Page 1

Clipping BMW produzirá mais um SUV no Brasil 7716434 - AUTODATA - São Paulo - SP - 11/06/2018

Por Bruno de Oliveira - 11/06/2018 A BMW anunciou na segunda-feira, 11, a produção -- na fábrica que mantém em Araquari, SC -- da versão topo de linha do X3, SUV produzido aqui desde março. De acordo com a fabricante estão sendo feitos testes de motor e na linha de montagem. A produção está prevista para começar em 18 de junho, com as vendas definidas para o segundo semestre, ainda sem data definida. Com a produção local da versão xDrive X Line, a BMW soma quatro veículos montados no País. Afora as duas versões do X3, compõem a gama de veículos premium da fabricante produzidos aqui os modelos X1, X4 e Série 3. A empresa também comercializa modelos importados no mercado nacional. O novo veículo tem baixo índice de componentes nacionalizados, sendo incorporados à sua construção itens locais como os bancos, pneus e vidros, peças cuja logística é considerada complexa e, por isso, se opta pela produção local em empresas parceiras instaladas aqui. Segundo João Veloso, gerente de comunicações da BMW, desenvolver fornecedores locais é ainda mais complicado no caso da nova versão do X3 pelo fato de o veículo dispor de sistemas eletrônicos sensíveis à direção autônoma: “Por causa do baixo volume surgem entraves ao desenvolvimento de parceiros locais, muitos componentes são importados pois a demanda atual não justifica sua nacionalização”. Dados da Fenabrave mostram que até maio foram emplacados no País 4 mil 320 veículos BMW, o que representa uma fatia de mercado de 0,46%. Seu modelo mais vendido é o X1, que no acumulado do ano teve 1 mil 637 unidades vendidas, vigésimo-primeiro veículo mais vendido no período no concorrido e pulverizado segmento de SUVs. A produção da versão do X3 faz com que a empresa ocupe a capacidade da fábrica de Santa Catarina, sobretudo após deixar de fabricar o X1 para exportação: de 2017 até janeiro esteve vigente contrato que estabelecia a produção no Brasil de um lote de 10 mil unidades para atender ao mercado da América do Norte. Houve outro contrato para mais 2 mil unidades, encerrado no começo do ano. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Araquari o encerramento da produção do X1 tipo exportação promoveu redução de pessoal, pois cerca de duzentos funcionários haviam sido contratados em função da demanda extra. Com o fim do contrato intracompany poucos foram efetivados. A fábrica de Santa Catarina opera em um turno com uma força de trabalho composta por coisa de setecentos funcionários. A chegada da nova versão do X3 nas linhas não altera o quadro nem a jornada, informou Veloso. Ainda segundo o sindicato a produção da fábrica estipulada para o ano, um volume de aproximadamente 15 mil unidades, teve de ser revista para baixo, coisa de 11 mil unidades até dezembro, ainda que o mercado de SUVs tenha crescido acima dos demais segmentos no País nos últimos anos. A razão apontada para justificar a redução é a oscilação do mercado nacional e incertezas geradas pelo adiamento da aprovação do Rota 2030, a nova política industrial para o setor, afora questões macroeconômicas. A fábrica tem capacidade para produzir 32 mil veículos/ano em três turnos. A versão topo de linha do X3 é equipada com o novo motor M Performance, de seis cilindros em linha, de 2 mil 998 cm³, com 360 cv de potência, 54 cv a mais do que o modelo antecessor. Ambas as versões do X3 tem câmbio automático de oito marchas. http://www.agenciaautodata.com.br/noticias_interna.php?id=26967 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Arquivo Interno:


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716461 - TRIBUNA DO INTERIOR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716464 - DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO - Curitiba - PR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diarioinduscom.com/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716475 - JORNAL DE BRASÍLIA - Brasília - DF - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadao Conteudo http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Randon Veículos entrega 100 retroescavadeiras ao governo do RS 7716480 - AUTOS GIROS - Porto Alegre - RS - 11/06/2018

Modelo adquirido pelo governo gaúcho é o da retroescavadeira RD406 Advanced, que apresenta cabine fechada com ar condicionado A Randon Veículos, que acaba de completar 45 anos, realizou a entrega de 100 das 177 retroescavadeiras adquiridas pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Irrigação do governo do Rio Grande do Sul (SEAPI). A entrega formal deste primeiro lote, que será destinado aos municípios gaúchos, aconteceu em cerimônia realizada pelo governo no Pavilhão Internacional do Parque de Exposições Assis Brasil, na Expointer, na última sextafeira (08) na presença de autoridades e convidados. O modelo adquirido pelo governo gaúcho é o da retroescavadeira RD406 Advanced, que apresenta cabine fechada com ar condicionado, motor turbo e na configuração 4×4, atributos ideais para quaisquer condições de trabalho, tanto em áreas urbanas quanto rurais. A Randon Veículos Uma das marcas Randon, a Randon Veículosatua no desenvolvimento, fabricação, comercialização de caminhões fora-de-estrada, voltados para as indústrias da construção e da mineração, e de retroescavadeiras e minicarregadeiras para a construção civil, locadores, órgãos públicos e agricultura. Leia mais Mercado automotivo gaúcho mantém perspectiva de cr... Responsáveis por mais de 70% das unidades comercializadas, os segmentos de automóveis e comerciais leves, que registraram forte crescimento de 20,70% sobre o mesmo período de 2017 O Sincodiv/Fenabrave-RS realizou levantamento das vendas de veículos no Rio Grande do Sul no mês de abril e no quadri... Randon Veículos completa 45 anos com 10.000 equip... A Randon foi a primeira montadora de capital totalmente brasileiro a fabricar veículos automotores no sul do Brasil Em maio, a Randon Veículos, de Caxias do Sul (RS) completa 45 anos de atuação. Ao longo desta trajetória de quase meia década, a empresa produziu 10 mil equipamentos em sua diversif... Randon fornecerá 177 retroescavadeiras ao governo ... O modelo adquirido pelo Estado é a retroescavadeira RD406 Advanced 4x4 que traz motor turbo A Randon Veículos, que completa 45 anos em maio deste ano, fornecerá 177 retroescavadeiras para a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Irrigação do governo do Rio Grande do Sul (SEAPI), que serã... Rio Grande do Sul registra alta nos emplacamentos ... Sincodiv/Fenabrave-RS acredita que o resultado dos emplacamentos no Estado deve se manter nos dois últimos meses de 2017 Segundo dados divulgados pela Sincodiv/Fenabrave-RS o volume de veículos emplacados no Rio Grande do Sul aumentou 7,5% em outubro, em relação a setembro. No mês passado, o núme... http://autosgiros.com.br/2018/06/11/randon-veiculos-retroescavadeiras/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Autos Giros Estado: RS Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras | Aqui Notícias 7716473 - AQUI NOTÍCIAS - 18/05/2018

COMPARTILHE Por Estadão 0 Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. Ver mais O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma... O avanço forte do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de... A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou nesta segunda-feira que expressou durante a... As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Continua depois da publicidade Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume


de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Cleide Silva Estadao Conteudo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Publicidade http://www.aquinoticias.com/economia/2018/06/20180611172534-locadora-ainda-puxavendas-de-montadoras Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716474 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. PUBLICIDADE As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


http://www.folhadaregiao.com.br/2018/06/11/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716476 - JORNAL DE BRASÍLIA - Brasília - DF - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadao Conteudo


http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716512 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://maringa.odiario.com/economia/2018/06/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras/2498215/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Maringá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716514 - A TARDE - Salvador - BA - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1968501-locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716516 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716519 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - Brasília - DF - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. AE http://www.alo.com.br/noticias/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-da-revenda442265 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716520 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2018/06/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716518 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras/303147/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716526 - BOL - São Paulo - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2018/06/11/concessionaria-veconcorrencia-desleal-na-hora-da-revenda.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716521 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva


Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2018/06/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716522 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2018/06/concessionaria-ve-concorrenciadesleal-na-hora-da-revenda-cjiaj4yza005j01pfmij5d3ac.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: RS Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716524 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/concessionria-v-concorrncia-desleal-nahora-da-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716523 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo


http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716525 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - Brasília - DF - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. AE


http://www.alo.com.br/noticias/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras-442263 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716537 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.dgabc.com.br/Noticia/2899093/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716527 - BOL - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2018/06/11/locadora-ainda-puxavendas-de-montadoras.htm


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Quer comprar um carro? Não compre antes de ler esse artigo! 7716407 - SMARTIA SEGUROS ONLINE - 08/06/2018

Comprar um carro pode parecer uma tarefa simples. Mas, só quando decidimos colocá-la em prática que percebemos o quão complicado é. Descubra aqui quais são os pontos mais importantes a serem considerados nessa hora! Meu sonho sempre foi ter um carro, quando completei a maioridade, corri para tirar minha CNH, mas infelizmente não consegui comprar um carro de imediato. Demorei algum tempo a ter condições de arcar com esse sonho. Quando minha situação financeira se estabilizou, decidi que era a hora de realizar esse sonho e comprar um carro. E foi nesse momento que me deparei com uma série de complicações que nem sonhava que existissem. Começaram a surgir uma infinidade de dúvidas e questões que me consumiram por completo. Até que depois de muito pesquisar, consegui encontrar uma sequência de ações que me ajudou a fazer a escolha certa. E tive tanto sucesso ao comprar um carro seguindo esses passos que resolvi montar um guia para ajudar outras pessoas. Portanto, se você estiver pensando em comprar um carro, seja o primeiro ou apenas um mais novo do que você já tem. Você precisa ler esse artigo. Posso garantir que ele lhe ajudará muito! Vamos as dicas: 1 – Quanto você pode pagar por um carro? A primeira coisa que você precisa se preocupar é em relação ao seu orçamento. Eu sempre tive muito medo de me comprometer com uma parcela que no momento da compra fosse possível pagar e depois, por qualquer motivo, eu tivesse dificuldades. Por isso, esperei um tempo para diminuir as prestações que tinha e assim ter uma folga maior no meu orçamento. A primeira coisa que você precisa fazer é calcular exatamente quanto você ganha por mês, e quanto você realmente tem livre para comprometer com uma prestação. Fazendo isso você não correrá riscos de ter complicações financeiras por causa do carro novo. O mais indicado é que o valor da prestação não comprometa mais que 10% da sua renda fixa mensal. Ou seja, se você tem um rendimento líquido de R$ 3 mil, é interessante que as parcelas não ultrapassem R$ 300,00. Concordo que, encontrar um financiamento com parcelas nesse valor é muito difícil, mas não é impossível. Por exemplo, se você puder dar uma boa entrada, ou mesmo optar por comprar um carro usado, as prestações podem diminuir consideravelmente. Para que você possa ter uma noção maior sobre esse assunto, use uma calculadora específica para descobrir o valor do seu futuro carro, já com seguro auto. Veja a seguir uma tabela com simulações de compra, para que você entenda melhor como uma boa entrada pode aliviar as prestações: Simulação para compra de um ONIX JOY 1.0 2018 Modelo Entrada Valor Nº de Parcelas Valor Parcelas (1,5% a.m.) Valor total parcelado Zero km 0 R$ 40.990,00 30 R$ 1.706,79 R$ 51.203,71 R$ 15 mil R$ 25.990,00 R$ 1.082,20 R$ 32.466,08 Usado 0 R$ 34.990,00 30 R$ 1.456,96 R$ 43.708,66 R$ 15 mil R$ 19.990,00 R$ 832,37 R$ 24.971,02 Fonte: Cálculo realizado com base em valores do site, www.ofertaschevrolet.com.br em 15/05/2018. Como dito acima, o planejamento ideal é que se comprometa apenas 10% do rendimento mensal. No entanto, de acordo com a legislação brasileira, até 30% do rendimento líquido mensal pode ser comprometido. Logo, no exemplo dado, a pessoa dispõe de um rendimento líquido mensal de R$ 3 mil, nesse caso ela pode se comprometer com parcelas de até R$ 900,00. Na simulação feita na tabela, a compra mais indicada seria então a do ONIX JOY usado, com uma entrada de R$


15 mil. Outros gastos que precisam ser considerados Mas não se engane, esse não é o único valor com que você precisa se preocupar na hora de comprar um carro. Um veículo promove uma porção de gastos, você precisará arcar com: Combustível, Manutenção e revisões obrigatórias, Licenciamento e IPVA, Documentação, Seguro auto, Então, pesquise com muito cuidado quanto cada item desses irá consumir do seu dinheiro, para que você não faça um negócio ruim. Ou mesmo, corra o risco de comprar um carro e ficar com ele parado na garagem. Checklist dos detalhes a serem considerados no cálculo para comprar um carro Aqui está um checklist que me ajudou muito quando fui comprar um carro, e estou certo que ajudará você também. É importante que você esteja atento aos seguintes detalhes: Procure um financiamento com juros aceitáveis e que lhe permita um número máximo de parcelas, para que sua vida financeira não seja comprometida; Antes de comprar um carro, descubra qual será o valor da sua documentação e transferência do veículo e se eles já estão inclusos na negociação da compra; Fique ciente sobre todos os valores que deverá pagar anualmente, com impostos e licenciamento; Descubra o valor aproximado da contratação do seguro auto para o modelo em questão; Pesquise o valor das revisões obrigatórias, balanceamentos, alinhamentos e outros serviços preventivos que devem ser feitos em seu futuro carro. Veja o que o fabricante recomenda, em relação a revisões e prazos e se atente a isso; Procure sempre ter um valor reservado para possíveis manutenções inesperadas; Calcule a distância que será percorrida diariamente com o veículo, mais um pouco para os momentos de lazer e descubra quanto você gastará em média com combustível; Certifique-se se existirão gastos extras com garagem para pernoite, estacionamento e outros detalhes, e calcule qual será esse valor; Se depois de realizar esse checklist o valor final couber no seu orçamento, juntamente com as prestações do financiamento, perfeito. Mas, se seu orçamento estourar, o mais indicado é que você aguarde mais um tempo para que possa comprar um carro sem se comprometer. 2 – Como escolher o modelo ideal para comprar um carro? O primeiro passo para escolher o modelo ideal de um carro é entender melhor quais são os tipos de carro existentes no mercado nacional e o que cada um deles tem a oferecer. Eu sempre tive em mente que gostaria de ter um SUV, mas, quando chegou o momento de comprar um carro, me peguei em dúvida, pensando se esse tipo de carro seria realmente funcional para mim. Afinal, é preciso considerar as necessidades diárias, tamanho de garagem e diversos outros fatores. Minha vaga na garagem do prédio onde moro não é das maiores, e sou sozinho, sem mulher nem filhos, logo, eu realmente não precisava de muito espaço interno. Poderia então comprar um carro mais compacto, mesmo que fosse um SUV. Fiz uma pesquisa sobre os modelos de carro mais comuns no Brasil, e isso me ajudou muito, espero que também ajude você a escolher um tipo de carro mais adequado às suas necessidades. Hatch compactos São os modelos mais simples e compactos, logo, são veículos fáceis de estacionar e manobrar. Normalmente eles acomodam até 5 pessoas, e não dispõem de porta-malas muito espaçosos. Além disso eles costumam ser equipados no Brasil com motores bicombustíveis. Veja alguns modelos de hatch compactos: Fiat Uno, Fiat Palio, Ford Ka, Chevrolet Celta e VW Corsa. Hatch médio ou esportivo Um pouco maiores que a versão anterior, o hatch médio ou também chamado de esportivo, costuma vir equipado com um motor mais potente que os modelos compactos. O que faz com seu valor seja bem maior que o do hatch compacto. Alguns dos hatch médios são: Fiat Punto, VW Golf, Chevrolet Astra, VW Polo e Ford Focus. Hatch mais vendidos em 2017 Posição Modelo Unidades vendidas 01 Chevrolet Onix 188.668 02 Hyundai HB20 105.544


