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Título: Classic lidera na 1ª quinzena de julho Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: A TRIBUNA Cidade: VITÓRIA País: BRASIL Data de Capa: 20/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 24 Estado: ES Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


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ATRIBUNA VITÓRIA, ES, SÁBADO, 20 DE JULHO DE 2013

Sobre Rodas

FAROL ALTO Classic lidera na 1ª quinzena de julho Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes à primeira quinzena de julho, revelam que a disputa pelo primeiro lugar no segmento de sedãs compactos teve uma virada em relação ao mes-

mo período do mês passado. Nos primeiros 15 dias de junho, a categoria era liderada pelo Fiat Siena, com 5.624 emplacamentos, seguido por Volkswagen Voyage, com 4.469; e Chevrolet Classic, com 4.443 unidades vendidas no período.

Já na primeira quinzena deste mês, os dados da Fenabrave apontam uma ligeira superioridade no desempenho de vendas do sedã Classic. O veterano da General Motors encerrou o período na liderança com 5.117 unidades, deixando

para trás os rivais Siena (4.855) e Voyage (3.479). No acumulado do ano, o Fiat Siena lidera as vendas com folga (60.815 unidades), deixando Voya g e ( 5 2.4 2 8 ) e C l a s s i c (48.803) em uma disputa mais acirrada logo atrás.

Novos Golf e Focus estreiam juntos no País Duas das novidades mais aguardadas no Brasil este ano chegarão ao mercado praticamente no mesmo período. O Novo Ford Focus tem lançamento previsto para setembro, enquanto o Volkswagen Golf VII será importado a partir de outubro. Lá fora, o Focus ficou com o título de carro mais vendido do mundo em 2012, enquanto o Golf foi eleito o “Carro do Ano 2013” na Europa.

Honda bate recorde de vendas no semestre

ASSESSORIA GENERAL MOTORS

A Honda acaba de bater um recorde importante: o primeiro semestre deste ano registrou o melhor resultado de vendas da marca desde o início das suas atividades no País, há 15 anos. Ao todo, foram vendidos 65.127 carros, o que significa um aumento de 13,2% em relação a igual período do ano passado. Na Shori, o aumento no período foi ainda mais expressivo, com 39,2% de incremento. ASSESSORIA NISSAN

Kombi terá versão de despedida A veterana Kombi, que deixará de ser fabricada em 2014, terá uma versão especial de despedida. A perua, que é o veículo mais antigo em produção no Brasil (e no mundo), sairá de linha por não poder receber airbag duplo e freios ABS, itens que serão obrigatórios

em todos os veículos novos produzidos a partir do ano que vem. Rumores dão conta de que a versão de despedida será parecida com a edição “50 anos” (foto), feita em 2007. Seu lançamento deve ocorrer em outubro e o preço pode ficar entre R$ 42 mil e R$ 45 mil. ASSESSORIA VOLKSWAGEN

New Fiesta ganha site A Ford lançou um site exclusivo do New Fiesta 2014 (www.newfiesta.com.br), onde os internautas podem comparar as versões do modelo com seus principais concorrentes. O comparativo é feito com relação à performance, economia, conectividade, segurança, conforto, exterior, espaço e preço.

Moto Vena inaugura mais uma filial Representante Honda no Estado, a Moto Vena se prepara para inaugurar sua quarta concessionária no Estado, a segunda do grupo em Vila Velha. Com estrutura completa, que inclui showroom, peças, serviços, vendas e oficina, o novo endereço fica em frente ao Shopping Vila Velha, em Itapoã. A abertura oficial acontece na próxima segunda, com algumas ofertas.

Luxo e sofisticação Divisão de luxo da Toyota, a Lexus lança no Brasil a terceira geração do sedã esportivo IS, que chega como linha 2014. Entre as novidades estão a nova grade e as linhas marcantes da carroceria. O modelo chega nas versões IS250 Luxury, que custa R$ 175 mil, e IS250 F Sport, com pacote aerodinâmico, por R$ 188 mil.

