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Clipping 5 dicas para transformar a experiência do test drive na Era Digital 7719303 - AUTOFORCE - 12/06/2018

Tempo de leitura: 7 minutos Embora a jornada de compra de carros se torne, a cada dia, mais digital, estudos recentes comprovam que, em 80% dos casos, os negócios ainda são fechados off-line. Mas isso não quer dizer que você pode jogar no lixo toda a estratégia on-line do seu negócio. Agora, seu desafio é garantir que, ao chegar o momento de decisão de compra, o lead escolha a sua concessionária para fazer o test drive e levar o veículo. Você pode me perguntar: mas será que o test drive ainda é importante na decisão de compra, já que o novo consumidor quer vir à loja o mínimo de vezes possível? Bom, embora já saibamos que a importância do test drive vai variar de acordo com o tipo de consumidor de carros que chega ao showroom, fato é que todos eles buscam a experiência prévia com o veículo antes de tomar uma decisão. (Caso você ainda não saiba quais são os tipos de compradores de carros, recomendo que baixe este material aqui). A diferença do test drive na Era Digital e o do passado é que, agora, nem sempre essa avaliação prévia do veículo será física. É preciso lembrar que test drive significa experiência. E, para alguns tipos de consumidores de carros, como o consumidor estiloso, isso começa com a pesquisa de vídeos e fotos na internet. Quando damos uma olhada nas fontes de pesquisa utilizadas pelos consumidores na jornada de compra de veículos, vemos que todos eles procuram essa experiência prévia, a forma é que mudou. Os dados mostram que fontes on-line e off-line estão presentes na jornada de compra em quantidades iguais. A diferença é que as ferramentas on-line aparecem, proporcionalmente, como mais utilizadas. Já o test drive feito na concessionária decaiu para a penúltima posição, à frente apenas dos sites de comparativos. Isso quer dizer que o test drive no showroom morreu? De forma alguma. Como eu disse, o fator experiência que o test drive transmite ainda existe. A diferença é que esse teste começa, agora, antes da visita ao showroom. Isso quer dizer que sua concessionária precisa estar preparada para receber um consumidor mais exigente, mais informado e quem nem sempre vai se convencer ao dar uma voltinha de carro. As concessionárias que realmente conquistam o lead da internet são aquelas que conseguem aproveitar essa experiência iniciada na internet. É possível criar uma “experiência sem esforço” para o seu comprador. Para isso, você precisa criar melhorias em todas as etapas de contato com ele. E, a partir disso, integrar o uso de algumas ferramentas digitais com alguns procedimentos internos da sua concessionária. Quer saber como? Confira agora nossas 5 dicas para transformar a experiência do test drive na Era Digital. 1. Vídeos como test drive, antes do test drive Vídeos on-line são utilizados por muitos consumidores na pesquisa, com foco principalmente em comparações e resenhas de veículos. Porém, quase sempre esses vídeos se originam do Youtube ou dos sites das montadoras. O que sua concessionária pode fazer? Utilize vídeos como parte da estratégia de conteúdo do seu showroom virtual. Você pode inseri-los na área de banner rotativo, nas páginas internas ou nas landing pages de oferta. Lembre-se, porém, de fazer isso com cuidado. Nada de vídeos em pop-up, atrapalhando a navegação do usuário. Nem vídeos com autoplayer, sem que o usuário tenha controle sobre a reprodução.


Você também pode utilizar vídeos como parte da estratégia de mídias sociais. Vídeos não somente tendem a ser mais compartilhados, como prendem a atenção por mais tempo que um post comum. Você pode fazer comparativos entre os veículos, divulgando pelo Instagram Stories, ou investir em uma produção mais elaborada, para divulgar no canal da concessionária no Youtube. O importante é produzir conteúdo de qualidade, que atraia a curiosidade do usuário. 2. Contacte o lead no momento da conversão Como já falamos por aqui, entrar em contato com o lead imediatamente é uma forma de conquistar a atenção. Isso transmite o cuidado da marca com o prospect, surpreende e mostra eficiência. O lead que acabou de converter em uma landing page ou formulário de contato está interessado na oferta. É nesse momento que o encantador de leads entra em cena para oferecer a visita com test drive. Atenção, não é preciso forçar essa visita! O encantador é responsável por ouvir e oferecer a melhor alternativa ao lead. Se ele não está pronto para tomar uma decisão ou está lotado de compromissos e não pode ir à loja, não adianta insistir. Ofereça outras alternativas, como uma conversa por telefone com o consultor de vendas. Ou mesmo um vale desconto caso ele compareça ao showroom. A maior parte dos leads ainda optará por ir até a concessionária em um momento ou outro, o importante é que ele escolha a sua loja quando o momento certo chegar. 3. Designe um consultor para acompanhar o lead Caso o lead tenha topado ir até a concessionária, é hora de deixar tudo organizado para transformar sua experiência com o test drive. Para isso, temos algumas sugestões. Quando o encantador de leads fechar o horário da visita, um vendedor de showroom deve ser deslocado para atendê-lo pelo tempo necessário. Utilize whatsapp e e-mail para enviar emails um lembrete da visita para o lead. Caso o lead use gmail, utilize o Google Calendar. Se você for um vendedor de showroom, prepare-se: utilize o gerenciador de leads para estudar o histórico do lead, suas preferências e com quais veículos interagiu. Seja educado, transparente e atento. Não atenda mais de um lead ao mesmo tempo. Ofereça um veículo limpo e pronto para a saída. Questione se ele deseja retornar e fazer teste com outro modelo. 4. Contacte o lead após o test drive O trabalho não acaba após o test drive, mesmo que o lead não feche negócio. O time do Contact Center deverá realizar a pesquisa de satisfação, que direcionará esse lead para novas tratativas. Caso o lead não tenha fechado negócio, os analistas de pós-vendas podem questioná-lo sobre a qualidade de atendimento no showroom, analisar se ele ainda está na fase de pesquisa ou se fechou com o concorrente. Essa é uma forma de definir as novas tratativas de resgate de leads e ainda de melhorar os processos dentro da concessionária. 5. Resgate os leads O filtro de pós-vendas é necessário para redirecionar para o marketing os leads que não fecharam negócio. Leads que fizeram o test drive podem ser segmentados e impactados por uma campanha de Google Adwords, recebendo informações de veículos que ele testou ou modelos similares. Também podem receber convites da concessionária, via e-mail marketing, com desconto ou exclusivas condições de pagamento em uma nova rodada de negociação. Conclusão O test drive mudou completamente na Era Digital. Não é o único fator a ser considerado pelo consumidor na hora da tomada de decisão. A experiência com o veículo começa muito antes do consumidor pisar na concessionária. Isso exige que as concessionárias definam novas estratégias para trazer o lead até a loja, o que ainda é um passo muito importante no momento do fechamento dos negócios. Citamos cinco estratégias neste artigo, mas elas não são as únicas. Como você tem estimulado seus prospects a fazerem o test drive? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários.


Quer aprender mais sobre os tipos de consumidores de carros que citamos neste texto? Clique abaixo e faça download do eBook Novos Consumidores de Carros do Brasil. *Fonte: Pesquisa Netpop/Google “O processo de compra de carros novos”, apresentada na Fenabrave 2017. O post 5 dicas para transformar a experiência do test drive na Era Digital apareceu primeiro em Blog da AutoForce. https://blog.autoforce.com.br/test-drive-digital-concessionarias/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Nadjara Martins Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Volvo FL Electric - Futuro nada distante 7719315 - MOTOR DREAM - 13/06/2018

Ônibus e Caminhões Volvo FL Electric - Futuro nada distante 13/06/2018 04:33 - Fotos: Divulgação Envie por email Indique Envie este conteúdo para o e-mail de um amigo! Campos em destaque são obrigatórios ou contém valores inválidos. * Nome do destinatário: * E-mail do destinatário: * Seu nome: * Seu e-mail: Volvo se prepara para vender, já em 2019, o FL Electric, caminhão movido exclusivamente a baterias POR MÁRCIO MAIO AUTO PRESS Todas as fabricantes que atuam no mercado de caminhões já se preparam para um futuro mais sustentável. E embora a maior aposta, pelo menos a curto e médio prazo, seja em conjuntos híbridos no trem de força, algumas marcas investem em modelos com zero emissões para uma era mais “verde”. Para a Volvo, esse tempo chegará rápido. No ano que vem, mais precisamente, quando a sueca começará a vender o seu primeiro caminhão 100% elétrico. Trata-se de uma variante do semipesado FL, mas alimentado apenas por baterias. E que a Volvo cogita, inclusive, comercializar por aqui também em 2019. O modelo foi planejado, principalmente, para a distribuição de mercadorias em distâncias curtas ou a utilização em serviços como a coleta de resíduos. Isso porque a autonomia com uma única recarga completa nas baterias chega a 300 quilômetros. Na verdade, o FL Electric atenderá demandas de carga de até 16 toneladas de peso bruto total combinado. Para tanto, ele armazena energia em conjunto de duas a seis baterias de íons de lítio. Para serem completamente recarregadas, é preciso esperar cerca de 10 horas em ciclo normal ou, no caso de uma carga rápida, entre uma e duas horas. O FL Electric se move com um motor elétrico capaz de entregar 176 cv de potência. O torque máximo é de 43,3 kgfm e constante. E o trem de força recebe uma transmissão de apenas duas velocidades. A ideia do modelo, no entanto, não partiu da Volvo. Ocorreu um pedido especial de um cliente, que fez com que a marca aproveitasse sua vasta experiência em veículos elétricos da Volvo Buses. Afinal, foram mais de 4 mil ônibus com zero emissões comercializados nos últimos oito anos. Para estimular as vendas do modelo, a Volvo aposta na legislação cada vez mais rígida em relação às questões ambientais. E várias cidades da Europa estão restringindo a utilização de veículos que poluem mais. Além disso, há um outro ponto muito importante que favorece a utilização de caminhões elétricos em serviços públicos e até entregas de mercadorias: a ausência de barulho. Como o motor movido apenas com baterias é extremamente silencioso, possibilita o trabalho de transportadoras em horários noturnos – e consequentemente sem engarrafamentos – e também, por exemplo, a coleta de lixo ou outros serviços essenciais em qualquer faixa de horário. O FL Electric foi apresentado oficialmente em abril deste ano. E mesmo antes de ser lançado, já será visto por algumas pessoas na Europa. Isso porque a Volvo disponibilizará duas unidades dele para atuação em Gotemburgo, na própria Suécia. E a marca quer mesmo mostrar a versatilidade do modelo. Tanto que um dos exemplares servirá para uma empresa de coleta de lixo e reciclagem testá-lo. Já o outro ficará com uma transportadora. Desta forma, a Volvo poderá ter resultados interessantes para apresentar a futuros compradores nas duas principais áreas de atuação planejadas para o FL Electric. Envie por email 1234 Pequeno grande Virtus na RAP 210


