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Clipping Vendas de autos aceleram 23% no início do ano 7449111 - MONITOR MERCANTIL - CAPA - São Paulo - SP - 06/02/2018 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=VbCV6psSRvG9iExaCi+0d8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta segunda-feira em São Paulo, foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%. O setor de caminhões registrou expansão de 56,26% em janeiro de 2018, com a comercialização de 4,6 mil unidades. As vendas de ônibus tiveram alta de 57,71% no período, com 1,1 mil unidades emplacadas. Os automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) acusaram crescimento de 22,29% nas vendas. Em janeiro último, foram comercializados 175 mil veículos dessas categorias, enquanto no primeiro mês de 2017 os emplacamentos totalizaram 143,5 mil. A alta nas vendas reflete, segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, a melhora do cenário econômico em relação ao começo de 2017. “As expectativas renovadas em função da me-lhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos”, disse. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Vendas de veículos aceleram 23% no início do ano 7449121 - MONITOR MERCANTIL - CAPA - Rio de Janeiro - RJ - 06/02/2018 - Pág 1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=VbCV6psSRvEj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta segunda-feira em São Paulo, foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%. O setor de caminhões registrou expansão de 56,26% em janeiro de 2018, com a comercialização de 4,6 mil unidades. As vendas de ônibus tiveram alta de 57,71% no período, com 1,1 mil unidades emplacadas. Os automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) acusaram crescimento de 22,29% nas vendas. Em janeiro último, foram comercializados 175 mil veículos dessas categorias, enquanto no primeiro mês de 2017 os emplacamentos totalizaram 143,5 mil. A alta nas vendas reflete, segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, a melhora do cenário econômico em relação ao começo de 2017. “As expectativas renovadas em função da me-lhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos”, disse. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: RJ Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Rio de Janeiro País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a aumentar 7451060 - ZERO HORA - NOTICIAS - Porto Alegre - RS - 14/02/2018 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=X2Awi6ggWs0wQfR/x2yddsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. A venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando neste ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Eleição é o maior risco para retomada do mercado, interpretam analistas Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012 - período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde - vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no final do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/02/economia/611210-apos-quatro-anos-vendas-decarros-mais-baratos-voltam-a-crescer.html) Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Porto Alegre País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Farra do crédito de veículos gerou rombo de R$ 22,8 bilhões para bancos 7449499 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 12/02/2018 - Pág B1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+Q7ebLOTdathVt4R9Vq5kMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

O custo da festa do crédito fácil para veículos do começo da década foi alto para as instituições financeiras. Dados inéditos do Banco Central mostram que o setor teve problemas para receber R$ 38,1 bilhões em financiamentos concedidos em 2010 e 2011, quando era possível comprar um carro zero, sem entrada, parcelado em até cem vezes. Bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas o setor ainda trabalha para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados naquela época. Após o estouro da crise financeira global em 2008, o governo reagiu para tentar amenizar a maré negativa do exterior. Queda de impostos, redução de juros e liberação de dinheiro aos bancos fizeram parte da receita que permitiu ao País passar os primeiros anos da crise com poucos arranhões. Enquanto o mundo colhia cacos, o Brasil dava sinais de vigor e o setor de veículos virou símbolo do Brasil que consumia cada vez mais. Crescimento. Crescimento. Crédito mais fácil impulsionou mercado de veículos no início da década Foto: Sérgio Castro/Estadão Tanta confiança mudou profundamente a economia. Enquanto consumidores estavam cada vez mais seguros sobre o futuro, montadoras anunciavam bilhões em novos projetos e bancos afrouxavam parâmetros no crédito. Assim, a concessão de financiamentos para veículos atingiu patamar nunca mais alcançado: R$ 105,3 bilhões emprestados em 2010 e outros R$ 102,5 bilhões em 2011. No ano passado, esse valor foi de R$ 87,3 bilhões. Os bancos liberaram em média R$ 3.339,66 a cada segundo em novos financiamentos naquele período. Essa avalanche de crédito chegou em condições inéditas. Clientes sem histórico bancário conseguiam financiar um carro zero sem entrada e com prazo que superava oito anos. Para convencer indecisos, concessionárias e montadoras investiam pesado em publicidade e o IPI zero dos veículos populares era o grande chamariz. O preço dessa festa apareceu agora. Dos R$ 209 bilhões emprestados em 12,32 milhões de operações aprovadas em 2010 e 2011, bancos enfrentaram algum tipo de problema com o recebimento de R$ 22,8 bilhões em 2,24 milhões de financiamentos. Ou seja, operações classificadas como “problemáticas” pelo próprio BC corresponderam a 18,2% de todas as que foram feitas. “Tudo o que se fabricou, vendeu. Com a chegada dos novos consumidores, motivados pela emoção e que não tinham experiência com financiamentos, é óbvio que se esperava um aumento da inadimplência”, diz o presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, Luiz Montenegro. “Eu prefiro olhar isso como um profundo aprendizado.” Nesse boom do crédito, o ápice dos problemas parece ter ocorrido em abril de 2011. Dos financiamentos com prazo superior a 60 meses concedidos naquele mês, 34% registraram problemas. Para comparação, o mesmo indicador ficou em 4,6% nos empréstimos de 2016 e não alcança nem 1% do crédito para veículos de 2017. Freio. Diante da situação, o BC anunciou medidas para tentar conter a expansão do crédito: passou a exigir mais capital para que bancos emprestassem em 2010 e criou novas exigências para financiamentos mais longos em 2011. A reação e o início dos problemas nos próprios bancos serviram como um freio de arrumação forçado: prazos foram encurtados e voltou-se a exigir entrada para a compra do carro. O pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Mendonça, estudou a evolução do mercado de crédito para veículos nos últimos anos e avalia que os incentivo do governo ao consumo e crédito foram a razão dos problemas. “Esse artificialismo gerou a inadimplência porque as operações não eram sustentáveis”, avalia. “Esse aumento do endividamento acabou sendo ajustado algum tempo depois, quando a inadimplência disparou”. Nas instituições financeiras, há reconhecimento de que houve exagero na época. Executivos do setor dizem que a régua para aprovar financiamentos “estava frouxa demais”. O resultado apareceu meses à frente, quando o setor teve de aumentar a provisão contra calotes. Representantes do setor dizem, porém, que todos os problemas relevantes gerados nessa época já saíram dos balanços e o mercado voltou a operar normalmente. Apesar dessa normalidade defendida pelos bancos, ainda há consumidores com carnê a


pagar daquela época. Para esses clientes, problemas continuam surgindo. O último dado do BC, de setembro de 2017, indicava 251 financiamentos concedidos em 2010 e 2011 com atraso de 30 dias nos pagamentos. Esse é o primeiro passo para o calote. Aprendizado. “Zero km com zero entrada e zero IPI”. A placa colorida com tantos zeros instalada em uma concessionária atraiu Jefferson Silva. Era 2011 e o gráfico fez as contas. O resultado foi comemorado: com o salário, dava para comprar um carro novinho. “Nem pesquisei muito. Entrei em duas concessionárias e fechei negócio na terceira”, lembra. Sem nenhum real de entrada, Silva saiu da revenda dirigindo um Celta 1.0 preto com ar quente, direção hidráulica, travas e vidros elétricos. Por tudo isso, se comprometeu com 70 parcelas mensais de R$ 819,03. O contrato mostrava uma dívida de R$ 57.332,10, mas a chave era de um carro que, zero, valia R$ 32 mil. O carro era perfeito para o trajeto de mais de 40 quilômetros entre a casa na zona leste da capital paulista, até o trabalho, na zona sul. “Era bem mais rápido.” Ele levava pouco mais de uma hora no trajeto que ultrapassava duas horas no transporte público. “Também percebi, rapidamente, que estava em uma encrenca. Só de gasolina gastava quase R$ 600 por mês. Não imaginava tudo isso”, conta Silva. O grande baque ocorreu três meses depois, quando ele se envolveu em um acidente. Felizmente, não se machucou. Mas o que doeu foi a conta de R$ 2,2 mil para pagar a franquia do seguro. “Quando você compra um carro, acha que é só entrar e pagar a prestação. Não era.” O gráfico apertou as contas e continuou pagando a dívida por três anos. Após a 37.ª parcela, jogou a tolha. Tentou a internet, mas não conseguiu vender o carro. Tentou transferir a dívida e pediu R$ 3,5 mil a quem se comprometesse a pagar as 33 parcelas restantes. Não houve interessado. No fim, o único caminho foi uma revenda de carros usados. Pelo Celta 2011 que havia consumido R$ 30.304 do gráfico, a concessionária ofereceu exatos R$ 19,5 mil. “Liguei no banco para ver quanto era para quitar a dívida e eles pediram R$ 19 mil. Fechei negócio e fiquei com R$ 500 no bolso”, lamenta. “Foi como se eu tivesse alugado aquele carro por três anos.” Apesar da reclamação, há quem diga que Silva teve sorte. “Ninguém conseguia vender porque começaram a aparecer carros com dívida de R$ 30 mil, mas que valiam metade. Isso fez com que o mercado de usados despencasse”, lembra o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores de São Paulo, George Assad Chahade. “Essa bolha deixou um monte de micos na mão dos clientes que não estavam preparados.” Hoje, Silva olha com alívio para o passado e diz que está mais cauteloso com o dinheiro. Além do trabalho como gráfico, também é motorista de aplicativo nas horas vagas e, apesar da vontade, teme entrar em um novo financiamento. Por isso, paga R$ 1,4 mil por mês pelo carro. Dessa vez, alugado de verdade. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fernando Nakagawa Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


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INCLUI CLASSIFICADOS

SEGUNDA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO DE 2018

E&N

O ESTADO DE S. PAULO

Negociação com governo

Moedas digitais

Petrobrás tenta reduzir conteúdo local no pré-sal

Bitcoin cresce e já rivaliza com Tesouro Direto

Pág. B3

Págs. B4 e B5

ECONOMIA & NEGÓCIOS

Vendas. Em 2010 e 2011, com o governo incentivando o consumo, instituições financeiras ampliaram os empréstimos para a compra de veículos com prazos que chegavam a 100 meses; dos R$ 209 bi emprestados, R$ 38 bi trouxeram algum tipo de problema

‘Farra’ do crédito de veículos gerou rombo de R$ 22,8 bilhões para bancos CUSTO ALTO ● Crédito

facilitado trouxe perdas bilionárias a instituições financeiras

Financiamento de veículos

Distribuição das operações

Operações consideradas problemáticas pelo Banco Central

ATRASO SUPERIOR A 90 DIAS

Em 2010

OPERAÇÕES PROBLEMÁTICAS

FINANCIAMENTOS PAGOS EM DIA

OPERAÇÕES ATRASADAS E RENEGOCIADAS

Carros de passeio mais vendidos no Brasil

EM MILHÕES

EM BILHÕES DE REAIS

PREJUÍZO JÁ DECLARADO

Veículos produzidos

18,2%

81,8%

3,7 3,4

3,4

3,4

3,1

12,5 12,0

10,2

2,4

2,2

7,4 OPERAÇÕES PROBLEMÁTICAS

FINANCIAMENTOS PAGOS EM DIA

6,0

0,9%

99,1% 3,0

Gol

Onix

Uno

Ka

Celta

HB20

Celta Sedan

Polo

Palio

Prisma

2,7

2010* E 2011 9,0

Em janeiro de 2018

0,538 0,032

0,047 0,12

0 2010*

2017**

* A PARTIR DE MARÇO

2010*

2017**

2010*

2017**

2017**

2010*

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017**

**ATÉ SETEMBRO

FONTES: BANCO CENTRAL, ANFAVEA E FENABRAVE

Fernando Nakagawa / BRASÍLIA

O custo da festa do crédito fácil para veículos do começo da década foi alto para as instituições financeiras. Dados inéditos do Banco Central mostram que o setor teve problemas para receber R$ 38,1 bilhões em financiamentos concedidos em 2010 e 2011, quando era possível comprar um carro zero, sem entrada, parcelado em até cem vezes. Bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas o setor ainda trabalha para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados naquela época. Após o estouro da crise financeira global em 2008, o governo reagiu para tentar amenizar a maré negativa do exterior. Queda de impostos, redução de juros e liberação de dinheiro aos bancos fizeram parte da receita que permitiu ao País passar os primeiros anos da crise com poucos arranhões. Enquanto o mundo colhia cacos, o Brasil dava sinais de vigor e o setor de veículos virou símbolo do Brasil que consumia cada vez mais.

NA WEB Jornal do Carro. Leia mais notícias sobre veículos jornaldocarro.estadao.com.br

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INFOGRÁFICO/ESTADÃO

Tanta confiança mudou profundamente a economia. Enquanto consumidores estavam cada vez mais seguros sobre o futuro, montadoras anunciavam bilhões em novos projetos e bancos afrouxavam parâmetros no crédito. Assim, a concessão de financiamentos para veículos atingiu patamar nunca mais alcançado: R$ 105,3 bilhões emprestados em 2010 e outros R$ 102,5 bilhões em 2011. No ano passado, esse valor foi de R$ 87,3 bilhões. Os bancos liberaram em média R$ 3.339,66 a cada segundo em novos financiamentos naquele período. Essa avalanche de crédito chegou em condições inéditas. Clientes sem histórico bancário conseguiam financiar um carro zero sem entrada e com prazo que superava oito anos. Para convencer indecisos, concessionárias e montadoras investiam pesado em publicidade e o IPI zero dos veículos populares era o grande chamariz. O preço dessa festa apareceu agora. Dos R$ 209 bilhões emprestados em 12,32 milhões de operações aprovadas em 2010 e 2011, bancos enfrentaram algum tipo de problema com o recebimento de R$ 22,8 bilhões em 2,24 milhões de financiamentos. Ou seja, operações classificadas como “problemáticas” pelo próprio BC corresponderam a 18,2% de todas as que foram feitas. “Tudo o que se fabricou, vendeu. Com a chegada dos novos

SERGIO CASTRO/ESTADÃO-30/10/2010

PRESTE ATENÇÃO

1.

Maré negativa. Para mini-

mizar os efeitos da crise financeira global de 2008 aqui no País, o governo tentou incentivar o consumo.

2.

Avalanche. Com promoções como IPI zero e financiamentos de até 100 meses, os financiamentos para automóveis bateram recorde em 2010 e 2011.

3.

Calote. Com regras me-

nos apertadas nas concessões, as instituições financeiras acabaram tendo de arcar com perdas bilionárias nesses financiamentos.