03 Ford Ka 94.896 04 Volkswagen Gol 73.922 05 Renault Sandero 67.352 Fonte: www.autoo.com.br Sedan compacto Modelos criados a partir dos hatch compactos, os sedans compactos. Eles não possuem motores esportivos como o tipo de carro anterior, no entanto, eles seus motores também são bicombustíveis. O maior diferencial desse modelo com o anterior são os porta-malas, que costumam ser muito maiores. Alguns exemplos desse tipo de carro são: Chevrolet Prisma, Renault Logan, VW Voyage, Fiat Siena e Ford Fiesta Sedan. Sedan médio Mais conservadores e considerados ‘clássicos’, os sedans médios são os modelos mais escolhidos por pessoas de maior idade e famílias. Eles possuem motores mais potentes que os compactos e porta-malas maiores também. Os sedans médios mais comuns são: Honda Civic, Chevrolet Vectra, Toyota Corolla, Fiat Linea e VW Polo Sedan. Sedan grande Modelos mais sofisticados e luxuosos, os sedans grandes são donos de acabamentos perfeitos e motores excelentes, além de muito espaço interno também. O que faz com que eles sejam também os carros mais caros. Especialmente por serem em sua maioria importados. Os principais modelos de sedan grande são: Ford Fusion, Hyundai Azera, Audi A8, Honda Accord e Mercedes-Benz Classe E. Sedans mais vendidos em 2017 Posição Modelo Unidades vendidas 01 Chevrolet Prisma 68.988 02 Toyota Corolla 66.188 03 Volkswagen Voyage 40.822 04 Hyundai HB20S 32.232 05 Toyota Etios Sedan 31.395 Fonte: www.carros.uol.com.br Perua As peruas ou também conhecidas como station wagon, são ideais para quem tem famílias grandes, pessoas que costumam viajar com frequência ou que precisam carregar muita coisa no porta-malas. Esse é um modelo de carro que possui muitas variações em relação a itens de série, e consequentemente os preços também variam muito. Alguns dos modelos mais comuns são: VW Parati, Fiat Palio Weekend, WV Space Fox, Peugeot 207 SW e VW Passat Variant. Peruas mais vendidos em 2017 Posição Modelo Unidades vendidas 01 Fiat Palio Weekend 3.497 02 WV Space Fox 2.021 03 Volkswagen Golf Variant 630 04 Subaru Outback 98 05 Audi A4 AVANT 93 Fonte: www.carrosnaweb.com.br Picape Muito populares também como ‘caminhonetes’, as picapes são modelos ideais para quem


trabalha com o transporte de cargas, e precisam de um compartimento aberto. No entanto, pessoas que gostam de esportes também costumam gostar desse modelo de carro. Ela é encontrada com uma cabine simples para duas pessoas e com cabine dupla, podendo transportar até cinco pessoas. Alguns dos modelos muito populares são: Ford F250, Ford Ranger, Ford Courier, Chevrolet S10 e Fiat Strada. Picapes mais vendidos em 2017 Posição Modelo Unidades vendidas 01 Fiat Toro 24.686 02 Fiat Strada 24.027 03 Volkswagen Saveiro 20.017 04 Toyota Hilux 15.897 05 Chevrolet S10 13.799 Fonte: Noticiasautomotivas SUV Os utilitários esportivos são uma mistura da perua com a picape. Robustos, normalmente, mais altos e com tração nas quatro rodas. São veículos com muito espaço interno e resistência, produzidos para circular em qualquer terreno. Os modelos mais comuns entre os SUVs são: BMW X5, Jeep Cherokee, Ford EcoSport, Mercedes-Benz ML e Chevrolet Tracker. SUV mais vendidos em 2017 Posição Modelo Unidades vendidas 01 Jeep Compass 49.187 02 Honda HR-V 47.775 03 Hyundai Creta 41.625 04 Jeep Renegade 38.330 05 Nissan Kicks 33.464 Fonte: Quatrorodas Agora que você conhece melhor cada um dos tipos de carros mais comuns no Brasil, vai ficar mais fácil escolher um que se adeque melhor às suas necessidades. Mas, existem outros detalhes que precisam ser considerados na hora de comprar um carro. A – Carros mais visados Eu, por exemplo, sempre fui apaixonado por SUVs, meu sonho era ter um Hyundai Tucson preto. No entanto, eu não fazia ideia do índice de roubo desse modelo. Para se ter uma ideia, ele ocupou o 19º lugar na lista dos carros mais roubados no Brasil em 2017, com uma margem de 1,860 de índice de roubos e furtos. E como se não bastasse, descobri também que não são apenas os modelos que são muito visados, algumas cores também são e entre elas os tons de prata e preto os mais roubados ou furtados no país. Veja a seguir uma tabela com os 20 modelos de veículos mais roubados, de acordo com a SUSESP, e na sequência a margem de veículos mais roubados por cor: Índice dos veículos mais roubados ou furtados no Brasil Posição no ranking Modelo do carro Roubo e furto (%) 01 SUBARU OUTBACK 125,000 02 FIAT BRAVA 124,150 03 FIAT PALIO ACIMA DE 1.0 106,782 04 FORD KA 1.0 92,656


05 FIAT MAREA WEEKEND 81,655 06 GM CHEVROLET CELTA 1.0 73,357 07 VW VOLKSWAGEN GOL 1.0 67,316 08 FIAT BRAVO 66,097 09 HYUNDAI HB20 65,962 10 VW VOLKSWAGEN GOL ACIMA DE 1.0 65,381 11 RENAULT KANGOO 65,295 12 FIAT PALIO 1.0 64,948 13 FIAT SIENA 1.0 62,254 14 FORD KA ACIMA DE 1.0 58,937 15 RENAULT OUTROS 53,934 16 HONDA FIT 51,912 17 VW VOLKSWAGEN CROSSFOX 51,666 18 VW VOLKSWAGEN FOX ACIMA DE 1.0 50,513 19 KIA MOTORS MAGNETIS 49,932 20 VW VOLKSWAGEN POLO 49,362 Fonte: Pesquisa realizada em 16/05/2018 no site da SUSESP B – Índice de desvalorização Esse também é um detalhe que precisa ser pesquisado, afinal, tenho certeza que, assim como eu, você também não pretende ficar com o mesmo carro para sempre. Por isso, o índice de desvalorização também precisa ser considerado na hora de escolher um modelo para comprar. Alguns veículos desvalorizam muito mais que outros em um período de um ano apenas. Veja a seguir quais são os carros que mais desvalorizam da hora da revenda: Índice de carros mais desvalorizados em 1 ano Posição no ranking Modelo do carro Desvalorização 01 Mitsubishi ASX -19,8% 02 Dodge Journey -18,5% 03 Audi Q5 -18,1% 04 Hyundai Azera -17,6% 05 Hyundai i30 -17,2% 06 Volkswagen Spacefox -17,2% 07 Mitsubishi Outlander -17,1% 08 Fiat Weekend -17% 09 Mitsubishi Pajero -17% 10 Nissan Frontier -16,9% 11 Volkswagen Passat -16,9% 12 BMW X5 -16,9% 13 Chery QQ -16,8% 14 Ranger Rover Evoque -16,7% 15 BMW X4 -16,7%


16 Lexus CT200H -16,6% 17 BMW X3 -16,6% 18 Audi A3 -16,5% 19 Volkswagen Amarok -16,4% 20 Mitsubishi L200 -16% Fonte: www.exame.com.br C – Segurança do carro A segurança do carro também é algo com que se deve ocupar antes de escolher um modelo. A LATIN NCAP é a empresa europeia responsável por atestar a seguridade dos veículos que são lançados no mercado. E em seu site é possível ter acesso a todos os itens de segurança e índices de veículos mais seguros. Mas, de antemão posso lhe dizer que de acordo com os testes realizados no início deste ano e no ano passado, os melhores avaliados são os seguintes: Carros mais seguros de 2017/2018 acordo com a LATIN NCAP Classificação Modelo do carro Segurança adultos segurança crianças 01 Volkswagen Golf VII 33.30 43.52 02 Seat Ateca 32.65 42.48 03 Volkswagen Virtus 32.56 43.00 04 Volkswagen Polo 32.13 43.00 05 Renault Captur 30.27 33.68 06 Toyota Corolla 29.60 44.88 07 Fiat Toro 29.40 36.90 08 Nissan Murano 28.72 34.66 09 Nissan Kicks 25.39 37.41 10 Renault Kwid 22.85 33.87 Pontuações máximas de cada categoria 34.00 49.00 Fonte 1: www.latinncap.com D – Manutenção do veículo Outro fator importante a se considerar na hora de comprar um carro é certificar-se sobre o valor da manutenção. Algo que sempre me preocupou foi a necessidade de manutenção, nunca entendi muito bem de carros, então, encontrar um veículo que não necessitasse de muita manutenção ou mesmo que tivesse um baixo custo para tal, era uma das minhas prioridades. Para ajudar na busca pelos veículos que costumam dar menos ou mais gastos com a manutenção, o Cesvi criou em 2015 o IMV (Índice de Manutenção Veicular). Um ranking anual que é feito com base na lista de modelos mais vendidos, divulgada também anualmente pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O cálculo do IMV considera o valor das peças dos veículos e o preço médio da mão de obra. Alguns modelos possuem a manutenção mais cara outros mais barata. Veja alguns desses exemplos a seguir: Carros com a manutenção mais cara Posição no ranking Modelo do carro Índice IMV 01 VOLKSWAGEN GOLF 2.0 52 02 VOLKSWAGEN NOVO JETTA TSI 2.0 49 03 CHEVROLET S10 41 04 CHEVROLET CRUZE 1.8 38


05 CHEVROLET SPIN 1.8 38 06 CHEVROLET CRUZE SPORT6 1.8 37 07 VOLKSWAGEN GOLF 1.4 37 08 VOLKSWAGEN NOVO JETTA TOTAL FLEX 2.0 37 09 FORD FOCUS HATCH 2.0 33 10 HYUNDAI ELANTRA 2.0 32 Fonte: www.blog.mobills.com.br Carros com a manutenção mais barata Posição no ranking Modelo do carro Índice IMV 01 CHEVROLET CELTA 1.0 20 02 FIAT NOVO UNO 1.0/1.4 20 03 FIAT FIORINO 1.4 20 04 TOYOTA ETIOS HATCH 1.5 20 05 TOYOTA ETIOS SEDAN 1.5 20 06 VOLKSWAGEN GOL 1.0/1.6 20 07 VOLKSWAGEN VOYAGE 1.0/1.6 20 08 CHEVROLET CLASSIC 1.0 21 09 FIAT NOVO PALIO 1.0/1.4/1.6 21 10 FIAT GRAND SIENA 1.4 21 Fonte: www.blog.mobills.com.br E – Consumo de combustível Esse também era um dos pontos que mais me preocupavam, o consumo de combustível. Mesmo sabendo que a maioria dos motores são bicombustíveis, ou seja, podem ser abastecidos com gasolina ou etanol. Saberia que meus gastos com combustível poderia ser o mais pesado do mês. Então, para não correr o risco de comprar um carro que consumisse demais, pesquisei pelos modelos mais econômicos. E, de acordo com o Inmetro e a Conpet, órgão responsável por fazer a etiquetagem de consumo de inúmeros produtos, os carros mais econômicos são: Consumo dos veículos quando abastecidos com gasolina Modelo do carro Motor Consumo na cidade Consumo na estrada Toyota Prius 1.8 VVT-I Híbrido 18,9 km/l 17 km/l Ford Fusion Hybrid 2.0 Ecoboost Híb. 16,8 km/l 15,1 km/l Lexus CT200H 1.8 Híbrido 15,7 km/l 14,2 km/l Volvo XC90 T8 2.0 Híbrido 15,3 km/l 15,8 km/l Peugeot 208 Active 1.2 Flex 14,8 km/l 15,8 km/l Citroen C3 Origine 1.2 Flex 14,8 km/l 16,6 km/l Volkswagen Up Move TSI 1.0 TSI Flex 14,3 km/l 16,3 km/l Volkswagen UP Take 1.0 MPI Flex 14,2 km/l 15,3 km/l Fiat Argo 1.0 Flex 14,2 km/l 15,1 km/l Renault Sandero Authentique 1.0 SCE Flex 14,2 km/l 14,1 km/l Fiat Mobi Drive GSR 1.0 Flex 14 km/l 15,9 km/l


Renault Logan Authentique 1.0 SCE Flex 13,8 km/l 14,5 km/l Ford Ka 1.0 Flex 13,5 km/l 15,7 km/l Fiat Mobi Easy 1.0 Fire 13,5 km/l 15,2 km/l Ford Ka + SE 1.0 Flex 13,2 km/l 15,3 km/l Fiat Uno Drive 1.0 Flex 13,2 km/l 15,2 km/l Chevrolet Prisma LT 1.0 Flex 13,1 km/l 15,8 km/l Volkswagen Voyage City 1.0 Flex 13,1 km/l 15,3 km/l Fiat Uno Sporting 1.3 Flex 13 km/l 15 km/l Chevrolet Onix Joy 1.0 Flex 12,9 km/l 15,3 km/l Fonte: www.infomoney.com.br Checklist para escolher o modelo ideal na hora de comprar um carro Seguindo esse checklist você dificilmente errará na hora de escolher o melhor modelo de carro para as suas necessidades. Eu segui esses passos e fiz uma excelente compra: Escolha o tipo de carro que mais se encaixa a sua família e rotina. É só você quem vai usar o carro? Você tem filhos? Precisa de um porta-malas maior? Avalie todos os pontos possíveis; Depois de escolher o tipo do carro, pesquise quais são os modelos desse tipo mais visados, e as cores mais roubadas, e procure evitá-los; Considere também o índice de desvalorização dos veículos selecionados. Pode ser que você queira vendê-lo em pouco tempo. Pesquise na Tabela Fipe o valor atual dos modelos selecionados; Pesquise o índice de segurança dos modelos selecionados, veja como eles se comportam em relação a colisões, freios, etc.; Saiba o valor aproximado da manutenção, e tente separar os que possuem um custo mais baixo; Pesquise o consumo de combustível. Afinal, quanto mais quilômetros o carro for capaz de percorrer por cada litro de combustível. Menos você gastará com postos de gasolina. 3 – Devo comprar um carro novo, seminovo ou usado? Todo mundo gosta de cheiro de carro novo, eu também gosto. Mas, confesso que quando estava pesquisando, fiquei muito em dúvida. Será que valia a pena investir em um veículo 0 km? Talvez fosse mais negócio comprar um seminovo, ou mesmo um usado em boas condições… Essa foi a decisão mais difícil que tive que tomar. E se você, assim como eu, também não sabe qual é a melhor opção, não se preocupe. Pesquise muito sobre as vantagens em escolher um carro novo, seminovo ou usado, e consegui fazer uma seleção das principais delas. Veja quais são: A – Carros novos Provavelmente a principal vantagem do carro novo é o fato de saber que você não ficará na mão com ele. Ele vai sair da fábrica diretamente para as suas mãos, logo, as probabilidades de manutenção nos primeiros anos são quase nulas. Outra vantagem é que você não precisará se preocupar com regularização de documentos, transferências e tudo mais. Todos os documentos já saíram no seu nome. Se você não tem pretensão de trocar de carro tão cedo, ele também pode ser uma boa escolha. Afinal, um veículo zero quilômetro começa a desvalorizar assim que sai da concessionária, mas essa desvalorização se estabiliza depois de três anos. Preciso dizer também que, quando você enjoar e quiser vender seu carro, nesse caso será muito mais fácil. Já que ele teve apenas um dono, que é você. Além disso, alguns fabricantes oferecem garantia de até 5 anos. B – Carros seminovos Os carros seminovos são aqueles que possuem em torno de 3 anos de uso e apenas um dono. Logo, a primeira das vantagens desse modelo é o preço. Visto que um carro novo começa a desvalorizar assim que sai da concessionária. Você poderá encontrar um seminovo com um preço bem mais baixo que um zero quilômetro. Além de pagar um valor mais barato, você poderá acabar usufruindo de um bom tempo sem a necessidade de manutenção ou grandes gastos. Mas, isso não significa que você pode comprar um carro seminovo sem avaliar com cuidado o veículo. Se você preza mais conforto do que status, essa também pode ser a opção mais assertiva.