Nissan quer veículos da Datsun nas ruas brasileiras A Nissan pode vender carros de sua marca Datsun no Brasil, disse um representante da empresa japonesa, quando questionado pela agência de notícias Reuters sobre mercados específicos. “O Brasil é uma possibilidade”, afirmou. No início desta semana, a montadora apresentou o 1º modelo da Datsun, o compacto de cinco portas chamado Go, em um evento em Nova Déli. O carro será vendido na Índia por menos de US$ 6,7 mil (cerca de R$ 15 mil) a partir do ano que vem.

Toyota faz concurso para crianças Crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos que participarem do concurso de desenhos “Toyota Dream Car Art Contest” vão concorrer a uma

viagem para conhecer a matriz da Toyota no Japão. Inscrições abertas a partir de 28 de setembro pelo site www.toyotadreamcar.com.br.

Brasil vende carro que parte de R$ 1,13 milhão ASSESSORIA BENTLEY

A inglesa Bentley lançou o Continental GT V8 no Brasil. O cupê, que estreou no Salão de Detroit de 2012, parte de R$ 1,13 milhão; a versão conversível custará R$ 1,29 milhão. Os dois entram para a lista dos cerca de 20 carros que custam mais de R$ 1 milhão atualmente no Brasil. O modelo que estreia agora no País traz sob o capô um motor 4.0 V8 biturbo que rende potência de 507 cavalos e torque de 67,3 kgfm. Embora raríssimo de se ver nas ruas, o Continental cupê já era vendido no País na versão 6.0 W12 de 575 cv com preço de R$ 1,25 milhão.


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA MORUMBI Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA MOEMA NEWS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA HIGIENÓPOLIS NEWS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA CAMPO BELO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA BUTANTÃ PINHEIROS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA BROOKLIN NEWS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA JARDINS E ITAIM BIBI AUGUSTA Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

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Título: Étios, extremamente ótimo para dirigir Autor: Vito Zanella Coluna: SOBRE RODAS Nome do Veículo: JBA ZONA SUL Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 19 a 26/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Motos exibem forte queda nos emplacamentos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SINCOPEÇAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: SITE

Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Motos exibem forte queda nos emplacamentos Feriado em São Paulo influencia negativamente o setor e inadimplência ainda é entrave 22/07/2013 As vendas de motos continuam num ritmo fraco. Na primeira quinzena de julho forma emplacadas 64.252 unidades, resultando em queda de 10,51% ante o mesmo período do mês passado. Na comparação com a primeira metade de julho de 2012, a retração é pouco menor, de 9,83%. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. Outra notícia ruim é a média diária de emplacamentos em julho, de 5,84 mil unidades. O mercado e a Abraciclo esperavam que essa média estivesse ao redor de 6,5 mil motocicletas no segundo semestre. “O mês está completamente fora das expectativas, mas é preciso lembrar São Paulo teve um feriado na segunda semana (9 de julho, data comemorativa da Revolução Constitucionalista)”, afirma Francisco Mendes, sócio da consultoria Autoanálise. “O que ainda não se sabe é se houve um represamento dessas vendas, que eventualmente irão desaguar na segunda quinzena. Estamos agora em stand by, esperando os números da segunda quinzena. Se essa retração se confirmar e julho for mesmo ruim, teremos de revisar nossas projeções baixo”, revela Mendes. O consultor recorda também que o índice de inadimplência de veículos se mantém acima de seis pontos porcentuais há mais de um ano. “Embora os dados do Banco Central não sejam específicos sobre a inadimplência de motos, a informação extraoficial é que ela é mais alta”, diz Mendes. Ele recorda que a inflação também tende a puxar para cima as taxas de juros. Segundo a Abraciclo, que reúne fabricantes do setor, o ritmo diário de vendas e os dias úteis da segunda quinzena do mês indicam que o volume total no fechamento de julho poderá se equiparar ao junho. No acumulado de 2013 foram emplacadas 812.504 motocicletas, queda de 11,67% em relação a igual período do ano passado.