E ainda: Citroën C4 Cactus, Nissan Micra/March, Suzuki Swift Sport, Chevrolet Silverado Centennial e Honda CB1000 R Neo Sports Cafe O ronco do Mustang na RAP 204 E ainda: o novo Honda CR-V, o BMW X3 de 3ª geração, o Smart Fortwo elétrico, o Renault Master Zero Emission e a Ducati Panigale V4 Speciale O City mais moderno na RAP 209 Veja também: Toyota Yaris, o Volkswagen e-Golf, elétrico e de cara nova, o Nissan Leaf de nova geração, a gigante Ford F-250 e a "popular" BMW G310 R O eficiente Volvo XC60 na RAP 211 E mais: o Aston Martin DB11, o Nissan Murano, o novo Kia Forte, (Cerato no Brasil), a KTM 390 Duke renovada e a luxuosa Chevrolet S10 High Country TRÂNSITO LIVRE 13/06/2018 04:33 - Volvo FL Electric - Futuro nada distante 12/06/2018 18:07 - Teste: Subaru XV - Na carona do sucesso 12/06/2018 04:15 - Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo Carinha de mau 11/06/2018 19:03 - BMW inova com novo conceito de motocicleta 11/06/2018 18:42 - Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio 11/06/2018 16:05 - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores aponta aumento na produção 11/06/2018 14:11 - Lego lança réplica do Bugatti Chiron com 3.599 peças 11/06/2018 11:54 - Airbag da Takata pode ter feito 23ª vítima fatal 11/06/2018 09:49 Cresce número de alcoolizados ao dirigir no Brasil 11/06/2018 07:31 - Ferrari de Lewis Hamilton é rebocada 11/06/2018 03:12 - Último Dodge Challenger SRT Demon é leiloado 10/06/2018 22:27 - Jeep apresenta primeira reestilização do Renegade 09/06/2018 16:08 Longa espera causa desistência de reservas do Tesla Model 3 09/06/2018 14:35 - Chrysler pode finalizar suas operações 09/06/2018 11:04 - Volkswagen prepara novidades para oitava geração do Golf 09/06/2018 08:17 - Land Rover quer lançar off-road autônomo 09/06/2018 04:15 - Toyota quer ampliar a oferta de versões do Corolla hatch 08/06/2018 20:06 Chevrolet Prisma chega à linha 2019 08/06/2018 18:13 - Audi mostra novo SUV Q8 por inteiro 06/06/2018 18:21 - Irizar - Carga moderna 05/06/2018 20:03 - Teste: Ford Ka FreeStyle - Crossover tecno 05/06/2018 08:24 - Teste: Suzuki Boulevard C50 - Estilo clássico 04/06/2018 19:58 - Teste:Porsche 718 GTS - Cavalaria feroz 04/06/2018 12:31 Teste: Lincoln Continental - Clássico no requinte 03/06/2018 19:58 - Google vai lançar Android Automotive 03/06/2018 14:06 - Falta de matéria prima pode afetar produção de veículos elétricos até 2020 03/06/2018 11:23 - Mercedes-Benz GLC passará por recall 03/06/2018 08:31 - Projeto de lei quer limitar a circulação de motos nos “corredores” 03/06/2018 03:48 - Chrysler Dodge Viper volta a ser produzido 02/06/2018 19:51 Volkswagen lança Bora na China Comentários Não há comentários para este artigo. Para postar comentários é necessário ser cadastrado no nosso site. Deseja se cadastrar gratuitamente? Já sou cadastrado! Login: Senha: Esqueci minha senha Não sou cadastrado Quero me Cadastrar gratuitamente http://motordream.bol.uol.com.br/noticias/ver/2018/06/13/volvo-fl-electric-futuro-nada-distante Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping O Valor do Seguro dos Carros Mais Vendidos do Brasil em Maio 7719316 - CQCS - 13/06/2018

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou os carros mais vendidos no Brasil mensalmente. Com base nela, a Minuto Seguros faz um estudo para saber o valor do seguro dos destes veículos. Os mais vendidos no mês de abril foram o Onix, da Chevrolet que apresentou uma leve queda nas vendas se comparado a abril de 2018: foram 15.015 unidades comercializadas contra 16.617 do mês anterior, uma queda de 9,6%. O HB20, que parece ter dominado de vez a segunda colocação foram 8.513 unidades vendidas em maio de 2018. A venda do KA também apresentou uma queda comparado a abril: saiu de 8.764 para 7.639 unidades, representando um declínio de 12% nas vendas. E reforçando com os números de maio, o HB20 se isola na vice-liderança da lista dos carros mais vendidos do Brasil em 2018 com 42.136 carros vendidos, mas longe ainda do líder de vendas no ano, o Chevrolet Onix, com 73.045, uma diferença de 57%. Dos recentes lançamentos, apenas o Novo Polo e o Argo apareceram na lista, diferentemente do mês passado quando o Kwid também estava entre os 10 primeiros O Novo Polo, mantendo uma constância, ficou na quinta colocação com 5.628 unidades vendidas e o Argo na nona posição, com 4.682. Kwid, Virtus e Virtus ficaram entre a 11ª e 13ª posição, respetivamente. Compass, na sexta posição com 5.559 carros vendidos e o Renegade, na décima, com 4.378, voltaram a aparecer após o mês de ausência. As vendas da Compass, por exemplo, aumentaram em 20% em relação ao mês anterior, já a do Renegade, curiosamente, caíram cerca de 2%. Esse dado pode ser explicado pela queda na venda de carros, pelo menos no que se refere aos 10 mais vendidos. Em abril, por exemplo, os 10 carros mais vendidos representaram quase 76 mil unidades, já em maio o número foi um pouco mais de 67 mil, uma diferença aproximada de 11%. Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Maranhão e Tocantins. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o HB20 é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em Fortaleza com R$ 2.259 e o menor em São Luís por R$ 1.778, uma distância de R$ 481. No contraponto de diferença de valores, o Novo Polo possui a maior diferença entre estados: R$ 1.147. A mais alta também em Fortaleza, R$ 3.049, a menor em São Luís, com R$ 1.902. São Luís é a cidade com seguro mais barato para 60% dos carros analisados, seguido por Palmas, com o restante dos veículos. Por outro lado, o Fortaleza é o local que apresenta os preços mais caros para 80% dos veículos, somente o Argo e Gol não estão entre os mais altos. https://www.cqcs.com.br/noticia/o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendidos-do-brasil-emmaio-2/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Kleber Alves Ferreira Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas no varejo cresceram em abril, dizem analistas 7719318 - FORÇA SINDICAL - São Paulo - SP - 13/06/2018

Fortes vendas de automóveis devem garantir um bom resultado para o varejo no conceito ampliado - que inclui veículos e material de construção -, enquanto queda em supermercados pesa sobre os números do varejo restrito. A média das estimativas de 24 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data aponta para uma alta de 0,4% do varejo restrito na passagem de março a abril, feito o ajuste sazonal, após avanço de 0,3% no mês anterior. As estimativas vão de queda de 0,7% a alta de 1,3%. Na comparação anual, a média das expectativas indica queda de 0,4% para o varejo restrito. Para o varejo ampliado, a média de 18 estimativas é de avanço de 1% na margem ou 7,1% em relação a abril de 2017. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). A consultoria Pezco calcula que o varejo restrito registrou uma queda de 0,6% em abril, na comparação mensal ajustada. "A queda na nossa leitura é reflexo do comportamento das vendas de supermercados", afirma o economista Helcio Takeda. A Abras, entidade que representa o setor, divulgou um recuo de 5,8% nas vendas em abril, em relação a igual mês de 2017. Pela dessazonalização da Pezco, isso representaria uma queda de 1,1% na comparação mensal ajustada. Segundo Takeda, a baixa dos supermercados na comparação anual foi afetada pela Páscoa, que caiu mais cedo este ano, levando as vendas a se concentrarem em março. Uma parte desse efeito pode não ter sido retirada pela dessazonalização, resultando na queda na margem. A retração em supermercados deve superar o bom desempenho de outros segmentos, como móveis e eletrodomésticos, para o qual a Pezco estima uma alta de 2,3% na margem, como efeito da Copa. Para o varejo ampliado, a consultoria calcula avanço de 1,5% na comparação mensal ajustada. A Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos, divulgou crescimento de 38,5% nas vendas em abril, na comparação anual. Segundo Takeda, isso se traduziria num avanço de 2,5% na base mensal ajustada. Além disso, a Pezco calcula alta de 0,5% para as vendas de material de construção. Para o Itaú, os indicadores de abril deverão ser positivamente afetados por um número maior de dias úteis no mês - foram 21 em 2018, contra 18 no ano anterior. O banco calcula uma alta de 0,9% para o varejo restrito e de 1,7% para o ampliado, sempre na comparação mensal ajustada. O Haitong espera alta de 2,1% para as vendas do varejo ampliado em abril, sob efeito de uma performance robusta do setor de veículos, o que, na visão do banco, é uma prova dos efeitos positivos do afrouxamento monetário sobre a economia. No entanto, o banco chinês projeta estabilidade para as vendas do varejo restrito, na comparação mensal ajustada. "Assim, apesar de anteciparmos um bom resultado para o varejo em abril, não esperamos que seja um fenômeno generalizado, mas sim limitado - o que reduz a velocidade com que o país pode crescer", escrevem os economistas Jankiel Santos e Flávio Serrano. A média das estimativas de 24 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data aponta para uma alta de 0,4% do varejo restrito na passagem de março a abril, feito o ajuste sazonal, após avanço de 0,3% no mês anterior. As estimativas vão de queda de 0,7% a alta de 1,3%. Na comparação anual, a média das expectativas indica queda de 0,4% para o varejo restrito. Para o varejo ampliado, a média de 18 estimativas é de avanço de 1% na margem ou 7,1% em relação a abril de 2017. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). A consultoria Pezco calcula que o varejo restrito registrou uma queda de 0,6% em abril, na comparação mensal ajustada. "A queda na nossa leitura é reflexo do comportamento das vendas de supermercados", afirma o economista Helcio Takeda. A Abras, entidade que representa o setor, divulgou um recuo de 5,8% nas vendas em abril, em relação a igual mês de 2017. Pela dessazonalização da Pezco, isso representaria uma queda de 1,1% na comparação mensal ajustada. Segundo Takeda, a baixa dos supermercados na comparação anual foi afetada pela Páscoa, que caiu mais cedo este ano, levando as vendas a se concentrarem em março. Uma parte


desse efeito pode não ter sido retirada pela dessazonalização, resultando na queda na margem. A retração em supermercados deve superar o bom desempenho de outros segmentos, como móveis e eletrodomésticos, para o qual a Pezco estima uma alta de 2,3% na margem, como efeito da Copa. Para o varejo ampliado, a consultoria calcula avanço de 1,5% na comparação mensal ajustada. A Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos, divulgou crescimento de 38,5% nas vendas em abril, na comparação anual. Segundo Takeda, isso se traduziria num avanço de 2,5% na base mensal ajustada. Além disso, a Pezco calcula alta de 0,5% para as vendas de material de construção. Para o Itaú, os indicadores de abril deverão ser positivamente afetados por um número maior de dias úteis no mês - foram 21 em 2018, contra 18 no ano anterior. O banco calcula uma alta de 0,9% para o varejo restrito e de 1,7% para o ampliado, sempre na comparação mensal ajustada. O Haitong espera alta de 2,1% para as vendas do varejo ampliado em abril, sob efeito de uma performance robusta do setor de veículos, o que, na visão do banco, é uma prova dos efeitos positivos do afrouxamento monetário sobre a economia. No entanto, o banco chinês projeta estabilidade para as vendas do varejo restrito, na comparação mensal ajustada. "Assim, apesar de anteciparmos um bom resultado para o varejo em abril, não esperamos que seja um fenômeno generalizado, mas sim limitado - o que reduz a velocidade com que o país pode crescer", escrevem os economistas Jankiel Santos e Flávio Serrano. http://fsindical.org.br/imprensa/vendas-no-varejo-cresceram-em-abril-dizem-analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping GO estima retração de 4% na indústria 7719320 - FORÇA SINDICAL - São Paulo - SP - 13/06/2018

Em projeção preliminar, a GO Associados estima uma queda de 4% para a produção industrial em maio, em relação a abril e feito o ajuste sazonal, em função da paralisação dos caminhoneiros. Crédito: Arquivo "Espera-se que tal queda seja parcialmente compensada no mês de junho, mas ainda assim o efeito líquido certamente será negativo", escreve o economista Luiz Fernando Castelli, em relatório. Ele observa que os primeiros indicadores antecedentes da atividade em maio têm mostrado números bastante negativos, enquanto a inflação ao consumidor mostrou aceleração, em função da paralisação dos caminhoneiros no país, que prejudicou a produção e o abastecimento de produtos. Em relação aos dados de atividade, a Anfavea, entidade que representa as montadoras, mostrou que a produção total recuou 26% ante o mês de abril, na série com ajuste sazonal da GO. Ainda no setor automotivo, os emplacamentos - uma proxy das vendas internas recuaram 12,2% em maio ante abril, segundo a Fenabrave, associação das distribuidoras de veículos. As exportações por dia útil nas duas últimas semanas do mês caíram 37,4% em relação as três primeiras semanas, quando não houve a greve, enquanto as importações recuaram 28,7%. A Serasa Experian, que acompanha as consultas dos lojistas, apontou que o varejo, segundo seu indicador, recuou 2,3% em maio, puxado pelo baixa nas vendas de veículos (10,3%) e combustíveis (-6,5%). O fluxo de veículos pesados recuou 27,7%, enquanto os leves caíram 11,4% no mês de maio. E a confiança, tanto dos empresários, como dos consumidores mostraram queda, de 0,6% e 2,8%, respectivamente. Crédito: Arquivo "Espera-se que tal queda seja parcialmente compensada no mês de junho, mas ainda assim o efeito líquido certamente será negativo", escreve o economista Luiz Fernando Castelli, em relatório. Ele observa que os primeiros indicadores antecedentes da atividade em maio têm mostrado números bastante negativos, enquanto a inflação ao consumidor mostrou aceleração, em função da paralisação dos caminhoneiros no país, que prejudicou a produção e o abastecimento de produtos. Em relação aos dados de atividade, a Anfavea, entidade que representa as montadoras, mostrou que a produção total recuou 26% ante o mês de abril, na série com ajuste sazonal da GO. Ainda no setor automotivo, os emplacamentos - uma proxy das vendas internas recuaram 12,2% em maio ante abril, segundo a Fenabrave, associação das distribuidoras de veículos. As exportações por dia útil nas duas últimas semanas do mês caíram 37,4% em relação as três primeiras semanas, quando não houve a greve, enquanto as importações recuaram 28,7%. A Serasa Experian, que acompanha as consultas dos lojistas, apontou que o varejo, segundo seu indicador, recuou 2,3% em maio, puxado pelo baixa nas vendas de veículos (10,3%) e combustíveis (-6,5%). O fluxo de veículos pesados recuou 27,7%, enquanto os leves caíram 11,4% no mês de maio. E a confiança, tanto dos empresários, como dos consumidores mostraram queda, de 0,6% e 2,8%, respectivamente. http://fsindical.org.br/imprensa/go-estima-retracao-de-4-na-industria Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018