Por que comprar um 0 km mais simples, se pelo mesmo preço você pode comprar um seminovo mais equipado? Além disso, as montadoras não cancelam a garantia do veículo caso ele mude de dono. Logo, se o carro foi comprado com 5 anos de garantia e vendido com apenas 1 ano de uso, você ainda poderá contar com 4 anos de garantia da fábrica. C – Carros usados Os veículos usados são os mais tentadores na hora de comprar um carro. Isso porque seus valores costumam ser baixíssimos. Mas, será que realmente vale a pena investir em um carro que já teve muitos donos, ou mesmo, está muito rodado? Confesso que essa era a minha primeira opção, devido o valor mais acessível. Mas, pesquisando os veículos que encontrei dentro das características já selecionadas como modelo, cor, etc. Fiquei em dúvida se estava fazendo a escolha certa. Conversando com um amigo mecânico, ele me disse que o mais importante a ser avaliado nesses casos era: o estado geral da mecânica, da lataria e a quilometragem do veículo. Esses itens estando em boas condições, ou aceitáveis, as chances de fazer um bom negócio seriam maiores. Mas, o valor menor de compra não é a única vantagem desse tipo de veículo. Os carros usados também contam com valores menores de IPVA. Apenas não se esqueça que, se essa for a sua opção, devido ao preço, levar um mecânico de sua confiança para avaliar o carro é fundamental. Checklist para escolher entre comprar um carro novo, seminovo ou usado É bem provável que todas essas vantagens tenha lhe deixado ainda mais confuso. Normal, eu também fiquei. Considere então o checklist a seguir, e certamente você conseguirá escolher mais facilmente: Considere se você está disposto a gastar com manutenção, se não, um carro novo pode ser a melhor escolha; Não está disposto a correr atrás de documentação de carro? Considere então um carro novo; Você prefere investir o valor de um carro novo simples em um do mesmo modelo e ano mais equipado? Nesse caso o seminovo pode ser o mais indicado; Você não se importa em adquirir um carro que já teve um dono, se o valor for interessante e ele estiver em bom estado? O seminovo se encaixa melhor para você; Seu foco é ter um carro barato, que não custe muito para ser comprado e tenha impostos mais baixos? Então considere um usado; Se você entende de carros, ou tem um mecânico realmente de confiança. Escolher um carro usado será muito mais seguro com essa ajuda. 4 – Dicas de negociação para comprar um carro Você já escolheu um modelo? Considerou todos os itens anteriores e chegou a um vencedor? Pois bem, agora começa a jornada da negociação. Eu sempre soube que, “quem não chora não mama”. Mas, nunca tinha comprado um carro, então não fazia ideia de como ou por onde eu deveria começar essa negociação. A essa altura eu já sabia o modelo e cor do carro que iria comprar, e já havia decidido por comprar um carro zero. Porque, como eu disse, não entendo nada de carros. Veja o caminho que segui e que me levou ao sucesso na negociação do meu carro novo: Pesquise o valor do carro Agora que você já se decidiu por um modelo, comece pesquisando o preço dele. Afinal mesmo sabendo que o carro é novo, os valores podem variar de acordo com cada concessionária. Os itens de fábrica também fazem o preço oscilar. Então não esqueça de considerá-los na sua pesquisa. Use a internet para ter uma ideia do preço médio do carro escolhido. Assim, quando você estiver negociando com o vendedor, não se deixará enganar. Contate vários vendedores Quanto mais contatos com vendedores você fizer, melhor será para você. Ligue para o máximo possível e pergunte o preço do carro que você está procurando. Mas tenha cuidado, vendedores sabem ser muito persuasivos e nesse contato telefônico poderão fazer de tudo para que você feche negócio com eles. Não tenha pressa, por mais promessas ou mesmo ameaças, do tipo ‘essa promoção é só por hoje’, que eles façam. Fique atento também às propostas de financiamento, parcelamento e permuta. Busque por um financiamento próprio


As concessionárias ganham valores absurdos com financiamentos todos os anos. Especialmente com aqueles de muitas parcelas e juros que aparentemente parecem pequenos, mas, que ao final do financiamento custarão o dobro do preço do veículo. Ao invés de contar apenas com o financiamento da concessionária, procure saber como funcionam outros meios de financiamentos como os oferecidos por bancos ou grandes instituições financeiras. Às vezes, os juros deles acabam sendo menores. Não visite a concessionária em horas de pico Quanto mais cheia estiver a loja, menores serão suas chances de conseguir um bom desconto. Por isso, evite os horários de pico. Se houverem poucas pessoas na loja, o vendedor precisará se desdobrar para conseguir vender um carro para você, e assim você conseguirá bons descontos ou mesmo brindes mais interessantes mais facilmente. Saiba quais são as perguntas típicas em uma negociação Evite começar a negociar pelo veículo. Se você fizer isso, terá grandes chances de acabar fechando negócio por um valor muito mais alto do que o mínimo que o vendedor pode lhe oferecer. Existem também algumas perguntas muito comuns nessas situações que devem ser respondidas com outras perguntas. Por exemplo, o vendedor pode chegar e te perguntar ‘quanto você pode pagar por mês’ ou então, ‘qual valor total você está disposto a pagar’. Essas perguntas são conhecidas como armadilhas, fique ligado. Táticas para uma boa negociação É muito legal citar que você fez uma longa e cansativa pesquisa, e que está comparando os preços. Isso fará com que o vendedor fique preocupado em oferecer um preço mais interessante para você. Pergunte qual é o melhor preço que ele tem a lhe oferecer, e lembre-se que as concessionárias possuem uma imensa margem de lucro. Não fique tímido, chore mesmo o desconto. Prefira comprar um carro no final do mês. É nessa época que os vendedores começam uma corrida contra o relógio afim de bater a meta de vendas do mês. Ligar em uma sexta-feira perto do horário de encerramento também é uma boa tática. É possível que o vendedor aceita sua oferta apenas para terminar logo e poder ir embora. Você tem um usado? Negocie ele na troca Muitas concessionárias aceitam o veículo usado como entrada para a compra de um novo, e isso pode diminuir muito o valor do novo veículo. Faça uma avaliação com um mecânico de sua confiança e vá até a loja sabendo o valor mínimo que pode conseguir pelo o seu carro atual. Optou por comprar um carro seminovo ou usado? Se você optou por comprar um carro seminovo ou usado, também existem alguns detalhes que você precisa se atentar na hora da aquisição. Veja quais são: Verifique os antecedentes do carro É importante pesquisar a placa e o chassi do veículo. Fazendo isso você descobrirá se o veículo já esteve envolvido em alguma situação ilícita. Leve um mecânico e/ou funileiro de confiança É importante que você tenha um profissional competente e de confiança para lhe ajudar a avaliar o carro. É preciso ver o estado dos pneus, dos acessórios, da lataria, do chassi, dos acentos do capô e do porta-malas. Além disso, motor e parte elétrica e mecânica também devem ser avaliados. Evite carros de leilão Normalmente esses veículos passaram por sinistros, acidentes ou infrações legais. Então, o melhor que você faz é evitar os leilões de carro. No entanto, se você encontrou um veículo, por exemplo, que está no leilão por ter sido recolhido de um mal pagador. Pode ser interessante. Mas ainda é preciso levar um mecânico de sua confiança, para avaliar melhor o veículo. Faça um test-drive Essa dica também vale para carros novos. Dê umas voltas no veículo e veja como ele se


comporta em rampas, curvas e frenagem. Checklist para a negociação na hora de comprar um carro Essas são as dicas mais básicas e importantes que precisam ser lembradas e aplicadas se você pretende conseguir um bom negócio na compra do seu carro. Veja o checklist dos itens mencionados: Pesquise o valor do carro desejado na internet. Assim você não será enganado; Fale com o maior número possível de vendedores, e deixe eles saberem que você está fazendo várias cotações; Descubra se vale a pena fazer um financiamento próprio. Muitas vezes os juros de outras instituições são menores que os das concessionárias; Evite as lojas em horários de pico. Lembre-se quanto menos pessoas tiverem na loja, melhor será para você; Prefira por comprar um carro no final do mês. Que é quando os vendedores estão desesperados por cumprir suas metas de vendas mensais; Você tem um carro usado? Faça uma avaliação do valor dele e ofereça ele como entrada; Conheça os antecedentes do carro; Leve um mecânico de sua confiança; Faça um test drive. 5 – Contrate um seguro auto antes mesmo de tirar o carro da concessionária Uma das únicas coisas que eu não abri mão na hora de comprar um carro foi do seguro. E como eu estava comprando um 0 km, tratei de contratar o seguro antes mesmo de pegar as chaves do veículo. Pode parecer exagerado, mas fazendo isso você consegue se livrar de uma boa parte da burocracia que envolve a contratação desse serviço. Isso porque a seguradora entende que, o carro não conta com nenhuma avaria ou danos. O que torna a necessidade de avaliação do veículo nula e ainda lhe garante alguns descontos. Além disso, eu tinha muito medo de sair da concessionária e ter meu carro novo roubado no caminho até minha casa. Se você está comprando um carro zero, o mais indicado é que contrate um seguro auto antes mesmo de tirar o veículo da loja. Essas são as dicas mais importantes a serem consideradas na hora de comprar um carro. Foram esses passos que eu usei na hora de comprar o meu, e posso garantir que fiz um ótimo negócio. Seguindo esse guia corretamente, você também poderá ter muito sucesso na sua compra. The post Quer comprar um carro? Não compre antes de ler esse artigo! appeared first on Smartia Seguros Online. https://www.smartia.com.br/blog/comprar-um-carro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Jeniffer Elaina Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Elétricos 7716408 - TRIBUNA DO NORTE - Natal - RN - 09/06/2018

Fernando Siqueira fernandosiqueirarn@gmail.com As vendas de carros eletrificados (elétricos ou híbridos) superaram 1.000.000 de unidades em 2017,novo recorde, graças ao crescimento de 57% liderado pela China (580 mil). A China colocou no trânsito em 2017 o dobro de veículos elétricos ou híbridos que os Estados Unidos, o segundo maior mercado mundial. Congresso O maior evento anual do Setor da Distribuição de Veículos da América Latina, realizado pela Fenabrave, acontece nos dias 7 e 8 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O 28º Congresso Fenabrave traz, como tema, “Resiliência. O mundo é digital e o relacionamento é humano”, e deve reunir mais de 3 mil pessoas. Expectativa é grande. SUVs O Groupe PSA aumenta sua capacidade de produção de SUVs na Europa. A ofensiva SUV das 5 marcas leva o grupo a reforçar sua capacidade de produção na Europa a fim de atender à demanda comercial. O Grupo quer reunir ascondições necessárias para assegurar melhor desempenho e qualidade em cada uma de suas instalações. Salão O destino dos amantes das duas rodas foi um só: curtir o 8º Salão Moto Brasil, aberto no dia 31 de maio, no pavilhão 2 do Riocentro, no Rio de Janeiro. Em pouco tempo, o evento se consolidou como o mais importante do setor no Estado, atraindo um público de todas as idadespara conferir novidades e lançamentos mundiais de motos. Ford Brasil é o caminho do futuro da Ford. O Ka FreeStyle, em seu próximo facelift, projetado para o fim de 2019, será a síntese dos automóveis Ford na América do Sul. Recente decisão da matriz nos Estados Unidos definiu cortar prejuízos, como o caso da A. do Sul, diminuindo operações. o Ka FreeStyleserá chamado“Active”. Será o único veículo leve da marca produzido no Brasil. T-Cross Volkswagen Programa lançá-lo no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. Vendas imediatas.Para tanto, acelera a finalização do projeto do seu SAV e continua programa de testes. Recentemente, levou o modelo à Nurburgring, para testes entre curvas e velocidade elevada.VW quer participar do segmento de SAVs e de SUVs. Abaixo dele haverá o T-Roc e acima o Tharu. Ônix GM atualizou o Onix, ainda o mais vendido do nosso País. O modelo 2019 tem novas cores, ESP – o auto estabilizadoreletrônico -, cintos de segurança com três pontos e apoia cabeça nos cinco lugares. Detalhes exigidos pelos clientes, como volante de direção multi função, mudança do grafismo no display digital, versões de topo LTZ e Active com revestimento em couro. Autopeças O comércio de acessórios para o setor automotivo está em alta. Segundo dados do Sindipeças, o faturamento esperado para o setor em 2018 é de R$ 82,6 bilhões, 7,4% acima do valor de 2017 (R$ 76,9 bilhões). Os números de uma empresa do setor comprovam a alta: mais de 2 milhões de peças anunciadas no primeiro trimestre deste ano. Produção As fabricantes de automóveis do Brasil retomaram a produção dia 4. Elas estavam paradas


desde o dia 25 de maio, em consequência da greve dos caminhoneiros, que as impediu de receber peças de seus fornecedores, montassem os carros e os enviasse àsconcessionárias. Com a produção paralisada, a venda de veículos acabou prejudicada. Cronos O design com inspiração italiana é um dos pontos fortes do Fiat Cronos. O sedã tem uma pegada esportiva e linhas dinâmicas que percorrem e unificam os elementos da carroceria. O projeto apostou em traços fortes, com capô alongado e traseira elevada e larga que acrescentam sensualidade ao seu visual. O interior do modelo é requintado. http://www.tribunadonorte.com.br/coluna/2024/data/09-06-2018 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RN Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Natal País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadoras puxam as vendas das montadoras 7716404 - JORNAL DE RORAIMA - ECONOMIA - Boa Vista - RR - 12/06/2018 - Pág A 11

