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Título: Dobra o número de casas com carros Autor: Cleide Silva Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


B10 Economia %HermesFileInfo:B-10:20130714:

O ESTADO DE S. PAULO

DOMINGO, 14 DE JULHO DE 2013

JOSE PATRICIO/ESTADÃO-11/10/2012

Mais carros. Trânsito na Av. 23 de Maio, em São Paulo: enquanto o número de lares com automóvel quase dobrou no País, as vendas de carros novos subiram de 712 mil para 3,5 milhões

Dobra o número de casas com carros Porcentual de domicílios com automóveis na garagem, que era de 23%, subiu para 40% em 20 anos; movimento é inverso ao dos EUA

Cleide Silva

O número de domicílios com carros no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens, de acordo com estatísticas tabuladas pelo Estadão Dados com base no último Censo. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, porcentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano, segundo a consultoria americana CNW Marketing. As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestosemvárias partes do País– e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos. Mesmo com a falta de mobili-

74%

dade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor paramanterumveículo,asmontadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No período em que o número de lares com carros cresceu 74% no País, as vendas de veículos novos quase quintuplicaram. Saíram de 712,7 mil unidades, em 1990, para 3,5 milhões, em2010.Nesteano,devematingir o recorde de quase 3,9 milhões de unidades. “No Brasil, o carro ainda é um símbolo de status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra”, confirmaasóciadaPradaAssessoria, Leticia Costa. O Brasil tem atualmente 5,5 habitantespor veículo,enquanto nos EUA essa paridade é de 1,6e, na Europa, de 1,9. “Os EUA são o país com a maior penetração de veículos por habitante domundo,commuitopoucoespaçoparacrescimento,enquanto o Brasil ainda pode crescer”, afirma Leticia. As áreas rurais e cidades menoressãoasquemaisdevemampliar o volume de carros em circulação, acrescenta o consultor

● Sentido

contrário

“Os EUA são o país com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, com muito pouco espaço para crescimento, enquanto o Brasil ainda pode crescer.” Letícia Costa SÓCIA DA PRADA ASSESSORIA

sênior da A.T. Kearney, David Wong. Em metrópoles como São Paulo, a paridade habitantes/veículo já se aproxima dos índices americano e europeu. Letícia ressalta que, nos países desenvolvidos, há hoje maior consciência ambiental, principalmente na Europa. Além disso, a qualidade do transporte público e o surgimento de alternativas de transporte(comoocompartilhamento)fazemcomquealgumaspessoas prefiram não ter carros. Nos EUA, há também outro fenômeno, lembra Wong. “Jovens de 18 a 35 anos estão menos dispostos a ter automóveis.” O país é o segundo maior mercado mundial de veículos –

cerca de 15 milhões de unidades ao ano –, atrás da China, que ocupa o topo desse ranking nos últimos cinco anos. A crise de 2008 também levou a uma postergação de compra nos EUA. Wong concorda que, para o brasileiro, ter carro “é uma demonstração social, é uma questãodestatus”,somadoaossignificativos problemas no transporte urbano. Na semana passada, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin,pediuaogovernofederal R$ 10,8 bilhões para expansão do metrô e construção de dois corredores de ônibus. O prefeito Fernando Haddad, por sua vez, solicitou R$ 6,5 bilhões para corredores de ônibus. Inimigo. O presidente da Asso-

ciação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, acredita que o número de domicílios comcarrosdevedobrarnaspróximas décadas no Brasil. Além de EUA e Europa, ele cita que a vizinha Argentina tem 3,7 habitantes por veículo. Ele diz que o transporte coletivo “não é nosso inimigo, ao contrário, os associados da An-

favea também produzem ônibus e defendemos a integração entre as várias modalidade de transporte”. O que não é correto, na visão do executivo, “é impedir as pessoas de ter carro”. Em 1995, o Brasil tinha 9,7 habitantes por veículo, paridade que está em 5,5, segundo o últimoestudosobreafrotabrasileira publicado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). A frotaatual emcirculaçãono País é de cerca de 38 milhões de veículos, descontada a “taxa de mortalidade”–veículosquedeixamde circularporváriosmotivos, como acidente com perda total e desmanche. Há 20 anos, afrotaerade15milhões,incluindo caminhões e ônibus. O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e expansão do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões, segundo o Censo.

PAÍS EM MOVIMENTO ●

Cresce o número de casas com carros nas garagens

Domicílios com carros EM PORCENTAGEM

40 33 23

1990

2000

2010

Veículos novos vendidos EM MIL UNIDADES

0,712

3,515

1,489

1990

2000

2010

PIB per capita EM DÓLARES

5.300

7.100

11.000

População EM MILHÃO DE PESSOAS

147,6

169,8

FONTE: CENSO, IBGE, ANFAVEA

190,7

INFOGRÁFICO/ESTADÃO

foi quanto cresceu o número de residências com carros no País de 1990 para 2010; produção de veículos prevista para este ano é de quase 3,9 milhões EPITACIO PESSOA/ESTADÃO-28/12/2012

Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Com melhora na renda e mais exigências dos bancos, dependência do financiamento na compra de veículos ficou menor Os brasileiros reduziram a dependênciado financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Comamelhoranarendafamiliar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguemdarumaparcelamaior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, osbancosefinanceirasemprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao

mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundodadosdaFederaçãoNacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70ou80prestaçõesdesapareceramdapraça.Omáximooferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. ● Redução

R$ 45,3 bi

foram emprestados para compra de veículos de janeiro a maio

4%

foi a queda em relação a 2012

O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), DécioCarbonarideAlmeida,explica que os bancos, especialmenteaquelesligadosàsmontadoras, têm atraído clientela comofertadejurozeronofinanciamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. “A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor”, explica Almeida. Segundo aAnef,54%das vendas deveículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% dacarteiraevemganhandofôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fábio Silveira, sócio-diretor da GO Associados, ressalta que o mercado de veículos continua dependendofortementedocrédito, embora essa modalidade

Prazo reduzido. Número de prestações mensais para compra do carro novo também caiu tenhaperdidoimportânciarelativa. “O financiamento ainda é majoritário na compra.” Para Silveira, depender menos do banco reduz a exposição do consumidor ao risco de crédito, caso ocorra no futuro uma piora das condições do mercado, como por exemplo no nível de emprego. Inadimplência. De 2008 a

2010, os bancos facilitavam o financiamento,comofertasdejurozero,longosprazosparapagamento e facilidade na aprovação do cadastro. O resultado do

crédito fácil começou a aparecer no ano passado, quando o fôlego doconsumidor diminuiu e a inadimplência (atrasos acima de 90dias) bateu em 7,2% da carteira total em maio, junho e julho. Desde então, vem caindo e está em 6,3% desde março, segundo o Banco Central. Osjurosanuaistambémdiminuíram, saindo de 22,6% em maio de 2012 para pessoas físicaspara19,7%emigualmêsdeste ano. Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan,

as recentes altas na taxa Selic, que está em 8,5% ao ano, “por enquanto não devem ter grande impacto nas prestações dos automóveis,que são diluídas na conta mensal”. A Anfavea projeta para o ano vendarecordedemaisde3,9milhões de veículos, uma alta de 3,5% a 4,5% em relação a 2012. Desse total, cerca de 95% devem ser automóveis e comerciais leves. Caminhões e ônibus normalmente são financiados pelo Finame, do Banco NacionaldeDesenvolvimentoEconômico e Social (BNDES). / C.S.


Título: Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Cleide Silva Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


B10 Economia %HermesFileInfo:B-10:20130714:

O ESTADO DE S. PAULO

DOMINGO, 14 DE JULHO DE 2013

JOSE PATRICIO/ESTADÃO-11/10/2012

Mais carros. Trânsito na Av. 23 de Maio, em São Paulo: enquanto o número de lares com automóvel quase dobrou no País, as vendas de carros novos subiram de 712 mil para 3,5 milhões

Dobra o número de casas com carros Porcentual de domicílios com automóveis na garagem, que era de 23%, subiu para 40% em 20 anos; movimento é inverso ao dos EUA

Cleide Silva

O número de domicílios com carros no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens, de acordo com estatísticas tabuladas pelo Estadão Dados com base no último Censo. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, porcentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano, segundo a consultoria americana CNW Marketing. As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestosemvárias partes do País– e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos. Mesmo com a falta de mobili-

74%

dade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor paramanterumveículo,asmontadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No período em que o número de lares com carros cresceu 74% no País, as vendas de veículos novos quase quintuplicaram. Saíram de 712,7 mil unidades, em 1990, para 3,5 milhões, em2010.Nesteano,devematingir o recorde de quase 3,9 milhões de unidades. “No Brasil, o carro ainda é um símbolo de status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra”, confirmaasóciadaPradaAssessoria, Leticia Costa. O Brasil tem atualmente 5,5 habitantespor veículo,enquanto nos EUA essa paridade é de 1,6e, na Europa, de 1,9. “Os EUA são o país com a maior penetração de veículos por habitante domundo,commuitopoucoespaçoparacrescimento,enquanto o Brasil ainda pode crescer”, afirma Leticia. As áreas rurais e cidades menoressãoasquemaisdevemampliar o volume de carros em circulação, acrescenta o consultor

