,1

2,5

Emerging Economies

Sectorial performance The positive result of the agricultural and livestock breeding sector derived from the performance of agriculture, which was contributed to by the growth in soybean (11.9%) and corn (7.3%). On the other hand, the wheat (-13.4%), the coffee (-5.7%) and the orange (-3.9%) had a negative variation. In the industry, the mineral extraction prevented a worse result, accumulating a growth of 4.9% in the year, influenced both by the increase in extraction of oil and natural gas and by the growth in extraction of ferrous ores. However, the remaining industrial activities fell, such as construction (-7.6%), electricity and gas, sewage and urban sanitation (-1.4%). The processing industry retreated by 9.7%, under the pressure of the retraction of the automotive industry and the industries of manufacture of machinery and equipment, electro-electronic apparatuses and data processing equipment, food and beverages, textiles and clothing and metal products. In the services sector, commerce retreated by 8.9%, followed by transport, storage and

Retrospective

Russia

Emerging Asian Economies China India

Chile

Mexico

Fonte: FMI

2,4 Source: IMF

BRICs – Crescimento % do PIB BRICs – Growth in % of GDP PAÍS / Country

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Proj. 2016

China / China

9,1

10,1

11,0

11,5

9,0

8,7

10,3

9,2

7,6

7,7

7,4

6,9

6,5

Índia / India

6,2

7,1

10,0

10,0

8,0

5,0

9,7

6,9

5,2

3,8

7,2

7,3

7,5

Rússia / Russia

7,1

6,4

10,0

9,0

7,0

-7,9

5,3

4,3

3,6

1,5

0,6

-3,7

-1,8

Brasil / Brazil

5,2

3,2

4,0

5,7

5,1

-0,3

7,5

2,7

1,0

2,3

0,1

-3,8

-3,8

Fonte: FMI

Source: IMF

21


Retrospectiva

Retrospective

Já em comparação à média de outros países emergentes, incluindo China e Rússia, o PIB brasileiro fica bem atrás. A economia desses mercados deve crescer 4,1% este ano, prevê o FMI. País cai para a 9ª posição no ranking mundial Dados do IBGE e do Fundo Monetário Internacional mostram que o PIB do Brasil, convertido em dólar, caiu 24,6% em 2015 em relação ao ano anterior. Com esta queda, o Brasil foi ultrapassado pela Índia e Itália e passou para a nona posição entre os 189 países analisados pelo Fundo. Em 2014, o PIB brasileiro em dólares somou US$ 2,34 trilhões e era o sétimo maior do mundo – atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França, respectivamente. Há apenas cinco anos, em 2011, o Brasil chegou a alcançar o posto de sexta maior economia mundial ultrapassando o Reino Unido. O título foi festejado em Brasília em um período em que as economias ricas como a britânica ainda tentavam se desvencilhar do pior momento da crise de 2008. PIB Brasileiro X Posição em relação à economia mundial Brazilian GDP X Position in relation to the global economy Ano

PIB (R$ bilhões)

Crescimento (%)

Posição

2015

5.904

-3,80%

2014

5.521 (*)

0,10%

2013

5.157

2,70%

2012

4.713

1,80%

2011

4.143

2,70%

2010

3.675

7,50%

2009

3.143

-0,30%

2008

3.032

5,20%

2007

2.558

6,10%

10ª

2006

2.370

4,00%

10ª

2005

2.148

3,20%

10ª

Year

GDP (R$ billion)

Growth (%)

Position

that the Brazilian economy is expected to evidence the world’s sixth worse performance. The projection of -3.5% in January for Brazil’s GDP was altered to -3.8%. The list of the worst performances for this year also includes Venezuela (-8%), followed by the Republic of Southern Sudan (-7,8%) and Equatorial Guinea, with a setback of 7.2%. The performance of Brazil is expected to stay well below that of other countries of the Latin American region and the Caribbean, which projection is 0.5% in 2016. Mexico is expected to grow 2.4% in 2016. For the countries of the Middle East, North Africa, Afghanistan and Pakistan the projected growth is 3.1%. In comparison with the average of other emerging countries, including China and Russia, the Brazilian GDP stays well behind. The economy of those markets should grow 4.1% this year, according to the expectations of the IMF. Country falls to the 9th position in the world’s ranking Data from the IBGE institute and the International Monetary Fund show that the GDP of Brazil, converted to US dollars, fell by 24.6% in 2015 relatively to the previous year. With this fall, Brazil was overtaken by India and Italy and ended up in the ninth position among the 189 countries analyzed by the Fund. In 2014, the Brazilian GDP in US dollars added up to US$ 2.34 Trillion and was the seventh largest in the world - behind the United States, China, Japan, Germany, the United Kingdom and France, respectively. Only five years ago, in 2011, Brazil managed to reach the position of sixth largest economy in the world, ahead of the United Kingdom. The feat was commemorated in Brasilia in a period when the wealthy economies such as the British were still attempting to overcome the worse moment of the 2008 crisis.

Retrospectiva

Retrospective

Os principais números da economia brasileira em uma década

The Main Figures of the Brazilian Economy in a Decade

Taxa de inflação Rate of Inflation Ano / Year

IPCA / BNCPI

2016 (*)

7,00%

2015

10,67%

2014

6,41%

2013

5,91%

2012

5,84%

2011

6,50%

2010

5,91%

2009

4,31%

2008

5,90%

2007

4,46%

2006

3,14%

2005

5,69%

Fonte: IBGE / (*) Estimativa Boletim Focus do Banco Central

Source: IBGE / (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

Taxas de juros Interest Rate Ano / Year

Fonte: IBGE. (*) O IBGE fez os cálculos de 2014 com base em uma nova metodologia internacional, adotada por diversos países, e também revisou os dados do PIB nos dois anos anteriores. Em 2012, a taxa passou de 1% para 1,8%. Em 2013, de 2,5% para 2,7%.

22

Source: IBGE. (*) The Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) based the 2014 calculations on a new international methodology adopted in several countries, and also revised the GDP rate for the two prior years. In 2012, the rate increased from 1% to 1.8%. In 2013, from 2.5% to 2.7%.

Selic / Selic

2016 (*)

14,25%

2015

14,25%

2014

11,75%

2013

10,00%

2012

7,25%

2011

11,00%

2010

10,75%

2009

8,75%

2008

13,75%

2007

11,25%

2006

13,25%

2005

18%

Fonte: Banco Central do Brasil / (*) Estimativa Boletim Focus do BC

Source: Brazilian Central Bank / (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

23


Retrospectiva

Retrospective

Já em comparação à média de outros países emergentes, incluindo China e Rússia, o PIB brasileiro fica bem atrás. A economia desses mercados deve crescer 4,1% este ano, prevê o FMI. País cai para a 9ª posição no ranking mundial Dados do IBGE e do Fundo Monetário Internacional mostram que o PIB do Brasil, convertido em dólar, caiu 24,6% em 2015 em relação ao ano anterior. Com esta queda, o Brasil foi ultrapassado pela Índia e Itália e passou para a nona posição entre os 189 países analisados pelo Fundo. Em 2014, o PIB brasileiro em dólares somou US$ 2,34 trilhões e era o sétimo maior do mundo – atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França, respectivamente. Há apenas cinco anos, em 2011, o Brasil chegou a alcançar o posto de sexta maior economia mundial ultrapassando o Reino Unido. O título foi festejado em Brasília em um período em que as economias ricas como a britânica ainda tentavam se desvencilhar do pior momento da crise de 2008. PIB Brasileiro X Posição em relação à economia mundial Brazilian GDP X Position in relation to the global economy Ano

PIB (R$ bilhões)

Crescimento (%)

Posição

2015

5.904

-3,80%

2014

5.521 (*)

0,10%

2013

5.157

2,70%

2012

4.713

1,80%

2011

4.143

2,70%

2010

3.675

7,50%

2009

3.143

-0,30%

2008

3.032

5,20%

2007

2.558

6,10%

10ª

2006

2.370

4,00%

10ª

2005

2.148

3,20%

10ª

Year

GDP (R$ billion)

Growth (%)

Position

that the Brazilian economy is expected to evidence the world’s sixth worse performance. The projection of -3.5% in January for Brazil’s GDP was altered to -3.8%. The list of the worst performances for this year also includes Venezuela (-8%), followed by the Republic of Southern Sudan (-7,8%) and Equatorial Guinea, with a setback of 7.2%. The performance of Brazil is expected to stay well below that of other countries of the Latin American region and the Caribbean, which projection is 0.5% in 2016. Mexico is expected to grow 2.4% in 2016. For the countries of the Middle East, North Africa, Afghanistan and Pakistan the projected growth is 3.1%. In comparison with the average of other emerging countries, including China and Russia, the Brazilian GDP stays well behind. The economy of those markets should grow 4.1% this year, according to the expectations of the IMF. Country falls to the 9th position in the world’s ranking Data from the IBGE institute and the International Monetary Fund show that the GDP of Brazil, converted to US dollars, fell by 24.6% in 2015 relatively to the previous year. With this fall, Brazil was overtaken by India and Italy and ended up in the ninth position among the 189 countries analyzed by the Fund. In 2014, the Brazilian GDP in US dollars added up to US$ 2.34 Trillion and was the seventh largest in the world - behind the United States, China, Japan, Germany, the United Kingdom and France, respectively. Only five years ago, in 2011, Brazil managed to reach the position of sixth largest economy in the world, ahead of the United Kingdom. The feat was commemorated in Brasilia in a period when the wealthy economies such as the British were still attempting to overcome the worse moment of the 2008 crisis.

Retrospectiva

Retrospective

Os principais números da economia brasileira em uma década

The Main Figures of the Brazilian Economy in a Decade

Taxa de inflação Rate of Inflation Ano / Year

IPCA / BNCPI

2016 (*)

7,00%

2015

10,67%

2014

6,41%

2013

5,91%

2012

5,84%

2011

6,50%

2010

5,91%

2009

4,31%

2008

5,90%

2007

4,46%

2006

3,14%

2005

5,69%

Fonte: IBGE / (*) Estimativa Boletim Focus do Banco Central

Source: IBGE / (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

Taxas de juros Interest Rate Ano / Year

Fonte: IBGE. (*) O IBGE fez os cálculos de 2014 com base em uma nova metodologia internacional, adotada por diversos países, e também revisou os dados do PIB nos dois anos anteriores. Em 2012, a taxa passou de 1% para 1,8%. Em 2013, de 2,5% para 2,7%.

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Source: IBGE. (*) The Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) based the 2014 calculations on a new international methodology adopted in several countries, and also revised the GDP rate for the two prior years. In 2012, the rate increased from 1% to 1.8%. In 2013, from 2.5% to 2.7%.

Selic / Selic

2016 (*)

14,25%

2015

14,25%

2014

11,75%

2013

10,00%

2012

7,25%

2011

11,00%

2010

10,75%

2009

8,75%

2008

13,75%

2007

11,25%

2006

13,25%

2005

18%

Fonte: Banco Central do Brasil / (*) Estimativa Boletim Focus do BC

Source: Brazilian Central Bank / (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

23


Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

Dívida Pública Bruta Brasileira – consolidada Gross Public Brazilian Debt – consolidated

Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil Direct foreign investment in Brazil Ano

Ano

Valor (R$ bilhões) Total (R$ billions)

% GDP

2015

3.927

66,2

2014

3.560

64,5

2013

2.747

56,8

2012

2.583

58,7

2011

2.243

54,2

2010

2.011

55

2009

1.973

59

2008

1.741

51

2007

1.150

41

2006

1.067

44

2005

1.218

53,9

Year

Retrospective

% PIB

Year

2016* 2015 2014 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005

Fonte: Banco Central do Brasil *O Governo Geral abrange Governo Federal, governos estaduais e governos municipais. Exclui Banco Central e empresas estatais (metodologia usada até 2007).

Source: Brazilian Central Bank *The General Government encompasses the federal government, state governments and municipal governments. It excludes the Central Bank and state companies (methodology used until 2007).

US$ bilhões

% PIB

US$ billions

% GDP

58,5 75,07 62,5 64,04 65,3 66,66 48,5 25,94 45,05 34,58 18,88 15,06

2,9 2,87 2,9 2,9 3 1,91 1,68 3,36 2,77 1,91 1,91 Source: Brazilian Central Bank (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

Fonte: Banco Central do Brasil *Estimativa: Boletim Focus do BC

Desempenho do Ibovespa nos últimos 10 anos Dívida Pública Líquida Brasileira – consolidada Net Public Brazilian Debt – consolidated

Ano

Índice de Fechamento Nominal

Variação Anual Nominal

Índice de Fechamento em US$(2)

2015

43.349,96

-13,31

11.101.71

41,03

2014

50.007,41

-17,96

18.826,67

-36,88

2013

51.507,16

-15,5

21.987,15

-26,29

2012

60.952,08

7,4

29.827,26

-1,42

2011

56.754,08

-18,11

30.255,89

-27,26

2010

69.304,81

1,04

41.594,53

5,59

2009

68.588,41

82,66

39.391,45

145,16

2008

37.550,31

-41,22

16.067,74

-55,45

63.886,10

43,65

36.067,35

73,39

Year

Nominal closing index

Nominal annual variation

Closing index in US$(2)

Variação Anual em US$ Annual variation in US$

Ano

Valor (R$ bilhões) Total (R$ billions)

% GDP

2015

2.136,00

36,2

2014

1.883,00

34,1

2013

1.660,00

34,3

2012

1.550,00

35,2

2011

1.508,50

36,4

2010

1.475,80

39,2

2009

1.362,70

43,4

2007

44.473,71

32,93

20.801,54

45,54

33.455,94

27,71

14.293,12

44,83

Year

% PIB

Performance of IBOVESPA over last 10 years

2008

1.168,20

38,9

2006

2007

1.211,80

45,5

2005

2006

1.120,10

47,3

2005

1.040,00

48,4 Source: Brazilian Central Bank

Fonte: Banco Central do Brasil

Balança Comercial Brasileira Brazilian balance of trade Ano Year

2015

Exportação (US$ bilhões) Importação Saldo Exports (US$ billions)

Imports

Balance

191,134

171,453

19,681 -3,959

2014

225,101

229,06

2013

242,178

239,617

2,561

2012

242,468

223,142

19,438

2011

256,041

226,251

29,79

2010

201,916

181,638

20,278

2009

152,252

127,637

24,615

2008

197,953

173,148

24,805

2007

160,649

120,62

40,039

2006

137,807

91,35

46,457

2005

118,309

73,545

44,764

24

A série está ajustada a atual forma de divulgação do Ibovespa. O índice sofreu, unicamente para efeito de divulgação, e sem prejuízo de sua metodologia de cálculo, uma divisão por 100 em 3/10/83 e divisão por 10 em cada uma das seguintes datas: 2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90, 28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93, 10/02/94 e 03/03/97. (2) Deflacionado pela variação da cotação R$/US$ de fechamento mensal – (taxa de venda – dólar comercial – fonte: Banco Central) (1)

(1) The series is adjusted to Ibovespa’s current publishing form. For the purposes of publication and without prejudice to its calculation methodology, the index was divided by 100 on 3/10/83 and by 10 on each of the following dates: 2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90, 28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93, 10/02/94 e 03/03/97. (2) Deflated by the variation of the exchange rate of R$/US$ at the end of the month (month end closing) – (rate of sale – commercial dollar – source: Central Bank.

25


Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

Dívida Pública Bruta Brasileira – consolidada Gross Public Brazilian Debt – consolidated

Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil Direct foreign investment in Brazil Ano

Ano

Valor (R$ bilhões) Total (R$ billions)

% GDP

2015

3.927

66,2

2014

3.560

64,5

2013

2.747

56,8

2012

2.583

58,7

2011

2.243

54,2

2010

2.011

55

2009

1.973

59

2008

1.741

51

2007

1.150

41

2006

1.067

44

2005

1.218

53,9

Year

Retrospective

% PIB

Year

2016* 2015 2014 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005

Fonte: Banco Central do Brasil *O Governo Geral abrange Governo Federal, governos estaduais e governos municipais. Exclui Banco Central e empresas estatais (metodologia usada até 2007).

Source: Brazilian Central Bank *The General Government encompasses the federal government, state governments and municipal governments. It excludes the Central Bank and state companies (methodology used until 2007).

US$ bilhões

% PIB

US$ billions

% GDP

58,5 75,07 62,5 64,04 65,3 66,66 48,5 25,94 45,05 34,58 18,88 15,06

2,9 2,87 2,9 2,9 3 1,91 1,68 3,36 2,77 1,91 1,91 Source: Brazilian Central Bank (*) Estimated by Focus Bulletin of the Central Bank

Fonte: Banco Central do Brasil *Estimativa: Boletim Focus do BC

Desempenho do Ibovespa nos últimos 10 anos Dívida Pública Líquida Brasileira – consolidada Net Public Brazilian Debt – consolidated

Ano

Índice de Fechamento Nominal

Variação Anual Nominal

Índice de Fechamento em US$(2)

2015

43.349,96

-13,31

11.101.71

41,03

2014

50.007,41

-17,96

18.826,67

-36,88

2013

51.507,16

-15,5

21.987,15

-26,29

2012

60.952,08

7,4

29.827,26

-1,42

2011

56.754,08

-18,11

30.255,89

-27,26

2010

69.304,81

1,04

41.594,53

5,59

2009

68.588,41

82,66

39.391,45

145,16

2008

37.550,31

-41,22

16.067,74

-55,45

63.886,10

43,65

36.067,35

73,39

Year

Nominal closing index

Nominal annual variation

Closing index in US$(2)

Variação Anual em US$ Annual variation in US$

Ano

Valor (R$ bilhões) Total (R$ billions)

% GDP

2015

2.136,00

36,2

2014

1.883,00

34,1

2013

1.660,00

34,3

2012

1.550,00

35,2

2011

1.508,50

36,4

2010

1.475,80

39,2

2009

1.362,70

43,4

2007

44.473,71

32,93

20.801,54

45,54

33.455,94

27,71

14.293,12

44,83

Year

% PIB

Performance of IBOVESPA over last 10 years

2008

1.168,20

38,9

2006

2007

1.211,80

45,5

2005

2006

1.120,10

47,3

2005

1.040,00

48,4 Source: Brazilian Central Bank

Fonte: Banco Central do Brasil

Balança Comercial Brasileira Brazilian balance of trade Ano Year

2015

Exportação (US$ bilhões) Importação Saldo Exports (US$ billions)

Imports

Balance

191,134

171,453

19,681 -3,959

2014

225,101

229,06

2013

242,178

239,617

2,561

2012

242,468

223,142

19,438

2011

256,041

226,251

29,79

2010

201,916

181,638

20,278

2009

152,252

127,637

24,615

2008

197,953

173,148

24,805

2007

160,649

120,62

40,039

2006

137,807

91,35

46,457

2005

118,309

73,545

44,764

24

A série está ajustada a atual forma de divulgação do Ibovespa. O índice sofreu, unicamente para efeito de divulgação, e sem prejuízo de sua metodologia de cálculo, uma divisão por 100 em 3/10/83 e divisão por 10 em cada uma das seguintes datas: 2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90, 28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93, 10/02/94 e 03/03/97. (2) Deflacionado pela variação da cotação R$/US$ de fechamento mensal – (taxa de venda – dólar comercial – fonte: Banco Central) (1)

(1) The series is adjusted to Ibovespa’s current publishing form. For the purposes of publication and without prejudice to its calculation methodology, the index was divided by 100 on 3/10/83 and by 10 on each of the following dates: 2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90, 28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93, 10/02/94 e 03/03/97. (2) Deflated by the variation of the exchange rate of R$/US$ at the end of the month (month end closing) – (rate of sale – commercial dollar – source: Central Bank.

25


Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

OFERTA DE ATIVOS Offer of assets

Retrospective

OFERTA DE RECURSOS Offer of resources Índices de Mercado Indexes – Exchange-traded funds market

Desempenho em 2015 Performance in 2015 Indicadores

Resultados

Variação sobre 2014

43.350 pontos / points

-13,30%

Indicators

Results

Ibovespa (variação acumulada) / Ibovespa (accumulated variation) Volume financeiro / Financial volume

Variation X 2014

R$ 1,67 trilhões / trillion

-7,22%

Volume médio mensal / Average monthly volume

R$ 219,96 bilhões / billion

0,50%

Maior volume financeiro do ano / Highest financial volumes for the year

R$ 12,72 bilhões / billion

Média diária negociada / Average daily trading

R$ 7,33 bilhões / billion

0,55%

R$ 230.189 milhões / million

0,92%

Número de negócios / Number of trades Média diária do número de negócios / Average daily number of trades Valor de mercado das empresas / Market value of companies

1.009.867

9,80%

R$ 1.912.052 milhões / billion

-5,90%

2011 6.679 -12,5% 2.018 -3,3% 8.279 9.618 3.468 1.200 877

Índice de Governança (IGC) / Corporate Governance Index Variação (%) / Variation (%) Índice de Sustentabilidade (ISE) / Business Sustainability Index Variação (%) / Variation (%) Índice Brasil 50 (IBrX-50) / Brazil-50 Index Índice do Setor Industrial (INDX) / Industrial Sector Index Índice Financeiro (IFNC) / Financial Index Índice Small Cap (SMLL) / Small Cap Index Índice Mid-Large Cap (MLCX) / Mid-Large Cap Index

2012 7.950 19,0% 2.432 20,5% 9.096 12.147 4.014 1.544 983

Fonte: Bovespa

Pension Fund assets x GDP

Pension funds x GDP (IBGE) – R$ million

Primary and secondary offering recorded in the Brazilian Securities Commission – volume in R$ 1.000 Ano

Ações

Debêntures

Notas promissórias

FIDC

Total

Year

Stocks

Private bonds

Commercial papers

Receivable funds

Total

2015 7.014 -12,0% 2.118 -12,9% 7.357 12.590 4.325 844 839

Ativos EFPC X PIB (%)

Fundos de pensão X PIB (IBGE) – Em R$ mi

Ofertas primárias e secundárias registradas na CVM – volume em R$ mil

2014 7.969 2,3% 2.432 -1,9% 8.466 11.962 4.939 1.087 951

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Fonte: Bovespa

2013 7.788 -2,0% 2.480 2,0% 8.695 12.539 4.132 1.309 963

Ano

Ativos das EFPCs

Year

Assets of EFPCs

2009

PIB GDP

2009 515.392 2010 558.000 2011 602.629 2012 668.256 2013 669.000 2014 700.000 2015 718.000

15,5

2010

3.328.000 3.887.000 4.375.000 4.806.000 5.316.000 5.521.000 5.904.000

14,4

2011

13,8

2012

13,9

2013

12,6

2006

31.307.000

69.464.083

5.278.500

14.262.000

120.311.583

2007

75.499.000

48.073.000

9.726.000

12.088.000

145.386.000

2008

34.882.000

24.049.000

25.438.000

12.878.000

97.247.000

2009

47.131.000

27.614.000

22.643.000

10.112.000

107.500.000

2010

150.285.000

52.293.000

18.737.000

13.720.000

235.035.000

2011

18.892.000

48.500.000

18.019.000

14.724.000

100.135.000

2012

14.300.000

88.446.000

22.652.000

6.058.000

131.456.000

Principais empresas em valor de mercado – posição 31/12/2015 Market capitalization ranking – position in 31/12/2015 Empresa

Total (R$ mil)

Partic. (%)

Empresa

Total (R$ mil)

Partic. (%)

Company

Total (R$ 1.000)

Participation (%)

Company

Total (R$ 1.000)

Participation (%)

280.559.435 154.857.187 103.696.710 101.315.519 63.373.485 62.698.024 60.842.639 59.446.617

14,67% 8,10% 5,42% 5,30% 3,31% 3,28% 3,18% 3,11%

48.660.000 48.335.018 46.890.166 42.236.247 35.282.190 33.634.688 28.743.669 26.703.878

2,54% 2,53% 2,45% 2,21% 1,85% 1,76% 1,50% 1,40%

2013

23.895.000

66.136.000

20.809.000

5.923.000

116.763.000

2014

15.410.000

70.571.000

30.514.000

6.154.000

122.649.000

2015

18.334.000

57.942.000

12.012.000

4.270.000

92.558.000

Fonte: CVM

Source: Brazilian Securities Commission (CVM)

Registros na CVM: Cias abertas Registrations with the Brazilian Securities Commission (CVM): Public companies Ano / Year Concedidos / Granted Cancelados / Cancelled

Total de Companhias / Total No Companies

2006 52 64

605

2007 91 61

635

2008 40 12

663

2009 16 17

662

2010 41 85

618

2011 40 48

610

2012

17

27

600

2013

32

19

613

2014 22 31

604

2015 27 31

600

Fonte: CVM

26

Source: Brazilian Securities Commission (CVM)

Fonte: IBGE / Abrapp

2014 2015

Source: IBGE / Abrapp

Ambev Itauunibanco Bradesco Petrobras Cielo Vale (N1) Santander BR Telef BrasilSeguridade

12,7 12,2

Fonte: IBGE / Abrapp

BB Seguridade BRF SA Itausa Banco do Brasil JBS Ultrapar Fibria Klabin S.A.

Fonte: Bovespa

Source: IBGE / Abrapp

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Saldo da posição de clubes de investimento Club positions Ano

Year

Quantidade de clubes Number of clubs

Quantidade de membros Number of members

2009 2.955 2010 3.054 2011 2.852 2012 2.266 2013 1.738 2014 1.544 2015 1.326 Fonte: Bovespa

Patrimônio líquido (R$ milhões) Shareholders equity (R$ millions)

140.037 131.521 115.866 82.781 53.670 43.983 37.853

14.128,7 11.394,6 9.021,2 9.425,5 7.552,4 6.605,1 5.262,9 Source: São Paulo Stock Exchange

27


Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

OFERTA DE ATIVOS Offer of assets

Retrospective

OFERTA DE RECURSOS Offer of resources Índices de Mercado Indexes – Exchange-traded funds market

Desempenho em 2015 Performance in 2015 Indicadores

Resultados

Variação sobre 2014

43.350 pontos / points

-13,30%

Indicators

Results

Ibovespa (variação acumulada) / Ibovespa (accumulated variation) Volume financeiro / Financial volume

Variation X 2014

R$ 1,67 trilhões / trillion

-7,22%

Volume médio mensal / Average monthly volume

R$ 219,96 bilhões / billion

0,50%

Maior volume financeiro do ano / Highest financial volumes for the year

R$ 12,72 bilhões / billion

Média diária negociada / Average daily trading

R$ 7,33 bilhões / billion

0,55%

R$ 230.189 milhões / million

0,92%

Número de negócios / Number of trades Média diária do número de negócios / Average daily number of trades Valor de mercado das empresas / Market value of companies

1.009.867

9,80%

R$ 1.912.052 milhões / billion

-5,90%

2011 6.679 -12,5% 2.018 -3,3% 8.279 9.618 3.468 1.200 877

Índice de Governança (IGC) / Corporate Governance Index Variação (%) / Variation (%) Índice de Sustentabilidade (ISE) / Business Sustainability Index Variação (%) / Variation (%) Índice Brasil 50 (IBrX-50) / Brazil-50 Index Índice do Setor Industrial (INDX) / Industrial Sector Index Índice Financeiro (IFNC) / Financial Index Índice Small Cap (SMLL) / Small Cap Index Índice Mid-Large Cap (MLCX) / Mid-Large Cap Index

2012 7.950 19,0% 2.432 20,5% 9.096 12.147 4.014 1.544 983

Fonte: Bovespa

Pension Fund assets x GDP

Pension funds x GDP (IBGE) – R$ million

Primary and secondary offering recorded in the Brazilian Securities Commission – volume in R$ 1.000 Ano

Ações

Debêntures

Notas promissórias

FIDC

Total

Year

Stocks

Private bonds

Commercial papers

Receivable funds

Total

2015 7.014 -12,0% 2.118 -12,9% 7.357 12.590 4.325 844 839

Ativos EFPC X PIB (%)

Fundos de pensão X PIB (IBGE) – Em R$ mi

Ofertas primárias e secundárias registradas na CVM – volume em R$ mil

2014 7.969 2,3% 2.432 -1,9% 8.466 11.962 4.939 1.087 951

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Fonte: Bovespa

2013 7.788 -2,0% 2.480 2,0% 8.695 12.539 4.132 1.309 963

Ano

Ativos das EFPCs

Year

Assets of EFPCs

2009

PIB GDP

2009 515.392 2010 558.000 2011 602.629 2012 668.256 2013 669.000 2014 700.000 2015 718.000

15,5

2010

3.328.000 3.887.000 4.375.000 4.806.000 5.316.000 5.521.000 5.904.000

14,4

2011

13,8

2012

13,9

2013

12,6

2006

31.307.000

69.464.083

5.278.500

14.262.000

120.311.583

2007

75.499.000

48.073.000

9.726.000

12.088.000

145.386.000

2008

34.882.000

24.049.000

25.438.000

12.878.000

97.247.000

2009

47.131.000

27.614.000

22.643.000

10.112.000

107.500.000

2010

150.285.000

52.293.000

18.737.000

13.720.000

235.035.000

2011

18.892.000

48.500.000

18.019.000

14.724.000

100.135.000

2012

14.300.000

88.446.000

22.652.000

6.058.000

131.456.000

Principais empresas em valor de mercado – posição 31/12/2015 Market capitalization ranking – position in 31/12/2015 Empresa

Total (R$ mil)

Partic. (%)

Empresa

Total (R$ mil)

Partic. (%)

Company

Total (R$ 1.000)

Participation (%)

Company

Total (R$ 1.000)

Participation (%)

280.559.435 154.857.187 103.696.710 101.315.519 63.373.485 62.698.024 60.842.639 59.446.617

14,67% 8,10% 5,42% 5,30% 3,31% 3,28% 3,18% 3,11%

48.660.000 48.335.018 46.890.166 42.236.247 35.282.190 33.634.688 28.743.669 26.703.878

2,54% 2,53% 2,45% 2,21% 1,85% 1,76% 1,50% 1,40%

2013

23.895.000

66.136.000

20.809.000

5.923.000

116.763.000

2014

15.410.000

70.571.000

30.514.000

6.154.000

122.649.000

2015

18.334.000

57.942.000

12.012.000

4.270.000

92.558.000

Fonte: CVM

Source: Brazilian Securities Commission (CVM)

Registros na CVM: Cias abertas Registrations with the Brazilian Securities Commission (CVM): Public companies Ano / Year Concedidos / Granted Cancelados / Cancelled

Total de Companhias / Total No Companies

2006 52 64

605

2007 91 61

635

2008 40 12

663

2009 16 17

662

2010 41 85

618

2011 40 48

610

2012

17

27

600

2013

32

19

613

2014 22 31

604

2015 27 31

600

Fonte: CVM

26

Source: Brazilian Securities Commission (CVM)

Fonte: IBGE / Abrapp

2014 2015

Source: IBGE / Abrapp

Ambev Itauunibanco Bradesco Petrobras Cielo Vale (N1) Santander BR Telef BrasilSeguridade

12,7 12,2

Fonte: IBGE / Abrapp

BB Seguridade BRF SA Itausa Banco do Brasil JBS Ultrapar Fibria Klabin S.A.

Fonte: Bovespa

Source: IBGE / Abrapp

Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)

Saldo da posição de clubes de investimento Club positions Ano

Year

Quantidade de clubes Number of clubs

Quantidade de membros Number of members

2009 2.955 2010 3.054 2011 2.852 2012 2.266 2013 1.738 2014 1.544 2015 1.326 Fonte: Bovespa

Patrimônio líquido (R$ milhões) Shareholders equity (R$ millions)

140.037 131.521 115.866 82.781 53.670 43.983 37.853

14.128,7 11.394,6 9.021,2 9.425,5 7.552,4 6.605,1 5.262,9 Source: São Paulo Stock Exchange

27


Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

MERCADO DE DÍVIDA Debt market

TRABALHAR COM TRANSPARÊNCIA É ESSENCIAL PARA UMA EMPRESA QUE CUIDA DE UM BEM PRECIOSO.

Emissões de Debêntures Private bonds launch Registros por setor Registrations X Sector Energia Elétrica / Power Transporte e Logística / Transport and Logistics Saneamento / Sanitation Comércio Varejista / Retail trade Emp. Adm. Participações / Holding Companies TI e Telecomunicações / IT and Telecommunication Construção Civil / Civil Construction Assistência Médica / Medical care Alimentos e Bebidas / Food and Beverages Outros / Others

Total de emissões Total issues 31,10% 13,90% 8,30% 7,30% 6,70% 4,40% 4,40% 3,90% 2,20% 4,40%

Retrospective

Ano

Quantidade

Year

Quantity

Vol. financeiro (R$) Financial volume (R$)

2010

19

52,29 bilhões / billion

2011

17

48,50 bilhões / billion

2012

18

86,61 bilhões / billion

2013

16

66,13 bilhões / billion

2014

288

74,76 bilhões / billion

2015

180

57,94 bilhões / billion

Destino das emissões Allocation of issues Refinanciamento de passivo / Refinancing of liabilities Recompra ou Resgate de Debêntures de Emissão Anterior / Repurchase or redemption of previous debenture issues Capital de Giro / Working capital Investimento em Infraestrutura / Investment in infrastructure Investimento ou Aquisição de Participações Societárias / Investment in or acquisition of corporate holdings Investimento em Imobilizado / Investment in fixed assets Implantação de projetos / Project implementation Outros / Others Fonte: Sistema Nacional de Debêntures

34,50% 18,30% 17% 14,90% 12,80% 1,40% 0,80% 0,30%

Source: National Debentures System

Evolução dos FIDCs Development of the Credit Rights Investment Funds (FIDCs) Ano / Year Dez/10 Dez/11 Dez/12 Dez/13 Dez/14 Dez/15

No fundos / Number of funds PL (milhões) / Shareholders equity (millions) 50.072,20 144 74.375,30 228 64.291,05 397 71.305,40 447 66.303,49 469 74.561,09 571

Fonte: Anbima

Variação do PL (%) / Variation in net worth (%) -5,19 48,54 -13,56 10,91 -12,23 12,45 Source: Anbima

Evolução dos Fundos de Ações Share Fund Development Ano / Year Dez/10 Dez/11 Dez/12 Dez/13 Dez/14 Dez/15 Fonte: Anbima

28

No fundos / Number of funds 1.722 1.989 2.002 2.068 2.070 1.904

PL (milhões) / Net worth (millions) 199.061 179.552 206.156 119.789 176.736 140.297

Variação do PL (%) / Variation in net worth (%) 2,44 -9,80 14,82 -41,89 45,35 -20,67 Source: Anbima

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Retrospectiva

Retrospective

Retrospectiva

MERCADO DE DÍVIDA Debt market

TRABALHAR COM TRANSPARÊNCIA É ESSENCIAL PARA UMA EMPRESA QUE CUIDA DE UM BEM PRECIOSO.

Emissões de Debêntures Private bonds launch Registros por setor Registrations X Sector Energia Elétrica / Power Transporte e Logística / Transport and Logistics Saneamento / Sanitation Comércio Varejista / Retail trade Emp. Adm. Participações / Holding Companies TI e Telecomunicações / IT and Telecommunication Construção Civil / Civil Construction Assistência Médica / Medical care Alimentos e Bebidas / Food and Beverages Outros / Others

Total de emissões Total issues 31,10% 13,90% 8,30% 7,30% 6,70% 4,40% 4,40% 3,90% 2,20% 4,40%

Retrospective

Ano

Quantidade

Year

Quantity

Vol. financeiro (R$) Financial volume (R$)

2010

19

52,29 bilhões / billion

2011

17

48,50 bilhões / billion

2012

18

86,61 bilhões / billion

2013

16

66,13 bilhões / billion

2014

288

74,76 bilhões / billion

2015

180

57,94 bilhões / billion

Destino das emissões Allocation of issues Refinanciamento de passivo / Refinancing of liabilities Recompra ou Resgate de Debêntures de Emissão Anterior / Repurchase or redemption of previous debenture issues Capital de Giro / Working capital Investimento em Infraestrutura / Investment in infrastructure Investimento ou Aquisição de Participações Societárias / Investment in or acquisition of corporate holdings Investimento em Imobilizado / Investment in fixed assets Implantação de projetos / Project implementation Outros / Others Fonte: Sistema Nacional de Debêntures

34,50% 18,30% 17% 14,90% 12,80% 1,40% 0,80% 0,30%

Source: National Debentures System

Evolução dos FIDCs Development of the Credit Rights Investment Funds (FIDCs) Ano / Year Dez/10 Dez/11 Dez/12 Dez/13 Dez/14 Dez/15

No fundos / Number of funds PL (milhões) / Shareholders equity (millions) 50.072,20 144 74.375,30 228 64.291,05 397 71.305,40 447 66.303,49 469 74.561,09 571

Fonte: Anbima

Variação do PL (%) / Variation in net worth (%) -5,19 48,54 -13,56 10,91 -12,23 12,45 Source: Anbima

Evolução dos Fundos de Ações Share Fund Development Ano / Year Dez/10 Dez/11 Dez/12 Dez/13 Dez/14 Dez/15 Fonte: Anbima

28

No fundos / Number of funds 1.722 1.989 2.002 2.068 2.070 1.904

PL (milhões) / Net worth (millions) 199.061 179.552 206.156 119.789 176.736 140.297

Variação do PL (%) / Variation in net worth (%) 2,44 -9,80 14,82 -41,89 45,35 -20,67 Source: Anbima

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Artigos e entrevistas

Articles and interviews

Carlos Antonio Magalhães Luiz Guilherme Dias*

Artigos e entrevistas

Companies that ignore the crisis

As empresas que desconhecem a crise

U

m estudo elaborado pela SABE Consultores mostra que 2015 foi um dos piores anos para 308 companhias listadas na Bovespa. Mesmo tendo registrado aumento de 13% nas receitas em 2015 em relação a 2014, o resultado líquido do conjunto das 308 empresas ficou negativo em R$ 66 bilhões, anulando praticamente todo o lucro obtido em 2014. Com relação aos bancos, a situação é totalmente diferente: receitas e lucros do conjunto dos 25 bancos cresceram quase que na mesma proporção, em torno de 30% de 2014 para 2015. Este cenário de perdas das empresas e ganhos dos bancos não é novidade, embora surpreenda o elevado tamanho das perdas. A consequência é ruim para ambas as companhias: as empresas precisam renegociar suas dívidas num momento de juros elevados e créditos escassos, ao mesmo tempo que os bancos reduzem seus empréstimos e passam a se concentrar em controle de inadimplência e renegociação de contratos. Neste quadro, a economia fica paralisada. As que se saíram bem Este artigo apresenta o resultado de um estudo que observou as variações de 2014 para 2015 de receitas líquidas, EBITDAs, resultados líquidos, endividamentos líquidos e retornos de acionistas das companhias abertas não financeiras listadas em bolsa. Tomando como base uma metodologia de seleção de empresas usando critérios quantitativos e qualitativos, foram selecionadas 11 empresas que apresentaram consistência de desempenho: BM&FBovespa, Cielo, Estácio Participações, Ferbasa, Fibria, Kroton, São Carlos, Saraiva Livros, Suzano Papel, Tupy e Weg. A tabela abaixo apresenta as variações percentuais e em pontos para o caso do retorno do acionista (ROE) das empresas selecionadas:

A study prepared by SABE Consultores [SABE Consultants] shows that 2015 was one of the worst years for 308 companies listed at the Bovespa stock exchange. Even having recorded an increase of 13% in revenue in 2015 with relation to 2014, the net result of the group of 308 companies stayed negative by R$ 66 billion, practically annulling the entire profit obtained in 2014. Regarding the banks the situation is entirely different: earnings and profits of the group of 25 banks grew almost in the same proportion, around 30% from 2014 to 2015. This scenario of losses of the companies and gains of the banks is not a novelty, although the large size of the losses is surprising. The consequence is deleterious for both companies: the companies need to renegotiate their indebtedness at a time of high interest rates and scarcity of credit, while the banks reduce their loans and switch to concentrate in default control and renegotiation of contracts. In this framework the economy stays paralyzed. Those which did well This article presents the results of a study which observed the variations from 2014 to 2015 of net profits, EBITDAs, net results, net indebtedness and return of shareholders of non-financial publicly held companies listed at the stock exchange. Taking as a basis a methodology of selection of companies using quantitative and qualitative criteria, there were selected 11 companies that evidenced a consistent performance: BM&FBovespa, Cielo, Estácio Participações, Ferbasa, Fibria, Kroton, São Carlos, Saraiva Livros, Suzano Papel, Tupy and Weg. The table below shows the variations in percentage and in points for the matter of the return of the shareholder (ROE) of the selected companies:

Variações de Indicadores de Empresas Não Financeiras de 2014 x 2015 Variations of Indicators of Non Financial Companies from 2014 x 2015 Empresa Company BM&FBovespa Cielo Estácio Part Ferbasa Fibria Kroton São Carlos Saraiva Livr Suzano Papel Tupy Weg Fonte: SABE

30

Receita líquida Net Income 9,17% 43,97% 22,25% 13,04% 42,31% 39,49% 56,29% -22,08% 40,74% 10,03% 24,48%

EBITDA EBITDA 54,67% 36,33% 27,76% 102,24% 55,24% 45,30% 49,05% -153,93% 83,57% 18,92% 9,87%

Lucro líquido Net Profit 125,32% 13,08% 13,87% 89,43% 119,61% 39,53% 34,70% 1530,66% -253,86% 146,74% 21,15%

Dívida líquida Net Indebtedness -106,92% 79,25% 142,64% 441,24% 43,67% 5,35% 57,90% -7,75% 17,72% 14,01% 49,81%

ROE (ppt) ROE (ppt) 6,86 -38,74 0,29 5,79 1,67 2,46 2,38 16,65 -7,53 4,75 0,21 Source: SABE

Articles and interviews

Fazendo um breve comentário sobre as empresas que venceram a crise, podemos dizer que a Weg é a terceira maior empresa de motor do mundo e a companhia que mais criou valor no mercado acionário nos últimos cinco anos. • A Kroton e a Estácio são as duas melhores empresas de educação do país, segmento que o governo terá que tratar com bastante carinho, pois a educação é o principal entrave para que o país deslanche e urge um imediato combate a este ponto. A Kroton é a maior empresa de educação do mundo em quantidade de alunos matriculados e a Estácio é a terceira; fatalmente ambas crescerão muito nos próximos anos, continuando o caminho vitorioso que vêm tendo; • Cielo é uma empresa que tem a melhor rentabilidade patrimonial da Bovespa nos últimos anos, sendo extremamente bem administrada, com ótimos indicadores; • Fibria é a empresa de menor custo de celulose no mundo e crescerá bastante nos próximos anos; • Klabin é uma empresa sólida, bem administrada, com um ambicioso plano de expansão com amplas possibilidades de sucesso; • BM&FBOVESPA é uma empresa capitalizada e pronta para deslanchar; • Tupy é uma empresa completamente recuperada e pronta para crescer, tendo tido um comportamento exemplar com toda a crise do segmento automotivo; • Ferbasa é detentora de mais de 95% das reservas conhecidas de cromita do Brasil. Seu Ebitda evoluiu 102,24% no ano de crise, é bem administrada; • São Carlos é uma empresa com um portfólio de ativos avaliado em R$ 4 bilhões, pertence ao Grupo GPA, é locatária de algumas das Lojas Americanas, sendo uma empresa altamente capitalizada num mercado de empresas concorrentes cambaleando; • Saraiva é uma empresa sólida que vem crescendo ao longo dos anos, apesar dos pífios crescimentos dos governos brasileiros e do diminuto hábito de leitura do brasileiro. Em síntese, seguindo a lógica de preservação da espécie de Darwin, podemos antecipar que vão sobreviver as empresas que possuem robustez financeira e capacidade de geração de caixa em cenário adverso para superar a crise. Mesmo com crise, existem empresas bem administradas e com boa governança, que se destacam em seus setores e que sabem lidar com a incerteza e até mesmo tirar proveito dela: são as empresas que vieram para ficar, resilientes, preocupadas com criação de valores compartilhados por todas as partes interessadas no seu sucesso e na sua sustentabilidade de longo prazo. *Carlos Antonio Magalhães é presidente da Apimec Rio. Luiz Guilherme Dias é sócio-diretor da SABE Consultores. *Carlos Antonio Magalhães is the president of Apimec Rio. Luiz Guilherme Dias is a managing partner of SABE Consultores [SABE Consultants].

On making a brief comment regarding the companies that overcame the crisis, we may say that Weg is the third largest motor manufacturing company in the world and the company that most created value in the stock market in the last five years. • Kroton and Estácio are the two best education companies of the Country, a segment that the government is due to treat with utmost tenderness, as the situation constitutes the main hindrance to prevent the Country from leaping ahead and the combat at this point is urgent. Kroton is the world’s largest education company in terms of quantity of enrolled students and Estácio is the third; they will fatally grow much in the next few years, continuing the victorious path that have been following; • Cielo is the company that has the best rate earned on total assets in the Bovespa stock exchange in the last few years, it is extremely well managed and shows excellent indicators; • Fibria is the company with the lowest cost of cellulose in the world and will grow much in the next years; • Klabin is a solid company, well managed, with an ambitious expansion plan with ample possibilities of success; • BM&FBOVESPA is a company that is capitalized and ready to leap ahead; • Tupy is a fully recovered company and ready to grow, having shown an exemplary behavior with all the crisis of the automotive sector; • Ferbasa owns more than 95% of the known reserves of chromite in Brazil. Its Ebitda evolved 102.24% in the crisis year, it is well managed; • São Carlos is a company with an assets portfolio evaluated at R$ 4 billion, belonging to the Grupo GPA [GPA Group], it is the lessee of some of the Lojas Americanas retail shops, being a highly capitalized company in a market where the competitor companies are quite unsteady; • Saraiva is a solid company that has been growing along the years, in spite of the irrelevant growths of the Brazilian Governments and the low reading habits of the Brazilians. In summary, according to the Darwin’s logic of the preservation of species, we may anticipate that the companies that are going to survive are those with financial strength and capacity to generate cash in an adverse scenario to overcome the crisis. Even with the crisis, there are well managed companies with good governance, that stand out in their sectors and know how to deal with incertitude and even derive benefits therefrom: these are the companies that came to stay, resilient, concerned with the creation of values shared by all parties interested in their success and their long-term sustainability.

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Carlos Antonio Magalhães Luiz Guilherme Dias*

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Companies that ignore the crisis

As empresas que desconhecem a crise

U

m estudo elaborado pela SABE Consultores mostra que 2015 foi um dos piores anos para 308 companhias listadas na Bovespa. Mesmo tendo registrado aumento de 13% nas receitas em 2015 em relação a 2014, o resultado líquido do conjunto das 308 empresas ficou negativo em R$ 66 bilhões, anulando praticamente todo o lucro obtido em 2014. Com relação aos bancos, a situação é totalmente diferente: receitas e lucros do conjunto dos 25 bancos cresceram quase que na mesma proporção, em torno de 30% de 2014 para 2015. Este cenário de perdas das empresas e ganhos dos bancos não é novidade, embora surpreenda o elevado tamanho das perdas. A consequência é ruim para ambas as companhias: as empresas precisam renegociar suas dívidas num momento de juros elevados e créditos escassos, ao mesmo tempo que os bancos reduzem seus empréstimos e passam a se concentrar em controle de inadimplência e renegociação de contratos. Neste quadro, a economia fica paralisada. As que se saíram bem Este artigo apresenta o resultado de um estudo que observou as variações de 2014 para 2015 de receitas líquidas, EBITDAs, resultados líquidos, endividamentos líquidos e retornos de acionistas das companhias abertas não financeiras listadas em bolsa. Tomando como base uma metodologia de seleção de empresas usando critérios quantitativos e qualitativos, foram selecionadas 11 empresas que apresentaram consistência de desempenho: BM&FBovespa, Cielo, Estácio Participações, Ferbasa, Fibria, Kroton, São Carlos, Saraiva Livros, Suzano Papel, Tupy e Weg. A tabela abaixo apresenta as variações percentuais e em pontos para o caso do retorno do acionista (ROE) das empresas selecionadas:

A study prepared by SABE Consultores [SABE Consultants] shows that 2015 was one of the worst years for 308 companies listed at the Bovespa stock exchange. Even having recorded an increase of 13% in revenue in 2015 with relation to 2014, the net result of the group of 308 companies stayed negative by R$ 66 billion, practically annulling the entire profit obtained in 2014. Regarding the banks the situation is entirely different: earnings and profits of the group of 25 banks grew almost in the same proportion, around 30% from 2014 to 2015. This scenario of losses of the companies and gains of the banks is not a novelty, although the large size of the losses is surprising. The consequence is deleterious for both companies: the companies need to renegotiate their indebtedness at a time of high interest rates and scarcity of credit, while the banks reduce their loans and switch to concentrate in default control and renegotiation of contracts. In this framework the economy stays paralyzed. Those which did well This article presents the results of a study which observed the variations from 2014 to 2015 of net profits, EBITDAs, net results, net indebtedness and return of shareholders of non-financial publicly held companies listed at the stock exchange. Taking as a basis a methodology of selection of companies using quantitative and qualitative criteria, there were selected 11 companies that evidenced a consistent performance: BM&FBovespa, Cielo, Estácio Participações, Ferbasa, Fibria, Kroton, São Carlos, Saraiva Livros, Suzano Papel, Tupy and Weg. The table below shows the variations in percentage and in points for the matter of the return of the shareholder (ROE) of the selected companies:

Variações de Indicadores de Empresas Não Financeiras de 2014 x 2015 Variations of Indicators of Non Financial Companies from 2014 x 2015 Empresa Company BM&FBovespa Cielo Estácio Part Ferbasa Fibria Kroton São Carlos Saraiva Livr Suzano Papel Tupy Weg Fonte: SABE

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Receita líquida Net Income 9,17% 43,97% 22,25% 13,04% 42,31% 39,49% 56,29% -22,08% 40,74% 10,03% 24,48%

EBITDA EBITDA 54,67% 36,33% 27,76% 102,24% 55,24% 45,30% 49,05% -153,93% 83,57% 18,92% 9,87%

Lucro líquido Net Profit 125,32% 13,08% 13,87% 89,43% 119,61% 39,53% 34,70% 1530,66% -253,86% 146,74% 21,15%

Dívida líquida Net Indebtedness -106,92% 79,25% 142,64% 441,24% 43,67% 5,35% 57,90% -7,75% 17,72% 14,01% 49,81%

ROE (ppt) ROE (ppt) 6,86 -38,74 0,29 5,79 1,67 2,46 2,38 16,65 -7,53 4,75 0,21 Source: SABE

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Fazendo um breve comentário sobre as empresas que venceram a crise, podemos dizer que a Weg é a terceira maior empresa de motor do mundo e a companhia que mais criou valor no mercado acionário nos últimos cinco anos. • A Kroton e a Estácio são as duas melhores empresas de educação do país, segmento que o governo terá que tratar com bastante carinho, pois a educação é o principal entrave para que o país deslanche e urge um imediato combate a este ponto. A Kroton é a maior empresa de educação do mundo em quantidade de alunos matriculados e a Estácio é a terceira; fatalmente ambas crescerão muito nos próximos anos, continuando o caminho vitorioso que vêm tendo; • Cielo é uma empresa que tem a melhor rentabilidade patrimonial da Bovespa nos últimos anos, sendo extremamente bem administrada, com ótimos indicadores; • Fibria é a empresa de menor custo de celulose no mundo e crescerá bastante nos próximos anos; • Klabin é uma empresa sólida, bem administrada, com um ambicioso plano de expansão com amplas possibilidades de sucesso; • BM&FBOVESPA é uma empresa capitalizada e pronta para deslanchar; • Tupy é uma empresa completamente recuperada e pronta para crescer, tendo tido um comportamento exemplar com toda a crise do segmento automotivo; • Ferbasa é detentora de mais de 95% das reservas conhecidas de cromita do Brasil. Seu Ebitda evoluiu 102,24% no ano de crise, é bem administrada; • São Carlos é uma empresa com um portfólio de ativos avaliado em R$ 4 bilhões, pertence ao Grupo GPA, é locatária de algumas das Lojas Americanas, sendo uma empresa altamente capitalizada num mercado de empresas concorrentes cambaleando; • Saraiva é uma empresa sólida que vem crescendo ao longo dos anos, apesar dos pífios crescimentos dos governos brasileiros e do diminuto hábito de leitura do brasileiro. Em síntese, seguindo a lógica de preservação da espécie de Darwin, podemos antecipar que vão sobreviver as empresas que possuem robustez financeira e capacidade de geração de caixa em cenário adverso para superar a crise. Mesmo com crise, existem empresas bem administradas e com boa governança, que se destacam em seus setores e que sabem lidar com a incerteza e até mesmo tirar proveito dela: são as empresas que vieram para ficar, resilientes, preocupadas com criação de valores compartilhados por todas as partes interessadas no seu sucesso e na sua sustentabilidade de longo prazo. *Carlos Antonio Magalhães é presidente da Apimec Rio. Luiz Guilherme Dias é sócio-diretor da SABE Consultores. *Carlos Antonio Magalhães is the president of Apimec Rio. Luiz Guilherme Dias is a managing partner of SABE Consultores [SABE Consultants].

On making a brief comment regarding the companies that overcame the crisis, we may say that Weg is the third largest motor manufacturing company in the world and the company that most created value in the stock market in the last five years. • Kroton and Estácio are the two best education companies of the Country, a segment that the government is due to treat with utmost tenderness, as the situation constitutes the main hindrance to prevent the Country from leaping ahead and the combat at this point is urgent. Kroton is the world’s largest education company in terms of quantity of enrolled students and Estácio is the third; they will fatally grow much in the next few years, continuing the victorious path that have been following; • Cielo is the company that has the best rate earned on total assets in the Bovespa stock exchange in the last few years, it is extremely well managed and shows excellent indicators; • Fibria is the company with the lowest cost of cellulose in the world and will grow much in the next years; • Klabin is a solid company, well managed, with an ambitious expansion plan with ample possibilities of success; • BM&FBOVESPA is a company that is capitalized and ready to leap ahead; • Tupy is a fully recovered company and ready to grow, having shown an exemplary behavior with all the crisis of the automotive sector; • Ferbasa owns more than 95% of the known reserves of chromite in Brazil. Its Ebitda evolved 102.24% in the crisis year, it is well managed; • São Carlos is a company with an assets portfolio evaluated at R$ 4 billion, belonging to the Grupo GPA [GPA Group], it is the lessee of some of the Lojas Americanas retail shops, being a highly capitalized company in a market where the competitor companies are quite unsteady; • Saraiva is a solid company that has been growing along the years, in spite of the irrelevant growths of the Brazilian Governments and the low reading habits of the Brazilians. In summary, according to the Darwin’s logic of the preservation of species, we may anticipate that the companies that are going to survive are those with financial strength and capacity to generate cash in an adverse scenario to overcome the crisis. Even with the crisis, there are well managed companies with good governance, that stand out in their sectors and know how to deal with incertitude and even derive benefits therefrom: these are the companies that came to stay, resilient, concerned with the creation of values shared by all parties interested in their success and their long-term sustainability.

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Para transformar o futuro, sonhamos sempre como se fosse o começo.

Quando você trabalha por um futuro melhor, precisa saber inovar a cada dia. Os sonhos que precisam do aço para se concretizar podem contar com a força transformadora da Gerdau. É assim há mais de um século e assim sempre será. Gerdau, 115 anos de uma história com a força da transformação.

www.gerdau.com.br

/gerdau

/gerdausa


Para transformar o futuro, sonhamos sempre como se fosse o começo.

Quando você trabalha por um futuro melhor, precisa saber inovar a cada dia. Os sonhos que precisam do aço para se concretizar podem contar com a força transformadora da Gerdau. É assim há mais de um século e assim sempre será. Gerdau, 115 anos de uma história com a força da transformação.

www.gerdau.com.br

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Matéria de capa

CVM: 40 anos Uma trajetória de credibilidade na construção do mercado de capitais por Ana Borges e Maurício Palhares

No dia 7 de dezembro a Comissão de Valores Mobiliários comemora 40 anos de existência. Foram quatro décadas que transformaram profundamente a estrutura do mercado de capitais e as companhias abertas brasileiras. Certamente é uma das poucas autarquias que desfrutam de mais respeito e credibilidade entre os agentes econômicos, que tem como missão fiscalizar. Na verdade, esse é um mérito conquistado pelos presidentes e superintendentes que passaram pela autarquia ao longo desses longos anos. Cada um deixou uma contribuição relevante, que colocou o mercado de capitais brasileiro na lista dos mais bem regulados do mundo.

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Matéria de capa

Cover story

No início dos anos 70, em pleno regime militar, o Brasil vivia um período de euforia com o PIB crescendo, em média, 10% ao ano, embalado ao som de “Pra frente Brasil”, que consagrava o tricampeonato da Seleção Brasileira no México. Este cenário se refletia no incipiente mercado de ações, que crescia exponencialmente impulsionado pelo grande volume de recursos, vindo, principalmente, dos incentivos fiscais criados pelo Governo Federal através dos Fundos 157. No final de 1970, algumas ações registravam valorização de mais de 400% em apenas um ano. A obtenção de recursos fáceis atraía, a cada dia, mais empresas para o mercado, algumas que sequer existiam fisicamente. Os investidores, por sua vez, não exigiam informações nem análises: queriam apenas pagar menos imposto de renda. Chegou-se a um ponto em que um operador decidiu lançar ações de uma empresa fictícia, a qual batizou de Merposa. Foram feitos alguns boletos no pregão até ser anunciado que a Merposa não era

Cover story

mais nada que uma brincadeira, sigla de M... em pó SA. Toda esta euforia resultou no “Boom de 1971”. Apesar de ser de curta duração, trouxe consequências graves. Fortunas dos novos investidores foram perdidas de um dia para outro nas Bolsas de Valores. Esse processo durou alguns anos e o mercado acionário praticamente desapareceu como alternativa de investimento. “De 1966 a 1971, o ambiente do mercado era praticamente um cassino. As companhias não tinham regras de prestação de informação e os dados que circulavam eram precários. Não havia investidores institucionais, mas sim individuais”, lembra Roberto Teixeira da Costa, primeiro presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Neste período, o Banco Central, através da Diretoria de Mercado de Capitais, era o fiscalizador. Nasce a CVM Depois do desastre era preciso recuperar o mercado e a confiança dos investidores. O então ministro da

Fazenda, Mario Henrique Simonsen, que fora consultor das Bolsas de São Paulo e Rio, convenceu o presidente Ernesto Geisel sobre a necessidade da criação de uma nova Lei para reerguer o mercado para que pudesse cumprir a missão de capitalizar as empresas brasileiras. O primeiro passo foi dado no dia 7 de dezembro de 1976, com a promulgação da Lei nº 6.385/76, criando uma instituição governamental destinada exclusivamente a regulamentar e desenvolver o mercado de capitais, fiscalizar as Bolsa de Valores e as companhias abertas: a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No dia 15 do mesmo mês, foi promulgada a Lei nº 6.404/76, cujo projeto foi redigida por José Luiz Bulhões Pedreira e Alfredo Lamy Filho, a pedido de Simonsen. A nova Lei das Sociedades Anônimas visava modernizar as regras que regiam as sociedades anônimas – até então reguladas por um antigo Decreto-Lei de 1940. “Com essas leis, o governo Geisel passou a considerar o mercado de

CVM: 40 years A path of credibility in the construction of the capital market On December 7th, Securities and Exchange Commission celebrates 40 years of existence. These four decades have deeply transformed the structure of capital market and Brazilian publicly-held corporations. It is certainly one of the few authorities that enjoys more respect and credibility among economic agents, whose mission is inspecting. In fact, this is a merit earned by chairmans and superintendents of the autarchy over all of these years. Each one left an important contribution, which placed the Brazilian capital market in the list of the best governed ones in the world. In the early 70s, during the military regime, Brazil experienced a period of euphoria with GNP growing, on average, 10% a year, stimulated by the sound of “Let’s go forward Brazil”, which enshrined the third championship of Brazil national football team

in Mexico. This scenario was reflected into the stock market, which grew exponentially driven by the large volume of funds coming mainly from the tax incentives created by the Federal Government through the Fundos 157. At the end of 1970, some shares recorded yields above 400% in just one year. The possibility of achieving easy resources attracted every day more companies to the market, some of which did not even exist physically. On its turn, investors did not require information or analysis: they only wanted to pay less income tax. We came to a point where an operator decided to launch actions of a fictitious company which called Merposa. Some floor ticket were sold until it was announced that Merposa was only a joke, standing for “M...em pó SA” (powdered S... limited liability company). All this euphoria resulted in the “1971 Boom”. Despite being short, it brought serious

consequences. New investors lost their fortune overnight on stock exchanges. This process lasted a few years and the stock market virtually disappeared as an investment alternative. “From 1966 to 1971, the market environment was virtually a casino. Companies had no rules for information provision, and data that circulated were precarious. There were not institutional investors, but rather individual ones” said Roberto Teixeira da Costa, the first chairman of the Brazilian Security and Exchange Commission (CVM). During this period, the Central Bank performed inspections through the Capital Market Board. The Brazilian Securities and Exchange Commission was established After the disaster both the market and investors’ confidence had to be restored. The

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CVM: 40 anos Uma trajetória de credibilidade na construção do mercado de capitais por Ana Borges e Maurício Palhares

No dia 7 de dezembro a Comissão de Valores Mobiliários comemora 40 anos de existência. Foram quatro décadas que transformaram profundamente a estrutura do mercado de capitais e as companhias abertas brasileiras. Certamente é uma das poucas autarquias que desfrutam de mais respeito e credibilidade entre os agentes econômicos, que tem como missão fiscalizar. Na verdade, esse é um mérito conquistado pelos presidentes e superintendentes que passaram pela autarquia ao longo desses longos anos. Cada um deixou uma contribuição relevante, que colocou o mercado de capitais brasileiro na lista dos mais bem regulados do mundo.

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No início dos anos 70, em pleno regime militar, o Brasil vivia um período de euforia com o PIB crescendo, em média, 10% ao ano, embalado ao som de “Pra frente Brasil”, que consagrava o tricampeonato da Seleção Brasileira no México. Este cenário se refletia no incipiente mercado de ações, que crescia exponencialmente impulsionado pelo grande volume de recursos, vindo, principalmente, dos incentivos fiscais criados pelo Governo Federal através dos Fundos 157. No final de 1970, algumas ações registravam valorização de mais de 400% em apenas um ano. A obtenção de recursos fáceis atraía, a cada dia, mais empresas para o mercado, algumas que sequer existiam fisicamente. Os investidores, por sua vez, não exigiam informações nem análises: queriam apenas pagar menos imposto de renda. Chegou-se a um ponto em que um operador decidiu lançar ações de uma empresa fictícia, a qual batizou de Merposa. Foram feitos alguns boletos no pregão até ser anunciado que a Merposa não era

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mais nada que uma brincadeira, sigla de M... em pó SA. Toda esta euforia resultou no “Boom de 1971”. Apesar de ser de curta duração, trouxe consequências graves. Fortunas dos novos investidores foram perdidas de um dia para outro nas Bolsas de Valores. Esse processo durou alguns anos e o mercado acionário praticamente desapareceu como alternativa de investimento. “De 1966 a 1971, o ambiente do mercado era praticamente um cassino. As companhias não tinham regras de prestação de informação e os dados que circulavam eram precários. Não havia investidores institucionais, mas sim individuais”, lembra Roberto Teixeira da Costa, primeiro presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Neste período, o Banco Central, através da Diretoria de Mercado de Capitais, era o fiscalizador. Nasce a CVM Depois do desastre era preciso recuperar o mercado e a confiança dos investidores. O então ministro da

Fazenda, Mario Henrique Simonsen, que fora consultor das Bolsas de São Paulo e Rio, convenceu o presidente Ernesto Geisel sobre a necessidade da criação de uma nova Lei para reerguer o mercado para que pudesse cumprir a missão de capitalizar as empresas brasileiras. O primeiro passo foi dado no dia 7 de dezembro de 1976, com a promulgação da Lei nº 6.385/76, criando uma instituição governamental destinada exclusivamente a regulamentar e desenvolver o mercado de capitais, fiscalizar as Bolsa de Valores e as companhias abertas: a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No dia 15 do mesmo mês, foi promulgada a Lei nº 6.404/76, cujo projeto foi redigida por José Luiz Bulhões Pedreira e Alfredo Lamy Filho, a pedido de Simonsen. A nova Lei das Sociedades Anônimas visava modernizar as regras que regiam as sociedades anônimas – até então reguladas por um antigo Decreto-Lei de 1940. “Com essas leis, o governo Geisel passou a considerar o mercado de

CVM: 40 years A path of credibility in the construction of the capital market On December 7th, Securities and Exchange Commission celebrates 40 years of existence. These four decades have deeply transformed the structure of capital market and Brazilian publicly-held corporations. It is certainly one of the few authorities that enjoys more respect and credibility among economic agents, whose mission is inspecting. In fact, this is a merit earned by chairmans and superintendents of the autarchy over all of these years. Each one left an important contribution, which placed the Brazilian capital market in the list of the best governed ones in the world. In the early 70s, during the military regime, Brazil experienced a period of euphoria with GNP growing, on average, 10% a year, stimulated by the sound of “Let’s go forward Brazil”, which enshrined the third championship of Brazil national football team

in Mexico. This scenario was reflected into the stock market, which grew exponentially driven by the large volume of funds coming mainly from the tax incentives created by the Federal Government through the Fundos 157. At the end of 1970, some shares recorded yields above 400% in just one year. The possibility of achieving easy resources attracted every day more companies to the market, some of which did not even exist physically. On its turn, investors did not require information or analysis: they only wanted to pay less income tax. We came to a point where an operator decided to launch actions of a fictitious company which called Merposa. Some floor ticket were sold until it was announced that Merposa was only a joke, standing for “M...em pó SA” (powdered S... limited liability company). All this euphoria resulted in the “1971 Boom”. Despite being short, it brought serious

consequences. New investors lost their fortune overnight on stock exchanges. This process lasted a few years and the stock market virtually disappeared as an investment alternative. “From 1966 to 1971, the market environment was virtually a casino. Companies had no rules for information provision, and data that circulated were precarious. There were not institutional investors, but rather individual ones” said Roberto Teixeira da Costa, the first chairman of the Brazilian Security and Exchange Commission (CVM). During this period, the Central Bank performed inspections through the Capital Market Board. The Brazilian Securities and Exchange Commission was established After the disaster both the market and investors’ confidence had to be restored. The

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capitais como instrumento essencial para o desenvolvimento econômico e social e aprovou uma reforma para ‘atacar’ os principais fatores que causaram a crise de 1971 e dos anos seguintes”, diz Teixeira da Costa, o primeiro presidente da CVM. Novos tempos Desde sua criação, a autarquia é administrada por um presidente e quatro diretores nomeados pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. O primeiro “colegiado”, além de Teixeira da Costa, era composto por Geraldo Hess, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Ney Oscar Ribeiro de Carvalho e Antonio Milão Rodrigues Lima. Seus integrantes têm ainda hoje mandato de cinco anos e só saem antes “em virtude de renúncia, de condenação judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar” (art. 6º § 2º). O colegiado define as políticas e estabelece as práticas a serem implantadas e desenvolvidas pelas superintendências, as instâncias executivas da CVM. Diferente de outras autarquias, possui

Minister of the Brazilian Treasury at that time, Mario Henrique Simonsen, who was a consultant of São Paulo and Rio’s stock exchanges, convinced President Ernesto Geisel that a new law had to be created to lift the market in order to accomplish the mission of capitalizing Brazilian companies. The first step was taken on December 7th, 1976, with the enactment of Law Nº. 6,385 / 76, creating a governmental institution exclusively dedicated to regulate and develop the capital market, inspect the Stock Exchange and publicly-held corporations: the Brazilian Securities and Exchange Commission (CVM). On the 15th of the same month Law Nº. 6.404/76 was enacted, whose project was written by José Luiz Bulhões Pedreira and Alfredo Lamy Filho, upon request of Simonsen. The new Brazilian corporate law aimed to modernize the rules governing the business corporation – until then governed from an old Decree-Law dated 1940.

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“A primeira instrução da CVM foi anunciada em abril de 1978 e dispunha sobre normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras.” “The first instruction of the Brazilian Securities and Exchange Commission [CVM] was announced in April 1978 and comprised provisions on rules and procedures for accounting and preparation of financial statements.” uma gama diversificada de poderes e flexibilidade em alguns dos seus instrumentos de regulação. A nova instituição, presidida por Teixeira da Costa desde sua criação até 1979, tinha por objetivo primar pela regulação e, para isso, precisava ter poder de polícia. “A meta era trazer um clima favorável ao mercado através de um órgão regulador. Uma

“With these laws, the Geisel’s Government has begun to considered the capital market as an essential tool for the economic and social development and approved a reform to ‘fight’ the main factors that caused the crisis of 1971 and of the following years”, says Teixeira da Costa, the first CVM chairman. New times Since its creation, the council has been run by a chairman and four directors appointed by the President of Brazil and approved by the Senate. The members of the first “board”, besides Teixeira da Costa, were Geraldo Hess, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Ney Oscar Ribeiro de Carvalho and Antonio Milão Rodrigues Lima. Even nowadays, its members have a five-year tenure and they only leave this position “in virtue of resignation, court unappealable conviction or disciplinary administrative proceedings” (Article 6th § 2nd).

das medidas foi a criação de um colegiado multidisciplinar para levar credibilidade a um mercado que estava praticamente destruído e que precisava se reerguer”, conta o primeiro presidente da autarquia. A primeira instrução da CVM foi anunciada no dia de 27 de abril de 1978 e dispunha sobre as normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras, relativas a ajustes decorrentes da avaliação de investimento relevante de companhia aberta em sociedades coligadas e controladas. A segunda exigia a publicação dos balanços em jornais de grande circulação editados nas cidades das Bolsas onde suas ações eram mais negociadas. Exigência de transparência Ainda em seus primórdios, a fim de enfrentar a falta de transparência, a CVM passou a exigir uma série de documentos para conceder o registro de companhia aberta. O pedido é analisado no prazo de 30 dias, podendo ser prorrogado uma única vez. A

The board defines policies and establishes the practices to be implemented and developed by superintendents, CVM executive instances. Unlike other autarchies it has a diverse range of powers and flexibility in some of its regulatory instruments. The new institution, chaired by Teixeira da Costa from its creation until 1979, aimed to excel in terms of regulation, and therefore, it needed to have police power. “The goal was to bring a favorable climate to the market through a regulatory body. One of the measures was the creation of a multidisciplinary joint committee to bring credibility to a market that was virtually destroyed and needed to rise again”, says the first chairman of the autarchy. The first CVM statement was announced on April 27th, 1978, and established rules and procedures for accounting and preparation of financial statements, relating to adjustments arising from significant investment of

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capitais como instrumento essencial para o desenvolvimento econômico e social e aprovou uma reforma para ‘atacar’ os principais fatores que causaram a crise de 1971 e dos anos seguintes”, diz Teixeira da Costa, o primeiro presidente da CVM. Novos tempos Desde sua criação, a autarquia é administrada por um presidente e quatro diretores nomeados pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. O primeiro “colegiado”, além de Teixeira da Costa, era composto por Geraldo Hess, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Ney Oscar Ribeiro de Carvalho e Antonio Milão Rodrigues Lima. Seus integrantes têm ainda hoje mandato de cinco anos e só saem antes “em virtude de renúncia, de condenação judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar” (art. 6º § 2º). O colegiado define as políticas e estabelece as práticas a serem implantadas e desenvolvidas pelas superintendências, as instâncias executivas da CVM. Diferente de outras autarquias, possui

Minister of the Brazilian Treasury at that time, Mario Henrique Simonsen, who was a consultant of São Paulo and Rio’s stock exchanges, convinced President Ernesto Geisel that a new law had to be created to lift the market in order to accomplish the mission of capitalizing Brazilian companies. The first step was taken on December 7th, 1976, with the enactment of Law Nº. 6,385 / 76, creating a governmental institution exclusively dedicated to regulate and develop the capital market, inspect the Stock Exchange and publicly-held corporations: the Brazilian Securities and Exchange Commission (CVM). On the 15th of the same month Law Nº. 6.404/76 was enacted, whose project was written by José Luiz Bulhões Pedreira and Alfredo Lamy Filho, upon request of Simonsen. The new Brazilian corporate law aimed to modernize the rules governing the business corporation – until then governed from an old Decree-Law dated 1940.

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“A primeira instrução da CVM foi anunciada em abril de 1978 e dispunha sobre normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras.” “The first instruction of the Brazilian Securities and Exchange Commission [CVM] was announced in April 1978 and comprised provisions on rules and procedures for accounting and preparation of financial statements.” uma gama diversificada de poderes e flexibilidade em alguns dos seus instrumentos de regulação. A nova instituição, presidida por Teixeira da Costa desde sua criação até 1979, tinha por objetivo primar pela regulação e, para isso, precisava ter poder de polícia. “A meta era trazer um clima favorável ao mercado através de um órgão regulador. Uma

“With these laws, the Geisel’s Government has begun to considered the capital market as an essential tool for the economic and social development and approved a reform to ‘fight’ the main factors that caused the crisis of 1971 and of the following years”, says Teixeira da Costa, the first CVM chairman. New times Since its creation, the council has been run by a chairman and four directors appointed by the President of Brazil and approved by the Senate. The members of the first “board”, besides Teixeira da Costa, were Geraldo Hess, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Ney Oscar Ribeiro de Carvalho and Antonio Milão Rodrigues Lima. Even nowadays, its members have a five-year tenure and they only leave this position “in virtue of resignation, court unappealable conviction or disciplinary administrative proceedings” (Article 6th § 2nd).

das medidas foi a criação de um colegiado multidisciplinar para levar credibilidade a um mercado que estava praticamente destruído e que precisava se reerguer”, conta o primeiro presidente da autarquia. A primeira instrução da CVM foi anunciada no dia de 27 de abril de 1978 e dispunha sobre as normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras, relativas a ajustes decorrentes da avaliação de investimento relevante de companhia aberta em sociedades coligadas e controladas. A segunda exigia a publicação dos balanços em jornais de grande circulação editados nas cidades das Bolsas onde suas ações eram mais negociadas. Exigência de transparência Ainda em seus primórdios, a fim de enfrentar a falta de transparência, a CVM passou a exigir uma série de documentos para conceder o registro de companhia aberta. O pedido é analisado no prazo de 30 dias, podendo ser prorrogado uma única vez. A

The board defines policies and establishes the practices to be implemented and developed by superintendents, CVM executive instances. Unlike other autarchies it has a diverse range of powers and flexibility in some of its regulatory instruments. The new institution, chaired by Teixeira da Costa from its creation until 1979, aimed to excel in terms of regulation, and therefore, it needed to have police power. “The goal was to bring a favorable climate to the market through a regulatory body. One of the measures was the creation of a multidisciplinary joint committee to bring credibility to a market that was virtually destroyed and needed to rise again”, says the first chairman of the autarchy. The first CVM statement was announced on April 27th, 1978, and established rules and procedures for accounting and preparation of financial statements, relating to adjustments arising from significant investment of

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companhia registrada também fica obrigada a prestar à CVM e à Bolsa uma série de informações periódicas e eventuais, necessárias ao disclosure. Além disso, foi estimulada a criação de uma estrutura de investidores institucionais para construir um sólido suporte para o mercado operar. “Ficou evidente que uma das razões para a ruptura do mercado, antes e depois da crise, foi a inexistência de investidores institucionais que pudessem operar de uma forma contracíclica”, explica Teixeira da Costa. Uma das maiores iniciativas junto a este segmento de investidores institucionais foi a regulação dos Fundos de Pensão (Lei nº 6.435, de 13.03.1974), que foram obrigados a investir ao menos 20% do seu patrimônio em ações (1978). Alguns, como a Previ, do Banco do Brasil, já existiam sem nenhum arcabouço legal para proteger seus segurados/ participantes. Marcelo Trindade, que presidiu a Comissão de 2004 a 2007, diz que a formação de uma equipe com perfil adequado à busca pela regulamentação

do mercado foi essencial para a CVM conquistar a credibilidade que desfruta até hoje junto ao mercado e às companhias abertas. “É nesse momento em que surge uma cultura própria, voltada aos interesses do mercado e uma área de educação dentro da autarquia.”

publicly-held corporation in affiliated and subsidiary companies. The latter required the publication of balance sheets in major local newspapers published in the cities of the exchanges where the shares were most traded.

who could operate in an anti-cyclical manner”, explains Teixeira da Costa. One of the major initiatives in this segment of institutional investors was the regulation of Pension Funds (Law Nº. 6.435, dated March 13th, 1974), required to invest at least 20% of their assets in shares (1978). Some, such as Previ, belonging to the Bank of Brazil already existed without any legal framework to protect its policyholders/partners. Marcelo Trindade, who presided over the 2004 to 2007 Commission, says that the formation of a team with appropriate profile to search for market regulation was essential for CVM to win the credibility it enjoys until now in the market and with publicly-held corporations. “At this point a new independent culture -aimed to meet the market interests- and an education field arose within the autarchy.

Transparency requirement Still in its early days, in order to address the lack of transparency, the CVM has required a number of documents to grant corporate registration. The application is examined within 30 days and can be extended only once. The registered company is also required to provide the CVM and the stock exchange a series of periodic and occasional information necessary to the disclosure. Furthermore, it has stimulated the establishment of a structure of institutional investors to build a solid support for market operations. “It was clear that one of the reasons for the market breakdown before and after the crisis was the lack of institutional investors

Mais um duro golpe Ao longo dos últimos 40 anos, a CVM enfrentou diversos desafios, como fruto do processo de crescimento e sofisticação das operações no mercado de capitais. Um dos mais marcantes, que mais uma vez minaria a credibilidade do mercado, ocorreu em 1989, quando o megainvestidor Naji Nahas protagonizou o maior escândalo do mercado financeiro brasileiro. Ele operava por meio de um sistema conhecido como “D-Zero”, em que o recebimento do produto da venda poderia ocorrer instantaneamente após o fechamento de cada contrato, através de financiamentos bancários, e não mais depois de cinco dias úteis, como era feito até então, o chamado D+5. Nahas comprava em grande

Another serious blow Over the past 40 years, the CVM has

quantidade sem ter o dinheiro em caixa e usava esse meio-tempo para tomar empréstimos e pagar a Bolsa. Então, vendia as ações para si mesmo através de uma combinação de laranjas e usava esses papéis como garantia para um novo empréstimo, que usava para pagar o primeiro. Como ele comprava e vendia para si mesmo, tinha o poder de controlar o preço dos papéis. Em abril de 1989, a inflação voltou a crescer, assim como a taxa de juros. Tais fatores, unidos ao temor de que Luiz Inácio Lula da Silva fosse eleito presidente da República, fizeram os investidores saírem de ativos mais arriscados. O resultado foi a queda dos preços das ações, o que comprometeu a sustentabilidade da alta dos papéis de Nahas. A isso somou-se a suspensão dos financiamentos para grandes especuladores, em especial, Naji Nahas e Elmo de Araujo Camões Filho. No dia 9 de junho daquele ano, um cheque de 39 milhões de cruzados novos que Nahas usaria para honrar financiamentos contraídos com D+0 voltou, deixando sete corretoras sem pagar o que deviam e quebrando o mercado.

faced several challenges as a result of the growth process and sophistication of the operations in the capital market. One of the most striking challenge, that once again undermined the credibility of the market, occurred in 1989, when the mega-investor Naji Nahas starred in the biggest scandal in the Brazilian financial market. He used to operate through a system known as “D-Zero,” in which the proceeds of the sale could instantly occur after the closing of each contract, by means of bank loans, and not more after five business days, as it was done until then, the so-called “D+5”. Nahas used to buy in large quantities without having cash on hand and use the intervening time to take loans and pay the Exchange. Then, he used to sell the shares to himself through front men and use these papers as security for a new loan, which he used to pay the first one. As he used to buy and sell to himself, he had the power to control the price of securities.

Nunca antes na história desse país...

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www.revistaRI.com.br/assinatura 38


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companhia registrada também fica obrigada a prestar à CVM e à Bolsa uma série de informações periódicas e eventuais, necessárias ao disclosure. Além disso, foi estimulada a criação de uma estrutura de investidores institucionais para construir um sólido suporte para o mercado operar. “Ficou evidente que uma das razões para a ruptura do mercado, antes e depois da crise, foi a inexistência de investidores institucionais que pudessem operar de uma forma contracíclica”, explica Teixeira da Costa. Uma das maiores iniciativas junto a este segmento de investidores institucionais foi a regulação dos Fundos de Pensão (Lei nº 6.435, de 13.03.1974), que foram obrigados a investir ao menos 20% do seu patrimônio em ações (1978). Alguns, como a Previ, do Banco do Brasil, já existiam sem nenhum arcabouço legal para proteger seus segurados/ participantes. Marcelo Trindade, que presidiu a Comissão de 2004 a 2007, diz que a formação de uma equipe com perfil adequado à busca pela regulamentação

do mercado foi essencial para a CVM conquistar a credibilidade que desfruta até hoje junto ao mercado e às companhias abertas. “É nesse momento em que surge uma cultura própria, voltada aos interesses do mercado e uma área de educação dentro da autarquia.”

publicly-held corporation in affiliated and subsidiary companies. The latter required the publication of balance sheets in major local newspapers published in the cities of the exchanges where the shares were most traded.

who could operate in an anti-cyclical manner”, explains Teixeira da Costa. One of the major initiatives in this segment of institutional investors was the regulation of Pension Funds (Law Nº. 6.435, dated March 13th, 1974), required to invest at least 20% of their assets in shares (1978). Some, such as Previ, belonging to the Bank of Brazil already existed without any legal framework to protect its policyholders/partners. Marcelo Trindade, who presided over the 2004 to 2007 Commission, says that the formation of a team with appropriate profile to search for market regulation was essential for CVM to win the credibility it enjoys until now in the market and with publicly-held corporations. “At this point a new independent culture -aimed to meet the market interests- and an education field arose within the autarchy.

Transparency requirement Still in its early days, in order to address the lack of transparency, the CVM has required a number of documents to grant corporate registration. The application is examined within 30 days and can be extended only once. The registered company is also required to provide the CVM and the stock exchange a series of periodic and occasional information necessary to the disclosure. Furthermore, it has stimulated the establishment of a structure of institutional investors to build a solid support for market operations. “It was clear that one of the reasons for the market breakdown before and after the crisis was the lack of institutional investors

Mais um duro golpe Ao longo dos últimos 40 anos, a CVM enfrentou diversos desafios, como fruto do processo de crescimento e sofisticação das operações no mercado de capitais. Um dos mais marcantes, que mais uma vez minaria a credibilidade do mercado, ocorreu em 1989, quando o megainvestidor Naji Nahas protagonizou o maior escândalo do mercado financeiro brasileiro. Ele operava por meio de um sistema conhecido como “D-Zero”, em que o recebimento do produto da venda poderia ocorrer instantaneamente após o fechamento de cada contrato, através de financiamentos bancários, e não mais depois de cinco dias úteis, como era feito até então, o chamado D+5. Nahas comprava em grande

Another serious blow Over the past 40 years, the CVM has

quantidade sem ter o dinheiro em caixa e usava esse meio-tempo para tomar empréstimos e pagar a Bolsa. Então, vendia as ações para si mesmo através de uma combinação de laranjas e usava esses papéis como garantia para um novo empréstimo, que usava para pagar o primeiro. Como ele comprava e vendia para si mesmo, tinha o poder de controlar o preço dos papéis. Em abril de 1989, a inflação voltou a crescer, assim como a taxa de juros. Tais fatores, unidos ao temor de que Luiz Inácio Lula da Silva fosse eleito presidente da República, fizeram os investidores saírem de ativos mais arriscados. O resultado foi a queda dos preços das ações, o que comprometeu a sustentabilidade da alta dos papéis de Nahas. A isso somou-se a suspensão dos financiamentos para grandes especuladores, em especial, Naji Nahas e Elmo de Araujo Camões Filho. No dia 9 de junho daquele ano, um cheque de 39 milhões de cruzados novos que Nahas usaria para honrar financiamentos contraídos com D+0 voltou, deixando sete corretoras sem pagar o que deviam e quebrando o mercado.

faced several challenges as a result of the growth process and sophistication of the operations in the capital market. One of the most striking challenge, that once again undermined the credibility of the market, occurred in 1989, when the mega-investor Naji Nahas starred in the biggest scandal in the Brazilian financial market. He used to operate through a system known as “D-Zero,” in which the proceeds of the sale could instantly occur after the closing of each contract, by means of bank loans, and not more after five business days, as it was done until then, the so-called “D+5”. Nahas used to buy in large quantities without having cash on hand and use the intervening time to take loans and pay the Exchange. Then, he used to sell the shares to himself through front men and use these papers as security for a new loan, which he used to pay the first one. As he used to buy and sell to himself, he had the power to control the price of securities.

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Fragilidade do regulador Na época em que se viu diante de seu principal desafio, a CVM mostravase frágil e sem autonomia, pois além de ser subordinada ao Ministério da Fazenda (em termos orçamentários), não dispunha de recursos financeiros e não tinha poderes para bloquear operações de investidores faltosos. Podia apenas aplicar uma multa de até 30% do valor da operação. Ainda era aceita a teoria de que os mercados se autorregulamentariam, e que, portanto, não seria necessária a intervenção de uma instituição forte. Tal visão mostrou-se equivocada. “O mercado por definição é imperfeito. Há ineficiência e quem perde é o investidor. Não há relacionamento direto entre os poupadores e os emissores de ações, pois existe todo um sistema de intermediação que, se não for regulado, vai influenciar na relação investidor-emissor, gerando a falta de credibilidade. Isso afeta a todos e quem perde é o mercado como um todo. O mercado perde o objetivo de financiar o setor privado”, explica Luiz

Leonardo Cantidiano, presidente da CVM entre 2002 e 2004. A questão financeira era uma grande barreira para que a CVM fosse um órgão forte. As consequências diretas eram um sistema de informatização bastante precário e apenas 25 funcionários para fiscalizar o mercado, sendo 14 no Rio de Janeiro e 11 em São Paulo. Com um mercado de 3.500 empresas de incentivos fiscais, 960 empresas de capital aberto, nove Bolsas de Valores, 300 corretoras e distribuidoras, diversas fundações, seguradoras, bancos de investimento e fundos mútuos, este pequeno número de funcionários não poderia manter a ordem nem fiscalizar de forma eficaz.

In April 1989, the inflation began to grow again, as well as the interest rate. These factors, together with the fear that Luiz Inácio Lula da Silva would be elected President, pushed investors to leave riskier assets. The result was a drop in stock prices, which undermined the sustainability of the increase of Nahas’ securities. On top of it, the funds to large speculators, especially to Naji Nahas and Elmo de Araujo Camões Filho were interrupted. On June 9 of that year, a check amounting to thirty-nine million of ‘cruzados novos’ that Nahas would use to honor financing contracted with D+0 returned, leaving seven brokers without paying what they owed and breaking the market.

and, moreover, it had neither the financial resources nor the power to block operations by defaulting investors. It could only apply a fine of up to 30% of the operation value. It was still accepted the theory that markets would regulate themselves, and therefore would not require the intervention of a strong institution. This point of view proved to be wrong. “By definition, the market is imperfect. It is characterized by inefficiency and the investor is the one who loses. There is no direct relationship between savers and share issuers because there is a whole intermediary system which, if not controlled, will influence the investor-issuer relationship resulting lack of credibility. This affects everyone and the market as a whole suffers losses. The market loses the purpose of financing the private sector”, explains Luiz Leonardo Cantidiano, CVM chairman from 2002 to 2004. The financial matter was a major barrier hindering the rise of CVM as a strong body.

Fragility of the governing autarchy By the aforementioned time of its main challenge, CVM showed to be fragile and devoid of autonomy, because it was subordinate to the Ministry of Treasury (in budgetary terms)

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Regulamentação avança Mesmo diante de dificuldades, a atuação da CVM foi fundamental na reestruturação do mercado após o Caso Nahas, iniciando um trabalho que tornaria a regulamentação brasileira uma das mais avançadas do mundo. O caso Nahas resultou na liquidação de corretoras e distribuidoras e coube ali à CVM suspender o mercado de futuros

até sua reestruturação completa, com a definição de novas regras. Sua reabertura ocorreria somente quatro meses depois. Para evitar a repetição do escândalo, as Bolsas passaram a ter de encaminhar semanalmente relatórios realizados por auditorias externas sobre suas operações. Outro ponto que reforçou a posição da autarquia como “xerife do mercado” foi o estabelecimento de que as corretoras passariam a ser subordinadas às suas instruções. A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, por sua vez, não conseguiu se reerguer do baque. No dia 28 de abril de 2000, realizou seu último pregão e foi incorporada pela então Bovespa. Chegam os estrangeiros A partir da década de 1990, houve aceleração do movimento de abertura da economia brasileira, que levou ao aumento do volume de investidores estrangeiros atuando no mercado de capitais brasileiro. Ary Mattos Filho estava à frente da autarquia quando esse movimento foi

The direct consequences were a very precarious computerized system and only 25 employees to monitor the market, 14 in Rio de Janeiro and 11 in São Paulo. With a market of 3500 tax incentive companies, 960 publicly held corporations, nine stock exchanges, 300 brokers and distributors, various foundations, insurance companies, investment and mutual funds banks, this small number of employees could neither maintain order nor monitoring in an effective manner. Regulatory progress Even when facing difficulties, the CVM performance of the essence in market restructuring after Nahas’ case, starting a work that would make the Brazilian regulation one of the most advanced in the world. The Nahas’ case resulted in the settlement of brokers and distributors and the CVM was responsible for suspending the futures market until its complete restructuring, by defining new rules. It was reopened only four month later.

regulamentado por meio da Instrução CVM nº169, de 2 de janeiro de 1992. A medida proibia os investidores institucionais estrangeiros de utilizar recursos da carteira para, direta ou indiretamente, obter controle ou aumentar a sua participação em companhias controladas ou coligadas, ou adquirir valores mobiliários de companhias fechadas ou comercializar, no Brasil, fora do pregão, ações de companhias abertas. Neste clima de abertura, as empresas brasileiras começaram a acessar o mercado externo através da listagem de suas ações em Bolsas de Valores estrangeiras, principalmente a New York Stock Exchange, sob a forma de ADR’-s – American Depositary Reciepts –, com o objetivo de se capitalizar através do lançamento de valores mobiliários no exterior. A primeira empresa a lançar ADR’s foi a Aracruz Celulose, em maio de 1992, seguida pela Telebras, em 1995, Unibanco, Pão de Açúcar e Cervejaria Brahma, em 1997. Desta forma, as companhias abertas brasileiras foram obrigadas

In order to prevent the scandal from repeating, the exchanges began to submit weekly reports prepared by external audits on their operations. Another point that reinforced the autarchy’s position as “market sheriff ” resulted from the fact that it was established that brokers would become subordinate to its instructions. On the other hand, the Stock Exchange of Rio de Janeiro failed to recover from the blow. On April 28th, 2000, the last trading session was carried out and it was incorporated into the former Bovespa. Foreigners arrival From the 90s, there has been an acceleration of the opening of the Brazilian economy, which led to the increased volume of foreign investors operating in the Brazilian capital market. Ary Mattos Filho was ahead of the local autarchy when this movement was regulated through CVM Instruction N°.

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“Com a abertura da economia, no início da década de 90, as empresas brasileiras começaram a acessar o mercado externo lançando ADR’s na Bolsa de Nova York.” “With the opening of the economy, in the beginning of the 1990’s, the Brazilian companies started to access the foreign market by launching ADR’s [American Depositary Receipts]at the New York Stock Exchange.” a seguir diversas regras impostas pela SEC – Securities and Exchange Commission –, órgão regulador do mercado de capitais norteamericano, e passaram a ter contato com acionistas mais exigentes e sofisticados, acostumados a investir em mercados com práticas de governança corporativa mais avançadas que as aplicadas no Brasil.

169, dated January 2nd, 1992. The provision forbid foreign institutional investors to use portfolio resources, directly or indirectly, to obtain control or increase their participation in subsidiary or affiliated companies, or acquire securities from closely-held companies, or trade in Brazil, out of the trading session, shares of publicly-held corporations. In this climate of openness, Brazilian companies began to enter the international market by listing their shares on foreign stock exchanges, especially the New York Stock Exchange, in the form of ADRs – American Depositary Receipts – in order to achieve capitalization by launching securities abroad. The first company to launch ADRs was Aracruz Celulose, in May 1992, followed by Telebras in 1995, Unibanco, Pão de Açúcar and Cervejaria Brahma in 1997. Thus, Brazilian companies were required to follow a number of rules imposed by the SEC – Securities and Exchange Commission,

Processo de internacionalização Dentro do contexto de internacionalização, ao assumir a presidência da CVM, em dezembro de 1993, Thomás Tosta de Sá teve como preocupação principal fixar o nome da CVM entre as entidades internacionais. “Era importante ter um órgão prestigiado e respeitado internacionalmente. Por isso, acabei me tornando presidente do Cosra (Conselho de Reguladores de Valores Mobiliários das Américas, na sigla em inglês).” Como consequência, a CVM hoje é um órgão reconhecido e respeitado no mercado internacional. A segunda preocupação de Tosta de Sá era quanto à remuneração dos funcionários da CVM. Os salários, que estavam defasados, foram reajustados. O terceiro ponto envolvia o julgamento dos casos de crimes contra o mercado de capitais. “A visão era de que a penalidade precisava ser exemplar, o que ocorreu no julgamento do Caso Nahas”, conta. Em dezembro de 1994, Nahas recebeu sua condenação, por manipulação

regulatory agency of the US capital market, and started to have contact with more demanding and sophisticated shareholders, used to invest in markets with more advanced corporate governance practices than those applied in Brazil. Internationalization process Within the international context, when in December 1933 Thomás Tosta de Sá became chairman of CVM, his main concern was to fix CVM name among international entities. “It was important to have a prestigious and internationally respected body. Therefore, I have become chairman of Cosra (Council of Securities Regulators of the Americas)”. As a result, CVM is now a recognized and respected body in the international market. Tosta de Sá’s second concern was the remuneration of the CVM employees. Wages, which were outdated, were readjusted. The third point involved the judgment of crime cases

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Fragilidade do regulador Na época em que se viu diante de seu principal desafio, a CVM mostravase frágil e sem autonomia, pois além de ser subordinada ao Ministério da Fazenda (em termos orçamentários), não dispunha de recursos financeiros e não tinha poderes para bloquear operações de investidores faltosos. Podia apenas aplicar uma multa de até 30% do valor da operação. Ainda era aceita a teoria de que os mercados se autorregulamentariam, e que, portanto, não seria necessária a intervenção de uma instituição forte. Tal visão mostrou-se equivocada. “O mercado por definição é imperfeito. Há ineficiência e quem perde é o investidor. Não há relacionamento direto entre os poupadores e os emissores de ações, pois existe todo um sistema de intermediação que, se não for regulado, vai influenciar na relação investidor-emissor, gerando a falta de credibilidade. Isso afeta a todos e quem perde é o mercado como um todo. O mercado perde o objetivo de financiar o setor privado”, explica Luiz

Leonardo Cantidiano, presidente da CVM entre 2002 e 2004. A questão financeira era uma grande barreira para que a CVM fosse um órgão forte. As consequências diretas eram um sistema de informatização bastante precário e apenas 25 funcionários para fiscalizar o mercado, sendo 14 no Rio de Janeiro e 11 em São Paulo. Com um mercado de 3.500 empresas de incentivos fiscais, 960 empresas de capital aberto, nove Bolsas de Valores, 300 corretoras e distribuidoras, diversas fundações, seguradoras, bancos de investimento e fundos mútuos, este pequeno número de funcionários não poderia manter a ordem nem fiscalizar de forma eficaz.

In April 1989, the inflation began to grow again, as well as the interest rate. These factors, together with the fear that Luiz Inácio Lula da Silva would be elected President, pushed investors to leave riskier assets. The result was a drop in stock prices, which undermined the sustainability of the increase of Nahas’ securities. On top of it, the funds to large speculators, especially to Naji Nahas and Elmo de Araujo Camões Filho were interrupted. On June 9 of that year, a check amounting to thirty-nine million of ‘cruzados novos’ that Nahas would use to honor financing contracted with D+0 returned, leaving seven brokers without paying what they owed and breaking the market.

and, moreover, it had neither the financial resources nor the power to block operations by defaulting investors. It could only apply a fine of up to 30% of the operation value. It was still accepted the theory that markets would regulate themselves, and therefore would not require the intervention of a strong institution. This point of view proved to be wrong. “By definition, the market is imperfect. It is characterized by inefficiency and the investor is the one who loses. There is no direct relationship between savers and share issuers because there is a whole intermediary system which, if not controlled, will influence the investor-issuer relationship resulting lack of credibility. This affects everyone and the market as a whole suffers losses. The market loses the purpose of financing the private sector”, explains Luiz Leonardo Cantidiano, CVM chairman from 2002 to 2004. The financial matter was a major barrier hindering the rise of CVM as a strong body.

Fragility of the governing autarchy By the aforementioned time of its main challenge, CVM showed to be fragile and devoid of autonomy, because it was subordinate to the Ministry of Treasury (in budgetary terms)

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Regulamentação avança Mesmo diante de dificuldades, a atuação da CVM foi fundamental na reestruturação do mercado após o Caso Nahas, iniciando um trabalho que tornaria a regulamentação brasileira uma das mais avançadas do mundo. O caso Nahas resultou na liquidação de corretoras e distribuidoras e coube ali à CVM suspender o mercado de futuros

até sua reestruturação completa, com a definição de novas regras. Sua reabertura ocorreria somente quatro meses depois. Para evitar a repetição do escândalo, as Bolsas passaram a ter de encaminhar semanalmente relatórios realizados por auditorias externas sobre suas operações. Outro ponto que reforçou a posição da autarquia como “xerife do mercado” foi o estabelecimento de que as corretoras passariam a ser subordinadas às suas instruções. A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, por sua vez, não conseguiu se reerguer do baque. No dia 28 de abril de 2000, realizou seu último pregão e foi incorporada pela então Bovespa. Chegam os estrangeiros A partir da década de 1990, houve aceleração do movimento de abertura da economia brasileira, que levou ao aumento do volume de investidores estrangeiros atuando no mercado de capitais brasileiro. Ary Mattos Filho estava à frente da autarquia quando esse movimento foi

The direct consequences were a very precarious computerized system and only 25 employees to monitor the market, 14 in Rio de Janeiro and 11 in São Paulo. With a market of 3500 tax incentive companies, 960 publicly held corporations, nine stock exchanges, 300 brokers and distributors, various foundations, insurance companies, investment and mutual funds banks, this small number of employees could neither maintain order nor monitoring in an effective manner. Regulatory progress Even when facing difficulties, the CVM performance of the essence in market restructuring after Nahas’ case, starting a work that would make the Brazilian regulation one of the most advanced in the world. The Nahas’ case resulted in the settlement of brokers and distributors and the CVM was responsible for suspending the futures market until its complete restructuring, by defining new rules. It was reopened only four month later.

regulamentado por meio da Instrução CVM nº169, de 2 de janeiro de 1992. A medida proibia os investidores institucionais estrangeiros de utilizar recursos da carteira para, direta ou indiretamente, obter controle ou aumentar a sua participação em companhias controladas ou coligadas, ou adquirir valores mobiliários de companhias fechadas ou comercializar, no Brasil, fora do pregão, ações de companhias abertas. Neste clima de abertura, as empresas brasileiras começaram a acessar o mercado externo através da listagem de suas ações em Bolsas de Valores estrangeiras, principalmente a New York Stock Exchange, sob a forma de ADR’-s – American Depositary Reciepts –, com o objetivo de se capitalizar através do lançamento de valores mobiliários no exterior. A primeira empresa a lançar ADR’s foi a Aracruz Celulose, em maio de 1992, seguida pela Telebras, em 1995, Unibanco, Pão de Açúcar e Cervejaria Brahma, em 1997. Desta forma, as companhias abertas brasileiras foram obrigadas

In order to prevent the scandal from repeating, the exchanges began to submit weekly reports prepared by external audits on their operations. Another point that reinforced the autarchy’s position as “market sheriff ” resulted from the fact that it was established that brokers would become subordinate to its instructions. On the other hand, the Stock Exchange of Rio de Janeiro failed to recover from the blow. On April 28th, 2000, the last trading session was carried out and it was incorporated into the former Bovespa. Foreigners arrival From the 90s, there has been an acceleration of the opening of the Brazilian economy, which led to the increased volume of foreign investors operating in the Brazilian capital market. Ary Mattos Filho was ahead of the local autarchy when this movement was regulated through CVM Instruction N°.

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“Com a abertura da economia, no início da década de 90, as empresas brasileiras começaram a acessar o mercado externo lançando ADR’s na Bolsa de Nova York.” “With the opening of the economy, in the beginning of the 1990’s, the Brazilian companies started to access the foreign market by launching ADR’s [American Depositary Receipts]at the New York Stock Exchange.” a seguir diversas regras impostas pela SEC – Securities and Exchange Commission –, órgão regulador do mercado de capitais norteamericano, e passaram a ter contato com acionistas mais exigentes e sofisticados, acostumados a investir em mercados com práticas de governança corporativa mais avançadas que as aplicadas no Brasil.

169, dated January 2nd, 1992. The provision forbid foreign institutional investors to use portfolio resources, directly or indirectly, to obtain control or increase their participation in subsidiary or affiliated companies, or acquire securities from closely-held companies, or trade in Brazil, out of the trading session, shares of publicly-held corporations. In this climate of openness, Brazilian companies began to enter the international market by listing their shares on foreign stock exchanges, especially the New York Stock Exchange, in the form of ADRs – American Depositary Receipts – in order to achieve capitalization by launching securities abroad. The first company to launch ADRs was Aracruz Celulose, in May 1992, followed by Telebras in 1995, Unibanco, Pão de Açúcar and Cervejaria Brahma in 1997. Thus, Brazilian companies were required to follow a number of rules imposed by the SEC – Securities and Exchange Commission,

Processo de internacionalização Dentro do contexto de internacionalização, ao assumir a presidência da CVM, em dezembro de 1993, Thomás Tosta de Sá teve como preocupação principal fixar o nome da CVM entre as entidades internacionais. “Era importante ter um órgão prestigiado e respeitado internacionalmente. Por isso, acabei me tornando presidente do Cosra (Conselho de Reguladores de Valores Mobiliários das Américas, na sigla em inglês).” Como consequência, a CVM hoje é um órgão reconhecido e respeitado no mercado internacional. A segunda preocupação de Tosta de Sá era quanto à remuneração dos funcionários da CVM. Os salários, que estavam defasados, foram reajustados. O terceiro ponto envolvia o julgamento dos casos de crimes contra o mercado de capitais. “A visão era de que a penalidade precisava ser exemplar, o que ocorreu no julgamento do Caso Nahas”, conta. Em dezembro de 1994, Nahas recebeu sua condenação, por manipulação

regulatory agency of the US capital market, and started to have contact with more demanding and sophisticated shareholders, used to invest in markets with more advanced corporate governance practices than those applied in Brazil. Internationalization process Within the international context, when in December 1933 Thomás Tosta de Sá became chairman of CVM, his main concern was to fix CVM name among international entities. “It was important to have a prestigious and internationally respected body. Therefore, I have become chairman of Cosra (Council of Securities Regulators of the Americas)”. As a result, CVM is now a recognized and respected body in the international market. Tosta de Sá’s second concern was the remuneration of the CVM employees. Wages, which were outdated, were readjusted. The third point involved the judgment of crime cases

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e criação de condições artificiais, tendo de pagar uma multa de R$ 10.271.796,49, que equivaliam a 10% das suas ações fraudulentas realizadas em 1989. Esta foi uma das maiores multas aplicadas decorrente de danos ao mercado acionário no Brasil. Por último, durante sua gestão, Tosta de Sá buscou o desenvolvimento de outros produtos, como o Venture Capital, Fundos Imobiliários e Certificados Audiovisuais. A regulamentação ocorreu em março de 1994, quando a autarquia editou a Instrução CVM 209, prevendo e regulando os Fundos de Investimento em Empresas Emergentes, com o objetivo claro de estimular os investimentos de venture capital. Mais tarde, a Instrução CVM 391, de julho de 2003, regulamentou os Fundos de Investimento em Participações. Para Luiz Leonardo Cantidiano, presidente da CVM entre 2002 a 2004, o desenvolvimento de novos produtos, que tornaram o mercado maior e não limitado às ações, como FIDCS, CRIs, fundos imobiliários e sua regulamentação, por parte da

CVM, foram importantes para o desenvolvimento no final da década de 90 e início dos anos 2000. Já a área de fundos de investimento, que era regulada pelo Banco Central, passou às mãos da CVM, que deu atenção à valorização do cotista.

das empresas brasileiras. Além disso, permite a maior transparência e comparabilidade das demonstrações financeiras, facilitando o processo de tomada de decisão dos investidores, principalmente os internacionais.