Fonte: Automotive Business MÁRIO CURCIO, AB


Título: Liderança e gestão serão temas de palestra no 23° Congresso Fenabrave Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MAXPRESS NET Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

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busca avançada Pautas | Grupo Máquina - Comunicação Corporativa Integrada | 22/07/2013 16:34:43 | 70 Acessos

Liderança e gestão serão temas de palestra no 23° Congresso Fenabrave

O concessionário deve estar em constante atualização visando expandir seu negócio, alavancar as vendas e bem administrar a equipe de trabalho. A boa liderança é peça fundamental para um eficiente sistema de gestão, sucesso da organização e do profissional. Para ajudar na atualização dos especialistas do setor, o escritor e consultor em marketing e vendas Wilson Britto ministrará palestra sobre “Liderança natural, a liderança invisível”, durante o 23° Congresso Fenabrave – em 08 de agosto, das 16h15 às 17h30, no Expo Center Norte, Pavilhão Azul. O especialista abordará dez questionamentos importantes sobre o tema, dentre eles, o preço que se paga pela liderança. “É sempre uma experiência que subtrai energia. Como líder, há sempre um preço a ser pago. Um líder não consegue auxiliar os outros ou a si próprio sem doação e abnegação, mesmo tendo a crença de que o posto de liderança está lhe trazendo vantagens”, explica Britto. Há mais de trinta anos Wilson Britto atua em consultoria realizando, no Brasil e no exterior, inúmeros trabalhos de marketing, vendas, planejamento estratégico, gestão empresarial e formação de lideranças em nível de diretoria e gerências nas organizações. Exprofessor da Universidade Católica de Minas Gerais, SEBRAE, Fundação Dom Cabral e Una (Pós-Graduação Comércio Exterior), ele hoje é sócio-consultor da empresa BrittoTerra Pura; membro do Conselho de Gestão Estratégica da Associação Comercial de Minas; coordenador do Conselho Fiscal e membro do Conselho de Administração e do Conselho de Família do Grupo Canopus, formado por mais de 30 empresas que atuam em diversos Estados brasileiros. É também autor dos livros “Um homem mau: aquele que encontrou a liberdade, a paz e a felicidade”, “Motivação ou cooperação: afinal, por que se trabalha? (Um dis-curso sobre o trabalho e qualidade de vida)” e “Caravelas: Um confronto entre a vida e a morte”, Kathmandu, a história de uma liderança natural, a liderança invisível Entrelinhas Editora.

O crescim ento econôm ico está no cam po - Por A...

ExpoFenabrave

22-07-2013 | Grupo Ima... | 26 acessos

Simultaneamente ao Congresso Fenabrave, acontece a ExpoFenabrave, feira de negócios voltados ao setor automotivo e que contará com mais de 100 expositores que apresentarão produtos e serviços ao setor. Participam desta edição desde montadoras, empresas de tecnologia, F&I, acessórios, entre outros.

Presentes para o Dia da Avó com preços especi... 22-07-2013 | Grupo Máq... | 18 acessos

O 23º Congresso Fenabrave e a ExpoFenabrave contam com o Patrocínio Máster do Banco Itaú, que apoia o evento pela sexta vez consecutiva. As empresas Assurant, F&I Brasil, Usebens, Indiana Seguros, JM&A Brasil e Resource Automotive são Patrocinadores Gold e, como Patrocinador Silver, está confirmada a presença da Dealernet. Como apoiador, estão confirmados o Grupo Disal e a FIAT. Inscrições

Indústria aposta no Etanol e quer conquistar ... 22-07-2013 | 2Pró Comu... | 16 acessos


Inscrições Para se inscrever nos eventos, conhecer a programação completa e consultar os preços, o concessionário deve acessar ao link http://w w w .congresso-fenabrave.com.br/ ou entrar em contato pelo e-mail congresso2013@fenabrave.org.br ou telefone (11) 55820091.