● Sentido

contrário

“Os EUA são o país com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, com muito pouco espaço para crescimento, enquanto o Brasil ainda pode crescer.” Letícia Costa SÓCIA DA PRADA ASSESSORIA

sênior da A.T. Kearney, David Wong. Em metrópoles como São Paulo, a paridade habitantes/veículo já se aproxima dos índices americano e europeu. Letícia ressalta que, nos países desenvolvidos, há hoje maior consciência ambiental, principalmente na Europa. Além disso, a qualidade do transporte público e o surgimento de alternativas de transporte(comoocompartilhamento)fazemcomquealgumaspessoas prefiram não ter carros. Nos EUA, há também outro fenômeno, lembra Wong. “Jovens de 18 a 35 anos estão menos dispostos a ter automóveis.” O país é o segundo maior mercado mundial de veículos –

cerca de 15 milhões de unidades ao ano –, atrás da China, que ocupa o topo desse ranking nos últimos cinco anos. A crise de 2008 também levou a uma postergação de compra nos EUA. Wong concorda que, para o brasileiro, ter carro “é uma demonstração social, é uma questãodestatus”,somadoaossignificativos problemas no transporte urbano. Na semana passada, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin,pediuaogovernofederal R$ 10,8 bilhões para expansão do metrô e construção de dois corredores de ônibus. O prefeito Fernando Haddad, por sua vez, solicitou R$ 6,5 bilhões para corredores de ônibus. Inimigo. O presidente da Asso-

ciação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, acredita que o número de domicílios comcarrosdevedobrarnaspróximas décadas no Brasil. Além de EUA e Europa, ele cita que a vizinha Argentina tem 3,7 habitantes por veículo. Ele diz que o transporte coletivo “não é nosso inimigo, ao contrário, os associados da An-

favea também produzem ônibus e defendemos a integração entre as várias modalidade de transporte”. O que não é correto, na visão do executivo, “é impedir as pessoas de ter carro”. Em 1995, o Brasil tinha 9,7 habitantes por veículo, paridade que está em 5,5, segundo o últimoestudosobreafrotabrasileira publicado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). A frotaatual emcirculaçãono País é de cerca de 38 milhões de veículos, descontada a “taxa de mortalidade”–veículosquedeixamde circularporváriosmotivos, como acidente com perda total e desmanche. Há 20 anos, afrotaerade15milhões,incluindo caminhões e ônibus. O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e expansão do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões, segundo o Censo.

PAÍS EM MOVIMENTO ●

Cresce o número de casas com carros nas garagens

Domicílios com carros EM PORCENTAGEM

40 33 23

1990

2000

2010

Veículos novos vendidos EM MIL UNIDADES

0,712

3,515

1,489

1990

2000

2010

PIB per capita EM DÓLARES

5.300

7.100

11.000

População EM MILHÃO DE PESSOAS

147,6

169,8

FONTE: CENSO, IBGE, ANFAVEA

190,7

INFOGRÁFICO/ESTADÃO

foi quanto cresceu o número de residências com carros no País de 1990 para 2010; produção de veículos prevista para este ano é de quase 3,9 milhões EPITACIO PESSOA/ESTADÃO-28/12/2012

Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Com melhora na renda e mais exigências dos bancos, dependência do financiamento na compra de veículos ficou menor Os brasileiros reduziram a dependênciado financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Comamelhoranarendafamiliar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguemdarumaparcelamaior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, osbancosefinanceirasemprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao

mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundodadosdaFederaçãoNacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70ou80prestaçõesdesapareceramdapraça.Omáximooferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. ● Redução

R$ 45,3 bi

foram emprestados para compra de veículos de janeiro a maio

4%

foi a queda em relação a 2012

O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), DécioCarbonarideAlmeida,explica que os bancos, especialmenteaquelesligadosàsmontadoras, têm atraído clientela comofertadejurozeronofinanciamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. “A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor”, explica Almeida. Segundo aAnef,54%das vendas deveículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% dacarteiraevemganhandofôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fábio Silveira, sócio-diretor da GO Associados, ressalta que o mercado de veículos continua dependendofortementedocrédito, embora essa modalidade

Prazo reduzido. Número de prestações mensais para compra do carro novo também caiu tenhaperdidoimportânciarelativa. “O financiamento ainda é majoritário na compra.” Para Silveira, depender menos do banco reduz a exposição do consumidor ao risco de crédito, caso ocorra no futuro uma piora das condições do mercado, como por exemplo no nível de emprego. Inadimplência. De 2008 a

2010, os bancos facilitavam o financiamento,comofertasdejurozero,longosprazosparapagamento e facilidade na aprovação do cadastro. O resultado do

crédito fácil começou a aparecer no ano passado, quando o fôlego doconsumidor diminuiu e a inadimplência (atrasos acima de 90dias) bateu em 7,2% da carteira total em maio, junho e julho. Desde então, vem caindo e está em 6,3% desde março, segundo o Banco Central. Osjurosanuaistambémdiminuíram, saindo de 22,6% em maio de 2012 para pessoas físicaspara19,7%emigualmêsdeste ano. Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan,

as recentes altas na taxa Selic, que está em 8,5% ao ano, “por enquanto não devem ter grande impacto nas prestações dos automóveis,que são diluídas na conta mensal”. A Anfavea projeta para o ano vendarecordedemaisde3,9milhões de veículos, uma alta de 3,5% a 4,5% em relação a 2012. Desse total, cerca de 95% devem ser automóveis e comerciais leves. Caminhões e ônibus normalmente são financiados pelo Finame, do Banco NacionaldeDesenvolvimentoEconômico e Social (BNDES). / C.S.


Título: Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Autor: Luiz Guilherme Gerbelli Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B3 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


%HermesFileInfo:B-3:20130714:

O ESTADO DE S. PAULO

DOMINGO, 14 DE JULHO DE 2013

Recuperação da economia fica mais difícil este ano Combinação de fatores negativos com incógnitas internacionais leva analistas a reduzirem as previsões para o crescimento do PIB Luiz Guilherme Gerbelli

Ficou mais difícil para a economia brasileira reagir no curto prazo. O pessimismo aumentou por uma combinação de fatores negativos. A indústria e o varejo estão decepcionando ao longo do ano, os estoques aumentaram, a taxa básica de juros (Selic) subiu pela terceira vez seguida para combater a inflação e o brasileiro está menos confiante. O Brasil também lida com duas incógnitas internacionais: como será o desempenho da economia chinesa – e, obviamente, o comportamento do preço das commodities – e uma definiçãomais clarado Fed(Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) de quandoos estímulos serãoretirados, o que pode impactar a liquidez nomundotodoe,consequentemente, reduzir a entrada de dinheiro na economia brasileira. A expectativa para o crescimento da economia brasileira para 2013 vem sendo revisada desdeoiníciodoano.E,nos últimos dias, começaram a aparecer previsões para um Produto Interno Bruto (PIB) abaixo de 2% – em 2012, o Brasil cresceu apenas0,9%,apósafracaexpansão de 2,7% em 2011. “Já não estamosmaisemumtsunamimonetário, no qual o dinheiro entra no País apesar de tudo. Agora, é o contrário. É preciso se comportarmuitobem paraodinheiro entrar”, disse Tony Volpon, diretor de pesquisa para mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York. A Nomura rebaixou a previsão do PIB deste ano de 2,5% para1,6%.O BNPParibasfoioutro que diminuiu as apostas para um crescimento de 1,9%. O fim do segundo trimestre já foi marcado por resultados ruins. O Indicador de Atividade Econômica do Banco Central

Brasileiro está menos confiante, mas ainda otimista ● Apesar de menor, a confiança

do consumidor brasileiro está num nível médio acima do observado entre o fim de 2005 e agosto de 2008, antes do início da crise internacional. A análise é da LCA com base nos dados da pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O pico de confiança do consumidor foi no começo do ano passado. “O que existe agora é que o brasileiro está menos confiante, mas ele continua otimista”, disse Braulio Borges, economista-chefe da LCA. A confiança da indústria também já esteve pior: no fim de 2011. Entre os últimos meses de 2012 e o começo de 2013, o índice do setor teve média semelhante a janeiro de 2005 e agosto de 2008. Mas esse nível vem caindo nos últimos meses, puxado pelo setor produtor de bens de consumo duráveis. A indústria tem sofrido com a baixa demanda externa – 20% da produção é exportada – e com os problemas de competitividade interna. A previsão da LCA é que o PIB deste ano cresça 2,5% – a previsão anterior era de 2,7%. Se o crescimento global frustrar as expectativas da consultoria, o desempenho da economia brasileira pode cair para “pouco menos de 2% este ano e para apenas 2,5% no próximo ano”.

(IBC-Br) – uma prévia do PIB – recuou 1,4% em maio ante abril. Foi o maior tombo mensal desde 2008, ano em que teve início a crise internacional. O resultado ruim foi influenciado sobretudo pelo desempenho da produção industrial, que caiu 2%

JB NETO/ESTADÃO-27/4/2012

Freada. Comércio teve menor crescimento desde 2009

Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Com demanda retraída, comércio faz promoções e atrasa pedidos à indústria, que também vê estoque crescer O desaquecimento da economia provocou um aumento dos estoques do comércio e da indústrianosúltimos meses. Olevantamento dejunho daConfederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 20,4% das empresasdosetorestãocomestoque acima do adequado. “Embora o varejo esteja em crescimento,oritmoémuitoinferior ao do ano passado”, afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Nos 12 meses encerrados em maio, o comércio cres-

ceu 4,5%, nível mais baixo desde 2009. Ele ressalta, porém, que durante o primeiro semestre houve um processo de ajuste no estoque para comportar a menor expansão. No início do ano, a entidade previa um crescimento de 6% para o comércio nesteano,masjá rebaixoua previsão para 4,5%. “Todas as redes de vestuário sinalizam promoções e liquidações antes do tempo correto. E os bens duráveis e semiduráveis estão atrasando os pedidos para a indústria”, disse Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Indústria. A Sondagem Industrial–realizadapela Confederação Nacional da Indústria

Economia B3

ECONOMIA TRAVADA ● Indicadores

mostram economia em desaceleração, estoque em alta e brasileiro menos otimista

Indústria Produção industrial

INDÚSTRIA AINDA SENTE O EFEITO DA BAIXA COMPETITIVIDADE E TEM FRACO DESEMPENHO

Valor de venda

EM PORCENTAGEM

EM PORCENTAGEM

3,0

2,0

2,0

1,5

1,0

1,0

0

0,5

-1,0

0

-2,0

-0,5

na comparação com abril. -3,0 MAI 2012 “A recuperação tem ficado aquém do que estava sendo esperado”, afirmou Juan Jensen, Índice de confiança economista e sócio da Tendên- EM PONTOS cias Consultoria. A estimativa 107,0 daTendênciasparaocrescimento do PIB deste ano é de 2,5%, 106,0 masonúmeroestásendorevisado para baixo. “A trajetória de 105,0 recuperação no terceiro e quarto trimestres começa a ficar um 104,0 pouco mais complicada.” Para Jensen, entre os moti- 103,0 vos que desenham um horizonte mais difícil, estão a desvalori- 102,0 MAI 2012 zação do dólar, que traz um risco para a inflação, o impacto das manifestações com a queda no índice de confiança do con- Estoque sumidor e a diminuição na in- ÍNDICE DE 0 A 100 tenção de compras. GRANDESS MÉDIAS 53,8