IFRS: uma nova era Outro importante avanço promovido pela autarquia foi a adoção dos padrões internacionais de contabilidade, tanto para as instituições financeiras quanto para as companhias de capital aberto: o International Financial Reporting Standards (IFRS). A Lei nº 11.638/07 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2008 e, ao revisar os aspectos contábeis da Lei das S.As. (6.404/76), determinou a maior mudança na legislação societária até então. O objetivo foi fazer a convergência total entre as práticas contábeis brasileiras e as internacionais. A adoção do IFRS é vista como um grande passo no caminho da maior transparência das informações financeiras e melhoria das práticas de Governança Corporativa

Novos desafios Há um consenso quanto à credibilidade da CVM. “Há não só no mercado de capitais, mas em toda a sociedade, a noção de que a CVM é uma instituição essencial e apta para regular o mercado, proteger o investidor e que tem um papel fundamental para a economia”, diz Leonardo Pereira, atual presidente da autarquia. “Embora suas decisões possam ser questionadas aqui e ali, o respeito e o reconhecimento à sua autoridade são consensuais”, acrescenta. A fim de garantir que essa impressão se mantenha inalterada, Pereira implantou logo no início de sua gestão o Plano Estratégico da CVM, que busca aperfeiçoar a autarquia, tanto tecnologicamente quanto na capacitação de seu corpo técnico. “A intenção é manter a CVM

against capital markets. “The view was that the penalty needed to be exemplary, which is what happened in Nahas’ case judgment”, he says. In December 1994, Nahas received his conviction for manipulating and creating artificial conditions, having to pay a fine of R$ 10,271,796.49, which amounted to 10% of his fraudulent actions carried out in 1989. This was one of the largest fines resulting from damage to the stock market in Brazil. Lastly, during his tenure, Tosta de Sá sought the development of other products, such as Venture Capital, Real Estate Funds and Audio-Visual Certificates. The regulation was implemented in March, 1994, when the autarchy amended CVM Instruction Nº. 209, providing and regulating the Investment Funds in Emerging Companies, with the clear objective of encouraging venture capital investments. Later, CVM Instruction Nº. 391, dated July 2003, regulated the Investment Funds in Participations.

According to Luiz Leonardo Cantidiano, CVM chairman from 2002 to 2004, the development of new products responsible for expanding the market and not limited to actions such as FIDCS, CRIs, real estate funds and its regulation by the CVM, were important for the development in the late 90s and early 2000s. The area of investment funds, which was regulated by the Central Bank, passed into the hands of the CVM that gave attention to the appreciation of the quotaholder.

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IFRS: a new era Another important development promoted by the autarchy was the adoption of international accounting standards, both for financial institutions and for publiclyheld corporations: the International Financial Reporting Standards (IFRS). Law Nº. 11.638/07 entered into force on January 1st, 2008 and, upon reviewing the financial

aspects of the Corporation Act (6.404/76), determined the greatest change in corporate law until then. The goal was to achieve full convergence between Brazilian and international accounting practices. The adoption of IFRS is seen as a major step towards a greater transparency of financial information and an improve of corporate governance practices of Brazilian companies. Moreover, it allows greater transparency and comparability of financial statements, facilitating investors’ decision-making process of investors, mainly of international investors. New challenges There is a consensus on CVM credibility. “Not only in the capital market, but throughout society, there is the notion that CVM is an essential and capable institution to regulate the market, protect investors and that plays a key-role in the economy”, says Leonardo

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apta para o acompanhamento do setor e manter a regulação em linha com as melhores práticas internacionais”, diz. Em paralelo à busca pelo seu próprio aperfeiçoamento, a entidade se mantém ativa na regulação do mercado. Nesse sentido, Pereira destaca que, apenas em 2015, foram publicadas 19 novas instruções. “Não se trata de novas normas, mas sim do aperfeiçoamento das existentes, o que busca impulsionar a indústria de fundos de investimento, custódia, infraestrutura do mercado, entre outros. A intenção é garantir que, passada a volatilidade observada atualmente, haja bases sólidas para o desenvolvimento do mercado.” Por ora, o cenário provoca a contração dos investimentos. Os juros altos e a recessão são fatores que conspiram contra o mercado. Há uma situação de pessimismo. Diante desse quadro, a redução do número de investidores e de companhias abertas tem se intensificado. Somente em 2014, cinco empresas fizeram ofertas públicas de aquisições (OPAs) para recomprar suas ações no mer-

cado, enquanto que apenas uma (Ourofino) realizou uma oferta inicial de ações (IPO). Já no ano passado, 25 companhias deixaram de ser listadas na CVM pelo motivo de “Cancelamento Voluntário”, e mais três saíram nos primeiros meses de 2016. Pereira considera a redução do número de empresas listadas em Bolsa como reflexo do momento econômico.

“O que buscamos é aperfeiçoar o marco regulatório para quando o país retomar seu potencial de crescimento, quando a volatilidade diminuir, haja bases legais sólidas para o desenvolvimento do mercado.” Para ele, o problema não é as empresas deixarem o mercado. “Isso ocorre em todo o mundo. O problema é não haver a entrada de novas companhias”, diz. Em 1989, o número de empresas listadas atingiu o seu maior nível: 592 companhias abertas com negociação de ações. A tendência hoje é inversa. Existem 358 empresas listadas, o que reflete a saída de 234 companhias na comparação com 1989. Outro ponto destacado pelo presidente da CVM é a elaboração de um Código Único de Governança Corporativa. Desenvolvido por um grupo de trabalho que reúne onze entidades do mercado, entre elas a ABRASCA. “Hoje, mais de 50 países adotam um código único de Governança Corporativa e consideramos esse um passo importantíssimo para o mercado”, conclui Leonardo Pereira.

Pereira, the current chairman of the autarchy. “Although its decisions can be challenged here and there, the respect and recognition of its authority is consensual”, he adds. In order to ensure that this impression remains unchanged, at the beginning of his tenure Pereira deployed the CVM Strategic Plan, which aims to improve the local autarchy, both in technological terms and by training its technical personnel. “The intention is to keep CVM able to monitor the sector and maintain the regulations in line with international best practices”, he says. In parallel to the search for his own improvement, the organization has remained active in regulating the market. Accordingly, Pereira pointed out that, only in 2015 19 new instructions were published. “These are not new rules, but the improvement of existing ones, which aims to encourage the industry of investment funds, custody, market infrastructure, inter alia. The intention is

to ensure that, once the currently observed volatility is gone, there is a solid foundation for market development”. For now, the scenario causes investment contraction. High interest rates and recession are factors conspiring against the market. There is a pessimistic situation. Given this situation, the reduction in the number of investors and publicly-held corporations has increased. Only in 2014, five companies made public takeover bids to repurchase its shares in the market, while only one (Ourofino) conducted an initial offer of shares. Since last year, 25 companies are no longer listed on CVM by reason of “Voluntary Termination”, and three more were removed in early 2016. Pereira considers reducing the number of listed companies as a reflection of the economic period. “We intend to improve the regulatory framework so that, when the country resume its growth potential, when volatility decreases, there will be solid legal

basis for the development of the market”. For him, the problem is not represented by companies leaving the market. “This occurs worldwide. The problem is that there is no registration of new companies”, he says. In 1989, the number of listed companies attained its higher level: 592 publicly-held corporations with share trade. Nowadays the trend is reversed. There are 358 listed companies, which reflects the output of 234 companies when compared with 1989. Another point highlighted by the CVM chairman is the development of a Single Code of Corporate Governance. Developed by a working group that brings together eleven market entities, including ABRASCA, it is to be launched in June and will have the authority of a regulatory body. “Nowadays, more than 50 countries has adopted a Single Code of Corporate Governance and we believe this a major step in the market”, concludes Leonardo Pereira.

“Outro importante avanço foi a adoção dos padrões internacionais de contabilidade, tanto para instituições financeiras quanto para as companhias abertas: o IFRS.” “One other important advance was the adoption of the international accounting standards, both for financial institutions and for publicly held companies: The IFRS [International Financial Reporting Standards].”

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e criação de condições artificiais, tendo de pagar uma multa de R$ 10.271.796,49, que equivaliam a 10% das suas ações fraudulentas realizadas em 1989. Esta foi uma das maiores multas aplicadas decorrente de danos ao mercado acionário no Brasil. Por último, durante sua gestão, Tosta de Sá buscou o desenvolvimento de outros produtos, como o Venture Capital, Fundos Imobiliários e Certificados Audiovisuais. A regulamentação ocorreu em março de 1994, quando a autarquia editou a Instrução CVM 209, prevendo e regulando os Fundos de Investimento em Empresas Emergentes, com o objetivo claro de estimular os investimentos de venture capital. Mais tarde, a Instrução CVM 391, de julho de 2003, regulamentou os Fundos de Investimento em Participações. Para Luiz Leonardo Cantidiano, presidente da CVM entre 2002 a 2004, o desenvolvimento de novos produtos, que tornaram o mercado maior e não limitado às ações, como FIDCS, CRIs, fundos imobiliários e sua regulamentação, por parte da

CVM, foram importantes para o desenvolvimento no final da década de 90 e início dos anos 2000. Já a área de fundos de investimento, que era regulada pelo Banco Central, passou às mãos da CVM, que deu atenção à valorização do cotista.

das empresas brasileiras. Além disso, permite a maior transparência e comparabilidade das demonstrações financeiras, facilitando o processo de tomada de decisão dos investidores, principalmente os internacionais.

IFRS: uma nova era Outro importante avanço promovido pela autarquia foi a adoção dos padrões internacionais de contabilidade, tanto para as instituições financeiras quanto para as companhias de capital aberto: o International Financial Reporting Standards (IFRS). A Lei nº 11.638/07 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2008 e, ao revisar os aspectos contábeis da Lei das S.As. (6.404/76), determinou a maior mudança na legislação societária até então. O objetivo foi fazer a convergência total entre as práticas contábeis brasileiras e as internacionais. A adoção do IFRS é vista como um grande passo no caminho da maior transparência das informações financeiras e melhoria das práticas de Governança Corporativa

Novos desafios Há um consenso quanto à credibilidade da CVM. “Há não só no mercado de capitais, mas em toda a sociedade, a noção de que a CVM é uma instituição essencial e apta para regular o mercado, proteger o investidor e que tem um papel fundamental para a economia”, diz Leonardo Pereira, atual presidente da autarquia. “Embora suas decisões possam ser questionadas aqui e ali, o respeito e o reconhecimento à sua autoridade são consensuais”, acrescenta. A fim de garantir que essa impressão se mantenha inalterada, Pereira implantou logo no início de sua gestão o Plano Estratégico da CVM, que busca aperfeiçoar a autarquia, tanto tecnologicamente quanto na capacitação de seu corpo técnico. “A intenção é manter a CVM

against capital markets. “The view was that the penalty needed to be exemplary, which is what happened in Nahas’ case judgment”, he says. In December 1994, Nahas received his conviction for manipulating and creating artificial conditions, having to pay a fine of R$ 10,271,796.49, which amounted to 10% of his fraudulent actions carried out in 1989. This was one of the largest fines resulting from damage to the stock market in Brazil. Lastly, during his tenure, Tosta de Sá sought the development of other products, such as Venture Capital, Real Estate Funds and Audio-Visual Certificates. The regulation was implemented in March, 1994, when the autarchy amended CVM Instruction Nº. 209, providing and regulating the Investment Funds in Emerging Companies, with the clear objective of encouraging venture capital investments. Later, CVM Instruction Nº. 391, dated July 2003, regulated the Investment Funds in Participations.

According to Luiz Leonardo Cantidiano, CVM chairman from 2002 to 2004, the development of new products responsible for expanding the market and not limited to actions such as FIDCS, CRIs, real estate funds and its regulation by the CVM, were important for the development in the late 90s and early 2000s. The area of investment funds, which was regulated by the Central Bank, passed into the hands of the CVM that gave attention to the appreciation of the quotaholder.

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IFRS: a new era Another important development promoted by the autarchy was the adoption of international accounting standards, both for financial institutions and for publiclyheld corporations: the International Financial Reporting Standards (IFRS). Law Nº. 11.638/07 entered into force on January 1st, 2008 and, upon reviewing the financial

aspects of the Corporation Act (6.404/76), determined the greatest change in corporate law until then. The goal was to achieve full convergence between Brazilian and international accounting practices. The adoption of IFRS is seen as a major step towards a greater transparency of financial information and an improve of corporate governance practices of Brazilian companies. Moreover, it allows greater transparency and comparability of financial statements, facilitating investors’ decision-making process of investors, mainly of international investors. New challenges There is a consensus on CVM credibility. “Not only in the capital market, but throughout society, there is the notion that CVM is an essential and capable institution to regulate the market, protect investors and that plays a key-role in the economy”, says Leonardo

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apta para o acompanhamento do setor e manter a regulação em linha com as melhores práticas internacionais”, diz. Em paralelo à busca pelo seu próprio aperfeiçoamento, a entidade se mantém ativa na regulação do mercado. Nesse sentido, Pereira destaca que, apenas em 2015, foram publicadas 19 novas instruções. “Não se trata de novas normas, mas sim do aperfeiçoamento das existentes, o que busca impulsionar a indústria de fundos de investimento, custódia, infraestrutura do mercado, entre outros. A intenção é garantir que, passada a volatilidade observada atualmente, haja bases sólidas para o desenvolvimento do mercado.” Por ora, o cenário provoca a contração dos investimentos. Os juros altos e a recessão são fatores que conspiram contra o mercado. Há uma situação de pessimismo. Diante desse quadro, a redução do número de investidores e de companhias abertas tem se intensificado. Somente em 2014, cinco empresas fizeram ofertas públicas de aquisições (OPAs) para recomprar suas ações no mer-

cado, enquanto que apenas uma (Ourofino) realizou uma oferta inicial de ações (IPO). Já no ano passado, 25 companhias deixaram de ser listadas na CVM pelo motivo de “Cancelamento Voluntário”, e mais três saíram nos primeiros meses de 2016. Pereira considera a redução do número de empresas listadas em Bolsa como reflexo do momento econômico.

“O que buscamos é aperfeiçoar o marco regulatório para quando o país retomar seu potencial de crescimento, quando a volatilidade diminuir, haja bases legais sólidas para o desenvolvimento do mercado.” Para ele, o problema não é as empresas deixarem o mercado. “Isso ocorre em todo o mundo. O problema é não haver a entrada de novas companhias”, diz. Em 1989, o número de empresas listadas atingiu o seu maior nível: 592 companhias abertas com negociação de ações. A tendência hoje é inversa. Existem 358 empresas listadas, o que reflete a saída de 234 companhias na comparação com 1989. Outro ponto destacado pelo presidente da CVM é a elaboração de um Código Único de Governança Corporativa. Desenvolvido por um grupo de trabalho que reúne onze entidades do mercado, entre elas a ABRASCA. “Hoje, mais de 50 países adotam um código único de Governança Corporativa e consideramos esse um passo importantíssimo para o mercado”, conclui Leonardo Pereira.

Pereira, the current chairman of the autarchy. “Although its decisions can be challenged here and there, the respect and recognition of its authority is consensual”, he adds. In order to ensure that this impression remains unchanged, at the beginning of his tenure Pereira deployed the CVM Strategic Plan, which aims to improve the local autarchy, both in technological terms and by training its technical personnel. “The intention is to keep CVM able to monitor the sector and maintain the regulations in line with international best practices”, he says. In parallel to the search for his own improvement, the organization has remained active in regulating the market. Accordingly, Pereira pointed out that, only in 2015 19 new instructions were published. “These are not new rules, but the improvement of existing ones, which aims to encourage the industry of investment funds, custody, market infrastructure, inter alia. The intention is

to ensure that, once the currently observed volatility is gone, there is a solid foundation for market development”. For now, the scenario causes investment contraction. High interest rates and recession are factors conspiring against the market. There is a pessimistic situation. Given this situation, the reduction in the number of investors and publicly-held corporations has increased. Only in 2014, five companies made public takeover bids to repurchase its shares in the market, while only one (Ourofino) conducted an initial offer of shares. Since last year, 25 companies are no longer listed on CVM by reason of “Voluntary Termination”, and three more were removed in early 2016. Pereira considers reducing the number of listed companies as a reflection of the economic period. “We intend to improve the regulatory framework so that, when the country resume its growth potential, when volatility decreases, there will be solid legal

basis for the development of the market”. For him, the problem is not represented by companies leaving the market. “This occurs worldwide. The problem is that there is no registration of new companies”, he says. In 1989, the number of listed companies attained its higher level: 592 publicly-held corporations with share trade. Nowadays the trend is reversed. There are 358 listed companies, which reflects the output of 234 companies when compared with 1989. Another point highlighted by the CVM chairman is the development of a Single Code of Corporate Governance. Developed by a working group that brings together eleven market entities, including ABRASCA, it is to be launched in June and will have the authority of a regulatory body. “Nowadays, more than 50 countries has adopted a Single Code of Corporate Governance and we believe this a major step in the market”, concludes Leonardo Pereira.

“Outro importante avanço foi a adoção dos padrões internacionais de contabilidade, tanto para instituições financeiras quanto para as companhias abertas: o IFRS.” “One other important advance was the adoption of the international accounting standards, both for financial institutions and for publicly held companies: The IFRS [International Financial Reporting Standards].”

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

AÇÚCAR E ÁLCOOL

Sugar and ethanol

ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO

Safra e bons preços garantem lucro

Crop and good prices warrant profits

Perspectivas são favoráveis

A

s adversidades da economia brasileira não chegaram a afetar o desempenho do setor de açúcar e álcool em 2015. Além de uma boa safra, o governo realizou sucessivos reajustes nos preços da gasolina, que, juntamente com a volta da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), garantiram maior competitividade ao etanol hidratado como combustível alternativo. Cabe citar também que em fevereiro do ano passado foi aprovada a elevação do etanol anidro na formulação da gasolina (de 25% para 27%) e do diesel (5% para 6%). Em decorrência da maior competitividade do etanol hidratado, os volumes aumentaram mais de 40% em relação a 2014, enquanto o consumo de gasolina retrocedeu 9,4%, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Já no segmento de açúcar, o aumento da produção mundial nos últimos anos foi compensado pelo crescimento do consumo de países asiáticos e africanos. Segundo a Unites States Department of Agriculture (USDA), o consumo mundial ao longo da safra 2015/16 chegou a 175 milhões de toneladas de açúcar, frente a uma produção estimada em 170 milhões de toneladas. O Brasil atualmente responde por cerca de metade do açúcar comercializado no mundo, e em termos de produção fica atrás somente da Índia, porém o país asiático acaba por consumir internamente praticamente toda a sua produção. Assim, a valorização de mais de 40% do dólar e o aumento dos preços no mercado internacional elevaram o faturamento das empresas. Diante deste quadro, as empresas do setor com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com receita de R$ 21,79 bilhões, aumento de 7,95% em relação aos R$ 19,98 bilhões apurados em 2014. O lucro consolidado dessas companhias passou de R$ 1,49 bilhão para R$ 1,69 bilhão, crescimento de 11,59% na comparação dos dois períodos.

The adversities of the Brazilian economy did not come to affect the performance of the sugar and alcohol sector in 2015. In addition to a good crop, the government made several readjustments in the prices of gasoline, which together with the return of the Contribution for Intervention in the Economic Domain (Cide) warranted enhanced competitiveness to the hydrated ethanol as an alternative fuel. It should be further cited that in February of last year there was approved the increase of the anhydrous ethanol in the formulation of gasoline (from 25% to 27%) and of the diesel fuel (5% to 6%). Due to the greater competitiveness of the hydrated ethanol, the volumes increased more than 40% with relation to 2014, while the consumption of gasoline diminished 9.4%, according to the National Petroleum Agency (ANP). In the sugar segment, the increase in world production in the last years was compensated by the growth of consumption of countries in Asia and Africa. According to the Unites States Department of Agriculture (USDA) the worldwide consumption along the crop of 2015/16 reached 175 million tons of sugar, over an estimated projection of 170 million tons. Brazil currently produces about one half of the sugar commercialized in the world, and in terms of production it is only behind India, however the Asian country ends up consuming internally practically its whole production. Thus, the valuation of more than 40% of the US dollar and the rise in prices in the international market increased the income of the companies. In light of this situation, the companies of the sector having shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with an income of R$ 21,79 billion, an increase of 7.95% relatively to the R$ 19,98 billion earned in 2014. The consolidated profits of those companies went from R$ 1.49 billion to R$ 1.69 billion, a growth of 11.59% in the comparison of the two periods.

Açúcar e álcool Sugar and ethanol Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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Sectorial performance

Food, beverages and tobacco

A

indústria de alimentos e bebidas fechou 2015 com queda de 2,5%. Segundo pesquisa do IBGE, foi o recuo mais acentuado desde 2003, quando o setor registrou perda de 4,9%, refletindo a retração da economia brasileira. Já as 16 companhias abertas que compõem o setor na BM&FBovespa não foram tão afetadas pela conjuntura interna e fecharam o ano com aumento de 19,8% no lucro líquido, que totalizou R$ 20,05 bilhões. No mercado acionário, este segmento é formado por grandes companhias produtoras de carnes bovinas, suína, frango e bebidas que se beneficiaram com a valorização cambial. Desse grupo, quase 85% das receitas, que somaram R$ 288,31 bilhões em 2015, vieram da JBS (57%), Ambev (16%) e BRF (11%). A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), por exemplo, comemora os bons resultados alcançados em 2015 com faturamento de mais de US$ 5,4 bilhões. O presidente da entidade, Antônio Camardelli, destacou a reabertura do mercado mundial para a carne brasileira, na China, nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Iraque, na África do Sul e no Japão. Para ele, as perspectivas são animadoras para 2016 e espera que o faturamento do setor chegue a US$ 7,5 bilhões. Já o setor de bebidas sofreu os efeitos da recessão, com queda de 12% na produção de cervejas e de 12% na de refrigerantes. A Ambev, única empresa do setor representada em Bolsa, para contornar os impactos adversos do mercado doméstico, aumentou as vendas em países da América Latina e Caribe. No mercado interno, ampliou as vendas de cervejas Premium, que cada vez mais conquista o gosto do brasileiro. Para 2016, os analistas esperam que a realização das Olimpíadas e a melhora do ambiente político do país compensem a queda nas vendas ocorridas nos primeiros meses do ano.

Perspectives are favorable The food and beverages industry closed 2015 with a loss of 2.5%. According to a research of the IBGE this was the most significant loss since 2003, at which time the sector recorded a loss of 4.9%, reflecting the retraction of the Brazilian industry. On the other hand, the 16 open-capital companies that make up the sector at the BM&FBovespa stock exchange were not so affected by the internal situation and closed the year with an increase of 19.8% in the net profit, which amounted to R$ 20.05 billion. In the stock market this segment is formed by large companies that produce bovine, pork, chicken meat and beverages that were benefited by the currency exchange valuation. From that group, almost 85% of the income, which added up to R$ 288,31 billion in 2015, came from JBS (57%), Ambev (16%) and BRF (11%). The Brazilian Association of Meat Exporting Companies (Abiec), for example, commemorates the good results achieved in 2015 with earnings of more than US$ 5.4 billion. The president of the entity, Antônio Camardelli, pointed out the reopening of the world market to Brazilian meat, in China, the United States, Saudi Arabia, Iraq, South Africa and Japan. To him, the perspectives are stimulating for 2016 and he expects the income of the sector to reach US$ 7.5 billion. In turn, the beverages sector suffered the effects of the recession with a fall of 12% in the production of beers and 12% in that of soft drinks. Ambev, which is the only company represented in the stock exchange to sidestep the adverse impacts of the domestic market, increased the sales in countries of Latin America and the Caribbean. In the internal market, it increased the sales of Premium beers, which increasingly conquer the taste of the Brazilians. For 2016 the analysts expect that the holding of the Olympics and a better political situation in the Country might compensate the loss in sales that occurred in the first months of the year.

Alimentos, bebidas e fumo Food, beverage and tobacco 2014 (R$ 1.000) 66.478.988 1.567.646 0,30 29.801.109 19.984.460 1.498.601 3.524.845 1,23

2015 (R$ 1.000) 85.086.258 1.125.267 0,26 29.911.387 21.763.319 1.693.025 4.996.727 1,84

Var. Real % Actual Var. % 25,00% -25,21% 0,33% 7,95% 11,59% 37,30% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 241.984.495 26.858.621 0,94 99.441.171 226.571.627 16.741.961 29.997.907 1,43

2015 (R$ 1.000) 309.574.268 24.228.149 0,93 106.562.417 288.312.234 20.057.211 35.445.458 1,91

Var. Real % Actual Var. % 24,95% -8,75% 6,40% 24,34% 17,69% 16,22% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

AÇÚCAR E ÁLCOOL

Sugar and ethanol

ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO

Safra e bons preços garantem lucro

Crop and good prices warrant profits

Perspectivas são favoráveis

A

s adversidades da economia brasileira não chegaram a afetar o desempenho do setor de açúcar e álcool em 2015. Além de uma boa safra, o governo realizou sucessivos reajustes nos preços da gasolina, que, juntamente com a volta da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), garantiram maior competitividade ao etanol hidratado como combustível alternativo. Cabe citar também que em fevereiro do ano passado foi aprovada a elevação do etanol anidro na formulação da gasolina (de 25% para 27%) e do diesel (5% para 6%). Em decorrência da maior competitividade do etanol hidratado, os volumes aumentaram mais de 40% em relação a 2014, enquanto o consumo de gasolina retrocedeu 9,4%, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Já no segmento de açúcar, o aumento da produção mundial nos últimos anos foi compensado pelo crescimento do consumo de países asiáticos e africanos. Segundo a Unites States Department of Agriculture (USDA), o consumo mundial ao longo da safra 2015/16 chegou a 175 milhões de toneladas de açúcar, frente a uma produção estimada em 170 milhões de toneladas. O Brasil atualmente responde por cerca de metade do açúcar comercializado no mundo, e em termos de produção fica atrás somente da Índia, porém o país asiático acaba por consumir internamente praticamente toda a sua produção. Assim, a valorização de mais de 40% do dólar e o aumento dos preços no mercado internacional elevaram o faturamento das empresas. Diante deste quadro, as empresas do setor com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com receita de R$ 21,79 bilhões, aumento de 7,95% em relação aos R$ 19,98 bilhões apurados em 2014. O lucro consolidado dessas companhias passou de R$ 1,49 bilhão para R$ 1,69 bilhão, crescimento de 11,59% na comparação dos dois períodos.

The adversities of the Brazilian economy did not come to affect the performance of the sugar and alcohol sector in 2015. In addition to a good crop, the government made several readjustments in the prices of gasoline, which together with the return of the Contribution for Intervention in the Economic Domain (Cide) warranted enhanced competitiveness to the hydrated ethanol as an alternative fuel. It should be further cited that in February of last year there was approved the increase of the anhydrous ethanol in the formulation of gasoline (from 25% to 27%) and of the diesel fuel (5% to 6%). Due to the greater competitiveness of the hydrated ethanol, the volumes increased more than 40% with relation to 2014, while the consumption of gasoline diminished 9.4%, according to the National Petroleum Agency (ANP). In the sugar segment, the increase in world production in the last years was compensated by the growth of consumption of countries in Asia and Africa. According to the Unites States Department of Agriculture (USDA) the worldwide consumption along the crop of 2015/16 reached 175 million tons of sugar, over an estimated projection of 170 million tons. Brazil currently produces about one half of the sugar commercialized in the world, and in terms of production it is only behind India, however the Asian country ends up consuming internally practically its whole production. Thus, the valuation of more than 40% of the US dollar and the rise in prices in the international market increased the income of the companies. In light of this situation, the companies of the sector having shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with an income of R$ 21,79 billion, an increase of 7.95% relatively to the R$ 19,98 billion earned in 2014. The consolidated profits of those companies went from R$ 1.49 billion to R$ 1.69 billion, a growth of 11.59% in the comparison of the two periods.

Açúcar e álcool Sugar and ethanol Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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Sectorial performance

Food, beverages and tobacco

A

indústria de alimentos e bebidas fechou 2015 com queda de 2,5%. Segundo pesquisa do IBGE, foi o recuo mais acentuado desde 2003, quando o setor registrou perda de 4,9%, refletindo a retração da economia brasileira. Já as 16 companhias abertas que compõem o setor na BM&FBovespa não foram tão afetadas pela conjuntura interna e fecharam o ano com aumento de 19,8% no lucro líquido, que totalizou R$ 20,05 bilhões. No mercado acionário, este segmento é formado por grandes companhias produtoras de carnes bovinas, suína, frango e bebidas que se beneficiaram com a valorização cambial. Desse grupo, quase 85% das receitas, que somaram R$ 288,31 bilhões em 2015, vieram da JBS (57%), Ambev (16%) e BRF (11%). A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), por exemplo, comemora os bons resultados alcançados em 2015 com faturamento de mais de US$ 5,4 bilhões. O presidente da entidade, Antônio Camardelli, destacou a reabertura do mercado mundial para a carne brasileira, na China, nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Iraque, na África do Sul e no Japão. Para ele, as perspectivas são animadoras para 2016 e espera que o faturamento do setor chegue a US$ 7,5 bilhões. Já o setor de bebidas sofreu os efeitos da recessão, com queda de 12% na produção de cervejas e de 12% na de refrigerantes. A Ambev, única empresa do setor representada em Bolsa, para contornar os impactos adversos do mercado doméstico, aumentou as vendas em países da América Latina e Caribe. No mercado interno, ampliou as vendas de cervejas Premium, que cada vez mais conquista o gosto do brasileiro. Para 2016, os analistas esperam que a realização das Olimpíadas e a melhora do ambiente político do país compensem a queda nas vendas ocorridas nos primeiros meses do ano.

Perspectives are favorable The food and beverages industry closed 2015 with a loss of 2.5%. According to a research of the IBGE this was the most significant loss since 2003, at which time the sector recorded a loss of 4.9%, reflecting the retraction of the Brazilian industry. On the other hand, the 16 open-capital companies that make up the sector at the BM&FBovespa stock exchange were not so affected by the internal situation and closed the year with an increase of 19.8% in the net profit, which amounted to R$ 20.05 billion. In the stock market this segment is formed by large companies that produce bovine, pork, chicken meat and beverages that were benefited by the currency exchange valuation. From that group, almost 85% of the income, which added up to R$ 288,31 billion in 2015, came from JBS (57%), Ambev (16%) and BRF (11%). The Brazilian Association of Meat Exporting Companies (Abiec), for example, commemorates the good results achieved in 2015 with earnings of more than US$ 5.4 billion. The president of the entity, Antônio Camardelli, pointed out the reopening of the world market to Brazilian meat, in China, the United States, Saudi Arabia, Iraq, South Africa and Japan. To him, the perspectives are stimulating for 2016 and he expects the income of the sector to reach US$ 7.5 billion. In turn, the beverages sector suffered the effects of the recession with a fall of 12% in the production of beers and 12% in that of soft drinks. Ambev, which is the only company represented in the stock exchange to sidestep the adverse impacts of the domestic market, increased the sales in countries of Latin America and the Caribbean. In the internal market, it increased the sales of Premium beers, which increasingly conquer the taste of the Brazilians. For 2016 the analysts expect that the holding of the Olympics and a better political situation in the Country might compensate the loss in sales that occurred in the first months of the year.

Alimentos, bebidas e fumo Food, beverage and tobacco 2014 (R$ 1.000) 66.478.988 1.567.646 0,30 29.801.109 19.984.460 1.498.601 3.524.845 1,23

2015 (R$ 1.000) 85.086.258 1.125.267 0,26 29.911.387 21.763.319 1.693.025 4.996.727 1,84

Var. Real % Actual Var. % 25,00% -25,21% 0,33% 7,95% 11,59% 37,30% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 241.984.495 26.858.621 0,94 99.441.171 226.571.627 16.741.961 29.997.907 1,43

2015 (R$ 1.000) 309.574.268 24.228.149 0,93 106.562.417 288.312.234 20.057.211 35.445.458 1,91

Var. Real % Actual Var. % 24,95% -8,75% 6,40% 24,34% 17,69% 16,22% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Atacado e Varejo

Wholesale and retail

BancoS e crédito

Banking

Comércio tem retração histórica

Commerce has an historical retraction

Bancos devem lucrar menos

Banks are expected to have less profit

A

elevação dos juros ao longo de 2015, a deterioração do mercado de trabalho e a inflação alta inibiram o consumo das famílias e pesaram para o desempenho do comércio no ano passado. As vendas do setor fecharam 2015 com queda de 4,3%, o recuo mais intenso da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2001. As perdas mais expressivas ocorreram nos setores de móveis e eletrodomésticos (-14,0%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,5%); tecidos, vestuário e calçados (-8,7%) e combustíveis e lubrificantes (-6,2%). A receita das 23 empresas abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fechou 2015 em R$ 195,35 bilhões, com alta de 7,16% em relação ao resultado de 2014. Ainda assim, o lucro acumulado desse grupo de companhias caiu 76,96% ao totalizar R$ 710,38 milhões e o Ebit ficou em R$ 9,29 milhões, com queda de 28,03% na comparação com o ano anterior. A única empresa que apresentou lucro foi a Saraiva, R$ 93,7 milhões, uma alta de 1.367%. Essa variação expressiva foi decorrente da venda de ativos editoriais para a Somos Educação, concluída no final de dezembro de 2015. Excluindo esse fato, o Ebit da empresa fechou o ano com queda de 300%. Para 2016, a retração deve ser um pouco menor, sobretudo por conta do arrefecimento da inflação e reajuste do salário mínimo, segundo os analistas. Para eles, o varejo de vestuários, móveis e eletroeletrônicos continuará apresentando desempenho mais fraco do que outras categorias, como os supermercados. Em função desse cenário difícil, as companhias estão postergando ou até mesmo cancelando os investimentos em aberturas de lojas.

The rise of interest rates throughout 2015, the deterioration of the labor market and the high inflation inhibited the consumption of the families and had a heavy effect on the performance of commerce last year. Sales in the sector closed 2015 with a loss of 4.3%, the most intense retreat of the historical series of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), initiated in 2001. The most expressive losses occurred in the sector of furniture and home appliances (-14,0%); hypermarkets, food products, beverages and tobacco (-2,5%); fabrics, clothing, and footwear (-8,7%) and fuels and lubricants (-6,2%). The income of the 23 open-capital companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 at R$ 195.35 billion, with a rise of 7.16% relatively to the results of 2014. Still, the accumulated profit of that group of companies fell 76.96% on totalizing R$ 710.38 million and the Ebit stayed at R$ 9.29 million, with a fall of 28.03% compared with the preceding year. The only company to show a profit was Saraiva, R$ 93.7 million, an increase of 1,367%. That significant variation arose from the sale of editorial assets to Somos Educação, concluded in the end of December 2015. Excluding that fact, the Ebit of the company closed the year with a loss of 300%. According to the analysts, the perspectives for 2016 are not encouraging due to the reduction in investments, high interest rate, devaluation of the real and the increase of unemployment and deterioration of the credit market. They calculate that the retail of clothing, furniture and electroelectronic products will continue to show a weaker performance than other categories, which should not occur with the supermarkets. Based on that difficult and complex scenario, many companies are postponing or even canceling investments in the opening of shops.

Atacado e Varejo Wholesale and retail Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

46

A

s estimativas das instituições financeiras internacionais traçam um cenário cauteloso para os bancos brasileiros em 2016. Para elas, a rentabilidade das grandes instituições pode ficar abaixo de dois dígitos, impactada pelo aumento da inadimplência e da carga tributária em função do ajuste fiscal. No cenário mais pessimista, estimado pelo Bank of America Merril Lynch (BofA), o lucro dos bancos deve cair 18%, enquanto o Credit Suisse espera queda de 10%. Para os analistas do Credit Suisse, o mercado superestima o crescimento das margens financeiras e subestima o aumento das provisões em 2016. Segundo eles, “todos os bancos vêm entregando retorno (ROE, na sigla em inglês) abaixo do custo de capital, em meio à queda dos empréstimos em termos reais e aumento muito maior do custo de risco”, destacam em relatório aos clientes. O lucro dos 26 bancos com ações listadas na BM&FBovespa totalizou no ano passado R$ 68,78 milhões, uma alta de 27,80% em relação aos R$ 51,34 milhões obtidos em 2014. Grande parte do resultado foi obtido por uma severa redução de custos e aumentos nas receitas de serviços, seguros e na concessão de crédito imobiliário e consignado. O crescimento mais expressivo no lucro líquido foi o do Santander BR que fechou o ano passado com resultado de R$ 6,98 bilhões, alta de 200% superior aos R$ 2,15 bilhões obtidos em 2014. Em segundo lugar, consta o Banese com aumento de 258% no lucro, seguido pelo Sofisa com alta de 118,5%. O resultado das outras três grandes instituições subiu 18,6% na média. O Banco do Brasil fechou o ano com lucro de R$ 14,1 bilhões, 22,08% superior ao de 2014; o Itaú Unibanco com R$ 23,35 bilhões, alta de 13,76% e o Bradesco com R$ 17,18 bilhões, resultado 12,4% superior ao de 2014.

The estimates of the international banking institutions draw a careful scenario for the Brazilian banks in 2016. To them, the profitability of the large institutions may stay below two digits, under the impact of increasing defaulting and of the tax burden arising from the fiscal adjustment. In the most pessimistic scenario, estimated by the Bank of America Merril Lynch (BofA), the profit of the banks is due to fall 18%, while the Crédit Suisse expects a fall of 10%. To the analysis of the Crédit Suisse, the market overestimates the growth of the financial margins and underestimates the increase in provisions in 2016. According to them: “all the banks have been employing a return (ROE, in the English acronym) below the cost of the capital, in the middle of the fall of the loans in real terms and a much increased rise of the cost of risk”, as pointed out in a report to the clients. The profit of the 26 banks with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange came to a total R$ 68.78 million, up 27.80% from the R$ 51.34 million obtained in 2014. A great part of the result was obtained through a severe reduction of costs and increase in the revenues of services, insurance and in the granting of real estate and consigned credit. The most expressive growth in net profits was that of the Santander BR, which closed last year with a result of R$ 6.98 billion, up 200% from the R$ 2.15 billion obtained in 2014. In second place came the Banese with a rise of 258% in profits, followed by Sofisa which was up by 118.5%. The result of the other three large institutions was up 18.6% in average. Banco do Brasil closed the year with a profit of R$ 14.1 billion, up 22.08% from that of 2014; ItauUnibanco closed with R$ 23.35 billion, up 13.76%; and Bradesco closed with R$ 17.18 billion, a result 12.4% up from 2014.

Bancos e crédito Banking 2014 (R$ 1.000) 163.155.518 16.502.484 1,11 56.017.432 180.824.140 5.129.164 13.544.922 1,91

2015 (R$ 1.000) 199.699.800 21.876.556 0,98 61.617.071 195.352.231 710.386 9.294.254 2,24

Var. Real % Actual Var. % 20,01% 29,09% 8,93% 7,18% -76,96% -28,03% -

Ativo total Total assets Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita da Intermediação Financeira Income from financial intermediation Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) Endividamento Total Total debt Alavancagem Leverage

2014 (R$ 1.000) 4.637.358.345 0,10 360.317.643 469.592.256 54.197.613 4.277.040.701 11,87

2015 (R$ 1.000) 5.015.336.508 0,12 373.208.230 605.646.345 71.061.684 4.642.128.278 12,44

Var. Real % Actual Var.% 7,28% 3,20% 25,88% 27,80% 7,63% -

47


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Atacado e Varejo

Wholesale and retail

BancoS e crédito

Banking

Comércio tem retração histórica

Commerce has an historical retraction

Bancos devem lucrar menos

Banks are expected to have less profit

A

elevação dos juros ao longo de 2015, a deterioração do mercado de trabalho e a inflação alta inibiram o consumo das famílias e pesaram para o desempenho do comércio no ano passado. As vendas do setor fecharam 2015 com queda de 4,3%, o recuo mais intenso da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2001. As perdas mais expressivas ocorreram nos setores de móveis e eletrodomésticos (-14,0%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,5%); tecidos, vestuário e calçados (-8,7%) e combustíveis e lubrificantes (-6,2%). A receita das 23 empresas abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fechou 2015 em R$ 195,35 bilhões, com alta de 7,16% em relação ao resultado de 2014. Ainda assim, o lucro acumulado desse grupo de companhias caiu 76,96% ao totalizar R$ 710,38 milhões e o Ebit ficou em R$ 9,29 milhões, com queda de 28,03% na comparação com o ano anterior. A única empresa que apresentou lucro foi a Saraiva, R$ 93,7 milhões, uma alta de 1.367%. Essa variação expressiva foi decorrente da venda de ativos editoriais para a Somos Educação, concluída no final de dezembro de 2015. Excluindo esse fato, o Ebit da empresa fechou o ano com queda de 300%. Para 2016, a retração deve ser um pouco menor, sobretudo por conta do arrefecimento da inflação e reajuste do salário mínimo, segundo os analistas. Para eles, o varejo de vestuários, móveis e eletroeletrônicos continuará apresentando desempenho mais fraco do que outras categorias, como os supermercados. Em função desse cenário difícil, as companhias estão postergando ou até mesmo cancelando os investimentos em aberturas de lojas.

The rise of interest rates throughout 2015, the deterioration of the labor market and the high inflation inhibited the consumption of the families and had a heavy effect on the performance of commerce last year. Sales in the sector closed 2015 with a loss of 4.3%, the most intense retreat of the historical series of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), initiated in 2001. The most expressive losses occurred in the sector of furniture and home appliances (-14,0%); hypermarkets, food products, beverages and tobacco (-2,5%); fabrics, clothing, and footwear (-8,7%) and fuels and lubricants (-6,2%). The income of the 23 open-capital companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 at R$ 195.35 billion, with a rise of 7.16% relatively to the results of 2014. Still, the accumulated profit of that group of companies fell 76.96% on totalizing R$ 710.38 million and the Ebit stayed at R$ 9.29 million, with a fall of 28.03% compared with the preceding year. The only company to show a profit was Saraiva, R$ 93.7 million, an increase of 1,367%. That significant variation arose from the sale of editorial assets to Somos Educação, concluded in the end of December 2015. Excluding that fact, the Ebit of the company closed the year with a loss of 300%. According to the analysts, the perspectives for 2016 are not encouraging due to the reduction in investments, high interest rate, devaluation of the real and the increase of unemployment and deterioration of the credit market. They calculate that the retail of clothing, furniture and electroelectronic products will continue to show a weaker performance than other categories, which should not occur with the supermarkets. Based on that difficult and complex scenario, many companies are postponing or even canceling investments in the opening of shops.

Atacado e Varejo Wholesale and retail Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

46

A

s estimativas das instituições financeiras internacionais traçam um cenário cauteloso para os bancos brasileiros em 2016. Para elas, a rentabilidade das grandes instituições pode ficar abaixo de dois dígitos, impactada pelo aumento da inadimplência e da carga tributária em função do ajuste fiscal. No cenário mais pessimista, estimado pelo Bank of America Merril Lynch (BofA), o lucro dos bancos deve cair 18%, enquanto o Credit Suisse espera queda de 10%. Para os analistas do Credit Suisse, o mercado superestima o crescimento das margens financeiras e subestima o aumento das provisões em 2016. Segundo eles, “todos os bancos vêm entregando retorno (ROE, na sigla em inglês) abaixo do custo de capital, em meio à queda dos empréstimos em termos reais e aumento muito maior do custo de risco”, destacam em relatório aos clientes. O lucro dos 26 bancos com ações listadas na BM&FBovespa totalizou no ano passado R$ 68,78 milhões, uma alta de 27,80% em relação aos R$ 51,34 milhões obtidos em 2014. Grande parte do resultado foi obtido por uma severa redução de custos e aumentos nas receitas de serviços, seguros e na concessão de crédito imobiliário e consignado. O crescimento mais expressivo no lucro líquido foi o do Santander BR que fechou o ano passado com resultado de R$ 6,98 bilhões, alta de 200% superior aos R$ 2,15 bilhões obtidos em 2014. Em segundo lugar, consta o Banese com aumento de 258% no lucro, seguido pelo Sofisa com alta de 118,5%. O resultado das outras três grandes instituições subiu 18,6% na média. O Banco do Brasil fechou o ano com lucro de R$ 14,1 bilhões, 22,08% superior ao de 2014; o Itaú Unibanco com R$ 23,35 bilhões, alta de 13,76% e o Bradesco com R$ 17,18 bilhões, resultado 12,4% superior ao de 2014.

The estimates of the international banking institutions draw a careful scenario for the Brazilian banks in 2016. To them, the profitability of the large institutions may stay below two digits, under the impact of increasing defaulting and of the tax burden arising from the fiscal adjustment. In the most pessimistic scenario, estimated by the Bank of America Merril Lynch (BofA), the profit of the banks is due to fall 18%, while the Crédit Suisse expects a fall of 10%. To the analysis of the Crédit Suisse, the market overestimates the growth of the financial margins and underestimates the increase in provisions in 2016. According to them: “all the banks have been employing a return (ROE, in the English acronym) below the cost of the capital, in the middle of the fall of the loans in real terms and a much increased rise of the cost of risk”, as pointed out in a report to the clients. The profit of the 26 banks with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange came to a total R$ 68.78 million, up 27.80% from the R$ 51.34 million obtained in 2014. A great part of the result was obtained through a severe reduction of costs and increase in the revenues of services, insurance and in the granting of real estate and consigned credit. The most expressive growth in net profits was that of the Santander BR, which closed last year with a result of R$ 6.98 billion, up 200% from the R$ 2.15 billion obtained in 2014. In second place came the Banese with a rise of 258% in profits, followed by Sofisa which was up by 118.5%. The result of the other three large institutions was up 18.6% in average. Banco do Brasil closed the year with a profit of R$ 14.1 billion, up 22.08% from that of 2014; ItauUnibanco closed with R$ 23.35 billion, up 13.76%; and Bradesco closed with R$ 17.18 billion, a result 12.4% up from 2014.

Bancos e crédito Banking 2014 (R$ 1.000) 163.155.518 16.502.484 1,11 56.017.432 180.824.140 5.129.164 13.544.922 1,91

2015 (R$ 1.000) 199.699.800 21.876.556 0,98 61.617.071 195.352.231 710.386 9.294.254 2,24

Var. Real % Actual Var. % 20,01% 29,09% 8,93% 7,18% -76,96% -28,03% -

Ativo total Total assets Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita da Intermediação Financeira Income from financial intermediation Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) Endividamento Total Total debt Alavancagem Leverage

2014 (R$ 1.000) 4.637.358.345 0,10 360.317.643 469.592.256 54.197.613 4.277.040.701 11,87

2015 (R$ 1.000) 5.015.336.508 0,12 373.208.230 605.646.345 71.061.684 4.642.128.278 12,44

Var. Real % Actual Var.% 7,28% 3,20% 25,88% 27,80% 7,63% -

47


Desempenho setorial

Sectorial performance

Construção civil e mercado imobiliário

Real estate

Setor sem sinais de melhoras

Sector without signs of improvement

A

crise econômica em que o país mergulhou em 2015, levando o Produto Interno Bruto (PIB) a fechar o ano em queda de 3,8%, o maior recuo desde 1996, afetou fortemente o setor da construção civil. Aliás, desde 2014 o setor enfrenta dificuldades em função do baixíssimo crescimento econômico. De acordo com dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, 480 mil postos de trabalho foram fechados. Mas em 2015 a situação piorou muito. As vendas caíram quase 40% e os lançamentos registraram um recuo de 48%. Além disso, as construtoras tiveram que enfrentar os distratos. Os cancelamentos aumentaram sensivelmente no ano passado, por conta do elevado índice de desemprego no país e pela insegurança do consumidor. Tudo isso afetou ainda mais a rentabilidade das empresas. As 41 companhias com ações cotadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo total de R$ 3,48 bilhões. Em 2014, a situação já tinha sido difícil, com o lucro dessas empresas (R$ 2,17 bilhões) caindo 55,5% em relação a 2013. Segundo Luiz Guilherme Dias, diretor do Sabe Consultores, de 2014 para 2015, as companhias abertas tiveram uma redução de mais de 15% na receita e queda de 54% na geração de caixa medida pelo EBITDA. Segundo ele, a boa notícia foi a redução de quase 9% no endividamento líquido, mas seguida por uma má notícia: “uma queda de 8,73 pontos percentuais na taxa de retorno para o acionista (ROE), que no último ano ficou negativa em quase 5% no agregado.” Para os analistas, 2016 deve ser um espelho de 2015. As principais condicionantes do setor, como emprego e confiança do consumidor, devem continuar se deteriorando. Dessa forma, as companhias vão continuar focadas em se desfazer de estoque, especialmente os que já estão prontos ou em fase final de construção.

The economic crisis in which the Country sunk in 2015, leading the Gross Domestic Product (Produto Interno Bruto (PIB)] to close the year with a loss of 3.8%, the largest downfall since 1996, has strongly affected the building industry sector. As a matter of fact, since 2014 the sector faces difficulties arising from the extremely low economic growth. According to data from the Building Industry Union of the State of São Paulo, 480 work places were closed. However, in 2015 the situation went a lot worse. Sales fell by almost 40% and the new projects recorded a decrease of 48%. Moreover, the building companies had to face the mutual rescission of contracts. Cancelations increased significantly last year, on account of the high level of unemployment in the Country and due to the insecurity of the consumers. All that contributed to further affect the profitability of the companies. The 41 companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a total loss of R$ 3.48 billion. In 2014, the situation had already been difficult regarding the profit of those companies (R$ 2.17 million), when it fell 55.5% with relation to 2013. According to Luiz Guilherme Dias, director of Sabe Consultores [Sabe Consulting] from 2014 to 2015, the publicly held corporations faced a reduction of more than 15% in their income and a loss of 54% in the generation of cash measured by the EBITDA. In his words, the good news was the reduction of almost 9% in net indebtedness, however followed by some bad news: “a fall of 8.73 percentage points in the tax of return to the shareholder (ROE), which in the last year stayed negative at almost 5% in the aggregate”. To the analysts, 2016 is bound to be a mirror of 2015. The main conditioning elements of the sector, such as employment and consumer trust are going to keep on deteriorating. Therefore, the companies will stay focused in divesting themselves from their stock, particularly those that are already concluded or in the final stages of construction.

Construção civil e mercado imobiliário* Real estate* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio *Falta 1 empresa publicar suas DFs

48

2014 (R$ 1.000) 178.957.964 28.715.961 0,23 76.776.537 40.414.425 2.203.498 7.368.548 1,42

2015 (R$ 1.000) 167.216.745 24.134.607 0,21 72.818.025 35.364.478 -3.482.574 2.491.257 1,30

Var. Real % Actual Var. % -5,86% -14,25% -4,61% -11,16% -230,51% -59,13% -


Desempenho setorial

Sectorial performance

Construção civil e mercado imobiliário

Real estate

Setor sem sinais de melhoras

Sector without signs of improvement

A

crise econômica em que o país mergulhou em 2015, levando o Produto Interno Bruto (PIB) a fechar o ano em queda de 3,8%, o maior recuo desde 1996, afetou fortemente o setor da construção civil. Aliás, desde 2014 o setor enfrenta dificuldades em função do baixíssimo crescimento econômico. De acordo com dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, 480 mil postos de trabalho foram fechados. Mas em 2015 a situação piorou muito. As vendas caíram quase 40% e os lançamentos registraram um recuo de 48%. Além disso, as construtoras tiveram que enfrentar os distratos. Os cancelamentos aumentaram sensivelmente no ano passado, por conta do elevado índice de desemprego no país e pela insegurança do consumidor. Tudo isso afetou ainda mais a rentabilidade das empresas. As 41 companhias com ações cotadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo total de R$ 3,48 bilhões. Em 2014, a situação já tinha sido difícil, com o lucro dessas empresas (R$ 2,17 bilhões) caindo 55,5% em relação a 2013. Segundo Luiz Guilherme Dias, diretor do Sabe Consultores, de 2014 para 2015, as companhias abertas tiveram uma redução de mais de 15% na receita e queda de 54% na geração de caixa medida pelo EBITDA. Segundo ele, a boa notícia foi a redução de quase 9% no endividamento líquido, mas seguida por uma má notícia: “uma queda de 8,73 pontos percentuais na taxa de retorno para o acionista (ROE), que no último ano ficou negativa em quase 5% no agregado.” Para os analistas, 2016 deve ser um espelho de 2015. As principais condicionantes do setor, como emprego e confiança do consumidor, devem continuar se deteriorando. Dessa forma, as companhias vão continuar focadas em se desfazer de estoque, especialmente os que já estão prontos ou em fase final de construção.

The economic crisis in which the Country sunk in 2015, leading the Gross Domestic Product (Produto Interno Bruto (PIB)] to close the year with a loss of 3.8%, the largest downfall since 1996, has strongly affected the building industry sector. As a matter of fact, since 2014 the sector faces difficulties arising from the extremely low economic growth. According to data from the Building Industry Union of the State of São Paulo, 480 work places were closed. However, in 2015 the situation went a lot worse. Sales fell by almost 40% and the new projects recorded a decrease of 48%. Moreover, the building companies had to face the mutual rescission of contracts. Cancelations increased significantly last year, on account of the high level of unemployment in the Country and due to the insecurity of the consumers. All that contributed to further affect the profitability of the companies. The 41 companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a total loss of R$ 3.48 billion. In 2014, the situation had already been difficult regarding the profit of those companies (R$ 2.17 million), when it fell 55.5% with relation to 2013. According to Luiz Guilherme Dias, director of Sabe Consultores [Sabe Consulting] from 2014 to 2015, the publicly held corporations faced a reduction of more than 15% in their income and a loss of 54% in the generation of cash measured by the EBITDA. In his words, the good news was the reduction of almost 9% in net indebtedness, however followed by some bad news: “a fall of 8.73 percentage points in the tax of return to the shareholder (ROE), which in the last year stayed negative at almost 5% in the aggregate”. To the analysts, 2016 is bound to be a mirror of 2015. The main conditioning elements of the sector, such as employment and consumer trust are going to keep on deteriorating. Therefore, the companies will stay focused in divesting themselves from their stock, particularly those that are already concluded or in the final stages of construction.

Construção civil e mercado imobiliário* Real estate* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio *Falta 1 empresa publicar suas DFs

48

2014 (R$ 1.000) 178.957.964 28.715.961 0,23 76.776.537 40.414.425 2.203.498 7.368.548 1,42

2015 (R$ 1.000) 167.216.745 24.134.607 0,21 72.818.025 35.364.478 -3.482.574 2.491.257 1,30

Var. Real % Actual Var. % -5,86% -14,25% -4,61% -11,16% -230,51% -59,13% -


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Educação

Education

Energia elétrica

Electricity

Lucratividade menor em 2015

Lower profitability in 2015

Setor vive mais um ano de dificuldades

The sector lives through another year of hardships

A

s cinco empresas do setor com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com lucro líquido de R$ 1,5 bilhão, o que significou uma queda de 19,15% em relação ao ganho obtido no mesmo período do ano anterior: R$ 1,85 bilhão. Desse grupo, apenas duas empresas tiveram crescimento no lucro, a Kroton, de 35,3% e a Estácio, com aumento de 12,4%. Além da recessão, que elevou o desemprego no país, as empresas sofreram os impactos das mudanças no Programa de Financiamento Estudantil (Fies), anunciadas em dezembro de 2014 pelo Ministério da Educação, limitando o acesso ao financiamento aos estudantes, a partir de abril do ano passado. Diante desta conjuntura, foram abertos, no primeiro semestre de 2015, 252,4 mil contratos e 61,5 mil no segundo, totalizando aproximadamente 314 mil alunos financiados no ano passado, uma queda de mais de 100% em relação aos 731,3 mil contratos firmados em 2014. O setor enfrenta ainda mudanças nas normas do ensino a distância, propostas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que ainda dependem de autorização do Ministério da Educação. Nesse contexto de transição regulatória, a consolidação de mercado que ocorria intensamente nos últimos anos foi interrompida. Em 2014, por exemplo, as companhias de capital aberto anunciaram nove aquisições. Diante do atual quadro do setor, o processo de incorporação foi adiado, como foi o caso da Anima Educação que cancelou a incorporação das faculdades Unijorge, na Bahia e da UVA, no Rio de Janeiro. A única exceção foi a venda do Centro Universitário Leonardo da Vinci, pela Kroton, para cumprir imposição do Cade para aprovar a fusão com a Anhanguera.

The five companies of the sector with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a net profit of R$ 1.5 billion, which meant a loss of 19.15% with relation to the gain obtained in the same period of the preceding year: R$ 1.85 billion. Of that group, only two companies had growth in profits, Kroton with 35.3% and Estácio, with a growth of 12.4%. In addition to the recession, which increased the unemployment in the Country, the companies suffered the impacts of the Changes in the Student Finance Program (Fies), announced in December 2014 by the Ministry of Education, limiting the access of students to financing as of April of last year. In light of this situation, there were open, in the first semester of 2015, 252.4 thousand contracts and 61.5 thousand in the second semester, for a an approximate total of 314 thousand students financed last year, a downfall of almost 100% relatively to the 731.3 thousand contracts established in 2014. The sector further faces changes in the distance learning rules, proposed by the National Education Council (CNE), that are still dependent from authorization from the Ministry of Education. In this context of regulatory transition, the market consolidation that was occurring intensively in the last years was interrupted. In 2014, for example, the publicly held corporations announced nine acquisitions. In light of the current situation of the sector the process of incorporation was postponed, as was the case of Anima Educação, which canceled the incorporation of the Unijorge faculties in Bahia and of UVA, in Rio de Janeiro (RJ). The sole exception was the sale of the Centro Universitário Leonardo da Vinci, by Kroton, to meet a demand from the CADE in order to approve the fusion with Anhanguera.

Educação Education Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

50

O

setor de energia elétrica viveu mais um ano difícil. O consumo nacional de energia elétrica no país caiu 2,1%, influenciado principalmente pela redução de 5,3% no setor industrial e 0,7% no residencial, devido ao reajuste de mais de 40% nas tarifas. O comércio e serviços foram os únicos setores que apresentaram resultado positivo (+0,6%), entretanto, muito aquém do desempenho dos últimos cinco anos. Dezembro foi o pior mês do ano, com o consumo industrial caindo 8,4%, refletindo a queda de 8,1% na produção. A metalurgia, ramo industrial que mais demanda energia no país, liderou este quadro (-12,5%), principalmente no Maranhão (-70,0%) onde houve o desligamento de uma planta eletrointensiva de alumínio primário. Para o segmento de distribuição, o cenário foi um pouco melhor graças à elevação nas tarifas, que devem continuar subindo em 2016 acima da inflação. Segundo projeções da Tendências Consultoria, o preço da eletricidade pode aumentar 12%, após a alta média de 45,5% em 2015. Para 2016, os analistas estimam que o setor enfrente ainda um ambiente difícil em função da retração econômica. Este cenário afetou fortemente as companhias com ações negociadas na BM&FBovespa, que fecharam 2015 com queda de 79,69% no lucro, que totalizou R$ 1,34 bilhão contra R$ 12,46 bilhões no mesmo período do ano anterior. O Ebit deste grupo de empresas caiu quase 35%, ao somar R$ 17,43 bilhões. A Eletrobras, a única holding do setor, fechou o ano com o pior prejuízo dos últimos anos, R$ 14,95 bilhões. Grande parte deste resultado ocorreu em função de provisão para contingências judiciais e prejuízo das empresas de distribuição.

The sector of electrical energy went through another difficult year. The domestic consumption of electrical energy fell by 2.1%, mainly influenced by the reduction of 5.3% in the industrial sector and 0.7% in the residential sector, due to the readjustment of more than 40% in the tariffs. The commerce and services were the only sectors that showed a positive result (+0,6%), however much behind the performance of the last five years. December was the worst month of the year, with the industrial consumption falling by 8.4%, reflecting the decrease of 8.1% in production. The metallurgy, the industrial branch that most demands power in the Country, led this situation (-12,5%), particularly in the State of Maranhão (-70,0%) where a primary aluminum electrointensive plant was shut down. For the distribution segment, the scenario was somewhat better due to the rise in tariffs that should continue to rise in 2016 above inflation. According to a projection of Tendências Consultoria, the price of electricity may rise 12%, after the average rise of 45.5% in 2015. For 2016 the analysts estimate that the sector still faces a difficult situation arising from economic retraction. This scenario had a strong effect on companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange, that closed 2015 with a fall of 79.69% in profits, which came to a total of R$ 1.34 billion against R$ 12.46 billion in the same period of the preceding year. The Ebit of this group of companies fell almost 35% on amounting to R$ 17.43 billion. Eletrobras, the only holding company of the sector, closed the year with the worst loss of the last years, R$ 14.95 billion. A large part of this result occurred in the form of provisions against judicial contingencies and losses of the distribution companies.

Energia elétrica Electricity 2014 (R$ 1.000) 24.554.040 2.484.532 0,36 16.638.481 8.842.560 1.857.881 2.090.358 0,48

2015 (R$ 1.000) 27.691.533 2.856.289 0,41 17.474.156 11.265.178 1.501.967 2.541.037 0,58

Var. Real % Actual Var. % 11,41% 13,37% 4,49% 24,47% -19,15% 19,26% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 501.767.840 18.213.963 0,44 178.744.079 221.937.541 12.461.721 28.684.920 1,81

2015 (R$ 1.000) 539.615.153 11.549.164 0,46 170.973.477 249.886.910 1.345.161 17.436.187 2,16

Var. Real % Actual Var. % 6,74% -36,59% -3,88% 12,59% -79,69% -35,03% -

51


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Educação

Education

Energia elétrica

Electricity

Lucratividade menor em 2015

Lower profitability in 2015

Setor vive mais um ano de dificuldades

The sector lives through another year of hardships

A

s cinco empresas do setor com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com lucro líquido de R$ 1,5 bilhão, o que significou uma queda de 19,15% em relação ao ganho obtido no mesmo período do ano anterior: R$ 1,85 bilhão. Desse grupo, apenas duas empresas tiveram crescimento no lucro, a Kroton, de 35,3% e a Estácio, com aumento de 12,4%. Além da recessão, que elevou o desemprego no país, as empresas sofreram os impactos das mudanças no Programa de Financiamento Estudantil (Fies), anunciadas em dezembro de 2014 pelo Ministério da Educação, limitando o acesso ao financiamento aos estudantes, a partir de abril do ano passado. Diante desta conjuntura, foram abertos, no primeiro semestre de 2015, 252,4 mil contratos e 61,5 mil no segundo, totalizando aproximadamente 314 mil alunos financiados no ano passado, uma queda de mais de 100% em relação aos 731,3 mil contratos firmados em 2014. O setor enfrenta ainda mudanças nas normas do ensino a distância, propostas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que ainda dependem de autorização do Ministério da Educação. Nesse contexto de transição regulatória, a consolidação de mercado que ocorria intensamente nos últimos anos foi interrompida. Em 2014, por exemplo, as companhias de capital aberto anunciaram nove aquisições. Diante do atual quadro do setor, o processo de incorporação foi adiado, como foi o caso da Anima Educação que cancelou a incorporação das faculdades Unijorge, na Bahia e da UVA, no Rio de Janeiro. A única exceção foi a venda do Centro Universitário Leonardo da Vinci, pela Kroton, para cumprir imposição do Cade para aprovar a fusão com a Anhanguera.

The five companies of the sector with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a net profit of R$ 1.5 billion, which meant a loss of 19.15% with relation to the gain obtained in the same period of the preceding year: R$ 1.85 billion. Of that group, only two companies had growth in profits, Kroton with 35.3% and Estácio, with a growth of 12.4%. In addition to the recession, which increased the unemployment in the Country, the companies suffered the impacts of the Changes in the Student Finance Program (Fies), announced in December 2014 by the Ministry of Education, limiting the access of students to financing as of April of last year. In light of this situation, there were open, in the first semester of 2015, 252.4 thousand contracts and 61.5 thousand in the second semester, for a an approximate total of 314 thousand students financed last year, a downfall of almost 100% relatively to the 731.3 thousand contracts established in 2014. The sector further faces changes in the distance learning rules, proposed by the National Education Council (CNE), that are still dependent from authorization from the Ministry of Education. In this context of regulatory transition, the market consolidation that was occurring intensively in the last years was interrupted. In 2014, for example, the publicly held corporations announced nine acquisitions. In light of the current situation of the sector the process of incorporation was postponed, as was the case of Anima Educação, which canceled the incorporation of the Unijorge faculties in Bahia and of UVA, in Rio de Janeiro (RJ). The sole exception was the sale of the Centro Universitário Leonardo da Vinci, by Kroton, to meet a demand from the CADE in order to approve the fusion with Anhanguera.

Educação Education Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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O

setor de energia elétrica viveu mais um ano difícil. O consumo nacional de energia elétrica no país caiu 2,1%, influenciado principalmente pela redução de 5,3% no setor industrial e 0,7% no residencial, devido ao reajuste de mais de 40% nas tarifas. O comércio e serviços foram os únicos setores que apresentaram resultado positivo (+0,6%), entretanto, muito aquém do desempenho dos últimos cinco anos. Dezembro foi o pior mês do ano, com o consumo industrial caindo 8,4%, refletindo a queda de 8,1% na produção. A metalurgia, ramo industrial que mais demanda energia no país, liderou este quadro (-12,5%), principalmente no Maranhão (-70,0%) onde houve o desligamento de uma planta eletrointensiva de alumínio primário. Para o segmento de distribuição, o cenário foi um pouco melhor graças à elevação nas tarifas, que devem continuar subindo em 2016 acima da inflação. Segundo projeções da Tendências Consultoria, o preço da eletricidade pode aumentar 12%, após a alta média de 45,5% em 2015. Para 2016, os analistas estimam que o setor enfrente ainda um ambiente difícil em função da retração econômica. Este cenário afetou fortemente as companhias com ações negociadas na BM&FBovespa, que fecharam 2015 com queda de 79,69% no lucro, que totalizou R$ 1,34 bilhão contra R$ 12,46 bilhões no mesmo período do ano anterior. O Ebit deste grupo de empresas caiu quase 35%, ao somar R$ 17,43 bilhões. A Eletrobras, a única holding do setor, fechou o ano com o pior prejuízo dos últimos anos, R$ 14,95 bilhões. Grande parte deste resultado ocorreu em função de provisão para contingências judiciais e prejuízo das empresas de distribuição.

The sector of electrical energy went through another difficult year. The domestic consumption of electrical energy fell by 2.1%, mainly influenced by the reduction of 5.3% in the industrial sector and 0.7% in the residential sector, due to the readjustment of more than 40% in the tariffs. The commerce and services were the only sectors that showed a positive result (+0,6%), however much behind the performance of the last five years. December was the worst month of the year, with the industrial consumption falling by 8.4%, reflecting the decrease of 8.1% in production. The metallurgy, the industrial branch that most demands power in the Country, led this situation (-12,5%), particularly in the State of Maranhão (-70,0%) where a primary aluminum electrointensive plant was shut down. For the distribution segment, the scenario was somewhat better due to the rise in tariffs that should continue to rise in 2016 above inflation. According to a projection of Tendências Consultoria, the price of electricity may rise 12%, after the average rise of 45.5% in 2015. For 2016 the analysts estimate that the sector still faces a difficult situation arising from economic retraction. This scenario had a strong effect on companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange, that closed 2015 with a fall of 79.69% in profits, which came to a total of R$ 1.34 billion against R$ 12.46 billion in the same period of the preceding year. The Ebit of this group of companies fell almost 35% on amounting to R$ 17.43 billion. Eletrobras, the only holding company of the sector, closed the year with the worst loss of the last years, R$ 14.95 billion. A large part of this result occurred in the form of provisions against judicial contingencies and losses of the distribution companies.

Energia elétrica Electricity 2014 (R$ 1.000) 24.554.040 2.484.532 0,36 16.638.481 8.842.560 1.857.881 2.090.358 0,48

2015 (R$ 1.000) 27.691.533 2.856.289 0,41 17.474.156 11.265.178 1.501.967 2.541.037 0,58

Var. Real % Actual Var. % 11,41% 13,37% 4,49% 24,47% -19,15% 19,26% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 501.767.840 18.213.963 0,44 178.744.079 221.937.541 12.461.721 28.684.920 1,81

2015 (R$ 1.000) 539.615.153 11.549.164 0,46 170.973.477 249.886.910 1.345.161 17.436.187 2,16

Var. Real % Actual Var. % 6,74% -36,59% -3,88% 12,59% -79,69% -35,03% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Lazer, turismo e hotelaria

Leisure industry

Máquinas e Equipamentos

Machinery and equipment

Crise afeta desempenho

Crisis affects performance

Empresas atenuam perdas

Companies mitigate losses

S

egundo dados do Ministério do Turismo, o número de visitantes estrangeiros no país caiu 1,9% em relação a 2014, quando foi realizada a Copa do Mundo. No entanto, na comparação com 2013 houve um aumento de 8,3%. Os gastos dos turistas estrangeiros no país totalizaram R$ 2,2 bilhões, contra R$ 1,4 bilhão no ano anterior. Este segmento na BM&FBovespa é formado por cinco empresas dos segmentos de hotelaria, produção de eventos e operadoras de turismo. A receita deste grupo subiu 8,32% ao somar R$ 1,96 bilhão e o lucro aumentou R$ 135,27 milhões, uma alta de 127,2% em relação a 2014. Grande parte deste resultado, porém, foi puxado pelo bom desempenho da CVC Brasil, que fechou o ano com ganho de R$ 175,23 milhões (uma alta de 18%) e pela Time for Fun, uma das maiores produtoras de eventos do país que saiu de um prejuízo de R$ 70,32 milhões em 2014 para um lucro de R$ 20,88 milhões no final de 2015. As outras três empresas apresentaram resultados negativos. O pior desempenho foi do grupo Hotéis Othon. O prejuízo pulou de R$ 832 mil em 2014 para R$ 23,8 milhões no final de 2015. Segundo a diretoria da companhia o resultado refletiu a queda da taxa de ocupação e do preço das diárias. O complexo hoteleiro de Sauípe mais uma vez sofreu os efeitos de despesas elevadas e do custo de depreciação, fechando o ano com prejuízo de R$ 23,3 milhões, resultado 2,5% superior ao de 2014. Para este ano, os analistas acham que a situação deste grupo de empresa pode melhorar um pouco em função das Olimpíadas, evento que trouxe para o país mais de um milhão de turistas estrangeiros. Lazer, turismo e hotelaria

According to data from the Ministry of Tourism, the number of foreign visitors to the Country fell by 1.9% with relation to 2014, when the World Cup was held. However, in the comparison with 2013 there was an increase of 8.3%. The expenditure of the foreign tourists in the Country came to a total of R$ 2.2 billion, against R$ 1.4 million in the preceding year. This segment in the BM&Fbovespa stock exchange is formed by five companies of the hotel business, production of events and tourism operator sectors. The income of this group went up by 8.32% to a sum total of R$ 1,96 billion and the profit went up R$ 135.27 million, increase of 127.2% with relation to 2014. A great part of this result, however, was driven by the good performance of CVC Brasil, which closed the year with a gain of R$ 175.23 million (an increase of 18%) and by Time for Fun, one of the largest producers of events in the Country, which went from a loss of R$ 70.32 million in 2014 to a profit of R$ 20.88 million by the end of 2015. The other three companies showed negative results. The worst performance was that of the Hotéis Othon group. The loss jumped from R$ 832 thousand in 2014 to R$ 23.8 million by the end of 2015. According to the board of directors of the company, the result reflected the lowering of the occupation rate and of the price of the daily rates. The Sauípe hotel complex once again suffered the effects of high expenses and depreciation cost, closing the year with a loss of 23.3 million, a result 2.5% higher than that of 2014. For this year, the analysts predict that the situation of this group of companies is bound to become somewhat better due to the Olympics, an event that brought the Country more than a million foreign tourists.

Leisure industry

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

E

m 2015, o lucro líquido das 27 companhias abertas do setor, com ações negociadas na BM&FBovespa, totalizou R$ 440 milhões, resultado 9,38% inferior aos R$ 491,69 milhões obtidos em 2014. Desse grupo, 13 fecharam o ano no azul como foi o caso da Weg, uma das maiores produtoras de motores elétricos, que obteve um lucro de R$ 1,16 bilhão, 18,89% acima dos R$ 962,31 milhões conseguidos no ano anterior. Cabe destacar também o resultado da Tupy, que apresentou crescimento de 131% no lucro que chegou a R$ 220,12 milhões. Segundo analistas, grande parte do resultado positivo dessas companhias foi obtido com exportações. Para eles, um grupo restrito de empresas desse setor tem perspectivas favoráveis para 2016, pois vão continuar apostando no mercado externo como saída para crise econômica brasileira. Na verdade, o desempenho das companhias abertas não reflete a situação de todo o setor, composto por um número expressivo de empresas fechadas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o faturamento das indústrias caiu 27% no ano passado. As vendas de máquinas e equipamentos recuaram 14,4%, acumulando nos últimos três anos uma retração de cerca de 30%. Segundo Carlos Pastoriza, presidente do conselho de administração da Abimaq, a desvalorização do real favorece o setor, “mas nem de longe compensa a forte retração do mercado interno e tampouco eleva as exportações, pois nem tudo depende do câmbio”, acentua. De acordo com dados da entidade, as importações caíram 23,3% no ano passado ao somar US$ 18,81 bilhões e as exportações tiveram uma queda de 16,3% ao totalizar US$ 8,03 bilhões. Para o presidente da Abimaq, este cenário deverá permanecer em 2016. Máquinas e Equipamentos*

2014 (R$ 1.000) 4.002.364 64.181 0,45 1.050.230 1.796.794 57.112 275.097 2,81

2015 (R$ 1.000) 4.977.899 223.340 0,39 1.251.737 1.964.046 135.270 382.999 2,98

Var. Real % Actual Var. % 21,77% 221,52% 17,14% 8,32% 122,25% 35,04% -

In 2015, the net profit of the 27 publicly held companies in the sector, with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange, was a total R$ 440 million, a result 9.38% below the R$ 491.69 million obtained in 2014. Of that group, 13 closed the year in the blue as was the case of Weg, one of the largest producers of electrical motors, which earned a profit of R$ 1.16 billion, 18.89% above the R$ 962.31 million earned in the preceding year. It will also be worth pointing out the result of Tupy, which showed a growth of 13% in profits that reached R$ 220.12 million. According to analysts, a great part of the positive result of those companies was obtained with exports. To them, a restricted group of companies has favorable perspectives for 2016, since they will continue to bet on the foreign market as a way out of the Brazilian economic crisis. In reality, the performance of the publicly held corporations does not reflect the situation of the entire sector, which is comprised by a significant number of closely held corporations. According to data from the Brazilian Association of the Industry of Machinery and Equipment (Abimaq) the sales of the industries fell by 27% last year. The sales of machinery and equipment diminished 14.4%, accumulating in the last three years a retraction of about 30%. According to Carlos Pastoriza, the president of the board of Abimaq, the devaluation of the real is favorable to the sector, “but it does not by a long shot compensate the strong retraction of the domestic market and neither does it increase exports, since not everything is dependent on interest rates”, as he points out. According from data from the entity, the importations fell by 23.3% last year for a total sum of US$ 18.81 billion and the exports decreased by 16.3% for a total sum of US$ 8.03 billion. To the president of Abimaq, this scenario should not change in 2016.

Machinery and equipment*

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 75.802.019 17.831.142 0,65 20.026.949 49.024.936 491.693 3.295.225 2,79

2015 (R$ 1.000) 96.459.739 24.427.574 0,57 26.713.873 55.408.332 440.057 3.188.040 2,61

Var. Real % Actual Var. % 24,34% 33,05% 29,83% 11,63% -9,38% -2,91% -

*Faltam 2 empresas publicarem suas DFs

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Lazer, turismo e hotelaria

Leisure industry

Máquinas e Equipamentos

Machinery and equipment

Crise afeta desempenho

Crisis affects performance

Empresas atenuam perdas

Companies mitigate losses

S

egundo dados do Ministério do Turismo, o número de visitantes estrangeiros no país caiu 1,9% em relação a 2014, quando foi realizada a Copa do Mundo. No entanto, na comparação com 2013 houve um aumento de 8,3%. Os gastos dos turistas estrangeiros no país totalizaram R$ 2,2 bilhões, contra R$ 1,4 bilhão no ano anterior. Este segmento na BM&FBovespa é formado por cinco empresas dos segmentos de hotelaria, produção de eventos e operadoras de turismo. A receita deste grupo subiu 8,32% ao somar R$ 1,96 bilhão e o lucro aumentou R$ 135,27 milhões, uma alta de 127,2% em relação a 2014. Grande parte deste resultado, porém, foi puxado pelo bom desempenho da CVC Brasil, que fechou o ano com ganho de R$ 175,23 milhões (uma alta de 18%) e pela Time for Fun, uma das maiores produtoras de eventos do país que saiu de um prejuízo de R$ 70,32 milhões em 2014 para um lucro de R$ 20,88 milhões no final de 2015. As outras três empresas apresentaram resultados negativos. O pior desempenho foi do grupo Hotéis Othon. O prejuízo pulou de R$ 832 mil em 2014 para R$ 23,8 milhões no final de 2015. Segundo a diretoria da companhia o resultado refletiu a queda da taxa de ocupação e do preço das diárias. O complexo hoteleiro de Sauípe mais uma vez sofreu os efeitos de despesas elevadas e do custo de depreciação, fechando o ano com prejuízo de R$ 23,3 milhões, resultado 2,5% superior ao de 2014. Para este ano, os analistas acham que a situação deste grupo de empresa pode melhorar um pouco em função das Olimpíadas, evento que trouxe para o país mais de um milhão de turistas estrangeiros. Lazer, turismo e hotelaria

According to data from the Ministry of Tourism, the number of foreign visitors to the Country fell by 1.9% with relation to 2014, when the World Cup was held. However, in the comparison with 2013 there was an increase of 8.3%. The expenditure of the foreign tourists in the Country came to a total of R$ 2.2 billion, against R$ 1.4 million in the preceding year. This segment in the BM&Fbovespa stock exchange is formed by five companies of the hotel business, production of events and tourism operator sectors. The income of this group went up by 8.32% to a sum total of R$ 1,96 billion and the profit went up R$ 135.27 million, increase of 127.2% with relation to 2014. A great part of this result, however, was driven by the good performance of CVC Brasil, which closed the year with a gain of R$ 175.23 million (an increase of 18%) and by Time for Fun, one of the largest producers of events in the Country, which went from a loss of R$ 70.32 million in 2014 to a profit of R$ 20.88 million by the end of 2015. The other three companies showed negative results. The worst performance was that of the Hotéis Othon group. The loss jumped from R$ 832 thousand in 2014 to R$ 23.8 million by the end of 2015. According to the board of directors of the company, the result reflected the lowering of the occupation rate and of the price of the daily rates. The Sauípe hotel complex once again suffered the effects of high expenses and depreciation cost, closing the year with a loss of 23.3 million, a result 2.5% higher than that of 2014. For this year, the analysts predict that the situation of this group of companies is bound to become somewhat better due to the Olympics, an event that brought the Country more than a million foreign tourists.

Leisure industry

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

E

m 2015, o lucro líquido das 27 companhias abertas do setor, com ações negociadas na BM&FBovespa, totalizou R$ 440 milhões, resultado 9,38% inferior aos R$ 491,69 milhões obtidos em 2014. Desse grupo, 13 fecharam o ano no azul como foi o caso da Weg, uma das maiores produtoras de motores elétricos, que obteve um lucro de R$ 1,16 bilhão, 18,89% acima dos R$ 962,31 milhões conseguidos no ano anterior. Cabe destacar também o resultado da Tupy, que apresentou crescimento de 131% no lucro que chegou a R$ 220,12 milhões. Segundo analistas, grande parte do resultado positivo dessas companhias foi obtido com exportações. Para eles, um grupo restrito de empresas desse setor tem perspectivas favoráveis para 2016, pois vão continuar apostando no mercado externo como saída para crise econômica brasileira. Na verdade, o desempenho das companhias abertas não reflete a situação de todo o setor, composto por um número expressivo de empresas fechadas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o faturamento das indústrias caiu 27% no ano passado. As vendas de máquinas e equipamentos recuaram 14,4%, acumulando nos últimos três anos uma retração de cerca de 30%. Segundo Carlos Pastoriza, presidente do conselho de administração da Abimaq, a desvalorização do real favorece o setor, “mas nem de longe compensa a forte retração do mercado interno e tampouco eleva as exportações, pois nem tudo depende do câmbio”, acentua. De acordo com dados da entidade, as importações caíram 23,3% no ano passado ao somar US$ 18,81 bilhões e as exportações tiveram uma queda de 16,3% ao totalizar US$ 8,03 bilhões. Para o presidente da Abimaq, este cenário deverá permanecer em 2016. Máquinas e Equipamentos*

2014 (R$ 1.000) 4.002.364 64.181 0,45 1.050.230 1.796.794 57.112 275.097 2,81

2015 (R$ 1.000) 4.977.899 223.340 0,39 1.251.737 1.964.046 135.270 382.999 2,98

Var. Real % Actual Var. % 21,77% 221,52% 17,14% 8,32% 122,25% 35,04% -

In 2015, the net profit of the 27 publicly held companies in the sector, with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange, was a total R$ 440 million, a result 9.38% below the R$ 491.69 million obtained in 2014. Of that group, 13 closed the year in the blue as was the case of Weg, one of the largest producers of electrical motors, which earned a profit of R$ 1.16 billion, 18.89% above the R$ 962.31 million earned in the preceding year. It will also be worth pointing out the result of Tupy, which showed a growth of 13% in profits that reached R$ 220.12 million. According to analysts, a great part of the positive result of those companies was obtained with exports. To them, a restricted group of companies has favorable perspectives for 2016, since they will continue to bet on the foreign market as a way out of the Brazilian economic crisis. In reality, the performance of the publicly held corporations does not reflect the situation of the entire sector, which is comprised by a significant number of closely held corporations. According to data from the Brazilian Association of the Industry of Machinery and Equipment (Abimaq) the sales of the industries fell by 27% last year. The sales of machinery and equipment diminished 14.4%, accumulating in the last three years a retraction of about 30%. According to Carlos Pastoriza, the president of the board of Abimaq, the devaluation of the real is favorable to the sector, “but it does not by a long shot compensate the strong retraction of the domestic market and neither does it increase exports, since not everything is dependent on interest rates”, as he points out. According from data from the entity, the importations fell by 23.3% last year for a total sum of US$ 18.81 billion and the exports decreased by 16.3% for a total sum of US$ 8.03 billion. To the president of Abimaq, this scenario should not change in 2016.

Machinery and equipment*

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 75.802.019 17.831.142 0,65 20.026.949 49.024.936 491.693 3.295.225 2,79

2015 (R$ 1.000) 96.459.739 24.427.574 0,57 26.713.873 55.408.332 440.057 3.188.040 2,61

Var. Real % Actual Var. % 24,34% 33,05% 29,83% 11,63% -9,38% -2,91% -

*Faltam 2 empresas publicarem suas DFs

52

53


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Mineração

Mining

Papel, celulose E madeira

Wood, pulp and paper

Um ano de prejuízo histórico

A year of historical loss

Um ano adverso para as empresas

An adverse year for businesses

O

ano de 2015 foi bastante difícil para o setor de mineração no Brasil. As quatro companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo de R$ 47,14 bilhões bem superior a perda de R$ 2,85 bilhões registrados em 2014, como consequência da crise econômica interna e queda nos preços do minério no mercado internacional. O setor teve ainda de conviver com a notícia do desastre ambiental em Mariana, Minas Gerais, causado pela Samarco, que entre suas sócias figura a Vale e a australiana BHP Billiton. Grande parte do prejuízo acumulado pelo setor em 2015 foi da Vale: R$ 45,99 bilhões contra um lucro de R$ 219,58 milhões no ano anterior. Segundo levantamento da Economática, o prejuízo da mineradora foi o maior registrado entre as companhias abertas brasileiras em 30 anos. A redução no lucro líquido em 2015, segundo explicou a diretoria da empresa, ocorreu, principalmente, em função da menor margem Ebitda, maiores ajuste contábeis (impairments) e a depreciação de ativos. O diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, explicou que a baixa no valor de ativos em R$ 36,28 bilhões no ano passado, que foi uma das principais causas do prejuízo, segue tendência da indústria de mineração, que vem reavaliando o valor de suas operações diante da queda dos preços das commodities. Para 2016, a companhia já manifestou a intenção de ampliar a venda de ativos. A ideia é incluir empreendimentos considerados estratégicos nos segmentos de fertilizantes, níquel, cobre, carvão e minério de ferro. Até agora, a companhia se desfez apenas de negócios periféricos, como ouro, logística e navios. As perspectivas para este ano não são animadoras. Os analistas trabalham com um cenário parecido com o de 2015.

The year of 2015 was quite hard on the mining sector in Brazil. The four companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a loss of R$ 47.14 billion, a figure well above the loss of R$ 2.85 billion recorded in 2014, as a consequence of the domestic economic crisis and the downfall of ore prices in the international market. The market further had to face the news of the environmental disaster that occurred in Mariana, State of Minas Gerais, caused by Samarco, which has, among its partners, the companies Vale and the Australian company BHP Billiton. A large part of the losses accumulated by the sector in 2015 was suffered by Vale: R$ 45.99 billion against a profit of R$ 219.58 million in the preceding year. According to a survey by Economática, the loss of the mining company was the largest recorded among publicly held corporations in 30 years. The reduction in net profit in 2015, as explained by the board of directors of the company, occurred mostly due to the smaller Ebitda margin, largest accounting adjustments (Impairments) and depreciation of assets. The CFO of Vale, Luciano Siani, explained that the lowering of the value of assets by R$ 36.28 billion last year, which constituted one of the causes of the loss, follows trends in the mining industry, which has been reappraising the value of its operations in light of the reduction of prices of the commodities. The company already stated its intention to enhance the sale of assets in 2016. The idea is to include segments deemed strategic in the segments of fertilizers, nickel, copper, coal and iron ore. Until the present the company divested itself only of peripheral business items, such as gold, logistics and ships. Neither are the perspectives for this year encouraging. The analysts work with a scenario that is similar to that of 2015.

Mineração Mining Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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O

desempenho do setor de papel e celulose em 2015 não foi diferente da maioria dos segmentos da indústria brasileira, afetados fortemente pela retração econômica. As oito companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo de R$ 2,55 bilhões, contra um lucro de R$ 910,67 milhões em 2014. No mercado interno, a demanda por papel e celulose foi muito fraca quando comparada com a demanda global, mas algumas empresas conseguiram se beneficiar da valorização do dólar e ter ganho com exportações. Como foi o caso da Fibria, que fechou 2015 com crescimento de 106,8% no lucro, que totalizou R$ 356,98 milhões. Já as empresas abertas que comercializam painéis de madeira, como é caso da Eucatex e Duratex, fecharam o ano com prejuízo. Além do aumento de custos, entre eles o da energia elétrica, o segmento sofreu a queda de 11% na demanda, sendo de 8,9% no volume de MDF e de 14,9% em MDP, conforme dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (IBA). Apesar do cenário interno muito negativo, algumas empresas continuaram investindo. A Fibria, por exemplo, anunciou no ano passado o projeto Novo Horizonte, que deve injetar 1,7 milhão de toneladas anuais no mercado a partir de 2018. A Suzano vai investir cerca de R$ 1,5 bilhão na expansão das unidades de Mucuri e Imperatriz, para aumentar em 400 mil toneladas a sua capacidade total. Já a Klabin investiu na nova unidade em Ortigueira no Paraná, que irá produzir 1,5 milhão de toneladas, sendo 400 mil de celulose do tipo “fluff” destinada a fins sanitários. Os analistas acham que em 2016 o desempenho do setor será melhor, principalmente para empresas com custos de produção mais baixos. Papel, celulose e madeira

2014 (R$ 1.000) 319.879.893 26.326.429 0,29 152.274.836 91.475.652 -2.851.522 14.815.623 1,10

2015 (R$ 1.000) 352.656.798 19.763.120 0,25 140.693.317 88.880.323 -47.146.443 -28.613.809 1,51

Var. Real % Actual Var. % 9,15% -22,27% -6,79% -2,53% -1.387,63% -261,86% -

The performance of the paper and pulp sector in 2015 was not different from the majority of the segments in the Brazilian industry, strongly affected by the economic retraction. The eight publicly held companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a loss of R$ 2.55 billion, against a profit of R$ 910.67million in 2014. In the domestic market, the demand for paper and pulp was very weak when compared with the global demand, however some companies managed to derive benefits from the valuation of the dollar and from gains from exports. This was the case of Fibria, which closed 2015 with a growth of 106.8% in net profit, which came to a total of R$ 356.98million. In turn, the publicly held companies that commercialize wood board, as is the case of Eucatex and Duratex, closed the year with losses. In addition to the rise in costs, which include electrical energy, the segment suffered a loss of 11% in demand with a downfall of 8.9% in the volume of MDF and 14.9% in MDP, according to data provided by the Brazilian Tree Industry (IBA). In spite of the very negative domestic scenario, some companies kept on investing. Fibria, for example, announced last year the Novo Horizonte project, which is bound to inject 1.7 million tons per year into the market as of 2018. Suzano will invest about R$ 1.5 billion in the expansion of the Mucuri and Imperatriz units, in order to increase its annual capacity by 400 thousand tons. In turn, Klabin invested in the new unit in Ortigueira, in the State of Paraná, which will produce 1.5 million tons, whereof 400 thousand tons will be of “fluff” type cellulose, intended for sanitary purposes. The analysts believe that in 2016 the performance of the sector will be quite better, particularly for companies with lower production costs.

Wood, pulp and paper

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 117.383.944 15.035.779 0,28 49.615.834 32.614.303 910.679 6.671.695 1,37

2015 (R$ 1.000) 126.742.656 15.784.992 0,33 43.658.980 42.194.786 -2.552.623 11.584.683 1,90

Var. Real % Actual Var. % 7,12% 4,45% -10,72% 26,24% -339,72% 65,78% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Mineração

Mining

Papel, celulose E madeira

Wood, pulp and paper

Um ano de prejuízo histórico

A year of historical loss

Um ano adverso para as empresas

An adverse year for businesses

O

ano de 2015 foi bastante difícil para o setor de mineração no Brasil. As quatro companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo de R$ 47,14 bilhões bem superior a perda de R$ 2,85 bilhões registrados em 2014, como consequência da crise econômica interna e queda nos preços do minério no mercado internacional. O setor teve ainda de conviver com a notícia do desastre ambiental em Mariana, Minas Gerais, causado pela Samarco, que entre suas sócias figura a Vale e a australiana BHP Billiton. Grande parte do prejuízo acumulado pelo setor em 2015 foi da Vale: R$ 45,99 bilhões contra um lucro de R$ 219,58 milhões no ano anterior. Segundo levantamento da Economática, o prejuízo da mineradora foi o maior registrado entre as companhias abertas brasileiras em 30 anos. A redução no lucro líquido em 2015, segundo explicou a diretoria da empresa, ocorreu, principalmente, em função da menor margem Ebitda, maiores ajuste contábeis (impairments) e a depreciação de ativos. O diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, explicou que a baixa no valor de ativos em R$ 36,28 bilhões no ano passado, que foi uma das principais causas do prejuízo, segue tendência da indústria de mineração, que vem reavaliando o valor de suas operações diante da queda dos preços das commodities. Para 2016, a companhia já manifestou a intenção de ampliar a venda de ativos. A ideia é incluir empreendimentos considerados estratégicos nos segmentos de fertilizantes, níquel, cobre, carvão e minério de ferro. Até agora, a companhia se desfez apenas de negócios periféricos, como ouro, logística e navios. As perspectivas para este ano não são animadoras. Os analistas trabalham com um cenário parecido com o de 2015.

The year of 2015 was quite hard on the mining sector in Brazil. The four companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a loss of R$ 47.14 billion, a figure well above the loss of R$ 2.85 billion recorded in 2014, as a consequence of the domestic economic crisis and the downfall of ore prices in the international market. The market further had to face the news of the environmental disaster that occurred in Mariana, State of Minas Gerais, caused by Samarco, which has, among its partners, the companies Vale and the Australian company BHP Billiton. A large part of the losses accumulated by the sector in 2015 was suffered by Vale: R$ 45.99 billion against a profit of R$ 219.58 million in the preceding year. According to a survey by Economática, the loss of the mining company was the largest recorded among publicly held corporations in 30 years. The reduction in net profit in 2015, as explained by the board of directors of the company, occurred mostly due to the smaller Ebitda margin, largest accounting adjustments (Impairments) and depreciation of assets. The CFO of Vale, Luciano Siani, explained that the lowering of the value of assets by R$ 36.28 billion last year, which constituted one of the causes of the loss, follows trends in the mining industry, which has been reappraising the value of its operations in light of the reduction of prices of the commodities. The company already stated its intention to enhance the sale of assets in 2016. The idea is to include segments deemed strategic in the segments of fertilizers, nickel, copper, coal and iron ore. Until the present the company divested itself only of peripheral business items, such as gold, logistics and ships. Neither are the perspectives for this year encouraging. The analysts work with a scenario that is similar to that of 2015.

Mineração Mining Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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O

desempenho do setor de papel e celulose em 2015 não foi diferente da maioria dos segmentos da indústria brasileira, afetados fortemente pela retração econômica. As oito companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano com prejuízo de R$ 2,55 bilhões, contra um lucro de R$ 910,67 milhões em 2014. No mercado interno, a demanda por papel e celulose foi muito fraca quando comparada com a demanda global, mas algumas empresas conseguiram se beneficiar da valorização do dólar e ter ganho com exportações. Como foi o caso da Fibria, que fechou 2015 com crescimento de 106,8% no lucro, que totalizou R$ 356,98 milhões. Já as empresas abertas que comercializam painéis de madeira, como é caso da Eucatex e Duratex, fecharam o ano com prejuízo. Além do aumento de custos, entre eles o da energia elétrica, o segmento sofreu a queda de 11% na demanda, sendo de 8,9% no volume de MDF e de 14,9% em MDP, conforme dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (IBA). Apesar do cenário interno muito negativo, algumas empresas continuaram investindo. A Fibria, por exemplo, anunciou no ano passado o projeto Novo Horizonte, que deve injetar 1,7 milhão de toneladas anuais no mercado a partir de 2018. A Suzano vai investir cerca de R$ 1,5 bilhão na expansão das unidades de Mucuri e Imperatriz, para aumentar em 400 mil toneladas a sua capacidade total. Já a Klabin investiu na nova unidade em Ortigueira no Paraná, que irá produzir 1,5 milhão de toneladas, sendo 400 mil de celulose do tipo “fluff” destinada a fins sanitários. Os analistas acham que em 2016 o desempenho do setor será melhor, principalmente para empresas com custos de produção mais baixos. Papel, celulose e madeira

2014 (R$ 1.000) 319.879.893 26.326.429 0,29 152.274.836 91.475.652 -2.851.522 14.815.623 1,10

2015 (R$ 1.000) 352.656.798 19.763.120 0,25 140.693.317 88.880.323 -47.146.443 -28.613.809 1,51

Var. Real % Actual Var. % 9,15% -22,27% -6,79% -2,53% -1.387,63% -261,86% -

The performance of the paper and pulp sector in 2015 was not different from the majority of the segments in the Brazilian industry, strongly affected by the economic retraction. The eight publicly held companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with a loss of R$ 2.55 billion, against a profit of R$ 910.67million in 2014. In the domestic market, the demand for paper and pulp was very weak when compared with the global demand, however some companies managed to derive benefits from the valuation of the dollar and from gains from exports. This was the case of Fibria, which closed 2015 with a growth of 106.8% in net profit, which came to a total of R$ 356.98million. In turn, the publicly held companies that commercialize wood board, as is the case of Eucatex and Duratex, closed the year with losses. In addition to the rise in costs, which include electrical energy, the segment suffered a loss of 11% in demand with a downfall of 8.9% in the volume of MDF and 14.9% in MDP, according to data provided by the Brazilian Tree Industry (IBA). In spite of the very negative domestic scenario, some companies kept on investing. Fibria, for example, announced last year the Novo Horizonte project, which is bound to inject 1.7 million tons per year into the market as of 2018. Suzano will invest about R$ 1.5 billion in the expansion of the Mucuri and Imperatriz units, in order to increase its annual capacity by 400 thousand tons. In turn, Klabin invested in the new unit in Ortigueira, in the State of Paraná, which will produce 1.5 million tons, whereof 400 thousand tons will be of “fluff” type cellulose, intended for sanitary purposes. The analysts believe that in 2016 the performance of the sector will be quite better, particularly for companies with lower production costs.

Wood, pulp and paper

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 117.383.944 15.035.779 0,28 49.615.834 32.614.303 910.679 6.671.695 1,37

2015 (R$ 1.000) 126.742.656 15.784.992 0,33 43.658.980 42.194.786 -2.552.623 11.584.683 1,90

Var. Real % Actual Var. % 7,12% 4,45% -10,72% 26,24% -339,72% 65,78% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Petróleo e gás, petroquímica, EMBALAGEm e PlÁstico

Oil and gas and derivates

Perspectivas negativas predominam

Negative perspectives predominate The perspectives for 2016 are not at all encouraging for the sector, which was affected in 2015 by the economic retraction, a record fall in the price of oil and currency rate devaluation, a scenario which according to the analysts will probably not change along this year. The barrel of oil, which in June 2014 was negotiated at US$ 115, suffered a vertiginous downfall and ended the year priced at US$ 37 per barrel. For Petrobras, the main company in the sector, the situation is even worse. In addition to the adverse economic situation the company is undergoing a process of remedying due to the accusations of corruption involving high officials of the state company. As a reflex of this situation, the company closed 2015 with a loss of R$ 35.17 billion, 53.9% higher than the loss of R$ 21.92 billion recorded in the preceding year. The 16 companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed last year with a loss of R$ 35 billion, well above the R$ 6.79 recorded in 2014. Only Braskem managed to sidestep the crisis and closed the year with a net profit of R$ 2.89 billion, a result 267% higher than the R$ 726 million earned in 2014, thanks to the substantial increase of exports of thermoplastic resins to the United States and Europe. The chemical and petrochemical industry also faces difficulties. The fall of 3.8% of the GDP in 2015 had a strong effect on domestic sales, which fell by 5.22%, and the Domestic Apparent Consumption underwent a retraction of 6,4%. According to the director for Economy and Statistics of the Brazilian Chemical Industry Association [Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim)], Fátima Coviello Ferreira, “everything indicates that we will have another difficult year, in light of the situation that the Country is going through, which affects our main clients such as the automotive industry, civil construction, main home appliances, food and packages.”

A

s perspectivas para 2016 não são nada animadoras para o setor, afetado em 2015 pela retração econômica, queda recorde no preço do petróleo e desvalorização cambial, cenário que segundo os analistas não deverá mudar ao longo deste ano. O barril do petróleo, que em junho de 2014 era negociado a US$ 115, entrou em queda vertiginosa a partir de janeiro de 2015 terminando o ano cotado a US$ 37 o barril. Para a Petrobras, principal empresa do setor, a situação é ainda pior. Além da situação econômica adversa, a companhia passa por um processo de saneamento em função das denúncias de corrupção envolvendo dirigentes da estatal. Como reflexo desta situação, a empresa fechou 2015 com prejuízo de R$ 35,17 bilhões, 53,9% maior que a perda de R$ 21,92 bilhões registrada no ano anterior. As 16 companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano passado com prejuízo de R$ 35 bilhões, bem maior que os R$ 6,79 registrados em 2014. Apenas a Braskem conseguiu driblar a crise e fechar o ano com lucro líquido de R$ 2,89 bilhões, resultado 267% superior aos R$ 726 milhões obtidos em 2014, graças ao aumento substancial das exportações de resinas termoplásticas para os Estados Unidos e a Europa. A indústria química e petroquímica também atravessa dificuldades. A queda de 3,8% do PIB em 2015 afetou fortemente as vendas internas, que caíram 5,22%, e o Consumo Aparente Nacional (CAN) com retração de 6,4%. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Coviello Ferreira, “tudo indica que teremos mais um ano difícil, diante da conjuntura que o país atravessa que afeta nossos principais clientes, como a indústria automobilística, construção civil, linha branca, alimentos e embalagens”. Petróleo e gás, petroquímica e plástico Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

56

COM CERTEZA VOCÊ JÁ OUVIU FALAR

SOBRE A RIWEB

ISSO PORQUE NOSSOS CLIENTES SÃO MUITO BONS DE COMUNICAÇÃO Melhor tecnologia

Aumento de produtividade

Qualidade de excelência

Redução de custos

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Oil and gas and derivates 2014 (R$ 1.000) 865.988.762 53.972.325 0,46 319.903.403 397.095.237 -6.794.980 -12.263.601 1,71

2015 (R$ 1.000) 987.334.648 54.650.138 0,39 259.717.415 383.237.438 -35.002.729 -6.119.618 2,80

Var. Real % Actual Var. % 12,52% 1,12% -16,81% -3,12% -370,84% 44,75% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Petróleo e gás, petroquímica, EMBALAGEm e PlÁstico

Oil and gas and derivates

Perspectivas negativas predominam

Negative perspectives predominate The perspectives for 2016 are not at all encouraging for the sector, which was affected in 2015 by the economic retraction, a record fall in the price of oil and currency rate devaluation, a scenario which according to the analysts will probably not change along this year. The barrel of oil, which in June 2014 was negotiated at US$ 115, suffered a vertiginous downfall and ended the year priced at US$ 37 per barrel. For Petrobras, the main company in the sector, the situation is even worse. In addition to the adverse economic situation the company is undergoing a process of remedying due to the accusations of corruption involving high officials of the state company. As a reflex of this situation, the company closed 2015 with a loss of R$ 35.17 billion, 53.9% higher than the loss of R$ 21.92 billion recorded in the preceding year. The 16 companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed last year with a loss of R$ 35 billion, well above the R$ 6.79 recorded in 2014. Only Braskem managed to sidestep the crisis and closed the year with a net profit of R$ 2.89 billion, a result 267% higher than the R$ 726 million earned in 2014, thanks to the substantial increase of exports of thermoplastic resins to the United States and Europe. The chemical and petrochemical industry also faces difficulties. The fall of 3.8% of the GDP in 2015 had a strong effect on domestic sales, which fell by 5.22%, and the Domestic Apparent Consumption underwent a retraction of 6,4%. According to the director for Economy and Statistics of the Brazilian Chemical Industry Association [Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim)], Fátima Coviello Ferreira, “everything indicates that we will have another difficult year, in light of the situation that the Country is going through, which affects our main clients such as the automotive industry, civil construction, main home appliances, food and packages.”