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Clipping Governo apresenta projeto que reduz ICMS de veículos da linha amarela em Mato Grosso 7719321 - CENÁRIO MT - Cuiabá - MT - 13/06/2018

O governador Pedro Taques assinou nesta terça-feira (12.06) um Projeto de Lei (PL) que reduz a base de calculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações internas com máquinas e equipamentos da linha amarela, veículos pesados utilizados na construção civil e agricultura. Mato Grosso conta com 15 empresas da linha amarela, que geram cerca de 900 empregos diretos. Com o PL haverá redução da carga tributária para 7% do valor da operação, equiparando à alíquota aplicada em Goiás, principal concorrente de Mato Grosso neste segmento. De acordo com a diretor regional da Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores em Mato Grosso (Fenabrave-MT), a medida torna o produto matogrossense muito mais competitivo. “Atualmente, somente 30% do que se comercializa em equipamentos da linha amarela dentro do Estado é de empresas daqui, ou seja, 70% vem de fora. A regulação da carga tributária é uma grande oportunidade para o segmento e para o estado como um todo. As empresas de Mato Grosso vão ganhar em competitividade e com isso o Estado ganha em arrecadação e em geração de empregos”, completou o empresário. Leia: Namorados vão gastar 11% a mais no presente deste ano, informa pesquisa O diretor do setor de linha amarela da Fenabrave, José Eduardo Tomaz, destacou a movimentação de toda a economia local relacionada ao fomento do setor. “Somos o setor que move a infraestrutura. As construtoras, por exemplo, vão ter mais condições de adquirir equipamentos aqui dentro de Mato Grosso. Operando aqui, as máquinas também são reparadas, o que gera uma rede de serviços especializados e empregos indiretos relacionados ao setor”, explicou. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Leopoldo Mendonça, a iniciativa preserva o mercado interno e dá melhores condições para o exercício da atividade econômica do setor. “Há 20 anos o setor cobra um tributo justo para ter mais competitividade e comercializar suas máquinas. Nosso mercado tem sido invadido por produtos de outros estados e com essa redução agora teremos nossos produtos circulando e gerando riquezas”, afirmou o gestor. Além dos setores produtivos, o secretário lembrou que o setor também é responsável pelo maquinário dedicado à pavimentação asfáltica e manutenção de vias urbanas e rodovias, o que irá contribuir indiretamente com redução dos gastos públicos com essas rubricas. “Destaco a preocupação dessa gestão em fazer uma política fiscal justa e responsável. Estamos dialogando com diversos setores da economia, discutindo tributação e alinhando entendimentos. Estamos muito felizes com o resultado desse processo”, finalizou Leopoldo. O Projeto de Lei será encaminhado para a Assembleia Legislativa para apreciação dos deputados. Leia: Unemat divulga concorrência, gabarito preliminar e caderno de provas https://www.cenariomt.com.br/2018/06/13/governo-apresenta-projeto-que-reduz-icms-deveiculos-da-linha-amarela/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Governo reduz alíquota para maquinários e equipamento da linha amarela 7719314 - GOVERNO DE MATO GROSSO - Cuiabá - MT - 13/06/2018

Voltar Governo reduz alíquota para maquinários e equipamento da linha amarela Baixar Arquivo para Download Com a medida adotada pelo Governo de Mato Grosso, a diretoria da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, Regional de Mato Grosso, vê o projeto como um grande incentivo para fomentar o setor, que gera, por meio de 15 empresas instaladas no Estado, mais de 900 empregos diretos. Compartilhe esta notícia Busca Busca Tudo Este site Editorias Agronegócio e Agricultura Familiar Ação Social Cidades Ciência e Tecnologia Comunicação Concurso Público Cultura Detran Economia e Finanças Educação Esporte e Lazer Geral Indústria e Comércio Infraestrutura e Logística Justiça e Direitos Humanos Meio ambiente Planejamento e Gestão Política e Governo Procon Relações internacionais Saúde Segurança Pública Trabalho e Emprego Turismo http://www.mt.gov.br/-/9911869-governo-reduz-aliquota-para-maquinarios-e-equipamento-dalinha-amarela


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Clipping Palio, Celta, Classic e Corsa estão no top 10 de carros usados; Gol é líder 7719330 - UOL - São Paulo - SP - 13/06/2018

Ranking de transferências de maio indica que "veteranos" ainda têm vez; Corolla surge em 9º Quatro modelos que já saíram de linha figuram entre os dez carros usados mais vendidos em maio. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Fiat Palio e os Chevrolet Celta, Corsa e Classic figuram entre os mais vendidos. Descontinuado oficialmente em fevereiro de 2018, poucos meses após a chegada do Argo, o Fiat Palio é o terceiro modelo em número de transferências do ranking, somando 49.372 unidades no mês passado. Para se ter uma ideia, este volume corresponde a mais do triplo de emplacamentos do Chevrolet Onix em maio -- o modelo zero-quilômetro mais vendido no período (15.015). + Fique atento: "ficha suja" desvaloriza carro na venda + Quer negociar hatches, sedãs e SUVs? Use a Tabela Fipe + Inscreva-se no canal de UOL Carros no Youtube + Instagram de UOL Carros + Siga UOL Carros no Twitter Nada surpreendente para um carro que foi vendido no país por 22 anos e conseguiu a façanha de ser o campeão de emplacamentos em 2014, derrubando o reinado de 27 anos consecutivos do Volkswagen Gol -- que, por sinal, foi o usado mais transferido em maio, somando impressionantes 79.014 unidades no período. O Chevrolet Celta surge na quarta posição. Apesar de ter sido descontinuado em setembro de 2015 (após 15 anos de produção ininterrupta na planta de Gravataí, no Rio Grande do Sul), o hatch acumulou 29.147 transferências em maio -- ou 94% das vendas do Onix no mesmo período. O terceiro aposentado mais vendido em maio é o Chevrolet Corsa, que saiu de cena em julho de 2012 após 18 anos de mercado. O modelo chegou a conviver por alguns anos com o mal sucedido Agile, que se aposentou em 2016. No mês passado, o Corsa, lançado originalmente em 1994, figura na sexta posição na lista dos usados mais vendidos. Por fim, o Chevrolet Classic aparece em 10º lugar com 18.178 transferências em maio. O sedã, aliás, é o mais veterano da turma: ele só foi descontinuado em agosto de 2016, depois de 21 anos de vendas. https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2018/06/13/palio-celta-classic-e-corsa-estao-notop-10-de-carros-usados-gol-e-lider.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio 7719331 - SEGS - Santos - SP - 12/06/2018

Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de maio, em cinco capitais do país São Paulo – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em maio e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu. https://www.segs.com.br/seguros/120291-seguro-auto-apresenta-reducao-no-preco-medioem-maio/amp Ficha Técnica


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Clipping Captur 1.6 CVT é estiloso e tem bom nível de conforto; veja impressões 7719332 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 12/06/2018

SÃO PAULO – Com um design moderno e bonito, o Renault Capur vem tentando brigar em um mercado muito competitivo, o de SUVs compactos. Enfrentando concorrentes como o Honda HRV, Ford Ecosport, Nissan Kicks e o Hyundai Creta, o Captur tem a missão de colocar a Renault na disputa deste cobiçado segmento – o que não vem sendo fácil. Segundo dados da Fenabrave, até o final de maio foram emplacados 7.330 unidades do modelo, quase 10 mil a menos que o Creta e 12 mil a menos que o HRV. O Captur agrada principalmente pelo visual externo, que chama atenção por onde passa – principalmente quando a cor escolhida é mais chamativa, como laranja com teto preto – uma bela combinação, por sinal. O InfoMoney testou a versão 1.6 CVT Intense (que era desta cor), e conta suas impressões a seguir. Por fora o Captur tem linhas arredondadas e uma boa altura do solo. Os vincos no capô e nas laterais contribuem para a sua robustez. Na versão testada, o teto e os retrovisores pretos seguem a tendência dos veículos bitons e caem como uma luva no Captur, que tem um estilo mais jovial e moderno. A Renault oferece 13 combinações de cores, incluindo 9 combinações em biton. O teto pode ser preto ou marfim e a carroceria pode ser preta, branca, marrom, laranja, marfim, vermelha, prata ou cinza. Por dentro o Captur CVT tem oferece bastante espaço graças ao seus 4,329 metros de comprimento e 2,673 metros de entre-eixos. O porta malas comporta 437 litros, bom tamanho para a categoria. O isolamento acústico é bom e a suspensão bem calibrada para as ruas brasileiras – ricas em buracos e desníveis. O banco em parcialmente revestido em couro é opcional e tem um desenho bonito. O painel de instrumentos é completo, assim como a central multimídia de 7 polegadas, que é intuitiva e conta com as principais funções de conectividade, além da câmera de ré. Entre os principais itens de série o modelo testado conta com ar condicionado automático, sensor de chuva e de luminosidade, todos os vidros elétricos com função One Touch, volante revestido em couro e retrovisores com rebatimento eletrônico. Há um excesso de plástico no acabamento interno e o modelo poderia vir com um descansa braço com baú – assim como o Creta e o HRV. Ainda assim, o Captur tem bom nível de conforto e ótima dirigibilidade. Segurança Entre os principais itens de segurança o Captur CVT vem com freios ABS, 4 airbags (2 frontais e 2 laterais), cinto de segurança central traseiro de 3 pontos, sistema de fixação para cadeirinhas Isofix, assistente de frenagem de urgência, controle eletrônico de estabilidade e de tração e assistente de partida em rampas. Consumo e desempenho O motor 1.6 tem boas respostas e desempenho nas retomadas e acelerações – nada super empolgante, mas também não deixa ninguém na mão. Já o câmbio CVT tem trocas precisas e silenciosas, característicos deste tipo de câmbio com simulação de trocas de marcha. De acordo com dados do Inmetro, o Captur 1.6 CVT faz 7,3 km/l na cidade e 8,1 km/litro na estrada quando abastecido com etanol. Com gasolina, ele faz 10,7 km/l e 11,7 km/l na cidade e na estrada, respectivamente. A versão testada sai por R$ 89.950. Em uma avaliação geral, levando em conta o conjunto, design e opcionais, pode ser uma boa compra para quem busca um carro mais estiloso e com bom nível de conforto. Veja fotos: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/amp/noticia/7471169 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Diego Lazzaris Borges Estado: SP

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Clipping Teste: Subaru XV - Na carona do sucesso 7719333 - MOTOR DREAM - 12/06/2018

