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Clipping Venda de carros cai pela primeira vez em dez anos O TEMPO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 04/01/2014 - Pág 8

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Estado: MG Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping R$ 2,6 bi em investimentos JORNAL DO COMMERCIO BRASIL - EMPRESAS - RIO DE JANEIRO - RJ - 07/01/2014 - Pág B3

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: RIO DE JANEIRO País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Vinicius Neder Estado: RJ Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Empresas

Editora // Martha Imenes

Terça-feira, 7 de janeiro de 2014 • Jornal do Commercio • B-3

MONTADORA

TELEFONIA

R$ 2,6 bi em investimentos

Telefónica nega oferta por TIM

Fábrica de motores da Renault-Nissan no complexo de Resende demandou aporte de R$ 140 milhões. Unidade deve ser inaugurada no primeiro semestre deste ano, informou executivo WIECK/NISSAN

» VINICIUS NEDER DA AGÊNCIA ESTADO

om investimento de R$ 140 milhões, a Nissan fabricará motores em seu complexo industrial de Resende, no lado fluminense do Vale do Paraíba, no complexo industrial com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre. O anúncio foi feito ontem pelo presidente mundial da aliança RenaultNissan, Carlos Ghosn. O executivo franco-brasileiro fez sua primeira visita às obras do complexo industrial, cuja fábrica de veículos terá capacidade para produzir 200 mil unidades ao ano, com investimento de R$ 2,6 bilhões –incluindo a fábrica de motores. Em entrevista num dos prédios administrativos recéminagurados no complexo industrial de Resende, Ghosn explicou que a estratégia de fabricar carros e motores no Brasil tem a ver com a meta de ultrapassar os 5% de participação no mercado nacional, cumprindo exigências de nacionalização. O executivo aproveitou para defender os investimentos da companhia no País, garantindo que a tendência é de crescimento, apesar do encolhimento do mercado visto em 2013. "O motor terá mais de 50% de nacionalização no primeiro ano", afirmou Ghosn. A fábrica de motores terá capacidade equivalente à das linhas de montagem dos carros, de 200 mil unidades/ano. A planta ficará ao lado da fábrica de carros e empregará mais 200 funcionários –ao todo, o comple-

C

Não poderíamos ter uma estratégia de participação relevante no mercado brasileiro sem produção local." Carlos Ghosn Presidente mundial da aliança Renault-Nissan

xo industrial terá pouco mais de 2 mil empregados, dos quais 1,5 mil já foram contratados e estão sendo treinados. Modelos Os motores fabricados em Resende serão flexfuel de quatro cilindros em linha, com 1.600 cilindradas e 16 válvulas, com 111 cavalos de potência quando abastecidos com etanol. O objetivo é equipar os carros a serem fabricados na nova fábrica, o March e o Ver-

sa. As versões 1.0 usarão motores fabricados na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR). Atualmente, a picape Nissan Frontier e o carro Livina já são fabricados na Renault. No entanto, dos 80 mil veículos vendidos pela Nissan ano passado, 50 mil foram importados do México. Com a nova fábrica e a meta de chegar a 5% de participação de mercado até 2016 (contra em torno de 2% atualmente), o papel do México será apenas complementar na

estratégia. Segundo Ghosn, a importação de carros do México é tratada como "transitória". "Não poderíamos ter uma estratégia de participação relevante no mercado brasileiro sem produção local", afirmou o presidente da Renault-Nissan. Ainda de acordo com o executivo, entre este e o próximo ano, a aliança Renault-Nissan chegará a 10% de participação de mercado brasileiro – equivalente à fatia das duas marcas no mercado global. A próxima meta a ser

DA AGÊNCIA REUTERS

atingida é chegar a 15%. Ghosn reafirmou as metas e a disposição de investir no Brasil apesar do desempenho fraco da indústria automotiva no ano passado. Em 2013, houve queda de 1,6% no total de automóveis e comerciais leves emplacados, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O fato "preocupa", mas não veio para ficar. "É uma preocupação, mas não deve demorar. Já para o próximo ano, previsões estão mostrando que o mercado deve crescer um pouco", disse. Segundo Ghosn, a decisão de investir no Brasil é "bastante antiga" e já leva em conta que o crescimento da economia brasileira e do mercado não seria linear. "Não temos dúvida que o mercado brasileiro vai continuar a evoluir, com alguns períodos de aceleração, outros de acomodação", afirmou Ghosn, citando 2013 como ano de acomodação. "Isso não quer dizer que o desenvolvimento acabou. A taxa de motorização no Brasil é baixa", completou. Por outro lado, Ghosn criticou a falta de apoio à produção de veículos elétricos no Brasil. "Não se sabe de nenhuma decisão que facilite a entrada de carros elétricos no País. Não se pode dizer que o Brasil será um país atrativo para isso", disse Ghosn, lamentando o fato, pois o Brasil tem matriz elétrica renovável e potencial para o desenvolvimento de carros elétricos "Não tenho dúvida que o carro elétrico faz parte do futuro dessa indústria", completou.

A espanhola Telefónica negou que esteja envolvida na preparação de uma oferta conjunta pela TIM Brasil, a operadora móvel brasileira da Telecom Italia. As ações da Telecom Italia subiram na sexta-feira após uma reportagem da imprensa italiana dizendo que a Telefónica buscava criar um veículo com rivais do mercado brasileiro – a América Móvil e a Oi – para assumir a TIM Brasil. "A Telefónica gostaria de esclarecer que não faz parte de qualquer tipo de veículo e não tem detalhes de qualquer tipo de transação potencial para divulgar ao público para a avaliação de mercado", disse a empresa de telecomunicações espanhola, em um comunicado ao regulador do mercado de ações da Espanha. A Telefónica acrescentou que não teve qualquer contato específico com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre tal acordo. A Telefónica detém 15% da Telecom Italia através do veículo de investimento Telco e no ano passado garantiu uma opção de assumir progressivamente as participações de seus parceiros na Telco, um grupo de instituições financeiras italianas. O movimento para assumir a Telco preocupa as autoridades brasileiras, pois a empresa também já controla a operadora de rede móvel local Vivo. A Telefónica disse novamente ontem que considera a possibilidade de tomar medidas legais contra o Cade. Fatos relevantes na página B-6

» Indicadores econômicos / 6 de janeiro de 2014 Juros

O MERCADO

30 dias

Queda de

Dia

CDB

Dow Jones

Ibovespa

60 dias

Queda de

0,01%

0,27%

Principais ações

Dólar comercial

VALE PNA VALE ON PETROBRAS PN PETROBRAS ON USIMINAS PNA ITAÚ UNIBANCO PN GERDAU PN CIA SIDERÚRGICA NACIONAL ON BRADESCO PN BM&F BOVESPA ON

0,51% 0,83% 1,22% 2,28% 2,03% 0,64% -0,66% -1,04% 1,23% -2,53%

Eletropaulo PN Gafisa ON Marfrig Alimentos ON JBS ON Eletrobras ON Petrobras ON Usiminas PNA Qualicorp ON Gol Linhas Aéreas PN Bradesco PN

2,376 R$ 2,377

Venda

Alta de 0,13% Compra Dólar Ptax

Maiores altas 6,52% 3,09% 2,52% 2,52% 2,35% 2,28% 2,03% 1,33% 1,31% 1,23%

9,99% 10,09%

R$

Compra

Dólar Turismo

Venda

R$ 2,3783

R$ 2,3789

R$ 2,36

R$ 2,493

ao ano

ao ano

HOT MONEY

CAPITAL DE GIRO

Ao mês:

Ao ano:

OVER

CDI

Ao ano:

Ao ano:

9,9%

9,77%

1,14% 12,89%

Título da Dívida Externa Global 40

113,5%

Euro Compra

Venda

Comercial

R$ 3,242

R$ 3,246

Turismo

R$ 3,137

R$ 3,377

5/Jan./14 6/Jan. 7/Jan. 8/Jan. 9/Jan. 10/Jan. 11/Jan. 12/Jan. 13/Jan. 14/Jan. 15/Jan. 16/Jan. 17/Jan. 18/Jan. 19/Jan. 20/Jan. 21/Jan. 22/Jan. 23/Jan. 24/Jan. 25/Jan. 26/Jan. 27/Jan. 28/Jan. 29/Jan. 30/Jan. 31/Jan. 1º/Fev. 2/Fev. 3/Fev.

Prumo Logistica ON Sabesp ON Hering ON Hypermarcas ON EDP - Energias do Brasil ON EcoRodovias ON Duratex ON Brookfield Incorporações ON BM&FBovespa ON BR Malls Participações ON

Reajuste do Aluguel -14,62% -2,81% -2,73% -2,7% -2,69% -2,68% -2,65% -2,61% -2,53% -2,53%

Novembro/13

do valor de face Alta de 0,01%

1,056

IGP-DI (FGV)

1,0549

IPCA (IBGE)

1,0577

INPC (IBGE)

1,0558

TBF

Base de Cálculo (R$)

Até 1.710,78 De 1.710,79 até 2.563,91 De 2.563,92 até 3.418,59 De 3.418,60 até 4.271,59 Acima de 4.271,59

R$ 2,4066

Dezembro/13

1,0551

Contribuinte individual e facultativos

Alíquota (%)

7,5 15 22,5 27,5

Salário de contribuição

R$

%

Valor mínimo

678,00*

11 ou 20

Valor máximo

De 678,01 a 4.159,00

20

*Quem optar pela alíquota de 11% só pode se aposentar por idade

Imposto de Renda Deduzir (R$)

Isento 128,31 320,60 577,00 790,58

Deduções: R$ 171,97 por dependente; pensão alimentícia integral; contribuição ao INSS. Aposentado com 65 anos ou mais tem direito a uma dedução extra de R$ 1.566,61 no benefício recebido da previdência.

Segurados de empregos, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos Salário de contribuições (R$)

Alíquotas (%)

Até 1.247,70

8%

de 1.247,71 até 2.079,50

9%

de 2.079,51 até 4.159,00

Com aplicação Até 3/5/12 A partir de 4/5/12 0,5257% 0,5257% 0,515% 0,515% 0,5082% 0,5082% 0,5346% 0,5346% 0,5756% 0,5756% 0,567% 0,567% 0,5721% 0,5721% 0,538% 0,538% 0,5013% 0,5013% 0,5191% 0,5191% 0,5443% 0,5443% 0,5593% 0,5593% 0,5505% 0,5505% 0,5738% 0,5738% 0,5081% 0,5081% 0,5% 0,5% 0,5088% 0,5088% 0,5337% 0,5337% 0,5728% 0,5728% 0,5486% 0,5486% 0,5625% 0,5625% 0,5764% 0,5764% 0,5482% 0,5482% 0,5377% 0,5377% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6132% 0,6104% 0,6104% 0,5792% 0,5792%

TBF / TR

INSS IGP-M (FGV)

Valores em %

Índice

Obs.: De acordo com norma do Banco Central, os rendimentos dos dias 29, 30 e 31 correspondem ao dia 1º do mês subsequente. Fonte: Banco Central do Brasil.

UFIR-RJ/2013 Maiores baixas

Inflação

Poupança Correção

11%

5/Dez./13 6/Dez. 7/Dez. 8/Dez. 9/Dez. 10/Dez. 11/Dez. 12/Dez. 13/Dez. 14/Dez. 15/Dez. 16/Dez. 17/Dez. 18/Dez. 19/Dez. 20/Dez. 21/Dez. 22/Dez. 23/Dez. 24/Dez. 25/Dez. 26/Dez. 27/Dez. 28/Dez. 29/Dez. 30/Dez. 31/Dez. 1º/Jan./14 2/Jan. 3/Jan.

0,6858% 0,675% 0,6883% 0,7246% 0,7757% 0,7371% 0,7422% 0,698% 0,6513% 0,6691% 0,7044% 0,7594% 0,7105% 0,7439% 0,6582% 0,6458% 0,6589% 0,6937% 0,7429% 0,7187% 0,7326% 0,7465% 0,7083% 0,6977% 0,7327% 0,7561% 0,7561% 0,7934% 0,8307% 0,7894%

Mês

INPC IBGE

INCC (IGP-DI/FGV)

IGP-DI FGV

IGP-M FGV

IPCA IBGE

AGO/12 SET/12 OUT/12 NOV/12 DEZ/12 JAN/13 FEV/13 MAR./13 ABR./13 MAI./13 JUN./13 JUL./13 AGO./13 SET./13 OUT./13 NOV./13 DEZ./13 NO ANO 12 MESES

0,45 0,63 0,71 0,54 0,74 0,92 0,52 0,6 0,59 0,35 0,28 -0,13 0,16 0,27 0,61 0,54

0,26 0,22 0,21 0,33 0,16 0,65 0,6 0,5 0,74 2,25 1,15 0,48 0,31 0,43 0,26 0,35

1,29 0,88 -0,31 0,25 0,66 0,31 0,2 0,31 -0,06 0,32 0,76 0,14 0,46 1,36 0,63 0,28

0,41 0,57 0,59 0,6 0,79 0,86 0,6 0,47 0,55 0,37 0,26 0,03 0,24 0,35 0,57 0,54

4,81 5,58

7,99 8,16

4,8 5,49

1,43 0,97 0,02 -0,03 0,68 0,34 0,29 0,21 0,15 0 0,75 0,26 0,15 1,5 0,86 0,29 0,6 5,51 5,51

Salário Mínimo e UPC TR 0,0256% 0,0149% 0,0082% 0,0344% 0,0752% 0,0667% 0,0717% 0,0378% 0,0013% 0,019% 0,0441% 0,059% 0,0502% 0,0734% 0,0081% 0% 0,0088% 0,0335% 0,0724% 0,0484% 0,0622% 0,076% 0,048% 0,0375% 0,0623% 0,0855% 0,0855% 0,1126% 0,1099% 0,0788%

Taxa Selic

Mês

Salário mínimo

UPC

Vigência

DEZ./12 JAN./13 FEV./13 MAR./13 ABR./13 MAI./13 JUN./13 JUL./13 AGO./13 SET./13 OUT./13 NOV./13 DEZ./13 JAN./14

622,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 678,00 724,00

22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,31 22,32 22,32 22,32 22,36

18/1/12 7/3/12 18/4/12 31/5/12 11/7/12 29/8/12 10/10/12 29/11/12 17/1/13 6/3/13 18/4/13 30/5/13 11/7/13 29/8/13 10/10/13 28/11/13

Valores em R$

Salário Família

4,95 5,77

Valores

10,5% 9,75% 9% 8,5% 8% 7,5% 7,25% 7,25% 7,25% 7,25% 7,5% 8% 8,5% 9% 9,5% 10%

TJLP

Salário até R$ 646,55

R$ 33,16

Janeiro a março/2013 Abril a Junho/2013

Salário de R$ 646,56 a R$ 971,78

R$ 23,36

Julho a setembro/2013 Outubro a dezembro/2013

5% ao ano 5% ao ano 5% ao ano 5% ao ano


Clipping Nissan vai fabricar motores no RJ. Projeto demandará R$140 milhões DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 07/01/2014 - Pág 13

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Autor: Estado: SP Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping Nissan irá fabricar motores na planta de Resende BRASIL ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 07/01/2014 - Pág 15

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Gabriela Murno Estado: SP Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Terça-feira, 7 de janeiro, 2014 Brasil Econômico 15 Chris Ratcliffe/Bloomberg

TECNOLOGIA

Gastos com TI vão crescer 3,1% no mundo Depois de um ano de estabilidade em 2013, os gastos com TI em todo o mundo deverão crescer 3,1% neste ano, chegando a US$ 3,8 trilhão. Serão impulsionados por empresas que começam a aproveitar o “big data” de smartphones e outros dispositivos, segundo o Gartner. O setor de software para empresas será o mais dinâmico, com o conjunto de gastos globais subindo 6,8%, para US$ 320 bilhões. Reuters

Wallace Feitosa

Nissan irá fabricar motores na planta de Resende A previsão é de que a unidade fabril fluminense inicie a produção dos utilitários March e Versa já no primeiro semestre deste ano Gabriela Murno gmurno@brasileconomico.com.br

A Nissan vai fabricar motores no Brasil. O anúncio foi feito ontem pelo presidente mundial e CEO da montadora, Carlos Ghosn, em visita às obras da nova planta da empresa em Resende (RJ). Serão investidos R$ 140 milhões na fábrica de motores, que deve gerar 200 empregos diretos. A previsão é que a unidade entre em funcionamento junto com a planta completa, ainda no primeiro semestre deste ano. “Vamos produzir o motor 1.6 16v flexfuel. Já teremos mais de 50% de nacionalização no primeiro ano, depois isso aumenta”, disse Ghosn. A montadora deve fechar 2013 com 2,2% do mercado brasileiro e a meta é chegar a 5% até 2017. “A prioridade é não só aumento de produção rápido, mas com qualidade de produto, criando um benchmark para todas as fábricas da Nissan do mundo”, ressaltou. No total, a Nissan vai investir R$ 2,6 bilhões — de recursos próprios — na planta de Resende, que vai produzir os modelos utilitários March e Versa, hoje importados da fábrica de Águas Caliente, no México. A prioridade será abastecer o mercado brasileiro e a capacidade de produção será de 200 mil carros por ano. “A construção está muito bem, já temos 1,5 mil funcionários em

A importação do México, que será reduzida, era uma posição transitória, porque nenhuma montadora pode ter estratégia de crescimento no mercado sem produção local” Carlos Ghosn Presidente mundial da Nissan

treinamento. Devemos ter mais de 2 mil no segundo semestre", disse Ghosn. “Não estamos investido para exportar para fora do Mercosul. A prioridade é a venda no Brasil”, completou o presidente mundial. O investimento será feito com recursos próprios. “Não estou criticando o BNDES, muito pelo contrário, mas esses financiamentos demoram”, disse François Dossa, presidente da Nissan no Brasil. Segundo Ghosn, a participação de carros importados do México vai diminuir ao longo dos anos e não há ainda intenção de fabricar mais modelos no país. No ano pas-

sado, dos 80 mil carros vendidos, 50 mil vieram de lá. “O México ajudou o lançamento da marca no Brasil e vai ser sempre um parceiro da operação brasileira. “A importação do México, que será reduzida, era uma posição transitória, porque nenhuma montadora pode ter estratégia de crescimento no mercado sem produção local”. Já as pick ups Frontier e Livina — essa em três versões: Livina, Gran Livina e X-Gear — continuarão a ser produzidas na fábrica que a empresa divide com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná. Ano passado, foram fabricadas 29 mil unidades. Repetir a parceria com a Renault, no entanto, não está nos planos para a nova planta. “Não há expectativa de parceria para Resende”, destacou o executivo, acrescentado que com a parceria a meta é ter 10% do mercado nacional no segmento. Perguntado sobre a produção de carros elétricos no Brasil, Ghosn ressaltou que, como não há facilidade para a entrada desses carros no país, não há ainda a intenção de fabricá-los aqui. A empresa vende em média 3 mil carros elétricos por mês nos EUA. “Dependemos da implantação de infraestrutura. Não estamos interessados em produção de nicho, queremos escala. Estamos focando nos países como EUA Japão, França e Inglaterra que dão condições”, ressaltou.

Crescimento, mesmo que moderado, em 2014 Para o presidente mundial e CEO da montadora, Carlos Ghosn, a queda das vendas de automóveis registrada em 2013, preocupa, mas não assusta. A venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus retraiu 0,91% em 2013, na comparação com 2012, segundo a federação dos concessionários, Fenabrave. Foi a primeira queda desde 2003, quando houve baixa de 2,5%. “Sempre que tem queda de mercado há preocupação, mas

temos que fazer uma análise. Nossa conclusão é de que ela é provisória, que não é representativa do que vai acontecer nos próximos cinco anos. O potencial do mercado está intacto.Análises dizem que o mercado vai crescer em 2014, mesmo que moderadamente. Será melhor do que 2013”, analisou. Sobre a taxas tributárias, Carlos Ghosn ressaltou que os impostos estão baseados nas taxas de crescimento do país. “O

imposto está baseado sobre taxa de crescimento. Se o país cresce 7%, ter uma taxa tributária tão alta não é mais obrigação. Taxa de crescimento alta diminui a pressão dos impostos”, explicou Ghosn. Segundo ele, o que impede que o Brasil cresça no mesmo ritmo que outros emergentes, como China, Índia e Rússia, é a falta de investimentos em infraestrutura e educação.

Ghosn: a nacionalização, no primeiro ano, será de mais de 50%


Clipping Nissan investe R$ 140 mi em fábrica de motor O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - SÃO PAULO - SP - 07/01/2014 - Pág B 10

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Vinicius Neder Estado: SP Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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O ESTADO DE S. PAULO

TERÇA-FEIRA, 7 DE JANEIRO DE 2014

Nissan investe R$ 140 mi em fábrica de motor Com a construção da unidade nova, no Rio, montadora pretende elevar o índice de nacionalização de seus carros para receber benefícios fiscais Vinicius Neder ENVIADO ESPECIAL / RESENDE (RJ)

Com investimento de R$ 140 milhões, a Nissan fabricará motores em seu complexo industrial de Resende, no lado fluminense do Vale do Paraíba, no complexo industrial com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre. O anúncio foi feito ontem pelo presidente mundial da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn. Oexecutivofranco-brasileiro fez ontem sua primeira visita às obrasdocomplexoindustrialautomotivo. A fábrica terá capacidade para produzir 200 mil carrosaoanoereceberáuminvestimentodeR$2,6bilhões–ovalor

já inclui a fábrica de motores. Ghosn explicou a jornalistas que a estratégia de fabricar carros e motores no Brasil tem a ver com a meta de ultrapassar os5%departicipaçãonomercadonacional,cumprindoexigências de nacionalização. O motorterámaisde50%denacionalização no primeiro ano”, afirmou Ghosn. A meta do executivo é que a aliança Renault-Nissan chegue a10% departicipação demercado brasileiro entre este e o próximo ano, uma fatia equivalente à que as duas marcas detêm no mercado global. Motor. A fábrica de motores te-

rá capacidade equivalente à das linhas de montagem dos carros,

HENRY ROMERO/REUTERS

Ambição. Ghosn quer dobrar participação da Nissan no País

de 200 mil unidades/ano. A planta ficará ao lado da fábrica de carros e empregará mais 200 funcionários. Ao todo, o com-

plexo terá pouco mais de 2 mil trabalhadores, dos quais 1,5 mil já foram contratados. Os motores fabricados em

Resende serão flexfuel de quatro cilindros em linha, com 1.600 cilindradas e 16 válvulas, com 111 cavalos de potência, quando abastecidos com etanol. O objetivo é equipar os carros que serão montados na nova fábrica, o March e o Versa. As versões 1.0 usarão motores fabricados na unidade da Renault em São José dos Pinhais (PR). Atualmente, a picape Nissan Frontier e o carro Livina já são fabricados na Renault. No entanto,dos80milveículosvendidos pela Nissan no ano passado, 50 mil foram importados do México. Com a nova fábrica, a meta é que a marca Nissan cheguea5% departicipaçãodemercado até 2016 – contra cerca de 2% atualmente.

PAULO VITOR/ESTADÃO-17/6/2010

Mesmo endividada, Oi poderia participar de consórcio pela TIM Para especialistas, grupo poderia se capitalizar para garantir fôlego financeiro e comprar fatia da concorrente Mônica Ciarelli / RIO

O elevado endividamento da Oi não seria empecilho para a companhia participar de um eventual consórcio formado também pela Telefônica e pela América Móvil (dona da Claro) para fatiar a TIM Brasil. Na visão de especialistas, a companhiapoderia fazer uma capitalização para garantir fôlego financeiro e participar da operação estimada em cerca de € 9 bilhões. “Comprar uma fatia da TIM

seria muito positivo para a Oi. Ela tiraria de cena uma concorrente que tem pressionado o mercado de celular pré-pago. Alémdisso, acompanhianãoteria problemas para atrair investidores para essa operação”, previu um analista que preferiu não se identificar. Segundo ele, a Oi teria muito mais facilidade paracaptarrecursos nessaoferta do que na capitalização que pretende fazerpara levar adiante a reorganização societária. ● Venda

€ 9 bi

é o valor estimado da operação que estaria sendo costurada pela Telefônica para fatia a TIM Brasil, com Oi e Claro

No comando da Teleco, consultoria especializada em Telecomunicações, Eduardo Tude também aposta em uma capitalização da Oi caso o negócio saia do papel. Mas lembra que a empresa também poderia optar porummaior endividamento,o que, segundo ele, não seria uma alternativatãopositivaporlimitar a capacidade financeira da Oi para novos investimentos. Entretanto, Tude acredita que a Oi e América Móvil não devem se posicionar oficialmente sobre o tema antes de um aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “Acho difícil o Cade e a Anatel aprovarem um fatiamento da TIM Brasil entre Telefônica, America Móvel e Oi.”

