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Título: IPI de automóveis mantido até 31/12 Autor: Coluna: NEGÓCIOS Nome do Veículo: DIÁRIO DO NORDESTE Cidade: FORTALEZA País: BRASIL Data de Capa: 02/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 6 Estado: CE Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Vendas crescem 6,5% no país Autor: Renan Carreira Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A GAZETA Cidade: CUIABÁ País: BRASIL Data de Capa: 02 a 03/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 5 C Estado: MT Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: IPI de carro sobe, mas não integralmente Autor: Cleide Silva Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: FOLHA DE LONDRINA Cidade: LONDRINA País: BRASIL Data de Capa: 04/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 04 Estado: PR Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


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Economia

FOLHA DE LONDRINA, segunda-feira, 4 de novembro de 2013

economia@folhadelondrina.com.br

IPI de carro sobe, mas não integralmente

Gina Mardones/14-08-2013

Nova alíquota será definida até o fim do ano; setor já calcula número de vendas para atingir meta Cleide Silva Agência Estado

São Paulo - O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis vai subir em 1º de janeiro, mas não integralmente. A alíquota a ser aplicada será definida até o fim do ano. A decisão foi anunciada na última sexta-feira, em São Paulo, pelo minis-

tro da Fazenda, Guido Mantega, ao presidente da Associação Nacional do Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. “Ficou claro que a alíquota não voltará integralmente e pedimos que seja a menor possível”, disse Moan, após o encontro. “Para nós, o melhor mesmo seria manter como está hoje.” Após passarem por duas

CONCURSO PÚBLICO – SERCOMTEL S. A. - TELECOMUNICAÇÕES EDITAL Nº 078/2013 A Vice Presidente da SERCOMTEL S. A. - TELECOMUNICAÇÕES no uso de suas atribuições legais e de conformidade com as condições gerais estabelecidas pelo Edital nº 001/2009, resolve: TORNAR PÚBLICA 1. Desclassificar os candidatos Elita Megumi Arabori (92ª) e Jennifer Andersen Merlo (93ª) aprovadas na vaga para o Eixo Profissional Administrativo Financeiro I que convocados para o ingresso conforme edital 077/2013 renunciaram a ocupação da respectiva vaga, conforme Termo de Renúncia assinado pelos nominados. 2. Convocar os candidatos, Osvaldo Cavallari (94º) e Aline Tanahashi Cortez (95º) que aprovados na vaga para o Eixo Profissional Administrativo Financeiro I para comparecer às 09h00min do dia 08/11/2013 na SERCOMTEL S. A. - TELECOMUNICAÇÕES, à Rua Fernão de Magalhães, 383 – Bairro Aeroporto, Londrina – Paraná, munidos da Carteira de Identidade Civil (original). 3. Conforme previsto no item 6.9 do Edital 001/2009, “As pessoas convocadas que não comparecerem no prazo que lhes for estipulado no documento de convocação ou se recusarem a assinar o contrato, serão excluídas do Concurso Público, perdendo o direito à contratação e convocação posterior”. 4. A relação dos candidatos convocados poderá ser consultada através dos sites www.cops.uel.br e www.sercomtel.com.br, no dia 04/11/2013. 5. Publique-se e cumpra-se. Londrina, 04 de novembro de 2013. Eloiza Fernandes P. Abi Antoun Vice Presidente