A

s perspectivas para 2016 não são nada animadoras para o setor, afetado em 2015 pela retração econômica, queda recorde no preço do petróleo e desvalorização cambial, cenário que segundo os analistas não deverá mudar ao longo deste ano. O barril do petróleo, que em junho de 2014 era negociado a US$ 115, entrou em queda vertiginosa a partir de janeiro de 2015 terminando o ano cotado a US$ 37 o barril. Para a Petrobras, principal empresa do setor, a situação é ainda pior. Além da situação econômica adversa, a companhia passa por um processo de saneamento em função das denúncias de corrupção envolvendo dirigentes da estatal. Como reflexo desta situação, a empresa fechou 2015 com prejuízo de R$ 35,17 bilhões, 53,9% maior que a perda de R$ 21,92 bilhões registrada no ano anterior. As 16 companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano passado com prejuízo de R$ 35 bilhões, bem maior que os R$ 6,79 registrados em 2014. Apenas a Braskem conseguiu driblar a crise e fechar o ano com lucro líquido de R$ 2,89 bilhões, resultado 267% superior aos R$ 726 milhões obtidos em 2014, graças ao aumento substancial das exportações de resinas termoplásticas para os Estados Unidos e a Europa. A indústria química e petroquímica também atravessa dificuldades. A queda de 3,8% do PIB em 2015 afetou fortemente as vendas internas, que caíram 5,22%, e o Consumo Aparente Nacional (CAN) com retração de 6,4%. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Coviello Ferreira, “tudo indica que teremos mais um ano difícil, diante da conjuntura que o país atravessa que afeta nossos principais clientes, como a indústria automobilística, construção civil, linha branca, alimentos e embalagens”. Petróleo e gás, petroquímica e plástico Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

56

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Aumento de produtividade

Qualidade de excelência

Redução de custos

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Oil and gas and derivates 2014 (R$ 1.000) 865.988.762 53.972.325 0,46 319.903.403 397.095.237 -6.794.980 -12.263.601 1,71

2015 (R$ 1.000) 987.334.648 54.650.138 0,39 259.717.415 383.237.438 -35.002.729 -6.119.618 2,80

Var. Real % Actual Var. % 12,52% 1,12% -16,81% -3,12% -370,84% 44,75% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Saneamento e serviços de água e gás

Sanitation, water and gas services

Cenário continua desafiador

The scenario continues to be challenging

O

setor de saneamento conviveu até o final do primeiro semestre de 2015 com os reflexos da crise hídrica que afetou duramente os principais estados brasileiros ao longo de 2014. A resolução de antigos infortúnios, onde se destacam questões como a necessidade de universalização no acesso ao abastecimento de água e tratamento de esgoto e atualização no marco regulatório do setor, novamente deve ser postergada, em função da crise político-econômica que paralisou o país. Já os novos desafios, sobretudo a necessidade de maior “segurança hídrica”, devem continuar balizando as discussões sobre investimentos a realizar. As obras de emergência adotadas para dar fôlego aos maiores reservatórios do país foram fundamentais para garantir o abastecimento de água nas regiões metropolitanas de São Paulo e Minas Gerais. Além disso, os esforços para incentivar a redução no consumo da população e a pequena melhora registrada no volume de chuvas nos últimos meses do ano também foram essenciais para evitar o colapso no abastecimento. Essas medidas porém têm representado severo impacto na rentabilidade das concessionárias. As sete companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com perda de 26% no lucro líquido, que passou de R$ 2,66 bilhões para R$ 1,89 bilhão no final do ano passado. Segundo os analistas, o cenário para 2016 ainda é desafiador para as concessionárias de saneamento. Segundo os técnicos da CoimInvest “ainda que uma possível normalização das condições hídricas traga alívio, e até mesmo impulsione os resultados em razão da fraca base de comparação, entendemos que a volta de resultados mais consistentes, bem como de rentabilidade mais satisfatória deve ocorrer de forma bem gradual”.

The sanitation sector suffered until the end of the first semester of 2015 the reflexes of the hydric crisis that strongly affected the main Brazilian states throughout 2014. The resolution of old setbacks, where there are particularly present questions such as the need to universalize the access to the water supply and sewage treatment and the updating of the regulatory framework of the sector should be once again postponed, due to the politicaleconomic crisis that paralyzed the Country. In turn, the new challenges, particularly the need of higher “hydric security”, should continue to delimit the discussions concerning investments to be made. The emergency works adopted to afford breathing space to the largest reservoirs in the Country were fundamental to warrant the supply of water in the metropolitan regions of São Paulo and Minas Gerais. Furthermore, the efforts to incentivize the population to reduce consumption and the small improvement recorded in the volume of rains in the last moths of the year were essential to prevent the supply from collapsing. Those measures, however, have represented a severe impact on the profitability of the concessionaries. The seven public held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a loss of 26% in the net profit which went from R$ 2.66 billion to R$ 1.89 billion by the end of last year. According to the analysts, the scenario for 2016 is still challenging to the sanitation concessionaries. According to the technicians of CoimInvest “even if a possible normalization of the hydric conditions brings some relief, and even drives the results forwards in reason of the weak basis of comparison, in our understanding the return of more consistent results, as well as that of a more satisfactory profitability, should occur in a very gradual manner”.

Saneamento e serviços de água e gás Sanitation, water and gas services Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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2014 (R$ 1.000) 62.270.824 35.538 0,47 28.253.566 29.182.157 2.666.927 5.102.927 1,20

2015 (R$ 1.000) 68.684.047 628.341 0,44 29.292.388 30.109.131 1.890.317 5.927.435 1,34

Serviços Financeiros

Financial services

Empresas mantêm rentabilidade

Companies maintain profitability

A

s companhias abertas do setor financeiro, apesar da pouca similaridade, voltaram a se sair bem diante de mais um ano difícil para a economia. Em 2015, a receita acumulada das 15 companhias que formam esse segmento em Bolsa totalizou R$ 49 bilhões, uma alta de 60,5% em relação aos R$ 29,21 bilhões apurados no ano anterior. O lucro líquido aumentou 16,8%, ao passar de R$ 9,83 bilhões para R$ 11,69 bilhões no final do ano passado. O setor de cartões de crédito e débito segue em constante crescimento no Brasil. Segundo levantamento da Associação das Empresas de Cartões (Abecs), os brasileiros realizaram R$ 1,08 trilhão em transações com cartões no ano passado, um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cartões de crédito responderam por R$ 676 bilhões do total, com alta de 6,9%, e os cartões de débito por R$ 400 bilhões, crescimento de 11% em relação a 2014. Grande parte deste resultado explica o bom desempenho da Cielo, que fechou o ano com aumento de 11,69% no lucro líquido, que totalizou R$ 3,65 bilhões. O mercado de seguros também se saiu bem, considerando o cenário econômico atual. Em 2015, o setor, excluindo seguro saúde, cresceu 10%, patamar abaixo dos 17% registrados no período de 2010 a 2013, quando os planos VGBL aumentaram 21%. Para este ano, a previsão da agência Fitch Rating é que o setor de seguros cresça 8,5%, índice próximo ao projetado para a inflação. “Já o seguro saúde, apesar da perda de beneficiários, permanece no topo da lista de prioridades da população”, diz Esin Celasun, diretora de Instituições Financeiras e Seguros da Fitch; ainda assim, o desempenho deste segmento vai depender dos efeitos da recessão, entre eles desemprego e inflação. Serviços Financeiros

Var. Real % Actual Var. % 9,20% 1.490,10% 3,28% 2,84% -26,01% 14,43% -

Sectorial performance

The public held companies of the financial sector, notwithstanding dissimilarity, once again came our winning in the face of one more difficult year for the economy. In 2015, the accumulated earnings of the 15 companies that form that segment at the stock exchange came to a total of R$ 49 billion, a rise of 60.5% relatively to the R$ 29.21 billion earned in the preceding year. The net profit went up 16.8% on passing from R$ 9.83 billion to R$ 11.69 billion by the end of last year. The credit and debit cards sector keeps in constant growth in Brazil. According to a survey by the Card Companies Association (Abecs), the Brazilian performed R$ 1.08 trillion with cards last year, a growth of 8.4% relatively to the preceding year. The credit cards accounted for R$ 676 billion of the total amount, an increase of 6.9%, and the debit cards were used for transactions in the amount of R$ 400 billion, a growth of 11% with relation to 2014. A great part of this result explains the good performance of Cielo, which closed the year with a rise of 11.69% in net profit, amounting to R$ 3.65 billion. The insurance market also did well, considering the current economic scenario. In 2015 the sector, excluding health insurance, grew by 10%, a level that was lower than the 17% recorded in the period from 2010 to 2013, when the VGBL plans increased 21%. For this year, the forecast of the agency Fitch Rating is that the insurance sector will grow by 8.5%, an index that is close to that projected for inflation. “In turn, the health insurance, notwithstanding the loss of members, remains at the top of the list of priorities of the population” says Esin Celasun, director of Financial Institutions and Insurances of Fitch, but even so the performance of that segment will depend on the effects of the recession, among others unemployment and inflation.

Financial services

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 105.900.131 13.080.658 0,28 46.834.099 29.216.462 9.832.377 10.628.456 1,26

2015 (R$ 1.000) 121.481.629 23.183.122 0,40 52.122.766 49.019.899 11.690.150 9.675.461 1,33

Var. Real % Actual Var. % 13,14% 68,99% 10,09% 60,55% 16,88% -8,01% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Saneamento e serviços de água e gás

Sanitation, water and gas services

Cenário continua desafiador

The scenario continues to be challenging

O

setor de saneamento conviveu até o final do primeiro semestre de 2015 com os reflexos da crise hídrica que afetou duramente os principais estados brasileiros ao longo de 2014. A resolução de antigos infortúnios, onde se destacam questões como a necessidade de universalização no acesso ao abastecimento de água e tratamento de esgoto e atualização no marco regulatório do setor, novamente deve ser postergada, em função da crise político-econômica que paralisou o país. Já os novos desafios, sobretudo a necessidade de maior “segurança hídrica”, devem continuar balizando as discussões sobre investimentos a realizar. As obras de emergência adotadas para dar fôlego aos maiores reservatórios do país foram fundamentais para garantir o abastecimento de água nas regiões metropolitanas de São Paulo e Minas Gerais. Além disso, os esforços para incentivar a redução no consumo da população e a pequena melhora registrada no volume de chuvas nos últimos meses do ano também foram essenciais para evitar o colapso no abastecimento. Essas medidas porém têm representado severo impacto na rentabilidade das concessionárias. As sete companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com perda de 26% no lucro líquido, que passou de R$ 2,66 bilhões para R$ 1,89 bilhão no final do ano passado. Segundo os analistas, o cenário para 2016 ainda é desafiador para as concessionárias de saneamento. Segundo os técnicos da CoimInvest “ainda que uma possível normalização das condições hídricas traga alívio, e até mesmo impulsione os resultados em razão da fraca base de comparação, entendemos que a volta de resultados mais consistentes, bem como de rentabilidade mais satisfatória deve ocorrer de forma bem gradual”.

The sanitation sector suffered until the end of the first semester of 2015 the reflexes of the hydric crisis that strongly affected the main Brazilian states throughout 2014. The resolution of old setbacks, where there are particularly present questions such as the need to universalize the access to the water supply and sewage treatment and the updating of the regulatory framework of the sector should be once again postponed, due to the politicaleconomic crisis that paralyzed the Country. In turn, the new challenges, particularly the need of higher “hydric security”, should continue to delimit the discussions concerning investments to be made. The emergency works adopted to afford breathing space to the largest reservoirs in the Country were fundamental to warrant the supply of water in the metropolitan regions of São Paulo and Minas Gerais. Furthermore, the efforts to incentivize the population to reduce consumption and the small improvement recorded in the volume of rains in the last moths of the year were essential to prevent the supply from collapsing. Those measures, however, have represented a severe impact on the profitability of the concessionaries. The seven public held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a loss of 26% in the net profit which went from R$ 2.66 billion to R$ 1.89 billion by the end of last year. According to the analysts, the scenario for 2016 is still challenging to the sanitation concessionaries. According to the technicians of CoimInvest “even if a possible normalization of the hydric conditions brings some relief, and even drives the results forwards in reason of the weak basis of comparison, in our understanding the return of more consistent results, as well as that of a more satisfactory profitability, should occur in a very gradual manner”.

Saneamento e serviços de água e gás Sanitation, water and gas services Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

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2014 (R$ 1.000) 62.270.824 35.538 0,47 28.253.566 29.182.157 2.666.927 5.102.927 1,20

2015 (R$ 1.000) 68.684.047 628.341 0,44 29.292.388 30.109.131 1.890.317 5.927.435 1,34

Serviços Financeiros

Financial services

Empresas mantêm rentabilidade

Companies maintain profitability

A

s companhias abertas do setor financeiro, apesar da pouca similaridade, voltaram a se sair bem diante de mais um ano difícil para a economia. Em 2015, a receita acumulada das 15 companhias que formam esse segmento em Bolsa totalizou R$ 49 bilhões, uma alta de 60,5% em relação aos R$ 29,21 bilhões apurados no ano anterior. O lucro líquido aumentou 16,8%, ao passar de R$ 9,83 bilhões para R$ 11,69 bilhões no final do ano passado. O setor de cartões de crédito e débito segue em constante crescimento no Brasil. Segundo levantamento da Associação das Empresas de Cartões (Abecs), os brasileiros realizaram R$ 1,08 trilhão em transações com cartões no ano passado, um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cartões de crédito responderam por R$ 676 bilhões do total, com alta de 6,9%, e os cartões de débito por R$ 400 bilhões, crescimento de 11% em relação a 2014. Grande parte deste resultado explica o bom desempenho da Cielo, que fechou o ano com aumento de 11,69% no lucro líquido, que totalizou R$ 3,65 bilhões. O mercado de seguros também se saiu bem, considerando o cenário econômico atual. Em 2015, o setor, excluindo seguro saúde, cresceu 10%, patamar abaixo dos 17% registrados no período de 2010 a 2013, quando os planos VGBL aumentaram 21%. Para este ano, a previsão da agência Fitch Rating é que o setor de seguros cresça 8,5%, índice próximo ao projetado para a inflação. “Já o seguro saúde, apesar da perda de beneficiários, permanece no topo da lista de prioridades da população”, diz Esin Celasun, diretora de Instituições Financeiras e Seguros da Fitch; ainda assim, o desempenho deste segmento vai depender dos efeitos da recessão, entre eles desemprego e inflação. Serviços Financeiros

Var. Real % Actual Var. % 9,20% 1.490,10% 3,28% 2,84% -26,01% 14,43% -

Sectorial performance

The public held companies of the financial sector, notwithstanding dissimilarity, once again came our winning in the face of one more difficult year for the economy. In 2015, the accumulated earnings of the 15 companies that form that segment at the stock exchange came to a total of R$ 49 billion, a rise of 60.5% relatively to the R$ 29.21 billion earned in the preceding year. The net profit went up 16.8% on passing from R$ 9.83 billion to R$ 11.69 billion by the end of last year. The credit and debit cards sector keeps in constant growth in Brazil. According to a survey by the Card Companies Association (Abecs), the Brazilian performed R$ 1.08 trillion with cards last year, a growth of 8.4% relatively to the preceding year. The credit cards accounted for R$ 676 billion of the total amount, an increase of 6.9%, and the debit cards were used for transactions in the amount of R$ 400 billion, a growth of 11% with relation to 2014. A great part of this result explains the good performance of Cielo, which closed the year with a rise of 11.69% in net profit, amounting to R$ 3.65 billion. The insurance market also did well, considering the current economic scenario. In 2015 the sector, excluding health insurance, grew by 10%, a level that was lower than the 17% recorded in the period from 2010 to 2013, when the VGBL plans increased 21%. For this year, the forecast of the agency Fitch Rating is that the insurance sector will grow by 8.5%, an index that is close to that projected for inflation. “In turn, the health insurance, notwithstanding the loss of members, remains at the top of the list of priorities of the population” says Esin Celasun, director of Financial Institutions and Insurances of Fitch, but even so the performance of that segment will depend on the effects of the recession, among others unemployment and inflation.

Financial services

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 105.900.131 13.080.658 0,28 46.834.099 29.216.462 9.832.377 10.628.456 1,26

2015 (R$ 1.000) 121.481.629 23.183.122 0,40 52.122.766 49.019.899 11.690.150 9.675.461 1,33

Var. Real % Actual Var. % 13,14% 68,99% 10,09% 60,55% 16,88% -8,01% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Serviços médico-hospitalares

Wealth services

Siderurgia e Metalurgia

Steel and metallurgy

Recessão reduz lucratividade

Recession reduces profitability

Perspectivas ainda nebulosas

Perspective are still hazy

A

s oito companhias abertas deste setor fecharam 2015 com receita líquida de R$ 9,75 bilhões, um aumento de 11% em relação aos R$ 8,68 bilhões de 2014. O Ebit deste grupo totalizou R$1,35 bilhão, com alta de 3,6%, já o lucro líquido acumulado caiu 13,5% ao somar R$ 754,12 milhões. Cabe destacar que este setor na BM&FBovespa é formado por companhias que atuam em segmentos específicos, e portanto apresentaram resultados distintos. A Ourofino, por exemplo, a maior empresa de saúde animal da América Latina, não sentiu os reflexos da crise econômica. A empresa encerrou 2015 com lucro líquido de R$ 69,2 milhões, um aumento de 72,5% em relação aos R$ 38,18 milhões obtidos em 2014. A Qualicorp, grupo líder na comercialização e administração de planos de saúde, também conseguiu se sair bem ao exibir um aumento de 65,6% no lucro líquido que totalizou R$ 240,86 milhões. Segundo a diretoria da empresa, o resultado foi atingido graças à redução de 6% nas despesas administrativas, o que representou uma economia de R$ 442,7 milhões, e da perda de apenas 0,9% na carteira de beneficiários. De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o mercado de planos de saúde perdeu cerca de 766 mil beneficiários em 2015, queda de 1,5% em relação ao ano anterior. Já o segmento de saúde odontológico fechou o ano com crescimento de 3,8%, com adesão de 795,1 mil beneficiários. Este bom desempenho foi refletido pela Odontoprev, que teve uma alta de 11,9% no lucro líquido que somou R$ 221,16 milhões no ano passado. Já a Dasa, que atua no segmento de medicamentos e diagnósticos, fechou 2015 com queda de 63,1% no lucro. A Cremer, que atua no segmento de medicamentos e higiene, também registrou queda de 19,2% no lucro.

The eight publicly held companies of this sector closed 2015 with a net profit of R$ 9.75 billion, an increase of 11% with relation to the R$ 8.68 billions of 2014. The Ebit of this group reached a total of R$ 1.25 billion, a growth of 3.6%, while the accumulated net profit fell 13.5% for a sum total of R$ 754.12 million. It should be pointed out that this sector at the BM&FBovespa stock exchange if formed by companies that act in specific segments, and therefore presented distinct results. Ourofino, for example, the largest animal health company of Latin America, did not feel the reflexes of the economic crisis. The company closed 2015 with a net profit of R$ 69.2 million, an increase of 72.5% relatively to the R$ 38.18 million earned in 2014. Qualicorp, a leading group in the commercialization and management of health plans, also managed to do well on showing an increase of 65.6% in the net profit, which amounted to a total R$ 240.86 million. According to the board of directors of the company the result was achieved thanks to a reduction of 6% in administrative expenses. According to data from the Domestic Agency of Supplementary Heath, the health plans market lost about 766 thousand members in 2015, a loss of 1.5% with relation to the preceding year. The dental care segment, on the other hand, closed the year with a growth of 3.8% with the incoming of 795.1 thousand members. This good performance was reflected by Odontoprev, which saw an increase of 11.9% in net profit amounting to a sum total of R$ 221.16 million in the last year In turn, Dasa, which acts in the segment of medicaments and diagnostics, closed 2015 with a loss of 63.1% in profit. Cremer, which acts in the sector of medicaments and hygiene, also recorded a loss of profit of 19.2%.

Serviços médico-hospitalares Wealth services Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

60

2014 (R$ 1.000) 14.654.251 2.484.265 0,59 8.125.829 8.687.107 654.978 1.301.423 0,80

S

e 2015 foi marcado por dificuldade para o setor, nada indica que 2016 será diferente. Os preços das commodities continuam baixos em função do excesso de oferta no mercado internacional, pressionado principalmente pela China. Além disso, a desaceleração econômica em diversos países europeus torna o cenário para o setor siderúrgico bastante complexo para este ano, dizem os analistas. Internamente, o aprofundamento do quadro recessivo e a crise política que o país enfrenta reduziram fortemente os investimentos e o consumo. As estimativas indicam que o PIB brasileiro vai fechar o ano negativo. Os grandes consumidores de aço, como a indústria automobilística e eletrodoméstica, estão com queda expressiva na produção. A construção civil, outro forte consumidor do produto também reduziu lançamento de novos empreendimentos. Nenhum desses segmentos industriais tem perspectiva de crescimento em 2016. Segundo dados do Instituto Aço Brasil (IAB), as vendas de produtos siderúrgicos caíram 16% no ano passado ao totalizar 18,2 milhões de toneladas. Apenas em dezembro a queda foi de 26,1%. A produção brasileira de aço bruto recuou 1,9% em 2015 e este ano, segundo estimativa da IAB, deve registrar queda de 1%. Neste cenário, as 11 companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano receita com R$ 120,3 bilhões, um aumento de apenas 0,25% em relação aos R$ 119,97 bilhões de 2014. O resultado acumulado desse grupo de empresas passou de um lucro de R$2,88 bilhões para um prejuízo de R$11,53 bilhões no final de 2015. Apenas três empresas tiveram lucro: a CSN, Ferbasa e Paranapanema.

Siderurgia e Metalurgia 2015 (R$ 1.000) 14.598.840 2.298.165 0,67 7.900.839 9.759.392 754.122 1.354.634 0,85

Var. Real % Actual Var. % -0,34% -6,69% -2,47% 11,03% 13,52% 3,65% -

As 2015 was marked by difficulties for the sector, nothing indicates that 2016 will be different. The prices of commodities remain low due to the excessive offer in the international market, mainly pressured by China. Furthermore, the economic deceleration in several European countries renders the scenario of the iron and steel metallurgy sector quite complex this year, as stated by the analysts. Internally, the deepening of the recessive situation and the political crisis faced by the Country had a strong effect on reducing investments and consumption. The estimates indicate that the Brazilian GDP will close the year at a negative value. The large consumers of steel, such as the automotive and home appliance industries, are facing a significant drop in production. Civil construction, another strong consumer of the product, also reduced the launching of new projects. None of those segments industries shows a growth perspective in 2016. According to data from the Brazil Steel Institute (IAB) the sales of metallurgical products fell by 16% last year, with a total of 18.2 tons. The fall for December only was 26.1%. The Brazilian production of raw steel decreased 1.9% in 2015 and this, year, according to estimates from the IAB, should record a fall of 1%. In this scenario, the 11 publicly held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with earnings of R$ 120.3 billion, an increase of only 0.25% relatively to the R$ 119.97 billions of 2014. The accumulated result of that group of companies went from a profit of R$ 2.88 billion to a loss of R$ 11.53 billion by the end of 2015. Only three companies showed profits: CSN, Ferbasa and Paranapanema.

Steel and metallurgy

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 214.789.205 39.380.517 0,56 92.127.324 119.997.066 2.883.167 9.515.841 1,33

2015 (R$ 1.000) 225.439.654 42.436.623 0,53 88.364.452 120.301.809 -11.534.766 -4.640.409 1,55

Var. Real % Actual Var. % 4,43% 6,93% -3,65% 0,23% -446,72% -132,89% -

61


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Serviços médico-hospitalares

Wealth services

Siderurgia e Metalurgia

Steel and metallurgy

Recessão reduz lucratividade

Recession reduces profitability

Perspectivas ainda nebulosas

Perspective are still hazy

A

s oito companhias abertas deste setor fecharam 2015 com receita líquida de R$ 9,75 bilhões, um aumento de 11% em relação aos R$ 8,68 bilhões de 2014. O Ebit deste grupo totalizou R$1,35 bilhão, com alta de 3,6%, já o lucro líquido acumulado caiu 13,5% ao somar R$ 754,12 milhões. Cabe destacar que este setor na BM&FBovespa é formado por companhias que atuam em segmentos específicos, e portanto apresentaram resultados distintos. A Ourofino, por exemplo, a maior empresa de saúde animal da América Latina, não sentiu os reflexos da crise econômica. A empresa encerrou 2015 com lucro líquido de R$ 69,2 milhões, um aumento de 72,5% em relação aos R$ 38,18 milhões obtidos em 2014. A Qualicorp, grupo líder na comercialização e administração de planos de saúde, também conseguiu se sair bem ao exibir um aumento de 65,6% no lucro líquido que totalizou R$ 240,86 milhões. Segundo a diretoria da empresa, o resultado foi atingido graças à redução de 6% nas despesas administrativas, o que representou uma economia de R$ 442,7 milhões, e da perda de apenas 0,9% na carteira de beneficiários. De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o mercado de planos de saúde perdeu cerca de 766 mil beneficiários em 2015, queda de 1,5% em relação ao ano anterior. Já o segmento de saúde odontológico fechou o ano com crescimento de 3,8%, com adesão de 795,1 mil beneficiários. Este bom desempenho foi refletido pela Odontoprev, que teve uma alta de 11,9% no lucro líquido que somou R$ 221,16 milhões no ano passado. Já a Dasa, que atua no segmento de medicamentos e diagnósticos, fechou 2015 com queda de 63,1% no lucro. A Cremer, que atua no segmento de medicamentos e higiene, também registrou queda de 19,2% no lucro.

The eight publicly held companies of this sector closed 2015 with a net profit of R$ 9.75 billion, an increase of 11% with relation to the R$ 8.68 billions of 2014. The Ebit of this group reached a total of R$ 1.25 billion, a growth of 3.6%, while the accumulated net profit fell 13.5% for a sum total of R$ 754.12 million. It should be pointed out that this sector at the BM&FBovespa stock exchange if formed by companies that act in specific segments, and therefore presented distinct results. Ourofino, for example, the largest animal health company of Latin America, did not feel the reflexes of the economic crisis. The company closed 2015 with a net profit of R$ 69.2 million, an increase of 72.5% relatively to the R$ 38.18 million earned in 2014. Qualicorp, a leading group in the commercialization and management of health plans, also managed to do well on showing an increase of 65.6% in the net profit, which amounted to a total R$ 240.86 million. According to the board of directors of the company the result was achieved thanks to a reduction of 6% in administrative expenses. According to data from the Domestic Agency of Supplementary Heath, the health plans market lost about 766 thousand members in 2015, a loss of 1.5% with relation to the preceding year. The dental care segment, on the other hand, closed the year with a growth of 3.8% with the incoming of 795.1 thousand members. This good performance was reflected by Odontoprev, which saw an increase of 11.9% in net profit amounting to a sum total of R$ 221.16 million in the last year In turn, Dasa, which acts in the segment of medicaments and diagnostics, closed 2015 with a loss of 63.1% in profit. Cremer, which acts in the sector of medicaments and hygiene, also recorded a loss of profit of 19.2%.

Serviços médico-hospitalares Wealth services Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

60

2014 (R$ 1.000) 14.654.251 2.484.265 0,59 8.125.829 8.687.107 654.978 1.301.423 0,80

S

e 2015 foi marcado por dificuldade para o setor, nada indica que 2016 será diferente. Os preços das commodities continuam baixos em função do excesso de oferta no mercado internacional, pressionado principalmente pela China. Além disso, a desaceleração econômica em diversos países europeus torna o cenário para o setor siderúrgico bastante complexo para este ano, dizem os analistas. Internamente, o aprofundamento do quadro recessivo e a crise política que o país enfrenta reduziram fortemente os investimentos e o consumo. As estimativas indicam que o PIB brasileiro vai fechar o ano negativo. Os grandes consumidores de aço, como a indústria automobilística e eletrodoméstica, estão com queda expressiva na produção. A construção civil, outro forte consumidor do produto também reduziu lançamento de novos empreendimentos. Nenhum desses segmentos industriais tem perspectiva de crescimento em 2016. Segundo dados do Instituto Aço Brasil (IAB), as vendas de produtos siderúrgicos caíram 16% no ano passado ao totalizar 18,2 milhões de toneladas. Apenas em dezembro a queda foi de 26,1%. A produção brasileira de aço bruto recuou 1,9% em 2015 e este ano, segundo estimativa da IAB, deve registrar queda de 1%. Neste cenário, as 11 companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam o ano receita com R$ 120,3 bilhões, um aumento de apenas 0,25% em relação aos R$ 119,97 bilhões de 2014. O resultado acumulado desse grupo de empresas passou de um lucro de R$2,88 bilhões para um prejuízo de R$11,53 bilhões no final de 2015. Apenas três empresas tiveram lucro: a CSN, Ferbasa e Paranapanema.

Siderurgia e Metalurgia 2015 (R$ 1.000) 14.598.840 2.298.165 0,67 7.900.839 9.759.392 754.122 1.354.634 0,85

Var. Real % Actual Var. % -0,34% -6,69% -2,47% 11,03% 13,52% 3,65% -

As 2015 was marked by difficulties for the sector, nothing indicates that 2016 will be different. The prices of commodities remain low due to the excessive offer in the international market, mainly pressured by China. Furthermore, the economic deceleration in several European countries renders the scenario of the iron and steel metallurgy sector quite complex this year, as stated by the analysts. Internally, the deepening of the recessive situation and the political crisis faced by the Country had a strong effect on reducing investments and consumption. The estimates indicate that the Brazilian GDP will close the year at a negative value. The large consumers of steel, such as the automotive and home appliance industries, are facing a significant drop in production. Civil construction, another strong consumer of the product, also reduced the launching of new projects. None of those segments industries shows a growth perspective in 2016. According to data from the Brazil Steel Institute (IAB) the sales of metallurgical products fell by 16% last year, with a total of 18.2 tons. The fall for December only was 26.1%. The Brazilian production of raw steel decreased 1.9% in 2015 and this, year, according to estimates from the IAB, should record a fall of 1%. In this scenario, the 11 publicly held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange closed the year with earnings of R$ 120.3 billion, an increase of only 0.25% relatively to the R$ 119.97 billions of 2014. The accumulated result of that group of companies went from a profit of R$ 2.88 billion to a loss of R$ 11.53 billion by the end of 2015. Only three companies showed profits: CSN, Ferbasa and Paranapanema.

Steel and metallurgy

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 214.789.205 39.380.517 0,56 92.127.324 119.997.066 2.883.167 9.515.841 1,33

2015 (R$ 1.000) 225.439.654 42.436.623 0,53 88.364.452 120.301.809 -11.534.766 -4.640.409 1,55

Var. Real % Actual Var. % 4,43% 6,93% -3,65% 0,23% -446,72% -132,89% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Tecidos, vestuário e calçados

Textile, clothing and footwear

Tecnologia da Informação

Information technology

Lucro teve queda de 30% no ano

Profits fell by 30% in the year

Empresas têm queda no lucro

Companies’ profits fall

O

aprofundamento do cenário de recessão econômica, especialmente o desemprego e a queda na renda do brasileiro, apenas reforçou as perspectivas que 2015 seria um ano difícil para o setor. As 23 companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa registraram queda de 34,1% no lucro líquido, que passou de R$ 479,22 milhões para R$ 296,11 milhões no final do ano passado. O Ebit deste grupo de empresas caiu 11,67%, o patrimônio líquido, -5,9% e a receita de vendas recuou 0,37%. Apenas a Grendene conseguiu fechar o ano com bom resultado. A companhia exibiu um aumento de 9,9% no lucro líquido, que totalizou R$ 539,31 milhões contra R$ 485,25 milhões em 2014. Já a concorrente mais próxima, a Alpargatas, teve lucro de R$ 263,24 milhões, mas 7,26% inferior ao do ano anterior. O mesmo desempenho apresentou a Hering que amargou recuo de quase 10,56% no lucro, que ficou em R$ 281,17 milhões. Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) mostram que as vendas no setor caíram 8% no ano passado e só não foram menores graças às exportações, que aumentaram a partir do segundo semestre. Para 2016, as analistas esperam uma pequena melhora neste cenário, que continua, no entanto, com perspectivas negativas, em função da conjuntura interna. O cenário no setor têxtil não foi diferente. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o faturamento do setor caiu 4% no ano passado, mas a entidade espera um aumento de 5% em 2016, o que significa um total de R$ 127 bilhões. A retração no mercado interno deve ser compensada pela alta de 1,5% nas exportações e na substituição de produtos importados.

The deepening of the economic recession scenario, particularly unemployment and the diminishing income of the Brazilians contributed to strengthen the perspectives that 2015 would be a difficult year to the sector. The 23 publicly held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange recorded a fall of 34.1% in the net profit that went from R$ 479.22 million to R$ 296.11 million by the end of last year. The Ebit of this group of companies fell by 11.67%, the net assets were -5,9% and the income on sales was reduced by 0.37%. Only Grendene managed to close the year with a good result. The company showed an increase of 9.9% in net profit, for a total of R$ 539.31 million against R$ 485.25millionin 2014. In turn, its closest competitor, Alpargatas, has a profit of R$ 263.24 million, however 7.26% lower than that of the preceding year. The same performance was presented by Hering, withstood a reduction of almost 10,56% in profit, which stayed at R$ 281.17 million. Data from the Brazilian Association of Footwear Industries (Abicalçados), show that the sales in the sector fell by 8% last year and were only not worse thanks to the exports, that increased after the second semester. For 2016 the analysts expect a slight improvement in this scenario, which however maintains negative perspectives, due to the domestic situation. The scenario in the textile/fabrics was nor different. According to the Textile and Garment Finishing Industry (Abit) the income of the sector fell by 4% last year, but the entity expects an increase of 5% in 2016, which means a total of R$ 127 billion. The retraction in the domestic market should be compensated by an increase of 1.5% in exports and in the trade-off of imported products.

Tecidos, vestuário e calçados* Textile, clothing and footwear* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 24.332.882 4.088.362 0,79 10.130.644 19.321.551 479.224 1.342.552 1,40

O

mercado de Tecnologia da Informação, que vem de um longo processo de crescimento, no ano passado sentiu os efeitos da recessão econômica. As sete companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com queda de 6,9% no lucro líquido, que totalizou R$ 426,71 milhões contra R$ 462,68 milhões do ano anterior. O Ebit deste grupo de empresa somou R$ 547,9, com queda de 11%. Segundo os analistas, muitas empresas cortaram ou reduziram os contratos de prestação de serviço de informáticas, e outras adiaram projetos de investimentos em tecnologia para se adequarem às metas de redução de custos. Segundo eles, as perspectivas para o setor não são promissoras, principalmente para as empresas que trabalham com o setor público. Apesar das adversidades, o ano foi marcado por incorporações relevantes como a compra da Bematech pela Totvs, transação que girou em torno de R$ 550 milhões. A Totvs ainda comprou, no começo do ano, a Neolog por R$ 15,6 milhões. Já a Linx comprou duas empresas, Chaordic e Neemu, que atuam no desenvolvimento de ferramentas para e-commerce pelo montante de R$ 111,4 milhões. Por fim, a Senior Solution também incorporou duas companhias que desenvolvem software para o segmento de consórcios financeiros: a Aquarius Tecnologia e a Pleno – Tecnologia & Sistemas, no valor total de R$ 11,9 milhões. Para os analistas, o contexto atual é propício para novas consolidações em 2016. Para eles, o maior risco é a entrada de players internacionais, principalmente as multinacionais americanas, pioneiras no desenvolvimento de soluções tecnológicas e que enxergam o mercado brasileiro com elevado potencial de negócios.

Tecnologia da Informação 2015 (R$ 1.000) 24.860.579 2.692.758 0,78 9.459.321 19.400.626 296.113 1.167.234 1,63

Var. Real % Actual Var. % 1,94% -30,49% -5,92% 0,37% -34,13% -11,67% -

Last year, the Information Technology market, which has been growing for long, came to experience the effects of the economic recession. The seven companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a fall of 6.9% in net profit, for a total of R$ 426.71 million against R$ 462.68 million in the preceding year. The Ebit of this group of companies added up to R$ 547,9 with a fall of 11%. According to analysts, many companies gave up or reduced the information technology service provision contracts and other companies postponed projects of investments in technology to meet the cost reduction goals. According to them, the perspectives for the sector are not promising, particularly for companies working for the public sector. Notwithstanding the adversities, the year was marked by relevant incorporations such as the purchase of Bematech by Totvs, a transaction involving around R$ 550 million. Totvs further bought, at the beginning of the year, the company Neolog for R$ 15.6 million. In turn, Linx bought two companies, Chaordic and Neemu, which act in the development of tools for e-commerce, for the amount R$ 111.4 million. Finally, Senior Solution also incorporated two companies that develop software for the segment of financial consortiums: Aquarius Tecnologia and Pleno – Tecnologia & Sistemas, for a total value of R$ 11.9 million. For the analysts, the current context is favorable for new consolidations in 2016. To then, the greater risk is the incoming of international players, particularly the US multinationals, which are pioneers in the development of technological solutions and that look upon the Brazilian market as evidencing high business potential.

Information technology

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 4.938.440 1.420.066 0,88 2.640.397 4.343.911 462.682 625.209 0,87

2015 (R$ 1.000) 6.466.280 1.288.271 0,77 3.299.569 4.974.167 426.711 547.987 0,96

Var. Real % Actual Var. % 27,64% -8,29% 22,30% 12,96% -6,94% -11,03% -

*Falta 1 empresa publicar suas DFs

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Sectorial performance

Tecidos, vestuário e calçados

Textile, clothing and footwear

Tecnologia da Informação

Information technology

Lucro teve queda de 30% no ano

Profits fell by 30% in the year

Empresas têm queda no lucro

Companies’ profits fall

O

aprofundamento do cenário de recessão econômica, especialmente o desemprego e a queda na renda do brasileiro, apenas reforçou as perspectivas que 2015 seria um ano difícil para o setor. As 23 companhias abertas com ações negociadas na BM&FBovespa registraram queda de 34,1% no lucro líquido, que passou de R$ 479,22 milhões para R$ 296,11 milhões no final do ano passado. O Ebit deste grupo de empresas caiu 11,67%, o patrimônio líquido, -5,9% e a receita de vendas recuou 0,37%. Apenas a Grendene conseguiu fechar o ano com bom resultado. A companhia exibiu um aumento de 9,9% no lucro líquido, que totalizou R$ 539,31 milhões contra R$ 485,25 milhões em 2014. Já a concorrente mais próxima, a Alpargatas, teve lucro de R$ 263,24 milhões, mas 7,26% inferior ao do ano anterior. O mesmo desempenho apresentou a Hering que amargou recuo de quase 10,56% no lucro, que ficou em R$ 281,17 milhões. Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) mostram que as vendas no setor caíram 8% no ano passado e só não foram menores graças às exportações, que aumentaram a partir do segundo semestre. Para 2016, as analistas esperam uma pequena melhora neste cenário, que continua, no entanto, com perspectivas negativas, em função da conjuntura interna. O cenário no setor têxtil não foi diferente. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o faturamento do setor caiu 4% no ano passado, mas a entidade espera um aumento de 5% em 2016, o que significa um total de R$ 127 bilhões. A retração no mercado interno deve ser compensada pela alta de 1,5% nas exportações e na substituição de produtos importados.

The deepening of the economic recession scenario, particularly unemployment and the diminishing income of the Brazilians contributed to strengthen the perspectives that 2015 would be a difficult year to the sector. The 23 publicly held companies with shares negotiated at the BM&FBovespa stock exchange recorded a fall of 34.1% in the net profit that went from R$ 479.22 million to R$ 296.11 million by the end of last year. The Ebit of this group of companies fell by 11.67%, the net assets were -5,9% and the income on sales was reduced by 0.37%. Only Grendene managed to close the year with a good result. The company showed an increase of 9.9% in net profit, for a total of R$ 539.31 million against R$ 485.25millionin 2014. In turn, its closest competitor, Alpargatas, has a profit of R$ 263.24 million, however 7.26% lower than that of the preceding year. The same performance was presented by Hering, withstood a reduction of almost 10,56% in profit, which stayed at R$ 281.17 million. Data from the Brazilian Association of Footwear Industries (Abicalçados), show that the sales in the sector fell by 8% last year and were only not worse thanks to the exports, that increased after the second semester. For 2016 the analysts expect a slight improvement in this scenario, which however maintains negative perspectives, due to the domestic situation. The scenario in the textile/fabrics was nor different. According to the Textile and Garment Finishing Industry (Abit) the income of the sector fell by 4% last year, but the entity expects an increase of 5% in 2016, which means a total of R$ 127 billion. The retraction in the domestic market should be compensated by an increase of 1.5% in exports and in the trade-off of imported products.

Tecidos, vestuário e calçados* Textile, clothing and footwear* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 24.332.882 4.088.362 0,79 10.130.644 19.321.551 479.224 1.342.552 1,40

O

mercado de Tecnologia da Informação, que vem de um longo processo de crescimento, no ano passado sentiu os efeitos da recessão econômica. As sete companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam 2015 com queda de 6,9% no lucro líquido, que totalizou R$ 426,71 milhões contra R$ 462,68 milhões do ano anterior. O Ebit deste grupo de empresa somou R$ 547,9, com queda de 11%. Segundo os analistas, muitas empresas cortaram ou reduziram os contratos de prestação de serviço de informáticas, e outras adiaram projetos de investimentos em tecnologia para se adequarem às metas de redução de custos. Segundo eles, as perspectivas para o setor não são promissoras, principalmente para as empresas que trabalham com o setor público. Apesar das adversidades, o ano foi marcado por incorporações relevantes como a compra da Bematech pela Totvs, transação que girou em torno de R$ 550 milhões. A Totvs ainda comprou, no começo do ano, a Neolog por R$ 15,6 milhões. Já a Linx comprou duas empresas, Chaordic e Neemu, que atuam no desenvolvimento de ferramentas para e-commerce pelo montante de R$ 111,4 milhões. Por fim, a Senior Solution também incorporou duas companhias que desenvolvem software para o segmento de consórcios financeiros: a Aquarius Tecnologia e a Pleno – Tecnologia & Sistemas, no valor total de R$ 11,9 milhões. Para os analistas, o contexto atual é propício para novas consolidações em 2016. Para eles, o maior risco é a entrada de players internacionais, principalmente as multinacionais americanas, pioneiras no desenvolvimento de soluções tecnológicas e que enxergam o mercado brasileiro com elevado potencial de negócios.

Tecnologia da Informação 2015 (R$ 1.000) 24.860.579 2.692.758 0,78 9.459.321 19.400.626 296.113 1.167.234 1,63

Var. Real % Actual Var. % 1,94% -30,49% -5,92% 0,37% -34,13% -11,67% -

Last year, the Information Technology market, which has been growing for long, came to experience the effects of the economic recession. The seven companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a fall of 6.9% in net profit, for a total of R$ 426.71 million against R$ 462.68 million in the preceding year. The Ebit of this group of companies added up to R$ 547,9 with a fall of 11%. According to analysts, many companies gave up or reduced the information technology service provision contracts and other companies postponed projects of investments in technology to meet the cost reduction goals. According to them, the perspectives for the sector are not promising, particularly for companies working for the public sector. Notwithstanding the adversities, the year was marked by relevant incorporations such as the purchase of Bematech by Totvs, a transaction involving around R$ 550 million. Totvs further bought, at the beginning of the year, the company Neolog for R$ 15.6 million. In turn, Linx bought two companies, Chaordic and Neemu, which act in the development of tools for e-commerce, for the amount R$ 111.4 million. Finally, Senior Solution also incorporated two companies that develop software for the segment of financial consortiums: Aquarius Tecnologia and Pleno – Tecnologia & Sistemas, for a total value of R$ 11.9 million. For the analysts, the current context is favorable for new consolidations in 2016. To then, the greater risk is the incoming of international players, particularly the US multinationals, which are pioneers in the development of technological solutions and that look upon the Brazilian market as evidencing high business potential.

Information technology

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 4.938.440 1.420.066 0,88 2.640.397 4.343.911 462.682 625.209 0,87

2015 (R$ 1.000) 6.466.280 1.288.271 0,77 3.299.569 4.974.167 426.711 547.987 0,96

Var. Real % Actual Var. % 27,64% -8,29% 22,30% 12,96% -6,94% -11,03% -

*Falta 1 empresa publicar suas DFs

62

63


Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Telecomunicações

Telecommunication

Transporte e logística

No setor, apenas a TIM obteve lucro

In the sector, only TIM earned a profit

Prejuízo do setor subiu em 2015

A

s perspectivas dos analistas para o setor de Telecomunicações em 2015 não eram animadoras. Além da conjuntura adversa, citavam que o segmento já atingiu seu nível de maturidade e precisa de pesados investimentos para enfrentar a acirrada concorrência. Este cenário acabou se concretizando. As seis companhias com ações negociadas na BM&FBovespa encerraram 2015 com receita nominal de R$ 87,98 bilhões, com crescimento de apenas 1,86% em relação aos R$ 86,19 bilhões de 2014. O lucro dessas empresas, por sua vez, caiu 136% ao passar de R$ 1,61 bilhão para um prejuízo de R$ 846,88 milhões no final de 2015. Apenas a TIM obteve bom resultado ao exibir lucro líquido de R$ 2,07 bilhões, um aumento de 30% na comparação com o resultado de 2014: R$ 1,54 bilhão. Já as concorrentes mais próximas não conseguiram alcançar bom desempenho. O lucro da Telefônica atingiu R$ 3,42 bilhões no final de 2015 contra R$ 4,93 bilhões no mesmo período do ano anterior (-27,4%). Já o prejuízo da OI aumentou de R$ 4,40 bilhões para R$ 5,34 bilhões no final do ano passado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima que o número de assinantes de telefonia móvel em 2016 chegará a 330,1 milhões, contra 292 milhões em 2015. A estimativa é sustentada pela migração de clientes do segmento pré-pago para o pós-pago, bem como em virtude da maior penetração das tecnologias 3G e 4G nos serviços móveis. As perspectivas para as empresas com ações negociadas em Bolsa continuam pessimistas. Segundo os analistas da Coinvalores, manter a rentabilidade elevada será tarefa cada vez mais difícil para os grandes grupos de telecomunicações nos próximos anos, destacam.

The perspectives of the analysts for the Telecommunications sector were not encouraging. In addition with the adverse situation they cited that the segment has already reached its maturity level and requires heavy investments to face the intensive competition. This scenario ended up becoming real. The six companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a nominal revenue of R$ 87.98 billion, with a growth of only 1.86% with relation to the R$ 86.19 billion of 2014. The profit of those companies, in turn, went down 136% passing from an R$ 1.61 earning to a loss of R$ 846.88 million by the end of 2015. Only TIM obtained a good result on showing a net profit of R$ 2.07 billion, an increase of 30% when compared with the result of 2014: R$ 1.54 billion. In turn, the closest competitors failed to achieve a good performance. The profit of Telefônica reached R$ 3.42 million at the end of 2015 against R$ 4.93 billion in the same period of last year (-27,4%). In turn, the loss of Oi increased from R$ 4.40 billion to R$ 5.34 billion at the end of last year. The National Telecommunications Agency (Anatel) estimates that the number of subscribers of mobile telephony in 2016 will reach 330.1 million, against 292 million in 2015. The estimate is sustained by the migration of clients from the prepaid segment to the post-paid segment, as well as in virtue of the greater penetration of the 3G and 4G technologies in the mobile services. The perspective for the companies with shares listed in the stock exchange remains pessimistic. According to the analysts of Coinvalores, maintaining a high profitability will become an increasingly difficult task for the large telecommunication groups in the next few years, as they point out.

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Transport and logistics

Loss of the sector went up in 2015

A

queda na demanda por serviços de transporte, reflexo da recessão econômica que atinge o Brasil, já causou o fechamento de 25,3 mil postos de trabalho nas empresas de transporte e logística, somente no primeiro bimestre de 2016. Segundo dados do Ministério do Trabalho, o número representa um terço do resultado de 2015, quando 76,4 mil pessoas perderam suas vagas no setor. Somente o transporte terrestre perdeu 20,8 mil trabalhadores nos dois primeiros meses deste ano, resultado direto do enfraquecimento da atividade econômica. A demanda pelos serviços do segmento caiu 9,6% nesse período. No acumulado de 12 meses, a diminuição chega a 10,4%. Em 2015, foram 53,4 mil demissões. “A situação está muito difícil”, diz Neuto Gonçalves dos Reis, diretor-técnico da Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística. Segundo ele, pesquisa da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias mostra que o movimento de caminhões pesados no Brasil, no primeiro trimestre, caiu 5,6%, em relação ao primeiro trimestre do ano passado, “o que mostra que os empresários estão se ajustando à redução de demanda.” Os resultados confirmam o que revelou a Sondagem Expectativas do Transportador – 2015, levantamento realizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) no segundo semestre do ano passado, sobre as perspectivas para 2016. Para 68% dos empresários ouvidos, a recuperação da economia só ocorrerá a partir de 2017. Desses, 20% creem que os resultados só começarão a melhorar em 2018. O resultado acumulado das 20 companhias abertas que compõem o setor na BMF&FBovespa fechou 2015 com prejuízo de R$ 4,63 bilhões, bem superior à perda de R$ 204,88 milhões registrada no ano anterior.

The loss in demand for transport services, a reflex of the economic recession that strikes Brazil, has already caused the closing of 25.3 thousand jobs in the transports and logistics companies, just in the first two months of 2016. According to data from the Ministry of Labor, the number represents a third of the result of 2015, when 76.4 thousand persons lost their jobs in the sector. The land transport only lost 20.8 thousand workers in the first two months of this year, a direct result of the weakening of the economic activity. The demand for those services in the segment fell 9.6% in that period. In the accumulated period of 12 months, the reduction reaches 10.4%. In 2015, 53,4 thousand persons were dismissed. “The situation is very difficult, says Neuto Gonçalves dos Reis, technical director of the National Association of Cargo Transportation and Logistics. According to this gentleman, a research conducted by The Brazilian Association of Roadway Concessionaires [Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias] shows that the movement of heavy trucks in Brazil, in the first three months, fell by 5.6% with relation to the first three months of last year, “which shows that the businessmen are adjusting for the reduction in demand” The results confirm what was disclosed by the Transporter Expectations Survey – 2015, a study conducted by the national Transport Confederation [Confederação Nacional do Transporte] (CNT) in the second semester of last year, regarding the perspectives for 2016. For 68% of the businessmen that were heard, the recovery of the economy will only occur after 2017. Of those businessmen, 20% believe that the results will only start to improve in 2018.

Transporte e logística Transport and logistics

Telecomunicações Telecommunication Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

Sectorial performance

2014 (R$ 1.000) 212.061.825 8.560.084 0,41 80.661.388 86.197.463 1.618.421 13.023.101 1,60

2015 (R$ 1.000) 237.062.575 15.991.649 0,37 100.206.975 87.988.815 -846.882 10.385.423 1,34

Var. Real % Actual Var. % 10,53% 77,55% 21,65% 1,86% -136,07% -18,09% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 157.278.248 -14.559.943 0,49 35.283.950 76.751.005 -204.885 8.967.430 3,46

2015 (R$ 1.000) 200.345.256 -22.606.733 0,42 34.470.049 84.956.915 -4.633.202 9.536.662 4,81

Var. Real % Actual Var. % 24,46% -49,37% -2,06% 9,55% -1.930,75% 5,67% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Desempenho setorial

Telecomunicações

Telecommunication

Transporte e logística

No setor, apenas a TIM obteve lucro

In the sector, only TIM earned a profit

Prejuízo do setor subiu em 2015

A

s perspectivas dos analistas para o setor de Telecomunicações em 2015 não eram animadoras. Além da conjuntura adversa, citavam que o segmento já atingiu seu nível de maturidade e precisa de pesados investimentos para enfrentar a acirrada concorrência. Este cenário acabou se concretizando. As seis companhias com ações negociadas na BM&FBovespa encerraram 2015 com receita nominal de R$ 87,98 bilhões, com crescimento de apenas 1,86% em relação aos R$ 86,19 bilhões de 2014. O lucro dessas empresas, por sua vez, caiu 136% ao passar de R$ 1,61 bilhão para um prejuízo de R$ 846,88 milhões no final de 2015. Apenas a TIM obteve bom resultado ao exibir lucro líquido de R$ 2,07 bilhões, um aumento de 30% na comparação com o resultado de 2014: R$ 1,54 bilhão. Já as concorrentes mais próximas não conseguiram alcançar bom desempenho. O lucro da Telefônica atingiu R$ 3,42 bilhões no final de 2015 contra R$ 4,93 bilhões no mesmo período do ano anterior (-27,4%). Já o prejuízo da OI aumentou de R$ 4,40 bilhões para R$ 5,34 bilhões no final do ano passado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima que o número de assinantes de telefonia móvel em 2016 chegará a 330,1 milhões, contra 292 milhões em 2015. A estimativa é sustentada pela migração de clientes do segmento pré-pago para o pós-pago, bem como em virtude da maior penetração das tecnologias 3G e 4G nos serviços móveis. As perspectivas para as empresas com ações negociadas em Bolsa continuam pessimistas. Segundo os analistas da Coinvalores, manter a rentabilidade elevada será tarefa cada vez mais difícil para os grandes grupos de telecomunicações nos próximos anos, destacam.

The perspectives of the analysts for the Telecommunications sector were not encouraging. In addition with the adverse situation they cited that the segment has already reached its maturity level and requires heavy investments to face the intensive competition. This scenario ended up becoming real. The six companies with shares listed at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a nominal revenue of R$ 87.98 billion, with a growth of only 1.86% with relation to the R$ 86.19 billion of 2014. The profit of those companies, in turn, went down 136% passing from an R$ 1.61 earning to a loss of R$ 846.88 million by the end of 2015. Only TIM obtained a good result on showing a net profit of R$ 2.07 billion, an increase of 30% when compared with the result of 2014: R$ 1.54 billion. In turn, the closest competitors failed to achieve a good performance. The profit of Telefônica reached R$ 3.42 million at the end of 2015 against R$ 4.93 billion in the same period of last year (-27,4%). In turn, the loss of Oi increased from R$ 4.40 billion to R$ 5.34 billion at the end of last year. The National Telecommunications Agency (Anatel) estimates that the number of subscribers of mobile telephony in 2016 will reach 330.1 million, against 292 million in 2015. The estimate is sustained by the migration of clients from the prepaid segment to the post-paid segment, as well as in virtue of the greater penetration of the 3G and 4G technologies in the mobile services. The perspective for the companies with shares listed in the stock exchange remains pessimistic. According to the analysts of Coinvalores, maintaining a high profitability will become an increasingly difficult task for the large telecommunication groups in the next few years, as they point out.

64

Transport and logistics

Loss of the sector went up in 2015

A

queda na demanda por serviços de transporte, reflexo da recessão econômica que atinge o Brasil, já causou o fechamento de 25,3 mil postos de trabalho nas empresas de transporte e logística, somente no primeiro bimestre de 2016. Segundo dados do Ministério do Trabalho, o número representa um terço do resultado de 2015, quando 76,4 mil pessoas perderam suas vagas no setor. Somente o transporte terrestre perdeu 20,8 mil trabalhadores nos dois primeiros meses deste ano, resultado direto do enfraquecimento da atividade econômica. A demanda pelos serviços do segmento caiu 9,6% nesse período. No acumulado de 12 meses, a diminuição chega a 10,4%. Em 2015, foram 53,4 mil demissões. “A situação está muito difícil”, diz Neuto Gonçalves dos Reis, diretor-técnico da Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística. Segundo ele, pesquisa da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias mostra que o movimento de caminhões pesados no Brasil, no primeiro trimestre, caiu 5,6%, em relação ao primeiro trimestre do ano passado, “o que mostra que os empresários estão se ajustando à redução de demanda.” Os resultados confirmam o que revelou a Sondagem Expectativas do Transportador – 2015, levantamento realizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) no segundo semestre do ano passado, sobre as perspectivas para 2016. Para 68% dos empresários ouvidos, a recuperação da economia só ocorrerá a partir de 2017. Desses, 20% creem que os resultados só começarão a melhorar em 2018. O resultado acumulado das 20 companhias abertas que compõem o setor na BMF&FBovespa fechou 2015 com prejuízo de R$ 4,63 bilhões, bem superior à perda de R$ 204,88 milhões registrada no ano anterior.

The loss in demand for transport services, a reflex of the economic recession that strikes Brazil, has already caused the closing of 25.3 thousand jobs in the transports and logistics companies, just in the first two months of 2016. According to data from the Ministry of Labor, the number represents a third of the result of 2015, when 76.4 thousand persons lost their jobs in the sector. The land transport only lost 20.8 thousand workers in the first two months of this year, a direct result of the weakening of the economic activity. The demand for those services in the segment fell 9.6% in that period. In the accumulated period of 12 months, the reduction reaches 10.4%. In 2015, 53,4 thousand persons were dismissed. “The situation is very difficult, says Neuto Gonçalves dos Reis, technical director of the National Association of Cargo Transportation and Logistics. According to this gentleman, a research conducted by The Brazilian Association of Roadway Concessionaires [Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias] shows that the movement of heavy trucks in Brazil, in the first three months, fell by 5.6% with relation to the first three months of last year, “which shows that the businessmen are adjusting for the reduction in demand” The results confirm what was disclosed by the Transporter Expectations Survey – 2015, a study conducted by the national Transport Confederation [Confederação Nacional do Transporte] (CNT) in the second semester of last year, regarding the perspectives for 2016. For 68% of the businessmen that were heard, the recovery of the economy will only occur after 2017. Of those businessmen, 20% believe that the results will only start to improve in 2018.

Transporte e logística Transport and logistics

Telecomunicações Telecommunication Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

Sectorial performance

2014 (R$ 1.000) 212.061.825 8.560.084 0,41 80.661.388 86.197.463 1.618.421 13.023.101 1,60

2015 (R$ 1.000) 237.062.575 15.991.649 0,37 100.206.975 87.988.815 -846.882 10.385.423 1,34

Var. Real % Actual Var. % 10,53% 77,55% 21,65% 1,86% -136,07% -18,09% -

Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio

2014 (R$ 1.000) 157.278.248 -14.559.943 0,49 35.283.950 76.751.005 -204.885 8.967.430 3,46

2015 (R$ 1.000) 200.345.256 -22.606.733 0,42 34.470.049 84.956.915 -4.633.202 9.536.662 4,81

Var. Real % Actual Var. % 24,46% -49,37% -2,06% 9,55% -1.930,75% 5,67% -

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Utilidades Domésticas

Desempenho setorial

Household utilities

Vendas têm queda histórica

Sales meet an historical low

O

desempenho das 12 companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fechou 2015 com lucro líquido de apenas R$ 251,47 milhões, o que representou uma queda de 66,52% em relação aos R$ 984,79 milhões apurados no ano anterior. A receita de vendas recuou 6,9%, ao passar de R$ 13,33 bilhões para R$ 12,30 bilhões e o Ebit caiu 61,9%, ao totalizar R$ 435,89 milhões. Nem a Wirlpool, a maior empresa do setor e dona das marcas Brastemp e Consul, escapou ilesa da crise. A receita de vendas recuou quase 2,5% ao totalizar R$ 9,38 bilhões e o lucro líquido -52,9% ao totalizar R$ 290,88 milhões. As vendas de móveis e eletrodomésticos, como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, fecharam o ano com queda de 14%, segundo dados do IBGE. Foi o pior nível de vendas em 14 anos. Na comparação de dezembro de 2015 com o mesmo mês do ano anterior, a queda foi ainda mais intensa: 17,7%. Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee) mostra que o faturamento das indústrias deste segmento em 2015 atingiu R$ 142,5 bilhões, 7% abaixo do verificado em 2014 (R$ 153,8 bilhões). O segmento de informática, por exemplo, amargou perda de 20% nas vendas. Conforme dados da Consultoria IDC, as vendas de desktops e notebooks caíram 36% e as de tablets, 38%. A consultoria destaca que estes produtos, além da queda do mercado, vêm se ressentindo da concorrência dos smartphones. Quanto aos celulares, o faturamento nominal recuou 4% e as vendas em unidades caíram 27%, sendo que a redução dos tradicionais foi de 74% e a de smartphone, -13%. Para 2016, as empresas do setor eletroeletrônico projetam, em termos nominais, estabilidade no faturamento em relação a 2015. Entretanto, em termos reais, deverá ocorrer queda da ordem de 6%.

The performance of the 12 companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a net profit of only R$ 251,47 million, which represented a fall of only 66.52% with relation to the R$ 984.79 million recorded in the preceding year. The sales income retreated 6.9% on passing from 13.33 billion to R$ 12.30 billion and the Ebit fell by 61.9% to a total amount of R$ 435.89 million. Not even Whirlpool, the largest company of the sector and owner of the trademarks Brastemp and Consul, managed to escape the crisis unscathed. The sales income was driven back almost 2.5% for a total of R$ 9.38 billion and the net profit was -52,9% for a total of R$ 290.88 million. The sales of furniture and home appliances, such as ovens, refrigerators and washing machines, closed the year with a fall of 145, according to data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). It was the worst sales level in 14 years. In the comparison of December 2015 with the same month of the previous year, the fall was even more intense: 17.7%. A research conducted by the Brazilian ElectroElectronic Industry Association (Abinee) shows that the earning of the industries of this segment in 2015reached R$ 142.5 billion, 7% of what was recorded in 2014 (R$ 153.8 billion). The computing segment, for example, swallowed a bitter pill of 20% loss in sales. According to data from the consulting entity Consultoria IDC, the sales of desktops and notebooks fell 36% and those of tablets fell 38%. The consulting entity points out that these products, in addition to the market loss, have been subject to the competition of the smartphones. Regarding the cellphones, the nominal earnings went back 4% and the sales in units fell by 27%, with the reduction of traditional phones being 74% and those of smartphones being -13%.

Utilidades domésticas* Household utilities* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio *Faltam 2 empresas publicarem suas DFs

66

Sectorial performance

2014 (R$ 1.000) 10.951.019 1.617.342 1,22 3.289.779 13.336.143 984.795 1.422.512 2,33

2015 (R$ 1.000) 11.206.775 1.052.917 1,10 4.598.296 12.304.170 251.478 435.890 1,44

Var. Real % Actual Var. % 2,09% -31,17% 35,53% -6,91% -66,52% -61,96% -

Crise afeta investimento das empresas

A

crise que o país atravessa desde 2015 afetou sensivelmente a disposição de investimento das companhias abertas em 2016. Desde o início do ano passado, os empresários já sinalizavam que estavam com o pé no freio, principalmente os do setor industrial. A sondagem realizada no primeiro quadrimestre deste ano, para a edição do Anuário, mostrou que a cautela é bem maior, refletindo os efeitos da pior recessão da economia brasileira nos últimos 25 anos. A maioria das companhias, que divulgaram estimativas, reduziu os investimentos para este ano. Este levantamento reúne dados sobre investimento nos últimos três anos e estimativa para 2016, das 130 maiores companhias abertas. As informações foram confirmadas pela diretoria das próprias empresas. QUEM INVESTE MENOS Na relação das que optaram em conter gastos figuram as empresas de maior valor de mercado, como a Vale. A mineradora vai investir este ano US$ 6,16 bilhões, valor 26,5% inferior aos US$ 8,4 bilhões de 2015. Outra que reduziu os gastos foi a Petrobras. A empresa divulgou o Plano de Negócios 2015/19 no total de US$ 98,4 bilhões, valor 24,4% inferior aos US$ 130,3 bilhões do período 2014/18. Do total estimado, US$ 80,0 bilhões serão aplicados em exploração e produção; US$ 10,9 bilhões, em abastecimento; US$ 5,4 bilhões em gás e energia e US$ 2,1 bilhões nas demais áreas da companhia. Apenas neste ano serão investidos US$ 20,0 bilhões. Nesta linha de contenção, destacamos ainda a Aliansce Shopping Center (setor de Construção Civil e Mercado Imobiliário), que reduziu em 68,9% a estimativa de investimentos para 2016, seguida pela Randon Participações (Máquinas e Equipamentos) – 62,8%; Usiminas (Siderurgia e Metalurgia) – 55,3%; AES Tietê (Energia Elétrica) – 54%; e, Via Varejo (Atacado e Varejo) -53,5%. QUEM INVESTE MAIS Algumas empresas, no entanto, abandonaram a atitude cautelosa e aumentaram os recursos, como é o caso da Fibria, do setor de Papel e Celulose, que projeta investir este ano R$ 8,2

Crisis affects investment of companies The crisis that the country has been going through since 2015 has noticeably affected the investment intentions of the publicly-held companies in 2016. Since the beginning of last year the businessmen already indicated that they had a foot on the brakes, particularly those of the industrial sector. The survey conducted in the first quarter of this year, for the edition of the Yearbook, evidenced that the precaution is quite higher, reflecting the effects of the worst recession of the Brazilian economy in the last 25 years. The majority of the companies that disclosed estimates reduced the investments for the current year. This survey combines data on investment in the last three years and estimates for 2016 of the 130 largest publicly-held companies. The information was confirmed by the boards of the companies themselves. WHO INVESTS LESS In the list of those that opted to contain expenditures there are present the companies of highest market value, such as Vale. The mining concern will invest US$ 6.16 Billion this year, a value 26.5% lower than the US$ 8.4 Billion of 2015. Another one that reduced expenses was Petrobras. The company disclosed the Business Plan for 2015/19 for a total US$ 98.4 Billion, a value 24.4% lower than the US$ 130.3 Billion of the period 2014/18. From the estimated total, US$ 80.0 Billion will be directed to exploration and production; US$ 10.9 Billion in supply; US$ 5.4 Billion in gas and energy and US$ 2.1 Billion in the remaining areas of the company. This year only there will be invested US$ 20.0 Billion. In this line of contention, we further point out Aliansce Shopping Center (Civil Construction and Real Estate sector) which reduced by 68.9% the estimate of investments for 2016, followed by Randon Participações (Machinery and Equipment) – 62.8%; Usiminas (Steel Working and Metallurgy) – 55.3%; AES Tietê (Electrical Energy) – 54%; and Via Varejo (Gross and Retail) - 53.5%. WHO INVESTS MORE Some companies, however, abandoned the cautious attitude and increased their resources, as is the case of Fibria, of the paper and Pulp sector, which projects to spend R$ 8.2 Billion this year, a value 247.7% higher than the R$ 2.35 Billion invested in 2015. The majority of the resources, R$ 5.4 Billion, will be allocated to Project “Horizonte 2”, one of the largest private investments of the country. The Project will turn the Fibria unit in Três Lagoas (MS – State of Mato Grosso do Sul) into one of the world’s largest cellulose producers. The new production line will have a capacity of

67


Desempenho setorial

Sectorial performance

Utilidades Domésticas

Desempenho setorial

Household utilities

Vendas têm queda histórica

Sales meet an historical low

O

desempenho das 12 companhias com ações negociadas na BM&FBovespa fechou 2015 com lucro líquido de apenas R$ 251,47 milhões, o que representou uma queda de 66,52% em relação aos R$ 984,79 milhões apurados no ano anterior. A receita de vendas recuou 6,9%, ao passar de R$ 13,33 bilhões para R$ 12,30 bilhões e o Ebit caiu 61,9%, ao totalizar R$ 435,89 milhões. Nem a Wirlpool, a maior empresa do setor e dona das marcas Brastemp e Consul, escapou ilesa da crise. A receita de vendas recuou quase 2,5% ao totalizar R$ 9,38 bilhões e o lucro líquido -52,9% ao totalizar R$ 290,88 milhões. As vendas de móveis e eletrodomésticos, como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, fecharam o ano com queda de 14%, segundo dados do IBGE. Foi o pior nível de vendas em 14 anos. Na comparação de dezembro de 2015 com o mesmo mês do ano anterior, a queda foi ainda mais intensa: 17,7%. Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee) mostra que o faturamento das indústrias deste segmento em 2015 atingiu R$ 142,5 bilhões, 7% abaixo do verificado em 2014 (R$ 153,8 bilhões). O segmento de informática, por exemplo, amargou perda de 20% nas vendas. Conforme dados da Consultoria IDC, as vendas de desktops e notebooks caíram 36% e as de tablets, 38%. A consultoria destaca que estes produtos, além da queda do mercado, vêm se ressentindo da concorrência dos smartphones. Quanto aos celulares, o faturamento nominal recuou 4% e as vendas em unidades caíram 27%, sendo que a redução dos tradicionais foi de 74% e a de smartphone, -13%. Para 2016, as empresas do setor eletroeletrônico projetam, em termos nominais, estabilidade no faturamento em relação a 2015. Entretanto, em termos reais, deverá ocorrer queda da ordem de 6%.

The performance of the 12 companies with shares traded at the BM&FBovespa stock exchange closed 2015 with a net profit of only R$ 251,47 million, which represented a fall of only 66.52% with relation to the R$ 984.79 million recorded in the preceding year. The sales income retreated 6.9% on passing from 13.33 billion to R$ 12.30 billion and the Ebit fell by 61.9% to a total amount of R$ 435.89 million. Not even Whirlpool, the largest company of the sector and owner of the trademarks Brastemp and Consul, managed to escape the crisis unscathed. The sales income was driven back almost 2.5% for a total of R$ 9.38 billion and the net profit was -52,9% for a total of R$ 290.88 million. The sales of furniture and home appliances, such as ovens, refrigerators and washing machines, closed the year with a fall of 145, according to data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). It was the worst sales level in 14 years. In the comparison of December 2015 with the same month of the previous year, the fall was even more intense: 17.7%. A research conducted by the Brazilian ElectroElectronic Industry Association (Abinee) shows that the earning of the industries of this segment in 2015reached R$ 142.5 billion, 7% of what was recorded in 2014 (R$ 153.8 billion). The computing segment, for example, swallowed a bitter pill of 20% loss in sales. According to data from the consulting entity Consultoria IDC, the sales of desktops and notebooks fell 36% and those of tablets fell 38%. The consulting entity points out that these products, in addition to the market loss, have been subject to the competition of the smartphones. Regarding the cellphones, the nominal earnings went back 4% and the sales in units fell by 27%, with the reduction of traditional phones being 74% and those of smartphones being -13%.

Utilidades domésticas* Household utilities* Ativo total Total assets Capital de giro Working capital Giro do ativo Asset turnover Patrimônio líquido Net worth Receita líquida Net revenue Lucro / Prejuízo Net profit (-loss) LAJIR EBIT Grau de endividamento Debt to equity ratio *Faltam 2 empresas publicarem suas DFs

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Sectorial performance

2014 (R$ 1.000) 10.951.019 1.617.342 1,22 3.289.779 13.336.143 984.795 1.422.512 2,33

2015 (R$ 1.000) 11.206.775 1.052.917 1,10 4.598.296 12.304.170 251.478 435.890 1,44

Var. Real % Actual Var. % 2,09% -31,17% 35,53% -6,91% -66,52% -61,96% -

Crise afeta investimento das empresas

A

crise que o país atravessa desde 2015 afetou sensivelmente a disposição de investimento das companhias abertas em 2016. Desde o início do ano passado, os empresários já sinalizavam que estavam com o pé no freio, principalmente os do setor industrial. A sondagem realizada no primeiro quadrimestre deste ano, para a edição do Anuário, mostrou que a cautela é bem maior, refletindo os efeitos da pior recessão da economia brasileira nos últimos 25 anos. A maioria das companhias, que divulgaram estimativas, reduziu os investimentos para este ano. Este levantamento reúne dados sobre investimento nos últimos três anos e estimativa para 2016, das 130 maiores companhias abertas. As informações foram confirmadas pela diretoria das próprias empresas. QUEM INVESTE MENOS Na relação das que optaram em conter gastos figuram as empresas de maior valor de mercado, como a Vale. A mineradora vai investir este ano US$ 6,16 bilhões, valor 26,5% inferior aos US$ 8,4 bilhões de 2015. Outra que reduziu os gastos foi a Petrobras. A empresa divulgou o Plano de Negócios 2015/19 no total de US$ 98,4 bilhões, valor 24,4% inferior aos US$ 130,3 bilhões do período 2014/18. Do total estimado, US$ 80,0 bilhões serão aplicados em exploração e produção; US$ 10,9 bilhões, em abastecimento; US$ 5,4 bilhões em gás e energia e US$ 2,1 bilhões nas demais áreas da companhia. Apenas neste ano serão investidos US$ 20,0 bilhões. Nesta linha de contenção, destacamos ainda a Aliansce Shopping Center (setor de Construção Civil e Mercado Imobiliário), que reduziu em 68,9% a estimativa de investimentos para 2016, seguida pela Randon Participações (Máquinas e Equipamentos) – 62,8%; Usiminas (Siderurgia e Metalurgia) – 55,3%; AES Tietê (Energia Elétrica) – 54%; e, Via Varejo (Atacado e Varejo) -53,5%. QUEM INVESTE MAIS Algumas empresas, no entanto, abandonaram a atitude cautelosa e aumentaram os recursos, como é o caso da Fibria, do setor de Papel e Celulose, que projeta investir este ano R$ 8,2

Crisis affects investment of companies The crisis that the country has been going through since 2015 has noticeably affected the investment intentions of the publicly-held companies in 2016. Since the beginning of last year the businessmen already indicated that they had a foot on the brakes, particularly those of the industrial sector. The survey conducted in the first quarter of this year, for the edition of the Yearbook, evidenced that the precaution is quite higher, reflecting the effects of the worst recession of the Brazilian economy in the last 25 years. The majority of the companies that disclosed estimates reduced the investments for the current year. This survey combines data on investment in the last three years and estimates for 2016 of the 130 largest publicly-held companies. The information was confirmed by the boards of the companies themselves. WHO INVESTS LESS In the list of those that opted to contain expenditures there are present the companies of highest market value, such as Vale. The mining concern will invest US$ 6.16 Billion this year, a value 26.5% lower than the US$ 8.4 Billion of 2015. Another one that reduced expenses was Petrobras. The company disclosed the Business Plan for 2015/19 for a total US$ 98.4 Billion, a value 24.4% lower than the US$ 130.3 Billion of the period 2014/18. From the estimated total, US$ 80.0 Billion will be directed to exploration and production; US$ 10.9 Billion in supply; US$ 5.4 Billion in gas and energy and US$ 2.1 Billion in the remaining areas of the company. This year only there will be invested US$ 20.0 Billion. In this line of contention, we further point out Aliansce Shopping Center (Civil Construction and Real Estate sector) which reduced by 68.9% the estimate of investments for 2016, followed by Randon Participações (Machinery and Equipment) – 62.8%; Usiminas (Steel Working and Metallurgy) – 55.3%; AES Tietê (Electrical Energy) – 54%; and Via Varejo (Gross and Retail) - 53.5%. WHO INVESTS MORE Some companies, however, abandoned the cautious attitude and increased their resources, as is the case of Fibria, of the paper and Pulp sector, which projects to spend R$ 8.2 Billion this year, a value 247.7% higher than the R$ 2.35 Billion invested in 2015. The majority of the resources, R$ 5.4 Billion, will be allocated to Project “Horizonte 2”, one of the largest private investments of the country. The Project will turn the Fibria unit in Três Lagoas (MS – State of Mato Grosso do Sul) into one of the world’s largest cellulose producers. The new production line will have a capacity of

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Desempenho setorial

Sectorial performance

bilhões, valor 247,7% superior aos R$ 2,35 bilhões aplicados em 2015. A maior parte dos recursos, R$ 5,4 bilhões, será destinada ao Projeto “Horizonte 2”, um dos maiores investimentos privados do país. O Projeto tornará a unidade da Fibria em Três Lagoas (MS) em uma das maiores produtoras de celulose do mundo. A nova linha de produção terá capacidade de 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano. Somada à atual, já em operação, a unidade de Três Lagoas chegará a uma capacidade total de 3,25 milhões de toneladas/ano. Com isso, a capacidade total de produção da Fibria, considerando-se todas as suas unidades, passará dos atuais 5,3 milhões para mais de 7 milhões de toneladas de celulose/ano. Outra empresa que apresentou crescimento expressivo nos investimentos foi a Tractebel, que atua no setor de Energia Elétrica. Ela vai investir em 2016 cerca de R$ 2,12 bilhões, valor 132% superior aos R$ 917,3 milhões de 2015. Os recursos serão aplicados na aquisição da Usina Hidrelétrica Jirau, na construção da UTE Pampa, dos Complexos Eólicos Campo Largo e Santa Mônica e da Central Fotovoltaica Assú V e na manutenção e modernização do parque gerador. A Taesa, outra empresa do setor de Energia Elétrica, aumentou em 128,5% os gastos para este ano. Ela projeta gastar R$ 128 milhões – contra R$ 56 milhões de 2015 – em novos projetos de reforços, construção de ativos e manutenção e operação das linhas atuais. A Odontoprev também faz parte desta relação. A empresa vai aplicar R$ 30 milhões, valor 115,8% superior aos R$ 13,9 milhões gastos em 2015. Os recursos serão destinados da seguinte maneira: R$ 12 milhões em software e hardware; R$ 3 milhões em instalações e equipamentos operacionais (destinados principalmente para construção e reforma em clínicas próprias e novas unidades de atendimento bem como benfeitorias nas instalações administrativas); e R$ 15 milhões em aquisições e constituição de empresas. Com a mesma atitude positiva figura a Cemig, que vai investir R$ 3,58 bilhões em 2016, um aumento de 109% em relação aos R$ 1,7 bilhão aplicados no ano anterior. Desse total, serão investidos R$ 2,69 bilhões em Geração; R$ 46,1 milhões em Transmissão; R$ 829,7 milhões na Cemig D; e R$ 17,5 milhões na Cemig H. A Braskem, que atua no setor de Petróleo e Gás, vai gastar este ano R$ 3,66 bilhões, valor 54% superior aos R$ 2,37 bilhões de 2015. Desse total, a área operacional receberá R$ 1,79 bilhão, enquanto o projeto no México terá R$ 1,327 bilhão e a área de projetos estratégicos contará com R$ 537 milhões. Na parte operacional, o maior investimento será feito na central petroquímica da Bahia, que terá uma parada para manutenção. A Embraer aumentou os investimentos para US$ 650 milhões, 25,6% superior aos US$ 517,4 milhões aplicados em 2015. A maior parte desse total será aplicada em pesquisa, desenvolvimento de produtos e no desenvolvimento de jatos comerciais E-Jets E2.

68

1.95 million tons of cellulose per year. Added to the current one, which is already in operation, the Três Lagoas unit will reach a total capacity of 3.25 million tons/year. With this, the total production capacity of Fibria, considering all of its units, will rise from the current 5.3 million to more than 7 million tons of cellulose/year. Another company that showed an expressive growth in investments was Tractebel, which operates in the Electrical Energy sector. The company will invest in 2016 about R$ 12.2 Billion, a value 132% higher than the R$ 917.3 Million of 2015. The resources will be invested in the acquisition of the Jirau Hydro Electrical Power Plant, in the construction of the UTE [Usina Termelétrica –Thermoelectric Power Plant] Pampa, of the Wind Power Complexes Campo Largo and Santa Mônica and the Photovoltaic Center Assú V and in the maintenance and modernization of the power generation equipment. Taesa, another company of the Electrical Energy sector, has increased the expenditures for this year by 128,5%. The company projects to spend R$ 128 Million – against R$ 56 Million in 2015 – in new projects of reinforcement, construction of assets and maintenance and operation of the current lines. Odontoprev is also in this list. The company will invest R$ 30 Million, a value 115.8% higher than the R$ 13.9 Million spent in 2015. The resources will be allocated as follows: R$ 12.0 Million in Software andHardware; R$ 3.0 Million in installations and operational equipment (mainly directed for construction and refurbishing in its own clinics and new care units as well as improvements in administrative premises); and R$ 15.0 Million for acquisitions and creation of companies. This positive attitude is shared by Cemig, which will invest R$ 3.58 Billion in 2016, an increase of 109% relatively to the R$ 1.7 Billion invested in the previous year. Of that total, R$ 2.69 Billion will be invested in Generation; R$ 46.1 Million in Transmission; R$ 829.7 Million in Cemig D; and R$ 17.5 Million in Cemig H. Braskem, which operates in the Oil and Gas sector, will spend this year R$ 3.66 Billion, a value 54% higher than the R$ 2.37 Billion of 2015. Of that total, the operational area will receive R$ 1.79 Billion, while the project in Mexico will have R$ 1.327 Billion and the strategic projects area will have R$ 537 Million. In the operational part, the largest investment will be made in the petrochemical center of Bahia, which will undergo a shutdown for maintenance. Embraer raised the investments to US$ 650 Million, 25.6% above the US$ 517.4 Million invested in 2015. The majority of that total will be invested in research, development of products and in the development of commercial E-Jets E2. BANKS CONTAIN EXPENDITURES The largest banks, having disclosed excellent results in 2015, very much appear to have their

Desempenho setorial

Sectorial performance

BANCOS CONTÊM GASTOS Os maiores bancos, que apresentaram excelentes resultados em 2015, ao que tudo indica estão com os gastos contidos para 2016. A exceção é do Banco do Brasil, que pretende investir R$ 3,29 bilhões, um aumento de 118,7% em relação aos R$ 1,5 bilhão gasto em 2015. A diretoria da instituição explicou que “os valores serão usados para intensificar os investimentos em projetos de modernização e suporte ao crescimento de negócios”. O Bradesco, que em 2015 aplicou R$ 5,7 bilhões, reduziu em 6,7% a estimativa de gasto para R$ 5,3 bilhões, o que sinaliza uma certa cautela da instituição em relação às perspectivas para a economia em 2016. Os recursos serão destinados a infraestrutura, tecnologia da informação e telecomunicações. Já o ItaúUnibanco não divulgou quanto pretende investir em 2016, informação considerada estratégica dentro da instituição. Em 2015, o banco gastou R$ 2,5 bilhões.

expenditures contained for 2016. The exception is Banco do Brasil, which intends to invest R$ 3.29 Billion, an increase of 118.7% over the R$ 1.5 Billion spent in 2015. The board of directors of the institution explained that “the values will be used to intensify the investments in projects of modernization and support to the growth of business ventures”. Bradesco, which invested R$ 5.7 Billion in 2015, reduced by 6.7% the expenditure estimate to R$ 5.3 Billion, which points to a certain caution of the institution relative to the perspectives for the economy in 2016. The resources will be allocated to infrastructure, information technology and telecommunications. In turn, ItauUnibanco did not disclose how much it intends to invest in 2016, an information deemed strategic within the institution. In 2015 the bank spent R$ 2.5 Billion.

Quem vai investir mais Investments up Empresa Company

Setor Sector

2015 (R$ milhões) 2015 (R$ million)

2016 (R$ milhões) 2016 (R$ million)

Variação (%) Variation (%)

Fibria

Papel e Celulose / Paper and pulp

2.358,00

8.200,00

247,75%

Tractebel

Energia Elétrica / Electricity

917,30

2.129,00

132,09

Taesa

Energia Elétrica / Electricity

56,00

128,00

128,57

Banco do Brasil

Bancos e Crédito / Banking

1.508,00

3.299,00

118,77

Odontoprev Cemig Braskem

Serv. Médico-Hospitalares / Wealth services Energia Elétrica / Electricity Petróleo, Gás e Derivados / Oil, gas and derivates

13,90 1.716,20 2.376,00

30,00 3.587,20 3.661,00

115,83% 109,02 54,08

CPFL Energia

Energia Elétrica / Electricity

1.428,00

2.813,00

51,16

Suzano

Papel e Celulose / Paper and pulp

1.741,10

2.400,00

37,84%

Eletropaulo

Energia Elétrica / Electricity

604,1

794

31,44

Copel

Energia Elétrica / Electricity

2.476,90

3.149,00

27,13

Embraer

Máquinas e Equip. / Machinery and equipment

US$ 517,4

US$ 650

25,63

Arteris

Transporte e Logística / Transport and logistics

1.800,00

2.219,00

23,28

Cielo

Serviços Financeiros / Financial services

370,2

450

21,56

2015 (R$ milhões) 2015 (R$ million)

2016 (R$ milhões) 2016 (R$ million)

Variação (%) Variation (%)

Quem vai investir menos Investments down Empresa Company

Setor Sector

Aliansce

Const. Civil e Mercado Imobiliário / Real estate

139,40

43,30

-68,94

Randon Participações

Máquinas e Equip. / Machinery and equipment

162

60

-62,87

Usiminas

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

784,00

350,00

-55,36

AES Tietê

Energia Elétrica / Electricity

167,7

77

-54,08

Via Varejo

Atacado e Varejo / Wholesale and retail

324

150,7

-53,49

Alupar

Energia Elétrica / Electricity

753,5

400

-46,91

Klabin

Papel e Celulose / Paper and pulp

4.627

2.545

-45

Gerdau

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

2.300

1.500,00

-34,78

CSN

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

2.170

1.300

-40,62

Geradora Paranapanema

Energia Elétrica / Electricity

256

156

-39,06

Vale

Mineração / Mining

US$ 8.401,0

US$ 6.167,0

-26,59

Petrobras

Petróleo, Gás e Derivados / Oill, gas and derivates

US$ 130.300,0

US$ 9.840,0

-24,48

69


Desempenho setorial

Sectorial performance

bilhões, valor 247,7% superior aos R$ 2,35 bilhões aplicados em 2015. A maior parte dos recursos, R$ 5,4 bilhões, será destinada ao Projeto “Horizonte 2”, um dos maiores investimentos privados do país. O Projeto tornará a unidade da Fibria em Três Lagoas (MS) em uma das maiores produtoras de celulose do mundo. A nova linha de produção terá capacidade de 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano. Somada à atual, já em operação, a unidade de Três Lagoas chegará a uma capacidade total de 3,25 milhões de toneladas/ano. Com isso, a capacidade total de produção da Fibria, considerando-se todas as suas unidades, passará dos atuais 5,3 milhões para mais de 7 milhões de toneladas de celulose/ano. Outra empresa que apresentou crescimento expressivo nos investimentos foi a Tractebel, que atua no setor de Energia Elétrica. Ela vai investir em 2016 cerca de R$ 2,12 bilhões, valor 132% superior aos R$ 917,3 milhões de 2015. Os recursos serão aplicados na aquisição da Usina Hidrelétrica Jirau, na construção da UTE Pampa, dos Complexos Eólicos Campo Largo e Santa Mônica e da Central Fotovoltaica Assú V e na manutenção e modernização do parque gerador. A Taesa, outra empresa do setor de Energia Elétrica, aumentou em 128,5% os gastos para este ano. Ela projeta gastar R$ 128 milhões – contra R$ 56 milhões de 2015 – em novos projetos de reforços, construção de ativos e manutenção e operação das linhas atuais. A Odontoprev também faz parte desta relação. A empresa vai aplicar R$ 30 milhões, valor 115,8% superior aos R$ 13,9 milhões gastos em 2015. Os recursos serão destinados da seguinte maneira: R$ 12 milhões em software e hardware; R$ 3 milhões em instalações e equipamentos operacionais (destinados principalmente para construção e reforma em clínicas próprias e novas unidades de atendimento bem como benfeitorias nas instalações administrativas); e R$ 15 milhões em aquisições e constituição de empresas. Com a mesma atitude positiva figura a Cemig, que vai investir R$ 3,58 bilhões em 2016, um aumento de 109% em relação aos R$ 1,7 bilhão aplicados no ano anterior. Desse total, serão investidos R$ 2,69 bilhões em Geração; R$ 46,1 milhões em Transmissão; R$ 829,7 milhões na Cemig D; e R$ 17,5 milhões na Cemig H. A Braskem, que atua no setor de Petróleo e Gás, vai gastar este ano R$ 3,66 bilhões, valor 54% superior aos R$ 2,37 bilhões de 2015. Desse total, a área operacional receberá R$ 1,79 bilhão, enquanto o projeto no México terá R$ 1,327 bilhão e a área de projetos estratégicos contará com R$ 537 milhões. Na parte operacional, o maior investimento será feito na central petroquímica da Bahia, que terá uma parada para manutenção. A Embraer aumentou os investimentos para US$ 650 milhões, 25,6% superior aos US$ 517,4 milhões aplicados em 2015. A maior parte desse total será aplicada em pesquisa, desenvolvimento de produtos e no desenvolvimento de jatos comerciais E-Jets E2.

68

1.95 million tons of cellulose per year. Added to the current one, which is already in operation, the Três Lagoas unit will reach a total capacity of 3.25 million tons/year. With this, the total production capacity of Fibria, considering all of its units, will rise from the current 5.3 million to more than 7 million tons of cellulose/year. Another company that showed an expressive growth in investments was Tractebel, which operates in the Electrical Energy sector. The company will invest in 2016 about R$ 12.2 Billion, a value 132% higher than the R$ 917.3 Million of 2015. The resources will be invested in the acquisition of the Jirau Hydro Electrical Power Plant, in the construction of the UTE [Usina Termelétrica –Thermoelectric Power Plant] Pampa, of the Wind Power Complexes Campo Largo and Santa Mônica and the Photovoltaic Center Assú V and in the maintenance and modernization of the power generation equipment. Taesa, another company of the Electrical Energy sector, has increased the expenditures for this year by 128,5%. The company projects to spend R$ 128 Million – against R$ 56 Million in 2015 – in new projects of reinforcement, construction of assets and maintenance and operation of the current lines. Odontoprev is also in this list. The company will invest R$ 30 Million, a value 115.8% higher than the R$ 13.9 Million spent in 2015. The resources will be allocated as follows: R$ 12.0 Million in Software andHardware; R$ 3.0 Million in installations and operational equipment (mainly directed for construction and refurbishing in its own clinics and new care units as well as improvements in administrative premises); and R$ 15.0 Million for acquisitions and creation of companies. This positive attitude is shared by Cemig, which will invest R$ 3.58 Billion in 2016, an increase of 109% relatively to the R$ 1.7 Billion invested in the previous year. Of that total, R$ 2.69 Billion will be invested in Generation; R$ 46.1 Million in Transmission; R$ 829.7 Million in Cemig D; and R$ 17.5 Million in Cemig H. Braskem, which operates in the Oil and Gas sector, will spend this year R$ 3.66 Billion, a value 54% higher than the R$ 2.37 Billion of 2015. Of that total, the operational area will receive R$ 1.79 Billion, while the project in Mexico will have R$ 1.327 Billion and the strategic projects area will have R$ 537 Million. In the operational part, the largest investment will be made in the petrochemical center of Bahia, which will undergo a shutdown for maintenance. Embraer raised the investments to US$ 650 Million, 25.6% above the US$ 517.4 Million invested in 2015. The majority of that total will be invested in research, development of products and in the development of commercial E-Jets E2. BANKS CONTAIN EXPENDITURES The largest banks, having disclosed excellent results in 2015, very much appear to have their

Desempenho setorial

Sectorial performance

BANCOS CONTÊM GASTOS Os maiores bancos, que apresentaram excelentes resultados em 2015, ao que tudo indica estão com os gastos contidos para 2016. A exceção é do Banco do Brasil, que pretende investir R$ 3,29 bilhões, um aumento de 118,7% em relação aos R$ 1,5 bilhão gasto em 2015. A diretoria da instituição explicou que “os valores serão usados para intensificar os investimentos em projetos de modernização e suporte ao crescimento de negócios”. O Bradesco, que em 2015 aplicou R$ 5,7 bilhões, reduziu em 6,7% a estimativa de gasto para R$ 5,3 bilhões, o que sinaliza uma certa cautela da instituição em relação às perspectivas para a economia em 2016. Os recursos serão destinados a infraestrutura, tecnologia da informação e telecomunicações. Já o ItaúUnibanco não divulgou quanto pretende investir em 2016, informação considerada estratégica dentro da instituição. Em 2015, o banco gastou R$ 2,5 bilhões.

expenditures contained for 2016. The exception is Banco do Brasil, which intends to invest R$ 3.29 Billion, an increase of 118.7% over the R$ 1.5 Billion spent in 2015. The board of directors of the institution explained that “the values will be used to intensify the investments in projects of modernization and support to the growth of business ventures”. Bradesco, which invested R$ 5.7 Billion in 2015, reduced by 6.7% the expenditure estimate to R$ 5.3 Billion, which points to a certain caution of the institution relative to the perspectives for the economy in 2016. The resources will be allocated to infrastructure, information technology and telecommunications. In turn, ItauUnibanco did not disclose how much it intends to invest in 2016, an information deemed strategic within the institution. In 2015 the bank spent R$ 2.5 Billion.

Quem vai investir mais Investments up Empresa Company

Setor Sector

2015 (R$ milhões) 2015 (R$ million)

2016 (R$ milhões) 2016 (R$ million)

Variação (%) Variation (%)

Fibria

Papel e Celulose / Paper and pulp

2.358,00

8.200,00

247,75%

Tractebel

Energia Elétrica / Electricity

917,30

2.129,00

132,09

Taesa

Energia Elétrica / Electricity

56,00

128,00

128,57

Banco do Brasil

Bancos e Crédito / Banking

1.508,00

3.299,00

118,77

Odontoprev Cemig Braskem

Serv. Médico-Hospitalares / Wealth services Energia Elétrica / Electricity Petróleo, Gás e Derivados / Oil, gas and derivates

13,90 1.716,20 2.376,00

30,00 3.587,20 3.661,00

115,83% 109,02 54,08

CPFL Energia

Energia Elétrica / Electricity

1.428,00

2.813,00

51,16

Suzano

Papel e Celulose / Paper and pulp

1.741,10

2.400,00

37,84%

Eletropaulo

Energia Elétrica / Electricity

604,1

794

31,44

Copel

Energia Elétrica / Electricity

2.476,90

3.149,00

27,13

Embraer

Máquinas e Equip. / Machinery and equipment

US$ 517,4

US$ 650

25,63

Arteris

Transporte e Logística / Transport and logistics

1.800,00

2.219,00

23,28

Cielo

Serviços Financeiros / Financial services

370,2

450

21,56

2015 (R$ milhões) 2015 (R$ million)

2016 (R$ milhões) 2016 (R$ million)

Variação (%) Variation (%)

Quem vai investir menos Investments down Empresa Company

Setor Sector

Aliansce

Const. Civil e Mercado Imobiliário / Real estate

139,40

43,30

-68,94

Randon Participações

Máquinas e Equip. / Machinery and equipment

162

60

-62,87

Usiminas

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

784,00

350,00

-55,36

AES Tietê

Energia Elétrica / Electricity

167,7

77

-54,08

Via Varejo

Atacado e Varejo / Wholesale and retail

324

150,7

-53,49

Alupar

Energia Elétrica / Electricity

753,5

400

-46,91

Klabin

Papel e Celulose / Paper and pulp

4.627

2.545

-45

Gerdau

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

2.300

1.500,00

-34,78

CSN

Siderurgia e Metalurgia / Steel and metallurgy

2.170

1.300

-40,62

Geradora Paranapanema

Energia Elétrica / Electricity

256

156

-39,06

Vale

Mineração / Mining

US$ 8.401,0

US$ 6.167,0

-26,59

Petrobras

Petróleo, Gás e Derivados / Oill, gas and derivates

US$ 130.300,0

US$ 9.840,0

-24,48

69


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 13,87

2014 6,20

2015 16,6

2016 ND

12,1

15,0

2,6

3,0

205,9

185,9

167,7

77,0

370,9

572,0

501,0

400,0

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

1

BANCO ABC BRASIL

2

AÇO ALTONA

3

AES TIETÊ

4

ALGAR TELECOM

5

ALIANSCE

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

601,6

231,5

139,4

42,3

6

ALL AMER LAT

Transporte e Logística Transport and logistics

743,0

1.094,9

1.951,0

1.700 a 2.100

7

ALPARGATAS

Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

202,0

138,0

125,9

141,1

8

ALUPAR

582,7

417,2

753,5

400,0

9

AMBEV S.A.

Energia Elétrica Electricity Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

2.800,0

3.100,0

3.100,0

(*)

10

AMPLA ENERGIA

462,4

565,3

803,8

ND

(*) A Ambev não divulgou um valor fechado para investimento para este ano, porém, adiantou que será inferior aos R$ 3,1 bilhões aplicados em 2015 já que não estão prevendo recursos para construção de novas Fábricas. O objetivo será manter a aposta nas plataformas comerciais, de Relacionamento com o consumidor e na inovação. Além de seguir diversificando sua oferta de embalagens, investindo nas garrafas Retornáveis de vidro. (*) Ambev did not disclose a closed value for investment for this year, however it advanced that it will be lower than the 3.1 Billion applied in 2015, since they are foreseeing resources for the construction of new Factories. The objective will be to maintain the betting on commercial platforms, of consumer Relations and innovation. In addition to go on diversifying its offer of packagagings, investing in returnable glass bottles. ND

11

ANIMA

29,9

41,6

56,7

ND

ND

12

AREZZO

43,7

50,5

25,7

ND

ND

13

ARTERIS

1.300,0

1.838,0

1.800,0

2.219,0

14

3,0

4,6

3,8

0,0

15

AZEVEDO E TRAVASSOS B2W VAREJO

714,0

812,0

808,0

ND

16

BANCO DO BRASIL

1.547,7

1.948,0

1.508,0

3.299,0

17

BANCO PAN

26,6

39,1

46,8

ND

18

BANRISUL

299,5

325,0

334,9

351,3

20

BM&FBOVESPA

289,0

240,2

227,0

200 a 230

21

BR INSURANCE

681,6

30,3

3,07 (*)

ND

22

BRADESCO

4.842,0

4.998,0

5.720,0

5.336,5

23

BRASKEM

2.722,0

2.526,0

2.376,0

3.661,0

24

BRF FOODS

1.500,0

1.500,0

2.084,0

2.100,0

70

Bancos e Crédito Banking Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Energia Elétrica Electricity Telecomunicações Telecommunication

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Educacão Education Atacado e Varejo Wholesale and retail Transporte e Logística Transport and logistics Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Atacado e Varejo Wholesale and retail Bancos e Crédito Banking Bancos e Crédito Banking Bancos e Crédito Banking Serviços Financeiros Financial services Serviços Financeiros Financial services Bancos e Crédito Banking Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

ND Valor será investido de forma integral no Parque Fabril. The value will be integrally invested in the Manufacturing Park. Valor será aplicado na modernização das fábricas. The value will be applied in the modernization of the factories. Os valores serão aplicados em infraestrutura necessária à oferta de serviços de dados ao mercado corporativo e a modernização e ampliação das redes de banda larga; expansão do negócio Soluções integradas de TIC e BPO; e manutenção da operação e garantia da qualidade dos serviços. The values will be applied in infrastructures required to the offer of data services for the corporate market and to the modernization and enlargement of wideband networks; Expansion of the business, CIT and BPO integrated solutions; and maintenance of the operation and warranty of quality of the services. Serão investidos R$ 8,6 milhões em Expansão; R$ 9,4 milhões em Manutenção/Revitalização e R$ 26,5 milhões em outros. There will be invested R$ 8.6 Million in Expansion; R$ 9.4 Million in Maintenance/Revitalization and R$ 26.5 Million in others. De acordo com diretoria da empresa, os recursos serão destinados “a execução do Plano de Investimentos”, que a empresa não divulgou. According to the Board of Directors of the company, the resources will be allocated to the “Execution of the Investment Plan”, which the company did not disclose. Os recursos serão aplicados em manutenção e melhoria do atual parque fabril, tecnologia da informação, internacionalização, desenvolvimento de novos produtos, abertura e adequação de lojas e meio ambiente. The value will be applied in the modernization of the factories. ND

Montante será destinado a investimento em rodovias. This amount will be applied on investment in roadways. (*) Empresa informou que não pretende realizar investimentos este ano. (*) The company informed that it does not intend to make investments this year. ND Os valores de 2016 serão usados para intensificar os investimentos em projetos de modernização e suporte ao crescimento de negócios. The values of 2016 will be used to intensify the investments in modernization projects and support to the growth of business. ND Serão investidos R$ 88,2 milhões em Modernização Tecnológica; e R$ 263,1 milhões em Expansão, Reformas e Ampliações. There will be invested R$ 88.2 Million in Technological Modernization; and R$ 263.1 Million in Expansion, Reforms and Enlargement. ND ND (*) Empresa está seguindo o projeto para redução de despesas. (*) The Company is following the project of reduction of expenses Valor será investido em Infraestrutura, Tecnologia da Informação e Telecomunicações. This value will be invested in Infrastructure, Information Technology and Telecommunications. Desse total, a área operacional receberá R$ 1,790 bilhão, enquanto o projeto no México terá R$ 1,327 bilhão e a área de projetos estratégicos contará com R$ 537 milhões. Na parte operacional, o maior investimento será feito na central petroquímica da Bahia, que terá uma parada para manutenção. Of that total, the operational area will receive R$ 1.790 Billion, while the project in Mexico will have R$ 1.327 Billion and the strategic projects area will have R$ 537 Million. In the operational part, the largest investment will be made on the petrochemical center of Bahia, which will undergo a stoppage for maintenance. O valor de 2016 será destinado para projetos de crescimento, eficiência, suporte e aquisição de ativos biológicos. The value of 2016 will be attributed to projects of growth, efficiency, support and acquisition of biological assets.

71


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 13,87

2014 6,20

2015 16,6

2016 ND

12,1

15,0

2,6

3,0

205,9

185,9

167,7

77,0

370,9

572,0

501,0

400,0

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

1

BANCO ABC BRASIL

2

AÇO ALTONA

3

AES TIETÊ

4

ALGAR TELECOM

5

ALIANSCE

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

601,6

231,5

139,4

42,3

6

ALL AMER LAT

Transporte e Logística Transport and logistics

743,0

1.094,9

1.951,0

1.700 a 2.100

7

ALPARGATAS

Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

202,0

138,0

125,9

141,1

8

ALUPAR

582,7

417,2

753,5

400,0

9

AMBEV S.A.

Energia Elétrica Electricity Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

2.800,0

3.100,0

3.100,0

(*)

10

AMPLA ENERGIA

462,4

565,3

803,8

ND

(*) A Ambev não divulgou um valor fechado para investimento para este ano, porém, adiantou que será inferior aos R$ 3,1 bilhões aplicados em 2015 já que não estão prevendo recursos para construção de novas Fábricas. O objetivo será manter a aposta nas plataformas comerciais, de Relacionamento com o consumidor e na inovação. Além de seguir diversificando sua oferta de embalagens, investindo nas garrafas Retornáveis de vidro. (*) Ambev did not disclose a closed value for investment for this year, however it advanced that it will be lower than the 3.1 Billion applied in 2015, since they are foreseeing resources for the construction of new Factories. The objective will be to maintain the betting on commercial platforms, of consumer Relations and innovation. In addition to go on diversifying its offer of packagagings, investing in returnable glass bottles. ND

11

ANIMA

29,9

41,6

56,7

ND

ND

12

AREZZO

43,7

50,5

25,7

ND

ND

13

ARTERIS

1.300,0

1.838,0

1.800,0

2.219,0

14

3,0

4,6

3,8

0,0

15

AZEVEDO E TRAVASSOS B2W VAREJO

714,0

812,0

808,0

ND

16

BANCO DO BRASIL

1.547,7

1.948,0

1.508,0

3.299,0

17

BANCO PAN

26,6

39,1

46,8

ND

18

BANRISUL

299,5

325,0

334,9

351,3

20

BM&FBOVESPA

289,0

240,2

227,0

200 a 230

21

BR INSURANCE

681,6

30,3

3,07 (*)

ND

22

BRADESCO

4.842,0

4.998,0

5.720,0

5.336,5

23

BRASKEM

2.722,0

2.526,0

2.376,0

3.661,0

24

BRF FOODS

1.500,0

1.500,0

2.084,0

2.100,0

70

Bancos e Crédito Banking Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Energia Elétrica Electricity Telecomunicações Telecommunication

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Educacão Education Atacado e Varejo Wholesale and retail Transporte e Logística Transport and logistics Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Atacado e Varejo Wholesale and retail Bancos e Crédito Banking Bancos e Crédito Banking Bancos e Crédito Banking Serviços Financeiros Financial services Serviços Financeiros Financial services Bancos e Crédito Banking Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

ND Valor será investido de forma integral no Parque Fabril. The value will be integrally invested in the Manufacturing Park. Valor será aplicado na modernização das fábricas. The value will be applied in the modernization of the factories. Os valores serão aplicados em infraestrutura necessária à oferta de serviços de dados ao mercado corporativo e a modernização e ampliação das redes de banda larga; expansão do negócio Soluções integradas de TIC e BPO; e manutenção da operação e garantia da qualidade dos serviços. The values will be applied in infrastructures required to the offer of data services for the corporate market and to the modernization and enlargement of wideband networks; Expansion of the business, CIT and BPO integrated solutions; and maintenance of the operation and warranty of quality of the services. Serão investidos R$ 8,6 milhões em Expansão; R$ 9,4 milhões em Manutenção/Revitalização e R$ 26,5 milhões em outros. There will be invested R$ 8.6 Million in Expansion; R$ 9.4 Million in Maintenance/Revitalization and R$ 26.5 Million in others. De acordo com diretoria da empresa, os recursos serão destinados “a execução do Plano de Investimentos”, que a empresa não divulgou. According to the Board of Directors of the company, the resources will be allocated to the “Execution of the Investment Plan”, which the company did not disclose. Os recursos serão aplicados em manutenção e melhoria do atual parque fabril, tecnologia da informação, internacionalização, desenvolvimento de novos produtos, abertura e adequação de lojas e meio ambiente. The value will be applied in the modernization of the factories. ND

Montante será destinado a investimento em rodovias. This amount will be applied on investment in roadways. (*) Empresa informou que não pretende realizar investimentos este ano. (*) The company informed that it does not intend to make investments this year. ND Os valores de 2016 serão usados para intensificar os investimentos em projetos de modernização e suporte ao crescimento de negócios. The values of 2016 will be used to intensify the investments in modernization projects and support to the growth of business. ND Serão investidos R$ 88,2 milhões em Modernização Tecnológica; e R$ 263,1 milhões em Expansão, Reformas e Ampliações. There will be invested R$ 88.2 Million in Technological Modernization; and R$ 263.1 Million in Expansion, Reforms and Enlargement. ND ND (*) Empresa está seguindo o projeto para redução de despesas. (*) The Company is following the project of reduction of expenses Valor será investido em Infraestrutura, Tecnologia da Informação e Telecomunicações. This value will be invested in Infrastructure, Information Technology and Telecommunications. Desse total, a área operacional receberá R$ 1,790 bilhão, enquanto o projeto no México terá R$ 1,327 bilhão e a área de projetos estratégicos contará com R$ 537 milhões. Na parte operacional, o maior investimento será feito na central petroquímica da Bahia, que terá uma parada para manutenção. Of that total, the operational area will receive R$ 1.790 Billion, while the project in Mexico will have R$ 1.327 Billion and the strategic projects area will have R$ 537 Million. In the operational part, the largest investment will be made on the petrochemical center of Bahia, which will undergo a stoppage for maintenance. O valor de 2016 será destinado para projetos de crescimento, eficiência, suporte e aquisição de ativos biológicos. The value of 2016 will be attributed to projects of growth, efficiency, support and acquisition of biological assets.