Negócio. Ao comprar fatia da TIM, Oi tiraria a rival de cena Na avaliação do especialista, a operação prejudicaria a concorrência no setor ao tirar de cena um importante player. Segundo ele, o fato de 2014 ser um ano eleitoral dificulta ainda mais uma eventual negociação das empresas com o governo em torno do tema. Nasemanapassada, osrumores de venda da TIM Brasil ga-

nharamforçaapósumjornalitalianopublicarqueostrês principaisconcorrentes noBrasil costuravam um acordo para fatiar a empresa. O grupo italiano e a Telefônicanegaramoficialmente um acordo. Desde setembro, quando a Telefônica anunciou, na Europa, a ampliação de sua fatia na Telco (holding que controla a

Segundo Ghosn, a importação de carros do México é tratada como “transitória” pelo grupo. “Não poderíamos ter uma estratégia de participação relevante no mercado brasileiro sem produção local”, afirmou o executivo. A tendência é que o papel do México seja de apenas complementar a produção do Brasil. Ghosnreafirmou as metas e a disposição da aliança RenaultNissan em investir no Brasil apesar do desempenho fraco da indústria automotiva no ano passado. Em 2013, houve queda de 1,6% no total de automóveis e comerciais leves emplacados, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Telecom Itália, com 22,4% do capital votante, que por sua vez controla a TIM), o futuro da operadora no Brasil é incerto. OCadeestádeolhonomercado de telefonia. Em 2010, quando a Telefônica entrou no capitaldaTelecomItáliae,emmovimento paralelo, comprou a parte da Portugal Telecom na Vivo (tornando-se a única dona da operadoralíder noBrasil),o Cade firmou um acordo com os grupos espanhol e italiano para evitar mais concentração no mercado brasileiro. Restrições. Em dezembro, o Cade aprovou as mudanças anunciadasnaEuropaemsetembro, com restrições. Foram oferecidas duas alternativas. A primeira é que a Telefônica encontre um novo sócio estrangeiro para ocupar os 50% de capital da VivodeixadopelaPortugalTelecomedesistadacompradocapital da Telco. A segunda é a venda, pela Telecom Itália, da TIM Brasilpara uma empresa estrangeiraqueaindanão atuenoPaís.


Clipping Vendas registram queda em 2013 FOLHA DE PERNAMBUCO - ECONOMIA - RECIFE - PE - 04/01/2014 - Pág 1

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: RECIFE País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Estado: PE Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping Venda de veículos tem primeira queda em 10 anos GAZETA DO POVO - ECONOMIA - CURITIBA - PR - 04/01/2014 - Pág 15

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: CURITIBA País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Estado: PR Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping Mercado de veículos recua 2,29% em 2013 FOLHA DE LONDRINA - ECONOMIA - LONDRINA - PR - 04/01/2014 - Pág 1 E 4

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: LONDRINA País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Nelson Bortolin Estado: PR Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Clipping Venda de caminhões cresceu 13% FOLHA DE LONDRINA - ECONOMIA - LONDRINA - PR - 04/01/2014 - Pág 4

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: LONDRINA País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Nelson Bortolin Estado: PR Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping Fenabrave trabalha com dois cenários para 2014 AGÊNCIA AUTODATA DE NOTÍCIAS - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Fenabrave trabalha com dois cenários para 2014 A Fenabrave divulgou na sexta-feira, 3, suas projeções para 2014 nas vendas de veículos ao mercado interno. A associação que representa os distribuidores de veículos no País, entretanto, preferiu não arriscar um prognóstico certeiro e escolheu trabalhar com duas hipóteses. Na mais otimista os automóveis e comerciais leves fechariam este ano em volume de comercialização apenas estável ante 2013, com 3 milhões 576 mil unidades vendidas, enquanto caminhões cresceriam 6,4%, para 165,6 mil, ônibus apresentariam alta de 2,8%, para 36,6 mil, e motocicletas teriam desempenho também somente estável, mantendo volumes na faixa de 1,5 milhão. Já no quadro mais pessimista os leves encerrariam 2014 em retração de 3,5%, para 3 milhões 451 mil, os caminhões em elevação de 2%, os ônibus estáveis ante 2013 e as motos em baixa de 4,5%. Em comunicado Alarico Assumpção Jr., presidente executivo da Fenabrave, considerou que “mesmo ainda parcial, o retorno do IPI deve causar efeito negativo nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, pois o imposto é em cascata e deve ser maior do que o percentual reajustado da alíquota”. Números finais – O mercado interno brasileiro fechou 2013 com 3 milhões 767 mil autoveículos comercializados, o que representou uma leve retração, de 0,9%, ante o total de 2012. Os dados foram divulgados também na sexta-feira, 3, pela Fenabrave. Com isso confirmou-se a expectativa recente da Anfavea, de um empate técnico em vendas em 2013 ante 2012. A diferença de um ano para outro foi de apenas 34,6 mil unidades, ou aproximadamente dois dias úteis de vendas do mês passado. A leve baixa foi puxada exclusivamente pelos automóveis, que retraíram 3% de um ano para outro, fechando 2013 em 2 milhões 755 mil ante 2 milhões 842 mil de 2012. Os comerciais leves cresceram 3,6% no mesmo comparativo, com 821 mil a 792 mil. No geral, assim, o segmento de leves encerrou o ano com 3 milhões 576 mil unidades comercializadas, 1,6% menos que a totalização de 2012, 3 milhões 634 mil.


Caminhões concluíram o ano passado em crescimento de 13%, para 155 mil 691 unidades. E os ônibus foram ainda melhor, com alta de 20,6%, para 35 mil 628 chassis vendidos. Já as motos amargam mais um ano de baixa, desta vez de 7,4%, para 1 milhão 516 mil. Em dezembro, isoladamente, as vendas chegaram a 353 mil 863 autoveículos – melhor mês do ano ao superar julho, de 342,3 mil. O desempenho, entretanto, não foi suficiente para superar dezembro de 2012, 359,4 mil: baixa de 1,5% na comparação anual, portanto. A média diária de vendas em dezembro foi de 16 mil 850 unidades, também a melhor para 2013. Automóveis e comerciais leves fecharam o último mês do ano passado com 336 mil unidades vendidas, ou 2,27% abaixo de dezembro de 2012. Os caminhões, por sua vez, chegaram a 14,5 mil, alta de 15,7% na mesma comparação e os ônibus a 3 mil 413, crescimento de 12,3%. Ante novembro, o mês passado foi 16,8% melhor. Por montadoras o ranking final de 2013 apontou a Fiat na liderança dos automóveis e comerciais leves, com 21,3% de participação, seguida pela Volkswagen, 18,6%, General Motors, 18,2%, Ford, 9,4%, Renault, 6,6%, e Hyundai, 5,9%. Considerando-se apenas os automóveis a General Motors fechou o ano na segunda posição, à frente da Volkswagen, ainda que por apenas 0,05 ponto porcentual: 19,62% a 19,57%, aponta a Fenabrave.


Clipping Fenabrave prevê 2014 ‘ano difícil’ O LIBERAL - 360 GRAUS - AMERICANA - SP - 05/01/2014 - Pág 17

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: AMERICANA País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Agência Brasil Estado: SP Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


360 graus 17

DOMINGO, 05 DE JANEIRO DE 2014

Por que o uso correto das sacolinhas plásticas

C

erca de 100 milhões de toneladas de lixo flutuam em inundações a cada ano no planeta. E 90% de todo o lixo flutuante no Brasil é constituído por detritos de plástico. Cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas são consumidas no Brasil por ano. Os dados, da organização não governamental Amigos da Água, mostram a importância do uso correto das sacolinhas de supermercado. “O plástico continua poluindo matas e oceanos e por extensão corpos de água, rios e cachoeiras”, afirma Rodolfo Bonafim, diretor científico da entidade, especialista em climatologia, astronomia e geologia ambiental.

NAS CIDADES. Bonafim diz que o descarte de lixo e entulho domiciliar nas calçadas e vias públicas é um fato agravante, mesmo que seja provocado pela população que mora fora das áreas de maior risco. “Uma pancada de chuva ocasional, que não traria maiores consequências, com o entupimento de bueiros pode tornar-se causa de transtornos”, diz ele. Os dejetos de animais e moradores humanos das ruas, depositados nas vias, é carregado pelas chuvas, aumentando o risco de doenças causadas pela água contaminada.

CONTEXTO PAULISTA WILSON MARINI wmarini@apj.inf.br

MANUAL DA SACOLINHA. Leve sempre sacola retornável quando for às compras. Procure fazer compras em menor quantidade de cada vez. Use embalagens alternativas como caixas de papelão, engradados de plástico no porta-malas do carro, carrinhos de feira e sacos de papel mais resistentes. Use toda a capacidade da sacola plástica, caso não possua no momento, sacola retornável.

RISCOS À SAÚDE. Bonafim lembra que o plástico

também pode ser ingerido acidentalmente por animais silvestres ou marinhos, ocasionando mortes. Se descartado nas ruas, impede a necessária drenagem das chuvas por bueiros, gerando enchentes. O plástico descartado em aterros e lixões impermeabiliza o solo, retém resíduos orgânicos e colabora na produção do metano, um gás tóxico três vezes mais poluidor do que o dióxido de carbono, associado ao aquecimento global. Um percentual importante de doenças tratadas em hospitais é de origem hídrica e como resultado a cada ano 2,5 milhões de crianças de zero a 5 anos morrem por falta de água de boa qualidade ou água contaminada em todo o mundo.

Esta coluna, publicada pela Associação Paulista, pode ser lida e atualizada em www.apj.inf.br. Publicação simultânea nos impressos da Rede Paulista de Jornais, formada por este diário e outros 13 líderes de circulação no Estado de São Paulo.

LIXO SECO. Reduza ao máximo sacolas plásticas como sacos de lixo. Não é preciso usá-las para acondicionar com segurança materiais reciclados (lixo seco). Separe os materiais recicláveis em caixa ou sacos de lixo grandes e deposite-os diretamente nas estações de coleta seletiva. Deixe as sacolas plásticas apenas para acondicionar o lixo úmido (restos de co-

mida, de poda de árvores) e o lixo doméstico do banheiro. Se for possível, substitua por saco de lixo convencional. LIXO ÚMIDO. Importante: o lixo úmido atrai ratos, baratas e mosquitos e por tabela, doenças como a perigosa leptospirose, através da urina dos ratos solta nas enchentes, na cidade ou mesmo no campo. Se for descartar embalagens de agrotóxicos, acaricidas, vermicidas, pesticidas em geral, procure devolver para o fabricante estas embalagens evitando assim a poluição das águas no leito fluvial. VEM AÍ A ANATER. A lei 12.897/2013, publicada

no Diário Oficial da União do dia 19 dezembro, autoriza o Poder Executivo Federal a instituir a Anater (Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural). A entidade terá a finalidade de promover a articulação da assistência técnica e extensão rural com a pesquisa agropecuária com foco no desenvolvimento rural. Os consórcios municipais poderão pleitear recursos para execução de serviços de assistência técnica e extensão rural para os agricultores familiares e médios. A criação da agência é interpretada por lideranças municipalistas como um importante avanço para aproximação da pesquisa agropecuária e assistência técnica e extensão rural, levando tecnologia e informação a pequenos produtores.

Caminhões novos

Venda de pesados cresce 11% em 2013 Setor se recupera do tombo de 2012 com ajuda de safra recorde; crescimento do agronegócio puxou as compras no ano passado SÃO PAULO

A safra recorde de grãos, que congestionou os portos e as estradas do país em 2013, ajudou o setor de caminhões a fechar o ano com um crescimento de 11% nas vendas. Os dados preliminares do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), a que a reportagem teve acesso, mostram que o aumento das vendas concentrou-se em caminhões extra-pesados, predominante usados para escoar produtos do agronegócio. Nessa categoria – de veículos com carga acima de 45 toneladas –, as vendas aumentaram 40% em 2013. Nas demais áreas, que atendem mercados como a indústria e a construção civil, o crescimento foi bem mais moderado, de 1%. Ao todo, foram vendidos 151,9 mil caminhões no ano passado. O setor é um termômetro importante de investimentos da economia, uma vez que empresários compram esses veículos (em média a R$ 150 mil) para escoar a produção. O aumento das vendas mostra que o setor de caminhões reverteu parte das perdas de dois anos atrás,

quando o número de unidades comercializadas caiu 20%. Em 2012, o mercado foi afetado pela mudança de motores, que aumentou o preço dos veículos em 15%. Apesar da recuperação, o patamar ainda não voltou ao observado antes da mudança. Em 2010, foram vendidos 157 mil caminhões. Maior fabricante do país, com 27% do mercado, a MAN Latin America (que fabrica caminhões da VW) registrou um recuo de 1,4% nas vendas em 2013. Foram 40,8 mil veículos, ante 41,4 mil em 2012. Segundo Roberto Cortes, presidente da montadora, o desempenho das vendas de veículos pequenos, médios e pesados afetou o negócio. “A gente só entrou no mercado de extra-pesados em abril”, afirma Cortes. O objetivo da montadora é elevar sua participação neste mercado dos atuais 7% para 25% neste ano, com a chegada de novos produtos no mercado. Na avaliação do executivo, a propensão à compra de caminhões está melhor neste ano do que em 2013 e existe a expectativa de aumento das vendas com as obras da Copa do Mundo e das concessões. Com isso, ele espera uma alta de 5% a 7% em 2014.

estragos

União reconhece calamidade em cidades mineiras BRASÍLIA

Em portaria publicada anteontem no Diário Oficial da União, o Ministério da Integração Nacional reconhece situação de emergência em 56 municípios de Minas Gerais castigados pelas chuvas intensas do mês de dezembro do ano passado, enquanto nos municípios de Sardoá e Virgolândia foi decretado estado de calamidade pública.

O reconhecimento, feito pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, é necessário para que os municípios recebam ajuda federal para assistência às vítimas e outras ações emergenciais. Os recursos são repassados por meio do Cartão de Defesa Civil. O Estado pediu a liberação de R$ 2,5 bilhões aos municípios. A União aprovou a liberação total de R$ 793,2 milhões. AGÊNCIA BRASIL

MERCEDES BENZ_DIVULGAÇÃO

Fenabrave prevê 2014 ‘ano difícil’

Metalúrgicos trabalham em montagem de caminhões em fábrica da Mercedes Benz, em São Bernardo do Campo; setor foi favorecido pelo agronegócio brasileiro

O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Fenabrave (federação dos de distribuidores de veículos) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando veículos leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle. AGÊNCIA BRASIL

Outro fator que são os juros públicos para a compra de caminhões, que, apesar da alta de 4% para 6% em 2014, continuam subsidiados.

divulgados hoje e a expectativa de analistas é que apontem resultado negativo. Até novembro, as vendas caíam 1,5%. Houve recuperação em dezembro, na reta final de AUTOMÓVEIS. Os dados de mais um aumento do IPI, mas vendas de automóveis e veí- incapaz de reverter o saldo do culos comerciais leves serão ano. FOLHAPRESS

Painel econômico Dólar

Bovespa (3/1)

3/1/2014

Compra (R$)

Venda (R$)

Comercial

2,376

2,377

Paralelo

2,40

2,53

Turismo

2,357

2,503

Fator da TR 1º/1.........................................................................0,01242235 2/1 ......................................................................... 0,01219075 3/1 .........................................................................0,01212560 4/1 ..........................................................................0,01218136 5/1 ...........................................................................0,01227110 6/1 ........................................................................0,01248938 7/1 .........................................................................0,01253669 8/1 ........................................................................0,01264987 9/1 ..........................................................................0,01256417 10/1 ......................................................................0,01258878 11/1........................................................................0,01259482 Somente pagamento no vencimento

IPVA/SP Dia 13 de janeiro vence a primeira parcela do tributo deste ano.

Fechamento em alta

Ouro (gr) 1,27%

Volume financeiro

TR %

Cotação em queda -0,21%

R$ 93,50

R$ 9,52 bilhões

TR/Poupança (Selic) Dia

Euro

Dia

3/1/2014

Compra (R$)

Venda (R$)

Comercial

3,231

3,233

Inflação (%)

Poup. %

Índices

Ago.

Set.

Out.

Nov.

Dez.

-

INPC (IBGE)

0,16

0,27

0,61

0,54

-

4,80

5,51

1º/1

0, 5496

IGP-M (FGV)

0,15

0,15

0,86

0,29

0,60

5,51

5,51

0,1099

2/1

0,5734

IGP-DI (FGV)

0,46

1,36

0,63

0,28

-

4,80

5,49

-

3/1

0,5770

IPA-DI (FGV)

0,58

1,90

0,71

0,12

-

4,25

5,06

31/12

0,0855

31/12

1º/1

0,1126

2/1 3/1

No ano

12 meses

4/1

-

4/1

0,5495

IPC-DI (FGV)

0,20

0,30

0,55

0,68

-

4,88

5,07

5/1

-

5/1

0,5257

IPC (Fipe)

0,22

0,25

0,48

0,46

-

3,21

4,01

6/1

-

6/1

0,5150

IPCA (IBGE)

0,24

0,35

0,57

0,54

-

4,94

5,77

7/1

-

7/1

0,5082

INCC (FGV)

0,31

0,43

0,26

0,35

-

7,97

8,15

8/1

-

8/1

0,5346

CUB (Sinduscon)

0,16

0,12

0,17

0,09

-

7,24

7,28

9/1

-

9/1

0,5756

ICV (Dieese)

0,09

0,24

0,64

0,45

-

5,56

6,01


Clipping Fenabrave] Venda de veículos tem primeira queda em 10 anos O POVO - ECONOMIA - FORTALEZA - CE - 04/01/2014 - Pág 21

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: FORTALEZA País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Estado: CE Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Clipping GM confirma demissão de 1.053 JORNAL DO COMMERCIO - ECONOMIA - MANAUS - AM - 05 a 06/01/2014 - Pág A6

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: MANAUS País: BRASIL Tipo Veículo: JORNAL

Análise

Autor: Estado: AM Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


1 de 1

http://vp.virtualpaper.com.br/jcam

6/1/2014 11:51


Clipping Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave ALAGOAS 24 HORAS - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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TERCA, 07 DE JANEIRO DE 2014

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Brasília – As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%.

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Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). Fonte: Agência Brasil

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Clipping IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave 03 de janeiro de 2014 | 14h 28

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BEATRIZ BULLA - Agencia Estado

SÃO PAULO - Depois de seis anos batendo recordes históricos de vendas de automóveis e comerciais leves, a indústria automobilística terá de se preparar para um novo patamar nas vendas de veículos. Os dados de 2013 divulgados nesta sexta-feira, 3, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que no ano passado o segmento registrou a primeira queda em dez anos e o setor como um todo também recuou, apesar de altas importantes em vendas de caminhões e ônibus. NOTÍCIAS RELACIONADAS

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"Em 2013 tivemos a redução da alíquota do IPI para automóveis, senão poderia ter sido bem pior, a limitação extremamente forte da concessão de crédito para compra de motos e as vendas de caminhões favorecidas pelo financiamento PSI e pelo volume considerável de safra no ano", resume Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. "O IPI ajudou sem sombra de dúvida, porém o efeito não foi na grandeza como foi no passado. Não é que o número (de vendas) não seja preocupante, é um número menor, porém ainda é uma base alta", completou Assumpção, que vê os números como um resultado dentro da normalidade. A consultora Tereza Fernandez, da MB associados, que assessora a Fenabrave, avalia que o setor viverá, nos próximos dez anos, uma realidade distinta da década passada. "Nos últimos dez anos a venda de automóveis cresceu a uma média de 10% ao ano. Isto é insustentável em qualquer lugar do mundo", aponta. A projeção para o próximo ciclo, de 2013 a 2014, é de crescimento médio de 3% ao ano no segmento. "Se confirmarmos esse crescimento médio, nos próximos dez anos vamos dobrar a frota de automóvel no Brasil, ainda é um crescimento bem significativo", calcula.

"O que se dizia é que em 2017 iríamos negociar 6 milhões de carros. Mas 6 milhões de carros em 2017 era um sonho. Há uma diminuição, mas hoje a base é outra", completou a consultora. Mesmo com o resultado mais fraco das vendas, o ano de 2013 ainda é o primeiro melhor para venda de ônibus, o terceiro melhor ano em volume de vendas de caminhões e o segundo melhor em automóveis e comerciais leves - neste último caso perdendo apenas para 2012, quando foram vendidas 3,634 milhões de unidades. O presidente executivo da Fenabrave explica que, se não houver nenhuma surpresa negativa na economia durante o primeiro semestre de 2014, a tendência é de que as vendas fiquem em


"patamar mais equilibrado" e a comercialização de automóveis e comerciais leves feche o ano com estabilidade em relação a 2013. Em um cenário mais negativo, a previsão é de queda de 3,50% nas vendas. Assumpção ressalta que embora não esteja previsto um volume acentuado de vendas, a base de comparação ainda é bastante alta e, por isso, a tendência é de que haja agora um equilíbrio no comércio automobilístico. A aposta positiva para 2014 é nos segmentos de caminhões, máquinas agrícolas e ônibus, influenciados pelos bons resultados do agronegócio. 2014 será um ano atípico, reforçou o representante da Fenabrave, avaliando que o ano sofrerá o impacto de eventos como Copa do Mundo e eleições presidenciais. Só a Copa reduzirá em ao menos sete dias úteis as vendas, segundo Tereza Fernandez, da MB. Atualmente, o setor apresenta estoque de 35 dias, que atende de 40 a 45 dias de período de vendas, segundo a Fenabrave. "O pior passou, porém este é um ano atípico e temos de estar preparados para isso, avalia o presidente executivo da Fenabrave, que não acredita que haverá fechamento de empresas ou demissões no setor.


Clipping Fenabrave prevê vendas estáveis de carros em 2014 DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) decidiu fazer previsões para o ano de 2014 considerando dois cenários distintos. No primeiro, mais otimista, a estimativa é de que 3,575 milhões de automóveis e comerciais leves sejam vendidos em 2014 no País, o que representaria uma estabilidade sobre o total de veículos emplacados em 2013. Esse cenário mais favorável considera um ano calmo, com inflação que não indique que vá ultrapassar o teto da meta, de 6,5%, e câmbio que não avance o patamar de R$ 2,50. Já as vendas de caminhões e ônibus, que cresceram 14,36% em 2013, para 191,319 mil unidades, devem subir 5,73% em 2014, para 202,275 mil unidades no melhor cenário. O emplacamento de motos tende a atingir 1,515 milhão de unidades, estabilidade em relação ao ano passado. O pior cenário das previsões considera um ano com maior volatilidade, por questões internacionais e pela situação típica brasileira deste ano, com Copa do Mundo e eleições. Nesse caso, a estimativa é de que 3,450 milhões de automóveis e comerciais leves sejam vendidos em 2014 no País, o que representaria queda de 3,50% sobre o total de veículos emplacados de 2013. Também no cenário menos favorável, a venda de caminhões e ônibus neste ano subiria 1,63%, para 194,436 mil unidades, enquanto a venda de motos cairia 4,50%, com venda de 1,447 milhão de unidades vendidas.