CENTRAIS ELÉTRICAS DO RIO JORDÃO S.A CNPJ 04.557.307/0001-49 - NIRE 1.300.019.550

ATA DA 44ª ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Realizada em 30 de setembro de 2013 Às 16 horas (dezesseis horas) do dia 30 do mês de setembro do ano de 2013 (dois mil e treze), na sede da companhia, localizada à Rua José de Alencar, 2021, Bairro Juvevê, Curitiba, Paraná, CEP 80040-070, reuniram-se em Assembléia a totalidade dos membros do quadro de acionistas da ELEJOR - CENTRAIS ELÉTRICAS DO RIO JORDÃO S.A, conforme se verifica do livro de presença de acionistas e das assinaturas apostas ao final desta ata, representativas de acionistas detentores de 100% (cem por cento) do capital social. Assumiu a presidência da mesa o Presidente do Conselho de Administração da Companhia, Sr. José Lupion Neto, o qual convidou a mim, Ana Paula Oaida Gabellini, para secretariar os trabalhos da Assembléia. Dando início aos trabalhos, declarou o Sr. Presidente que, em vista do comparecimento da totalidade dos acionistas, reputa-se perfeitamente regular a instalação da assembléia geral, conforme o teor do art. 124, § 4º da Lei nº 6404/76. Ordem do Dia. O Sr. Presidente informou a todos que a presente Assembleia Geral tinha por finalidade deliberar sobre: 1) Distribuição de Dividendos Intermediários; 2) Recomposição do Conselho Fiscal da Companhia e eleição de Conselheiro Suplente. Deliberações: Instalada a Assembleia e dando início à discussão das matérias indicadas na ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram o que segue: 1. Assumindo a iniciativa dos trabalhos, o Sr. Presidente colocou em discussão o primeiro item da pauta, que trata da distribuição de dividendos intermediários, assunto que foi disciplinado pelo “quarto aditivo ao acordo de acionistas celebrado em 19 de Dezembro de 2003”. Por unanimidade de votos, os acionistas deliberaram autorizar a distribuição de dividendos intermediários correspondentes a 25% (vinte e cinco por cento) dos lucros apurados no primeiro semestre do corrente ano, o qual já fora objeto de deliberação e aprovação junto ao Conselho de Administração, consoante artigo 21, alínea “b” do Estatuto Social. Igualmente, já fora ouvido o Conselho Fiscal da Companhia, em Reunião realizada nesta mesma data, às 14:00 horas. 2. Tendo em vista a deliberação contida no item 1, anterior, e aplicados os parâmetros correspondentes à situação do caixa da companhia, assim como ao refletido no balanço do primeiro semestre deste ano calendário, a Assembléia Geral declarou dividendos a serem distribuídos, na proporção da participação de cada acionista no capital social, no valor líquido total de R$ 3.763.595,90, o que corresponde a 25% (vinte e cinco por cento) dos lucros apurados no período. Esclareceu, mais, que este valor já considera as retenções legais e estatutárias. 3. Passo seguinte, quanto ao segundo e ultimo item da pauta, considerando que o membro efetivo do Conselho Fiscal da Elejor, Josete Toscani Brock renunciou em 13 de Agosto, conforme correspondência recebida e arquivada pela Companhia, assumiu como membro titular e efetivo do Conselho Fiscal o então suplente, Sr. Carlos Alberto Correia Lucio (reconduzido na 12ª AGO), sendo indicado pela Acionista Copel, para a respectiva Suplência, o Sr. Roberto Marchioro Junior, brasileiro, casado, analista de sistemas, portador da Cédula de Identidade/RG n.° 5.666.819-5 SSP/PR, inscrito no CPF/MF sob n. 023.664.889-63, residente e domiciliado na Rua Guilherme Inlenfeldt, 634, ap18, em Curitiba/PR, conforme correspondência igualmente recebida e arquivada pela Companhia em data de 29 de agosto deste corrente ano. A permanência do Conselheiro Carlos Alberto Correia Lucio como membro titular do Conselho Fiscal e a indicação de sua suplência foram aprovados à unanimidade dos acionistas votantes presentes à Assembleia. Acrescentou-se que o membro da suplência do Conselho Fiscal, ora eleito, completará o mandato de seu antecessor, a expirar na Assembleia Geral Ordinária a realizar-se no ano de 2014. Ficam arquivados em secretaria os documentos pertinentes à sua qualificação. O Conselheiro Fiscal ora eleito declarara não estar incurso em qualquer dispositivo que o impeça de exercer o cargo em apreço ou atividades mercantis em geral, nada havendo que o desabone, pelo que fica desde logo empossado e investido de todas as prerrogativas estatutárias. 4. Como nada mais houvesse a tratar, ou quem quisesse fazer uso da palavra, declarou o Sr. Presidente que iria suspender a sessão pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, conforme estabelece o art. 130, da Lei n º 6.404/76, que, concluída, foi lida por mim, Ana Paula Oaida Gabellini, Secretária desta Assembléia, depois de reiniciada a sessão, sendo nesta oportunidade aprovada e assinada por todos os acionistas presentes, dela extraindo-se cópia fiel, subscrita pela Sra. Secretária, para fins de arquivamento no registro de comércio, feito o que o Sr. Presidente declarou encerrados os trabalhos desta 44ª Assembléia Geral Extraordinária. Curitiba, 30 de Setembro de 2013. Assinaturas: José Lupion Neto (Presidente da Assembléia Geral). ACIONISTAS PRESENTES: Lindolfo Zimmer (Companhia Paranaense de Energia – Copel); José Carlos Golin; Alexandre Radtke; Délfio José Gulin; José Mauro Gulin (Paineira Participações e Empreendimentos Ltda.); Ana Paula Oaida Gabellini (Secretária); Visto (Ana Paula Oaida Gabellini – OAB/PR 20.068). Certifico, para fins de arquivamento no registro de comércio, que confere com o original, lavrado em livro próprio. Ana Paula Oaida Gabellini (Secretária da Assembleia). Registrada na Junta Comercial do Paraná, em 22/10/2013, sob n.° 2013578459, protocolo n.° 13/578454-9, de 18/10/2013.

mudanças em maio de 2012 e março, as alíquotas estão em 2% para carros 1.0, em 7% para carros até 2.0 flex e em 8% para a gasolina. As taxas antes do corte promovido no ano passado eram, respectivamente, de 7%, 11% e 13%. Recentemente, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, havia citado estudos para uma prorrogação do corte até o fim do primeiro trimestre.

Vendas em outubro

A decisão de Mantega foi anunciada no mesmo dia em que saíram os resultados das vendas em outubro. Houve crescimento de 6,6% em relação a setembro, mas queda de 3,3% na comparação com o mesmo mês do ano passa-

do. Foi o segundo melhor outubro da história, com 330,2 mil unidades, incluindo caminhões e ônibus. O recorde para o mês foi em 2012, com 341,7 mil veículos. No ano, contudo, a soma de 3,110 milhões de veículos vendidos é 0,65% inferior ao resultado do mesmo período de 2012. Para atingir a nova meta da Anfavea, de crescimento de 1% a 2% em relação a 2012, o setor terá de vender, no mínimo, 364 mil veículos este mês e em dezembro, número alcançado somente uma vez, em julho do ano passado. Só o segmento de automóveis e comerciais leves, beneficiado pelo IPI menor, vendeu 313,8 mil unidades em outubro, alta de 6,6% ante setem-

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 464.13 Objeto: Execução de obras de melhorias nos reservatórios do sistema de abastecimento de água da cidade de Curitiba e Região Metropolitana, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: Próprios. Preço Máximo Admitido: R$ 1.994.451,50 Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 de 9/12/2013. Abertura da Licitação: 16h do dia 10/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)3330-3174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/.

COMPANHIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PARANÁ

AVISO DE LICITAÇÃO - CELEPAR CONVITE N° 001/2013 OBJETO: Aquisição, em 02 (dois) lotes, de 3.600 CupCakes e 100 (cem) Pastas Envelope em couro, nos termos do Edital e seus Anexos. DATA DE RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: Até às 09:00 horas do dia 12/11/2013. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: O Edital completo está à disposição dos interessados no endereço do sítio do Governo do Estado do Paraná, http://www.comprasparana.pr.gov.br, opção = “Consulta a Licitações”.