Efeito de base. No início deste

INFLAÇÃO EM ALTA PREJUDICOU O COMÉRCIO NO 1º SEMESTRE

Varejo geral

-2,0 JAN 2013

MAI

-1,0

0 MAI 2012

JAN 2013

MAI

Índice de confiança EM PONTOS 133,0 131,0 129,0 127,0 125,0

103,8

122,5 123,0

JAN 2013

JUN

121,0

MAI 2012

JUN

JAN 2013

Estoque - composição EM PORCENTAGEM

50,7

PEQUENA

ADEQUADA

ACIMA DA ADEQUADA

ABAIXO DA ADEQUADA

NÃO SABE/ NÃO RESPONDEU

47,3

63,8

20,4

15,4

0,4

ano, a incógnita em relação ao desempenho do PIB dependia do desempenho da indústria. Já era claro que a agropecuária teria um bom desempenho dian- O consumidor com o pé no freio te da supersafra e o aumento do preçodascommodities nomer- Índice de confiança Rendimento do trabalhador cado internacional. E o setor de EM REAIS serviçossofreriaumaacomoda- EM PONTOS çãoemrelaçãoaosanosanterio1.880,00 res. Mas a indústria continuou 130,0 decepcionando. “O segundo trimestre tem se 126,0 1.860,00 1.863,60 mostrado mais fraco do que a gente imaginava. E a indústria é 122,0 1.840,00 afetada por causa do efeito de 118,0 base”, afirmou Silvia Matos, coordenadora técnica do Bole1.820,00 112,9 timMacro doInstituto Brasilei- 114,0 ro de Economia da Fundação 1.800,00 110,0 Getúlio Vargas (FGV/Ibre). MAI JAN MAI JAN MAI MAI 2012 2013 2012 2013 O efeito de base da indústria ocorre porque o primeiro seINFOGRÁFICO/ESTADÃO mestre de 2012 foi muito fraco, FONTE: IBGE, FGV, CNI E CNC o que torna mais favorável a estímulos. A gente já vê os si- crescimento de 1,5% este ano. uma distorção forte e uma clara comparação do mesmo perío- nais da produção de bens de ca- “Existe um mercado relativa- falta de competição do setor indodesteano. Osegundosemes- pital perdendo vigor”, afirmou menteforte,crédito,obrapúbli- dustrial brasileiro, problema já tre de 2012 apresentou uma re- Silvia,doIbre.Oinstitutocalcu- caemassasalarial.E,apesardis- apontadoháalgunsanos. “É um cuperação por causa da melho- la um PIB de 2,3% para 2013, so tudo, a indústria cresce pou- quadro que se instalou nos últico”,afirmouFabioSilveira,eco- mos anos e foi se agravando. E ra do setor automotivo. “Mas mas deve revisá-lo para baixo. A estimativa da GO Associa- nomista da GO Associados. Es- os condicionantes adversos deparece que passou tudo que poderia fazer ela crescer com os dos é que a indústria tenha um ses fatores, disse ele, mostram vem permanecer.” 0

(CNI) – também indicou que boa parte do setor está com estoque em alta. Numa escala de 0 a 100, com a linha divisória em 50, o estoque está elevado nas grandes empresas (53,8) e nas médias (50,7). O estoque também está alto nas pequenas empresas (47,3).“A folganaspequenasestámenordo queo normal”,afirmou Marcelo Azevedo, economista da CNI. O aumento dos estoques na indústria ocorreu por causa da falta de demanda e pela competição acirrada. “A baixa demandaé um indicativo quevem com a desaceleração da economia”, afirmou Azevedo. Oestoquenosetorautomobilístico, carro-chefe da indústria brasileira, está em 39 dias – em janeiro, era de 29 dias. Para o presidente da Associação NacionaldosFabricantesdeVeículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, um dos motivos queprovocam oaumentodo estoque é o “crescente número de modelos e versões disponíveis no País”. “Hojesão62empresasquecomercializaram em junho 2.077 versões de veículos no Brasil. Consequentemente, as concessionárias têm um aumento natural do nível de estoque”, afirmou Moan. O presidente da Federação NacionaldaDistribuiçãodeVeículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, diz que o estoque ideal é entre 20 e 30 dias. “O desempenho da economia é o fator primordial. Mas o cenário conturbado do Pais (com as manifestações) também desorganiza o processo produtivo e de varejo”, afirmou Meneghetti. / L.G.G.

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Título: Toyota Etios Sedan ganha mercado Autor: Coluna: VEÍCULOS Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 10 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Honda Fit Twist aposta no potencial do público jovem Autor: José Oswaldo Costa Coluna: VEÍCULOS Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Data de Capa: 05/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 16 Estado: MG Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Desempenho e conforto Autor: Coluna: VELOCIDADE Nome do Veículo: JORNAL DA CIDADE Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Data de Capa: 28/06 a 04/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 16-17 Estado: MG Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Venda de autos e comerciais leves soma 302.896 unidades Autor: Gustavo Porto Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: FOLHA DA REGIÃO Cidade: ARAÇATUBA País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B5 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Fenabrave mantém previsão de alta Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A CIDADE Cidade: RIBEIRÃO PRETO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B2 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Venda de carros cresceu 5% Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A CIDADE Cidade: RIBEIRÃO PRETO País: BRASIL Data de Capa: 02/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: B1 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Caminhões pesados puxam índice de vendas Autor: Coluna: ECONOMIA / MUNDO Nome do Veículo: DIÁRIO DA REGIÃO Cidade: SÃO JOSÉ DO RIO PRETO País: BRASIL Data de Capa: 03/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 8B Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Título: Venda de veículos recua 6,72% no 1º semestre Autor: Região Coluna: CIDADES Nome do Veículo: O LIBERAL Cidade: AMERICANA País: BRASIL Data de Capa: 10/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 9 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


Cidades 09

QUARTAFEIRA, 10 DE JULHO DE 2013

Que tal um feriado por semana? Feriados com pontos facultativos deixam as cidades mais calmas. Pelo menos por aqui, que desde sexta-feira parecia outra. Até deu pra dirigir tranquilamente, garante tio Amin. *** Êpa! Ele não tinha chegado ainda na rua Washington Luiz depois do almoço, na segunda-feira. A fila de carros chegava até a rua Benedito Soares de Barros. *** Mas na contabilidade geral, sempre fica mais tranquilo pra quem fica. *** Líderes do movimento de manifestantes programaram outra passeata para amanhã. Espera-se, novamente, ordem e respeito. *** Do Leitor: “Sempre achei que a Câmara pode-

A CIDADE É NOSSA J. C. NASCIMENTO jcnascimento@acia.com.br

ria “funcionar” no CCL. Um espaço tão bem localizado e ocioso. E pelo que os vereadores fazem nessa Câmara, penso que seria muito apropriado. Coincidências não existem, não é?” (MAA) *** Timaio diz que folheto do Secovi nos edifícios sugere maior respeito entre os moradores. Um dos itens: “Evite andar de salto alto dentro de casa, a não ser que ela seja toda carpetada. Só assim o som será abafado no andar de baixo.” *** Do Leitor: “Chegou sua conta! É a comunicação da Vivo para com seus assinantes. Totalmente sem graça. E lá tem que fique “esperando com prazer” conta? O pessoal da empresa pensa que sim. (DF) ***

Vê se pode... Após comer deliciosa pizza e recebendo a conta, Caxamba verificou que simplesmente não dava pra ler o que estava impresso. O tubo de tinta estava no berro. *** A Copa Paulista começa sábado e o RB joga no estádio Décio Vitta, às 1O h, contra o Red Bull, de Campinas. *** Nossas ruas: Ângelo Olivieri (Vila Dainese/ Catarina Zanaga) – Empresário têxtil e comerciante. Percussor no trabalho a fação em tecelagem de seda. (PM) *** Vamos ficando por aqui. Antes, tio Amin achou super interessante esta frase do ator Marcelo Médice: “A seta do automóvel só serve para ativar a buzina das motos, que não concebem a idéia de um carro precisar muda de faixa”..