Crescimento. Crédito mais fácil impulsionou mercado de veículos no início da década consumidores, motivados pela emoção e que não tinham experiência com financiamentos, é óbvio que se esperava um aumento da inadimplência”, diz o presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, Luiz Montenegro. “Eu prefiro olhar isso como um profundo aprendizado.” Nesse boom do crédito, o ápice dos problemas parece ter ocorrido em abril de 2011. Dos financiamentos com prazo superior a 60 meses concedidos naquele mês, 34% registraram problemas. Para comparação, o mesmo indicador ficou em 4,6% nos empréstimos de 2016 e não

alcança nem 1% do crédito para veículos de 2017. Freio. Diante da situação, o BC anunciou medidas para tentar conter a expansão do crédito: passou a exigir mais capital para que bancos emprestassem em 2010 e criou novas exigências para financiamentos mais longos em 2011. A reação e o início dos problemas nos próprios bancos serviram como um freio de arrumação forçado: prazos foram encurtados e voltou-se a exigir entrada para a compra do carro. O pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Mendonça, es-

tudou a evolução do mercado de crédito para veículos nos últimos anos e avalia que os incentivo do governo ao consumo e crédito foram a razão dos problemas. “Esse artificialismo gerou a inadimplência porque as operações não eram sustentáveis”, avalia. “Esse aumento do endividamento acabou sendo ajustado algum tempo depois, quando a inadimplência disparou”. Nas instituições financeiras, há reconhecimento de que houve exagero na época. Executivos do setor dizem que a régua para aprovar financiamentos “estava frouxa demais”. O resultado apa-

receu meses à frente, quando o setor teve de aumentar a provisão contra calotes. Representantes do setor dizem, porém, que todos os problemas relevantes gerados nessa época já saíram dos balanços e o mercado voltou a operar normalmente. Apesar dessa normalidade defendida pelos bancos, ainda há consumidores com carnê a pagar daquela época. Para esses clientes, problemas continuam surgindo. O último dado do BC, de setembro de 2017, indicava 251 financiamentos concedidos em 2010 e 2011 com atraso de 30 dias nos pagamentos. Esse é o primeiro passo para o calote.

concessionária ofereceu exatos R$ 19,5 mil. “Liguei no banco para ver quanto era para quitar a dívida e eles pediram R$ 19 mil. Fechei negócio e fiquei com R$ 500 no bolso”, lamenta. “Foi como se eu tivesse alugado aquele carro por três anos.” Apesar da reclamação, há quem diga que Silva teve sorte. “Ninguém conseguia vender porque começaram a aparecer carros com dívida de R$ 30 mil,

mas que valiam metade. Isso fez com que o mercado de usados despencasse”, lembra o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores de São Paulo, George Assad Chahade. “Essa bolha deixou um monte de micos na mão dos clientes que não estavam preparados.” Hoje, Silva olha com alívio para o passado e diz que está mais cauteloso com o dinheiro. Além do trabalho como gráfico, também é motorista de aplicativo nas horas vagas e, apesar da vontade, teme entrar em um novo financiamento. Por isso, paga R$ 1,4 mil por mês pelo carro. Dessa vez, alugado de verdade./ F.N.

Aprendizado

‘PERCEBI QUE ESTAVA EM UMA ENCRENCA’ Atraído por promoção, gráfico fez crediário em 70 parcelas, mas só pôde pagar metade delas

“Z

ero km com zero entrada e zero IPI”. A placa colorida com tantos zeros instalada em uma concessionária atraiu Jefferson Silva. Era 2011 e o gráfico fez as contas. O resultado foi comemora-

do: com o salário, dava para comprar um carro novinho. “Nem pesquisei muito. Entrei em duas concessionárias e fechei negócio na terceira”, lembra. Sem nenhum real de entrada, Silva saiu da revenda dirigindo um Celta 1.0 preto com ar

quente, direção hidráulica, travas e vidros elétricos. Por tudo isso, se comprometeu com 70 parcelas mensais de R$ 819,03. O contrato mostrava uma dívida de R$ 57.332,10, mas a chave era de um carro que, zero, valia R$ 32 mil. O carro era perfeito para o trajeto de mais de 40 quilômetros entre a casa na zona leste da capital paulista, até o trabalho, na zona sul. “Era bem mais rápido.” Ele levava pouco mais de uma hora no trajeto que ultrapassava duas horas no transporte público. “Também percebi, rapidamente, que estava em uma encrenca. Só de gasolina gastava quase R$ 600 por mês. Não imaginava tudo isso”, conta Silva. O grande baque ocorreu três

meses depois, quando ele se envolveu em um acidente. Felizmente, não se machucou. Mas o que doeu foi a conta de R$ 2,2 mil para pagar a franquia do seguro. “Quando você compra um carro, acha que é só entrar e pagar a prestação. Não era.” Sem interessados. O gráfico apertou as contas e continuou pagando a dívida por três anos. Após a 37.ª parcela, jogou a tolha. Tentou a internet, mas não conseguiu vender o carro. Tentou transferir a dívida e pediu R$ 3,5 mil a quem se comprometesse a pagar as 33 parcelas restantes. Não houve interessado. No fim, o único caminho foi uma revenda de carros usados. Pelo Celta 2011 que havia consumido R$ 30.304 do gráfico, a

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Mico

“Essa bolha (de crédito) deixou um monte de micos na mão dos clientes que não estavam preparados.” George Assad Chahade PRESIDENTE DA ASSOVESP


Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7450656 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 14/02/2018 - Pág B1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=AnXCzUner9crDptNvo35jsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. A venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando neste ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Eleição é o maior risco para retomada do mercado, interpretam analistas Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012 - período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde - vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no final do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/02/economia/611210-apos-quatro-anos-vendas-decarros-mais-baratos-voltam-a-crescer.html) Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


B1 %HermesFileInfo:B-1:20180214:

INCLUI CLASSIFICADOS

QUARTA-FEIRA, 14 DE FEVEREIRO DE 2018

E&N

O ESTADO DE S. PAULO

Em busca de crédito

Mercado em alta

Sem BNDES, usina a carvão vai atrás de dinheiro chinês

Venda de gado vivo cresce e vira alvo de ambientalistas

Pág. B3

Pág. B5

ECONOMIA & NEGÓCIOS

Automóveis. No ano passado, segmento mais prejudicado pelo aumento do desemprego e pelo freio no crédito nos últimos anos voltou a ter desempenho positivo; para analistas, com economia se recuperando, veículos populares devem ganhar um novo impulso

Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer RAFAEL ARBEX / ESTADÃO-26/7/2017

André Ítalo Rocha

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as con-

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocálos por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a

PARA LEMBRAR

● Venda

Crédito fácil e rombo recorde

de carros de entrada e hatchs pequenos para pessoa física

Variação EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR

Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor.

3,1%

5 0 -5 -10 -15

Ranking. Onix (D) e HB20 lideraram as vendas em 2017

-20

cessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito.

-25

Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017

Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas Avaliação é que, caso não haja clareza do futuro da economia, financiamentos podem voltar a ser travados

NOVO CENÁRIO

cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria SellOut 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. / A.I.O.

ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo.

-30

2013

2017

Os carros mais vendidos em 2017 EM MILHARES UNIDADES

Onix (GM)

188,654

HB20 (Hyundai)

105,539

Ka (Ford)

94,893

Gol (VW)

73,919

Prisma (GM)

68,988

Sandero (Renault)

67,344

Corolla (Toyota)

66,188

Strada (Fiat)

54,870

Mobi (Fiat)

54,270

Toro (Fiat)

50,723

FONTE: ELABORAÇÃO DO BROADCAST, COM DADOS DA FENABRAVE

INFOGRÁFICO/ESTADÃO

ES Õ L I E L S O LHO PRÓXIM FIQUE DE O CONTO

10%QDUAELQDUEERS IMarÓreVmELatação EM ento no ato da com pagam

DIA

23/02 2018

às 14h

LEILÃO ONLINE DE

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SALVADOR • CURITIBA • BELO HORIZONTE • PORTO ALEGRE JOINVILE • MARINGÁ • ITÚ E OUTRAS CIDADES

SP • MG • RS • BA • PR E OUTROS ESTADOS

Sobre o valor do arremate, incorrerá a comissão de 5% à Leiloeira a ser pago pelo arrematante. Condições de pagamento, financiamento, descontos e todos os imóveis com suas respectivas localizações consulte o edital completo nos sites www.bradesco.com.br e www.sodresantoro.com.br. Informações: 11 2464-6464. Atenção para possíveis modificações nos próximos editais. Mariana Lauro Sodré Santoro - Leiloeira Oficial - Jucesp nº 641

CONTO

10%QDUAELQDUEERS IMarÓreVmELatação EM ento no ato da com pagam

DIA

26/02 2018

às 10h

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75 IMÓVEIS

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SÃO PAULO • CAMPINAS • CURITIBA • PORTO ALEGRE • RIO DE JANEIRO E OUTRAS CIDADES

SP • RJ • RS • PR E OUTROS ESTADOS

Sobre o valor do arremate, incorrerá a comissão de 5% à Leiloeira a ser pago pelo arrematante. Condições de pagamento, financiamento, descontos e todos os imóveis com suas respectivas localizações consulte o edital completo nos sites www.bradesco.com.br e www.sodresantoro.com.br. Informações: 11 2464-6464. Atenção para possíveis modificações nos próximos editais. Carolina Lauro Sodré Santoro - Leiloeira Oficial - Jucesp nº 758

CONTO

10%QDUAELQDUEERS IMarÓreVmELatação EM ento no ato da com pagam

DIA

28/02 2018

às 10h

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17 IMÓVEIS

APARTAMENTOS • CASAS • IMÓVEIS COMERCIAIS TERRENOS • ÁREAS RURAIS • GALPÕES CONSULTE AS DESCONTOS E CONDIÇÕES DE PARCELAMENTO NO EDITAL

EM DIVERSAS CIDADES DO BRASIL SP • RJ • PR • RS • BA E OUTROS ESTADOS

Sobre o valor do arremate, incorrerá a comissão de 5% ao Leiloeiro a ser pago pelo arrematante. Condições de pagamento, financiamento, descontos e todos os imóveis com suas respectivas localizações consulte o edital completo nos sites www.bradesco.com.br e www.sodresantoro.com.br. Informações: 11 2464-6464. Atenção para possíveis modificações nos próximos editais. Flávio Cunha Sodré Santoro - Leiloeira Oficial - Jucesp nº 581


Clipping Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia 7449626 - FOLHA DE S.PAULO - SOBRE TUDO - São Paulo - SP - 11/02/2018 - Pág D4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=p8/N1WPg6wVENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

O Renault Kwid ganhou alegorias e adereos no mercado indiano. O compacto popular chega s lojas em duas verses especiais que remetem aos heris Capito Amrica e Homem de Ferro. A srie limitada Super Hero vendida pela internet e custa 10 mil rpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padro das armaduras dos heris. O lanamento faz parte da estratgia de divulgao do futuro filme da franquia “Vingadores”, chamado “Guerra Infinita”, que estreia em abril. O mais chamativo o Kwid Super Soldier, que remete ao Capito Amrica. As cores da bandeira dos Estados Unidos esto nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, h detalhes em azul e carpetes vermelhos. A verso Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o cap do compacto est o motor 1.0 de trs cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgao destaca o sistema multimdia como principal item de srie. Nas fotos do interior, d para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurana da ndia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paran traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel tambm rendeu aes de marketing no Brasil. O heri Hulk foi o garotopropaganda do Kwid, em um comercial gravado em So Paulo. As vendas no mercado nacional esto abaixo do esperado. Aps um incio promissor e trs recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22 lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que rene as concessionrias).

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


D4 sobre

Tudo ★ ★ ★

ab

Domingo, 11 DE FEvErEiro DE 2018

sobre

rodas

VAMOS POR PARTES Compare planos de fidelização com parcela residual à modalidade convencional de financiamento Plano CiClo ToyoTa Toyota Etios sedã XS 1.5 flex - R$ 55.550 Entrada: R$ 16.665 (30%) + 36 parcelas de R$ 1.012,06 + residual de R$ 16.665

Plano Volkswagen semPre noVo Polo 1.6 flex - R$ 54.990 Entrada: R$ 16.497 (30%) + 35 parcelas de R$ 1.056,33 + residual de R$ 16.497

Plano noVo de noVo CiTroën Aircross Live 1.6 flex - R$ 62.990 Entrada: R$ 18.900 (30%) + 30 parcelas de R$ 1.208 + 12 parcelas residuais de R$ 1.914

FINANCIAmeNTO VIrA pLANO De FIDeLIzAçãO

Plano ConVenCional Chevrolet Onix 1.0 LT flex - R$ 54.490 Entrada: R$ 16.550 (30%) + 60 parcelas de R$ 1.112

Parcelamento com prestação final mais alta é usado para reter clientes e exige atenção antes de assinar contrato COLUNISTA DA FolHa

Planos de financiamento com parcela residual —que pode chegar a 50% do valor do carro— viraram tendência. As montadoras têm usado essa estratégia para fidelizar clientes, com a promessa de valorizar o carro na troca por um novo sem que seja preciso quitar a prestação final. A opção é recente: a Toyota, primeira montadora a oferecer de forma ostensiva essa modalidade de crédito, lançou seu programa de fidelização, chamado Ciclo Toyota, em agosto de 2016. “A participação do Ciclo nos financiamentos de automóveis realizados pelo Banco Toyota é crescente, saltando dos 45% entre fevereiro e abril de 2017 para 60% em dezembro do mesmo ano. É um avanço considerável”, diz Vladimir Centurião, diretor de vendas e marketing da Toyota do Brasil. A opção tem atraído o público por exigir uma entrada menor (a partir de 20% do valor do bem) e ter prestações mais suaves, mas há exigências que podem gerar problemas no futuro. A Toyota oferece como vantagem o valor mínimo de recompra, prefixado em 85% do calculado na tabela elabo-

rada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Contudo, o carro deve ter rodado menos de 15 mil quilômetros por ano e a pintura precisa ser original. Itens instalados fora da rede concessionária também geram a perda do benefício. “Esse tipo de plano exige que o consumidor preveja como estará sua situação financeira ao fim do financiamento, mas muita coisa pode acontecer no período, como necessidade de reparo na lataria, além dos demais custos envolvidos na posse de um veículo”, diz a economista Ione Amorim do Idec (Instituto Brasileiro de defesa do Consumidor). A economista alerta também para a provável alta dos juros caso seja necessário refinanciar a parcela final. “Além de perder os benefícios, o cliente corre o risco de encontrar prestações com taxas maiores do que antes para quitar um bem que já perdeu valor de mercado. Em vez de exibir o valor residual em seus contratos de fidelização, a Citroën optou por já expor o parcelamento da última prestação. Ao comprar um Aircross Shine (R$ 62.990) com entrada de 30%, o cliente irá pagar 30 parcelas de R$ 1.208. Ao término, poderá optar pela

troca por outro carro e novo financiamento, mas se quiser continuar com o automóvel, terá mais 12 prestações de R$ 1.914 pela frente. SEM TROCA

Para ter acesso às vantagens previstas no contrato, o cliente deve estar disposto a continuar comprando carros da mesma montadora. Ou seja, não é uma opção interessante para quem gosta de trocar de marca com frequência. Caso desista do plano no meio do caminho, o consumidor perderá os benefícios previstos, como a garantia do valor de recompra. Nesse momento, os procedimentos serão como o de qualquer outro tipo de parcelamento. “O mais comum é que os financiamentos de veículo ocorram na modalidade CDC [Crédito Direto ao Consumidor], garantido por alienação fiduciária. Nessa hipótese, a legislação prevê que, com o distrato, o veículo deve ser devolvido ao financiador, ocorrendo a liquidação antecipada do débito”, diz André Muszkat, sócio do escritório CSMV Advogados. Se isso ocorrer, o consumidor terá de negociar o carro com lojistas, que tendem a pagar pouco quando percebem que o comprador está precisando se livrar do bem.