Testes Teste: Subaru XV - Na carona do sucesso 12/06/2018 18:07 - Fotos: Divulgação Envie por email Indique Envie este conteúdo para o e-mail de um amigo! Campos em destaque são obrigatórios ou contém valores inválidos. * Nome do destinatário: * E-mail do destinatário: * Seu nome: * Seu e-mail: Subaru traz para o Brasil a nova geração do hatch aventureiro XV POR MÁRCIO MAIO AUTO PRESS É cada vez maior o interesse das marcas automotivas estrangeiras na região da América Latina. Principalmente no Brasil, onde o mercado automotivo enfrentou uma vasta crise que, segundo os indicadores econômicos, está ficando mais branda. Esta retomada nas vendas parece ter animado a Subaru, controlada no país pelo Grupo Caoa, a trazer de volta o crossover XV, uma versão hatch aventureira do médio Impreza. O novo XV, que corresponde à quinta geração do Impreza, foi apresentado há um ano no Salão de Genebra, na Suíça, e agora finalmente chegas às lojas brasileiras. As mudanças no modelo afetaram o design e, principalmente, o conforto e as tecnologias do crossover. O XV foi desenvolvido a partir da nova Plataforma Global Subaru e ficou mais encorpado em relação ao modelo antecessor. Aumentou a distância entre-eixos e a largura em 3 e em 2 centímetros, respectivamente, para ampliar o espaço interno. Agora, o comprimento é de 4,46 metros, a largura chega a 1,80 m, a altura é de 1,61 m e o entre-eixo mede 2,66 m. Para o Brasil, há duas versões disponíveis: a de entrada L, que parte de R$ 114.990, e a topo de linha S, a R$ 123 mil. Em ambos os casos, o XV se move com uma evolução do motor boxer 2.0 litros 16 válvulas, que está 12 kg mais leve que antes e ostenta, de acordo com a Caoa, um avançado sistema de injeção direta de combustível. A Subaru garante que mais de 80% das peças do propulsor são novas. Ele gera agora potência máxima de 156 cv a 6 mil rpm, 16 cv a mais que o antigo. O torque ficou em 20 kgfm a 4 mil giros. O câmbio é automático do tipo CVT com sete velocidades simuladas e o sistema de tração é integral. De série, o modelo traz já na configuração mais barata airbags frontais, de joelhos, lateral do tipo cortina e laterais nos bancos dianteiros, totalizando sete bolsas de ar. O ar-condicionado é de duas zonas e o sistema de entretenimento tem tela touch de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay. Freio de estacionamento elétrico, sistema de distribuição eletrônica de frenagem e controles de descida, de estabilidade e de tração também estão no pacote, assim como câmara de ré e assistente de partida em rampas. Sensor crepuscular e de chuva, faróis responsivos, controle de velocidade de cruzeiro, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade e sistema Isofix para fixação de cadeiras infantis completam a lista, junto com faróis e lanternas em leds e rodas de alumínio de 18 polegadas. Na variante S, entram ainda teto solar elétrico, bancos de couro, banco do motorista com ajustes elétricos de altura, profundidade e do encosto, detector de pontos cegos e luz alta automática. Primeiras impressões Para toda obra Bolonha/Itália – Basta embarcar no Subaru XV para perceber o quanto o modelo inspira segurança. Principalmente por toda a tecnologia dedicada a esse aspecto. A nova geração foi um notável passo à frente que aprofundou as características de crossover do modelo, ou seja, evidenciou suas virtudes para a utilização urbana, mas também manteve a aposta em um público interessado por modelos para aventuras fora da estrada. Deu certo, tanto que o XV se saiu muito bem entre subidas e descidas na lama nas primeiras colinas de Bolonha e perto de Predappio.


Na verdade, foi possível avaliar a desenvoltura do SUV compacto em outras situações. O caminho foi cheio de pedras e até neve, mas o XV não decepcionou. O veículo age independentemente, sem qualquer ajuda do motorista, a não ser a de manter o controle do volante. O sistema interage com sensores e com o ABS e permite que o carro saia na velocidade certa. No asfalto, o crossover atua como a maior parte dos crossovers com boa performance. É dócil, leve e até incansável. Nota-se, em relação à geração passada, uma redução grande na vibração do motor – mérito das melhorias promovidas na rigidez com a nova plataforma. Além disso, a barra estabilizadora ancorada ao chassi também favorece o bom equilíbrio. Envie por email 1234 Pequeno grande Virtus na RAP 210 E ainda: Citroën C4 Cactus, Nissan Micra/March, Suzuki Swift Sport, Chevrolet Silverado Centennial e Honda CB1000 R Neo Sports Cafe O ronco do Mustang na RAP 204 E ainda: o novo Honda CR-V, o BMW X3 de 3ª geração, o Smart Fortwo elétrico, o Renault Master Zero Emission e a Ducati Panigale V4 Speciale O City mais moderno na RAP 209 Veja também: Toyota Yaris, o Volkswagen e-Golf, elétrico e de cara nova, o Nissan Leaf de nova geração, a gigante Ford F-250 e a "popular" BMW G310 R O eficiente Volvo XC60 na RAP 211 E mais: o Aston Martin DB11, o Nissan Murano, o novo Kia Forte, (Cerato no Brasil), a KTM 390 Duke renovada e a luxuosa Chevrolet S10 High Country TRÂNSITO LIVRE 12/06/2018 18:07 - Teste: Subaru XV - Na carona do sucesso 12/06/2018 04:15 - Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau 11/06/2018 19:03 - BMW inova com novo conceito de motocicleta 11/06/2018 18:42 - Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio 11/06/2018 16:05 - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores aponta aumento na produção 11/06/2018 14:11 - Lego lança réplica do Bugatti Chiron com 3.599 peças 11/06/2018 11:54 - Airbag da Takata pode ter feito 23ª vítima fatal 11/06/2018 09:49 - Cresce número de alcoolizados ao dirigir no Brasil 11/06/2018 07:31 Ferrari de Lewis Hamilton é rebocada 11/06/2018 03:12 - Último Dodge Challenger SRT Demon é leiloado 10/06/2018 22:27 - Jeep apresenta primeira reestilização do Renegade 09/06/2018 16:08 - Longa espera causa desistência de reservas do Tesla Model 3 09/06/2018 14:35 - Chrysler pode finalizar suas operações 09/06/2018 11:04 - Volkswagen prepara novidades para oitava geração do Golf 09/06/2018 08:17 - Land Rover quer lançar off-road autônomo 09/06/2018 04:15 - Toyota quer ampliar a oferta de versões do Corolla hatch 08/06/2018 20:06 - Chevrolet Prisma chega à linha 2019 08/06/2018 18:13 - Audi mostra novo SUV Q8 por inteiro 06/06/2018 18:21 - Irizar - Carga moderna 05/06/2018 20:03 - Teste: Ford Ka FreeStyle - Crossover tecno 05/06/2018 08:24 - Teste: Suzuki Boulevard C50 - Estilo clássico 04/06/2018 19:58 - Teste:Porsche 718 GTS - Cavalaria feroz 04/06/2018 12:31 - Teste: Lincoln Continental - Clássico no requinte 03/06/2018 19:58 Google vai lançar Android Automotive 03/06/2018 14:06 - Falta de matéria prima pode afetar produção de veículos elétricos até 2020 03/06/2018 11:23 - Mercedes-Benz GLC passará por recall 03/06/2018 08:31 - Projeto de lei quer limitar a circulação de motos nos “corredores” 03/06/2018 03:48 - Chrysler Dodge Viper volta a ser produzido 02/06/2018 19:51 - Volkswagen lança Bora na China 02/06/2018 14:06 - Ferrari produziu uma unidade do SP38 para comprador anônimo Comentários Não há comentários para este artigo. Para postar comentários é necessário ser cadastrado no nosso site. Deseja se cadastrar gratuitamente? Já sou cadastrado! Login: Senha: Esqueci minha senha Não sou cadastrado Quero me Cadastrar gratuitamente http://motordream.bol.uol.com.br/noticias/ver/2018/06/12/teste-subaru-xv-na-carona-dosucesso


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Clipping Picapes mais vendidas: Amarok e Frontier registram fortes crescimentos em maio 7719334 - ASSOBRAV - 12/06/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Vendas em alta nas duas categorias, mais de 27 mil unidades emplacadas, Hilux em baixa, Amarok e Frontier em alta. Confira agora todos os destaques do mercado de picapes em maio. PEQUENAS Entre as picapes pequenas, o crescimento nas vendas foi de quase 16% em relação a 2017. Na ponta, a Strada foi a preferida por 5.581 consumidores, 21% a mais do que no ano passado. Como perdeu 12% de emplacamentos em relação a abril, a Fiat recuou mais de 4 pontos percentuais de participação de mercado. Novamente vice-líder, a VW Saveiro 4.179 reduziu sua desvantagem em relação à Strada. Após um mês de abril muito fraco, a Chevrolet Montana reagiu: foram 963 unidades, 46% a mais do que em 2017. Picapes Pequenas POS. MODELO TOTAL 2018 MAI/18 ABR/18 MAI/17 % MAI 18 % ABR 18 VARIAÇÃO MAI/ABR VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT STRADA 27042 5581 6357 4612 52,05% 56,53% -12,21% 21,01% 2º VW SAVEIRO 18453 4179


4490 3998 38,97% 39,93% -6,93% 4,53% 3º CHEVROLET MONTANA 4044 963 399 659 8,98% 3,55% 141,35% 46,13% 49539 10723 11246 9269 100,00% 100,00% -4,65% 15,69% MÉDIAS / GRANDES Num mês em que apenas um modelo perdeu espaço dentre os seis mais vendidos, a Fiat Toro 4.983 manteve uma vantagem confortável sobre as rivais. Terceira em abril, a Chevrolet S10 3.020 teve o seu melhor resultado desde dezembro de 2015 3.084. Segunda na preferência no último ranking, a Toyota Hilux 2.967 vendeu quase 6% a menos do que há um ano. Na disputa pela quarta posição, a Amarok levou a melhor sobre a Ranger. Enquanto a Ford emplacou 1.453 unidades, a representante da VW, em alta de quase 58%, registrou 1.495 unidades. Com o crescimento mais modesto do pelotão de frente +6,6%, a Renault Duster Oroch 1.014 se manteve em sexto. Mesmo em leve queda -1,7%, a Mitsubishi L200 988 ficou muito próxima. Praticamente repetindo as vendas de abril, a Nissan Frontier 522 avançou mais de 90% sobre 2017. Picapes Médias / Grandes POS. MODELO TOTAL 2018 MAI/18 ABR/18


MAI/17 % MAI 18 % ABR 18 VARIAÇÃO MAI/ABR VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT TORO 20562 4983 5141 4400 30,16% 31,15% -3,07% 13,25% 2º CHEVROLET S10 12467 3020 2418 2721 18,28% 14,65% 24,90% 10,99% 3º TOYOTA HILUX 14497 2967 3221 3150 17,96% 19,51% -7,89% -5,81% 4º VW AMAROK 6482


1495 1541 948 9,05% 9,34% -2,99% 57,70% 5ยบ FORD RANGER 6629 1453 1570 1268 8,79% 9,51% -7,45% 14,59% 6ยบ RENAULT DUSTER OROCH 5047 1014 1107 951 6,14% 6,71% -8,40% 6,62% 7ยบ MITSUBISHI L200 4404 988 930 1005 5,98% 5,63% 6,24% -1,69% 8ยบ


NISSAN FRONTIER 2936 522 528 272 3,16% 3,20% -1,14% 91,91% 9ยบ RAM 2500 173 70 40 41 0,42% 0,24% 75,00% 70,73% 10ยบ LIFAN FOISON 67 6 7 38 0,04% 0,04% -14,29% -84,21% 11ยบ FORD F150 / F250 7 2 3 3 0,01% 0,02% -33,33%


-33,33% 12º HAFEI RUIYI 2 1 0 14 0,01% 0,00% -92,86% 73273 16521 16506 14811 100,00% 100,00% 0,09% 11,55% Fonte: Fenabrave Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo, Volkswagen Veja também as últimas notícias Citroën C3 Urban Trail, R$62 mil, vem com Airbumps Sorteios de Dia dos Namorados não deixam dúvida: brasileiro quer carro novo Nova Chevrolet Spin 2019 mostra grade e faróis em teaser Mitsubishi Eclipse Cross: testes de colisão no Latin NCAP Volkswagen oferece condições especiais para quase toda a gama em junho https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44298 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Palio, Celta, Classic e Corsa estão no top 10 de carros usados; Gol é líder 7719335 - BOL - São Paulo - SP - 13/06/2018