RORAIMA tempo Boa Vista, terça-feira, 12 de junho de 2018 Economiaa:: *m Cs e Eua «Spa EH ECONOMIA EM ALTA Balança comercial registra superavit de US$ 25 bilhões no acumulado do ano Resultado anunciado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) é a soma dos seis primeiros meses do ano, até o dia 10 de junho Exportações somaram, no acumulado deste no, US$ 98,81 bilhões (alta de 5,4% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 73,93 bilhões (alta de 17,4%) BRASÍLIA - O Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta segundafeira (11) que a balança comercial registrou superavit de USS 25 bilhões no acumulado deste ano. Ao todo, segundo o ministério, o Brasil exportou US$ 98,4 bilhões e importou USS 73,3 bilhões. O resultado abrange o período até 10 de junho. Embora o resultado seja positivo, o valor é 19,7% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo da balança foi de US$ 31,2 bilhões. No acumulado de 2018, as exportações somaram US$ 98,481 bilhões, com média diária de US$ 903 milhões (alta de 54% sobre o mesmo periodo do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 73,393 bilhões, ou US$ 673 milhões por dia útil (aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2017) Em todo o ano passado, a balança comercial registrou SÃO PAULO - Mesmo prejudicadas pela crise de desabastecimento provocada pela paralisação dos caminhoneiros no fim do mês passado, as vendas do com desempenho positivo. Dados do Indicador de Varejo da Mastercard divulgados nesta segunda-feira (11) mostram aka de 0,8% no mês em comparação a maio de 2017. Já a média do trimestre encerrado em maio foi 1,3% superior ao periodo equivalente do ano passado. “O varejo mostrou resiliência e cresceu apesar da greve Contudo, as vendas foram fortemente influenciadas pela paralisação, e, na semana entre os dias 23 e 29 de maia, registramos impacto de com relação ao mesmo periodo do ano passado”, revela o economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasi, César Fukushima. Um dos setores de mefhor desempenho em maio foi o de supermescados, com aka de 6,9% em maio na compara[E O ps Apesar da greve dos caminhoneiros, varejo registrou alta de 0,8% em maio ção interanual Ainda ficaram no terreno posítivo as vendas de móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico. Já os setores de desempenho negativo foram combustíveis e vestuário Apesar de uma queda de 19,2% durante a semana da greve, as vendas totais na intemet no mês cresceram 26%


em relação a maio de 2017, verificou a Mastercard "Muitos consumidores deixaram de fazer compras online por causa da demora nas entregas” explica o economista Fukushima espera que, para os próximos meses, as vendas sigam em crescimento modesto, ainda Na análise por região, Norte Sul e Sudeste ficaram acima da média. O Nordeste ficou na média do Brasil, com 0,8% de crescmento das vendas, enquanto o Centro-Oeste registrou queda de 2,9% nos negócios do varejo. (Fonte: AE). um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. A queda no superavit da era esperada pelo mercado e pelo governo. Uma pesquisa divulgada pelo Banco Central na semana passada, por exemplo, apontou que a estimativa do mercado financeiro é de saldo positivo de US$ 57,1 bilhões. Para o Ministério da Indústria e Comércio Exterior, o de US$ 50 bilhões neste ano. O Banco Central, por sua vez, prevê superavit de US$ 56 bi lhões, com exportações em US$ 225 bilhões e importações, em US$ 169 bilhões. No resultado parcial de junho, até o dia 10, a balança comercial registrou superavit de US$ 914 milhões, segundo o MDIC. Ainda de acordo com o govemo, as exportações somaram US$ 4,849 bilhões, e as importações, US$ 3,935 bilhões. Recuaram, na comparação com o mesmo período do ano passado, as vendas externas de produtos semimanufaturados e de básicos enquanto as exportações de manufaturados aumentaram Do lado das importações, cresceram as compras de químicos orgánicos e inorgánicos farmacéuticos equipamentos eletroeletrônicos veiculos automóveis e partes e equipamentos mecânicos (Fonte: AG) Locadoras puxam as vendas das montadoras SÃO PAULO - Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando 9 consumidor desaparece das (11) a Federação Nacional da Distribuição de Veiculos Automotores (Fenabrave). Segundo a entidade, as vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o perodo desde 2003, quando a (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos — chegam a 30%, segundo fontes do mercado reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a o custo da ociosidade é muito alto; diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ain-


40%, o dobro do que é considerado normal Com exceção de 2004, quando as vendas diretas resVendas diretas para locadoras cresceram 21%, diz a Fenabrave ponderam por 33,2% dos nede crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o a o ltad ivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos Só a Localiza, maior locadora do Pais, adquiriu 1 4 1 m i u n i d a d e s d e v á r i a s m a r c a s . ( F o n t e : AE).http://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/c2a851551566e22bef98a2b584 c5c831?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1531799886&Signature= Qel5%2B2whZvvjJV1fu9oQGKnhWPs%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Boa Vista País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio 7716446 - PANORAMA SEGURO - Rio de Janeiro - RJ - 11/06/2018

Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de maio, em cinco capitais do país São Paulo, junho de 2018 – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). *Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres) Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. * Variação do preço médio do seguro por modelo (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. * Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres) Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média).


Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em maio e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; * Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; * Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Destaque http://panoramaseguro.com.br/mercado/seguro-auto-apresenta-reducao-no-preco-medio-emmaio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio, segundo levantamento da Bidu 7716447 - PLANETA SEGURO - 11/06/2018

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). http://revistasegurototal.com.br/seguro-auto-bidu/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: sergio Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadora 7716448 - FENABRAVE - 11/06/2018

Cresce participação de vendas especiais no resultado dos fabricantes de automóveis. Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado –, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Pátio de locadora de veículos em São Paulo; vendas diretas cresceram 21%, segundo Anfavea Foto: Valeria Gonçalvez/Estadao Novas modalidades. Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM.


FONTE: O Estado de S.Paulo - 11 Junho 2018 | POR Cleide Silva http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=11801&cdcategor ia=1&layout= Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716452 - O LIBERAL - Americana - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/brasil-e-mundo/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras817364/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716457 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado.As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições.Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado.Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas.”Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal.Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção.Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas.A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil.Novas modalidadesEntre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte.Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017.Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos.Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%.Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas.O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Diário Catarinense. http://www.jornalfloripa.com.br/geral/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716459 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado)


http://www.hipernoticias.com.br/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras/99476 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716463 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.hipernoticias.com.br/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda/99478 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716465 - DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO - Curitiba - PR - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diarioinduscom.com/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Toyota Yaris 1.3 CVT: (quase) tudo que o Corolla tem de bom por R$ 69.590 7716460 - VIA ALAGOAS - 11/06/2018

Novo compacto chega com força para bater de frente com Fiat Argo, VW Polo e Honda Fit. Saiba como anda a versão intermediária do novo hatch Divulgação O Toyota Yaris carrega grandes expectativas para a montadora japonesa. Conforme o último levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o segmento de hatches compactos compreende 27% do mercado nacional nos cinco primeiros meses de 2018. Com o lançamento, a Toyota passa a contar com um repertório mais vasto para garantir melhores números na categoria. A estratégia? “Corollizar” o Yaris. Até internamente, a marca confessa que o Etios não é dos mais bonitos entre os subcompactos. Mas eles também não estão se importando muito, afinal, ele foi o carro mais vendido na Argentina no ano passado. Com o Toyota Yaris , a estratégia muda e fica ainda mais agressiva, principalmente no Brasil. O Corolla supera o Honda Civic nas vendas há mais de dez anos, e o mesmo “DNA” do sedã médio foi aplicado ao lançamento. Dessa vez, quem treme na base é o City. Para o lançamento, avaliamos uma das versões de maior volume: A XL Plus com câmbio CVT e motor 1.3, que sairá das concessionárias por R$ 69.590. É a primeira vez que esse conjunto aparece em um carro da Toyota no Mercosul, e mesmo sendo uma das versões mais básicas do modelo, é possível cravar: tudo que gosto no Corolla aparece no Yaris. Se você quer um carro para acelerar, vá para uma loja da Volkswagen e compre o Polo. A Toyota pensa diferente, dando maior foco para a eficiência energética. Para isso, os motor 1.3, de quatro cilindros, que desenvolve 101 cv de potência vem bem a calhar. O acelerador eletrônico chega a ter um pequeno atraso nas respostas, mas tudo é feito para priorizar o consumo de combustível. Falaremos dele mais para frente. Como ítens de série, o Yaris traz direção eletroassistida progressiva, ar-condicionado, sistema de fixação Isofix, retrovisor fotocrômico, cinto de três pontos para todos os ocupantes. A versão que avaliamos, com câmbio CVT, traz ainda com computador de bordo, controle de cruzeiro, retrovisores elétricos, volante multifuncional com funções de som e regulagem elétrica dos faróis. Sem falar em uma nova central multimídia, com tela de de sete polegadas, digna de deixar o Corolla com inveja. A marca já confirmou que ela será integrada ao sedã médio, em breve. Os materiais utilizados no habitáculo são os mesmos do Etios. Mas isso não torna o Yaris um carro menos competente. Os arremates são bem encaixados e sem rebarbas. A versão que andamos, por exemplo, traz acabamento plástico em imitação de aço escovado, assim como outros detalhes em preto brilhante. Preste atenção na foto e você verá que há até um detalhe simulando costura em couro, nos arredores do painel central. Tecido nas portas? Apenas em um pequeno trecho do encosto de braço. Com 1,84 m de altura, me acomodei bem no banco traseiro do hatch. Melhor, inclusive, que a versão sedã. O entre-eixos de 2,5 m é o mesmo para as duas versões, mas o sedã conta com a queda do teto que atrapalha o espaço para a cabeça entre os mais altos. O portamalas também é um destaque em relação aos rivais: 310 litros, ante 300 litros da dupla VW Polo e Fiat Argo. O primeiro triunfo sobre o City? Ele tem controle de estabilidade de série, item que a Honda deixou escapar na hora de revitalizar o sedã compacto no ano passado. No caso do Volkswagen Virtus, ele aparece na configuração 1.6, com Connect Pack. E nós tivemos a oportunidade de testar o equipamento em uma situação adversa. Equilibrado O Kartódromo de Granja Viana é um dos mais populares de São Paulo. Com o solo emborrachado em um dia de chuva, é fácil sair de frente no trajeto estreito. E estas foram as condições que enfrentamos ao longo de três voltas com o Yaris por lá. O que mais chama atenção é o acerto de suspensão. Suave, ao mesmo tempo que garante a rigidez necessária para fazer uma curva em alta velocidade. Esta é uma das características mais legais do Corolla. Toyota Yaris 1.3 CVT: feito com uma versão evoluída da plataforma do Etios, hatch conta com qualidades do Corolla (Crédito: Cauê Lira/iG Carros) O Yaris vem com suspensão McPherson com batente hidráulico na dianteira. Dessa forma, as chatas batidas secas causadas pelos buracos das ruas brasileiras são amenizadas. Ainda


tinha a pulga atrás da orelha de que este motor 1.3 não teria potência suficiente por conta do câmbio CVT. E de fato, o carro não empolga nas acelerações. Mas também não fica muito atrás do 1.6 MSI da Volkswagen, ou o 1.3 Firefly da Fiat. Você não terá o conforto do Yaris em nenhum dos rivais. O Polo, por exemplo, só aparece com câmbio automático na versão TSI, e o Argo tem a opção automatizada que garante um trajeto impreciso e cheio de trancos. É quase uma subcategoria em que a Toyota briga sozinha. O Toyota Yaris consolida a estratégia da marca no mercado brasileiro. Junto de Cronos e Virtus, a novidade da marca japonesa passa a integrar a lista dos lançamentos mais importantes do ano. O preço é salgado, considerando que o potencial cliente teria que desembolsar R$ 69.590 por um hatch compacto. Mas por este valor, você não comprará outro modelo tão legal, ainda mais com o competente câmbio CVT que proporciona conforto extremo. Ficha técnica Preço:R$ 69.590 Motor: 1.3, quatro cilindros, flex Potência: 101 cv a 5.600 rpm Torque: 12,9 kgfm a 5.600 rpm Transmissão: automática, CVT Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), tambor (traseira) Dimensões: 4,14 m de comprimento, 1,73 m de largura e 1,50 m de altura, 2,55 m de entreeixos Porta-malas: 310 litros Tanque: 45 litros Consumo: 13,0 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada (gasolina), 8,9 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada (etanol). com iG CARROS http://www.viaalagoas.com.br/2018/06/11/toyota-yaris-1-3-cvt-quase-tudo-que-o-corolla-temde-bom-por-r-69-590/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação ViaAlagoas Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716528 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.dgabc.com.br/Noticia/2899092/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716531 - TRIBUNA DO SERTÃO - Palmeira dos Índios - AL - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadosertao.com.br/2018/06/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Palmeira dos Índios País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716529 - O POVO - Fortaleza - CE - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado


As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado https://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2018/06/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência Estado Estado: CE Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716530 - O POVO - Fortaleza - CE - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado https://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2018/06/concessionaria-ve-concorrenciadesleal-na-hora-da-revenda.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência Estado Estado: CE Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Fortaleza País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716532 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716533 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 11/06/2018

Economia 11/06/2018 às 14:22 - por Estadao Conteudo Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do


mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716535 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Pato Branco País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716536 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 11/06/2018

Economia 11/06/2018 às 14:22 - por Estadao Conteudo O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-darevenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Toledo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716543 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2521637/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716545 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Mato Grosso vem conseguindo manter bons números na economia 7716429 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 12/06/2018