VanTagens Os contratos de fidelização com parcela residual preveem um valor mínimo de recompra (em geral, 85% sobre a tabela Fipe) caso o cliente queira dar o carro de entrada sem quitar a prestação final As taxas de juros são menores: em torno de 1,2% nos planos com 30% de entrada ante 1,8% dos financiamentos em 60 parcelas Alguns planos permitem diluir o valor das revisões no financiamento Pode ser interessante para quem sempre compra carros da mesma marca

De SãO pAULO

O Renault Kwid ganhou alegorias e adereços no mercado indiano. O compacto popular chega às lojas em duas versões especiais que remetem aos heróis Capitão América e Homem de Ferro. A série limitada Super Hero é vendida pela internet e custa 10 mil rúpias —o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padrão das armaduras dos heróis. O lançamento faz parte da estratégia de divulgação do futuro filme da franquia “Vingadores”, chamado “Guerra

Infinita”, que estreia em abril. O mais chamativo é o Kwid Super Soldier, que remete ao Capitão América. As cores da bandeira dos Estados Unidos estão nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, há detalhes em azul e carpetes vermelhos. A versão Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o capô do compacto está o motor 1.0 de três cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgação destaca o sistema multimídia como principal item de série. Nas fotos

do interior, dá para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurança da Índia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paraná traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel também rendeu ações de marketing no Brasil. O herói Hulk foi o garoto-propaganda do Kwid, em um comercial gravado em São Paulo. As vendas no mercado nacional estão abaixo do esperado. Após um início promissor e três recalls, o Renault — que custa a partir de R$ 30 mil— teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22° lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias).

Há menos flexibilidade para negociar taxas melhores: os planos são prefixados O cliente não pode instalar equipamentos fora da concessionária e nem perder os prazos de revisão. Um deslize pode levar à perda dos benefícios estipulados em contrato O pagamento do valor mínimo depende do estado geral do carro e da quilometragem. O avaliador pode apontar problemas para depreciar o veículo na hora da troca Caso opte por refinanciar a parcela final, o consumidor não saberá de antemão qual será a taxa de juros aplicada e ainda poderá ter problemas para aprovar novamente o crédito

Fontes: Banco Volkswagen, Citroën, Toyota, Shop-Click Chevrolet

c FOCO

Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia

desVanTagens

Fotos Divulgação

EDUARDO SODRÉ

Renault Kwid Super Hero tem cores que remetem aos personagens Capitão América (acima) e Homem de Ferro


Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7450683 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 14/02/2018 - Pág B1 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=AnXCzUner9chIMk8ZpB6o8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocálos por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria SellOut 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Alta nas vendas de carros mais baratos 7452645 - O POVO - Fortaleza - CE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Para 2018, analistas avaliam que o segmento de carros mais baratos vai crescer mais e passar a ter desempenho mais próximo do mercado total. Agência Estado https://www.opovo.com.br/jornal/economia/2018/02/alta-nas-vendas-de-carros-maisbaratos.html#impresso604119 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452641 - MS DE FATO - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. http://msdefato.com.br/blog/economia-2/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: MS DE FATO Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada do setor automotivo 7452640 - BLOG SOCIAL 1 - 14/02/2018

Estadão Conteúdo – Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2018/02/14/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dosetor-automotivo/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452639 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452638 - ISTOÉ - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://istoe.com.br/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Montadoras investem em SUVs que se tornam queridinhos do consumidor não apenas no Brasil, mas em todo o mundo 7452637 - BLOG DO JORNALISTA ARNALDO MOREIRA - 10/02/2018

As novas gerações de compradores de carro viverão um dilema. Ou compartilham a propriedade de veículos ou têm o seu próprio à disposição na garagem. Enquanto isso não acontece, uma coisa as montadoras já perceberam: os grupos das chamadas gerações Y e Z, dos nascidos na década de 80 até os anos 2000, têm nos utilitários esportivos uma das preferências. Nessa sopa de letras de gerações e definições sobre perfis, as marcas sabem que estão diante dos principais consumidores do mundo atual, e fazem de tudo para conquistá-los. Um dado recente da Fenabrave, a associação das revendedoras de veículos no Brasil, ajuda a reforçar esta conclusão. As vendas de utilitários esportivos em 2017 representaram 22,3%. Foi a segunda categoria de carros mais comercializada perdendo apenas para os hatchs compactos, que responderam por 27% dos emplacamentos no país. No ranking, uma surpresa é o novo líder do segmento. O Jeep Compass com 49.187 unidades vendidas desbancou o Honda HR-V (47.775), que mantinha a liderança desde 2015. Completam a lista dos seis primeiros o Hyundai Creta (41.625), Jeep Renegade (38.330), Nissan Kicks (33.464) e Ford EcoSport (31.195). Esta sexta posição da Ford pode ser considerada incômoda, afinal, foi ela a primeira a apostar pesado no segmento com o EcoSport, que até 2015 era líder de vendas e em 2016 ainda ocupava o terceiro lugar. Ainda assim, o modelo tem a confiança da montadora e passou a ser vendido nos Estados Unidos, país famoso por adorar os utilitários de grande porte. O EcoSport, um SUV criado no Brasil, tem o desafio de agradar o jovem norte-americano. Divulgação Ford EcoSport , primeiro SUV compacto criado no Brasil, chega aos cobiçado mercado dos Estados Unidos Aproveito este texto sobre utilitários esportivos para ressaltar a engenharia automotiva brasileira. Tive a oportunidade de constatar e trabalhar em todos os lançamentos de versões e gerações do EcoSport (até mesmo a versão recém- lançada do Storm AWD). Um recuo na história para o início de 2000 mostra que os utilitários esportivos eram veículos sonhados, mas custavam muito caro. Não que hoje sejam baratos, mas ficaram mais acessíveis e há muito mais opções de compra. "A Ford foi a criadora do segmento de utilitários esportivos no mundo. Sabíamos como fazer, tínhamos a fórmula dentro de casa. Tivemos a ousadia de investir em uma proposta nova, que ninguém mais tinha e a maioria dos concorrentes, na ocasião, voltava-se ao segmento de minivans. Assim surgiu o conceito do veículo que chegou do EcoSport", disse na época o Márcio Alfonso, então um dos principais engenheiros da montadora. Divulgação Hyundai Creta, um dos preferidos do consumidor brasileiro, ocupa a segunda posição entre os mais vendidos Interessante que, 15 anos depois, o engenheiro Márcio Alfonso ocupa um cargo similar em outra montadora e foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Hyundai Creta, um dos líderes atuais do mercado brasileiro. Até nos segmentos mais caros chegam grandes apostas, como o Chevrolet Equinox, o Peugeot 3008, o Jaguar E-Pace e o BMW X2. A lista é enorme. A Volkswagen, por exemplo, promete cinco SUVs até 2020. Até a marca chinesa JAC trouxe T40, um SUV agradável e competitivo. Vários fatores contribuem para este tipo de veículo ser muito desejado. Entre eles, a posição


de comando ao volante e altura elevada do solo, além da capacidade de transpor áreas alagadas e a sensação de maior segurança. Divulgação/Jaguar Land Rover Jaguar E-Pace chega às lojas do Brasil em abril, como o menor SUV de luxo da marca inglesa O começo do EcoSport Curioso ver que o que ajudou o EcoSport a também se tornar um sucesso foram itens que hoje são completamente comuns. Ele trouxe equipamentos até então inéditos como o compartimento refrigerado no painel, porta-objetos no banco do passageiro com espaço para um laptop, sistema de som com MP3, conexão para iPod, USB e Bluetooth. O estepe na tampa traseira do porta-malas também foi uma marca registrada. Hoje, ele é considerado de gosto discutível por muitos consumidores tanto que na Europa e Estados Unidos são oferecidas versões sem o pneu externo. O EcoSport foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo em 2002, bem diferente da versão atual. Divulgação EcoSport, primeira exibição da Ford em 2002 no Salão do Automóvel, no Anhembi, em São Paulo Todos esses detalhes do EcoSport mostram que o modelo abriu as portas para a popularização dos utilitários esportivos no país. Chego até a afirmar que ele foi precursor dos utilitários compactos em outros continentes. Fonte: Carros - iG @ http://carros.ig.com.br/colunas/carros-do-celio/2018-02-09/utilitariosesportivos.html http://blogdojornalistaarnaldomoreira.blogspot.com/2018/02/montadoras-investem-em-suvsque-se.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Arnaldo Moreira Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Na Ponta do Lápis - 07/02 7452636 - JORNAL DE POMERODE - 09/02/2018

Na Ponta do Lápis - 07/02 Consulta ao lote residual ao IR A Secretaria da Receita Federal informou que serão abertas na quinta-feira, dia 08, a partir das 09h, as consultas a um lote multi exercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, referentes aos exercícios de 2008 a 2017. Os lotes residuais referem-se a contribuintes que caíram na malha fina, mas que, posteriormente, acertaram suas contas com o leão. Estão incluídos nesse lote de restituição do IR 102.361 contribuintes, que receberão, em 15 de fevereiro, mais de R$ 210 milhões em restituições, informou o Fisco. Desse total, R$ 78,75 milhões serão pagos a 20.269 contribuintes idosos e 1.732 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Taxa Selic O mercado financeiro mantém a estimativa de 6,75% para a taxa básica de juros da economia, a Selic. As reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que define a taxa, foram realizadas na terça e na quarta-feira, em Brasília. No ano passado, a Selic atingiu a mínima histórica de 7% (valor atual) e houve sinalização de redução para este ano. A projeção consta do boletim Focus, publicação divulgada na segunda-feira, dia 05, no site do Banco Central (BC) com estimativa para os principais indicadores econômicos. O mercado melhorou as estimativas para este ano. A projeção do crescimento do Produto Interno Bruto - a soma de todas as riquezas produzidas pelo país - passou de 2,66% para 2,70%. Na sexta-feira, dia 02, o Ministério do Planejamento atualizou a projeção do governo de 2,5% para 3%. Vendas de veículos novos cresce 23,14% Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta terça-feira, dia 06, em São Paulo, foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%. O setor de caminhões registrou expansão de 56,26% em janeiro de 2018, com a comercialização de 4,6 mil unidades. As vendas de ônibus tiveram alta de 57,71% no período, com 1,1 mil unidades emplacadas. Os automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) acusaram crescimento de 22,29% nas vendas. Em janeiro último, foram comercializados 175 mil veículos dessas categorias, enquanto no primeiro mês de 2017, os emplacamentos totalizaram 143,5 mil. Publicado em 09/02/2018 - por Jornal de Pomerode ? http://jornaldepomerode.com.br/colunas/na-ponta-do-lapis36/na-ponta-do-lapis-07-02-201802-09 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja a lista dos SUVs mais vendidos em janeiro - Compass e SW4 lideram 7452635 - ASSOBRAV - 09/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado O segmento de SUVs / Crossovers segue em alta. No primeiro mês de 2018, as vendas registraram alta. Destaque para o Jeep Compass, que segue absoluto, e também para a reação do Mitsubishi ASX e Hyundai Tucson. Veja o ranking dos SUVs mais vendidos em janeiro. CLASSE II Na faixa intermediária de SUVs / crossovers, as fabricantes não têm do que reclamar, já que as vendas cresceram mais de 60% nos últimos doze meses. Dos dez primeiros colocados, apenas o 10º - o Mitsubishi Outlander 180 – vendeu menos neste início de 2018 do que no ano passado. Em alta de quase 50%, o Compass segue sem concorrência direta. Com 4.546 emplacamentos, o Jeep produzido em Pernambuco se aproximou dos 60% de participação de mercado. Adversário mais próximo, o Hyundai ix35 810 vendeu quase seis vezes menos. Fechando o pódio, o Mitsubishi ASX 449 praticamente dobrou os números de 2017. Mas não foi fácil garantir o terceiro lugar, já que o Hyundai Tucson 416 cresceu ainda mais +158,4%. Mantendo uma trajetória de evolução, o Chevrolet Equinox 392 foi o quinto, com boa folga sobre o Kia Sportage 310, que também experimentou alta expressiva +72%. Com promoções praticadas pela rede de concessionárias enquanto aguardam a chegada da nova geração, o VW Tiguan 284 vendeu quase quatro vezes mais do que há um ano. Oitavo, o Peugeot 3008 216 atingiu o segundo melhor resultado desde o lançamento do atual modelo. Nono, o Toyota RAV4 207 praticamente dobrou o desempenho de dezembro. Do 11º em diante, à exceção dos modelos da Subaru, os demais perderam espaço. Lanternas, Honda CR-V – cuja nova geração chegará ao mercado em breve – e Jeep Cherokee emplacaram apenas uma unidade cada. SUVs / Crossovers II POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º JEEP COMPASS 4546 4546 5121 3093


57,44% 56,69% -11,23% 46,98% 2ยบ HYUNDAI IX35 810 810 972 644 10,24% 10,76% -16,67% 25,78% 3ยบ MITSUBISHI ASX 449 449 503 228 5,67% 5,57% -10,74% 96,93% 4ยบ HYUNDAI TUCSON 416 416 537 161 5,26% 5,94% -22,53% 158,39% 5ยบ CHEVROLET EQUINOX 392 392


420 0 4,95% 4,65% -6,67% 6ยบ KIA SPORTAGE 310 310 380 180 3,92% 4,21% -18,42% 72,22% 7ยบ VW TIGUAN 284 284 477 78 3,59% 5,28% -40,46% 264,10% 8ยบ PEUGEOT 3008 216 216 182 1 2,73% 2,01% 18,68% 21500,00% 9ยบ TOYOTA RAV4