Leia Mais IPI menor impediu queda maior nas vendas Vendas caíram em 2013 pela 1ª vez em 10 anos Vendas de automóveis recuaram 1,61% em 2013

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Depois de seis anos batendo recordes históricos de vendas de automóveis e comerciais leves, a indústria automobilística terá de se preparar para um novo patamar nas vendas de veículos. Os dados de 2013 divulgados nesta sextafeira (3) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) mostram que no ano passado o segmento registrou a primeira queda em dez anos e o setor como um todo também recuou, apesar de altas importantes em vendas de caminhões e ônibus. "Em 2013 tivemos a redução da alíquota do IPI para automóveis, senão poderia ter sido bem pior, a limitação extremamente forte da concessão de crédito para compra de motos e as vendas de caminhões favorecidas pelo financiamento PSI e pelo volume considerável de safra no ano", resume Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. "O IPI ajudou sem sombra de dúvida, porém o efeito não foi na grandeza como foi no passado. Não é que o número (de vendas) não seja preocupante, é um número menor, porém ainda é uma base alta", completou Assumpção, que vê os números como um resultado dentro da normalidade. A consultora Tereza Fernandez, da MB associados, que assessora a Fenabrave, avalia que o setor viverá, nos próximos dez anos, uma realidade distinta da década passada. "Nos últimos dez anos a venda de automóveis cresceu a uma média de 10% ao ano. Isto é insustentável em qualquer lugar do mundo", aponta. A projeção para o próximo ciclo, de 2013 a 2014, é de crescimento médio de 3% ao ano no segmento. "Se confirmarmos esse crescimento médio, nos próximos dez anos vamos dobrar a frota de automóvel no Brasil, ainda é um crescimento bem significativo", calcula. "O que se dizia é que em 2017 iríamos negociar 6 milhões de carros. Mas 6 milhões de carros em 2017 era um sonho. Há uma diminuição, mas hoje a base é outra", completou a consultora. Mesmo com o resultado mais fraco das vendas, o ano de 2013 ainda é o primeiro melhor para venda de ônibus, o terceiro melhor ano em volume de vendas de caminhões e o segundo melhor em automóveis e comerciais leves - neste último caso perdendo apenas para 2012, quando foram vendidas 3,634 milhões de unidades. O presidente executivo da Fenabrave explica que, se não houver nenhuma surpresa negativa na economia durante o primeiro semestre de 2014, a tendência é de que as vendas fiquem em "patamar mais equilibrado" e a comercialização de automóveis e comerciais leves feche o ano com estabilidade em relação a 2013. Em um cenário mais negativo, a previsão é de queda de 3,50% nas vendas.

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Assumpção ressalta que embora não esteja previsto um volume acentuado de vendas, a base de comparação ainda é bastante alta e, por isso, a tendência é de que haja agora um equilíbrio no comércio automobilístico. A aposta positiva para 2014 é nos segmentos de caminhões, máquinas agrícolas e ônibus, influenciados pelos bons resultados do agronegócio. 2014 será um ano atípico, reforçou o representante da Fenabrave, avaliando que o ano sofrerá o impacto de eventos como Copa do Mundo e eleições presidenciais. Só a Copa reduzirá em ao menos sete dias úteis as vendas, segundo Tereza Fernandez, da MB. Atualmente, o setor apresenta estoque de 35 dias, que atende de 40 a 45 dias de período de vendas, segundo a Fenabrave. "O pior passou, porém este é um ano atípico e temos de estar preparados para isso, avalia o presidente executivo da Fenabrave, que não acredita que haverá fechamento de empresas ou demissões no setor.

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Clipping 3/1/14 - Vendas em 2014 podem ter grande queda AUTO INFORME - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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São Paulo, 7 de Janeiro de 2014 Email:

Vendas em 2014 podem ter grande queda Fenabrave confirma queda de 1,6% em 2013. Caminhões e ônibus têm crescimentos expressivos. A Fenabrave divulgou nesta sexta-feira (3) os números oficiais de vendas do mercado automobilístico em 2013, no segmento de automóveis e comerciais leves houve uma queda de 1,6% como a Agência AutoInforme divulgou antecipadamente (veja matéria). Já o segmento de caminhões teve um ótimo 2013 e fechou o ano com crescimento de 13,02% e 155.691 unidades vendidas. As vendas de ônibus chegaram a 35.628 unidades, o que representou um crescimento de 20,58% e as vendas de motos caíram por conta da restrição de crédito e encerrou 2013 com uma queda de 7,44% e 1.515.869 unidades comercializadas. Para 2014 a Fenabrave divulgou duas previsões, a primeira com base nos números do ano passado e uma economia estável, neste cenário, somando todos os segmentos, o setor apresentaria um leve crescimento de 0,21%. O segundo cenário é um pouco mais preocupante para a indústria, caso o Brasil sofra com inflação e câmbio instável, o setor encontrará dificuldades para se manter e terá retração de 3,6%. 0

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09/04/2012 - Abrir loja de doces exige investimento de apenas R$ 10 mil

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Venda de veículos cai cerca de 1% em 2013, diz Fenabrave

15/05/2013 - Pontofrio realiza campanha "outlet"

A venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu 0,91% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo balanço divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta sexta-feira (3). Foram comercializados 3.767.254 veículos, contra 3.801.859 de 2012.

30/04/2012 - Horário de funcionamento de shoppings do Rio de Janeiro no feriado 12/12/2013 - Shoppings de SP estendem horários para compras de Natal

A produção, por outro lado, registrou marca histórica ainda em novembro, conforme anunciou a associação das montadoras, a Anfavea. Por segmento

27/04/2012 - Horário de funcionamento do Boulevard São Gonçalo

As vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 tiveram queda de 1,61% em relação a 2012. Foram emplacados 3.575.935 milhões

21/06/2012 - Supermercados Mundial oferece oportunidades na Ilha do Governador

O ano foi melhor para os caminhões, cuja venda teve alta de 13,02%, compensando um 2012 negativo em virtude da antecipação de compras das empresas para escapar exigência de motores com menos emissão, que passou a valer naquele ano. Foram emplacados 155.691 unidades. As vendas de ônibus subiram 20,58% no ano passado, com um total de 35.628 emplacamentos. O segmento de motos, contado à parte, registrou nova queda, de 7,44% na comparação com 2012. Os mais vendidos 1 - Gol: 255.057 unidades 2 - Fiat Uno: 184.362 unidades 3 - Fiat Palio: 177.014 unidades 4 - Ford Fiesta: 136.712 unidades 5 - Volkswagen Fox: 129.927 unidades 6 - Fiat Siena: 129.825 unidades 7 - GM Onix: 122.333 unidades 8 - Hyundai HB20: 122.320 unidades 9 - Fiat Strada: 122.904 unidades 10 - Renault Sandero: 102.514 unidades Fonte: G1 Texto da Busca:

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06/11/2013 - Produção de veículos cai 2,5% em outubro, diz Anfavea 04/11/2013 - IPI de carro sobe, mas não integralmente 04/11/2013 - Vendas de veículos crescem 6,5% em outubro, aponta Fenabrave 23/10/2013 - Venda de carros já recua 3,7% em outubro 18/10/2013 - Governo indica que redução do IPI será prorrogada 17/10/2013 - Tendência é governo prorrogar IPI de autos, diz Pimentel 16/10/2013 - Estoque de carros é o mais alto em 16 meses 14/10/2013 - Sem IPI reduzido, mercado de veículos crescerá menos, diz Anfavea

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave Publicado em Sexta, 03 Janeiro 2014 12:10 | Escrito por Agência Brasil

Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% - foto: divulgação As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano.

A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%.

O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).


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Já as vendas de caminhões e ônibus, que cresceram 14,36% em 2013, para 191,319 mil unidades, devem subir 5,73% em 2014, para 202,275 mil unidades no melhor cenário. O emplacamento de motos tende a atingir 1,515 milhão de unidades, estabilidade em relação ao ano passado.

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O pior cenário das previsões considera um ano com maior volatilidade, por questões internacionais e pela situação típica brasileira deste ano, com Copa do Mundo e eleições. Nesse caso, a estimativa é de que 3,450 milhões de automóveis e comerciais leves sejam vendidos em 2014 no País, o que representaria queda de 3,50% sobre o total de veículos emplacados de 2013. Também no cenário menos favorável, a venda de caminhões e ônibus neste ano subiria 1,63%, para 194,436 mil unidades, enquanto a venda de motos cairia 4,50%, com venda de 1,447 milhão de unidades vendidas. Fonte: O Estado de São Paulo Tags: Veículos Indique a um amigo

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03/01/2014 - Venda de veículos cai cerca de 1% em 2013, diz Fenabrave 02/01/2014 - Consumidor ainda acha carros com preços de 2013 02/01/2014 - IPI para carros sobe a partir desta quarta e deve impactar nos preços

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Clipping Vendas de automóveis em 2013 caem pela primeira vez em 10 anos PIONEIRO - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Pioneiro Menos carros 03/01/2014 | 13h20

Vendas de automóveis em 2013 caem pela primeira vez em 10 anos Pesquisa da Fenabrave aponta que 3,57 milhões de carros foram emplacados no Brasil no ano passado

Segundo a Fenabrave, em dezembro, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves atingiram 335.948 unidades Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

O total de automóveis e comerciais leves emplacados em 2013 somou 3.575.935 unidades, o que representa um recuo de 1,61% em relação ao total de 3,634 milhões de unidades registradas em 2012, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), nesta sexta-feira. De acordo com a entidade, é a primeira vez desde 2003 que o segmento registra queda nas vendas.

Emplacamentos de caminhões e ônibus cresceram 14,36% no mesmo período, de 167.298 unidades (dado atualizado) para 191.319 unidades e as vendas de motos caíram 7,44%, somando 1.515.689 unidades no ano passado.

As vendas totais, que englobam automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos, alcançaram 5.485.671 unidades em 2013, o que equivale a uma queda de 2,29% sobre as 5,586 milhões de unidades vistas em 2012.

Dezembro

Segundo a Fenabrave, em dezembro, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves atingiram 335.948 unidades, baixa de 2,27% na comparação com as 343.739 unidades (dado revisado) de dezembro de 2012 e alta de 16,57% sobre o resultado de novembro de 2013. As vendas de caminhões avançaram 15,76% sobre igual mês do ano anterior e também registraram um crescimento de 23,82% sobre novembro, com a venda de 14.502 unidades.


Somados, caminhões e ônibus mostraram altas de 15,08% sobre dezembro de 2012 e de 21,58% sobre novembro de 2013. Os dois segmentos totalizaram 17.915 unidades vendidas em dezembro do ano passado. No caso das motos, houve crescimento de 1,87% dos emplacamentos sobre dezembro de 2012, para 140.587 unidades. A alta foi de 15,02% na comparação com novembro.

No total de dezembro — soma de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos — as vendas de veículos chegaram a 510.808 unidades altas de 0,10% na comparação com igual mês de 2012 e de 16,03% ante novembro.

AGÊNCIA ESTADO


Clipping Carros mais vendidos no Brasil somam velharia e novidade BOL - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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1º) Volkswagen Gol/Gol G4 -- 255.057 unidades Ranking considera dados absolutos de emplacamento da Fenabrave para carros de passeio e comerciais leves em 2013 Leia mais Murilo Góes/UOL

A Fenabrave divulgou nesta sexta-feira (3) relatório oficial com dados de vendas de dezembro e todo o ano de 2013. Entre automóveis e comerciais leves mais vendidos, a lista final ficou muito parecida com as anteriores (mensais): Volkswagen Gol em primeiro (com média de emplacamentos diária de 699 carros), seguido por Fiat Uno, Fiat Palio, Ford Fiesta, Volkswagen Fox, Fiat Siena e Fiat Strada. Note que, curiosamente, esses sete primeiros colocados não são carros "únicos". Seu desempenho nas vendas inclui unidades de gerações anteriores, que continuaram a ser vendidas no ano passado. Gol inclui G5 (atual) e G4; Uno inclui os números do Mille; Palio inclui a versão Fire (duas para atrás); Fiesta inclui o New e o Rocam; Fox, o CrossFox (única exceção, já que a versão Cross é mais cara e sofisticada); Siena, o Grand Siena; e a Strada, que acaba de passar por uma reforma na gama, também inclui a versão Fire. A Fenabrave (associação das revendas) não disponibiliza o número de vendas fatiado por geração de cada modelo, e as montadoras silenciam. Em alguns meses, os dados do Gol serão depurados do G4, e o do Uno, do Mille -- ambos só podem ser vendidos até março, por não comportarem ABS e airbags. Os demais "adjuntos" seguem em linha.

INFORME PUBLICITÁRIO

Principais conquistas da saúde em 2013 Ano foi de grande avanço em setores que trabalham pela saúde pública.

Vagas de emprego Palavra-Chave


ENTRE AS MARCAS Apesar do amplo domínio do VW Gol sobre os concorrentes, a Fiat fechou 2013 como líder de vendas entre as fabricantes, com 21,34% do mercado. A Volkswagen foi a segunda, com 18,64%, seguida por General Motors (18,17%), Ford (9,37%) e Renault (6,61%).

São mais de 40 mil vagas anunciadas + ver todas as vagas

Conversor de moedas

Hyundai (5,95%), Toyota (4,92%), Honda (3,89%), Nissan (2,18%) e Citroën (1,85%) completam a lista das dez maiores montadoras. A Peugeot ficou em 12º em 2013, a última colocação entre marcas que fabricam carros no Brasil (1,61% ). Até a Mitsubishi, que recentemente passou a montar o crossover ASX no país, superou a francesa (1,63%). Depois aparecem, na ordem, Kia, JAC, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, Chery, Audi e Suzuki -- todas ainda atuando apenas como importadoras. RESUMO GERAL Foram emplacadas 3.575.935 unidades de carros de passeio e comerciais leves (picapes e SUVs) no acumulado de 2013, contra 3.634.456 em 2012, o que representa queda de 1,61%. As vendas de todas as categorias automotivas somadas (incluem caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, como carretinhas para transporte) tiveram queda de 2,29% em 2013 na comparação com 2012. Foram emplacadas 5.458.671 unidades, ante as 5.586.525 do ano anterior.

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Clipping Venda de carros tem 1ª queda em 10 anos CLICKPB - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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03 de Janeiro de 2014 - 13h42

Santa ‘chora’ durante velório no m unicípio de Marizópolis, na região de Sousa

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As vendas de automóveis e comerciais leves tiveram em 2013 a primeira queda em 10 anos, informou nesta sexta-feira (3) a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No ano passado, foram comercializados 3.575.935 de veículos dessas categorias, ante os 3,634 milhões de 2012 - recuo de aproximadamente 1,6%.

Im agens de garota de 15 anos nua vazam no WhatsApp e nam orado é o principal suspeito Veja a lista de feriados nacionais e pontos facultativos de 2014

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Clipping Veja os dez carros e as dez motos mais vendidos em 2013 RÁDIO DIFUSORA - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Veja os dez carros e as dez motos mais vendidos em 2013 Economia | 03/01/2014 | Por: Editor

Gol segue líder de vendas de carros pelo 27º ano. No segmento de motos, Honda CG 150 fica em primeiro.

O Gol foi carro mais vendido no Brasil em 2013, o 27º ano de liderança do modelo. Foram emplacadas 255.057 unidades, segundo divulgou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta sexta+1 feira (3). A entidade considera nessa conta tanto a geração atual (Novo Gol) quanto a anterior (G4), que deverá ser aposentada em 2014 por não cumprir a exigência de airbag e freios ABS, o que poderá fazer com que a briga pela liderança se torne mais acirrada. O mesmo ocorre com o Fiat Uno, que encerrou o ano novamente como vice-líder nas vendas, com 184.362 unidades, considerando tanto o Novo Uno quanto o Mille, que sai de linha com a edição especial Grazie Mille. Em relação a 2012, Chevrolet Onix e Hyundai HB20 são as novidades do top 10 de carros. Saíram Chevrolet Celta e o Chevrolet Classic.Entre motos, a Honda CG 150 também repetiu a liderança dos últimos anos -em 2013 ela chegou a uma nova geração, assim como a CG 125, que perdeu no ano passado a vice-liderança nas vendas para a Honda Biz.

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Clipping Vendas de veículos no Brasil em 2013 registraram queda PORTUGAL DIGITAL - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Vendas de veículos no Brasil em 2013 registraram queda Da Redação, com agência

03/01/2014 13:15

As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno brasileiro caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. Tweet

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Clipping Veja os dez carros e as dez motos mais vendidos em 2013 CAMAÇARI NOTÍCIAS - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Veja os dez carros e as dez motos mais vendidos em 2013 *Auto Esporte

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou nesta sexta-feira (3) os dez carros mais vendidos em 2013. O carro mais vendido no Brasil foi o Volkswagen Gol pelo 27º ano. Em 2013 foram emplacadas 255.057 unidades do modelo. A Fenabrave considera nessa conta tanto a geração atual (Novo Gol) quanto a anterior (G4), que deverá ser aposentada em 2014 por não cumprir a exigência de airbag e freios ABS, o que poderá fazer com que a briga pela liderança se torne mais acirrada. O mesmo ocorre com o Fiat Uno, que encerrou o ano novamente como vice-líder nas vendas, com 184.362 unidades, considerando tanto o Novo Uno quanto o Mille, que sai de linha com a edição especial Grazie Mille. Veja abaixo: 1 - Gol: 255.057 unidades 2 - Fiat Uno: 184.362 unidades 3 - Fiat Palio: 177.014 unidades 4 - Ford Fiesta: 136.712 unidades 5 - Volkswagen Fox: 129.927 unidades 6 - Fiat Siena: 129.825 unidades 7 - GM Onix: 122.333 unidades 8 - Hyundai HB20: 122.320 unidades 9 - Fiat Strada: 122.904 unidades 10 - Renault Sandero: 102.514 unidades 1 - Honda CG 150: 359.074 unidades 2 - Honda Biz: 240.195 unidades 3 - Honda CG 125: 200.327 unidades 4 - Honda NXR 150: 172.958 unidades 5 - Honda Pop 100: 103.880 unidades 6 - Yamaha YBR 125: 75.324 unidades 7 - Honda CB 300R: 45.618 unidades 8 - Honda XRE 300: 34.548 unidades 9 - Honda NXR 125: 24.769 unidades 10 - Yamaha Fazer 250: 24.016 unidades Tweet

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Clipping IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave BEM PARANÁ - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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PI menor impediu queda maior nas endas, diz Fenabrave

/14 às 14:27 | Agencia Estado

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ois de seis anos batendo recordes históricos de vendas de automóveis e comerciais leves, ústria automobilística terá de se preparar para um novo patamar nas vendas de veículos. dados de 2013 divulgados nesta sexta-feira, 3, pela Federação Nacional da Distribuição de ulos Automotores (Fenabrave) mostram que no ano passado o segmento registrou a eira queda em dez anos e o setor como um todo também recuou, apesar de altas ortantes em vendas de caminhões e ônibus.

2013 tivemos a redução da alíquota do IPI para automóveis, senão poderia ter sido bem a limitação extremamente forte da concessão de crédito para compra de motos e as as de caminhões favorecidas pelo financiamento PSI e pelo volume considerável de safra no", resume Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. "O IPI ajudou sombra de dúvida, porém o efeito não foi na grandeza como foi no passado. Não é que o ero (de vendas) não seja preocupante, é um número menor, porém ainda é uma base completou Assumpção, que vê os números como um resultado dentro da normalidade.

nsultora Tereza Fernandez, da MB associados, que assessora a Fenabrave, avalia que o r viverá, nos próximos dez anos, uma realidade distinta da década passada. "Nos últimos anos a venda de automóveis cresceu a uma média de 10% ao ano. Isto é insustentável em quer lugar do mundo", aponta. A projeção para o próximo ciclo, de 2013 a 2014, é de cimento médio de 3% ao ano no segmento. "Se confirmarmos esse crescimento médio, próximos dez anos vamos dobrar a frota de automóvel no Brasil, ainda é um crescimento significativo", calcula.

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esidente executivo da Fenabrave explica que, se não houver nenhuma surpresa negativa conomia durante o primeiro semestre de 2014, a tendência é de que as vendas fiquem em amar mais equilibrado" e a comercialização de automóveis e comerciais leves feche o ano estabilidade em relação a 2013. Em um cenário mais negativo, a previsão é de queda de % nas vendas.

umpção ressalta que embora não esteja previsto um volume acentuado de vendas, a base omparação ainda é bastante alta e, por isso, a tendência é de que haja agora um equilíbrio omércio automobilístico. A aposta positiva para 2014 é nos segmentos de caminhões, uinas agrícolas e ônibus, influenciados pelos bons resultados do agronegócio.

4 será um ano atípico, reforçou o representante da Fenabrave, avaliando que o ano sofrerá pacto de eventos como Copa do Mundo e eleições presidenciais. Só a Copa reduzirá em menos sete dias úteis as vendas, segundo Tereza Fernandez, da MB.

lmente, o setor apresenta estoque de 35 dias, que atende de 40 a 45 dias de período de

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mo com o resultado mais fraco das vendas, o ano de 2013 ainda é o primeiro melhor para a de ônibus, o terceiro melhor ano em volume de vendas de caminhões e o segundo hor em automóveis e comerciais leves - neste último caso perdendo apenas para 2012, ndo foram vendidas 3,634 milhões de unidades.

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Clipping Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave O DOCUMENTO (UMA IMPRESSÃO DIGITAL) - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave

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Política Economia Polícia Cidades Esportes Cultura Variedades Nacional Internacional

03/01/2014 - 13h16

Agência Brasil As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto

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Clipping Com HB20, Hyundai se torna 5ª maior vendedora de carros do Brasil O DOCUMENTO (UMA IMPRESSÃO DIGITAL) - WEB - WEB - 03/01/2014

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Com HB20, Hyundai se torna 5ª maior vendedora de carros do Brasil

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03/01/2014 - 13h04

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Em seu primeiro ano de mercado no Brasil o modelo HB20 proporcionou à Hyundai um ganho de cinco posições

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no ranking das maiores vendedoras de carros (só automóveis de passeio) no País. A fabricante pulou da décima posição no acumulado de 2012 (com 2,2% de participação) para a a quinta colocação em 2013, quando deteve

Variedades Nacional Internacional

6,34% do mercado brasileiro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira em São Paulo pela associação dos distribuidores de veículos (Fenabrave). O carro de entrada dos coreanos respondeu por 122 mil dos 174 mil veículos vendidos pela Hyundai no Brasil em 2013. No ranking dos carros de passeio, o HB20 foi o oitavo mais vendido do Brasil no ano passado, atrás de Gol, Uno, Palio, Fiesta, Fox, Siena e Onix.

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Outra mudança no ranking das vendas de carros de passeio ficou por conta da GM que passou a Volkswagen e assumiu a segunda colocação. Em 2012 a fabricante americana deteve 18,85% deste mercado e tinha a terceira colocação do ranking. Em 2013 a participação subiu para 19,62%, o suficiente para bater a Volkswagen que

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ficou com 19,57%.

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Clipping Vendas de veículos novos no Brasil caem em 2013 O DOCUMENTO (UMA IMPRESSÃO DIGITAL) - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Vendas de veículos novos no Brasil caem em 2013

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Política Economia Polícia Cidades Esportes Cultura Variedades Nacional Internacional

03/01/2014 - 11h17

Terra As vendas de veículos novos no Brasil, que incluem carros, comerciais leves, ônibus e caminhões, caíram 0,91% em 2013 sobre 2012, a 3,767 milhões de unidades, interrompendo seis anos de altas consecutivas, informou nesta sexta-feira a associação que representa as concessionárias, Fenabrave. Em dezembro somente, as vendas recuaram 1,51% sobre igual mês de 2012. Em relação a novembro, houve avanço de 16,81%, a 353,86 mil unidades. O resultado veio abaixo das estimativas da entidade, que começou 2013 prevendo um crescimento de 3,48% para as vendas gerais de veículos, abaixo do avanço de 4,65% mostrado no ano anterior. Fatores como a elevação dos juros e diminuição das expectativas para o aumento do PIB fizeram a Fenabrave ajustar a previsão de alta anual para 1,53% em agosto.

Registro Geral

Mesmo com a prorrogação do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o fim de dezembro Artigo do Dia Enquetes

dando apelo extra ao consumo nos últimos meses do ano, o segmento de carros e comerciais leves, isoladamente, viu as vendas caírem 1,61% no ano, a 3,575 milhões de unidades.