71


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 1.007,6

2014 2.097,4

2015 2.918,6

2016 3.724,0

174,9

228,6

250,1

ND

1.735,0

1.062,0

1.428,0

2.813,0

365,9

401,1

471,2

ND

A empresa vai investir R$ 1.178,0 milhões em Distribuição; R$ 1.516,0 milhões em Geração e R$ 119,0 milhões em Comercialização, Serviços e Outros. The company will invest R$ 1,178,0 Million in Distribution; R$ 1,516.0 Million in Generationand R$ 119.0 Million in Commercialization, Services and others. ND

421,0

919,0

700,0

ND

ND

2.639,0

13.073(*)

9.392,0

ND

83,9

49,0

66,4

56,6

325,0

388,0

416,0

ND

(*) Neste ano, a Claro incorporou a Embrapar, Embratel, Net e demias empresas controladas. (*) This year, Claro incorporated Embrapar, Embratel, Net and remaining controlled companies. Os investimentos serão direcionados para manutenção e melhorias das máquinas e equipamentos e das estruturas físicas da companhia. The investments will be directed to maintenance and improvements of machinery of equiment and of the physical structures of the company. ND

1.500,0

4.513,7

1.716,2

3.587,2

Serviços Financeiros Financial services Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

56,6

60,0

89,4

ND

72,2

96,5

96,9

63,2

Serviços Financeiros Financial services Energia Elétrica Electricity Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

294,1

499,6

370,2

(*) 450,0

293,0

275,0

426,6

ND

852,0

662,0

521,3

470,0 a 520,0

Telecomunicações Telecommunication Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

202,4

185,0

154,0

ND

909,2

865,1

550,2

660,0

25

CCR

Transporte e Logística Transport and logistics

26

CEG

27

CPFL ENERGIA

Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services Energia Elétrica Electricity

28

CELESC

29

CELPA CLARO TELECOM

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Telecomunicações Telecommunication Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

Do total estimado, a maior parte será invetido no Metrô Bahia (R$ 1,26 bilhões); MSVia (R$ 591,9 milhões); e BH Aiport (R$ 715,8 Milhões). Além de mais R$ 178,8 milhões aplicados em custo de manutenção na ViaRio, Nova Dutra, AutoBAn, RodoNorte, Via Oeste, SPVias, Via Lagos, RodoAnel Oeste e Renovias. Of the estimated total, the greater part will be invested in Metrô Bahia (R$ 1.26 Billion MSVia (R$ 591.9 Millio and BH Aiport (R$ 715.8 Million. In addition to a further R$ 178.8 Million applied in maintenance costs in ViaRio, Nova Dutra, AutoBAn, RodoNorte, Via Oeste, SPVias, Via Lagos, RodoAnel Oeste e and Renovias. ND

30

CELUL IRANI

31

CEMAR

32

CEMIG

33

CETIP

34

CIA HERING

35

CIELO

36

COELCE

37

COMGAS

38

CONTAX

39

COPASA

40

COPEL

Energia Elétrica Electricity

1.937,0

2.469,0

2.476,9

3.149,0

41

COSAN

2.655,1

2.432,2

1.922,2

ND

42

CSN

Açúcar e Álcool Sugar and ethanol Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy

2.827,0

2.236,0

2.170,0

1.300,0

43

CVC BRASIL

33,7

24,0

32,0

ND

Valor será distribuído da seguinte forma, R$ 500 milhões irão para Siderurgia; R$ 200 milhões para Mineração e R$ 600 milhões para Cimentos. The value will be distributed in the following manner, R$ 500 Million will go to Metalworking; R$ 200 Million to Mining and R$ 600 Million to Cements. ND

44

DASA

144,3

207,1

248,2

ND

ND

45

DIRECIONAL

37,1

36,8

37,7

ND

ND

46

DURATEX

601,5

607,9

576,2

400,0

47

ECORODOVIAS

819,2

1.046,0

710,6

885,0

72

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity

Lazer Turismo e Hotelaria Leisure industry Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Transporte e Logística Transport and logistics

Desse total, serão investidos R$ 2.69 bilhões em Geração; R$ 46,1 milhões em Transmissão; R$ 829,7 milhões na Cemig D; e R$ 17,5 milhões na Cemig H. Of that total, there will be invested R$ 2.69 Billion in Generation; R$ 46.1 Million in Transmission; R$ 829.7 Million in CemigD; and R$ 17.5 Million in Cemig H. ND Do total estimado pela Companhia, R$ 25 milhões irão para as lojas; R$ 14 milhões para a área industrial; R$ 13 milhões para logística; R$ 11 milhões para o TI e R$ 235 mil de reserva para outros investimentos. Of the total estimated by the Company, R$ 25 Million will go to the stores; R$ 14 Million to the industrial area; R$ 13 Million to logistics, R$ 11 Million to IT and R$ 235 thousand of reserves for other investments. (*) Valor referente ao investimento em aquisição de POSs e Chip&Senha. (*) Value relative to the investment in acquisition of POSs and Chip&Passwords systems. ND Do valor total estimado pela empresa, a maior parte será investida na expansão da rede, levando o gás natural a mais localidades, e na captação de novos clientes. Of the total value estimated by the company, the majority will be invested in the expansion of the network, conveying natural gas to more localities, and in the acquisition of new clients. ND Serão R$ 600 milhões destinados para investimentos da COPASA MG; e R$ 60 milhões para investimentos da COPANOR, cujos recursos serão repassados pelo Fundo Estadual de Saúde. R$ 600 Million will be allocated to investments of COPASA MG; and R$ 60 Million for investments of COPANOR, whose resources will be passed on by the State Health Fund. R$ 1,695 bilhão será destinada à Copel Geração e Transmissão; R$ 570 milhões à Copel Distribuição; R$ 601,3 milhões à Cutia Empreendimentos Eólicos; R$ 146 milhões à Copel Telecomunicações; R$ 110,2 milhões à Copel Brisa Potiguar e os demais R$ 27,1 milhões à outros empreendimentos, incluindo a São Bento Energia e a holding Copel Renováveis. R$ 1.695 Billion will be destined to Copel Geração e Transmissão; R$ 570 Million to Copel Distribuição; R$ 601.3 Million to Cutia Empreendimentos Eólicos; R$ 146 Million to Copel Telecomunicações; R$ 110,2 Million to Copel Brisa Potiguar and the remaining R$ 27.1 Million to other ventures, including São Bento Energia and the holding Copel Renováveis. ND

Montante será utilizado para manutenção; e para manter plantas e florestas. The amount will be used for maintenance; and to maintain plants and forests. A maior parte do montante será aplicado no ECO101 (R$ 230,0 milhões); na Ecovia dos Imigrantes (R$ 141,0 milhões) e na Ecoponte (R$ 178,0 milhões); Ecopistas (R$ 97 milhões); Ecovias Caminho do Mar ( R$ 26 milhões); Ecocataratas (R$ 86 milhões); Ecosul (R$ 87 milhões); Ecoporto Santos (R$ 17 milhões) e outros R$ 23 milhões. The majority of the amount will be applied in ECO101 (R$ 230.0 Million), in the Ecovia dos Imigrantes (R$ 141.0 Million and in the Ecoponte (R$ 178.0 Million; Ecopistas (R$ 97 Million); Ecovias Caminho do Mar (R$ 26 Million); Ecocataratas (R$ 86 Million); Ecosul (R$ 87 Million, Ecoporto Santos (R$ 17 Million) and another R$ 23 Million.

73


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 1.007,6

2014 2.097,4

2015 2.918,6

2016 3.724,0

174,9

228,6

250,1

ND

1.735,0

1.062,0

1.428,0

2.813,0

365,9

401,1

471,2

ND

A empresa vai investir R$ 1.178,0 milhões em Distribuição; R$ 1.516,0 milhões em Geração e R$ 119,0 milhões em Comercialização, Serviços e Outros. The company will invest R$ 1,178,0 Million in Distribution; R$ 1,516.0 Million in Generationand R$ 119.0 Million in Commercialization, Services and others. ND

421,0

919,0

700,0

ND

ND

2.639,0

13.073(*)

9.392,0

ND

83,9

49,0

66,4

56,6

325,0

388,0

416,0

ND

(*) Neste ano, a Claro incorporou a Embrapar, Embratel, Net e demias empresas controladas. (*) This year, Claro incorporated Embrapar, Embratel, Net and remaining controlled companies. Os investimentos serão direcionados para manutenção e melhorias das máquinas e equipamentos e das estruturas físicas da companhia. The investments will be directed to maintenance and improvements of machinery of equiment and of the physical structures of the company. ND

1.500,0

4.513,7

1.716,2

3.587,2

Serviços Financeiros Financial services Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

56,6

60,0

89,4

ND

72,2

96,5

96,9

63,2

Serviços Financeiros Financial services Energia Elétrica Electricity Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

294,1

499,6

370,2

(*) 450,0

293,0

275,0

426,6

ND

852,0

662,0

521,3

470,0 a 520,0

Telecomunicações Telecommunication Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

202,4

185,0

154,0

ND

909,2

865,1

550,2

660,0

25

CCR

Transporte e Logística Transport and logistics

26

CEG

27

CPFL ENERGIA

Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services Energia Elétrica Electricity

28

CELESC

29

CELPA CLARO TELECOM

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Telecomunicações Telecommunication Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

Do total estimado, a maior parte será invetido no Metrô Bahia (R$ 1,26 bilhões); MSVia (R$ 591,9 milhões); e BH Aiport (R$ 715,8 Milhões). Além de mais R$ 178,8 milhões aplicados em custo de manutenção na ViaRio, Nova Dutra, AutoBAn, RodoNorte, Via Oeste, SPVias, Via Lagos, RodoAnel Oeste e Renovias. Of the estimated total, the greater part will be invested in Metrô Bahia (R$ 1.26 Billion MSVia (R$ 591.9 Millio and BH Aiport (R$ 715.8 Million. In addition to a further R$ 178.8 Million applied in maintenance costs in ViaRio, Nova Dutra, AutoBAn, RodoNorte, Via Oeste, SPVias, Via Lagos, RodoAnel Oeste e and Renovias. ND

30

CELUL IRANI

31

CEMAR

32

CEMIG

33

CETIP

34

CIA HERING

35

CIELO

36

COELCE

37

COMGAS

38

CONTAX

39

COPASA

40

COPEL

Energia Elétrica Electricity

1.937,0

2.469,0

2.476,9

3.149,0

41

COSAN

2.655,1

2.432,2

1.922,2

ND

42

CSN

Açúcar e Álcool Sugar and ethanol Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy

2.827,0

2.236,0

2.170,0

1.300,0

43

CVC BRASIL

33,7

24,0

32,0

ND

Valor será distribuído da seguinte forma, R$ 500 milhões irão para Siderurgia; R$ 200 milhões para Mineração e R$ 600 milhões para Cimentos. The value will be distributed in the following manner, R$ 500 Million will go to Metalworking; R$ 200 Million to Mining and R$ 600 Million to Cements. ND

44

DASA

144,3

207,1

248,2

ND

ND

45

DIRECIONAL

37,1

36,8

37,7

ND

ND

46

DURATEX

601,5

607,9

576,2

400,0

47

ECORODOVIAS

819,2

1.046,0

710,6

885,0

72

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity

Lazer Turismo e Hotelaria Leisure industry Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Transporte e Logística Transport and logistics

Desse total, serão investidos R$ 2.69 bilhões em Geração; R$ 46,1 milhões em Transmissão; R$ 829,7 milhões na Cemig D; e R$ 17,5 milhões na Cemig H. Of that total, there will be invested R$ 2.69 Billion in Generation; R$ 46.1 Million in Transmission; R$ 829.7 Million in CemigD; and R$ 17.5 Million in Cemig H. ND Do total estimado pela Companhia, R$ 25 milhões irão para as lojas; R$ 14 milhões para a área industrial; R$ 13 milhões para logística; R$ 11 milhões para o TI e R$ 235 mil de reserva para outros investimentos. Of the total estimated by the Company, R$ 25 Million will go to the stores; R$ 14 Million to the industrial area; R$ 13 Million to logistics, R$ 11 Million to IT and R$ 235 thousand of reserves for other investments. (*) Valor referente ao investimento em aquisição de POSs e Chip&Senha. (*) Value relative to the investment in acquisition of POSs and Chip&Passwords systems. ND Do valor total estimado pela empresa, a maior parte será investida na expansão da rede, levando o gás natural a mais localidades, e na captação de novos clientes. Of the total value estimated by the company, the majority will be invested in the expansion of the network, conveying natural gas to more localities, and in the acquisition of new clients. ND Serão R$ 600 milhões destinados para investimentos da COPASA MG; e R$ 60 milhões para investimentos da COPANOR, cujos recursos serão repassados pelo Fundo Estadual de Saúde. R$ 600 Million will be allocated to investments of COPASA MG; and R$ 60 Million for investments of COPANOR, whose resources will be passed on by the State Health Fund. R$ 1,695 bilhão será destinada à Copel Geração e Transmissão; R$ 570 milhões à Copel Distribuição; R$ 601,3 milhões à Cutia Empreendimentos Eólicos; R$ 146 milhões à Copel Telecomunicações; R$ 110,2 milhões à Copel Brisa Potiguar e os demais R$ 27,1 milhões à outros empreendimentos, incluindo a São Bento Energia e a holding Copel Renováveis. R$ 1.695 Billion will be destined to Copel Geração e Transmissão; R$ 570 Million to Copel Distribuição; R$ 601.3 Million to Cutia Empreendimentos Eólicos; R$ 146 Million to Copel Telecomunicações; R$ 110,2 Million to Copel Brisa Potiguar and the remaining R$ 27.1 Million to other ventures, including São Bento Energia and the holding Copel Renováveis. ND

Montante será utilizado para manutenção; e para manter plantas e florestas. The amount will be used for maintenance; and to maintain plants and forests. A maior parte do montante será aplicado no ECO101 (R$ 230,0 milhões); na Ecovia dos Imigrantes (R$ 141,0 milhões) e na Ecoponte (R$ 178,0 milhões); Ecopistas (R$ 97 milhões); Ecovias Caminho do Mar ( R$ 26 milhões); Ecocataratas (R$ 86 milhões); Ecosul (R$ 87 milhões); Ecoporto Santos (R$ 17 milhões) e outros R$ 23 milhões. The majority of the amount will be applied in ECO101 (R$ 230.0 Million), in the Ecovia dos Imigrantes (R$ 141.0 Million and in the Ecoponte (R$ 178.0 Million; Ecopistas (R$ 97 Million); Ecovias Caminho do Mar (R$ 26 Million); Ecocataratas (R$ 86 Million); Ecosul (R$ 87 Million, Ecoporto Santos (R$ 17 Million) and another R$ 23 Million.

73


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 70,0

2014 64,2

2015 82,8

2016 55,0

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

48

ELEKEIROZ

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

49

ELEKTRO

Energia Elétrica Electricity

302,3

316,2

341,6

(*)

50

ELETROBRAS

Energia Elétrica Electricity

11.200,0

11.400,0

10.400,0

13.161,0

51

ELETROPAULO

Energia Elétrica Electricity

785,4

583,0

604,1

794,0

52

EMAE

10,0

19,2

24,5

ND

53

EMBRAER

Energia Elétrica Electricity Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment

US$ 532,4

US$ 430,1

US$ 517,4

US$ 650,0

55

ENERGISA

816,8

1.273,4

1.642,4

1.500,0

56

ENERGIAS BR

416,9

372,9

420,4

ND

ND

57

EQUATORIAL

745,0

1.308,0

1.126,0

ND

ND

58

ESTÁCIO PART

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Educacão Education

174,2

189,1

222,1

290,0

59

ETERNIT

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

94,0

104,2

38,0

(*) 21,0

60

EUCATEX

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

109,7

106,0

88,0

80,0

61

EXCELSIOR

2,5

4,0

13,0

ND

62

FERBASA

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy

100,6

105,1

111,1

(*)

63

FIBRIA

1.287,0

1.591,0

2.358,0

8.200,0

64

FLEURY

148,1

118,0

111,7

ND

65

GAFISA

1.804,8

117,5

56,2

56,2

66

GER PARANAP

Energia Elétrica Electricity

120,0

69,0

256,0

156,0

67

GERDAU

2.600,0

2.300,0

2.300,0

1.500,0

68

GRENDENE

Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

154,0

119,1

73,2

80,0 a 90,0

74

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

Sectorial performance

Os investimentos incluem a aquisição de 50% do capital da Nexoleum Bioderivados, visando a produção, comercialização e distribuição de plastificantes “verdes” (nova unidade e transferência dos atuais ativos produtivos de Cotia-SP para Várzea Paulista-SP), além de investimentos em automação, tecnologia, segurança e meio ambiente das unidades fabris. The investments include the acquisition of 50% of the capital of Nexoleum Bioderivados, aiming at the production, commercialization and distribution of “green” plasticizers (new unit and transfer of the current productive assets from Cotia-SP to Várzea Paulista-SP), in adddition to investments in automation, technology, safety and environmental health of the maufacturing units. Empresa não forneceu projeções para o ano de 2016. Porém, para os próximos anos informou que “a Elektro manterá os níveis e investimentos realizados em anos anteriores”. The company did not disclose projections for the year 2016. However, for the next years, it informed that “the Elektro will maintain the levels and investments made in previous years”. Desse total, R$ 4,5 bilhões vão para geração de energia, R$ 442,3 milhões em manutenção, R$ 1,31 bilhão em transmissão, R$ 1,4 bilhão em manutenção de transmissão, R$ 1,343 bilhão em distribuição, R$ 897,5 milhões na manutenção da distribuição, R$ 576 milhões para outros segmentos, como pesquisa, infraestrutura e qualidade ambiental. Somado ao valor para parcerias de: R$ 1,6 bilhão em geração e R$ 1,07 bilhão em Transmissão. Of that total, R$ 4.5 Billion will be assigned to power generation, R$ 442.3 Million for maintenance, R$ 1.31 Billion in transmission, R$ 1.4 Billion in maintenance of transmission, R$ 1.343 Billion in distribution, R$ 897.5 Million in maintenance of distribution, R$ 576 Million for other segments, such as research, infrastructure and environmental quality, added to the value for partnerships of: R$ 1.6 Billion in generation and R$ 1.07 Billion in Transmission. O valor é parte de um total de R$ 3,56 bilhões que serão aplicados de 2016 a 2020 para reforçar a rede de distribuição de energia elétrica em São Paulo e ampliar equipes de atendimento para reduzir blecautes no Verão. The value is part of a total of R$ 3.56 Billion that will be applied from 2016 to 2020 to reinforce the power distribution network in São Paulo and increase service teams to reduce blackouts during the Summer. ND Desse total serão aplicados US$ 50 milhões em pesquisa, US$ 325 milhões desenvolvimento de em produto e US$ 275 milhões em capex. A maior parte desses investimentos será aplicada no desenvolvimento de jatos comerciais E-Jets E2. Of that total, there will be applied US$ 50 Million in research, US$ 325 Million in products development and US$ 275 Million in capex. The majority of those investments will be applied in the development of commercial jets E-Jets E2. ND

Em 2016 a Estácio vai investir R$ 17,0 milhões em Laboratórios e Livros; R$ 54,0 milhões na Adequação / Melhoria de Unidades; R$ 7,0 milhões em Equipamento de Informática; R$ 47,0 milhões na Expansão de Unidades; R$ 15,0 milhões no Modelo de Ensino (Presencial, EaD, Pós, Fabrica Conhecimento); R$ 79,0 milhões para Tecnologia da Informação e R$ 73,0 milhões para aquisição e novas unidades. (*) Os valores não incluem possíveis aquisições. In 2016 Estácio will invest R$ 17.0 Million in Laboratories and Books; R$ 54.0 Million to adequate / improve units; R$ 7.0 Million in Computing Equipment; R$ 47.0 Million in the expansion of Units, R$ 15.0 Million in the Learning Model (Presential. EaD, Post, Factory Knowledge); R$ 79.0 Million for Information Technology and R$ 73.0 Million for acquisition of new units. (*) The values do not include possible acquisitions. Valor será investido em manutenção e atualização do parque industrial. (*) Este montante não contempla eventuais aportes em empresas controladas. This value will be invested in maintenance and updating of the industrial park. (*) This amount does not contemplate eventual capital contributions in controlled companies. Para 2016 foi prevista a redução dos níveis de investimentos na ordem de 9,1%, em relação a 2015. O investimento será destinado a sustentação. For 2016 there has been foreseen the reduction of investment levels in the order of 9.1% relatively to 2015. The investment will be allocated to sustaiment. ND (*) Apesar de não informar o valor para investimento em 2016, a companhia indicou que a proposta para ao próximo triênio é de R$323 milhões. (*) Althoug it did not disclose the value for investments in 2016, the company indicated that the proposal for the next three-year period is R$ 323 Million. Do total estimado a maior parte, R$ 5,4 bilhões, será investido no Projeto “Horizonte 2”. Of the estimated total, the majority, R$ 5.4 Billion, will be invested in the “Horizonte 2” project. ND As principais destinações serão: aquisição de bens e equipamentos, aquisição/manutenção de hardwares e softwares; e construção/manutenção de stands. The main destinations will be: acquisition of assets and equipment, acquisition/maintenance of hardware and software; and building/maintenance of stands. A maior parte do montante será destinado a manutenção da operação de Dias d’Ávila (smelter), além dos investimentos em modernização e manutenção das plantas que permanecerão até a finalização do Projeto PMA 2018. A majority of the amout will be allocated to the maintenance of the Dias D’ávila (smelter) operation, in addition to the investments in modernization and maintenance of the plants that will remain up to the end of the PMA 2018 Project. Valor será aplicado na melhoria da produtividade e manutenção. The value will be applied in improvement of productivity and maintenance. Valor será aplicado na manutenção da capacidade produtiva. The value will be applied in the maintenance of the production capacity.

75


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 70,0

2014 64,2

2015 82,8

2016 55,0

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

48

ELEKEIROZ

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

49

ELEKTRO

Energia Elétrica Electricity

302,3

316,2

341,6

(*)

50

ELETROBRAS

Energia Elétrica Electricity

11.200,0

11.400,0

10.400,0

13.161,0

51

ELETROPAULO

Energia Elétrica Electricity

785,4

583,0

604,1

794,0

52

EMAE

10,0

19,2

24,5

ND

53

EMBRAER

Energia Elétrica Electricity Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment

US$ 532,4

US$ 430,1

US$ 517,4

US$ 650,0

55

ENERGISA

816,8

1.273,4

1.642,4

1.500,0

56

ENERGIAS BR

416,9

372,9

420,4

ND

ND

57

EQUATORIAL

745,0

1.308,0

1.126,0

ND

ND

58

ESTÁCIO PART

Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Energia Elétrica Electricity Educacão Education

174,2

189,1

222,1

290,0

59

ETERNIT

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

94,0

104,2

38,0

(*) 21,0

60

EUCATEX

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

109,7

106,0

88,0

80,0

61

EXCELSIOR

2,5

4,0

13,0

ND

62

FERBASA

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy

100,6

105,1

111,1

(*)

63

FIBRIA

1.287,0

1.591,0

2.358,0

8.200,0

64

FLEURY

148,1

118,0

111,7

ND

65

GAFISA

1.804,8

117,5

56,2

56,2

66

GER PARANAP

Energia Elétrica Electricity

120,0

69,0

256,0

156,0

67

GERDAU

2.600,0

2.300,0

2.300,0

1.500,0

68

GRENDENE

Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear

154,0

119,1

73,2

80,0 a 90,0

74

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

Sectorial performance

Os investimentos incluem a aquisição de 50% do capital da Nexoleum Bioderivados, visando a produção, comercialização e distribuição de plastificantes “verdes” (nova unidade e transferência dos atuais ativos produtivos de Cotia-SP para Várzea Paulista-SP), além de investimentos em automação, tecnologia, segurança e meio ambiente das unidades fabris. The investments include the acquisition of 50% of the capital of Nexoleum Bioderivados, aiming at the production, commercialization and distribution of “green” plasticizers (new unit and transfer of the current productive assets from Cotia-SP to Várzea Paulista-SP), in adddition to investments in automation, technology, safety and environmental health of the maufacturing units. Empresa não forneceu projeções para o ano de 2016. Porém, para os próximos anos informou que “a Elektro manterá os níveis e investimentos realizados em anos anteriores”. The company did not disclose projections for the year 2016. However, for the next years, it informed that “the Elektro will maintain the levels and investments made in previous years”. Desse total, R$ 4,5 bilhões vão para geração de energia, R$ 442,3 milhões em manutenção, R$ 1,31 bilhão em transmissão, R$ 1,4 bilhão em manutenção de transmissão, R$ 1,343 bilhão em distribuição, R$ 897,5 milhões na manutenção da distribuição, R$ 576 milhões para outros segmentos, como pesquisa, infraestrutura e qualidade ambiental. Somado ao valor para parcerias de: R$ 1,6 bilhão em geração e R$ 1,07 bilhão em Transmissão. Of that total, R$ 4.5 Billion will be assigned to power generation, R$ 442.3 Million for maintenance, R$ 1.31 Billion in transmission, R$ 1.4 Billion in maintenance of transmission, R$ 1.343 Billion in distribution, R$ 897.5 Million in maintenance of distribution, R$ 576 Million for other segments, such as research, infrastructure and environmental quality, added to the value for partnerships of: R$ 1.6 Billion in generation and R$ 1.07 Billion in Transmission. O valor é parte de um total de R$ 3,56 bilhões que serão aplicados de 2016 a 2020 para reforçar a rede de distribuição de energia elétrica em São Paulo e ampliar equipes de atendimento para reduzir blecautes no Verão. The value is part of a total of R$ 3.56 Billion that will be applied from 2016 to 2020 to reinforce the power distribution network in São Paulo and increase service teams to reduce blackouts during the Summer. ND Desse total serão aplicados US$ 50 milhões em pesquisa, US$ 325 milhões desenvolvimento de em produto e US$ 275 milhões em capex. A maior parte desses investimentos será aplicada no desenvolvimento de jatos comerciais E-Jets E2. Of that total, there will be applied US$ 50 Million in research, US$ 325 Million in products development and US$ 275 Million in capex. The majority of those investments will be applied in the development of commercial jets E-Jets E2. ND

Em 2016 a Estácio vai investir R$ 17,0 milhões em Laboratórios e Livros; R$ 54,0 milhões na Adequação / Melhoria de Unidades; R$ 7,0 milhões em Equipamento de Informática; R$ 47,0 milhões na Expansão de Unidades; R$ 15,0 milhões no Modelo de Ensino (Presencial, EaD, Pós, Fabrica Conhecimento); R$ 79,0 milhões para Tecnologia da Informação e R$ 73,0 milhões para aquisição e novas unidades. (*) Os valores não incluem possíveis aquisições. In 2016 Estácio will invest R$ 17.0 Million in Laboratories and Books; R$ 54.0 Million to adequate / improve units; R$ 7.0 Million in Computing Equipment; R$ 47.0 Million in the expansion of Units, R$ 15.0 Million in the Learning Model (Presential. EaD, Post, Factory Knowledge); R$ 79.0 Million for Information Technology and R$ 73.0 Million for acquisition of new units. (*) The values do not include possible acquisitions. Valor será investido em manutenção e atualização do parque industrial. (*) Este montante não contempla eventuais aportes em empresas controladas. This value will be invested in maintenance and updating of the industrial park. (*) This amount does not contemplate eventual capital contributions in controlled companies. Para 2016 foi prevista a redução dos níveis de investimentos na ordem de 9,1%, em relação a 2015. O investimento será destinado a sustentação. For 2016 there has been foreseen the reduction of investment levels in the order of 9.1% relatively to 2015. The investment will be allocated to sustaiment. ND (*) Apesar de não informar o valor para investimento em 2016, a companhia indicou que a proposta para ao próximo triênio é de R$323 milhões. (*) Althoug it did not disclose the value for investments in 2016, the company indicated that the proposal for the next three-year period is R$ 323 Million. Do total estimado a maior parte, R$ 5,4 bilhões, será investido no Projeto “Horizonte 2”. Of the estimated total, the majority, R$ 5.4 Billion, will be invested in the “Horizonte 2” project. ND As principais destinações serão: aquisição de bens e equipamentos, aquisição/manutenção de hardwares e softwares; e construção/manutenção de stands. The main destinations will be: acquisition of assets and equipment, acquisition/maintenance of hardware and software; and building/maintenance of stands. A maior parte do montante será destinado a manutenção da operação de Dias d’Ávila (smelter), além dos investimentos em modernização e manutenção das plantas que permanecerão até a finalização do Projeto PMA 2018. A majority of the amout will be allocated to the maintenance of the Dias D’ávila (smelter) operation, in addition to the investments in modernization and maintenance of the plants that will remain up to the end of the PMA 2018 Project. Valor será aplicado na melhoria da produtividade e manutenção. The value will be applied in improvement of productivity and maintenance. Valor será aplicado na manutenção da capacidade produtiva. The value will be applied in the maintenance of the production capacity.

75


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 391,0

2014 358,8

2015 483,2

2016 ND

ND

737,0

690,0

905,5

ND

ND

1.710,3

1.188,0

1.035,0

ND

ND

2,20

1,16

0,92

1,00

29,5

32,5

16,9

(*)

Bancos e Crédito Banking Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

4.569,0

5.165,0

2.528,0

ND

O valor será investido na melhoria do processo produtivo. The value will be applied in improvement of production process. (*) A empresa informou que, em função da alta volatilidade dos negócios em que atuam, não divulgará qualquer tipo de guidance referente a 2016. Porém, adiantou que pretende manter os investimentos em manutenção, produtividade, flexibilidade e competitividade do parque industrial, assim como realizado em 2015. (*) The company infomed that due to the high volatility of the business in which they are engaged, it will not disclose any type of guidance relative to 2016. However, it advanced that it intends to maintain the investments in maintenance, productivity, flexibility and competitiveness of the industrial park as was done in 2015. ND

1.737,3

4.276,8

21.603,9

ND

1.384,8

1.762,1

2.236,0

1.700,0 a 2.000,0

899,0

2.945,0

4.627,0

2.545,0

162,5

385,7

439,3

ND

845,0

1.054,0

943,9

929,1

Transporte e Logística Transport and logistics LOJAS AMERICANAS Atacado e Varejo Wholesale and retail

278,9

568,1

386,5

ND

632,8

670,9

677,3

677,4

83

LOJAS MARISA

266,1

220,4

112,9

100,0

84

LOJAS RENNER

Atacado e Varejo Wholesale and retail Atacado e Varejo Wholesale and retail

412,1

502,0

571,4

550,0

85

M. DIAS BRANCO

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

287,9

407,9

456,9

300,0

86

MAGAZINE LUIZA

Atacado e Varejo Wholesale and retail

146,0

151,7

157,6

150,0

87

MAGNESITA S.A.

204,5

176,8

232,0

ND

88

MARCOPOLO

321,0

136,0

156,2

ND

ND

89

MARFRIG

Mineração Mining Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

O novo plano de expansão prevê a abertura de dois novos centros de distribuição e 800 novas lojas no Brasil, entre 2015 e 2019. The new expansion plan provides the opening of two new distribution centers and 800 new shops in Brazil, between 2015 and 2019. O montante será aplicado em reformas de lojas, Manutenção, TI e no setor de Logística. The amount will be applied to refurbish shops, Maintenance, IT and in the Logistics sector. Do total estimado pela companhia, R$ 196,7 milhões vão para novas lojas; R$ 142,9 milhões para remodelações e reformas; R$ 130,9 milhões para sistemas e equipamentos de tecnologia; R$ 10,7 milhões para logística; R$ 8,6 milhões para outros projetos e mais R$ 60,2 milhões para investimentos nas controladas." Of the total estimated by the company, R$ 196.7 Million will go to new shops; R$ 142.9 Million for refurbishing and reforms; R$ 130.9 Million for Logistics, R$ 8.6 Million for other projects and further R$ 60.2 Million for investments in the controlled companies. Aproximadamente 50% do valor será usado para manutenção das atividades e os outros 50% para expansão. O principal projeto será a construção de um novo moinho de trigo na região Sul do país. Approximately 50% of the value will be used for maintenance of the activities and the other 50% for expansion. The main project will be the construction of a new corn mill in the Southern region of the country. Em 2016, a Companhia continuará investindo em aberturas de novas lojas, reformas das existentes e, principalmente, em projetos de tecnologia e logística. In 2016 the Company will keep investing in the opening of new shops, reforms of the existing ones, and particularly in projects of technology and logistics. ND

810,5

639,0

556,0

450,0 a 600,0

90

METAL FRIO

17,2

29,5

35,2

ND

91

MILLS

499,3

199,1

28,2

0,0

92

MINERVA

165,6

268,9

234,1

ND

93

MULTIPLAN

Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

775,0

301,7

297,2

(*)

69

GUARARAPES

70

GOL

71

HYPERMARCAS

72

HAGA

73

INDS ROMI

75

ITAUUNIBANCO

76

JBS

77

JSL

Transporte e Logística Transport and logistics

78

KLABIN

79

KROTON

80

LIGHT

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Educacão Education Educacão Education

81

LOCALIZA

82

76

Atacado e Varejo Wholesale and retail Transporte e Logística Transport and logistics Atacado e Varejo Wholesale and retail Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment

Valor será aplicado em aquisições, manutenção, ampliação e modernização. (*) O aumento do investimento de 2015 se deve a compra da empresa Americana Primo Smallgoods, Moy Park, no valor de R$ 17.352,5 milhões. The value will be applied in acquisitions, maintenance, enlargement and modernization. (*) The increase of the investment of 2015 is due to the purchase of the US company Primo Smallgoods, Moy Park, for a value of R$ 17,352.5 Million. Os recursos serão aplicados na compra de veículos leves e pesados, máquinas e equipamentos para acompanhar o crescimento das operações. The resources will be applied in the purchase of light and heavy vehicles, machinery and equipment to accompany the growth of the operations. Desse valor, R$ 1,9 bilhão será dedicado à conclusão do projeto de celulose, denominado Projeto Puma, no Paraná. Of that value, R$ 1.9 Billion will be dedicated to the conclusion of the cellulose project, named Projeto Puma, in Paraná. ND Os investimentos serão destinados, principalmente, à distribuição e à transmissão, assim como no combate às perdas de energia e em projetos olímpicos e de geração, como Belo Monte e Itaocara. The investments will be mainly allocated to distribution and transmission, as well as in the combat against losses of energy and in Olympic and generation projects, such as Belo Monte and Itaocara. ND

O foco da empresa em 2016 será o crescimento orgânico, a melhoria operacional, a produtividade e expansão de margens; a adequação da Marfrig Beef, com priorização dos canais de food service, e o crescimento das exportações. The focus of the company in 2016 will be organic growth, operational improvement, productivity and the expansion of margins; the adequation of Marfrig Beef, with prioritization of the food service channels, and the growth of exports. ND A empresa não pretende realizar investimentos em ativos em função do quadro econômico atual. The company does not intend to invest in assets due to the current economic situation. ND Dado o caráter estratégico dos investimentos, a empresa optou por não divulgar previsões de desembolso para anos futuros. Porém, informou que pretendem manter o padrão dos anos anteriores investindo em novos projetos de shopping center, expansões, e empreendimentos imobiliários ao redor dos shoppings. Given the strategic nature of the investments, the company opted to not disclose disimbursement forecasts for future years. However, they informed that they intend to maintain the standard of the previous years, investing in new shopping center projects, expansions, and real property ventures around the shoppings.

77


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 391,0

2014 358,8

2015 483,2

2016 ND

ND

737,0

690,0

905,5

ND

ND

1.710,3

1.188,0

1.035,0

ND

ND

2,20

1,16

0,92

1,00

29,5

32,5

16,9

(*)

Bancos e Crédito Banking Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

4.569,0

5.165,0

2.528,0

ND

O valor será investido na melhoria do processo produtivo. The value will be applied in improvement of production process. (*) A empresa informou que, em função da alta volatilidade dos negócios em que atuam, não divulgará qualquer tipo de guidance referente a 2016. Porém, adiantou que pretende manter os investimentos em manutenção, produtividade, flexibilidade e competitividade do parque industrial, assim como realizado em 2015. (*) The company infomed that due to the high volatility of the business in which they are engaged, it will not disclose any type of guidance relative to 2016. However, it advanced that it intends to maintain the investments in maintenance, productivity, flexibility and competitiveness of the industrial park as was done in 2015. ND

1.737,3

4.276,8

21.603,9

ND

1.384,8

1.762,1

2.236,0

1.700,0 a 2.000,0

899,0

2.945,0

4.627,0

2.545,0

162,5

385,7

439,3

ND

845,0

1.054,0

943,9

929,1

Transporte e Logística Transport and logistics LOJAS AMERICANAS Atacado e Varejo Wholesale and retail

278,9

568,1

386,5

ND

632,8

670,9

677,3

677,4

83

LOJAS MARISA

266,1

220,4

112,9

100,0

84

LOJAS RENNER

Atacado e Varejo Wholesale and retail Atacado e Varejo Wholesale and retail

412,1

502,0

571,4

550,0

85

M. DIAS BRANCO

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

287,9

407,9

456,9

300,0

86

MAGAZINE LUIZA

Atacado e Varejo Wholesale and retail

146,0

151,7

157,6

150,0

87

MAGNESITA S.A.

204,5

176,8

232,0

ND

88

MARCOPOLO

321,0

136,0

156,2

ND

ND

89

MARFRIG

Mineração Mining Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco

O novo plano de expansão prevê a abertura de dois novos centros de distribuição e 800 novas lojas no Brasil, entre 2015 e 2019. The new expansion plan provides the opening of two new distribution centers and 800 new shops in Brazil, between 2015 and 2019. O montante será aplicado em reformas de lojas, Manutenção, TI e no setor de Logística. The amount will be applied to refurbish shops, Maintenance, IT and in the Logistics sector. Do total estimado pela companhia, R$ 196,7 milhões vão para novas lojas; R$ 142,9 milhões para remodelações e reformas; R$ 130,9 milhões para sistemas e equipamentos de tecnologia; R$ 10,7 milhões para logística; R$ 8,6 milhões para outros projetos e mais R$ 60,2 milhões para investimentos nas controladas." Of the total estimated by the company, R$ 196.7 Million will go to new shops; R$ 142.9 Million for refurbishing and reforms; R$ 130.9 Million for Logistics, R$ 8.6 Million for other projects and further R$ 60.2 Million for investments in the controlled companies. Aproximadamente 50% do valor será usado para manutenção das atividades e os outros 50% para expansão. O principal projeto será a construção de um novo moinho de trigo na região Sul do país. Approximately 50% of the value will be used for maintenance of the activities and the other 50% for expansion. The main project will be the construction of a new corn mill in the Southern region of the country. Em 2016, a Companhia continuará investindo em aberturas de novas lojas, reformas das existentes e, principalmente, em projetos de tecnologia e logística. In 2016 the Company will keep investing in the opening of new shops, reforms of the existing ones, and particularly in projects of technology and logistics. ND

810,5

639,0

556,0

450,0 a 600,0

90

METAL FRIO

17,2

29,5

35,2

ND

91

MILLS

499,3

199,1

28,2

0,0

92

MINERVA

165,6

268,9

234,1

ND

93

MULTIPLAN

Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate

775,0

301,7

297,2

(*)

69

GUARARAPES

70

GOL

71

HYPERMARCAS

72

HAGA

73

INDS ROMI

75

ITAUUNIBANCO

76

JBS

77

JSL

Transporte e Logística Transport and logistics

78

KLABIN

79

KROTON

80

LIGHT

Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper Educacão Education Educacão Education

81

LOCALIZA

82

76

Atacado e Varejo Wholesale and retail Transporte e Logística Transport and logistics Atacado e Varejo Wholesale and retail Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment

Valor será aplicado em aquisições, manutenção, ampliação e modernização. (*) O aumento do investimento de 2015 se deve a compra da empresa Americana Primo Smallgoods, Moy Park, no valor de R$ 17.352,5 milhões. The value will be applied in acquisitions, maintenance, enlargement and modernization. (*) The increase of the investment of 2015 is due to the purchase of the US company Primo Smallgoods, Moy Park, for a value of R$ 17,352.5 Million. Os recursos serão aplicados na compra de veículos leves e pesados, máquinas e equipamentos para acompanhar o crescimento das operações. The resources will be applied in the purchase of light and heavy vehicles, machinery and equipment to accompany the growth of the operations. Desse valor, R$ 1,9 bilhão será dedicado à conclusão do projeto de celulose, denominado Projeto Puma, no Paraná. Of that value, R$ 1.9 Billion will be dedicated to the conclusion of the cellulose project, named Projeto Puma, in Paraná. ND Os investimentos serão destinados, principalmente, à distribuição e à transmissão, assim como no combate às perdas de energia e em projetos olímpicos e de geração, como Belo Monte e Itaocara. The investments will be mainly allocated to distribution and transmission, as well as in the combat against losses of energy and in Olympic and generation projects, such as Belo Monte and Itaocara. ND

O foco da empresa em 2016 será o crescimento orgânico, a melhoria operacional, a produtividade e expansão de margens; a adequação da Marfrig Beef, com priorização dos canais de food service, e o crescimento das exportações. The focus of the company in 2016 will be organic growth, operational improvement, productivity and the expansion of margins; the adequation of Marfrig Beef, with prioritization of the food service channels, and the growth of exports. ND A empresa não pretende realizar investimentos em ativos em função do quadro econômico atual. The company does not intend to invest in assets due to the current economic situation. ND Dado o caráter estratégico dos investimentos, a empresa optou por não divulgar previsões de desembolso para anos futuros. Porém, informou que pretendem manter o padrão dos anos anteriores investindo em novos projetos de shopping center, expansões, e empreendimentos imobiliários ao redor dos shoppings. Given the strategic nature of the investments, the company opted to not disclose disimbursement forecasts for future years. However, they informed that they intend to maintain the standard of the previous years, investing in new shopping center projects, expansions, and real property ventures around the shoppings.

77


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 33,5

2014 50,0

2015 43,7

2016 35,0

553,9

505,7

383,0

350,0

10,8

18,5

13,9

30,0

6.250,0

5.074,0

4.048,0

ND

1.850,0

1.896,0

2.000,0

1.500,0

US$ 236.700,0

US$ 220.600,0

US$ 130.300,0(*)

US$ 98.400,0

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Serviços Financeiros Financial services

100,4

155,0

88,3

ND

376,0

400,5

485,0

ND

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates Transporte e Logística Transport and logistics

36,3

37,4

1.000,0

1.660,0

985,2

750,0

US$ 193,0

US$ 125,0

US$ 115,0

US$ 82,0

94

MULTIPLUS

Serviços Financeiros Financial services

95

NATURA

97

ODONTOPREV

Atacado e Varejo Wholesale and retail Serviços Médico-Hospitalares Wealth services

98

OI

99

P.AÇÚCAR-GPA

100

PETROBRAS

101

PORTO BELLO

102

PORTO SEGURO

103

PROVIDENCIA

104

PRUMO

105

QGEP PART

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

106

QUALICORP

50,8 (*)

157,2

132,0

ND

107

RAIA DROGASIL

236,8

271,0

388,7

ND

108

RANDON PART

287,6

124,8

161,6

60,0

109

RUMO

Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Atacado e Varejo Wholesale and retail Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Transporte e Logística Transport and logistics

742,7

1.498,6

1.950,7

1.700,0 a 2.100,0

110

SABESP

2.716,0

3.211,0

3.481,8

ND

111

SANEPAR

Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

787,0

954,0

795,1

979,0

112

SANTOS BRP

84,8

28,4

26,7

ND

113

SÃO MARTINHO

567,1

537,8

812,02

840,8

115

SLC AGRÍCOLA

243,7

189,1

200,0

(*)

116

SER EDUCA

119,5

355,3

487,6

ND

78

Telecomunicações Telecommunication Atacado e Varejo Wholesale and retail Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

Transporte e Logística Transport and logistics Açúcar e Álcool Sugar and ethanol

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Educacão Education

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources Os recursos serão aplicados em novos negócios, melhorias do site, melhorias no aplicativo (app) mobile, novas funcionalidades para os participantes e inovações para a companhia. The resources will be applied in new businesses, improvements of the website, improvements in the mobile application (app), new functionalities for the participants and innnovations for the company. Do total, R$ 213 milhões serão voltados para a operação brasileira e o restante, 39%, para negócios internacionais. Of the total, R$ 213 million will be assigned to the Brazilian operation and the remaining, 39%, for international business. Serão investidos no exercício de 2016 R$ 12,0 milhões em Software e Hardware; R$ 3,0 milhões em instalações e equipamentos operacionais (destinados principalmente para construção e reforma em clínicas próprias e novas unidades de atendimento bem como benfeitorias nas instalações administrativas); e R$ 15,0 milhões em aquisições e constituição de empresas e outros. In the fiscal year of 2016 there will be invested R$ 12.0 Million in Software and hardware; R$ 3.0 Million in operational installations and operational equipment (mainly intended for construction and reform in its own clinics and new care units as well as improvements in the administrative premises); and R$ 15.0 Million in acquisition and incorporation of companies and others. ND Os investimentos terão foco na expansão dos formatos de maior retorno e na reforma das lojas. The investments will be focused on the expansion of larger-revenue formats and reform of shops. O plano e negócios 2015/2019 foi reduzido de US$ 130,3 para US$ 98,4 bilhões. Do novo total estimado, US$ 80,0 bilhões serão aplicados em exploração e produção; US$ 10,9 bilhões em abastecimento; US$ 5,4 bilhões em gás e energia e US$ 2,1 bilhões nas demais áreas. Apenas neste ano serão investidos US$ 20,0 bilhões. (*) Os valores de 2013 e 2014 se referem aos planos 2013/2017 e 2014/2018. The business plan for 2015/2019 was reduced from US$ 130.3 to US$ 98.4 Billion. On the new estimated total, US$ 80 Billion will be applied in exploration and production; US$ 10.9 Billion in suplies, US$ 5.4 Million in gas and energy and US$ 2.1 Billion in the remaining areas. This year alone there will be invested US$ 20.0 Billion. (*) The values of 2013 and 2014 refer to the plans of 2013/2017 and 2014/2018. ND A empresa não divulga projeções para o ano corrente, porém, informou que no primeiro trimestre de 2016 foram investidos R$ 79,0 milhões. The company does not disclose forecasts for the current year, however it informed that in the first quarter of 2016 there were invested R$ 79.0 Million. Em 2016, o montante de R$ 750 milhões será aplicado na infraestrutura para desenvolvimento do complexo industrial, no desenvolvimento de novos negócios e conclusão da obra superestrutura do quebra-mar do Terminal 2. Além disso, também está prevista a dragagem para aprofundamento do terminal de petróleo de 20,5 metros para até 25 metros, além de outras obras para desenvolvimento do terminal de petróleo. In 2016, the amount of R$ 750 Million will be applied in the infrastructure for development of the industrial complex, in the development of new business and conclusion of the work in the structure of the breakwater of Terminal 2. Furthermore, there is also predicted the dredging for deepening of the oil terminal from 20.5 meters to 25 meters, in addition to other works for development of the oil terminal. A maior parte do valor, US$ 47,0 milhões, será aplicada no Projeto de desenvolvimento de Atlanta; e mais US$ 22 milhões para os blocos adquiridos na 11ª rodada de Licitações da ANP. The greater part of the value, US$ 47.0 Million, will be applied in the Atlanta development Project; and an additional US$ 22 Million for the blocks acquired in the 11th Round of Bids of the ANP. ND (*) Investimento de 2013 exclui valor relativo a aquisição de Carteira. ND (*) The 2013 investment excludes the value relative of acquisition of Portfolio. ND Este ano a companhia fará investimentos apenas em manutenção. This year the company will make investments solely in maintenance. De acordo com diretoria, os recursos serão destinados “a execução do Plano de Investimentos”, que a empresa não divulgou. According to the Board of Directors, the resources will be allocated to the “execution of the Investments Plans, which the company did not disclose. ND O principal investimento será de R$ 600 milhões em todas as regiões do estado. No total, já são 1.200 obras em andamento. Além de obras para ampliação e modernização do sistema de tratamento de água em Maringá; e reforma e ampliação das estações de tratamento de esgoto. The main investment will be R$ 600 Million in all regions of the State. There are currently 1,200 works ongoing. In addition to works for enlargement and modernization of the water treatment system in Maringá; and reform and enlargement of the sewage treatment stations. ND Os recursos serão aplicados da seguinte forma: R$ 676,59 milhões em manutenção; R$ 74,55 milhões na melhoria operacional e adequação dos equipamentos agrícolas da Usina Santa Cruz e R$ 89,67 milhões em expansão para armazenagem de açúcar e expansão da USC. The resources will be applied in the following manner: R$ 676.59 Million in maintenance; R$ 74.55 Million in operational improvement and adequation of the agricultural equipment of Usina Santa Cruz and R$ 89.67 Million in expansion for storage of sugar and expansion of the USC. (*) Previsão da companhia é que o investimento em 2016 seja 50% inferior ao de 2015. (*) The forecast of the company is that the investment in 2016 will be 50% lower than that in 2015. ND

79


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Sectorial performance

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2013 33,5

2014 50,0

2015 43,7

2016 35,0

553,9

505,7

383,0

350,0

10,8

18,5

13,9

30,0

6.250,0

5.074,0

4.048,0

ND

1.850,0

1.896,0

2.000,0

1.500,0

US$ 236.700,0

US$ 220.600,0

US$ 130.300,0(*)

US$ 98.400,0

Construção Civil e Mercado Imobiliário Real estate Serviços Financeiros Financial services

100,4

155,0

88,3

ND

376,0

400,5

485,0

ND

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates Transporte e Logística Transport and logistics

36,3

37,4

1.000,0

1.660,0

985,2

750,0

US$ 193,0

US$ 125,0

US$ 115,0

US$ 82,0

94

MULTIPLUS

Serviços Financeiros Financial services

95

NATURA

97

ODONTOPREV

Atacado e Varejo Wholesale and retail Serviços Médico-Hospitalares Wealth services

98

OI

99

P.AÇÚCAR-GPA

100

PETROBRAS

101

PORTO BELLO

102

PORTO SEGURO

103

PROVIDENCIA

104

PRUMO

105

QGEP PART

Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

106

QUALICORP

50,8 (*)

157,2

132,0

ND

107

RAIA DROGASIL

236,8

271,0

388,7

ND

108

RANDON PART

287,6

124,8

161,6

60,0

109

RUMO

Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Atacado e Varejo Wholesale and retail Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Transporte e Logística Transport and logistics

742,7

1.498,6

1.950,7

1.700,0 a 2.100,0

110

SABESP

2.716,0

3.211,0

3.481,8

ND

111

SANEPAR

Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services Saneamento e Seviço de Água e Gás Sanitation, water and gas services

787,0

954,0

795,1

979,0

112

SANTOS BRP

84,8

28,4

26,7

ND

113

SÃO MARTINHO

567,1

537,8

812,02

840,8

115

SLC AGRÍCOLA

243,7

189,1

200,0

(*)

116

SER EDUCA

119,5

355,3

487,6

ND

78

Telecomunicações Telecommunication Atacado e Varejo Wholesale and retail Petróleo e Gás e Derivados Oil and gas and derivates

Transporte e Logística Transport and logistics Açúcar e Álcool Sugar and ethanol

Alimentos, Bebidas e Fumo Food, beverages and tobacco Educacão Education

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources Os recursos serão aplicados em novos negócios, melhorias do site, melhorias no aplicativo (app) mobile, novas funcionalidades para os participantes e inovações para a companhia. The resources will be applied in new businesses, improvements of the website, improvements in the mobile application (app), new functionalities for the participants and innnovations for the company. Do total, R$ 213 milhões serão voltados para a operação brasileira e o restante, 39%, para negócios internacionais. Of the total, R$ 213 million will be assigned to the Brazilian operation and the remaining, 39%, for international business. Serão investidos no exercício de 2016 R$ 12,0 milhões em Software e Hardware; R$ 3,0 milhões em instalações e equipamentos operacionais (destinados principalmente para construção e reforma em clínicas próprias e novas unidades de atendimento bem como benfeitorias nas instalações administrativas); e R$ 15,0 milhões em aquisições e constituição de empresas e outros. In the fiscal year of 2016 there will be invested R$ 12.0 Million in Software and hardware; R$ 3.0 Million in operational installations and operational equipment (mainly intended for construction and reform in its own clinics and new care units as well as improvements in the administrative premises); and R$ 15.0 Million in acquisition and incorporation of companies and others. ND Os investimentos terão foco na expansão dos formatos de maior retorno e na reforma das lojas. The investments will be focused on the expansion of larger-revenue formats and reform of shops. O plano e negócios 2015/2019 foi reduzido de US$ 130,3 para US$ 98,4 bilhões. Do novo total estimado, US$ 80,0 bilhões serão aplicados em exploração e produção; US$ 10,9 bilhões em abastecimento; US$ 5,4 bilhões em gás e energia e US$ 2,1 bilhões nas demais áreas. Apenas neste ano serão investidos US$ 20,0 bilhões. (*) Os valores de 2013 e 2014 se referem aos planos 2013/2017 e 2014/2018. The business plan for 2015/2019 was reduced from US$ 130.3 to US$ 98.4 Billion. On the new estimated total, US$ 80 Billion will be applied in exploration and production; US$ 10.9 Billion in suplies, US$ 5.4 Million in gas and energy and US$ 2.1 Billion in the remaining areas. This year alone there will be invested US$ 20.0 Billion. (*) The values of 2013 and 2014 refer to the plans of 2013/2017 and 2014/2018. ND A empresa não divulga projeções para o ano corrente, porém, informou que no primeiro trimestre de 2016 foram investidos R$ 79,0 milhões. The company does not disclose forecasts for the current year, however it informed that in the first quarter of 2016 there were invested R$ 79.0 Million. Em 2016, o montante de R$ 750 milhões será aplicado na infraestrutura para desenvolvimento do complexo industrial, no desenvolvimento de novos negócios e conclusão da obra superestrutura do quebra-mar do Terminal 2. Além disso, também está prevista a dragagem para aprofundamento do terminal de petróleo de 20,5 metros para até 25 metros, além de outras obras para desenvolvimento do terminal de petróleo. In 2016, the amount of R$ 750 Million will be applied in the infrastructure for development of the industrial complex, in the development of new business and conclusion of the work in the structure of the breakwater of Terminal 2. Furthermore, there is also predicted the dredging for deepening of the oil terminal from 20.5 meters to 25 meters, in addition to other works for development of the oil terminal. A maior parte do valor, US$ 47,0 milhões, será aplicada no Projeto de desenvolvimento de Atlanta; e mais US$ 22 milhões para os blocos adquiridos na 11ª rodada de Licitações da ANP. The greater part of the value, US$ 47.0 Million, will be applied in the Atlanta development Project; and an additional US$ 22 Million for the blocks acquired in the 11th Round of Bids of the ANP. ND (*) Investimento de 2013 exclui valor relativo a aquisição de Carteira. ND (*) The 2013 investment excludes the value relative of acquisition of Portfolio. ND Este ano a companhia fará investimentos apenas em manutenção. This year the company will make investments solely in maintenance. De acordo com diretoria, os recursos serão destinados “a execução do Plano de Investimentos”, que a empresa não divulgou. According to the Board of Directors, the resources will be allocated to the “execution of the Investments Plans, which the company did not disclose. ND O principal investimento será de R$ 600 milhões em todas as regiões do estado. No total, já são 1.200 obras em andamento. Além de obras para ampliação e modernização do sistema de tratamento de água em Maringá; e reforma e ampliação das estações de tratamento de esgoto. The main investment will be R$ 600 Million in all regions of the State. There are currently 1,200 works ongoing. In addition to works for enlargement and modernization of the water treatment system in Maringá; and reform and enlargement of the sewage treatment stations. ND Os recursos serão aplicados da seguinte forma: R$ 676,59 milhões em manutenção; R$ 74,55 milhões na melhoria operacional e adequação dos equipamentos agrícolas da Usina Santa Cruz e R$ 89,67 milhões em expansão para armazenagem de açúcar e expansão da USC. The resources will be applied in the following manner: R$ 676.59 Million in maintenance; R$ 74.55 Million in operational improvement and adequation of the agricultural equipment of Usina Santa Cruz and R$ 89.67 Million in expansion for storage of sugar and expansion of the USC. (*) Previsão da companhia é que o investimento em 2016 seja 50% inferior ao de 2015. (*) The forecast of the company is that the investment in 2016 will be 50% lower than that in 2015. ND

79


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2014 43,1

2015 2,1

2016 ND

ND

68,8

54,8

71,5

ND

ND

2.620,2

1.786,1

1.741,8

2.400,0

SMILES

118

SULAMÉRICA

119

SUZANO PAPEL

120

TAESA

Energia Elétrica Electricity

131,0

88,0

56,0

128,0

121

TECHNOS

14,1

7,6

17,6

ND

122

TELEF BRASIL

Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear Telecomunicações Telecommunication

6.033,2

11.161,4 (*)

8.318,8

8.906,6

123

TIM PART S.A.

Telecomunicações Telecommunication

3.561,0

3.928,0

4.658,0

(*) 14.000,0

124

TOTVS

Tecnologia da Informação

213,6

373,2

1.001,4

(*) 989,9

125

TRACTEBEL

Energia Elétrica Electricity

685,0

619,0

917,3

2.129,0

126

TRIUNFO PART

761,5

1.383,0

1.203,7

ND

127

ULTRAPAR

Transporte e Logística Transport and logistics Holdings Diversificadas

1.119,0

1.969,0

1.352,0

1.809,0

128

UNIDAS

320,7

354,3

146,2

280,0

129

USIMINAS

Transporte e Logística Transport and logistics Siderurgia e Metalurgia

981,0

1.110,0

784,0

350,0

130 131

V-AGRO VALE

Petróleo e Gás e Derivados Mineração

90,0 US$ 14.232,0

94,0 US$ 11.979,0

US$ 8.401,0

US$ 6.167,0

132

VIA VAREJO

Atacado e Varejo

407,0

418,0

324,0

150,7

133

WEG

Máquinas e Equipamentos

243,7

424,8

468,1

455,4

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 1,4

117

80

Serviços Financeiros Financial services Serviços Financeiros Financial services Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

Sectorial performance

Segundo a empresa, R$ 1,13 bilhão em manutenção, R$ 605 milhões em projetos de competitividade estrutural, R$ 325 milhões em projetos de negócios adjacentes, R$ 115 milhões para conclusão do Projeto Maranhão, R$ 100 milhões na estação de tratamento de efluentes na fábrica de Mucuri e R$ 110 milhões em outros investimentos. According to the company, R$ 1.13 Billion in maintenance, R$ 605 Million in structural competitiveness projects, R$ 325 Million in projects of adjacent businesses, R$ 115 Million for conclusion of the Maranhão Project, R$ 100 Million in the sewage treatment station at the Mucuri plant and R$ 100 Million in other investments. O montante de 2016 será aplicado, principalmente, em novos projetos de reforços, construção de novos ativos ganhos em leilões e manutenção e operação das linhas atuais. The amount of 2016 will be mostly applied in new reinforcement projects, construction of new assets won in bids and maintenance and operation of the current lines. ND Os recursos serão aplicados para melhorar os serviços prestados; suportar o forte crescimento dos clientes de voz e dados, sejam eles nos serviços fixos e móveis ou em serviços de alta velocidade dedicados ao mercado corporativo. Além disso, a empresa pretende otimizar a ocupação da rede de fibra óptica já existente e aumentar a infraestrutura de transmissão, aumento da capacidade 3G, além da expansão da cobertura 4G. (*) Em 2014, o valor representa um combinado pro forma considerando GVT. The resources will be applied to improve the provision of services, to support the strong growth of the clients of voice and data, either in the fixed and mobile services or in high- speed services dedicated to the corporate market. Furthermore, the company intends to optimize the occupation of the already existing fiber optic network and increase the transmission structure, increasing the 3G capacity in addition to the expansion of the 4G coverage. (*) In 2014 the value represents a pro-forma combination considering the GVT. (*) A estimativa da companhia é de investir R$ 14 bilhões no período de 2016 a 2018. Já quanto a destinação do montante, a Informação não foi divulgada ao Mercado. (*) The estimate of the company is to invest R$ 14 Billion in the period from 2016 to 2018.. As to the destination of the amount, the information was not disclosed to the Market. ND (*) Apesar de não informar o valor para investimento em 2016, a companhia indicou que até março deste ano investiu R$ 989,9 milhões. ND (*) Although not diclosing the investment value in 2016, the company indicated that until March of this year it invested R$ 989.9 Million. Os recursos serão aplicados na aquisição da Usina Hidrelétrica Jirau, na construção da UTE Pampa, dos Complexos Eólicos Campo Largo e Santa Mônica e da Central Fotovoltaica Assú V e na manutenção e modernização do parque gerador. The resources will be applied in the acquisition of the Jirau Hydro Power Plant, in the construction of the UTE Pampa, of the Wind-Power complexes Campo Largo and Santa Mônica and of the Photovoltaic Center Assú V and in the maintenance and modernization of the generating park. ND Deste valor, R$ 887 milhões para Expansão de redes de distribuição, ampliação de infraestrutura logística e modernização de atividades na Ipiranga; R$ 460 milhões na Oxiteno para construção da nova unidade de etoxilação no Texas, Estados Unidos; R$ 208 milhões na Ultragaz para conquista de novos clientes, reposição e aquisição de vasilhames, ampliação de bases de engarrafamento e reforço dos sistemas de tecnologia; R$ 118 milhões na Ultracargo para modernização de sistemas de seguranças dos terminais e expansão da unidade de Itaiqui e R$ 124 milhões na Extrafarma para abertura de novas lojas. Of this value, R$ 887 Million for Expansion of distribution networks, enlargement of logistics infrastructure and modernization of activities at Ipiranga; R$ 460 Million in Oxiteno for construction of the new ethoxylation unit inTexas, United States; 208 Million to Ultragaz for conquering new clients, substitution and acquisition of containers, expansion of bottling bases and reinforcement of the technology systems; R$ 118 Million for Ultracargo for modernization of safety systems of the terminals and expansion of the Itaiqui unit and R$ 124 Million for Extrafarma for opening new shops. Montante será investido na renovação e expansão da frota. The amount will be invested in the renovation and expansion of the fleet. A destinação dos recursos é manutenção e atualização Tecnológica das unidades. The destination of the resources is the maintenance and Technological updating of the units. Este ano, a Vale pretende aplicar US$ 3,172 bilhões na execução de projetos; e US$ 2,995 bilhões na manutenção das operações existentes e projetos de substituição. De acordo com a companhia, "Nosso principal programa, o projeto S11D, representa 72,3% dos US$ 3,172 bilhões orçados para a execução de projetos em 2016". This year, Vale intends to apply US$ 3.172 Billion in the execution of projects; and US$ 2.995 Billion in the maintenance of the existing operations and replacement projects. According to the company “Our main program, the S11D project, represents 72.3% of the US$ 3,172 Billion budgeted for the execution of projects in 2016”. A companhia tem como objetivo investir aproximadamente R$89,7 milhões na ampliação, reforma e conversão de lojas existentes; e R$61 milhões na Infraestrutura em TI, logística e outros. The objective of the company is to invest approximately R$ 89.7 Million in the expansion, reform and conversion of existing shops; and R$ 61 Billion In infrastructure in IT, logistics and others. Montante será utilizado para expansão e modernização da capacidade produtiva. The amount will be used for expansion and modernization of the productive capacity.

81


Desempenho setorial

Empresa / Company

Setor / Sector

Desempenho setorial

Investimentos (R$ milhões) / Investments (R$ millions)

Estimativa / Estimate

2014 43,1

2015 2,1

2016 ND

ND

68,8

54,8

71,5

ND

ND

2.620,2

1.786,1

1.741,8

2.400,0

SMILES

118

SULAMÉRICA

119

SUZANO PAPEL

120

TAESA

Energia Elétrica Electricity

131,0

88,0

56,0

128,0

121

TECHNOS

14,1

7,6

17,6

ND

122

TELEF BRASIL

Tecidos, Vestuário e Calçados Textile, clothing and footwear Telecomunicações Telecommunication

6.033,2

11.161,4 (*)

8.318,8

8.906,6

123

TIM PART S.A.

Telecomunicações Telecommunication

3.561,0

3.928,0

4.658,0

(*) 14.000,0

124

TOTVS

Tecnologia da Informação

213,6

373,2

1.001,4

(*) 989,9

125

TRACTEBEL

Energia Elétrica Electricity

685,0

619,0

917,3

2.129,0

126

TRIUNFO PART

761,5

1.383,0

1.203,7

ND

127

ULTRAPAR

Transporte e Logística Transport and logistics Holdings Diversificadas

1.119,0

1.969,0

1.352,0

1.809,0

128

UNIDAS

320,7

354,3

146,2

280,0

129

USIMINAS

Transporte e Logística Transport and logistics Siderurgia e Metalurgia

981,0

1.110,0

784,0

350,0

130 131

V-AGRO VALE

Petróleo e Gás e Derivados Mineração

90,0 US$ 14.232,0

94,0 US$ 11.979,0

US$ 8.401,0

US$ 6.167,0

132

VIA VAREJO

Atacado e Varejo

407,0

418,0

324,0

150,7

133

WEG

Máquinas e Equipamentos

243,7

424,8

468,1

455,4

Sectorial performance

Destinação dos Recursos / Allocation of Resources

2013 1,4

117

80

Serviços Financeiros Financial services Serviços Financeiros Financial services Papel e Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

Sectorial performance

Segundo a empresa, R$ 1,13 bilhão em manutenção, R$ 605 milhões em projetos de competitividade estrutural, R$ 325 milhões em projetos de negócios adjacentes, R$ 115 milhões para conclusão do Projeto Maranhão, R$ 100 milhões na estação de tratamento de efluentes na fábrica de Mucuri e R$ 110 milhões em outros investimentos. According to the company, R$ 1.13 Billion in maintenance, R$ 605 Million in structural competitiveness projects, R$ 325 Million in projects of adjacent businesses, R$ 115 Million for conclusion of the Maranhão Project, R$ 100 Million in the sewage treatment station at the Mucuri plant and R$ 100 Million in other investments. O montante de 2016 será aplicado, principalmente, em novos projetos de reforços, construção de novos ativos ganhos em leilões e manutenção e operação das linhas atuais. The amount of 2016 will be mostly applied in new reinforcement projects, construction of new assets won in bids and maintenance and operation of the current lines. ND Os recursos serão aplicados para melhorar os serviços prestados; suportar o forte crescimento dos clientes de voz e dados, sejam eles nos serviços fixos e móveis ou em serviços de alta velocidade dedicados ao mercado corporativo. Além disso, a empresa pretende otimizar a ocupação da rede de fibra óptica já existente e aumentar a infraestrutura de transmissão, aumento da capacidade 3G, além da expansão da cobertura 4G. (*) Em 2014, o valor representa um combinado pro forma considerando GVT. The resources will be applied to improve the provision of services, to support the strong growth of the clients of voice and data, either in the fixed and mobile services or in high- speed services dedicated to the corporate market. Furthermore, the company intends to optimize the occupation of the already existing fiber optic network and increase the transmission structure, increasing the 3G capacity in addition to the expansion of the 4G coverage. (*) In 2014 the value represents a pro-forma combination considering the GVT. (*) A estimativa da companhia é de investir R$ 14 bilhões no período de 2016 a 2018. Já quanto a destinação do montante, a Informação não foi divulgada ao Mercado. (*) The estimate of the company is to invest R$ 14 Billion in the period from 2016 to 2018.. As to the destination of the amount, the information was not disclosed to the Market. ND (*) Apesar de não informar o valor para investimento em 2016, a companhia indicou que até março deste ano investiu R$ 989,9 milhões. ND (*) Although not diclosing the investment value in 2016, the company indicated that until March of this year it invested R$ 989.9 Million. Os recursos serão aplicados na aquisição da Usina Hidrelétrica Jirau, na construção da UTE Pampa, dos Complexos Eólicos Campo Largo e Santa Mônica e da Central Fotovoltaica Assú V e na manutenção e modernização do parque gerador. The resources will be applied in the acquisition of the Jirau Hydro Power Plant, in the construction of the UTE Pampa, of the Wind-Power complexes Campo Largo and Santa Mônica and of the Photovoltaic Center Assú V and in the maintenance and modernization of the generating park. ND Deste valor, R$ 887 milhões para Expansão de redes de distribuição, ampliação de infraestrutura logística e modernização de atividades na Ipiranga; R$ 460 milhões na Oxiteno para construção da nova unidade de etoxilação no Texas, Estados Unidos; R$ 208 milhões na Ultragaz para conquista de novos clientes, reposição e aquisição de vasilhames, ampliação de bases de engarrafamento e reforço dos sistemas de tecnologia; R$ 118 milhões na Ultracargo para modernização de sistemas de seguranças dos terminais e expansão da unidade de Itaiqui e R$ 124 milhões na Extrafarma para abertura de novas lojas. Of this value, R$ 887 Million for Expansion of distribution networks, enlargement of logistics infrastructure and modernization of activities at Ipiranga; R$ 460 Million in Oxiteno for construction of the new ethoxylation unit inTexas, United States; 208 Million to Ultragaz for conquering new clients, substitution and acquisition of containers, expansion of bottling bases and reinforcement of the technology systems; R$ 118 Million for Ultracargo for modernization of safety systems of the terminals and expansion of the Itaiqui unit and R$ 124 Million for Extrafarma for opening new shops. Montante será investido na renovação e expansão da frota. The amount will be invested in the renovation and expansion of the fleet. A destinação dos recursos é manutenção e atualização Tecnológica das unidades. The destination of the resources is the maintenance and Technological updating of the units. Este ano, a Vale pretende aplicar US$ 3,172 bilhões na execução de projetos; e US$ 2,995 bilhões na manutenção das operações existentes e projetos de substituição. De acordo com a companhia, "Nosso principal programa, o projeto S11D, representa 72,3% dos US$ 3,172 bilhões orçados para a execução de projetos em 2016". This year, Vale intends to apply US$ 3.172 Billion in the execution of projects; and US$ 2.995 Billion in the maintenance of the existing operations and replacement projects. According to the company “Our main program, the S11D project, represents 72.3% of the US$ 3,172 Billion budgeted for the execution of projects in 2016”. A companhia tem como objetivo investir aproximadamente R$89,7 milhões na ampliação, reforma e conversão de lojas existentes; e R$61 milhões na Infraestrutura em TI, logística e outros. The objective of the company is to invest approximately R$ 89.7 Million in the expansion, reform and conversion of existing shops; and R$ 61 Billion In infrastructure in IT, logistics and others. Montante será utilizado para expansão e modernização da capacidade produtiva. The amount will be used for expansion and modernization of the productive capacity.

81


Desempenho setorial

Sectorial performance

Emprego nas companhias abertas cai 5,3%

A

crise econômica brasileira, que se aprofundou em 2015, afetou sensivelmente o mercado de trabalho. A taxa de desemprego no país fechou o ano em 8,5%, o que significou 8,6 milhões de pessoas desocupadas. Em junho de 2016, a taxa subiu para 11,3% o que correspondia a 11,6 milhões de desempregados. O impacto da crise nas companhias abertas não foi diferente. No final do ano passado 3.634.098 pessoas trabalhavam para as 257 empresas pesquisadas para a elaboração deste trabalho, o que representou uma queda de 5,38% em relação aos 3.840.647 de dezembro de 2014. Dos 21 setores de atividades que operam essas companhias, 15 reduziram o quadro de funcionários e seis aumentaram. Os setores que mais contrataram foram o de Transporte e Logística (14,06%), Tecnologia da Informação (4,43%), Açúcar e Álcool (4,18%), Energia Elétrica (3,5%) e Serviços Financeiros (3,16%). Os segmentos que apresentaram os maiores percentuais de dispensa de trabalhadores foram o de Construção Civil e Mercado Imobiliário (47,89%), Petróleo e Gás, Petroquímica e Plástico (15,6%), Siderurgia e Mineração (14,73%) e Máquinas e Equipamentos (7,14%). AS VARIAÇÕES POSITIVAS O aumento no setor de Transporte e Logística sofreu grande influência da Cosan, grupo de origem sucroalcooleira, que incorporou a América Latina Logística (ALL), formando a Rumo Logística S.A. e passou a fazer parte do setor. O número de empregados na Cosan, que em 2014 somava 1.487, pulou para 14.972 no final de 2015. Ainda assim, o levantamento mostra que algumas empresas elevaram o número de funcionários como foi o caso da Triunfo Participações, que aumentou de 6.282 para 8.348, da Trevisa (de 364 para 524), da JSL (de 23.897 para 24.695) e da Localiza (de 6.282 para 6.424). No setor de Tecnologia da Informação, também houve aumento nas contrações. O número de empregados passou de 24.585 para 25.675, uma alta de 4,4%. Das seis empresas cotadas

82

Employment in publiclyheld companies falls 5,3% The Brazilian economic crisis, which deepened in 2015, had sensible effects on the labor market. The unemployment rate in the Country closed the year at 8.5%, meaning 8.6 individuals without jobs. In June 2016 the rate plunged to 11.3%, corresponding to 11.6 million unemployed individuals. The impact of the crisis on the publiclyheld companies was not different. At the end of last year 3,634,098 individuals worked for the 257 companies researched for the preparation of this work, which represented a decrease of 5.38% relatively to the 3,840,647individuals of December of 2014. Of the 21 sectors of activity in which those companies operate, 15 reduced their workforce and six increased it. The sectors that hired most were those of Transport and Logistics (14.06%), Information Technology (4.43%), Sugar and Alcohol (4.18%), Electrical Energy (3.5%) and Financial Services (3.16%). The segments that exhibited the highest layoff percentages were those of Civil Construction and Real Property Market (47.89%), Oil and Gas, Petrochemicals and Plastic (15.6%), Metallurgy and Mining (14.73%) and Machinery and Equipment (7.14%). POSITIVE VARIATIONS The rise in the sector of Transport and Logistics was greatly influenced by Cosan, a group that originated from the sugar and alcohol sector, which incorporated América Latina Logística (ALL), forming Rumo Logística S.A. and thus came to integrate the sector. The number of employees in Cosan, which in 2014 added up to 1,487, jumped to 14,972 by the end of 2015. Furthermore, thesurvey shows that some companies increased their number of employees, as was the case of Triunfo Participações, which increased their workforce from 6,282 to 8,348 employees, of Trevisa (from 364 to 524), of JSL (from 23,897 to 24,695) and of Localiza (from 6,282 to 6,424. In the Information Technology sector the hiring increased. The number of employees went from 24,585 to 25,675, a rise of 4.4%. Of the 6 companies listed at BM&FBovespa, only CSU Cardsystem, reduced the number of employees. The greatest rise took place at Totvs, which went from 7,399 to 7,924 employees by the end of last year, that is, more 525 workers were hired, the majority of these being outsourced. In the list of companies that hired most there appears in second place Link (from 2,653 to 2,995

Desempenho setorial

Sectorial performance

na BM&FBovespa, apenas a CSU Cardsystem reduziu o número de funcionários. O maior aumento foi verificado na Totvs, que passou de 7.399 para 7.924 no final do ano passado, ou seja, houve a contratação de mais 525 trabalhadores, a maior parte de terceirizados. Na lista das companhias que mais contratam aparece, em segundo lugar, a Link (de 2.653 para 2.995), seguida pela Valid (de 6.920 para 7.227). No segmento de Açúcar e Álcool, o número de empregados passou de 40.848 para 42.555. Esta alta de 4,18% foi basicamente em função do aumento das contrações feitas pela São Martinho, onde o número de colaboradores subiu de 10.036 para 12.451 no final de 2015, uma alta de 24%. No setor de Energia Elétrica, o número de empregados no final do ano passado somava 189.974 contra 183.456 em dezembro de 2014, o que significou um aumento de 3,55%. Grande parte desta expansão refletiu o crescimento do número de empregados na Renova, que passou de 1.174 para 4.934. Deste total, 4.594 eram terceirizados. Houve aumento também na Copel, Elektro, Eletropaulo e Ampla. A Eletrobras, a maior empresa do setor, manteve praticamente estável o número de empregados na passagem de 2014 para 2015 (25.300 para 25.073), com redução na parcela de terceirizados, que caiu de 1.712 para 1.540.

individuals), followed by Valid (from 6,920 to 7,227 employees). In the Sugar and Alcohol segment the number of employees passed from 40,848 to 42,555. This rise of 4.18% was basically due to hiring by São Martinho, where the number of collaborators increased from 10,036 to 12,451 by the end of 2015, a rise of 24%. In the Electrical Energy sector the number of employees by the end of last year was 189,974 against 183,456 in December of 2014, meaning a 3.55% increase. A large part of this expansion reflected the number of employees at Renova, which passed from 1,174 to 4,934. Of this total, 4,594 were outsourced. There were also rises in Copal, Electro, Eletropaulo and Ampla. Eletrobras, the largest company of the sector, maintained practically stable the number of employees in the passage from 2014 to 2015 (25,300 to 25,073) with a reduction in the outsourced workforce, which fell from 1,712 to 1,540. One other sector where hiring increased was that of Financial Services, which went from 42,867 to 44,221 employees, a rise of 3.16%. The increase was driven by the insurance companies. Porto Seguro closed the year with 30,627 employees, 1,576 more than in 2014.

Emprego nas companhias abertas Employment in Publicly-Held Companies Setor / Sector

2014

2015

Variação (%) / Variation (%)

Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol

40.848

42.555

4,18%

Alimentos e Bebidas / Food and beverages

515.321

507.663

-1,49

Atacado e varejo / Wholesale and retail

465.808

451.354

-3,1

Bancos e Crédito / Banking

527.427

510.544

-3,2

Construção civil / Real estate

116.027

60.463

-47,89%

Educação / Education

76.770

76.344

-0,55

Energia Elétrica / Electricity

183.456

189.974

3,55

9.585

9.032

-5,77

Máquinas e Equipamentos / Machinery and equipment

161.436

149.911

-7,14

Mineração / Mining

214.832

196.716

-8,43

Papel e Celulose / Paper and pulp

70.071

69.081

-1,41

Petróleo e gás / Oil and gas

411.472

346.934

-15,68

Saneamento / Sanitation

43.658

42.481

-2,7

Lazer e Turismo / Leisure industry

Serviços Financeiros / Financial services

41.685

44.221

3,16

Serviços Médico-Hospitalares / Wealth services

44.072

41.094

-6,76

Siderurgia e metalurgia / Steel and metallurgy

196.429

167.502,00

-14,73%

Tecido e Vestuário / Textile and clothing

144.012

144.970

0,67

Tecnologia da informação / Information technology

24.585

25.675

4,43

Telecomunicações / Telecommunication

410.650

403.512

-1,74

Transporte e Logística / Transport and logistics

115.393

131.614

14,06

Utilidades Domésticas / Household utilities

27.110

26.112

-3,68

3.840.647

3.634.098

-5,38

Total / Total

83


Desempenho setorial

Sectorial performance

Emprego nas companhias abertas cai 5,3%

A

crise econômica brasileira, que se aprofundou em 2015, afetou sensivelmente o mercado de trabalho. A taxa de desemprego no país fechou o ano em 8,5%, o que significou 8,6 milhões de pessoas desocupadas. Em junho de 2016, a taxa subiu para 11,3% o que correspondia a 11,6 milhões de desempregados. O impacto da crise nas companhias abertas não foi diferente. No final do ano passado 3.634.098 pessoas trabalhavam para as 257 empresas pesquisadas para a elaboração deste trabalho, o que representou uma queda de 5,38% em relação aos 3.840.647 de dezembro de 2014. Dos 21 setores de atividades que operam essas companhias, 15 reduziram o quadro de funcionários e seis aumentaram. Os setores que mais contrataram foram o de Transporte e Logística (14,06%), Tecnologia da Informação (4,43%), Açúcar e Álcool (4,18%), Energia Elétrica (3,5%) e Serviços Financeiros (3,16%). Os segmentos que apresentaram os maiores percentuais de dispensa de trabalhadores foram o de Construção Civil e Mercado Imobiliário (47,89%), Petróleo e Gás, Petroquímica e Plástico (15,6%), Siderurgia e Mineração (14,73%) e Máquinas e Equipamentos (7,14%). AS VARIAÇÕES POSITIVAS O aumento no setor de Transporte e Logística sofreu grande influência da Cosan, grupo de origem sucroalcooleira, que incorporou a América Latina Logística (ALL), formando a Rumo Logística S.A. e passou a fazer parte do setor. O número de empregados na Cosan, que em 2014 somava 1.487, pulou para 14.972 no final de 2015. Ainda assim, o levantamento mostra que algumas empresas elevaram o número de funcionários como foi o caso da Triunfo Participações, que aumentou de 6.282 para 8.348, da Trevisa (de 364 para 524), da JSL (de 23.897 para 24.695) e da Localiza (de 6.282 para 6.424). No setor de Tecnologia da Informação, também houve aumento nas contrações. O número de empregados passou de 24.585 para 25.675, uma alta de 4,4%. Das seis empresas cotadas

82

Employment in publiclyheld companies falls 5,3% The Brazilian economic crisis, which deepened in 2015, had sensible effects on the labor market. The unemployment rate in the Country closed the year at 8.5%, meaning 8.6 individuals without jobs. In June 2016 the rate plunged to 11.3%, corresponding to 11.6 million unemployed individuals. The impact of the crisis on the publiclyheld companies was not different. At the end of last year 3,634,098 individuals worked for the 257 companies researched for the preparation of this work, which represented a decrease of 5.38% relatively to the 3,840,647individuals of December of 2014. Of the 21 sectors of activity in which those companies operate, 15 reduced their workforce and six increased it. The sectors that hired most were those of Transport and Logistics (14.06%), Information Technology (4.43%), Sugar and Alcohol (4.18%), Electrical Energy (3.5%) and Financial Services (3.16%). The segments that exhibited the highest layoff percentages were those of Civil Construction and Real Property Market (47.89%), Oil and Gas, Petrochemicals and Plastic (15.6%), Metallurgy and Mining (14.73%) and Machinery and Equipment (7.14%). POSITIVE VARIATIONS The rise in the sector of Transport and Logistics was greatly influenced by Cosan, a group that originated from the sugar and alcohol sector, which incorporated América Latina Logística (ALL), forming Rumo Logística S.A. and thus came to integrate the sector. The number of employees in Cosan, which in 2014 added up to 1,487, jumped to 14,972 by the end of 2015. Furthermore, thesurvey shows that some companies increased their number of employees, as was the case of Triunfo Participações, which increased their workforce from 6,282 to 8,348 employees, of Trevisa (from 364 to 524), of JSL (from 23,897 to 24,695) and of Localiza (from 6,282 to 6,424. In the Information Technology sector the hiring increased. The number of employees went from 24,585 to 25,675, a rise of 4.4%. Of the 6 companies listed at BM&FBovespa, only CSU Cardsystem, reduced the number of employees. The greatest rise took place at Totvs, which went from 7,399 to 7,924 employees by the end of last year, that is, more 525 workers were hired, the majority of these being outsourced. In the list of companies that hired most there appears in second place Link (from 2,653 to 2,995

Desempenho setorial

Sectorial performance

na BM&FBovespa, apenas a CSU Cardsystem reduziu o número de funcionários. O maior aumento foi verificado na Totvs, que passou de 7.399 para 7.924 no final do ano passado, ou seja, houve a contratação de mais 525 trabalhadores, a maior parte de terceirizados. Na lista das companhias que mais contratam aparece, em segundo lugar, a Link (de 2.653 para 2.995), seguida pela Valid (de 6.920 para 7.227). No segmento de Açúcar e Álcool, o número de empregados passou de 40.848 para 42.555. Esta alta de 4,18% foi basicamente em função do aumento das contrações feitas pela São Martinho, onde o número de colaboradores subiu de 10.036 para 12.451 no final de 2015, uma alta de 24%. No setor de Energia Elétrica, o número de empregados no final do ano passado somava 189.974 contra 183.456 em dezembro de 2014, o que significou um aumento de 3,55%. Grande parte desta expansão refletiu o crescimento do número de empregados na Renova, que passou de 1.174 para 4.934. Deste total, 4.594 eram terceirizados. Houve aumento também na Copel, Elektro, Eletropaulo e Ampla. A Eletrobras, a maior empresa do setor, manteve praticamente estável o número de empregados na passagem de 2014 para 2015 (25.300 para 25.073), com redução na parcela de terceirizados, que caiu de 1.712 para 1.540.

individuals), followed by Valid (from 6,920 to 7,227 employees). In the Sugar and Alcohol segment the number of employees passed from 40,848 to 42,555. This rise of 4.18% was basically due to hiring by São Martinho, where the number of collaborators increased from 10,036 to 12,451 by the end of 2015, a rise of 24%. In the Electrical Energy sector the number of employees by the end of last year was 189,974 against 183,456 in December of 2014, meaning a 3.55% increase. A large part of this expansion reflected the number of employees at Renova, which passed from 1,174 to 4,934. Of this total, 4,594 were outsourced. There were also rises in Copal, Electro, Eletropaulo and Ampla. Eletrobras, the largest company of the sector, maintained practically stable the number of employees in the passage from 2014 to 2015 (25,300 to 25,073) with a reduction in the outsourced workforce, which fell from 1,712 to 1,540. One other sector where hiring increased was that of Financial Services, which went from 42,867 to 44,221 employees, a rise of 3.16%. The increase was driven by the insurance companies. Porto Seguro closed the year with 30,627 employees, 1,576 more than in 2014.

Emprego nas companhias abertas Employment in Publicly-Held Companies Setor / Sector

2014

2015

Variação (%) / Variation (%)

Açúcar e Álcool / Sugar and ethanol

40.848

42.555

4,18%

Alimentos e Bebidas / Food and beverages

515.321

507.663

-1,49

Atacado e varejo / Wholesale and retail

465.808

451.354

-3,1

Bancos e Crédito / Banking

527.427

510.544

-3,2

Construção civil / Real estate

116.027

60.463

-47,89%

Educação / Education

76.770

76.344

-0,55

Energia Elétrica / Electricity

183.456

189.974

3,55

9.585

9.032

-5,77

Máquinas e Equipamentos / Machinery and equipment

161.436

149.911

-7,14

Mineração / Mining

214.832

196.716

-8,43

Papel e Celulose / Paper and pulp

70.071

69.081

-1,41

Petróleo e gás / Oil and gas

411.472

346.934

-15,68

Saneamento / Sanitation

43.658

42.481

-2,7

Lazer e Turismo / Leisure industry

Serviços Financeiros / Financial services

41.685

44.221

3,16

Serviços Médico-Hospitalares / Wealth services

44.072

41.094

-6,76

Siderurgia e metalurgia / Steel and metallurgy

196.429

167.502,00

-14,73%

Tecido e Vestuário / Textile and clothing

144.012

144.970

0,67

Tecnologia da informação / Information technology

24.585

25.675

4,43

Telecomunicações / Telecommunication

410.650

403.512

-1,74

Transporte e Logística / Transport and logistics

115.393

131.614

14,06

Utilidades Domésticas / Household utilities

27.110

26.112

-3,68

3.840.647

3.634.098

-5,38

Total / Total

83


Desempenho setorial

Sectorial performance

Outro setor onde ocorreu aumento de contração foi no de Serviços Financeiros, que passou de 42.867 para 44.221, uma alta de 3,16%. O aumento foi puxado pelas seguradoras. A Porto Seguro fechou o ano com 30.627 empregados, 1.576 a mais que em 2014. A SulAmérica aumentou de 6.753 para 7.015 e a BB Seguridade de 146 para 163. A Cielo também elevou o número de funcionários, de 1.992 para 2.052. AS VARIAÇÕES NEGATIVAS O setor que mais demitiu em 2015 foi o de Construção Civil. O número de empregados nas 11 companhias abertas analisadas somou 60.506 no final de 2015, uma queda de 48,1% em relação aos 116.623 registrados no final de 2014. As empresas que mais reduziram o quadro de pessoal foram a PDG Realty (de 14.370 para 3.156) a Rossi Residencial (de 14.667 para 7.855), a Tecnisa (de 8.385 para 4.985) e a Trisul (de 4.709 para 3.207). No segundo lugar no ranking das demissões, aparece o setor de Petróleo e Gás, Petroquímica e Plástico. Em dezembro de 2014, as 10 companhias abertas analisadas empregavam 411.958 pessoas, quadro que sofreu uma redução de 15,68% ao passar para 346.934 em dezembro de 2015. Quem puxou esta queda foi a Petrobras. A empresa fez um corte de 16,4% no número de empregados, que caiu de 371.982 para 310.709 no final do ano passado. A maior redução foi no número de terceirizados, que passou de 291.074 para 231.436. Isso significa que 59.638 profissionais ficaram sem emprego no final do ano passado. O quadro de funcionários contratados diretamente perdeu 1.635 profissionais, ao passar de 80.908 para 79.273. Além da Petrobras, quem fez uma redução relevante no setor foi a Braskem. A empresa cortou em cerca de 11% o número de empregados, que passou de 31.043 em dezembro de 2014 para 27.589 no final do ano passado. Em Máquinas e Equipamentos, setor que conta com 23 companhias com ações cotadas na BM&FBovespa, 14 reduziram o quadro de funcionários, cinco aumentaram, duas mantiveram o mesmo número de empregados e duas estão em recuperação judicial. A redução mais expressiva foi feita pela Marcopolo. Em dezembro de 2014, a empresa tinha 22.037 empregados, número que foi reduzido para 16.569, o que significou um corte de 24,8%. A Forjas Taurus também fez um enxugamento expressivo reduzindo em 32,5% o número de empregados, que passou de 4.691 para 3.167 no final do ano passado. O mesmo ocorreu com a Kepler Weber, que fez um corte de 36,5%, reduzindo para 1.735 o quadro de funcionários. As cinco empresas que aumentaram as contrações foram: Aço Altona, Baumer, Metal Frio, Weg e a Embraer (a empresa anunciou em 2016 um Plano de Demissão Voluntária).

84

SulAmérica increased its workforce from 6,753 to 7,015 employees and BB Seguridade had a rise from 146 to 163 employees. Cielo also increased the number of employees from 1,992 to 2,052. NEGATIVE VARIATIONS The sector that registered the highest number of layoffs in 2015 was Civil Construction. The number of employees in the 11 publicly-held companies having been analyzed added up to 60,506 employees by the end of 2015, a fallof 48.5% relatively to the 116,623 employees recorded in the end of 2014. The companies that most cut their staff were PDG Realty (from 14,370 to 3,156), Rossi Residencial (from 14,667 to 7,855), Tecnisa (from 8,385 to 4,985) and Trisul (from 4,709 to 3,207). The sector of Oil, Gas, Petrochemicals and Plastic occupied the second place in ranking of dismissals. In December of 2014, the 10 publicly-owned companies analyzed employed 411,958 individuals, a scenario which was subjected to a reduction of 15.68% on passing to 346,934 individuals in December of 2015. This downfall was driven by Petrobras. The company made a cut of 16.4% in the number of employees, which fell from 371,982 to 310,709 by the end of last year. The greatest reduction was in the number of outsourced employees, which passed from 291,074 to 231,436. This means that 59,638 employees became unemployed by the end of last year. The group of directly-hired employees lost directly 1,635 professionals on passing from 80,908 to 79,273 employees. In addition to Petrobras, Braskem also conducted a relevant reduction in the sector. The company made a cut of about 11% in the number of employees, which passed from 31,043 in December 2014 to 27,589 by the end of last year. In Machinery and Equipment, a sector which has 23 companies with shares listed at BM&Fbovespa, 14 of these reduced their workforce, five increased it, two maintained the same number of employees and two are undergoing reorganization. The most expressive reduction was conducted by. In December 2014 the company had 22,037 employees, a number that was reduced to 16,569, meaning a cut of 24.8%. Forjas Taurus also proceeded with an expressive downsizing on reducing by 32.5% the number of employees, which passed from 4,691 to 3,167 by the end of last year. The same occurred with Kepler Weber, which performed a cut of 36.55, reducing their workforce to 1,735 employees. The five companies that increased hiring were: Aço Altona, Baumer, Metal Frio, Weg and Embraer (the company announced a Voluntary Dismissal Plan in 2016).

Todas as soluções de comunicação que uma companhia aberta precisa Formada por profissionais com ampla experiência na cobertura do mercado financeiro e em assessoria de imprensa, a Compliance, em parceria com a Haven, dispõe das melhores ferramentas para atender às necessidades de comunicação das empresas. Confira nossos cases no site!

Transparência e Emgajamento Engajamento de de Relações com destaque na Stakeholders Investidores Stakeholders imprensa A divulgação na imprensa, quando realizada de forma estratégica, é a maneira mais efetiva de uma empresa transmitir seus valores e mensagens aos públicos que pretende atingir.

Comunicação contínua e estratégica com seus públicos de interesse.

Auxilio na elaboração de “informações relevantes”, posicionamento da companhia com relação ao mercado de capitais.

A história da Companhia

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Apuração, redação e edição de relatórios anuais, livros corporativos e publicações customizadas.

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SulAmérica increased its workforce from 6,753 to 7,015 employees and BB Seguridade had a rise from 146 to 163 employees. Cielo also increased the number of employees from 1,992 to 2,052. NEGATIVE VARIATIONS The sector that registered the highest number of layoffs in 2015 was Civil Construction. The number of employees in the 11 publicly-held companies having been analyzed added up to 60,506 employees by the end of 2015, a fallof 48.5% relatively to the 116,623 employees recorded in the end of 2014. The companies that most cut their staff were PDG Realty (from 14,370 to 3,156), Rossi Residencial (from 14,667 to 7,855), Tecnisa (from 8,385 to 4,985) and Trisul (from 4,709 to 3,207). The sector of Oil, Gas, Petrochemicals and Plastic occupied the second place in ranking of dismissals. In December of 2014, the 10 publicly-owned companies analyzed employed 411,958 individuals, a scenario which was subjected to a reduction of 15.68% on passing to 346,934 individuals in December of 2015. This downfall was driven by Petrobras. The company made a cut of 16.4% in the number of employees, which fell from 371,982 to 310,709 by the end of last year. The greatest reduction was in the number of outsourced employees, which passed from 291,074 to 231,436. This means that 59,638 employees became unemployed by the end of last year. The group of directly-hired employees lost directly 1,635 professionals on passing from 80,908 to 79,273 employees. In addition to Petrobras, Braskem also conducted a relevant reduction in the sector. The company made a cut of about 11% in the number of employees, which passed from 31,043 in December 2014 to 27,589 by the end of last year. In Machinery and Equipment, a sector which has 23 companies with shares listed at BM&Fbovespa, 14 of these reduced their workforce, five increased it, two maintained the same number of employees and two are undergoing reorganization. The most expressive reduction was conducted by. In December 2014 the company had 22,037 employees, a number that was reduced to 16,569, meaning a cut of 24.8%. Forjas Taurus also proceeded with an expressive downsizing on reducing by 32.5% the number of employees, which passed from 4,691 to 3,167 by the end of last year. The same occurred with Kepler Weber, which performed a cut of 36.55, reducing their workforce to 1,735 employees. The five companies that increased hiring were: Aço Altona, Baumer, Metal Frio, Weg and Embraer (the company announced a Voluntary Dismissal Plan in 2016).

Todas as soluções de comunicação que uma companhia aberta precisa Formada por profissionais com ampla experiência na cobertura do mercado financeiro e em assessoria de imprensa, a Compliance, em parceria com a Haven, dispõe das melhores ferramentas para atender às necessidades de comunicação das empresas. Confira nossos cases no site!

Transparência e Emgajamento Engajamento de de Relações com destaque na Stakeholders Investidores Stakeholders imprensa A divulgação na imprensa, quando realizada de forma estratégica, é a maneira mais efetiva de uma empresa transmitir seus valores e mensagens aos públicos que pretende atingir.

Comunicação contínua e estratégica com seus públicos de interesse.

Auxilio na elaboração de “informações relevantes”, posicionamento da companhia com relação ao mercado de capitais.

A história da Companhia

Presença na Web

Apuração, redação e edição de relatórios anuais, livros corporativos e publicações customizadas.

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Desempenho setorial

Sectorial performance

Açúcar e Álcool Sugar and ethanol Empresa / Company COSAN LTDA (*) SÃO MARTINHO V-AGRO Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

Desempenho setorial

2013

Sectorial performance

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

30.305 9.363 1.849

3 556

30.308 9.919 1.849 42.076

29.085 9.400 1.723

3 636 1

29.088 10.036 1.724 40.848

28.870 11.680 1.231

3 771

28.873 12.451 1.231 42.555

(*) Empresa controlada pela Rumo Logística.

(*) Company controlled by Rumo Logística.

Alimentos e Bebidas Food and beverages Empresa / Company AMBEV BRF EXCELSIOR JBS JOSAPAR M.DIASBRANCO MARFRIG MINERVA ODERICH SLC AGRÍCOLA TEREOS VIGOR FOOD Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

AREZZO B2W VAREJO BOMBRIL BR PHARMA DIMED DUFRY AG GUARARAPES GRAZZIOTIN HYPERMARCAS LE LIS BLANC LOJAS AMERIC CIA HERING LOJAS MARISA LOJAS RENNER MAGAZINE LUIZA MINASMAQUINA NATURA P.AÇÚCAR-CBD PROFARMA RAIADROGASIL SARAIVA LIVR VIAVAREJO WLM IND COM Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

86

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

31.025 110.138 487 191.426 1.292 16.654 43.069 9.935 3.180 2.772 23.051 3.312

34.581 9.395

65.606 119.533 487 197.413 1.292 18.970 43.748 10.364 3.180 3.323 27.087 3.602 494.605

31.366 105.887 468 208.503 1.249 17.209 45.666 14.210 3.053 3.048 20.583 3.696

34.723 8.502

66.089 114.389 468 214.763 1.283 19.495 49.042 15.049 3.053 3.610 24.064 4.016 515.321

31.785 96.279 538 227.168 1.156 17.292 30.276 12.993 2.669 3.016 20.298 3.691

33.150 7.938

64.935 104.217 538 238.020 1.190 19.795 30.815 13.587 2.669 3.578 24.288 4.031 507.663

Atacado e Varejo Wholesale and retail Empresa / Company

2014

5.987 2.316 679 429 551 4.036 290

2013

6.260 34 2.286 3.376 839 562 3.481 320

2014

10.852 34 2.503 539 594 562 3.990 340

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

2.007 10.005 2.862 19.148 5.003 16.423 40.351 2.238 12.569 4.517 18.870 11 15.271 16.367 24.196 351 6.655 156.671 4.386 21.482 1.166 64.713 1.050

52 398 336 1.455 1.570 505

2.059 10.403 3.198 20.603 6.573 16.928 40.351 2.238 13.585 4.586 19.660 42 17.302 17.340 25.339 417 9.592 156.671 4.386 21.772 1.166 64.713 1.090 460.014

2.207 12.406 2.942 15.299 5.682 19.946 40.548 2.434 12.935 4.404 20.771 13 15.527 16.870 24.428 349 6.584 161.311 4.358 22.968 975 62.339 1.014

70 406 306 487 ND 791

2.277 12.812 3.248 15.786 5.682 20.737 40.548 2.434 13.786 4.468 21.712 44 16.939 17.992 25.485 396 8.172 161.311 4.358 23.133 975 62.339 1.174 465.808

ND 12.068 2.818 15.156 5.831 28.853 38.551 2.236 11.483 4.043 20.715 8.182 15.296 1.283 21.738 298 6.591 146.990 6.048 26.398 4.435 48.781 916

ND 374 398 422 ND 878

1.016 69 790 31 2.031 973 1.143 66 2.937

290

40

851 64 941 31 1.412 1.122 1.057 47 1.588

165

160

947 61 1.019 8.887 2.217 1.330 1.148 43 3.580 233 856 193 58

Total Total 12.442 3.216 15.578 5.831 29.731 38.551 2.236 12.430 4.104 21.734 17.069 17.513 2.613 22.886 341 10.171 146.990 6.281 27.254 4.628 48.781 974 451.354

87


Desempenho setorial

Sectorial performance

Açúcar e Álcool Sugar and ethanol Empresa / Company COSAN LTDA (*) SÃO MARTINHO V-AGRO Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

Desempenho setorial

2013

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2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

30.305 9.363 1.849

3 556

30.308 9.919 1.849 42.076

29.085 9.400 1.723

3 636 1

29.088 10.036 1.724 40.848

28.870 11.680 1.231

3 771

28.873 12.451 1.231 42.555

(*) Empresa controlada pela Rumo Logística.

(*) Company controlled by Rumo Logística.