Ranking de transferências de maio indica que "veteranos" ainda têm vez; Corolla surge em 9º Quatro modelos que já saíram de linha figuram entre os dez carros usados mais vendidos em maio. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o Fiat Palio e os Chevrolet Celta, Corsa e Classic figuram entre os mais vendidos. Descontinuado oficialmente em fevereiro de 2018, poucos meses após a chegada do Argo, o Fiat Palio é o terceiro modelo em número de transferências do ranking, somando 49.372 unidades no mês passado. Para se ter uma ideia, este volume corresponde a mais do triplo de emplacamentos do Chevrolet Onix em maio -- o modelo zero-quilômetro mais vendido no período (15.015). Veja mais + Fique atento: "ficha suja" desvaloriza carro na venda + Quer negociar hatches, sedãs e SUVs? Use a Tabela Fipe + Inscreva-se no canal de UOL Carros no Youtube + Instagram de UOL Carros + Siga UOL Carros no Twitter Nada surpreendente para um carro que foi vendido no país por 22 anos e conseguiu a façanha de ser o campeão de emplacamentos em 2014, derrubando o reinado de 27 anos consecutivos do Volkswagen Gol -- que, por sinal, foi o usado mais transferido em maio, somando impressionantes 79.014 unidades no período. O Chevrolet Celta surge na quarta posição. Apesar de ter sido descontinuado em setembro de 2015 (após 15 anos de produção ininterrupta na planta de Gravataí, no Rio Grande do Sul), o hatch acumulou 29.147 transferências em maio -- ou 94% das vendas do Onix no mesmo período. O terceiro aposentado mais vendido em maio é o Chevrolet Corsa, que saiu de cena em julho de 2012 após 18 anos de mercado. O modelo chegou a conviver por alguns anos com o mal sucedido Agile, que se aposentou em 2016. No mês passado, o Corsa, lançado originalmente em 1994, figura na sexta posição na lista dos usados mais vendidos. Por fim, o Chevrolet Classic aparece em 10º lugar com 18.178 transferências em maio. O sedã, aliás, é o mais veterano da turma: ele só foi descontinuado em agosto de 2016, depois de 21 anos de vendas. https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2018/06/13/palio-celta-classic-ecorsa-estao-no-top-10-de-carros-usados-gol-e-lider.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Carros usados de locadora: vale a pena comprar? 7719336 - O NOROESTE - Tangará da Serra - MT - 10/06/2018

NACIONAL Geral Carros usados de locadora: vale a pena comprar? junho 10, 2018 0 4 Share Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp [ad_1] Na hora de comprar um usado, os que são De locadoras merecem consideração pois têm vários diferenciais – mas também há contras A venda de veículos usados no país aumentou 7,21% no ano passado se comparado a 2016, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A crise do setor foi uma das responsáveis pelas mudanças nos hábitos do consumidor brasileiro. Acompanhando esse crescimento, está uma categoria bem específica: os carros usados de locadora, vendidos pelas empresas do setor após o uso para aluguel. A prática não é nova mas, assim como os seminovos e usados, vem se apresentando como opção para os consumidores em busca de um veículo mais acessível. Em 2016, as empresas do setor compraram 217.848 carros novos. Já no ano passado, com um alívio na crise, as locadoras adquiriram 359.702 veículos. (Movida/Divulgação) Os dados, que são da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), mostram que houve um aumento na frota do setor acompanhando a melhora do cenário. Assim, mais usados estão à venda neste ano. E as empresas de aluguel de carros também sabem negociar seus produtos e afirmam, para atrair o cliente, que aquele é um veículo de procedência. Mas isso não é só propaganda. Os carros que compõem a frota de uma locadora passam por todas as revisões de forma sistemática, conta Menfis Silva, da área de marketing da Movida. As checagens são feitas nas concessionárias das marcas, de acordo com o que determinam para não perderem a garantia. Além disso, a maioria dos usados de locadoras são vendidos com pouco mais de um ano de uso. Isso é um ponto positivo em especial para o diretor da Kelley Blue Book (KBB) do Brasil, Carlos Domingues. A empresa é especializada em pesquisas de mercado sobre automóveis, com foco no consumidor. Domingues explica que os carros têm uma “curva de avaria”, e ela é bastante regular. A maioria dos problemas mecânicos que os veículos apresentam aparece dentro do primeiro ano de uso. No segundo, esse número se estabiliza e passa a cair até o quarto ano de uso. Só então o número de defeitos aumenta de novo. Ou seja, os carros usados de locadora são vendidos na fase em que dão menos problema, depois do primeiro ano de uso. Dados da ABLA indicam que a idade média dos carros vendidos pelas locadoras foi de 18 meses em 2017. (Movida/Divulgação) Mesmo assim, muitos consumidores consideram que estes não são veículos desejáveis.


Para Domingues, essa visão é um pouco distorcida. “Na minha experiência, os carros de locadora dão muito menos problema do que o mercado pensa”, ilustra ele. E o consultor Paulo Garbossa concorda. Além disso, para ele, outro diferencial dos usados de locadora é o preço. O consultor conta que as locadoras compram veículos em grande quantidade, o que diminui o valor na hora da revenda. O desconto, contudo, também estará valendo quando for hora do terceiro dono, já que o passado de locadora estará registrado no histórico do veículo. Outro ponto positivo dos carros usados de locadora é que elas devem oferecer a garantia de 90 dias, como prevê o código de defesa do consumidor. Essa obrigação não existe se o negócio for feito entre duas pessoas físicas e nem em leilões. Além disso, as locadoras não vão adulterar hodômetros para fazer a quilometragem parecer menor, como pode acontecer quando o veículo tem outras origens, completa Domingues, diretor da KBB. Portanto, os carros usados de locadora costumam ser mais baratos, ter todas as revisões da marca feitas, idade média de um ano e meio, e garantia de 90 dias, o que o torna um produto a ser considerado. Entretanto, é preciso ficar atento a alguns detalhes, como aponta o perito e engenheiro mecânico Sérgio Melo. Os carros de locadora costumam ter uma quilometragem mais alta que a de um veículo particular do mesmo ano. Além disso, o uso pelo qual passou geralmente é mais pesado. “Cada hora entra uma pessoa, e ninguém tem pena nenhuma do carro alugado, pisam com tudo no acelerador. Então, embora seja um veículo com revisões em dia, é um produto judiado”, coloca ele. Por isso, os carros usados de locadora merecem entrar na pesquisa do consumidor, já que apresentam muitas vantagens. Mas também há lados negativos que devem ser observados antes de fechar negócio. [ad_2] Source link Share Facebook Twitter Google+ Pinterest WhatsApp Previous article Greve dos caminhoneiros irá definir as eleições de 2018, diz The Economist Next article Samsung Galaxy J3 2018 e J7 2018 São Anunciados Jornal http://www.jornalonoroeste.com.br/2018/06/10/carros-usados-de-locadora-vale-a-penacomprar/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping AUTO & SERVIÇOSSeguro auto apresenta redução no preço médio em maio 7719348 - SEGS - Santos - SP - 12/06/2018

Levantamento mensal analisa o preço do seguro para os dez carros mais vendidos de maio, em cinco capitais do país São Paulo – A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em maio e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu. https://www.segs.com.br/seguros/120291-auto-servicosseguro-auto-apresenta-reducao-nopreco-medio-em-maio/amp Ficha Técnica


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Clipping Rota 2030 exigirá novas habilidades profissionais 7719349 - JORNOW - São Paulo - SP - 12/06/2018

O Rota 2030, programa federal de incentivos para o setor automotivo, deve entrar em vigor nos próximos meses, depois de muito tempo de negociação. O projeto substitui o antigo Inovar Auto, que perdeu a vigência em 31 de dezembro do ano passado, e prevê, entre outros benefícios, incentivos para as montadoras que investirem em pesquisa e desenvolvimento. A definição das bases do projeto vem na esteira da retomada do crescimento da indústria depois de anos de grave recessão. Em 2017, o mercado automotivo brasileiro cresceu 9,36% em número de veículos novos emplacados versus 2016, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A tendência de alta se manteve nos primeiros meses deste ano. De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção e o licenciamento de veículos registraram crescimento de 15% de janeiro a março de 2018, comparando com o mesmo período do ano passado. O que o programa federal de incentivos e a retomada do setor impactam no mercado de trabalho? A necessidade de desenvolver novas habilidades. De acordo com Gabriel Almeida, sócio consultor da Fesa Group, consultoria de retained executive search e de estratégia de capital humano, entre as características que passam a ser exigidas estão visão generalista, interação multidisciplinar, colaboração, idioma, tomada de decisão e flexibilidade. “Apesar das facilidades e confiabilidades que a tecnologia proporciona, o profissional precisará cada vez mais ter conhecimentos técnicos (formação, cursos e/ou especializações) para tomar as melhores decisões. Com a conectividade entre áreas e países, o idioma é fundamental para fortalecer as relações e compartilhamento de informações. Além de ter a flexibilidade para avaliar o ponto de vista dos seus interlocutores, multiculturais”, destaca. O segmento automotivo foi protagonista nas últimas revoluções industriais e vai se transformar ainda mais com a Indústria 4.0. Não apenas com a automação física dos processos, mas com o aumento do processamento de dados e controles, por meio da inteligência artificial, machine learning, deep learning. “Cada vez mais os profissionais serão desafiados pela tecnologia e inovação dentro do segmento automotivo”, complementa o consultor. A busca por perfis adequados ao momento de transformação já é uma realidade. Nos primeiros meses de 2018, a Fesa Group teve um aumento de 14% no volume de posições feitas frente ao ano anterior, exclusivamente na indústria automobilística, considerando tanto posições de média gerência quanto altos executivos. As áreas mais demandas foram as de Engenharia, Tecnologia, Marketing e Recursos Humanos. Essa mudança no perfil, conclui Gabriel, também está relacionada ao desafio que o mercado automobilístico enfrenta do ponto de vista de mobilidade. Nota-se uma tendência das novas gerações de não ter pretensão de adquirir o próprio veículo, o que faz com que as empresas tenham que repensar o modelo de negócios e se adaptar às novas demandas. Sobre a Fesa Group Consultoria especializada em executive search e estratégia de capital humano, representada pelas marcas Fesa (busca e seleção de altos executivos), Asap (busca e seleção executivos para média gerência) e Fesa Advisory (consultoria de capital humano e organização). A Fesa Group foi fundada há 23 anos e hoje, comandada por Carlos Guilherme Nosé, está presente em todo o Brasil por meio de escritórios distribuídos estrategicamente em nove cidades, formando um time de profissionais altamente especializados nas mais diversas áreas da economia. http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=5083&num_release=209703 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Picapes mais vendidas: Amarok e Frontier registram fortes crescimentos em maio 7719350 - MOTOR 1 - 12/06/2018

Vendas em alta nas duas categorias, mais de 27 mil unidades emplacadas, Hilux em baixa, Amarok e Frontier em alta. Confira agora todos os destaques do mercado de picapes em maio. Os mais vendidos de maio: Sedãs médios em maio – Corolla vende 110 vezes mais do que Fluence SUVs mais vendidos em maio: Ecosport tem melhor resultado desde 2015 PEQUENAS Entre as picapes pequenas, o crescimento nas vendas foi de quase 16% em relação a 2017. Na ponta, a Strada foi a preferida por 5.581 consumidores, 21% a mais do que no ano passado. Como perdeu 12% de emplacamentos em relação a abril, a Fiat recuou mais de 4 pontos percentuais de participação de mercado. Novamente vice-líder, a VW Saveiro (4.179) reduziu sua desvantagem em relação à Strada. Após um mês de abril muito fraco, a Chevrolet Montana reagiu: foram 963 unidades, 46% a mais do que em 2017. Picapes Pequenas POS. MODELO TOTAL 2018 MAI/18 ABR/18 MAI/17 % MAI 18 % ABR 18 VARIAÇÃO MAI/ABR VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT STRADA 27042 5581 6357 4612 52,05% 56,53% -12,21% 21,01% 2º VW SAVEIRO 18453 4179 4490 3998 38,97% 39,93% 6,93% 4,53% 3º CHEVROLET MONTANA 4044 963 399 659 8,98% 3,55% 141,35% 46,13% 49539 10723 11246 9269 100,00% 100,00% -4,65% 15,69% MÉDIAS / GRANDES Num mês em que apenas um modelo perdeu espaço dentre os seis mais vendidos, a Fiat Toro (4.983) manteve uma vantagem confortável sobre as rivais. Terceira em abril, a Chevrolet S10 (3.020) teve o seu melhor resultado desde dezembro de 2015 (3.084). Segunda na preferência no último ranking, a Toyota Hilux (2.967) vendeu quase 6% a menos do que há um ano. Na disputa pela quarta posição, a Amarok levou a melhor sobre a Ranger. Enquanto a Ford emplacou 1.453 unidades, a representante da VW, em alta de quase 58%, registrou 1.495 unidades. Com o crescimento mais modesto do pelotão de frente (+6,6%), a Renault Duster Oroch (1.014) se manteve em sexto. Mesmo em leve queda (-1,7%), a Mitsubishi L200 (988) ficou muito próxima. Praticamente repetindo as vendas de abril, a Nissan Frontier (522) avançou mais de 90% sobre 2017. Picapes Médias / Grandes POS. MODELO TOTAL 2018 MAI/18 ABR/18 MAI/17 % MAI 18 % ABR 18 VARIAÇÃO MAI/ABR VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT TORO 20562 4983 5141 4400 30,16% 31,15% -3,07% 13,25% 2º CHEVROLET S10 12467 3020 2418 2721 18,28% 14,65% 24,90% 10,99% 3º TOYOTA HILUX 14497 2967 3221 3150 17,96% 19,51% -7,89% -5,81% 4º VW AMAROK 6482 1495 1541 948 9,05% 9,34% -2,99% 57,70% 5º FORD RANGER 6629 1453 1570 1268 8,79% 9,51% -7,45% 14,59% 6º RENAULT DUSTER OROCH 5047 1014 1107 951 6,14% 6,71% 8,40% 6,62% 7º MITSUBISHI L200 4404 988 930 1005 5,98% 5,63% 6,24% -1,69% 8º NISSAN FRONTIER 2936 522 528 272 3,16% 3,20% -1,14% 91,91% 9º RAM 2500 173 70 40 41 0,42% 0,24% 75,00% 70,73% 10º LIFAN FOISON 67 6 7 38 0,04% 0,04% -14,29% 84,21% 11º FORD F150 / F250 7 2 3 3 0,01% 0,02% -33,33% -33,33% 12º HAFEI RUIYI 2 1 0 14 0,01% 0,00% - -92,86% 73273 16521 16506 14811 100,00% 100,00% 0,09% 11,55% Fonte: Fenabrave https://motor1.uol.com.br/news/246350/vendas-picapes-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Rota 2030 exigirá novas habilidades profissionais 7719351 - DIFUNDIR - São Paulo - SP - 12/06/2018