22-07-2013 | 2Pró Comu... | 16 acessos

Sobre o Congresso e ExpoFenabrave Realizados anualmente pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Congresso Fenabrave e a ExpoFenabrave chegam, em 2013, à sua 23ª edição reconhecidos como os maiores eventos da distribuição automotiva da América Latina. Os encontros reúnem titulares e profissionais das concessionárias de todos os segmentos automotores (automóveis e comerciais leves, caminhões, ônibus e implementos rodoviários, motocicletas, tratores e máquinas agrícolas). Desde 2011, o evento está sob a organização da Reed Exhibitions Alcântara Machado, promotora internacional de eventos que tem, em seu know -how , um amplo portfólio automotivo.

Dem anda das em presas por crédito recuou 4,7% ...

Sobre a Fenabrave Fundada em 1965 – como Abrave, a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – como passou a ser denominada a partir de 1989-, é uma entidade que representa, por meio de 48 Associações de Marca, mais de 7 mil concessionários de todos os segmentos automotivos (automóveis e comerciais leves, caminhões, ônibus e implementos rodoviários, motocicletas, tratores e máquinas agrícolas). O setor da distribuição automotiva responde por mais de 5,7% do PIB e pela geração direta de mais de 390 mil empregos em todo o território nacional. Mais informações à imprensa sobre os eventos: Grupo Máquina PR Igor Taborda – (11) 3147-7429 - igor.taborda@grupomaquina.com Adriana Pedroso – (11) 3147-7456 - adriana.pedroso@grupomaquina.com Renata Asprino –(11) 3147-7389- renata.asprino@grupomaquina.com Fenabrave MCE Rita Mazzuchini – (11) 2577-6533 – rita@mcepress.com.br Daniela Figueira – (11) 5582-0049 – daniela.eventos@fenabrave.org.br Igor Francisco – (11) 2577-6533 – igor@mcepress.com.br Reed Exhibitions Alcantara Machado Antonio Alves - (11) 3060-5019 - antonio.alves@reedalcantara.com.br Monise Hernandez - (11) 3060-4947 - monise.hernandez@reedalcantara.com.br Marcelle Rodrigues - (11) 3060-4941 - marcelle.rodrigues@reedalcantara.com.br

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22-07-2013 | Serasa Ex... | 13 acessos


Título: Lojistas pressionam e Peugeot muda carros Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VAREJISTA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