207 207 104 5 2,62% 1,15% 99,04% 4040,00% 10ยบ MITSUBISHI OUTLANDER 180 180 202 266 2,27% 2,24% -10,89% -32,33% 11ยบ SUBARU FORESTER 38 38 53 28 0,48% 0,59% -28,30% 35,71% 12ยบ DODGE JOURNEY 29 29 33 53 0,37% 0,37% -12,12% -45,28%


13ยบ SUBARU XV 14 14 20 25 0,18% 0,22% -30,00% -44,00% 14ยบ JAC T6 12 12 15 17 0,15% 0,17% -20,00% -29,41% 15ยบ SUBARU OUTBACK 9 9 10 8 0,11% 0,11% -10,00% 12,50% 16ยบ HONDA CR-V 1 1 5 122 0,01% 0,06%


-80,00% -99,18% 17º JEEP CHEROKEE 1 1 0 26 0,01% 0,00% -96,15% 7914 7914 9034 4935 100,00% 100,00% -12,40% 60,36% CLASSE III Na faixa superior, o líder fraquejou, “pero no mucho”. Único modelo do top 5 a recuar sobre 2017 -43,6%, o Toyota Hilux 634 teve o seu pior resultado desde fevereiro de 2016 530. Ainda assim, o representante da marca japonesa vendeu mais do que o dobro de um Chevrolet Trailblazer 300 que cresceu acima de 60%. Terceiro, o Mitsubishi Pajero 151 avançou um pouco menos do que o Hyundai Santa Fe 75. Somados, Kia Sorento 26, Jeep Grand Cherokee 5 e Kia Mohave 1 venderam menos da metade do quarto colocado. O mau desempenho da SW4 no mês passado fez o resultado do segmento cair quase 26%. SUVs / Crossovers III POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º


TOYOTA HILUX SW4 634 634 1240 1125 53,19% 67,98% -48,87% -43,64% 2ยบ CHEVROLET TRAILBLAZER 300 300 298 185 25,17% 16,34% 0,67% 62,16% 3ยบ MITSUBISHI PAJERO 151 151 209 132 12,67% 11,46% -27,75% 14,39% 4ยบ HYUNDAI SANTA FE 75 75 48 62 6,29% 2,63% 56,25%


20,97% 5ยบ KIA SORENTO 26 26 23 30 2,18% 1,26% 13,04% -13,33% 6ยบ JEEP GRAND CHEROKEE 5 5 6 70 0,42% 0,33% -16,67% -92,86% 7ยบ KIA MOHAVE 1 1 0 1 0,08% 0,00% 0,00% 1192 1192 1824 1605 100,00% 100,00% -34,65%


-25,73% Fonte: Fenabrave Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Hyundai Sonata surge renovado em versões híbridas Flagra revela Jeep Renegade 2019 com novidades no visual Toyota convoca Hilux, SW4, Prius e Lexus NX 200t por airbag que não funciona França endurece lei para coibir uso de celular ao volante Veja a lista dos SUVs mais vendidos em janeiro - Compass e SW4 lideram http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41812 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping MEI: Por Que Comprar um Carro com o CNPJ é mais barato? 7452634 - JORNAL CONTÁBIL - 09/02/2018

Partilhar no Facebook Tweet no Twitter Para ter direito ao benefício, basta ter registro ativo no CNPJ – ou seja, microempresários, profissionais autônomos com firma aberta e microempreendedores individuais (MEI) também estão na lista. “Caso tenha aberto a empresa ontem e queira comprar apenas uma unidade, o desconto já é oferecido”, diz Fabio Iannucci, responsável pelas vendas diretas da concessionária Fiat Itavema. Os descontos para uma compra única na Fiat vão desde 10% para Uno Vivace até 20% para Fiat Strada, e aumentam conforme a quantidade de unidades adquiridas. “Muitos micro e pequenos empresários desconhecem essa alternativa de compra e acabam adquirindo o veículo no varejo sem essas vantagens. Seja o dono da padaria da esquina, da oficina mecânica ou do mercadinho do bairro, todos podem ter direito aos descontos”, enfatiza Iannucci. Segundo o diretor de vendas da Volkswagen, Ivan Segal, o desconto é possível graças a uma vantagem tributária. “Na venda direta apenas um faturamento é realizado. A concessionária é apenas a intermediária, não há margem de lucro para ela”, afirma. Recentemente, a Volkswagen lançou uma campanha nacional voltada para microempresários, na qual destaca um desconto de 15% para quem comprar a Saveiro como pessoa jurídica. “Queremos mostrar que comprar direto da fábrica oferece muitos benefícios, a começar de um desconto de 10 a 20% do valor de tabela”, diz Segal. Na venda direta também existe a facilidade de configurar o carro de acordo com o interesse e a necessidade do consumidor. “Como o pedido é feito diretamente à fábrica, a inclusão de acessórios acaba saindo mais barata do que se fosse feita posteriormente, já na concessionária. Ou seja, é uma venda personalizada”, diz Iannucci. A única desvantagem está no prazo de entrega do veículo, que acaba está condicionado à demanda de fábrica, podendo variar de 10 a 40 dias. Se o carro que o consumidor quiser já estiver disponível no pátio na configuração desejada, porém, a entrega pode ocorrer em poucos dias. De acordo com a Fenabrave, a Fiat é líder nessa modalidade de negócio com 26,61% do mercado, seguida pela Volkswagen com 18,85% e Chevrolet com 12,75%. Via 4 Rodas Comente Comentários Populares Carregar mais Mais lidas da semana https://www.jornalcontabil.com.br/mei-por-que-comprar-um-carro-com-o-cnpj-e-mais-barato/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redator Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ranking: NXR 160 Bros segue como trail mais vendida 7452633 - MOTO.COM.BR - 09/02/2018

Os números de motocicletas vendidas em janeiro, divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), mostra um cenário semelhante ao de dezembro no segmento Trail: a Honda NXR 160 Bros segue dominando as vendas. Em janeiro, o modelo teve 9.389 unidades comercializadas, uma leve queda em relação ao mês anterior, mas ainda com participação de praticamente 63% nas vendas dentro do segmento. A Honda domina as três primeiras posições e ainda coloca mais três modelos entre as dez mais vendidas, tendo a sequência interrompida pela Yamaha, que coloca a XTZ 150 e a XTZ 250 em na quarta e quinta posição, nesta ordem. Confira a tabela com as dez motos mais vendidas no segmento trail em janeiro de 2018: RANKING MODELOS Trail Posição Modelo dez17 jan/18 Acumulado Participação 1º HONDA/NXR160 10.164 9.389 9.389 62,86% 2º HONDA/XRE 300 2.027 2.016 2.016 13,50% 3º HONDA/XRE 190 1.084 1.101 1.101 7,37% 4º YAMAHA/XTZ150


1.226 1.007 1.007 6,74% 5º YAMAHA/XTZ 250 901 855 855 5,72% 6º HONDA/CB 500 212 215 215 1,44% 7º HONDA/NC 750X 105 126 126 0,84% 8º HONDA/NXR150 104 73 73 0,49% 9º KAWASAKI/VERSYS 300 37 48 48 0,32% 10º SHINERAY/XY 150 3 27


27 0,18% TOTAL 15.978 14.936 14.936 100% Fonte: Fenabrave Fonte: Equipe MOTO.com.br https://www.moto.com.br/acontece/conteudo/ranking-nxr-160-bros-segue-como-trail-maisvendida-126357.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping O seguro dos 10 carros mais vendidos em janeiro 7452632 - GRUPO UNIÃO SEGUROS - São Paulo - SP - 09/02/2018

A Minuto realizou um estudo com base na lista divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com os carros mais vendidos no Brasil em janeiro. Sem novidade no topo da lista, o Onix, da Chevrolet, teve mais de 16 mil unidades vendidas e se manteve com folga, por mais um mês na liderança. Em comparação a janeiro de 2017, o carro sucesso de vendas apresentou um crescimento de cerca de 15%. No segundo lugar, o KA, com 7.656 carros emplacados voltou a figurar na vice-liderança por ter vendido 220 modelos a mais que o HB20, ocupante da terceira posição. Em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas do KA aumentaram 8%, enquanto a do HB20 teve um leve crescimento de 1%. A surpresa ficou por conta das vendas do Novo Polo. No primeiro mês comercializado, o carro já ficou na quarta posição, deixando modelos consagrados, como Prisma, Gol e Corolla para trás. O novo modelo da Volks emplacou cerca de 6.600 mil unidades. Argo e Mobi, modelos que a Fiat aposta muito, também se mantiveram na lista dos mais vendidos. Para realizar o estudo, considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Belo Horizonte e Florianópolis. Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para a Novo Polo, o novo integrante da lista, é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em São Paulo com R$ 2809 e o menor em Belo Horizonte por R$ 2661, uma distância de apenas R$ 148. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$ 4.027. A mais alta no Rio de Janeiro, R$ 7.641, a menor em São Paulo, com R$ 3.614. Santa Catarina é a cidade com seguro mais barato para a maioria dos carros analisados, oito figuram no valor mais em conta para o perfil. Por outro lado, o Rio é o local que apresenta os preços mais caros. 80% possuem os valores mais altos na cidade. Valores Detalhes da cotação Capitais: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Curitiba (PR) e Brasília (DF) Seguradoras: Azul, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e SulAmérica Perfil: Homem, 35 anos, casado Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil Fonte: L.S. – Revista Apólice __________________________________________________________________________ ______ Quer cotar seu seguro Auto!!! Segue link abaixo: GRUPO UNIÃO CORRETORA DE SEGUROS – 11 2092-6439 Whatsapp: 11 95328-2231 https://grupouniaoseguros.wordpress.com/2018/02/09/o-seguro-dos-10-carros-maisvendidos-em-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: grupouniaoseguros Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018

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Clipping Cruze Sport6 domina segmento de hatches médios em janeiro 7452631 - ICARROS - 09/02/2018

Com 40,41% de participação no segmento de hatches médios, o Chevrolet Cruze Sport6 dominou a categoria em janeiro. Guardadas as devidas proporções dos segmentos, a dominação do hatch médio da GM é semelhante ao que o Toyota Corolla faz entre os sedãs médios. Pequeno em volume, o nicho dos hatches médios diminuiu ainda mais em janeiro quando comparado a dezembro: todos os seis modelos atualmente vendidos no mercado brasileiro perderam em vendas. O Volkswagen Golf, que já foi líder da categoria, baixou das 200 unidades em dezembro para 170 em janeiro – número que garantiu 15,17% de participação no segmento. Já o Focus, vice-líder, foi de 404 unidades para 334 vendas. Todos os dados são da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). Simule as parcelas do seu próximo carro Veja a lista dos hatches médios mais vendidos em janeiro de 2018 1. Chevrolet Cruze Sport 6 – 435 unidades 2. Ford Focus – 334 unidades 3. Volkswagen Golf – 170 unidades 4. Peugeot 308 – 64 unidades 5. Volvo V40 – 41 unidades 6. Audi A3 Sportback – 14 unidades Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros) http://www.icarros.com.br/noticias/top-10/cruze-sport6-domina-segmento-de-hatches-mediosem-janeiro/24194.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Harley-Davidson é campeã de emplacamentos em janeiro 7452630 - AUTOS GIROS - Porto Alegre - RS - 09/02/2018

A marca norte-americana campeã no primeiro mês do ano continua apostando no Brasil como um mercado forte A Harley-Davidson do Brasil registrou em janeiro o primeiro lugar entre as montadoras do segmento premium, no emplacamento de motocicletas acima de 601 cilindradas. A marca campeã tem 408 unidades emplacadas em todo o País. Os bons números de 2017 e o ótimo desempenho do início deste ano são reflexos da estratégia agressiva de longo prazo que a companhia adotou em todo o mundo. A montadora continua apostando no Brasil como um mercado forte e com grande potencial de crescimento no continente latinoamericano. Desafios comerciais da campeã A operação brasileira tem bases sólidas e garante que os desafios comerciais sejam enfrentados independentemente de qualquer adversidade. No mês de fevereiro, a HarleyDavidson do Brasil preparou condições únicas de compra para a Forty-Eight 2018. Ela é representante da família Sportster e que também faz parte do movimento Dark Custom, que tem foco nas novas gerações de motociclistas. O modelo sai de R$ 48,1 mil por R$ 43,9 mil até o dia 28 de fevereiro. Homenagem Novidade no Brasil este ano, a Softail Slim é um modelo que presta homenagem às bobbers custom do pós-guerra, com ângulo inclinado e suspensões traseira e dianteira aprimoradas. Ela conta com uma oportunidade única de compra em fevereiro, com valorização em uma seminova de até R$ 4 mil para quem comprá-la até 28 de fevereiro. Já a Roadster ano / modelo 2017 / 2017 é para quem deseja começar o ano com o pé direito e muita atitude. A moto sai de R$ 48,6 mil por R$ 40,9 mil. Essas condições são válidas também até o último dia de fevereiro. No fim de 2017, a Harley-Davidson Motor Company anunciou mundialmente o lançamento de 100 novos modelos de motocicletas em 10 anos, uma estratégia ousada a longo prazo, como parte das ações ligadas à nova linha de comunicação global da companhia, “All For Freedom, Freedom For All”, que é a expressão de como a H-D vê o futuro e com intuito de construir as próximas gerações de pilotos da marca. Compra exclusiva O Harley Own é uma modalidade de compra exclusiva para as motocicletas da linha 2018. Focada nos clientes que desejam adquirir uma motocicleta nova a cada dois ou três anos. É também o plano de compra com mais vantagens em relação aos métodos tradicionais, como financiamento e consórcio. O cliente paga uma entrada a partir de 30% do valor da moto. E pode realizar o pagamento do restante em 23, 29 ou 35 parcelas iguais. A última equivale a 50% do valor da moto. As parcelas do Harley Own chegam a ser até 45% menores que as de um financiamento tradicional. O plano oferece ainda recompra garantida em contrato, com pagamento de, no mínimo, 50% do valor da nota fiscal. No final do contrato, o cliente pode escolher, entre as três opções possíveis. Sempre naquela que mais se enquadrar em seu estilo de vida. É possível quitar o valor e permanecer com a moto, continuar com a Harley-Davidson e refinanciar o saldo restante. O cliente também pode trocar por um modelo novo. Ele contará com garantia de recompra da atual pela concessionária, sendo a diferença do saldo restante, junto com o valor da recompra, o valor de entrada da nova motocicleta a ser adquirida. Vitor Pereira Leia mais Vendas de veículos registram alta de 20,06% em jan... Para a Fenabrave, o cenário econômico de 2018 é completamente diferente do de 2017, o que favorece as vendas de veículos


Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, o emplacamento de veículos novos registrou alta de 20,6% no mercado brasileiro em janeiro dest... Harley-Davidson oferece condições especiais em jun... Aumento da procura pelos modelos do lineup 2017 nas concessionárias da marca em todo Brasil inspirou a empresa a estender as condições especiais do mês anterior para junho A Harley-Davidson Financial Services, o braço financeiro da Harley-Davidson, anuncia condições especiais para a compra das mo... Harley-Davidson oferece presentes para o Dia das M... Filhos de mães que pilotam motocicletas podem escolher os presentes exclusivos da marca para fazer a sua homenagem no próximo domingo A liberdade e a velocidade que caracterizam o estilo Harley-Davidson também podem fazer parte do espírito do Dia das Mães. A marca mundialmente famosa por fabricar... Vendas de veículos estreiam 2018 com forte alta Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br A venda de veículos em 2018 estreou com retumbantes 20,06% de alta no comparativo entre janeiro de 2018 e o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento mensal realizado pela Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave) divu... Tweet O post Harley-Davidson é campeã de emplacamentos em janeiro apareceu primeiro em Autos Giros. http://autosgiros.com.br/2018/02/09/harley-davidson-campea/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Vitor Pereira Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Utilitários esportivos aumentam sua fatia de participação no mercado - URGENTE NEWS 7452629 - URGENTE NEWS - 09/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet As novas gerações de compradores de carro viverão um dilema. Ou compartilham a propriedade de veículos ou têm o seu próprio à disposição na garagem. Enquanto isso não acontece, uma coisa as montadoras já perceberam: os grupos das chamadas gerações Y e Z, dos nascidos na década de 80 até os anos 2000, têm nos utilitários esportivos uma das preferências. Nessa sopa de letras de gerações e definições sobre perfis, as marcas sabem que estão diante dos principais consumidores do mundo atual, e fazem de tudo para conquistá-los. LEIA MAIS: Passado e presente: do Corcel ao Mustang. Conheça os dois ícones da Ford Um dado recente da Fenabrave, a associação das revendedoras de veículos no Brasil, ajuda a reforçar esta conclusão. As vendas de utilitários esportivos em 2017 representaram 22,3%. Foi a segunda categoria de carros mais comercializada perdendo apenas para os hatchs compactos, que responderam por 27% dos emplacamentos no país. No ranking, uma surpresa é o novo líder do segmento. O Jeep Compass com 49.187 unidades vendidas desbancou o Honda HR-V (47.775), que mantinha a liderança desde 2015. Completam a lista dos seis primeiros o Hyundai Creta (41.625), Jeep Renegade (38.330), Nissan Kicks (33.464) e Ford EcoSport (31.195). Esta sexta posição da Ford pode ser considerada incômoda, afinal, foi ela a primeira a apostar pesado no segmento com o EcoSport, que até 2015 era líder de vendas e em 2016 ainda ocupava o terceiro lugar. LEIA MAIS: Saiba como tem sido a transformação do mercado de carros de luxo Ainda assim, o modelo tem a confiança da montadora e passou a ser vendido nos Estados Unidos, país famoso por adorar os utilitários de grande porte. O EcoSport, um SUV criado no Brasil, tem o desafio de agradar o jovem norte-americano. Aproveito este texto sobre utilitários esportivos para ressaltar a engenharia automotiva brasileira. Tive a oportunidade de constatar e trabalhar em todos os lançamentos de versões e gerações do EcoSport (até mesmo a versão recém- lançada do Storm AWD). Um recuo na história para o início de 2000 mostra que os utilitários esportivos eram veículos sonhados, mas custavam muito caro. Não que hoje sejam baratos, mas ficaram mais acessíveis e há muito mais opções de compra. “A Ford foi a criadora do segmento de utilitários esportivos no mundo. Sabíamos como fazer, tínhamos a fórmula dentro de casa. Tivemos a ousadia de investir em uma proposta nova, que ninguém mais tinha e a maioria dos concorrentes, na ocasião, voltava-se ao segmento de minivans. Assim surgiu o conceito do veículo que chegou do EcoSport”, disse na época o Márcio Alfonso, então um dos principais engenheiros da montadora. Interessante que, 15 anos depois, o engenheiro Márcio Alfonso ocupa um cargo similar em outra montadora e foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Hyundai Creta, um dos líderes atuais do mercado brasileiro. Até nos segmentos mais caros chegam grandes apostas, como o Chevrolet Equinox, o Peugeot 3008, o Jaguar E-Pace e o BMW X2. A lista é enorme. A Volkswagen, por exemplo, promete cinco SUVs até 2020. Até a marca chinesa JAC trouxe T40, um SUV agradável e competitivo. LEIA MAIS: Automóveis sem motorista devem se tornar realidade nas ruas em breve Vários fatores contribuem para este tipo de veículo ser muito desejado. Entre eles, a posição de comando ao volante e altura elevada do solo, além da capacidade de transpor áreas alagadas e a sensação de maior segurança. O começo do EcoSport Curioso ver que o que ajudou o EcoSport a também se tornar um sucesso foram itens que hoje são completamente comuns. Ele trouxe equipamentos até então inéditos como o


compartimento refrigerado no painel, porta-objetos no banco do passageiro com espaço para um laptop, sistema de som com MP3, conexão para iPod, USB e Bluetooth. O estepe na tampa traseira do porta-malas também foi uma marca registrada. Hoje, ele é considerado de gosto discutível por muitos consumidores tanto que na Europa e Estados Unidos são oferecidas versões sem o pneu externo. O EcoSport foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo em 2002, bem diferente da versão atual. Todos esses detalhes do EcoSport mostram que o modelo abriu as portas para a popularização dos utilitários esportivos no país. Chego até a afirmar que ele foi precursor dos utilitários compactos em outros continentes. LEIA MAIS: Entenda qual é o grande desafio dos carros elétricos no mercado Mas também fica uma lição para todas as montadoras. Num mercado com tanta concorrência, não basta largar na frente. Permanecer na dianteira é tarefa árdua e as das novas gerações, que mantêm o interesse por carros, ainda são muito mais exigentes, até mesmo por utilitários esportivos. http://www.urgentenews.com.br/2018/02/09/utilitarios-esportivos-aumentam-sua-fatia-departicipacao-no-mercado.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja a lista dos SUVs mais vendidos em janeiro - Compass e SW4 lideram 7452628 - ASSOBRAV - 09/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado O segmento de SUVs / Crossovers segue em alta. No primeiro mês de 2018, as vendas registraram alta. Destaque para o Jeep Compass, que segue absoluto, e também para a reação do Mitsubishi ASX e Hyundai Tucson. Veja o ranking dos SUVs mais vendidos em janeiro. CLASSE II Na faixa intermediária de SUVs / crossovers, as fabricantes não têm do que reclamar, já que as vendas cresceram mais de 60% nos últimos doze meses. Dos dez primeiros colocados, apenas o 10º - o Mitsubishi Outlander 180 – vendeu menos neste início de 2018 do que no ano passado. Em alta de quase 50%, o Compass segue sem concorrência direta. Com 4.546 emplacamentos, o Jeep produzido em Pernambuco se aproximou dos 60% de participação de mercado. Adversário mais próximo, o Hyundai ix35 810 vendeu quase seis vezes menos. Fechando o pódio, o Mitsubishi ASX 449 praticamente dobrou os números de 2017. Mas não foi fácil garantir o terceiro lugar, já que o Hyundai Tucson 416 cresceu ainda mais +158,4%. Mantendo uma trajetória de evolução, o Chevrolet Equinox 392 foi o quinto, com boa folga sobre o Kia Sportage 310, que também experimentou alta expressiva +72%. Com promoções praticadas pela rede de concessionárias enquanto aguardam a chegada da nova geração, o VW Tiguan 284 vendeu quase quatro vezes mais do que há um ano. Oitavo, o Peugeot 3008 216 atingiu o segundo melhor resultado desde o lançamento do atual modelo. Nono, o Toyota RAV4 207 praticamente dobrou o desempenho de dezembro. Do 11º em diante, à exceção dos modelos da Subaru, os demais perderam espaço. Lanternas, Honda CR-V – cuja nova geração chegará ao mercado em breve – e Jeep Cherokee emplacaram apenas uma unidade cada. SUVs / Crossovers II POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º JEEP COMPASS 4546 4546 5121 3093


57,44% 56,69% -11,23% 46,98% 2ยบ HYUNDAI IX35 810 810 972 644 10,24% 10,76% -16,67% 25,78% 3ยบ MITSUBISHI ASX 449 449 503 228 5,67% 5,57% -10,74% 96,93% 4ยบ HYUNDAI TUCSON 416 416 537 161 5,26% 5,94% -22,53% 158,39% 5ยบ CHEVROLET EQUINOX 392 392


420 0 4,95% 4,65% -6,67% 6ยบ KIA SPORTAGE 310 310 380 180 3,92% 4,21% -18,42% 72,22% 7ยบ VW TIGUAN 284 284 477 78 3,59% 5,28% -40,46% 264,10% 8ยบ PEUGEOT 3008 216 216 182 1 2,73% 2,01% 18,68% 21500,00% 9ยบ TOYOTA RAV4


207 207 104 5 2,62% 1,15% 99,04% 4040,00% 10ยบ MITSUBISHI OUTLANDER 180 180 202 266 2,27% 2,24% -10,89% -32,33% 11ยบ SUBARU FORESTER 38 38 53 28 0,48% 0,59% -28,30% 35,71% 12ยบ DODGE JOURNEY 29 29 33 53 0,37% 0,37% -12,12% -45,28%


13ยบ SUBARU XV 14 14 20 25 0,18% 0,22% -30,00% -44,00% 14ยบ JAC T6 12 12 15 17 0,15% 0,17% -20,00% -29,41% 15ยบ SUBARU OUTBACK 9 9 10 8 0,11% 0,11% -10,00% 12,50% 16ยบ HONDA CR-V 1 1 5 122 0,01% 0,06%


-80,00% -99,18% 17º JEEP CHEROKEE 1 1 0 26 0,01% 0,00% -96,15% 7914 7914 9034 4935 100,00% 100,00% -12,40% 60,36% CLASSE III Na faixa superior, o líder fraquejou, “pero no mucho”. Único modelo do top 5 a recuar sobre 2017 -43,6%, o Toyota Hilux 634 teve o seu pior resultado desde fevereiro de 2016 530. Ainda assim, o representante da marca japonesa vendeu mais do que o dobro de um Chevrolet Trailblazer 300 que cresceu acima de 60%. Terceiro, o Mitsubishi Pajero 151 avançou um pouco menos do que o Hyundai Santa Fe 75. Somados, Kia Sorento 26, Jeep Grand Cherokee 5 e Kia Mohave 1 venderam menos da metade do quarto colocado. O mau desempenho da SW4 no mês passado fez o resultado do segmento cair quase 26%. SUVs / Crossovers III POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º


TOYOTA HILUX SW4 634 634 1240 1125 53,19% 67,98% -48,87% -43,64% 2ยบ CHEVROLET TRAILBLAZER 300 300 298 185 25,17% 16,34% 0,67% 62,16% 3ยบ MITSUBISHI PAJERO 151 151 209 132 12,67% 11,46% -27,75% 14,39% 4ยบ HYUNDAI SANTA FE 75 75 48 62 6,29% 2,63% 56,25%


20,97% 5ยบ KIA SORENTO 26 26 23 30 2,18% 1,26% 13,04% -13,33% 6ยบ JEEP GRAND CHEROKEE 5 5 6 70 0,42% 0,33% -16,67% -92,86% 7ยบ KIA MOHAVE 1 1 0 1 0,08% 0,00% 0,00% 1192 1192 1824 1605 100,00% 100,00% -34,65%


-25,73% Fonte: Fenabrave Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Audi TT RS 2.5 Turbo chega ao Brasil Skoda Fabia ganha novo visual; motores vão a 110 cv Hyundai Sonata surge renovado em versões híbridas Flagra revela Jeep Renegade 2019 com novidades no visual Toyota convoca Hilux, SW4, Prius e Lexus NX 200t por airbag que não funciona http://assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41812 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Utilitários esportivos aumentam sua fatia de participação no mercado - Lapada Lapada 7452627 - LAPADA LAPADA - 09/02/2018

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compartimento refrigerado no painel, porta-objetos no banco do passageiro com espaço para um laptop, sistema de som com MP3, conexão para iPod, USB e Bluetooth. O estepe na tampa traseira do porta-malas também foi uma marca registrada. Hoje, ele é considerado de gosto discutível por muitos consumidores tanto que na Europa e Estados Unidos são oferecidas versões sem o pneu externo. O EcoSport foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo em 2002, bem diferente da versão atual. Todos esses detalhes do EcoSport mostram que o modelo abriu as portas para a popularização dos utilitários esportivos no país. Chego até a afirmar que ele foi precursor dos utilitários compactos em outros continentes. LEIA MAIS: Entenda qual é o grande desafio dos carros elétricos no mercado Mas também fica uma lição para todas as montadoras. Num mercado com tanta concorrência, não basta largar na frente. Permanecer na dianteira é tarefa árdua e as das novas gerações, que mantêm o interesse por carros, ainda são muito mais exigentes, até mesmo por utilitários esportivos. http://lapadalapada.com.br/2018/02/09/utilitarios-esportivos-aumentam-sua-fatia-departicipacao-no-mercado.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001 7452626 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 09/02/2018

O comércio varejista catarinense experimentou um crescimento chinês em 2017. Após , o setor teve um aumento das vendas de 13,5%, com alta nominal das receitas de 12,8%. Trata-se do melhor resultado entre todos os estados brasileiros. Na média nacional, o crescimento do varejo foi de apenas 2%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio — que não considera vendas de carros e materiais de construção —, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 13,5% também representa o maior crescimento do varejo no Estado desde 2001, ano do início da série histórica (veja o gráfico abaixo). Vendas no comércio varejista Entre os setores que puxaram a alta, dois se destacaram: hipermercados e supermercados (25%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (24,2%). No caso dos supermercadistas, o presidente da associação do setor (Acats), Paulo Cesar Lopes, considera que o desempenho do segmento pode ser um referencial importante na retomada da economia. Ele diz que a inflação ajudou a alavancar as vendas: — Acreditamos que o fato de a taxa de inflação estar sob controle, inclusive abaixo da meta do governo, foi uma importante vitória para tranquilizar os setores produtivos e também permitir a manutenção de poder de compra da massa salarial dos trabalhadores. Para o economista Luciano Córdova, da Fecomercio-SC, o aumento de 13,5% do varejo precisa ser relativizado, já que a base de comparação estava muito achatada devido às quedas de 2015 e 2016. Na avaliação dele, é esperado que o comércio volte aos patamares de antes crise no fim deste ano. — Acredito que teremos um crescimento mais moderado, entre 5% e 6%. Com isso, poderemos retomar aos níveis de 2013 e 2014 — opina. O fato que mais chamou atenção na pesquisa, diz Córdova, foi o grande deslocamento entre Santa Catarina e o resto do Brasil. É um indicador de que o Estado está se recuperando de maneira mais rápida: — Mostra que já temos um mercado interno consolidado. O desemprego relativamente mais baixo também contribui, criando condições para uma retomada mais consistente do consumo. Comércio melhor que a indústria Os dados divulgados nesta sexta-feira também indicam que o comércio está se recuperando de uma maneira mais forte que a indústria. Um exemplo é o setor automotivo, que só deve retomar os números de 2012 por volta de 2024, de acordo com estimativas da FenabraveSC. A explicação para isso, segundo economistas, vem do fato que o comércio é uma atividade com menos riscos. —É natural que a recuperação da indústria demore um pouco mais. O volume de investimentos e os riscos envolvidos são muito maiores. É preciso de um cenário mais estável para um crescimento mais forte. Mesmo com o resultado positivo de 2017, a análise da Fecomercio é que teremos uma "década perdida" nos anos 2010. Isso porque a estimativa dos economistas é que o PIB brasileiro só retome em 2021 os valores atingidos antes da recessão econômica. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/02/varejo-catarinense-fecha-2017-com-amaior-alta-das-vendas-desde-2001-10160491.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças 7452621 - 24 HORAS NEWS - Cuiabá - MT - 09/02/2018