O Rota 2030, programa federal de incentivos para o setor automotivo, deve entrar em vigor nos próximos meses, depois de muito tempo de negociação. O projeto substitui o antigo Inovar Auto, que perdeu a vigência em 31 de dezembro do ano passado, e prevê, entre outros benefícios, incentivos para as montadoras que investirem em pesquisa e desenvolvimento. A definição das bases do projeto vem na esteira da retomada do crescimento da indústria depois de anos de grave recessão. Em 2017, o mercado automotivo brasileiro cresceu 9,36% em número de veículos novos emplacados versus 2016, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A tendência de alta se manteve nos primeiros meses deste ano. De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção e o licenciamento de veículos registraram crescimento de 15% de janeiro a março de 2018, comparando com o mesmo período do ano passado. O que o programa federal de incentivos e a retomada do setor impactam no mercado de trabalho? A necessidade de desenvolver novas habilidades. De acordo com Gabriel Almeida, sócio consultor da Fesa Group, consultoria de retained executive search e de estratégia de capital humano, entre as características que passam a ser exigidas estão visão generalista, interação multidisciplinar, colaboração, idioma, tomada de decisão e flexibilidade. “Apesar das facilidades e confiabilidades que a tecnologia proporciona, o profissional precisará cada vez mais ter conhecimentos técnicos (formação, cursos e/ou especializações) para tomar as melhores decisões. Com a conectividade entre áreas e países, o idioma é fundamental para fortalecer as relações e compartilhamento de informações. Além de ter a flexibilidade para avaliar o ponto de vista dos seus interlocutores, multiculturais”, destaca. O segmento automotivo foi protagonista nas últimas revoluções industriais e vai se transformar ainda mais com a Indústria 4.0. Não apenas com a automação física dos processos, mas com o aumento do processamento de dados e controles, por meio da inteligência artificial, machine learning, deep learning. “Cada vez mais os profissionais serão desafiados pela tecnologia e inovação dentro do segmento automotivo”, complementa o consultor. A busca por perfis adequados ao momento de transformação já é uma realidade. Nos primeiros meses de 2018, a Fesa Group teve um aumento de 14% no volume de posições feitas frente ao ano anterior, exclusivamente na indústria automobilística, considerando tanto posições de média gerência quanto altos executivos. As áreas mais demandas foram as de Engenharia, Tecnologia, Marketing e Recursos Humanos. Essa mudança no perfil, conclui Gabriel, também está relacionada ao desafio que o mercado automobilístico enfrenta do ponto de vista de mobilidade. Nota-se uma tendência das novas gerações de não ter pretensão de adquirir o próprio veículo, o que faz com que as empresas tenham que repensar o modelo de negócios e se adaptar às novas demandas. Sobre a Fesa Group Consultoria especializada em executive search e estratégia de capital humano, representada pelas marcas Fesa (busca e seleção de altos executivos), Asap (busca e seleção executivos para média gerência) e Fesa Advisory (consultoria de capital humano e organização). A Fesa Group foi fundada há 23 anos e hoje, comandada por Carlos Guilherme Nosé, está presente em todo o Brasil por meio de escritórios distribuídos estrategicamente em nove cidades, formando um time de profissionais altamente especializados nas mais diversas áreas da economia. http://www.difundir.com.br/site/c_mostra_release.php?emp=5083&num_release=209703 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Chevrolet revela primeiras imagens do monovolume Spin, que deve chegar em julho 7719352 - VRUM - 12/06/2018

Teaser do Spin 2019 A Chevrolet divulgou um teaser oficial da reestilização do Spin, monovolume que foi lançado em 2012. A imagem revela a grade e o farol do Spin 2019, que na prática repete o pode ser visto no sedã Cobalt reestilizado. Na dianteira, a “reforma” ainda abrange o capô e o parachoque. Atrás, a principal mudança poderá ser vista nas lanternas, que serão horizontais e invadem a tampa do porta-malas, mas o para-choque também terá novas linhas. A versão Activ ficará meso aventureira, com a perda do estepe fixado na tampa, mas vai conservar a maior altura em relação ao solo e os pneus de uso misto. Se a beleza nunca foi o forte do Spin (estranhamento seu apelido é capivara, que é um bichinho tão simpático), espaço é o que não falta, com direito a versão de sete lugares, e esse é um dos segredo do modelo, um dos preferidos dos taxistas. Não espere grandes novidades sob o capô, que vai continuar com o mesmo motor 1.8 flex, com até 111cv de potência e 17,7kgfm de torque (abastecido com etanol), com opções de câmbio manual ou automático, ambos de 6 marchas. Linhas atuais do monovolume não fazem sucesso A marca americana se referiu ao novo Spin como o maior lançamento comercial do ano, prometendo um produto completamente repaginado para se adequar às atuais demandas do consumidor, “com visual sofisticado e esportivo, alinhado com o atual DNA de design da Chevrolet no mundo”. O modelo chega às concessionárias no segundo semestre, provavelmente em julho. O Spin chegou ao mercado brasileiro com a difícil missão de substituir o Meriva (5 lugares) e o Zafira (7 lugares), e na ponta do lápis, não substituiu à altura, perdendo em design, praticidade e acabamento. Atualmente não há um grande mercado para os monovolumes, e o Spin está na 32ª colocação no ranking de emplacamentos da Fenabrave. Hoje o modelo é vendido a partir de R$ 62.350 na versão de entrada LS. A versão de sete lugares é a LTZ, vendida a partir de R$ 72.890. Já a versão de topo é a aventureira Activ, que custa R$ 76.950, e traz câmbio automático. https://www.vrum.com.br/app/701,19/2018/06/12/interna_noticias,53216/chevrolet-revelaprimeiras-imagens-do-monovolume-spin-que-deve-chegar.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Seguro auto apresenta redução no preço médio em maio 7719353 - CQCS - 12/06/2018

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros, realizou um levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em maio, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu analisa o preço médio mensal do seguro em cinco capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez. Em maio, na contramão do cenário apresentado ao longo do ano, o preço médio do seguro auto apresentou uma retração. No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%, enquanto o perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. Outro destaque no mês, foi a alta dos preços para o perfil feminino na capital carioca. O preço médio do seguro para o perfil feminino é 13% mais caro em comparação ao perfil masculino (R$5.415 e R$4.943, respectivamente). Modelo Mais Vendido De acordo com o relatório da Fenabrave, em maio foram emplacados 164.426 automóveis em maio – uma queda de 8.05% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 178.812 unidades. O Chevrolet Onix continua a ser o carro mais vendido no País, com 15.015 emplacamentos no mês. O preço médio do seguro para o modelo de entrada custa R$2.568 para o perfil masculino e R$2.443 para o feminino. Em maio, o Jeep Renegade aparece pela primeira vez este ano no ranking da Fenabrave dos 10 mais emplacados do mês, ocupando o 10º lugar, com 4.378 unidades vendidas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$9.093 para o perfil masculino e R$6.170 para o feminino. O Melhor Custo-Benefício Ao avaliar a relação do preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o campeão de custo-benefício para o perfil feminino é o Fiat Argo com o preço do seguro representando 5% do valor do carro (segundo a tabela FIPE). Na contramão, o Jeep Compass tem o preço relativo do seguro menos interessante para as mulheres, com price ratio em média de 8,5%. Já para o perfil masculino, o Onix apresenta o custo mais baixo de seguro, em média 5,6% em relação ao valor do carro. Na relação do pior custo-benefício, o Renegade, estreante no ranking dos emplacamentos, lidera com price ratio de 11,2% sobre o valor do carro. Variação entre as Cidades Na análise entre as cidades, Brasília volta a apresentar o seguro mais barato considerando a média para os 10 modelos mais vendidos do mês (R$3.820 para o perfil masculino e R$2.818 para o feminino), seguido por São Paulo (R$4.017 e R$3.428). Na outra ponta, o Rio de Janeiro se mantém com o seguro mais caro entre as cidades analisadas, sendo que, pela primeira vez, o valor para as mulheres se sobrepõe ao dos homens (R$5.415 e R$4.943, em média). Mais Detalhes Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em maio e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu. * Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez; https://www.cqcs.com.br/noticia/seguro-auto-apresenta-reducao-no-preco-medio-em-maio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Autor: Carla Boaventura de Sousa Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Locadora sustenta o mercado e puxa vendas de montadoras 7719356 - UGT - São Paulo - SP - 12/06/2018

Visto como importante canal de negócios nos períodos de crise, quando o consumidor desaparece das concessionárias, as vendas diretas feitas pelas montadoras a frotistas, locadoras, produtores rurais e taxistas continuam ajudando a sustentar o mercado. As vendas no varejo, para pessoas físicas, seguem perdendo terreno porque parte dos consumidores ainda não está confiante para investir em um bem caro e também porque a oferta de crédito segue com restrições. Nos cinco primeiros meses do ano as vendas no varejo cresceram 13% ante igual período de 2017, enquanto as diretas aumentaram 21%. A participação no mercado total de automóveis e comerciais leves foi de 38,9%, a mais alta para o período desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) passou a divulgar esse dado. Tradicionalmente, as vendas especiais são feitas com elevados descontos – chegam a 30%, segundo fontes do mercado –, reduzindo assim a margem de ganho das montadoras em relação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas. “Mesmo assim, é um mercado interessante para as montadoras para ocupar a capacidade das fábricas pois o custo da ociosidade é muito alto”, diz o executivo de uma montadora. “É um mal necessário, e mostra que o setor ainda vive uma situação de crise”. O segmento de carros opera com ociosidade próxima a 40%, o dobro do que é considerado normal. Com exceção de 2004, quando as vendas diretas responderam por 33,2% dos negócios, nos oito anos seguintes de crescimento do mercado a participação média foi de 25%, fatia considerada “tolerável e equilibrada” pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. Em 2017, quando o mercado de veículos registrou o primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de queda, a fatia das vendas diretas ficou em 40% dos 2,172 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos. Só a Localiza, maior locadora do País, adquiriu 141 mil unidades de várias marcas. A tendência é de continuidade de alta dessa participação, o que aproximará o Brasil dos níveis de EUA e Europa, atualmente na casa dos 50%, diz Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics. Executivos do setor ressaltam, contudo, que nesses mercados os descontos não são tão elevados como no Brasil. Entre as razões do crescimento no País, além da lenta recuperação do varejo, está o aumento das frotas das locadoras. Segundo Lucas Brossi, da consultoria Bain & Company, há novas modalidades de locação, como para aplicativos de transporte. Empresas também aumentaram as frotas executivas e mais pessoas recorrem à locações em viagens, afirma Brossi. No primeiro trimestre, a Localiza aumentou em 53,3% o volume de diárias de aluguel de seus carros em relação a 2017. Para Antonio Filosa, presidente da FCA Fiat Chrysler, outro motivo do crescimento é o fato de muitas montadoras que antes atuavam pouco neste canal agora estarem participando mais ativamente. Toyota e Hyundai são exemplos. Em 2017 e nos primeiros cinco meses deste ano a Fiat é a empresa com maior participação nas vendas diretas, de 20,4% e 19,3%, respectivamente. Coincidentemente, é a única marca que registrou queda de vendas entre as seis maiores do setor em 2017, de 4,5%. Neste ano, a Fiat cresceu 11% até maio, mesmo porcentual da General Motors, ambas abaixo da Volkswagen, que cresceu 34,7% e tirou da Fiat a segunda posição no ranking de vendas. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirma que a empresa estabeleceu com as locadoras um plano bianual com limites de vendas diretas. “Podemos mudar o acordo se o mercado mudar, mas não vamos empurrar carros quando precisamos de share (participação no mercado).” Nas vendas diretas deste ano, 16,7% são da Volks e 16,8% da líder do mercado, a GM. http://www.ugt.org.br/index.php/post/19531-Locadora-sustenta-o-mercado-e-puxa-vendasde-montadoras Ficha Técnica