Tipo de Veículo: SITE

Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

Lojistas pressionam e Peugeot muda carros Diante das vendas fracas, a francesa Peugeot se viu obrigada a fazer concessões para não perder parte de suas revendas no Brasil. Cerca de 150 dos 170 concessionárias da marca no País escreveram uma carta de reivindicações pedindo a redução no volume de veículos entregue às lojas e mais prazo para o início do pagamento. Caso não fossem atendidos, ameaçavam fechar revendas ou buscar outra marca. Diante da pressão, a Peugeot cedeu na semana passada, apurou o 'Estado'. As mudanças já começam neste mês e seguem de perto a pauta da Associação Brasileira de Concessionários Peugeot (Abracop), definida no início do mês. As revendas dizem estar trabalhando no prejuízo há cerca de quatro anos e ressaltam que a situação vem piorando. As margens ficaram tão apertadas que os lojistas se viram obrigados a dar um "ultimato" à marca. Segundo fontes ligadas às concessionárias, entre os itens do acordo estão a redução das entregas do modelo 207, que deverá sair de linha em breve. Este carro também deverá ser alvo de uma promoção para aliviar o estoque. O novo 208, lançado em abril, deverá ganhar novos itens de série, sem reajuste no preço, para brigar com concorrentes na mesma categoria que estão fazendo mais sucesso, como o novo Ford Fiesta. Com a perda de terreno em 2013, a participação da Peugeot caiu para abaixo de 2% no País, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), ficando fora da lista das dez maiores montadoras do País (veja quadro). Nos primeiros seis meses do ano passado, a fatia de mercado da Peugeot era um pouco maior, de 2,46%. Um lojista da marca diz que ainda é cedo para dizer se as medidas terão efeito nas vendas dos veículos Peugeot. Com um fluxo menor de carros entrando nas concessionárias e prazos maiores para pagar obrigações com o banco PSA, as revendas esperam ganhar tempo enquanto esperam que os lançamentos da marca ganhem maturidade no mercado. "O 208 é um carro muito bom, pode brigar com seus concorrentes diretos, mas precisa de mais publicidade", opina um concessionário. A renegociação entre os lojistas e a Peugeot busca um melhor equilíbrio levando em conta a difícil situação atual. A ideia é que a montadora passe a dividir o "fardo" dos resultados ruins com as lojas. Ao sentir o resultado na pele, a associação de revendas espera que a empresa tenha mais pressa em definir soluções para aquecer as vendas. Conflito Esse tipo de impasse entre montadora e revendedores não é incomum em momentos em que as vendas não dão o retorno esperado, de acordo com o diretor do Centro de Estudos Automotivos (CEA) e ex-presidente da Ford, Luiz Carlos Mello. "Às vezes, é necessário temporariamente rever o acordo original até que as vendas se recuperem", explica. Mello lembra que a montadora não tem contato direto com o consumidor - seu produto chega até o cliente pelas concessionárias. As revendas que decidem trabalhar com uma marca precisam aceitar as condições comerciais definidas em contrato. Por isso, quando as vendas não correspondem ao ritmo de entregas previamente calculado, é comum que o caixa dos lojistas seja os primeiro a ficar pressionado. Embora o brasileiro tenha se mostrado aberto a modelos de fabricantes "novatos" - o êxito do HB20, da coreana Hyundai, é prova disso -, o ex-presidente da Ford diz que as concessionárias dessas marcas ficam em posição mais frágil do que a de lojistas das montadoras mais tradicionais quando uma determinada linha de produtos não dá o retorno esperado. O especialista cita o caso da própria Ford, que atualmente vê sua posição ameaçada pela Renault/Nissan. "Os concessionários Ford, pelo tempo de mercado, têm muito mais clientes no mercado de peças de reposição. É algo que facilita a vida das revendas nos momentos de dificuldade." Fonte: O Estado de São Paulo


Título: Atividade em julho indica 2º semestre mais fraco Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL DO AGRONEGÓCIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

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Agronegócio / Mercado Financeiro - Economia / Notícia 22/07/2013 11:50

Atividade em julho indica 2º semestre mais fraco Apesar da volatilidade que dominou os mercados financeiros e dos protestos populares que tomaram as ruas das principais cidades brasileiras na segunda metade do mês, junho foi positivo para a atividade econômica CANAL DO PRODUTOR

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Os principais indicadores coincidentes já divulgados, como a produção de automóveis e o tráfego de veículos pesados em rodovias, sugerem que a produção industrial subiu cerca de 1,5% no período, após recuo de 2% em maio.

Saiba mais

O aumento do nível de incerteza entre empresários e consumidores com as mudanças de cenário no mês passado, no entanto, começou a transparecer nos primeiros dados divulgados neste mês. Dados da Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias, ajustados sazonalmente pela LCA Consultores, mostram que a média diária de vendas de automóveis, até o dia 17 deste mês, indicava recuo de 4,2% sobre o mês anterior, após quatro meses consecutivos de variações positivas. Os licenciamentos de caminhões caíram 2,2% na mesma base de comparação.

• Exportações de industrializados aumentam em Outras sondagens com consumidores e empresários também mostram 26% no 1º semestre em MS queda no período. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 4,9 pontos em julho, menor nível desde abril de 2009, ao atingir 49,9 • Agronegócio reina em terras tupiniquins pontos, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Outra pesquisa, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), mostrou que a • Estimativa do PIB cai pela décima vez e chega intenção de consumo das famílias ficou 4% menor entre junho e julho, nível a 2,28% mais baixo da série iniciada em janeiro de 2010. • Barreiras técnicas preocupam o governo • Para ministro, China pode crescer em ritmo mais acelerado este ano

Com investidores e consumidores mais cautelosos, economistas revisaram para baixo as projeções para a atividade no segundo semestre e alguns não descartam um trimestre negativo para a atividade econômica ainda em 2013.