Alimentos e Bebidas Food and beverages Empresa / Company AMBEV BRF EXCELSIOR JBS JOSAPAR M.DIASBRANCO MARFRIG MINERVA ODERICH SLC AGRÍCOLA TEREOS VIGOR FOOD Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

AREZZO B2W VAREJO BOMBRIL BR PHARMA DIMED DUFRY AG GUARARAPES GRAZZIOTIN HYPERMARCAS LE LIS BLANC LOJAS AMERIC CIA HERING LOJAS MARISA LOJAS RENNER MAGAZINE LUIZA MINASMAQUINA NATURA P.AÇÚCAR-CBD PROFARMA RAIADROGASIL SARAIVA LIVR VIAVAREJO WLM IND COM Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

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Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

31.025 110.138 487 191.426 1.292 16.654 43.069 9.935 3.180 2.772 23.051 3.312

34.581 9.395

65.606 119.533 487 197.413 1.292 18.970 43.748 10.364 3.180 3.323 27.087 3.602 494.605

31.366 105.887 468 208.503 1.249 17.209 45.666 14.210 3.053 3.048 20.583 3.696

34.723 8.502

66.089 114.389 468 214.763 1.283 19.495 49.042 15.049 3.053 3.610 24.064 4.016 515.321

31.785 96.279 538 227.168 1.156 17.292 30.276 12.993 2.669 3.016 20.298 3.691

33.150 7.938

64.935 104.217 538 238.020 1.190 19.795 30.815 13.587 2.669 3.578 24.288 4.031 507.663

Atacado e Varejo Wholesale and retail Empresa / Company

2014

5.987 2.316 679 429 551 4.036 290

2013

6.260 34 2.286 3.376 839 562 3.481 320

2014

10.852 34 2.503 539 594 562 3.990 340

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

2.007 10.005 2.862 19.148 5.003 16.423 40.351 2.238 12.569 4.517 18.870 11 15.271 16.367 24.196 351 6.655 156.671 4.386 21.482 1.166 64.713 1.050

52 398 336 1.455 1.570 505

2.059 10.403 3.198 20.603 6.573 16.928 40.351 2.238 13.585 4.586 19.660 42 17.302 17.340 25.339 417 9.592 156.671 4.386 21.772 1.166 64.713 1.090 460.014

2.207 12.406 2.942 15.299 5.682 19.946 40.548 2.434 12.935 4.404 20.771 13 15.527 16.870 24.428 349 6.584 161.311 4.358 22.968 975 62.339 1.014

70 406 306 487 ND 791

2.277 12.812 3.248 15.786 5.682 20.737 40.548 2.434 13.786 4.468 21.712 44 16.939 17.992 25.485 396 8.172 161.311 4.358 23.133 975 62.339 1.174 465.808

ND 12.068 2.818 15.156 5.831 28.853 38.551 2.236 11.483 4.043 20.715 8.182 15.296 1.283 21.738 298 6.591 146.990 6.048 26.398 4.435 48.781 916

ND 374 398 422 ND 878

1.016 69 790 31 2.031 973 1.143 66 2.937

290

40

851 64 941 31 1.412 1.122 1.057 47 1.588

165

160

947 61 1.019 8.887 2.217 1.330 1.148 43 3.580 233 856 193 58

Total Total 12.442 3.216 15.578 5.831 29.731 38.551 2.236 12.430 4.104 21.734 17.069 17.513 2.613 22.886 341 10.171 146.990 6.281 27.254 4.628 48.781 974 451.354

87


Desempenho setorial

Sectorial performance

Bancos e Crédito Banking Empresa / Company ABC BRASIL ALFA FINANC AMAZONIA BANCO PAN BANESE BANESTES BANPARA BANRISUL BRADESCO BRASIL BRB BANCO BTGP BANCO DAYCOVAL FINANSINOS INDUSVAL ITAUUNIBANCO MERC BRASIL MERC FINANC NORD BRASIL PARANA PATAGONIA PINE SANTANDER BR SOFISA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

MULTIPLAN PDG REALTY PORTOBELLO RODOBENS ROSSI RESIDENCIAL SÃO CARLOS SIERRA BRASIL SONDOTÉCNICA TECNISA TRISUL VIVER Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

ABRIL EDUCA ANIMA ESTÁCIO PART KROTON SER EDUCA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

88

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

561 779 3.186 2.863 1.239 2.513 1.422 12.184 92.861 112.216 3.183 1.354 1.087 24 443 95.696 3.103 29 6.479 495 3.268 386 49.621 210

86

647 779 3.459 2.970 1.605 3.080 2.089 14.942 104.633 154.138 3.183 1.452 1.182 24 499 131.392 3.836 29 9.319 505 3.315 415 84.837 229 528.559

592 705 3.152 1.177 1.395 2.579 1.750 11.636 95.520 111.628 3.253 1.515 1.135 24 405 93.175 2.845 10 6.972 479 3.247 338 49.309 215

95

687 705 3.984 1.822 1.753 3.154 2.641 14.779 107.236 151.968 3.253 1.637 1.228 24 455 135.350 3.579 10 9.266 486 3.294 363 79.520 233 527.427

612 686 3.195 1.652 1.038 2.472 1.959 11.098 92.861 109.191 3.271 1.622 1.104 15 339 90.320 2.757 3 7.231 487 3.361 291 50.024 230

76

688 686 4.027 2.401 1.378 3.064 2.913 14.186 104.719 142.706 3.271 1.746 1.203 15 368 136.093 3.473 3 9.071 492 3.427 318 74.048 248 510.544

273 107 366 567 667 2.758 11.772 41.922 98 95 56 35.696 733 2.840 10 47 29 35.216 19

2013

832 645 358 575 891 3.143 11.716 40.340 122 93 50 42.175 734 2.294 7 47 25 30.211 18

2014

832 749 340 592 954 3.088 11.858 33.515 124 99 29 45.773 716 1.840 5 66 27 24.024 18

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

249 7.242 2.437 848 3.591 55 155 688 3.475 448 305

43 13.082 229 1.423 13.183

292 20.324 2.666 2.271 16.774 55 155 688 10.447 4.789 1.755 137.501

281 4.197 2.588 410 2.849 64 145 671 2.673 368 256

38 9.439 144 1.066 11.828

319 13.636 2.732 1.476 14.677 64 145 671 8.385 4.709 780 116.027

290 1.693 2.792 627 1.727 60 132 448 1.807 168 125

43 1.463 156 1.003 6.128

333 3.156 2.948 1.630 7.855 60 132 448 4.985 3.207 314 60.463

Educação Education Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Construção Civil Real estate Empresa / Company

Desempenho setorial

6.972 4.341 1.450

2013 Contratados Hired 12 3.600 12.283 22.729 6.604

Terceirizados Outsourced

540

5.712 4.341 524

2014 Total Total

Contratados Hired

12 3.600 12.283 23.269 6.604 45.768

11 5.462 14.192 44.786 9.474

Terceirizados Outsourced

2.845

3.178 3.039 189

2015 Total Total

Contratados Hired

11 5.462 14.192 47.631 9.474 76.770

4 5.364 15.475 42.596 10.368

Terceirizados Outsourced 189 2.348

Total Total 4 5.553 15.475 44.944 10.368 76.344

89


Desempenho setorial

Sectorial performance

Bancos e Crédito Banking Empresa / Company ABC BRASIL ALFA FINANC AMAZONIA BANCO PAN BANESE BANESTES BANPARA BANRISUL BRADESCO BRASIL BRB BANCO BTGP BANCO DAYCOVAL FINANSINOS INDUSVAL ITAUUNIBANCO MERC BRASIL MERC FINANC NORD BRASIL PARANA PATAGONIA PINE SANTANDER BR SOFISA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

MULTIPLAN PDG REALTY PORTOBELLO RODOBENS ROSSI RESIDENCIAL SÃO CARLOS SIERRA BRASIL SONDOTÉCNICA TECNISA TRISUL VIVER Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

ABRIL EDUCA ANIMA ESTÁCIO PART KROTON SER EDUCA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

88

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

561 779 3.186 2.863 1.239 2.513 1.422 12.184 92.861 112.216 3.183 1.354 1.087 24 443 95.696 3.103 29 6.479 495 3.268 386 49.621 210

86

647 779 3.459 2.970 1.605 3.080 2.089 14.942 104.633 154.138 3.183 1.452 1.182 24 499 131.392 3.836 29 9.319 505 3.315 415 84.837 229 528.559

592 705 3.152 1.177 1.395 2.579 1.750 11.636 95.520 111.628 3.253 1.515 1.135 24 405 93.175 2.845 10 6.972 479 3.247 338 49.309 215

95

687 705 3.984 1.822 1.753 3.154 2.641 14.779 107.236 151.968 3.253 1.637 1.228 24 455 135.350 3.579 10 9.266 486 3.294 363 79.520 233 527.427

612 686 3.195 1.652 1.038 2.472 1.959 11.098 92.861 109.191 3.271 1.622 1.104 15 339 90.320 2.757 3 7.231 487 3.361 291 50.024 230

76

688 686 4.027 2.401 1.378 3.064 2.913 14.186 104.719 142.706 3.271 1.746 1.203 15 368 136.093 3.473 3 9.071 492 3.427 318 74.048 248 510.544

273 107 366 567 667 2.758 11.772 41.922 98 95 56 35.696 733 2.840 10 47 29 35.216 19

2013

832 645 358 575 891 3.143 11.716 40.340 122 93 50 42.175 734 2.294 7 47 25 30.211 18

2014

832 749 340 592 954 3.088 11.858 33.515 124 99 29 45.773 716 1.840 5 66 27 24.024 18

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

249 7.242 2.437 848 3.591 55 155 688 3.475 448 305

43 13.082 229 1.423 13.183

292 20.324 2.666 2.271 16.774 55 155 688 10.447 4.789 1.755 137.501

281 4.197 2.588 410 2.849 64 145 671 2.673 368 256

38 9.439 144 1.066 11.828

319 13.636 2.732 1.476 14.677 64 145 671 8.385 4.709 780 116.027

290 1.693 2.792 627 1.727 60 132 448 1.807 168 125

43 1.463 156 1.003 6.128

333 3.156 2.948 1.630 7.855 60 132 448 4.985 3.207 314 60.463

Educação Education Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Construção Civil Real estate Empresa / Company

Desempenho setorial

6.972 4.341 1.450

2013 Contratados Hired 12 3.600 12.283 22.729 6.604

Terceirizados Outsourced

540

5.712 4.341 524

2014 Total Total

Contratados Hired

12 3.600 12.283 23.269 6.604 45.768

11 5.462 14.192 44.786 9.474

Terceirizados Outsourced

2.845

3.178 3.039 189

2015 Total Total

Contratados Hired

11 5.462 14.192 47.631 9.474 76.770

4 5.364 15.475 42.596 10.368

Terceirizados Outsourced 189 2.348

Total Total 4 5.553 15.475 44.944 10.368 76.344

89


Desempenho setorial

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Empresa / Company

Desempenho setorial

2013

2014

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

337 6 1.136 1.173 2.938 1.476 3.030 1.807 1.656 1.962 7.922 1.038 2.488 1.234 8.647 736 8.391 329 3.695 25.833 6 6.208 524 2.669 179 8 314 4.293 770 219 1.171 1.438

1.094 33 5.936 93

1.431 39 7.072 1.266 2.938 1.476 3.030 8.060 7.795 3.835 7.922 1.038 16.054 6.558 14.517 2.385 8.391 1.658 5.106 27.571 12 15.732 524 10.955 204 11.335 384 12.484 838 1.944 1.171 2.035 185.760

343 1 1.166 982 2.938 1.476 3.287 1.753 1.708 1.907 7.922 974 2.517 1.213 8.592 736 9.136 329 3.491 23.596 4 6.152 507 2.632 212 7 322 4.282 478 280 1.174 1.383

1.143 12 7.283 221

1.486 13 8.449 1.203 2.938 1.476 3.287 9.925 8.369 3.800 7.922 974 13.987 6.345 14.519 2.490 9.136 910 4.907 25.308 10 14.791 507 8.086 233 13.522 397 13.583 586 1.143 1.174 1.980 183.456

351 1 1.162 989 2.884 1.439 3.329 1.625 1.700 2.366 7.860 855 2.624 1.186 8.628 750 7.119 397 1.524 23.533 4 7.165 455 2.923 259 7 334 4.327 427 340 1.100 1.390

1.202 58 8.341 132

1.553 59 9.503 1.121 2.884 1.439 3.329 8.971 8.754 2.808 7.860 855 12.783 6.919 15.288 2.711 7.119 2.164 6.541 25.073 10 17.568 455 9.018 273 12.953 410 12.721 569 4.934 1.100 2.229 189.974

6.253 6.139 1.873

13.566 5.324 5.870 1.649 1.329 1.411 1.738 6 9.524 8.286 25 11.327 70 8.191 68 1.725 597

8.172 6.661 1.893

11.470 5.132 5.927 1.754 581 1.416 1.712 6 8.639 5.454 21 13.515 75 9.301 108 863 597

*Atual Energisa Mato Grosso (*) A partir de 2013 a empresa deixou de considerar os empregados de Itaipu Binacional.

90

7.346 7.054 442

10.159 5.733 6.660 1.961 1.767 5.017 1.540 6 10.403 6.095 14 12.946 76 8.394 142 4.594 839

*Currently Energisa Mato Grosso (*) From 2013 onwards, the company no longer considered the employees of Itaipu Binacional.

Holdings Holdings

BATTISTELLA HABITASUL J B DUARTE MONT ARANHA TELEBRAS ULTRAPAR Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2015

Contratados Hired

AES TIETÊ AFLUENTE AMPLA ENERGIA CEB CEEE-D CEEE-GT CELESC CELPA CELPE CEMAT CEMIG CESP COELBA COELCE COPEL COSERN CPFL ENERGIA CPFL RENOVAV ELEKTRO ELETROBRAS * ELETROPAR ELETROPAULO EMAE ENERGIAS BR ENERGISA EQUATORIAL GER PARANAP LIGHT S.A. ENEVA RENOVA TRACTEBEL TRAN PAULIST Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

Empresa / Company

Sectorial performance

2013 Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

989 456 7 44 334 9.235

374 11 7 32

2014 Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

989 830 18 51 366 9.235 11.489

904 413 7 45 356 13.978

257 11 7 39

2015 Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

904 670 18 52 395 13.978 16.017

232 378 7 43 364 14.604

260 11 1 38

Total Total 232 638 18 44 402 14.604 15.938

91


Desempenho setorial

Sectorial performance

Energia Elétrica Electricity Empresa / Company

Desempenho setorial

2013

2014

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

337 6 1.136 1.173 2.938 1.476 3.030 1.807 1.656 1.962 7.922 1.038 2.488 1.234 8.647 736 8.391 329 3.695 25.833 6 6.208 524 2.669 179 8 314 4.293 770 219 1.171 1.438

1.094 33 5.936 93

1.431 39 7.072 1.266 2.938 1.476 3.030 8.060 7.795 3.835 7.922 1.038 16.054 6.558 14.517 2.385 8.391 1.658 5.106 27.571 12 15.732 524 10.955 204 11.335 384 12.484 838 1.944 1.171 2.035 185.760

343 1 1.166 982 2.938 1.476 3.287 1.753 1.708 1.907 7.922 974 2.517 1.213 8.592 736 9.136 329 3.491 23.596 4 6.152 507 2.632 212 7 322 4.282 478 280 1.174 1.383

1.143 12 7.283 221

1.486 13 8.449 1.203 2.938 1.476 3.287 9.925 8.369 3.800 7.922 974 13.987 6.345 14.519 2.490 9.136 910 4.907 25.308 10 14.791 507 8.086 233 13.522 397 13.583 586 1.143 1.174 1.980 183.456

351 1 1.162 989 2.884 1.439 3.329 1.625 1.700 2.366 7.860 855 2.624 1.186 8.628 750 7.119 397 1.524 23.533 4 7.165 455 2.923 259 7 334 4.327 427 340 1.100 1.390

1.202 58 8.341 132

1.553 59 9.503 1.121 2.884 1.439 3.329 8.971 8.754 2.808 7.860 855 12.783 6.919 15.288 2.711 7.119 2.164 6.541 25.073 10 17.568 455 9.018 273 12.953 410 12.721 569 4.934 1.100 2.229 189.974

6.253 6.139 1.873

13.566 5.324 5.870 1.649 1.329 1.411 1.738 6 9.524 8.286 25 11.327 70 8.191 68 1.725 597

8.172 6.661 1.893

11.470 5.132 5.927 1.754 581 1.416 1.712 6 8.639 5.454 21 13.515 75 9.301 108 863 597

*Atual Energisa Mato Grosso (*) A partir de 2013 a empresa deixou de considerar os empregados de Itaipu Binacional.

90

7.346 7.054 442

10.159 5.733 6.660 1.961 1.767 5.017 1.540 6 10.403 6.095 14 12.946 76 8.394 142 4.594 839

*Currently Energisa Mato Grosso (*) From 2013 onwards, the company no longer considered the employees of Itaipu Binacional.

Holdings Holdings

BATTISTELLA HABITASUL J B DUARTE MONT ARANHA TELEBRAS ULTRAPAR Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2015

Contratados Hired

AES TIETÊ AFLUENTE AMPLA ENERGIA CEB CEEE-D CEEE-GT CELESC CELPA CELPE CEMAT CEMIG CESP COELBA COELCE COPEL COSERN CPFL ENERGIA CPFL RENOVAV ELEKTRO ELETROBRAS * ELETROPAR ELETROPAULO EMAE ENERGIAS BR ENERGISA EQUATORIAL GER PARANAP LIGHT S.A. ENEVA RENOVA TRACTEBEL TRAN PAULIST Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

Empresa / Company

Sectorial performance

2013 Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

989 456 7 44 334 9.235

374 11 7 32

2014 Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

989 830 18 51 366 9.235 11.489

904 413 7 45 356 13.978

257 11 7 39

2015 Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

904 670 18 52 395 13.978 16.017

232 378 7 43 364 14.604

260 11 1 38

Total Total 232 638 18 44 402 14.604 15.938

91


Desempenho setorial

Sectorial performance

Lazer, Turismo e Hotelaria Leisure industry Empresa / Company CVC BRASIL HOTÉIS OTHON SAUIPE SPTURIS TIME FOR FUN Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

AÇO ALTONA BARDELLA BAUMER DHB EMBRAER FORJAS TAUROS FRAS-LE INDS ROMI INEPAR IOCHPE-MAXION KEPLER WEBER LUPATECH MARCOPOLO METAL LEVE METALFRIO METISA PLASCAR PART RANDON PART RECRUSUL RIOSULENSE SCHULZ TUPY WEG Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

MAGNESITA MMX MINER VALE Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

92

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

1.154 1.307 2.193 578 711

165 33 225 58 2.233

1.319 1.340 2.418 636 2.944 8.657

1.272 1.149 2.007 ND 432

178 37 183

1.450 1.186 2.190

357 ND 16

1.080 1.078 2.309

4.327

4.759 9.585

723 1.078 2.293 ND 418

4.147

4.565 9.032

2013

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

1.004 1.056 366 877 19.278 4.489 3.629 2.282 2.054 34.742 1.975 2.897 21.002 10.178 3.763 1.069 3.563 3.883 168 1.084 2.710 13.146 28.034

237 458 10

1.241 1.514 376 877 22.331 4.592 3.629 2.282 2.217 38.402 2.255 3.022 21.686 11.312 4.028 1.104 3.949 4.228 168 1.089 2.829 13.669 28.045 174.845

1.063 1.219 385 610 19.167 4.489 3.233 2.056

237 473 12

1.300 1.692 397 610 22.540 4.691 3.233 2.056

794 1.122 369 610 19.373 3.105 3.172 1.927 R. Judicial 26.893 1.450 R. Judicial 16.125 8.655 2.791 994 2.922 2.524 54 809 2.230 11.690 30.973

794 333 12

1.588 1.455 381 610 23.308 3.167 3.172 1.927

Mineração Mining Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Empresa / Company

Desempenho setorial

3.053 103

163 3.660 280 125 684 1.134 265 35 386 345 5 119 523 11

27.448 2.412 2.469 21.435 9.438 3.180 1.065 3.204 3.503 54 1.040 2.461 12.368 29.572

2013

3.373 202

1.456 320 109 602 1.239 250 35 261 340 5 116 519 16

28.904 2.732 2.578 22.037 10.677 3.430 1.100 3.465 3.843 54 1.045 2.577 12.887 29.588 161.436

2014

3.935 62

1.506 285 R. Judicial 444 1.074 1.376 35 209 113 5 115 1.022 9

28.399 1.735 16.569 9.729 4.167 1.029 3.131 2.637 54 814 2.345 12.712 30.982 149.911

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.258 926 83.286

1.634 2.286 129.096

7.892 3.212 212.382 223.486

5.596 169 76.531

2.528 88 129.920

8.124 257 206.451 214.832

6.897 116 75.681

771 10 113.241

7.668 126 188.922 196.716

93


Desempenho setorial

Sectorial performance

Lazer, Turismo e Hotelaria Leisure industry Empresa / Company CVC BRASIL HOTÉIS OTHON SAUIPE SPTURIS TIME FOR FUN Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

AÇO ALTONA BARDELLA BAUMER DHB EMBRAER FORJAS TAUROS FRAS-LE INDS ROMI INEPAR IOCHPE-MAXION KEPLER WEBER LUPATECH MARCOPOLO METAL LEVE METALFRIO METISA PLASCAR PART RANDON PART RECRUSUL RIOSULENSE SCHULZ TUPY WEG Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

MAGNESITA MMX MINER VALE Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

92

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

1.154 1.307 2.193 578 711

165 33 225 58 2.233

1.319 1.340 2.418 636 2.944 8.657

1.272 1.149 2.007 ND 432

178 37 183

1.450 1.186 2.190

357 ND 16

1.080 1.078 2.309

4.327

4.759 9.585

723 1.078 2.293 ND 418

4.147

4.565 9.032

2013

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

1.004 1.056 366 877 19.278 4.489 3.629 2.282 2.054 34.742 1.975 2.897 21.002 10.178 3.763 1.069 3.563 3.883 168 1.084 2.710 13.146 28.034

237 458 10

1.241 1.514 376 877 22.331 4.592 3.629 2.282 2.217 38.402 2.255 3.022 21.686 11.312 4.028 1.104 3.949 4.228 168 1.089 2.829 13.669 28.045 174.845

1.063 1.219 385 610 19.167 4.489 3.233 2.056

237 473 12

1.300 1.692 397 610 22.540 4.691 3.233 2.056

794 1.122 369 610 19.373 3.105 3.172 1.927 R. Judicial 26.893 1.450 R. Judicial 16.125 8.655 2.791 994 2.922 2.524 54 809 2.230 11.690 30.973

794 333 12

1.588 1.455 381 610 23.308 3.167 3.172 1.927

Mineração Mining Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Máquinas e Equipamentos Machinery and equipment Empresa / Company

Desempenho setorial

3.053 103

163 3.660 280 125 684 1.134 265 35 386 345 5 119 523 11

27.448 2.412 2.469 21.435 9.438 3.180 1.065 3.204 3.503 54 1.040 2.461 12.368 29.572

2013

3.373 202

1.456 320 109 602 1.239 250 35 261 340 5 116 519 16

28.904 2.732 2.578 22.037 10.677 3.430 1.100 3.465 3.843 54 1.045 2.577 12.887 29.588 161.436

2014

3.935 62

1.506 285 R. Judicial 444 1.074 1.376 35 209 113 5 115 1.022 9

28.399 1.735 16.569 9.729 4.167 1.029 3.131 2.637 54 814 2.345 12.712 30.982 149.911

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.258 926 83.286

1.634 2.286 129.096

7.892 3.212 212.382 223.486

5.596 169 76.531

2.528 88 129.920

8.124 257 206.451 214.832

6.897 116 75.681

771 10 113.241

7.668 126 188.922 196.716

93


Desempenho setorial

Sectorial performance

Papel, Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

2013

Empresa / Company CELUL IRANI DURATEX EUCATEX FIBRIA KLABIN MELHOR SP SUZANO HOLD SUZANO PAPEL Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

BRASKEM ELEKEIROZ EVORA FER HERINGER METAL IGUAÇU OGX PETROLEO PETROBRAS QGEP PART UNIPAR CARBOCLORO Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

CASAN CEG COMGÁS COPASA SABESP SANEPAR Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

94

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

1.805 11.733 2.368 3.889 10.309 339 39 6.745

690 1.749 280 13.193 4.285 279

2.495 13.482 2.648 17.082 14.594 618 39 17.627 68.585

2.286 11.135 2.423 4.004 11.312 362 37 7.181

793 1.460 300 13.343 3.860 264

3.079 12.595 2.723 17.347 15.172 626 37 18.492 70.071

2.562 10.074 2.378 3.929 12.651 368 39 7.590

10.882

2013

11.311

2014

Terceirizados Outsourced 1.682 280 12.809 3.367 244 11.108

Total Total 2.562 11.756 2.658 16.738 16.018 612 39 18.698 69.081

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

7.807 767 2.102 3.622 225 147 86.111 112 450

28.016 289

35.823 1.056 2.102 3.865 236 147 446.291 126 785 490.431

8.126 724 2.279 3.502 269 137 80.908 129 449

22.917 356

31.043 1.080 2.279 3.759 279 137 371.982 147 766 411.472

7.995 658 2.411 3.103 345 229 79.273 131 438

19.594 422

27.589 1.080 2.411 3.340 351 609 310.709 150 695 346.934

Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Petróleo & Gás e Derivados Oil and gas and derivates Empresa / Company

Desempenho setorial

243 11 360.180 14 335

2013 Contratados Hired 2.283 427 1.067 11.864 15.015 7.273

Terceirizados Outsourced 386 4.803 1.340 ND

257 10 291.074 18 317

2014 Total Total

Contratados Hired

2.283 813 5.870 13.204 15.015 7.273 44.458

2.500 442 1.067 12.540 14.753 7.385

Terceirizados Outsourced 321 3.500 1.150 ND

237 6 380 231.436 19 257

2015 Total Total

Contratados Hired

2.500 763 4.567 13.690 14.753 7.385 43.658

2.501 462 979 11.986 14.223 7.417

Terceirizados Outsourced 321 3.409 1.183 ND

Total Total 2.501 783 4.388 13.169 14.223 7.417 42.481

95


Desempenho setorial

Sectorial performance

Papel, Celulose e Madeira Wood, pulp and paper

2013

Empresa / Company CELUL IRANI DURATEX EUCATEX FIBRIA KLABIN MELHOR SP SUZANO HOLD SUZANO PAPEL Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

BRASKEM ELEKEIROZ EVORA FER HERINGER METAL IGUAÇU OGX PETROLEO PETROBRAS QGEP PART UNIPAR CARBOCLORO Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

CASAN CEG COMGÁS COPASA SABESP SANEPAR Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

94

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

1.805 11.733 2.368 3.889 10.309 339 39 6.745

690 1.749 280 13.193 4.285 279

2.495 13.482 2.648 17.082 14.594 618 39 17.627 68.585

2.286 11.135 2.423 4.004 11.312 362 37 7.181

793 1.460 300 13.343 3.860 264

3.079 12.595 2.723 17.347 15.172 626 37 18.492 70.071

2.562 10.074 2.378 3.929 12.651 368 39 7.590

10.882

2013

11.311

2014

Terceirizados Outsourced 1.682 280 12.809 3.367 244 11.108

Total Total 2.562 11.756 2.658 16.738 16.018 612 39 18.698 69.081

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

7.807 767 2.102 3.622 225 147 86.111 112 450

28.016 289

35.823 1.056 2.102 3.865 236 147 446.291 126 785 490.431

8.126 724 2.279 3.502 269 137 80.908 129 449

22.917 356

31.043 1.080 2.279 3.759 279 137 371.982 147 766 411.472

7.995 658 2.411 3.103 345 229 79.273 131 438

19.594 422

27.589 1.080 2.411 3.340 351 609 310.709 150 695 346.934

Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Petróleo & Gás e Derivados Oil and gas and derivates Empresa / Company

Desempenho setorial

243 11 360.180 14 335

2013 Contratados Hired 2.283 427 1.067 11.864 15.015 7.273

Terceirizados Outsourced 386 4.803 1.340 ND

257 10 291.074 18 317

2014 Total Total

Contratados Hired

2.283 813 5.870 13.204 15.015 7.273 44.458

2.500 442 1.067 12.540 14.753 7.385

Terceirizados Outsourced 321 3.500 1.150 ND

237 6 380 231.436 19 257

2015 Total Total

Contratados Hired

2.500 763 4.567 13.690 14.753 7.385 43.658

2.501 462 979 11.986 14.223 7.417

Terceirizados Outsourced 321 3.409 1.183 ND

Total Total 2.501 783 4.388 13.169 14.223 7.417 42.481

95


Desempenho setorial

Sectorial performance

Serviços Financeiros Financial services Empresa / Company BBSEGURIDADE BM&FBOVESPA BR INSURANCE CETIP CIELO GP INVEST IDEASNET MULTIPLUS PAR AL BAHIA PORTO SEGURO SEG AL BAHIA SULAMÉRICA TARPON INV Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013 Contratados Hired 102 1.519 39 543 1.514 80 15 183 119 12.776 119 4.838 50

Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Empresa / Company BIOMM CREMER DASA FLEURY ODONTOPREV QUALICORP Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

ALIPERTI FERBASA GERDAU GERDAU MET PANATLANTICA PARANAPANEMA SID NACIONAL TEKNO USIMINAS Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

96

Terceirizados Outsourced 65 64 154 10 1 37 13.164 37 1.500 2

Sectorial performance

2014

2015

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

102 1.584 103 697 1.514 90 16 183 156 25.940 156 6.338 52 36.931

129 1.442 100 595 1.992 85 10 217 117 13.614 117 5.215 35

17 689 63 187

146 2.131 163 782 1.992 92 11 217 155 29.051 155 6.753 37 41.685

152 1.392 911 672 2.052 88 8 246 35 14.000 106 5.481 30

11 678 32 116

163 2.070 943 788 2.052 90 9 246 36 30.627 146 7.019 32 44.221

2013

7 1 38 15.437 38 1.538 2

2014

2 1 1 16.627 40 1.538 2

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

49 2.839 19.272 8.822 1.534 1.724

2

51 2.839 24.185 10.473 1.534 2.450 41.532

37 3.082 20.134 8.776 1.555 2.655

2

39 3.082 25.210 10.751 1.555 3.435 44.072

52 3.141 18.142 8.550 1.553 2.736

31

83 3.141 22.630 10.227 1.553 3.460 41.094

Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy Empresa / Company

Desempenho setorial

4.913 1.651 726

2013

5.076 1.975 780

2014

4.488 1.677 724

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

127 3.262 41.615 41.615 176 2.339 21.962 453 22.869

8 1.735 11.765 11.765 31 814 20.797 106 16.310

135 4.997 53.380 53.380 207 3.153 42.759 559 39.179 197.749

126 3.303 40.061 40.061 158 2.118 22.801 414 20.225

8 1.588 10.784 10.784 47 521 25.833 92 17.505

134 4.891 50.845 50.845 205 2.639 48.634 506 37.730 196.429

111 3.241 35.145 35.145 132 2.145 23.736 355 18.638

9 1.324 8.867 8.867 26 814 17.490 60 11.397

120 4.565 44.012 44.012 158 2.959 41.226 415 30.035 167.502

97


Desempenho setorial

Sectorial performance

Serviços Financeiros Financial services Empresa / Company BBSEGURIDADE BM&FBOVESPA BR INSURANCE CETIP CIELO GP INVEST IDEASNET MULTIPLUS PAR AL BAHIA PORTO SEGURO SEG AL BAHIA SULAMÉRICA TARPON INV Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013 Contratados Hired 102 1.519 39 543 1.514 80 15 183 119 12.776 119 4.838 50

Serviços Médico-Hospitalares Wealth services Empresa / Company BIOMM CREMER DASA FLEURY ODONTOPREV QUALICORP Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

ALIPERTI FERBASA GERDAU GERDAU MET PANATLANTICA PARANAPANEMA SID NACIONAL TEKNO USIMINAS Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

96

Terceirizados Outsourced 65 64 154 10 1 37 13.164 37 1.500 2

Sectorial performance

2014

2015

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

102 1.584 103 697 1.514 90 16 183 156 25.940 156 6.338 52 36.931

129 1.442 100 595 1.992 85 10 217 117 13.614 117 5.215 35

17 689 63 187

146 2.131 163 782 1.992 92 11 217 155 29.051 155 6.753 37 41.685

152 1.392 911 672 2.052 88 8 246 35 14.000 106 5.481 30

11 678 32 116

163 2.070 943 788 2.052 90 9 246 36 30.627 146 7.019 32 44.221

2013

7 1 38 15.437 38 1.538 2

2014

2 1 1 16.627 40 1.538 2

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

49 2.839 19.272 8.822 1.534 1.724

2

51 2.839 24.185 10.473 1.534 2.450 41.532

37 3.082 20.134 8.776 1.555 2.655

2

39 3.082 25.210 10.751 1.555 3.435 44.072

52 3.141 18.142 8.550 1.553 2.736

31

83 3.141 22.630 10.227 1.553 3.460 41.094

Siderurgia e Metalurgia Steel and metallurgy Empresa / Company

Desempenho setorial

4.913 1.651 726

2013

5.076 1.975 780

2014

4.488 1.677 724

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

127 3.262 41.615 41.615 176 2.339 21.962 453 22.869

8 1.735 11.765 11.765 31 814 20.797 106 16.310

135 4.997 53.380 53.380 207 3.153 42.759 559 39.179 197.749

126 3.303 40.061 40.061 158 2.118 22.801 414 20.225

8 1.588 10.784 10.784 47 521 25.833 92 17.505

134 4.891 50.845 50.845 205 2.639 48.634 506 37.730 196.429

111 3.241 35.145 35.145 132 2.145 23.736 355 18.638

9 1.324 8.867 8.867 26 814 17.490 60 11.397

120 4.565 44.012 44.012 158 2.959 41.226 415 30.035 167.502

97


Desempenho setorial

Sectorial performance

Tecidos, Vestuário, Calçados Textile, clothing, footwear Empresa / Company ALPARGATAS CAMBUCI CEDRO CIA HERING COTEMINAS DOHLER GRENDENE IND CATAGUAS KARSTEN PETTENATI SANTANENSE SPRINGS TECHNOS TEKA VULCABRAS WEMBLEY Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

CSU CARDSYST DTCOM-DIRECT LINX SENIOR SOL TOTVS VALID Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

CONTAX LA FONTE TEL OI TELEF BRASIL TIM PART SA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

98

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

19.693 2.078 3.640 9.314 15.163 2.664 28.094 1.308 2.888 1.950 2.354 12.799 1.373 1.724 23.878 15.163

1.018 47

20.711 2.125 3.640 19.540 15.163 2.664 28.518 1.386 2.888 1.950 2.354 12.799 1.399 1.732 23.878 15.163 155.910

18.999 2.097 3.715 8.441 14.370 2.621 26.543 1.254 2.137 1.895 2.366 11.994 1.078 1.576 19.745 14.370

604 47

19.603 2.144 3.715 17.763 14.370 2.621 26.960 1.316 2.452 1.895 2.366 11.994 1.115 1.583 19.745 14.370 144.012

21.380 1.948 2.919 8.182 12.137 2.431 24.176 1.188 2.018 1.806 1.800 10.337 1.012 1.386 27.896 12.137

461 43 94 8.887

21.841 1.991 3.013 17.069 12.137 4.701 24.547 1.250 2.018 1.806 1.800 10.337 1.037 1.390 27.896 12.137 144.970

10.226

424 78

26 8

2013

9.322

417 62 315

37 7

2014

2.270 371 62

25 4

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.605 58 1.737 342 6.643 5.848

163 3 72 63 343 524

6.768 61 1.809 405 6.986 6.372 22.401

6.934 53 2.583 350 7.045 6.525

201 4 70 71 354 395

7.135 57 2.653 421 7.399 6.920 24.585

6.814 69 2.915 404 7.589 6.894

189 4 80 49 335 333

7.003 73 2.995 453 7.924 7.227 25.675

Telecomunicações Telecommunication Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Tecnologia da Informação Information technology Empresa / Company

Desempenho setorial

2013

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

108.195 4 45.571 18.532 12.167

1.614

109.809 4 170.361 133.135 12.183 425.492

104.431 11 42.796 18.419 12.860

900

105.331 11 177.572 114.862 12.874 410.650

87.624 10 44.033 33.847 13.062

872

88.496 10 142.519 159.419 13.068 403.512

124.790 114.603 16

134.776 96.443 14

98.486 125.572 6

99


Desempenho setorial

Sectorial performance

Tecidos, Vestuário, Calçados Textile, clothing, footwear Empresa / Company ALPARGATAS CAMBUCI CEDRO CIA HERING COTEMINAS DOHLER GRENDENE IND CATAGUAS KARSTEN PETTENATI SANTANENSE SPRINGS TECHNOS TEKA VULCABRAS WEMBLEY Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

CSU CARDSYST DTCOM-DIRECT LINX SENIOR SOL TOTVS VALID Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

CONTAX LA FONTE TEL OI TELEF BRASIL TIM PART SA Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

98

2014

2015

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

19.693 2.078 3.640 9.314 15.163 2.664 28.094 1.308 2.888 1.950 2.354 12.799 1.373 1.724 23.878 15.163

1.018 47

20.711 2.125 3.640 19.540 15.163 2.664 28.518 1.386 2.888 1.950 2.354 12.799 1.399 1.732 23.878 15.163 155.910

18.999 2.097 3.715 8.441 14.370 2.621 26.543 1.254 2.137 1.895 2.366 11.994 1.078 1.576 19.745 14.370

604 47

19.603 2.144 3.715 17.763 14.370 2.621 26.960 1.316 2.452 1.895 2.366 11.994 1.115 1.583 19.745 14.370 144.012

21.380 1.948 2.919 8.182 12.137 2.431 24.176 1.188 2.018 1.806 1.800 10.337 1.012 1.386 27.896 12.137

461 43 94 8.887

21.841 1.991 3.013 17.069 12.137 4.701 24.547 1.250 2.018 1.806 1.800 10.337 1.037 1.390 27.896 12.137 144.970

10.226

424 78

26 8

2013

9.322

417 62 315

37 7

2014

2.270 371 62

25 4

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.605 58 1.737 342 6.643 5.848

163 3 72 63 343 524

6.768 61 1.809 405 6.986 6.372 22.401

6.934 53 2.583 350 7.045 6.525

201 4 70 71 354 395

7.135 57 2.653 421 7.399 6.920 24.585

6.814 69 2.915 404 7.589 6.894

189 4 80 49 335 333

7.003 73 2.995 453 7.924 7.227 25.675

Telecomunicações Telecommunication Empresa / Company

Sectorial performance

Contratados Hired

Tecnologia da Informação Information technology Empresa / Company

Desempenho setorial

2013

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

108.195 4 45.571 18.532 12.167

1.614

109.809 4 170.361 133.135 12.183 425.492

104.431 11 42.796 18.419 12.860

900

105.331 11 177.572 114.862 12.874 410.650

87.624 10 44.033 33.847 13.062

872

88.496 10 142.519 159.419 13.068 403.512

124.790 114.603 16

134.776 96.443 14

98.486 125.572 6

99


Desempenho setorial

Sectorial performance

Transporte e Logística Transport and logistics Empresa / Company ARTERIS CCR SA COSAN LOG (*) Empresa controlada pela Rumo ECORODOVIAS FER C ATLANT GOL JSL LOCALIZA LOCAMERICA LOG-IN PRUMO SANTOS BRP TEGMA TREVISA TRIUNFO PART WILSON SONS Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

MONARK ESTRELA ITAUTEC NADIR FIGUEI POSITIVO PRO METALURG SPRINGER TECTOY UNICASA WHIRLPOOL Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

100

Sectorial performance

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.804 8.542 1.047 5.811 3.946 16.319 22.839 5.795 664 2.291 86 3.839 4.935 360 3.401 5.687

7.161 7 456 4.986 3.350

13.965 8.549 1.503 10.797 7.296 16.319 23.477 6.026 765 2.291 86 4.652 7.230 360 5.749 6.767 115.832

6.499 10.023 996 6.174 4.746 16.875 23.338 5.912 638 2.302 83 3.613 2.942 364 4.518 5.271

8.281 6 491 2.879 3.132

14.780 10.029 1.487 9.053 7.878 16.875 23.897 6.177 715 2.302 95 4.365 4.471 364 6.282 6.623 115.393

5.974 11.325 10.188 5.602 4.926 16.472 24.101 6.185 574 2.476 88 3.639 2.424 371 5.518 4.729

8.461

14.435 11.325 14.972 9.754 6.995 16.472 24.695 6.424 647 2.476 112 4.280 4.153 524 8.348 6.002 131.614

Utilidades Domésticas Household utilities Empresa / Company

Desempenho setorial

638 231 101

813 2.295 2.348 1.080

2013

559 265 77 12 752 1.529 1.764 1.352

2014

4.784 4.152 2.069 594 239 73 24 641 1.729 153 2.830 1.273

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

63 738 4.171 1.768 4.108 11 5 700 990 19.638

8 51

71 789 4.171 2.179 4.472 11 5 1.400 990 19.638 33.726

66 861 103 2.116 3.480 7 5 370 892 18.406

7 48

73 909 103 2.315 3.660 7 5 740 892 18.406 27.110

43 756 64 2.034 2.326 7 5 139 777 15.270

6 45 3 264 160

49 801 67 2.298 2.486 7 5 278 887 19.234 26.112

411 364

700

199 180

370

139 110 3.964

101


Desempenho setorial

Sectorial performance

Transporte e Logística Transport and logistics Empresa / Company ARTERIS CCR SA COSAN LOG (*) Empresa controlada pela Rumo ECORODOVIAS FER C ATLANT GOL JSL LOCALIZA LOCAMERICA LOG-IN PRUMO SANTOS BRP TEGMA TREVISA TRIUNFO PART WILSON SONS Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

2013

MONARK ESTRELA ITAUTEC NADIR FIGUEI POSITIVO PRO METALURG SPRINGER TECTOY UNICASA WHIRLPOOL Acumulado do subsetor / Subsector accumulated

100

Sectorial performance

2014

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

6.804 8.542 1.047 5.811 3.946 16.319 22.839 5.795 664 2.291 86 3.839 4.935 360 3.401 5.687

7.161 7 456 4.986 3.350

13.965 8.549 1.503 10.797 7.296 16.319 23.477 6.026 765 2.291 86 4.652 7.230 360 5.749 6.767 115.832

6.499 10.023 996 6.174 4.746 16.875 23.338 5.912 638 2.302 83 3.613 2.942 364 4.518 5.271

8.281 6 491 2.879 3.132

14.780 10.029 1.487 9.053 7.878 16.875 23.897 6.177 715 2.302 95 4.365 4.471 364 6.282 6.623 115.393

5.974 11.325 10.188 5.602 4.926 16.472 24.101 6.185 574 2.476 88 3.639 2.424 371 5.518 4.729

8.461

14.435 11.325 14.972 9.754 6.995 16.472 24.695 6.424 647 2.476 112 4.280 4.153 524 8.348 6.002 131.614

Utilidades Domésticas Household utilities Empresa / Company

Desempenho setorial

638 231 101

813 2.295 2.348 1.080

2013

559 265 77 12 752 1.529 1.764 1.352

2014

4.784 4.152 2.069 594 239 73 24 641 1.729 153 2.830 1.273

2015

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

Contratados Hired

Terceirizados Outsourced

Total Total

63 738 4.171 1.768 4.108 11 5 700 990 19.638

8 51

71 789 4.171 2.179 4.472 11 5 1.400 990 19.638 33.726

66 861 103 2.116 3.480 7 5 370 892 18.406

7 48

73 909 103 2.315 3.660 7 5 740 892 18.406 27.110

43 756 64 2.034 2.326 7 5 139 777 15.270

6 45 3 264 160

49 801 67 2.298 2.486 7 5 278 887 19.234 26.112

411 364

700

199 180

370

139 110 3.964

101


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Carlos Antônio Magalhães e Luiz Guilherme Dias*

2015, um ano difícil para as companhias abertas

O

Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) encolheu 3,8% em 2015 em relação ao já pífio desempenho de 0,1% registrado em 2014. Essa foi a maior queda da série iniciada pelo IBGE em 1996. Se considerarmos os dados das séries anteriores do PIB (desde 1948), foi o pior resultado em 25 anos. Em 1990, a atividade econômica recuou -4,3%. Esta foi a sétima vez que o Brasil teve PIB negativo: 1981 (-4,3%); 1983 (-2,9%); 1988 (-0,1%); 1990 (-4,3%); 1992 (-0,5%); 2009 (-0,1%); 2015 (-3,8%). O PIB de 2015 somou R$ 5,9 trilhões e o PIB per capita R$ 28.876, queda de 4,6% em relação ao ano anterior. Entre os setores econômicos apenas a agropecuária cresceu: 1,8% em relação ao ano anterior. Já a indústria teve uma queda de 6,2% e os serviços, - 2,7%. Mercado de Capitais O mercado de capitais refletiu o péssimo desempenho da atividade econômica. O Ibovespa, principal indicador da bolsa, fechou o ano aos 43.350 pontos, queda de 13,31%, a terceira desvalorização anual seguida. Em 2014, o índice recuou -2,91% e em 2013 caiu -15,5%. Ao longo do ano, as maiores altas foram registradas nos papéis da Fibria (+71,44%); Suzano (+68,77%); Braskem (+66,18%); Klabin (+64,05%) e SulAmérica (+51,7%). Já as baixas mais acentuadas foram da PDG Realty (-95,82%); Gerdau (-85%); Via Varejo (-83,8%); Gol (-83,4%) e Oi (-77,3%). O lucro líquido de 2015 das 340 companhias analisadas para este Anuário totalizou R$ 15 bilhões, uma queda de 86,9% em relação ao resultado obtido em 2014. Desse grupo, 308 apresentaram resultado líquido negativo no montante de R$ 66 bilhões, anulando todo o lucro obtido em 2014. Os 10 maiores prejuízos foram da Vale, Petrobras, Eletrobras, BNDESPAR, Oi, Gerdau, Gol, Usiminas, PDG Realty e Bradespar, no total de R$ 131 bilhões. As 10 empresas que conseguiram juntas gerar R$ 48 bilhões de lucro foram: Ambev, Itausa, JBS, BB Seguridade, Cielo, Telefônica Brasil, Braskem, BRF, Cemig e Cemig GT. Com o caixa fragilizado, muitas empresas tiveram que renegociar dívidas bancárias, entre elas a Usiminas, Rossi, AES Sul, Light, Arteris e PDG Realty.

* Carlos Antônio Magalhães é Presidente da Apimec-Rio. Luiz Guilherme Dias é Sócio-Diretor da SABE Consultores e Conselheiro Certificado pelo IBGC. *Carlos Antônio Magalhães is the President of Apimec-Rio. Luiz Guilherme Dias is the Managing Partner of SABE Consultores [SABE Consultants] and an Adviser Certified by the IBGC [Brazilian Institute of Geography and Statistics]

102

2015, a difficult year for publicly held companies The Brazilian Gross Domestic Product (GDP) [Produto Interno Bruto (PIB)] shrank 38% in 2015 relatively to the already insignificant development of 0.1% recorded in 2014. That was the greatest fall of the series initiated by the Brazilian Institute of Geography and Statistics [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]in 1996. If we consider the data from the previous series of the GDP (since 1948) that was the worst result in 25 years. In 1990 the economic activity retreated by -4,3%. This was the seventh time that Brazil had a negative GDP: 1981 (-4,3%); 1983 (-2,9%); 1988 (-0,1%); 1990 (-4,3%); 1992 (-0,5%); 2009 (-0,1%); 2015 (-3,8%). The GDP of 2015 summed up to R$ 5.9 trillion and the GDP per capita was R$ 28,876, a fall of 4.6% in relation to the preceding year. Among the economic sectors only agriculture and livestock breeding grew: 1.8% in relation to the previous year. In turn, the industry had a fall of 6.2% and the services had a result of - 2,7%.

Statistics

Já os bancos se saíram bem diante da crise. As receitas e os lucros do conjunto de 25 bancos cresceram em torno de 30% de 2014 para 2015. Os cinco maiores lucros somaram R$ 65 bilhões e foram oriundos do Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BTGP. Os menores resultados líquidos de instituições financeiras foram da Indusval, Mercantil do Brasil Financeira, Finansinos e Banco PAN. Em conjunto, empresas e bancos tiveram um aumento de receitas de 11,85% de 2013 para 2014 e de 11,53% de 2014 para 2015, superando pouco a inflação, enquanto que nos mesmos exercícios os resultados tiveram aumento de 13,27% e queda de 95,27%, respectivamente.

result obtained in 2014. Of that group, 308 showed a negative net result amounting to R$ 66 billion, annulling the entire profit earned in 2014. The 10 largest losses were those of Vale, Petrobras, Eletrobras, BNDESPAR, Oi, Gerdau, Gol, Usiminas, PDG Realty and Bradespar, for a total of R$ 131 billion. The 10 companies that managed to generate together R$ 48 billion in profits were: Ambev, Itausa, JBS, BB Seguridade, Cielo, Telefônica Brasil, Braskem, BRF, Cemig and Cemig GT. With a weak cash situation, many companies had to renegotiate debts with banks, among these Usiminas, Rossi, AES Sul, Light, Arteris and PDG Realty. In turn, the banks did not suffer in the face of the crisis. The earnings and the profits of the group of 25 banks grew about 30% from 2014 to 2015.The five highest profits added up to R$ 65 billion and were generated by Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander and BTGP. The lowest net results of financial institutions were those of Indusval, Mercantil do Brasil Financeira, Finansinos and Banco PAN. In the whole, the companies and the banks had a rise in income of 11.85% from 2013 to 2014 and of 11.53% from 2014 to 2015, barely higher than inflation, while in the same fiscal periods the results increased by 13.27% and fell by 95.27%, respectively.

Os 10 melhores retornos de 2015 | valores em R$ mil The 10 largest returns of 2015 (values in R$ thousand) Stock Market The stock market reflected the disastrous performance of the economic activity. The Ibovespa, the main stock exchange indicator, closed the year at 43.350 points, a fall of 13.31%, the third consecutive annual devaluation. In 2014 the index retreated by -2.91% and in 2013 it retreated by-15.5%%. Along the year, the highest raises were recorded in the securities of Fibria (+71.44%); Suzano (+68.77%); Braskem (+66.18%); Klabin (+64.05%) and SulAmérica (+51.7%). In turn, the most significant falls were those of PDG Realty (-95.82%); Gerdau (-85%); Via Varejo (-83.8%); Gol (-83.4%) and Oi (-77.3%.) The net profit in 2015 of the 340 companies analyzed for this Yearbook came to a total of R$ 15 billion, a fall of 86.9% in relation to the

Empresas Companies Braskem Smiles BB Seguridade Natura AES Tietê Paranapanema Cielo Cetip CVC Brasil Ambev S.A.

Patrimônio Líquido Net assets

Resultado Líquido Net result

ROE ROE

1.337.711 487.940 7.580.768 1.077.767 2.018.466 344.476 10.163.967 1.695.815 661.347 50.333.633

2.898.780 369.922 4.207.432 522.732 803.316 134.786 3.651,433 497.606 175.234 12.879.141

216,70% 75,81% 55,50% 48,50% 39,80% 39,13% 35,93% 29,34% 26,50% 25,59%

Fonte: SABE

Perspectivas Para 2016, o quadro interno continua desanimador: PIB negativo, inflação elevada, aumento do desemprego, quadro político deteriorado. No mercado externo, o cenário continua desafiador, com tendência de queda nos preços das commodities. O investidor deve procurar, nos diversos setores, empresas com baixo endividamento, boa geração de caixa e liderança em seus mercados de atuação.

Source: SABE

Perspectives For 2016 the internal scenario continues downcast: negative GCP, high inflation, rise in unemployment, deteriorated political framework. In the foreign market the scenario is still challenging with a tendency of fall in the price of commodities. The investor should seek, in the various sectors, companies with low levels of indebtedness, good cash generation and leadership in the markets in which they operate.

103


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Carlos Antônio Magalhães e Luiz Guilherme Dias*

2015, um ano difícil para as companhias abertas

O

Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) encolheu 3,8% em 2015 em relação ao já pífio desempenho de 0,1% registrado em 2014. Essa foi a maior queda da série iniciada pelo IBGE em 1996. Se considerarmos os dados das séries anteriores do PIB (desde 1948), foi o pior resultado em 25 anos. Em 1990, a atividade econômica recuou -4,3%. Esta foi a sétima vez que o Brasil teve PIB negativo: 1981 (-4,3%); 1983 (-2,9%); 1988 (-0,1%); 1990 (-4,3%); 1992 (-0,5%); 2009 (-0,1%); 2015 (-3,8%). O PIB de 2015 somou R$ 5,9 trilhões e o PIB per capita R$ 28.876, queda de 4,6% em relação ao ano anterior. Entre os setores econômicos apenas a agropecuária cresceu: 1,8% em relação ao ano anterior. Já a indústria teve uma queda de 6,2% e os serviços, - 2,7%. Mercado de Capitais O mercado de capitais refletiu o péssimo desempenho da atividade econômica. O Ibovespa, principal indicador da bolsa, fechou o ano aos 43.350 pontos, queda de 13,31%, a terceira desvalorização anual seguida. Em 2014, o índice recuou -2,91% e em 2013 caiu -15,5%. Ao longo do ano, as maiores altas foram registradas nos papéis da Fibria (+71,44%); Suzano (+68,77%); Braskem (+66,18%); Klabin (+64,05%) e SulAmérica (+51,7%). Já as baixas mais acentuadas foram da PDG Realty (-95,82%); Gerdau (-85%); Via Varejo (-83,8%); Gol (-83,4%) e Oi (-77,3%). O lucro líquido de 2015 das 340 companhias analisadas para este Anuário totalizou R$ 15 bilhões, uma queda de 86,9% em relação ao resultado obtido em 2014. Desse grupo, 308 apresentaram resultado líquido negativo no montante de R$ 66 bilhões, anulando todo o lucro obtido em 2014. Os 10 maiores prejuízos foram da Vale, Petrobras, Eletrobras, BNDESPAR, Oi, Gerdau, Gol, Usiminas, PDG Realty e Bradespar, no total de R$ 131 bilhões. As 10 empresas que conseguiram juntas gerar R$ 48 bilhões de lucro foram: Ambev, Itausa, JBS, BB Seguridade, Cielo, Telefônica Brasil, Braskem, BRF, Cemig e Cemig GT. Com o caixa fragilizado, muitas empresas tiveram que renegociar dívidas bancárias, entre elas a Usiminas, Rossi, AES Sul, Light, Arteris e PDG Realty.

* Carlos Antônio Magalhães é Presidente da Apimec-Rio. Luiz Guilherme Dias é Sócio-Diretor da SABE Consultores e Conselheiro Certificado pelo IBGC. *Carlos Antônio Magalhães is the President of Apimec-Rio. Luiz Guilherme Dias is the Managing Partner of SABE Consultores [SABE Consultants] and an Adviser Certified by the IBGC [Brazilian Institute of Geography and Statistics]

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2015, a difficult year for publicly held companies The Brazilian Gross Domestic Product (GDP) [Produto Interno Bruto (PIB)] shrank 38% in 2015 relatively to the already insignificant development of 0.1% recorded in 2014. That was the greatest fall of the series initiated by the Brazilian Institute of Geography and Statistics [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]in 1996. If we consider the data from the previous series of the GDP (since 1948) that was the worst result in 25 years. In 1990 the economic activity retreated by -4,3%. This was the seventh time that Brazil had a negative GDP: 1981 (-4,3%); 1983 (-2,9%); 1988 (-0,1%); 1990 (-4,3%); 1992 (-0,5%); 2009 (-0,1%); 2015 (-3,8%). The GDP of 2015 summed up to R$ 5.9 trillion and the GDP per capita was R$ 28,876, a fall of 4.6% in relation to the preceding year. Among the economic sectors only agriculture and livestock breeding grew: 1.8% in relation to the previous year. In turn, the industry had a fall of 6.2% and the services had a result of - 2,7%.

Statistics

Já os bancos se saíram bem diante da crise. As receitas e os lucros do conjunto de 25 bancos cresceram em torno de 30% de 2014 para 2015. Os cinco maiores lucros somaram R$ 65 bilhões e foram oriundos do Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BTGP. Os menores resultados líquidos de instituições financeiras foram da Indusval, Mercantil do Brasil Financeira, Finansinos e Banco PAN. Em conjunto, empresas e bancos tiveram um aumento de receitas de 11,85% de 2013 para 2014 e de 11,53% de 2014 para 2015, superando pouco a inflação, enquanto que nos mesmos exercícios os resultados tiveram aumento de 13,27% e queda de 95,27%, respectivamente.

result obtained in 2014. Of that group, 308 showed a negative net result amounting to R$ 66 billion, annulling the entire profit earned in 2014. The 10 largest losses were those of Vale, Petrobras, Eletrobras, BNDESPAR, Oi, Gerdau, Gol, Usiminas, PDG Realty and Bradespar, for a total of R$ 131 billion. The 10 companies that managed to generate together R$ 48 billion in profits were: Ambev, Itausa, JBS, BB Seguridade, Cielo, Telefônica Brasil, Braskem, BRF, Cemig and Cemig GT. With a weak cash situation, many companies had to renegotiate debts with banks, among these Usiminas, Rossi, AES Sul, Light, Arteris and PDG Realty. In turn, the banks did not suffer in the face of the crisis. The earnings and the profits of the group of 25 banks grew about 30% from 2014 to 2015.The five highest profits added up to R$ 65 billion and were generated by Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander and BTGP. The lowest net results of financial institutions were those of Indusval, Mercantil do Brasil Financeira, Finansinos and Banco PAN. In the whole, the companies and the banks had a rise in income of 11.85% from 2013 to 2014 and of 11.53% from 2014 to 2015, barely higher than inflation, while in the same fiscal periods the results increased by 13.27% and fell by 95.27%, respectively.

Os 10 melhores retornos de 2015 | valores em R$ mil The 10 largest returns of 2015 (values in R$ thousand) Stock Market The stock market reflected the disastrous performance of the economic activity. The Ibovespa, the main stock exchange indicator, closed the year at 43.350 points, a fall of 13.31%, the third consecutive annual devaluation. In 2014 the index retreated by -2.91% and in 2013 it retreated by-15.5%%. Along the year, the highest raises were recorded in the securities of Fibria (+71.44%); Suzano (+68.77%); Braskem (+66.18%); Klabin (+64.05%) and SulAmérica (+51.7%). In turn, the most significant falls were those of PDG Realty (-95.82%); Gerdau (-85%); Via Varejo (-83.8%); Gol (-83.4%) and Oi (-77.3%.) The net profit in 2015 of the 340 companies analyzed for this Yearbook came to a total of R$ 15 billion, a fall of 86.9% in relation to the

Empresas Companies Braskem Smiles BB Seguridade Natura AES Tietê Paranapanema Cielo Cetip CVC Brasil Ambev S.A.

Patrimônio Líquido Net assets

Resultado Líquido Net result

ROE ROE

1.337.711 487.940 7.580.768 1.077.767 2.018.466 344.476 10.163.967 1.695.815 661.347 50.333.633

2.898.780 369.922 4.207.432 522.732 803.316 134.786 3.651,433 497.606 175.234 12.879.141

216,70% 75,81% 55,50% 48,50% 39,80% 39,13% 35,93% 29,34% 26,50% 25,59%

Fonte: SABE

Perspectivas Para 2016, o quadro interno continua desanimador: PIB negativo, inflação elevada, aumento do desemprego, quadro político deteriorado. No mercado externo, o cenário continua desafiador, com tendência de queda nos preços das commodities. O investidor deve procurar, nos diversos setores, empresas com baixo endividamento, boa geração de caixa e liderança em seus mercados de atuação.

Source: SABE

Perspectives For 2016 the internal scenario continues downcast: negative GCP, high inflation, rise in unemployment, deteriorated political framework. In the foreign market the scenario is still challenging with a tendency of fall in the price of commodities. The investor should seek, in the various sectors, companies with low levels of indebtedness, good cash generation and leadership in the markets in which they operate.

103


Estatísticas

Statistics

Notas metodológicas

O

Anuário Estatístico das Companhias Abertas visa detalhar, em termos contábeis e financeiros, o comportamento dos setores mais significativos e subsetores da economia brasileira, considerando as empresas de capital aberto registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). As estatísticas reunidas para o presente Anuário foram consolidadas a partir das Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) divulgadas anualmente à CVM, conforme a Instrução nº 480 de 2009. As informações são consultadas junto à BM&FBovespa, cujo banco de dados replica as informações arquivadas junto à CVM. As informações contidas neste Anuário foram consolidadas até o dia 15 de maio de 2016. As empresas que não possuem informações para o ano de 2015 não divulgaram suas demonstrações financeiras até o encerramento desta edição. COMO CONSULTAR AS TABELAS Foram selecionadas todas as empresas presentes na BM&FBovespa em 31 de dezembro de 2015 totalizando 340 companhias. As empresas são listadas por seu nome comercial e agrupadas setorialmente, conforme classificação utilizada pela BM&FBovespa. As informações sobre as empresas foram dispostas em valores correntes (em milhares de reais) para os anos de 2014 e 2015. As informações de evolução histórica (2006 a 2015) foram consolidadas para os setores e calculadas em valores reais de 2015, deflacionada pelo índice do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). As informações contábeis das Empresas e Bancos que constam no Anuário são baseadas nas DFs (Demonstrações Financeiras) Consolidadas disponibilizadas nos sites da BM&FBovespa e da CVM. Na inexistência das DFs Consolidadas serão utilizados os dados das DFs Individuais. No caso dos Bancos, as informações relativas às contas ‘Depósitos Totais’ e ‘Crédito Total’ serão sempre extraídas das DFs Individuais, já que não constam das DFs Consolidadas.

Estatísticas

Methodological notes The main purpose of Statistical Yearbook of Public Held Companies is to detail economic and financial performance of Brazilian economic sectors and sub-sectors. The compendium shows information from public held companies listed in BM&FBovespa. Statistics gathered for this yearbook were consolidated from the Standardized Financial Statements (DFP) which are annually handed in to CVM, according to it’s Instruction 480/09. The numbers was consulted at BM&FBovespa website witch reproduces the information storage at CVM. All data were consolidated at May, 15th 2016. The publication excluded companies that didn´t published your financial data until the end of this yearbook. HOW TO CONSULT THE TABLES: All the companies present on December 31st, 2015 on the BM&FBovespa – a total of 340 companies – were selected. The companies are listed by their commercial name and grouped by sector, in accordance with the classification used by the BM&FBovespa. The information about the companies was given in current values (thousands of Reais) for the years 2014 and 2015. The information regarding the historical development (2006 to 2015) was consolidated for the sectors and calculated in terms of real values from 2015, deflated by the IPCA Index (Broad Consumer Price Index), published by the Brazilian Institute of Geography and Statistics. The accounting information of the companies and banks which appears in the Yearbook is based on the consolidated financial statements (DFs) published on the websites of the BM&FBovespa stock exchange and the Securities Commission (CVM). In the absence of the consolidated financial statements, data from individual financial statements will be used. In the case of the banks, information relating to the ‘Total Deposits’ and ‘Total Credit’ will always be extracted from the individual financial statements (DFs Individuais), as it does not appear in the consolidated financial statements. Description of the Indicators and Accounts Used in the Tables

Statistics

EBIT – Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos. LAJIR – Lucro / Prejuízo antes dos encargos financeiros e impostos – resultado líquido do período, acrescido dos tributos sobre o lucro e das despesas financeiras líquidas das receitas financeiras. Resultado antes dos tributos – Valor declarado na Demonstração de Resultado. Lucro / Prejuízo Líquido – Valor declarado na Demonstração de Resultado após impostos e juros sobre capital próprio. Endividamento Total – Ativo Total (menos) Patrimônio Líquido. Capital de Giro – Ativo Circulante (menos) Passivo Circulante. Ativo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial. Passivo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial. Giro do Ativo – Receita Líquida operacional (dividido por) Ativo Total. No caso do grupo “bancos”, o calculo é feito em relação à Receita Intermediação Financeira. Grau de Endividamento – Endividamento Total (dividido por) Patrimônio Líquido. Variação Real (%) – Taxa de variação de cada um dos indicadores, levando-se em conta a taxa de inflação medida pelo IPCA que totalizou 10,67% em 2015. Este valor foi calculado de forma que variações positivas indicam melhoras no resultado da empresa, mesmo quando existem dois valores negativos, ou um negativo em 2014 seguido de por um valor positivo. Ou seja, caso a empresa registre um prejuízo em 2014 e reduz esse prejuízo em 2015, a taxa de variação será positiva, indicando que o prejuízo diminuiu, ou seja, houve uma melhora no resultado da companhia. Variações negativas devem ser lidas como uma redução do indicador. Lembrando que sobre o valor de 2014 incide a inflação verificada no ano passado, de forma que em pequenos ganhos nominais pode haver variação negativa, em função da correção aplicada. A variação real em 2015 para o acumulado de cada setor desconsidera as empresas que não estão na amostra; trata-se da variação real da média de cada variável, considerando somente as empresas que apresentam valores para 2014 e 2015. Receita da Intermediação Financeira – Valor Declarado na Demonstração de Resultado. Alavancagem – Endividamento Total (dividido por) Patrimônio Líquido. Depósitos Totais – Passivo Circulante (mais) Passivo Exigível a Longo Prazo. Crédito Total – Ativo Circulante (mais) Ativo Realizável a Longo Prazo. Investimentos – Investimento em Subsidiárias e Outros.

Consolidated Profits/Losses during the Period – Value Declared in the Earnings Statement after Tax and Interest on Equity. Total Indebtedness – Total Assets (less) Net Worth. Working Capital – Current Assets (less) Current Liabilities. Net Operating Revenues: Value Declared in the Equity Balance Sheet. Current Liabilities: Value Declared in the Equity Balance Sheet. Asset Turnover – Net Operating Revenues (divided by) Total Assets. If for bank sector, it is calculated by the Intermediation Revenue. Debt-to-equity ratio – Total Indebtedness (divided by) Shareholders’ Equity. Real Variation (%) – is a rate of variation for each indicator, taking into account the rate of inflation, measured by a mixed indicator using IGP-M, IPCA and INPC that was 10,67% in 2015. This value was calculated so that positive variations indicate improvement in the company’s outcome even if there are two negative values, or one negative in 2014 followed by a positive one. For instance, if the company recorded loss in 2014, and if this loss decreased in 2015, the variation rate will be positive, indicating a smaller loss, that is, there has been an improvement for the company. Likewise, negative variations must be interpreted as a reduction on the indicator. Over the value of 2014 incurs last year inflation, so that there may be negative variation on small face values gains, due to the restatement applied. The actual variation in 2015 in the accumulated figures for each sector disregards companies that do not disclose their accounting information. This is consequently the real variation in the average for each variable, considering only companies presenting figures for 2014 and 2015. Intermediation Revenue – amount stated in the Income Statement. Leverage – Total Indebtedness (divided by) Shareholders’ Equity. Total Deposits – Demand deposits (plus) Savings deposits (plus) Interfinancial deposits (plus) Notice Account deposits. Total Credit – short term Credit Operations (plus) short term Leasing Operations (plus) short terms Other Credit. Investments – Investment in Subsidiaries and others. Tables of Sector´s Time Series

Descrição dos Indicadores e Contas Utilizados nas Tabelas Ativo Total – Valor Declarado no Balanço Patrimonial. Patrimônio Líquido – Valor Declarado no Balanço Patrimonial. Receita Líquida – Receita Bruta excluindo-se deduções como devoluções, abatimentos e impostos sobre vendas.

104

Total Assets – Value Declared in the Equity Balance Sheet. Net Worth – Value Declared in the Equity Balance Sheet. Revenues brought in through Sales of Goods and/or Services – Value Declared in the Earnings Statement. Earnings before interest and taxes – total profits plus taxes and net financial revenues.

TABELAS DAS SÉRIES HISTÓRICAS SETORIAIS As tabelas para as séries históricas de indicadores, como o ativo total, de cada subsetor foram calculadas com base na média, isto é, dividindo-se o somatório do indicador, pela quantidade de empresas declarantes em cada ano. Esse valor foi trazido a valores reais de 2015, levando-se em conta a taxa acumulada de inflação medida pelo IPCA.

The tables for the historical series of indicators, as the Total Assets, Shareholders’ Equity, Net Income/Loss, Net Revenue, etc of each sub-sector were calculated based on the average, that is, dividing the sum of the indicator by the number of the companies returning data each year. This value was put into 2015 values.

105


Estatísticas

Statistics

Notas metodológicas

O

Anuário Estatístico das Companhias Abertas visa detalhar, em termos contábeis e financeiros, o comportamento dos setores mais significativos e subsetores da economia brasileira, considerando as empresas de capital aberto registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). As estatísticas reunidas para o presente Anuário foram consolidadas a partir das Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) divulgadas anualmente à CVM, conforme a Instrução nº 480 de 2009. As informações são consultadas junto à BM&FBovespa, cujo banco de dados replica as informações arquivadas junto à CVM. As informações contidas neste Anuário foram consolidadas até o dia 15 de maio de 2016. As empresas que não possuem informações para o ano de 2015 não divulgaram suas demonstrações financeiras até o encerramento desta edição. COMO CONSULTAR AS TABELAS Foram selecionadas todas as empresas presentes na BM&FBovespa em 31 de dezembro de 2015 totalizando 340 companhias. As empresas são listadas por seu nome comercial e agrupadas setorialmente, conforme classificação utilizada pela BM&FBovespa. As informações sobre as empresas foram dispostas em valores correntes (em milhares de reais) para os anos de 2014 e 2015. As informações de evolução histórica (2006 a 2015) foram consolidadas para os setores e calculadas em valores reais de 2015, deflacionada pelo índice do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). As informações contábeis das Empresas e Bancos que constam no Anuário são baseadas nas DFs (Demonstrações Financeiras) Consolidadas disponibilizadas nos sites da BM&FBovespa e da CVM. Na inexistência das DFs Consolidadas serão utilizados os dados das DFs Individuais. No caso dos Bancos, as informações relativas às contas ‘Depósitos Totais’ e ‘Crédito Total’ serão sempre extraídas das DFs Individuais, já que não constam das DFs Consolidadas.

Estatísticas

Methodological notes The main purpose of Statistical Yearbook of Public Held Companies is to detail economic and financial performance of Brazilian economic sectors and sub-sectors. The compendium shows information from public held companies listed in BM&FBovespa. Statistics gathered for this yearbook were consolidated from the Standardized Financial Statements (DFP) which are annually handed in to CVM, according to it’s Instruction 480/09. The numbers was consulted at BM&FBovespa website witch reproduces the information storage at CVM. All data were consolidated at May, 15th 2016. The publication excluded companies that didn´t published your financial data until the end of this yearbook. HOW TO CONSULT THE TABLES: All the companies present on December 31st, 2015 on the BM&FBovespa – a total of 340 companies – were selected. The companies are listed by their commercial name and grouped by sector, in accordance with the classification used by the BM&FBovespa. The information about the companies was given in current values (thousands of Reais) for the years 2014 and 2015. The information regarding the historical development (2006 to 2015) was consolidated for the sectors and calculated in terms of real values from 2015, deflated by the IPCA Index (Broad Consumer Price Index), published by the Brazilian Institute of Geography and Statistics. The accounting information of the companies and banks which appears in the Yearbook is based on the consolidated financial statements (DFs) published on the websites of the BM&FBovespa stock exchange and the Securities Commission (CVM). In the absence of the consolidated financial statements, data from individual financial statements will be used. In the case of the banks, information relating to the ‘Total Deposits’ and ‘Total Credit’ will always be extracted from the individual financial statements (DFs Individuais), as it does not appear in the consolidated financial statements. Description of the Indicators and Accounts Used in the Tables

Statistics

EBIT – Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos. LAJIR – Lucro / Prejuízo antes dos encargos financeiros e impostos – resultado líquido do período, acrescido dos tributos sobre o lucro e das despesas financeiras líquidas das receitas financeiras. Resultado antes dos tributos – Valor declarado na Demonstração de Resultado. Lucro / Prejuízo Líquido – Valor declarado na Demonstração de Resultado após impostos e juros sobre capital próprio. Endividamento Total – Ativo Total (menos) Patrimônio Líquido. Capital de Giro – Ativo Circulante (menos) Passivo Circulante. Ativo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial. Passivo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial. Giro do Ativo – Receita Líquida operacional (dividido por) Ativo Total. No caso do grupo “bancos”, o calculo é feito em relação à Receita Intermediação Financeira. Grau de Endividamento – Endividamento Total (dividido por) Patrimônio Líquido. Variação Real (%) – Taxa de variação de cada um dos indicadores, levando-se em conta a taxa de inflação medida pelo IPCA que totalizou 10,67% em 2015. Este valor foi calculado de forma que variações positivas indicam melhoras no resultado da empresa, mesmo quando existem dois valores negativos, ou um negativo em 2014 seguido de por um valor positivo. Ou seja, caso a empresa registre um prejuízo em 2014 e reduz esse prejuízo em 2015, a taxa de variação será positiva, indicando que o prejuízo diminuiu, ou seja, houve uma melhora no resultado da companhia. Variações negativas devem ser lidas como uma redução do indicador. Lembrando que sobre o valor de 2014 incide a inflação verificada no ano passado, de forma que em pequenos ganhos nominais pode haver variação negativa, em função da correção aplicada. A variação real em 2015 para o acumulado de cada setor desconsidera as empresas que não estão na amostra; trata-se da variação real da média de cada variável, considerando somente as empresas que apresentam valores para 2014 e 2015. Receita da Intermediação Financeira – Valor Declarado na Demonstração de Resultado. Alavancagem – Endividamento Total (dividido por) Patrimônio Líquido. Depósitos Totais – Passivo Circulante (mais) Passivo Exigível a Longo Prazo. Crédito Total – Ativo Circulante (mais) Ativo Realizável a Longo Prazo. Investimentos – Investimento em Subsidiárias e Outros.

Consolidated Profits/Losses during the Period – Value Declared in the Earnings Statement after Tax and Interest on Equity. Total Indebtedness – Total Assets (less) Net Worth. Working Capital – Current Assets (less) Current Liabilities. Net Operating Revenues: Value Declared in the Equity Balance Sheet. Current Liabilities: Value Declared in the Equity Balance Sheet. Asset Turnover – Net Operating Revenues (divided by) Total Assets. If for bank sector, it is calculated by the Intermediation Revenue. Debt-to-equity ratio – Total Indebtedness (divided by) Shareholders’ Equity. Real Variation (%) – is a rate of variation for each indicator, taking into account the rate of inflation, measured by a mixed indicator using IGP-M, IPCA and INPC that was 10,67% in 2015. This value was calculated so that positive variations indicate improvement in the company’s outcome even if there are two negative values, or one negative in 2014 followed by a positive one. For instance, if the company recorded loss in 2014, and if this loss decreased in 2015, the variation rate will be positive, indicating a smaller loss, that is, there has been an improvement for the company. Likewise, negative variations must be interpreted as a reduction on the indicator. Over the value of 2014 incurs last year inflation, so that there may be negative variation on small face values gains, due to the restatement applied. The actual variation in 2015 in the accumulated figures for each sector disregards companies that do not disclose their accounting information. This is consequently the real variation in the average for each variable, considering only companies presenting figures for 2014 and 2015. Intermediation Revenue – amount stated in the Income Statement. Leverage – Total Indebtedness (divided by) Shareholders’ Equity. Total Deposits – Demand deposits (plus) Savings deposits (plus) Interfinancial deposits (plus) Notice Account deposits. Total Credit – short term Credit Operations (plus) short term Leasing Operations (plus) short terms Other Credit. Investments – Investment in Subsidiaries and others. Tables of Sector´s Time Series

Descrição dos Indicadores e Contas Utilizados nas Tabelas Ativo Total – Valor Declarado no Balanço Patrimonial. Patrimônio Líquido – Valor Declarado no Balanço Patrimonial. Receita Líquida – Receita Bruta excluindo-se deduções como devoluções, abatimentos e impostos sobre vendas.

104

Total Assets – Value Declared in the Equity Balance Sheet. Net Worth – Value Declared in the Equity Balance Sheet. Revenues brought in through Sales of Goods and/or Services – Value Declared in the Earnings Statement. Earnings before interest and taxes – total profits plus taxes and net financial revenues.

TABELAS DAS SÉRIES HISTÓRICAS SETORIAIS As tabelas para as séries históricas de indicadores, como o ativo total, de cada subsetor foram calculadas com base na média, isto é, dividindo-se o somatório do indicador, pela quantidade de empresas declarantes em cada ano. Esse valor foi trazido a valores reais de 2015, levando-se em conta a taxa acumulada de inflação medida pelo IPCA.

The tables for the historical series of indicators, as the Total Assets, Shareholders’ Equity, Net Income/Loss, Net Revenue, etc of each sub-sector were calculated based on the average, that is, dividing the sum of the indicator by the number of the companies returning data each year. This value was put into 2015 values.

105


Estatísticas

Statistics

Denominação Social das Empresas Companies’ names Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

ABC BRASIL

BCO ABC BRASIL S.A.

ACO ALTONA

ELECTRO ACO ALTONA S.A.

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Setor / segmento Sector / segment

UF State

ABCB - N2

020958

28.195.667/0001-06

Bancos & Crédito

SP

EALT

005380

82.643.537/0001-34

Máquinas e Equipamentos

SC

AES ELPA

AES ELPA S.A.

AELP

019313

01.917.705/0001-30

Energia Elétrica

SP

AES TIETE

AES TIETE S.A.

GETI

018350

02.998.609/0001-27

Energia Elétrica

SP

AFLUENTE

AFLUENTE GER.E TRANSM.ENERG.ELETR. S.A.

AFLU

020150

07.620.094/0001-40

Energia Elétrica

RJ

AFLUENTE T

AFLUENTE TRANSM. DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

AFLT

022179

10.338.320/0001-00

Energia Elétrica

RJ

ALFA CONSORC

CONSORCIO ALFA DE ADMINISTRAÇÃO S.A.

ALFA FINANC

FINANCEIRA ALFA S.A.- CRED FINANC E INVS

ALFA HOLDING

ALFA HOLDINGS S.A.

ALFA INVEST

BCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

ALIPERTI

SIDERURGICA J. L. ALIPERTI S.A. ALL AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA S.A.

ALPARGATAS

SÃO PAULO ALPARGATAS S.A. ALUPAR INVESTIMENTO S.A. BCO AMAZÔNIA S.A.

17.193.806/0001-46

Serviços Financeiros

SP

003891

17.167.412/0001-13

Bancos & Crédito

SP

RPAD

009954

17.167.396/0001-69

Holdings Diversificadas

SP

ALL AMER LAT

ALTUS S.A.

BRGE

ALIANSCE

AMAZONIA

004707

CRIV

AMBEV S.A.

AMBEV S.A.

AMPLA ENERG

AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS S.A.

ANIMA

GAEC EDUCAÇÃO S.A.

BRIV

001384

60.770.336/0001-65

Bancos & Crédito

SP

ALSC - NM

021300

06.082.980/0001-03

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

APTI

012823

61.156.931/0001-58

Siderurgia e Metalurgia

SP

ALLL - NM

017450

02.387.241/0001-60

Transporte e Logística

PR

ALPA - N1

010456

61.079.117/0001-05

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

ALUP - N2

021490

08.364.948/0001-38

Energia Elétrica

SP

BAZA

000922

04.902.979/0001-44

Bancos & Crédito

PA

ABEV

023264

07.526.557/0001-00

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

CBEE

003050

33.050.071/0001-58

Energia Elétrica

RJ

ANIM - NM

023248

09.288.252/0001-32

Educação

SP

AREZZO

AREZZO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.

ARZZ - NM

022349

16.590.234/0001-76

Atacado & Varejo

MG

ARTERIS

ARTERIS S.A.

ARTR - NM

019771

02.919.555/0001-67

Transporte e Logística

SP

AZEVEDO

AZEVEDO E TRAVASSOS S.A.

B2W VAREJO

B2W - COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO

BAHEMA

BAHEMA S.A.

BANCO PAN

BCO PAN S.A.

BANESE

BCO ESTADO DE SERGIPE S.A. - BANESE

BANESTES

BANESTES S.A. - BCO EST ESPÍRITO SANTO

BANPARA

BCO ESTADO DO PARÁ S.A.

BANRISUL

BCO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A.

BARDELLA

BARDELLA S.A. INDÚSTRIAS MECÂNICAS BATTISTELLA ADM PARTICIPAÇÕES S.A.

BAUMER

BAUMER S.A.

BB SEGURIDADE

BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

BIC MONARK

BICICLETAS MONARK S.A. BIOMM S.A.

45.987.245/0001-92

Holdings Diversificadas

SP

BPAN

021199

59.285.411/0001-13

Bancos & Crédito

SP

BGIP

001120

13.009.717/0001-45

Bancos & Crédito

SE

28.127.603/0001-78

Bancos & Crédito

ES

Bancos & Crédito

PA

001210

92.702.067/0001-96

Bancos & Crédito

RS

BR HOME CENTERS S.A.

000701

04.913.711/0001-78

BM&FBOVESPA S.A. BOLSA VALORES MERC FUT

BR HOME

BAHI

001155

BIOMM

BOMBRIL S.A.

SP SP

BRSR - N1

BM&FBOVESPA

BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A.

Construção Civil e Mercado Imobiliário Atacado & Varejo

001171

BOMBRIL

61.351.532/0001-68 00.776.574/0001-56

BPAR

BR BROKERS

011975 020990

BEES

BATTISTELLA

AZEV BTOW - NM

BDLL

001520

60.851.615/0001-53

Máquinas e Equipamentos

SP

BTTL

015458

42.331.462/0001-31

Holdings Diversificadas

PR

BALM

001562

61.374.161/0001-30

Máquinas e Equipamentos

SP

BBSE - NM

023159

17.344.597/0001-94

Serviços Financeiros

DF

BMKS

001694

56.992.423/0001-90

Utilidades Domésticas

SP

BIOM

019305

04.752.991/0001-10

Serviços Médico - Hospitalares

MG

BVMF - NM

021610

09.346.601/0001-25

Serviços Financeiros

SP

BOBR

012190

50.564.053/0001-03

Atacado & Varejo

SP

BBRK - NM

021180

08.613.550/0001-98

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

HCBR - MA

023710

11.102.250/0001-59

Construção Civil e Mercado Imobiliário

BR INSURANCE

BRASIL INSURANCE PART. E ADMINISTRAÇÃO S.A.

BRIN - NM

022217

11.721.921/0001-60

Serviços Financeiros

RJ

BR MALLS PAR

BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A.

BRML - NM

019909

06.977.745/0001-91

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

BR PHARMA

BRAZIL PHARMA S.A.

BPHA - NM

022500

11.395.624/0001-71

Atacado & Varejo

SP

BR PROPERT

BR PROPERTIES S.A.

BRPR

019925

06.977.751/0001-49

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

BRADESCO

BCO BRADESCO S.A.

BBDC - N1

000906

60.746.948/0001-12

Bancos & Crédito

SP

BRADESPAR

BRADESPAR S.A.

BRASIL

BCO BRASIL S.A.

BRASILAGRO

BRASILAGRO - CIA BRAS DE PROP AGRÍCOLAS

106

BRAP - N1

018724

03.847.461/0001-92

Holdings Diversificadas

SP

BBAS - NM

001023

00.000.000/0001-91

Bancos & Crédito

DF

AGRO - NM

020036

07.628.528/0001-59

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP


Estatísticas

Statistics

Denominação Social das Empresas Companies’ names Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

ABC BRASIL

BCO ABC BRASIL S.A.

ACO ALTONA

ELECTRO ACO ALTONA S.A.

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Setor / segmento Sector / segment

UF State

ABCB - N2

020958

28.195.667/0001-06

Bancos & Crédito

SP

EALT

005380

82.643.537/0001-34

Máquinas e Equipamentos

SC

AES ELPA

AES ELPA S.A.

AELP

019313

01.917.705/0001-30

Energia Elétrica

SP

AES TIETE

AES TIETE S.A.

GETI

018350

02.998.609/0001-27

Energia Elétrica

SP

AFLUENTE

AFLUENTE GER.E TRANSM.ENERG.ELETR. S.A.

AFLU

020150

07.620.094/0001-40

Energia Elétrica

RJ

AFLUENTE T

AFLUENTE TRANSM. DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

AFLT

022179

10.338.320/0001-00

Energia Elétrica

RJ

ALFA CONSORC

CONSORCIO ALFA DE ADMINISTRAÇÃO S.A.

ALFA FINANC

FINANCEIRA ALFA S.A.- CRED FINANC E INVS

ALFA HOLDING

ALFA HOLDINGS S.A.

ALFA INVEST

BCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

ALIPERTI

SIDERURGICA J. L. ALIPERTI S.A. ALL AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA S.A.

ALPARGATAS

SÃO PAULO ALPARGATAS S.A. ALUPAR INVESTIMENTO S.A. BCO AMAZÔNIA S.A.

17.193.806/0001-46

Serviços Financeiros

SP

003891

17.167.412/0001-13

Bancos & Crédito

SP

RPAD

009954

17.167.396/0001-69

Holdings Diversificadas

SP

ALL AMER LAT

ALTUS S.A.

BRGE

ALIANSCE

AMAZONIA

004707

CRIV

AMBEV S.A.

AMBEV S.A.

AMPLA ENERG

AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS S.A.

ANIMA

GAEC EDUCAÇÃO S.A.

BRIV

001384

60.770.336/0001-65

Bancos & Crédito

SP

ALSC - NM

021300

06.082.980/0001-03

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

APTI

012823

61.156.931/0001-58

Siderurgia e Metalurgia

SP

ALLL - NM

017450

02.387.241/0001-60

Transporte e Logística

PR

ALPA - N1

010456

61.079.117/0001-05

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

ALUP - N2

021490

08.364.948/0001-38

Energia Elétrica

SP

BAZA

000922

04.902.979/0001-44

Bancos & Crédito

PA

ABEV

023264

07.526.557/0001-00

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

CBEE

003050

33.050.071/0001-58

Energia Elétrica

RJ

ANIM - NM

023248

09.288.252/0001-32

Educação

SP

AREZZO

AREZZO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.

ARZZ - NM

022349

16.590.234/0001-76

Atacado & Varejo

MG

ARTERIS

ARTERIS S.A.

ARTR - NM

019771

02.919.555/0001-67

Transporte e Logística

SP

AZEVEDO

AZEVEDO E TRAVASSOS S.A.

B2W VAREJO

B2W - COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO

BAHEMA

BAHEMA S.A.

BANCO PAN

BCO PAN S.A.

BANESE

BCO ESTADO DE SERGIPE S.A. - BANESE

BANESTES

BANESTES S.A. - BCO EST ESPÍRITO SANTO

BANPARA

BCO ESTADO DO PARÁ S.A.

BANRISUL

BCO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A.

BARDELLA

BARDELLA S.A. INDÚSTRIAS MECÂNICAS BATTISTELLA ADM PARTICIPAÇÕES S.A.

BAUMER

BAUMER S.A.

BB SEGURIDADE

BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

BIC MONARK

BICICLETAS MONARK S.A. BIOMM S.A.

45.987.245/0001-92

Holdings Diversificadas

SP

BPAN

021199

59.285.411/0001-13

Bancos & Crédito

SP

BGIP

001120

13.009.717/0001-45

Bancos & Crédito

SE

28.127.603/0001-78

Bancos & Crédito

ES

Bancos & Crédito

PA

001210

92.702.067/0001-96

Bancos & Crédito

RS

BR HOME CENTERS S.A.

000701

04.913.711/0001-78

BM&FBOVESPA S.A. BOLSA VALORES MERC FUT

BR HOME

BAHI

001155

BIOMM

BOMBRIL S.A.

SP SP

BRSR - N1

BM&FBOVESPA

BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A.

Construção Civil e Mercado Imobiliário Atacado & Varejo

001171

BOMBRIL

61.351.532/0001-68 00.776.574/0001-56

BPAR

BR BROKERS

011975 020990

BEES

BATTISTELLA

AZEV BTOW - NM

BDLL

001520

60.851.615/0001-53

Máquinas e Equipamentos

SP

BTTL

015458

42.331.462/0001-31

Holdings Diversificadas

PR

BALM

001562

61.374.161/0001-30

Máquinas e Equipamentos

SP

BBSE - NM

023159

17.344.597/0001-94

Serviços Financeiros

DF

BMKS

001694

56.992.423/0001-90

Utilidades Domésticas

SP

BIOM

019305

04.752.991/0001-10

Serviços Médico - Hospitalares

MG

BVMF - NM

021610

09.346.601/0001-25

Serviços Financeiros

SP

BOBR

012190

50.564.053/0001-03

Atacado & Varejo

SP

BBRK - NM

021180

08.613.550/0001-98

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

HCBR - MA

023710

11.102.250/0001-59

Construção Civil e Mercado Imobiliário

BR INSURANCE

BRASIL INSURANCE PART. E ADMINISTRAÇÃO S.A.

BRIN - NM

022217

11.721.921/0001-60

Serviços Financeiros

RJ

BR MALLS PAR

BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A.

BRML - NM

019909

06.977.745/0001-91

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

BR PHARMA

BRAZIL PHARMA S.A.

BPHA - NM

022500

11.395.624/0001-71

Atacado & Varejo

SP

BR PROPERT

BR PROPERTIES S.A.

BRPR

019925

06.977.751/0001-49

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

BRADESCO

BCO BRADESCO S.A.

BBDC - N1

000906

60.746.948/0001-12

Bancos & Crédito

SP

BRADESPAR

BRADESPAR S.A.

BRASIL

BCO BRASIL S.A.

BRASILAGRO

BRASILAGRO - CIA BRAS DE PROP AGRÍCOLAS

106

BRAP - N1

018724

03.847.461/0001-92

Holdings Diversificadas

SP

BBAS - NM

001023

00.000.000/0001-91

Bancos & Crédito

DF

AGRO - NM

020036

07.628.528/0001-59

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

BRASKEM

BRASKEM S.A.

BRASMOTOR

BRASMOTOR S.A.

BRAZILIAN FR

BRAZILIAN FINANCE E REAL ESTATE S.A.

BRB BANCO

BRB BCO DE BRASÍLIA S.A.

BRF S.A.

BRF - BRASIL FOODS S.A.

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

004820

42.150.391/0001-70

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

BA

CREMER

CREMER S.A.

61.084.984/0001-20

Utilidades Domésticas

SP

CRISTAL

CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A.

BFRE

017922

02.762.113/0001-50

Serviços Financeiros

SP

CSU CARDSYST

CSU CARDSYSTEM S.A.

Serviços médico-hospitalares Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

CARD - NM

020044

01.896.779/0001-38

Tecnologia da Informação

SP

Bancos & Crédito

DF

CVC BRASIL

CVC BRASIL OP. E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A.

CVCB - NM

023310

10.760.260/0001-19

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

SP

CYRE COM-CCP

CYRELA COMMERCIAL PROPERT S.A. EMPR PART

CCPR - NM

021040

08.801.621/0001-86

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

RJ

Construção Civil e Mercado Imobiliário Tecnologia da Informação

BTGP BANCO

BCO BTG PACTUAL S.A.

BPAC

022616

30.306.294/0001-45

Bancos & Crédito

RJ

CYRELA REALT

CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART

CYRE - NM

014460

73.178.600/0001-18

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

DASA

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A.

DASA - NM

019623

61.486.650/0001-83

Serviços médico-hospitalares

SP

DAYCOVAL

BCO DAYCOVAL S.A.

DAYC - N1

020796

62.232.889/0001-90

Bancos & Crédito

SP

BUET

002038

82.981.912/0001-20

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

DIMED

DIMED S.A. DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS

PNVL

009342

92.665.611/0001-77

Atacado & Varejo

RS

CABB - MA

023175

08.159.965/0001-33

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SP

DIRECIONAL

DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.

DIRR - NM

021350

16.614.075/0001-00

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

CAMBUCI

CAMBUCI S.A.

CAMB

002100

61.088.894/0001-08

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

DOHLER

DOHLER S.A.

CASAN

CIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAM.-CASAN

CASN

016861

82.508.433/0001-17

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SC

DTCOM-DIRECT

DTCOM - DIRECT TO COMPANY S.A.

CCR SA

CCR S.A.

CCRO - NM

018821

02.846.056/0001-97

Transporte e Logística

SP

DUFRY AG

DUFRY A.G.

82.641.325/0001-18 15.115.504/0001-24

Alimentos, Bebidas & Fumo

07.700.557/0001-84

CIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA

020141 011398

00.000.280/0001-00

36.542.025/0001-64

CIA FIAÇÃO TECIDOS CEDRO CACHOEIRA

SC

CREM - NM CRPG

01.838.723/0001-27

020265

CEB

UF State

014206

023817

CEDRO

Setor / segmento Sector / segment

016292

BISA - NM

CNPJ CNPJ

BRFS - NM

BRQB - MA

Cód. CVM CVM code

BSLI

BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A.

BUETTNER S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

001970

BRQ SOLUCOES EM INFORMÁTICA S.A.

CIA ÁGUAS DO BRASIL - CAB AMBIENTAL

Denominação social Company name

BRKM - N1

BROOKFIELD

BUETTNER

Nome de pregão Trading name

BMTO

BRQ

CABAMBIENTAL

UF State

Statistics

CEBR CEDO - N1

DOHL

005207

84.683.408/0001-03

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

DTCY

018597

03.303.999/0001-36

Tecnologia da Informação

PR

DAGB - DR3

080110

11.423.623/0001-93

Atacado & Varejo

SUI

014451

00.070.698/0001-11

Energia Elétrica

DF

DURATEX

DURATEX S.A.

DTEX - NM

005274

97.837.181/0001-47

Papel & Celulose e Madeira

SP

003077

17.245.234/0001-00

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

ECORODOVIAS

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A. ECOR - NM

019453

04.149.454/0001-80

Transporte e Logística

SP

CEEE-D

CIA ESTADUAL DE DISTRIB ENER ELET-CEEE-D

CEED - N1

020648

08.467.115/0001-00

Energia Elétrica

RS

ELEKEIROZ

ELEKEIROZ S.A.

ELEK

004359

13.788.120/0001-47

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

SP

CEEE-GT

CIA ESTADUAL GER.TRANS.ENER.ELET-CEEE-GT

EEEL - N1

003204

92.715.812/0001-31

Energia Elétrica

RS

ELEKTRO

ELEKTRO - ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

EKTR

017485

02.328.280/0001-97

Energia Elétrica

SP

CEG

CIA DISTRIB DE GÁS DO RIO DE JANEIRO-CEG

016616

33.938.119/0001-69

Saneamento e Serviços de Água e Gás

RJ

ELETROBRAS

CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS

002437

00.001.180/0001-26

Energia Elétrica

DF

CEGR

ELET - N1

CELESC

CENTRAIS ELET DE SANTA CATARINA S.A.

CLSC - N2

002461

83.878.892/0001-55

Energia Elétrica

SC

ELETROPAR

ELETROBRÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - ELETROPAR

LIPR

015784

01.104.937/0001-70

Energia Elétrica

RJ

CELGPAR

CIA CELG DE PARTICIPAÇÕES - CELGPAR

GPAR

021393

08.560.444/0001-93

Energia Elétrica

GO

ELETROPAULO

ELETROPAULO METROP. ELET. SÃO PAULO S.A.

ELPL - N2

014176

61.695.227/0001-93

Energia Elétrica

SP

EMAE

CELPA

CENTRAIS ELET DO PARÁ S.A. - CELPA

CELP

018309

04.895.728/0001-80

Energia Elétrica

PA

EMAE

EMAE - EMPRESA METROP.ÁGUAS ENERGIA S.A.

016993

02.302.101/0001-42

Energia Elétrica

SP

CELPE

CIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO - CELPE

CEPE

014362

10.835.932/0001-08

Energia Elétrica

PE

EMBRAER

EMBRAER-EMPRESA BRAS DE AERONÁUTICA S.A. EMBR - NM

020087

07.689.002/0001-89

Máquinas e Equipamentos

SP

CELUL IRANI

CELULOSE IRANI S.A.

RANI

002429

92.791.243/0001-03

Papel & Celulose e Madeira

RS

ENCORPAR

EMPRESA NAC COM REDITO PART S.A.ENCORPAR ECPR

016497

01.971.614/0001-83

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

CEMEPE

CEMEPE INVESTIMENTOS S.A.

CEMIG

CIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS - CEMIG

MAPT CMIG - N1

013854

93.828.986/0001-73

Holdings Diversificadas

RJ

ENERGIAS BR

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

002453

17.155.730/0001-64

Energia Elétrica

MG

ENERGISA

ENERGISA S.A.

ENBR - NM

019763

03.983.431/0001-03

Energia Elétrica

SP

ENGI

015253

00.864.214/0001-06

Energia Elétrica

RJ

CEMIG GT

CEMIG GERAÇÃO E TRANSMISSÃO S.A.

-

020320

06.981.176/0001-58

Energia Elétrica

MG

ENERGISA MT

ENERGISA MATO GROSSO-DIST. DE ENERGIA S.A.

014605

03.467.321/0001-99

Energia Elétrica

MT

CESP

CESP - CIA ENERGÉTICA DE SÃO PAULO

CESP - N1

002577

60.933.603/0001-78

Energia Elétrica

SP

ENERSUL

ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DIST DE ENERGIA S.A. -

005576

15.413.826/0001-50

Energia Elétrica

MT

CETIP

CETIP S.A. - BALCÃO ORGANIZADO DE ATIVOS E DERIV. CTIP - NM

021792

09.358.105/0001-91

Serviços Financeiros

RJ

ENEVA

ENEVA S.A

021237

4.423.567/0001-21

Energia Elétrica

RJ

CIA HERING

CIA HERING

CIELO

CIELO S.A.

CIMS

CIMS S.A.

COBRASMA

COBRASMA S.A.

COELBA

CIA ELETRICIDADE EST. DA BAHIA - COELBA

COELCE

CIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE

COMGAS

CIA GÁS DE SÃO PAULO - COMGAS

ENEV - NM

HGTX - NM

014761

78.876.950/0001-71

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

EQUATORIAL

EQUATORIAL ENERGIA S.A.

CIEL - NM

021733

01.027.058/0001-91

Serviços Financeiros

SP

ESTÁCIO PART

ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A.

00.272.185/0001-93

Serviços Financeiros

RJ

ESTRELA

MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A.

ESTR

008427

61.082.004/0001-50

Utilidades Domésticas

SP

Máquinas e Equipamentos

SP

ETERNIT

ETERNIT S.A.

ETER - NM

005762

61.092.037/0001-81

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CEEB

014524

15.139.629/0001-94

Energia Elétrica

BA

EUCATEX

EUCATEX S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

EUCA - N1

005770

56.643.018/0001-66

Papel & Celulose e Madeira

SP

COCE

014869

07.047.251/0001-70

Energia Elétrica

CE

EVEN

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN - NM

020524

43.470.988/0001-65

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CGAS

015636

61.856.571/0001-17

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SP

EVORA

ÉVORA S.A.

PTPA

013412

91.820.068/0001-72

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RS

CALI

004723

61.022.042/0001-18

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

EXCELSIOR

EXCELSIOR ALIMENTOS S.A.

019100

04.032.433/0001-80

Telecomunicações

RJ

EZTEC

EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPAÇÕES S.A.

COPASA

CIA SANEAMENTO DE MINAS GERAIS-COPASA MG CSMG - NM

019445

17.281.106/0001-03

Saneamento e Serviços de Água e Gás

MG

FER C ATLANT

FERROVIA CENTRO-ATLANTICA S.A.

CPLE - N1

014311

76.483.817/0001-20

Energia Elétrica

PR

FER HERINGER

FERTILIZANTES HERINGER S.A.

CORR

004863

15.101.405/0001-93

Construção Civil e Mercado Imobiliário

BA

FERBASA

CIA FERRO LIGAS DA BAHIA - FERBASA

COSAN

COSAN S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

CSAN - NM

019836

50.746.577/0001-15

Açúcar e Álcool

SP

FIBAM

FIBAM COMPANHIA INDUSTRIAL

COSAN LOG

COSAN LOGÍSTICA S.A.

RLOG - NM

023485

17.346.997/0001-39

Transporte e Logística

SP

FIBRIA

FIBRIA CELULOSE S.A.

COSAN LTD

COSAN LIMITED

CZLT - DR3

080071

08.887.330/0001-52

Açúcar e Álcool

SP

FINANSINOS

FINANSINOS S.A.- CRÉDITO FINANC E INVEST

COSERN

CIA ENERGETICA DO RIO GDE NORTE - COSERN

COTEMINAS

CIA TECIDOS NORTE DE MINAS COTEMINAS

CSRN

018139

08.324.196/0001-81

Energia Elétrica

RN

FLEURY

FLEURY S.A.

CTNM

003158

22.677.520/0001-76

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

FORJA TAURUS

FORJAS TAURUS S.A.

BAUH

001570

95.426.862/0001-97

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

EZTC - NM

020770

08.312.229/0001-73

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

VSPT

015369

00.924.429/0001-75

Transporte e Logística

MG

FHER - NM

020621

22.266.175/0001-88

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

ES

FESA

003069

15.141.799/0001-03

Siderurgia e Metalurgia

BA

FBMC

006017

61.410.395/0001-95

Siderurgia e Metalurgia

SP

FIBR - NM

012793

60.643.228/0001-21

Papel & Celulose e Madeira

SP

006076

91.669.747/0001-92

Bancos & Crédito

RS

FNCN FLRY - NM

021881

60.840.055/0001-31

Serviços médico-hospitalares

SP

FJTA

006173

92.781.335/0001-02

Máquinas e Equipamentos

RS

CPFL ENERGIA

CPFL ENERGIA S.A.

CPFE - NM

018660

02.429.144/0001-93

Energia Elétrica

SP

FORNODEMINAS

FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

FOMS - MA

023736

03.870.455/0005-80

Alimentos, Bebidas & Fumo

MG

CPFL PIRATIN

CIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ

-

019275

04.172.213/0001-51

Energia Elétrica

SP

FRAS-LE

FRAS-LE S.A.

FRAS - N1

006211

88.610.126/0001-29

Máquinas e Equipamentos

RS

CPFL RENOVAV

CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.

CPRE - NM

020540

08.439.659/0001-50

Energia Elétrica

SP

GAFISA

GAFISA S.A.

GFSA - NM

016101

01.545.826/0001-07

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CR2

CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CRDE - NM

020630

07.820.907/0001-46

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

GENERALSHOPP

GENERAL SHOPPING BRASIL S.A.

GSHP - NM

021008

08.764.621/0001-53

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

108

MA RJ

61.080.313/0001-91

CTAX

CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL

Energia Elétrica Educação

014818

CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A.

CORREA RIBEIRO S.A. COMÉRCIO E INDÚSTRIA

03.220.438/0001-73 8.807.432/0001-10

004448

CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A.

COPEL

020010 021016

CMSA

CONST A LIND

COR RIBEIRO

EQTL - NM ESTC - NM

CBMA

CONTAX

ENMT

109


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

BRASKEM

BRASKEM S.A.

BRASMOTOR

BRASMOTOR S.A.

BRAZILIAN FR

BRAZILIAN FINANCE E REAL ESTATE S.A.

BRB BANCO

BRB BCO DE BRASÍLIA S.A.

BRF S.A.

BRF - BRASIL FOODS S.A.

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

004820

42.150.391/0001-70

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

BA

CREMER

CREMER S.A.

61.084.984/0001-20

Utilidades Domésticas

SP

CRISTAL

CRISTAL PIGMENTOS DO BRASIL S.A.

BFRE

017922

02.762.113/0001-50

Serviços Financeiros

SP

CSU CARDSYST

CSU CARDSYSTEM S.A.

Serviços médico-hospitalares Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

CARD - NM

020044

01.896.779/0001-38

Tecnologia da Informação

SP

Bancos & Crédito

DF

CVC BRASIL

CVC BRASIL OP. E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A.

CVCB - NM

023310

10.760.260/0001-19

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

SP

CYRE COM-CCP

CYRELA COMMERCIAL PROPERT S.A. EMPR PART

CCPR - NM

021040

08.801.621/0001-86

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

RJ

Construção Civil e Mercado Imobiliário Tecnologia da Informação

BTGP BANCO

BCO BTG PACTUAL S.A.

BPAC

022616

30.306.294/0001-45

Bancos & Crédito

RJ

CYRELA REALT

CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART

CYRE - NM

014460

73.178.600/0001-18

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

DASA

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A.

DASA - NM

019623

61.486.650/0001-83

Serviços médico-hospitalares

SP

DAYCOVAL

BCO DAYCOVAL S.A.

DAYC - N1

020796

62.232.889/0001-90

Bancos & Crédito

SP

BUET

002038

82.981.912/0001-20

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

DIMED

DIMED S.A. DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS

PNVL

009342

92.665.611/0001-77

Atacado & Varejo

RS

CABB - MA

023175

08.159.965/0001-33

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SP

DIRECIONAL

DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.

DIRR - NM

021350

16.614.075/0001-00

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

CAMBUCI

CAMBUCI S.A.

CAMB

002100

61.088.894/0001-08

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

DOHLER

DOHLER S.A.

CASAN

CIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAM.-CASAN

CASN

016861

82.508.433/0001-17

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SC

DTCOM-DIRECT

DTCOM - DIRECT TO COMPANY S.A.

CCR SA

CCR S.A.

CCRO - NM

018821

02.846.056/0001-97

Transporte e Logística

SP

DUFRY AG

DUFRY A.G.