Home | Entretenimento | Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças | 09/02/2018 16:50:08 Versão 1.0 vem com conjunto bem acertado, mas cobra por isso e pelo pacote de equipamentos um pouco mais refinado. Parte de R$ 50.990 Carlos Guimarães/ iG Hyundai HB20S: desenho ainda agrada, com detalhes diferenciados em se tratando de um mero sedã com motor 1.0 A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, "pero no mucho" Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Divulgação Interior é bem resolvido e tem boa ergonomia, mas está há mais de 5 anos quase sem mudanças significativas Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima


geração. Divulgação Cluster com iluminação azul e vermelha foi moda na década passada e já caiu em desuso atualmente O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h Fonte: IG Carros ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do 24 Horas News https://www.24horasnews.com.br/entretenimento/hyundai-hb20s-10-seda-mantem-receitade-sucesso-mas-pede-mudancas.html


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Clipping Vendas: Chevrolet inicia 2018 na liderança, com Volkswagen no segundo lugar 7452620 - CARNOW - 09/02/2018

A Chevrolet começou 2018 como terminou 2017: na liderança com folga do mercado nacional. A marca da gravatinha dourada inclusive aumentou sua participação em relação a dezembro, passando de 18,26% para 19,31%. O segundo lugar foi ocupado pela Volkswagen, impulsionada pela boa aceitação do Polo. A alemã também ampliou sua fatia, subindo de 12,54% para 15,01%. A tendência, aliás, é que siga crescendo, especialmente com a chegada do sedã Virtus. O terceiro posto ficou com a Fiat, que passou de 13,0% para 13,33%, apoiada pelo Argo e também com possibilidade de alta pelo lançamento do Cronos. Janeiro também foi positivo para a Ford. A gigante do oval azul não ampliou sua fatia (passou de 9,37% para 9,33%), mas se distanciou da quinta colocada Toyota. Deve travar um bom duelo com a japonesa: terá o Ka reestilizado, enquanto nos nipônicos apostam as fichas no Yaris. A lista do primeiro mês segue igual à de dezembro a partir daí: Hyundai em sexto, seguida por Renault, Honda, Jeep e Nissan, todas com vendas menores. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Confira abaixo o ranking de janeiro. Para comparar com o de dezembro, clique aqui. FABRICANTES (JAN/2018) Pos. – Marca – Volume (Part.) 1 – General Motors – 33.902 (19,31%) 2 – Volkswagen – 26.342 (15,01%) 3 – Fiat – 23.409 (13,33%) 4 – Ford – 16.377 (9,33%) 5 – Hyundai – 14.704 (8,38%) 6 – Toyota – 14.213 (8,10%) 7 – Renault – 11.417 (6,35%) 8 – Honda – 10.071 (5,74%) 9 – Jeep – 7.066 (4,02%) 10 – Nissan – 6.762 (3,85%) 11 – Peugeot – 2.002 (1,14%) 12 – Citroën – 1.684 (0,96%) 13 – Mitsubishi – 1.638 (0,93%) 14 – Mercedes-Benz – 1.018 (0,58%) 15 – BMW – 757 (0,43%) 16 – Audi – 677 (0,39%) 17 – Kia – 615 (0,35%) 18 – Land Rover – 508 (0,29%) 19 – Suzuki – 401 (0,23%) 20 – Chery – 397 (0,23%) 21 – Volvo – 367 (0,21%) https://allthecars.wordpress.com/2018/02/09/vendas-chevrolet-inicia-2018-na-lideranca-comvolkswagen-no-segundo-lugar/ Ficha Técnica


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Clipping Vendas têm melhor janeiro desde 2015; alta é de 22,3% sobre 2017 7452619 - CARNOW - 09/02/2018

O mercado brasileiro começou o ano com o pé direito. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o País registrou o melhor janeiro desde 2015, antes de chegar ao “fundo do poço”, ao contabilizar 175.554 emplacamentos de automóveis e comerciais leves. O volume é 22,29% superior ao aferido no mesmo mês do ano passado (143.553). O desempenho foi superior também ao de janeiro de 2016 (149.584). O volume de janeiro ainda está distante dos áureos tempos, quando se emplacavam quase 300 mil veículos. Ainda assim, é motivo para comemoração: o mercado dá sinais de forte recuperação, após dois anos com quedas acentuadas e a sutil recuperação de 2017. A queda de 14,3% em comparação com dezembro (204.843) é considerada normal, quase uma “tradição” do setor no Brasil. Caso o ritmo se mantenha, as projeções da Fenabrave serão cumpridas com folga. No início do ano, a entidade apontou que o mercado cresceria 11,9% em 2018, indicando um volume de 2,49 milhões de emplacamentos ao longo desse ano. https://allthecars.wordpress.com/2018/02/09/vendas-tem-melhor-janeiro-desde-2015-alta-ede-223-sobre-2017/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Matheus Q. Pera Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas: Onix dispara já em janeiro; Ka é segundo e Polo assume quarta posição 7452618 - CARNOW - 09/02/2018

Depois de conquistar o tricampeonato de vendas (2015, 16 e 17), o Chevrolet Onix começou 2018 com apetite para levar o tetra. O hatch emplacou 16.058 unidades no primeiro mês do ano, mais que a soma dos segundo e terceiro colocados. Assim, a “briga” fica emocionante apenas se retirarmos o líder. O Ford Ka assumiu o segundo posto, ficando por pouco à frente do Hyundai HB20. Com a reestilização iminente e o câmbio automático, a tendência é que o compacto do oval azul deva, enfim, superar com tranquilidade o coreano. A surpresa fica para a quarta colocação do Volkswagen Polo, mais demandado da alemã e com quase duas mil unidades de diferença para o Fiat Argo, sétimo, outro lançamento recente. A quinta posição foi ocupada pelo Chevrolet Prisma, líder dos sedãs compactos. Ele foi seguido de perto pelo VW Gol, mas também vendeu mais que o dobro que seu melhor adversário direto, o VW Voyage. O oitavo foi o Fiat Mobi, na dianteira entre subcompactos, seguido pelo Jeep Compass, absoluto entre os SUVs. Fechando o top 10 aparece o Toyota Corolla, rei dos sedãs médios, que caiu do quarto lugar ocupado em dezembro. Ainda assim, vendeu quase o triplo do Chevrolet Cruze e 4,5 vezes mais que o Honda Civic, seus rivais mais fortes. Confira abaixo a lista dos 50 mais vendidos, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para comparar com dezembro, clique aqui. AUTOMÓVEIS (JAN/2018) Pos – Modelo – Emplacamentos 1 – Chevrolet Onix – 16.058 2 – Ford Ka – 7.656 3 – Hyundai HB20 – 7.436 4 – Volkswagen Polo – 6.632 5 – Chevrolet Prisma – 5.926 6 – Volkswagen Gol – 5.893 7 – Fiat Argo – 4.972 8 – Fiat Mobi – 4.679 9 – Jeep Compass – 4.546 10 – Toyota Corolla – 4.486 11 – Honda HR-V – 3.874 12 – Nissan Kicks – 3.331 13 – Toyota Etios – 3.317 14 – Volkswagen Fox/CrossFox – 3.102 15 – Honda Fit – 2.882 16 – Hyundai Creta – 2.875 17 – Renault Kwid – 2.729 18 – Renault Sandero – 2.666 19 – Hyundai HB20S – 2.652 20 – Volkswagen Voyage – 2.598 21 – Jeep Renegade – 2.514 22 – Chevrolet Tracker – 2.344


23 – Ford EcoSport – 2.328 24 – Toyota Etios Sedan – 2.287 25 – Volkswagen Up – 2.061 26 – Ford Ka Sedan – 1.959 27 – Honda WR-V – 1.957 28 – Chevrolet Spin – 1.849 29 – Nissan Versa – 1.684 30 – Ford Fiesta – 1.663 31 – Fiat Grand Siena – 1.631 32 – Renault Captur – 1.608 33 – Chevrolet Cruze – 1.561 34 – Chevrolet Cobalt – 1.356 35 – Fiat Uno – 1.263 36 – Renault Duster – 1.215 37 – Nissan March – 1.057 38 – Honda Civic – 977 39 – Renault Logan – 848 40 – Hyundai ix35 – 810 41 – Peugeot 208 – 749 42 – Peugeot 2008 – 698 43 – Citroën C3 – 678 44 – Volkswagen Jetta – 649 45 – Toyota SW4 – 634 46 – Citroën Aircross – 498 47 – Volkswagen SpaceFox – 483 48 – Ford Focus Fastback – 457 49 – Chevrolet Cruze – 453 50 – Mitsubishi ASX – 449 https://allthecars.wordpress.com/2018/02/09/vendas-onix-dispara-ja-em-janeiro-ka-esegundo-e-polo-assume-quarta-posicao/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Matheus Q. Pera Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de seminovos cai para menos da metade nas garagens de MS 7452617 - CAMPO GRANDE NEWS - Campo Grande - MS - 09/02/2018

O mercado de seminovos está em baixa em Mato Grosso do Sul. Em janeiro, as garagens do Estado venderam 54,1% a menos de veículos com até três anos de uso na comparação com o mesmo mês do ano passado. No total, o segmento de usados contabilizou alta de 5,9%, com o impulso, sobretudo, dos modelos mais antigos. Os números foram informados nesta sexta-feira (dia 9) pela Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores). De acordo com o levantamento, foram comercializados, no mês passado, 2.681 veículos seminovos (até três anos). São 3.161 a menos que os 5.842 vendidos em janeiro de 2017. Os demais segmentos apresentaram crescimento, com destaque aos usados maduros (nove a 12 anos) e velhinhos (13 anos ou mais). As altas respectivas foram de 72,9% (de 1.683 para 2.910) e de 45,6% (de 2.286 para 3.329). Quanto aos usados novos (quatro a oito anos), o incremento foi de 37,7%, passando de 4.631 em janeiro do ano passado para 6.378 em igual mês de 2018. No geral, a alta foi de 5,9%: foram 15.298 veículos seminovos e usados vendidos em janeiro deste ano e 14.442, no mesmo período de 2017. Tipos – O levantamento mostra, ainda, que o aumento mais acentuado foi das vendas dos carros. O avanço foi de 7,9%, de 8.180 para 8.829. Na sequência, estão os comerciais leves (5,3%, de 2.071 para 2.180), motos (1,4%, de 3.560 para 3.609), comerciais pesados (0,3%, de 382 para 383). Outros tipos tiveram vendas majoradas em 19,3%, de 249 para 297. Novos – As vendas de veículos novos estão mais aquecidas. Pesquisa, divulgada recentemente pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores) mostra que o incremento, em janeiro, foi de 21% (de 3.399 para 4.118). Em números absolutos, a maior quantidade vendida foi de automóveis e comerciais leves. No mês passado, foram emplacados 2.561 veículos desse tipo, 16,3% acima dos 2.202 que saíram das concessionárias em janeiro de 2016. https://www.campograndenews.com.br/economia/venda-de-seminovos-cai-para-menos-dametade-nas-garagens-de-ms Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças - Lapada Lapada 7452616 - LAPADA LAPADA - 09/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, “pero no mucho” Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina


no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://lapadalapada.com.br/2018/02/09/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-de-sucessomas-pede-mudancas-2.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças 7452615 - IG - São Paulo - SP - 09/02/2018

A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo


ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://carros.ig.com.br/testes/2018-02-09/hyundai-hb20s.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas: Fiat começa ano com domínio de Strada e Toro; VW Saveiro é terceira 7452614 - CARNOW - 09/02/2018

Mantendo a hegemonia de 2017, a Fiat iniciou o ano com tranquilidade nas vendas de comerciais leves. A veterana Strada segue soberana no topo da categoria, após ser ameaçada pela irmã maior Toro nos últimos 12 meses. A picape mais moderna, aliás, foi quem ocupou o segundo posto, como se tornou comum no segmento. O terceiro lugar ficou novamente com a Volkswagen Saveiro, distante das adversárias. Na quarta colocação, a Toyota Hilux liderou as picapes médias, seguida de perto pela Chevrolet S10. As duas, porém, venderam sozinhas mais que o dobro da soma das duas adversárias seguintes, Ford Ranger e Volkswagen Amarok. Mitsubishi L200 e Nissan Frontier fazem mera figuração. Nos furgões, vitórias para Fiat Fiorino entre compactos e Renault Master nos médios e grandes. Confira abaixo o ranking, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para ver os resultados de dezembro, clique aqui. COMERCIAIS LEVES (JAN/2018) Pos – Modelo – Volume 1 – Fiat Strada – 5.372 2 – Fiat Toro – 3.893 3 – Volkswagen Saveiro – 3.155 4 – Toyota Hilux – 2.934 5 – Chevrolet S10 – 2.681 6 – Ford Ranger – 1.411 7 – Volkswagen Amarok – 1.109 8 – Renault Duster Oroch – 1.108 9 – Chevrolet Montana – 976 10 – Mitsubishi L200 – 774 11 – Fiat Fiorino – 750 12 – Renault Master – 528 13 – Hyundai HR – 360 14 – Nissan Frontier – 349 15 – Peugeot Partner – 185 16 – Mercedes-Benz Sprinter – 176 17 – Iveco Daily 3514 – 154 18 – Renault Kangoo – 146 19 – Kia Bongo/K2500 – 110 20 – Citroën Jumpy – 94 https://allthecars.wordpress.com/2018/02/09/vendas-fiat-comeca-ano-com-dominio-destrada-e-toro-saveiro-e-terceira/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Matheus Q. Pera Estado:

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Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Velhinhos em alta: o Fusca ainda vende mais que Argo e Kwid 7452612 - GPS DA NOTÍCIA - Brasília - DF - 09/02/2018

GPS Automotivo 9 de Fevereiro de 2018 Posted By: Fora de linha há mais de 20 anos, o Fusca segue bem no mercado de usados (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) O Fusca saiu de linha em 1996, mas ainda é um campeão de vendas. Assim como ele, o Ford Escort, a VW Kombi e até a velha Pampa já se despediram das lojas há anos. Porém, esses clássicos são figurinhas fáceis nos classificados e nas impressoras do Detran. Em janeiro, a máquina que imprime os documentos de transferência e certificados de registro escreveram o nome “Fusca” 5.907 vezes. Com tanta venda de Fusca, o velho Volks gira no mercado mais que o Argo (4.972 unidades vendidas) e Kwid (2.729 carros) – durante o mesmo período. No acumulado de 2017, os números do Fusquinha impressionam ainda mais. Com 84.267 modelos negociados, o VW seria o 4° no ranking dos novos mais vendidos, ficando à frente até do irmão mais novo, o Gol, que teve 73.919 unidades emplacadas no último ano. O Escort é mais um que vai bem no mercado de usados (Guilherme Giansanti/Quatro Rodas) O Ford Escort (que saiu de linha em 2003) também segue firme entre os usados. O veterano teve 50.533 unidades negociadas durante 2017 – números que o colocariam à frente do Jeep Compass, atual detentor do título de SUV mais vendido do Brasil. No primeiro mês deste ano foram 3.588 exemplares negociados. A clássica van segue bem entre os usados (Marco de Bari/Quatro Rodas) Entre os comerciais leves, a Kombi teve 5.058 unidades comercializadas em janeiro. A van, fabricada até o fim de 2013, pode ser encontrada no mercado de usados (alternando ano de produção e quilometragem rodada) com valores entre R$ 9 mil e R$ 30 mil – isso, claro, sem contar os exemplares de colecionadores ou modelos especiais. Veja também NotíciasEmpresário reúne e restaura modelos raros de Fusca e Kombiquery_builder 21 out 2017 – 09h10 NotíciasMercado em janeiro: Polo começa em 4°; Argo é 8° e Ka assume o 2°query_builder 2 fev 2018 – 16h02 NotíciasOs 50 carros mais vendidos no Brasil em 2017query_builder 4 jan 2018 – 18h01 As picapes Pampa (1.391) e Courier (1.296) também são exemplos de modelos antigos e fora de linha que ainda figuram entre os mais vendidos no ranking da Fenabrave. O Voyage teve 12.596 unidades comercializadas em janeiro, porém, os números são a soma de todas as gerações do sedã. Relacionado https://gpsdanoticia.com.br/velhinhos-em-alta-o-fusca-ainda-vende-mais-que-argo-e-kwid/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças - Lapada Lapada 7452611 - LAPADA LAPADA - 09/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, “pero no mucho” Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina


no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://lapadalapada.com.br/2018/02/09/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-de-sucessomas-pede-mudancas.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Triumph: Marca com o cliente mais satisfeito em 2017 7452610 - MOTO ADVENTURE - 10/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet Texto: Redação Fotos: Divulgação Triumph Lançada no Brasil em 2012, a Triumph vem conquistando diversas premiações importantes do setor em pouco mais de cinco anos. A marca já soma 41 prêmios no País – sendo 15 deles somente em 2017. A satisfação do cliente com a marca e também com a qualidade dos seus produtos é um dos maiores orgulhos da Triumph. Em 2017, a Triumph atingiu um percentual de 97% de aprovação dos proprietários de motocicletas Triumph. A Triumph foi eleita ainda, no ano passado, a “Marca do Ano”, na categoria “Motocicletas”, pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Foi a segunda vez que a marca venceu este prêmio – a primeira foi em 2015. “Estas premiações confirmam a preocupação da empresa não só com a qualidade das suas motocicletas, mas também com a construção de uma Rede de Concessionárias moderna e bem treinada, capaz de prestar um serviço de pós-venda de primeiro mundo”, aponta Waldyr Ferreira, General Manager da Triumph no Brasil. VEJA TAMBÉM: Triumph: novas ações do TRX. https://motoadventure.com.br/triumph-marca-com-o-cliente-mais-satisfeito-em-2017/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Toda a sedução de um aerofólio 7452609 - O NORTE - 09/02/2018

A Hyundai aprendeu como poucos a receita de se vender carro no Brasil. Depois de cativar o mercado com a primeira geração do Tucson e posteriormente com modelos como i30 e Azera, que deram ao consumidor a sensação de ter um importado com preço de nacional, desde 2012 o compacto HB20 se tornou uma coqueluche, e o jipinho Creta não tem fugido à regra. Em 2017, primeiro ano de mercado (o modelo foi lançado no finalzinho de 2016), o utilitárioesportivo (SUV) compacto emplacou quase 42 mil unidades, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número lhe garantiu o terceiro lugar no imenso segmento de SUVs – que engloba de tudo, desde o aventureiro JAC T40 ao aristocrático Land Rover Range Rover. O bom desempenho do Creta se deu por entender a lógica do mercado. O brasileiro anda de romance com jipinhos e o sul-coreano coloca no mesmo pacote o supervalorizado status “premium” que a marca conquistou no Brasil, com o preço agressivo, o conteúdo e a boa fama do HB20. Testamos a versão Sport 2.0 (que é a opção mais acessível com a unidade Nu de 166 cv), com preço inicial de R$ 96.350. Acima dele apenas a topo de linha Prestige, que ultrapassa a barreira dos R$ 100 mil. Ao contrário das opções com motor 1.6 de 128 cv, a Sport só é oferecida com transmissão automática de seis marchas. Nada de anormal, uma vez que a caixa manual só existe para posicionar o modelo numa faixa de preço abaixo de R$ 80 mil e serve de chamariz para o consumidor, que em sua esmagadora maioria quer uma opção automática pela comodidade e garantia de revenda mais fácil no futuro. Hyundai Creta sport 2.0 O que é? Utilitário-esportivo (SUV) compacto, quatro portas e cinco lugares. Onde é fabricado? Na unidade de Piracicaba (SP). Quanto custa? R$ 96.350 Com quem concorre? O Creta Sport 2.0 concorre numa faixa mais “abastada” dos jipinhos de entrada, como Chevrolet Tracker Premier 1.4 (R$ 98.790), Ford EcoSport Titanium 2.0 (R$ 96.850), Honda HR-V EX 1.8 (94.600), Jeep Renegade Longitude 1.8 (R$ 96.490), Nissan Kicks SL 1.6 (R$ 95.990), Peugeot 2008 Griffe THP 1.6 (R$ 89.190) e Renault Captur Intense 2.0 (R$ 93.650) No dia a dia O Creta é um legítimo jipinho urbano que ascendeu na última década para suprir a necessidade do consumidor por um automóvel citadino, com porte mais robusto. Com 2,59 metros de entre-eixos, ele oferece nove centímetros a mais que o HB20, que somada a posição mais elevada da direção garante bom espaço para quatro adultos e satisfatórios 430 litros no porta-malas. O Creta tem boa montagem, mas não se deve elogiar a qualidade dos materiais. Os plásticos são duros por todos os cantos, que o torna inferior a concorrentes como Jeep Renegade, Honda HR-V e principalmente ao Nissan Kicks, que oferece um dos melhores acabamentos (na versão SL). No uso cotidiano, seus 4,25 metros de comprimento não prejudicam no trânsito urbano. É um carrinho fácil de manobrar, a visibilidade é boa, mas a câmera de ré é fundamental para evitar “beijinhos” durante balizas. O pacote de conteúdo se destaca pela direção elétrica, arcondicionado digital, computador de bordo, multimídia com conexão para smartphone e bancos em couro que elevam a comodidade no uso diário. Comparado ao Prestige 2.0, ele se difere apenas pelo aerofólio mais avantajado que não altera em nada o restante do carro.


Motor e Transmissão O motor Nu 2.0 de 166 cv e 20,5 mkgf de torque é um velho conhecido do consumidor e equipa modelos como o veterano Tucson e o (nem tão jovem) ix35. A unidade não difere em nada de outro motor aspirado de mesmo volume, mas a combinação com a unidade automática de seis marchas contribui para melhor eficiência. Como bebe? A média de consumo no combinado entre trajeto urbano e rodoviário, com álcool, foi de 8,6 km/l, um valor justo para um carro de quase 1,5 tonelada. O que compromete sua autonomia é o tanque de apenas 55 litros, que pode ser suficiente nas versões 1.6, mas não com o motor menos comedido. Suspensão e freios A suspensão do Creta não traz nada de especial ou superior ao mercado. Ele utiliza conjunto independente (McPherson) na dianteira e eixo rígido na traseira. Os freios também são espartanos, com disco nas rodas dianteiras e tambor na traseira, o que definitivamente comprova que o emblema Sport é só um apelido. O jipinho ainda conta com auxílio de controle de estabilidade (ESP) e assistente de partida em rampa (Hill Holder). Pontos positivos Pacote de conteúdos Montagem Espaço interno Pontos negativos Tanque de combustível de apenas 55 litros Acabamento pobre http://onorte.net/geral/toda-a-sedu%C3%A7%C3%A3o-de-um-aerof%C3%B3lio-1.596492 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fiat Cronos 1.8 7452608 - SEMANA ON - 08/02/2018

Será coincidência que os dois principais lançamentos do começo do ano tenham o nome inspirado na antiguidade clássica? Em janeiro, foi o Volkswagen Virtus, que significa virtude em latim. Agora vem o Fiat Cronos, que invoca um dos seres primordiais da mitologia grega. O lançamento oficial no Brasil deve ocorrer só no final de fevereiro. O Cronos é muito (muito mesmo) parecido com o “irmão” Argo, tanto no desenho, quanto na direção. E isso é bom. Sem as versões com motor 1.0 e a esportiva HGT do Argo, o Cronos terá quatro opções, que devem ter preço entre R$ 58 mil e R$ 72 mil (os preços oficiais ainda não foram divulgados). Veja a seguir o que cada uma oferece: Drive 1.3 (câmbio manual) - R$ 58 mil (estimado) • central multimídia de 7 polegadas, volante multifuncional, 2ª porta USB traseira, Isofix para cadeirinhas infantis, 4 airbags, ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros, trava elétrica, chave com telecomando, banco do motorista e volante com regulagem de altura e monitoramento de pressão dos pneus. Drive 1.3 GSR (câmbio automatizado) - R$ 64 mil (estimado) além dos itens da versão anterior, inclui controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sistema start-stop, aletas para troca de marcha no volante, piloto automático, apoio de braço para o motorista, vidros elétricos traseiros e retrovisores externos elétricos com luz de seta. Precision 1.8 (câmbio manual) - R$ 66 mil (estimado) • além dos itens da Drive 1.3 com câmbio manual, inclui rodas de liga leve de 16 polegadas, faróis em LED, sensor de estacionamento traseiro, volante com ajuste de profundidade, faróis de neblina, vidros elétricos traseiros, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, retrovisores externos elétricos e banco traseiro bipartido. Precision 1.8 AT6 (automático de 6 marchas) - R$ 72 mil (estimado) • além dos itens da versão anterior, inclui borboletas para troca de marcha no volante, maçanetas e frisos cromados, piloto automático, apoio de braço para o motorista e volante em couro. As origens A história de Cronos na mitologia é uma coisa bem maluca. Filho de Urano e Gaia, ele viveu preso na barriga da mãe até castrar o pai com um golpe de foice, e esse ato de fúria deu origem ao mundo como conhecemos hoje. O Cronos da Fiat matou num golpe só o Linea e o Siena, deixando espaço apenas para o Grand Siena, que seguirá em linha. Mas não teve violência, a Fiat já tinha retirado os dois de linha para dar lugar ao modelo mais jovem e versátil, com os motores 1.3 e 1.8. O sedã compartilha 30% da estrutura com o Argo, mas os dois nasceram de uma “costela” do Punto, que serviu de base para ambos. Gêmeos idênticos? A Fiat tenta dizer que os dois irmãos não são gêmeos, que foram gerados em “barrigas” diferentes, mas a verdade é que é muito difícil acreditar nisso. Os dois têm a mesma distância entre-eixos, altura e largura. A diferença fica apenas no comprimento. Com 36 cm a mais na traseira, o Cronos aumentou o porta-malas de 300 litros do Argo para 525 litros. No interior, as semelhanças também vão muito além dos 30%. Eles são praticamente idênticos, o que é interessante, porque o interior do hatch é uma das coisas que mais chama atenção frente os rivais. A tela multimídia é de série em todas as versões do Cronos. Na direção, Cronos e Argo também são bem parecidos, mas a novidade tem um acerto


ainda mais voltado pro conforto, pelo menos na versão mais cara (Precision 1.8 AT6), que foi experimentada em pista e trecho de estrada. Assim como o hatch, o sedã tem posição confortável para dirigir, dinâmica suave e bom isolamento do barulho que vem do motor e de fora. A suspensão tem a mesma construção, mas bem reajustada para dar um bom balanço ao modelo mais comprido e apenas 10 kg mais pesado. Eles são tão parecidos que cometem as mesmas falhas, por exemplo, tratar a segurança como opcional. Airbags laterais serão vendidos à parte, por exemplo. Também faltam motores mais modernos, embora o 1.8 não comprometa muito o desempenho. A versão 1.3 estará disponível para avaliação só no final deste mês. Guerra de titãs? Continuando a história do Cronos da mitologia, depois que mutilou o pai, ele se casou com uma irmã e teve seis filhos. Só que ele tinha receio de perder o reinado, do mesmo jeito que fez com o pai, então comia os filhos ao nascerem. Quem o Cronos da Fiat pretende "comer"? A fabricante diz que os principais concorrentes serão o líder o Chevrolet Prisma, ao lado do Hyundai HB20S e do Toyota Etios. Pelas medidas, é nesta categoria (sedãs pequenos) que o Cronos se encaixa, segundo a Fenabrave. No entanto, o Cronos com motor 1.8 também deve disputar o almoço com outro modelo que também nasceu agora com apetite, o Virtus da Volkswagen, além dos dois líderes da categoria acima (sedãs compactos), Chevrolet Cobalt e Honda City. O fato é que o Cronos tem virtudes para disputar o comprador das duas categorias. Embora tenha espaço interno comparável ao segmento de entrada, o que o coloca na posição de brigar acima, principalmente nesta versão topo de linha, é o visual moderno e o bom pacote de equipamentos, com preço atrativo dentro da faixa atual dos concorrentes. Vale lembrar que o Virtus de R$ 73 mil é a versão Comfortline, na mais completa ele chega a R$ 79.990 (sem opcionais). O City também mudou recentemente, mas por R$ 72 mil o cliente leva apenas a versão LX, enquanto a completa (EXL) salta para R$ 83 mil. Assim como o Virtus, ele ainda não oferece controle de estabilidade na versão de entrada, apenas nas mais caras. Mas até aí o item de segurança não aparece em nenhuma versão de Prisma, Cobalt, HB20S, Etios, Cobalt ou City - todos ainda se valendo da falta de exigência por lei, uma prática que acabará a partir de 2020. Diferentemente da Volkswagen, a Fiat ainda não patrocinou testes de colisão do Latin NCap, nem para o Argo, que foi lançado no ano passado. O Virtus tem 5 estrelas, e o Prisma conseguiu melhorar sua nota para 3 estrelas recentemente. Final feliz? A história do Cronos da mitologia é trágica. Ele foi enganado pela mulher, que escondeu seu filho caçula Zeus e colocou uma pedra no lugar para ele comer. Anos depois, Zeus cresceu e se vingou do pai, liberando os irmãos. Cronos ficou preso no subterrâneo, enquanto Zeus dominou o mundo. A Fiat espera que a história do sedã tenha um final feliz, com cerca de 24 mil unidades vendidas até o final do ano. O volume estimado não o coloca entre os maiores do segmento de pequenos, mas é superior ao registrado pelo líder Cobalt no segmento acima. O lançamento oficial do Cronos no Brasil ocorrerá no final de fevereiro. http://www.semanaon.com.br/conteudo/7417/fiat-cronos-1-8 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças - URGENTE NEWS 7452607 - URGENTE NEWS - 09/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, “pero no mucho” Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina


no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://www.urgentenews.com.br/2018/02/09/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-desucesso-mas-pede-mudancas-2.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Velhinhos em alta: o Fusca ainda vende mais que Argo e Kwid 7452606 - QUATRO RODAS - 09/02/2018