Carta do Leitor

Por outro lado, a comercialização de caminhões e ônibus novos ajudou a diminuir a queda geral. Enquanto as

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somando 35,6 mil unidades.

vendas de caminhões subiram 13,02% em 2013, a 155,7 mil unidades, as de ônibus cresceram 20,58%,

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A Fiat encerrou o ano na liderança do mercado de carros e comerciais leves. No acumulado de 2013, foram 762,95 mil veículos vendidos pela montadora italiana, apontou a Fenabrave, correspondentes a uma fatia de 21,34% do mercado.

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A Volkswagen apareceu atrás, com participação de 18,64% e vendas de 666,7 mil unidades. Em terceiro lugar, ficou a norte-americana General Motors, com fatia de 18,17%, e 649,73 mil veículos vendidos. A Ford terminou o ano com participação de 9,37% e vendas de 335,02 mil unidades. A empresa foi seguida pela Renault, com fatia de 6,61% e 236,34 mil licenciamentos, e pela Hyundai, com 5,95% do mercado e vendas de 212,9 mil unidades.

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Clipping Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas CIRCUITO MATO GROSSO - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas Detalhes Categoria: Economia Publicado em sexta, 03 janeiro 2014 15:57

O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico de Assumpção Júnior. “Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%. O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo. Agência Brasil


Clipping IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave FOLHA VITÓRIA - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


3/1/2014 às 15h0 - Atualizado em 3/1/2014 às 15h0

IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave Estadão Conteúdo Redação Folha Vitória

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São Paulo - Depois de seis anos batendo recordes históricos de vendas de automóveis e comerciais leves, a indústria automobilística terá de se preparar para um novo patamar nas vendas de veículos. Os dados de 2013 divulgados nesta sexta-feira, 3, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que no ano passado o segmento registrou a primeira queda em dez anos e o setor como um todo também recuou, apesar de altas importantes em vendas de caminhões e ônibus. "Em 2013 tivemos a redução da alíquota do IPI para automóveis, senão poderia ter sido bem pior, a limitação extremamente forte da concessão de crédito para compra de motos e as vendas de caminhões favorecidas pelo financiamento PSI e pelo volume considerável de safra no ano", resume Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. "O IPI ajudou sem sombra de dúvida, porém o efeito não foi na grandeza como foi no passado. Não é que o número (de vendas) não seja preocupante, é um número menor, porém ainda é uma base alta", completou Assumpção, que vê os números como um resultado dentro da normalidade. A consultora Tereza Fernandez, da MB associados, que assessora a Fenabrave, avalia que o setor viverá, nos próximos dez anos, uma realidade distinta da década passada. "Nos últimos dez anos a venda de automóveis cresceu a uma média de 10% ao ano. Isto é insustentável em qualquer lugar do mundo", aponta. A projeção para o próximo ciclo, de 2013 a 2014, é de crescimento médio de 3% ao ano no segmento. "Se confirmarmos esse crescimento médio, nos próximos dez anos vamos dobrar a frota de automóvel no Brasil, ainda é um crescimento bem significativo", calcula. "O que se dizia é que em 2017 iríamos negociar 6 milhões de carros. Mas 6 milhões de carros em 2017 era um sonho. Há uma diminuição, mas hoje a base é outra", completou a consultora. Mesmo com o resultado mais fraco das vendas, o ano de 2013 ainda é o primeiro melhor para venda de ônibus, o terceiro melhor ano em volume de vendas de caminhões e o segundo melhor em automóveis e comerciais leves - neste último caso perdendo apenas para 2012, quando foram vendidas 3,634 milhões de unidades. O presidente executivo da Fenabrave explica que, se não houver nenhuma surpresa negativa na economia durante o primeiro semestre de 2014, a tendência é de que as vendas fiquem em "patamar mais equilibrado" e a comercialização de automóveis e comerciais leves feche o ano com estabilidade em relação a 2013. Em um cenário mais negativo, a previsão é de queda de 3,50% nas vendas. Assumpção ressalta que embora não esteja previsto um volume acentuado de vendas, a base de comparação ainda é bastante alta e, por isso, a tendência é de que haja agora um equilíbrio no comércio automobilístico. A aposta positiva para 2014 é nos segmentos de caminhões, máquinas agrícolas e ônibus, influenciados pelos bons resultados do agronegócio.


2014 será um ano atípico, reforçou o representante da Fenabrave, avaliando que o ano sofrerá o impacto de eventos como Copa do Mundo e eleições presidenciais. Só a Copa reduzirá em ao menos sete dias úteis as vendas, segundo Tereza Fernandez, da MB. Atualmente, o setor apresenta estoque de 35 dias, que atende de 40 a 45 dias de período de vendas, segundo a Fenabrave. "O pior passou, porém este é um ano atípico e temos de estar preparados para isso, avalia o presidente executivo da Fenabrave, que não acredita que haverá fechamento de empresas ou demissões no setor.


Clipping Venda de veículos cai cerca de 1% em 2013, diz Fenabrave BRASÍLIA EM TEMPO REAL - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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03/01/2014 15h23m

Venda de veículos cai cerca de 1% em 2013, diz Fenabrave A venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu 0,91% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo balanço divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta sexta-feira (3).

Foram comercializados 3.767.254 veículos, contra 3.801.859 de 2012. Nos últimos anos, a indústria automobilística brasileira vinha batendo recordes seguidos de vendas. A produção, por outro lado, registrou marca histórica ainda em novembro, conforme anunciou a associação das montadoras, a Anfavea.

"Certa limitação de crédito para carros, forte limitação de crédito para motos e endividamento das famílias fizeram as vendas caírem", explica Alarico Assumpção Jr., presidente executivo da Fenabrave. O último mês do ano foi também o derradeiro com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) com taxas menores para carros - as alíquotas subiram na última quarta (1º). Mas a corrida às lojas não evitou o resultado negativo no acumulado do ano. Por segmento As vendas de automóveis e comerciais leves em 2013 tiveram queda de 1,61% em relação a 2012. Foram emplacados 3.575.935 milhões. O ano foi melhor para os caminhões, cuja venda teve alta de 13,02%, compensando um 2012 negativo em virtude da antecipação de compras das empresas para escapar da exigência de motores com menos emissão, que passou a valer naquele ano. Foram emplacados 155.691 unidades. As vendas de ônibus subiram 20,58% no ano passado, com um total de 35.628 emplacamentos. O segmento de motos, contado à parte, registrou nova queda, de 7,44% na comparação com 2012, com a venda de 1.515.689 unidades. Gol lidera, mas 2014 promete briga O carro mais vendido no Brasil foi o Volkswagen Gol pelo 27º ano. Em 2013 foram emplacadas 255.057 unidades do modelo. A Fenabrave considera nessa conta tanto a geração atual (Novo Gol) quanto a anterior (G4), que deverá ser aposentada em 2014 por não cumprir a exigência de airbag e freios ABS, o que poderá fazer com que a briga pela liderança se torne mais acirrada. O mesmo ocorre com o Fiat Uno, que encerrou o ano novamente como vice-líder nas vendas, com 184.362 unidades, considerando tanto o Novo Uno quanto o Mille, que sai de linha com a edição especial Grazie Mille. G1

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Clipping Vendas de veículos novos no Brasil caem em 2013 MATO GROSSO NOTÍCIAS - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Vendas de veículos novos no Brasil caem em 2013

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Ano passado foram vendidas 3,767 milhões de unidades, 0,9% a menos que em 2012

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As vendas de veículos novos no Brasil,

Timão e Fla podem fazer amistoso na Arena Pantanal em março

que incluem carros, comerciais leves, Dilma ignora críticas de Blatter e afirma que 'mundo confia no Brasil'

ônibus e caminhões, caíram 0,91% em 2013 sobre 2012, a 3,767 milhões de unidades, interrompendo seis anos de altas

consecutivas,

informou

nesta

VÍDEOS

sexta-feira a associação que representa Beira-Rio chega a 97% de conclusão dos trabalhos de modernização

as concessionárias, Fenabrave. Em dezembro somente, as vendas recuaram 1,51% sobre igual mês de 2012. Em relação a novembro, houve avanço de 16,81%, a 353,86 mil unidades.

Bruxo mexicano prevê corte de estádio e Brasil hexacampeão

O resultado veio abaixo das estimativas da entidade, que começou 2013 prevendo

AL quer criar a Lei da Eficiência Pública

um crescimento de 3,48% para as vendas gerais de veículos, abaixo do avanço de 4,65% mostrado no ano anterior. Fatores como a elevação dos juros e diminuição das expectativas para o aumento do PIB fizeram a Fenabrave ajustar a previsão de alta anual para 1,53% em agosto. Mesmo com a prorrogação do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados ano, o segmento de carros e comerciais leves, isoladamente, viu as vendas caírem

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1,61% no ano, a 3,575 milhões de unidades.

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(IPI) até o fim de dezembro dando apelo extra ao consumo nos últimos meses do

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Por outro lado, a comercialização de caminhões e ônibus novos ajudou a diminuir a queda geral. Enquanto as vendas de caminhões subiram 13,02% em 2013, a 155,7 mil unidades, as de ônibus cresceram 20,58%, somando 35,6 mil unidades.

Sim, pois é uma forma de democratização Não, pois a norma é inconstitucional

A Fiat encerrou o ano na liderança do mercado de carros e comerciais leves. No acumulado de 2013, foram 762,95 mil veículos vendidos pela montadora italiana, apontou a Fenabrave, correspondentes a uma fatia de 21,34% do mercado. A Volkswagen apareceu atrás, com participação de 18,64% e vendas de 666,7 mil

OPINIÃO

unidades. Em terceiro lugar, ficou a norte-americana General Motors, com fatia de

Luana Piovani causa polêmica na web

18,17%, e 649,73 mil veículos vendidos.

Onofre Ribeiro Logística e planejamento

A Ford terminou o ano com participação de 9,37% e vendas de 335,02 mil

Na verdade, nunca se planejou nada. Nem no governo federal, nem no governo

unidades. A empresa foi seguida pela Renault, com fatia de 6,61% e 236,34 mil licenciamentos, e pela Hyundai, com 5,95% do mercado e vendas de 212,9 mil unidades. estadual


Clipping Gol foi o carro mais vendido em 2013; veja lista dos 10 mais DOURADOS AGORA - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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03/01/2014 15h43 - Atualizado em 03/01/2014 15h43

Gol foi o carro mais vendido em 2013; veja lista dos 10 mais G1

O Gol foi carro mais vendido no Brasil em 2013, o 27º ano de liderança do modelo. Foram emplacadas 255.057 unidades, segundo divulgou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta sexta-feira (3). A entidade considera nessa conta tanto a geração atual (Novo Gol) quanto a anterior (G4), que deverá ser aposentada em 2014 por não cumprir a exigência de airbag e freios ABS, o que poderá fazer com que a briga pela liderança se torne mais acirrada. O mesmo ocorre com o Fiat Uno, que encerrou o ano novamente como vice-líder nas vendas, com 184.362 unidades, considerando tanto o Novo Uno quanto o Mille, que sai de linha com a edição especial Grazie Mille. Em relação a 2012, Chevrolet Onix e Hyundai HB20 são as novidades do top 10 de carros. Saíram Chevrolet Celta e o Chevrolet Classic. Entre motos, a Honda CG 150 também repetiu a liderança dos últimos anos -em 2013 ela chegou a uma nova geração, assim como a CG 125, que perdeu no ano passado a vice-liderança nas vendas para a Honda Biz.


Clipping Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 JORNAL DO COMÉRCIO (RS) - WEB - WEB - 03/01/2014

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Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos, uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. Entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades. Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


Clipping Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 A TARDE - WEB - WEB - 03/01/2014

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Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 Beatriz Bulla | Agência Estado Tags:

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Gol, o veículo de entrada da Volksw agen, teve 255.057 unidades emplacadas em 2013 no Brasil

Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos, uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. Entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades.


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Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com

03/01/2014 | Comentários(0)

Confira a relação dos carros e motos mais vendidos em 2013

122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o

HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


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Autom óveis | 03/01/2014 16:58

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Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas Mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014 Marli Moreira, da

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Carros em concessionária: procura por automóveis pode ficar estável, mostra estudo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores

São Paulo - O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor.

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06/01/2014 | Samsung se prepara para ano mais fraco para smartphones 06/01/2014 | Fiat mostra último exemplar produzido do Mille 06/01/2014 | Microsoft vendeu mais de 3 milhões de Xbox One em 2013

caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico

de Assumpção Júnior. “Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%. O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.


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Terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Economia 03/01 às 16h58

Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas

O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico de Assumpção Júnior. “Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%. O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.

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Clipping Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave JORNAL DO COMMERCIO RECIFE - WEB - WEB - 03/01/2014

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Venda de veículos automotores cai em 2013, diz Fenabrave A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior Publicado em 03/01/2014, às 15h31

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As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). PALAVRAS-CHAVE

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Clipping Fenabrave faz previsão de que 2014 como ano mais difícil para vendas CORREIO BRAZILIENSE - WEB - WEB - 03/01/2014

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Fenabrave faz previsão de que 2014 como ano mais difícil para vendas As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar Agência Brasil Publicação: 03/01/2014 16:46 Atualização: São Paulo - O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico de Assumpção Júnior. “Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. Leia mais notícias em Economia

Saiba mais... Vendas nas lojas de shopping centers crescem 5% na época de Natal Venda de veículos automotores cai 2,29% em 2013, diz Fenabrave Número de veículos vendidos em

De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%.

setembro caiu 6,57%, diz Fenabrave O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.

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FIAT LIDERA E GOL SEGUE COMO MAIS VENDIDO EM 2013 A MONTADORA ITALIANA FECHOU O ANO COM 21,24% DE PARTICIPAÇÃO

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Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação GOL, DA V OLKSWAGEN (FOTO: EDITORA GLOBO)

Nacional da Distribuição de Veículos Automotores

(Fenabrave). Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos, uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. S A IB A M A I S

Entre os modelos de automóveis, o campeão de

Fenabrave: vendas de automóveis recuaram 1,61% em 2013

emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o

Vendas da Ford e Chrysler crescem em dezembro, mas GM tem queda de 6%

unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o

veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades.

Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas.


Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


Clipping Fenabrave não prevê fechamento de lojas e demissões em 2014 UOL - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Fenabrave não prevê fechamento de lojas e demissões em 2014 03/01/2014

15h42

A Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos, espera um ano de pouco crescimento (0,29%) ou até queda de vendas em 2014, mas acredita que o setor não terá fechamento de lojas e demissão de funcionários. Alarico Assumpção Júnior, presidente-executivo da Fenabrave, disse as fábricas brasileiras de veículos estão atualmente com estoques de 35 dias, que não é um número desconfortável e é inferior ao nível de 40 dias que chegou a atingir em meses anteriores. "Houve uma diminuição com feiras, vendas diretas e no varejo pela rede de distribuição", afirmou. Segundo ele, as fábricas poderão fazer feirões e promoções para ter um volume maior de vendas no primeiro trimestre do ano, o que poderá favorecer o setor. Ele comentou ainda que os 35 dias de estoques significam que os automóveis ainda poderão ser vendidos com Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) neste mês. Assumpção disse que no segmento de caminhões, ônibus, implementos rodoviários e outros veículos usados no setor agrícola, as perspectivas são bastante positivas para este ano. "Os concessionários atravessarão o ano de maneira confortável", disse. O presidente executivo da Fenabrave afirmou também que a entidade vem pedindo ao governo alíquotas de impostos mais baixas para o setor. A diretora da consultoria MB Associados, Tereza Fernandez, que assessora a Fenabrave, disse que em uma análise mais ampla considera que preocupante o enfraquecimento do varejo no país. Após um Natal mais fraco em vendas na economia brasileira, as empresas devem ter ficado com estoques, afirmou. "O ano tende a começar não tão forte como pensávamos. Isso poderá ter um impacto no setor de distribuição automotiva", disse. Em contrapartida, ela avalia que o país terá mais oportunidades de empregos em serviços por causa da Copa do Mundo. Ela disse ainda que os leilões de concessões de rodovias e aeroportos realizados no país podem ajudar indiretamente o setor automotivo uma vez que devem impulsionar investimentos. Na projeção da consultoria, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai crescer ao redor de 2% neste ano. Para o setor automotivo, a Fenabrave ainda espera um crescimento médio de 3% ao ano nas vendas nos próximos dez anos. Em relação à lei que exige freio ABS e airbag nos veículos, o presidente-executivo da entidade afirmou que o impacto no setor será pequeno. Segundo ele, nas contas das montadoras, quando o custo dos dois itens é somado ao financiamento dos veículos, o aumento é pequeno nas parcelas pagas pelo consumidor. Um preço de R$ 1.500 para airbag e freio ABS, por exemplo, elevaria em R$ 42 a mensalidade de um

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Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 03 de janeiro de 2014 | 16h 12

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SÃO PAULO - Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). NOTÍCIAS RELACIONADAS

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Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


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Gol: entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, veículo de entrada da Volkswagen

São Paulo - Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos,


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uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. Entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades.

Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


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Unidade da Refinaria Duque de Caxias deve retomar produção até dia 10 8h20 Nacional

São Paulo - O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico de Assumpção Júnior.

Incêndio atinge escola no Rio 8h08 Internacional

Incêndio destrói embaixada da Venezuela em Basseterre 7h30 Internacional

Equador reduziu homicídios e aumentou apreensão de droga em 2013 6h46 Internacional

“Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%. O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.

Conferência de Paz sobre a Síria deve discutir futuro sem Assad

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MEC divulga resultado do Enem 2013 22h35 Nacional

Governo inicia desintrusão de não índios de terra indígena no Maranhão 21h43 Nacional

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Clipping Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves... Compartilhar

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Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos, uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. Entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades.

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Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.

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Clipping Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 YAHOO - WEB - WEB - 03/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Fiat lidera e Gol segue como mais vendido em 2013 Por Beatriz Bulla | Estadão Conteúdo – sex, 3 de jan de 2014

Com 762,95 mil veículos e 21,24% de participação, a Fiat liderou os emplacamentos de veículos e comerciais leves no ano de 2013 no Brasil, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na sequência, vêm a Volkswagen, com 666,7 mil emplacamentos no acumulado do ano passado e 18,64% de participação, e a General Motors, com 649,7 mil emplacamentos e 18,17% de participação no resultado das vendas de automóveis e comerciais leves. Em quarto lugar, vem a Ford, com 335 mil emplacamentos, uma participação de 9,37%. Na quinta colocação, com 236,3 mil e participação de 6,61%, aparece a Renault. Entre os modelos de automóveis, o campeão de emplacamentos durante o ano passado foi o Gol, o veículo de entrada da Volkswagen, com 255.057 unidades emplacadas em 2013. Bem atrás, vêm o Uno, da Fiat, com 184.362 emplacamentos em 2013, e o Palio, também da Fiat, com 177.014 unidades. Já entre os comerciais leves, a Fiat tem o modelo que figura no topo do ranking, o Strada, com 122.904 emplacamentos. Na sequência, vêm a Saveiro, da Volkswagen, com 72.370 unidades emplacadas, e a Ecosport, da Ford, com 66.097 unidades vendidas. Lançados no final de 2012, o Ônix, da GM, e o HB20, da Hyundai, entraram para a lista dos mais vendidos, em sétimo e oitavo lugares, respectivamente. Entre as motos, no acumulado do ano, a Honda teve a maior participação (80,77%), com 1,224 milhão de emplacamentos.


Clipping Nissan inaugura fábrica de motor no Rio JORNAL DE LONDRINA - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Nissan inaugura fábrica de motor no Rio Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba 06/01/2014 | 17:01 Folhapress

Em uma estratégia para reforçar a sua presença no Brasil, a Nissan anunciou nesta segunda-feira (6) a construção de uma fábrica de motores em Resende, no Rio, com investimentos de R$ 140 milhões. Apesar da queda geral do setor nas vendas de carros de passeio e comerciais leves em 2013, a primeira desde 2003, o presidente mundial da Nissan, Carlos Ghosn, afirma que o potencial do mercado brasileiro está intacto. "Sempre que tem uma queda de mercado há uma preocupação, isso é normal. Mas a nossa conclusão é que trata-se de algo provisório", disse. Segundo ele, análises sobre o mercado brasileiro apontam que em 2014 deve ocorrer um crescimento moderado dessa indústria. A empresa ainda não fechou as suas projeções oficiais. O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a Fenabrave (entidade das concessionárias), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Queremos chegar a 5% em 2016", afirmou. Para Ghosn, o país tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do Brasil "ainda é muito baixa". Fábrica de motor A unidade, que será integrada à fábrica de veículos que a empresa japonesa está construindo na cidade fluminense, terá capacidade de produzir até 200 mil motores por ano, informou Ghosn. A inauguração está prevista para o primeiro semestre deste ano, quando a fábrica de veículos também deve entrar em atividade. Serão feitos o Nissan March e Nissan Versa no local. Entre a fábrica de veículos e a de motores, o investimento total será de R$ 2,6 bilhões, com recursos próprios. Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), onde é feita a picape Frontier. Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os veículos produzidos pela empresa no Brasil. Com a produção, a Nissan busca atender às exigências de nacionalização.


Clipping Nissan inaugura fábrica de motor no Rio GAZETA DO POVO - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Nissan inaugura fábrica de motor no Rio At ual ment e,aNi s sanc ompar t i l haumaf ábr i cacom aRenaul tem SãoJ osédosPi nhai s,naRegi ãoMet r opol i t anadeCur i t i ba 06/01/2014 | 17:01 | FOLHAPRESS

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Coment ár i o( 0) Em umaes t r at égi apar ar ef or ç aras uapr es enç anoBr as i l ,aNissan anun ci ounest asegun daf ei r a( 6)a c onst r u çãodeu maf ábr i cademot or esem Resen de,n oRi o,c om i n v es t i ment osdeR$140mi l h ões .Apesarda qu edager al doset ornasv endasdec ar r osdepass ei oecomer ci ai sl ev esem 2013, apr i mei r adesde2003,o pr esi den t emundi al daNi ssan , Carlos Ghosn, af i r maqueopot en ci al domer cadobr as i l ei r oes t ái nt ac t o. " Sempr equet em umaqu edademer cadoh áumapr eoc upaç ão,i s soénor mal .Masanoss aconc l us ãoéque t r at as edeal gopr ov i s ór i o" ,di ss e. Segundoel e, anál i sessobr eomer c adobr as i l ei r oapon t am qu eem 2014dev eocor r eru m cr esc i ment omoder ado des sai ndús t r i a. Aempr es aai n danãof ech ouass uaspr oj eçõesof i c i ai s. Oex ecut i v oaf i r mouqu eoBr asi l éu m mer cadoest r at égi c opar aaNi ss an.Deac or docom aFen abr av e( en t i dade dasc oncessi on ár i as) , aempr es at i nh a2, 2% depar t i ci paçãonoBr as i l em 2013. " Qu er emoschegara5% em 2016" , af i r mou . Par aGhos n,opaí st em u m gr an depot en c i al , umav ezqueat ax ademot or i z açãodoBr asi l " ai nda émui t obai x a" . Fábrica de motor Au ni dade, qu eser ái nt egr adaàf ábr i c adev eí c u l osqu eaempr es aj aponesaest ácons t r ui ndonaci dade f l umi nens e,t er ác apaci dadedepr odu z i rat é200mi l mot or esporano,i nf or mouGhosn . Ai nau gu r açãoest ápr ev i st apar aopr i mei r os emest r edest eano,quan doaf ábr i c adev eí c ul ost ambém dev e en t r arem at i v i dade. Ser ãof ei t osoNi s s anMar cheNi s sanVer sanol ocal . En t r eaf ábr i cadev eí cu l oseade mot or es, oi n v es t i men t ot ot al ser ádeR$2, 6bi l h ões ,c om r ecur sospr ópr i os. At u al men t e,aNi ss ancompar t i l h au maf ábr i c ac om aRen au l t em São José dos Pinhais,n aRegi ão Met r opol i t anadeCur i t i ba( RMC) ,on deéf ei t aapi c apeFr ont i er . I n i c i al ment e, ser ãopr oduz i dosmot or es1. 616Vf l ex f u el , com 111c av al osdepot ên ci a,quei r ãoequi paros v eí cu l ospr oduz i dospel aempr esan oBr asi l . Com apr odu ç ão,aNi s sanbusc aat en deràsex i gênci asde n aci onal i z ação. I mpr i mi r Comun i queer r os Env i eporemai l Fal econosco COMENTÁRI OS( 0) COMUNI DADE

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Clipping Nissan anuncia fábrica de motor no Rio e vê queda nas vendas como algo provisório FOLHA DE S.PAULO ONLINE - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Diversos anos, a partir 06/01/2014 - 15h18

Nissan anuncia fábrica de motor no Rio e vê queda nas vendas como algo provisório

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MARIANA SALLOWICZ ENVIADA ESPECIAL A RESENDE (RJ) 0

Em uma estratégia para reforçar a sua presença no Brasil, a Nissan anunciou nesta segunda-feira (6) a construção de uma fábrica de motores em Resende, no Rio, com investimentos de R$ 140 milhões.