Mesmo em meio a uma crise financeira que atingiu o país nos últimos anos, Mato Grosso vem conseguindo manter bons números na economia. O agronegócio, base econômica do Estado, é apontado como o setor responsável por esse cenário e é também um termômetro da atividade econômica, já que movimenta a indústria e o setor de serviços. Mais do que movimentar a economia local, o agronegócio tem contribuído para o equilíbrio da economia do Brasil. Dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostram que, em 2017, o agronegócio no Brasil representou 23,5% do Produto Interno Bruto (PIB, a maior participação em 13 anos). Dados como este serão debatidos no Encontro Regional da Fenabrave, que acontece no próximo mês, em Cuiabá. Logo na palestra de abertura, o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, falará da “Macro Política do Agronegócio e o impacto na economia do Brasil”. “Esse encontro aqui no Estado é um reflexo do que representa Mato Grosso na economia do País. Vamos aproveitar para discutir grandes temas: o crédito agrícola, os investimentos feitos na área de equipamentos agrícolas, como tratores, colheitadeiras, caminhões e, assim por diante”, disse Geller. Leia: Namorados vão gastar 11% a mais no presente deste ano, informa pesquisa A palestra com o ex-ministro acontece no dia 17 de julho, primeiro dia do Encontro Fenabrave-MT (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Mato Grosso), realizado no Centro de Eventos do Pantanal, na Capital. Geller destacou também o protagonismo da Fenabrave em torno de discussões travadas no país e no próprio ministério da Agricultura, onde ele atuou não só como ministro, como também secretário de Políticas Agrícolas. “A Fenabrave é uma das entidades mais importantes do país, congrega todas as revendas automotivas do Brasil. Desde quando fui ministro, a Fenabrave estava muito presente no ministério da Agricultura. Muitas ações implementadas pelo Mapa foram sempre pautadas também por esta entidade”, afirmou. Evento – O Encontro deste ano tem como tema central “O Conhecimento Acelera o Progresso” e é realizado pela Fenabrave Regional Mato Grosso /Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT). Sobre o palestrante – Neri Geller tem 49 anos e é agricultor e empresário na região de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, onde está desde 1984. Conhecedor do mercado agrícola, desenvolve atividade de plantio e comercialização de grãos, como soja e milho, em sua propriedade. Leia: Número de inadimplentes passou de 63 milhões em maio, aponta SPC Geller foi deputado federal em 2007 e 2011. Além disso, exerceu o mandato de vereador em Lucas do Rio Verde (1996 e reeleito em 2000). Ocupou cargo de ministro da Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2014 e foi secretário de Políticas Agrícolas do Mapa, por duas oportunidades: 2013 e de 2016 a 2018. Para mais informações sobre o evento, entrar em contato através do telefone 65 3321-5454 ou no site www.fenabravemt.com.br/encontro . https://www.cenariomt.com.br/2018/06/12/mato-grosso-vem-conseguindo-manter-bonsnumeros-na-economia/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio 7716432 - MOTOR DREAM - 11/06/2018

A Fenabrave constatou queda geral de 5,21% no setor automotivo no mês de maio. Foram emplacadas 294.957 unidades no quinto mês do ano, contra 311.165 no mês anterior. Na comparação entre os meses de maio 2018 e o mesmo mês de 2017 (285.775 unidades), o setor automotivo registrou avanço de 3,21% no período. Já no acumulado do ano, há alta de 14,29% para todos os setores somados. De acordo com Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade, o mês de maio acompanhava a tendência positiva dos últimos meses, até o impacto causado pelas paralisações dos caminhoneiros. http://motordream.bol.uol.com.br/noticias/ver/2018/06/11/fenabrave-constata-queda-de-521no-setor-automotivo-em-maio Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Venda de veículos cai, mas de caminhões cresce em maio 7716451 - GAZETA DE BEBEDOURO - 11/06/2018

A venda de novos veículos recuou 10% no mês de maio, em Bebedouro. Foram emplacados 126 automóveis, ante 140 em abril. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores). (…) Leia mais na edição nº 10271, de 9, 10 e 11 de junho de 2018. http://www.gazetadebebedouro.com.br/venda-de-veiculos-cai-mas-de-caminhoes-cresce-emmaio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716458 - TRIBUNA DO INTERIOR - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.tribunadointerior.com.br/noticia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716494 - A TARDE - Salvador - BA - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1968505-concessionaria-ve-concorrencia-deslealna-hora-da-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Salvador País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716485 - DCI - São Paulo - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/industria/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-darevenda-1.714218 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda | Aqui Notícias 7716481 - AQUI NOTÍCIAS - 18/05/2018

COMPARTILHE Por Estadão 0 O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Ver mais Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece... O avanço forte do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de... A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou nesta segunda-feira que expressou durante a... Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. Continua depois da publicidade “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadao Conteudo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Publicidade http://www.aquinoticias.com/economia/2018/06/20180611172533-concessionria-vconcorrncia-desleal-na-hora-da-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Confira o preço do seguro dos carros mais vendidos de maio 7716430 - MSN - São Paulo - SP - 11/06/2018

Confira o preço do seguro dos carros mais vendidos de maio De acordo com os números de emplacamentos de carros 0km divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) para maio, a principal surpresa ficou por conta do Jeep Compass. O SUV médio da marca superou Toyota Corolla e Chevrolet Prisma, ficando na sexta posição e próximo do VW Polo, o quinto. Agora, mostramos para vocês quanto custa a apólice de seguro desses dez modelos mais vendidos. A cotação foi provida pela corretora Minuto Seguros e leva em consideração os valores médios cobrados pelas principais seguradoras. Foi considerada para a cotação a versão mais barata de cada um dos modelos. O perfil usado foi de Homem, casado, 35 anos, morador de São Paulo (SP) e com cobertura para terceiros de até R$ 100 mil. Veja o preço do seguro dos carros mais vendidos 1) Chevrolet Onix – 15.115 unidades – R$ 1.716,83 2)Hyundai HB20 – 8.513 unidades – 2.166,10 3) Ford Ka – 7.639 unidades – R$ 1.780,77 4) Volkswagen Gol – 5.780 unidades – R$ 2.156,09 5) Volkswagen Polo – 5.628 unidades – R$ 2.515,51 6) Jeep Compass – 5.559 unidades – R$ 4.991,05 7) Chevrolet Prisma – 5.022 unidades – R$ 1,889,49 8) Toyota Corolla – 4.854 unidades – R$ 43.496,65 9) Fiat Argo – 4.682 unidades – R$ 2.388,95 10) Jeep Renegade – 4.378 unidades – R$3.291,88 Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook () Instagram () YouTube () https://www.msn.com/pt-br/carros/servicos-e-manutencao/confira-o-pre%C3%A7o-doseguro-dos-carros-mais-vendidos-de-maio/ar-AAyuMoQ?li=AAggXC3 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação / Foto: Divulgação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Seguros têm redução no preço médio em maio 7716431 - TERRA - São Paulo - SP - 12/06/2018

O preço médio do seguro automotivo apresentou uma retração no mês de maio. A informação é de um levantamento da Bidu -- plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros -- com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos no mês, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%. O perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$ 9.093 para o perfil masculino e R$ 6.170 para o feminino. Outro destaque no mês foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$ 5.415 e R$ 4.943, respectivamente). + Conheça a página do Jornal do Carro no Facebook Custo-Benefício De acordo com o levantamento, o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo, com o preço do seguro representando 5% do valor de tabela do carro. Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com custo de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar os seguros mais baratos considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$ 3.820 para o perfil masculino e R$ 2.818 para o feminino). São Paulo (R$ 4.017 e R$ 3.428) vem em seguida. Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$ 5.415 e R$ 4.943, em média). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio - uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para a versão de entrada custa R$ 2.568 para o perfil masculino e R$ 2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. Relatório de seguros O relatório da Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Veja também: Os carros mais vendidos em maio de 2018 https://www.terra.com.br/economia/carros-motos/seguros-tem-reducao-no-preco-medio-emmaio,d4af66550f2e19c15b82ce72e5075cd2cpopgwm3.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em maio 7716406 - BLOG DA MINUTO - São Paulo - SP - 08/06/2018

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com o seguro dos carros mais vendidos em maio. O Onix, da Chevrolet, apresentou uma leve queda nas vendas se comparado a abril de 2018: foram 15.015 unidades comercializadas contra 16.617 do mês anterior, uma queda de 9,6%. No entanto, a distância para o segundo colocado é muito grande: quase o dobro de unidades vendidas. O HB20, dono da segunda colocação, teve 8.513 unidades emplacadas no mês de maio. O HB20, que parece ter dominado de vez a segunda colocação no ano, comercializou as mais de 8 mil unidades, carros, número próximo a abril, que teve 9.606, no entanto, com uma queda. Comparativamente com o mesmo mês de 2017, as vendas do HB20 praticamente não mudaram: foram 8.981 em maio de 2017 e 8.513 em maio de 2018, mostrando uma estabilidade de vendas do modelo. Não diferente dos outros concorrentes, o KA, também apresentou uma queda comparado a abril: saiu de 8.764 para 7.639 unidades, representando um declínio de 12% nas vendas. E reforçando com os números de maio, o HB20 se isola na vice-liderança da lista dos carros mais vendidos do Brasil em 2018 com 42.136 carros vendidos, mas longe ainda do líder de vendas no ano, o Chevrolet Onix, com 73.045, uma diferença de 57%. Dos recentes lançamentos, apenas o Novo Polo e o Argo apareceram na lista, diferentemente do mês passado quando o Kwid também estava entre os 10 primeiros O Novo Polo, mantendo uma constância, ficou na quinta colocação com 5.628 unidades vendidas e o Argo na nona posição, com 4.682. Kwid, Virtus e Mobi ficaram entre a 11ª e 13ª posição, respetivamente. E se abril foi um mês sem SUVs na lista dos mais vendidos, a lista voltou a figurar dois modelos – os dois da Jeep. Compass, na sexta posição com 5.559 carros vendidos e o Renegade, na décima, com 4.378, voltaram a aparecer após o mês de ausência. As vendas da Compass, por exemplo, aumentaram em 20% em relação ao mês anterior, já a do Renegade, curiosamente, caíram cerca de 2%. Esse dado pode ser explicado pela queda na venda de carros, pelo menos no que se refere aos 10 mais vendidos. Em abril, por exemplo, os 10 carros mais vendidos representaram quase 76 mil unidades, já em maio o número foi um pouco mais de 67 mil, uma diferença aproximada de 11%. Valor do seguro dos carros mais vendidos em maio Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Maranhão e Tocantins. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Fortaleza com R$2.259 e o menor em São Luís por R$1.778, uma distância de R$481. No contraponto de diferença de valores, o Novo Polo possui a maior diferença entre estados: R$ 1.147. A mais alta também em Fortaleza, R$ 3.049, a menor em São Luís, com R$1.902. São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros analisados, seguido por Palmas, com o restante dos veículos. Por outro lado, o Fortaleza é o local que apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos, somente o Argo e Gol não estão entre os mais altos. O post O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em maio apareceu primeiro em Blog Minuto Seguros. https://www.minutoseguros.com.br/blog/seguro-dos-carros-mais-vendidos-brasil-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Minuto Seguros Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Blog


Clipping O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em maio 7716425 - CQCS - 11/06/2018

Onix, após alta no mês de abril, apresenta pequena queda nas vendas em maio, mas se mantém na primeira colocação disparada; após abril não apresentar nenhum SUV na lista, Compass e Renegade, da Jeep, voltam a figurar na lista. São Paulo, Junho de 2018 – A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em abril. O Onix, da Chevrolet, apresentou uma leve queda nas vendas se comparado a abril de 2018: foram 15.015 unidades comercializadas contra 16.617 do mês anterior, uma queda de 9,6%. No entanto, a distância para o segundo colocado é muito grande: quase o dobro de unidades vendidas. O HB20, dono da segunda colocação, teve 8.513 unidades emplacadas no mês de maio. O HB20, que parece ter dominado de vez a segunda colocação no ano, comercializou as mais de 8 mil unidades, carros, número próximo a abril, que teve 9.606, no entanto, com uma queda. Comparativamente com o mesmo mês de 2017, as vendas do HB20 praticamente não mudaram: foram 8.981 em maio de 2017 e 8.513 em maio de 2018, mostrando uma estabilidade de vendas do modelo. Não diferente dos outros concorrentes, o KA, também apresentou uma queda comparado a abril: saiu de 8.764 para 7.639 unidades, representando um declínio de 12% nas vendas. E reforçando com os números de maio, o HB20 se isola na vice-liderança da lista dos carros mais vendidos do Brasil em 2018 com 42.136 carros vendidos, mas longe ainda do líder de vendas no ano, o Chevrolet Onix, com 73.045, uma diferença de 57%. Dos recentes lançamentos, apenas o Novo Polo e o Argo apareceram na lista, diferentemente do mês passado quando o Kwid também estava entre os 10 primeiros O Novo Polo, mantendo uma constância, ficou na quinta colocação com 5.628 unidades vendidas e o Argo na nona posição, com 4.682. Kwid, Virtus e Virtus ficaram entre a 11ª e 13ª posição, respetivamente. E se abril foi um mês sem SUVs na lista dos mais vendidos, a lista voltou a figurar dois modelos – os dois da Jeep. Compass, na sexta posição com 5.559 carros vendidos e o Renegade, na décima, com 4.378, voltaram a aparecer após o mês de ausência. As vendas da Compass, por exemplo, aumentaram em 20% em relação ao mês anterior, já a do Renegade, curiosamente, caíram cerca de 2%. Esse dado pode ser explicado pela queda na venda de carros, pelo menos no que se refere aos 10 mais vendidos. Em abril, por exemplo, os 10 carros mais vendidos representaram quase 76 mil unidades, já em maio o número foi um pouco mais de 67 mil, uma diferença aproximada de 11%. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Maranhão e Tocantins. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Fortaleza com R$2.259 e o menor em São Luís por R$1.778, uma distância de R$481. No contraponto de diferença de valores, o Novo Polo possui a maior diferença entre estados: R$ 1.147. A mais alta também em Fortaleza, R$ 3.049, a menor em São Luís, com R$1.902. São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros analisados, seguido por Palmas, com o restante dos veículos. Por outro lado, o Fortaleza é o local que apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos, somente o Argo e Gol não estão entre os mais altos. https://www.cqcs.com.br/noticia/o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendidos-do-brasil-emmaio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Carla Boaventura de Sousa Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Os preços dos seguros dos carros mais vendidos em maio 7716428 - EXAME - São Paulo - SP - 11/06/2018

São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.608 reais, valor médio do seguro do Chevrolet Onix em Palmas (TO), e podem chegar a até 6.811 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass em Fortaleza (CE). Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), São Luís (MA) e Palmas (TO). Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de maio de 2018. Fortaleza tem os seguros mais caros Entre as cinco cidades pesquisadas pela Minuto Seguros, Fortaleza apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos. Somente os carros Argo e Gol não têm os seguros mais altos, entre os dez carros analisados. Já São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros levantados. O preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto é cobrado em Fortaleza (R$ 2.259), e o mais baixo, em São Luís (R$ 1.778). Já o Novo Polo possui a maior diferença de preço entre as capitais. Os valores mais alto e baixo também são cobrados em Fortaleza (R$ 3.049) e São Luís (R$ 1.902), respectivamente. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país: 1. Chevrolet Onix Região Preço médio São Paulo R$ 1.716,83 Belo Horizonte R$ 2.106,26 Fortaleza R$ 2.199,48 São Luís R$ 1.614,82 Palmas R$ 1.608,55 2. Hyundai HB20 Região Preço médio São Paulo R$ 2.166,10 Belo Horizonte R$ 2.138,28 Fortaleza R$ 2.259,80 São Luís R$ 1.778,88 Palmas R$ 1.845,57 3. Ford Ka Região Preço médio