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 482.13 Objeto: Lote 1: Execução de obra de ampliação do sistema de esgoto sanitário da cidade de Inácio Martins, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Lote 2: Execução de obra de ampliação do sistema de abastecimento de água da localidade de Içara do município de Astorga, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: Lote 1: Saneamento para todos CAIXA/FGTS. Lote 2: Próprios. Preço Máximo Admitido: Lote 1: R$ 941.833,82. Lote 2: R$ 264.119,78 Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 de 6/12/2013. Abertura da Licitação: 15h do dia 9/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)3330-3174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 452.13 Objeto: Lote 1: Execução de obra de ampliação do sistema de abastecimento de água da cidade de Londrina, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Lote 2: Execução de obra de anéis de reforço do sistema de abastecimento de água das cidades de Londrina e Cambé, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Lote 3: Execução de obra de anéis de reforço do sistema de abastecimento de água da cidade de Londrina, com fornecimento de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: Próprios. Preço Máximo Admitido: Lote 1: R$ 1.202.506,55 Lote 2: R$ 144.490,81 Lote 3: R$ 138.812,78 Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 de 6/12/2013. Abertura da Licitação: 10h do dia 9/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)33303174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO - EDITAL Nº. 82/2013-SRP-PROAF/DM SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS OBJETO:: REGISTRO DE PREÇOS, para futura aquisição de LUVA DOMÉSTICA, EM LÁTEX 100% NATURAL, subdivididos nos seguintes lotes: LOTE 1: luva doméstica, tamanho grande, em látex 100% natural; LOTE 2: luva doméstica, tamanho médio, em látex 100% natural e LOTE 3: luva doméstica, tamanho pequeno, em látex 100% natural, com entrega de forma parcelada, por um período de 12 (doze) meses.VALOR MÁXIMO DA LICITAÇÃO: é de R$ 79.560,00 (setenta e nove mil quinhentos e sessenta reais). TIPO DE LICITAÇÃO: Menor Preço por Lote. RECURSO FINANCEIRO: próprio. INÍCIO RECEBIMENTO DA PROPOSTA: 12 de novembro de 2013, a partir das 08h00min. DATA ABERTURA DAS PROPOSTAS: 21 de novembro de 2013, às 08h30min. DATA PREGÃO/DISPUTA: 29 de novembro de 2013, às 08h30min. O Edital e seus Anexos, com as especificações completas desta licitação encontra-se a disposição das interessadas no site: www.licitacoes-e.com.br, pesquisar pelo numero de identificação 502210. PREGÃO ELETRÔNICO - EDITAL Nº. 128/2013-SRP-PROAF/DM SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS OBJETO:: REGISTRO DE PREÇOS para futura aquisição de PEÇAS E ACESSÓRIOS PARA APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE USO HOSPITALAR E LABORATORIAL, subdivididos nos seguintes lotes: LOTE 1: Diafragma para estetoscópio; LOTE 2: Fluxômetro (medidor de vazão) de oxigênio; LOTE 3: Tomada dupla para ar comprimido; LOTE 4: Tomada dupla para oxigênio; LOTE 5: Válvula reguladora para rede canalizada de ar comprimido padrão medicinal; LOTE 6: Válvula reguladora para rede canalizada de oxigênio padrão medicinal, com entrega de forma parcelada, por um período de 12 (doze) meses. VALOR MÁXIMO DA LICITAÇÃO: é de R$ 26.168,70 (vinte e seis mil cento e sessenta e oito reais e setenta centavos). TIPO DE LICITAÇÃO: Menor Preço por Lote. RECURSO FINANCEIRO: próprio. INÍCIO RECEBIMENTO DA PROPOSTA: 25 de novembro de 2013, a partir das 08h00min. DATA ABERTURA DAS PROPOSTAS: 02 de dezembro de 2013, às 08h30min. DATA PREGÃO/DISPUTA: 12 de dezembro de 2013, às 08h30min. O Edital e seus Anexos, com as especificações completas desta licitação encontra-se a disposição das interessadas no site: www.licitacoes-e.com.br, pesquisar pelo numero de identificação 501062. O(s) resultado(s) de todas as fases desta(s) licitação(ões) poderá(ão) ser consultado(s) no site www.licitacoes-e.com.br

Analistas do mercado sustentam que, mesmo com as promoções realizadas em outubro, estoque de lojas continua alto

bro, mas redução de 4% em relação a outubro de 2012. No ano, as vendas somam 2,641 milhões de unidades, 1,3% a menos que no mesmo período do ano passado. O sócio-diretor da consultoria Go Associados, Fábio Silveira, não vê para os próximos meses “um ambiente econômico que favoreça o fortalecimento da indústria automobilística”. Para ele, câmbio mais elevado, desaceleração da massa salarial e crédito mais caro são fatores que inibirão as vendas. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, in-

formou que o resultado de outubro é consequência, em parte, de o mês ter um dia útil a mais que em setembro. Meneghetti aposta que a perspectiva de volta do IPI, ainda que parcialmente, deve provocar aquecimento nas vendas nos dois últimos meses do ano, “equilibrando o resultado final de 2013”. Segundo analistas do mercado, mesmo com todas as promoções realizadas em outubro, com a maior oferta de financiamentos sem juros e prazos de até 60 meses, o estoque de fábricas e lojas continua alto, próximo a 40 dias de vendas, mesmo nível do fim de setembro.

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 499.13 Objeto: Contratação de serviços socioambientais nas cidades de Londrina e Cambe, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: BNDES. Preço máximo admitido: R$ 123.588,39. Prazo de Execução: 300 dias calendário. Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 de 5/12/2013. Abertura da Licitação: 15h do dia 6/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910/3330-3128, fax (41) 33303174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1501.13 Objeto: Aquisição de Abafador de Chama de Biogás. Recurso: Caixa Econômica Federal. Limite de Acolhimento de Propostas: 18/11/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 18/11/13 às 14h15 por meio de sistema eletrônico no site http:// www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 34.598,66. Informações Complementares: Podem ser obtidas na Sanepar, à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 – Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910 / 3330-3128 ou Fax (41) 3330-3901 / 33303200, ou no site acima mencionado. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 493.13 Objeto: Execução de obra de melhorias em unidades operacionais do sistema de abastecimento de água das localidades de Campina da Lagoa, Nova Cantu, Sales de Oliveira, Herveira e Bela Vista do Piquiri, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: Próprios. Preço Máximo Admitido: R$ 1.048.245,16. Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 de 5/12/2013. Abertura da Licitação: 10h do dia 6/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)3330-3174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/.

AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA N 501.13 Objeto: Lote 1: Execução de obra das instalações elétricas da Estação Elevatória de Esgoto Brejatuba no município de Guaratuba, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Lote 2: Execução de obra das instalações elétricas da Estação Elevatória de Esgoto Nova Trento no município de Campo Largo, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Preço máximo admitido: Lote 1: R$ 223.183,64. Lote 2: R$ 159.335,94. Recurso: Próprios. Disponibilidade do Edital: de 5/11/2013 até às 17h15 do dia 5/12/2013. Abertura da Licitação: 16h do dia 6/12/2013. Informações complementares: Podem ser obtidas na Sanepar à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)3330-3174/3330-3200, ou pelo site http:// licitacao.sanepar.com.br/.

AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1497.13 Objeto: Aquisição de medidores de vazão. Limite de Acolhimento de Propostas:: 18/11/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 18/11/13 às 14h por meio de sistema eletrônico no site http://www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 47.602,42. Informações Complementares: Podem ser obtidas na Sanepar, à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 – Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910 / 3330-3128 ou Fax (41) 33303901 / 3330-3200, ou no site acima mencionado. AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1498.13 Objeto: Aquisição de material de laboratório. Limite de Acolhimento de Propostas:: 18/11/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 18/11/13 às 14h30 por meio de sistema eletrônico no site http://www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 84.432,10. Informações Complementares: Podem ser obtidas na Sanepar, à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 – Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910 / 3330-3128 ou Fax (41) 33303901 / 3330-3200, ou no site acima mencionado. Flavio Luis Coutinho Slivinski - Diretor Administrativo em Exercício

COMPANHIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PARANÁ - CELEPAR CNPJ: 76.545.011/0001-19

AVISO DE LICITAÇÃO - CELEPAR PREGÃO ELETRÔNICO N° 028/2013 OBJETO: aquisição, em lote único, de licenças de acesso ao Business Intelligence - BI Qlikview, suporte técnico ao produto e ao uso, nos termos do Edital e seus Anexos. O recebimento das propostas, abertura e disputa de preços, será exclusivamente por meio eletrônico, no endereço do sítio do Governo do Estado do Paraná, www.comprasparana.pr.gov.br, opção “Cotações eletrônicas”, ou diretamente em www.licitacoes-e.com.br, conforme datas e horários definidos abaixo: - Recebimento das propostas até às 09:00 horas do dia 19 de novembro de 2013. - Abertura da Sessão Pública, com a divulgação das propostas e disputa de lances, a partir das 09:30 horas do dia 19 de novembro de 2013.


Título: Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: COBERTURA MERCADO DE SEGUROS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

Tipo de Veículo: SITE

Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


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11/11/2013 – VALOR ECONÔMICO Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe

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Por Eduardo Laguna Mesmo com a queda nas vendas de carros, o faturamento das montadoras cresce R$ 1 bilhão neste ano, como resultado da evolução no padrão de consumo de automóveis no país. Diante de uma notável inflexão da demanda para produtos de maior valor agregado, com avanços na motorização e no nível de equipamentos dos veículos, o brasileiro está, na média, pagando R$ 1 mil a mais na compra de carros. Levantamento feito pela consultoria Oikonomia, com base nas 15 marcas mais vendidas no mercado brasileiro, revela que o tíquete médio dos carros subiu. O valor pago, na média, por cada veículo passou de R$ 44,6 mil, entre janeiro e outubro de 2012, para R$ 45,6 mil em igual período deste ano. Isso permitiu ao setor compensar o recuo superior a 1% nas vendas e elevar para R$ 131,3 bilhões o faturamento acumulado nos dez primeiros meses deste ano, 0,75% a mais do que os R$ 130,3 bilhões de um ano antes. Os preços dos carros pouco subiram em 2013 - a inflação medida nas concessionárias ficou em apenas 0,6% entre janeiro e setembro, segundo pesquisa feita pela agência Autoinforme. O descompasso entre volume e receita se deve, principalmente, à sofisticação no padrão dos veículos comercializados no país. A despeito da desaceleração da indústria, o mercado tem claramente evoluído para um segundo nível dentro do segmento de automóveis compactos, o maior do país. Os carros mais espaçosos e equipados, com forte apelo de design, estão ganhando o terreno dos modelos mais espartanos que estão na "porta de entrada" do mercado automotivo. Os tradicionais Gol (Volkswagen), Uno e Palio, ambos da Fiat, seguem como os mais vendidos no país, mas perderam espaço para os lançamentos feitos pela concorrência para preencher essa nova faixa do mercado, chamada de "compacto premium" por alguns dos executivos da indústria. Os principais modelos lançados sob esse conceito - que vão do HB20, da Hyundai, o Onix, da General Motors (GM), o Etios, da Toyota, a nova geração do Fiesta, da Ford, ao 208, da Peugeot - já respondem por quase 14% das vendas de automóveis neste ano. Não à toa, exceção à Peugeot, todas as demais montadoras desses lançamentos conseguem melhorar suas vendas no ano. Além de trazerem um novo tipo de design, esses carros adicionaram ao mercado popular itens antes disponíveis apenas a um público restrito, como sistemas multimídia e computador de bordo. Paralelamente, observa-se uma evolução, de forma geral, no consumo de equipamentos de conforto, como ar-condicionado, e de segurança - até por força da lei que torna obrigatória a produção de veículos com airbags e freios ABS. Toda essa transformação está mudando o conceito do que é carro popular no Brasil. Automóveis de motor 1.0, por exemplo, deixaram de ser os mais emplacados há algum tempo. Hoje, mais de 62% das vendas de automóveis estão acima dessa motorização, como mostram números da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos. Já fora do segmento de compactos, seguem em alta as vendas de utilitários esportivos, minivans e picapes. Da mesma forma, carros de luxo de marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi e Land Rover avançam a um ritmo de dois dígitos em 2013. É claro que esse novo padrão de consumo tem um preço e, por isso, a indústria

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automobilística ainda consegue melhorar sua receita em momentos de desaceleração das vendas como o atual. Mas graças à ascensão da renda, a disponibilidade de crédito e incentivos fiscais do governo, o consumidor tem hoje maior facilidade de acesso a veículos melhores. De outro lado, a escalada do consumo, que colocou o Brasil entre os quatro maiores mercados automotivos do mundo, abriu caminho para a introdução de novas tecnologias veiculares. "A tendência natural do consumidor é buscar produtos melhores, que proporcionem satisfação e status", diz Raphael Galante, analista da Oikonomia, ao justificar por que os brasileiros estão gastando mais em automóveis.