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Clipping Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau 7719357 - ASSOBRAV - 12/06/2018

Volkswagen Up 1.0 turbo com assinatura GTI é arisco e divertido POR RUBÉN HOYO, DO AUTOCOSMOS.COM EXCLUSIVO NO BRASIL PARA AUTO PRESS COLABORAÇÃO DE MÁRCIO MAIO/AUTO PRESS A primeira vez que a Volkswagen apresentou o Up GTI foi como conceito, no tradicional encontro anual de fãs da linha esportiva da marca que acontece no Lago Wörthersee, na Áustria, no ano passado. Agora já em produção, o modelo talvez seja o representante desta assinatura que mais se assemelha ao primeiro Golf GTI, de 1976, já que, como o icônico antepassado, é um automóvel leve, simples, rápido, divertido e, principalmente, mais acessível. O Up foi lançado com uma proposta óbvia de modelo citadino. E seu tamanho pequeno e peso baixo fizeram dele, desde o início, um candidato ideal para levar as iniciais GTI. Não há a sofisticação e o requinte que caracterizam o atual Golf GTI. Pelo contrário, o Up GTI é bastante simples: não há tela sensível ao toque de grandes dimensões no centro do painel e, caso seja necessário um GPS, é preciso recorrer a um telefone celular. O visual remete ao Golf GTI original. Os assentos – em peça única – são forrados no tecido padrão escocês clássico e o botão da alavanca de câmbio tem o desenho de uma bola de golfe. Além disso, outros traços do acabamento reforçam a identidade GTI da configuração. No entanto, com a carroceria de duas portas, o vidro traseiro é fixo. E o excesso de plásticos revela que se trata de um modelo de entrada. As rodas têm 17 polegadas e a suspensão foi reduzida em 15 mm. Um pequeno spoiler traseiro com acabamento em preto dá uma aparência agressiva. Além disso, uma fina linha vermelha na grade e outra na tampa do porta-malas ajudam a caracterizar a variante. Além disso, pinças vermelhas nos freios dianteiros também aparecem. O motor é o mesmo 1.0 TSI de três cilindros oferecido no Up brasileiro, mas com uma calibragem ligeiramente diferente. Enquanto o GTI entrega 113 cv e 20,3 kgfm de torque, o brasileiro chega a 105 cv e 16,8 kgfm. A transmissão é sempre manual de seis velocidades e com esse conjunto, o Up GTI – que pesa 997 kg – cumpre o zero a 100 km/h em 8,8 segundos e chega à velocidade máxima de 196 km/h. Já no Brasil o 1.0 TSI faz o Up partir da inércia e chegar aos 100 km/h em 9,5 segundos e alcançar 181 km/h máximos. Primeiras impressões Além da força Munique/Alemanh a – O percurso adotado para a avaliação do Volkswagen Up TSI começou em Munique e foi até a Áustria, no Lago Wörthersee, exatamente onde seu conceito foi exibido pela primeira vez. Um longo caminho que, na verdade, se revelou uma boa oportunidade para perceber o potencial desse novo integrante da linha GTI. Para os padrões atuais, os números de desempenho do Up GTI podem parecer modestos. No entanto, graças a uma excelente configuração do chassi e aos poderosos freios, se amostra um carro bem divertido de dirigir. Nas estradas mais sinuosas, é capaz de se nivelar a modelos mais potentes. Nas retas, porém, não há milagres: vários automóveis o deixam para trás. De qualquer forma, trata-se de um compacto instigante que permite que a Volkswagen se aproxime de entusiastas que, hoje em dia, não podem pensar em ter um Golf ou um Polo GTI na garagem. Fonte: UOL Carros / Motor Dream Esta notícia foi marcada em Volkswagen Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico


Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44290 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores aponta aumento na produção 7719358 - ASSOBRAV - 11/06/2018

De acordo com dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea, a produção de veículos aumentou em 14,6%, no primeiro trimestre desse ano, em comparação com o mesmo período de 2017. O grande número de carros produzidos pode ter impulsionado, também, a comercialização de consórcio. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio ABAC, as vendas de novas cotas de consórcio cresceram 8,4%, também no primeiro trimestre deste ano. Só para veículos leves, o aumento foi de 4%. Fonte: UOL Carros / Motor Dream Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44284 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Primeiras Impressões: Toyota Yaris Sedan XLS 2019 é o "completão" japonês 7719360 - ASSOBRAV - 11/06/2018

Por: Fábio Trindade, Diretor A Toyota tem muito prestígio no Brasil. Prova disso é a liderança inabalável do Corolla, mesmo depois da chegada da nova geração do seu arquirrival Honda Civic. Até mesmo o Etios, que sofreu duras críticas em sua chegada, recebeu melhorias e conseguiu seu lugar no mercado. Com o Yaris, a Toyota entra no segmento de compactos "premium" para ampliar sua presença no Brasil. Mas será que o novo modelo conseguirá pegar carona no sucesso do irmão maior? Andamos com a versão top de linha para contar para vocês o que esperar, ou não, do novo Yaris. O que é? Posicionado entre a linha Etios e Corolla, o Yaris chega nas versões hatch e sedã já disparando suas armas contra modelos como Honda Fit e City, Fiat Argo e Cronos, e Volkswagen Polo e Virtus. A seu favor pesa a tradição da Toyota em ser “boa de mercado”, com elevado nível de satisfação no pós-venda e no valor de revenda. Em versões atualizadas em relação ao Etios, os motores são 1.3 de 101 cv e 12,9 kgfm e 1.5 com 110 cv e 14,9 kgfm, ambos com bloco e cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas variável. O câmbio manual de 6 marchas também é emprestado do Etios, enquanto a transmissão automática vem de cima, é a CVT do Corolla. Não há como falar do visual do Yaris sem lembrar dos irmãos. Neste quesito, o Yaris tende mais para o Corolla, com linhas bem resolvidas. A dianteira tem desenho moderno com traços harmônicos e contínuos. Os faróis, bem espichados, se integram à grade dianteira. O mesmo vale para a lateral e seus traços mais suaves que devem demorar a cansar. Na traseira, hatch e sedã apostam em lanternas horizontais que invadem a tampa do portamalas. No hatch, o toque de personalidade está no aplique em preto brilhante na coluna C. Já o sedã tem estilo próprio e ficou melhor que o Etios Sedan, sem remeter ao Corolla. Com entre-eixos de 2.550 mm, os dois oferecem bom espaço para as pernas dos ocupantes traseiros, com o benefício do túnel central bem baixo. Curiosamente, o hatch acomoda melhor ocupantes de estatura mais alta por conta do desenho do teto a curvatura do teto de sedã rouba um pouco de espaço. Ainda falando em espaço, o hatch tem porta-malas de 310 litros, enquanto o sedã leva 473 litros. O tanque de combustível é pequeno, com 45 litros. O que joga contra nos dois é a falta de cuidado com o acabamento no porta-malas, pois há apenas um carpete fino solto sobre uma proteção de madeira para cobrir o estepe. Como anda? Ao entrar na cabine, surpresa positiva. Embora tudo seja feito de plástico rígido, o desenho geral do habitáculo é moderno. É até mais atual que o Corolla. O painel de instrumentos com fundo azul possui uma tela colorida no lado direito com diversas informações, incluindo velocímetro digital. O acabamento em preto brilhante espalhado pela cabine tenta dar um toque mais sofisticado, em contraste com brilho excessivo dos plásticos e do material simples demais utilizado no forro do teto. Outro ponto que joga contra é o fato do volante despencar ao destravá-lo para fazer a regulagem, apenas em altura. Comparado ao Honda City, a impressão é de que o espaço para motorista e passageiro é menor, assim como o console central e o porta-objetos são mais estreitos. No evento de lançamento, tivemos acesso somente ao Yaris Sedan XLS, a versão topo de gama. Nela, ao sentar no banco do motorista, que permite regulagem de altura, basta acionar o botão para dar partida no motor. Há também ar-condicionado digital, bancos em couro, uma nova central multimídia com tela de 7 polegadas, câmbio CVT e o mesmo volante do Corolla. A visibilidade geral é boa, com ergonomia acertada nos principais comandos vidros e ajustes elétricos dos retrovisores. O trajeto do test-drive foi relativamente curto, cerca de 100 quilômetros, com grande parte em rodovia e vias expressas. Ao volante, o Yaris se sai melhor na cidade do que na estrada. A suspensão tem acerto mais macio, porém, bate seca ao passar em buracos, mesmo com batente hidráulico na dianteira. Equipado com o motor 1.5, o Yaris tem boa agilidade no trânsito urbano graças ao excelente câmbio CVT. O grande segredo deste câmbio, que agrada bastante no Corolla, é o fato de utilizar corrente de aço e ter curso fixo, enquanto a variação é feita pelo dimensionamento de abertura das polias com acionamento elétrico isso explica as trocas de marchas praticamente idênticas ao de um câmbio automático convencional. No entanto, ainda mantém o ruído elevado comum dos CVTs quando se pisa fundo no acelerador.


Na estrada, os 110 cv ditam um ritmo aceitável de condução. O CVT também ajuda a manter um ritmo, digamos, mais econômico. Rodando a 100 km/h, por exemplo, a rotação fica próxima a 2.000 rpm, o que garante ruído baixo e consumo contido. A direção elétrica tem peso adequado ao ganhar velocidade, mas a suspensão carece de um pouco mais de firmeza, pois a carroceria inclina mais do que o desejado ao entrar mais rápido em curvas. A explicação está no fato de a suspensão ter sido elevada em 13 mm na comparação com o projeto global do Yaris, além do acerto para conforto. Dentre os concorrentes, espere do Yaris desempenho muito semelhante ao do Honda City. O motor 1.5, também aspirado e atrelado ao CVT, está na mesma faixa de potência. Quanto custa? Desde a versão de entrada, o Yaris tem uma lista generosa de itens de série - a Toyota optou por não oferecer opcionais. Todas as versões vêm com direção elétrica, arcondicionado, travas e vidros elétricos nas quatro portas, computador de bordo, comandos no volante, descansa-braço dianteiro, controle de estabilidade VSC, tração TRC e assistente de partida em rampa HAC, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, retrovisor interno eletrocrômico, rodas de liga leve de 15” calçadas com pneus são 185/60, além dos obrigatórios airbag duplo dianteiro e freios com ABS e EBD. No Yaris XL com câmbio CVT, há ainda controle de velocidade de cruzeiro e função Eco Driving do computador de bordo. Na XL Plus Tech, adiciona descansa-braço traseiro, detalhes internos na cor prata, ar-condicionado automático e digital, chave inteligente presencial, Smart Entry e sistema de partida sem chave tipo Start Button, banco traseiro rebatido 40/60 na versão hatch e central multimídia com tela de 7” sensível ao toque com funções de rádio AM/FM, MP3, entrada USB, conexão auxiliar Bluetooth com espelhamento de aplicativos navegador Tom Tom para sistemas operacionais IOS e Android e Waze para sistema IOS. A versão XS adiciona couro no volante, manopla do câmbio, bancos e revestimento das portas, grade com detalhes cromados, roda de liga leve de 15” Dual Tone preto e prata, retrovisor externo com rebatimento elétrico, câmera de ré, tapetes em carpete e computador de bordo com tela de 4.2” e tecnologia TFT. Topo de linha, a versão XLS traz ainda teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis do tipo projetor com lâmpadas halógenas, lanternas em LED e 7 airbags, adicionando dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista, além dos frontais obrigatórios. Vale a pena? Falando do sedã, a vida do Toyota Yaris seria muito mais fácil se não existissem Volkswagen Virtus e Fiat Cronos, os dois atuais líderes de venda do segmento. O modelo alemão tem o motor turbo e o painel digital como itens exclusivos. O italiano tem visual acertado e o melhor acabamento do segmento. A impressão é que o Yaris irá brigar mesmo é com o outro japonês da turma, o Honda City. Mesmo porte, powertrain semelhante e mesma "etiqueta" de qualidade no pós-venda e valor de revenda. A receita preparada pela Toyota é de quem quer conquistar terreno: rechear com muitos equipamentos de série e cobrar menos do que o principal rival. A atitude é agressiva e deve atrair consumidores que encontrarão no Yaris as mesmas credenciais de sucesso do Corolla. Ou quem ainda não consegue chegar no andar de cima. Ficha Técnica - Toyota Yaris Sedan XLS 2019 MOTOR dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.496 cm3, 16 válvulas, comando duplo variável, flex POTÊNCIA/TORQUE 105/110 cv a 5.600 rpm; Torque: 14,3/14,9 kgfm a 4.750 rpm TRANSMISSÃO câmbio automático CVT 7 marchas simuladas; tração dianteira SUSPENSÃO independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira com barra estabilizadora RODAS E PNEUS liga-leve aro 15" com pneus 185/60 R15 FREIOS discos sólidos na dianteira e tambores na traseira, com ABS PESO 1.150 kg em ordem de marcha DIMENSÕES comprimento 4.425 mm, largura 1.730 mm, altura 1.490 mm, entre-eixos 2.550 mm CAPACIDADES tanque 45 litros, porta-malas 473 litros PREÇO R$ 79.990