São Paulo R$ 1.780,77 Belo Horizonte R$ 2.128,40 Fortaleza R$ 2.253,35 São Luís R$ 1.703,54 Palmas R$ 1.800,44 4. Volkswagen Gol Região Preço médio São Paulo R$ 2.156,09 Belo Horizonte R$ 2.928,43 Fortaleza R$ 2.773,57 São Luís R$ 1.981,10 Palmas R$ 1.888,46 5. Volkswagen Polo Região Preço médio São Paulo R$ 2.515,51 Belo Horizonte R$ 2.890,40 Fortaleza R$ 3.049,54 São Luís R$ 1.902,48 Palmas R$ 1.946,21 6. Jeep Compass Região Preço médio São Paulo R$ 4.991,05 Belo Horizonte R$ 5.075,93 Fortaleza R$ 6.811,33 São Luís R$ 4.665,54 Palmas R$ 4.407,20 7. Chevrolet Prisma Região Preço médio São Paulo R$ 1.889,49 Belo Horizonte R$ 2.042,07 Fortaleza R$ 2.374,58 São Luís R$ 1.685,68 Palmas R$ 1.754,37 8. Toyota Corolla Região Preço médio São Paulo R$ 3.496,65 Belo Horizonte R$ 4.539,35 Fortaleza R$ 5.017,10


São Luís R$ 3.344,68 Palmas R$ 3.856,04 9. Fiat Argo Região Preço médio São Paulo R$ 2.388,95 Belo Horizonte R$ 2.128,40 Fortaleza R$ 1.995,21 São Luís R$ 1.595,99 Palmas R$ 1.660,06 10. Jeep Renegade Região Preço médio São Paulo R$ 3.291,83 Belo Horizonte R$ 3.589,44 Fortaleza R$ 3.876,79 São Luís R$ 2.877,74 Palmas R$ 2.731,21 https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidosem-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Júlia Lewgoy Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Seguros têm redução no preço médio em maio 7716435 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 12/06/2018

Redação: 12.06.2018 - 8:00 Perfil de seguros masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto feminino teve uma queda média de até 19,5% Google + Linkedin E-mail Imprimir 11_GM_Chevrolet_Onix_LTZ3_25-05-2018-1160x773 O preço médio do seguro automotivo apresentou uma retração no mês de maio. A informação é de um levantamento da Bidu — plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros — com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos no mês, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%. O perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$ 9.093 para o perfil masculino e R$ 6.170 para o feminino. Outro destaque no mês foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$ 5.415 e R$ 4.943, respectivamente). + Conheça a página do Jornal do Carro no Facebook Custo-Benefício De acordo com o levantamento, o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo, com o preço do seguro representando 5% do valor de tabela do carro. Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com custo de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar os seguros mais baratos considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$ 3.820 para o perfil masculino e R$ 2.818 para o feminino). São Paulo (R$ 4.017 e R$ 3.428) vem em seguida. Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$ 5.415 e R$ 4.943, em média). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para a versão de entrada custa R$ 2.568 para o perfil masculino e R$ 2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. Relatório de seguros O relatório da Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de


homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estรฃo contratando o seguro pela primeira vez. Veja tambรฉm: Os carros mais vendidos em maio de 2018 3.361 unidades vendidas " data-gallery-title="20ยบ Toyota Etios"> 3.656 unidades vendidas " data-gallery-title="19ยบ Honda HR-V"> 3.706 unidades vendidas " data-gallery-title="18ยบ Renault Sandero"> 3.841 unidades vendidas " data-gallery-title="17ยบ Hyundai Creta"> 4.023 unidades vendidas " data-gallery-title="16ยบ Fiat Mobi"> 4.179 unidades vendidas " data-gallery-title="15ยบ Volkswagen Saveiro"> 4.271 unidades vendidas " data-gallery-title="14ยบ Volkswagen Virtus"> 4.371 unidades vendidas " data-gallery-title="13ยบ Renault Kwid"> 4.378 unidades vendidas " data-gallery-title="12ยบ Jeep Renegade"> 4.682 unidades vendidas " data-gallery-title="11ยบ Fiat Argo"> 4.854 unidades vendidas " data-gallery-title="10ยบ Toyota Corolla"> 4.983 unidades vendidas " data-gallery-title="9ยบ Fiat Toro"> 5.022 unidades vendidas " data-gallery-title="8ยบ Chevrolet Prisma"> 5.559 unidades vendidas " data-gallery-title="7ยบ Jeep Compass"> 5.581 unidades vendidas " data-gallery-title="6ยบ Fiat Strada"> 5.628 unidades vendidas " data-gallery-title="5ยบ Volkswagen Polo"> 5.780 unidades vendidas " data-gallery-title="4ยบ Volkswagen Gol"> 7.639 unidades vendidas " data-gallery-title="3ยบ Ford Ka">


8.513 unidades vendidas " data-gallery-title="2º Hyundai HB20"> 15.015 unidades vendidas " data-gallery-title="1º Chevrolet Onix"> http://jornaldocarro.estadao.com.br/carros/seguros-tem-reducao/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau 7716436 - MOTOR DREAM - 12/06/2018

Testes Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau 12/06/2018 04:15 - Fotos: Divulgação Envie por email Indique Envie este conteúdo para o e-mail de um amigo! Campos em destaque são obrigatórios ou contém valores inválidos. * Nome do destinatário: * E-mail do destinatário: * Seu nome: * Seu e-mail: Volkswagen Up 1.0 turbo com assinatura GTI é arisco e divertido POR RUBÉN HOYO, DO AUTOCOSMOS.COM EXCLUSIVO NO BRASIL PARA AUTO PRESS COLABORAÇÃO DE MÁRCIO MAIO/AUTO PRESS A primeira vez que a Volkswagen apresentou o Up GTI foi como conceito, no tradicional encontro anual de fãs da linha esportiva da marca que acontece no Lago Wörthersee, na Áustria, no ano passado. Agora já em produção, o modelo talvez seja o representante desta assinatura que mais se assemelha ao primeiro Golf GTI, de 1976, já que, como o icônico antepassado, é um automóvel leve, simples, rápido, divertido e, principalmente, mais acessível. O Up foi lançado com uma proposta óbvia de modelo citadino. E seu tamanho pequeno e peso baixo fizeram dele, desde o início, um candidato ideal para levar as iniciais GTI. Não há a sofisticação e o requinte que caracterizam o atual Golf GTI. Pelo contrário, o Up GTI é bastante simples: não há tela sensível ao toque de grandes dimensões no centro do painel e, caso seja necessário um GPS, é preciso recorrer a um telefone celular. O visual remete ao Golf GTI original. Os assentos – em peça única – são forrados no tecido padrão escocês clássico e o botão da alavanca de câmbio tem o desenho de uma bola de golfe. Além disso, outros traços do acabamento reforçam a identidade GTI da configuração. No entanto, com a carroceria de duas portas, o vidro traseiro é fixo. E o excesso de plásticos revela que se trata de um modelo de entrada. As rodas têm 17 polegadas e a suspensão foi reduzida em 15 mm. Um pequeno spoiler traseiro com acabamento em preto dá uma aparência agressiva. Além disso, uma fina linha vermelha na grade e outra na tampa do porta-malas ajudam a caracterizar a variante. Além disso, pinças vermelhas nos freios dianteiros também aparecem. O motor é o mesmo 1.0 TSI de três cilindros oferecido no Up brasileiro, mas com uma calibragem ligeiramente diferente. Enquanto o GTI entrega 113 cv e 20,3 kgfm de torque, o brasileiro chega a 105 cv e 16,8 kgfm. A transmissão é sempre manual de seis velocidades e com esse conjunto, o Up GTI – que pesa 997 kg – cumpre o zero a 100 km/h em 8,8 segundos e chega à velocidade máxima de 196 km/h. Já no Brasil o 1.0 TSI faz o Up partir da inércia e chegar aos 100 km/h em 9,5 segundos e alcançar 181 km/h máximos. Primeiras impressões Além da força Munique/Alemanh a – O percurso adotado para a avaliação do Volkswagen Up TSI começou em Munique e foi até a Áustria, no Lago Wörthersee, exatamente onde seu conceito foi exibido pela primeira vez. Um longo caminho que, na verdade, se revelou uma boa oportunidade para perceber o potencial desse novo integrante da linha GTI. Para os padrões atuais, os números de desempenho do Up GTI podem parecer modestos. No entanto, graças a uma excelente configuração do chassi e aos poderosos freios, se amostra um carro bem divertido de dirigir. Nas estradas mais sinuosas, é capaz de se nivelar a modelos mais potentes. Nas retas, porém, não há milagres: vários automóveis o deixam para trás. De qualquer forma, trata-se de um compacto instigante que permite que a


Volkswagen se aproxime de entusiastas que, hoje em dia, não podem pensar em ter um Golf ou um Polo GTI na garagem. Envie por email 1234 Pequeno grande Virtus na RAP 210 E ainda: Citroën C4 Cactus, Nissan Micra/March, Suzuki Swift Sport, Chevrolet Silverado Centennial e Honda CB1000 R Neo Sports Cafe O ronco do Mustang na RAP 204 E ainda: o novo Honda CR-V, o BMW X3 de 3ª geração, o Smart Fortwo elétrico, o Renault Master Zero Emission e a Ducati Panigale V4 Speciale O City mais moderno na RAP 209 Veja também: Toyota Yaris, o Volkswagen e-Golf, elétrico e de cara nova, o Nissan Leaf de nova geração, a gigante Ford F-250 e a "popular" BMW G310 R O eficiente Volvo XC60 na RAP 211 E mais: o Aston Martin DB11, o Nissan Murano, o novo Kia Forte, (Cerato no Brasil), a KTM 390 Duke renovada e a luxuosa Chevrolet S10 High Country TRÂNSITO LIVRE 12/06/2018 04:15 - Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau 11/06/2018 19:03 BMW inova com novo conceito de motocicleta 11/06/2018 18:42 - Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio 11/06/2018 16:05 - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores aponta aumento na produção 11/06/2018 14:11 - Lego lança réplica do Bugatti Chiron com 3.599 peças 11/06/2018 11:54 - Airbag da Takata pode ter feito 23ª vítima fatal 11/06/2018 09:49 - Cresce número de alcoolizados ao dirigir no Brasil 11/06/2018 07:31 - Ferrari de Lewis Hamilton é rebocada 11/06/2018 03:12 - Último Dodge Challenger SRT Demon é leiloado 10/06/2018 22:27 - Jeep apresenta primeira reestilização do Renegade 09/06/2018 16:08 - Longa espera causa desistência de reservas do Tesla Model 3 09/06/2018 14:35 - Chrysler pode finalizar suas operações 09/06/2018 11:04 - Volkswagen prepara novidades para oitava geração do Golf 09/06/2018 08:17 - Land Rover quer lançar off-road autônomo 09/06/2018 04:15 - Toyota quer ampliar a oferta de versões do Corolla hatch 08/06/2018 20:06 - Chevrolet Prisma chega à linha 2019 08/06/2018 18:13 - Audi mostra novo SUV Q8 por inteiro 06/06/2018 18:21 - Irizar - Carga moderna 05/06/2018 20:03 - Teste: Ford Ka FreeStyle - Crossover tecno 05/06/2018 08:24 Teste: Suzuki Boulevard C50 - Estilo clássico 04/06/2018 19:58 - Teste:Porsche 718 GTS Cavalaria feroz 04/06/2018 12:31 - Teste: Lincoln Continental - Clássico no requinte 03/06/2018 19:58 - Google vai lançar Android Automotive 03/06/2018 14:06 - Falta de matéria prima pode afetar produção de veículos elétricos até 2020 03/06/2018 11:23 Mercedes-Benz GLC passará por recall 03/06/2018 08:31 - Projeto de lei quer limitar a circulação de motos nos “corredores” 03/06/2018 03:48 - Chrysler Dodge Viper volta a ser produzido 02/06/2018 19:51 - Volkswagen lança Bora na China 02/06/2018 14:06 - Ferrari produziu uma unidade do SP38 para comprador anônimo 02/06/2018 09:11 - Piloto Lewis Hamilton faz nova parceria com MV Agusta Comentários Não há comentários para este artigo. Para postar comentários é necessário ser cadastrado no nosso site. Deseja se cadastrar gratuitamente? Já sou cadastrado! Login: Senha: Esqueci minha senha Não sou cadastrado Quero me Cadastrar gratuitamente http://motordream.bol.uol.com.br/noticias/ver/2018/06/12/teste-volkswagen-up-10-turbocarinha-de-mau Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Os 10 carros mais vendidos no mês de Abril 7716445 - BRASIL PEÇAS - Rio de Janeiro - RJ - 11/06/2018

Na comparação com o mês anterior, abril trouxe alguns cenários diferentes e que, a se confirmar nos próximos meses, pegaram de surpresa o mercado. Experimentando um crescimento desde 2016, com poucas oscilações negativas, o segmento de SUVs sofreu um recuo nas vendas. Considerado um dos mais promissores do mercado nacional, perdeu um pouco de espaço nas vendas. De acordo com o balanço divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), enquanto os carros de passeio, como Chevrolet Onix e Renault Sandero, e as picapes, como Fiat Strada e Toro, tiveram um bom desempenho nas lojas, o mercado de utilitários esportivos (SUVs) esfriou. Nenhum deles, inclusive o Jeep Compass, o SUV mais vendido do Brasil, superou as 4.700 unidades no mês. As maiores quedas, no entanto, foram da Honda HR-V e Nissan Kicks. No mês passado, o Honda caiu para a 21ª posição do ranking, devido ao recuo de 34,2% de suas vendas, que somaram apenas 3.522 unidades. Já o Kicks vendeu 3.701, volume 33% menor que o registrado em março. Os dois SUVs compactos foram superados pelo Hyundai Creta, um dos únicos modelos do segmento a apresentar uma alta no mês: 3.785 unidades, número 3% maior que o registrado em março. Entre os carros de passeio, os destaques continua a ser o Chevrolet Onix. O modelo segue como o carro mais vendido do mercado brasileiro e ainda com alta: suas vendas cresceram 28,6% em abril em relação a março. No entanto, o maior crescimento no período foi do Renault Sandero, cujos licenciamentos aumentaram 41,6%. Há meses, o hatch da Renault não figurava nem entre os 15 carros mais vendidos do país. As picapes também se recuperaram em abril. Com 6.357 licenciamentos, a. Fiat Strada teve o seu melhor mês de vendas no ano, assim como a Fiat Toro, que vendeu 5.141 unidades, e a Volkswagen Saveiro, com o registro de 4.490 emplacamentos. Os 10 carros mais vendidos em Abril de 2018 Relacionado http://jornalbrasilpecas.com.br/2018/06/11/os-10-carros-mais-vendidos-no-mes-de-abril/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716540 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas.Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia.Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora.”É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Diário Catarinense. http://www.jornalfloripa.com.br/geral/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-darevenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site


Clipping Teste: Chevrolet Tracker abençoado pelo ESP 7716405 - BLOG CABRESTO ONLINE - 09/06/2018