Título: Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BRASÍLIA EM TEMPO REAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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Economia 11/11/2013 15h00m

Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Mesmo com a queda nas vendas de carros, o faturamento das montadoras cresce R$ 1 bilhão neste ano, como resultado da evolução no padrão de consumo de automóveis no país. Diante de uma notável inflexão da demanda para produtos de maior valor agregado, com avanços na motorização e no nível de equipamentos dos veículos, o brasileiro está, na média, pagando R$ 1 mil a mais na compra de carros. Levantamento feito pela consultoria Oikonomia, com base nas 15 marcas mais vendidas no mercado brasileiro, revela que o tíquete médio dos carros subiu. O valor pago, na média, por cada veículo passou de R$ 44,6 mil, entre janeiro e outubro de 2012, para R$ 45,6 mil em igual período deste ano. Isso permitiu ao setor compensar o recuo superior a 1% nas vendas e elevar para R$ 131,3 bilhões o faturamento acumulado nos dez primeiros meses deste ano, 0,75% a mais do que os R$ 130,3 bilhões de um ano antes. Os preços dos carros pouco subiram em 2013 - a inflação medida nas concessionárias ficou em apenas 0,6% entre janeiro e setembro, segundo pesquisa feita pela agência Autoinforme. O descompasso entre volume e receita se deve, principalmente, à sofisticação no padrão dos veículos comercializados no país. A despeito da desaceleração da indústria, o mercado tem claramente evoluído para um segundo nível dentro do segmento de automóveis compactos, o maior do país. Os carros mais espaçosos e equipados, com forte apelo de design, estão ganhando o terreno dos modelos mais espartanos que estão na "porta de entrada" do mercado automotivo. Os tradicionais Gol (Volkswagen), Uno e Palio, ambos da Fiat, seguem como os mais vendidos no país, mas perderam espaço para os lançamentos feitos pela concorrência para preencher essa nova faixa do mercado, chamada de "compacto premium" por alguns dos executivos da indústria. Os principais modelos lançados sob esse conceito - que vão do HB20, da Hyundai, o Onix, da General Motors (GM), o Etios, da Toyota, a nova geração do Fiesta, da Ford, ao 208, da Peugeot - já respondem por quase 14% das vendas de automóveis neste ano. Não à toa, exceção à Peugeot, todas as demais montadoras desses lançamentos conseguem melhorar suas vendas no ano. Além de trazerem um novo tipo de design, esses carros adicionaram ao mercado popular itens antes disponíveis apenas a um público restrito, como sistemas multimídia e computador de bordo. Paralelamente, observa-se uma evolução, de forma geral, no consumo de equipamentos de conforto, como ar-condicionado, e de segurança até por força da lei que torna obrigatória a produção de veículos com airbags e freios ABS. Toda essa transformação está mudando o conceito do que é carro popular no Brasil. Automóveis de motor 1.0, por exemplo, deixaram de ser os mais emplacados há algum tempo. Hoje, mais de 62% das vendas de automóveis estão acima dessa motorização, como mostram números da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos. Já fora do segmento de compactos, seguem em alta as vendas de utilitários esportivos, minivans e picapes. Da mesma forma, carros de luxo de marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi e Land Rover avançam a um ritmo de dois dígitos em 2013. É claro que esse novo padrão de consumo tem um preço e, por isso, a indústria automobilística ainda consegue melhorar sua receita em momentos de desaceleração das vendas como o atual. Mas graças à ascensão da renda, a disponibilidade de crédito e incentivos fiscais do governo, o consumidor tem hoje maior facilidade de acesso a veículos melhores. De outro lado, a escalada do consumo, que colocou o Brasil

Quem está mais preparado para assumir a Presidência da República em 2014? Aécio Neves (PSDB) Dilma Rousseff (PT) Eduardo Campos (PSB) Marina Silva (RS)


entre os quatro maiores mercados automotivos do mundo, abriu caminho para a introdução de novas tecnologias veiculares. "A tendência natural do consumidor é buscar produtos melhores, que proporcionem satisfação e status", diz Raphael Galante, analista da Oikonomia, ao justificar por que os brasileiros estão gastando mais em automóveis. Valor Econômico