82.641.325/0001-18 15.115.504/0001-24

Alimentos, Bebidas & Fumo

07.700.557/0001-84

CIA ENERGÉTICA DE BRASÍLIA

020141 011398

00.000.280/0001-00

36.542.025/0001-64

CIA FIAÇÃO TECIDOS CEDRO CACHOEIRA

SC

CREM - NM CRPG

01.838.723/0001-27

020265

CEB

UF State

014206

023817

CEDRO

Setor / segmento Sector / segment

016292

BISA - NM

CNPJ CNPJ

BRFS - NM

BRQB - MA

Cód. CVM CVM code

BSLI

BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A.

BUETTNER S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

001970

BRQ SOLUCOES EM INFORMÁTICA S.A.

CIA ÁGUAS DO BRASIL - CAB AMBIENTAL

Denominação social Company name

BRKM - N1

BROOKFIELD

BUETTNER

Nome de pregão Trading name

BMTO

BRQ

CABAMBIENTAL

UF State

Statistics

CEBR CEDO - N1

DOHL

005207

84.683.408/0001-03

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

DTCY

018597

03.303.999/0001-36

Tecnologia da Informação

PR

DAGB - DR3

080110

11.423.623/0001-93

Atacado & Varejo

SUI

014451

00.070.698/0001-11

Energia Elétrica

DF

DURATEX

DURATEX S.A.

DTEX - NM

005274

97.837.181/0001-47

Papel & Celulose e Madeira

SP

003077

17.245.234/0001-00

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

ECORODOVIAS

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A. ECOR - NM

019453

04.149.454/0001-80

Transporte e Logística

SP

CEEE-D

CIA ESTADUAL DE DISTRIB ENER ELET-CEEE-D

CEED - N1

020648

08.467.115/0001-00

Energia Elétrica

RS

ELEKEIROZ

ELEKEIROZ S.A.

ELEK

004359

13.788.120/0001-47

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

SP

CEEE-GT

CIA ESTADUAL GER.TRANS.ENER.ELET-CEEE-GT

EEEL - N1

003204

92.715.812/0001-31

Energia Elétrica

RS

ELEKTRO

ELEKTRO - ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

EKTR

017485

02.328.280/0001-97

Energia Elétrica

SP

CEG

CIA DISTRIB DE GÁS DO RIO DE JANEIRO-CEG

016616

33.938.119/0001-69

Saneamento e Serviços de Água e Gás

RJ

ELETROBRAS

CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS

002437

00.001.180/0001-26

Energia Elétrica

DF

CEGR

ELET - N1

CELESC

CENTRAIS ELET DE SANTA CATARINA S.A.

CLSC - N2

002461

83.878.892/0001-55

Energia Elétrica

SC

ELETROPAR

ELETROBRÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - ELETROPAR

LIPR

015784

01.104.937/0001-70

Energia Elétrica

RJ

CELGPAR

CIA CELG DE PARTICIPAÇÕES - CELGPAR

GPAR

021393

08.560.444/0001-93

Energia Elétrica

GO

ELETROPAULO

ELETROPAULO METROP. ELET. SÃO PAULO S.A.

ELPL - N2

014176

61.695.227/0001-93

Energia Elétrica

SP

EMAE

CELPA

CENTRAIS ELET DO PARÁ S.A. - CELPA

CELP

018309

04.895.728/0001-80

Energia Elétrica

PA

EMAE

EMAE - EMPRESA METROP.ÁGUAS ENERGIA S.A.

016993

02.302.101/0001-42

Energia Elétrica

SP

CELPE

CIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO - CELPE

CEPE

014362

10.835.932/0001-08

Energia Elétrica

PE

EMBRAER

EMBRAER-EMPRESA BRAS DE AERONÁUTICA S.A. EMBR - NM

020087

07.689.002/0001-89

Máquinas e Equipamentos

SP

CELUL IRANI

CELULOSE IRANI S.A.

RANI

002429

92.791.243/0001-03

Papel & Celulose e Madeira

RS

ENCORPAR

EMPRESA NAC COM REDITO PART S.A.ENCORPAR ECPR

016497

01.971.614/0001-83

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

CEMEPE

CEMEPE INVESTIMENTOS S.A.

CEMIG

CIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS - CEMIG

MAPT CMIG - N1

013854

93.828.986/0001-73

Holdings Diversificadas

RJ

ENERGIAS BR

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

002453

17.155.730/0001-64

Energia Elétrica

MG

ENERGISA

ENERGISA S.A.

ENBR - NM

019763

03.983.431/0001-03

Energia Elétrica

SP

ENGI

015253

00.864.214/0001-06

Energia Elétrica

RJ

CEMIG GT

CEMIG GERAÇÃO E TRANSMISSÃO S.A.

-

020320

06.981.176/0001-58

Energia Elétrica

MG

ENERGISA MT

ENERGISA MATO GROSSO-DIST. DE ENERGIA S.A.

014605

03.467.321/0001-99

Energia Elétrica

MT

CESP

CESP - CIA ENERGÉTICA DE SÃO PAULO

CESP - N1

002577

60.933.603/0001-78

Energia Elétrica

SP

ENERSUL

ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DIST DE ENERGIA S.A. -

005576

15.413.826/0001-50

Energia Elétrica

MT

CETIP

CETIP S.A. - BALCÃO ORGANIZADO DE ATIVOS E DERIV. CTIP - NM

021792

09.358.105/0001-91

Serviços Financeiros

RJ

ENEVA

ENEVA S.A

021237

4.423.567/0001-21

Energia Elétrica

RJ

CIA HERING

CIA HERING

CIELO

CIELO S.A.

CIMS

CIMS S.A.

COBRASMA

COBRASMA S.A.

COELBA

CIA ELETRICIDADE EST. DA BAHIA - COELBA

COELCE

CIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE

COMGAS

CIA GÁS DE SÃO PAULO - COMGAS

ENEV - NM

HGTX - NM

014761

78.876.950/0001-71

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

EQUATORIAL

EQUATORIAL ENERGIA S.A.

CIEL - NM

021733

01.027.058/0001-91

Serviços Financeiros

SP

ESTÁCIO PART

ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A.

00.272.185/0001-93

Serviços Financeiros

RJ

ESTRELA

MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A.

ESTR

008427

61.082.004/0001-50

Utilidades Domésticas

SP

Máquinas e Equipamentos

SP

ETERNIT

ETERNIT S.A.

ETER - NM

005762

61.092.037/0001-81

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CEEB

014524

15.139.629/0001-94

Energia Elétrica

BA

EUCATEX

EUCATEX S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

EUCA - N1

005770

56.643.018/0001-66

Papel & Celulose e Madeira

SP

COCE

014869

07.047.251/0001-70

Energia Elétrica

CE

EVEN

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN - NM

020524

43.470.988/0001-65

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CGAS

015636

61.856.571/0001-17

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SP

EVORA

ÉVORA S.A.

PTPA

013412

91.820.068/0001-72

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RS

CALI

004723

61.022.042/0001-18

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

EXCELSIOR

EXCELSIOR ALIMENTOS S.A.

019100

04.032.433/0001-80

Telecomunicações

RJ

EZTEC

EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPAÇÕES S.A.

COPASA

CIA SANEAMENTO DE MINAS GERAIS-COPASA MG CSMG - NM

019445

17.281.106/0001-03

Saneamento e Serviços de Água e Gás

MG

FER C ATLANT

FERROVIA CENTRO-ATLANTICA S.A.

CPLE - N1

014311

76.483.817/0001-20

Energia Elétrica

PR

FER HERINGER

FERTILIZANTES HERINGER S.A.

CORR

004863

15.101.405/0001-93

Construção Civil e Mercado Imobiliário

BA

FERBASA

CIA FERRO LIGAS DA BAHIA - FERBASA

COSAN

COSAN S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

CSAN - NM

019836

50.746.577/0001-15

Açúcar e Álcool

SP

FIBAM

FIBAM COMPANHIA INDUSTRIAL

COSAN LOG

COSAN LOGÍSTICA S.A.

RLOG - NM

023485

17.346.997/0001-39

Transporte e Logística

SP

FIBRIA

FIBRIA CELULOSE S.A.

COSAN LTD

COSAN LIMITED

CZLT - DR3

080071

08.887.330/0001-52

Açúcar e Álcool

SP

FINANSINOS

FINANSINOS S.A.- CRÉDITO FINANC E INVEST

COSERN

CIA ENERGETICA DO RIO GDE NORTE - COSERN

COTEMINAS

CIA TECIDOS NORTE DE MINAS COTEMINAS

CSRN

018139

08.324.196/0001-81

Energia Elétrica

RN

FLEURY

FLEURY S.A.

CTNM

003158

22.677.520/0001-76

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

FORJA TAURUS

FORJAS TAURUS S.A.

BAUH

001570

95.426.862/0001-97

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

EZTC - NM

020770

08.312.229/0001-73

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

VSPT

015369

00.924.429/0001-75

Transporte e Logística

MG

FHER - NM

020621

22.266.175/0001-88

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

ES

FESA

003069

15.141.799/0001-03

Siderurgia e Metalurgia

BA

FBMC

006017

61.410.395/0001-95

Siderurgia e Metalurgia

SP

FIBR - NM

012793

60.643.228/0001-21

Papel & Celulose e Madeira

SP

006076

91.669.747/0001-92

Bancos & Crédito

RS

FNCN FLRY - NM

021881

60.840.055/0001-31

Serviços médico-hospitalares

SP

FJTA

006173

92.781.335/0001-02

Máquinas e Equipamentos

RS

CPFL ENERGIA

CPFL ENERGIA S.A.

CPFE - NM

018660

02.429.144/0001-93

Energia Elétrica

SP

FORNODEMINAS

FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

FOMS - MA

023736

03.870.455/0005-80

Alimentos, Bebidas & Fumo

MG

CPFL PIRATIN

CIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ

-

019275

04.172.213/0001-51

Energia Elétrica

SP

FRAS-LE

FRAS-LE S.A.

FRAS - N1

006211

88.610.126/0001-29

Máquinas e Equipamentos

RS

CPFL RENOVAV

CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.

CPRE - NM

020540

08.439.659/0001-50

Energia Elétrica

SP

GAFISA

GAFISA S.A.

GFSA - NM

016101

01.545.826/0001-07

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

CR2

CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CRDE - NM

020630

07.820.907/0001-46

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

GENERALSHOPP

GENERAL SHOPPING BRASIL S.A.

GSHP - NM

021008

08.764.621/0001-53

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

108

MA RJ

61.080.313/0001-91

CTAX

CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL

Energia Elétrica Educação

014818

CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A.

CORREA RIBEIRO S.A. COMÉRCIO E INDÚSTRIA

03.220.438/0001-73 8.807.432/0001-10

004448

CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A.

COPEL

020010 021016

CMSA

CONST A LIND

COR RIBEIRO

EQTL - NM ESTC - NM

CBMA

CONTAX

ENMT

109


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

GER PARANAP

DUKE ENERGY INT. GER. PARANAPANEMA S.A.

GERDAU

GERDAU S.A.

GERDAU MET

METALURGICA GERDAU S.A.

GOL

GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A.

GP INVEST

GP INVESTMENTS. LTD.

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

UF State

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Energia Elétrica

SP

LOJAS AMERIC

LOJAS AMERICANAS S.A.

LAME

008087

33.014.556/0001-96

Atacado & Varejo

RJ

Siderurgia e Metalurgia

RJ

LOJAS HERING

LOJAS HERING S.A.

LHER

008117

82.640.632/0001-84

Atacado & Varejo

SC

GOAU - N1

008656

92.690.783/0001-09

Siderurgia e Metalurgia

RS

LOJAS MARISA

MARISA LOJAS S.A.

AMAR - NM

022055

61.189.288/0001-89

Atacado & Varejo

SP

GOLL - N2

019569

06.164.253/0001-87

Transporte e Logística

SP

LOJAS RENNER

LOJAS RENNER S.A.

GPIV - DR3

080020

07.857.850/0001-50

Serviços Financeiros

SP

LOPES BRASIL

LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A.

GPCP

016632

02.193.750/0001-52

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

LUPATECH

LUPATECH S.A.

CGRA

004537

92.012.467/0001-70

Atacado & Varejo

RS

M.DIASBRANCO

M.DIAS BRANCO S.A. IND COM DE ALIMENTOS

GRENDENE

GRENDENE S.A.

GRND - NM

019615

89.850.341/0001-60

Tecidos, Vestuário e Calçados

CE

MAESTROLOC

MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A.

GUARARAPES

GUARARAPES CONFECÇÕES S.A.

GUAR

004669

08.402.943/001-52

Atacado & Varejo

RN

MAGAZ LUIZA

MAGAZINE LUIZA S.A.

HABITASUL

CIA HABITASUL DE PARTICIPAÇÕES

HBTS

003298

87.762.563/0001-03

Holdings Diversificadas

RS

MAGNESITA SA

MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A.

HAGA S.A.

HAGA S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

HAGA

013366

30.540.991/0001-66

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

MANABI

MLOG S.A.

HELBOR

HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.

HBOR - NM

020877

49.263.189/0001-02

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MANGELS INDL

MANGELS INDUSTRIAL S.A.

HERCULES

HERCULES S.A. FÁBRICA DE TALHERES

HETA

006629

92.749.225/0001-63

Utilidades Domésticas

SP

MARCOPOLO

MARCOPOLO S.A.

HOTÉIS OTHON S.A. HYPERMARCAS S.A.

HOOT

006700

33.200.049/0001-47

Lazer, Turismo e Hotelaria

RJ

MARFRIG

MARFRIG ALIMENTOS S.A.

HYPE - NM

021431

02.932.074/0001-91

Atacado & Varejo

SP

MELHOR SP

CIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO

IDEIASNET

IDEIASNET S.A.

IDNT - NM

018414

02.365.069/0001-44

Serviços Financeiros

RJ

MENDES JR

MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A.

IGB ELETRÔNICA S.A.

IGBR

006815

43.185.362/0001-07

Utilidades Domésticas

AM

MERC BRASIL

BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.

IGUATEMI

IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A.

IGTA - NM

020494

51.218.147/0001-93

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MERC FINANC

MERCANTIL BRASIL FINANC S.A. C.F.I.

IMC HOLDINGS

INTERNATIONAL MEAL COMPANY HOLDINGS S.A.

IMCH - NM

022438

08.936.792/0001-12

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

MERC INVEST

BCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A.

IND CATAGUAS

CIA INDUSTRIAL CATAGUASES

CATA

003395

19.526.748/0001-50

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

METAL IGUACU

METALGRÁFICA IGUAÇU S.A.

INDS ROMI

INDÚSTRIAS ROMI S.A.

INDUSVAL

BCO INDUSVAL S.A.

INEPAR

INEPAR S.A. INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES

INEPAR TEL

INEPAR TELECOMUNICAÇÕES S.A.

INVEST BEMGE

INVESTIMENTOS BEMGE S.A.

IOCHP-MAXION

IOCHPE MAXION S.A.

ITAITINGA

ITAITINGA PARTICIPAÇÕES S.A.

ITAUSA

ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A.

ITAUTEC

ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

J B DUARTE

INDÚSTRIAS J B DUARTE S.A.

JBS

JBS S.A.

JHSF PART

JHSF PARTICIPAÇÕES S.A.

KEPLER WEBER S.A.

KLABIN S.A.

KLABIN S.A. KROTON EDUCACIONAL S.A.

007595

76.627.504/0001-06

Máquinas e Equipamentos

SP

METISA

METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A.

08.795.211/0001-70

Transporte e Logística

SP

MGLU - NM

022470

47.960.950/0001-21

Atacado & Varejo

SP

MAGG - NM

020842

08.684.547/0001-65

Mineração

MG

-

022586

13.444.994/0001-87

Mineração

RJ

MGEL - N1

008397

61.065.298/0001-02

Siderurgia e Metalurgia

SP

POMO - N2

008451

88.611.835/0001-29

Máquinas e Equipamentos

RS

MRFG - NM

020788

03.853.896/0001-40

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

MSPA

003654

60.730.348/0001-66

Papel & Celulose e Madeira

SP

MEND

004782

17.162.082/0001-73

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

BMEB

001325

17.184.037/0001-10

Bancos & Crédito

MG

MERC

008540

33.040.601/0001-87

Bancos & Crédito

MG

001309

34.169.557/0001-72

Bancos & Crédito

MG

80.227.184/0001-66

Embalagens

PR

LEVE

008575

60.476.884/0001-87

Máquinas e Equipamentos

SP

FRIO - NM

020613

04.821.041/0001-08

Máquinas e Equipamentos

SP

MTSA

008753

86.375.425/0001-09

Máquinas e Equipamentos

SC

00.359.742/0001-08

Telecomunicações

PR

MILLS

MILLS ESTRUTURAS E SERV. DE ENGENHARIA S.A. MILS - NM

022012

27.093.558/0001-15

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

Holdings Diversificadas

SP

MINASMÁQUINA

MINASMÁQUINAS S.A.

008818

17.161.241/0001-15

Atacado & Varejo

MG

MYPK - NM

011932

61.156.113/0001-75

Máquinas e Equipamentos

SP

MINERVA

MINERVA S.A.

SQRM

015865

01.258.943/0001-81

Holdings Diversificadas

SP

MINUPAR

MINUPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

ITSA - N1

007617

61.532.644/0001-15

Holdings Diversificadas

SP

MMX MINER

MMX MINERAÇÃO E METÁLICOS S.A.

MMAQ

MONT ARANHA

MONTEIRO ARANHA S.A.

MRV

MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.

MULT - N2

JBDU

012319

60.637.238/0001-54

Holdings Diversificadas

SP

MULTIPLAN

MULTIPLAN - EMPREEND IMOBILIÁRIOS S.A.

JBSS - NM

020575

2.916.265/0001-60

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

MULTIPLUS

MULTIPLUS S.A.

JHSF - NM

020605

8.294.224/0001-65

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MUNDIAL

MUNDIAL S.A. - PRODUTOS DE CONSUMO

JFEN

007811

33.035.536/0001-00

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

NADIR FIGUEI

NADIR FIGUEIREDO IND E COM S.A.

JOPA

013285

87.456.562/0001-22

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

NATURA

NATURA COSMÉTICOS S.A.

JSLG - NM

022020

52.548.435/0001-79

Transporte e Logística

SP

NORD BRASIL

BCO NORDESTE DO BRASIL S.A.

004146

82.640.558/0001-04

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

NORDON MET

NORDON INDÚSTRIAS METALÚRGICAS S.A.

KEPL

007870

91.983.056/0001-69

Máquinas e Equipamentos

RS

NOVA OLEO

OGX PETROLEO E GAS S.A.

KLBN - N1

012653

89.637.490/0001-45

Papel & Celulose e Madeira

SP

ODERICH

CONSERVAS ODERICH S.A.

017973

02.800.026/0001-40

Educação

MG

ODONTOPREV

ODONTOPREV S.A.

OGX PETROLEO

OGX PETRÓLEO E GÁS PARTICIPAÇÕES S.A. OI S.A.

LE LIS BLANC

LE LIS BLANC DEUX COM CONFEC ROUPAS S.A.

LLIS - NM

021440

49.669.856/0001-43

Atacado & Varejo

SP

OSX BRASIL

OSX BRASIL S.A.

LOG-IN

LOG-IN LOGÍSTICA INTERMODAL S.A.

008893

33.102.476/0001-92

Holdings Diversificadas

RJ

020915

08.343.492/0001-20

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

MNDL

CTKA

KROT - N2

MOAR MRVE - NM

MPLU - NM

OI

COMPANHIA DE LOCAÇÃO DAS AMÉRICAS

RJ

SP

SP

LOCAMERICA

Mineração

SP

CHI

02.762.115/0001-49

Utilidades Domésticas

Telecomunicações

017914

Bancos & Crédito

Transporte e Logística

CONSTRUTORA LIX DA CUNHA S.A.

MMXM - NM

54.526.082/0001-31

53.790.218/0001-53

LOCALIZA RENT A CAR S.A.

SP RS

60.872.504/0001-23

33.937.681/0001-78

LIX DA CUNHA

Alimentos, Bebidas & Fumo Alimentos, Bebidas & Fumo

012530

012262

LOCALIZA

67.620.377/0001-14 90.076.886/0001-40

019348

080128

020931 013765

ITEC

LFFE

BEEF - NM MNPR

ITUB - N1

LATM

110

023612

008605

LA FONTE TELECOM S.A.

LIGHT S.A.

RS CE

MTIG

LATAM AIRLINES GROUP S.A.

LINX S.A.

Máquinas e Equipamentos Alimentos, Bebidas & Fumo

BMIN

LA FONTE TEL

LIGHT S.A.

89.463.822/0001-12 07.206.816/0001-15

LATAM AIRLN

LINX

020060 020338

01.548.981/0001-79

KROTON

MAHLE-METAL LEVE S.A. METALFRIO SOLUTIONS S.A.

LUPA - NM MDIA - NM

015423

JOAO FORTES ENGENHARIA S.A.

KEPLER WEBER

METAL LEVE METALFRIO

RS SP

006041

JOSAPAR-JOAQUIM OLIVEIRA S.A. - PARTICIP JSL S.A.

SP SP

Atacado & Varejo Construção Civil e Mercado Imobiliário

INET

JOAO FORTES

KARSTEN S.A.

Máquinas e Equipamentos Bancos & Crédito

92.754.738/0001-62 08.078.847/0001-09

FIGE

JOSAPAR JSL

56.720.428/0001-63 61.024.352/0001-71

008133 020370

KARSTEN

007510 020885

INEP

ITAUUNIBANCO

ROMI - NM IDVL - N1

LREN - NM LPSB - NM

MSRO - MA

IGB S.A.

UF State

02.998.301/0001-81

GPC PARTICIPAÇÕES S.A.

HOTÉIS OTHON

Setor / segmento Sector / segment

33.611.500/0001-19

GRAZZIOTIN S.A.

HYPERMARCAS

CNPJ CNPJ

018368

GPC PART

Cód. CVM CVM code

003980

GRAZZIOTIN

Statistics

GGBR - N1

GEPA

Statistics

020982

07.816.890/0001-53

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

021946

11.094.546/0001-75

Serviços Financeiros

SP

005312

88.610.191/0001-54

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

NAFG

009040

61.067.161/0001-97

Utilidades Domésticas

SP

NATU - NM

019550

71.673.990/0001-77

Atacado & Varejo

SP

BNBR

001228

07.237.373/0001-20

Bancos & Crédito

CE

NORD

009083

60.884.319/0001-59

Máquinas e Equipamentos

SP

OGSA

023493

08.926.302/0001-05

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

ODER

004693

97.191.902/0001-94

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

ODPV - NM

020125

58.119.199/0001-51

Serviços médico-hospitalares

SP

OGXP - NM

020168

07.957.093/0001-96

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

OIBR - N1

011312

76.535.764/0001-43

Telecomunicações

RJ

OSXB - NM

021342

09.112.685/0001-32

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

LIGT - NM

019879

03.378.521/0001-75

Energia Elétrica

RJ

OUROFINO S.A.

OURO FINO SAÚDE ANIMAL PARTICIPAÇÕES S.A.

OFSA - NM

023507

20.258.278/0001-70

Serviços médico-hospitalares

SP

LINX - NM

023035

06.948.969/0001-75

Tecnologia da Informação

SP

P.AÇÚCAR-CBD

CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

PCAR - N1

014826

47.508.411/0001-56

Atacado & Varejo

SP

LIXC

004774

46.014.635/0001-49

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

PANATLANTICA

PANATLANTICA S.A.

RENT - NM

019739

16.670.085/0001-55

Transporte e Logística

MG

PAR AL BAHIA

CIA PARTICIPAÇÕES ALIANCA DA BAHIA

LCAM - NM

022691

10.215.988/0001-60

Transporte e Logística

SP

PARANÁ

PARANÁ BCO S.A.

LOGN - NM

020710

42.278.291/0001-24

Transporte e Logística

RJ

PARANAPANEMA

PARANAPANEMA S.A.

PATI

000094

92.693.019/0001-89

Siderurgia e Metalurgia

RS

PEAB

018708

01.938.783/0001-11

Serviços Financeiros

BA

PRBC - N1

020729

14.388.334/0001-99

Bancos & Crédito

PR

PMAM - N1

009393

60.398.369/0001-26

Siderurgia e Metalurgia

SP

111


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

GER PARANAP

DUKE ENERGY INT. GER. PARANAPANEMA S.A.

GERDAU

GERDAU S.A.

GERDAU MET

METALURGICA GERDAU S.A.

GOL

GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A.

GP INVEST

GP INVESTMENTS. LTD.

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

UF State

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Energia Elétrica

SP

LOJAS AMERIC

LOJAS AMERICANAS S.A.

LAME

008087

33.014.556/0001-96

Atacado & Varejo

RJ

Siderurgia e Metalurgia

RJ

LOJAS HERING

LOJAS HERING S.A.

LHER

008117

82.640.632/0001-84

Atacado & Varejo

SC

GOAU - N1

008656

92.690.783/0001-09

Siderurgia e Metalurgia

RS

LOJAS MARISA

MARISA LOJAS S.A.

AMAR - NM

022055

61.189.288/0001-89

Atacado & Varejo

SP

GOLL - N2

019569

06.164.253/0001-87

Transporte e Logística

SP

LOJAS RENNER

LOJAS RENNER S.A.

GPIV - DR3

080020

07.857.850/0001-50

Serviços Financeiros

SP

LOPES BRASIL

LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A.

GPCP

016632

02.193.750/0001-52

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

LUPATECH

LUPATECH S.A.

CGRA

004537

92.012.467/0001-70

Atacado & Varejo

RS

M.DIASBRANCO

M.DIAS BRANCO S.A. IND COM DE ALIMENTOS

GRENDENE

GRENDENE S.A.

GRND - NM

019615

89.850.341/0001-60

Tecidos, Vestuário e Calçados

CE

MAESTROLOC

MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A.

GUARARAPES

GUARARAPES CONFECÇÕES S.A.

GUAR

004669

08.402.943/001-52

Atacado & Varejo

RN

MAGAZ LUIZA

MAGAZINE LUIZA S.A.

HABITASUL

CIA HABITASUL DE PARTICIPAÇÕES

HBTS

003298

87.762.563/0001-03

Holdings Diversificadas

RS

MAGNESITA SA

MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A.

HAGA S.A.

HAGA S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO

HAGA

013366

30.540.991/0001-66

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

MANABI

MLOG S.A.

HELBOR

HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.

HBOR - NM

020877

49.263.189/0001-02

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MANGELS INDL

MANGELS INDUSTRIAL S.A.

HERCULES

HERCULES S.A. FÁBRICA DE TALHERES

HETA

006629

92.749.225/0001-63

Utilidades Domésticas

SP

MARCOPOLO

MARCOPOLO S.A.

HOTÉIS OTHON S.A. HYPERMARCAS S.A.

HOOT

006700

33.200.049/0001-47

Lazer, Turismo e Hotelaria

RJ

MARFRIG

MARFRIG ALIMENTOS S.A.

HYPE - NM

021431

02.932.074/0001-91

Atacado & Varejo

SP

MELHOR SP

CIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO

IDEIASNET

IDEIASNET S.A.

IDNT - NM

018414

02.365.069/0001-44

Serviços Financeiros

RJ

MENDES JR

MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A.

IGB ELETRÔNICA S.A.

IGBR

006815

43.185.362/0001-07

Utilidades Domésticas

AM

MERC BRASIL

BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.

IGUATEMI

IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A.

IGTA - NM

020494

51.218.147/0001-93

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MERC FINANC

MERCANTIL BRASIL FINANC S.A. C.F.I.

IMC HOLDINGS

INTERNATIONAL MEAL COMPANY HOLDINGS S.A.

IMCH - NM

022438

08.936.792/0001-12

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

MERC INVEST

BCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A.

IND CATAGUAS

CIA INDUSTRIAL CATAGUASES

CATA

003395

19.526.748/0001-50

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

METAL IGUACU

METALGRÁFICA IGUAÇU S.A.

INDS ROMI

INDÚSTRIAS ROMI S.A.

INDUSVAL

BCO INDUSVAL S.A.

INEPAR

INEPAR S.A. INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES

INEPAR TEL

INEPAR TELECOMUNICAÇÕES S.A.

INVEST BEMGE

INVESTIMENTOS BEMGE S.A.

IOCHP-MAXION

IOCHPE MAXION S.A.

ITAITINGA

ITAITINGA PARTICIPAÇÕES S.A.

ITAUSA

ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A.

ITAUTEC

ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

J B DUARTE

INDÚSTRIAS J B DUARTE S.A.

JBS

JBS S.A.

JHSF PART

JHSF PARTICIPAÇÕES S.A.

KEPLER WEBER S.A.

KLABIN S.A.

KLABIN S.A. KROTON EDUCACIONAL S.A.

007595

76.627.504/0001-06

Máquinas e Equipamentos

SP

METISA

METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A.

08.795.211/0001-70

Transporte e Logística

SP

MGLU - NM

022470

47.960.950/0001-21

Atacado & Varejo

SP

MAGG - NM

020842

08.684.547/0001-65

Mineração

MG

-

022586

13.444.994/0001-87

Mineração

RJ

MGEL - N1

008397

61.065.298/0001-02

Siderurgia e Metalurgia

SP

POMO - N2

008451

88.611.835/0001-29

Máquinas e Equipamentos

RS

MRFG - NM

020788

03.853.896/0001-40

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

MSPA

003654

60.730.348/0001-66

Papel & Celulose e Madeira

SP

MEND

004782

17.162.082/0001-73

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

BMEB

001325

17.184.037/0001-10

Bancos & Crédito

MG

MERC

008540

33.040.601/0001-87

Bancos & Crédito

MG

001309

34.169.557/0001-72

Bancos & Crédito

MG

80.227.184/0001-66

Embalagens

PR

LEVE

008575

60.476.884/0001-87

Máquinas e Equipamentos

SP

FRIO - NM

020613

04.821.041/0001-08

Máquinas e Equipamentos

SP

MTSA

008753

86.375.425/0001-09

Máquinas e Equipamentos

SC

00.359.742/0001-08

Telecomunicações

PR

MILLS

MILLS ESTRUTURAS E SERV. DE ENGENHARIA S.A. MILS - NM

022012

27.093.558/0001-15

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

Holdings Diversificadas

SP

MINASMÁQUINA

MINASMÁQUINAS S.A.

008818

17.161.241/0001-15

Atacado & Varejo

MG

MYPK - NM

011932

61.156.113/0001-75

Máquinas e Equipamentos

SP

MINERVA

MINERVA S.A.

SQRM

015865

01.258.943/0001-81

Holdings Diversificadas

SP

MINUPAR

MINUPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

ITSA - N1

007617

61.532.644/0001-15

Holdings Diversificadas

SP

MMX MINER

MMX MINERAÇÃO E METÁLICOS S.A.

MMAQ

MONT ARANHA

MONTEIRO ARANHA S.A.

MRV

MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.

MULT - N2

JBDU

012319

60.637.238/0001-54

Holdings Diversificadas

SP

MULTIPLAN

MULTIPLAN - EMPREEND IMOBILIÁRIOS S.A.

JBSS - NM

020575

2.916.265/0001-60

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

MULTIPLUS

MULTIPLUS S.A.

JHSF - NM

020605

8.294.224/0001-65

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

MUNDIAL

MUNDIAL S.A. - PRODUTOS DE CONSUMO

JFEN

007811

33.035.536/0001-00

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

NADIR FIGUEI

NADIR FIGUEIREDO IND E COM S.A.

JOPA

013285

87.456.562/0001-22

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

NATURA

NATURA COSMÉTICOS S.A.

JSLG - NM

022020

52.548.435/0001-79

Transporte e Logística

SP

NORD BRASIL

BCO NORDESTE DO BRASIL S.A.

004146

82.640.558/0001-04

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

NORDON MET

NORDON INDÚSTRIAS METALÚRGICAS S.A.

KEPL

007870

91.983.056/0001-69

Máquinas e Equipamentos

RS

NOVA OLEO

OGX PETROLEO E GAS S.A.

KLBN - N1

012653

89.637.490/0001-45

Papel & Celulose e Madeira

SP

ODERICH

CONSERVAS ODERICH S.A.

017973

02.800.026/0001-40

Educação

MG

ODONTOPREV

ODONTOPREV S.A.

OGX PETROLEO

OGX PETRÓLEO E GÁS PARTICIPAÇÕES S.A. OI S.A.

LE LIS BLANC

LE LIS BLANC DEUX COM CONFEC ROUPAS S.A.

LLIS - NM

021440

49.669.856/0001-43

Atacado & Varejo

SP

OSX BRASIL

OSX BRASIL S.A.

LOG-IN

LOG-IN LOGÍSTICA INTERMODAL S.A.

008893

33.102.476/0001-92

Holdings Diversificadas

RJ

020915

08.343.492/0001-20

Construção Civil e Mercado Imobiliário

MG

MNDL

CTKA

KROT - N2

MOAR MRVE - NM

MPLU - NM

OI

COMPANHIA DE LOCAÇÃO DAS AMÉRICAS

RJ

SP

SP

LOCAMERICA

Mineração

SP

CHI

02.762.115/0001-49

Utilidades Domésticas

Telecomunicações

017914

Bancos & Crédito

Transporte e Logística

CONSTRUTORA LIX DA CUNHA S.A.

MMXM - NM

54.526.082/0001-31

53.790.218/0001-53

LOCALIZA RENT A CAR S.A.

SP RS

60.872.504/0001-23

33.937.681/0001-78

LIX DA CUNHA

Alimentos, Bebidas & Fumo Alimentos, Bebidas & Fumo

012530

012262

LOCALIZA

67.620.377/0001-14 90.076.886/0001-40

019348

080128

020931 013765

ITEC

LFFE

BEEF - NM MNPR

ITUB - N1

LATM

110

023612

008605

LA FONTE TELECOM S.A.

LIGHT S.A.

RS CE

MTIG

LATAM AIRLINES GROUP S.A.

LINX S.A.

Máquinas e Equipamentos Alimentos, Bebidas & Fumo

BMIN

LA FONTE TEL

LIGHT S.A.

89.463.822/0001-12 07.206.816/0001-15

LATAM AIRLN

LINX

020060 020338

01.548.981/0001-79

KROTON

MAHLE-METAL LEVE S.A. METALFRIO SOLUTIONS S.A.

LUPA - NM MDIA - NM

015423

JOAO FORTES ENGENHARIA S.A.

KEPLER WEBER

METAL LEVE METALFRIO

RS SP

006041

JOSAPAR-JOAQUIM OLIVEIRA S.A. - PARTICIP JSL S.A.

SP SP

Atacado & Varejo Construção Civil e Mercado Imobiliário

INET

JOAO FORTES

KARSTEN S.A.

Máquinas e Equipamentos Bancos & Crédito

92.754.738/0001-62 08.078.847/0001-09

FIGE

JOSAPAR JSL

56.720.428/0001-63 61.024.352/0001-71

008133 020370

KARSTEN

007510 020885

INEP

ITAUUNIBANCO

ROMI - NM IDVL - N1

LREN - NM LPSB - NM

MSRO - MA

IGB S.A.

UF State

02.998.301/0001-81

GPC PARTICIPAÇÕES S.A.

HOTÉIS OTHON

Setor / segmento Sector / segment

33.611.500/0001-19

GRAZZIOTIN S.A.

HYPERMARCAS

CNPJ CNPJ

018368

GPC PART

Cód. CVM CVM code

003980

GRAZZIOTIN

Statistics

GGBR - N1

GEPA

Statistics

020982

07.816.890/0001-53

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

021946

11.094.546/0001-75

Serviços Financeiros

SP

005312

88.610.191/0001-54

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

NAFG

009040

61.067.161/0001-97

Utilidades Domésticas

SP

NATU - NM

019550

71.673.990/0001-77

Atacado & Varejo

SP

BNBR

001228

07.237.373/0001-20

Bancos & Crédito

CE

NORD

009083

60.884.319/0001-59

Máquinas e Equipamentos

SP

OGSA

023493

08.926.302/0001-05

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

ODER

004693

97.191.902/0001-94

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

ODPV - NM

020125

58.119.199/0001-51

Serviços médico-hospitalares

SP

OGXP - NM

020168

07.957.093/0001-96

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

OIBR - N1

011312

76.535.764/0001-43

Telecomunicações

RJ

OSXB - NM

021342

09.112.685/0001-32

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

LIGT - NM

019879

03.378.521/0001-75

Energia Elétrica

RJ

OUROFINO S.A.

OURO FINO SAÚDE ANIMAL PARTICIPAÇÕES S.A.

OFSA - NM

023507

20.258.278/0001-70

Serviços médico-hospitalares

SP

LINX - NM

023035

06.948.969/0001-75

Tecnologia da Informação

SP

P.AÇÚCAR-CBD

CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

PCAR - N1

014826

47.508.411/0001-56

Atacado & Varejo

SP

LIXC

004774

46.014.635/0001-49

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

PANATLANTICA

PANATLANTICA S.A.

RENT - NM

019739

16.670.085/0001-55

Transporte e Logística

MG

PAR AL BAHIA

CIA PARTICIPAÇÕES ALIANCA DA BAHIA

LCAM - NM

022691

10.215.988/0001-60

Transporte e Logística

SP

PARANÁ

PARANÁ BCO S.A.

LOGN - NM

020710

42.278.291/0001-24

Transporte e Logística

RJ

PARANAPANEMA

PARANAPANEMA S.A.

PATI

000094

92.693.019/0001-89

Siderurgia e Metalurgia

RS

PEAB

018708

01.938.783/0001-11

Serviços Financeiros

BA

PRBC - N1

020729

14.388.334/0001-99

Bancos & Crédito

PR

PMAM - N1

009393

60.398.369/0001-26

Siderurgia e Metalurgia

SP

111


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

UF State

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

PATAGONIA

BCO PATAGONIA S.A.

BPAT - DR3

080063

08.884.213/0001-35

Bancos & Crédito

ARG

SPRINGER

SPRINGER S.A.

PAUL F LUZ

CIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ

-

003824

33.050.196/0001-88

Energia Elétrica

SP

SPRINGS

SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.

PDG REALT

PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPAÇÕES

020478

02.950.811/0001-89

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

SPTURIS

SÃO PAULO TURISMO S.A.

PET MANGUINH

REFINARIA DE PETROLEOS MANGUINHOS S.A.

PETROBRAS

PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS

PETRORIO

PETRO RIO S.A.

PETTENATI

PETTENATI S.A. INDUSTRIA TEXTIL

PINE

BCO PINE S.A.

PLASCAR PART

PLASCAR PARTICIPAÇÕES INDUSTRIAIS S.A. POLPAR S.A.

POMIFRUTAS

POMIFRUTAS S.A. PORTO SEGURO S.A.

PORTOBELLO

PORTOBELLO S.A.

POSITIVO INF

POSITIVO INFORMÁTICA S.A.

PRATICA

PRATICA PARTICIPAÇÕES S.A.

RPMG PETR

POLPAR

PORTO SEGURO

PDGR - NM

009989

33.412.081/0001-96

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SULAMÉRICA

SULAMÉRICA S.A.

009512

33.000.167/0001-01

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SULTEPA

CONSTRUTORA SULTEPA S.A.

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Setor / segmento Sector / segment

UF State

SPRI

010960

92.929.520/0001-00

Utilidades Domésticas

SP

SGPS - NM

020966

07.718.269/0001-57

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

AHEB

009415

62.002.886/0001-60

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

SULA - N2

021121

29.978.814/0001-87

Serviços Financeiros

RJ

SULT

013030

89.723.993/0001-33

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RS

PRIO - NM

022187

10.629.105/0001-68

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SUZANO HOLD

SUZANO HOLDING S.A.

NEMO

009067

60.651.809/0001-05

Papel & Celulose e Madeira

SP

PTNT

009539

88.613.658/0001-10

Tecidos, Vestuário e Calçados

RS

SUZANO PAPEL

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.

SUZB - N1

013986

16.404.287/0001-55

Papel & Celulose e Madeira

BA

PINE - N1

020567

62.144.175/0001-20

Bancos & Crédito

SP

TAESA

TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. TRNA - N2

020257

07.859.971/0001-30

Energia Elétrica

RJ

PLAS

013471

51.928.174/0001-50

Máquinas e Equipamentos

SP

TARPON INV

TARPON INVESTIMENTOS S.A.

PPAR

013447

59.789.545/0001-71

Holdings Diversificadas

SP

TEC BLUMENAU

TECBLU TECELAGEM BLUMENAU S.A.

FRTA - NM

019658

86.550.951/0001-50

Alimentos, Bebidas & Fumo

SC

TECEL S JOSÉ

FIAÇÃO TEC SÃO JOSÉ S.A.

PSSA - NM

016659

02.149.205/0001-69

Serviços Financeiros

SP

TECHNOS

TECHNOS S.A.

PTBL - NM

013773

83.475.913/0001-91

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SC

TECNISA

TECNISA S.A.

POSI - NM

020362

81.243.735/0001-48

Utilidades Domésticas

PR

TECTOY

TEC TOY S.A.

PRCA - MA

023728

10.747.021/0001-29

Máquinas e Equipamentos

MG

TEGMA

TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A.

TRPN - NM

021717

05.341.549/0001-63

Serviços Financeiros

SP

TENE

011215

08.424.178/0001-71

Tecidos, Vestuário e Calçados

RN

SJOS

005983

17.159.005/0001-64

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

TECN - NM

022519

09.295.063/0001-97

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

TCSA - NM

020435

08.065.557/0001-12

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TOYB

014133

22.770.366/0001-82

Utilidades Domésticas

AM

TGMA - NM

020800

2.351.144/0001-18

Transporte e Logística

SP

PROFARMA

PROFARMA DISTRIB PROD FARMACÊUTICOS S.A.

PFRM - NM

020346

45.453.214/0001-51

Atacado & Varejo

RJ

TEKA

TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A.

TEKA

011223

82.636.986/0001-55

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

PRUMO

PRUMO LOGÍSTICA S.A.

PRML - NM

021482

08.741.499/0001-08

Transporte e Logística

RJ

TEKNO

TEKNO S.A. - INDÚSTRIA E COMÉRCIO

TKNO

011231

33.467.572/0001-34

Siderurgia e Metalurgia

SP

QGEP PART

QGEP PARTICIPAÇÕES S.A.

QGEP - NM

022365

11.669.021/0001-10

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

SP

TELEBRAS

TELEC BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS

TELB

011258

00.336.701/0001-04

Holdings Diversificadas

DF

QUALICORP

QUALICORP S.A.

QUAL - NM

022497

11.992.680/0001-93

Serviços médico-hospitalares

SP

TELEF BRASIL

TELEFÔNICA BRASIL S.A

RAIADROGASIL

RAIA DROGASIL S.A.

RADL NM

005258

61.585.865/0001-51

Atacado & Varejo

SP

TEMPO PART

TEMPO PARTICIPAÇÕES S.A.

RANDON PART

RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES

RAPT - N1

014109

89.086.144/0001-16

Máquinas e Equipamentos

RS

TEREOS

TEREOS INTERNACIONAL S.A.

RECRUSUL

RECRUSUL S.A.

RCSL

012572

91.333.666/0001-17

Máquinas e Equipamentos

RS

TEX RENAUX

TEXTIL RENAUXVIEW S.A.

REDE ENERGIA

REDE ENERGIA S.A.

REDE

003190

61.584.140/0001-49

Energia Elétrica

SP

TIM PART S.A.

TIM PARTICIPAÇÕES S.A.

RENOVA

RENOVA ENERGIA S.A.

RIO GDE ENER

RIO GRANDE ENERGIA S.A.

RIOSULENSE

METALÚRGICA RIOSULENSE S.A.

RODOBENSIMOB

RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIÁRIOS S.A.

ROSSI RESID

ROSSI RESIDENCIAL S.A.

RNEW - N2

021636

08.534.605/0001-74

Energia Elétrica

SP

TIME FOR FUN

T4F ENTRETENIMENTO S.A.

-

016535

02.016.439/0001-38

Energia Elétrica

RS

TOTVS

TOTVS S.A.

RSUL

SAUIPE

SAUIPE S.A.

SCHLOSSER

CIA INDUSTRIAL SCHLOSSER S.A.

SCHULZ

SCHULZ S.A.

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

Tecnologia da Informação

SP

Energia Elétrica

SC

Energia Elétrica

SP

RSID - NM

016306

61.065.751/0001-80

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TREVISA

TREVISA INVESTIMENTOS S.A.

008192

92.660.570/0001-26

Transporte e Logística

RS

LUXM

SNSY

012696

14.807.945/0001-24

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

BA

TUPY

TUPY S.A.

SANB - N2

020532

90.400.888/0001-42

Bancos & Crédito

SP

ULTRAPAR

ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

CTSA

004081

21.255.567/0001-89

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

UNICASA

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.

TRIS - NM

021130

08.811.643/0001-27

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TPIS - NM

019330

03.014.553/0001-91

Transporte e Logística

SP

TUPY

006343

84.683.374/0001-49

Máquinas e Equipamentos

SC

UGPA - N1

018465

33.256.439/0001-39

Holdings Diversificadas

SP

UCAS - NM

022780

90.441.460/0001-48

Utilidades Domésticas

SP

STBP - N2

017892

02.762.121/0001-04

Transporte e Logística

SP

UNIPAR

UNIPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

SCAR - NM

013781

29.780.061/0001-09

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

USIMINAS

USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS

011592

33.958.695/0001-78

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

014320

60.894.730/0001-05

Siderurgia e Metalurgia

MG

SMTO - NM

020516

51.466.860/0001-56

Açúcar e Álcool

SP

V-AGRO

VANGUARDA AGRO S.A.

ECOD - NM

020354

05.799.312/0001-20

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SLED - N2

010472

60.500.139/0001-26

Atacado & Varejo

SP

VALE

VALE S.A.

VALE - N1

004170

33.592.510/0001-54

Mineração

RJ

PSEG

015261

00.866.577/0001-80

Lazer, Turismo e Hotelaria

BA

VALID

VALID SOLUÇÕES E SERV. SEG. MEIOS PAG. IDENT. S.A. VLID - NM

020028

33.113.309/0001-47

Tecnologia da Informação

RJ

SCLO

003549

82.981.929/0001-03

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

VIAVAREJO

VIA VAREJO S.A.

SHUL

014664

84.693.183/0001-68

Máquinas e Equipamentos

SC

VIGOR FOOD

VIGOR ALIMENTOS S.A.

UNIP - N1 USIM - N1

VVAR

006505

33.041.260/0652-90

Atacado & Varejo

RJ

VIGR - NM

022772

13.324.184/0001-97

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

SEG AL BAHIA

CIA SEGUROS ALIANÇA DA BAHIA

CSAB

003115

15.144.017/0001-90

Serviços Financeiros

BA

VIVER

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

VIVR - NM

020702

67.571.414/0001-41

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

SENIOR SOL

SENIOR SOLUTION S.A.

SNSL - NM

022799

04.065.791/0001-99

Tecnologia da Informação

SP

VULCABRAS

VULCABRAS / AZALEIA S.A.

VULC

011762

50.926.955/0001-42

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

SER EDUCA

SER EDUCACIONAL S.A.

SEER - NM

023221

04.986.320/0001-13

Educação

PE

WEG

WEG S.A.

WEGE - NM

005410

84.429.695/0001-11

Máquinas e Equipamentos

SC

WMBY

011800

25.329.319/0001-96

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

MWET

011991

84.683.671/0001-94

Máquinas e Equipamentos

SC

SID NACIONAL

CIA SIDERÚRGICA NACIONAL

SIERRABRASIL

SONAE SIERRA BRASIL S.A.

02.860.694/0001-62 53.113.791/0001-22 02.474.103/0001-19

TRISUL S.A.

SÃO MARTINHO S.A.

022454 019992

02.998.611/0001-04

TPI - TRIUNFO PARTICIP. E INVEST. S.A.

SARAIVA S.A. LIVREIROS EDITORES

SHOW - NM TOTS - NM

017329

TRISUL

SÃO MARTINHO

RJ

018376

TRIUNFO PART

SARAIVA LIVR

Telecomunicações

TBLE - NM

SP

02.558.115/0001-21

TRACTEBEL ENERGIA S.A.

PR

SANTOS BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

017639

CTEEP - CIA TRANSM. ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA TRPL - N1

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SÃO CARLOS EMPREEND E PARTICIPAÇÕES S.A.

TCSL

TRACTEBEL

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SANTOS BRP

SP SC

TRAN PAULIST

43.776.517/0001-80

SÃO CARLOS

Alimentos, Bebidas & Fumo Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

76.484.013/0001-45

11.566.501/0001-56 82.982.075/0001-80

SP

014443

CIA TECIDOS SANTANENSE

022136 007544

Máquinas e Equipamentos

018627

SANTANENSE

TERI - NM TXRX

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SBSP - NM

SP SP

85.778.074/0001-06

SAPR

Telecomunicações Serviços médico-hospitalares

67.010.660/0001-24

CIA SANEAMENTO BASICO EST SÃO PAULO

SANSUY S.A. INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS

02.558.157/0001-62 06.977.739/0001-34

013439

CIA SANEAMENTO DO PARANÁ - SANEPAR

BCO SANTANDER S.A.

017671 019917

020451

SABESP

SANSUY

VIVT TEMP - NM

RDNI - NM

SANEPAR

SANTANDER BR

SLC AGRÍCOLA

SLC AGRÍCOLA S.A.

SOFISA

BCO SOFISA S.A.

SOMOS EDUCA

SOMOS EDUCAÇÃO S.A.

SONDOTECNICA

SONDOTECNICA ENGENHARIA SOLOS S.A.

112

CSNA

004030

33.042.730/0001-04

Siderurgia e Metalurgia

RJ

WEMBLEY

WEMBLEY SOCIEDADE ANÔNIMA

SSBR - NM

022357

05.878.397/0001-32

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

WETZEL S.A.

WETZEL S.A.

SLCE - NM

020745

89.096.457/0001-55

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

WHIRLPOOL

WHIRLPOOL S.A.

SFSA - N2

020680

60.889.128/0001-80

Bancos & Crédito

SP

WILSON SONS

WILSON SONS LTDA

SEDU - NM

022551

02.541.982/0001-54

Educação

SP

WLM IND COM

WLM - INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.

010880

33.386.210/0001-19

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

SOND

WHRL

014346

59.105.999/0001-86

Utilidades Domésticas

SP

WSON - DR3

080047

05.721.735/0001-28

Transporte e Logística

SP

SGAS

011070

33.228.024/0001-51

Atacado & Varejo

RJ

113


Estatísticas

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Estatísticas

Setor / segmento Sector / segment

UF State

Nome de pregão Trading name

Denominação social Company name

Cód. neg. Bovespa Bovespa trading code

PATAGONIA

BCO PATAGONIA S.A.

BPAT - DR3

080063

08.884.213/0001-35

Bancos & Crédito

ARG

SPRINGER

SPRINGER S.A.

PAUL F LUZ

CIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ

-

003824

33.050.196/0001-88

Energia Elétrica

SP

SPRINGS

SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.

PDG REALT

PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPAÇÕES

020478

02.950.811/0001-89

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

SPTURIS

SÃO PAULO TURISMO S.A.

PET MANGUINH

REFINARIA DE PETROLEOS MANGUINHOS S.A.

PETROBRAS

PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS

PETRORIO

PETRO RIO S.A.

PETTENATI

PETTENATI S.A. INDUSTRIA TEXTIL

PINE

BCO PINE S.A.

PLASCAR PART

PLASCAR PARTICIPAÇÕES INDUSTRIAIS S.A. POLPAR S.A.

POMIFRUTAS

POMIFRUTAS S.A. PORTO SEGURO S.A.

PORTOBELLO

PORTOBELLO S.A.

POSITIVO INF

POSITIVO INFORMÁTICA S.A.

PRATICA

PRATICA PARTICIPAÇÕES S.A.

RPMG PETR

POLPAR

PORTO SEGURO

PDGR - NM

009989

33.412.081/0001-96

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SULAMÉRICA

SULAMÉRICA S.A.

009512

33.000.167/0001-01

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SULTEPA

CONSTRUTORA SULTEPA S.A.

Statistics

Cód. CVM CVM code

CNPJ CNPJ

Setor / segmento Sector / segment

UF State

SPRI

010960

92.929.520/0001-00

Utilidades Domésticas

SP

SGPS - NM

020966

07.718.269/0001-57

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

AHEB

009415

62.002.886/0001-60

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

SULA - N2

021121

29.978.814/0001-87

Serviços Financeiros

RJ

SULT

013030

89.723.993/0001-33

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RS

PRIO - NM

022187

10.629.105/0001-68

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SUZANO HOLD

SUZANO HOLDING S.A.

NEMO

009067

60.651.809/0001-05

Papel & Celulose e Madeira

SP

PTNT

009539

88.613.658/0001-10

Tecidos, Vestuário e Calçados

RS

SUZANO PAPEL

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.

SUZB - N1

013986

16.404.287/0001-55

Papel & Celulose e Madeira

BA

PINE - N1

020567

62.144.175/0001-20

Bancos & Crédito

SP

TAESA

TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. TRNA - N2

020257

07.859.971/0001-30

Energia Elétrica

RJ

PLAS

013471

51.928.174/0001-50

Máquinas e Equipamentos

SP

TARPON INV

TARPON INVESTIMENTOS S.A.

PPAR

013447

59.789.545/0001-71

Holdings Diversificadas

SP

TEC BLUMENAU

TECBLU TECELAGEM BLUMENAU S.A.

FRTA - NM

019658

86.550.951/0001-50

Alimentos, Bebidas & Fumo

SC

TECEL S JOSÉ

FIAÇÃO TEC SÃO JOSÉ S.A.

PSSA - NM

016659

02.149.205/0001-69

Serviços Financeiros

SP

TECHNOS

TECHNOS S.A.

PTBL - NM

013773

83.475.913/0001-91

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SC

TECNISA

TECNISA S.A.

POSI - NM

020362

81.243.735/0001-48

Utilidades Domésticas

PR

TECTOY

TEC TOY S.A.

PRCA - MA

023728

10.747.021/0001-29

Máquinas e Equipamentos

MG

TEGMA

TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A.

TRPN - NM

021717

05.341.549/0001-63

Serviços Financeiros

SP

TENE

011215

08.424.178/0001-71

Tecidos, Vestuário e Calçados

RN

SJOS

005983

17.159.005/0001-64

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

TECN - NM

022519

09.295.063/0001-97

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

TCSA - NM

020435

08.065.557/0001-12

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TOYB

014133

22.770.366/0001-82

Utilidades Domésticas

AM

TGMA - NM

020800

2.351.144/0001-18

Transporte e Logística

SP

PROFARMA

PROFARMA DISTRIB PROD FARMACÊUTICOS S.A.

PFRM - NM

020346

45.453.214/0001-51

Atacado & Varejo

RJ

TEKA

TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A.

TEKA

011223

82.636.986/0001-55

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

PRUMO

PRUMO LOGÍSTICA S.A.

PRML - NM

021482

08.741.499/0001-08

Transporte e Logística

RJ

TEKNO

TEKNO S.A. - INDÚSTRIA E COMÉRCIO

TKNO

011231

33.467.572/0001-34

Siderurgia e Metalurgia

SP

QGEP PART

QGEP PARTICIPAÇÕES S.A.

QGEP - NM

022365

11.669.021/0001-10

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

SP

TELEBRAS

TELEC BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS

TELB

011258

00.336.701/0001-04

Holdings Diversificadas

DF

QUALICORP

QUALICORP S.A.

QUAL - NM

022497

11.992.680/0001-93

Serviços médico-hospitalares

SP

TELEF BRASIL

TELEFÔNICA BRASIL S.A

RAIADROGASIL

RAIA DROGASIL S.A.

RADL NM

005258

61.585.865/0001-51

Atacado & Varejo

SP

TEMPO PART

TEMPO PARTICIPAÇÕES S.A.

RANDON PART

RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES

RAPT - N1

014109

89.086.144/0001-16

Máquinas e Equipamentos

RS

TEREOS

TEREOS INTERNACIONAL S.A.

RECRUSUL

RECRUSUL S.A.

RCSL

012572

91.333.666/0001-17

Máquinas e Equipamentos

RS

TEX RENAUX

TEXTIL RENAUXVIEW S.A.

REDE ENERGIA

REDE ENERGIA S.A.

REDE

003190

61.584.140/0001-49

Energia Elétrica

SP

TIM PART S.A.

TIM PARTICIPAÇÕES S.A.

RENOVA

RENOVA ENERGIA S.A.

RIO GDE ENER

RIO GRANDE ENERGIA S.A.

RIOSULENSE

METALÚRGICA RIOSULENSE S.A.

RODOBENSIMOB

RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIÁRIOS S.A.

ROSSI RESID

ROSSI RESIDENCIAL S.A.

RNEW - N2

021636

08.534.605/0001-74

Energia Elétrica

SP

TIME FOR FUN

T4F ENTRETENIMENTO S.A.

-

016535

02.016.439/0001-38

Energia Elétrica

RS

TOTVS

TOTVS S.A.

RSUL

SAUIPE

SAUIPE S.A.

SCHLOSSER

CIA INDUSTRIAL SCHLOSSER S.A.

SCHULZ

SCHULZ S.A.

Lazer, Turismo e Hotelaria

SP

Tecnologia da Informação

SP

Energia Elétrica

SC

Energia Elétrica

SP

RSID - NM

016306

61.065.751/0001-80

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TREVISA

TREVISA INVESTIMENTOS S.A.

008192

92.660.570/0001-26

Transporte e Logística

RS

LUXM

SNSY

012696

14.807.945/0001-24

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

BA

TUPY

TUPY S.A.

SANB - N2

020532

90.400.888/0001-42

Bancos & Crédito

SP

ULTRAPAR

ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

CTSA

004081

21.255.567/0001-89

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

UNICASA

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.

TRIS - NM

021130

08.811.643/0001-27

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

TPIS - NM

019330

03.014.553/0001-91

Transporte e Logística

SP

TUPY

006343

84.683.374/0001-49

Máquinas e Equipamentos

SC

UGPA - N1

018465

33.256.439/0001-39

Holdings Diversificadas

SP

UCAS - NM

022780

90.441.460/0001-48

Utilidades Domésticas

SP

STBP - N2

017892

02.762.121/0001-04

Transporte e Logística

SP

UNIPAR

UNIPAR PARTICIPAÇÕES S.A.

SCAR - NM

013781

29.780.061/0001-09

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

USIMINAS

USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS

011592

33.958.695/0001-78

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

014320

60.894.730/0001-05

Siderurgia e Metalurgia

MG

SMTO - NM

020516

51.466.860/0001-56

Açúcar e Álcool

SP

V-AGRO

VANGUARDA AGRO S.A.

ECOD - NM

020354

05.799.312/0001-20

Petr. & Gás, Quím. & Petroq. e Borr. & Plást.

RJ

SLED - N2

010472

60.500.139/0001-26

Atacado & Varejo

SP

VALE

VALE S.A.

VALE - N1

004170

33.592.510/0001-54

Mineração

RJ

PSEG

015261

00.866.577/0001-80

Lazer, Turismo e Hotelaria

BA

VALID

VALID SOLUÇÕES E SERV. SEG. MEIOS PAG. IDENT. S.A. VLID - NM

020028

33.113.309/0001-47

Tecnologia da Informação

RJ

SCLO

003549

82.981.929/0001-03

Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

VIAVAREJO

VIA VAREJO S.A.

SHUL

014664

84.693.183/0001-68

Máquinas e Equipamentos

SC

VIGOR FOOD

VIGOR ALIMENTOS S.A.

UNIP - N1 USIM - N1

VVAR

006505

33.041.260/0652-90

Atacado & Varejo

RJ

VIGR - NM

022772

13.324.184/0001-97

Alimentos, Bebidas & Fumo

SP

SEG AL BAHIA

CIA SEGUROS ALIANÇA DA BAHIA

CSAB

003115

15.144.017/0001-90

Serviços Financeiros

BA

VIVER

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

VIVR - NM

020702

67.571.414/0001-41

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

SENIOR SOL

SENIOR SOLUTION S.A.

SNSL - NM

022799

04.065.791/0001-99

Tecnologia da Informação

SP

VULCABRAS

VULCABRAS / AZALEIA S.A.

VULC

011762

50.926.955/0001-42

Tecidos, Vestuário e Calçados

SP

SER EDUCA

SER EDUCACIONAL S.A.

SEER - NM

023221

04.986.320/0001-13

Educação

PE

WEG

WEG S.A.

WEGE - NM

005410

84.429.695/0001-11

Máquinas e Equipamentos

SC

WMBY

011800

25.329.319/0001-96

Tecidos, Vestuário e Calçados

MG

MWET

011991

84.683.671/0001-94

Máquinas e Equipamentos

SC

SID NACIONAL

CIA SIDERÚRGICA NACIONAL

SIERRABRASIL

SONAE SIERRA BRASIL S.A.

02.860.694/0001-62 53.113.791/0001-22 02.474.103/0001-19

TRISUL S.A.

SÃO MARTINHO S.A.

022454 019992

02.998.611/0001-04

TPI - TRIUNFO PARTICIP. E INVEST. S.A.

SARAIVA S.A. LIVREIROS EDITORES

SHOW - NM TOTS - NM

017329

TRISUL

SÃO MARTINHO

RJ

018376

TRIUNFO PART

SARAIVA LIVR

Telecomunicações

TBLE - NM

SP

02.558.115/0001-21

TRACTEBEL ENERGIA S.A.

PR

SANTOS BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

017639

CTEEP - CIA TRANSM. ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA TRPL - N1

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SÃO CARLOS EMPREEND E PARTICIPAÇÕES S.A.

TCSL

TRACTEBEL

Saneamento e Serviços de Água e Gás

SANTOS BRP

SP SC

TRAN PAULIST

43.776.517/0001-80

SÃO CARLOS

Alimentos, Bebidas & Fumo Tecidos, Vestuário e Calçados

SC

76.484.013/0001-45

11.566.501/0001-56 82.982.075/0001-80

SP

014443

CIA TECIDOS SANTANENSE

022136 007544

Máquinas e Equipamentos

018627

SANTANENSE

TERI - NM TXRX

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SBSP - NM

SP SP

85.778.074/0001-06

SAPR

Telecomunicações Serviços médico-hospitalares

67.010.660/0001-24

CIA SANEAMENTO BASICO EST SÃO PAULO

SANSUY S.A. INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS

02.558.157/0001-62 06.977.739/0001-34

013439

CIA SANEAMENTO DO PARANÁ - SANEPAR

BCO SANTANDER S.A.

017671 019917

020451

SABESP

SANSUY

VIVT TEMP - NM

RDNI - NM

SANEPAR

SANTANDER BR

SLC AGRÍCOLA

SLC AGRÍCOLA S.A.

SOFISA

BCO SOFISA S.A.

SOMOS EDUCA

SOMOS EDUCAÇÃO S.A.

SONDOTECNICA

SONDOTECNICA ENGENHARIA SOLOS S.A.

112

CSNA

004030

33.042.730/0001-04

Siderurgia e Metalurgia

RJ

WEMBLEY

WEMBLEY SOCIEDADE ANÔNIMA

SSBR - NM

022357

05.878.397/0001-32

Construção Civil e Mercado Imobiliário

SP

WETZEL S.A.

WETZEL S.A.

SLCE - NM

020745

89.096.457/0001-55

Alimentos, Bebidas & Fumo

RS

WHIRLPOOL

WHIRLPOOL S.A.

SFSA - N2

020680

60.889.128/0001-80

Bancos & Crédito

SP

WILSON SONS

WILSON SONS LTDA

SEDU - NM

022551

02.541.982/0001-54

Educação

SP

WLM IND COM

WLM - INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.

010880

33.386.210/0001-19

Construção Civil e Mercado Imobiliário

RJ

SOND

WHRL

014346

59.105.999/0001-86

Utilidades Domésticas

SP

WSON - DR3

080047

05.721.735/0001-28

Transporte e Logística

SP

SGAS

011070

33.228.024/0001-51

Atacado & Varejo

RJ

113


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Resultado das empresas por setor de atuação

Statistics

Corporates’ results (by sectors)

INFRAESTRUTURA / INFRASTRUCTURE

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Construção Civil e Mercado Imobiliário / Real Estate ALIANSCE AZEVEDO BR BROKERS BR HOME BR MALLS PAR BR PROPERT BRASILAGRO BROOKFIELD CONST A LIND COR RIBEIRO CR2 CYRE COM-CCP CYRELA REALT DIRECIONAL ETERNIT EVEN EZTEC GAFISA GENERALSHOPP HAGA S.A. HELBOR IGUATEMI JHSF PART JOÃO FORTES LIX DA CUNHA LOPES BRASIL MENDES JR* MILLS* MRV MULTIPLAN PDG REALT PORTOBELLO RODOBENSIMOB ROSSI RESID SÃO CARLOS SIERRABRASIL SOndOTÉCNICA SULTEPA TECNISA TRISUL VIVER SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor

4.114.549 4.115.208 156.298 166.971 638.876 499.905 333.221 349.474 19.860.626 20.684.045 11.982.105 9.162.163 828.382 1.017.840 8.047.386 6.796.482 44.050 55.040 21.885 18.919 422.054 290.342 4.353.542 4.856.183 13.420.612 12.729.588 3.955.520 3.887.452 897.864 933.194 4.880.080 5.136.789 3.415.876 3.291.023 7.205.852 6.760.332 3.645.948 3.235.583 47.457 51.759 5.052.055 5.083.155 4.910.968 5.057.018 5.805.377 6.565.587 3.194.502 3.045.479 276.996 287.489 979.871 378.142 9.379.074 9.414.605 1.892.723 1.637.957 10.817.175 11.392.309 6.771.328 7.014.259 15.924.225 10.958.045 1.132.348 1.351.893 1.975.190 1.705.574 6.791.026 5.260.789 2.429.894 3.058.115 4.742.333 4.900.842 102.918 87.723 1.075.230 4.798.379 3.712.812 1.102.593 959.648 1.531.576 1.307.012

0,01% 6,10% -19,43% 4,36% 3,70% -21,02% 20,43% -13,89% 22,29% -12,11% -27,88% 10,31% -4,60% -1,54% 3,52% 4,70% -3,27% -5,52% -10,05% 8,10% 0,55% 2,66% 11,70% -4,17% 3,38% -54,86% 0,34% -12,02% 4,75% 3,20% -27,86% 17,32% -12,19% -20,13% 23,10% 2,99% -13,19% -89,33% -20,21% -11,58% -13,10%

178.957.964 167.216.745

-5,86%

1.901.267 1.912.335 0,52% 45.200 45.152 -0,09% 558.795 435.521 -19,71% 50.271 39.275 -19,54% 9.812.923 9.900.298 0,80% 6.068.146 4.702.952 -20,10% 583.906 752.106 25,73% 1.933.721 1.908.218 -1,18% 15.747 26.869 63,09% 8.823 6.048 -28,10% 343.913 254.077 -23,33% 1.565.219 2.084.853 29,66% 6.367.845 6.678.887 4,36% 1.735.531 1.777.485 2,16% 514.808 500.116 -2,55% 2.419.495 2.466.162 1,72% 2.416.809 2.705.554 10,67% 3.058.403 3.097.236 1,13% 1.276.457 780.300 -34,72% -84.337 -84.843 -0,54% 1.779.016 1.870.312 4,58% 2.493.805 2.633.980 5,02% 2.289.655 2.664.929 14,64% 868.287 972.089 10,68% 49.588 39.515 -18,15% 663.356 146.960 -69,54% 3.252.009 2.858.520 -10,81% 1.059.397 962.231 -8,19% 4.672.918 5.049.873 7,21% 4.069.654 4.187.401 2,58% 5.061.749 2.384.565 -47,25% 237.280 231.856 -2,04% 917.941 852.304 -6,39% 1.841.769 1.268.795 -27,79% 1.146.692 1.261.276 8,93% 3.169.447 3.308.930 3,93% 72.804 62.222 -12,98% 186.171 -89,33% 1.700.318 1.712.013 0,61% 570.226 546.365 -3,74% 81.513 -184.712 -291,76%

473.895 494.799 332.742 288.380 279.985 166.295 685.720 732.651 1.324.707 1.364.003 836.788 714.880 152.208 374.565 2.068.984 1.167.933 45.025 45.507 15.170 3.101 19.713 29.446 381.861 384.293 5.817.927 4.341.184 1.835.613 1.569.577 978.154 974.872 2.205.895 2.205.111 951.472 814.363 2.150.998 2.294.319 251.095 262.831 35.906 29.640 1.602.005 1.307.399 577.166 636.254 602.840 630.961 -172.572 561.638 12.343 6.005 308.568 204.176 6.950 4.892 794.166 576.106 4.186.185 4.763.038 1.113.454 1.065.030 4.256.603 1.824.301 949.147 1.060.395 714.750 557.327 1.617.041 1.226.141 305.326 477.209 318.724 331.180 157.458 111.383 95.381 1.596.683 1.271.749 370.025 379.555 158.324 111.989

3,94% -11,91% -36,27% 6,11% 2,65% -13,01% 130,50% -38,90% 0,96% -71,07% 44,11% 0,57% -22,67% -12,95% -0,30% -0,03% -12,87% 5,95% 4,18% -15,59% -16,43% 9,15% 4,17% 380,05% -45,87% -30,22% -26,45% -24,53% 12,31% -3,88% -51,04% 10,47% -19,67% -21,59% 50,29% 3,49% -26,14% -89,33% -18,18% 2,30% -26,14%

-4,61%

40.414.425 35.364.478

-11,16%

2.341.496 2.248.773 -3,54% 2.128.777 2.244.849 4,87% 3.670.213 3.904.312 5,70% 1.328.250 4.016.357 180,79% 1.784.186 1.638.454 -7,30% 1.567.147 1.596.301 1,66% -332.974 -4.322.440 -1.070,29% 1.044.879 1.019.873 -2,14% 11.962.715 11.470.538 -3,68% 1.655.504 1.941.577 15,44% 307.946 325.596 5,12% 471.914 96.707 -71,02% 45.380 36.696 -17,09% 2.752.231 3.196.147 14,41% 1.429.161 1.407.218 -1,37% 362.172 365.363 0,79% 86.302 92.558 6,48% 1.315.140 1.496.454 12,32% 1.363.511 1.694.716 21,70%

3.662.250 4.148.816 4.018.133 3.827.963 7.397.194 8.478.865 915.441 4.037.923 2.937.001 2.900.707 1.500.424 1.653.189 10.066.214 9.778.007 5.539.194 5.989.912 28.456.957 32.293.500 3.892.216 3.928.095 629.222 708.216 974.322 708.216 43.991 61.230 144.579 101.572 1.003.545 964.320 1.439.553 1.122.564 63.508 74.441 2.581.152 2.497.315 1.486.109 1.682.064

11,87% -4,23% 13,06% 304,70% -1,10% 9,10% -2,56% 7,27% 12,04% 0,82% 11,21% -24,40% 35,01% -26,57% -3,49% -19,67% 15,38% -2,90% 11,78%

35.283.950 34.470.049

76.751.005 84.956.915

9,55%

76.776.537 72.818.025

418.473 443.178 5,27% 15.310 9.744 -32,48% -25.237 -99.354 -262,34% 8.397 4.795 -38,32% 1.706.567 1.435.620 -14,18% 856.854 -68.808 -96,50% -27.363 157.933 604,92% -899.941 -1.018.891 -11,81% 9.491 15.610 57,59% 2.188 -2.664 -198,09% -24.191 -30.679 -23,96% 244.201 259.971 5,77% 960.263 672.807 -26,74% 243.658 163.267 -29,47% 127.796 92.143 -24,92% 207.668 93.961 -48,91% 436.377 391.311 -9,23% -19.532 116.286 621,17% 92.272 44.124 -46,61% 6.517 3.567 -40,44% 312.230 110.704 -57,66% 365.571 400.958 8,65% 234.314 458.296 85,39% -185.876 -203.186 -8,32% 13.390 -11.920 -168,85% -54.621 -384.355 -539,27% 92.415 -89.771 -176,10% 157.938 -65.578 -126,42% 703.676 498.335 -26,07% 629.459 627.562 -0,27% 164.211 -2.128.620 -1.247,29% 157.757 134.405 -13,22% 79.979 6.870 -81,66% -354.213 -333.285 5,28% 228.204 340.135 43,82% 422.352 335.172 -18,44% 6.724 -18.145 -330,39% -21.191 -89,33% 183.173 249.923 32,55% 45.978 37.626 -16,23% -152.690 -157.790 -2,98% 7.368.548 2.491.257

-59,13%

187.282 144.772 -20,28% 2.213.282 2.202.873 -0,42% 200.524 -23.342 -99,73% 0,12 0,12 1,16 1,15 7.076 1.245 -73,61% 111.098 121.819 8,62% 45.623 53.077 14,59% 2,13 1,73 2,46 2,70 -17.294 -89.738 -374,20% 80.081 64.384 -17,51% 112.241 70.031 -33,59% 0,44 0,33 0,14 0,15 25.595 -9.232 -284,87% 282.950 310.199 8,60% 8.354 -6.080 -154,34% 2,06 2,10 5,63 7,90 598.331 66.158 -79,45% 10.047.703 10.783.747 6,54% 346.999 102.221 -63,01% 0,07 0,07 1,02 1,09 267.341 -769.772 -346,54% 5.913.959 4.459.211 -21,97% 428.001 769.007 71,17% 0,07 0,08 0,97 0,95 -13.362 180.810 1.298,12% 244.476 265.734 7,77% 58.542 249.816 291,87% 0,18 0,37 0,42 0,35 -1.230.130 -1.097.901 9,60% 6.113.665 4.888.264 -17,90% 1.033.169 2.103.184 92,52% 0,26 0,17 3,16 2,56 8.341 14.586 66,88% 28.303 28.171 -0,42% 7.818 16.527 99,51% 1,02 0,83 1,80 1,05 1.269 -2.703 -279,61% 13.062 12.871 -1,31% 17.523 14.553 -15,14% 0,69 0,16 1,48 2,13 -36.899 -33.517 8,19% 78.141 36.265 -47,87% 171.144 150.574 -10,74% 0,05 0,10 0,23 0,14 148.818 52.238 -57,97% 2.788.323 2.771.330 -0,54% 566.148 197.406 -58,18% 0,09 0,08 1,78 1,33 831.386 593.153 -25,60% 7.052.767 6.050.701 -12,69% 4.584.120 5.401.169 15,92% 0,43 0,34 1,11 0,91 232.216 156.210 -29,24% 2.219.989 2.109.967 -4,43% 1.861.742 1.766.480 -4,57% 0,46 0,40 1,28 1,19 85.160 29.421 -58,47% 383.056 433.078 11,67% 174.199 206.500 16,56% 1,09 1,04 0,74 0,87 273.897 149.202 -40,67% 2.460.585 2.670.627 7,63% 2.187.576 2.395.462 8,49% 0,45 0,43 1,02 1,08 473.955 444.470 -5,56% 999.067 585.469 -36,98% 1.126.128 1.460.794 26,55% 0,28 0,25 0,41 0,22 -42.549 74.449 238,35% 4.147.449 3.663.096 -10,43% 2.420.342 2.267.795 -5,63% 0,30 0,34 1,36 1,18 -246.339 -551.955 110,83% 2.369.491 2.455.283 3,23% 197.745 -42.701 -108,62% 0,07 0,08 1,86 3,15 4.981 3.146 -32,91% 131.794 136.602 3,26% 10.616 15.790 43,54% 0,76 0,57 -1,56 -1,61 210.757 68.873 -60,14% 3.273.039 3.212.843 -1,64% 1.765.182 2.562.620 40,36% 0,32 0,26 1,84 1,72 230.709 193.657 -14,35% 2.417.163 2.423.038 0,22% 371.482 74.488 -71,42% 0,12 0,13 0,97 0,92 43.099 109.740 138,12% 3.515.722 3.900.658 9,78% 576.694 210.288 -56,76% 0,10 0,10 1,54 1,46 -312.961 -283.634 8,37% 2.326.215 2.073.390 -9,71% 566.897 950.513 60,45% -0,05 0,18 2,68 2,13 9.917 -9.499 -174,89% 227.408 247.974 8,08% 86.861 88.252 1,43% 0,04 0,02 4,59 6,28 -3.983 -445.532 -9.902,98% 316.515 231.182 -24,08% 114.075 52.739 -48,03% 0,31 0,54 0,48 1,57 -205.482 -412.793 -90,13% 6.127.065 6.556.085 6,25% -39.843 -857.599 -1.833,45% - 0,00 1,88 2,29 64.268 -97.801 -225,27% 833.326 675.726 -16,89% 204.119 216.637 5,48% 0,42 0,35 0,79 0,70 751.400 595.354 -18,55% 6.144.257 6.342.436 2,88% 3.226.239 3.769.138 15,03% 0,39 0,42 1,31 1,26 368.047 361.959 -1,48% 2.701.674 2.826.858 4,14% 379.628 246.177 -31,40% 0,16 0,15 0,66 0,68 -475.414 -2.842.482 -444,77% 10.862.476 8.573.480 -18,82% 2.754.652 -1.716.566 -145,00% 0,27 0,17 2,15 3,60 93.484 52.673 -39,00% 895.068 1.120.037 22,45% 37.596 200.114 386,15% 0,84 0,78 3,77 4,83 77.487 10.030 -77,77% 1.057.249 853.270 -17,23% 816.777 675.171 -15,49% 0,36 0,33 1,15 1,00 -608.812 -551.171 8,46% 4.949.257 3.991.994 -17,28% 53.138 -901.586 -1.604,98% 0,24 0,23 2,69 3,15 121.287 163.376 31,00% 1.283.202 1.796.839 35,76% 254.391 187.205 -23,59% 0,13 0,16 1,12 1,42 274.771 204.039 -23,00% 1.572.886 1.591.912 1,08% 210.217 98.421 -47,51% 0,07 0,07 0,50 0,48 10.112 -10.502 -182,11% 30.114 25.501 -13,68% 52.072 36.517 -26,68% 1,53 1,27 0,41 0,41 -21.212 -89,33% 889.059 0 -89,33% -179.670 -89,33% 0,09 - 4,78 211.790 292.905 34,21% 3.098.061 2.000.799 -31,64% 1.290.235 848.616 -30,58% 0,33 0,34 1,82 1,17 38.511 24.780 -31,85% 532.367 413.283 -19,98% 478.652 450.495 -5,25% 0,34 0,40 0,93 0,76 -233.352 -261.588 -10,81% 1.450.063 1.491.724 2,57% 138.013 -225.296 -235,15% 0,10 0,09 17,79 -8,08 2.203.498 -3.482.574 -230,51% 102.181.427 94.398.720 -6,80% 28.715.961 24.134.607 -14,25% 0,23 0,21 1,42 1,30

Transporte e Logística / Transport and Logistics ALL AMER LAT ARTERIS CCR SA COSAN LOG ECORODOVIAS FER C ATLANT* GOL JSL LATAM AIRLN LOCALIZA LOCAMERICA* LOG-IN MAESTROLOC* PRUMO SANTOS BRP TEGMA TREVISA TRIUNFO PART WILSON SONS SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor

15.833.676 9.599.828 17.223.176 2.584.860 6.701.870 4.383.038 9.976.647 7.489.311 54.410.743 5.697.454 1.367.289 2.133.250 99.379 6.791.519 2.162.126 1.054.376 154.518 6.806.558 2.808.630

15.116.936 10.081.570 21.683.494 21.745.662 7.860.983 4.887.010 10.368.397 8.742.595 70.682.417 6.123.024 1.549.008 1.549.008 107.728 7.510.528 2.018.451 909.304 174.145 5.512.813 3.722.183

-4,04% 4,48% 23,13% 662,18% 15,45% 10,27% 3,51% 14,95% 26,71% 6,67% 11,87% -24,47% 7,50% 9,46% -5,94% -12,29% 11,35% -16,98% 29,06%

157.278.248 200.345.256

24,46%

-2,06%

-660.194 -18.242 86,86% 1.012.531 733.680 -24,60% 2.863.150 2.729.437 -4,17% 225.092 1.044.654 325,25% 1.109.418 945.744 -13,18% -49.475 5.294 98,89% 504.942 -183.777 -121,84% 460.102 583.455 23,95% 1.325.673 1.455.627 8,76% 726.637 735.508 1,09% 116.735 124.310 5,80% 122.685 124.310 1,18% 8.959 6.194 -27,57% -48.445 -74.179 47,45% 152.664 15.024 -80,54% 134.646 44.131 -60,05% 7.863 12.880 57,00% 686.932 851.811 21,44% 267.515 400.801 44,51% 8.967.430 9.536.662

5,67%

-1.874.291 -1.190.878 32,57% 13.492.180 12.868.163 -4,13% -6.351.204 -1.879.560 62,90% 0,23 0,27 5,76 5,72 456.860 149.342 -60,13% 7.471.051 7.836.721 4,37% 60.670 -1.768.757 -2.693,63% 0,42 0,38 3,51 3,49 1.349.693 786.871 -37,25% 13.552.963 17.779.182 27,86% -1.982.985 -3.762.836 -80,18% 0,43 0,39 3,69 4,55 133.096 -157.885 -195,30% 1.256.610 17.729.305 1.171,01% -218.312 -2.002.025 -729,87% 0,35 0,19 0,95 4,41 474.250 115.772 -67,52% 4.917.684 6.222.529 23,70% -352.186 -609.462 -65,26% 0,44 0,37 2,76 3,80 37.974 29.154 -20,75% 2.815.891 3.290.709 15,06% 77.406 219.103 163,52% 0,34 0,34 1,80 2,06 -1.117.281 -4.291.240 -253,77% 10.309.621 14.690.837 37,96% -1.226.448 -3.080.442 -135,04% 1,01 0,94 -30,96 -3,40 72.440 46.762 -31,67% 6.444.432 7.722.722 17,72% 983.037 956.803 -2,38% 0,74 0,69 6,17 7,57 -488.214 -596.250 -19,77% 42.448.028 59.211.879 35,28% -5.830.646 -11.004.003 -79,26% 0,52 0,46 3,55 5,16 410.589 402.427 -1,78% 4.041.950 4.181.447 3,08% 564.278 649.519 13,49% 0,68 0,64 2,44 2,15 24.788 18.561 -22,44% 1.059.343 1.223.412 13,84% 252.073 26.553 -79,92% 0,46 0,46 3,44 3,76 -84.189 18.561 -308,87% 1.661.336 1.452.301 -11,24% 6.851 26.553 256,89% 0,46 0,46 3,52 15,02 1.901 -9.284 -219,54% 53.999 71.032 28,18% -12.202 6.898 139,83% 0,44 0,57 1,19 1,94 -47.631 -216.898 -317,45% 4.039.288 4.314.381 6,08% -542.084 355.547 147,92% 0,02 0,01 1,47 1,35 91.559 -18.129 -107,02% 732.965 611.233 -14,84% 52.583 120.106 114,71% 0,46 0,48 0,51 0,43 -22.945 9.930 127,99% 692.204 543.941 -19,13% 447.280 239.962 -41,41% 1,37 1,23 1,91 1,49 4.074 8.455 96,06% 68.216 81.587 17,51% -4.281 -7.738 -72,13% 0,41 0,43 0,79 0,88 272.878 152.674 -39,35% 5.491.417 4.016.359 -24,00% -763.445 -1.536.515 -90,46% -0,62 0,45 3,18 2,68 99.564 108.853 8,33% 1.445.119 2.027.467 36,00% 279.672 443.561 52,35% 0,53 0,45 1,06 1,20 -204.885 -4.633.202 -1.930,75% 121.994.297 165.875.207 32,13% -14.559.943 -22.606.733 -49,37% 0,49 0,42 3,46 4,81

*DFs Individuais

114

115


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Resultado das empresas por setor de atuação

Statistics

Corporates’ results (by sectors)

INFRAESTRUTURA / INFRASTRUCTURE

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Construção Civil e Mercado Imobiliário / Real Estate ALIANSCE AZEVEDO BR BROKERS BR HOME BR MALLS PAR BR PROPERT BRASILAGRO BROOKFIELD CONST A LIND COR RIBEIRO CR2 CYRE COM-CCP CYRELA REALT DIRECIONAL ETERNIT EVEN EZTEC GAFISA GENERALSHOPP HAGA S.A. HELBOR IGUATEMI JHSF PART JOÃO FORTES LIX DA CUNHA LOPES BRASIL MENDES JR* MILLS* MRV MULTIPLAN PDG REALT PORTOBELLO RODOBENSIMOB ROSSI RESID SÃO CARLOS SIERRABRASIL SOndOTÉCNICA SULTEPA TECNISA TRISUL VIVER SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor

4.114.549 4.115.208 156.298 166.971 638.876 499.905 333.221 349.474 19.860.626 20.684.045 11.982.105 9.162.163 828.382 1.017.840 8.047.386 6.796.482 44.050 55.040 21.885 18.919 422.054 290.342 4.353.542 4.856.183 13.420.612 12.729.588 3.955.520 3.887.452 897.864 933.194 4.880.080 5.136.789 3.415.876 3.291.023 7.205.852 6.760.332 3.645.948 3.235.583 47.457 51.759 5.052.055 5.083.155 4.910.968 5.057.018 5.805.377 6.565.587 3.194.502 3.045.479 276.996 287.489 979.871 378.142 9.379.074 9.414.605 1.892.723 1.637.957 10.817.175 11.392.309 6.771.328 7.014.259 15.924.225 10.958.045 1.132.348 1.351.893 1.975.190 1.705.574 6.791.026 5.260.789 2.429.894 3.058.115 4.742.333 4.900.842 102.918 87.723 1.075.230 4.798.379 3.712.812 1.102.593 959.648 1.531.576 1.307.012

0,01% 6,10% -19,43% 4,36% 3,70% -21,02% 20,43% -13,89% 22,29% -12,11% -27,88% 10,31% -4,60% -1,54% 3,52% 4,70% -3,27% -5,52% -10,05% 8,10% 0,55% 2,66% 11,70% -4,17% 3,38% -54,86% 0,34% -12,02% 4,75% 3,20% -27,86% 17,32% -12,19% -20,13% 23,10% 2,99% -13,19% -89,33% -20,21% -11,58% -13,10%

178.957.964 167.216.745

-5,86%

1.901.267 1.912.335 0,52% 45.200 45.152 -0,09% 558.795 435.521 -19,71% 50.271 39.275 -19,54% 9.812.923 9.900.298 0,80% 6.068.146 4.702.952 -20,10% 583.906 752.106 25,73% 1.933.721 1.908.218 -1,18% 15.747 26.869 63,09% 8.823 6.048 -28,10% 343.913 254.077 -23,33% 1.565.219 2.084.853 29,66% 6.367.845 6.678.887 4,36% 1.735.531 1.777.485 2,16% 514.808 500.116 -2,55% 2.419.495 2.466.162 1,72% 2.416.809 2.705.554 10,67% 3.058.403 3.097.236 1,13% 1.276.457 780.300 -34,72% -84.337 -84.843 -0,54% 1.779.016 1.870.312 4,58% 2.493.805 2.633.980 5,02% 2.289.655 2.664.929 14,64% 868.287 972.089 10,68% 49.588 39.515 -18,15% 663.356 146.960 -69,54% 3.252.009 2.858.520 -10,81% 1.059.397 962.231 -8,19% 4.672.918 5.049.873 7,21% 4.069.654 4.187.401 2,58% 5.061.749 2.384.565 -47,25% 237.280 231.856 -2,04% 917.941 852.304 -6,39% 1.841.769 1.268.795 -27,79% 1.146.692 1.261.276 8,93% 3.169.447 3.308.930 3,93% 72.804 62.222 -12,98% 186.171 -89,33% 1.700.318 1.712.013 0,61% 570.226 546.365 -3,74% 81.513 -184.712 -291,76%

473.895 494.799 332.742 288.380 279.985 166.295 685.720 732.651 1.324.707 1.364.003 836.788 714.880 152.208 374.565 2.068.984 1.167.933 45.025 45.507 15.170 3.101 19.713 29.446 381.861 384.293 5.817.927 4.341.184 1.835.613 1.569.577 978.154 974.872 2.205.895 2.205.111 951.472 814.363 2.150.998 2.294.319 251.095 262.831 35.906 29.640 1.602.005 1.307.399 577.166 636.254 602.840 630.961 -172.572 561.638 12.343 6.005 308.568 204.176 6.950 4.892 794.166 576.106 4.186.185 4.763.038 1.113.454 1.065.030 4.256.603 1.824.301 949.147 1.060.395 714.750 557.327 1.617.041 1.226.141 305.326 477.209 318.724 331.180 157.458 111.383 95.381 1.596.683 1.271.749 370.025 379.555 158.324 111.989

3,94% -11,91% -36,27% 6,11% 2,65% -13,01% 130,50% -38,90% 0,96% -71,07% 44,11% 0,57% -22,67% -12,95% -0,30% -0,03% -12,87% 5,95% 4,18% -15,59% -16,43% 9,15% 4,17% 380,05% -45,87% -30,22% -26,45% -24,53% 12,31% -3,88% -51,04% 10,47% -19,67% -21,59% 50,29% 3,49% -26,14% -89,33% -18,18% 2,30% -26,14%

-4,61%

40.414.425 35.364.478

-11,16%

2.341.496 2.248.773 -3,54% 2.128.777 2.244.849 4,87% 3.670.213 3.904.312 5,70% 1.328.250 4.016.357 180,79% 1.784.186 1.638.454 -7,30% 1.567.147 1.596.301 1,66% -332.974 -4.322.440 -1.070,29% 1.044.879 1.019.873 -2,14% 11.962.715 11.470.538 -3,68% 1.655.504 1.941.577 15,44% 307.946 325.596 5,12% 471.914 96.707 -71,02% 45.380 36.696 -17,09% 2.752.231 3.196.147 14,41% 1.429.161 1.407.218 -1,37% 362.172 365.363 0,79% 86.302 92.558 6,48% 1.315.140 1.496.454 12,32% 1.363.511 1.694.716 21,70%

3.662.250 4.148.816 4.018.133 3.827.963 7.397.194 8.478.865 915.441 4.037.923 2.937.001 2.900.707 1.500.424 1.653.189 10.066.214 9.778.007 5.539.194 5.989.912 28.456.957 32.293.500 3.892.216 3.928.095 629.222 708.216 974.322 708.216 43.991 61.230 144.579 101.572 1.003.545 964.320 1.439.553 1.122.564 63.508 74.441 2.581.152 2.497.315 1.486.109 1.682.064

11,87% -4,23% 13,06% 304,70% -1,10% 9,10% -2,56% 7,27% 12,04% 0,82% 11,21% -24,40% 35,01% -26,57% -3,49% -19,67% 15,38% -2,90% 11,78%

35.283.950 34.470.049

76.751.005 84.956.915

9,55%

76.776.537 72.818.025

418.473 443.178 5,27% 15.310 9.744 -32,48% -25.237 -99.354 -262,34% 8.397 4.795 -38,32% 1.706.567 1.435.620 -14,18% 856.854 -68.808 -96,50% -27.363 157.933 604,92% -899.941 -1.018.891 -11,81% 9.491 15.610 57,59% 2.188 -2.664 -198,09% -24.191 -30.679 -23,96% 244.201 259.971 5,77% 960.263 672.807 -26,74% 243.658 163.267 -29,47% 127.796 92.143 -24,92% 207.668 93.961 -48,91% 436.377 391.311 -9,23% -19.532 116.286 621,17% 92.272 44.124 -46,61% 6.517 3.567 -40,44% 312.230 110.704 -57,66% 365.571 400.958 8,65% 234.314 458.296 85,39% -185.876 -203.186 -8,32% 13.390 -11.920 -168,85% -54.621 -384.355 -539,27% 92.415 -89.771 -176,10% 157.938 -65.578 -126,42% 703.676 498.335 -26,07% 629.459 627.562 -0,27% 164.211 -2.128.620 -1.247,29% 157.757 134.405 -13,22% 79.979 6.870 -81,66% -354.213 -333.285 5,28% 228.204 340.135 43,82% 422.352 335.172 -18,44% 6.724 -18.145 -330,39% -21.191 -89,33% 183.173 249.923 32,55% 45.978 37.626 -16,23% -152.690 -157.790 -2,98% 7.368.548 2.491.257

-59,13%

187.282 144.772 -20,28% 2.213.282 2.202.873 -0,42% 200.524 -23.342 -99,73% 0,12 0,12 1,16 1,15 7.076 1.245 -73,61% 111.098 121.819 8,62% 45.623 53.077 14,59% 2,13 1,73 2,46 2,70 -17.294 -89.738 -374,20% 80.081 64.384 -17,51% 112.241 70.031 -33,59% 0,44 0,33 0,14 0,15 25.595 -9.232 -284,87% 282.950 310.199 8,60% 8.354 -6.080 -154,34% 2,06 2,10 5,63 7,90 598.331 66.158 -79,45% 10.047.703 10.783.747 6,54% 346.999 102.221 -63,01% 0,07 0,07 1,02 1,09 267.341 -769.772 -346,54% 5.913.959 4.459.211 -21,97% 428.001 769.007 71,17% 0,07 0,08 0,97 0,95 -13.362 180.810 1.298,12% 244.476 265.734 7,77% 58.542 249.816 291,87% 0,18 0,37 0,42 0,35 -1.230.130 -1.097.901 9,60% 6.113.665 4.888.264 -17,90% 1.033.169 2.103.184 92,52% 0,26 0,17 3,16 2,56 8.341 14.586 66,88% 28.303 28.171 -0,42% 7.818 16.527 99,51% 1,02 0,83 1,80 1,05 1.269 -2.703 -279,61% 13.062 12.871 -1,31% 17.523 14.553 -15,14% 0,69 0,16 1,48 2,13 -36.899 -33.517 8,19% 78.141 36.265 -47,87% 171.144 150.574 -10,74% 0,05 0,10 0,23 0,14 148.818 52.238 -57,97% 2.788.323 2.771.330 -0,54% 566.148 197.406 -58,18% 0,09 0,08 1,78 1,33 831.386 593.153 -25,60% 7.052.767 6.050.701 -12,69% 4.584.120 5.401.169 15,92% 0,43 0,34 1,11 0,91 232.216 156.210 -29,24% 2.219.989 2.109.967 -4,43% 1.861.742 1.766.480 -4,57% 0,46 0,40 1,28 1,19 85.160 29.421 -58,47% 383.056 433.078 11,67% 174.199 206.500 16,56% 1,09 1,04 0,74 0,87 273.897 149.202 -40,67% 2.460.585 2.670.627 7,63% 2.187.576 2.395.462 8,49% 0,45 0,43 1,02 1,08 473.955 444.470 -5,56% 999.067 585.469 -36,98% 1.126.128 1.460.794 26,55% 0,28 0,25 0,41 0,22 -42.549 74.449 238,35% 4.147.449 3.663.096 -10,43% 2.420.342 2.267.795 -5,63% 0,30 0,34 1,36 1,18 -246.339 -551.955 110,83% 2.369.491 2.455.283 3,23% 197.745 -42.701 -108,62% 0,07 0,08 1,86 3,15 4.981 3.146 -32,91% 131.794 136.602 3,26% 10.616 15.790 43,54% 0,76 0,57 -1,56 -1,61 210.757 68.873 -60,14% 3.273.039 3.212.843 -1,64% 1.765.182 2.562.620 40,36% 0,32 0,26 1,84 1,72 230.709 193.657 -14,35% 2.417.163 2.423.038 0,22% 371.482 74.488 -71,42% 0,12 0,13 0,97 0,92 43.099 109.740 138,12% 3.515.722 3.900.658 9,78% 576.694 210.288 -56,76% 0,10 0,10 1,54 1,46 -312.961 -283.634 8,37% 2.326.215 2.073.390 -9,71% 566.897 950.513 60,45% -0,05 0,18 2,68 2,13 9.917 -9.499 -174,89% 227.408 247.974 8,08% 86.861 88.252 1,43% 0,04 0,02 4,59 6,28 -3.983 -445.532 -9.902,98% 316.515 231.182 -24,08% 114.075 52.739 -48,03% 0,31 0,54 0,48 1,57 -205.482 -412.793 -90,13% 6.127.065 6.556.085 6,25% -39.843 -857.599 -1.833,45% - 0,00 1,88 2,29 64.268 -97.801 -225,27% 833.326 675.726 -16,89% 204.119 216.637 5,48% 0,42 0,35 0,79 0,70 751.400 595.354 -18,55% 6.144.257 6.342.436 2,88% 3.226.239 3.769.138 15,03% 0,39 0,42 1,31 1,26 368.047 361.959 -1,48% 2.701.674 2.826.858 4,14% 379.628 246.177 -31,40% 0,16 0,15 0,66 0,68 -475.414 -2.842.482 -444,77% 10.862.476 8.573.480 -18,82% 2.754.652 -1.716.566 -145,00% 0,27 0,17 2,15 3,60 93.484 52.673 -39,00% 895.068 1.120.037 22,45% 37.596 200.114 386,15% 0,84 0,78 3,77 4,83 77.487 10.030 -77,77% 1.057.249 853.270 -17,23% 816.777 675.171 -15,49% 0,36 0,33 1,15 1,00 -608.812 -551.171 8,46% 4.949.257 3.991.994 -17,28% 53.138 -901.586 -1.604,98% 0,24 0,23 2,69 3,15 121.287 163.376 31,00% 1.283.202 1.796.839 35,76% 254.391 187.205 -23,59% 0,13 0,16 1,12 1,42 274.771 204.039 -23,00% 1.572.886 1.591.912 1,08% 210.217 98.421 -47,51% 0,07 0,07 0,50 0,48 10.112 -10.502 -182,11% 30.114 25.501 -13,68% 52.072 36.517 -26,68% 1,53 1,27 0,41 0,41 -21.212 -89,33% 889.059 0 -89,33% -179.670 -89,33% 0,09 - 4,78 211.790 292.905 34,21% 3.098.061 2.000.799 -31,64% 1.290.235 848.616 -30,58% 0,33 0,34 1,82 1,17 38.511 24.780 -31,85% 532.367 413.283 -19,98% 478.652 450.495 -5,25% 0,34 0,40 0,93 0,76 -233.352 -261.588 -10,81% 1.450.063 1.491.724 2,57% 138.013 -225.296 -235,15% 0,10 0,09 17,79 -8,08 2.203.498 -3.482.574 -230,51% 102.181.427 94.398.720 -6,80% 28.715.961 24.134.607 -14,25% 0,23 0,21 1,42 1,30

Transporte e Logística / Transport and Logistics ALL AMER LAT ARTERIS CCR SA COSAN LOG ECORODOVIAS FER C ATLANT* GOL JSL LATAM AIRLN LOCALIZA LOCAMERICA* LOG-IN MAESTROLOC* PRUMO SANTOS BRP TEGMA TREVISA TRIUNFO PART WILSON SONS SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor

15.833.676 9.599.828 17.223.176 2.584.860 6.701.870 4.383.038 9.976.647 7.489.311 54.410.743 5.697.454 1.367.289 2.133.250 99.379 6.791.519 2.162.126 1.054.376 154.518 6.806.558 2.808.630

15.116.936 10.081.570 21.683.494 21.745.662 7.860.983 4.887.010 10.368.397 8.742.595 70.682.417 6.123.024 1.549.008 1.549.008 107.728 7.510.528 2.018.451 909.304 174.145 5.512.813 3.722.183

-4,04% 4,48% 23,13% 662,18% 15,45% 10,27% 3,51% 14,95% 26,71% 6,67% 11,87% -24,47% 7,50% 9,46% -5,94% -12,29% 11,35% -16,98% 29,06%

157.278.248 200.345.256

24,46%

-2,06%

-660.194 -18.242 86,86% 1.012.531 733.680 -24,60% 2.863.150 2.729.437 -4,17% 225.092 1.044.654 325,25% 1.109.418 945.744 -13,18% -49.475 5.294 98,89% 504.942 -183.777 -121,84% 460.102 583.455 23,95% 1.325.673 1.455.627 8,76% 726.637 735.508 1,09% 116.735 124.310 5,80% 122.685 124.310 1,18% 8.959 6.194 -27,57% -48.445 -74.179 47,45% 152.664 15.024 -80,54% 134.646 44.131 -60,05% 7.863 12.880 57,00% 686.932 851.811 21,44% 267.515 400.801 44,51% 8.967.430 9.536.662

5,67%

-1.874.291 -1.190.878 32,57% 13.492.180 12.868.163 -4,13% -6.351.204 -1.879.560 62,90% 0,23 0,27 5,76 5,72 456.860 149.342 -60,13% 7.471.051 7.836.721 4,37% 60.670 -1.768.757 -2.693,63% 0,42 0,38 3,51 3,49 1.349.693 786.871 -37,25% 13.552.963 17.779.182 27,86% -1.982.985 -3.762.836 -80,18% 0,43 0,39 3,69 4,55 133.096 -157.885 -195,30% 1.256.610 17.729.305 1.171,01% -218.312 -2.002.025 -729,87% 0,35 0,19 0,95 4,41 474.250 115.772 -67,52% 4.917.684 6.222.529 23,70% -352.186 -609.462 -65,26% 0,44 0,37 2,76 3,80 37.974 29.154 -20,75% 2.815.891 3.290.709 15,06% 77.406 219.103 163,52% 0,34 0,34 1,80 2,06 -1.117.281 -4.291.240 -253,77% 10.309.621 14.690.837 37,96% -1.226.448 -3.080.442 -135,04% 1,01 0,94 -30,96 -3,40 72.440 46.762 -31,67% 6.444.432 7.722.722 17,72% 983.037 956.803 -2,38% 0,74 0,69 6,17 7,57 -488.214 -596.250 -19,77% 42.448.028 59.211.879 35,28% -5.830.646 -11.004.003 -79,26% 0,52 0,46 3,55 5,16 410.589 402.427 -1,78% 4.041.950 4.181.447 3,08% 564.278 649.519 13,49% 0,68 0,64 2,44 2,15 24.788 18.561 -22,44% 1.059.343 1.223.412 13,84% 252.073 26.553 -79,92% 0,46 0,46 3,44 3,76 -84.189 18.561 -308,87% 1.661.336 1.452.301 -11,24% 6.851 26.553 256,89% 0,46 0,46 3,52 15,02 1.901 -9.284 -219,54% 53.999 71.032 28,18% -12.202 6.898 139,83% 0,44 0,57 1,19 1,94 -47.631 -216.898 -317,45% 4.039.288 4.314.381 6,08% -542.084 355.547 147,92% 0,02 0,01 1,47 1,35 91.559 -18.129 -107,02% 732.965 611.233 -14,84% 52.583 120.106 114,71% 0,46 0,48 0,51 0,43 -22.945 9.930 127,99% 692.204 543.941 -19,13% 447.280 239.962 -41,41% 1,37 1,23 1,91 1,49 4.074 8.455 96,06% 68.216 81.587 17,51% -4.281 -7.738 -72,13% 0,41 0,43 0,79 0,88 272.878 152.674 -39,35% 5.491.417 4.016.359 -24,00% -763.445 -1.536.515 -90,46% -0,62 0,45 3,18 2,68 99.564 108.853 8,33% 1.445.119 2.027.467 36,00% 279.672 443.561 52,35% 0,53 0,45 1,06 1,20 -204.885 -4.633.202 -1.930,75% 121.994.297 165.875.207 32,13% -14.559.943 -22.606.733 -49,37% 0,49 0,42 3,46 4,81