Marcelo Rocha_O LIBERAL

RISCO

Roubo de cargas está concentrado em Sumaré Segundo pesquisa da Fundação Seade, este tipo de crime cresceu quase 80% na cidade nos últimos cinco anos Renato Piovesan REGIÃO

Em meio a um cenário de insatisfação que gerou protestos em rodovias de todo o país, inclusive na região, os motoristas de caminhão ainda sofrem com um mais uma preocupação: os roubos de cargas. Na RPT (Região do Polo Têxtil), este tipo de crime cresceu 79,51% nos últimos cinco anos, segundo pesquisa divulgada pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Aná-

lise de Dados). O caso mais preocupante envolve Sumaré, onde o número de ocorrências quadruplicou neste período, saltando de 25 casos em 2008 para 101 no ano passado – mais que as outras quatro cidades da RPT somadas. Neste ano, a situação se repete, de acordo com os dados da SSP (Secretaria Estadual de Segurança Pública). Já são 29 roubos de cargas em Sumaré e outros 20 no restante da região. Por meio de nota, o 48º BPMI (Batalhão de Polícia Militar do Interior), que abrange Su-

Segundo a SSP, Sumaré já contabiliza 29 ocorrências de roubo de cargas só neste ano, contra 20 casos das outras 4 cidades maré, informou que o maior risco se dá pela proximidade com rodovias movimentadas como Anhangüera e Dom Pedro. “A área deste batalhão é cortada por várias rodovias e a maioria dos delitos que monitoramos ocorrem nos trechos rodoviários. Por parte desta intituição, efetuamos policiamentos nos trechos de entrada e saída das rodovias

com o intuito de prender quadrilhas especializadas nessa modalidade e estamos tendo resultados positivos”, apontou nota encaminhada à redação do LIBERAL. “Nas duas vezes que fui assaltado, fui abordado logo na saída da empresa. E aqui tem vários fluxos de saída para as rodovias, é um dos lugares que tem mais rou-

bos de carga no país”, disse o caminhoneiro Denis Leão, que entrou duas vezes para as estatísticas após ter sido alvo dos bandidos. O também motorista Leonel Leite acrescentou que, em muitos casos, a vítima já tem sua rotina conhecida pelos ladrões. “Eles (os assaltantes) veem duas ou três vezes a sua rota de trabalho, seu itinerário. Quan-

do eles abordam, já falam que sabem até quantos filhos nós temos. Não tem o que fazer. E acontece também de o roubo acontecer durante o almoço. Eles se vestem com roupas de transportadoras para disfarçar e quando voltamos ao caminhão, apontam o cano (arma) e levam o veículo do próprio restaurante na beira da estrada”, explicou o caminhoneiro.

zero quilômetro

Venda de veículos recua 6,72% no 1º semestre REGIÃO

e 3,75% maior em relação ao mesmo mês no ano passado, de acordo com levantamenA venda de veículos zero to divulgado esta semana quilômetro terminou o pri- pela Fenabrave (Federação meiro semestre deste ano Nacional da Distribuição de com redução de 6,72% em Veículos Automotores). Mescomparação com o mes- mo assim, no acumulado dos mo período de 2012 na RPT seis primeiros meses do ano, (Região do Polo Têxtil). Em 10.945 carros, motocicletas, junho, 2.101 unidades foram comerciais leves, caminhões comercializadas em toda a e ônibus foram vendidos, região, melhor índice do ano contra 11.734 no primeiro

semestre de 2012. Em todas as cidades que formam a região houve queda neste período. A mais significativa foi em Nova Odessa, de 10,72%, enquanto que a menor foi em Hortolândia, de 4,96%. Em números absolutos, Americana é a cidade com maior quantidade de veículos comercializados neste primeiro semestre, com 3.772 unidades, seguida por Su-

maré (2.865), Santa Bárbara d’Oeste (1.975), Hortolândia (1.531) e Nova Odessa (802). A redução é reflexo da venda de motocicletas, que despencou 29,86%. Enquanto que no primeiro semestre do ano passado 3.412 veículos de duas rodas haviam sido vendidos, neste ano apenas 2.393 unidades foram comercializadas. Entre carros e comerciais leves, a diferença é menor –

8.071 vendidos em 2012 e 8.016 neste ano, e com o diferencial que no ano passado o mês de junho foi apenas o segundo com o IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) reduzido para carros populares. A medida foi anunciada na época com grande entusiasmo pelo governo, como forma de fortalecer o segmento, e gerou correria de consumidores nas concessionárias nos primeiros

meses. O imposto reduzido valerá até o fim deste ano. Já entre os pesados, houve alta. Os caminhões tiveram crescimento de 83,56%, passando de 213 unidades vendidas no primeiro semestre do ano passado para 391 neste ano em toda a RPT. Entre os ônibus, a quantidade comercializada foi de 145 entre janeiro e junho, quase quatro vezes mais que no mesmo período de 2012. R.P.

ICMS/1º SEMESTRE

Repasse aos municípios cresce 14,3% em 2013 Bruno Moreira REGIÃO

O repasse do governo estadual às cidades da RPT (Região do Polo Têxtil) referente ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cresceu 14,3% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Entraram R$ 35,1 milhões a mais nos cofres dos municípios nos seis primeiros meses de 2013. A arrecadação total recebida até junho foi de R$ 279,2 milhões, en-

quanto em 2012 a quantia recebida havia sido de R$ 244,1 milhões. Os dados são disponibilizados pela Secre- Valor total recebido pelas taria de Estado da Fazenda. cinco cidades da região só A cidade com melhor de- neste primeiro semestre sempenho percentual entre os períodos foi Nova Odessa, que recebeu R$ 23,6 milhões neste ano, contra 19,3 milhões no primeiro semestre anterior. Hortolândia apresentou evolução de 19,4%, de R$ 64,8 milhões para R$ 77,4 milhões; Santa Bárbara d’Oeste cresceu 17,4%, de 32,8 milhões para R$ 38,5 milhões; enquanto Sumaré saltou 17,7% ao passar de

R$ 279,2 mi

69,4 milhões para R$ 76,9 milhões. Americana foi a cidade da RPT com o menor percentual de crescimento. Foram recebidos R$ 62,6 milhões nos primeiros seis meses deste ano, enquanto em 2012 foram R$ 57,6 milhões, avanço de 8,6%. O principal fato gerador para a incidência do ICMS é a circulação de mercadorias, mesmo que se tenha iniciado no exterior. Ou seja, a variação dos valores dos repasses é um dos fatores que indica o desempenho econômico do município. O tributo também incide sobre prestações one-

rosas de serviços de comunicação, prestações de serviços de transporte intermunicipal e interestadual, e desembaraço de mercadoria ou bem importados do exterior. REGULAMENTO. Os repasses aos municípios são liberados pelo Estado de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal – 25% do produto da arrecadação de ICMS é destinada aos municípios de origem da movimentação. Os índices de participação são apurados anualmente

para aplicação no exercício seguinte. Os valores semanais transferidos variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. “As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até cinco períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações”, explicou a Secretaria Estadual da Fazenda.


Título: Bancos limitam crédito para comprar carro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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publicado em 14/07/2013 às 09h57:

Bancos limitam crédito para comprar carro Até maio de 2013, foram emprestados R$ 45,3 bilhões para compra de veículos

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação.

De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. — A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 04/08/2010

Você cuida bem da sua grana? 1

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Seu salário é razoável, mas quando chega o fim do mês não sobra nada depois de pagar as contas. Qual o primeiro passo para guardar uma grana? Juntar a família e identificar todos os


gastos. Depois, o ideal é fazer uma planilha com todas as receitas, despesas, dívidas e investimentos Reduzir todas as contas imediatamente, independentemente da importância do serviço ou das compras que a família faz todos os meses Não preciso juntar a família para descobrir os gastos da casa. Ninguém sabe mais onde estão as despesas do que eu mesmo. E outra: eles não são fundamentais nos planos financeiros da casa

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ISTOÉ DINHEIRO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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| ECONOMIA | 14.JUL.13 - 09:36

Bancos limitam crédito para comprar automóvel Por Cleide Silva

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © 2013 Agência Estado. Todos os direitos reservados.

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: YAHOO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Por Cleide Silva | Estadão Conteúdo – 22 horas atrás

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Leia também: Dobra o número de casas com carros no Brasil Taxas de crédito superam os 80% ao ano Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Título: Compra de seminovos aumenta quase 10% em um ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A SEMANA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Cidades 14 de julho de 2013

Compra de seminovos aumenta quase 10% em um ano


Dados são referentes ao comparativo entre junho de 2013 e junho de 2012

Segundo Edson Mizuta, a queda nos preços dos veículos zero quilômetro também influenciou valor dos seminovos A procura por veículos automotores seminovos no Brasil teve um aumento 9,26% em um ano. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e dizem respeito à comparação entre o mês passado, quando foram adquiridos pouco mais de um milhão de veículos, e junho de 2012, que registrou um número relativamente menor: 926, 2 mil. Em Mogi das Cruzes, o crescimento da procura por seminovos é menos acentuada. Segundo Edson Mizuta, proprietário da MizutaCar Veículos, o incentivo do governo federal à compra de veículos zero quilômetro freou o aumento das vendas de automóveis usados. No entanto, ele destaca as vantagens do seminovo: “Pelo fato do carro zero estar mais acessível, o preço dos veículos usados caiu também. Então, quem quer comprar um veículo usado consegue uma condição melhor de preço”. O empresário reforça ainda que esta é uma ótima oportunidade para quem quer adquirir um automóvel. No entanto, ele dá umas dicas para quem está procurando por um seminovo. “Na hora da compra, é importante sempre procurar por uma loja conhecida e com credibilidade e uma empresa de perícia para fazer a vistoria do carro. Isso é fundamental para verificar se não há problema com adulteração de motor, se não é carro de leilão, entre outros”, explica, acrescentando que, tal como em outro tipo de compras, a aquisição de um veículo é amparada pelo Código de Defesa do Consumidor quando realizada em concessionárias. “Quando o veículo é comprado através de pessoa física, a segurança é menor”, reforça Mizuta.


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Publicado em 14 de Julho de 2013, ás 09h39min

Bancos limitam crédito para comprar automóvel TNOnline Agência Estado: Cleide Silva

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Título: Montadora lança veículo que alia tecnologia com respeito ambiental Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PORTAL AZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Montadora lança veículo que alia tecnologia com respeito ambiental sábado, 13 de julho de 2013 • 10:14

Da Re dação do Portal AZ A algumas décadas os carros nacionais já foram chamados de carroças pelo próprio Presidente da República, Fernando Collor de Melo. Foi o passo inicial para que houvesse uma abertura de mercado para a entrada de veículos importados.Foi também uma dica para que as montadoras estabelecidas no país, acordassem para a necessidade de se modernizar e ganhar mercado frente aos concorrentes que estavam chegando para impressionar os consumidores.

Desde então a indústria automobilística do país vem investindo em designer, tecnologia, conforto e preocupação com o meio ambiente. Os carros fabricados no Brasil ganharam o mundo e já há escolha de algumas montadoras para serem exportados para Europa , Ásia e América do Norte. Segundo a FENABRAVE a indústria automobilística nacional fechou 2012 com 3.801.859 veículos emplacados. O número representa um crescimento de 4,6% em relação a 2011. Um exemplo é o novo Ford Fusion, da montadora Ford. O carro traz como grande novidade o motos Ecobust de 1,5 litros. Com quatro cilindros, propulsor tem um bloco de alumínio que é capaz de produzir 178 cavalos de potência. É um veículo 2.0 com economia de carro popular e velocidade de um veículo de luxo.