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Título: Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CIMM Cidade: WEB Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Fonte: Valor Econômico - 11/11/2013 Mesmo com a queda nas vendas de carros, o faturamento das montadoras cresce R$ 1 bilhão neste ano, como resultado da evolução no padrão de consumo de automóveis no país. Diante de uma notável inflexão da demanda para produtos de maior valor agregado, com avanços na motorização e no nível de equipamentos dos veículos, o brasileiro está, na média, pagando R$ 1 mil a mais na compra de carros. Levantamento feito pela consultoria Oikonomia, com base nas 15 marcas mais vendidas no mercado brasileiro, revela que o tíquete médio dos carros subiu. O valor pago, na média, por cada veículo passou de R$ 44,6 mil, entre janeiro e outubro de 2012, para R$ 45,6 mil em igual período deste ano. Isso permitiu ao setor compensar o recuo superior a 1% nas vendas e elevar para R$ 131,3 bilhões o faturamento acumulado nos dez primeiros meses deste ano, 0,75% a mais do que os R$ 130,3 bilhões de um ano antes. Os preços dos carros pouco subiram em 2013 - a inflação medida nas concessionárias ficou em apenas 0,6% entre janeiro e setembro, segundo pesquisa feita pela agência Autoinforme. O descompasso entre volume e receita se deve, principalmente, à sofisticação no padrão dos veículos comercializados no país. A despeito da desaceleração da indústria, o mercado tem claramente evoluído para um segundo nível dentro do segmento de automóveis compactos, o maior do país. Os carros mais espaçosos e equipados, com forte apelo de design, estão ganhando o terreno dos modelos mais espartanos que estão na "porta de entrada" do mercado automotivo. Os tradicionais Gol (Volkswagen), Uno e Palio, ambos da Fiat, seguem como os mais vendidos no país, mas perderam espaço para os lançamentos feitos pela concorrência para preencher essa nova faixa do mercado, chamada de "compacto premium" por alguns dos executivos da indústria. Os principais modelos lançados sob esse conceito - que vão do HB20, da Hyundai, o Onix, da General Motors (GM), o Etios, da Toyota, a nova geração do Fiesta, da Ford, ao 208, da Peugeot - já respondem por quase 14% das vendas de automóveis neste ano. Não à toa, exceção à Peugeot, todas as demais montadoras desses lançamentos conseguem melhorar suas vendas no ano. Além de trazerem um novo tipo de design, esses carros adicionaram ao mercado popular itens antes disponíveis apenas a um público restrito, como sistemas multimídia e computador de bordo. Paralelamente, observa-se uma evolução, de forma geral, no consumo de equipamentos de conforto, como ar-condicionado, e de segurança - até por força da lei que torna obrigatória a produção de veículos com airbags e freios ABS.


Toda essa transformação está mudando o conceito do que é carro popular no Brasil. Automóveis de motor 1.0, por exemplo, deixaram de ser os mais emplacados há algum tempo. Hoje, mais de 62% das vendas de automóveis estão acima dessa motorização, como mostram números da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos. Já fora do segmento de compactos, seguem em alta as vendas de utilitários esportivos, minivans e picapes. Da mesma forma, carros de luxo de marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi e Land Rover avançam a um ritmo de dois dígitos em 2013. É claro que esse novo padrão de consumo tem um preço e, por isso, a indústria automobilística ainda consegue melhorar sua receita em momentos de desaceleração das vendas como o atual. Mas graças à ascensão da renda, a disponibilidade de crédito e incentivos fiscais do governo, o consumidor tem hoje maior facilidade de acesso a veículos melhores. De outro lado, a escalada do consumo, que colocou o Brasil entre os quatro maiores mercados automotivos do mundo, abriu caminho para a introdução de novas tecnologias veiculares. "A tendência natural do consumidor é buscar produtos melhores, que proporcionem satisfação e status", diz Raphael Galante, analista da Oikonomia, ao justificar por que os brasileiros estão gastando mais em automóveis. Por Ana Paula Paiva/ Valor Econômico

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Título: Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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11/11/2013

Vendas de carros recuam, mas o faturamento sobe Destaques

Por Eduardo Laguna | De São Paulo

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? Galante, da Oikonomia: pesquisa da consultoria mostra que brasileiro está pagando R$ 1 mil a mais na compra do carro

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Mesmo com a queda nas vendas de carros, o faturamento das montadoras cresce R$ 1 bilhão neste ano, como resultado da evolução no padrão de consumo de automóveis no país. Diante de uma notável inflexão da demanda para produtos de maior valor agregado, com avanços na motorização e no nível de equipamentos dos veículos, o brasileiro está, na média, pagando R$ 1 mil a mais na compra de carros. Levantamento feito pela consultoria Oikonomia, com base nas 15 marcas mais vendidas no mercado brasileiro, revela que o tíquete médio dos carros subiu. O valor pago, na média, por cada veículo passou de R$ 44,6 mil, entre janeiro e outubro de 2012, para R$ 45,6 mil em igual período deste ano. Isso permitiu ao setor compensar o recuo superior a 1% nas vendas e elevar para R$ 131,3 bilhões o faturamento acumulado nos dez primeiros meses deste ano, 0,75% a mais do que os R$ 130,3 bilhões de um ano antes. Os preços dos carros pouco subiram em 2013 - a inflação medida nas concessionárias ficou em apenas 0,6% entre janeiro e setembro, segundo pesquisa feita pela agência Autoinforme. O descompasso entre volume e receita se deve, principalmente, à sofisticação no padrão dos veículos comercializados no país. A despeito da desaceleração da indústria, o mercado tem claramente evoluído para um segundo nível dentro do segmento de automóveis compactos, o maior do país. Os carros mais espaçosos e equipados, com forte apelo de design, estão ganhando o terreno dos modelos mais espartanos que estão na "porta de entrada" do mercado automotivo. Os tradicionais Gol (Volkswagen), Uno e Palio, ambos da Fiat, seguem como os mais vendidos no país, mas perderam espaço para os lançamentos feitos pela concorrência para preencher essa nova faixa do mercado, chamada de "compacto premium" por alguns dos executivos da indústria. Os principais modelos lançados sob esse conceito - que vão do HB20, da Hyundai, o Onix, da General Motors (GM), o Etios, da Toyota, a nova geração do Fiesta, da Ford, ao 208, da Peugeot - já respondem por quase 14% das vendas de automóveis neste ano. Não à toa, exceção à Peugeot, todas as demais montadoras desses lançamentos conseguem melhorar suas vendas no ano. Além de trazerem um novo tipo de design, esses carros adicionaram ao mercado popular itens antes disponíveis apenas a um público restrito, como sistemas multimídia e computador de bordo. Paralelamente, observa-se uma evolução, de forma geral, no consumo de equipamentos de conforto, como ar-condicionado, e de segurança - até por força da lei que torna obrigatória a produção de veículos com airbags e freios ABS. Toda essa transformação está mudando o conceito do que é carro popular no Brasil. Automóveis de motor 1.0, por exemplo, deixaram de ser os mais emplacados há algum tempo. Hoje, mais de 62% das vendas de automóveis estão acima dessa motorização, como mostram números da Fenabrave , entidade que representa as concessionárias de veículos. Já fora do segmento de compactos, seguem em alta as vendas de utilitários esportivos, minivans e picapes. Da mesma forma, carros de luxo de marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi e Land Rover avançam a um ritmo de dois dígitos em 2013. É claro que esse novo padrão de consumo tem um preço e, por isso, a indústria automobilística ainda consegue melhorar sua receita em momentos de desaceleração das vendas como o atual. Mas graças à ascensão da renda, a disponibilidade de crédito e incentivos fiscais do governo, o consumidor tem hoje maior facilidade de acesso a veículos melhores. De outro lado, a escalada do consumo, que colocou o Brasil entre os quatro maiores mercados automotivos do mundo, abriu caminho para a introdução de novas tecnologias veiculares. "A tendência natural do consumidor é buscar produtos melhores, que proporcionem satisfação e status", diz Raphael Galante, analista da Oikonomia, ao justificar por que os brasileiros estão gastando mais em automóveis.