Equipe seu carro, a pa R$ 18,67

Apesar da queda nas vendas de carros de passeio e comerciais leves do setor em 2013, a primeira desde 2003, o presidente mundial da Nissan, Carlos Ghosn, afirma que o potencial do mercado brasileiro está intacto.

Home Theater

Caminhões VW

"Sempre que tem uma queda de mercado há uma preocupação, isso é normal. Mas a nossa conclusão é que trata-se de algo provisório", disse. Segundo ele, análises sobre o mercado brasileiro apontam que em 2014 deve ocorrer um crescimento moderado dessa indústria. A empresa ainda não fechou as suas projeções oficiais. O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a Fenabrave (entidade das concessionárias), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Nosso objetivo em 2016 é de ficar com mais de 5%", afirmou. Para Ghosn, o país tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do brasileiro "ainda é muito baixa". FÁBRICA DE MOTOR A unidade, que será integrada à fábrica de veículos que a empresa japonesa está construindo na cidade fluminense, terá capacidade de produzir até 200 mil motores por ano, informou Ghosn. A inauguração está prevista para o primeiro semestre deste ano, quando a fábrica de veículos também deve entrar em atividade. Serão feitos o Nissan March e Nissan Versa no local. Entre a fábrica de veículos e a de motores, o investimento total será de R$ 2,6 bilhões, com recursos próprios. A empresa, diz Ghosn, não recorreu ao BNDES porque tinha recursos em caixa e quis dar agilidade ao processo de construção. "Caixa não é um problema da empresa, isso não significa que dinheiro competitivo não é importante. Mas a arbitragem aqui foi feita entre rapidez e custo". Atualmente, há 1.500 funcionários em treinamento na fábrica. O total de trabalhadores chegará a 2.000 ao final do ano. O setor de motores tem 200 empregados.

C onheç a a linha c ompleta de c aminhões V W

1. Coletivo espanhol de arquitetos usa "lixo" para recuperar espaços públicos 2. Novo conceito da Ford utiliza luz solar para recarregar motor elétrico 3. Toyota anuncia carro movido a hidrogênio para 2015

5. Empresas investem em shopping e hotel no RS

Recanto do Teixeira V erão A ll I nc lus ive, 2 kids free parque aquátic o

ÍNDICE

1. Prazo impede operação de aéreas estrangeiras no Brasil nesta Copa 2. Começa temporada de liquidações em SP

Câmera Digital Sony a partir de 1 0 X R$ 3 1 ,9 0 .

3. Otimismo de empresa brasileira sofre a maior redução em 2013 4. Presidente-executivo bonito estimula ações de companhia, indica estudo 5. Alternativa do governo para Copa é inviável, dizem aéreas estrangeiras

Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, onde é feita a picape Frontier.

1. Inflação pode afetar desemprego em 2014 2. Dilma deve encerrar mandato sem entregar ferrovias estratégicas ÍNDICE

p. A repórter MARIANA SALLOWICZ viajou a convite da Nissan.

1. BNDES volta a favorecer o grupo frigorífico Marfrig

+ LIVRARIA

2. Colômbia cresce porque mantém regras do jogo, diz ministro da Fazenda

Técnica teatral aprimora potencial de vendas Kim Jong-il mandou executar políticos que decretaram reformas monetárias 'irrealistas' Dinheiro é o 2º maior motivo de separação no mundo, diz livro Em meio a chefes incompetentes e tarefas inúteis, Dilbert ganha nova coletânea Ex-gente do FBI ensina como decodificar o pôquer em livro

Fevereiro C arnaval no interior. A proveite!

4. Venda de tratores e colheitadeiras bate recorde em 2013

O presidente disse ainda que a decisão de construir a fábrica ocorreu há alguns anos, mas seria mantida caso tivesse que ser feita hoje. "A decisão de fazer uma fábrica leva em conta não [o cenário] de um, dois, três anos, mas talvez dos próximos 20 anos. Não temos nenhuma dúvida de que o mercado brasileiro vai continuar a evoluir".

Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os veículos produzidos pela empresa no Brasil. Com a produção, a Nissan busca atender às exigências de nacionalização.

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Clipping Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas de automotores DCI ONLINE - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Finanças 03/01/2014 - 17h06

Fenabrave prevê 2014 como ano mais difícil para vendas de automotores SÃO PAULO - Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014... Agência Brasil SÃO PAULO - O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. As projeções levam em conta dois cenários: um com base no bom desempenho da economia e outro no qual se avalia o risco de maior volatilidade na cotação do dólar e a necessidade de medidas rígidas do governo para manter a inflação sob controle, conforme informou o presidente executivo da Fenabrave, Alarico de Assumpção Júnior. “Teremos mais dificuldades para a venda de automóveis e comerciais leves”, prevê ele, ao destacar que 2014 será um ano atípico com menos dias úteis, Copa do Mundo e eleições. Apesar do recuo nas vendas em 2013, ele classificou como “bom” o desempenho, lembrando que o resultado vem de uma base de forte crescimento e que o escoamento de mais de 3,5 milhões de unidades é algo que “chega a ser invejável”. De acordo com o dirigente, a maior restrição ao crédito e o endividamento das famílias influenciaram nas vendas. Entre os segmentos que sofreram com a falta de dinheiro está o de motocicletas, cuja demanda fechou o ano em baixa de 7,44%. Incluindo todos os tipos de veículos, inclusive os implementos rodoviários, as concessionárias reduziram as vendas em 2,29%. O executivo acrescentou que, no caso dos comerciais leves e dos ônibus, foram registrados recordes de crescimento. Os comerciais leves tiveram expansão de 3,57% com mais de 820 mil unidades emplacadas, o que é atribuído ao vigor das atividades do agronegócio. As vendas de ônibus cresceram 20,58%, em parte como consequência dos investimentos no transporte das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.


Clipping Diário matinal MONITOR MERCANTIL ONLINE - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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OPINIÃO D O ANALISTA

Diário matinal 06/01/2014 - 16:04:57 Share Share Mercado manteve as projeções para as principais variáveis econômicas para este ano praticamente inalteradas

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Mais Notícias INTERNACIONAL 06/01/2014 - 16:17:39

Bolívia assume amanhã presidência do G-77 CONJUNTURA 06/01/2014 - 16:14:56

Saúde libera recursos para Rede de Urgência e Emergência da capital paulista Na última semana do ano passado, o mercado praticamente não alterou suas projeções para as principais variáveis macroeconômicas, conforme apontado pelo Relatório Focus - divulgado hoje pelo Banco Central, com estimativas coletadas até o dia 3 de janeiro. De forma geral, as projeções para este ano, na comparação com o ano passado, continuaram apontando para uma leve desaceleração do PIB, pequena aceleração da inflação, encerramento do ciclo de alta da Selic com elevação adicional de 50 bps e depreciação da taxa de câmbio. A mediana das expectativas para o IPCA de 2013 subiu de 5,73% para 5,74%, e para 2014, houve discreta revisão para baixo: de 5,98% para 5,97%. As estimativas de crescimento do PIB para 2013 e 2014 recuaram de 2,30% para 2,28% e de 2,00% para 1,95%, respectivamente. Por fim, para o final de 2014, a mediana das projeções para a taxa Selic ficou estável em 10,50% e, para a taxa de câmbio, as estimativas seguiram inalteradas em R$/US$ 2,45. . DESTAQUES DA SEMANA

Na agenda desta semana, a aceleração do IPCA de dezembro e a queda da produção industrial de novembro serão importantes para a calibragem das próximas decisões do BC A agenda doméstica desta semana contará com os resultados do IPCA de dezembro (e do fechamento de 2013) e da produção industrial de novembro, que serão relevantes para a definição dos próximos passos da política monetária no Brasil, após o relatório de inflação, divulgado em dezembro passado, reforçar a proximidade do fim do atual ciclo de alta da Selic. Entre os indicadores de inflação, referentes a dezembro, destacamos i) o IGP-DI na quarta-feira, que deve acelerar para 0,65%, por conta de preços agropecuários e pelo impacto dos reajustes de inflação, e ii) o IPCA na sexta, para o qual projetamos elevação de 0,84%, que também deve acelerar respondendo à maior pressão de alimentos, gasolina e recreação. Entre os dados de atividade, conheceremos, na quarta-feira, o resultado da produção industrial de novembro, para o qual estimamos queda de 1,5% na margem, após dois meses seguidos de alta, mantendo a trajetória volátil de recuperação da indústria doméstica. Ademais, começaremos a conhecer nesta semana os indicadores antecedentes da indústria de dezembro: a Anfavea divulgará dados de vendas e produção de veículos na terça-feira e a ABCR, o fluxo de veículos em estradas pedagiadas na sexta. . No cenário externo, além da já esperada confirmação no Senado dos EUA do nome de Janet Yellen como a nova presidente do Fed hoje, o mercado ficará atento às divulgações da ata do Fomc, na quarta-feira, e da variação na folha de pagamentos e da taxa de desemprego dos EUA de dezembro, na próxima sexta. Na Europa, destacamos a reunião do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra na quinta-feira. Além disso, os indicadores de atividade da Área do Euro devem confirmar a retomada da atividade na região, como as vendas no varejo de novembro, na quarta, e o índice de sentimento econômico e confiança do consumidor de dezembro, na quinta-feira. Finalmente, ainda sem data definida, na China, conheceremos os dados de balança comercial, inflação e crédito, referentes a dezembro. . ATIVIDADE

Fenabrave: vendas de automóveis e comerciais leves registraram queda, ao passo que as de veículos pesados avançaram em 2013 As vendas de veículos leves somaram 3,575 milhões de unidades em 2013, recuando 1,6% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados na última sexta-feira pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Na mesma base de comparação, as vendas de veículos pesados totalizaram 191,3 mil unidades, avançando 14,4% ante 2012. Já as vendas de motocicletas caíram 7,4%, somando 1,515 milhão de unidades no ano. Especificamente em dezembro as vendas de autos e leves caíram 2,3% na comparação interanual, enquanto que as vendas de caminhões e ônibus subiram 15,1%. Na comparação com o mês anterior, as vendas de autos e leves cresceram 2,7% descontados os efeitos sazonais e as vendas de veículos pesados subiram 5,7%. Para 2014, não

INTERNACIONAL 06/01/2014 - 16:11:33

Cúpula do Mercosul é adiada para 31 de janeiro


esperamos expansão significativa como resultado dos seguintes fatores: (i) menor ritmo de renovação e ampliação da frota de caminhões e de ônibus; (ii) retirada gradual dos estímulos como o IPI de veículos leves e elevação da taxa de financiamento via PSI de 4% para 6%; (iii) elevado crescimento acumulado nos últimos anos, o que impõe alguma acomodação daqui para frente e (iv) restrição da Argentina às importações de carros visando a proteção da indústria local. Nesse sentido, esperamos desaceleração das vendas de caminhões e ônibus de uma taxa de crescimento para 2,5% e 2,0% em 2014, respectivamente. Para os veículos leves estimamos expansão de 1,5% em 2014. . INFLAÇÃO

Fipe: índice mostrou elevação de 3,88% no fechamento de 2013 O índice de preços ao consumidor, válido para a cidade de São Paulo, encerrou 2013 com elevação de 3,88%, conforme divulgado pela Fipe nesta manhã. Com isso, houve desaceleração em relação a 2012, quando a alta chegou a 5,10%. Dentre os grupos que fazem parte do IPC, o que apresentou a maior alta no acumulado do ano foi Saúde (7,07%), seguido por Despesas Pessoais (5,58%), Alimentação (5,42%), Transporte (2,33%) e Habitação (1,96%). Especificamente em dezembro, o IPC subiu 0,65%, acelerando em relação a novembro (0,46%), ficando ligeiramente abaixo da nossa expectativa de variação positiva de 0,67% e acima da mediana do mercado (0,60%). A inflação no grupo Transportes registrou a maior aceleração na comparação mensal, refletindo o reajuste dos combustíveis anunciado no inicio de dezembro (alta de 0,90% em dezembro, de deflação de 0,02% em novembro). Para 2014, esperamos que o índice da Fipe acelere para alta de 5,77%, mesma variação esperada para o IPCA neste ano. . FISCAL

Fazenda: governo central cumpriu a meta de superávit primário O superávit primário do governo central - considerando os resultados do Governo Federal, Previdência e Banco Central - chegou a R$ 14,0 bilhões em dezembro, segundo prévia divulgada pelo ministro da Fazenda, Guido M antega, na última sexta-feira. Tal resultado representa uma poupança de R$ 76 bilhões antes do pagamento de juros. Com isso, mais do que se cumpre a meta estabelecida de R$ 73,0 bilhões para o ano passado. M esmo assim, como os governos regionais (estados e municípios) não deverão cumprir a meta estabelecida para eles, acreditamos que o resultado para o setor público deve fechar 2013 em 1,9% do PIB, abaixo da meta estabelecida de 2,3% do PIB. Para 2014, avaliamos que o superávit primário tende a se manter em nível próximo ao atual, em torno de 1,5% do PIB. Nas receitas, deveremos observar a reversão de algumas medidas fiscais temporárias, como no caso do IPI sobre bens duráveis, o que tende a beneficiar a arrecadação. Não acreditamos que haverá, contudo, arrecadação que possa se equiparar aos recursos, obtidos em 2013, do Refis e do campo de Libra. Do lado das despesas, a rigidez do orçamento deverá manter os principais gastos em expansão apenas ligeiramente abaixo do verificado nos últimos 12 meses. De todo modo, o cenário para a política fiscal em 2014 deverá ficar mais claro ao longo do início deste ano, quando será realizada a reprogramação orçamentária. . INTERNACIONAL

Área do Euro: leitura final do PMI de dezembro confirma tendência de arrefecimento do setor de serviços e recuperação sustentada da indústria O resultado final do índice PM I composto da Área do Euro em dezembro não sofreu alteração em relação à leitura preliminar (52,1 pontos). A alta em relação ao mês anterior (51,7 pontos) decorreu do recuo do índice para o setor de serviços (de 51,2 para 51 pontos), compensado pelo avanço do indicador da indústria de transformação (de 51,6 para 51,7 pontos). Os componentes prospectivos de ambos os setores (relação entre novas encomendas e estoques e expectativas dos negócios) exibiram melhora em relação a novembro, sugerindo continuidade do avanço do PM I composto nos meses à frente. Entre os países do bloco, Alemanha e França registraram quedas de 0,4 e 0,7 pontos no mês, respectivamente. Por outro lado, Itália e Espanha apontaram avanço. De modo geral, o resultado final de dezembro aponta crescimento de 0,2% do PIB europeu no quarto trimestre, em linha com nossa projeção, o que resultaria em queda de 0,4% do PIB em 2013. . Tendências de mercado O mercado acionário asiático encerrou o pregão desta segunda-feira em queda. No Japão, a bolsa abriu pela primeira vez no ano e foi impulsionada de forma negativa pelo fortalecimento do iene ante o dólar e pelos resultados da economia na China menos favoráveis, conhecidos na última semana. No mesmo sentido, com a esperada reabertura do mercado de oferta pública de empresas na bolsa chinesa, o índice de Xangai registrou queda, capturando a expectativa de um possível excesso de novos IPOs logo no começo do ano. Na Europa, o resultado abaixo do esperado apontado pelo índice PM I de serviços da Alemanha e da França puxou as bolsas para baixo. O índice futuro S&P permanece praticamente estável frente ao fechamento de sexta-feira. A bolsa brasileira deve acompanhar o movimento externo de queda e abrir no terreno negativo. .


O dólar perde valor para o euro e o iene, mas mantém a trajetória de fortalecimento frente às demais moedas. Entre as commodities, o preço do petróleo voltou a subir, recuperando parte das perdas da última semana. O cobre, por sua vez, é cotado em baixa seguindo a piora das perspectivas com a economia chinesa. O mercado doméstico de juros futuros deve seguir a tendência do mercado externo, dada pelo fechamento das treasuries, na ausência de divulgação de indicadores relevantes no Brasil.

Octavio de Barros Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos - Bradesco Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

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Clipping Motos: segmento recua pelo segundo ano seguido MÁRIO CURCIO, AB AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


06/01/2014 | 15h30

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Duas Rodas

Motos: participação da Honda chega a 80,77% Líder de vendas e também a Yamaha tiraram mercado de fabricantes como Suzuki e Dafra MÁRIO C URC IO, AB De 2012 para 2013, a participação da Honda no mercado brasileiro de motos passou de 79,64% para 80,77%, apesar de os emplacamentos da fabricante terem recuado de 1,3 milhão para 1,22 milhão de unidades. A participação da Yamaha também cresceu, de 10,5% para 10,92% no mesmo período, embora suas vendas tenham recuado de 172 mil para 165 mil motocicletas. Em movimento oposto, a terceira e quarta colocadas acabaram perdendo mercado. De 2012 para 2013, a participação da Suzuki caiu de 2,11% para 1,79% e a da Dafra, de 2,05% para 1,69%. C om 0,71% dos emplacamentos em 2013, a Shineray foi a quinta colocada. Um ano antes esse posto era ocupado pela Kasinski, que caiu duas posições. As cinco motos mais vendidas no Brasil ostentam o logotipo Honda: C G 150 (359.074 unidades), Biz (240.195), C G 125 (200.327), Bros 150 (172.958) e Pop 100 (103.880). Em sexto lugar surge a Yamaha YBR 125, com 75.324 unidades, mas em sétimo dá-lhe Honda novamente com a C B 300R, que teve 45.618 exemplares lacrados em 2013. MARCAS DE PRESTÍGIO A retração observada no segmento como um todo, de 7,4% (leia aqui), não se aplica aos modelos de alta cilindrada. A Harley-Davidson viu suas vendas saltarem de 6.856 motos em 2012 para 7.764 em 2013, alta de 13,2%. No mesmo intervalo, os emplacamentos da BMW passaram de 7.351 para 7.599 motos, acréscimo de 3,4%. Figurando no sexto posto em vendas, a Kawasaki somou em 2013 o licenciamento de 8.985 motos, ligeiro recuo de 2,9% no confronto com o ano anterior.


Clipping Venda total de veículos sofreu retração de 0,9% em 2013 SINCOPEÇAS - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Venda total de veículos sofreu retração de 0,9% em 2013 Segundo Fenabrave, emplacamentos caíram para 3,76 milhões de leves e pesados 06/01/2014 GIOVANNA RIATO, AB As vendas de veículos decepcionaram as expectativas em 2013 e encerraram o ano em queda de 0,9%, para 3,76 milhões de unidades. Os dados do Renavam incluem os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus e foram divulgados pela Fenabrave, federação dos distribuidores do setor, na sexta-feira, 3. “Para o crescimento do PIB estimado em torno de 2,5%, o desempenho foi razoável, ficou dentro da normalidade”, garante Alarico Assumpção, diretor-executivo da entidade. Apesar disso, os números contrariam as expectativas divulgadas ao longo do ano. No início de 2013 a entidade anunciou projeção de crescimento de 3,5% nas vendas para 3,9 milhões de unidades. Esse dado foi revisado, mas ainda se manteve mais otimista. A Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, também sustentava expectativa melhor, de que o mercado interno crescesse de 1% a 2%, para até 3,88 milhões de veículos leves e pesados. SEGMENTOS Assumpção assegura que o número não preocupa. “Tivemos recorde em 2013 para comerciais leves e ônibus. O ano foi ainda o segundo melhor para automóveis, atrás apenas de 2012, e o terceiro melhor para caminhões depois de 2010 e 2011.” Os veículos comerciais seguraram a queda das vendas com bons resultados. Os negócios tiveram como incentivo condições especiais de financiamento pelo Finame PSI, que já tinha taxas determinadas desde o início do ano. As vendas de ônibus somaram 35,6 mil chassis, com alta de 20,5% sobre 2012. A entidade dos distribuidores acredita que o bom resultado foi impulsionado por uma série de compras feitas para o programa Caminho da Escola, além do crescimento da demanda por ônibus para turismo e por modelos urbanos, que atenderam as necessidades das cidades sede da Copa. A Fenabrave projeta que esse número fique estável este ano no cenário mais pessimista e, no mais otimista, cresça até 2,8%. “De qualquer maneira, se houver expansão, será sobre uma base muito alta, o que é bastante positivo para a indústria”, lembra. Os negócios no segmento de caminhões também evoluíram em 2013. As vendas chegaram a 155,6 mil unidades, com aumento de 13% na comparação com o fraco 2012. O grande motor da expansão, segundo a Fenabrave, foi a safra agrícola recorde, que aqueceu principalmente a demanda por modelos pesados. Com a perspectiva de mais uma grande safra este ano, a entidade projeta alta de 2% a 6,4% nas vendas, para até 165,6 mil caminhões. Já as vendas de veículos leves apontaram para baixo e somaram 3,57 milhões de unidades, com queda de 1,6%. O segmento de automóveis puxou a retração, com 2,75 milhões de emplacamentos, baixa de 3%. As vendas de comerciais leves avançaram 3,5%, para o recorde de 820,8 mil unidades. Segundo as projeções da Fenabrave, este número deve ficar estável em 2014, com possível alta de 0,5%. Já as vendas de automóveis tendem a seguir em queda de até 4,7%.


Clipping Os 50 carros mais vendidos em 2013 SINCOPEÇAS - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Os 50 carros mais vendidos em 2013 Pela 27° vez seguida, Gol segue líder; top 50 ainda tem ótimo desempenho do Onix e quedas bruscas de Celta e Focus 06/01/2014 O ano de 2013 pode não ter sido o melhor da história da indústria automobilística brasileira, mas os números seguem expressivos e mantém o País como um dos principais mercados do mundo. Ao todo, foram emplacados 3.767.254 automóveis de passeio e veículos comerciais leves, volume 1,6% inferior a 2012. O automóvel mais vendido, como de rotina, foi oVW Gol, que chegou ao 27° ano seguido de liderança. O restante do ranking, contudo, teve algumas mudanças, com produtos em ascensão, como o Ford Fiesta que terminou 2013 na quarta colocação. Houve também desempenhos um tanto, digamos, fenomenais. É o caso do Chevrolet Onix, que em 2013 teve 122.333 unidades emplacadas em seu primeiro “ano cheio” de vendas e já figura na 7° posição no ranking do País – o veículo foi lançado no final de 2012. A variante sedan do carro, anova geração do Prisma, também subiu de forma expressiva, saltando da 27° colocação em 2012 para 16° no ano seguinte.

divulgação 1 - VW Gol: 255.057 emplacamentos 1 / 50 Uma das competições mais ferrenhas do mercado, entre Corolla e Civic, em 2013 pendeu para o modelo da Honda (17° colocado), que superou o carro da Toyota (19° colocado) em mais de 6.000 unidades. Também foram registradas quedas vertiginosas. A maior delas foi a do Celta, que por anos figurou no top 10 de vendas. Em 2013, o compacto popular da GM foi da 5° posição para a 13°. O Agile, outro carro da Chevrolet, também teve um ano ruim e caiu da 16° colocação para 30°. A Ford também se deu mal com o Focus, que passou por um período de “entressafra” para a saída do antigo modelo e entrada da nova geração. Desta forma, o carro despencou da 36° posição para o 45° posto. Entre os utilitários, a picape Fiat Strada foi novamente o veículo mais vendido e até avançou uma posição no ranking. Depois da picape, aparecem modelos como o EcoSport, Duster e S-10. Os carros chineses mais uma vez ficaram distantes do top 50 de vendas no Brasil. O carro que chegou mais próximo foi o JAC J2, na 88° colocação com 5.592 unidades emplacadas. Ainda entre os 100 mais vendidos em 2013, aparece o J3, na 98° posição com 4.321 exemplares vendidos. *Os números de vendas de carros no Brasil são contab ilizados pela Federação Nacional dos Distrib uidores de Veículos Automotores (Fenab rave).