“ A essência dos novos motores da nossa empresa é menos cilindrada com maior potencia e menos consumo. Aliamos a isso o conforto interno , o designer moderno , a segurança e a preocupação com o meio ambiente”, afirmou Ricardo Brandão (foto), diretor comercial de uma concessionária em T eresina.

Na mesma linha do Fusion a montadora lançou também o New Fiesta T itanium (foto abaixo), que vem com sete air bags e controle de tração,e o Eco Esport.


Dois modelos consagrados no mercado nacional e fora do Brasil. Na concessionária da marca, são vendidos uma média de 50 Eco Sport (foto abaixo), 30 New Fiesta e dez Ford Fusion por mês.

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Título: Número de cilindros do motor altera personalidade das motocicletas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Cícero Lima Colaboração para o UOL

Com a chegada do motor EA211 da Volkswagen, usado por enquanto no Volkswagen Fox Bluemotion (e logo mais no Up), o brasileiro ouvirá falar mais dos propulsores de três cilindros. Essa opção dos engenheiros atualmente é pouco conhecida no país e equipa também modelos como o Hyundai HB20 e o Kia Picanto. Porém, esse tipo de motor já rodou muito nas ruas brasileiras com os populares e fumacentos DKW-Vemag da década de 1960. Se foi popular entre os automóveis no passado e está voltando no presente, nas motos o motor três-cilindros está longe do povo. É adotado por poucas marcas, como a inglesa Triumph, a italiana MV Agusta e mais recentemente pela japonesa Yamaha.

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Triumph Street Triple é exemplo de moto 3-cilindros com desempenho equilibrado Falar de motor popular, na verdade, é falar de motor 1-cilindro. Essa é a receita mais simples e barata, presente nas Honda CG 125 e 150, na Yamaha YBR e em outras street que somam mais de 90% das motos vendidas no Brasil. A favor dos propulsores de um cilindro contam a simplicidade mecânica, menor custo de produção e baixo consumo de combustível. São capazes de gerar bom torque em baixa rotação, e por isso são usados em motos pequenas e nas trails. O preço a pagar é a vibração. Afinal, o conjunto pistão/biela move-se de forma frenética dentro do cilindro para atingir seu melhor desempenho. Neste vaivém, o curso de pistão e biela causa um movimento inercial contínuo, um dos responsáveis pela vibração. Os engenheiros têm à disposição inúmeras formas de reduzir o incômodo, como a instalação de contrapeso. Mas cada peça extra no motor gera maior custo de produção -- algo vetado no momento. À medida que aumenta o número de cilindros a conta começa a ficar mais salgada para o consumidor. Um exemplo é a pequena esportiva 2-cilindros Kawasaki Ninja 300 R -- cotada em R$ 18.000. O ganho vem em forma de menor vibração e melhor desempenho. No caso da Kawasaki, a potência máxima é de 39 cavalos a 11.000 giros. A título de comparação, a também

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esportiva Honda CBR 250 R, com um cilindro, tem potência máxima menor, de 26,4 cv, e pode ser encontrada por R$ 16.000.

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Kawasaki Ninja 300: moto leve com proposta esportiva usa motor 2-cilindros Esse ganho de potência e torque faz dos motores de dois cilindros os mais versáteis. Estão presentes em vários estilos de moto, como as custom (que em sua maioria usam a configuração V2); big-trails (dois cilindros opostos, ou paralelos, ou em V); até mesmo em algumas esportivas (dois cilindros em L). Em todos os modelos, o piloto tem à disposição a boa performance das motos e a economia -- mas a vibração ainda está presente. Em menor grau, é verdade, mas ainda existe. 4-CILINDROS Popularizado pela Honda com as famosas CB 750 Four, de 1969, os motores de quatro cilindros em linha são os mais desejados pelos motociclistas. Quem os procura são os consumidores na busca de sua primeira "moto grande" ou acima de 600 cc. Pelo menos é o que revelam os números de emplacamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) no primeiro semestre deste ano. Segundo ela, as nakeds Honda Hornet e CB 1000R, e Yamaha XJ6, foram as escolhas de mais de 5.000 compradores. Já modelos naked de dois cilindros, como a Kawasaki ER-6n, tiveram pouco mais de 400 unidades vendidas no mesmo período. Para os consumidores, a potência, a baixa vibração e o som característico do motor são os principais atrativos. Os números de desempenho justificam a escolha: uma Honda Hornet, por exemplo, atinge a potência máxima de 102 cv, enquanto a Kawa ER-6n fica em 72 cv. Essa configuração de motor também equipa a maioria das superesportivas, onde o ganho de giros é uma característica fundamental. Fabricantes como BMW, Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki adotam os motores de quatro cilindros em suas motos mais potentes e velozes, que aceleram de 0 a 100 km/h em menos de três segundos.

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No caso dos carros, quem já teve automóvel com motores de seis (ou mais) cilindros sabe o que é conforto e silêncio. Essa receita também se aplica às motos. É assim com a luxuosa Honda Gold Wing 1800, que pesa 387 kg e usa motor de seis cilindros opostos. A configuração praticamente anula a vibração. Não bastasse o conforto, os seis cilindros ainda oferecem o poderoso torque de 17 kgfm a 4.000 rpm. Para se ter uma ideia do que significa esse número, é mais que o gerado num Chevrolet Cobalt 1.8, que possui torque máximo de 16,4 kgfm e pesa 1.150 kg.

Emprego Certo

A BMW usa a receita dos seis cilindros (em linha, como nos carros) na luxuosa BMW K 1600 GT. O torque máximo do motor (17,85 kgfm) está disponível em apenas 5.250 giros (motor de moto gira mais que de carro). Nas duas motos de luxo o nível de vibração é praticamente imperceptível, e a grande diversão é usar a força nas arrancadas, nas retomadas ou para manter velocidades elevadas com baixo giro. Ou seja: conforto total.

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Sacizento revela as 'pérolas' da internet e traz boas risadas

Música e futebol

Motor de seis cilindros em linha utilizado pela BMW: quanto mais "canecos", maior é o

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preço... O CAMINHO DO MEIO No âmbito da quantidade de cilindros, os ingleses são exóticos. A configuração da Triumph tem a seu favor o comportamento médio. Um motor três-cilindros como o da naked Street Triple, de 675 cc, atinge potência máxima de 85,1 cv, número mais empolgante que os 72 cv da Kawasaki ER-6n e mais baixo que os 102 cv da Honda Hornet. Esse meio-termo é a grande mágica da configuração 3-cilindros, que também proporciona ao piloto o conforto do baixo nível de vibração, boas respostas no acelerador e alta velocidade máxima. Assim como nos carros, pode ser que os motores de três cilindros venham a ganhar mais espaço entre as motos. Pelo menos foi o que afirmou Kunihiko Miwa, CEO da Yamaha, ao apresentar o propulsor de três cilindros usado na naked MT-09. Segundo o executivo, o motor deverá equipar uma família de motos da marca com foco na economia de combustível e facilidade de pilotagem. Mas se você tem uma Triumph, não conte vantagem, pois essa fórmula já foi usada pela Suzuki na linha GT. Quem se lembra das barulhentas e nervosas GT 380 e GT 750 (década de 1970) sabe o quanto os motores dois-tempos eram geniosos. Mas como nada se cria, e tudo se copia, parece que os três-cilindros estão de volta, nos carros e nas motos.

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Você se lembra dos fatos que agitaram a semana? Teste Veja também 14/07 | 02h53

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Coreia do Sul toma medidas após apostas online dispararem no Exército

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Musa dos anos 90

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Obama: reforma migratória dará impulso econômico aos EUA WASHINGTON, District of Columbia, 13 Jul 2013 (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, insistiu neste sábado com o Congresso para que aprove uma ambiciosa...

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóveis Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A TRIBUNA ONLINE SANTOS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóveis Estadão Conteúdo

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Economia 14/07/2013 17:57:36 Receita libera restituições do segundo lote de declarações do IR nesta segunda 14/07/2013 09:53:53 Bancos limitam crédito para comprar automóveis 13/07/2013 17:42:00

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: NE 10 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Publicado em 14.07.2013, às 10h18 Tw eet

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Até maio, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos, cerca de 4% menos do que 2012 Foto: ar quivo/JC Imagem

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fonte: Agência Estado


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXAME Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Pé no freio 14/07/2013 09:36

Bancos limitam crédito para comprar automóvel De janeiro a maio, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados – 4% a menos em relação ao mesmo período de 2012 Cleide Silva, do

São Paulo - Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO WEB Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Economia › São Paulo Belo Horizonte e São Paulo, 14 de Julho, 2013 - 9:36

Bancos limitam crédito para comprar automóvel C leide Silva - AE

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICABRASILIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Agencia Estado

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADO DE MINAS ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Agência Estado Publicação: 14/07/2013 10:55 Atualização: Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano.

Saiba mais... Peugeot vai receber R$ 154 milhões do BNDES para desenvolvimento de automóvel no país Automóvel novo fica mais caro em outubro, aponta IBGE Metalúrgicos farão protesto no Salão do Automóvel

Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões.

Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Anúncios Google

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Brasileiro está menos dependente de financiamento para comprar veículo Vendas de carros cresce 8,9% de janeiro a maio; volume de crédito cai 4% no período Agência Estado - | 14/07/2013 11:14:20 1

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano.

ASSOCIATED PRESS/AP

Com a renda maior e os bancos mais exigentes, consumidor dá entrada maior para comprar veículo

Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação.

De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Leia também: Aumenta busca por crédito consignado para pagar dívidas Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Título: Venda de carros 0km cresce 2,6% até junho na cidade de Sorocaba Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CRUZEIRO DO SUL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Venda de carros 0km cresce 2,6% até junho na cidade de Sorocaba No País, as vendas caíram 0,2% no semestre

De janeiro a junho de 2013, foram emplacados 13.265 veículos, entre automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus na cidade de Sorocaba - Aldo V. Silva Mais fotos...