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Título: Venda de carros em Santa Catarina cresce 11,66% em outubro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ECONOMIA SC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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Venda de carros em Santa Catarina cresce 11,66% em outubro 11.11.2013 | 15:40

As vendas de novos veículos em Santa Catarina cresceram 11,66% em outubro, na comparação com setembro. As informações foram divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC) nesta segunda-feira, dia 11. Em números de novos veículos emplacados, os dados representam 24.725 unidades a mais circulando pelas estradas catarinenses. Enquanto o setor de carros e automóveis cresceu, o de caminhões teve alta de 14,61%, o de ônibus 30,61% e o de motos 19,25%. O Estado obteve desempenho superior à média nacional que, no mesmo período, registrou crescimento de 5,97% em todos os segmentos, sendo 7,83% no de automóveis. Se comparado o mês de outubro de 2012 com outubro de 2013, o crescimento nas vendas foi de 4,15% em todos os setores.

Com as vendas em outubro, a frota circulante em SC chega a 4.136.596 veículos emplacados. Foto:Divulgação

Com as vendas em outubro, a frota circulante em Santa Catarina chega a 4.136.596 veículos emplacados, sendo 2.395.409 automóveis, 974.394 motocicletas, 184.471 caminhões, 27.162 ônibus, e os demais entre tratores, caminhonetes e outros. A região do Vale do Itajaí foi a que obteve melhor desempenho em outubro, registrando acréscimo de 15,54% nas vendas de veículos de todas as categorias. No segmento de automóveis e comerciais leves, a alta foi de 10,81%. O resultado representa 6.314 novos veículos nesta região. Em números de automóveis novos, o Vale também ficou em 1º lugar. O Norte do Estado vem em seguida, com crescimento de 14,97% em outubro, representando 4.269 novos veículos emplacados. Na categoria de comerciais leves e carros, o aumento foi de 16,23%. Já o Sul conquistou 3.846 novas unidades, com crescimento de 14,29% em todas as categorias de veículos. A região do Planalto Serrano emplacou 1.074 veículos em outubro, registrando crescimento de 11,30%. As vendas de automóveis e comerciais leves registraram alta de 9,23%. Na região Oeste, o crescimento foi de 7,12% em todas as categorias, somando 4.271 novas unidades. A Grande Florianópolis foi a que apontou o menor crescimento, registrando 6,52% em relação a setembro em todas as categorias. Mesmo assim, em outubro foram comercializados 4.951 novos veículos. De acordo com o diretor regional da Fenabrave-SC, Ademir Saorin, um dos motivos do crescimento pode estar relacionado ao número de dias úteis em outubro, que teve um dia a mais que setembro. Ainda segundo ele, o setor agora se mantém estável até pela proximidade do fim do desconto do IPI. "Como o incentivo está se esgotando, as vendas neste final de ano devem aumentar para que o consumidor ainda possa aproveitar os descontos. Isto deve equilibrar o resultado final de 2013 com o de 2012, quando o desconto integral ainda estava em vigência", completa.


Título: Motocicletas - o caminho sem volta Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A GAZETA ACRE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 09/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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Motocicletas - o caminho sem volta Sáb, 09 de Novembro de 2013 18:21 Agazeta