Fonte: http://carros.ig.com.br/noticias/os+50+carros+mais+vendidos+em+2013/7094.html


Clipping Fenabrave espera estabilidade ou queda nas vendas de veículos em 2014 SINCOPEÇAS - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Fenabrave espera estabilidade ou queda nas vendas de veículos em 2014 GIOVANNA RIATO, AB 06/01/2014 A Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos, projeta cenário instável para as vendas em 2014. Diante das incertezas acerca da economia, a entidade traçou duas expectativas para o mercado interno este ano. A primeira, mais otimista, indica desempenho praticamente estável na comparação com 2013, com emplacamento de 3,77 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, leve expansão de 0,3%. O segundo cenário sinaliza a possibilidade de que as vendas sofram contração de 3,2%, para 3,64 milhões de unidades. Com 3,76 milhões de licenciamentos, 2013 terminou com queda de 0,9% nas vendas. Tereza Maria Dias, diretora da MB Associados e responsável pelas projeções da Fenabrave, enfatiza que é difícil arriscar apenas um palpite para o desempenho do setor. “Este será um ano atípico. Temos o carnaval em março, Copa e eleições”, lembra. A economista aponta que, se o Brasil chegar à final do campeonato de futebol, o ano poderá ter até sete dias úteis a menos. “Isso sem levar em conta o impacto dos outros jogos nos negócios em cada uma das cidades sede.” Há outros fatores capazes de frear as vendas de veículos, como o endividamento das famílias, que está em torno de 65%, a maior seletividade para a liberação de crédito, e a inflação em alta, que reduz a capacidade de compra do consumidor. “Também não esperamos grande evolução do PIB, que deve crescer em torno de 2% em 2014”, estima Tereza. Segundo ela, a principal incerteza para definir os rumos da economia é o câmbio volátil. “Esta é a variável mais importante para 2014”, acredita. Apesar das dúvidas, a Fenabrave indica alguns fatores positivos que poderão estimular as vendas. A prorrogação do IPI reduzido é uma delas. O tributo, que deveria voltar a ser recolhido integralmente no início deste ano, deve continuar com desconto até 30 de junho. Alarico Assumpção, diretor-executivo da entidade, comemora ainda a prorrogação das condições de financiamento pelo Finame/PSI, com taxa de juros de 6% ao ano. “Temos também a queda da inadimplência, que tinha atingido patamares mais altos com uma safra de crédito com prazos mais longos e sem entrada concedida logo após a crise financeira de 2008”, explica. O executivo avalia como positiva também a obrigatoriedade de os veículos vendidos no Brasil serem equipados com airbags e freios ABS. Segundo ele, estes equipamentos são importantes para a segurança e não têm impacto grande no preço. “As montadoras estimam que estes itens custem por volta de R$ 1,5 mil. Seria cerca de 5% do preço de um carro de entrada. Se pensarmos em um financiamento de 36 meses, o consumidor pagaria em torno de R$ 42 por mês para ter os dispositivos”, calcula Assumpção. O executivo não demostra grande preocupação com a provável retração do mercado interno em 2014. “Se isso acontecer, será sobre uma base muito forte.” Ele lembra que as vendas de caminhões devem continuar em alta com a expectativa de uma nova grande safra agrícola. A Fenabrave aponta que podem ser vendidas no País até 165,6 mil unidades, com alta de até 6,4% sobre o resultado de 2013. Tereza, da MB Associados, defende que era insustentável que as vendas de veículos mantivessem o mesmo ritmo de expansão no Brasil. “No caso de automóveis e comerciais leves a média de crescimento foi de 10% ao ano nos últimos 10 anos.” Segundo ela, esse ritmo ficará menor, mas, no longo prazo, o crescimento não sofrerá interrupção. “Esperamos evolução média de 3% ao ano nos próximos 10 anos para modelos leves. Com isso, o mercado nacional dobrará de tamanho nesse período”, estima.


Clipping Motos: crédito continua restrito em 2014 SINCOPEÇAS - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Motos: crédito continua restrito em 2014 Vendas do segmento diminuíram 7,4% em 2013 e devem seguir em queda 06/01/2014

GIOVANNA RIATO, AB As vendas de motocicletas sofreram queda em 2013. Foram emplacadas 1,51 milhão de unidades, volume 7,4% inferior ao registrado em 2012. A Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos, indica que a retração deve continuar este ano. A expectativa da entidade é de que as vendas se mantenham estáveis ou tenham novo tombo, de até 4,5%. Os negócios são afetados pela restrição à liberação de crédito. Por isso o consórcio já responde por cerca de 45% das vendas. A Fenabrave aponta que, em dezembro, com o 13º salário, os consumidores aproveitaram para dar lances maiores. O movimento puxou as vendas para cima e os emplacamentos chegaram a 140,5 mil motocicletas, com alta de 15% sobre novembro e de 1,9% na comparação com igual mês de 2012. No acumulado do ano a região Nordeste permaneceu como o principal mercado de motocicletas do País, concentrando em torno de 40% das vendas.


Clipping Fenabrave prevê ano difícil para as vendas de veículos SINDSEG (RS) - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Fenabrave prevê ano difícil para as vendas de veículos Es crito por As s es s oria de Im prens a em 7 de janeiro de 2014 em Autom óvel, Últim as notícias - Nenhum com entário 0

Após seis anos de crescimento expressivo no emplacamento de carros, numa média de 10% ao ano, o balanço de 2013 mostra uma queda de 0,91% em relação a 2012. Para 2014, a previsão é de um crescimento baixo, em torno de 3%, que deve contabilizar entre 3.645 milhões e 3.778 milhões de veículos, nas categorias de autos, comerciais leves, caminhão e ônibus. Ainda assim, Alarico de Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave, diz que não há motivos para pessimismo. Para ele, é importante considerar que a economia praticamente patinou em 2013 e, nesse contexto, a redução do emplacamento de automóveis e comerciais leves não é alarmante. “A base de crescimento ainda é alta”. Com esse mesmo raciocínio está a consultora Tereza Fernandez, da MB Associados. “É natural que essa queda aconteça, já que um crescimento de vendas de automóveis de 10% ao ano é insustentável em qualquer lugar do mundo”, disse em coletiva da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O ano de 2014 já começa com duas novidades no setor: o retorno do IPI e a obrigatoriedade da instalação de airbags e o freio ABS. Em termos práticos esses dois fatores irão gerar um aumento de cerca de R$ 1.500,00 no preço total do carro. O presidente executivo da Fenabrave não vê esse aumento como um problema, já que será possível distribuir esse valor em 36 parcelas de R$ 42,00. “É quase um preço simbólico, tendo em vista o aumento da segurança, um bem maior”. Ainda que, segundo o executivo, o aumento do preço dos automóveis não seja alarmante, várias concessionárias contabilizaram crescimento do fluxo de clientes e vendas em dezembro, a partir do informe do retorno da alíquota do IPI. (DCI)


Clipping Nissan vai ampliar fábrica de Resende DIÁRIO DO VALE - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Nissan vai ampliar fábrica de Resende

Política

Publicado em 06/01/2014, às 19h59

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Últim a atualização em 06/01/2014, às 19h59

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Crescendo: Fábrica que está sendo construída em Resende terá também produção de motores Resende Em uma estratégia para reforçar a sua presença no Brasil, a Nissan anunciou hoje (06) a construção de uma fábrica de motores em Resende, no Rio, com investimentos de R$ 140 milhões. Apesar da queda geral do setor nas vendas de carros de passeio e comerciais leves em 2013, a primeira desde 2003, o presidente mundial da Nissan, Carlos Ghosn, afirma que o potencial do mercado brasileiro está intacto. - Sempre que tem uma queda de mercado há uma preocupação, isso é normal. Mas a nossa conclusão é que trata-se de algo provisório - disse. Segundo ele, análises sobre o mercado brasileiro apontam que em 2014 deve ocorrer um crescimento moderado dessa indústria. A empresa ainda não fechou as suas projeções oficiais. O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a Fenabrave (entidade das concessionárias), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Queremos chegar a 5% em 2016", afirmou. Para Ghosn, o país tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do Brasil "ainda é muito baixa". Fábrica de motor A unidade, que será integrada à fábrica de veículos que a empresa japonesa está construindo no Sul Fluminense, terá capacidade de produzir até 200 mil motores por ano, informou Ghosn. A inauguração está prevista para o primeiro semestre deste ano, quando a fábrica de veículos também deve entrar em atividade. Serão feitos o Nissan March e Nissan Versa no local. Entre a fábrica de veículos e a de motores, o investimento total será de R$ 2,6 bilhões, com recursos próprios. Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, onde é feita a picape Frontier. Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os veículos produzidos pela empresa no Brasil. Com a produção, a Nissan busca atender às exigências de nacionalização.

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7 comentario(s)

01

ENCOLHENDO...ENCOLHENDO....ENCOLHENDO | 07-01-2014 - 08:15h

Enquanto RESENDE só vai crescendo, Volta Redonda, a Cidade dos Shows e festas vai só encolhendo, encolhendo, encolhendo.... Até sumir.... O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem

Caminhão tomba após asfalto ceder em Resende Resende

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Clipping Nissan inaugura fábrica de motor no Rio JORNAL DO OESTE - WEB - WEB - 06/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Automóvel

Nissan inaugura fábrica de motor no Rio Da Folhapress

Publicado em: 06/01/2014 - 18:30 | Atualizado em: 06/01/2014 - 16:33

Em uma estratégia para reforçar a sua presença no Brasil, a Nissan anunciou hoje a construção de uma fábrica de motores em Resende, no Rio, com investimentos de R$ 140 milhões. Apesar da queda geral do setor nas vendas de carros de passeio e comerciais leves em 2013, a primeira desde 2003, o presidente mundial da Nissan, Carlos Ghosn, afirma que o potencial do mercado brasileiro está intacto. "Sempre que tem uma queda de mercado há uma preocupação, isso é normal. Mas a nossa conclusão é que trata-se de algo provisório", disse. Segundo ele, análises sobre o mercado brasileiro apontam que em 2014 deve ocorrer um crescimento moderado dessa indústria. A empresa ainda não fechou as suas projeções oficiais. O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a Fenabrave (entidade das concessionárias), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Queremos chegar a 5% em 2016", afirmou. Para Ghosn, o país tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do Brasil "ainda é muito baixa". Fábrica de motor A unidade, que será integrada à fábrica de veículos que a empresa japonesa está construindo na cidade fluminense, terá capacidade de produzir até 200 mil motores por ano, informou Ghosn. A inauguração está prevista para o primeiro semestre deste ano, quando a fábrica de veículos também deve entrar em atividade. Serão feitos o Nissan March e Nissan Versa no local. Entre a fábrica de veículos e a de motores, o investimento total será de R$ 2,6 bilhões, com recursos próprios. Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, onde é feita a picape Frontier. Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os veículos produzidos pela empresa no Brasil. Com a produção, a Nissan busca atender às exigências de nacionalização. 0

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Clipping Nissan anuncia para 2014 fábrica de motores no Brasil MSN NOTICIAS - WEB - WEB - 06/01/2014

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Atualizado: 06/01/2014 18:00 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Nissan anuncia para 2014 fábrica de motores no Brasil Compartilhar

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(Atualiza com mais informações). Resende (Brasil), 6 jan (EFE).- A japonesa Nissan abrirá este ano uma fábrica de motores no Brasil para dois de seus modelos de automóveis que serão produzidos aqui, anunciou nesta segunda-feira o presidente mundial da companhia, o brasileiro Carlos Ghosn. 'O Brasil é estratégico para Nissan. Além de nossa nova fábrica que funcionará já no primeiro semestre deste ano, estamos anunciando a abertura de uma fábrica de motores', disse Ghosn a jornalistas na fábrica que começará a funcionar em Resende, interior do estado do Rio de Janeiro.

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A Nissan, que fechou 2013 com 2,2% do mercado brasileiro, fabricará em Resende os modelos sedan March e Versa, projeto com um investimento de US$ 2,6 bilhões e geração de dois mil empregos diretos. Segundo Ghosn, também presidente mundial da aliança Nissan-Renault, a fábrica de motores também será instalada na cidade e terá um investimento de R$ 140 milhões. Ghosn disse à Agência Efe que 'o motor que será fabricado também abastecerá aos automóveis vendidos no Mercosul'.

A vida na disputada fronteira da Caxemira

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A abertura da fábrica inaugurada hoje, a segunda que entra em operação no país, implicará a redução das importações que atualmente são feitas da fábrica no México que atualmente abastecem o mercado nacional, explicou o executivo. 'Ninguém pode querer ampliar sua participação e depender da importação. O México ajudou a implementação no Brasil, mas agora será um complemento', esclareceu Ghosn. Com o anúncio realizado hoje, a Nissan terá três fábricas no Brasil: uma em São José dos Pinhais, no interior do Paraná, onde são fabricados os modelos Frontiere e Livina, e dois em Resende, uma dos modelos March e Versa, e a de motores.

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Os empregados da fábrica do Complexo Industrial de Resende foram capacitados no México, no Japão e na Índia. O primeiro motor que será produzido pela terceira fábrica será o de quatro cilindros em linha, 1.6 com 16 válvulas flexfuel (gasolina e álcool), de 111 cavalos de força de potência com gasolina.

retrospectiva 2013

A companhia pretende chegar a 2016 com 5% de participação no mercado brasileiro. Em 2013, Nissan caiu de 2,9% de participação do mercado para 2,2%, causada principalmente pela queda generalizada de vendas locais de 0,93%, de acordo com dados da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Ghosn afirmou que apesar da redução a decisão de investir no Brasil foi mantida, país que disse necessitar de mais infraestrutura e educação no longo prazo para ter uma taxa de crescimento superior à esperada atualmente, em torno de 2% do PIB para 2013, segundo analistas do mercado financeiro. 'Ninguém dirá que não está preocupado, mas não é medo nem algo importante, o mercado deve crescer pouco. 2014 deve ter um crescimento moderado', disse o executivo, que reafirmou a aposta nas próximas duas décadas de Nissan no país. Ghosn também apontou para um terreno empresarial que o Brasil ainda não se ligou, como o desenvolvimento do automóvel elétrico. O Brasil, segundo o presidente da companhia, será no futuro um país 'atraente para os veículos elétricos' e ecologicamente sustentável, já que a maior parte da matriz energética brasileira é hidrelétrica. EFE

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Clipping Sindicatos acusam montadoras de demitir e abrir PDVs durante isenção de IPI MIDIA NEWS - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


C uiabá, Terça-Feira, 7 de Janeiro de 2014

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ECONOMIA / DEMISSÕES NA INDÚSTRIAS 06.01.2014 | 20h45 - Atualizado em 06.01.2014 | 10h26

Ministro do Trabalho recebe sindicalistas para discutir demissões da GM nesta segundafeira (6) mas debate deve ir além do caso em São José dos Campos Divulgação

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DO IG ECONOMIA

Com o fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria automotiva, começa a despontar a insatisfação de sindicatos com a condução dos negócios das montadoras ao longo do período de desoneração. Agora, sindicalistas argumentam que ter demitido funcionários ou mantido Programas de Demissão Voluntária (PDVs) abertos enquanto as isenções fiscais estavam em vigor é impróprio.

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Sindicatos acusam montadoras de demitir e abrir PDVs durante isenção de IPI

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O estopim para as reclamações está no caso mais recente, que culminou na demissão de mais de mil funcionários da planta da GM de São José dos Campos, que fabricava a linha Classic. Depois de ouvir as explicações da GM na última sexta-feira (3), agora representantes do Governo Federal vão receber o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) para discutir demissões e Programas de Demissão Voluntária lançados durante o período em que vigoraram desonerações e acordos com o governo.

08:28

Sonífera ilha Prefeito sai em férias; VG vive abandono Garimpo Ação contra Mendes volta a ser notícia Sinistra previsão Bruxo prevê corte de uma arena da Copa Carro novo MPE gasta R$ 95 mil com caminhonete Copa do Mundo Fifa está preocupada com atrasos em obras

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A reunião com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, está marcada para às 10 horas desta segunda-feira (6). Segundo Antonio Ferreira, o Macapá, presidente do sindicato, o grupo que seguirá para Brasília fará PROJETO POLÊMICO “A distribuição do Fethab desequilibra as finanças de MT”

Você é a favor ou contra Blairo Maggi apoiar a candidatura de Pedro Taques ao Governo? A favor Contra Tanto faz

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plantão também no Palácio do Planalto para conseguir uma agenda extraordinária com a presidente Dilma Rousseff. Até o momento, a presidente não tinha horário disponível para receber os sindicalistas. Macapá pretende reverter as mais de mil demissões feitas por telegrama pela GM entre o Natal e o Ano Novo, garantir o emprego desses funcionários e cobrar os investimentos que a empresa prometeu fazer na região – que incluiam a abertura de mais 2.500 postos de trabalho e instalação de uma linha de produção de carro popular. No entanto, o debate deve ir além desse caso. “Não são só eles. A GM é a segunda empresa mais beneficiada pelos programas de desoneração do governo, só perde para a Fiat, que por sinal não está demitindo ninguém”, diz Macapá. Em maio de 2012, o governo concordou em desonerar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do setor automotivo, desde que os empregos fossem mantidos. Essa parte do acordo foi cumprida. Eram 145 mil empregos em maio de 2012 – na última medição, em novembro, esse número tinha subido para 155 mil, segundo números da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Macapá entende que os R$ 6 bilhões dos quais o governo abriu mão para beneficiar a indústria automotiva precisam retornar em forma de aquecimento econômico. Mesmo que o acordo tenha sido tecnicamente cumprido, o sindicalista avalia que o governo federal deve intervir diretamente em casos de demissões e até mesmo programas de demissão voluntária (PDV) abertos pelas montadoras. “Se juntar com os PDVs, a GM não está sozinha nessa.”

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07 de Janeiro 06H30 | MUNDO

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Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul (no ABC Paulista), conta que entre agosto e novembro foram 300 demitidos na planta da GM na cidade. “Eles são duros de negociar, não foi tranqüilo. Mas foi o que conseguimos fazer”, lamenta o sindicalista que, no entanto, acha que a questão em São José dos Campos foi “pontual”. “Nem por tabela isso vai atingir a nossa planta de São Caetano.” Ao contrário das demissões, que não deveriam acontecer enquanto durasse a desoneração, diversos PDVs estiveram abertos no final do ano. Um deles é o da Volkswagen, na planta de Taubaté (SP), que começou em novembro. Embora estivesse mirando os mais velhos de casa e próximos à aposentadoria, o PDV também estava aberto a quem mais tivesse interesse. A empresa não divulga a expectativa de adesão nem o número de funcionários que se demitiram voluntariamente. Na Ford, também em Taubaté, 290 funcionários deverão ser desligados até março deste ano, devido ao encerramento da produção do motor Rocam, fato que gerou excedente de mão de obra. Segundo o sindicato, até dezembro 230 funcionários já tinham aderido ao PDV oferecido pela montadora, mas a expectativa era de que mais 50 ou 60 temporários ainda poderiam ser demitidos.

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Veja, abaixo, os 10 setores que mais empregaram em 2013. 1. Construção civil: saldo de 207.787 vagas. Foto: Agência Brasil 1/10

Rotatividade

Cayres destaca que a rotatividade tem data marcada. “Pode reparar, logo depois da campanha salarial vem uma sequência de demissões, contratando gente com salário menor.” O presidente da Anfavea, Luiz Moan, não nega a prática, mas afirma que essa decisão cabe à estratégia de cada montadora. “A Anfavea não arbitra sobre isso”, diz. Para Cayres, esse deveria ser o principal alvo de controle do governo, já que a restrição das demissões não tem atendido aos anseios da classe. “Depois de serem beneficiados com desonerações brutais além dos programas de estímulo, como o Inovar Auto, que já vai para a segunda edição, eles não podiam nem pensar em demitir.” Futuro incerto Para o primeiro semestre, o acordo de manutenção de emprego aos níveis de 2012 está garantido. No entanto, a partir de 1º de julho, quando a alíquota do IPI volta ao valor integral de 7%, o acordo estará encerrado. Os prognósticos são pouco favoráveis ao mercado, na avaliação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que prevê, com otimismo, vendas 0,21% maiores para 2014. No entanto, Moan, da Anfavea, vê que o cenário não é de crise e que o setor não deverá restringir tanto seus custos no segundo semestre. "Honestamente, não acho que vamos assistir a demissões em massa a partir de julho. Não me parece que a situação esteja crítica a esse ponto”, comenta.

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05H30 | AGRONEGÓCIOS

Focos da ferrugem crescem em Mato Grosso 04H30 | MUNDO

Imigrantes africanos fazem greve em Israel contra campo de detenção 03H30 | POLÍCIA

Para encerrar rumores, promotoria de Albertville agenda coletiva sobre caso Schumacher para quarta 02H30 | VARIEDADES

Holanda paga com cerveja alcoólatras que catam lixo nas ruas

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Paulo Cayres, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM-CUT), diz que nesse contexto, “qualquer demissão passa da conta”. “Para os patrões, reduzir custo é cortar cabeça e gerar rotatividade, trocar funcionários mais antigos por outros mais novos com salário mais baixo”, afirma. Funcionário da Ford do Taboão, na região do ABC Paulista, Cayres diz não ter do que reclamar quanto à sua empresa, embora enxergue com preocupação a situação dos colegas de empresa da planta de Camaçari (BA), que chegam a ganhar um terço do salário dos paulistas.