A deterioração das expectativas foi provocada, sobretudo, por uma forte mudança no cenário internacional, com a sinalização de que o Fed, o banco central americano, vai começar a reduzir os estímulos monetários neste ano, o que provocou desvalorização cambial e alta de juros futuros no Brasil. O país foi bastante afetado por essas mudanças, porque já havia internamente questionamentos em torno da condução da política econômica doméstica, afirmam analistas. Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, diz que julho deve ser de fato um mês de fraca atividade econômica, sobretudo por causa da greve de caminhoneiros, que interrompeu o fluxo em rodovias em vários Estados. Borges prevê avanço de 0,3% da economia no terceiro trimestre, embora não descarte um número mais fraco. Para o segundo trimestre, por enquanto, a LCA projeta alta de 1,1% da atividade. Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria, avalia que junho foi bastante positivo, com alta prevista de 1,3%

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da produção industrial, mas insuficiente para compensar a queda do mês anterior. Como comércio e serviços também dão sinais de desaceleração, a consultoria projeta alta de 0,5% do PIB no segundo trimestre. Na segunda metade do ano, a taxa média de crescimento da economia deve ser menor, de 0,4%. "Temos uma mudança de humor, mas estamos mais pessimistas por causa dos números. Crédito e consumo estão mais fracos do que prevíamos", afirma. Com a cena externa mais delicada, ficou mais complicado apostar em expansão muito mais forte que 2% neste ano, diz. Para Fernando Genta, economista-chefe da MCM Consultores, o Brasil atravessa uma crise de expectativas, mais do que de números em si. As mudanças no cenário externo, no entanto, foram um golpe em um momento em que já havia elevada incerteza em relação à política econômica doméstica, ao que se somou a incerteza com as manifestações populares. Combinados, a perspectiva de retirada de estímulos nos Estados Unidos e o ritmo mais fraco de expansão na China, mais próximo de 7,5%, tendem a frear a alta de preços de commodities, aumentar taxa de juro doméstica e desvalorizar o câmbio, diz Genta. "Quando o quadro externo fica menos favorável, as fragilidades ficam explícitas." Nesse cenário, as decisões de investimentos e de compra de bens duráveis tendem a ser adiadas. Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Fibra, também afirma que a "novidade" que alterou o cenário para este e para o próximo ano na atividade é a perspectiva de desaceleração da absorção doméstica, já que os problemas de oferta eram conhecidos. "As restrições para o crescimento da indústria continuam, mas teremos desaceleração do consumo e dos investimentos, por causa do ambiente internacional mais conturbado, da política monetária apertada e de incertezas políticas". Nesse cenário, o crescimento tende a ser nulo no terceiro trimestre, embora Oliveira não descarte uma queda. "Claro que esse resultado ainda depende de uma série de variáveis, mas as sondagens já indicam um cenário bem menos favorável". O crescimento menor no segundo semestre também enfraqueceu projeções para o próximo ano, quando os efeitos do atual ciclo de alta de juros devem se fazer sentir com mais intensidade sobre a economia real. Para Oliveira, a economia deve avançar 2,3% neste ano e 2% no próximo. O quarto ano de baixo crescimento, diz, deve elevar o desemprego para 6,1%. Para Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora, há o temor de que a confiança em baixa prejudique o desempenho do comércio e da indústria, o que abre espaço para um segundo semestre mais fraco para a economia. "Mas, para que o país cresça menos de 2% no ano, é preciso que ocorra uma forte contração no terceiro trimestre, ou moderada queda do PIB no quarto trimestre, e não conseguimos enxergar esse movimento", afirma. Para Padovani, três fatores fazem com que ele mantenha projeções de crescimento - 2,5% neste ano e de 2,7% no próximo mais positivas do que a do mercado no momento: a percepção de que não há nem haverá crise aguda de confiança, o fato de que a política fiscal, mesmo com um possível ajuste, continuará a estimular a economia, e a expectativa de que não haverá forte reversão no quadro de liquidez global. "É natural que reversões de política monetária sejam acompanhadas de volatilidade mas, mesmo que caiam as compras de ativos, isso será compensado por maior crescimento nos EUA", afirma.