Marcelo Ramos miramos@hojeemdia.com.br HOJE EM DIA Marcelo Ramos / O fim das cotas de importação fez bem para as vendas do Chevrolet Tracker. Importado do México, ele é o utilitário-esportivo (SUV) mais bem colocado do mercado. Com 11,4 mil unidades, é o sétimo colocado no ranking de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), vende mais que os franceses Renault Duster e Captur e está a menos de 2 mil unidades de distância do Ford EcoSport, fabricado na unidade baiana de Camaçari. Não que o fim da cota imposta pelo programa Inovar Auto tenha deixado o Tracker mais barato. Pelo contrário! O jipinho encareceu cerca de R$ 5 mil nos últimos 12 meses. Mas, sem a restrição de volume, a General Motors tem feito esforço maior para vendê-lo e o coloca como uma opção mais viável que o irmão maior, o Equinox, que parte de R$ 137 mil. Testamos a versão topo de linha Premier, que parte de R$ 99.490. A unidade avaliada sai por 102.690, uma vez que conta com pacote de itens como airbag duplo nas laterais, cortinas e sistemas de alerta de colisão frontal e mudança de faixa. A versão substituiu a antiga LTZ. Em termos de conteúdo, a grande novidade é a inclusão do controle de estabilidade (ESP), que não figura na lista de equipamentos da versão básica LT. A inclusão do motor turbo 1.4 de 153 cv deu um novo fôlego ao Tracker, que era equipado com a antiga unidade 1.8 de 140 cv, também usada no Cruze de geração passada. O motor deixou o jipinho mais moderno e eficiente, colocando-o bem à frente dos concorrentes vendidos no Brasil. O Tracker é o único jipinho equipado com motor flex turbo e transmissão automática, que lhe oferece um grande ganho em eficiência e conforto. Raio-x Chevrolet Tracker 1.4 Premier O QUE É? Utilitário-esportivo (SUV) compacto, quatro portas e cinco lugares ONDE É FEITO? Fabricado na unidade da General Motors no México QUANTO CUSTA? Base: R$ 99.490 Testado: R$ 103.690 COM QUEM CONCORRE? O Tracker se posiciona no segmento mais concorrido dos SUV’s, apesar de ter apenas o Peugeot 2008 Grife 1.6 THP (R$ 89.990) como rival que utiliza motor turbo, e concorre também com o Ford EcoSport Titanium 2.0 (R$ 96.990), Honda HR-V EXL 1.8 (R$ 103.990), Hyundai Creta Prestige 2.0 (R$ 102.480), Jeep Renegade Limited 1.8 (R$ 98.490) e Mitsubishi ASX 2.0 (R$ 102.490). NO DIA A DIA O Tracker é um jipinho urbano por função. Apesar de encarar pequenos obstáculos sem raspar a parte inferior do para-choque, é baixinho e conta apenas com tração dianteira. Bem construído e com acabamento refinado, com direito a couro no painel, o SUV mexicano oferece bom espaço interno para cinco ocupantes com seus 2.55 metros de distância entreeixos.


O porta-malas, por sua vez, leva só 305 litros. Ele perdeu muito espaço para a acomodação do pneu estepe. O utilitário também tem pacote de conteúdo farto com direito a multimídia com conexão Apple CarPlay e Android Auto, câmera de ré, bancos revestidos em couro com ajuste elétrico para o motorista, teto solar elétrico, luz diurna (DRL) em LED, airbags laterais e cortina, rodas aro 18, dentre outros mimos. MOTOR E TRANSMISSÃO A inclusão do motor 1.4 turbo de 153 cv e 24,9 mkgf oferece força em qualquer regime e o casamento com transmissão de seis marchas sempre busca a forma mais eficiente de condução. Quando solicitado, o motor enche rápido e acelera com força. A caixa só peca pela posição dos botões do modo manual, no pomo da alavanca ao invés de borboletas, o que obriga o motorista a tirar a mão do volante. COMO BEBE? Abastecida com gasolina, a unidade testada registrou média de 10,8 km/l no combinado entre trajeto urbano e rodoviário. SUSPENSÃO E FREIOS O Tracker utiliza conjunto de suspensão de eixo rígido na traseira e McPherson na dianteira. O conjunto tem acerto voltado para o conforto, absorvendo bem as irregularidades do piso. A altura livre do solo permite passeios em estradas de terra, nas não é apto terrenos acidentados. Os freios contam com discos nas quatro rodas, assistente de partida em rampa “Hill Hold”, além do controle de estabilidade (ESP), exclusivo para a versão. http://cabresto.blogspot.com/2018/06/teste-chevrolet-tracker-abencoado-pelo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: RAFAEL AMARAL Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Blog


Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio 7716449 - JRS COMUNICAÇÃO - Rio Grande - RS - 11/06/2018

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). * Variação do preço médio do seguro por modelo (azul: homens; vermelho: mulheres) O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. * Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres) Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). *Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; *Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; *Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. auto Bidu Comparação médio preço preços Seguro

Profissionais que desejam se especializar em gestão da área de seguros terão mais uma opção de curso no segundo semestre, com o lançamento do MBA Executivo em Negócios de Seguros. Ministrado pela Escola Nacional de Seguros, o curso será oferecido nas modalidades


presencial e a distância (EaD), com previsão de início das aulas no dia 10 de setembro e em outubro, respectivamente. Algumas características diferem o novo programa dos demais MBAs que a Escola oferece, como o tempo menor de duração, de um ano, e grade curricular flexível, que possibilita ao aluno escolher ênfase em quatro áreas específicas: Responsabilidade Civil, Benefícios, Patrimonial e Transporte. De acordo com o diretor de Ensino Superior da Escola, Mario Pinto, o curso foi desenvolvido para atender aos anseios identificados junto ao próprio mercado. “Mantemos diálogo estreito e permanente com todos os segmentos do setor e essa foi uma demanda que surgiu em vários momentos”, explica. Interessados em obter mais informações sobre o MBA Executivo em Negócios de Seguros devem entrar em contato pelo e-mail posgraduacao@ens.edu.br.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza nesta terça-feira (12/06) uma audiência pública para receber sugestões da sociedade para ajudar a melhorar o desempenho em saúde das operadoras, sejam de planos médico-hospitalares ou exclusivamente odontológicos. A ideia é debater sobre incentivos econômico-financeiros e destacar as operadoras que apresentam melhores resultados em saúde para os seus beneficiários. Atualmente, as operadoras já podem descontar o valor investido em Promoprev da sua margem de solvência, limitado a 10%. “É importante rever a regra atual e estimular a competição baseada em melhores resultados em saúde”, explica Leandro Fonseca, diretor de Normas e Habilitação de Operadoras. “A proposta é que os resultados em saúde das operadoras sejam captados por meio de indicadores que tragam o usuário para o centro do cuidado”, afirma Karla Coelho, diretora de Normas e Habilitação de Produtos. A atividade acontecerá das 14h às 18h, no auditório da Agência Nacional do Cinema (Ancine), localizada na av. Graça Aranha, 35/11º andar, centro do Rio de Janeiro. Os interessados em participar da audiência pública deverão encaminhar e-mail para eventos@ans.gov.br, informando nome, instituição e e-mail de contato. A audiência pública será transmitida ao vivo via Periscope. Para acompanhar, é preciso fazer o download do aplicativo, se cadastrar como usuário e acessar o perfil do evento colocando ANS_Reguladora na ferramenta de busca.

A 19ª edição da Carta do Seguro, que faz uma análise de conjuntura com base nos dados de abril do setor segurador, acaba de ser divulgada. Em seu editorial, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, identifica certa aceleração de alguns ramos na comparação com idênticos quadritrimestres, particularmente do seguro de Automóveis (10,6%), dos seguros Patrimoniais (10,2%) e do seguro Rural (9,1%). Entre as coberturas de pessoas, o destaque é para o seguro prestamista, que apresentou crescimento de 21,5% nos primeiros quatro meses do ano. Já a análise do economista Lauro Faria destaca a arrecadação em prêmios e contribuições do mercado segurador regulado pela Susep, que em abril foi de R$ 21.366,4 milhões. Também abordando o crescimento do seguro de Automóveis, Lauro Faria relaciona seu bom desempenho ao grande aumento da produção e venda de veículos em 2018. O bom desempenho do seguro Prestamista, por sua vez, segundo o economista, indica recuperação da oferta de crédito na economia, estimulada pelos seguidos cortes da taxa Selic, enquanto o aumento da comercialização do seguro Rural está relacionado à redução prevista de 6,8% na safra de grãos, às consequentes incertezas sobre a renda agrícola, bem como à subvenção de R$ 384 milhões desse seguro por parte do Governo Federal. Clique para acessar a 19ª Carta do Seguro na íntegra.

A Gerdau, uma das produtoras de aço mais inovadoras no mundo, lança o programa de estágio G.Start no Brasil. A iniciativa recebe inscrições até o dia 29 de junho de estudantes universitários dos cursos de Engenharia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Matemática, Administração, Psicologia, Design, Logística, Sistemas de Informação, Marketing, Comunicação e Publicidade e Propaganda. As inscrições podem ser feitas deste site. No total, cerca de 100 vagas serão disponibilizadas.


“O G.Start é um programa para universitários que queiram acelerar o seu desenvolvimento profissional e ajudar a construir a Gerdau do futuro”, destaca Raquel Cardoso, Líder de Pessoas da Gerdau no Brasil. “Durante o programa, os estagiários poderão aprimorar o conhecimento técnico em suas áreas de formação, além de desenvolver outras competências como empreendedorismo, colaboração, abertura à inovação, atitude para a segurança e foco em resultados”, completa. A iniciativa visa contribuir para a formação de novos profissionais, capazes de propor soluções simples e ágeis de forma colaborativa em um ambiente de negócio cada vez mais dinâmico, e contempla um plano de desenvolvimento que estimula os jovens a assumirem o protagonismo de suas carreiras. Isso acontecerá por meio de projetos-desafio, que serão conduzidos em conjunto com os gestores de cada área. Além de conhecer a cultura da Gerdau, os estudantes irão aprender sobre os negócios (processo produtivo, produtos, aplicações e clientes), conhecer metodologias ágeis e receber insights e provocações sobre temas como inovação, simplificação de processos e digitalização. Com duração de até 18 meses, o G.Start tem previsão de início para o segundo semestre de 2018 e oferece vagas para unidades da Gerdau em 14 estados – Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Ceará, Pernambuco, Bahia, Paraíba, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins.

A Indra reforça sua aposta pelo talento jovem em 2018 com a nova edição do programa Smart Start, programa que visa incorporar em 2018 mais de 3.000 jovens profissionais a nível mundial, sendo 220 deles no Brasil. Esta é a maior edição do programa no Brasil: nas duas edições anteriores, o total foi de aproximadamente 130 jovens profissionais. O objetivo da Indra é atrair e reter os melhores talentos para aumentar seu leque de profissionais em todas as áreas de negócio, reforçando a aposta pela transformação digital e o desenvolvimento de novas soluções e serviços. Para isso, a companhia quer contribuir com a formação e desenvolvimento destes jovens, assegurando sua integração em equipes de prestígio, junto a profissionais que gerenciam muitos dos projetos mais inovadores e ambiciosos a nível mundial, com soluções tecnológicas líderes em diferentes setores e com impacto real na sociedade. Os jovens talentos contam, ainda, com programas específicos de formação, desenvolvimento, avaliação e progressão profissional para seus dois primeiros anos na companhia. O principal público-alvo do Smart Start são universitários que estejam finalizando seus estudos e recém-formados interessados em se desenvolver no setor tecnológico, preferencialmente graduados em áreas ligadas à ciência e tecnologia. Pessoas inovadoras, proativas e com vontade de participar de projetos que abarcam desde a consultoria de negócio e tecnológica, até a engenharia, o desenvolvimento de soluções e a produção de software. O Smart Start cobre assim tipos variados de perfis, adequados aos diferentes mercados e áreas da Indra. Graças ao plano de carreira, cada profissional se situa no lugar mais adequado da organização, em função de seus conhecimentos, capacidades e atitudes. Inovação, formação, diversidade e compromisso A Indra quer tornar os jovens participantes de sua transformação cultural e seu compromisso com a inovação. O novo talento que se incorpora à companhia tem a possibilidade de participar com suas ideias mais disruptivas dos desafios que a Indra propõe a seus profissionais, para responder às necessidades dos diferentes setores e para mobilizar, canalizar e tirar o máximo partido do talento interno mediante o intraempreendedorismo. De fato, na segunda edição da convocatória interna de ideias, Innovators, foi destacada a importância da participação do talento jovem. A formação contínua oferecida pela Indra Open University e um ambiente de trabalho flexível, comprometido com a igualdade de oportunidades e com a diversidade; um novo plano de voluntariado, com propostas renovadas. e iniciativas como as Tecnologias Acessíveis, para reduzir a brecha digital e colocar a inovação a serviço das pessoas com deficiência são outros dos atrativos que a Indra oferece à geração Z. Programa ambicioso para uma gestão integral do talento Os candidatos que ingressarem na Indra poderão desenvolver uma carreira profissional de alcance internacional em uma companhia líder a nível global, em pleno crescimento e com projetos em diversas áreas, algo muito atrativo no mercado laboral. Além disso, terão a possibilidade de participar do desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras destinadas aos projetos-chave de grandes empresas e instituições, clientes da Indra nos cinco continentes. A ambição do programa Smart Start, que se está enriquecendo e adaptando


constantemente, reflete a aposta da Indra pelo talento jovem para impulsionar seu crescimento e reforçar sua liderança. A companhia vem se adaptando aos valores e requerimentos da chamada geração Z e reforçou com novas iniciativas este programa que integra os diferentes âmbitos relacionados com a gestão do talento jovem. Além de lançar programas específicos de formação, desenvolvimento, avaliação e progressão profissional para os dois primeiros anos dos jovens talentos na companhia, a Indra está impulsionando novas ações de captação e employer branding com o objetivo de potenciar seus atributos como lugar de trabalho; melhorou também o processo de incorporação, com um plano de boas vindas que inclui informação prática, que facilita os primeiros meses de trabalho na Indra, e o apoio de colegas e mentores. Smart Start inclui, ainda, pesquisas e análises para o acompanhamento dos jovens, e identificação das melhores práticas para replicar nos diferentes países as ações e políticas que dão melhores resultados. Hack days, bootcamps e maior colaboração com centros de Formação Profissional Entre as novidades que estão sendo incorporadas este ano ao Smart Start, se destaca a organização de hack days, agendas de um dia dirigidas a jovens talentos que, mediante formação e mentorização, ajudam a potenciar a criatividade e a inovação com o objetivo de identificar e responder desafios concretos por meio da tecnologia. O primeiro deles, dirigido a mulheres universitárias, aconteceu no dia 22 de março para dar visibilidade ao talento feminino e mostrar a confiança da Indra em seu poder para melhorar a sociedade e o compromisso da companhia com o progresso profissional das mulheres. Igualmente, a Indra está organizando bootcamps nos quais, através de sua Universidade Corporativa, Indra Open University, dá formação intensiva a possíveis candidatos em diferentes tecnologias muito demandadas como Java, Angular e Front Analytics, entre outras, durante várias semanas. Esta formação se complementa com o desenvolvimento de outras habilidades como comunicação, pró-atividade, responsabilidade e compromisso. Uma centena de jovens já participaram destes bootcamps, que finalizam com uma avaliação e entrevista de seleção, por meio da qual cerca de 65% dos candidatos já foram incorporados pela companhia. A Indra também está potencializando sua colaboração com os principais centros de Formação de Pessoal, para participar da formação de jovens estudantes, além de facilitar para que os mesmos possam realizar suas práticas em algum dos centros de produção de software que a companhia mantém em diferentes cidades brasileiras. http://jrscomunicacao.com/2018/06/11/seguro-auto-apresenta-reducao-no-preco-medio-emmaio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Seven Public Relations Estado: RS Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio Grande País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716450 - O LIBERAL - Americana - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://liberal.com.br/brasil-e-mundo/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda-817365/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Americana País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716462 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 11/06/2018