André Moraes andre.moraes@jcruzeiro.com.br O mercado de veículos novos em Sorocaba registrou um aumento de 2,6% no acumulado do primeiro semestre, se comparado com o mesmo período de 2012, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Entre janeiro e junho de 2013, foram emplacados 13.265 veículos, entre automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus na cidade, contra 12.932 nos seis primeiros meses do ano passado. O mês em que o mercado se mostrou mais aquecido foi abril, quando começaram a rodar nas ruas de Sorocaba 2.860 novos veículos. Conforme as estatísticas da Fenabrave, o número de carros, motos, caminhões e ônibus emplacados subiu 1,9% entre maio e junho deste ano. No mês passado, 2.140 entraram em circulação na cidade, contra 2.115 em maio. O tipo de veículo que mais registrou novos emplacamentos em junho foi o da categoria automóvel, com um total de 1.455. Logo em seguida vieram as motocicletas e os veículos comerciais leves, com 324 novos emplacamentos cada. Foram emplacados, ainda, 37 novos caminhões. No mês passado, nenhum novo ônibus entrou em circulação na cidade. Brasil em queda Esses dados colocam Sorocaba na contramão no mercado nacional, que acabou registrando uma queda de 0,2% no primeiro semestre deste ano, segundo a Fenabrave. Entre janeiro e junho de 2013, foram emplacados 2.627.910 novos veículos em todo o Brasil, porém, no mesmo período do ano passado, foram 2.635.003. Apesar da queda, a Federação, que representa mais de 7,2 mil concessionárias de veículos de todo o Brasil, analisa que o mercado automotivo brasileiro se manteve estável. A realidade de Sorocaba é sentida nas concessionárias, que acumulam muitas vendas de veículos zero quilômetro ao longo dos meses. De acordo com o gerente comercial da Soma Veículos, concessionária da Fiat em Sorocaba, Rogério Britto, o mercado de Sorocaba e região vem registrando altas constantemente, demonstrando que a população ainda está procurando um novo veículo. "Para nós foi muito bom, pois nosso marketing foi muito forte", relata Britto. Segundo ele, as concessionárias da Fiat da região registraram um aumento de 24,4% entre maio e junho deste ano. "Nós vendemos 347 unidades em junho, contra 279 em maio", revela.


Ele informa que o motivo desse crescimento nas vendas de carros 0 km seriam as taxas de juros e as condições de financiamento, que facilitam a compra desse bem de consumo. "A taxa de juros em um carro 0 km é mais baixa do que para um carro usado, por isso dá uma diferença mínima na parcela e o cliente acaba optando pelo carro novo", considera. A previsão da rede para julho, segundo Britto, é pelo menos igualar as vendas do mês passado. "Mas buscamos sempre superar", acrescenta. De acordo com o gerente comercial da Soma, os veículos mais procurados pelos consumidores foram os automóveis de entrada, ou seja, os que possuem motor 1.0, sem muitos opcionais. O motivo seria o preço, que costuma ser muito mais em conta do que os que oferecem mais itens opcionais. Imprimir Enviar

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CRUZEIRO DO SUL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)

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Título: Kombi deixará de ser produzida no fim deste ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FLORIPA NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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FLORIPANEWS.COM.BR Geral - 1 2 /0 7 /2 0 1 3 - 1 0 :2 8

Kombi deixará de ser produzida no fim deste ano

A Kombi, veículo mais antigo em produção no Brasil e no mundo, vai se despedir do mercado brasileiro de “saia e blusa”, como é conhecida a versão pintada em duas cores.

Apesar da idade, a Kombi é o furgão mais vendido do país. Neste ano, até junho, foram 10.925 unidades

Para o adeus da perua de quase 56 anos, a Volkswagen deve lançar em outubro uma série especial parecida à versão que comemorou seu cinquentenário em 2007, nas cores vermelha e branca.

O preço deve ficar na casa dos R$ 42 mil a R$ 45 mil. A Kombi Edição 50 Anos teve apenas 50 unidades produzidas. A Volkswagen não dá detalhes sobre a edição final.

Apesar da idade, a Kombi é o furgão mais vendido do País. Neste ano, até junho, foram 10.925 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em 2012 inteiro foram 26 mil unidades.

O segundo colocado na lista de furgões mais vendidos, o Fiat Ducato, acumula 5.061 unidades no primeiro semestre deste ano. A Kombi sai de linha porque não tem estrutura para receber airbag, item de segurança que, junto com o freio ABS passam a ser obrigatórios em todos os novos veículos a partir de janeiro de 2014. Fonte: estadão.com.br

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Título: Kombi deixará de ser produzida no fim deste ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O ANÁPOLIS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Título: Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Atualizado: 14/07/2013 02:08 | Por estadao.com.br

Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Com demanda retraída, comércio faz promoções e atrasa pedidos à indústria, que também vê estoque crescer Compartilhar

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O desaquecimento da economia provocou um aumento dos estoques do comércio e da indústria nos últimos meses. O levantamento de junho da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 20,4% das empresas do setor estão com estoque acima do adequado. "Embora o varejo esteja em crescimento, o ritmo é muito inferior ao do ano passado", afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Nos 12 meses encerrados em maio, o comércio cresceu 4,5%, nível mais baixo desde 2009. Ele ressalta, porém, que durante o primeiro semestre houve um processo de ajuste no estoque para comportar a menor expansão. No início do ano, a entidade previa um crescimento de 6% para o comércio neste ano, mas já rebaixou a previsão para 4,5%. "Todas as redes de vestuário sinalizam promoções e liquidações antes do tempo correto. E os bens duráveis e semiduráveis estão atrasando os pedidos para a indústria", disse Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

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Indústria. A Sondagem Industrial - realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) - também indicou que boa parte do setor está com estoque em alta. Numa escala de 0 a 100, com a linha divisória em 50, o estoque está elevado nas grandes empresas (53,8) e nas médias (50,7). O estoque também está alto nas pequenas empresas (47,3). "A folga nas pequenas está menor do que o normal", afirmou Marcelo Azevedo, economista da CNI.

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O aumento dos estoques na indústria ocorreu por causa da falta de demanda e pela competição acirrada. "A baixa demanda é um indicativo que vem com a desaceleração da economia", afirmou Azevedo. O estoque no setor automobilístico, carro-chefe da indústria brasileira, está em 39 dias - em janeiro, era de 29 dias. Para o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, um dos motivos que provocam o aumento do estoque é o "crescente número de modelos e versões disponíveis no País". "Hoje são 62 empresas que comercializaram em junho 2.077 versões de veículos no Brasil. Consequentemente, as concessionárias têm um aumento natural do nível de estoque", afirmou Moan.

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O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, diz que o estoque ideal é entre 20 e 30 dias. "O desempenho da economia é o fator primordial. Mas o cenário conturbado do Pais (com as manifestações) também desorganiza o processo produtivo e de varejo", afirmou Meneghetti. / L.G.G.

veja mais: O fim da bonança externa CNI descarta tendência de queda da atividade industrial PIB e produção industrial da China devem ter caído CNI reduz projeção de crescimento do PIB em 2013 para 2% BC: indústria e comércio terão desempenho pior em 2013 NOTÍCIA ANTERIOR

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Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Com melhora na renda e mais exigências dos bancos, dependência do financiamento na compra de veículos ficou menor Compartilhar

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões.

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Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais.

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O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista.

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Fábio Silveira, sócio-diretor da GO Associados, ressalta que o mercado de veículos continua dependendo fortemente do crédito, embora essa modalidade tenha perdido importância relativa. "O financiamento ainda é majoritário na compra." Para Silveira, depender menos do banco reduz a exposição do consumidor ao risco de crédito, caso ocorra no futuro uma piora das condições do mercado, como por exemplo no nível de emprego. Inadimplência. De 2008 a 2010, os bancos facilitavam o financiamento, com ofertas de juro zero, longos prazos para pagamento e facilidade na aprovação do cadastro. O resultado do crédito fácil começou a aparecer no ano passado, quando o fôlego do consumidor diminuiu e a inadimplência (atrasos acima de 90 dias) bateu em 7,2% da carteira total em maio, junho e julho. Desde então, vem caindo e está em 6,3% desde março, segundo o Banco Central. Os juros anuais também diminuíram, saindo de 22,6% em maio de 2012 para pessoas físicas para 19,7% em igual mês deste ano. Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, as recentes altas na taxa Selic, que está em 8,5% ao ano, "por enquanto não devem ter grande impacto nas prestações dos automóveis, que são diluídas na conta mensal". A Anfavea projeta para o ano venda recorde de mais de 3,9 milhões de veículos, uma alta de 3,5% a 4,5% em relação a 2012. Desse total, cerca de 95% devem ser automóveis e comerciais leves. Caminhões e ônibus normalmente são financiados pelo Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). / C.S.

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Título: Kombi deixará de ser produzida no fim deste ano Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: LUIZ MOTIVADOR Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Kombi deixará de ser produzida no fim deste ano 12 JUL 2013 - 12:54h

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A Kombi, veículo mais antigo em produção no Brasil e no mundo, vai se despedir do mercado brasileiro de “saia e blusa”, como é conhecida a versão pintada em duas cores. Para o adeus da perua de quase 56 anos, a Volkswagen deve lançar em outubro uma série especial parecida à versão que comemorou seu cinquentenário em 2007, nas cores vermelha e branca.

A Kombi sai de linha porque não tem estrutura para receber airbag

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Neste ano, até junho, foram 10.925 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em 2012 inteiro foram 26 mil unidades.

A Kombi sai de linha porque não tem estrutura para receber airbag, item de segurança que, junto com o freio ABS passam a ser obrigatórios em todos os novos veículos a partir de janeiro de 2014.

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O preço deve ficar na casa dos R$ 42 mil a R$ 45 mil. A Kombi Edição 50 Anos teve apenas 50 unidades produzidas. A Volkswagen não dá detalhes sobre a edição final. Apesar da idade, a Kombi é o furgão mais vendido do País.