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Com desaceleração dos Brics, criador do termo agora aposta no 'Mint'

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Clipping Os 50 carros mais vendidos no Brasil em 2013 EXAME - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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06/01/2014 15:35

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Os 50 carros mais vendidos no Brasil em 2013 Segundo dados da Fenabrave, Gol, da Volkswagen, e Uno, da Fiat, seguem como os mais vendidos do país

Daniela Barbosa, de

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São Paulo - Em 2013, mais de 2,7 milhões de carros foram vendidos no Brasil, segundo dados da Fenabrave. O montante é 3,05% menor na comparação com o ano anterior. app_id=&channel=http%3A%2F%2Fstatic.ak.facebook.com%2Fconnect%2Fxd_arbiter.php%3Fversion%3D28%23cb%3Df1692079bc%26do O Gol, da Volkswagen, segue como o modelo mais vendido do país, com 255.057 unidades comercializadas no período. Veja, a seguir, os carros mais comprados pelos brasileiros no ano passado:

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Clipping Nissan anuncia para 2014 fábrica de motores no Brasil YAHOO - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Nissan anuncia para 2014 fábrica de motores no Brasil EFE – 13 horas atrás

(Atualiza com mais informações). Resende (Brasil), 6 jan (EFE).- A japonesa Nissan abrirá este ano uma fábrica de motores no Brasil para dois de seus modelos de automóveis que serão produzidos aqui, anunciou nesta segunda-feira o presidente mundial da companhia, o brasileiro Carlos Ghosn. "O Brasil é estratégico para Nissan. Além de nossa nova fábrica que funcionará já no primeiro semestre deste ano, estamos anunciando a abertura de uma fábrica de motores", disse Ghosn a jornalistas na fábrica que começará a funcionar em Resende, interior do estado do Rio de Janeiro. A Nissan, que fechou 2013 com 2,2% do mercado brasileiro, fabricará em Resende os modelos sedan March e Versa, projeto com um investimento de US$ 2,6 bilhões e geração de dois mil empregos diretos. Segundo Ghosn, também presidente mundial da aliança Nissan-Renault, a fábrica de motores também será instalada na cidade e terá um investimento de R$ 140 milhões. Ghosn disse à Agência Efe que "o motor que será fabricado também abastecerá aos automóveis vendidos no Mercosul". A abertura da fábrica inaugurada hoje, a segunda que entra em operação no país, implicará a redução das importações que atualmente são feitas da fábrica no México que atualmente abastecem o mercado nacional, explicou o executivo. "Ninguém pode querer ampliar sua participação e depender da importação. O México ajudou a implementação no Brasil, mas agora será um complemento", esclareceu Ghosn. Com o anúncio realizado hoje, a Nissan terá três fábricas no Brasil: uma em São José dos Pinhais, no interior do Paraná, onde são fabricados os modelos Frontiere e Livina, e dois em Resende, uma dos modelos March e Versa, e a de motores. Os empregados da fábrica do Complexo Industrial de Resende foram capacitados no México, no Japão e na Índia. O primeiro motor que será produzido pela terceira fábrica será o de quatro cilindros em linha, 1.6 com 16 válvulas flexfuel (gasolina e álcool), de 111 cavalos de força de potência com gasolina. A companhia pretende chegar a 2016 com 5% de participação no mercado brasileiro. Em 2013, Nissan caiu de 2,9% de participação do mercado para 2,2%, causada principalmente pela queda generalizada de vendas locais de 0,93%, de acordo com dados da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Ghosn afirmou que apesar da redução a decisão de investir no Brasil foi mantida, país que disse necessitar de mais infraestrutura e educação no longo prazo para ter uma taxa de crescimento superior à esperada atualmente, em torno de 2% do PIB para 2013, segundo analistas do mercado financeiro. "Ninguém dirá que não está preocupado, mas não é medo nem algo importante, o mercado deve crescer pouco. 2014 deve ter um crescimento moderado", disse o executivo, que reafirmou a aposta nas próximas duas décadas de Nissan no país. Ghosn também apontou para um terreno empresarial que o Brasil ainda não se ligou, como o desenvolvimento do automóvel elétrico. O Brasil, segundo o presidente da companhia, será no futuro um país "atraente para os veículos elétricos" e ecologicamente sustentável, já que a maior parte da matriz energética brasileira é hidrelétrica. EFE


Clipping Venda de veículos ficou estável em 2013 O LIBERAL NET - WEB - WEB - 06/01/2014

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06/01/2014 21:49 Bruno Moreira

Venda de veículos ficou estável em 2013 Houve crescimento tímido de 1,88% em relação a 2012, com 18.347 emplacamentos de janeiro a dezembro A venda de automóveis e comerciais leves na RPT (Região do Polo Têxtil) fechou o ano de 2013 em estagnação. Houve crescimento tímido de 1,88% em relação a 2012, com 18.347 emplacamentos de janeiro a dezembro, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), divulgados com detalhamento por município nesta segunda-feira (6). No período anterior, foram comercializados 18.007 modelos zero quilômetro. O resultado em nível nacional do ano passado apresentou queda de 1,61%, a primeira registrada em dez anos. Na avaliação do economista Múcio Zacharias, professor da unidade do IBE-FGV (Institute Business Education - Fundação Venda de veículos ficou estagnada em 2013 Getúlio Vargas) em Americana, barreiras Arquivo/O Liberal criadas pelos bancos para financiamentos foram as principais responsáveis pela estagnação, cenário que deve perdurar neste ano, segundo ele. Análise realizada sobre o setor na região aponta que para cada duas vendas de veículos, uma é financiada. "Os bancos entraram numa política muito mais conservadora para concessão de crédito", explicou. "A inadimplência também vem crescendo de maneira bastante significativa, chegando a patamares de 7%". O especialista aponta a existência de um acordo mútuo entre os bancos de maneira mais consistente do que há dois anos, quando houve uma disparada na venda de veículos zero quilômetro. Dessa forma, o resultado do setor não é explicado apenas de maneira econômica, até porque o PIB (Produto Interno Bruto) da RPT alcança três pontos percentuais acima do nacional. "Esse obstáculo, que representa grande participação nas vendas, é o grande responsável pelo resultado, apesar dos números totais não terem recuado. Não chega a ser um cenário exatamente ruim no volume de vendas, mas estagnado", destacou Zacharias. Americana liderou as vendas de automóveis e utilitários leves no último ano, com 6.794 unidades comercializadas, 1,26% a mais do que em 2012, segundo a Fenabrave. O maior crescimento percentual, por outro lado, foi de Nova Odessa, que destoou dos demais municípios da RPT e cresceu 8,61%, com 1.337 emplacamentos. Já o menor avanço foi de Santa Bárbara d'Oeste: 0,5%, com 2.773 modelos vendidos. Hortolândia cresceu 0,92%, enquanto em Sumaré o índice foi de 2,29%. À vista De acordo com o economista Múcio Zacharias, 2014 deve se assemelhar ao ano passado para o segmento, em função dos mesmos motivos citados para explicar o último resultado. "Uma abundância de crédito, como ocorreu até dois anos atrás, não deve se repetir. A tendência é que essa estagnação permaneça. As condições apresentadas vão

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Clipping Nissan vai fabricar motores no RJ. Projeto demandará R$ 140 milhões. DIÁRIO DO COMÉRCIO SP ONLINE - WEB - WEB - 06/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Detalhes Publicado em Segunda, 6 Janeiro 2014 21:06 Escrito por Folhapress

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MAIS LIDAS Nova unidade será instalada na planta de veículos que a montadora já opera e terá capacidade para produzir até 200 mil motores por ano. / Divulgação

O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a Fenabrave (entidade das concessionárias), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Queremos chegar a 5% em 2016", afirmou o presidente da montadora. Para Ghosn, o País tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do Brasil "ainda é muito baixa".

O orgulho dos empresários da periferia Páscoa chega às lojas. E entra na reta final pa... Franquias: Como fazer bons negócios em 2014 Manter peças de reposição é obrigatório Renda disponível do brasileiro cresce 22% Não tinha fileira 13 no avião da Gol A modernização das leis trabalhistas

Fábrica de motor – A unidade, que será integrada à fábrica de veículos que a empresa japonesa está construindo na cidade fluminense, terá capacidade de produzir até 200 mil motores por ano, informou Ghosn. A inauguração está prevista para o primeiro semestre deste ano, quando a fábrica de veículos também deve entrar em atividade. Serão feitos o Nissan March e Nissan Versa no local. Entre a fábrica de veículos e a de motores, o investimento total será de R$ 2,6 bilhões, com recursos próprios. Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, onde é feita a picape Frontier. Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os

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Clipping Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido JORNAL DE SANTA CATARINA - WEB - WEB - 07/01/2014

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Jornal de Santa Catarina Melhor hora para trocar de carro 07/01/2014 | 06h03

Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido Lojas reforçaram os estoques no ano passado, mas unidades não devem durar até o fim de janeiro

Estoques com modelos a preço reduzido devem se esgotar até o fim deste mês Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Pedro Machado e Renata Cabrera pedro.machado@an.com.br | economia@an.com.br

Quem planeja trocar ou comprar um carro novo com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido precisa se apressar. As concessionárias ainda têm modelos com valores mais em conta, mas os estoques não devem durar até o fim de janeiro. Novos veículos, fabricados a partir deste ano, já trazem uma alíquota superior.

Em Joinville, as concessionárias reforçaram as compras no último ano para aproveitar o menor preço dos veículos. A partir desta semana, as lojas devem intensificar ações de divulgação para chamar a atenção do consumidor, avalia Armando Tomazi, presidente do Núcleo de Concessionárias da Associação Empresarial de Joinville (Acij).

— Se o consumidor tem intenção de trocar de carro nos próximos meses, o ideal é que troque agora — recomenda.

Além da possibilidade de compra com o IPI reduzido, as lojas apostam em bons planos de financiamento para seduzir os clientes. Em alguns casos, o consumidor pode desembolsar uma entrada pequena e pagar o restante em várias parcelas a juro zero.

— São condições que favorecem o cliente — avalia Tomazi.

Não há, pelo menos por enquanto, uma estimativa de crescimento das vendas no período. Tradicionalmente, elas costumam ser fracas nesta época, já que o mercado ainda sofre com a “ressaca” de fim de ano. Mas, segundo Tomazi, a expectativa é de que este seja o melhor


mês de janeiro dos últimos três anos.

Veículos mais caros em 2014

A alteração na alíquota do IPI para carros novos, que estava reduzida desde maio de 2012, foi anunciada pelo governo no dia 24 de dezembro. A primeira etapa entrou em vigor no início deste ano. A segunda passa a valer a partir de 1º de julho.

O diretor executivo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC), André Andreazza, conta que, só neste primeiro momento, os preços dos veículos devem subir, em média, de 3% a 3,5%. Com o novo reajuste previsto para julho, o aumento pode chegar a 6% em seis meses. Além disso, carros fabricados a partir deste ano deverão vir equipados com airbag e freios ABS de fábrica.

— Esses opcionais aumentam o preço do veículo, em média, em R$ 1 mil — lembra Andreazza.

As medidas podem dificultar uma reação do mercado de veículos, que em 2013, pela primeira vez em dez anos, registrou queda nos emplacamentos, ainda que pequena, de 1%. Para este ano, a expectativa de Fenabrave é de estabilidade nas vendas, com aumento de 0,29%.

Lojas reforçam estoques para atender os clientes

Em Joinville, há 15 concessionárias, mas o núcleo da Associação Empresarial (Acij) que representa o setor não sabe dizer quantos veículos com o IPI reduzido estão disponíveis nas lojas. De acordo com o presidente Armando Tomazi, todas elas têm unidades em estoque.

A Metronorte, concessionária da marca Chevrolet, foi uma das que se precaveram: antecipou a compra de modelos ainda no final de 2013.

— Temos uma média de 700 unidades — confirmou o diretor da loja, Claudio Roberto Felismino.

Ele lembra que os preços permanecem só até o fim dos estoques.

Na Florença, concessionária da Fiat, o consumidor pode encontrar cerca de 540 unidades, entre 18 modelos, com o IPI reduzido. Dentre eles, 35% são carros mais populares, como o Fiat Uno e o Palio.

— Este estoque não sofrerá alteração — ressaltou a gerente de novos, Taciana Hoinatzki.

Na La Fontaine Peugeot, são 70 carros em estoque de 12 modelos. O gerente de vendas Claudio de Aguiar reforça que a liberação de taxas especiais com juro zero é uma atração a mais para quem quer comprar um carro novo.

Outras concessionárias consultadas pela reportagem confirmaram que vão anunciar modelos com IPI reduzido nos próximos dias.

A NOTÍCIA


Clipping Carlos Ghosn prevê crescimento moderado DIÁRIO DO COMÉRCIO BH ONLINE - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Rio - O presidente mundial da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, afirmou que análises sobre

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o mercado brasileiro apontam que em 2014 deve ocorrer um crescimento moderado dessa

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indústria. A empresa ainda não fechou as suas projeções oficiais. O executivo afirmou que o Brasil é um mercado estratégico para a Nissan. De acordo com a

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Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a empresa tinha 2,2% de participação no Brasil em 2013. "Queremos chegar a 5% em 2016", afirmou.

ACESSO COMPLETO aos conteúdos online e versão impressa.

Para Ghosn, o país tem um grande potencial, uma vez que a taxa de motorização do Brasil "ainda é muito baixa". Atualmente, a Nissan compartilha uma fábrica com a Renault em São José dos Pinhais (Paraná), onde é feita a picape Frontier. Inicialmente, serão produzidos motores 1.6 16V flexfuel, com 111 cavalos de potência, que irão equipar os veículos produzidos pela empresa no Brasil. (FP)

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Maior oferta deve derrubar preço do minério em 2014


Clipping Nissan: fábrica de motor quase concluída DIÁRIO DO COMÉRCIO BH ONLINE - WEB - WEB - 07/01/2014

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Nissan: fábrica de motor quase concluída

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complexo industrial de Resende, no lado fluminense do Vale do Paraíba, no complexo industrial

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com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre. O anúncio foi feito ontem pelo presidente mundial da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn.

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O executivo franco-brasileiro fez sua primeira visita às obras do complexo industrial, cuja fábrica de veículos terá capacidade para produzir 200 mil unidades ao ano, com investimento de R$ 2,6

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bilhões, incluindo a fábrica de motores.

impressa.

Em entrevista a jornalistas num dos prédios administrativos recém-inagurados no complexo

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industrial de Resende, Ghosn explicou que a estratégia de fabricar carros e motores no Brasil tem a ver com a meta de ultrapassar os 5% de participação no mercado nacional, cumprindo

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exigências de nacionalização. O executivo aproveitou para defender os investimentos da

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companhia no país, garantindo que a tendência é de crescimento, apesar do encolhimento do

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mercado visto em 2013. "O motor terá mais de 50% de nacionalização no primeiro ano", afirmou Ghosn. A fábrica de

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motores terá capacidade equivalente à das linhas de montagem dos carros, de 200 mil unidades/ano. A planta ficará ao lado da fábrica de carros e empregará mais 200 funcionários ao todo, o complexo industrial terá pouco mais de 2 mil empregados, dos quais 1,5 mil já foram

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contratados e estão sendo treinados. Os motores fabricados em Resende serão flexfuel de quatro cilindros em linha, com 1.600 cilindradas e 16 válvulas, com 111 cavalos de potência quando abastecidos com etanol. O objetivo é equipar os carros a serem fabricados na nova fábrica, o March e o Versa. As versões 1.0 usarão motores fabricados na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR).

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Meta - Atualmente, a picape Nissan Frontier e o carro Livina já são fabricados na Renault. No entanto, dos 80 mil veículos vendidos pela Nissan ano passado, 50 mil foram importados do México. Com a nova fábrica e a meta de chegar a 5% de

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participação de mercado até 2016 (contra em torno de 2% atualmente), o papel do México será apenas complementar na estratégia.

07 de janeiro de 2014

Segundo Ghosn, a importação de carros do México

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é tratada como "transitória". "Não poderíamos ter

Prédio anexo do BNDES no RJ custará R$ 284 milhões

uma estratégia de participação relevante no mercado brasileiro sem produção local", afirmou o presidente da Renault-Nissan.

Ainda de acordo com o executivo, entre este e o próximo ano, a aliança Renault-Nissan chega a 10% de participação de mercado brasileiro - equivalente à fatia das duas marcas no mercado global. A próxima meta a ser atingida é chegar a 15%. Ghosn reafirmou as metas e a disposição de investir no Brasil apesar do desempenho fraco da indústria automotiva no ano passado. Em 2013, houve queda de 1,6% no total de automóveis e comerciais leves emplacados, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O fato "preocupa", mas não veio para ficar. "​ uma preocupação, mas não deve demorar. Já para o próximo ano, previsões estão mostrando que o mercado deve crescer um pouco", disse. (AE)

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Clipping Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido A NOTÍCIA - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


A Notícia Melhor hora para trocar de carro 07/01/2014 | 06h03

Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido Lojas reforçaram os estoques no ano passado, mas unidades não devem durar até o fim de janeiro

Estoques com modelos a preço reduzido devem se esgotar até o fim deste mês Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Pedro Machado e Renata Cabrera pedro.machado@an.com.br | economia@an.com.br

Quem planeja trocar ou comprar um carro novo com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido precisa se apressar. As concessionárias ainda têm modelos com valores mais em conta, mas os estoques não devem durar até o fim de janeiro. Novos veículos, fabricados a partir deste ano, já trazem uma alíquota superior.

Em Joinville, as concessionárias reforçaram as compras no último ano para aproveitar o menor preço dos veículos. A partir desta semana, as lojas devem intensificar ações de divulgação para chamar a atenção do consumidor, avalia Armando Tomazi, presidente do Núcleo de Concessionárias da Associação Empresarial de Joinville (Acij).

— Se o consumidor tem intenção de trocar de carro nos próximos meses, o ideal é que troque agora — recomenda.

Além da possibilidade de compra com o IPI reduzido, as lojas apostam em bons planos de financiamento para seduzir os clientes. Em alguns casos, o consumidor pode desembolsar uma entrada pequena e pagar o restante em várias parcelas a juro zero.

— São condições que favorecem o cliente — avalia Tomazi.

Não há, pelo menos por enquanto, uma estimativa de crescimento das vendas no período. Tradicionalmente, elas costumam ser fracas nesta época, já que o mercado ainda sofre com a “ressaca” de fim de ano. Mas, segundo Tomazi, a expectativa é de que este seja o melhor


mês de janeiro dos últimos três anos.

Veículos mais caros em 2014

A alteração na alíquota do IPI para carros novos, que estava reduzida desde maio de 2012, foi anunciada pelo governo no dia 24 de dezembro. A primeira etapa entrou em vigor no início deste ano. A segunda passa a valer a partir de 1º de julho.

O diretor executivo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC), André Andreazza, conta que, só neste primeiro momento, os preços dos veículos devem subir, em média, de 3% a 3,5%. Com o novo reajuste previsto para julho, o aumento pode chegar a 6% em seis meses. Além disso, carros fabricados a partir deste ano deverão vir equipados com airbag e freios ABS de fábrica.

— Esses opcionais aumentam o preço do veículo, em média, em R$ 1 mil — lembra Andreazza.

As medidas podem dificultar uma reação do mercado de veículos, que em 2013, pela primeira vez em dez anos, registrou queda nos emplacamentos, ainda que pequena, de 1%. Para este ano, a expectativa de Fenabrave é de estabilidade nas vendas, com aumento de 0,29%.

Lojas reforçam estoques para atender os clientes

Em Joinville, há 15 concessionárias, mas o núcleo da Associação Empresarial (Acij) que representa o setor não sabe dizer quantos veículos com o IPI reduzido estão disponíveis nas lojas. De acordo com o presidente Armando Tomazi, todas elas têm unidades em estoque.

A Metronorte, concessionária da marca Chevrolet, foi uma das que se precaveram: antecipou a compra de modelos ainda no final de 2013.

— Temos uma média de 700 unidades — confirmou o diretor da loja, Claudio Roberto Felismino.

Ele lembra que os preços permanecem só até o fim dos estoques.

Na Florença, concessionária da Fiat, o consumidor pode encontrar cerca de 540 unidades, entre 18 modelos, com o IPI reduzido. Dentre eles, 35% são carros mais populares, como o Fiat Uno e o Palio.

— Este estoque não sofrerá alteração — ressaltou a gerente de novos, Taciana Hoinatzki.

Na La Fontaine Peugeot, são 70 carros em estoque de 12 modelos. O gerente de vendas Claudio de Aguiar reforça que a liberação de taxas especiais com juro zero é uma atração a mais para quem quer comprar um carro novo.

Outras concessionárias consultadas pela reportagem confirmaram que vão anunciar modelos com IPI reduzido nos próximos dias.

A NOTÍCIA


Clipping Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido HORA DE SANTA CATARINA - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Hora de Santa Catarina Melhor hora para trocar de carro 07/01/2014 | 06h03

Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido Lojas reforçaram os estoques no ano passado, mas unidades não devem durar até o fim de janeiro

Estoques com modelos a preço reduzido devem se esgotar até o fim deste mês Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Pedro Machado e Renata Cabrera pedro.machado@an.com.br | economia@an.com.br

Quem planeja trocar ou comprar um carro novo com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido precisa se apressar. As concessionárias ainda têm modelos com valores mais em conta, mas os estoques não devem durar até o fim de janeiro. Novos veículos, fabricados a partir deste ano, já trazem uma alíquota superior.

Em Joinville, as concessionárias reforçaram as compras no último ano para aproveitar o menor preço dos veículos. A partir desta semana, as lojas devem intensificar ações de divulgação para chamar a atenção do consumidor, avalia Armando Tomazi, presidente do Núcleo de Concessionárias da Associação Empresarial de Joinville (Acij).

— Se o consumidor tem intenção de trocar de carro nos próximos meses, o ideal é que troque agora — recomenda.

Além da possibilidade de compra com o IPI reduzido, as lojas apostam em bons planos de financiamento para seduzir os clientes. Em alguns casos, o consumidor pode desembolsar uma entrada pequena e pagar o restante em várias parcelas a juro zero.

— São condições que favorecem o cliente — avalia Tomazi.

Não há, pelo menos por enquanto, uma estimativa de crescimento das vendas no período. Tradicionalmente, elas costumam ser fracas nesta época, já que o mercado ainda sofre com a “ressaca” de fim de ano. Mas, segundo Tomazi, a expectativa é de que este seja o melhor mês


de janeiro dos últimos três anos.

Veículos mais caros em 2014

A alteração na alíquota do IPI para carros novos, que estava reduzida desde maio de 2012, foi anunciada pelo governo no dia 24 de dezembro. A primeira etapa entrou em vigor no início deste ano. A segunda passa a valer a partir de 1º de julho.

O diretor executivo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC), André Andreazza, conta que, só neste primeiro momento, os preços dos veículos devem subir, em média, de 3% a 3,5%. Com o novo reajuste previsto para julho, o aumento pode chegar a 6% em seis meses. Além disso, carros fabricados a partir deste ano deverão vir equipados com airbag e freios ABS de fábrica.

— Esses opcionais aumentam o preço do veículo, em média, em R$ 1 mil — lembra Andreazza.

As medidas podem dificultar uma reação do mercado de veículos, que em 2013, pela primeira vez em dez anos, registrou queda nos emplacamentos, ainda que pequena, de 1%. Para este ano, a expectativa de Fenabrave é de estabilidade nas vendas, com aumento de 0,29%.

Lojas reforçam estoques para atender os clientes

Em Joinville, há 15 concessionárias, mas o núcleo da Associação Empresarial (Acij) que representa o setor não sabe dizer quantos veículos com o IPI reduzido estão disponíveis nas lojas. De acordo com o presidente Armando Tomazi, todas elas têm unidades em estoque.

A Metronorte, concessionária da marca Chevrolet, foi uma das que se precaveram: antecipou a compra de modelos ainda no final de 2013.

— Temos uma média de 700 unidades — confirmou o diretor da loja, Claudio Roberto Felismino.

Ele lembra que os preços permanecem só até o fim dos estoques.

Na Florença, concessionária da Fiat, o consumidor pode encontrar cerca de 540 unidades, entre 18 modelos, com o IPI reduzido. Dentre eles, 35% são carros mais populares, como o Fiat Uno e o Palio.

— Este estoque não sofrerá alteração — ressaltou a gerente de novos, Taciana Hoinatzki.

Na La Fontaine Peugeot, são 70 carros em estoque de 12 modelos. O gerente de vendas Claudio de Aguiar reforça que a liberação de taxas especiais com juro zero é uma atração a mais para quem quer comprar um carro novo.

Outras concessionárias consultadas pela reportagem confirmaram que vão anunciar modelos com IPI reduzido nos próximos dias.

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Clipping Cidade ‘ganha’ 22 automóveis zeros por dia ao longo de 2013 JORNAL DA MANHÃ (MARILIA) - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Atendim ento Segunda à Sexta das 08:00 às 20:00 Sábado das 08:00 às 14:00

(14) 3311-5400 Rua 15 Nov embro, 883 - Marília-SP

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Cidade ‘ganha’ 22 automóveis zeros por dia ao longo de 2013 07/01/2014

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A cada 24 horas, pelo menos 22 veículos zero quilômetro foram colocados em circulação em Marília ao longo do ano passado. A média leva em consideração o balanço da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores), que aponta a comercialização de 8.128 unidades de janeiro a dezembro. O volume, no entanto, ainda fica abaixo dos patamares de 2012, quando haviam sido emplacados mais de 8,7 mil veículos – uma queda próxima de 7,5%. Somente no setor de automóveis, que engloba os carros de passeio e os comerciais leves, foram 5,9 mil unidades Por dia, cidade ganhou mais de 20 novos automóveis; veículos de passeio lideram volume comercializadas, o correspondente a 73% de todo o de vendas volume de negócios fechados durante o ano. Os carros de passeio ficam com a maior fatia do bolo e, com 4,7 mil unidades emplacadas de janeiro a dezembro, conquistaram 57,9% do total de vendas das concessionárias. Os comerciais leves respondem por 15,19%, com pouco mais de 1,2 mil unidades emplacadas. Mesmo os resultados expressivos do setor não foram suficientes para superar o ano imediatamente anterior, somando quedas respectivas de 5,29% e 2,83%. A média geral aponta queda de 4,79%. Com as vendas de motocicletas, o cenário é ainda mais complicado com relação a 2012, registrando saldo negativo de 16,19%. Ao longo de 2013, foram emplacadas 1.972 motocicletas, enquanto no ano anterior haviam sido 2.353 unidades comercializadas. Único setor que teve acumulado positivo foi o de caminhões, que somou alta de 74%. No total, foram 208 caminhões vendidos contra 119 que haviam sido comercializados no período anterior. Já no caso dos ônibus foram 7 unidades emplacadas ao longo de 2013 contra 66 comercializadas em 2012. A queda no comparativo é de quase 90%.