Hoje, dia 09/11/2013 é o Dia do Hoteleiro e Dia da Basílica de Latrão (o nome oficial é: Arquibasílica do Santíssimo Salvador e é considerada a “mãe” de todas as igrejas do mundo e está localizada na Praça Giovanni Paolo II em Roma Itália. É a catedral do Bispo de Roma: o Papa). (Wikipédia) Nem os rastros de tragédias e destruições deixados pelos acidentes de motos e o consequente impacto ambiental que ela causa, (pois ainda não foi criada lei que obrigue a motocicleta sair de fábrica com catalizador) são problemas ou algo que tenha efeito sobre a proliferação das motos no nordeste do Brasil. Esse fenômeno não acontece só na região citada. Acontece na maioria dos estados brasileiros com exceção das regiões Sul e Sudeste. A região Sudeste que em 2007 detinha 43% do mercado, hoje está com 33% e a região Sul que em 2005 detinha 21% do mercado, hoje está com 12%. Dados que se assemelham hoje ao Norte e Centro Oeste. Em compensação, no Nordeste a situação é completamente inversa. Dados compilados em 1998 sugerem que existiam aproximadamente 397.000 motocicletas em circulação. No mês de maio de 2013 foi detectado aproximadamente 3.500.000 motos em circulação o que significa um crescimento de 757% na frota desse tipo de veículo sendo que no país o aumento foi de 446%. Essa epidemia está diretamente ligada a recente mudança no perfil econômico do Nordeste que acaba sendo uma “contradição econômica”, um contrassenso (nova grafia segundo o Novo Acordo Ortográfico) à realidade de determinadas localidades onde o transporte originalmente efetuado por burros cavalos ou jegues está sendo substituído pelas motos e em muitos lugares esses animais estão sendo simplesmente abandonados à própria sorte. Muitos usam o termo “avalanche” que, diante das estatísticas do final de 2009, não é nenhum exagero. Em dezembro de 2009, segundo estatísticas, houve uma inversão histórica no mercado de veículos automotores de duas rodas no país. Os números oficiais da Fenabrave apontam que pela primeira vez o Nordeste assumiu a liderança de venda de motos com 33,3% contra 32,58% do Sudeste. Não sei ao certo se podemos dizer que houve uma inversão ou uma distorção por causa da diferença populacional. O Sudeste tem aproximadamente 27 milhões de pessoas a mais do que o Nordeste e em termos de poder econômico o PIB per capita nordestino é aproximadamente 3 vezes menor. As estatísticas foram feitas em 2009 e é evidente que esse “pulo” não aconteceu exatamente neste ano. Desde meados dos anos 90, o Nordeste vem crescendo gradualmente até por causa da instalação de grandes indústrias, inclusive automotivas, atraídas pelos benefícios fiscais concedidos por alguns municípios. Como consequência, o aumento de consumo está relacionado ao aumento de renda proporcionado pela oferta de emprego gerado pelas empresas que lá se instalaram visando a mão de obra mais barata aliado ao benefício fiscal. Comparando o cenário do ano de 2000 com o de 2010, a região foi a única que ampliou seu percentual de consumo de moto no país. Passou de 28% para 36% enquanto que o Sudeste passou de 43% para 33% e o Sul de 21% para 12%, semelhante aos percentuais do Norte e Centro Oeste. Como já citei em coluna anterior, as classes C e D passaram a organizar melhor seu orçamento familiar e assim conseguiram acesso ao crédito, que é o componente fundamental para entender o aumento desenfreado das motos na região Nordeste. Componente fundamental, porque 50% das motocicletas vendidas no País são financiadas e 29% através de consórcio. Aqui entra um dado importante para entendermos um pouco mais sobre o transporte coletivo que está com a qualidade ruim a cada dia. As motos encaixam exatamente nas lacunas deixadas pelo precário sistema de transporte público coletivo que é utilizada, na sua grande maioria, por essa fatia da sociedade. A solução econômica pessoal que a maioria dos nordestinos encontrou na facilidade de aquisição das motos, acabou se tornando um grave problema para a saúde pública e Previdência Social. (Dados: Diário de Pernambuco)


Título: Mercado de motos acima de 500 cc registra crescimento Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MONITOR MERCANTIL ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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Mercado de motos acima de 500 cc registra crescimento 11/11/2013 - 14:28:34

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Reciclar é preciso OPINIÃO 11/11/2013 - 20:24:34

O Estado é o elefante, os criminosos são os ratos Levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de M otocicletas, Ciclomotores, M otonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) divulgado na última quinta-feira mostra os dados de fabricação, emplacamento e vendas de motos no país. Enquanto o mercado geral evoluiu 1,8% em outubro deste ano, em relação ao mês anterior, a venda de motos “premium” (acima de 500 cilindradas) cresceu 15% - com 4.492 unidades emplacadas no período. Esse segmento vive um ano extremamente positivo, com um aumento de 12,8% nas vendas, em relação aos 10 primeiros meses de 2012 - passando de 36.273 unidades para 40.932 motos vendidas. Todos esses números têm atraído investimentos para o setor.

PRIMEIRA LINHA 11/11/2013 - 19:52:40

Pré-sal dá impulso a barcos de apoio

Venda de veículos registra queda de 5,9% em setembro, aponta Anfavea Venda de veículos cai 3,8% em agosto, segundo a Anfavea Vendas de veículos novos crescem 1,2% em junho, mostra Anfavea Vendas de veículos têm alta de 20,8% em março, mostra Anfavea Venda de veículos tem queda de 25% em fevereiro, mostra Fenabrave Vendas de veículos crescem 18,6% em outubro, diz Anfavea Aumenta venda de veículos no país, mostra Fenabrave Venda de veículos cresce 11,97% em maio, aponta Fenabrave Produção de veículos cai em abril, diz Anfavea Venda de veículos tem queda de 9,95% em abril, aponta Fenabrave

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Título: 523 unidades separam a Mercedes-Benz da liderança Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRANSPORTE MUNDIAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 11/11/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 12/11/2013

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11/11/2013 11:37:00

523 unidades separam a Mercedes-Benz da liderança No mês de outubro a marca da estrela foi a líder do mercado com 26,41% Tweet

Segundo dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a Mercedes-Benz liderou o mercado de caminhões com 26,14% de participação e, no acumulado, encosta na MAN Latin America; apenas 0,40% (ou 523 unidades) separa as duas maiores fabricantes de caminhões. De janeiro a outubro, a MAN vendeu 33 653 caminhões (25,99%), enquanto a Mercedes-Benz vendeu 33 130 unidades (25,59%).

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Há mais de 10 anos que a MAN Latin America, então Volkswagen Caminhões e Ônibus, tirou a liderança da Mercedes-Benz. A marca da estrela alegava Access to thedepage: ultimamente que uma das dificuldades que tinha para retomar a liderança era a sua capacidade produção limitada de sua fábrica de São Bernardo Fábr ica da MB em Juiz de For a (MG) do Campo (SP). A saída para uma participação maior de mercado viria com a inauguração da linha de montagem de caminhões em sua fábrica de Juiz http://www.facebook.com/plugins/share_button.php?app_id=&channel=http://static.ak.facebook.com/connect/xd_arbiter.php?version=28 de Fora (MG), o que ocorreu no primeiro semestre de 2012. Desde então, a Mercedes-Benz vem se aproximando da MAN e, em alguns meses, como outubro, já consegue emplacar mais caminhões que a concorrente. Mais

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O mercado total interno de caminhões acumula vendas 129 477 unidades, o que representa um crescimento de 14,93% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

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Clipping Fenabrave 12.11.2013