*DFs Individuais

114

115


Estatísticas

Statistics

UTILIDADE PÚBLICA / UTILITIES Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Energia Elétrica / Electricity AES ELPA 12.231.380 13.872.026 11,98% 3.188.482 3.426.163 6,66% 10.557.279 13.667.413 26,32% -41.224 425.661 -1.011,71% AES TIETÊ E 17.673.814 4.636.779 -65,89% 5.902.875 2.018.466 -58,78% 3.205.007 2.625.821 -16,14% 686.151 1.163.518 62,15% AFLUENTE* 47.192 48.518 2,51% 39.461 39.353 -0,24% 25.406 28.614 11,28% 4.086 3.423 -14,49% AFLUENTE T* 83.910 89.374 5,82% 76.650 78.418 2,06% 34.643 27.417 -18,63% 14.373 11.220 -19,60% AMPLA ENERG* 6.234.801 7.818.528 22,69% 2.593.172 2.513.420 -2,75% 4.589.054 5.177.380 11,45% 753.779 129.361 -74,00% CEB 2.803.802 3.344.728 17,23% 348.382 820.821 121,14% 1.993.488 2.427.203 19,44% -70.694 257.579 414,81% CEEE-D* 2.962.165 3.315.964 10,67% 88.009 -483.596 -580,18% 2.849.004 3.376.936 16,55% -387.940 -482.835 -21,85% CEEE-GT* 2.861.460 2.918.824 1,79% 1.443.754 1.481.954 2,36% 589.207 542.746 -7,04% -476.353 13.919 -91,94% CELESC 6.171.127 7.988.928 26,31% 2.343.458 2.224.728 -4,53% 6.246.243 6.864.695 8,84% 787.005 95.720 -78,47% CELGPAR 664.889 643.027 -2,94% -2.727.272 -3.347.557 -20,31% 52.083 50.529 -2,67% -549.664 -508.884 6,63% CELPA* 6.044.392 6.856.209 12,00% 728.437 1.844.970 136,92% 3.987.178 4.187.313 4,48% 396.420 279.957 -26,24% CELPE* 4.273.085 4.945.151 14,05% 1.588.406 1.684.993 5,43% 3.939.767 4.617.613 15,37% 300.035 292.308 -2,30% CEMIG 35.000.003 40.879.964 15,01% 11.284.952 12.999.113 13,57% 19.539.578 21.292.211 8,01% 5.580.398 4.119.528 -23,39% CEMIG GT* 12.378.036 15.369.754 21,59% 3.486.610 4.694.507 30,95% 7.714.717 7.377.198 -3,91% 3.738.602 4.011.136 6,51% CESP* 14.687.886 11.986.763 -16,43% 8.629.077 7.310.892 -13,65% 4.856.023 2.950.982 -35,04% 1.014.814 449.501 -49,76% COELBA* 8.334.792 9.653.040 14,13% 2.787.365 3.069.392 9,04% 5.544.191 6.818.841 20,54% 823.934 848.405 2,65% COELCE* 4.028.141 4.609.720 12,90% 1.715.844 2.005.047 15,06% 3.621.915 4.130.164 12,54% 517.143 504.526 -2,18% COPEL 25.618.142 28.947.657 11,61% 13.682.780 14.584.478 5,89% 13.918.517 14.728.131 5,20% 1.709.914 1.908.738 10,39% COSERN* 1.899.677 2.204.907 14,35% 821.777 853.968 3,50% 1.587.674 1.805.987 12,28% 241.997 278.383 13,43% CPFL ENERGIA 35.098.816 40.532.471 13,83% 9.384.512 10.130.138 7,10% 17.305.942 20.205.869 14,97% 2.599.758 2.468.974 -4,49% CPFL PIRATIN* 3.046.725 4.235.183 34,85% 479.686 537.669 10,80% 3.027.400 3.676.868 19,16% 361.776 303.757 -14,33% CPFL RENOVAV 11.635.876 11.904.102 2,06% 4.342.498 4.303.797 -0,80% 1.247.627 1.499.356 18,02% 231.281 460.772 88,64% ELEKTRO* 5.801.992 6.894.061 16,81% 2.220.259 1.962.445 -10,37% 4.774.522 5.578.743 15,05% 752.654 669.232 -9,90% ELETROBRAS 144.631.697 149.645.408 3,10% 56.848.500 41.739.222 -23,74% 30.244.854 32.588.838 6,92% -1.956.609 - 12.544.521 -483,40% ELETROPAR* 153.551 172.753 11,17% 140.902 145.007 2,60% 0 0 - -8.090 -1.526 72,48% ELETROPAULO* 11.590.259 13.274.827 12,98% 2.567.808 2.839.145 9,44% 10.557.279 13.667.413 26,32% 5.530 472.878 7.549,40% EMAE 1.094.219 1.098.255 0,33% 680.554 760.707 10,52% 151.102 198.444 27,99% -87.685 -20.935 68,00% ENERGIAS BR 13.171.799 18.412.340 35,54% 6.566.803 7.488.447 12,54% 8.898.728 10.107.957 12,14% 1.502.869 2.430.694 55,15% ENERGISA 18.601.642 18.502.182 -0,48% 2.998.860 3.318.170 9,51% 8.279.559 11.935.130 39,44% 963.396 864.667 -9,15% ENERGISA MT* 4.402.872 4.666.751 5,35% 1.317.096 1.349.626 2,21% 2.637.870 3.483.404 28,63% 222.810 192.876 -12,00% ENERSUL* 2.334.010 2.597.403 10,08% 754.079 803.589 5,87% 1.663.525 2.031.746 19,77% 109.312 201.896 75,66% ENEVA 7.044.418 8.492.078 18,36% 1.217.712 3.577.177 173,09% 1.798.092 1.518.633 -13,88% -483.709 129.767 113,30% EQUATORIAL 11.268.636 12.585.887 10,44% 3.445.525 4.229.239 20,32% 6.773.453 7.134.673 4,76% 922.841 693.514 -22,20% GER PARANAP* 3.843.843 4.161.857 7,39% 1.869.566 1.813.883 -2,66% 1.222.998 1.190.982 -2,34% 486.913 433.582 -9,78% LIGHT S.A. 13.634.194 14.905.979 8,33% 3.628.625 3.669.622 1,01% 9.230.370 10.647.304 13,71% 1.394.877 640.341 -48,32% PAUL F LUZ* 8.151.388 11.163.454 33,01% 728.213 1.352.393 76,57% 7.250.808 8.613.882 16,79% 898.323 591.938 -30,47% REDE ENERGIA* 3.543.954 3.762.070 5,50% 1.956.414 2.340.903 17,56% 0 0 - 1.092.317 259.231 -68,13% RENOVA 5.542.242 6.023.461 7,76% 2.509.641 2.627.916 4,21% 302.867 409.830 31,55% 39.744 470.770 968,79% RIO GDE ENER* 3.766.499 4.952.936 28,14% 1.956.414 1.630.650 -14,87% 2.648.483 3.359.012 23,97% 327.023 261.681 -17,85% TAESA 8.658.788 8.862.458 2,10% 4.224.632 4.377.065 3,22% 1.495.804 1.542.465 2,79% 1.515.549 1.537.551 1,30% TRACTEBEL 13.609.587 15.300.673 11,10% 5.654.949 6.642.136 15,59% 6.472.496 6.512.037 0,55% 2.302.948 2.503.830 7,79% TRAN PAULIST 7.142.139 7.338.703 2,46% 5.228.612 5.515.001 4,89% 1.102.788 1.287.130 14,93% 448.316 614.054 33,02% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 501.767.840 539.615.153 6,74% 178.744.079 170.973.477 -3,88% 221.937.541 249.886.910 12,59% 28.684.920 1 7.436.187 -35,03%

-177.884 54.281 116,58% 9.042.898 10.445.863 13,86% 22.719 101.077 308,10% 0,86 0,99 2,84 3,05 209.826 803.316 252,67% 11.770.939 2.618.313 -69,46% -124.906 269.448 282,03% 0,18 0,57 1,99 1,30 3.150 3.005 -4,11% 7.731 9.165 16,57% 4.177 3.618 -11,95% 0,74 0,66 0,20 0,23 14.982 12.633 -14,01% 7.260 10.956 45,48% 58.455 66.939 12,97% 0,41 0,31 0,09 0,14 194.830 -35.234 -105,48% 3.641.629 5.305.108 40,81% 399.648 359.159 -9,05% 0,74 0,66 1,40 2,11 -150.080 88.519 142,02% 2.455.420 2.523.907 2,49% -276.267 180.715 147,76% 0,71 0,73 7,05 3,07 -445.282 -514.244 -13,84% 2.874.156 3.799.560 28,76% -355.098 -475.335 -30,25% 0,96 1,02 32,66 -7,86 -280.173 84.947 116,41% 1.417.706 1.436.870 1,21% 472.619 164.253 -58,28% 0,21 0,19 0,98 0,97 513.055 130.674 -66,58% 3.827.669 5.764.200 45,19% 3.434.271 246.433 -82,92% 1,01 0,86 1,63 2,59 -613.052 -618.164 -0,74% 3.392.161 3.990.584 15,76% 201.980 -278.641 -212,56% 0,08 0,08 -1,24 -1,19 345.217 520.226 45,29% 5.315.955 5.011.239 -5,12% -175.224 350.275 267,90% 0,66 0,61 7,30 2,72 129.951 71.097 -40,46% 2.684.679 3.260.158 19,15% -89.709 -183.408 -93,31% 0,92 0,93 1,69 1,93 3.136.903 2.491.878 -18,37% 23.715.051 27.880.851 15,69% -3.568.939 -3.708.772 -3,50% 0,56 0,52 2,10 2,14 2.088.965 2.337.663 10,64% 8.891.426 10.675.247 17,92% -1.614.411 -753.871 85,83% 0,62 0,48 2,55 2,27 560.139 -61.357 -99,12% 6.058.809 4.675.871 -20,39% 746.153 24.391 -86,41% 0,33 0,25 0,70 0,64 459.267 386.295 -14,19% 5.547.427 6.583.648 16,69% 197.830 -99.859 -134,42% 0,67 0,71 1,99 2,14 251.559 363.070 39,60% 2.312.297 2.604.673 11,30% 397.445 209.119 -42,33% 0,90 0,90 1,35 1,30 1.335.615 1.265.551 -4,69% 11.935.362 14.363.179 18,17% 1.162.783 2.144.279 75,40% 0,54 0,51 0,87 0,98 198.362 207.370 4,06% 1.077.900 1.350.939 22,63% 61.331 197.658 198,56% 0,84 0,82 1,31 1,58 886.443 875.277 -1,13% 25.714.304 30.402.333 16,29% 1.797.600 2.983.779 58,95% 0,49 0,50 2,74 3,00 187.715 211.637 11,38% 2.567.039 3.697.514 39,34% -85.143 64.214 156,70% 0,99 0,87 5,35 6,88 -167.361 -48.717 63,33% 7.293.378 7.600.305 3,76% 146.265 121.554 -15,09% 0,11 0,13 1,68 1,77 439.030 371.179 -13,81% 3.581.733 4.931.616 33,67% 991.837 686.098 -27,54% 0,82 0,81 1,61 2,51 -2.962.502 -14.953.658 -361,57% 87.783.197 107.906.186 20,48% 11.267.185 1.337.753 -78,72% 0,21 0,22 1,54 2,59 -2.944 5.310 250,45% 12.649 27.746 106,62% 58.453 62.515 6,21% - - 0,09 0,19 -131.747 101.136 -157,90% 9.022.451 10.435.682 13,99% 7.726 73.241 757,50% 0,91 1,03 3,51 3,68 -27.163 59.790 285,96% 413.665 337.548 -16,44% 116.473 113.476 -2,30% 0,14 0,18 0,61 0,44 838.361 1.406.372 60,52% 6.604.996 10.923.893 58,41% -432.740 939.151 283,19% 0,68 0,55 1,01 1,46 304.720 351.401 13,68% 15.602.782 15.184.012 -2,40% 1.259.995 1.163.238 -6,86% 0,45 0,65 5,20 4,58 104.774 45.246 -50,75% 3.085.776 3.317.125 6,70% 587.121 278.692 -46,93% 0,60 0,75 2,34 2,46 33.448 109.560 203,27% 1.579.931 1.793.814 12,09% 232.402 332.000 38,28% 0,71 0,78 2,10 2,23 -1.556.961 137.111 97,20% 5.826.706 4.914.901 -13,98% -2.675.200 -512.063 72,23% 0,26 0,18 4,78 1,37 780.562 959.848 20,52% 7.823.111 8.356.648 6,09% 1.234.209 2.026.879 57,37% 0,60 0,57 2,27 1,98 285.578 182.647 -32,20% 1.974.277 2.347.974 16,91% -82.434 -131.184 -52,83% 0,32 0,29 1,06 1,29 662.831 42.395 -83,62% 10.005.569 11.236.357 10,99% 30.480 -423.135 -1.329,44% 0,68 0,71 2,76 3,06 502.719 298.203 -36,34% 7.423.175 9.811.061 28,74% -212.933 1.166.093 578,53% 0,89 0,77 10,19 7,25 1.700.155 409.115 -67,83% 1.587.540 1.421.167 -9,36% -530.595 6.936 90,50% - - 0,81 0,61 -35.723 118.192 384,89% 3.032.601 3.395.545 10,69% 175.490 -946.376 -571,07% 0,05 0,07 1,21 1,29 176.754 143.679 -16,72% 1.810.085 3.322.286 74,63% 134.684 470.967 223,04% 0,70 0,68 0,93 2,04 904.845 909.423 0,45% 4.434.156 4.485.393 1,03% 1.035.179 1.073.788 3,33% 0,17 0,17 1,05 1,02 1.383.105 1.501.303 7,63% 7.954.638 8.658.537 7,90% 1.243.989 1.367.555 8,87% -0,52 0,43 0,41 1,30 379.732 517.186 32,34% 1.913.527 1.823.702 -4,19% 959.063 476.515 -44,95% 0,15 0,18 0,37 0,33 12.461.721 1.345.161 -79,69% 323.023.761 368.641.676 12,62% 18.213.963 11.549.164 -36,59% 0,44 0,46 1,81 2,16

Saneamento e Serviços de Água e Gás / Sanitation and Water and Gas Services CABAMBIENTAL 1.637.121 1.605.965 -1,70% 280.471 214.490 -21,01% 564.568 469.874 -14,98% 131.394 74.075 -38,97% CASAN* 2.408.156 2.668.241 9,65% 1.278.376 1.278.823 0,03% 744.696 796.925 6,27% 198.873 106.471 -41,51% CEG* 2.515.969 2.659.782 5,11% 943.805 1.073.910 12,31% 3.524.102 3.728.092 5,17% 531.505 517.621 -2,33% COMGAS* 7.640.424 8.868.031 14,35% 3.108.862 3.181.402 2,08% 6.387.103 6.597.017 2,94% 1.049.887 1.170.547 10,27% COPASA 10.161.975 10.930.739 6,76% 5.536.564 5.646.850 1,78% 4.131.432 3.834.469 -6,42% 619.797 314.942 -43,94% SABESP* 30.355.440 33.706.614 9,86% 13.304.403 13.716.606 2,77% 11.213.216 11.711.569 3,97% 1.910.709 3.043.991 52,98% SANEPAR* 7.551.739 8.244.675 8,20% 3.801.085 4.180.307 8,91% 2.617.040 2.971.185 12,09% 660.762 699.788 5,28% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 62.270.824 68.684.047 9,20% 28.253.566 29.292.388 3,28% 29.182.157 30.109.131 2,84% 5.102.927 5.927.435 14,43%

BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

16.954 -66.994 -442,32% 1.356.650 1.391.475 2,29% 6.753 -93.762 -1.329,63% 0,34 0,29 4,84 74.734 10.936 -76,26% 1.129.780 1.389.418 20,53% 155.773 164.833 5,20% 0,31 0,30 0,88 320.928 284.392 -10,17% 1.572.164 1.585.872 0,78% -176.113 -318.343 -72,14% 1,40 1,40 1,67 611.601 698.852 12,74% 4.531.562 5.686.629 22,77% 353.576 742.006 98,14% 0,84 0,74 1,46 318.141 -11.592 -92,58% 4.625.411 5.283.889 12,72% 166.581 426.708 139,49% 0,41 0,35 0,84 902.983 536.279 -36,28% 17.051.037 19.990.008 15,40% -265.131 -289.983 -8,37% 0,37 0,35 1,28 421.586 438.444 3,57% 3.750.654 4.064.368 7,47% -205.901 -3.118 87,98% 0,35 0,36 0,99 2.666.927 1.890.317 -26,01% 34.017.258 39.391.659 14,11% 35.538 628.341 1.490,10% 0,47 0,44 1,20

6,49 1,09 1,48 1,79 0,94 1,46 0,97 1,34

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Açúcar e Álcool / Sugar & Ethanol COSAN 27.103.712 30.382.191 10,81% 12.449.273 12.534.676 0,61% 8.146.863 8.451.901 3,34% 1.481.972 2.029.475 33,00% COSAN LTD 29.696.348 52.307.668 68,02% 13.489.307 16.354.672 18,98% 9.062.304 12.458.251 33,47% 1.669.156 3.038.856 73,30% SÃO MARTINHO 7.168.924 -89,33% 2.616.085 -89,33% 1.916.044 -89,33% 455.400 -89,33% V-AGRO 2.510.004 2.396.399 -4,04% 1.246.444 1.022.039 -16,08% 859.249 853.167 -0,63% -81.683 -71.604 11,02% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 66.478.988 85.086.258 25,00% 29.801.109 29.911.387 0,33% 19.984.460 21.763.319 7,95% 3.524.845 4.996.727 37,30%

643.292 968.263 45,13% 14.654.439 17.847.515 19,46% 863.179 1.820.770 99,10% 0,30 0,28 1,18 1,42 642.479 886.262 33,90% 16.207.041 35.952.996 108,84% 594.164 -87.402 -102,47% 0,31 0,24 1,20 2,20 288.317 -89,33% 4.552.839 0 -89,33% 329.707 -89,33% 0,27 - 1,74 -75.487 -161.500 -101,78% 1.263.560 1.374.360 7,83% -219.404 -608.101 -158,26% 0,34 0,36 1,01 1,34 1.498.601 1.693.025 11,59% 36.677.879 55.174.871 45,05% 1.567.646 1.125.267 -25,21% 0,30 0,26 1,23 1,84

*DFs Individuais

116

117


Estatísticas

Statistics

UTILIDADE PÚBLICA / UTILITIES Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Energia Elétrica / Electricity AES ELPA 12.231.380 13.872.026 11,98% 3.188.482 3.426.163 6,66% 10.557.279 13.667.413 26,32% -41.224 425.661 -1.011,71% AES TIETÊ E 17.673.814 4.636.779 -65,89% 5.902.875 2.018.466 -58,78% 3.205.007 2.625.821 -16,14% 686.151 1.163.518 62,15% AFLUENTE* 47.192 48.518 2,51% 39.461 39.353 -0,24% 25.406 28.614 11,28% 4.086 3.423 -14,49% AFLUENTE T* 83.910 89.374 5,82% 76.650 78.418 2,06% 34.643 27.417 -18,63% 14.373 11.220 -19,60% AMPLA ENERG* 6.234.801 7.818.528 22,69% 2.593.172 2.513.420 -2,75% 4.589.054 5.177.380 11,45% 753.779 129.361 -74,00% CEB 2.803.802 3.344.728 17,23% 348.382 820.821 121,14% 1.993.488 2.427.203 19,44% -70.694 257.579 414,81% CEEE-D* 2.962.165 3.315.964 10,67% 88.009 -483.596 -580,18% 2.849.004 3.376.936 16,55% -387.940 -482.835 -21,85% CEEE-GT* 2.861.460 2.918.824 1,79% 1.443.754 1.481.954 2,36% 589.207 542.746 -7,04% -476.353 13.919 -91,94% CELESC 6.171.127 7.988.928 26,31% 2.343.458 2.224.728 -4,53% 6.246.243 6.864.695 8,84% 787.005 95.720 -78,47% CELGPAR 664.889 643.027 -2,94% -2.727.272 -3.347.557 -20,31% 52.083 50.529 -2,67% -549.664 -508.884 6,63% CELPA* 6.044.392 6.856.209 12,00% 728.437 1.844.970 136,92% 3.987.178 4.187.313 4,48% 396.420 279.957 -26,24% CELPE* 4.273.085 4.945.151 14,05% 1.588.406 1.684.993 5,43% 3.939.767 4.617.613 15,37% 300.035 292.308 -2,30% CEMIG 35.000.003 40.879.964 15,01% 11.284.952 12.999.113 13,57% 19.539.578 21.292.211 8,01% 5.580.398 4.119.528 -23,39% CEMIG GT* 12.378.036 15.369.754 21,59% 3.486.610 4.694.507 30,95% 7.714.717 7.377.198 -3,91% 3.738.602 4.011.136 6,51% CESP* 14.687.886 11.986.763 -16,43% 8.629.077 7.310.892 -13,65% 4.856.023 2.950.982 -35,04% 1.014.814 449.501 -49,76% COELBA* 8.334.792 9.653.040 14,13% 2.787.365 3.069.392 9,04% 5.544.191 6.818.841 20,54% 823.934 848.405 2,65% COELCE* 4.028.141 4.609.720 12,90% 1.715.844 2.005.047 15,06% 3.621.915 4.130.164 12,54% 517.143 504.526 -2,18% COPEL 25.618.142 28.947.657 11,61% 13.682.780 14.584.478 5,89% 13.918.517 14.728.131 5,20% 1.709.914 1.908.738 10,39% COSERN* 1.899.677 2.204.907 14,35% 821.777 853.968 3,50% 1.587.674 1.805.987 12,28% 241.997 278.383 13,43% CPFL ENERGIA 35.098.816 40.532.471 13,83% 9.384.512 10.130.138 7,10% 17.305.942 20.205.869 14,97% 2.599.758 2.468.974 -4,49% CPFL PIRATIN* 3.046.725 4.235.183 34,85% 479.686 537.669 10,80% 3.027.400 3.676.868 19,16% 361.776 303.757 -14,33% CPFL RENOVAV 11.635.876 11.904.102 2,06% 4.342.498 4.303.797 -0,80% 1.247.627 1.499.356 18,02% 231.281 460.772 88,64% ELEKTRO* 5.801.992 6.894.061 16,81% 2.220.259 1.962.445 -10,37% 4.774.522 5.578.743 15,05% 752.654 669.232 -9,90% ELETROBRAS 144.631.697 149.645.408 3,10% 56.848.500 41.739.222 -23,74% 30.244.854 32.588.838 6,92% -1.956.609 - 12.544.521 -483,40% ELETROPAR* 153.551 172.753 11,17% 140.902 145.007 2,60% 0 0 - -8.090 -1.526 72,48% ELETROPAULO* 11.590.259 13.274.827 12,98% 2.567.808 2.839.145 9,44% 10.557.279 13.667.413 26,32% 5.530 472.878 7.549,40% EMAE 1.094.219 1.098.255 0,33% 680.554 760.707 10,52% 151.102 198.444 27,99% -87.685 -20.935 68,00% ENERGIAS BR 13.171.799 18.412.340 35,54% 6.566.803 7.488.447 12,54% 8.898.728 10.107.957 12,14% 1.502.869 2.430.694 55,15% ENERGISA 18.601.642 18.502.182 -0,48% 2.998.860 3.318.170 9,51% 8.279.559 11.935.130 39,44% 963.396 864.667 -9,15% ENERGISA MT* 4.402.872 4.666.751 5,35% 1.317.096 1.349.626 2,21% 2.637.870 3.483.404 28,63% 222.810 192.876 -12,00% ENERSUL* 2.334.010 2.597.403 10,08% 754.079 803.589 5,87% 1.663.525 2.031.746 19,77% 109.312 201.896 75,66% ENEVA 7.044.418 8.492.078 18,36% 1.217.712 3.577.177 173,09% 1.798.092 1.518.633 -13,88% -483.709 129.767 113,30% EQUATORIAL 11.268.636 12.585.887 10,44% 3.445.525 4.229.239 20,32% 6.773.453 7.134.673 4,76% 922.841 693.514 -22,20% GER PARANAP* 3.843.843 4.161.857 7,39% 1.869.566 1.813.883 -2,66% 1.222.998 1.190.982 -2,34% 486.913 433.582 -9,78% LIGHT S.A. 13.634.194 14.905.979 8,33% 3.628.625 3.669.622 1,01% 9.230.370 10.647.304 13,71% 1.394.877 640.341 -48,32% PAUL F LUZ* 8.151.388 11.163.454 33,01% 728.213 1.352.393 76,57% 7.250.808 8.613.882 16,79% 898.323 591.938 -30,47% REDE ENERGIA* 3.543.954 3.762.070 5,50% 1.956.414 2.340.903 17,56% 0 0 - 1.092.317 259.231 -68,13% RENOVA 5.542.242 6.023.461 7,76% 2.509.641 2.627.916 4,21% 302.867 409.830 31,55% 39.744 470.770 968,79% RIO GDE ENER* 3.766.499 4.952.936 28,14% 1.956.414 1.630.650 -14,87% 2.648.483 3.359.012 23,97% 327.023 261.681 -17,85% TAESA 8.658.788 8.862.458 2,10% 4.224.632 4.377.065 3,22% 1.495.804 1.542.465 2,79% 1.515.549 1.537.551 1,30% TRACTEBEL 13.609.587 15.300.673 11,10% 5.654.949 6.642.136 15,59% 6.472.496 6.512.037 0,55% 2.302.948 2.503.830 7,79% TRAN PAULIST 7.142.139 7.338.703 2,46% 5.228.612 5.515.001 4,89% 1.102.788 1.287.130 14,93% 448.316 614.054 33,02% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 501.767.840 539.615.153 6,74% 178.744.079 170.973.477 -3,88% 221.937.541 249.886.910 12,59% 28.684.920 1 7.436.187 -35,03%

-177.884 54.281 116,58% 9.042.898 10.445.863 13,86% 22.719 101.077 308,10% 0,86 0,99 2,84 3,05 209.826 803.316 252,67% 11.770.939 2.618.313 -69,46% -124.906 269.448 282,03% 0,18 0,57 1,99 1,30 3.150 3.005 -4,11% 7.731 9.165 16,57% 4.177 3.618 -11,95% 0,74 0,66 0,20 0,23 14.982 12.633 -14,01% 7.260 10.956 45,48% 58.455 66.939 12,97% 0,41 0,31 0,09 0,14 194.830 -35.234 -105,48% 3.641.629 5.305.108 40,81% 399.648 359.159 -9,05% 0,74 0,66 1,40 2,11 -150.080 88.519 142,02% 2.455.420 2.523.907 2,49% -276.267 180.715 147,76% 0,71 0,73 7,05 3,07 -445.282 -514.244 -13,84% 2.874.156 3.799.560 28,76% -355.098 -475.335 -30,25% 0,96 1,02 32,66 -7,86 -280.173 84.947 116,41% 1.417.706 1.436.870 1,21% 472.619 164.253 -58,28% 0,21 0,19 0,98 0,97 513.055 130.674 -66,58% 3.827.669 5.764.200 45,19% 3.434.271 246.433 -82,92% 1,01 0,86 1,63 2,59 -613.052 -618.164 -0,74% 3.392.161 3.990.584 15,76% 201.980 -278.641 -212,56% 0,08 0,08 -1,24 -1,19 345.217 520.226 45,29% 5.315.955 5.011.239 -5,12% -175.224 350.275 267,90% 0,66 0,61 7,30 2,72 129.951 71.097 -40,46% 2.684.679 3.260.158 19,15% -89.709 -183.408 -93,31% 0,92 0,93 1,69 1,93 3.136.903 2.491.878 -18,37% 23.715.051 27.880.851 15,69% -3.568.939 -3.708.772 -3,50% 0,56 0,52 2,10 2,14 2.088.965 2.337.663 10,64% 8.891.426 10.675.247 17,92% -1.614.411 -753.871 85,83% 0,62 0,48 2,55 2,27 560.139 -61.357 -99,12% 6.058.809 4.675.871 -20,39% 746.153 24.391 -86,41% 0,33 0,25 0,70 0,64 459.267 386.295 -14,19% 5.547.427 6.583.648 16,69% 197.830 -99.859 -134,42% 0,67 0,71 1,99 2,14 251.559 363.070 39,60% 2.312.297 2.604.673 11,30% 397.445 209.119 -42,33% 0,90 0,90 1,35 1,30 1.335.615 1.265.551 -4,69% 11.935.362 14.363.179 18,17% 1.162.783 2.144.279 75,40% 0,54 0,51 0,87 0,98 198.362 207.370 4,06% 1.077.900 1.350.939 22,63% 61.331 197.658 198,56% 0,84 0,82 1,31 1,58 886.443 875.277 -1,13% 25.714.304 30.402.333 16,29% 1.797.600 2.983.779 58,95% 0,49 0,50 2,74 3,00 187.715 211.637 11,38% 2.567.039 3.697.514 39,34% -85.143 64.214 156,70% 0,99 0,87 5,35 6,88 -167.361 -48.717 63,33% 7.293.378 7.600.305 3,76% 146.265 121.554 -15,09% 0,11 0,13 1,68 1,77 439.030 371.179 -13,81% 3.581.733 4.931.616 33,67% 991.837 686.098 -27,54% 0,82 0,81 1,61 2,51 -2.962.502 -14.953.658 -361,57% 87.783.197 107.906.186 20,48% 11.267.185 1.337.753 -78,72% 0,21 0,22 1,54 2,59 -2.944 5.310 250,45% 12.649 27.746 106,62% 58.453 62.515 6,21% - - 0,09 0,19 -131.747 101.136 -157,90% 9.022.451 10.435.682 13,99% 7.726 73.241 757,50% 0,91 1,03 3,51 3,68 -27.163 59.790 285,96% 413.665 337.548 -16,44% 116.473 113.476 -2,30% 0,14 0,18 0,61 0,44 838.361 1.406.372 60,52% 6.604.996 10.923.893 58,41% -432.740 939.151 283,19% 0,68 0,55 1,01 1,46 304.720 351.401 13,68% 15.602.782 15.184.012 -2,40% 1.259.995 1.163.238 -6,86% 0,45 0,65 5,20 4,58 104.774 45.246 -50,75% 3.085.776 3.317.125 6,70% 587.121 278.692 -46,93% 0,60 0,75 2,34 2,46 33.448 109.560 203,27% 1.579.931 1.793.814 12,09% 232.402 332.000 38,28% 0,71 0,78 2,10 2,23 -1.556.961 137.111 97,20% 5.826.706 4.914.901 -13,98% -2.675.200 -512.063 72,23% 0,26 0,18 4,78 1,37 780.562 959.848 20,52% 7.823.111 8.356.648 6,09% 1.234.209 2.026.879 57,37% 0,60 0,57 2,27 1,98 285.578 182.647 -32,20% 1.974.277 2.347.974 16,91% -82.434 -131.184 -52,83% 0,32 0,29 1,06 1,29 662.831 42.395 -83,62% 10.005.569 11.236.357 10,99% 30.480 -423.135 -1.329,44% 0,68 0,71 2,76 3,06 502.719 298.203 -36,34% 7.423.175 9.811.061 28,74% -212.933 1.166.093 578,53% 0,89 0,77 10,19 7,25 1.700.155 409.115 -67,83% 1.587.540 1.421.167 -9,36% -530.595 6.936 90,50% - - 0,81 0,61 -35.723 118.192 384,89% 3.032.601 3.395.545 10,69% 175.490 -946.376 -571,07% 0,05 0,07 1,21 1,29 176.754 143.679 -16,72% 1.810.085 3.322.286 74,63% 134.684 470.967 223,04% 0,70 0,68 0,93 2,04 904.845 909.423 0,45% 4.434.156 4.485.393 1,03% 1.035.179 1.073.788 3,33% 0,17 0,17 1,05 1,02 1.383.105 1.501.303 7,63% 7.954.638 8.658.537 7,90% 1.243.989 1.367.555 8,87% -0,52 0,43 0,41 1,30 379.732 517.186 32,34% 1.913.527 1.823.702 -4,19% 959.063 476.515 -44,95% 0,15 0,18 0,37 0,33 12.461.721 1.345.161 -79,69% 323.023.761 368.641.676 12,62% 18.213.963 11.549.164 -36,59% 0,44 0,46 1,81 2,16

Saneamento e Serviços de Água e Gás / Sanitation and Water and Gas Services CABAMBIENTAL 1.637.121 1.605.965 -1,70% 280.471 214.490 -21,01% 564.568 469.874 -14,98% 131.394 74.075 -38,97% CASAN* 2.408.156 2.668.241 9,65% 1.278.376 1.278.823 0,03% 744.696 796.925 6,27% 198.873 106.471 -41,51% CEG* 2.515.969 2.659.782 5,11% 943.805 1.073.910 12,31% 3.524.102 3.728.092 5,17% 531.505 517.621 -2,33% COMGAS* 7.640.424 8.868.031 14,35% 3.108.862 3.181.402 2,08% 6.387.103 6.597.017 2,94% 1.049.887 1.170.547 10,27% COPASA 10.161.975 10.930.739 6,76% 5.536.564 5.646.850 1,78% 4.131.432 3.834.469 -6,42% 619.797 314.942 -43,94% SABESP* 30.355.440 33.706.614 9,86% 13.304.403 13.716.606 2,77% 11.213.216 11.711.569 3,97% 1.910.709 3.043.991 52,98% SANEPAR* 7.551.739 8.244.675 8,20% 3.801.085 4.180.307 8,91% 2.617.040 2.971.185 12,09% 660.762 699.788 5,28% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 62.270.824 68.684.047 9,20% 28.253.566 29.292.388 3,28% 29.182.157 30.109.131 2,84% 5.102.927 5.927.435 14,43%

BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

16.954 -66.994 -442,32% 1.356.650 1.391.475 2,29% 6.753 -93.762 -1.329,63% 0,34 0,29 4,84 74.734 10.936 -76,26% 1.129.780 1.389.418 20,53% 155.773 164.833 5,20% 0,31 0,30 0,88 320.928 284.392 -10,17% 1.572.164 1.585.872 0,78% -176.113 -318.343 -72,14% 1,40 1,40 1,67 611.601 698.852 12,74% 4.531.562 5.686.629 22,77% 353.576 742.006 98,14% 0,84 0,74 1,46 318.141 -11.592 -92,58% 4.625.411 5.283.889 12,72% 166.581 426.708 139,49% 0,41 0,35 0,84 902.983 536.279 -36,28% 17.051.037 19.990.008 15,40% -265.131 -289.983 -8,37% 0,37 0,35 1,28 421.586 438.444 3,57% 3.750.654 4.064.368 7,47% -205.901 -3.118 87,98% 0,35 0,36 0,99 2.666.927 1.890.317 -26,01% 34.017.258 39.391.659 14,11% 35.538 628.341 1.490,10% 0,47 0,44 1,20

6,49 1,09 1,48 1,79 0,94 1,46 0,97 1,34

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Açúcar e Álcool / Sugar & Ethanol COSAN 27.103.712 30.382.191 10,81% 12.449.273 12.534.676 0,61% 8.146.863 8.451.901 3,34% 1.481.972 2.029.475 33,00% COSAN LTD 29.696.348 52.307.668 68,02% 13.489.307 16.354.672 18,98% 9.062.304 12.458.251 33,47% 1.669.156 3.038.856 73,30% SÃO MARTINHO 7.168.924 -89,33% 2.616.085 -89,33% 1.916.044 -89,33% 455.400 -89,33% V-AGRO 2.510.004 2.396.399 -4,04% 1.246.444 1.022.039 -16,08% 859.249 853.167 -0,63% -81.683 -71.604 11,02% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 66.478.988 85.086.258 25,00% 29.801.109 29.911.387 0,33% 19.984.460 21.763.319 7,95% 3.524.845 4.996.727 37,30%

643.292 968.263 45,13% 14.654.439 17.847.515 19,46% 863.179 1.820.770 99,10% 0,30 0,28 1,18 1,42 642.479 886.262 33,90% 16.207.041 35.952.996 108,84% 594.164 -87.402 -102,47% 0,31 0,24 1,20 2,20 288.317 -89,33% 4.552.839 0 -89,33% 329.707 -89,33% 0,27 - 1,74 -75.487 -161.500 -101,78% 1.263.560 1.374.360 7,83% -219.404 -608.101 -158,26% 0,34 0,36 1,01 1,34 1.498.601 1.693.025 11,59% 36.677.879 55.174.871 45,05% 1.567.646 1.125.267 -25,21% 0,30 0,26 1,23 1,84

*DFs Individuais

116

117


Estatísticas

Statistics

Statistics

Estatísticas

BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Mineração / Mining MAGNESITA SA 6.608.145 6.510.840 -1,32% 2.892.877 1.873.459 -31,48% 2.872.042 3.380.772 15,82% 130.541 -253.495 -262,80% MANABI 618.364 191.152 -61,72% 608.627 134.429 -69,60% 0 0 - -802.102 -227.053 64,04% MMX MINER 3.237.852 405.371 -78,15% -828.291 -734.161 10,15% 329.046 367 -89,23% -2.085.414 203.878 98,07% VALE 309.415.532 345.549.435 10,43% 149.601.623 139.419.590 -6,08% 88.274.564 85.499.184 -2,81% 17.572.598 - 28.337.139 -233,38% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 319.879.893 352.656.798 9,15% 152.274.836 140.693.317 -6,79% 91.475.652 88.880.323 -2,53% 14.815.623 -28.613.809 -261,86%

-97.016 -1.060.447 -887,10% 3.715.268 4.637.381 22,17% 1.409.903 1.085.672 -20,54% 0,43 0,52 1,14 2,48 -750.406 -185.445 219,54% 9.737 56.723 431,06% 451.033 4.564 -88,43% - - 0,02 0,42 -2.223.688 96.071 93,19% 4.066.143 1.139.532 -64,30% -765.514 -562.798 23,65% 0,10 0,00 -4,91 -1,55 219.588 -45.996.622 -18.801,09% 159.813.909 206.129.845 25,89% 25.231.007 19.235.682 -21,23% 0,29 0,25 1,07 1,48 -2.851.522 -47.146.443 -1.387,63% 167.605.057 211.963.481 23,64% 26.326.429 19.763.120 -22,27% 0,29 0,25 1,10 1,51

Papel & Celulose e Madeira / Pulp & Paper CELUL IRANI 1.678.837 1.658.591 -1,08% 497.625 396.628 -18,13% 738.499 758.758 2,45% 99.715 93.535 -5,54% DURATEX 8.797.107 9.008.059 2,14% 4.608.900 4.616.476 0,15% 3.984.507 3.963.214 -0,48% 620.219 325.405 -42,46% EUCATEX 1.940.295 2.018.421 3,60% 1.162.474 1.173.356 0,84% 1.114.668 1.143.261 2,29% 103.699 102.150 -1,33% FIBRIA 25.593.980 29.433.978 13,40% 14.615.705 12.815.320 -11,00% 7.083.603 10.080.667 37,80% 1.656.615 3.524.324 100,71% KLABIN S.A. 21.173.855 26.268.180 21,49% 7.058.324 5.352.340 -21,59% 4.893.882 5.687.589 14,49% 1.699.735 1.491.822 -10,93% MELHOR SP 1.612.515 1.473.512 -7,70% 820.268 712.376 -11,75% 269.185 112.208 -52,09% 57.813 -62.520 -185,93% SUZANO HOLD 28.467.899 28.621.930 0,48% 10.537.406 9.400.403 -9,64% 7.265.360 10.224.728 36,39% 1.204.330 3.039.983 136,16% SUZANO PAPEL 28.119.456 28.259.985 0,45% 10.315.132 9.192.081 -9,73% 7.264.599 10.224.361 36,40% 1.229.569 3.069.984 133,71% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 117.383.944 126.742.656 7,12% 49.615.834 43.658.980 -10,72% 32.614.303 42.194.786 26,24% 6.671.695 11.584.683 65,78%

56.579 495 -88,55% 1.181.212 1.261.963 6,11% 66.766 -3.228 -93,65% 0,44 0,46 2,37 3,18 393.560 191.744 -45,81% 4.188.207 4.391.583 4,34% 1.234.826 1.470.795 17,07% 0,49 0,44 0,91 0,95 27.382 10.508 -55,05% 777.821 845.065 7,72% -8.151 -84.764 -839,63% 0,57 0,57 0,67 0,72 162.552 356.985 106,85% 10.978.275 16.618.658 45,90% 1.161.947 2.505.279 103,27% 0,28 0,34 0,75 1,30 730.330 -1.253.197 -242,61% 14.115.531 20.915.840 43,04% 5.380.803 5.513.449 2,20% 0,23 0,22 2,00 3,91 33.480 -81.873 -307,78% 792.247 761.136 -3,51% 90.810 32.933 -56,93% 0,17 0,08 0,97 1,07 -231.698 -851.931 -239,13% 17.930.493 19.221.527 6,43% 3.566.999 3.272.083 -7,39% 0,26 0,36 1,70 2,04 -261.506 -925.354 226,77% 17.804.324 19.067.904 6,34% 3.541.779 3.078.445 -11,69% 0,26 0,36 1,73 2,07 910.679 -2.552.623 -339,72% 67.768.110 83.083.676 20,19% 15.035.779 15.784.992 4,45% 0,28 0,33 1,37 1,90

Petróleo & Gás, Química & Petroquímica, Borracha, Embalagens & Plástico / Oil & Gas and Derivates BRASKEM 49.421.751 59.961.294 19,05% 5.894.350 1.337.711 -69,06% 46.031.389 47.282.996 2,43% 3.569.208 7.052.191 87,17% CRISTAL 521.495 562.292 6,99% 362.820 341.905 -5,15% 394.689 422.591 6,32% -22.363 -6.435 63,62% ELEKEIROZ* 703.422 762.621 7,52% 465.116 455.065 -1,93% 934.980 894.289 -3,89% -47.573 -4.544 80,80% EVORA 2.666.496 4.030.772 45,70% 837.229 1.138.528 32,15% 1.906.037 2.441.994 25,12% 198.913 330.840 59,25% FER HERINGER* 3.311.081 3.333.510 0,61% 445.210 246.014 -39,97% 5.951.799 6.308.405 5,35% 284.060 147.056 -43,08% GPC PART 689.142 710.682 2,79% 22.836 -33.283 -219,53% 367.488 397.670 7,34% 11.576 5.979 -43,19% METAL IGUAÇU* 76.020 77.081 1,25% 17.886 7.650 -51,12% 81.493 116.937 38,85% -6.565 -4.848 23,36% NOVA OLEO 2.435.867 2.397.724 -1,40% 618.311 -678.938 -187,42% 989.088 584.549 -36,54% 10.627.857 -320.568 -112,69% OGX PETROLEO* 128.302 24.218 -72,47% 18.534 -371.946 -1.882,03% 0 0 - -5.548 -213.583 -3.349,63% OSX BRASIL 6.049.548 8.270.933 32,80% -1.866.627 -2.918.499 -50,34% 731.084 414.197 -38,72% -3.925.832 391.721 98,25% PET MANGUINH 318.362 368.995 14,21% -1.107.593 -1.573.988 -37,62% 238.174 710.127 177,01% -156.082 -296.513 -80,37% PETROBRAS 793.375.000 900.135.000 12,02% 310.722.000 257.930.000 -15,18% 337.260.000 321.638.000 -4,14% -21.916.000 - 13.188.000 34,68% PETRORIO 1.059.854 1.177.037 9,88% 621.733 914.105 42,01% 486.839 253.071 -42,89% -1.067.875 84.214 -96,37% QGEP PART 3.171.062 3.430.263 7,30% 2.528.828 2.689.165 5,66% 503.232 496.192 -1,25% 98.836 -196.510 -266,94% SANSUY 435.789 427.172 -1,77% -454.100 -593.297 -27,38% 442.462 417.444 -5,05% -42.503 -58.350 -33,30% UNIPAR* 1.625.571 1.665.054 2,17% 776.870 827.223 5,79% 776.483 858.976 9,49% 136.290 157.732 14,05% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 865.988.762 987.334.648 12,52% 319.903.403 259.717.415 -16,81% 397.095.237 383.237.438 -3,12% -12.263.601 -6.119.618 44,75%

726.301 2.898.780 267,20% 43.527.401 58.623.583 30,98% 677.907 816.258 18,23% 0,93 0,79 7,38 43,82 -51.613 -20.908 53,14% 158.675 220.387 34,74% 200.051 235.187 15,69% 0,76 0,75 0,44 0,64 -32.342 -10.987 58,98% 238.306 307.556 25,96% 191.600 138.733 -24,65% 1,33 1,17 0,51 0,68 19.541 10.583 -40,95% 1.829.267 2.892.244 51,91% 421.135 744.049 68,50% 0,71 0,61 1,97 2,54 7.963 -335.967 -3.858,25% 2.865.871 3.087.496 6,91% -548.531 -1.131.573 -94,95% 1,80 1,89 6,44 12,55 -26.016 -56.113 -1.064,27% 666.306 743.965 10,41% -32.183 -97.559 -181,46% 0,53 0,56 29,18 -22,35 -4.824 -10.236 -100,22% 58.134 69.431 17,36% -9.508 -16.561 -66,26% 1,07 1,52 3,25 9,08 9.921.481 -754.286 -10,89% 1.817.556 3.076.662 61,88% -905.524 -2.087.531 -23,07% 0,41 0,24 2,94 -4,53 9.868.021 -235.354 -91,46% 109.768 396.164 233,07% -108.372 -92.919 12,74% - - - -4.236.936 -987.345 68,52% 7.916.175 11.189.432 36,94% 40.168 -3.248.583 -7.313,88% 0,12 0,05 -4,24 -3,83 -185.444 -482.566 -143,12% 1.425.955 1.942.983 32,39% -297.871 -753.933 -136,77% 0,75 1,92 -1,29 -1,23 -21.924.000 -35.171.000 -53,97% 482.653.000 642.205.000 29,53% 52.364.000 58.009.000 9,63% 0,43 0,36 1,55 2,49 -1.003.073 110.421 99,17% 438.121 262.932 -35,72% 632.391 814.399 25,71% 0,46 0,22 0,70 0,29 166.056 93.613 -38,97% 642.234 741.098 13,75% 1.229.108 1.179.376 -3,61% 0,16 0,14 0,25 0,28 -105.686 -139.197 -28,33% 889.889 1.020.469 13,11% 109.495 72.646 -30,06% 1,02 0,98 -1,96 -1,72 65.591 87.833 30,29% 848.701 837.831 -1,14% 8.459 69.149 640,91% 0,48 0,52 1,09 1,01 -6.794.980 -35.002.729 -370,84% 546.085.359 727.617.233 29,70% 53.972.325 54.650.138 1,12% 0,46 0,39 1,71 2,80

Siderurgia e Metalurgia / Steel & Metallurgy ALIPERTI 434.671 423.372 -2,32% 268.770 278.044 3,08% 68.443 64.753 -4,82% 10.221 6.236 -34,83% FERBASA 1.461.529 1.643.335 11,11% 1.277.882 1.339.779 4,33% 828.247 936.230 11,65% 74.286 215.687 170,04% FIBAM* 86.577 73.624 -13,36% 17.151 6.327 -56,38% 81.362 62.902 -20,27% -650 -4.550 -535,98% GERDAU 63.042.330 70.094.709 9,99% 33.254.534 31.970.383 -3,45% 42.546.339 43.581.241 2,17% 2.898.986 -3.215.512 -188,41% GERDAU MET 63.253.424 70.218.773 9,84% 31.240.657 30.472.262 -2,20% 42.546.339 43.581.241 2,17% 2.869.985 -3.336.406 -193,18% MANGELS INDL 417.625 397.193 -4,37% -154.388 -298.026 -83,11% 449.941 427.477 -4,46% -14.604 -4.622 61,06% PANATLANTICA 635.008 643.375 1,18% 305.832 316.901 3,23% 736.923 634.929 -12,36% 23.799 22.313 -5,58% PARANAPANEMA 4.964.224 5.306.234 6,15% 1.204.232 344.476 -63,78% 4.734.359 5.374.268 12,07% 126.596 143.393 11,85% SID NACIONAL 49.767.100 48.649.974 -2,01% 5.734.975 8.735.663 46,74% 16.126.232 15.331.852 -4,40% 2.818.013 5.177.625 74,80% TEKNO 242.655 230.733 -4,39% 216.064 204.786 -4,66% 137.252 121.346 -10,35% 2.461 -15.367 -647,13% USIMINAS 30.484.062 27.758.332 -7,99% 18.761.615 14.993.857 -17,94% 11.741.629 10.185.570 -11,84% 706.748 -3.629.206 -548,05% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 214.789.205 225.439.654 4,43% 92.127.324 88.364.452 -3,65% 119.997.066 120.301.809 0,23% 9.515.841 -4.640.409 -132,89%

7.499 3.088 -52,54% 165.901 145.328 -11,08% 63.089 70.083 9,90% 0,16 0,15 0,62 0,52 91.695 173.700 79,89% 183.647 303.556 58,33% 566.553 451.523 -18,14% 0,57 0,57 0,14 0,23 -5.417 -10.824 -89,17% 69.426 67.297 -2,74% 8.468 16.791 87,80% 0,94 0,85 4,05 10,64 1.488.373 -4.595.986 -365,17% 29.787.796 38.124.326 25,00% 12.909.943 14.314.467 9,72% 0,67 0,62 0,90 1,19 1.105.292 -5.028.973 -495,77% 32.012.767 39.746.511 21,58% 12.227.996 13.974.486 12,76% 0,67 0,62 1,02 1,30 -44.355 -143.638 -199,96% 572.013 695.219 19,24% 92.150 68.446 -22,98% 1,08 1,08 -3,71 -2,33 15.545 11.069 -25,72% 329.176 326.474 -0,73% 245.820 288.291 15,43% 1,16 0,99 1,08 1,03 123.881 134.786 7,86% 3.759.992 4.961.758 28,55% 117.554 -343.542 -350,39% 0,95 1,01 3,12 14,40 -112.267 1.615.951 1.375,13% 44.032.125 39.914.311 -8,35% 9.572.564 11.105.120 14,30% 0,32 0,32 7,68 4,57 4.442 -8.962 -269,56% 26.591 25.947 -2,16% 100.595 92.039 -7,60% 0,57 0,53 0,12 0,13 208.479 -3.684.977 -1.668,29% 11.722.447 12.764.475 7,94% 3.475.785 2.398.919 -27,68% 0,39 0,37 0,62 0,85 2.883.167 -11.534.766 -446,72% 122.661.881 137.075.202 10,50% 39.380.517 42.436.623 6,93% 0,56 0,53 1,33 1,55

BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment AÇO ALTONA ALTUS S.A.* BARDELLA BAUMER COBRASMA* EMBRAER

273.002 269.385 202.304 201.576 789.837 837.888 136.888 161.822 164.403 162.228 27.653.600 45.566.910

-1,18% -0,32% 5,43% 16,27% -1,18% 57,87%

73.510 71.794 17.975 20.931 337.133 325.091 82.039 94.923 -5.752.834 -6.693.348 10.265.486 15.008.670

-2,09% 14,69% -3,19% 14,03% -14,61% 41,28%

171.325 146.637 99.553 97.805 478.936 446.432 116.297 112.044 60 54 14.935.910 20.301.771

-12,87% -1,57% -6,06% -3,27% -8,93% 32,09%

13.328 8.567 12.054 -333 15.523 18.331 17.248 15.411 -74.023 -117.937 1.303.774 1.103.067

-31,91% -91,80% 16,16% -9,51% 52,99% -13,75%

6.770 -606 7.392 12.382 -665.879 826.600

122 -14.115 -8.958 14.996 -940.514 281.608

-87,72% -1.991,35% -197,58% 18,86% -36,84% -58,90%

199.492 184.329 452.704 54.849 5.917.237 17.388.114

197.591 180.645 512.797 66.899 6.855.576 30.558.240

-0,85% -1,79% 11,86% 19,63% 14,17% 67,66%

39.602 11.290 60.513 51.295 -3.054 8.653.299

53.175 -8.101 9.573 65.325 -2.344 13.006.851

30,62% -153,43% -75,20% 24,43% 20,77% 44,94%

0,63 0,49 0,61 0,85 - 0,54

0,54 0,49 0,53 0,69 - 0,45

2,71 10,25 1,34 0,67 -1,03 1,69

2,75 8,63 1,58 0,70 -1,02 2,04

*DFs Individuais

118

119


Estatísticas

Statistics

Statistics

Estatísticas

BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Mineração / Mining MAGNESITA SA 6.608.145 6.510.840 -1,32% 2.892.877 1.873.459 -31,48% 2.872.042 3.380.772 15,82% 130.541 -253.495 -262,80% MANABI 618.364 191.152 -61,72% 608.627 134.429 -69,60% 0 0 - -802.102 -227.053 64,04% MMX MINER 3.237.852 405.371 -78,15% -828.291 -734.161 10,15% 329.046 367 -89,23% -2.085.414 203.878 98,07% VALE 309.415.532 345.549.435 10,43% 149.601.623 139.419.590 -6,08% 88.274.564 85.499.184 -2,81% 17.572.598 - 28.337.139 -233,38% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 319.879.893 352.656.798 9,15% 152.274.836 140.693.317 -6,79% 91.475.652 88.880.323 -2,53% 14.815.623 -28.613.809 -261,86%

-97.016 -1.060.447 -887,10% 3.715.268 4.637.381 22,17% 1.409.903 1.085.672 -20,54% 0,43 0,52 1,14 2,48 -750.406 -185.445 219,54% 9.737 56.723 431,06% 451.033 4.564 -88,43% - - 0,02 0,42 -2.223.688 96.071 93,19% 4.066.143 1.139.532 -64,30% -765.514 -562.798 23,65% 0,10 0,00 -4,91 -1,55 219.588 -45.996.622 -18.801,09% 159.813.909 206.129.845 25,89% 25.231.007 19.235.682 -21,23% 0,29 0,25 1,07 1,48 -2.851.522 -47.146.443 -1.387,63% 167.605.057 211.963.481 23,64% 26.326.429 19.763.120 -22,27% 0,29 0,25 1,10 1,51

Papel & Celulose e Madeira / Pulp & Paper CELUL IRANI 1.678.837 1.658.591 -1,08% 497.625 396.628 -18,13% 738.499 758.758 2,45% 99.715 93.535 -5,54% DURATEX 8.797.107 9.008.059 2,14% 4.608.900 4.616.476 0,15% 3.984.507 3.963.214 -0,48% 620.219 325.405 -42,46% EUCATEX 1.940.295 2.018.421 3,60% 1.162.474 1.173.356 0,84% 1.114.668 1.143.261 2,29% 103.699 102.150 -1,33% FIBRIA 25.593.980 29.433.978 13,40% 14.615.705 12.815.320 -11,00% 7.083.603 10.080.667 37,80% 1.656.615 3.524.324 100,71% KLABIN S.A. 21.173.855 26.268.180 21,49% 7.058.324 5.352.340 -21,59% 4.893.882 5.687.589 14,49% 1.699.735 1.491.822 -10,93% MELHOR SP 1.612.515 1.473.512 -7,70% 820.268 712.376 -11,75% 269.185 112.208 -52,09% 57.813 -62.520 -185,93% SUZANO HOLD 28.467.899 28.621.930 0,48% 10.537.406 9.400.403 -9,64% 7.265.360 10.224.728 36,39% 1.204.330 3.039.983 136,16% SUZANO PAPEL 28.119.456 28.259.985 0,45% 10.315.132 9.192.081 -9,73% 7.264.599 10.224.361 36,40% 1.229.569 3.069.984 133,71% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 117.383.944 126.742.656 7,12% 49.615.834 43.658.980 -10,72% 32.614.303 42.194.786 26,24% 6.671.695 11.584.683 65,78%

56.579 495 -88,55% 1.181.212 1.261.963 6,11% 66.766 -3.228 -93,65% 0,44 0,46 2,37 3,18 393.560 191.744 -45,81% 4.188.207 4.391.583 4,34% 1.234.826 1.470.795 17,07% 0,49 0,44 0,91 0,95 27.382 10.508 -55,05% 777.821 845.065 7,72% -8.151 -84.764 -839,63% 0,57 0,57 0,67 0,72 162.552 356.985 106,85% 10.978.275 16.618.658 45,90% 1.161.947 2.505.279 103,27% 0,28 0,34 0,75 1,30 730.330 -1.253.197 -242,61% 14.115.531 20.915.840 43,04% 5.380.803 5.513.449 2,20% 0,23 0,22 2,00 3,91 33.480 -81.873 -307,78% 792.247 761.136 -3,51% 90.810 32.933 -56,93% 0,17 0,08 0,97 1,07 -231.698 -851.931 -239,13% 17.930.493 19.221.527 6,43% 3.566.999 3.272.083 -7,39% 0,26 0,36 1,70 2,04 -261.506 -925.354 226,77% 17.804.324 19.067.904 6,34% 3.541.779 3.078.445 -11,69% 0,26 0,36 1,73 2,07 910.679 -2.552.623 -339,72% 67.768.110 83.083.676 20,19% 15.035.779 15.784.992 4,45% 0,28 0,33 1,37 1,90

Petróleo & Gás, Química & Petroquímica, Borracha, Embalagens & Plástico / Oil & Gas and Derivates BRASKEM 49.421.751 59.961.294 19,05% 5.894.350 1.337.711 -69,06% 46.031.389 47.282.996 2,43% 3.569.208 7.052.191 87,17% CRISTAL 521.495 562.292 6,99% 362.820 341.905 -5,15% 394.689 422.591 6,32% -22.363 -6.435 63,62% ELEKEIROZ* 703.422 762.621 7,52% 465.116 455.065 -1,93% 934.980 894.289 -3,89% -47.573 -4.544 80,80% EVORA 2.666.496 4.030.772 45,70% 837.229 1.138.528 32,15% 1.906.037 2.441.994 25,12% 198.913 330.840 59,25% FER HERINGER* 3.311.081 3.333.510 0,61% 445.210 246.014 -39,97% 5.951.799 6.308.405 5,35% 284.060 147.056 -43,08% GPC PART 689.142 710.682 2,79% 22.836 -33.283 -219,53% 367.488 397.670 7,34% 11.576 5.979 -43,19% METAL IGUAÇU* 76.020 77.081 1,25% 17.886 7.650 -51,12% 81.493 116.937 38,85% -6.565 -4.848 23,36% NOVA OLEO 2.435.867 2.397.724 -1,40% 618.311 -678.938 -187,42% 989.088 584.549 -36,54% 10.627.857 -320.568 -112,69% OGX PETROLEO* 128.302 24.218 -72,47% 18.534 -371.946 -1.882,03% 0 0 - -5.548 -213.583 -3.349,63% OSX BRASIL 6.049.548 8.270.933 32,80% -1.866.627 -2.918.499 -50,34% 731.084 414.197 -38,72% -3.925.832 391.721 98,25% PET MANGUINH 318.362 368.995 14,21% -1.107.593 -1.573.988 -37,62% 238.174 710.127 177,01% -156.082 -296.513 -80,37% PETROBRAS 793.375.000 900.135.000 12,02% 310.722.000 257.930.000 -15,18% 337.260.000 321.638.000 -4,14% -21.916.000 - 13.188.000 34,68% PETRORIO 1.059.854 1.177.037 9,88% 621.733 914.105 42,01% 486.839 253.071 -42,89% -1.067.875 84.214 -96,37% QGEP PART 3.171.062 3.430.263 7,30% 2.528.828 2.689.165 5,66% 503.232 496.192 -1,25% 98.836 -196.510 -266,94% SANSUY 435.789 427.172 -1,77% -454.100 -593.297 -27,38% 442.462 417.444 -5,05% -42.503 -58.350 -33,30% UNIPAR* 1.625.571 1.665.054 2,17% 776.870 827.223 5,79% 776.483 858.976 9,49% 136.290 157.732 14,05% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 865.988.762 987.334.648 12,52% 319.903.403 259.717.415 -16,81% 397.095.237 383.237.438 -3,12% -12.263.601 -6.119.618 44,75%

726.301 2.898.780 267,20% 43.527.401 58.623.583 30,98% 677.907 816.258 18,23% 0,93 0,79 7,38 43,82 -51.613 -20.908 53,14% 158.675 220.387 34,74% 200.051 235.187 15,69% 0,76 0,75 0,44 0,64 -32.342 -10.987 58,98% 238.306 307.556 25,96% 191.600 138.733 -24,65% 1,33 1,17 0,51 0,68 19.541 10.583 -40,95% 1.829.267 2.892.244 51,91% 421.135 744.049 68,50% 0,71 0,61 1,97 2,54 7.963 -335.967 -3.858,25% 2.865.871 3.087.496 6,91% -548.531 -1.131.573 -94,95% 1,80 1,89 6,44 12,55 -26.016 -56.113 -1.064,27% 666.306 743.965 10,41% -32.183 -97.559 -181,46% 0,53 0,56 29,18 -22,35 -4.824 -10.236 -100,22% 58.134 69.431 17,36% -9.508 -16.561 -66,26% 1,07 1,52 3,25 9,08 9.921.481 -754.286 -10,89% 1.817.556 3.076.662 61,88% -905.524 -2.087.531 -23,07% 0,41 0,24 2,94 -4,53 9.868.021 -235.354 -91,46% 109.768 396.164 233,07% -108.372 -92.919 12,74% - - - -4.236.936 -987.345 68,52% 7.916.175 11.189.432 36,94% 40.168 -3.248.583 -7.313,88% 0,12 0,05 -4,24 -3,83 -185.444 -482.566 -143,12% 1.425.955 1.942.983 32,39% -297.871 -753.933 -136,77% 0,75 1,92 -1,29 -1,23 -21.924.000 -35.171.000 -53,97% 482.653.000 642.205.000 29,53% 52.364.000 58.009.000 9,63% 0,43 0,36 1,55 2,49 -1.003.073 110.421 99,17% 438.121 262.932 -35,72% 632.391 814.399 25,71% 0,46 0,22 0,70 0,29 166.056 93.613 -38,97% 642.234 741.098 13,75% 1.229.108 1.179.376 -3,61% 0,16 0,14 0,25 0,28 -105.686 -139.197 -28,33% 889.889 1.020.469 13,11% 109.495 72.646 -30,06% 1,02 0,98 -1,96 -1,72 65.591 87.833 30,29% 848.701 837.831 -1,14% 8.459 69.149 640,91% 0,48 0,52 1,09 1,01 -6.794.980 -35.002.729 -370,84% 546.085.359 727.617.233 29,70% 53.972.325 54.650.138 1,12% 0,46 0,39 1,71 2,80

Siderurgia e Metalurgia / Steel & Metallurgy ALIPERTI 434.671 423.372 -2,32% 268.770 278.044 3,08% 68.443 64.753 -4,82% 10.221 6.236 -34,83% FERBASA 1.461.529 1.643.335 11,11% 1.277.882 1.339.779 4,33% 828.247 936.230 11,65% 74.286 215.687 170,04% FIBAM* 86.577 73.624 -13,36% 17.151 6.327 -56,38% 81.362 62.902 -20,27% -650 -4.550 -535,98% GERDAU 63.042.330 70.094.709 9,99% 33.254.534 31.970.383 -3,45% 42.546.339 43.581.241 2,17% 2.898.986 -3.215.512 -188,41% GERDAU MET 63.253.424 70.218.773 9,84% 31.240.657 30.472.262 -2,20% 42.546.339 43.581.241 2,17% 2.869.985 -3.336.406 -193,18% MANGELS INDL 417.625 397.193 -4,37% -154.388 -298.026 -83,11% 449.941 427.477 -4,46% -14.604 -4.622 61,06% PANATLANTICA 635.008 643.375 1,18% 305.832 316.901 3,23% 736.923 634.929 -12,36% 23.799 22.313 -5,58% PARANAPANEMA 4.964.224 5.306.234 6,15% 1.204.232 344.476 -63,78% 4.734.359 5.374.268 12,07% 126.596 143.393 11,85% SID NACIONAL 49.767.100 48.649.974 -2,01% 5.734.975 8.735.663 46,74% 16.126.232 15.331.852 -4,40% 2.818.013 5.177.625 74,80% TEKNO 242.655 230.733 -4,39% 216.064 204.786 -4,66% 137.252 121.346 -10,35% 2.461 -15.367 -647,13% USIMINAS 30.484.062 27.758.332 -7,99% 18.761.615 14.993.857 -17,94% 11.741.629 10.185.570 -11,84% 706.748 -3.629.206 -548,05% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 214.789.205 225.439.654 4,43% 92.127.324 88.364.452 -3,65% 119.997.066 120.301.809 0,23% 9.515.841 -4.640.409 -132,89%

7.499 3.088 -52,54% 165.901 145.328 -11,08% 63.089 70.083 9,90% 0,16 0,15 0,62 0,52 91.695 173.700 79,89% 183.647 303.556 58,33% 566.553 451.523 -18,14% 0,57 0,57 0,14 0,23 -5.417 -10.824 -89,17% 69.426 67.297 -2,74% 8.468 16.791 87,80% 0,94 0,85 4,05 10,64 1.488.373 -4.595.986 -365,17% 29.787.796 38.124.326 25,00% 12.909.943 14.314.467 9,72% 0,67 0,62 0,90 1,19 1.105.292 -5.028.973 -495,77% 32.012.767 39.746.511 21,58% 12.227.996 13.974.486 12,76% 0,67 0,62 1,02 1,30 -44.355 -143.638 -199,96% 572.013 695.219 19,24% 92.150 68.446 -22,98% 1,08 1,08 -3,71 -2,33 15.545 11.069 -25,72% 329.176 326.474 -0,73% 245.820 288.291 15,43% 1,16 0,99 1,08 1,03 123.881 134.786 7,86% 3.759.992 4.961.758 28,55% 117.554 -343.542 -350,39% 0,95 1,01 3,12 14,40 -112.267 1.615.951 1.375,13% 44.032.125 39.914.311 -8,35% 9.572.564 11.105.120 14,30% 0,32 0,32 7,68 4,57 4.442 -8.962 -269,56% 26.591 25.947 -2,16% 100.595 92.039 -7,60% 0,57 0,53 0,12 0,13 208.479 -3.684.977 -1.668,29% 11.722.447 12.764.475 7,94% 3.475.785 2.398.919 -27,68% 0,39 0,37 0,62 0,85 2.883.167 -11.534.766 -446,72% 122.661.881 137.075.202 10,50% 39.380.517 42.436.623 6,93% 0,56 0,53 1,33 1,55

BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment AÇO ALTONA ALTUS S.A.* BARDELLA BAUMER COBRASMA* EMBRAER

273.002 269.385 202.304 201.576 789.837 837.888 136.888 161.822 164.403 162.228 27.653.600 45.566.910

-1,18% -0,32% 5,43% 16,27% -1,18% 57,87%

73.510 71.794 17.975 20.931 337.133 325.091 82.039 94.923 -5.752.834 -6.693.348 10.265.486 15.008.670

-2,09% 14,69% -3,19% 14,03% -14,61% 41,28%

171.325 146.637 99.553 97.805 478.936 446.432 116.297 112.044 60 54 14.935.910 20.301.771

-12,87% -1,57% -6,06% -3,27% -8,93% 32,09%

13.328 8.567 12.054 -333 15.523 18.331 17.248 15.411 -74.023 -117.937 1.303.774 1.103.067

-31,91% -91,80% 16,16% -9,51% 52,99% -13,75%

6.770 -606 7.392 12.382 -665.879 826.600

122 -14.115 -8.958 14.996 -940.514 281.608

-87,72% -1.991,35% -197,58% 18,86% -36,84% -58,90%

199.492 184.329 452.704 54.849 5.917.237 17.388.114

197.591 180.645 512.797 66.899 6.855.576 30.558.240

-0,85% -1,79% 11,86% 19,63% 14,17% 67,66%

39.602 11.290 60.513 51.295 -3.054 8.653.299

53.175 -8.101 9.573 65.325 -2.344 13.006.851

30,62% -153,43% -75,20% 24,43% 20,77% 44,94%

0,63 0,49 0,61 0,85 - 0,54

0,54 0,49 0,53 0,69 - 0,45

2,71 10,25 1,34 0,67 -1,03 1,69

2,75 8,63 1,58 0,70 -1,02 2,04

*DFs Individuais

118

119


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Statistics

BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment (cont.) FORJAS TAURUS 979.763 1.022.340 3,88% 52.115 -60.116 -192,37% 591.536 823.809 35,08% -92.860 -60.927 30,72% FRAS-LE 942.409 970.959 2,71% 408.967 433.253 5,30% 764.677 875.026 12,89% 66.627 80.868 19,09% INDS ROMI 1.288.996 1.219.716 -4,80% 644.161 672.995 4,00% 648.611 606.632 -5,78% 9.583 -2.042 -108,36% INEPAR 2.670.504 - -89,33% -1.097.331 - -89,33% 619.331 - -89,33% -634.736 - -89,33% IOCHP-MAXION 6.289.024 7.990.379 24,17% 1.604.503 2.456.490 47,43% 5.911.677 6.846.456 14,13% 417.703 449.602 6,82% KEPLER WEBER 850.775 791.235 -6,25% 508.814 491.362 -3,06% 905.841 705.979 -19,71% 143.439 3.706 -87,02% LUPATECH 1.022.629 814.031 -18,22% 95.358 93.313 -1,92% 384.287 268.294 -26,96% -224.782 -279.806 -21,87% MARCOPOLO 4.438.565 5.038.863 12,08% 1.671.011 1.862.183 10,22% 3.400.194 2.739.132 -17,37% 265.262 166.069 -33,40% METAL LEVE 2.545.829 2.477.941 -2,38% 1.345.280 1.290.762 -3,62% 2.332.980 2.433.093 3,83% 278.735 264.962 -4,41% METALFRIO 1.136.694 1.205.377 5,40% 180.611 37.406 -70,83% 881.435 1.017.742 13,81% 17.769 35.411 88,69% METISA 407.464 415.828 1,83% 192.281 202.687 4,83% 236.662 221.961 -5,55% 18.995 10.853 -38,29% NORDON MET* 17.082 16.448 -3,32% -90.247 -119.011 -28,47% 0 0 - -6.035 -449 82,68% PLASCAR PART 818.263 638.763 -19,60% 260.214 66.813 -66,39% 658.343 480.774 -24,09% 38.470 -51.179 -208,17% PRATICA 93.971 97.054 2,93% 44.032 42.529 -3,05% 85.697 83.974 -1,80% 7.580 2.902 -55,13% RANDON PART 4.873.531 5.183.866 5,69% 1.743.344 1.587.668 -7,98% 3.778.753 3.099.402 -16,06% 369.412 37.230 -80,33% RECRUSUL 37.133 - -89,33% -86.682 - -89,33% 2.056 - -89,33% -22.636 - -89,33% RIOSULENSE* 185.541 175.352 -4,91% 7.499 -52.793 -718,21% 136.048 114.195 -14,35% 7.290 -380 -93,99% SCHULZ 1.012.083 1.003.959 -0,72% 398.813 437.847 8,74% 733.658 648.090 -10,42% 87.117 75.478 -11,93% TUPY 4.962.930 5.751.180 14,19% 2.032.374 2.409.665 16,58% 3.114.661 3.426.996 8,96% 204.902 322.221 51,15% WEG 11.782.630 14.261.541 18,79% 5.139.263 6.156.060 17,67% 7.840.757 9.760.323 21,87% 1.094.352 1.158.245 5,22% WETZEL S.A. 226.169 185.098 -16,22% -50.740 -123.301 -127,75% 195.651 151.711 -20,06% -38.866 -51.830 -29,80% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 75.802.019 96.459.739 24,34% 20.026.949 26.713.873 29,83% 49.024.936 55.408.332 11,63% 3.295.225 3.188.040 -2,91%

-185.422 -253.810 -32,94% 927.648 1.082.456 14,91% 13.575 -211.034 -1.478,03% 0,60 0,81 17,80 -18,01 45.111 52.462 14,56% 533.442 537.706 0,71% 308.421 245.712 -18,16% 0,81 0,90 1,30 1,24 7.670 7.346 -3,77% 644.835 546.721 -13,59% 369.125 455.611 20,93% 0,50 0,50 1,00 0,81 -743.777 - -89,33% 3.767.835 0 -89,33% -2.400.308 - -89,33% 0,23 - -3,43 118.032 119.849 1,38% 4.684.521 5.533.889 16,20% 20.126 -360.895 -1.691,18% 0,94 0,86 2,92 2,25 132.684 6.237 -85,13% 341.961 299.873 -10,99% 172.666 140.575 -16,60% 1,06 0,89 0,67 0,61 -631.008 -75.137 78,69% 927.271 720.718 -19,90% -18.232 24.111 207,47% 0,38 0,33 9,72 7,72 224.070 89.083 -53,82% 2.767.554 3.176.680 13,21% 1.638.335 1.396.745 -13,17% 0,77 0,54 1,66 1,71 196.665 172.145 -11,14% 1.200.549 1.187.179 -0,99% 496.012 441.350 -9,84% 0,92 0,98 0,89 0,92 -66.075 -101.404 -47,76% 956.083 1.167.971 19,80% 99.862 -69.902 -151,86% 0,78 0,84 5,29 31,22 19.927 16.587 -14,97% 215.183 213.141 -0,85% 271.823 170.206 -33,39% 0,58 0,53 1,12 1,05 -14.457 -28.764 -88,40% 107.329 135.459 23,41% -48.840 -50.449 -2,94% - - -1,19 -1,14 -76.253 -198.565 -143,29% 558.049 571.950 2,23% -159.224 -423.550 -148,30% 0,80 0,75 2,14 8,56 2.932 -1.526 -53,96% 49.939 54.525 8,20% 12.585 16.261 -58,97% 0,91 0,87 1,13 1,28 246.285 -751 -89,60% 3.130.187 3.596.198 13,30% 1.947.390 1.687.113 -11,94% 0,78 0,60 1,80 2,27 -42.697 - -89,33% 123.815 0 -89,33% -65.739 - -89,33% 0,06 - -1,43 7.051 -60.292 -853,18% 178.042 228.145 25,14% -46.094 -105.139 -114,43% 0,73 0,65 23,74 -4,32 54.068 48.099 -9,86% 613.270 566.112 -6,87% 351.230 402.771 13,11% 0,72 0,65 1,54 1,29 89.212 220.126 131,09% 2.930.556 3.341.515 12,53% 1.418.451 1.531.908 7,15% 0,63 0,60 1,44 1,39 962.316 1.165.810 18,89% 6.643.367 8.105.481 19,66% 4.684.196 6.094.494 26,90% 0,67 0,68 1,29 1,32 -41.300 -70.577 -63,33% 276.909 308.399 10,16% -47.163 -82.793 -67,49% 0,87 0,82 -5,46 -2,50 491.693 440.057 -9,38% 55.775.070 69.745.866 22,38% 17.831.142 24.427.574 33,05% 0,65 0,57 2,79 2,61

BENS DE CONSUMO NÃO CÍCLICO / NON-CYCLE CONSUMPTION GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Alimentos e Bebidas / Food & Beverage AMBEV S.A. 72.143.203 90.176.234 22,33% 43.644.669 50.333.633 13,69% 38.079.786 46.720.141 20,27% 15.843.981 1 8.781.592 16,56% BRF S.A. 36.103.735 40.388.014 10,60% 15.689.943 13.835.853 -10,56% 29.006.843 32.196.601 9,82% 3.478.319 4.228.410 19,26% EXCELSIOR* 49.291 54.922 10,21% 24.228 28.437 15,52% 121.758 113.799 -5,84% 14.722 8.731 -36,35% FORNO DE MINAS* 154.518 179.935 14,69% 36.890 65.202 68,56% 188.754 224.274 16,81% 18.927 27.226 39,17% IMC S.A. 1.885.673 2.226.023 16,12% 911.072 1.204.128 28,73% 469.540 1.615.058 217,93% 4.916 -68.835 -1.340,15% JBS 82.043.682 121.752.954 43,24% 25.642.525 29.301.365 12,75% 120.469.719 162.914.526 31,47% 7.829.443 9.179.297 15,40% JOSAPAR 1.399.719 1.566.240 10,63% 573.265 595.601 3,48% 1.028.233 1.056.831 2,48% 74.304 87.557 15,93% M. DIAS BRANCO 4.478.247 5.099.577 12,39% 3.285.643 3.716.945 11,73% 4.579.890 4.622.164 0,82% 667.964 580.685 -11,67% MARFRIG 20.185.908 20.915.949 3,23% 2.071.725 843.632 -52,95% 15.208.758 18.891.833 21,63% 941.431 1.278.111 31,95% MINERVA 7.224.461 8.312.048 13,45% 480.553 -382.747 -160,48% 6.987.230 9.524.797 32,44% 593.553 921.752 49,39% MINUPAR 202.797 214.986 5,37% -242.924 -254.268 -4,17% 187.170 207.304 9,61% 34.312 21.894 -32,33% ODERICH* 382.707 410.643 6,52% 111.167 110.306 -0,69% 347.165 385.973 9,99% 26.263 56.654 103,37% POMIFRUTAS (Ex Renar) 125.920 110.110 -11,22% 30.407 2.067 -83,26% 58.606 37.352 -32,40% 1.974 -21.114 -1.044,81% SLC AGRICOLA 4.498.634 5.309.633 16,10% 2.393.008 2.392.263 -0,03% 1.499.175 1.761.581 15,64% 190.798 285.498 44,34% TEREOS 11.106.000 12.857.000 14,08% 4.789.000 4.770.000 -0,35% 8.339.000 8.040.000 -3,20% 277.000 78.000 -64,18% VIGOR FOOD 3.624.683 4.549.391 22,79% 1.651.985 1.999.717 18,80% 4.394.640 5.219.559 16,77% 300.013 523.312 66,49% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 241.984.495 309.574.268 24,95% 99.441.171 106.562.417 6,40% 226.571.627 288.312.234 24,34% 29.997.907 35.445.458 16,22%

2.362.019 12.879.141 1 3,74% 28.498.534 39.842.601 35,56% -1.096.362 -1.827.424 -59,57% 0,53 0,52 0,65 0,79 2.224.877 3.130.858 36,38% 20.413.792 26.552.161 26,86% 7.919.119 7.558.936 -4,06% 0,94 0,80 1,20 1,92 9.533 5.521 -37,59% 25.063 26.485 5,07% 13.150 5.649 -50,96% 2,47 2,07 1,03 0,93 11.032 15.582 36,84% 117.628 114.733 -2,20% -16.373 6.927 127,13% 1,22 1,25 3,19 1,76 -8.217 -98.901 -985,85% 974.601 1.021.895 4,33% -69.848 390.408 -588,63% 0,25 0,73 1,07 0,85 2.406.427 5.128.647 101,05% 56.401.157 92.451.589 57,10% 12.674.230 10.102.571 -18,13% 1,47 1,34 2,20 3,16 26.122 29.905 12,94% 826.454 970.639 15,58% 426.566 351.812 -15,65% 0,73 0,67 1,44 1,63 599.262 603.925 0,70% 1.192.604 1.382.632 14,23% 948.972 1.124.122 16,49% 1,02 0,91 0,36 0,37 -538.550 -720.293 -30,15% 18.114.183 20.072.317 9,66% 3.706.052 4.435.806 17,59% 0,75 0,90 8,74 23,79 -418.218 -799.955 -81,54% 6.743.908 8.694.795 25,84% 2.309.325 1.971.239 -13,08% 0,97 1,15 14,03 -22,72 -2.155 -11.096 -370,63% 445.721 469.254 4,72% -295.354 -317.544 6,71% 0,92 0,96 -1,83 -1,85 6.238 -1.202 -106,54% 271.540 300.337 9,47% 38.214 38.643 1,00% 0,91 0,94 2,44 2,72 -8.552 -31.092 -235,44% 95.513 108.043 11,72% 9.775 -47.874 -526,83% 0,47 0,34 3,14 52,27 70.143 121.171 64,99% 2.105.626 2.917.370 34,44% 270.155 428.878 52,48% 0,33 0,33 0,88 1,22 2.000 -195.000 -8.799,01% 6.317.000 8.087.000 25,03% 21.000 6.000 -63,81% 0,75 0,63 1,32 1,70 120.031 242.778 91,35% 1.972.698 2.549.674 26,13% 311.841 415.250 29,62% 1,21 1,15 1,19 1,28 16.741.961 20.057.211 17,69% 142.543.324 203.011.851 37,89% 26.858.621 24.228.149 -8,75% 0,94 0,93 1,43 1,91

Atacado e Varejo / Wholesale and Retail AREZZO B2W VAREJO BOMBRIL BR PHARMA DIMED DUFRY AG GUARARAPES GRAZZIOTIN HYPERMARCAS LE LIS BLANC* LOJAS AMERIC LOJAS HERING* LOJAS MARISA LOJAS RENNER MAGAZINE LUIZA MINASMAQUINA* NATURA P. AÇÚCAR-CBD PROFARMA

796.509 7.634.965 754.983 2.607.516 719.271 19.423.063 5.941.264 589.826 13.887.691 3.148.113 16.858.031 51.488 2.968.588 5.321.540 5.290.037 129.667 7.200.083 45.500.000 1.828.215

853.948 9.948.401 701.474 2.333.307 759.967 41.044.598 7.032.835 598.401 15.823.430 2.953.984 20.528.253 52.407 2.832.135 5.863.719 5.588.537 152.404 9.394.981 47.502.000 2.282.159

6,44% 27,07% -6,33% -9,39% 5,05% 99,44% 16,41% 1,30% 12,45% -5,51% 19,45% 1,59% -4,11% 9,10% 5,04% 15,66% 27,23% 3,93% 22,18%

576.293 617.905 6,45% 3.079.457 2.706.133 -10,83% -60.268 -246.794 -276,47% 1.198.909 544.362 -48,77% 311.302 344.142 9,42% 6.681.413 13.203.959 87,21% 3.175.773 3.390.108 6,03% 400.201 431.803 7,05% 7.475.963 8.030.455 6,63% 1.803.791 1.742.917 -3,01% 3.048.280 2.943.605 -3,07% 17.957 18.181 1,11% 1.155.878 1.118.845 -2,86% 1.855.268 2.310.896 21,94% 754.467 662.212 -10,92% 94.326 101.590 6,88% 1.148.679 1.077.767 -5,51% 14.482.000 13.656.000 -5,10% 688.851 667.946 -2,71%

1.052.909 1.120.557 7.963.835 9.013.779 1.152.727 1.091.476 3.540.690 3.387.469 1.887.076 1.986.026 10.787.894 21.800.963 4.728.129 5.507.306 419.722 387.749 4.680.348 2.956.649 728.037 768.301 16.145.669 17.926.155 2.814 3.042 3.344.593 3.164.906 5.216.820 6.145.198 9.779.385 8.978.259 259.048 199.743 7.408.422 7.899.002 65.525.000 69.115.000 3.449.124 3.465.143

5,74% 11,78% -4,75% -3,87% 4,68% 91,19% 14,72% -6,80% -32,90% 4,94% 9,85% 7,24% -4,80% 15,90% -7,32% -20,45% 5,92% 4,89% 0,41%

148.070 141.288 -4,09% 366.639 412.131 11,08% 68.384 -105.502 -227,15% -525.994 -507.290 3,18% 76.322 84.125 9,13% 675.926 487.061 -24,96% 632.634 474.053 -22,39% 60.569 35.567 -36,87% 910.087 883.861 -2,57% 97.721 123.434 23,51% 1.681.182 1.934.742 13,47% 633 898 37,40% 194.687 70.733 -56,87% 802.050 933.253 14,61% 490.928 338.926 -27,66% 20.607 5.705 -64,60% 1.364.672 1.256.769 -7,06% 4.004.000 1.576.000 -54,17% 19.910 58.376 172,59%

112.752 -163.313 -57.504 -613.242 49.359 214.174 480.110 59.463 402.695 -4.477 355.210 521 51.082 471.420 128.556 16.185 741.221 1.760.000 -52.388

119.663 -418.437 -376.948 -654.545 45.268 -122.894 350.215 46.618 559.872 -17.219 64.474 479 -35.764 578.838 -65.605 8.379 522.732 -314.000 -21.182

5,48% -139,55% -496,25% -6,02% -7,40% -140,59% -24,17% -19,30% 34,87% -254,24% -73,12% -7,20% -151,87% 20,35% -134,92% -43,08% -26,33% -105,27% 53,21%

220.216 4.555.508 815.251 1.408.607 407.969 12.741.650 2.765.491 189.625 6.411.728 1.344.322 13.809.751 33.531 1.812.710 3.466.272 4.535.570 35.341 6.051.404 31.018.000 1.139.364

236.043 7.242.268 948.268 1.788.945 415.825 27.840.639 3.642.727 166.598 7.792.975 1.211.067 17.584.648 34.226 1.713.290 3.552.823 4.926.325 50.814 8.317.214 33.846.000 1.614.213

6,42% 52,69% 14,58% 24,12% 1,72% 105,86% 28,34% -10,85% 19,24% -8,85% 24,42% 1,85% -4,90% 2,23% 7,70% 39,11% 33,45% 8,14% 37,23%

439.850 920.561 -18.800 -1.189.705 219.782 815.972 1.920.305 200.117 1.836.291 138.295 3.545.555 1.208 1.049.072 1.461.981 564.474 72.997 1.120.288 285.000 564.856

467.431 1.995.554 -225.686 -885.138 224.275 544.776 1.416.233 219.287 6.421.437 -29.762 4.663.077 1.556 1.031.984 1.402.084 485.733 79.344 1.445.786 -232.000 455.111

5,60% 104,32% -983,04% 22,87% 1,83% -29,69% -23,45% 8,56% 223,05% -108,55% 28,16% 25,73% -1,46% -3,66% -12,46% 7,77% 25,95% -162,05% -17,36%

1,32 1,04 1,53 1,36 2,62 0,56 0,80 0,71 0,34 5,13 0,96 0,05 1,13 0,98 1,72 0,04 0,16 1,44 1,89

1,31 0,91 1,56 1,45 2,61 0,53 0,78 0,65 0,19 6,07 0,87 0,06 1,12 1,05 1,61 1,31 0,84 1,45 1,52

0,38 1,48 -13,53 1,17 1,31 1,91 0,87 0,47 0,86 0,44 4,53 1,87 1,57 1,87 5,79 0,37 5,27 2,14 1,65

0,38 2,68 -3,84 3,29 1,21 2,11 1,07 0,39 0,97 0,41 5,97 1,88 1,53 1,54 7,44 0,50 7,72 2,48 2,42

*DFs Individuais

120

121


Estatísticas

Statistics

Estatísticas

Statistics

BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment (cont.) FORJAS TAURUS 979.763 1.022.340 3,88% 52.115 -60.116 -192,37% 591.536 823.809 35,08% -92.860 -60.927 30,72% FRAS-LE 942.409 970.959 2,71% 408.967 433.253 5,30% 764.677 875.026 12,89% 66.627 80.868 19,09% INDS ROMI 1.288.996 1.219.716 -4,80% 644.161 672.995 4,00% 648.611 606.632 -5,78% 9.583 -2.042 -108,36% INEPAR 2.670.504 - -89,33% -1.097.331 - -89,33% 619.331 - -89,33% -634.736 - -89,33% IOCHP-MAXION 6.289.024 7.990.379 24,17% 1.604.503 2.456.490 47,43% 5.911.677 6.846.456 14,13% 417.703 449.602 6,82% KEPLER WEBER 850.775 791.235 -6,25% 508.814 491.362 -3,06% 905.841 705.979 -19,71% 143.439 3.706 -87,02% LUPATECH 1.022.629 814.031 -18,22% 95.358 93.313 -1,92% 384.287 268.294 -26,96% -224.782 -279.806 -21,87% MARCOPOLO 4.438.565 5.038.863 12,08% 1.671.011 1.862.183 10,22% 3.400.194 2.739.132 -17,37% 265.262 166.069 -33,40% METAL LEVE 2.545.829 2.477.941 -2,38% 1.345.280 1.290.762 -3,62% 2.332.980 2.433.093 3,83% 278.735 264.962 -4,41% METALFRIO 1.136.694 1.205.377 5,40% 180.611 37.406 -70,83% 881.435 1.017.742 13,81% 17.769 35.411 88,69% METISA 407.464 415.828 1,83% 192.281 202.687 4,83% 236.662 221.961 -5,55% 18.995 10.853 -38,29% NORDON MET* 17.082 16.448 -3,32% -90.247 -119.011 -28,47% 0 0 - -6.035 -449 82,68% PLASCAR PART 818.263 638.763 -19,60% 260.214 66.813 -66,39% 658.343 480.774 -24,09% 38.470 -51.179 -208,17% PRATICA 93.971 97.054 2,93% 44.032 42.529 -3,05% 85.697 83.974 -1,80% 7.580 2.902 -55,13% RANDON PART 4.873.531 5.183.866 5,69% 1.743.344 1.587.668 -7,98% 3.778.753 3.099.402 -16,06% 369.412 37.230 -80,33% RECRUSUL 37.133 - -89,33% -86.682 - -89,33% 2.056 - -89,33% -22.636 - -89,33% RIOSULENSE* 185.541 175.352 -4,91% 7.499 -52.793 -718,21% 136.048 114.195 -14,35% 7.290 -380 -93,99% SCHULZ 1.012.083 1.003.959 -0,72% 398.813 437.847 8,74% 733.658 648.090 -10,42% 87.117 75.478 -11,93% TUPY 4.962.930 5.751.180 14,19% 2.032.374 2.409.665 16,58% 3.114.661 3.426.996 8,96% 204.902 322.221 51,15% WEG 11.782.630 14.261.541 18,79% 5.139.263 6.156.060 17,67% 7.840.757 9.760.323 21,87% 1.094.352 1.158.245 5,22% WETZEL S.A. 226.169 185.098 -16,22% -50.740 -123.301 -127,75% 195.651 151.711 -20,06% -38.866 -51.830 -29,80% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 75.802.019 96.459.739 24,34% 20.026.949 26.713.873 29,83% 49.024.936 55.408.332 11,63% 3.295.225 3.188.040 -2,91%

-185.422 -253.810 -32,94% 927.648 1.082.456 14,91% 13.575 -211.034 -1.478,03% 0,60 0,81 17,80 -18,01 45.111 52.462 14,56% 533.442 537.706 0,71% 308.421 245.712 -18,16% 0,81 0,90 1,30 1,24 7.670 7.346 -3,77% 644.835 546.721 -13,59% 369.125 455.611 20,93% 0,50 0,50 1,00 0,81 -743.777 - -89,33% 3.767.835 0 -89,33% -2.400.308 - -89,33% 0,23 - -3,43 118.032 119.849 1,38% 4.684.521 5.533.889 16,20% 20.126 -360.895 -1.691,18% 0,94 0,86 2,92 2,25 132.684 6.237 -85,13% 341.961 299.873 -10,99% 172.666 140.575 -16,60% 1,06 0,89 0,67 0,61 -631.008 -75.137 78,69% 927.271 720.718 -19,90% -18.232 24.111 207,47% 0,38 0,33 9,72 7,72 224.070 89.083 -53,82% 2.767.554 3.176.680 13,21% 1.638.335 1.396.745 -13,17% 0,77 0,54 1,66 1,71 196.665 172.145 -11,14% 1.200.549 1.187.179 -0,99% 496.012 441.350 -9,84% 0,92 0,98 0,89 0,92 -66.075 -101.404 -47,76% 956.083 1.167.971 19,80% 99.862 -69.902 -151,86% 0,78 0,84 5,29 31,22 19.927 16.587 -14,97% 215.183 213.141 -0,85% 271.823 170.206 -33,39% 0,58 0,53 1,12 1,05 -14.457 -28.764 -88,40% 107.329 135.459 23,41% -48.840 -50.449 -2,94% - - -1,19 -1,14 -76.253 -198.565 -143,29% 558.049 571.950 2,23% -159.224 -423.550 -148,30% 0,80 0,75 2,14 8,56 2.932 -1.526 -53,96% 49.939 54.525 8,20% 12.585 16.261 -58,97% 0,91 0,87 1,13 1,28 246.285 -751 -89,60% 3.130.187 3.596.198 13,30% 1.947.390 1.687.113 -11,94% 0,78 0,60 1,80 2,27 -42.697 - -89,33% 123.815 0 -89,33% -65.739 - -89,33% 0,06 - -1,43 7.051 -60.292 -853,18% 178.042 228.145 25,14% -46.094 -105.139 -114,43% 0,73 0,65 23,74 -4,32 54.068 48.099 -9,86% 613.270 566.112 -6,87% 351.230 402.771 13,11% 0,72 0,65 1,54 1,29 89.212 220.126 131,09% 2.930.556 3.341.515 12,53% 1.418.451 1.531.908 7,15% 0,63 0,60 1,44 1,39 962.316 1.165.810 18,89% 6.643.367 8.105.481 19,66% 4.684.196 6.094.494 26,90% 0,67 0,68 1,29 1,32 -41.300 -70.577 -63,33% 276.909 308.399 10,16% -47.163 -82.793 -67,49% 0,87 0,82 -5,46 -2,50 491.693 440.057 -9,38% 55.775.070 69.745.866 22,38% 17.831.142 24.427.574 33,05% 0,65 0,57 2,79 2,61

BENS DE CONSUMO NÃO CÍCLICO / NON-CYCLE CONSUMPTION GOODS

R$ milhares / R$ thousands

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Alimentos e Bebidas / Food & Beverage AMBEV S.A. 72.143.203 90.176.234 22,33% 43.644.669 50.333.633 13,69% 38.079.786 46.720.141 20,27% 15.843.981 1 8.781.592 16,56% BRF S.A. 36.103.735 40.388.014 10,60% 15.689.943 13.835.853 -10,56% 29.006.843 32.196.601 9,82% 3.478.319 4.228.410 19,26% EXCELSIOR* 49.291 54.922 10,21% 24.228 28.437 15,52% 121.758 113.799 -5,84% 14.722 8.731 -36,35% FORNO DE MINAS* 154.518 179.935 14,69% 36.890 65.202 68,56% 188.754 224.274 16,81% 18.927 27.226 39,17% IMC S.A. 1.885.673 2.226.023 16,12% 911.072 1.204.128 28,73% 469.540 1.615.058 217,93% 4.916 -68.835 -1.340,15% JBS 82.043.682 121.752.954 43,24% 25.642.525 29.301.365 12,75% 120.469.719 162.914.526 31,47% 7.829.443 9.179.297 15,40% JOSAPAR 1.399.719 1.566.240 10,63% 573.265 595.601 3,48% 1.028.233 1.056.831 2,48% 74.304 87.557 15,93% M. DIAS BRANCO 4.478.247 5.099.577 12,39% 3.285.643 3.716.945 11,73% 4.579.890 4.622.164 0,82% 667.964 580.685 -11,67% MARFRIG 20.185.908 20.915.949 3,23% 2.071.725 843.632 -52,95% 15.208.758 18.891.833 21,63% 941.431 1.278.111 31,95% MINERVA 7.224.461 8.312.048 13,45% 480.553 -382.747 -160,48% 6.987.230 9.524.797 32,44% 593.553 921.752 49,39% MINUPAR 202.797 214.986 5,37% -242.924 -254.268 -4,17% 187.170 207.304 9,61% 34.312 21.894 -32,33% ODERICH* 382.707 410.643 6,52% 111.167 110.306 -0,69% 347.165 385.973 9,99% 26.263 56.654 103,37% POMIFRUTAS (Ex Renar) 125.920 110.110 -11,22% 30.407 2.067 -83,26% 58.606 37.352 -32,40% 1.974 -21.114 -1.044,81% SLC AGRICOLA 4.498.634 5.309.633 16,10% 2.393.008 2.392.263 -0,03% 1.499.175 1.761.581 15,64% 190.798 285.498 44,34% TEREOS 11.106.000 12.857.000 14,08% 4.789.000 4.770.000 -0,35% 8.339.000 8.040.000 -3,20% 277.000 78.000 -64,18% VIGOR FOOD 3.624.683 4.549.391 22,79% 1.651.985 1.999.717 18,80% 4.394.640 5.219.559 16,77% 300.013 523.312 66,49% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 241.984.495 309.574.268 24,95% 99.441.171 106.562.417 6,40% 226.571.627 288.312.234 24,34% 29.997.907 35.445.458 16,22%

2.362.019 12.879.141 1 3,74% 28.498.534 39.842.601 35,56% -1.096.362 -1.827.424 -59,57% 0,53 0,52 0,65 0,79 2.224.877 3.130.858 36,38% 20.413.792 26.552.161 26,86% 7.919.119 7.558.936 -4,06% 0,94 0,80 1,20 1,92 9.533 5.521 -37,59% 25.063 26.485 5,07% 13.150 5.649 -50,96% 2,47 2,07 1,03 0,93 11.032 15.582 36,84% 117.628 114.733 -2,20% -16.373 6.927 127,13% 1,22 1,25 3,19 1,76 -8.217 -98.901 -985,85% 974.601 1.021.895 4,33% -69.848 390.408 -588,63% 0,25 0,73 1,07 0,85 2.406.427 5.128.647 101,05% 56.401.157 92.451.589 57,10% 12.674.230 10.102.571 -18,13% 1,47 1,34 2,20 3,16 26.122 29.905 12,94% 826.454 970.639 15,58% 426.566 351.812 -15,65% 0,73 0,67 1,44 1,63 599.262 603.925 0,70% 1.192.604 1.382.632 14,23% 948.972 1.124.122 16,49% 1,02 0,91 0,36 0,37 -538.550 -720.293 -30,15% 18.114.183 20.072.317 9,66% 3.706.052 4.435.806 17,59% 0,75 0,90 8,74 23,79 -418.218 -799.955 -81,54% 6.743.908 8.694.795 25,84% 2.309.325 1.971.239 -13,08% 0,97 1,15 14,03 -22,72 -2.155 -11.096 -370,63% 445.721 469.254 4,72% -295.354 -317.544 6,71% 0,92 0,96 -1,83 -1,85 6.238 -1.202 -106,54% 271.540 300.337 9,47% 38.214 38.643 1,00% 0,91 0,94 2,44 2,72 -8.552 -31.092 -235,44% 95.513 108.043 11,72% 9.775 -47.874 -526,83% 0,47 0,34 3,14 52,27 70.143 121.171 64,99% 2.105.626 2.917.370 34,44% 270.155 428.878 52,48% 0,33 0,33 0,88 1,22 2.000 -195.000 -8.799,01% 6.317.000 8.087.000 25,03% 21.000 6.000 -63,81% 0,75 0,63 1,32 1,70 120.031 242.778 91,35% 1.972.698 2.549.674 26,13% 311.841 415.250 29,62% 1,21 1,15 1,19 1,28 16.741.961 20.057.211 17,69% 142.543.324 203.011.851 37,89% 26.858.621 24.228.149 -8,75% 0,94 0,93 1,43 1,91

Atacado e Varejo / Wholesale and Retail AREZZO B2W VAREJO BOMBRIL BR PHARMA DIMED DUFRY AG GUARARAPES GRAZZIOTIN HYPERMARCAS LE LIS BLANC* LOJAS AMERIC LOJAS HERING* LOJAS MARISA LOJAS RENNER MAGAZINE LUIZA MINASMAQUINA* NATURA P. AÇÚCAR-CBD PROFARMA

796.509 7.634.965 754.983 2.607.516 719.271 19.423.063 5.941.264 589.826 13.887.691 3.148.113 16.858.031 51.488 2.968.588 5.321.540 5.290.037 129.667 7.200.083 45.500.000 1.828.215

853.948 9.948.401 701.474 2.333.307 759.967 41.044.598 7.032.835 598.401 15.823.430 2.953.984 20.528.253 52.407 2.832.135 5.863.719 5.588.537 152.404 9.394.981 47.502.000 2.282.159

6,44% 27,07% -6,33% -9,39% 5,05% 99,44% 16,41% 1,30% 12,45% -5,51% 19,45% 1,59% -4,11% 9,10% 5,04% 15,66% 27,23% 3,93% 22,18%

576.293 617.905 6,45% 3.079.457 2.706.133 -10,83% -60.268 -246.794 -276,47% 1.198.909 544.362 -48,77% 311.302 344.142 9,42% 6.681.413 13.203.959 87,21% 3.175.773 3.390.108 6,03% 400.201 431.803 7,05% 7.475.963 8.030.455 6,63% 1.803.791 1.742.917 -3,01% 3.048.280 2.943.605 -3,07% 17.957 18.181 1,11% 1.155.878 1.118.845 -2,86% 1.855.268 2.310.896 21,94% 754.467 662.212 -10,92% 94.326 101.590 6,88% 1.148.679 1.077.767 -5,51% 14.482.000 13.656.000 -5,10% 688.851 667.946 -2,71%

1.052.909 1.120.557 7.963.835 9.013.779 1.152.727 1.091.476 3.540.690 3.387.469 1.887.076 1.986.026 10.787.894 21.800.963 4.728.129 5.507.306 419.722 387.749 4.680.348 2.956.649 728.037 768.301 16.145.669 17.926.155 2.814 3.042 3.344.593 3.164.906 5.216.820 6.145.198 9.779.385 8.978.259 259.048 199.743 7.408.422 7.899.002 65.525.000 69.115.000 3.449.124 3.465.143

5,74% 11,78% -4,75% -3,87% 4,68% 91,19% 14,72% -6,80% -32,90% 4,94% 9,85% 7,24% -4,80% 15,90% -7,32% -20,45% 5,92% 4,89% 0,41%

148.070 141.288 -4,09% 366.639 412.131 11,08% 68.384 -105.502 -227,15% -525.994 -507.290 3,18% 76.322 84.125 9,13% 675.926 487.061 -24,96% 632.634 474.053 -22,39% 60.569 35.567 -36,87% 910.087 883.861 -2,57% 97.721 123.434 23,51% 1.681.182 1.934.742 13,47% 633 898 37,40% 194.687 70.733 -56,87% 802.050 933.253 14,61% 490.928 338.926 -27,66% 20.607 5.705 -64,60% 1.364.672 1.256.769 -7,06% 4.004.000 1.576.000 -54,17% 19.910 58.376 172,59%

112.752 -163.313 -57.504 -613.242 49.359 214.174 480.110 59.463 402.695 -4.477 355.210 521 51.082 471.420 128.556 16.185 741.221 1.760.000 -52.388

119.663 -418.437 -376.948 -654.545 45.268 -122.894 350.215 46.618 559.872 -17.219 64.474 479 -35.764 578.838 -65.605 8.379 522.732 -314.000 -21.182

5,48% -139,55% -496,25% -6,02% -7,40% -140,59% -24,17% -19,30% 34,87% -254,24% -73,12% -7,20% -151,87% 20,35% -134,92% -43,08% -26,33% -105,27% 53,21%

220.216 4.555.508 815.251 1.408.607 407.969 12.741.650 2.765.491 189.625 6.411.728 1.344.322 13.809.751 33.531 1.812.710 3.466.272 4.535.570 35.341 6.051.404 31.018.000 1.139.364

236.043 7.242.268 948.268 1.788.945 415.825 27.840.639 3.642.727 166.598 7.792.975 1.211.067 17.584.648 34.226 1.713.290 3.552.823 4.926.325 50.814 8.317.214 33.846.000 1.614.213

6,42% 52,69% 14,58% 24,12% 1,72% 105,86% 28,34% -10,85% 19,24% -8,85% 24,42% 1,85% -4,90% 2,23% 7,70% 39,11% 33,45% 8,14% 37,23%

439.850 920.561 -18.800 -1.189.705 219.782 815.972 1.920.305 200.117 1.836.291 138.295 3.545.555 1.208 1.049.072 1.461.981 564.474 72.997 1.120.288 285.000 564.856

467.431 1.995.554 -225.686 -885.138 224.275 544.776 1.416.233 219.287 6.421.437 -29.762 4.663.077 1.556 1.031.984 1.402.084 485.733 79.344 1.445.786 -232.000 455.111

5,60% 104,32% -983,04% 22,87% 1,83% -29,69% -23,45% 8,56% 223,05% -108,55% 28,16% 25,73% -1,46% -3,66% -12,46% 7,77% 25,95% -162,05% -17,36%

1,32 1,04 1,53 1,36 2,62 0,56 0,80 0,71 0,34 5,13 0,96 0,05 1,13 0,98 1,72 0,04 0,16 1,44 1,89

1,31 0,91 1,56 1,45 2,61 0,53 0,78 0,65 0,19 6,07 0,87 0,06 1,12 1,05 1,61 1,31 0,84 1,45 1,52

0,38 1,48 -13,53 1,17 1,31 1,91 0,87 0,47 0,86 0,44 4,53 1,87 1,57 1,87 5,79 0,37 5,27 2,14 1,65

0,38 2,68 -3,84 3,29 1,21 2,11 1,07 0,39 0,97 0,41 5,97 1,88 1,53 1,54 7,44 0,50 7,72 2,48 2,42