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terça

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DEZEMBRO O mês de dezembro terminou com alta com relação ao mês de novembro, mostra o balanço. Ao todo, foram 774 unidades comercializadas contra 667 no período anterior. Os veículos de passeio e comerciais leves tiveram alta de 19,6%, enquanto caminhões tiveram crescimento de 45,5% em dezembro e o setor de motocicletas, 3,59%. No comparativo com dezembro de 2012, os resultados são piores apenas no setor de comerciais leves e ônibus, que tiveram redução respectiva de 25% e 98%.

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04/01/2014 - JOVENS E ADULTOS - Ceeja já está com as matrículas abertas para ano letivo de 2014 04/01/2014 - AGRICULTURA - Negociados todos contratos de opção de café em 2013 03/01/2014 - SAÚDE - Desintoxicação é indicada após período de festas 03/01/2014 - POMPEIA - ACE entrega prêmio de campanha

COTAÇÃO DO DÓLAR

Com ercial

Turism o

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Compra: R$

Venda:

Venda:

R$

R$

Desenv olv ido por Alexandre


Clipping Fabricantes de veículos esperam 2014 como ano mais difícil JORNAL AGORA (DIVINÓPOLIS) - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Economia

Fabricantes de veículos esperam 2014 como ano mais difícil O mercado varejista de carros novos vê com cautela os rumos da economia para este ano de 2014, e trabalha com a certeza de que nos próximos anos não se repetirão com frequência os resultados recordes de venda no setor. Estudos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que a procura por automóveis pode ficar estável após recuo de 3,5% em 2013. Considerando além dos automóveis, os comerciais leves, caminhões e ônibus, as previsões são de um aumento em torno de 0,29% nos emplacamentos em 2014, ante uma queda de 0,91% em 2013. Fonte: EBC


Clipping Concessionárias mantêm estoques com preço reduzido JORNAL DE SANTA CATARINA - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


07/01/2014 | N° 13082

IPI

Concessionárias mantêm estoques com preço reduzido Empresários estimam que desconto durará pouco tempo BLUMENAU - Ainda dá tem po de encontrar carros com desconto do Im posto sobre Produto Industrializado (IPI) nas concessionárias de Santa Catarina. Com estoques de carros com prados ano passado, as lojas pretendem cham ar a atenção dos clientes para oportunidades que terão um a redução m édia de R$ 1 ,5 m il em relação à tabela de preços de 2 01 4 . O discurso dos em presários é de que esses produtos dev em durar só em janeiro e o consum idor não conseguirá m ais encontrar carros com IPI reduzido se deixar a com pra para o próxim o m ês. Em todo o Estado, há opções para quem pretende aprov eitar a redução do IPI para trocar de carro neste com eço de ano. Em Blum enau as cinco concessionárias de carro zero quilôm etro consultadas pela reportagem ainda têm m odelos com IPI reduzido à v enda. As lojas não rev elam os estoques, m as a estim ativ a é de que os m odelos 2 01 3 /2 01 4 durem de 1 0 dias a três m eses. Em Joinv ille as concessionárias reforçaram as com pras no últim o ano para aprov eitar o m enor preço dos v eículos. A partir desta sem ana as lojas dev em intensificar ações de div ulgação para cham ar a atenção do consum idor, av alia Arm ando Tom azi, presidente do Núcleo de Concessionárias da Associação Em presarial de Joinv ille (Acij). O diretor-executiv o da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Autom otores em Santa Catarina (Fenabrav e-SC), André Andreazza, conta que, só neste prim eiro m om ento, os preços dos v eículos dev em subir, em m édia, de 3 % a 3 ,5%. Com o nov o reajuste prev isto para julho, o aum ento pode chegar a 6 % em seis m eses. – Esses opcionais aum entam o preço do v eículo, em m édia, em R$ 1 m il – lem bra Andreazza. As m edidas podem dificultar um a reação do m ercado de v eículos, que em 2 01 3 , pela prim eira v ez em dez anos, registrou queda nos em placam entos, de 1 %. Para este ano, a expectativ a da Fenabrav e é de aum ento de 0,2 9 %. econom ia@santa.com .br CLAUDIA NUNES


Clipping Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido DIÁRIO CATARINENSE - WEB - WEB - 07/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

Análise

Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


Diário Catarinense Melhor hora para trocar de carro 07/01/2014 | 06h03

Concessionárias de Joinville ainda têm veículos com o IPI reduzido Lojas reforçaram os estoques no ano passado, mas unidades não devem durar até o fim de janeiro

Estoques com modelos a preço reduzido devem se esgotar até o fim deste mês Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Pedro Machado e Renata Cabrera pedro.machado@an.com.br | economia@an.com.br

Quem planeja trocar ou comprar um carro novo com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido precisa se apressar. As concessionárias ainda têm modelos com valores mais em conta, mas os estoques não devem durar até o fim de janeiro. Novos veículos, fabricados a partir deste ano, já trazem uma alíquota superior.

Em Joinville, as concessionárias reforçaram as compras no último ano para aproveitar o menor preço dos veículos. A partir desta semana, as lojas devem intensificar ações de divulgação para chamar a atenção do consumidor, avalia Armando Tomazi, presidente do Núcleo de Concessionárias da Associação Empresarial de Joinville (Acij).

— Se o consumidor tem intenção de trocar de carro nos próximos meses, o ideal é que troque agora — recomenda.

Além da possibilidade de compra com o IPI reduzido, as lojas apostam em bons planos de financiamento para seduzir os clientes. Em alguns casos, o consumidor pode desembolsar uma entrada pequena e pagar o restante em várias parcelas a juro zero.

— São condições que favorecem o cliente — avalia Tomazi.

Não há, pelo menos por enquanto, uma estimativa de crescimento das vendas no período. Tradicionalmente, elas costumam ser fracas


nesta época, já que o mercado ainda sofre com a “ressaca” de fim de ano. Mas, segundo Tomazi, a expectativa é de que este seja o melhor mês de janeiro dos últimos três anos.

Veículos mais caros em 2014

A alteração na alíquota do IPI para carros novos, que estava reduzida desde maio de 2012, foi anunciada pelo governo no dia 24 de dezembro. A primeira etapa entrou em vigor no início deste ano. A segunda passa a valer a partir de 1º de julho.

O diretor executivo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC), André Andreazza, conta que, só neste primeiro momento, os preços dos veículos devem subir, em média, de 3% a 3,5%. Com o novo reajuste previsto para julho, o aumento pode chegar a 6% em seis meses. Além disso, carros fabricados a partir deste ano deverão vir equipados com airbag e freios ABS de fábrica.

— Esses opcionais aumentam o preço do veículo, em média, em R$ 1 mil — lembra Andreazza.

As medidas podem dificultar uma reação do mercado de veículos, que em 2013, pela primeira vez em dez anos, registrou queda nos emplacamentos, ainda que pequena, de 1%. Para este ano, a expectativa de Fenabrave é de estabilidade nas vendas, com aumento de 0,29%.

Lojas reforçam estoques para atender os clientes

Em Joinville, há 15 concessionárias, mas o núcleo da Associação Empresarial (Acij) que representa o setor não sabe dizer quantos veículos com o IPI reduzido estão disponíveis nas lojas. De acordo com o presidente Armando Tomazi, todas elas têm unidades em estoque.

A Metronorte, concessionária da marca Chevrolet, foi uma das que se precaveram: antecipou a compra de modelos ainda no final de 2013.

— Temos uma média de 700 unidades — confirmou o diretor da loja, Claudio Roberto Felismino.

Ele lembra que os preços permanecem só até o fim dos estoques.

Na Florença, concessionária da Fiat, o consumidor pode encontrar cerca de 540 unidades, entre 18 modelos, com o IPI reduzido. Dentre eles, 35% são carros mais populares, como o Fiat Uno e o Palio.

— Este estoque não sofrerá alteração — ressaltou a gerente de novos, Taciana Hoinatzki.

Na La Fontaine Peugeot, são 70 carros em estoque de 12 modelos. O gerente de vendas Claudio de Aguiar reforça que a liberação de taxas especiais com juro zero é uma atração a mais para quem quer comprar um carro novo.

Outras concessionárias consultadas pela reportagem confirmaram que vão anunciar modelos com IPI reduzido nos próximos dias.


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As vendas de veículos novos no Brasil, que incluem carros, comerciais leves, ônibus e caminhões, caíram 0,91% em 2013 sobre 2012, a 3,767 milhões de unidades, interrompendo seis anos de altas consecutivas, informou nesta sexta-feira a associação que representa as concessionárias, Fenabrave. O resultado veio abaixo das estimativas da entidade, que começou 2013 prevendo um crescimento de 3,48% para as vendas gerais de veículos, abaixo do avanço de 4,65% mostrado no ano anterior. Em dezembro somente, as vendas recuaram 1,51% sobre igual mês de 2012. Em relação a novembro, houve avanço de 16,81%, a 353,86 mil unidades. Fatores como a elevação dos juros e diminuição das expectativas para o aumento do PIB fizeram a Fenabrave ajustar a previsão de alta anual para 1,53% em agosto. Mesmo com a prorrogação do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o fim de dezembro dando apelo extra ao consumo nos últimos meses do ano, o segmento de carros e comerciais leves, isoladamente, viu as vendas caírem 1,61% no ano, a 3,575 milhões de unidades. Por outro lado, a comercialização de caminhões e ônibus novos ajudou a diminuir a queda geral. Enquanto as vendas de caminhões subiram 13,02% em 2013, a 155,7 mil unidades, as de ônibus cresceram 20,58%, somando 35,6 mil unidades. A Fiat encerrou o ano na liderança do mercado de carros e comerciais leves. No acumulado de 2013, foram 762,95 mil veículos vendidos pela montadora italiana, apontou a Fenabrave, correspondentes a uma fatia de 21,34% do mercado. A Volkswagen apareceu atrás, com participação de 18,64% e vendas de 666,7 mil unidades. Em terceiro lugar, ficou a norte-americana General Motors, com fatia de 18,17%, e 649,73 mil veículos vendidos. A Ford terminou o ano com participação de 9,37% e vendas de 335,02 mil unidades. A empresa foi seguida pela Renault, com fatia de 6,61% e 236,34 mil licenciamentos, e pela Hyundai, com 5,95% do mercado e vendas de 212,9 mil unidades.

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Venda de veículos cai cerca de 1% em 2013, diz Fenabrave Foram comercializados 3.767.254 veículos, contra 3.801.859 de 2012. Nos últimos anos, venda de veículos vinha batendo recordes seguidos

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A venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu 0,91% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo balanço divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, nesta sexta-feira (3). Foram comercializados 3.767.254 veículos, contra 3.801.859 de 2012. Nos últimos anos, a indústria automobilística brasileira vinha batendo recordes seguidos de vendas. A produção, por outro lado, registrou marca histórica ainda em novembro, conforme anunciou a associação

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das montadoras, a Anfavea. O último mês do ano foi também o derradeiro com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) com taxas menores para carros – as alíquotas subiram na última quarta (1º). Mas a corrida às lojas não evitou o resultado negativo no acumulado do ano.

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O ano foi melhor para os caminhões, cuja venda teve alta de 13,02%, compensando um 2012 negativo em virtude da antecipação de compras das empresas para escapar da exigência de motores com menos emissão, que passou a valer naquele ano. Foram emplacados 155.691 unidades.

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O segmento de motos, contado à parte, registrou nova queda, de 7,44% na comparação com 2012, com a venda de 1.515.689 unidades. “Certa limitação de crédito para carros, forte limitação de crédito para motos e endividamento

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das famílias fizeram as vendas caírem”, explica Alarico Assumpção Jr., presidente executivo da Fenabrave. Gol lidera, mas 2014 promete briga O carro mais vendido no Brasil foi o Volkswagen Gol pelo 27º ano. Em 2013 foram emplacadas 255.057 unidades do modelo. A Fenabrave considera nessa conta tanto a geração atual (Novo Gol) quanto a anterior (G4), que deverá ser aposentada em 2014 por não cumprir a exigência de airbag e freios ABS, o que poderá fazer com que a briga pela liderança se torne mais acirrada. O mesmo ocorre com o Fiat Uno, que encerrou o ano novamente como vice-líder nas vendas, com 184.362 unidades, considerando tanto o Novo Uno quanto o Mille, que sai de linha com a edição especial Grazie Mille. Veja abaixo 10 carros e 10 motos mais vendidos em 2013: 1 - Gol: 255.057 unidades 2 - Fiat Uno: 184.362 unidades 3 - Fiat Palio: 177.014 unidades 4 - Ford Fiesta: 136.712 unidades 5 - Volkswagen Fox: 129.927 unidades 6 - Fiat Siena: 129.825 unidades 7 - Fiat Strada: 122.904 unidades 8 - GM Onix: 122.333 unidades 9 - Hyundai HB20: 122.320 unidades 10 - Renault Sandero: 102.514 unidades 1 - Honda CG 150: 359.074 unidades 2 - Honda Biz: 240.195 unidades 3 - Honda CG 125: 200.327 unidades 4 - Honda NXR 150: 172.958 unidades 5 - Honda Pop 100: 103.880 unidades 6 - Yamaha YBR 125: 75.324 unidades 7 - Honda CB 300R: 45.618 unidades 8 - Honda XRE 300: 34.548 unidades 9 - Honda NXR 125: 24.769 unidades 10 - Yamaha Fazer 250: 24.016 unidades

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Marli Moreira Repórter da Agência Brasil Brasília – As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).


Fonte: Agência Brasil

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Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. Brasília – As vendas de veículos automotores por concessionárias ao mercado interno caíram 2,29% em 2013, na comparação com 2012, totalizando 5,458 milhões unidades no ano. A queda foi puxada pelo fraco desempenho do segmento automóveis, com recuo de 3,05%, na comparação com o ano anterior. Já a comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). @portald24am

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comercialização de caminhões e ônibus cresceu em média 14,36%. O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).

Fonte: Agência Brasil


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O resultado ficou acima do previsto pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave que previa queda nas vendas da ordem de 1,52%. Apesar do recuo, o desempenho de dezembro foi bom, com crescimento de 16,03% sobre novembro e com estabilidade na comparação com dezembro de 2012. No último mês do ano, muitos consumidores anteciparam as compras de veículos, diante da expectativa de gradual redução dos descontos do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). Imagem: AB

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Preços sobem em cinco capitais do país 3/1/2014 14:08 Por Redação - de São Paulo

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A inflação medida pelo Índice de Preçosao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou a última semana de dezembro de 2013 em alta em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em comparação com a semana anterior. O maior aumento foi observado em Salvador: 0,25 ponto percentual (ao passar de 0,61% para 0,86%). Também houve altas nas cidades de Porto Alegre (0,12 ponto percentual, de 0,72% para As m ontadoras de autom óve is e stão com e stoque s e m alta 0,84%), São Paulo (0,03 ponto percentual, de 0,58% para 0,61%), Belo Horizonte (0,02 ponto percentual, de 0,59% para 0,61%) e Recife (0,01 ponto percentual, de 0,64% para 0,65%). Na outra ponta, duas cidades tiveram queda no IPC-S: Brasília (0,12 ponto percentual, ao passar de 0,41% para 0,29%) e Rio de Janeiro (0,09 ponto percentual, de 0,91% para 0,82%). Vendas de veículos A alta consistente nos preços, ao longo dos últimos meses, pesou nas vendas de veículos novos no Brasil, que incluem carros, comerciais leves, ônibus e caminhões. A queda chegou a 0,91% em 2013 sobre 2012, a 3,767 milhões de unidades, interrompendo seis anos de altas consecutivas, informou nesta sexta-feira a associação que representa as concessionárias, Fenabrave. Em dezembro somente, as vendas recuaram 1,51 por cento sobre igual mês de 2012. Em relação a novembro, houve avanço de 16,81 por cento, a 353,86 mil unidades. O resultado veio abaixo das estimativas da entidade, que começou 2013 prevendo um crescimento de 3,48% para as vendas gerais de veículos, abaixo do avanço de 4,65% mostrado no ano anterior. Fatores como a elevação dos juros e diminuição das expectativas para o aumento do PIB fizeram a Fenabrave ajustar a previsão de alta anual para 1,53% em agosto. Mesmo com a prorrogação do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o fim de dezembro dando apelo extra ao consumo nos últimos meses do ano, o segmento de carros e comerciais leves, isoladamente, viu as vendas caírem 1,61% no ano, a 3,575 milhões de unidades. Caminhões e ônibus Por outro lado, a comercialização de caminhões e ônibus novos ajudou a diminuir a queda geral. Enquanto as vendas de caminhões subiram 13,02% em 2013, a 155,7 mil unidades, as de ônibus cresceram 20,58%, somando 35,6 mil unidades. A Fiat encerrou o ano na liderança do mercado de carros e comerciais leves. No acumulado de 2013, foram 762,95 mil veículos vendidos pela montadora italiana, apontou a Fenabrave, correspondentes a uma fatia de 21,34 por cento do mercado. A Volkswagen apareceu atrás, com participação de 18,64% e vendas de 666,7 mil unidades. Em terceiro lugar, ficou a norte-americana General Motors, com fatia de 18,17%, e 649,73 mil veículos vendidos. A


Ford terminou o ano com participação de 9,37% e vendas de 335,02 mil unidades. A empresa foi seguida pela Renault, com fatia de 6,61% e 236,34 mil licenciamentos, e pela Hyundai, com 5,95% do mercado e vendas de 212,9 mil unidades.

Tags: caminhões, carros, Economia, preços, veículos Os comentários às matérias e artigos aqui publicados não são de responsabilidade do Correio do Brasil nem refletem a opinião do jornal.


Clipping Mercado de caminhões cresce 13% em 2013, diz Fenabrave INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Mercado de caminhões cresce 13% em 2013, diz Fenabrave

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Mercado de caminhões cresce 13% em 2013, diz Fenabrave SEX, 03 DE JANEIRO DE 2014 14:28

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As vendas de caminhões em 2013 cresceram 13% em relação a 2012. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados 155.691 caminhões no ano passado, contra 137.722, no anterior. Com isso, 2013 passa a ser o terceiro melhor ano da história do mercado de caminhões no Brasil, perdendo para 2011, por menos 10%, e para 2010, por menos 1% (ver quadro abaixo). Por serem considerados bens de capital, os caminhões, ao contrário dos automóveis, seguem com IPI zero no ano de 2014.

2.3783 2.3789 0.20 Moedas 06/01 17:17 Venda Variação Compra (R$) (R$) (%) Euro Iene Peso Argentino

3.2418 3.2498 0.0228 0.0229

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TEMPO REAL - ACOMPANHE OS PRINCIPAIS EVENTOS DO DIA 07/01/2014 (08:03)

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- Bolívia assume amanhã a presidência do G77

- Wall Street fecha em queda: Dow Jones -0,27%, Nasdaq -0,44% (19:51)

- Santander oferece condições especiais para despesas de início de ano (19:48)

- BNDES vai construir prédio anexo ao edifíciosede no centro do Rio (19:45)

- Toyota bate recorde com 176.081 veículos vendidos em 2013 no Brasil (19:25)

- Petróleo fecha em leve queda em Nova York a 93,43 dólares o barril (19:09)

- Consumo de energia do país cresce 3,3% em novembro (18:56)

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Clipping IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave PARANÁ ONLINE - WEB - WEB - 03/01/2014

Ficha Técnica Categoria: Fenabrave Cidade: WEB País: BRASIL Tipo Veículo: SITE

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Autor: Redação Estado: WEB Disponibilização: 07/01/2014 Palavra Chave: FENABRAVE


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Curit iba, 7 de janeiro de 2014

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Publicado: 03/01/2014 - 14:27 | Atualizado: 03/01/2014 - 14:35

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IPI menor impediu queda maior nas vendas, diz Fenabrave Depois de seis anos batendo recordes históricos de vendas de automóveis e comerciais leves, a indústria automobilística terá de se preparar para um novo patamar nas vendas de veículos. Os dados de 2013 divulgados nesta sexta-feira, 3, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que no ano passado o segmento registrou a primeira queda em dez anos e o setor como um todo também recuou, apesar de altas importantes em vendas de caminhões e ônibus. "Em 2013 tivemos a redução da alíquota do IPI para automóveis, senão poderia ter sido bem pior, a limitação extremamente forte da concessão de crédito para compra de motos e as vendas de caminhões favorecidas pelo financiamento PSI e pelo volume considerável de safra no ano", resume Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. "O IPI ajudou sem sombra de dúvida, porém o efeito não foi na grandeza como foi no passado. Não é que o número (de vendas) não seja preocupante, é um número menor, porém ainda é uma base alta", completou Assumpção, que vê os números como um resultado dentro da normalidade. A consultora Tereza Fernandez, da MB associados, que assessora a Fenabrave, avalia que o setor viverá, nos próximos dez anos, uma realidade distinta da década passada. "Nos últimos dez anos a venda de automóveis cresceu a uma média de 10% ao ano. Isto é insustentável em qualquer lugar do mundo", aponta. A projeção para o próximo ciclo, de 2013 a 2014, é de crescimento médio de 3% ao ano no segmento. "Se confirmarmos esse crescimento médio, nos próximos dez anos vamos dobrar a frota de automóvel no Brasil, ainda é um crescimento bem significativo", calcula. "O que se dizia é que em 2017 iríamos negociar 6 milhões de carros. Mas 6 milhões de carros em 2017 era um sonho. Há uma diminuição, mas hoje a base é outra", completou a consultora. Mesmo com o resultado mais fraco das vendas, o ano de 2013 ainda é o primeiro melhor para venda de ônibus, o terceiro melhor ano em volume de vendas de caminhões e o segundo melhor em automóveis e comerciais leves - neste último caso perdendo apenas para 2012, quando foram vendidas 3,634 milhões de unidades. O presidente executivo da Fenabrave explica que, se não houver nenhuma surpresa negativa na economia durante o primeiro semestre de 2014, a tendência é de que as vendas fiquem em "patamar mais equilibrado" e a comercialização de automóveis e comerciais leves feche o ano com estabilidade em relação a 2013. Em um cenário mais negativo, a previsão é de queda de 3,50% nas vendas. Assumpção ressalta que embora não esteja previsto um volume acentuado de vendas, a base de comparação ainda é bastante alta e, por isso, a tendência é de que haja agora um equilíbrio no comércio automobilístico. A aposta positiva para 2014 é nos segmentos de caminhões, máquinas agrícolas e ônibus, influenciados pelos bons resultados do agronegócio.

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2014 será um ano atípico, reforçou o representante da Fenabrave, avaliando que o ano sofrerá o impacto de eventos como Copa do Mundo e eleições presidenciais. Só a Copa reduzirá em ao menos sete dias úteis as vendas, segundo Tereza Fernandez, da MB. Atualmente, o setor apresenta estoque de 35 dias, que atende de 40 a 45 dias de período de vendas, segundo a Fenabrave. "O pior passou, porém este é um ano atípico e temos de estar preparados para isso, avalia o presidente executivo da Fenabrave, que não acredita que haverá fechamento de empresas ou demissões no setor.

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Clipping Fenabrave 07.01.2014  

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