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Título: Honda PCX 150 faz sucesso no mercado brasileiro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL PEQUENO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

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Motores Publicado em: 22/07/2013 - 07:35

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Honda PCX 150 faz sucesso no mercado brasileiro

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Bom custo benefício e tecnologia – em comparação com os concorrentes. Estes foram os motes da Honda ao lançar o novo PCX 150 no Brasil. E a resposta veio logo em seguida: o modelo superou as expectativas da montadora em nosso mercado. A scooter se posicionou como o modelo mais vendido da categoria em junho, ficando acima até mesmo do Lead 110, que até

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então liderava no segmento.

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Em junho, o primeiro mês completo do modelo nas concessionárias brasileiras, o Honda PCX 150 comercializou 1.412, ou seja, 58% a mais que o irmão menor, que emplacou 889 exemplares no País, segundo divulgou os dados da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores). O PCX tem preço de R$ 7.990, enquanto o Lead é vendido por R$ 5.890. A PCX estreou no mercado o sistema start-stop, que desliga o motor após três segundos sem movimento e é ativado novamente após acionar o acelerador. O motor que equipa o Honda é um 150 cm³, arrefecido a líquido, capaz de desenvolver 13,6 cv de potência, a 8.500 rpm, e 1,41 kgfm

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de torque, a 5.250 rotações, associado a uma transmissão automática do tipo CVT. O modelo é montado em Manaus, mas peças como motor-transmissão, sistema de iluminação,

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veroni · 20 horas atrás

Ano 62 - segunda-feira, 22 de julho de 2013

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Aqui no RS o valor é R$ 10.300,00 emplacada...muito cara!! não comprei ainda por esse motivo. Responder

0

admilton · 10 horas atrás

A grande maioria do empresariado brasileiro nao passa de um bando de oportunistas que não se contentam em ganhar o que seria o justo. Já que há como levar vantagens, mesmo sendo uma imoralidade. Gostaria de comprar um pcx mas não vou me submeter a este abuso que o absurdo de cobrar de um produto que já não é barato.

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admilton · 10 horas atrás

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Título: Atividade em julho indica 2º semestre mais fraco Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 22/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 23/07/2013

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Bra sí l i a , 23 de Ju l h o de 201 3

Atividade em julho indica 2º semestre mais fraco Autor(es): Por Tainara Machado | De São Paulo Valor Econômico - 22/07/2013

Apesar da volatilidade que dominou os mercados financeiros e dos protestos populares que tomaram as ruas das principais cidades brasileiras na segunda metade do mês, junho foi positivo para a atividade econômica. Os principais indicadores coincidentes já divulgados, como a produção de automóveis e o tráfego de veículos pesados em rodovias, sugerem que a produção industrial subiu cerca de 1,5% no período, após recuo de 2% em maio. O aumento do nível de incerteza entre empresários e consumidores com as mudanças de cenário no mês passado, no entanto, começou a transparecer nos primeiros dados divulgados neste mês. Dados da Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias, ajustados sazonalmente pela LCA Consultores, mostram que a média diária de vendas de automóveis, até o dia 17 deste mês, indicava recuo de 4,2% sobre o mês anterior, após quatro meses consecutivos de variações positivas. Os licenciamentos de caminhões caíram 2,2% na mesma base de comparação. Outras sondagens com consumidores e empresários também mostram queda no período. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 4,9 pontos em julho, menor nível desde abril de 2009, ao atingir 49,9 pontos, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Outra pesquisa, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), mostrou que a intenção de consumo das famílias ficou 4% menor entre junho e julho, nível mais baixo da série iniciada em janeiro de 2010. Com investidores e consumidores mais cautelosos, economistas revisaram para baixo as projeções para a atividade no segundo semestre e alguns não descartam um trimestre negativo para a atividade econômica ainda em 2013. A deterioração das expectativas foi provocada, sobretudo, por uma forte mudança no cenário internacional, com a sinalização de que o Fed, o banco central americano, vai começar a reduzir os estímulos monetários neste ano, o que provocou desvalorização cambial e alta de juros futuros no Brasil. O país foi bastante afetado por essas mudanças, porque já havia internamente questionamentos em torno da condução da política econômica doméstica, afirmam analistas. Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, diz que julho deve ser de fato um mês de fraca atividade econômica, sobretudo por causa da greve de caminhoneiros, que interrompeu o fluxo em rodovias em vários Estados. Borges prevê avanço de 0,3% da economia no terceiro trimestre, embora não descarte um número mais fraco. Para o segundo trimestre, por enquanto, a LCA projeta alta de 1,1% da atividade. Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria, avalia que junho foi bastante positivo, com alta prevista de 1,3% da produção industrial, mas insuficiente para compensar a queda do mês anterior. Como comércio e serviços também dão sinais de desaceleração, a consultoria projeta alta de 0,5% do PIB no segundo trimestre. Na segunda metade do ano, a taxa média de crescimento da economia deve ser menor, de 0,4%. "Temos uma mudança de humor, mas estamos mais pessimistas por causa dos números. Crédito e consumo estão mais fracos do que