*DFs Individuais

120

121


Estatísticas

Statistics

BENS DE CONSUMO CÍCLICO / CYCLE CONSUMPTION GOODS Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Atacado e Varejo / Wholesale and Retail (cont.) RAIADROGASIL* 4.049.289 4.699.201 14,34% 2.456.937 2.656.798 7,27% 7.391.569 8.897.849 18,20% 309.126 500.863 55,41% SARAIVA LIVR 1.871.799 1.750.734 -5,78% 472.518 524.552 9,84% 1.821.453 1.772.815 -2,39% 42.251 -99.844 -300,43% VIAVAREJO 16.004.000 16.484.000 2,68% 4.715.000 4.670.000 -0,85% 22.674.000 19.268.000 -13,42% 2.091.000 694.000 -59,68% WLM IND COM 579.580 518.925 -9,35% 484.437 443.689 -7,51% 864.876 496.844 -38,01% 13.518 -4.895 -121,68% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 163.155.518 199.699.800 20,01% 56.017.432 61.617.071 8,93% 180.824.140 195.352.231 7,18% 13.544.922 9.294.254 -28,03%

221.386 339.785 47,77% 1.592.352 2.042.403 25,25% 968.881 1.037.078 6,29% 1,83 1,89 0,65 0,77 5.747 93.714 1.367,34% 1.399.281 1.226.182 -11,05% 391.679 492.066 22,90% 0,97 1,01 2,96 2,34 938.000 3.000 -89,04% 11.289.000 11.814.000 4,15% 998.000 1.206.000 18,62% 1,42 1,17 2,39 2,53 12.207 3.943 -60,48% 95.143 75.236 -18,69% 195.825 127.761 -31,05% 1,65 0,96 0,44 0,17 5.129.164 710.386 -76,96% 107.138.086 138.082.729 25,80% 16.502.484 21.876.556 29,09% 1,11 0,98 1,91 2,24

Educação / Education ANIMA 944.084 1.175.777 21,92% 596.302 642.118 6,86% 693.506 856.620 21,01% 121.562 69.671 -38,13% ESTÁCIO PART 3.514.186 4.360.083 21,50% 2.392.860 2.680.592 10,74% 2.404.464 2.939.422 19,87% 424.643 515.895 19,20% KROTON 15.486.180 16.638.854 6,65% 11.446.408 12.459.688 7,91% 3.774.475 5.265.235 35,28% 1.106.907 1.603.419 40,07% SER EDUCA 1.249.163 1.848.588 42,87% 626.652 757.233 18,61% 705.067 1.020.261 39,93% 229.349 218.098 -4,38% SOMOS EDUCA 3.360.427 3.668.231 8,18% 1.576.259 934.525 -36,37% 1.265.048 1.183.640 -5,75% 207.897 133.954 -31,77% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 24.554.040 27.691.533 11,41% 16.638.481 17.474.156 4,49% 8.842.560 11.265.178 24,47% 2.090.358 2.541.037 19,26%

159.094 64.203 -53,28% 347.782 533.659 47,74% 162.309 156.060 -3,44% 0,73 0,73 0,58 0,83 425.645 484.674 12,39% 1.121.326 1.679.491 44,47% 1.076.985 1.371.858 24,46% 0,81 0,67 0,41 0,63 1.000.600 1.396.158 35,31% 4.039.772 4.179.166 3,08% 504.666 468.090 -6,47% 0,24 0,32 0,35 0,34 213.864 161.065 -22,05% 622.511 1.091.355 67,28% 162.677 226.694 35,15% 0,56 0,55 0,99 1,44 58.678 -604.133 -1.009,05% 1.784.168 2.733.706 47,54% 577.895 633.587 8,61% 0,38 0,32 1,13 2,93 1.857.881 1.501.967 -19,15% 7.915.559 10.217.377 25,98% 2.484.532 2.856.289 13,37% 0,36 0,41 0,48 0,58

Lazer, Turismo e Hotelaria / Leisure Industry CVC BRASIL 2.296.230 2.847.910 21,46% 458.826 661.347 39,43% 714.535 881.879 20,92% 324.084 384.451 16,64% HOTÉIS OTHON 549.646 572.730 3,75% -57.205 -83.226 -40,64% 169.704 144.730 -13,15% 24.438 675 -86,86% SAUIPE* 364.331 357.609 -1,65% 303.751 285.387 -5,40% 164.030 191.879 15,17% -22.117 -20.970 4,64% SPTURIS* 311.775 363.266 14,75% 88.459 116.138 27,95% 195.586 194.579 -0,46% 10.166 -11.560 -190,91% TIME FOR FUN 480.382 836.384 66,20% 256.399 272.091 5,47% 552.939 550.979 -0,32% -61.474 30.403 133,51% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.002.364 4.977.899 21,77% 1.050.230 1.251.737 17,14% 1.796.794 1.964.046 8,32% 275.097 382.999 35,04%

145.739 175.234 18,08% 1.837.404 2.186.563 16,98% 177.399 313.237 68,40% 0,31 0,31 4,00 3,31 -832 -23.818 -2.387,56% 606.851 655.956 7,23% -101.774 -131.339 -25,95% 0,31 0,25 -10,61 -7,88 -22.618 -23.265 -2,55% 60.580 72.222 17,17% -11.873 -17.534 -42,59% 0,45 0,54 0,20 0,25 5.144 -13.769 -328,44% 223.316 247.128 9,53% -18.186 -9.380 43,25% 0,63 0,54 2,52 2,13 -70.321 20.888 115,86% 223.983 564.293 135,72% 18.615 68.356 238,70% 1,15 0,66 0,87 2,07 57.112 135.270 122,25% 2.952.134 3.726.162 23,42% 64.181 223.340 221,52% 0,45 0,39 2,81 2,98

Tecidos, Vestuário e Calçados / Textile, Clothing and Footwear ALPARGATAS 3.650.622 3.763.470 2,76% 2.100.904 1.931.236 -7,21% 3.538.029 4.126.254 14,85% 332.663 368.805 9,71% BUETTNER* 219.346 211.823 -3,06% -96.077 -124.674 -26,58% 55.700 61.728 9,67% -8.877 -10.132 -12,63% CAMBUCI 271.780 - -89,33% 30.735 - -89,33% 283.864 - -89,33% 45.528 - -89,33% CEDRO 683.384 585.697 -12,77% 317.672 220.151 -27,42% 563.973 396.435 -26,54% 12.654 -58.143 -499,79% CIA HERING 1.432.039 1.472.492 2,52% 1.076.077 1.173.964 8,13% 1.678.294 1.588.889 -4,76% 357.266 215.699 -35,40% COTEMINAS 3.256.727 3.328.993 1,98% 1.600.754 1.499.652 -5,64% 2.449.583 2.577.862 4,68% 44.905 36.493 -16,73% DOHLER 624.490 644.251 2,83% 471.083 493.647 4,28% 396.303 398.264 0,44% 41.559 27.083 -31,12% ENCORPAR 341.332 292.865 -12,68% 237.224 169.197 -25,62% 0 0 - -46.502 -52.536 -11,60% GRENDENE 2.682.013 3.045.642 12,11% 2.327.934 2.616.760 11,08% 2.233.298 2.202.796 -1,22% 389.413 400.732 2,60% IND CATAGUAS 291.115 269.490 -6,64% 151.460 144.882 -3,88% 193.874 177.409 -7,59% 11.229 -3.332 -115,84% KARSTEN 320.555 276.824 -12,19% -69.354 -115.831 -59,86% 332.851 262.713 -18,82% -47.075 12.285 112,65% MUNDIAL 822.437 887.634 7,08% 8.646 -19.429 -290,07% 380.053 404.148 5,66% 8.114 12.531 48,63% PETTENATI 329.675 408.848 21,45% 130.003 161.110 21,37% 378.336 437.796 14,04% 17.650 28.037 52,57% SANTANENSE 441.405 423.235 -3,68% 271.591 250.550 -6,92% 406.434 339.573 -14,70% 10.880 -16.382 -223,83% SCHLOSSER 113.825 112.491 -1,05% -144.363 -161.301 -10,48% 928 723 -19,73% -8.166 -5.740 26,54% SPRINGS 2.468.571 2.598.336 4,70% 1.085.771 1.078.968 -0,56% 2.091.956 2.267.095 7,48% 103.690 154.337 43,63% TEC BLUMENAU* 7.145 7.777 7,90% -44.999 -52.410 -14,71% 0 0 - -385 -619 -54,29% TECEL S JOSÉ 6.349 5.790 -7,87% -148.730 -159.317 -6,36% 0 0 - -4.941 -1.622 60,00% TECHNOS 796.705 776.169 -2,30% 465.594 462.706 -0,55% 413.433 397.293 -3,49% 65.180 31.655 -45,95% TEKA 830.958 883.757 5,68% -1.046.177 -1.174.815 -10,99% 119.964 141.602 16,11% -32.602 3.021 97,61% TEX RENAUX 110.803 182.857 58,09% -231.483 -380.223 -57,40% 87.968 76.309 -11,84% -2.676 -13.051 -346,34% VULCABRAS 1.271.514 1.237.154 -2,41% 61.009 35.754 -36,98% 1.267.127 965.875 -21,24% 37.908 37.956 0,11% WEMBLEY 3.360.092 3.444.984 2,26% 1.575.370 1.408.744 -9,45% 2.449.583 2.577.862 4,68% 15.137 157 -88,40% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 24.332.882 24.860.579 1,94% 10.130.644 9.459.321 -5,92% 19.321.551 19.400.626 0,37% 1.342.552 1.167.234 -11,67%

286.528 263.248 -7,26% 1.549.718 1.832.234 16,28% 1.143.231 899.112 -19,08% 0,97 1,10 0,74 0,95 -16.149 -22.181 -33,36% 315.423 336.497 5,97% -157.839 -179.550 -12,29% 0,25 0,29 -3,28 -2,70 13.986 - -89,33% 241.045 0 -89,33% 7.002 - -89,33% 1,04 - 7,84 -10.394 -97.521 -748,80% 365.712 365.546 -0,04% 26.229 -8.992 -119,95% 0,83 0,68 1,15 1,66 318.867 281.170 -10,56% 355.962 298.528 -14,41% 698.486 703.566 0,65% 1,17 1,08 0,33 0,25 -89.958 -76.175 13,69% 1.655.973 1.829.341 9,35% 731.893 668.146 -7,78% 0,75 0,77 1,03 1,22 42.267 28.225 -29,68% 153.407 150.604 -1,63% 233.049 242.659 3,68% 0,63 0,62 0,33 0,31 -49.784 -60.342 -19,84% 104.108 123.668 16,78% -14.767 -22.827 -48,76% - - 0,44 0,73 485.259 539.311 9,95% 354.079 428.882 18,87% 1.624.523 1.554.161 -3,87% 0,83 0,72 0,15 0,16 11.429 -5.335 -131,03% 139.655 124.608 -9,62% 103.441 95.127 -7,18% 0,67 0,66 0,92 0,86 -108.030 -49.564 48,35% 389.909 392.655 0,63% -122.471 -191.989 -50,70% 1,04 0,95 -5,62 -3,39 -28.722 -51.810 -71,80% 813.791 907.063 10,24% -152.145 -222.504 -41,31% 0,46 0,46 94,12 -46,69 12.648 22.391 68,81% 199.672 247.738 21,50% 42.250 46.365 8,70% 0,96 1,07 1,69 1,54 959 -21.051 -2.050,21% 169.814 172.685 1,51% 113.727 79.772 -26,67% 0,92 0,80 0,63 0,69 -14.119 -16.930 -17,79% 258.188 273.792 5,40% -161.489 -193.761 -133,46% 0,01 0,01 -1,79 -1,70 -29.105 22.577 158,62% 1.382.800 1.519.368 8,82% 644.082 602.530 -5,76% 0,85 0,87 1,27 1,41 -5.416 -7.407 -32,84% 52.144 60.187 13,78% -435 -448 -2,67% - - -1,16 -1,15 -12.857 -10.587 15,78% 155.079 165.107 5,78% -151.221 -161.245 -89,06% - - -1,04 -1,04 46.228 22.015 -46,79% 331.111 313.463 -4,76% 343.463 313.658 -7,75% 0,52 0,51 0,71 0,68 -138.650 -130.450 5,28% 1.877.135 2.058.572 8,63% -1.543.703 -1.708.555 -9,54% 0,14 0,16 -1,79 -1,75 -33.671 -149.018 -306,02% 342.286 563.080 57,62% -183.428 -415.468 113,00% 0,79 0,42 -1,48 -1,48 -72.794 -49.920 28,07% 1.210.505 1.201.400 -0,67% 133.463 -58.323 -128,37% 1,00 0,78 19,84 33,60 -129.298 -134.533 -3,62% 1.784.722 2.036.240 12,59% 731.021 651.324 -9,74% 0,73 0,75 1,13 1,45 479.224 296.113 -34,13% 14.202.238 15.401.258 7,54% 4.088.362 2.692.758 -30,49% 0,79 0,78 1,40 1,63

Utilidades Domésticas / Domestic Utilities BIC MONARK 205.123 196.964 -3,55% 182.143 177.329 -2,36% 32.648 20.613 -32,93% 467 -5.068 -1.058,76% BRASMOTOR* 908.705 1.054.319 14,31% 902.770 1.041.095 13,69% 0 0 - 314.444 121.326 -54,86% ESTRELA 230.639 224.356 -2,43% -285.042 -329.938 -14,07% 210.814 169.010 -17,71% 14.337 -7.800 -137,93% HERCULES* 6.739 - -89,33% -334.022 - -89,33% 3.668 - -89,33% -2.121 - -89,33% IGB S.A. 207.418 - -89,33% -636.265 - -89,33% 8.342 - -89,33% 34.230 - -89,33% ITAUTEC 289.621 219.069 -21,76% 109.263 77.049 -26,34% 101.639 28.418 -64,35% -52.197 -35.051 29,34% NADIR FIGUEI 685.774 651.329 -4,49% 289.588 289.180 -0,13% 543.254 570.662 4,51% 30.395 44.417 41,21% POSITIVO INF 1.759.796 1.919.040 8,08% 660.756 576.395 -11,41% 2.331.559 1.843.191 -18,71% 86.905 -61.952 -153,01% SPRINGER 128.085 91.465 -25,54% 96.236 75.867 -18,91% 97.032 45.260 -47,66% -24.444 -24.490 -0,17% TECTOY 71.767 31.139 -50,57% -21.745 -16.423 21,86% 104.263 17.192 -74,60% -18.290 -15.879 11,77% UNICASA 269.982 267.816 -0,72% 192.889 198.493 2,60% 243.521 222.652 -7,66% -14.413 8.013 -138,99% WHIRLPOOL 6.187.370 6.551.278 5,25% 2.133.208 2.509.249 15,75% 9.659.403 9.387.172 -2,52% 1.053.199 412.374 -54,35% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 10.951.019 11.206.775 2,09% 3.289.779 4.598.296 35,53% 13.336.143 12.304.170 -6,91% 1.422.512 435.890 -61,96%

11.686 10.906 -5,96% 22.980 19.635 -13,00% 169.473 170.927 0,77% 0,16 0,10 0,13 0,11 315.756 129.681 -52,64% 5.935 13.224 109,71% -549 2.560 505,88% 0,00 0,00 0,01 0,01 -25.393 -44.896 -68,61% 515.681 554.294 6,69% -252.868 -296.704 -15,49% 0,91 0,75 -1,81 -1,68 80.117 - -89,33% 340.761 0 -89,33% -7.904 - -89,33% 0,54 - -1,02 -55.211 - -89,33% 843.683 0 -89,33% -30.112 - -89,33% 0,04 - -1,33 -38.672 -19.295 44,76% 180.358 142.020 -18,99% 31.460 34.083 7,45% 0,35 0,13 1,65 1,84 17.191 7.693 -49,35% 396.186 362.149 -7,67% 78.436 63.867 -16,59% 0,79 0,88 1,37 1,25 23.271 -79.881 -395,97% 1.099.040 1.342.645 19,80% 605.738 449.330 -23,07% 1,32 0,96 1,66 2,33 -22.851 -21.066 6,98% 31.849 15.598 -45,58% 54.410 26.482 -45,85% 0,84 0,49 0,21 0,21 -32.599 -35.653 -8,37% 93.512 47.562 -43,90% -2.034 -13.183 -489,64% 1,45 0,55 -4,30 -2,90 -2.408 13.105 575,49% 77.092 69.323 -9,00% 199.007 46.885 -68,28% 0,90 0,83 0,40 0,35 713.908 290.884 -52,93% 4.054.162 4.042.029 -0,27% 772.285 568.670 -23,55% 1,56 1,43 1,90 1,61 984.795 251.478 -66,52% 7.661.239 6.608.479 -12,28% 1.617.342 1.052.917 -31,17% 1,22 1,10 2,33 1,44

*DFs Individuais

122

123


Estatísticas

Statistics

BENS DE CONSUMO CÍCLICO / CYCLE CONSUMPTION GOODS Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Atacado e Varejo / Wholesale and Retail (cont.) RAIADROGASIL* 4.049.289 4.699.201 14,34% 2.456.937 2.656.798 7,27% 7.391.569 8.897.849 18,20% 309.126 500.863 55,41% SARAIVA LIVR 1.871.799 1.750.734 -5,78% 472.518 524.552 9,84% 1.821.453 1.772.815 -2,39% 42.251 -99.844 -300,43% VIAVAREJO 16.004.000 16.484.000 2,68% 4.715.000 4.670.000 -0,85% 22.674.000 19.268.000 -13,42% 2.091.000 694.000 -59,68% WLM IND COM 579.580 518.925 -9,35% 484.437 443.689 -7,51% 864.876 496.844 -38,01% 13.518 -4.895 -121,68% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 163.155.518 199.699.800 20,01% 56.017.432 61.617.071 8,93% 180.824.140 195.352.231 7,18% 13.544.922 9.294.254 -28,03%

221.386 339.785 47,77% 1.592.352 2.042.403 25,25% 968.881 1.037.078 6,29% 1,83 1,89 0,65 0,77 5.747 93.714 1.367,34% 1.399.281 1.226.182 -11,05% 391.679 492.066 22,90% 0,97 1,01 2,96 2,34 938.000 3.000 -89,04% 11.289.000 11.814.000 4,15% 998.000 1.206.000 18,62% 1,42 1,17 2,39 2,53 12.207 3.943 -60,48% 95.143 75.236 -18,69% 195.825 127.761 -31,05% 1,65 0,96 0,44 0,17 5.129.164 710.386 -76,96% 107.138.086 138.082.729 25,80% 16.502.484 21.876.556 29,09% 1,11 0,98 1,91 2,24

Educação / Education ANIMA 944.084 1.175.777 21,92% 596.302 642.118 6,86% 693.506 856.620 21,01% 121.562 69.671 -38,13% ESTÁCIO PART 3.514.186 4.360.083 21,50% 2.392.860 2.680.592 10,74% 2.404.464 2.939.422 19,87% 424.643 515.895 19,20% KROTON 15.486.180 16.638.854 6,65% 11.446.408 12.459.688 7,91% 3.774.475 5.265.235 35,28% 1.106.907 1.603.419 40,07% SER EDUCA 1.249.163 1.848.588 42,87% 626.652 757.233 18,61% 705.067 1.020.261 39,93% 229.349 218.098 -4,38% SOMOS EDUCA 3.360.427 3.668.231 8,18% 1.576.259 934.525 -36,37% 1.265.048 1.183.640 -5,75% 207.897 133.954 -31,77% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 24.554.040 27.691.533 11,41% 16.638.481 17.474.156 4,49% 8.842.560 11.265.178 24,47% 2.090.358 2.541.037 19,26%

159.094 64.203 -53,28% 347.782 533.659 47,74% 162.309 156.060 -3,44% 0,73 0,73 0,58 0,83 425.645 484.674 12,39% 1.121.326 1.679.491 44,47% 1.076.985 1.371.858 24,46% 0,81 0,67 0,41 0,63 1.000.600 1.396.158 35,31% 4.039.772 4.179.166 3,08% 504.666 468.090 -6,47% 0,24 0,32 0,35 0,34 213.864 161.065 -22,05% 622.511 1.091.355 67,28% 162.677 226.694 35,15% 0,56 0,55 0,99 1,44 58.678 -604.133 -1.009,05% 1.784.168 2.733.706 47,54% 577.895 633.587 8,61% 0,38 0,32 1,13 2,93 1.857.881 1.501.967 -19,15% 7.915.559 10.217.377 25,98% 2.484.532 2.856.289 13,37% 0,36 0,41 0,48 0,58

Lazer, Turismo e Hotelaria / Leisure Industry CVC BRASIL 2.296.230 2.847.910 21,46% 458.826 661.347 39,43% 714.535 881.879 20,92% 324.084 384.451 16,64% HOTÉIS OTHON 549.646 572.730 3,75% -57.205 -83.226 -40,64% 169.704 144.730 -13,15% 24.438 675 -86,86% SAUIPE* 364.331 357.609 -1,65% 303.751 285.387 -5,40% 164.030 191.879 15,17% -22.117 -20.970 4,64% SPTURIS* 311.775 363.266 14,75% 88.459 116.138 27,95% 195.586 194.579 -0,46% 10.166 -11.560 -190,91% TIME FOR FUN 480.382 836.384 66,20% 256.399 272.091 5,47% 552.939 550.979 -0,32% -61.474 30.403 133,51% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.002.364 4.977.899 21,77% 1.050.230 1.251.737 17,14% 1.796.794 1.964.046 8,32% 275.097 382.999 35,04%

145.739 175.234 18,08% 1.837.404 2.186.563 16,98% 177.399 313.237 68,40% 0,31 0,31 4,00 3,31 -832 -23.818 -2.387,56% 606.851 655.956 7,23% -101.774 -131.339 -25,95% 0,31 0,25 -10,61 -7,88 -22.618 -23.265 -2,55% 60.580 72.222 17,17% -11.873 -17.534 -42,59% 0,45 0,54 0,20 0,25 5.144 -13.769 -328,44% 223.316 247.128 9,53% -18.186 -9.380 43,25% 0,63 0,54 2,52 2,13 -70.321 20.888 115,86% 223.983 564.293 135,72% 18.615 68.356 238,70% 1,15 0,66 0,87 2,07 57.112 135.270 122,25% 2.952.134 3.726.162 23,42% 64.181 223.340 221,52% 0,45 0,39 2,81 2,98

Tecidos, Vestuário e Calçados / Textile, Clothing and Footwear ALPARGATAS 3.650.622 3.763.470 2,76% 2.100.904 1.931.236 -7,21% 3.538.029 4.126.254 14,85% 332.663 368.805 9,71% BUETTNER* 219.346 211.823 -3,06% -96.077 -124.674 -26,58% 55.700 61.728 9,67% -8.877 -10.132 -12,63% CAMBUCI 271.780 - -89,33% 30.735 - -89,33% 283.864 - -89,33% 45.528 - -89,33% CEDRO 683.384 585.697 -12,77% 317.672 220.151 -27,42% 563.973 396.435 -26,54% 12.654 -58.143 -499,79% CIA HERING 1.432.039 1.472.492 2,52% 1.076.077 1.173.964 8,13% 1.678.294 1.588.889 -4,76% 357.266 215.699 -35,40% COTEMINAS 3.256.727 3.328.993 1,98% 1.600.754 1.499.652 -5,64% 2.449.583 2.577.862 4,68% 44.905 36.493 -16,73% DOHLER 624.490 644.251 2,83% 471.083 493.647 4,28% 396.303 398.264 0,44% 41.559 27.083 -31,12% ENCORPAR 341.332 292.865 -12,68% 237.224 169.197 -25,62% 0 0 - -46.502 -52.536 -11,60% GRENDENE 2.682.013 3.045.642 12,11% 2.327.934 2.616.760 11,08% 2.233.298 2.202.796 -1,22% 389.413 400.732 2,60% IND CATAGUAS 291.115 269.490 -6,64% 151.460 144.882 -3,88% 193.874 177.409 -7,59% 11.229 -3.332 -115,84% KARSTEN 320.555 276.824 -12,19% -69.354 -115.831 -59,86% 332.851 262.713 -18,82% -47.075 12.285 112,65% MUNDIAL 822.437 887.634 7,08% 8.646 -19.429 -290,07% 380.053 404.148 5,66% 8.114 12.531 48,63% PETTENATI 329.675 408.848 21,45% 130.003 161.110 21,37% 378.336 437.796 14,04% 17.650 28.037 52,57% SANTANENSE 441.405 423.235 -3,68% 271.591 250.550 -6,92% 406.434 339.573 -14,70% 10.880 -16.382 -223,83% SCHLOSSER 113.825 112.491 -1,05% -144.363 -161.301 -10,48% 928 723 -19,73% -8.166 -5.740 26,54% SPRINGS 2.468.571 2.598.336 4,70% 1.085.771 1.078.968 -0,56% 2.091.956 2.267.095 7,48% 103.690 154.337 43,63% TEC BLUMENAU* 7.145 7.777 7,90% -44.999 -52.410 -14,71% 0 0 - -385 -619 -54,29% TECEL S JOSÉ 6.349 5.790 -7,87% -148.730 -159.317 -6,36% 0 0 - -4.941 -1.622 60,00% TECHNOS 796.705 776.169 -2,30% 465.594 462.706 -0,55% 413.433 397.293 -3,49% 65.180 31.655 -45,95% TEKA 830.958 883.757 5,68% -1.046.177 -1.174.815 -10,99% 119.964 141.602 16,11% -32.602 3.021 97,61% TEX RENAUX 110.803 182.857 58,09% -231.483 -380.223 -57,40% 87.968 76.309 -11,84% -2.676 -13.051 -346,34% VULCABRAS 1.271.514 1.237.154 -2,41% 61.009 35.754 -36,98% 1.267.127 965.875 -21,24% 37.908 37.956 0,11% WEMBLEY 3.360.092 3.444.984 2,26% 1.575.370 1.408.744 -9,45% 2.449.583 2.577.862 4,68% 15.137 157 -88,40% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 24.332.882 24.860.579 1,94% 10.130.644 9.459.321 -5,92% 19.321.551 19.400.626 0,37% 1.342.552 1.167.234 -11,67%

286.528 263.248 -7,26% 1.549.718 1.832.234 16,28% 1.143.231 899.112 -19,08% 0,97 1,10 0,74 0,95 -16.149 -22.181 -33,36% 315.423 336.497 5,97% -157.839 -179.550 -12,29% 0,25 0,29 -3,28 -2,70 13.986 - -89,33% 241.045 0 -89,33% 7.002 - -89,33% 1,04 - 7,84 -10.394 -97.521 -748,80% 365.712 365.546 -0,04% 26.229 -8.992 -119,95% 0,83 0,68 1,15 1,66 318.867 281.170 -10,56% 355.962 298.528 -14,41% 698.486 703.566 0,65% 1,17 1,08 0,33 0,25 -89.958 -76.175 13,69% 1.655.973 1.829.341 9,35% 731.893 668.146 -7,78% 0,75 0,77 1,03 1,22 42.267 28.225 -29,68% 153.407 150.604 -1,63% 233.049 242.659 3,68% 0,63 0,62 0,33 0,31 -49.784 -60.342 -19,84% 104.108 123.668 16,78% -14.767 -22.827 -48,76% - - 0,44 0,73 485.259 539.311 9,95% 354.079 428.882 18,87% 1.624.523 1.554.161 -3,87% 0,83 0,72 0,15 0,16 11.429 -5.335 -131,03% 139.655 124.608 -9,62% 103.441 95.127 -7,18% 0,67 0,66 0,92 0,86 -108.030 -49.564 48,35% 389.909 392.655 0,63% -122.471 -191.989 -50,70% 1,04 0,95 -5,62 -3,39 -28.722 -51.810 -71,80% 813.791 907.063 10,24% -152.145 -222.504 -41,31% 0,46 0,46 94,12 -46,69 12.648 22.391 68,81% 199.672 247.738 21,50% 42.250 46.365 8,70% 0,96 1,07 1,69 1,54 959 -21.051 -2.050,21% 169.814 172.685 1,51% 113.727 79.772 -26,67% 0,92 0,80 0,63 0,69 -14.119 -16.930 -17,79% 258.188 273.792 5,40% -161.489 -193.761 -133,46% 0,01 0,01 -1,79 -1,70 -29.105 22.577 158,62% 1.382.800 1.519.368 8,82% 644.082 602.530 -5,76% 0,85 0,87 1,27 1,41 -5.416 -7.407 -32,84% 52.144 60.187 13,78% -435 -448 -2,67% - - -1,16 -1,15 -12.857 -10.587 15,78% 155.079 165.107 5,78% -151.221 -161.245 -89,06% - - -1,04 -1,04 46.228 22.015 -46,79% 331.111 313.463 -4,76% 343.463 313.658 -7,75% 0,52 0,51 0,71 0,68 -138.650 -130.450 5,28% 1.877.135 2.058.572 8,63% -1.543.703 -1.708.555 -9,54% 0,14 0,16 -1,79 -1,75 -33.671 -149.018 -306,02% 342.286 563.080 57,62% -183.428 -415.468 113,00% 0,79 0,42 -1,48 -1,48 -72.794 -49.920 28,07% 1.210.505 1.201.400 -0,67% 133.463 -58.323 -128,37% 1,00 0,78 19,84 33,60 -129.298 -134.533 -3,62% 1.784.722 2.036.240 12,59% 731.021 651.324 -9,74% 0,73 0,75 1,13 1,45 479.224 296.113 -34,13% 14.202.238 15.401.258 7,54% 4.088.362 2.692.758 -30,49% 0,79 0,78 1,40 1,63

Utilidades Domésticas / Domestic Utilities BIC MONARK 205.123 196.964 -3,55% 182.143 177.329 -2,36% 32.648 20.613 -32,93% 467 -5.068 -1.058,76% BRASMOTOR* 908.705 1.054.319 14,31% 902.770 1.041.095 13,69% 0 0 - 314.444 121.326 -54,86% ESTRELA 230.639 224.356 -2,43% -285.042 -329.938 -14,07% 210.814 169.010 -17,71% 14.337 -7.800 -137,93% HERCULES* 6.739 - -89,33% -334.022 - -89,33% 3.668 - -89,33% -2.121 - -89,33% IGB S.A. 207.418 - -89,33% -636.265 - -89,33% 8.342 - -89,33% 34.230 - -89,33% ITAUTEC 289.621 219.069 -21,76% 109.263 77.049 -26,34% 101.639 28.418 -64,35% -52.197 -35.051 29,34% NADIR FIGUEI 685.774 651.329 -4,49% 289.588 289.180 -0,13% 543.254 570.662 4,51% 30.395 44.417 41,21% POSITIVO INF 1.759.796 1.919.040 8,08% 660.756 576.395 -11,41% 2.331.559 1.843.191 -18,71% 86.905 -61.952 -153,01% SPRINGER 128.085 91.465 -25,54% 96.236 75.867 -18,91% 97.032 45.260 -47,66% -24.444 -24.490 -0,17% TECTOY 71.767 31.139 -50,57% -21.745 -16.423 21,86% 104.263 17.192 -74,60% -18.290 -15.879 11,77% UNICASA 269.982 267.816 -0,72% 192.889 198.493 2,60% 243.521 222.652 -7,66% -14.413 8.013 -138,99% WHIRLPOOL 6.187.370 6.551.278 5,25% 2.133.208 2.509.249 15,75% 9.659.403 9.387.172 -2,52% 1.053.199 412.374 -54,35% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 10.951.019 11.206.775 2,09% 3.289.779 4.598.296 35,53% 13.336.143 12.304.170 -6,91% 1.422.512 435.890 -61,96%

11.686 10.906 -5,96% 22.980 19.635 -13,00% 169.473 170.927 0,77% 0,16 0,10 0,13 0,11 315.756 129.681 -52,64% 5.935 13.224 109,71% -549 2.560 505,88% 0,00 0,00 0,01 0,01 -25.393 -44.896 -68,61% 515.681 554.294 6,69% -252.868 -296.704 -15,49% 0,91 0,75 -1,81 -1,68 80.117 - -89,33% 340.761 0 -89,33% -7.904 - -89,33% 0,54 - -1,02 -55.211 - -89,33% 843.683 0 -89,33% -30.112 - -89,33% 0,04 - -1,33 -38.672 -19.295 44,76% 180.358 142.020 -18,99% 31.460 34.083 7,45% 0,35 0,13 1,65 1,84 17.191 7.693 -49,35% 396.186 362.149 -7,67% 78.436 63.867 -16,59% 0,79 0,88 1,37 1,25 23.271 -79.881 -395,97% 1.099.040 1.342.645 19,80% 605.738 449.330 -23,07% 1,32 0,96 1,66 2,33 -22.851 -21.066 6,98% 31.849 15.598 -45,58% 54.410 26.482 -45,85% 0,84 0,49 0,21 0,21 -32.599 -35.653 -8,37% 93.512 47.562 -43,90% -2.034 -13.183 -489,64% 1,45 0,55 -4,30 -2,90 -2.408 13.105 575,49% 77.092 69.323 -9,00% 199.007 46.885 -68,28% 0,90 0,83 0,40 0,35 713.908 290.884 -52,93% 4.054.162 4.042.029 -0,27% 772.285 568.670 -23,55% 1,56 1,43 1,90 1,61 984.795 251.478 -66,52% 7.661.239 6.608.479 -12,28% 1.617.342 1.052.917 -31,17% 1,22 1,10 2,33 1,44

*DFs Individuais

122

123


Estatísticas

Statistics

SERVIÇOS / SERVICES Balanço / Balance Sheet Ativo Total Depósitos Totais Crédito Total Patrimônio Líquido Operacional Total Assets Total deposits Total credit Shareholders’ Equity Empresa Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Receita Intermediação Financeira Lucro/Prejuizo do Período Endividamento Total Giro do Ativo Alavancagem Revenue from Financial Intermediation Net Income / Loss Total indebtedness Asset Turnover Leverage 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Bancos & Crédito / Banking ABC BRASIL 20.734.470 23.963.377 13,91% 18.519.003 21.424.144 14,01% 20.545.840 23.747.937 13,92% 2.188.545 2.509.659 13,11% ALFA FINANC* 5.142.272 4.940.418 -3,51% 4.346.581 4.130.555 -4,44% 5.135.854 4.933.845 -3,51% 765.926 781.749 1,85% ALFA INVEST* 13.686.586 11.910.687 -11,59% 12.443.759 10.618.918 -13,10% 12.919.352 11.099.310 -12,58% 1.239.711 1.288.327 3,50% AMAZONIA* 12.418.434 12.083.092 -2,41% 9.724.722 10.158.934 3,99% 12.159.048 11.808.486 -2,58% 2.693.712 1.924.158 -25,52% BANCO PAN 25.500.416 24.802.422 -2,45% 21.864.305 21.157.060 -2,89% 25.218.422 23.778.157 -5,10% 3.634.486 3.643.797 0,23% BANESE* 3.727.939 3.772.084 1,06% 3.449.249 3.483.405 0,88% 3.641.590 3.694.762 1,30% 278.661 288.633 3,20% BANESTES* 15.289.994 18.394.514 18,14% 13.867.899 16.826.557 19,06% 14.710.261 17.706.648 18,20% 1.075.185 1.178.606 8,59% BANPARA* 5.032.293 5.269.067 4,20% 4.462.977 4.577.305 2,29% 4.921.378 5.150.498 4,16% 569.316 691.762 19,21% BANRISUL 59.561.696 66.937.790 11,06% 34.135.444 38.698.329 11,94% 30.486.981 32.013.266 4,47% 5.671.345 6.208.566 8,46% BRADESCO 978.703.169 947.122.904 -2,88% 897.167.884 858.102.204 -3,89% 850.797.227 868.866.436 1,90% 81.508.250 8 8.906.644 8,11% BRASIL 1.381.154.731 1 .514.682.955 8,64% 1.302.818.600 1 .443.557.326 9,65% 1.344.177.722 1 .473.311.246 8,58% 77.920.212 7 0.673.370 -8,31% BRB BANCO* 12.100.257 13.131.444 7,61% 10.934.951 11.912.637 7,99% 11.628.095 12.590.561 7,39% 1.165.306 1.218.807 4,10% BTGP BANCO* 157.712.093 163.943.419 3,53% 137.958.907 144.189.102 4,03% 139.016.112 137.727.529 -0,83% 15.495.119 1 9.658.799 24,00% DAYCOVAL 18.983.852 21.846.427 13,47% 16.451.108 19.037.770 14,05% 18.759.184 21.380.648 12,48% 2.522.708 2.786.751 9,35% FINANSINOS* 29.567 22.101 -22,56% 7.456 4.739 -32,55% 28.130 20.749 -23,44% 22.111 17.362 -19,19% INDUSVAL 5.410.039 3.592.284 -30,01% 4.730.457 2.999.334 -32,69% 5.178.973 3.368.206 -31,23% 675.935 590.638 -11,27% ITAUUNIBANCO 1.208.701.675 1 .359.172.441 11,12% 294.773.248 292.610.418 -0,66% 424.812.344 439.751.111 3,14% 95.847.713 1 06.462.440 9,89% MERC BRASIL 12.655.017 11.824.869 -5,86% 11.989.160 11.116.079 -6,51% 12.111.327 11.321.685 -5,82% 664.884 708.029 5,80% MERC FINANC* 1.709.910 1.239.079 -24,60% 1.500.360 1.046.003 -27,05% 1.705.016 1.234.061 -24,67% 209.550 193.076 -7,02% MERC INVEST* 79.073 75.491 -4,05% 20.510 14.637 -25,58% 79.073 75.491 -4,05% 58.563 60.854 3,49% NORD BRASIL* 38.204.992 41.421.935 7,52% 34.837.183 38.578.749 9,59% 37.975.234 41.187.446 7,56% 3.367.809 2.843.186 -13,92% PARANA* 5.548.580 5.802.780 4,09% 4.196.091 4.420.932 4,79% 4.885.959 5.194.886 5,65% 1.352.424 1.381.788 1,94% PATAGONIA 12.803.774 17.853.147 35,23% 10.622.702 15.294.191 39,28% 12.517.943 17.481.462 35,42% 2.152.155 2.516.077 15,11% PINE 10.443.494 8.967.637 -12,62% 9.102.321 7.726.553 -13,50% 10.360.410 8.773.405 -13,68% 1.255.937 1.162.858 -6,62% SANTANDER BR* 627.901.762 728.288.450 14,28% 570.182.040 673.102.989 16,12% 596.002.107 699.257.630 15,48% 57.325.230 5 4.821.289 -3,90% SOFISA* 4.122.260 4.275.694 3,32% 3.465.346 3.584.591 3,07% 3.749.668 4.056.701 7,31% 656.850 691.005 4,64% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.637.358.345 5.015.336.508 7,28% 3.433.572.263 3.658.373.461 5,85% 3.603.523.250 3.879.532.162 6,84% 360.317.643 373.208.230 3,20%

2.029.034 3.734.237 75,07% 310.647 370.911 17,33% 18.545.925 21.453.718 14,01% 0,10 0,16 8,47 8,55 819.390 896.132 8,37% 37.157 39.062 4,58% 4.376.346 4.158.669 -4,44% 0,12 0,18 5,71 5,32 1.232.550 1.482.660 18,13% 68.737 80.654 15,49% 12.446.875 10.622.360 -13,09% 0,08 0,12 10,04 8,25 1.107.076 1.451.082 27,76% 186.319 248.968 30,04% 9.724.722 10.158.934 3,99% 0,09 0,12 3,61 5,28 5.156.895 7.357.768 38,12% 7.823 8.052 2,61% 21.865.930 21.158.625 -2,89% 0,20 0,30 6,02 5,81 517.736 610.965 16,09% 6.978 27.154 258,29% 3.449.278 3.483.451 0,89% 0,14 0,16 12,38 12,07 1.752.613 2.238.017 24,74% 142.849 156.364 8,45% 14.214.809 17.215.908 18,86% 0,11 0,12 13,22 14,61 1.150.489 1.338.987 14,64% 148.064 204.077 33,79% 4.462.977 4.577.305 2,29% 0,23 0,25 7,84 6,62 8.196.657 10.804.344 28,42% 691.416 848.770 20,33% 53.890.351 60.729.224 11,34% 0,14 0,16 9,50 9,78 94.339.700 110.968.415 15,75% 15.088.818 17.189.635 12,44% 897.194.919 858.216.260 -3,88% 0,10 0,12 11,01 9,65 133.845.081 180.836.676 31,36% 11.312.852 14.108.487 22,08% 1.303.234.519 1.444.009.585 9,65% 0,10 0,12 16,73 20,43 2.179.138 2.473.562 12,07% 128.307 84.214 -30,70% 10.934.951 11.912.637 7,99% 0,18 0,19 9,38 9,77 11.626.540 13.259.775 12,55% 1.901.148 5.623.498 174,90% 142.216.974 144.284.620 1,30% 0,07 0,08 9,18 7,34 3.048.213 5.316.763 66,48% 278.145 432.013 49,42% 16.461.144 19.059.676 14,10% 0,16 0,24 6,53 6,84 7.295 6.047 -15,28% 681 -4.539 -684,73% 7.456 4.739 -32,55% 0,25 0,27 0,34 0,27 606.528 573.945 -4,80% -4.977 -170.489 -2.970,70% 4.734.104 3.001.646 -32,69% 0,11 0,16 7,00 5,08 125.023.816 163.594.126 27,56% 20.241.564 23.359.834 13,76% 1.112.853.962 1.252.710.001 11,23% 0,09 0,12 11,20 11,77 2.650.589 3.382.206 24,66% -169.356 73.368 -128,03% 11.990.133 11.116.840 -6,51% 0,21 0,29 18,03 15,70 303.181 348.779 13,44% 1.776 -12.605 -723,34% 1.500.360 1.046.003 -27,05% 0,18 0,28 7,16 5,42 10.048 12.268 19,74% 3.494 4.058 14,42% 20.510 14.637 -25,58% 0,13 0,16 0,35 0,24 4.361.334 6.493.215 43,67% 747.350 305.723 -52,79% 34.837.183 38.578.749 9,59% 0,11 0,16 10,34 13,57 862.321 1.080.884 22,64% 129.309 141.907 8,70% 4.196.156 4.420.992 4,79% 0,16 0,19 3,10 3,20 1.918.106 2.296.100 17,60% 655.241 834.737 24,47% 10.651.618 15.337.070 39,29% 0,13 0,13 4,95 6,10 1.367.357 1.714.660 22,69% 94.307 41.026 -50,47% 9.187.557 7.804.779 -13,44% 0,11 0,19 7,32 6,71 64.932.872 82.686.192 24,42% 2.152.904 6.982.898 200,41% 570.576.532 673.467.161 16,11% 0,10 0,11 9,95 12,28 547.697 688.540 22,97% 36.060 83.907 118,53% 3.465.410 3.584.689 3,07% 0,13 0,16 5,28 5,19 469.592.256 605.646.345 25,88% 54.197.613 71.061.684 27,80% 4.277.040.701 4.642.128.278 7,63% 0,10 0,12 11,87 12,44

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Investimentos Ativo Total Patrimônio Líquido EBIT Empresa Investments Operacional Total Assets Shareholders’ Equity EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Holdings / Holdings ALFA CONSORC 809.348 863.466 5,97% 2.861.695 3.034.511 5,39% 1.346.943 1.483.938 9,09% 19.469 20.655 5,44% ALFA HOLDING* 776.809 845.992 7,96% 783.632 857.499 8,42% 777.600 851.427 8,48% 32.575 50.877 50,19% BAHEMA* 4.177 8 -89,16% 42.535 37.409 -10,77% 33.493 31.358 -5,69% -2.776 -2.745 1,00% BATTISTELLA 63.476 66.339 4,03% 267.345 173.795 -31,26% -64.810 -13.653 70,51% 23.708 127.105 389,59% BRADESPAR 8.522.846 8.351.458 -1,80% 10.598.919 9.694.451 -7,62% 8.937.995 7.917.193 -10,20% 57.595 -2.476.513 -3.930,41% CEMEPE* 771 771 0,00% 773 773 0,00% -4.688 -4.897 -3,98% -138 -209 45,96% HABITASUL 843.980 792.266 -5,47% 1.281.801 1.235.799 -3,21% 483.129 437.733 -8,39% 1.187 5.665 337,00% INVEST BEMGE* 0 0 - 171.180 187.911 8,73% 167.935 182.041 7,50% -989 -1.049 -5,42% ITAITINGA* 0 0 - 63 69 8,51% 40 44 8,93% -100 -96 3,57% ITAUSA* 38.035.000 43.641.000 13,17% 40.958.000 47.015.000 13,21% 39.226.000 44.847.000 12,80% 7.921.000 8.837.000 10,33% J B DUARTE* 14.586 14.547 -0,24% 124.589 129.325 3,40% 40.290 36.069 -9,36% -13.053 -9.702 22,93% MONT ARANHA 947.745 826.277 -11,45% 1.371.690 1.434.739 4,11% 1.288.462 1.187.999 -6,97% 169.302 -22.884 -101,40% POLPAR* 0 0 - 16.726 26.283 51,04% 12.507 19.090 47,02% 24 210 692,31% TELEBRAS* 87.264 84.474 -2,86% 1.833.542 2.554.529 35,13% 1.846 -218.758 -10.675,27% -48.801 -163.446 -209,85% ULTRAPAR 70.465 103.728 42,17% 19.480.382 20.966.049 6,81% 7.726.595 7.974.129 2,86% 2.270.108 2.950.646 26,78% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 50.176.467 55.590.326 9,64% 79.792.872 87.348.142 8,46% 59.973.337 64.730.713 7,09% 10.429.111 9.315.514 -9,54%

66.918 92.991 34,81% 1.514.752 1.550.573 2,11% 519.737 565.326 7,84% 0,01 1,72 0,98 0,51 32.828 51.537 50,91% 6.032 6.072 0,59% -1.031 3.566 398,30% 1,00 1,01 0,01 0,01 4.574 -675 -102,51% 9.042 6.051 -29,55% 32.688 34.666 5,41% 8,02 3.919,75 0,21 0,16 -27.602 51.157 254,89% 332.155 187.448 -38,92% -139.374 -58.795 51,64% -1,02 -0,21 1,24 1,08 101.483 -2.590.301 -2.369,43% 1.660.924 1.777.258 6,26% -265.938 343.687 204,78% 0,63 0,95 0,20 0,18 -138 -209 -45,96% 5.461 5.670 3,42% -5 -4 17,87% -6,08 -6,35 7,06 7,34 2.115 6.058 166,54% 798.672 798.066 -0,07% 20.613 -5.083 -111,36% 0,57 0,55 0,62 0,65 10.799 14.241 28,47% 3.245 5.870 72,26% 94.056 104.392 9,82% - - 0,02 0,03 -100 -96 3,57% 23 25 7,77% 40 44 8,93% - - 0,37 0,36 7.911.000 8.868.000 10,81% 1.732.000 2.168.000 22,49% 523.000 775.000 43,04% 1,03 1,03 0,04 0,05 -10.234 -4.221 52,49% 84.299 93.256 9,49% 39.753 12.894 -60,36% 2,76 2,48 0,68 0,72 184.355 96.481 -42,58% 83.227 246.740 175,50% 315.126 380.471 18,52% 0,06 1,44 0,08 0,17 253 507 89,68% 4.219 7.193 62,97% 223 2.650 972,21% - - 0,25 0,27 -117.358 -235.633 -90,03% 1.831.696 2.773.287 45,92% -142.754 26.070 105,64% 0,02 -2,59 1,00 1,09 1.251.213 1.512.972 18,69% 11.753.787 12.991.920 9,41% 3.810.274 6.077.958 53,16% 109,65 76,88 0,60 0,62 9.410.106 7.862.809 -14,69% 19.819.534 22.617.429 12,61% 4.806.408 8.262.842 64,24% 1,20 1,16 0,33 0,35

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Serviços Financeiros / Financial Services BBSEGURIDADE 10.382.681 11.495.678 9,58% 7.923.984 7.580.768 -3,87% 0 0 - 4.139.012 2.247.550 -40,82% BM&FBOVESPA 25.263.482 26.308.895 3,70% 18.988.403 18.352.213 -2,99% 2.030.433 2.216.634 8,19% 1.438.523 2.298.426 53,40% BR INSURANCE 725.208 486.130 -29,45% 472.433 387.715 -16,02% 226.392 190.763 -14,06% -3.162 -143.974 -3.978,10% BRAZILIAN FR 139.513 153.432 8,91% 135.514 143.383 5,19% 0 0 - -640 -848 -29,03% CETIP 2.998.539 3.497.064 14,85% 1.745.953 1.695.815 -2,57% 1.222.858 1.363.074 10,24% 616.825 678.683 8,96% CIELO 18.679.674 29.977.801 54,03% 4.324.400 10.163.967 120,63% 7.725.578 11.122.314 39,28% 3.411.503 4.331.684 24,09% CIMS* 150.013 7.664 -84,77% 149.968 7.404 -84,92% 0 0 - -107.806 -148.066 -33,36% GP INVEST 3.068.576 3.049.375 -0,56% 2.125.983 2.078.779 -1,98% 380.540 -472.086 -200,15% 153.860 -600.462 -437,95% IDEIASNET 731.419 342.002 -47,56% 82.156 -133.192 -234,15% 1.280.021 720.000 -39,08% -41.259 -172.229 -283,56% MULTIPLUS* 1.675.421 1.794.494 6,35% 220.502 260.778 16,32% 1.819.442 2.261.753 21,72% 357.028 496.924 35,00% PAR AL BAHIA 621.896 596.641 -3,63% 473.249 445.631 -5,21% 258.829 287.208 9,79% 8.785 15.547 68,76% PORTO SEGURO 22.420.409 23.175.407 3,01% 5.999.448 6.460.794 6,87% 0 15.457.182 - 426.673 342.556 -17,61% SEG AL BAHIA 462.871 475.860 2,51% 178.915 185.526 3,30% 53.451 51.069 -3,98% -909 -1.424 -50,61% SULAMÉRICA 18.510.274 20.047.606 7,42% 3.965.574 4.430.871 10,48% 14.145.947 15.746.737 10,11% 202.588 300.374 43,12% TARPON INV 70.155 73.580 4,36% 47.617 62.314 27,57% 72.971 75.251 2,79% 27.435 30.720 10,70% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 105.900.131 121.481.629 13,14% 46.834.099 52.122.766 10,09% 29.216.462 49.019.899 60,55% 10.628.456 9.675.461 -8,01%

3.456.683 4.207.432 19,40% 2.458.697 3.914.910 52,91% 1.532.159 -112.033 -95,86% - - 0,31 0,52 977.914 2.203.458 111,95% 6.275.079 7.956.682 23,94% 893.406 6.577.001 568,29% 0,08 0,08 0,33 0,43 16.128 -104.396 -667,56% 252.775 98.415 -54,55% 14.033 12.156 -11,95% 0,31 0,39 0,54 0,25 -10 10.057 -89.929% 3.999 10.049 135,15% 20.187 27.086 30,53% - - 0,03 0,07 427.119 497.606 14,74% 1.252.585 1.801.249 39,13% 500.705 667.444 29,75% 0,41 0,39 0,72 1,06 3.228.933 3.651.433 11,69% 14.355.274 19.813.834 33,97% 3.414.189 4.611.900 31,34% 0,41 0,37 3,32 1,95 -95.318 -142.564 -44,28% 45 260 426,80% 144.347 -24 -89,34% - - - 0,04 13.143 -695.918 -4.819,33% 942.593 970.596 2,65% 757.299 544.682 -25,08% 0,12 -0,15 0,44 0,47 -23.491 -244.046 -838,71% 649.263 475.194 -23,95% -38.877 -166.972 -294,33% 1,75 2,11 7,90 -3,57 325.016 479.741 42,53% 1.454.919 1.533.716 4,84% 98.648 138.147 35,77% 1,09 1,26 6,60 5,88 17.496 25.956 43,19% 148.647 151.010 1,42% 219.833 201.990 -7,25% 0,42 0,48 0,31 0,34 876.188 998.342 12,45% 16.420.961 16.714.613 1,60% -98.174 4.318.229 4.019% - 0,67 2,74 2,59 36.099 46.184 24,96% 283.956 290.334 2,01% 91.215 95.797 4,49% 0,12 0,11 1,59 1,56 562.707 737.672 27,78% 14.544.700 15.616.735 6,58% 5.485.337 6.206.511 11,74% 0,76 0,79 3,67 3,52 13.770 19.193 35,18% 22.538 11.266 -44,68% 46.351 61.208 28,63% 1,04 1,02 0,47 0,18 9.832.377 11.690.150 16,88% 59.066.031 69.358.863 15,57% 13.080.658 23.183.122 68,99% 0,28 0,40 1,26 1,33

*DFs Individuais

124

125


Estatísticas

Statistics

SERVIÇOS / SERVICES Balanço / Balance Sheet Ativo Total Depósitos Totais Crédito Total Patrimônio Líquido Operacional Total Assets Total deposits Total credit Shareholders’ Equity Empresa Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Receita Intermediação Financeira Lucro/Prejuizo do Período Endividamento Total Giro do Ativo Alavancagem Revenue from Financial Intermediation Net Income / Loss Total indebtedness Asset Turnover Leverage 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Bancos & Crédito / Banking ABC BRASIL 20.734.470 23.963.377 13,91% 18.519.003 21.424.144 14,01% 20.545.840 23.747.937 13,92% 2.188.545 2.509.659 13,11% ALFA FINANC* 5.142.272 4.940.418 -3,51% 4.346.581 4.130.555 -4,44% 5.135.854 4.933.845 -3,51% 765.926 781.749 1,85% ALFA INVEST* 13.686.586 11.910.687 -11,59% 12.443.759 10.618.918 -13,10% 12.919.352 11.099.310 -12,58% 1.239.711 1.288.327 3,50% AMAZONIA* 12.418.434 12.083.092 -2,41% 9.724.722 10.158.934 3,99% 12.159.048 11.808.486 -2,58% 2.693.712 1.924.158 -25,52% BANCO PAN 25.500.416 24.802.422 -2,45% 21.864.305 21.157.060 -2,89% 25.218.422 23.778.157 -5,10% 3.634.486 3.643.797 0,23% BANESE* 3.727.939 3.772.084 1,06% 3.449.249 3.483.405 0,88% 3.641.590 3.694.762 1,30% 278.661 288.633 3,20% BANESTES* 15.289.994 18.394.514 18,14% 13.867.899 16.826.557 19,06% 14.710.261 17.706.648 18,20% 1.075.185 1.178.606 8,59% BANPARA* 5.032.293 5.269.067 4,20% 4.462.977 4.577.305 2,29% 4.921.378 5.150.498 4,16% 569.316 691.762 19,21% BANRISUL 59.561.696 66.937.790 11,06% 34.135.444 38.698.329 11,94% 30.486.981 32.013.266 4,47% 5.671.345 6.208.566 8,46% BRADESCO 978.703.169 947.122.904 -2,88% 897.167.884 858.102.204 -3,89% 850.797.227 868.866.436 1,90% 81.508.250 8 8.906.644 8,11% BRASIL 1.381.154.731 1 .514.682.955 8,64% 1.302.818.600 1 .443.557.326 9,65% 1.344.177.722 1 .473.311.246 8,58% 77.920.212 7 0.673.370 -8,31% BRB BANCO* 12.100.257 13.131.444 7,61% 10.934.951 11.912.637 7,99% 11.628.095 12.590.561 7,39% 1.165.306 1.218.807 4,10% BTGP BANCO* 157.712.093 163.943.419 3,53% 137.958.907 144.189.102 4,03% 139.016.112 137.727.529 -0,83% 15.495.119 1 9.658.799 24,00% DAYCOVAL 18.983.852 21.846.427 13,47% 16.451.108 19.037.770 14,05% 18.759.184 21.380.648 12,48% 2.522.708 2.786.751 9,35% FINANSINOS* 29.567 22.101 -22,56% 7.456 4.739 -32,55% 28.130 20.749 -23,44% 22.111 17.362 -19,19% INDUSVAL 5.410.039 3.592.284 -30,01% 4.730.457 2.999.334 -32,69% 5.178.973 3.368.206 -31,23% 675.935 590.638 -11,27% ITAUUNIBANCO 1.208.701.675 1 .359.172.441 11,12% 294.773.248 292.610.418 -0,66% 424.812.344 439.751.111 3,14% 95.847.713 1 06.462.440 9,89% MERC BRASIL 12.655.017 11.824.869 -5,86% 11.989.160 11.116.079 -6,51% 12.111.327 11.321.685 -5,82% 664.884 708.029 5,80% MERC FINANC* 1.709.910 1.239.079 -24,60% 1.500.360 1.046.003 -27,05% 1.705.016 1.234.061 -24,67% 209.550 193.076 -7,02% MERC INVEST* 79.073 75.491 -4,05% 20.510 14.637 -25,58% 79.073 75.491 -4,05% 58.563 60.854 3,49% NORD BRASIL* 38.204.992 41.421.935 7,52% 34.837.183 38.578.749 9,59% 37.975.234 41.187.446 7,56% 3.367.809 2.843.186 -13,92% PARANA* 5.548.580 5.802.780 4,09% 4.196.091 4.420.932 4,79% 4.885.959 5.194.886 5,65% 1.352.424 1.381.788 1,94% PATAGONIA 12.803.774 17.853.147 35,23% 10.622.702 15.294.191 39,28% 12.517.943 17.481.462 35,42% 2.152.155 2.516.077 15,11% PINE 10.443.494 8.967.637 -12,62% 9.102.321 7.726.553 -13,50% 10.360.410 8.773.405 -13,68% 1.255.937 1.162.858 -6,62% SANTANDER BR* 627.901.762 728.288.450 14,28% 570.182.040 673.102.989 16,12% 596.002.107 699.257.630 15,48% 57.325.230 5 4.821.289 -3,90% SOFISA* 4.122.260 4.275.694 3,32% 3.465.346 3.584.591 3,07% 3.749.668 4.056.701 7,31% 656.850 691.005 4,64% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.637.358.345 5.015.336.508 7,28% 3.433.572.263 3.658.373.461 5,85% 3.603.523.250 3.879.532.162 6,84% 360.317.643 373.208.230 3,20%

2.029.034 3.734.237 75,07% 310.647 370.911 17,33% 18.545.925 21.453.718 14,01% 0,10 0,16 8,47 8,55 819.390 896.132 8,37% 37.157 39.062 4,58% 4.376.346 4.158.669 -4,44% 0,12 0,18 5,71 5,32 1.232.550 1.482.660 18,13% 68.737 80.654 15,49% 12.446.875 10.622.360 -13,09% 0,08 0,12 10,04 8,25 1.107.076 1.451.082 27,76% 186.319 248.968 30,04% 9.724.722 10.158.934 3,99% 0,09 0,12 3,61 5,28 5.156.895 7.357.768 38,12% 7.823 8.052 2,61% 21.865.930 21.158.625 -2,89% 0,20 0,30 6,02 5,81 517.736 610.965 16,09% 6.978 27.154 258,29% 3.449.278 3.483.451 0,89% 0,14 0,16 12,38 12,07 1.752.613 2.238.017 24,74% 142.849 156.364 8,45% 14.214.809 17.215.908 18,86% 0,11 0,12 13,22 14,61 1.150.489 1.338.987 14,64% 148.064 204.077 33,79% 4.462.977 4.577.305 2,29% 0,23 0,25 7,84 6,62 8.196.657 10.804.344 28,42% 691.416 848.770 20,33% 53.890.351 60.729.224 11,34% 0,14 0,16 9,50 9,78 94.339.700 110.968.415 15,75% 15.088.818 17.189.635 12,44% 897.194.919 858.216.260 -3,88% 0,10 0,12 11,01 9,65 133.845.081 180.836.676 31,36% 11.312.852 14.108.487 22,08% 1.303.234.519 1.444.009.585 9,65% 0,10 0,12 16,73 20,43 2.179.138 2.473.562 12,07% 128.307 84.214 -30,70% 10.934.951 11.912.637 7,99% 0,18 0,19 9,38 9,77 11.626.540 13.259.775 12,55% 1.901.148 5.623.498 174,90% 142.216.974 144.284.620 1,30% 0,07 0,08 9,18 7,34 3.048.213 5.316.763 66,48% 278.145 432.013 49,42% 16.461.144 19.059.676 14,10% 0,16 0,24 6,53 6,84 7.295 6.047 -15,28% 681 -4.539 -684,73% 7.456 4.739 -32,55% 0,25 0,27 0,34 0,27 606.528 573.945 -4,80% -4.977 -170.489 -2.970,70% 4.734.104 3.001.646 -32,69% 0,11 0,16 7,00 5,08 125.023.816 163.594.126 27,56% 20.241.564 23.359.834 13,76% 1.112.853.962 1.252.710.001 11,23% 0,09 0,12 11,20 11,77 2.650.589 3.382.206 24,66% -169.356 73.368 -128,03% 11.990.133 11.116.840 -6,51% 0,21 0,29 18,03 15,70 303.181 348.779 13,44% 1.776 -12.605 -723,34% 1.500.360 1.046.003 -27,05% 0,18 0,28 7,16 5,42 10.048 12.268 19,74% 3.494 4.058 14,42% 20.510 14.637 -25,58% 0,13 0,16 0,35 0,24 4.361.334 6.493.215 43,67% 747.350 305.723 -52,79% 34.837.183 38.578.749 9,59% 0,11 0,16 10,34 13,57 862.321 1.080.884 22,64% 129.309 141.907 8,70% 4.196.156 4.420.992 4,79% 0,16 0,19 3,10 3,20 1.918.106 2.296.100 17,60% 655.241 834.737 24,47% 10.651.618 15.337.070 39,29% 0,13 0,13 4,95 6,10 1.367.357 1.714.660 22,69% 94.307 41.026 -50,47% 9.187.557 7.804.779 -13,44% 0,11 0,19 7,32 6,71 64.932.872 82.686.192 24,42% 2.152.904 6.982.898 200,41% 570.576.532 673.467.161 16,11% 0,10 0,11 9,95 12,28 547.697 688.540 22,97% 36.060 83.907 118,53% 3.465.410 3.584.689 3,07% 0,13 0,16 5,28 5,19 469.592.256 605.646.345 25,88% 54.197.613 71.061.684 27,80% 4.277.040.701 4.642.128.278 7,63% 0,10 0,12 11,87 12,44

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Investimentos Ativo Total Patrimônio Líquido EBIT Empresa Investments Operacional Total Assets Shareholders’ Equity EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Holdings / Holdings ALFA CONSORC 809.348 863.466 5,97% 2.861.695 3.034.511 5,39% 1.346.943 1.483.938 9,09% 19.469 20.655 5,44% ALFA HOLDING* 776.809 845.992 7,96% 783.632 857.499 8,42% 777.600 851.427 8,48% 32.575 50.877 50,19% BAHEMA* 4.177 8 -89,16% 42.535 37.409 -10,77% 33.493 31.358 -5,69% -2.776 -2.745 1,00% BATTISTELLA 63.476 66.339 4,03% 267.345 173.795 -31,26% -64.810 -13.653 70,51% 23.708 127.105 389,59% BRADESPAR 8.522.846 8.351.458 -1,80% 10.598.919 9.694.451 -7,62% 8.937.995 7.917.193 -10,20% 57.595 -2.476.513 -3.930,41% CEMEPE* 771 771 0,00% 773 773 0,00% -4.688 -4.897 -3,98% -138 -209 45,96% HABITASUL 843.980 792.266 -5,47% 1.281.801 1.235.799 -3,21% 483.129 437.733 -8,39% 1.187 5.665 337,00% INVEST BEMGE* 0 0 - 171.180 187.911 8,73% 167.935 182.041 7,50% -989 -1.049 -5,42% ITAITINGA* 0 0 - 63 69 8,51% 40 44 8,93% -100 -96 3,57% ITAUSA* 38.035.000 43.641.000 13,17% 40.958.000 47.015.000 13,21% 39.226.000 44.847.000 12,80% 7.921.000 8.837.000 10,33% J B DUARTE* 14.586 14.547 -0,24% 124.589 129.325 3,40% 40.290 36.069 -9,36% -13.053 -9.702 22,93% MONT ARANHA 947.745 826.277 -11,45% 1.371.690 1.434.739 4,11% 1.288.462 1.187.999 -6,97% 169.302 -22.884 -101,40% POLPAR* 0 0 - 16.726 26.283 51,04% 12.507 19.090 47,02% 24 210 692,31% TELEBRAS* 87.264 84.474 -2,86% 1.833.542 2.554.529 35,13% 1.846 -218.758 -10.675,27% -48.801 -163.446 -209,85% ULTRAPAR 70.465 103.728 42,17% 19.480.382 20.966.049 6,81% 7.726.595 7.974.129 2,86% 2.270.108 2.950.646 26,78% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 50.176.467 55.590.326 9,64% 79.792.872 87.348.142 8,46% 59.973.337 64.730.713 7,09% 10.429.111 9.315.514 -9,54%

66.918 92.991 34,81% 1.514.752 1.550.573 2,11% 519.737 565.326 7,84% 0,01 1,72 0,98 0,51 32.828 51.537 50,91% 6.032 6.072 0,59% -1.031 3.566 398,30% 1,00 1,01 0,01 0,01 4.574 -675 -102,51% 9.042 6.051 -29,55% 32.688 34.666 5,41% 8,02 3.919,75 0,21 0,16 -27.602 51.157 254,89% 332.155 187.448 -38,92% -139.374 -58.795 51,64% -1,02 -0,21 1,24 1,08 101.483 -2.590.301 -2.369,43% 1.660.924 1.777.258 6,26% -265.938 343.687 204,78% 0,63 0,95 0,20 0,18 -138 -209 -45,96% 5.461 5.670 3,42% -5 -4 17,87% -6,08 -6,35 7,06 7,34 2.115 6.058 166,54% 798.672 798.066 -0,07% 20.613 -5.083 -111,36% 0,57 0,55 0,62 0,65 10.799 14.241 28,47% 3.245 5.870 72,26% 94.056 104.392 9,82% - - 0,02 0,03 -100 -96 3,57% 23 25 7,77% 40 44 8,93% - - 0,37 0,36 7.911.000 8.868.000 10,81% 1.732.000 2.168.000 22,49% 523.000 775.000 43,04% 1,03 1,03 0,04 0,05 -10.234 -4.221 52,49% 84.299 93.256 9,49% 39.753 12.894 -60,36% 2,76 2,48 0,68 0,72 184.355 96.481 -42,58% 83.227 246.740 175,50% 315.126 380.471 18,52% 0,06 1,44 0,08 0,17 253 507 89,68% 4.219 7.193 62,97% 223 2.650 972,21% - - 0,25 0,27 -117.358 -235.633 -90,03% 1.831.696 2.773.287 45,92% -142.754 26.070 105,64% 0,02 -2,59 1,00 1,09 1.251.213 1.512.972 18,69% 11.753.787 12.991.920 9,41% 3.810.274 6.077.958 53,16% 109,65 76,88 0,60 0,62 9.410.106 7.862.809 -14,69% 19.819.534 22.617.429 12,61% 4.806.408 8.262.842 64,24% 1,20 1,16 0,33 0,35

Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Serviços Financeiros / Financial Services BBSEGURIDADE 10.382.681 11.495.678 9,58% 7.923.984 7.580.768 -3,87% 0 0 - 4.139.012 2.247.550 -40,82% BM&FBOVESPA 25.263.482 26.308.895 3,70% 18.988.403 18.352.213 -2,99% 2.030.433 2.216.634 8,19% 1.438.523 2.298.426 53,40% BR INSURANCE 725.208 486.130 -29,45% 472.433 387.715 -16,02% 226.392 190.763 -14,06% -3.162 -143.974 -3.978,10% BRAZILIAN FR 139.513 153.432 8,91% 135.514 143.383 5,19% 0 0 - -640 -848 -29,03% CETIP 2.998.539 3.497.064 14,85% 1.745.953 1.695.815 -2,57% 1.222.858 1.363.074 10,24% 616.825 678.683 8,96% CIELO 18.679.674 29.977.801 54,03% 4.324.400 10.163.967 120,63% 7.725.578 11.122.314 39,28% 3.411.503 4.331.684 24,09% CIMS* 150.013 7.664 -84,77% 149.968 7.404 -84,92% 0 0 - -107.806 -148.066 -33,36% GP INVEST 3.068.576 3.049.375 -0,56% 2.125.983 2.078.779 -1,98% 380.540 -472.086 -200,15% 153.860 -600.462 -437,95% IDEIASNET 731.419 342.002 -47,56% 82.156 -133.192 -234,15% 1.280.021 720.000 -39,08% -41.259 -172.229 -283,56% MULTIPLUS* 1.675.421 1.794.494 6,35% 220.502 260.778 16,32% 1.819.442 2.261.753 21,72% 357.028 496.924 35,00% PAR AL BAHIA 621.896 596.641 -3,63% 473.249 445.631 -5,21% 258.829 287.208 9,79% 8.785 15.547 68,76% PORTO SEGURO 22.420.409 23.175.407 3,01% 5.999.448 6.460.794 6,87% 0 15.457.182 - 426.673 342.556 -17,61% SEG AL BAHIA 462.871 475.860 2,51% 178.915 185.526 3,30% 53.451 51.069 -3,98% -909 -1.424 -50,61% SULAMÉRICA 18.510.274 20.047.606 7,42% 3.965.574 4.430.871 10,48% 14.145.947 15.746.737 10,11% 202.588 300.374 43,12% TARPON INV 70.155 73.580 4,36% 47.617 62.314 27,57% 72.971 75.251 2,79% 27.435 30.720 10,70% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 105.900.131 121.481.629 13,14% 46.834.099 52.122.766 10,09% 29.216.462 49.019.899 60,55% 10.628.456 9.675.461 -8,01%

3.456.683 4.207.432 19,40% 2.458.697 3.914.910 52,91% 1.532.159 -112.033 -95,86% - - 0,31 0,52 977.914 2.203.458 111,95% 6.275.079 7.956.682 23,94% 893.406 6.577.001 568,29% 0,08 0,08 0,33 0,43 16.128 -104.396 -667,56% 252.775 98.415 -54,55% 14.033 12.156 -11,95% 0,31 0,39 0,54 0,25 -10 10.057 -89.929% 3.999 10.049 135,15% 20.187 27.086 30,53% - - 0,03 0,07 427.119 497.606 14,74% 1.252.585 1.801.249 39,13% 500.705 667.444 29,75% 0,41 0,39 0,72 1,06 3.228.933 3.651.433 11,69% 14.355.274 19.813.834 33,97% 3.414.189 4.611.900 31,34% 0,41 0,37 3,32 1,95 -95.318 -142.564 -44,28% 45 260 426,80% 144.347 -24 -89,34% - - - 0,04 13.143 -695.918 -4.819,33% 942.593 970.596 2,65% 757.299 544.682 -25,08% 0,12 -0,15 0,44 0,47 -23.491 -244.046 -838,71% 649.263 475.194 -23,95% -38.877 -166.972 -294,33% 1,75 2,11 7,90 -3,57 325.016 479.741 42,53% 1.454.919 1.533.716 4,84% 98.648 138.147 35,77% 1,09 1,26 6,60 5,88 17.496 25.956 43,19% 148.647 151.010 1,42% 219.833 201.990 -7,25% 0,42 0,48 0,31 0,34 876.188 998.342 12,45% 16.420.961 16.714.613 1,60% -98.174 4.318.229 4.019% - 0,67 2,74 2,59 36.099 46.184 24,96% 283.956 290.334 2,01% 91.215 95.797 4,49% 0,12 0,11 1,59 1,56 562.707 737.672 27,78% 14.544.700 15.616.735 6,58% 5.485.337 6.206.511 11,74% 0,76 0,79 3,67 3,52 13.770 19.193 35,18% 22.538 11.266 -44,68% 46.351 61.208 28,63% 1,04 1,02 0,47 0,18 9.832.377 11.690.150 16,88% 59.066.031 69.358.863 15,57% 13.080.658 23.183.122 68,99% 0,28 0,40 1,26 1,33

*DFs Individuais

124

125


Estatísticas

Statistics

SERVIÇOS / SERVICES Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Serviços médico-hospitalares / Wealth Services BIOMM 179.564 229.673 24,93% 107.101 115.128 6,70% 0 0 - -16.748 -2.994 73,36% CREMER 793.432 828.153 3,91% 222.074 176.603 -18,29% 662.493 874.403 28,57% 74.825 81.470 7,93% DASA 4.609.536 4.681.796 1,40% 2.772.166 2.789.950 0,57% 2.697.573 2.794.399 3,21% 248.696 159.178 -32,15% FLEURY 3.209.768 3.203.997 -0,16% 1.572.964 1.655.439 4,68% 1.678.900 1.894.960 11,50% 194.135 235.639 19,10% ODONTOPREV 1.102.673 1.195.650 7,53% 644.248 653.791 1,32% 1.156.121 1.249.691 7,23% 273.455 308.660 11,50% OUROFINO S.A. 627.261 693.371 9,41% 330.157 380.309 13,57% 327.360 534.045 56,40% 62.179 97.902 51,32% QUALICORP 3.785.214 3.434.432 -8,28% 2.352.655 1.993.883 -13,62% 1.493.014 1.730.159 14,19% 406.365 421.947 3,43% TEMPO PART 346.803 331.768 -3,87% 124.464 135.736 8,09% 671.646 681.735 1,34% 58.516 52.832 -8,68% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 14.654.251 14.598.840 -0,34% 8.125.829 7.900.839 -2,47% 8.687.107 9.759.392 11,03% 1.301.423 1.354.634 3,65%

-12.713 8.282 147,53% 72.463 114.545 51,88% 104.207 116.544 10,58% - - 0,68 0,99 32.726 25.683 -19,22% 571.358 651.550 12,54% 152.280 131.443 -12,22% 0,83 1,06 2,57 3,69 82.647 24.204 -63,17% 1.837.370 1.891.846 2,65% 618.128 603.672 -2,09% 0,59 0,60 0,66 0,68 85.802 107.343 22,43% 1.636.804 1.548.558 -4,82% 752.353 714.553 -4,49% 0,52 0,59 1,04 0,94 194.992 221.162 11,99% 458.425 541.859 16,26% 147.842 202.537 33,05% 1,00 1,05 0,54 0,83 38.190 69.207 72,55% 297.104 313.062 4,80% 188.712 228.383 18,78% 0,52 0,77 0,90 0,82 138.804 240.860 65,68% 1.432.559 1.440.549 0,50% 461.368 234.117 -44,00% 0,39 0,50 0,61 0,72 94.530 57.381 -35,11% 222.339 196.032 -10,57% 59.375 66.916 11,35% 1,94 2,05 1,79 1,44 654.978 754.122 13,52% 6.528.422 6.698.001 2,32% 2.484.265 2.298.165 -6,69% 0,59 0,67 0,80 0,85

Tecnologia da Informação / Information Technology BRQ 160.678 158.702 -1,10% 75.765 78.599 3,34% 425.830 426.363 0,11% 4.748 10.401 106,36% CSU CARDSYST* 354.922 375.979 5,30% 159.145 171.176 6,75% 397.276 463.570 14,91% 26.819 40.756 46,42% DTCOM-DIRECT* 15.348 18.994 21,22% 2.786 2.515 -8,69% 12.479 13.603 8,05% 189 -179 -173,93% LINX 882.182 996.087 11,53% 634.178 665.239 4,38% 368.813 449.183 19,47% 65.149 69.761 6,32% SENIOR SOL 85.230 98.204 13,60% 59.900 66.082 9,22% 71.010 75.304 5,40% 8.200 5.288 -31,72% TOTVS 2.143.866 2.662.075 21,59% 1.118.062 1.237.732 9,56% 1.772.447 1.908.737 6,87% 347.076 228.308 -30,57% VALID 1.296.214 2.156.239 59,27% 590.561 1.078.226 73,77% 1.296.056 1.637.407 23,53% 173.028 193.652 10,65% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.938.440 6.466.280 27,64% 2.640.397 3.299.569 22,30% 4.343.911 4.974.167 12,96% 625.209 547.987 -11,03%

930 6.475 532,62% 84.913 80.103 -5,06% 52.828 48.461 -7,38% 2,65 2,69 1,12 1,02 11.247 19.010 61,66% 195.777 204.803 4,12% -15.926 -14.651 7,16% 1,12 1,23 1,23 1,20 -1.100 -436 -53,92% 12.562 16.479 27,85% -2.852 -2.916 2,00% 0,81 0,72 4,51 6,55 67.582 63.818 -4,98% 248.004 330.848 29,84% 254.462 274.438 7,01% 0,42 0,45 0,39 0,50 11.083 9.800 -10,34% 25.330 32.122 23,95% 40.109 49.453 20,81% 0,83 0,77 0,42 0,49 262.798 194.946 -23,06% 1.025.804 1.424.343 34,71% 776.549 498.990 -31,93% 0,83 0,72 0,92 1,15 110.142 133.098 18,62% 705.653 1.078.013 47,14% 314.896 434.496 33,93% 1,00 0,76 1,19 1,00 462.682 426.711 -6,94% 2.298.043 3.166.711 33,77% 1.420.066 1.288.271 -8,29% 0,88 0,77 0,87 0,96

Telecomunicações / Telecommunication CONTAX 2.653.754 2.621.368 -1,09% 395.783 170.694 -50,80% 3.452.230 3.209.384 -6,28% 239.281 -99.414 -126,44% INEPAR TEL* 577 577 0,00% -7.980 -7.985 -0,05% 0 0 - -497 -163 60,03% LA FONTE TEL 857.973 337.108 -54,23% 689.967 137.769 -71,49% 0 0 - -491.979 -703.247 -38,36% OI 102.789.122 97.014.806 -5,02% 19.311.489 14.406.211 -22,69% 28.247.099 27.353.765 -2,83% 5.674.638 2.702.396 -46,79% TELEF BRASIL 73.065.288 101.685.064 34,99% 44.950.095 68.567.242 46,93% 34.999.969 40.286.815 13,49% 5.115.969 5.241.634 2,19% TIM PART S.A. 32.695.111 35.403.652 7,40% 15.322.034 16.933.044 9,39% 19.498.165 17.138.851 -10,81% 2.485.689 3.244.217 27,26% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 212.061.825 237.062.575 10,53% 80.661.388 100.206.975 21,65% 86.197.463 87.988.815 1,86% 13.023.101 10.385.423 -18,09%

96.646 -226.778 -298,94% 2.257.971 2.450.674 7,62% -56.944 -725.904 -1.049,42% 1,30 1,22 5,71 14,36 -1.035 -5 88,90% 8.557 8.562 0,05% -7.123 260 92,59% - - -1,07 -1,07 -553.847 -763.892 -33,87% 168.006 199.339 16,66% 279.723 195.994 -26,74% - - 0,24 1,45 -4.406.421 -5.347.601 -19,08% 83.477.633 82.608.595 -0,93% 6.729.963 12.492.938 76,49% 0,27 0,28 4,32 5,73 4.936.659 3.420.249 -27,44% 28.115.193 33.117.822 15,89% -493.638 -72.410 76,23% 0,48 0,40 0,63 0,48 1.546.419 2.071.145 30,31% 17.373.077 18.470.608 5,64% 2.051.159 3.374.867 57,65% 0,60 0,48 1,13 1,09 1.618.421 -846.882 -136,07% 129.142.466 134.404.926 3,64% 8.560.084 15.991.649 77,55% 0,41 0,37 1,60 1,34

*DFs Individuais

126

127


Estatísticas

Statistics

SERVIÇOS / SERVICES Balanço / Balance Sheet Resultado / Results Ativo Total Patrimônio Líquido Receita de Venda de Bens e/ou Serv. EBIT Empresa Operacional Total Assets Shareholders’ Equity Net Revenue EBIT Company 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Estatísticas

Statistics

R$ milhares / R$ thousands Resultado / Results Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators Lucro / Prejuízo do Período Endividamento Total Capital de Giro Giro do Ativo Grau de Endividamento Net Income / Loss Total indebtedness Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 Var. Real % 2014 2015 2014 2015 Actual Var. % Actual Var. % Actual Var. %

Serviços médico-hospitalares / Wealth Services BIOMM 179.564 229.673 24,93% 107.101 115.128 6,70% 0 0 - -16.748 -2.994 73,36% CREMER 793.432 828.153 3,91% 222.074 176.603 -18,29% 662.493 874.403 28,57% 74.825 81.470 7,93% DASA 4.609.536 4.681.796 1,40% 2.772.166 2.789.950 0,57% 2.697.573 2.794.399 3,21% 248.696 159.178 -32,15% FLEURY 3.209.768 3.203.997 -0,16% 1.572.964 1.655.439 4,68% 1.678.900 1.894.960 11,50% 194.135 235.639 19,10% ODONTOPREV 1.102.673 1.195.650 7,53% 644.248 653.791 1,32% 1.156.121 1.249.691 7,23% 273.455 308.660 11,50% OUROFINO S.A. 627.261 693.371 9,41% 330.157 380.309 13,57% 327.360 534.045 56,40% 62.179 97.902 51,32% QUALICORP 3.785.214 3.434.432 -8,28% 2.352.655 1.993.883 -13,62% 1.493.014 1.730.159 14,19% 406.365 421.947 3,43% TEMPO PART 346.803 331.768 -3,87% 124.464 135.736 8,09% 671.646 681.735 1,34% 58.516 52.832 -8,68% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 14.654.251 14.598.840 -0,34% 8.125.829 7.900.839 -2,47% 8.687.107 9.759.392 11,03% 1.301.423 1.354.634 3,65%

-12.713 8.282 147,53% 72.463 114.545 51,88% 104.207 116.544 10,58% - - 0,68 0,99 32.726 25.683 -19,22% 571.358 651.550 12,54% 152.280 131.443 -12,22% 0,83 1,06 2,57 3,69 82.647 24.204 -63,17% 1.837.370 1.891.846 2,65% 618.128 603.672 -2,09% 0,59 0,60 0,66 0,68 85.802 107.343 22,43% 1.636.804 1.548.558 -4,82% 752.353 714.553 -4,49% 0,52 0,59 1,04 0,94 194.992 221.162 11,99% 458.425 541.859 16,26% 147.842 202.537 33,05% 1,00 1,05 0,54 0,83 38.190 69.207 72,55% 297.104 313.062 4,80% 188.712 228.383 18,78% 0,52 0,77 0,90 0,82 138.804 240.860 65,68% 1.432.559 1.440.549 0,50% 461.368 234.117 -44,00% 0,39 0,50 0,61 0,72 94.530 57.381 -35,11% 222.339 196.032 -10,57% 59.375 66.916 11,35% 1,94 2,05 1,79 1,44 654.978 754.122 13,52% 6.528.422 6.698.001 2,32% 2.484.265 2.298.165 -6,69% 0,59 0,67 0,80 0,85

Tecnologia da Informação / Information Technology BRQ 160.678 158.702 -1,10% 75.765 78.599 3,34% 425.830 426.363 0,11% 4.748 10.401 106,36% CSU CARDSYST* 354.922 375.979 5,30% 159.145 171.176 6,75% 397.276 463.570 14,91% 26.819 40.756 46,42% DTCOM-DIRECT* 15.348 18.994 21,22% 2.786 2.515 -8,69% 12.479 13.603 8,05% 189 -179 -173,93% LINX 882.182 996.087 11,53% 634.178 665.239 4,38% 368.813 449.183 19,47% 65.149 69.761 6,32% SENIOR SOL 85.230 98.204 13,60% 59.900 66.082 9,22% 71.010 75.304 5,40% 8.200 5.288 -31,72% TOTVS 2.143.866 2.662.075 21,59% 1.118.062 1.237.732 9,56% 1.772.447 1.908.737 6,87% 347.076 228.308 -30,57% VALID 1.296.214 2.156.239 59,27% 590.561 1.078.226 73,77% 1.296.056 1.637.407 23,53% 173.028 193.652 10,65% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 4.938.440 6.466.280 27,64% 2.640.397 3.299.569 22,30% 4.343.911 4.974.167 12,96% 625.209 547.987 -11,03%

930 6.475 532,62% 84.913 80.103 -5,06% 52.828 48.461 -7,38% 2,65 2,69 1,12 1,02 11.247 19.010 61,66% 195.777 204.803 4,12% -15.926 -14.651 7,16% 1,12 1,23 1,23 1,20 -1.100 -436 -53,92% 12.562 16.479 27,85% -2.852 -2.916 2,00% 0,81 0,72 4,51 6,55 67.582 63.818 -4,98% 248.004 330.848 29,84% 254.462 274.438 7,01% 0,42 0,45 0,39 0,50 11.083 9.800 -10,34% 25.330 32.122 23,95% 40.109 49.453 20,81% 0,83 0,77 0,42 0,49 262.798 194.946 -23,06% 1.025.804 1.424.343 34,71% 776.549 498.990 -31,93% 0,83 0,72 0,92 1,15 110.142 133.098 18,62% 705.653 1.078.013 47,14% 314.896 434.496 33,93% 1,00 0,76 1,19 1,00 462.682 426.711 -6,94% 2.298.043 3.166.711 33,77% 1.420.066 1.288.271 -8,29% 0,88 0,77 0,87 0,96

Telecomunicações / Telecommunication CONTAX 2.653.754 2.621.368 -1,09% 395.783 170.694 -50,80% 3.452.230 3.209.384 -6,28% 239.281 -99.414 -126,44% INEPAR TEL* 577 577 0,00% -7.980 -7.985 -0,05% 0 0 - -497 -163 60,03% LA FONTE TEL 857.973 337.108 -54,23% 689.967 137.769 -71,49% 0 0 - -491.979 -703.247 -38,36% OI 102.789.122 97.014.806 -5,02% 19.311.489 14.406.211 -22,69% 28.247.099 27.353.765 -2,83% 5.674.638 2.702.396 -46,79% TELEF BRASIL 73.065.288 101.685.064 34,99% 44.950.095 68.567.242 46,93% 34.999.969 40.286.815 13,49% 5.115.969 5.241.634 2,19% TIM PART S.A. 32.695.111 35.403.652 7,40% 15.322.034 16.933.044 9,39% 19.498.165 17.138.851 -10,81% 2.485.689 3.244.217 27,26% SUBSECTOR ACCUMULATED Acumulado do Subsetor 212.061.825 237.062.575 10,53% 80.661.388 100.206.975 21,65% 86.197.463 87.988.815 1,86% 13.023.101 10.385.423 -18,09%

96.646 -226.778 -298,94% 2.257.971 2.450.674 7,62% -56.944 -725.904 -1.049,42% 1,30 1,22 5,71 14,36 -1.035 -5 88,90% 8.557 8.562 0,05% -7.123 260 92,59% - - -1,07 -1,07 -553.847 -763.892 -33,87% 168.006 199.339 16,66% 279.723 195.994 -26,74% - - 0,24 1,45 -4.406.421 -5.347.601 -19,08% 83.477.633 82.608.595 -0,93% 6.729.963 12.492.938 76,49% 0,27 0,28 4,32 5,73 4.936.659 3.420.249 -27,44% 28.115.193 33.117.822 15,89% -493.638 -72.410 76,23% 0,48 0,40 0,63 0,48 1.546.419 2.071.145 30,31% 17.373.077 18.470.608 5,64% 2.051.159 3.374.867 57,65% 0,60 0,48 1,13 1,09 1.618.421 -846.882 -136,07% 129.142.466 134.404.926 3,64% 8.560.084 15.991.649 77,55% 0,41 0,37 1,60 1,34

*DFs Individuais

126

127


Estatísticas

Statistics

Evolução Real do Ativo Total Médio Total average assets performance (IPCA deflated) Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Estatísticas

Statistics

Evolução Real do Patrimônio Líquido Médio Average shareholders’ equity (IPCA deflated) Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Infraestrutura / Infrastructure

Infraestrutura / Infrastructure

12,8% 87,7% 23,5% 50,9% 31,5% 11,9% 15,0% 4,9% -6,4% -5,9% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

79,1% 107,1% 2,9% 55,1% 24,1% 12,6% 3,6% 7,7% -4,0% -4,6% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

42,5% 21,7% 17,4% 9,6% 8,4% 8,4% 14,5% 9,8% 7,4% 24,5% Transporte e Logística Transport and Logistics

-306,6% 43,6% -18,8% 47,6% 22,8% -6,2% 0,8% 13,1% -10,7% -2,1% Transporte e Logística Transport and Logistics

Utilidade Pública / Utilities

Utilidade Pública / Utilities

-10,5% -0,0% 2,4% -2,8% 0,2% 2,2% 1,2% -8,0% 10,3% 6,7% Energia Elétrica Electricity

-1,4% 4,2% -0,9% -7,5% -3,0% -0,3% -4,9% -0,9% 1,0% -3,9% Energia Elétrica Electricity

5,7% 2,0% 4,7% 1,4% 4,4% 3,5% 8,8% -4,3% 8,1% 9,2% Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

11,4% 3,5% -1,7% 2,8% 5,6% 5,6% 8,7% 15,0% 4,6% 3,3% Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

Bens Primários / Raw Material

Bens Primários / Raw Material

Açúcar e Álcool 53,2% 12,3% 85,2% 28,3% -4,4% 13,9% 43,9% -14,0% -7,8% 25,0% Sugar and Ethanol

Açúcar e Álcool 176,9% 63,2% 92,3% -5,9% -8,1% 23,7% 33,1% -70,0% -9,3% -6,8% Sugar and Ethanol

Mineração -46,7% -8,7% 31,4% -9,1% 14,6% 6,9% 10,0% 8,5% 4,2% 9,2% Mining

Mineração -59,5% 14,8% 55,4% -5,5% 11,8% 18,8% 5,3% -2,6% -2,9% -6,8% Mining

Papel e Celulose e Madeira 19,8% 1,5% 6,2% 29,5% -2,6% -0,6% 9,8% 3,6% 6,7% 7,1% Pulp and Paper

Papel e Celulose e Madeira 16,1% 3,9% -35,0% 64,9% 1,7% -2,2% 7,3% 0,1% 2,6% -10,7% Pulp and Paper

Petróleo e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico -10,3% 13,9% 21,6% 6,7% 36,6% 10,2% 12,5% 8,4% 3,8% 12,5% Oil and Gas and Derivates

Petróleo e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico -5,7% 14,6% 15,0% 9,5% 71,5% 1,4% 3,0% -4,4% -9,4% -16,8% Oil and Gas and Derivates

Siderurgia e Metalurgia 8,7% 19,2% 26,0% -21,4% 0,3% 9,0% 4,3% 4,8% 3,9% 4,4% Steel and Metallurgy

Siderurgia e Metalurgia 13,8% 14,5% 27,9% -12,6% -6,1% 12,6% 4,9% 6,3% -0,3% -3,6% Steel and Metallurgy

Bens de Capital / Capital Goods

Bens de Capital / Capital Goods

Máquinas e Equipamentos -5,8% 19,4% 20,9% -12,7% 2,8% 9,2% 11,1% 15,1% 7,1% 24,3% Machinery and Equipment

Máquinas e Equipamentos 0,7% 37,0% 22,3% -9,2% 12,1% 2,1% 7,8% 18,3% 12,2% 29,8% Machinery and Equipment

Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods

Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods

Alimentos, Bebidas e Fumo 4,3% 9,1% 26,4% 45,0% 4,3% 2,3% 8,0% 10,0% 12,0% 25,0% Food, Beverage and Tobacco

Alimentos, Bebidas e Fumo -6,3% 11,8% 3,3% 59,7% 4,2% 4,1% 1,6% 11,0% 2,0% 6,4% Food, Beverage and Tobacco

Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods

Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods

Atacado e Varejo 7,0% 16,3% 1,8% 17,7% 39,4% 15,0% 9,5% 12,9% 21,3% 20,0% Wholesale and Retail

Atacado e Varejo 1,0% 21,5% 10,0% 21,7% 37,6% 18,5% 9,4% 13,5% 27,6% 8,9% Wholesale and Retail

Educação 4.880,5% 608,1% 27,1% 21,7% 30,0% 44,4% 11,7% 28,9% 113,1% 11,4% Education

Educação 6.408,5% 524,6% 24,3% 18,5% 38,0% 21,7% 7,7% 37,5% 140,5% 4,5% Education

Lazer, Turismo e Hotelaria -3,4% 69,2% -17,9% -2,2% -24,7% 0,9% -0,2% 20,9% -21,4% 21,8% Leisure Industry

Lazer, Turismo e Hotelaria 37,0% -294,9% -57,3% -41,1% 3,8% 0,4% 7,1% 41,4% -27,0% 17,1% Leisure Industry

Tecidos, Vestuário e Calçados 16,7% -3,7% -6,5% -10,4% -0,5% -1,8% 0,7% 5,8% 3,2% -1,3% Textile, Clothing and Footware

Tecidos, Vestuário e Calçados 39,4% -5,8% -10,3% 5,8% 1,1% -14,6% 1,4% 2,7% 1,5% -5,7% Textile, Clothing and Footware

Utilidades Domésticas -18,8% -0,9% -1,4% 3,3% 2,6% 6,2% 8,1% 4,0% -14,3% 2,1% Household Utilities

Utilidades Domésticas 23,7% 3,1% -10,6% 3,4% 3,1% 0,6% 13,1% -2,0% -10,5% 35,5% Household Utilities

Serviços / Services

Serviços / Services

Bancos e Crédito -0,7% 18,8% 57,0% 4,6% 11,7% 9,8% -11,8% 6,2% 14,1% 7,4% Banking

Bancos e Crédito -0,5% 17,7% 48,5% 14,7% 8,0% 8,3% 14,9% 5,6% 8,2% 2,7% Banking

Holdings 23,0% 27,6% 96,4% -5,6% 15,7% -5,8% 1,2% 4,9% 14,0% 8,5% Holdings

Holdings 25,3% 31,5% 1,2% 32,0% 0,2% -5,8% 14,5% 6,6% 12,8% 7,1% Holdings

Serviços Financeiros 294,1% 12,8% 92,6% 10,3% 9,9% 0,8% 12,9% 2,8% 10,6% 13,1% Financial Services

Serviços Financeiros 66,3% 99,5% 463,3% 3,4% 1,4% -10,5% 5,1% 3,2% 4,6% 10,1% Financial Services

Serviços médico-hospitalares 98,9% 57,8% 8,8% 26,2% 2,9% 37,0% 3,3% 9,1% 2,6% -0,3% Wealth Services Tecnologia da Informação 31,4% 39,7% 23,2% 17,9% 17,7% 1,1% 9,8% 26,9% 12,1% 27,6% Information Technology

Serviços médico-hospitalares 188,7% 101,6% -6,9% 30,2% -2,3% 44,9% 0,1% 2,9% 0,2% -2,5% Wealth Services Tecnologia da Informação 73,1% 60,8% 1,2% 20,1% 8,0% 9,4% 7,7% 29,4% 6,0% 22,3% Information Technology

Telecomunicações 6,8% 0,6% 16,2% -0,9% -3,1% -42,5% 29,2% -6,1% 22,2% 10,5% Telecommunication

Telecomunicações 16,9% 2,9% -4,8% 6,4% 3,6% -10,7% 0,8% -10,5% 14,0% 21,6% Telecommunication

128

129


Estatísticas

Statistics

Evolução Real do Ativo Total Médio Total average assets performance (IPCA deflated) Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Estatísticas

Statistics

Evolução Real do Patrimônio Líquido Médio Average shareholders’ equity (IPCA deflated) Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Infraestrutura / Infrastructure

Infraestrutura / Infrastructure

12,8% 87,7% 23,5% 50,9% 31,5% 11,9% 15,0% 4,9% -6,4% -5,9% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

79,1% 107,1% 2,9% 55,1% 24,1% 12,6% 3,6% 7,7% -4,0% -4,6% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

42,5% 21,7% 17,4% 9,6% 8,4% 8,4% 14,5% 9,8% 7,4% 24,5% Transporte e Logística Transport and Logistics

-306,6% 43,6% -18,8% 47,6% 22,8% -6,2% 0,8% 13,1% -10,7% -2,1% Transporte e Logística Transport and Logistics

Utilidade Pública / Utilities

Utilidade Pública / Utilities

-10,5% -0,0% 2,4% -2,8% 0,2% 2,2% 1,2% -8,0% 10,3% 6,7% Energia Elétrica Electricity

-1,4% 4,2% -0,9% -7,5% -3,0% -0,3% -4,9% -0,9% 1,0% -3,9% Energia Elétrica Electricity

5,7% 2,0% 4,7% 1,4% 4,4% 3,5% 8,8% -4,3% 8,1% 9,2% Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

11,4% 3,5% -1,7% 2,8% 5,6% 5,6% 8,7% 15,0% 4,6% 3,3% Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

Bens Primários / Raw Material

Bens Primários / Raw Material

Açúcar e Álcool 53,2% 12,3% 85,2% 28,3% -4,4% 13,9% 43,9% -14,0% -7,8% 25,0% Sugar and Ethanol

Açúcar e Álcool 176,9% 63,2% 92,3% -5,9% -8,1% 23,7% 33,1% -70,0% -9,3% -6,8% Sugar and Ethanol

Mineração -46,7% -8,7% 31,4% -9,1% 14,6% 6,9% 10,0% 8,5% 4,2% 9,2% Mining

Mineração -59,5% 14,8% 55,4% -5,5% 11,8% 18,8% 5,3% -2,6% -2,9% -6,8% Mining

Papel e Celulose e Madeira 19,8% 1,5% 6,2% 29,5% -2,6% -0,6% 9,8% 3,6% 6,7% 7,1% Pulp and Paper

Papel e Celulose e Madeira 16,1% 3,9% -35,0% 64,9% 1,7% -2,2% 7,3% 0,1% 2,6% -10,7% Pulp and Paper

Petróleo e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico -10,3% 13,9% 21,6% 6,7% 36,6% 10,2% 12,5% 8,4% 3,8% 12,5% Oil and Gas and Derivates

Petróleo e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico -5,7% 14,6% 15,0% 9,5% 71,5% 1,4% 3,0% -4,4% -9,4% -16,8% Oil and Gas and Derivates

Siderurgia e Metalurgia 8,7% 19,2% 26,0% -21,4% 0,3% 9,0% 4,3% 4,8% 3,9% 4,4% Steel and Metallurgy

Siderurgia e Metalurgia 13,8% 14,5% 27,9% -12,6% -6,1% 12,6% 4,9% 6,3% -0,3% -3,6% Steel and Metallurgy

Bens de Capital / Capital Goods

Bens de Capital / Capital Goods

Máquinas e Equipamentos -5,8% 19,4% 20,9% -12,7% 2,8% 9,2% 11,1% 15,1% 7,1% 24,3% Machinery and Equipment

Máquinas e Equipamentos 0,7% 37,0% 22,3% -9,2% 12,1% 2,1% 7,8% 18,3% 12,2% 29,8% Machinery and Equipment

Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods

Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods

Alimentos, Bebidas e Fumo 4,3% 9,1% 26,4% 45,0% 4,3% 2,3% 8,0% 10,0% 12,0% 25,0% Food, Beverage and Tobacco

Alimentos, Bebidas e Fumo -6,3% 11,8% 3,3% 59,7% 4,2% 4,1% 1,6% 11,0% 2,0% 6,4% Food, Beverage and Tobacco

Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods

Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods

Atacado e Varejo 7,0% 16,3% 1,8% 17,7% 39,4% 15,0% 9,5% 12,9% 21,3% 20,0% Wholesale and Retail

Atacado e Varejo 1,0% 21,5% 10,0% 21,7% 37,6% 18,5% 9,4% 13,5% 27,6% 8,9% Wholesale and Retail

Educação 4.880,5% 608,1% 27,1% 21,7% 30,0% 44,4% 11,7% 28,9% 113,1% 11,4% Education

Educação 6.408,5% 524,6% 24,3% 18,5% 38,0% 21,7% 7,7% 37,5% 140,5% 4,5% Education

Lazer, Turismo e Hotelaria -3,4% 69,2% -17,9% -2,2% -24,7% 0,9% -0,2% 20,9% -21,4% 21,8% Leisure Industry

Lazer, Turismo e Hotelaria 37,0% -294,9% -57,3% -41,1% 3,8% 0,4% 7,1% 41,4% -27,0% 17,1% Leisure Industry

Tecidos, Vestuário e Calçados 16,7% -3,7% -6,5% -10,4% -0,5% -1,8% 0,7% 5,8% 3,2% -1,3% Textile, Clothing and Footware

Tecidos, Vestuário e Calçados 39,4% -5,8% -10,3% 5,8% 1,1% -14,6% 1,4% 2,7% 1,5% -5,7% Textile, Clothing and Footware

Utilidades Domésticas -18,8% -0,9% -1,4% 3,3% 2,6% 6,2% 8,1% 4,0% -14,3% 2,1% Household Utilities

Utilidades Domésticas 23,7% 3,1% -10,6% 3,4% 3,1% 0,6% 13,1% -2,0% -10,5% 35,5% Household Utilities

Serviços / Services

Serviços / Services

Bancos e Crédito -0,7% 18,8% 57,0% 4,6% 11,7% 9,8% -11,8% 6,2% 14,1% 7,4% Banking

Bancos e Crédito -0,5% 17,7% 48,5% 14,7% 8,0% 8,3% 14,9% 5,6% 8,2% 2,7% Banking

Holdings 23,0% 27,6% 96,4% -5,6% 15,7% -5,8% 1,2% 4,9% 14,0% 8,5% Holdings

Holdings 25,3% 31,5% 1,2% 32,0% 0,2% -5,8% 14,5% 6,6% 12,8% 7,1% Holdings

Serviços Financeiros 294,1% 12,8% 92,6% 10,3% 9,9% 0,8% 12,9% 2,8% 10,6% 13,1% Financial Services

Serviços Financeiros 66,3% 99,5% 463,3% 3,4% 1,4% -10,5% 5,1% 3,2% 4,6% 10,1% Financial Services

Serviços médico-hospitalares 98,9% 57,8% 8,8% 26,2% 2,9% 37,0% 3,3% 9,1% 2,6% -0,3% Wealth Services Tecnologia da Informação 31,4% 39,7% 23,2% 17,9% 17,7% 1,1% 9,8% 26,9% 12,1% 27,6% Information Technology

Serviços médico-hospitalares 188,7% 101,6% -6,9% 30,2% -2,3% 44,9% 0,1% 2,9% 0,2% -2,5% Wealth Services Tecnologia da Informação 73,1% 60,8% 1,2% 20,1% 8,0% 9,4% 7,7% 29,4% 6,0% 22,3% Information Technology

Telecomunicações 6,8% 0,6% 16,2% -0,9% -3,1% -42,5% 29,2% -6,1% 22,2% 10,5% Telecommunication

Telecomunicações 16,9% 2,9% -4,8% 6,4% 3,6% -10,7% 0,8% -10,5% 14,0% 21,6% Telecommunication

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Estatísticas

Statistics

Estatísticas

EVOLUÇÃO REAL DO LUCRO/PREJUÍZO MÉDIO DO PERÍODO Average net income/loss performance (IPCA deflated)

Statistics

EVOLUÇÃO REAL DA RECEITA DE VENDA DE BENS E/OU SERVIÇOS Average net revenue performance (IPCA deflated)

Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Setor / Sector 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Infraestrutura / Infrastructure

Infraestrutura / Infrastructure

5.534,5% 59,5% 59,6% 88,9% 42,8% -28,1% -36,9% 43,6% -55,5% -230,5% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

-15,6% 18,8% 58,7% 19,0% 45,0% 9,2% -1,4% 3,2% -10,3% -11,2% Construção Civil e Mercado Imobiliário Real Estate

-569,2% -22,4% -155,0% 322,4% -19,1% -62,8% -20,0% 75,6% -83,8% -1.930,8% Transporte e Logística Transport and Logistics

-14,6% 11,5% 19,9% -5,9% 11,5% 8,8% 15,6% 8,8% 13,2% 9,6% Transporte e Logística Transport and Logistics

Utilidade Pública / Utilities

Utilidade Pública / Utilities

-4,2% 36,1% 15,5% -22,9% -22,6% 4,7% -69,8% -9,9% 129,5% -79,7% Energia Elétrica Electricity

-16,9% -7,6% 7,0% -1,0% 3,5% 1,2% 8,0% -5,2% 27,1% 11,2% Energia Elétrica Electricity

Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

8,6% 4,4% 9,0% 1,5% 0,4% -0,7% 13,6% 9,8% 3,7% 2,8% Saneamento e Serviços de Água e Gás Sanitation and Water and Gas Services

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