O segundo colocado na lista de furgões mais vendidos, o Fiat Ducato, acumula 5.061 unidades no primeiro semestre deste ano.

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Diário matinal 12/07/2013 - 11:49:17 Share Share Share Share M ore 0 Mantemos a expectativa de aceleração do PIB no segundo trimestre, mesmo com a queda apontada pelo IBC-Br em maio O índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 1,4% na passagem de abril para maio, já descontados os efeitos sazonais, conforme divulgado há pouco pelo Banco Central. Esse resultado veio em linha com nossa expectativa de retração de 1,5% e abaixo da mediana do mercado (recuo de 1,0%, segundo coleta da Agência Estado). Os resultados na margem de março e abril foram revisados de 1,07% para 1,10% e de 0,84% para 0,96%, respectivamente. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve avanço de 2,28%, acumulando crescimento de 3,01% em 2013. A despeito da queda apontada pelo indicador - uma proxy mensal para o PIB mantemos a expectativa de aceleração na margem da economia brasileira neste segundo trimestre. Esperamos alta de 0,9% no período, após expansão de 0,6% registrada nos primeiros três meses deste ano. . ATIVIDADE Vendas reais do varejo permaneceram estáveis em maio, mas tendência para o segundo trimestre é de crescimento O varejo apresentou resultado estável entre abril e maio, mantendo a dinâmica observada desde o final de 2012. O volume de vendas, considerando o faturamento real do setor, no varejo restrito (que exclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e de material de construção) permaneceu estável em maio, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa M ensal de Comércio (PM C) divulgada ontem pelo IBGE. Na comparação com o mesmo período de 2012, o indicador avançou 4,5% e, no ano, acumula expansão de 3,3%. A abertura por segmento apontou aumento de 1,9% nos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, retomando após duas quedas consecutivas. Essa alta acabou puxando para cima o resultado do varejo restrito. A desaceleração da inflação de alimentos, que vinha comprometendo o desempenho desse segmento, favoreceu o avanço do varejo em maio. Por sua vez, o setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, cujas vendas haviam crescido bastante em abril (6,4%), recuaram 2,6%, devolvendo parte do resultado anterior. O comércio ampliado (que considera todas as atividades) registrou queda de 0,8% na margem e alta de 9,1% na comparação interanual. As vendas de veículos e motos, partes e peças cresceram 0,4% na margem, mesma direção dada pelos dados de emplacamentos de veículos, divulgados previamente pela Fenabrave. Já as vendas de materiais de construção recuaram 1,9% em maio, marcando o segundo resultado negativo consecutivo. Chama atenção o ritmo de crescimento nominal das vendas no varejo em torno de 13%, o que revela que o faturamento real do comércio tem recuado por conta da inflação, já que os resultados nominais seguem fortes. Isso reforça nossa expectativa de melhora das vendas em termos reais daqui para frente, com o alívio esperado para a inflação. . ABPO: a despeito da queda nas vendas de papelão ondulado em junho, mantemos nossa expectativa de crescimento da produção industrial no período As vendas de papelão ondulado somaram 270,6 mil toneladas em junho, segundo informações divulgadas ontem pela Associação Brasileira do Papel Ondulado (ABPO), o que representa retração de 1% na comparação interanual. M esmo com essa queda, o primeiro semestre de 2013 acumula elevação de 4% frente ao mesmo período do ano anterior. Na série dessazonalizada pelo Depec-Bradesco, observa-se uma queda de 1% na margem. A despeito da queda nas vendas de papelão ondulado em junho, mantemos nossa expectativa de que a produção industrial deve ter crescido entre 1,5% e 2% no período. . INFLAÇÃO USDA: perspectiva de safra recorde de soja e de milho reforça tendência baixista das cotações em dólares O relatório de julho do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), divulgado ontem, apresentou um cenário menos benigno do que o reportado em junho, mais ainda assim favorável à produção de milho e soja, que deverá atingir nível recorde na safra 2013/2014, que começará a ser colhida em agosto. Considerando-se o estoque final (indicador-síntese) de cada cultura, houve revisão para baixo nas estimativas para milho, tanto na safra 2012/2013 quanto na nova, comparativamente ao reportado em junho. No caso da soja, as revisões em ambos os períodos foram para cima. Para ambos os grãos, os estoques finais deverão estar maiores entre as duas safras. O trigo, por sua vez, concentrou as atenções pelo lado negativo, principalmente à luz dos dados semanais que têm mostrado que a qualidade do grão no estágio atual de desenvolvimento, mesmo antes de ser colhido, está aquém do que o esperado. Os estoques finais, neste caso, deverão ser de 174,47 milhões de toneladas na safra 2012/2013 (-5,4 milhões em relação a junho) e 172,38 milhões na safra 2013/2014 (-8,87 milhões ante o relatório anterior do Departamento). Nesse sentido, acreditamos que os vieses para os preços continuam sendo de baixa para milho e soja - ainda que esperemos alguma pressão de curto prazo, enquanto a safra nova não começa a ser colhida - e de alta para o trigo. . INTERNACIONAL China: após aperto do mercado interbancário, operações de crédito realizadas fora do sistema bancário mostraram leve queda em junho Os dados de crédito referentes a junho vieram praticamente em linha com o esperado, mostrando alguma moderação em relação aos meses anteriores, respondendo ao aperto de liquidez pelo qual passou o mercado interbancário no período. As concessões de crédito bancário somaram RM B 860,5 bilhões, acima do esperado (RM B 800 bilhões) e do observado em maio (RM B 667,4 bilhões). Por outro lado, os empréstimos concedidos por instituições financeiras (incluindo as operações realizadas fora do sistema bancário) chegaram a RM B 1,040 trilhão em junho, frustrando as expectativas (RM B 1,275 trilhão) e ficaram em nível inferior ao concedido no mês anterior

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(RM B 1,185 trilhão). Daqui para frente, depois do episódio de aumento da taxa interbancária - que já recuou de forma expressiva - entendemos que a expansão do crédito fora do sistema bancário será mais moderada, até porque o governo tem mantido um controle forte dessas operações. . Área do Euro: produção industrial recuou em maio, puxada pelo fraco desempenho de bens de capital e de bens de consumo durável Contrariando os sinais mais favoráveis vindos das sondagens divulgadas nos últimos meses, a produção industrial na Área do Euro mostrou queda de 0,3% em maio, ficando dentro do esperado e após ter subido 0,5% em abril. Na comparação interanual, a retração chegou a 1,3%, também em linha com as expectativas. Para essa queda na margem, destacamos s retração de 1,5% da produção de bens de capital e de 2,3% de bens de consumo duráveis. Ao mesmo tempo, a produção de bens intermediários e de bens de consumo não-duráveis cresceu 0,4% e 0,6%, respectivamente. Na abertura por países, vale ressaltar o recuo da Alemanha (0,8%) e da França (0,5%), ao passo que na Itália foi registrada leve alta de 0,1%. . Tendências de mercado As atenções dos mercados internacionais nesta manhã se dividem entre (i) a sinalização dada por um ministro chinês de que o país irá tolerar taxas menores de crescimento e (ii) a expectativa de que os estímulos monetários seguirão presentes na maioria dos países. O discurso do ministro das finanças da China, Lou Jiwei, deu ênfase aos sinais que o governo tem emitido nos últimos meses de que será aceita uma desaceleração mais expressiva, em prol das políticas de longo prazo. Ao afirmar que está confiante com uma alta de 7% do PIB neste ano e que taxas de crescimento próximas a 6,5% nos próximos anos não serão um problema, o mercado reagiu de forma negativa, ainda que as apostas de algum afrouxamento no país continuem presentes. Ao mesmo tempo, há reações otimistas com a expectativa de os bancos centrais irão manter os estímulos monetários por mais tempo. Essa visão foi reforçada depois do discurso mais moderado do presidente do Fed nesta semana, da decisão do Banco Central do Japão e da manifestação de um membro do Banco Central Europeu (de que a política seguirá acomodatícia por muito tempo diante da lenta recuperação da economia européia). Com isso, mesmo com a bolsa na China fechando em baixa, os mercados acionários abriram em alta na Europa e o índice futuro S&P também avança neste momento. O euro perde valor frente ao dólar, com base na expectativa de que o Fed irá normalizar sua política antes do Banco Central Europeu. Os yields da taxa de 10 anos das treasuries estão em queda enquanto o dólar ganha valor perante a maioria das moedas. As cotações das commodities metálicas recuam, em resposta ao menor crescimento esperado para a China; o preço do petróleo mostra leve alta e entre as agrícolas, as cotações de milho e soja estão caindo (reagindo ao relatório do USDA divulgado ontem, com boas perspectivas para a safra dos EUA) e as demais estão subindo. Acreditamos que a bolsa brasileira, diante desses vetores, deverá avançar ligeiramente e o real deverá manter a tendência de depreciação, imposta pela apreciação do dólar e pela queda dos preços das commodities. Por fim, no mercado doméstico de juros futuros, esperamos fechamento da curva em todos os vencimentos, refletindo o ambiente externo. Octavio de Barros Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos - Bradesco Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

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Título: Toyota Etios sedan ganha mercado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Toyota Etios sedan ganha mercado Após um começo tímido no mercado, a versão sedã do Toyota Etios começou a ganhar terreno nos últimos três meses. Com isso, as vendas acumuladas no primeiro semestre chegaram 13.285 unidades, suficiente para deixá-lo à frente do Renault Logan (10.592) e do Nissan Versa (9.917). O líder do segmento é o Fiat Siena, cujas vendas acumuladas somaram 55.960 unidades (dados da Fenabrave).

Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/118781-toyota-etios-sedan-ganha-mercado.shtml Copyright Folha de S. Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha de S. Paulo.