Tabela de Preços Toyota Yaris 2019 Modelo Versão Preço público sugerido Yaris Hatch XL 1.3L 16V manual R$ 59.590 XL 1.3L 16V CVT R$ 65.590 XL Plus Tech 1.5L 16V CVT R$ 69.590 XS 1.5L 16V CVT R$ 74.590 XLS 1.5L 16V CVT R$ 77.590 Yaris Sedan XL 1.5L 16V manual R$ 63.990 XL 1.5L 16V CVT R$ 68.690 XL Plus Tech 1.5L 16V CVT R$ 73.990 XS 1.5L 16V CVT R$ 76.990 XLS 1.5L 16V CVT R$ 79.990 Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Lançamentos Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44285 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Audi A1 2019 ganha teaser e confirma nova central multimídia 7719361 - ASSOBRAV - 11/06/2018

Por: Dyogo Fagundes, Repórter Um dos principais lançamentos da Audi para 2018, a nova geração do compacto A1 começa a aparecer. No primeiro teaser oficial divulgado pela marca, o modelo deixa à mostra detalhes interessantes do interior e, de quebra, confirma a presença de equipamentos importantes, em especial o sistema de entretenimento MMI Touch. A imagem adianta também que o lançamento acontecerá em Barcelona, na Espanha, mas a data específica ainda não foi revelada. No geral, já é possível notar que o A1 2019 terá saídas de ventilação verticais abandonando completamente as anteriores redondas e central multimídia integrada ao painel ou seja, nada de telinha flutuante tipo tablet. Além disso, o modelo trará botões físicos tradicionais para comandar o sistema de ar-condicionado, e não uma tela adicional como nos modelos A7 e Q8. Por sua vez, o quadro de instrumentos será totalmente digital, dentro do chamado conceito Virtual Cockpit. Sobre a mecânica, nenhuma informação oficial foi divulgada até agora, mas é certo que o grande destaque ficará por conta da plataforma MQB, a mesma usada pelo A3. Sob o capô, são esperados motores TSI 1.0 de 3 cilindros e 1.5 de 4 cilindros, com diferentes níveis de potência. Posteriormente, uma versão híbrida plug-in será adicionada ao portfólio, enquanto a esportiva S1 estreará provavelmente com o mesmo motor 2.0 TSI de 200 cv do Polo GTI. O lançamento acontecerá dentro de poucas semanas e nada mais natural que aconteça na Espanha, onde o modelo será produzido e onde o próprio teaser sugere. A título de informação, a geração atual é montada na fábrica de Bruxelas, na Bélgica, mas esta unidade será reformulada para fazer o inédito SUV elétrico E-Tron. Fotos: Divulgação Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Volkswagen Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44286 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico 7719363 - ASSOBRAV - 12/06/2018

GM e Honda já formaram joint venture para desenvolver células de combustível; foco agora é construir baterias mais eficientesImagem: Arte AP Photo Do UOL, em São Paulo SP 12/06/2018 04h00 Fabricantes unirão forças e tecnologias para criar baterias mais duráveis, rápidas de carregar e... mais baratas Fazer alianças pode ser um bom caminho para ganhar tempo no mercado de carros elétricos. A General Motors e a Honda fecharam um acordo para desenvolver componentes químicos de baterias, incluindo células e módulos, para acelerar o plano de eletrificação das duas empresas. De acordo com a marca japonesa, a próxima geração de baterias “fornecerá maior densidade de energia em menor tamanho, além de mais agilidade na recarga para produtos de ambas as empresas”. O tratado prevê que as duas fabricantes trabalhem em conjunto para desenvolver novas baterias para a GM. A Honda aproveitará os módulos de bateria em seus modelos eletrificados. Haverá projetos específicos para cada tipo de veículo das duas marcas. "Este novo contrato com a Honda demonstra ainda mais a capacidade da General Motors de inovar em direção a um lucrativo portfólio de modelos elétricos”, disse Mark Reuss, vicepresidente Executivo de Desenvolvimento Global de Produtos, Compras e Cadeia de Suprimentos da General Motors. As baterias são o componente mais caro de um carro elétrico, podendo custar de US$ 10 mil a US$ 12 mil praticamente um terço do valor pedido pelo Chevrolet Bolt nos Estados Unidos. Com a aliança, a GM espera cortar este custo pela metade até 2021, segundo informações obtidas pela agência de notícias "Reuters". Fonte: UOL Carros Esta notícia foi marcada em Inovação Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44288 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro 7719365 - ASSOBRAV - 12/06/2018

André Deliberato Do UOL, em Primo?ten Croácia 12/06/2018 04h00 Nova geração eleva patamar da categoria de hatches premium UOL Carros teve a oportunidade de fazer um teste de quase 200 quilômetros com a nova geração do Mercedes-Benz Classe A em ruas e estradas da Croácia há algumas semenas. Depois da visita, revelamos quando o novo modelo pretende estrear no Brasil e contamos como anda a nova geração do hatch, a grande estrela da marca para o Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. Agora é a vez de você conferir tudo isso no vídeo, que explica em detalhes como o modelo quer reinventar o segmento de hatches premium. A primeira versão que será importada será a A250, de topo, que atualmente custa R$ 210 mil e deverá ter valor maior por conta da tecnologia. Será, ao lado da picape Classe X, um dos destaques da marca no evento paulistano. á a configuração de entrada para o Brasil, chamada de A200, chega no primeiro trimestre do ano que vem. O preço, atualmente na faixa dos R$ 156 mil, também deve aumentar. Já o Classe A sedã deve surgir somente no segundo semestre de 2019 e manter esse nome,"Classe A Sedan", como já acontece na China. Feitos sobre nova plataforma, a MFA2, a nova família terá configurações hatch, sedã, um SUV substituto do atual GLA, monovolume substituto do atual Classe B, além de um cupê possivelmente o novo CLA, com e sem capota. Fonte: UOL Carros Esta notícia foi marcada em Lançamentos Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44289 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ex-ministro da Agricultura abre série de palestras do Encontro da Fenabrave 7719367 - OLHAR DIRETO - Cuiabá - MT - 12/06/2018

Mesmo em meio a uma crise financeira que assolou o país nos últimos anos, Mato Grosso conseguiu manter bons números na economia. O agronegócio, base econômica do Estado, é apontado como o setor responsável por esse cenário e é também um termômetro da atividade econômica, já que movimenta a indústria e o setor de serviços. Assuntos como estes, serão debatidos no Encontro Regional da Fenabrave, que acontece no próximo mês, em Cuiabá. Carta aberta da Fenabrave sobre a greve no Detran e à favor da terceirização do setor de vistorias Na palestra de abertura do Encontro, o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Neri Geller falará da "Macro Política do Agronegócio e o impacto na economia do Brasil". A palestra acontece no dia 17 de julho, primeiro dia da Fenabrave realizado no Centro de Eventos do Pantanal, na Capital. "Esse encontro aqui no Estado é um reflexo do que representa Mato Grosso na economia do País. Vamos aproveitar para discutir grandes temas: o crédito agrícola, os investimentos feitos na área de equipamentos agrícolas, como tratores, colheitadeiras, caminhões e, assim por diante", disse Geller. Geller destacou também o protagonismo da Fenabrave em torno de discussões travadas no país e no próprio ministério da Agricultura, onde ele atuou não só como ministro, como também secretário de Políticas Agrícolas. "A Fenabrave é uma das entidades mais importantes do país, congrega todas as revendas automotivas do Brasil. Desde quando fui ministro, a Fenabrave estava muito presente no ministério da Agricultura. Muitas ações implementadas pelo Mapa foram sempre pautadas também por esta entidade", afirmou. Dados - Além de movimentar a economia local, o agronegócio contribui para o equilíbrio da economia do Brasil. Dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostram que, em 2017, o agronegócio no Brasil representou 23,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa a maior participação em 13 anos. Evento - O Encontro deste ano tem como tema central "O Conhecimento Acelera o Progresso" e é realizado pela Fenabrave Regional Mato Grosso /Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Mato Grosso (Sincodiv-MT). Sobre o palestrante – Neri Geller tem 49 anos e é agricultor e empresário na região de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, onde está desde 1984. Conhecedor do mercado agrícola, desenvolve atividade de plantio e comercialização de grãos, como soja e milho, em sua propriedade. Geller foi deputado federal em 2007 e 2011. Além disso, exerceu o mandato de vereador em Lucas do Rio Verde (1996 e reeleito em 2000). Ocupou cargo de ministro da Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2014 e foi secretário de Políticas Agrícolas do Mapa, por duas oportunidades: 2013 e de 2016 a 2018. http://www.olhardireto.com.br/agro/noticias/exibir.asp?id=26363&edt=0&noticia=ex-ministroda-agricultura-abre-serie-de-palestras-do-encontro-da-fenabrave Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio 7719368 - ASSOBRAV - 11/06/2018

A Fenabrave constatou queda geral de 5,21% no setor automotivo no mês de maio. Foram emplacadas 294.957 unidades no quinto mês do ano, contra 311.165 no mês anterior. Na comparação entre os meses de maio 2018 e o mesmo mês de 2017 285.775 unidades, o setor automotivo registrou avanço de 3,21% no período. Já no acumulado do ano, há alta de 14,29% para todos os setores somados. De acordo com Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade, o mês de maio acompanhava a tendência positiva dos últimos meses, até o impacto causado pelas paralisações dos caminhoneiros. Fonte: UOL Carros / Motor Dream Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Nissan Frontier ganha versão super preparada Off-Roader AT32 Teste: Volkswagen Up 1.0 turbo - Carinha de mau Mercedes Classe A ganha itens de Classe S e estreia em novembro GM e Honda se juntam para desenvolver novas baterias de carro elétrico Fenabrave constata queda de 5,21% no setor automotivo em maio https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=44287 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Seguro de automóvel têm redução no preço médio em maio 7719369 - SINDSEGSP - 12/06/2018

O Jornal do Carro, do Estadão, informa que o preço médio do seguro automotivo apresentou uma retração no mês de maio. A informação é de um levantamento da Bidu — plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e serviços financeiros — com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos no mês, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No comparativo com abril, oito modelos se repetiram no ranking dos mais vendidos e, para estes veículos, o perfil masculino apresentou uma redução de 4,8%. O perfil feminino teve uma queda média de 19,5% nas cinco cidades analisadas. O preço do seguro custa em média, entre todas as capitais pesquisadas, R$ 9.093 para o perfil masculino e R$ 6.170 para o feminino. http://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=30103 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Para economistas, baixa demanda pesou mais para a greve 7718160 - VALOR ECONÔMICO - ESPECIAL - São Paulo - SP - 13/06/2018 - Pág A 12

jjjjfjnjdnjnsdjnjfdnjnjfndjshttp://www.valor.com.br/brasil/5590767/para-economistas-baixademanda-pesou-mais-para-greve Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estevão Taiar Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas no varejo cresceram em abril, dizem analistas 7719293 - VALOR ECONÔMICO - São Paulo - SP - 13/06/2018

kkfkfkfkfkkfffkfhttp://s3.amazonaws.com/static.resources/original_page/a1fe7aa90b0f0dc9b64 756abca4c88e0?AWSAccessKeyId=AKIAJSAB234AEOZ3QMUQ&Expires=1531900963&Sig nature=Kabz3ZS%2B9IQOMr0tglK3XARX4K0%3D Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 13/06/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave 13.06.2018  

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