São Paulo, 11 - O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/06/11/internas_economia,966012/conces sionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-da-revenda.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Belo Horizonte País: Tipo Veículo: Site


Clipping Os preços dos seguros dos carros mais vendidos em maio 7716478 - BUSINESS CONSULTANT CARLOS STRINGUETTI - Brasília - DF - 11/06/2018

São Paulo – Os preços dos seguros dos carros mais vendidos do país podem partir de 1.608 reais, valor médio do seguro do Chevrolet Onix em Palmas (TO), e podem chegar a até 6.811 reais, preço médio do seguro do Jeep Compass em Fortaleza (CE). Essas informações fazem parte de um levantamento realizado pela corretora de seguros online Minuto Seguros, que simulou os preços médios das apólices dos veículos líderes de venda para cinco capitais: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), São Luís (MA) e Palmas (TO). Para fazer a simulação, foi considerado o perfil de cliente homem de 35 anos e casado. O valor da cobertura contra terceiros contratada seria de 100 mil reais e as cotações foram feitas nas seguintes seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Sulamerica. As informações sobre os carros mais vendidos são da Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao mês de maio de 2018. Fortaleza tem os seguros mais caros Entre as cinco cidades pesquisadas pela Minuto Seguros, Fortaleza apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos. Somente os carros Argo e Gol não têm os seguros mais altos, entre os dez carros analisados. Já São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros levantados. O preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto é cobrado em Fortaleza (R$ 2.259), e o mais baixo, em São Luís (R$ 1.778). Já o Novo Polo possui a maior diferença de preço entre as capitais. Os valores mais alto e baixo também são cobrados em Fortaleza (R$ 3.049) e São Luís (R$ 1.902), respectivamente. Confira abaixo os valores médios dos seguros dos carros mais vendidos do país: 1. Chevrolet Onix Região Preço médio São Paulo R$ 1.716,83 Belo Horizonte R$ 2.106,26 Fortaleza R$ 2.199,48 São Luís R$ 1.614,82 Palmas R$ 1.608,55 2. Hyundai HB20 Região Preço médio São Paulo R$ 2.166,10 Belo Horizonte R$ 2.138,28 Fortaleza R$ 2.259,80 São Luís R$ 1.778,88 Palmas R$ 1.845,57 3. Ford Ka Região Preço médio


São Paulo R$ 1.780,77 Belo Horizonte R$ 2.128,40 Fortaleza R$ 2.253,35 São Luís R$ 1.703,54 Palmas R$ 1.800,44 4. Volkswagen Gol Região Preço médio São Paulo R$ 2.156,09 Belo Horizonte R$ 2.928,43 Fortaleza R$ 2.773,57 São Luís R$ 1.981,10 Palmas R$ 1.888,46 5. Volkswagen Polo Região Preço médio São Paulo R$ 2.515,51 Belo Horizonte R$ 2.890,40 Fortaleza R$ 3.049,54 São Luís R$ 1.902,48 Palmas R$ 1.946,21 6. Jeep Compass Região Preço médio São Paulo R$ 4.991,05 Belo Horizonte R$ 5.075,93 Fortaleza R$ 6.811,33 São Luís R$ 4.665,54 Palmas R$ 4.407,20 7. Chevrolet Prisma Região Preço médio São Paulo R$ 1.889,49 Belo Horizonte R$ 2.042,07 Fortaleza R$ 2.374,58 São Luís R$ 1.685,68 Palmas R$ 1.754,37 8. Toyota Corolla Região Preço médio São Paulo R$ 3.496,65 Belo Horizonte R$ 4.539,35 Fortaleza R$ 5.017,10


São Luís R$ 3.344,68 Palmas R$ 3.856,04 9. Fiat Argo Região Preço médio São Paulo R$ 2.388,95 Belo Horizonte R$ 2.128,40 Fortaleza R$ 1.995,21 São Luís R$ 1.595,99 Palmas R$ 1.660,06 10. Jeep Renegade Região Preço médio São Paulo R$ 3.291,83 Belo Horizonte R$ 3.589,44 Fortaleza R$ 3.876,79 São Luís R$ 2.877,74 Palmas R$ 2.731,21 Veja também SEU DINHEIROOs carros mais roubados no Rio de Janeiro em 201728 maio 2018 – 05h05 SEU DINHEIROOs carros menos econômicos do Brasil e quanto eles custam22 maio 2018 – 05h05 http://www.minhacasamyhouse.com/os-precos-dos-seguros-dos-carros-mais-vendidos-emmaio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: mcmh Estado: DF Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716488 - MASSA NEWS - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadorasy4OeY.html


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716489 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://maringa.odiario.com/economia/2018/06/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda/2498213/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Maringá País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716492 - JORNAL DO BRASIL - Rio de Janeiro - RJ - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://m.jb.com.br/economia/noticias/2018/06/11/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Estado: RJ Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716490 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/06/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras-10371476.html


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716491 - JORNAL DO BRASIL - Rio de Janeiro - RJ - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://m.jb.com.br/economia/noticias/2018/06/11/locadora-ainda-puxa-vendas-demontadoras/


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Estado: RJ Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716493 - DCI - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/industria/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras-1.714217


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716547 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=282991&t=Locadora+ainda+puxa+vendas+d e+montadoras


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio - Revista Cobertura 7716433 - COBERTURA MERCADO DE SEGUROS - São Paulo - SP - 12/06/2018

Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de maio, em cinco capitais do país São Paulo – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em maio e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; * Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez;


* Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. The post Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio appeared first on Revista Cobertura. http://www.revistacobertura.com.br/2018/06/12/seguro-auto-apresenta-reducao-no-precomedio-em-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cobertura Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716542 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2521638/concessionaria-ve-concorrencia-deslealna-hora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Santo André País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716544 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-darevenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716546 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=282992&t=Concessionaria+ve+concorrencia +desleal+na+hora+da+revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Guarulhos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716541 - MEON - São José dos Campos - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São José dos Campos País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716456 - ÉPOCA NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado.As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado.Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas."Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do país, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no país, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte.Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos.Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%.Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2018/06/epoca-negocios-locadora-aindapuxa-vendas-de-montadoras.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716477 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/06/concessionaria-ve-concorrencia-deslealna-hora-da-revenda-10371477.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Florianópolis País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716479 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. PUBLICIDADE Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadaregiao.com.br/2018/06/11/Concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Araçatuba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Veja o valor do seguro dos carros mais vendidos 7716427 - FENACOR - 11/06/2018

Veja o valor do seguro dos carros mais vendidos 11/06/2018 A Minuto Seguros realizou um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em abril. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Maranhão e Tocantins. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Fortaleza com R$2.259 e o menor em São Luís por R$1.778, uma distância de R$481. No contraponto de diferença de valores, o Novo Polo possui a maior diferença entre estados: R$ 1.147. A mais alta também em Fortaleza, R$ 3.049, a menor em São Luís, com R$1.902. São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros analisados, seguido por Palmas, com o restante dos veículos. Por outro lado, o Fortaleza é o local que apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos, somente o Argo e Gol não estão entre os mais altos. Voltar https://www.fenacor.org.br/noticias/veja-o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendid Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Greve de caminhoneiros afeta venda de motos em maio 7716422 - MOTO.COM.BR - 11/06/2018

Buscar notícia no site Greve de caminhoneiros afeta venda de motos em maio Segundo balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos 294.957 veículos em maio – uma queda de 5,21% na comparação com o mês anterior. As vendas diárias entre 21 e 30 do mês passado, período da paralisação dos caminhoneiros, caíram em média 15%. Confira os equipamentos disponíveis no Shopping.MOTO.com.br! O setor de motocicletas emplacou 81.271 unidades no mês passado. Queda de apenas 1,07% em relação a abril, quando foram vendidas 82.149 unidades. No ano, já foram emplacadas 382.807 motos, aumento de 7,68% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o mês de maio acompanhava a tendência positiva dos últimos meses, até o impacto causado pelas paralisações dos caminhoneiros. Quer vender sua moto? Anuncie no MOTO.com.br! "A partir do dia 25 de maio, o número de veículos emplacados começou a retrair. Este cenário ocorreu, entre outras razões, pela dificuldade de abastecimento de combustível, que fez com que os veículos, já prontos para entrega, não fossem conduzidos aos pátios dos Detrans para emplacamento", explicou o Presidente da entidade. Ainda segundo Assumpção Júnior, os reflexos da greve podem atingir também as vendas em junho. Foto: Divulgação https://www.moto.com.br/acontece/conteudo/greve-de-caminhoneiros-afeta-venda-de-motosem-maio-139011.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping O seguro dos 10 carros mais vendidos em maio 7716423 - APÓLICE - 08/06/2018

A Minuto Seguros acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com os carros mais vendidos no Brasil em abril. O Onix, da Chevrolet, apresentou uma leve queda nas vendas se comparado a abril de 2018: foram 15.015 unidades comercializadas contra 16.617 do mês anterior, uma queda de 9,6%. No entanto, a distância para o segundo colocado é muito grande: quase o dobro de unidades vendidas. O HB20, dono da segunda colocação, teve 8.513 unidades emplacadas no mês de maio. O HB20, que parece ter dominado de vez a segunda colocação no ano, comercializou as mais de 8 mil unidades, carros, número próximo a abril, que teve 9.606, no entanto, com uma queda. Comparativamente com o mesmo mês de 2017, as vendas do HB20 praticamente não mudaram: foram 8.981 em maio de 2017 e 8.513 em maio de 2018, mostrando uma estabilidade de vendas do modelo. Não diferente dos outros concorrentes, o KA, também apresentou uma queda comparado a abril: saiu de 8.764 para 7.639 unidades, representando um declínio de 12% nas vendas. E reforçando com os números de maio, o HB20 se isola na vice-liderança da lista dos carros mais vendidos do Brasil em 2018 com 42.136 carros vendidos, mas longe ainda do líder de vendas no ano, o Chevrolet Onix, com 73.045, uma diferença de 57%. Dos recentes lançamentos, apenas o Novo Polo e o Argo apareceram na lista, diferentemente do mês passado quando o Kwid também estava entre os 10 primeiros O Novo Polo, mantendo uma constância, ficou na quinta colocação com 5.628 unidades vendidas e o Argo na nona posição, com 4.682. Kwid, Virtus e Virtus ficaram entre a 11ª e 13ª posição, respetivamente. E se abril foi um mês sem SUVs na lista dos mais vendidos, a lista voltou a figurar dois modelos – os dois da Jeep. Compass, na sexta posição com 5.559 carros vendidos e o Renegade, na décima, com 4.378, voltaram a aparecer após o mês de ausência. As vendas da Compass, por exemplo, aumentaram em 20% em relação ao mês anterior, já a do Renegade, curiosamente, caíram cerca de 2%. Esse dado pode ser explicado pela queda na venda de carros, pelo menos no que se refere aos 10 mais vendidos. Em abril, por exemplo, os 10 carros mais vendidos representaram quase 76 mil unidades, já em maio o número foi um pouco mais de 67 mil, uma diferença aproximada de 11%. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Maranhão e Tocantins. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Fortaleza com R$2.259 e o menor em São Luís por R$1.778, uma distância de R$481. No contraponto de diferença de valores, o Novo Polo possui a maior diferença entre estados: R$ 1.147. A mais alta também em Fortaleza, R$ 3.049, a menor em São Luís, com R$1.902. São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros analisados, seguido por Palmas, com o restante dos veículos. Por outro lado, o Fortaleza é o local que apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos, somente o Argo e Gol não estão entre os mais altos. M.S. Revista Apólice https://www.revistaapolice.com.br/2018/06/seguro-carros-mais-vendidos-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716508 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://tarobanews.com/noticias/economia/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras9pPeZ.html


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Curitiba País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716509 - TRIBUNA DO AGRESTE - Arapiraca - AL - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Autor: Cleide Silva


Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. http://www.tribunadoagreste.com.br/2018/06/locadora-ainda-puxa-vendas-de-montadoras/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AL Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Arapiraca País: Tipo Veículo: Site


Clipping Locadora ainda puxa vendas de montadoras 7716511 - UOL - São Paulo - SP - 11/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos - chegam a 30%, segundo fontes do mercado -, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. "Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto", diz o executivo de uma montadora. "É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise". O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada "tolerável e equilibrada" pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Novas modalidades Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. "Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado)." Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2018/06/11/locadora-ainda-puxavendas-de-montadoras.htm


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716513 - MASSA NEWS - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda-66z4g.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716515 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. “É uma concorrência desleal”, diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, “que são os filhos legítimos” dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-hora-da-revenda/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716507 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-na-horada-revenda/303146/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Campo Grande País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716510 - UOL - São Paulo - SP - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2018/06/11/concessionaria-veconcorrencia-desleal-na-hora-da-revenda.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Concessionária vê concorrência desleal na hora da revenda 7716534 - DIÁRIO DO SUDOESTE - Pato Branco - PR - 11/06/2018

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, confirma que a margem de lucro das vendas diretas é menor que a obtida no varejo, o que afeta o resultado das empresas. Por outro lado, o negócio é importante para o uso da capacidade das fábricas. Para as revendas também há perdas, diz Alarico Assumpção, da Fenabrave, embora elas recebam comissões pois terão de fazer a entrega dos veículos e serviços de manutenção na garantia. Uma das críticas é relacionada ao momento em que as locadoras vendem o veículo 12 meses após a aquisição, às vezes com descontos até maiores aos obtidos da montadora. "É uma concorrência desleal", diz. Ele também defende que o preço da venda direta não seja inferior ao cobrado das revendas, "que são os filhos legítimos" dessa relação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.diariodosudoeste.com.br/noticia/concessionaria-ve-concorrencia-desleal-nahora-da-revenda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 12/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Pato Branco País: Tipo Veículo: Site

Clipping Fenabrave 12.06.2018  

Clipping Fenabrave 12.06.2018

Clipping Fenabrave 12.06.2018  

Clipping Fenabrave 12.06.2018

Advertisement