Título: VW prepara despedida da Kombi Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: QUATRO RODAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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VW prepara despedida da Kombi Série final marcará adeus da perua Por Vitor Matsubara | 12/07/2013

A Volkswagen deve lançar uma série de despedida da veterana Kombi, que deixará de ser produzida em 2014. A perua, que é o veículo mais antigo em produção no Brasil (e no mundo), sairá de linha por não poder receber airbag duplo e freios com sistema anti-travamento (ABS), itens que serão obrigatórios em todos os veículos novos produzidos a partir do ano que vem. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a edição final da Kombi terá pintura do tipo saia-e-blusa, com duas cores na carroceria. Seu lançamento deve ocorrer em outubro e o preço pode ficar entre 42 mil e 45 mil reais. Há vários anos a Kombi é líder da categoria de furgões, com 10.925 unidades emplacadas apenas neste ano, de janeiro a junho, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: POP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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14/07/2013 - 09:36h

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel

Vendas cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Título: Bancos limitam crédito para compra de carro após calote recorde de 7,2% Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: GAZETA DIGITAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Economia Domingo, 14 de julho de 2013, 14h55

Bancos limitam crédito para compra de carro após calote recorde de 7,2% Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. Acompanhe o GD também pelo twitter: @portalgazeta


Título: Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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/Economia Vendas desaceleram e estoques do comércio e da indústria crescem

Com demanda retraída, comércio faz promoções e atrasa pedidos à indústria, que também vê estoque crescer 14 de julho de 2013 | 2h 08

O Estado de S.Paulo

O desaquecimento da economia provocou um aumento dos estoques do comércio e da indústria nos últimos meses. O levantamento de junho da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 20,4% das empresas do setor estão com estoque acima do adequado. "Embora o varejo esteja em crescimento, o ritmo é muito inferior ao do ano passado", afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Nos 12 meses encerrados em maio, o comércio cresceu 4,5%, nível mais baixo desde 2009. Ele ressalta, porém, que durante o primeiro semestre houve um processo de ajuste no estoque para comportar a menor expansão. No início do ano, a entidade previa um crescimento de 6% para o comércio neste ano, mas já rebaixou a previsão para 4,5%. "Todas as redes de vestuário sinalizam promoções e liquidações antes do tempo correto. E os bens duráveis e semiduráveis estão atrasando os pedidos para a indústria", disse Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Indústria. A Sondagem Industrial - realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) - também indicou que boa parte do setor está com estoque em alta. Numa escala de 0 a 100, com a linha divisória em 50, o estoque está elevado nas grandes empresas (53,8) e nas médias (50,7). O estoque também está alto nas pequenas empresas (47,3). "A folga nas pequenas está menor do que o normal", afirmou Marcelo Azevedo, economista da CNI. O aumento dos estoques na indústria ocorreu por causa da falta de demanda e pela competição acirrada. "A baixa demanda é um indicativo que vem com a desaceleração da economia", afirmou Azevedo. O estoque no setor automobilístico, carro-chefe da indústria brasileira, está em 39 dias em janeiro, era de 29 dias. Para o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, um dos motivos que provocam o aumento do estoque é o "crescente número de modelos e versões disponíveis no País". "Hoje são 62 empresas que comercializaram em junho 2.077 versões de veículos no Brasil. Consequentemente, as concessionárias têm um aumento natural do nível de estoque", afirmou Moan. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, diz que o estoque ideal é entre 20 e 30 dias. "O


desempenho da economia é o fator primordial. Mas o cenário conturbado do Pais (com as manifestações) também desorganiza o processo produtivo e de varejo", afirmou Meneghetti. / L.G.G.


Título: Ducati Diavel já aparece entre as mais vendidas do País Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SHOP CAR NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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12/07/13 - 10:45

Ducati Diavel já aparece entre as mais vendidas do País Infomoto

FOTO DA MATÉRIA

http://www.shopcarnews.com.br/view_artigo.htm?id=8985

A Ducati Diavel já aparece como décimo modelo mais vendido do Brasil na categoria naked/roadster segundo dados da Fenabrave, entidade que contabiliza a distribuição automotiva no Brasil. Na lista, elaborada com base no número de emplacamentos, a moto aparece com 125 unidades vendidas entre os meses de janeiro e junho. O ranking é liderado pela Honda CB 600F Hornet, que teve 2.154 unidades licenciadas no mesmo período. O número obtido pela Ducati, entretanto, está próximo às 153 unidades emplacadas da Harley-Davidson XR 1200X e vale lembrar que, por enquanto, a marca de Borgo Panigale conta apenas com uma revenda no País, a Ducati Cidade Jardim, em São Paulo (SP).

Para ler mais matérias como essa www.shopcarnews.com.br


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: REPORTER DIÁRIO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fonte: AE

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada 14/07/2013 | 10:14 Agência

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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→ Economia Publicado em domingo, 14 de julho de 2013 às 09:36

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MIDIA MAX NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel 14/07/2013 08:37

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel crédito automóvel limite 14/07/2013 - 09:36 Agencia Estado

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financiamento na aquisição de carros, especialmente novos,

Cleide Silva

depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 0A

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dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás.


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C riado e m 14/07/2013 às 10h08 Atualizado e m 14/07/2013 às 10h09

Bancos limitam crédito para comprar automóvel

São Paulo - Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, e xplica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte : Estadão C onte údo

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada 14/07/2013 | 10:14 | AGÊNCIA ESTADO

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PRIMEIRA HORA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Postado em 14/07/2013 as 11:05 por Redação em Notícias > Economia Tw eetar http://w w w .primeirahora.com.br/noticia/80319/bancos-limitam-credito-para-comprar-automovel

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano.

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O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais.

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O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel.

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Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

"A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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11:44 - INTERNACIONAL

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De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões.

Adolescente é morta com faca peito em festa

Chinesa morre eletrocutada ao atender iPhone que estava carregando

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Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação.

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Título: Bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DO COMMERCIO RECIFE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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Bancos limitam crédito para comprar automóvel Melhora na renda familiar contribui para facilitar a compra dos veículos, reduzindo a parcela de entrada Publicado em 14/07/2013, às 12h07

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Da Agência Estado

Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. PALAVRAS-CHAVE

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Segunda-Feira 15/07/2013 07:55 Brasil - Negócios - Empréstimos14/07/2013 - 17:52

Bancos limitam crédito para comprar automóvel Foto: Daniela Toviansky/EXAME.com De janeiro a maio, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados – 4% a menos em relação ao mesmo período de 2012 Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. Com a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio Carbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via CDC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Portal Exame / M.V O MSHoje.com não se responsabiliza por artigos assinados. Compartilhar faz bem! Tw eet

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Título: Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 14/07/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 15/07/2013

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14/7/2013

Após calote, bancos limitam crédito para comprar automóvel Economia C om melhora na renda e mais exigências dos bancos, dependência do financiamento na compra de veículos ficou menor. O Estado de S.Paulo

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Os brasileiros reduziram a dependência do financiamento na aquisição de carros, especialmente novos, depois da farra do crédito nos anos de 2008, 2009 e 2010, que resultou no calote recorde de 7,2% dos contratos verificado há um ano. C om a melhora na renda familiar e mais exigências dos bancos, os consumidores conseguem dar uma parcela maior como entrada e o valor que sobra para financiar diminui. O carro usado, agora trocado em menor intervalo de tempo por um mais novo, também ajuda a reduzir o valor a ser pago na renovação. De janeiro e maio deste ano, os bancos e financeiras emprestaram R$ 45,3 bilhões para compra de veículos novos e usados, uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram liberados R$ 47,2 bilhões. Em igual intervalo, as vendas de automóveis e comerciais leves novos cresceram 8,9%, atingindo volume recorde de 1,4 milhão de unidades. Os negócios com usados aumentaram 3,6%, para 3,67 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O prazo dos financiamentos baixou de 43 para 42 meses, em média. Ofertas de crediário em 70 ou 80 prestações desapareceram da praça. O máximo oferecido hoje são 60 meses, ainda assim em casos promocionais. O presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), Décio C arbonari de Almeida, explica que os bancos, especialmente aqueles ligados às montadoras, têm atraído clientela com oferta de juro zero no financiamento. Em contrapartida, o valor da entrada é elevado, de cerca de 50% a 60% do preço do automóvel. "A entrada maior faz com que o valor financiado caia, por isso o total dos empréstimos é menor", explica Almeida. Segundo a Anef, 54% das vendas de veículos são financiadas (53% via C DC e 1% via leasing), enquanto 38% são à vista, porcentuais similares aos de um ano atrás. O consórcio representa 8% da carteira e vem ganhando fôlego desde 2008, quando participava com 4%. Naquele ano, 60% dos carros eram financiados e 36% eram pagos à vista. Fábio Silveira, sócio-diretor da GO Associados, ressalta que o mercado de veículos continua dependendo fortemente do crédito, embora essa modalidade tenha perdido importância relativa. "O financiamento ainda é majoritário na compra." Para Silveira, depender menos do banco reduz a exposição do consumidor ao risco de crédito, caso ocorra no futuro uma piora das condições do mercado, como por exemplo no nível de emprego. Inadimplência. De 2008 a 2010, os bancos facilitavam o financiamento, com ofertas de juro zero, longos prazos para pagamento e facilidade na aprovação do cadastro. O resultado do crédito fácil começou a aparecer no ano passado, quando o fôlego do consumidor diminuiu e a inadimplência (atrasos acima de 90 dias) bateu em 7,2% da carteira total em maio, junho e julho. Desde então, vem caindo e está em 6,3% desde março, segundo o Banco C entral. Os juros anuais também diminuíram, saindo de 22,6% em maio de 2012 para pessoas físicas para 19,7% em igual mês deste ano. Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, as recentes altas na taxa Selic, que está em 8,5% ao ano, "por enquanto não devem ter grande impacto nas prestações dos automóveis, que são diluídas na conta mensal".


A Anfavea projeta para o ano venda recorde de mais de 3,9 milhões de veículos, uma alta de 3,5% a 4,5% em relação a 2012. Desse total, cerca de 95% devem ser automóveis e comerciais leves. C aminhões e ônibus normalmente são financiados pelo Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). / C .S. Por O Estado de São Paulo - SP

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