prevíamos", afirma. Com a cena externa mais delicada, ficou mais complicado apostar em expansão muito mais forte que 2% neste ano, diz. Para Fernando Genta, economista-chefe da MCM Consultores, o Brasil atravessa uma crise de expectativas, mais do que de números em si. As mudanças no cenário externo, no entanto, foram um golpe em um momento em que já havia elevada incerteza em relação à política econômica doméstica, ao que se somou a incerteza com as manifestações populares. Combinados, a perspectiva de retirada de estímulos nos Estados Unidos e o ritmo mais fraco de expansão na China, mais próximo de 7,5%, tendem a frear a alta de preços de commodities, aumentar taxa de juro doméstica e desvalorizar o câmbio, diz Genta. "Quando o quadro externo fica menos favorável, as fragilidades ficam explícitas." Nesse cenário, as decisões de investimentos e de compra de bens duráveis tendem a ser adiadas. Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Fibra, também afirma que a "novidade" que alterou o cenário para este e para o próximo ano na atividade é a perspectiva de desaceleração da absorção doméstica, já que os problemas de oferta eram conhecidos. "As restrições para o crescimento da indústria continuam, mas teremos desaceleração do consumo e dos investimentos, por causa do ambiente internacional mais conturbado, da política monetária apertada e de incertezas políticas". Nesse cenário, o crescimento tende a ser nulo no terceiro trimestre, embora Oliveira não descarte uma queda. "Claro que esse resultado ainda depende de uma série de variáveis, mas as sondagens já indicam um cenário bem menos favorável". O crescimento menor no segundo semestre também enfraqueceu projeções para o próximo ano, quando os efeitos do atual ciclo de alta de juros devem se fazer sentir com mais intensidade sobre a economia real. Para Oliveira, a economia deve avançar 2,3% neste ano e 2% no próximo. O quarto ano de baixo crescimento, diz, deve elevar o desemprego para 6,1%. Para Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora, há o temor de que a confiança em baixa prejudique o desempenho do comércio e da indústria, o que abre espaço para um segundo semestre mais fraco para a economia. "Mas, para que o país cresça menos de 2% no ano, é preciso que ocorra uma forte contração no terceiro trimestre, ou moderada queda do PIB no quarto trimestre, e não conseguimos enxergar esse movimento", afirma. Para Padovani, três fatores fazem com que ele mantenha projeções de crescimento - 2,5% neste ano e de 2,7% no próximo - mais positivas do que a do mercado no momento: a percepção de que não há nem haverá crise aguda de confiança, o fato de que a política fiscal, mesmo com um possível ajuste, continuará a estimular a economia, e a expectativa de que não haverá forte reversão no quadro de liquidez global. "É natural que reversões de política monetária sejam acompanhadas de volatilidade mas, mesmo que caiam as compras de ativos, isso será compensado por maior crescimento nos EUA", afirma.


Clipping Fenabrave 23.07.13