O Fusca saiu de linha em 1996, mas ainda é um campeão de vendas. Assim como ele, o Ford Escort, a VW Kombi e até a velha Pampa já se despediram das lojas há anos. Porém, esses clássicos são figurinhas fáceis nos classificados e nas impressoras do Detran. Em janeiro, a máquina que imprime os documentos de transferência e certificados de registro escreveram o nome “Fusca” 5.907 vezes. Com tanta venda de Fusca, o velho Volks gira no mercado mais que o Argo (4.972 unidades vendidas) e Kwid (2.729 carros) – durante o mesmo período. No acumulado de 2017, os números do Fusquinha impressionam ainda mais. Com 84.267 modelos negociados, o VW seria o 4° no ranking dos novos mais vendidos, ficando à frente até do irmão mais novo, o Gol, que teve 73.919 unidades emplacadas no último ano. O Ford Escort (que saiu de linha em 2003) também segue firme entre os usados. O veterano teve 50.533 unidades negociadas durante 2017 – números que o colocariam à frente do Jeep Compass, atual detentor do título de SUV mais vendido do Brasil. No primeiro mês deste ano foram 3.588 exemplares negociados. Entre os comerciais leves, a Kombi teve 5.058 unidades comercializadas em janeiro. A van, fabricada até o fim de 2013, pode ser encontrada no mercado de usados (alternando ano de produção e quilometragem rodada) com valores entre R$ 9 mil e R$ 30 mil – isso, claro, sem contar os exemplares de colecionadores ou modelos especiais. As picapes Pampa (1.391) e Courier (1.296) também são exemplos de modelos antigos e fora de linha que ainda figuram entre os mais vendidos no ranking da Fenabrave. O Voyage teve 12.596 unidades comercializadas em janeiro, porém, os números são a soma de todas as gerações do sedã. https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/velhinhos-em-alta-o-fusca-ainda-vende-mais-queargo-e-kwid/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja a lista dos SUVs mais vendidos em janeiro - Compass e SW4 lideram 7452605 - ASSOBRAV - 09/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado O segmento de SUVs / Crossovers segue em alta. No primeiro mês de 2018, as vendas registraram alta. Destaque para o Jeep Compass, que segue absoluto, e também para a reação do Mitsubishi ASX e Hyundai Tucson. Veja o ranking dos SUVs mais vendidos em janeiro. CLASSE II Na faixa intermediária de SUVs / crossovers, as fabricantes não têm do que reclamar, já que as vendas cresceram mais de 60% nos últimos doze meses. Dos dez primeiros colocados, apenas o 10º - o Mitsubishi Outlander 180 – vendeu menos neste início de 2018 do que no ano passado. Em alta de quase 50%, o Compass segue sem concorrência direta. Com 4.546 emplacamentos, o Jeep produzido em Pernambuco se aproximou dos 60% de participação de mercado. Adversário mais próximo, o Hyundai ix35 810 vendeu quase seis vezes menos. Fechando o pódio, o Mitsubishi ASX 449 praticamente dobrou os números de 2017. Mas não foi fácil garantir o terceiro lugar, já que o Hyundai Tucson 416 cresceu ainda mais +158,4%. Mantendo uma trajetória de evolução, o Chevrolet Equinox 392 foi o quinto, com boa folga sobre o Kia Sportage 310, que também experimentou alta expressiva +72%. Com promoções praticadas pela rede de concessionárias enquanto aguardam a chegada da nova geração, o VW Tiguan 284 vendeu quase quatro vezes mais do que há um ano. Oitavo, o Peugeot 3008 216 atingiu o segundo melhor resultado desde o lançamento do atual modelo. Nono, o Toyota RAV4 207 praticamente dobrou o desempenho de dezembro. Do 11º em diante, à exceção dos modelos da Subaru, os demais perderam espaço. Lanternas, Honda CR-V – cuja nova geração chegará ao mercado em breve – e Jeep Cherokee emplacaram apenas uma unidade cada. SUVs / Crossovers II POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º JEEP COMPASS 4546 4546 5121 3093


57,44% 56,69% -11,23% 46,98% 2ยบ HYUNDAI IX35 810 810 972 644 10,24% 10,76% -16,67% 25,78% 3ยบ MITSUBISHI ASX 449 449 503 228 5,67% 5,57% -10,74% 96,93% 4ยบ HYUNDAI TUCSON 416 416 537 161 5,26% 5,94% -22,53% 158,39% 5ยบ CHEVROLET EQUINOX 392 392


420 0 4,95% 4,65% -6,67% 6ยบ KIA SPORTAGE 310 310 380 180 3,92% 4,21% -18,42% 72,22% 7ยบ VW TIGUAN 284 284 477 78 3,59% 5,28% -40,46% 264,10% 8ยบ PEUGEOT 3008 216 216 182 1 2,73% 2,01% 18,68% 21500,00% 9ยบ TOYOTA RAV4


207 207 104 5 2,62% 1,15% 99,04% 4040,00% 10ยบ MITSUBISHI OUTLANDER 180 180 202 266 2,27% 2,24% -10,89% -32,33% 11ยบ SUBARU FORESTER 38 38 53 28 0,48% 0,59% -28,30% 35,71% 12ยบ DODGE JOURNEY 29 29 33 53 0,37% 0,37% -12,12% -45,28%


13ยบ SUBARU XV 14 14 20 25 0,18% 0,22% -30,00% -44,00% 14ยบ JAC T6 12 12 15 17 0,15% 0,17% -20,00% -29,41% 15ยบ SUBARU OUTBACK 9 9 10 8 0,11% 0,11% -10,00% 12,50% 16ยบ HONDA CR-V 1 1 5 122 0,01% 0,06%


-80,00% -99,18% 17º JEEP CHEROKEE 1 1 0 26 0,01% 0,00% -96,15% 7914 7914 9034 4935 100,00% 100,00% -12,40% 60,36% CLASSE III Na faixa superior, o líder fraquejou, “pero no mucho”. Único modelo do top 5 a recuar sobre 2017 -43,6%, o Toyota Hilux 634 teve o seu pior resultado desde fevereiro de 2016 530. Ainda assim, o representante da marca japonesa vendeu mais do que o dobro de um Chevrolet Trailblazer 300 que cresceu acima de 60%. Terceiro, o Mitsubishi Pajero 151 avançou um pouco menos do que o Hyundai Santa Fe 75. Somados, Kia Sorento 26, Jeep Grand Cherokee 5 e Kia Mohave 1 venderam menos da metade do quarto colocado. O mau desempenho da SW4 no mês passado fez o resultado do segmento cair quase 26%. SUVs / Crossovers III POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º


TOYOTA HILUX SW4 634 634 1240 1125 53,19% 67,98% -48,87% -43,64% 2ยบ CHEVROLET TRAILBLAZER 300 300 298 185 25,17% 16,34% 0,67% 62,16% 3ยบ MITSUBISHI PAJERO 151 151 209 132 12,67% 11,46% -27,75% 14,39% 4ยบ HYUNDAI SANTA FE 75 75 48 62 6,29% 2,63% 56,25%


20,97% 5ยบ KIA SORENTO 26 26 23 30 2,18% 1,26% 13,04% -13,33% 6ยบ JEEP GRAND CHEROKEE 5 5 6 70 0,42% 0,33% -16,67% -92,86% 7ยบ KIA MOHAVE 1 1 0 1 0,08% 0,00% 0,00% 1192 1192 1824 1605 100,00% 100,00% -34,65%


-25,73% Fonte: Fenabrave Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Produção do Ford Focus na Argentina pode ser encerrada em 2019 Novo Renault Kangoo começa a ser feito na Argentina e virá ao Brasil Citroën 2CV, o Fusca francês, completa 70 anos de história Novo Volkswagen Touareg estreia dia 23 de março Audi TT RS 2.5 Turbo chega ao Brasil https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41812 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Motos mais vendidas - Honda e Yamaha dominam lista de mais vendidos 7452604 - MOTOR 1 - 11/02/2018

Entre os 20 modelos mais vendidos, 19 são das duas marcas japoneses O mercado de motos entra em 2018 com resultado positivo. Com 77.081 unidades emplacas, o número é 13,95% maior que no mesmo mês de 2017 (67.601 unidades). Porém, em comparação com dezembro de 2017, houve uma queda de 0,55% (77.458 unidades). Entre as marcas, o domínio é da Honda (79,91%) e da Yamaha (13,56%). MARCAS QUANTIDADE PARTICIPAÇÃO 1º HONDA 61.553 79,91% 2º YAMAHA 10.443 13,56% 3º SHINERAY 885 1,15% 4º HAOJUE 463 0,60% 5º BMW 448 0,58% 6º H.DAVIDSON 410 0,53% 7º SUZUKI 408 0,53% 8º KAWASAKI 386 0,50% 9º TRIUMPH 301 0,39% 10º DAFRA 282 0,37% 11º TRAXX 235 0,31% 12º WUYANG 154 0,20% 13º BULL 123 0,16% 14º KYMCO 91 0,12% 15º KTM 75 0,10% 16º DUCATI 73 0,09% 17º ROYAL 41 0,05% 18º SOUSA 40 0,05% 19º INDIAN 35 0,05% 20º KASINSKI 33 0,04% 21º ATMAN 32 0,04% Reflexo desse domínio é o ranking de modelos mais vendidos. Entre os 20 modelos, 10 são da Honda, 9 da Yamaha e apenas 1 da Shineray. A CG 160 segue como líder disparada, seguida pela Biz, recentemente renovada. MARCA MODELO QUANTIDADE 1 HONDA CG 160


20.342 2 HONDA BIZ 11.546 3 HONDA NXR 160 9.389 4 HONDA POP 110 6.977 5 HONDA CG 125 2.828 6 HONDA PCX 150 2.815 7 HONDA CB 250F Twister 2.668 8 HONDA XRE 300 2.016 9 YAMAHA FACTOR 150 1.991 10 YAMAHA FAZER 250 1.885 11


HONDA XRE 190 1.101 12 YAMAHA NMAX 1.067 13 YAMAHA XTZ 150 1.007 14 YAMAHA NEO 125 946 15 YAMAHA YBR 125 930 16 YAMAHA XTZ 250 855 17 YAMAHA YS 150 Fazer 822 18 SHINERAY XY50 729 19 YAMAHA MT03 506 20 HONDA SH 150i


450 Dados: Fenabrave https://br.motor1.com/news/229744/vendas-motos-janeiro-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Leo Fortunatti Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001 7452603 - JORNAL DE SANTA CATARINA - Blumenau - SC - 10/02/2018

O comércio varejista catarinense experimentou um crescimento chinês em 2017. Após dois anos seguidos de queda, o setor teve um aumento das vendas de 13,5%, com alta nominal das receitas de 12,8%. Trata-se do melhor resultado entre todos os estados brasileiros. Na média nacional, o crescimento do varejo foi de apenas 2%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio — que não considera vendas de carros e materiais de construção —, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 13,5% também representa o maior crescimento do varejo no Estado desde 2001, ano do início da série histórica (veja o gráfico abaixo). Vendas no comércio varejista Infogram Entre os setores que puxaram a alta, dois se destacaram: hipermercados e supermercados (25%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (24,2%). No caso dos supermercadistas, o presidente da associação do setor (Acats), Paulo Cesar Lopes, considera que o desempenho do segmento pode ser um referencial importante na retomada da economia. Ele diz que a inflação ajudou a alavancar as vendas: — Acreditamos que o fato de a taxa de inflação estar sob controle, inclusive abaixo da meta do governo, foi uma importante vitória para tranquilizar os setores produtivos e também permitir a manutenção de poder de compra da massa salarial dos trabalhadores. Para o economista Luciano Córdova, da Fecomercio-SC, o aumento de 13,5% do varejo precisa ser relativizado, já que a base de comparação estava muito achatada devido às quedas de 2015 e 2016. Na avaliação dele, é esperado que o comércio volte aos patamares de antes crise no fim deste ano. — Acredito que teremos um crescimento mais moderado, entre 5% e 6%. Com isso, poderemos retomar aos níveis de 2013 e 2014 — opina. O fato que mais chamou atenção na pesquisa, diz Córdova, foi o grande deslocamento entre Santa Catarina e o resto do Brasil. É um indicador de que o Estado está se recuperando de maneira mais rápida: — Mostra que já temos um mercado interno consolidado. O desemprego relativamente mais baixo também contribui, criando condições para uma retomada mais consistente do consumo. Comércio melhor que a indústria Os dados divulgados nesta sexta-feira também indicam que o comércio está se recuperando de uma maneira mais forte que a indústria. Um exemplo é o setor automotivo, que só deve retomar os números de 2012 por volta de 2024, de acordo com estimativas da FenabraveSC. A explicação para isso, segundo economistas, vem do fato que o comércio é uma atividade com menos riscos. —É natural que a recuperação da indústria demore um pouco mais. O volume de investimentos e os riscos envolvidos são muito maiores. É preciso de um cenário mais estável para um crescimento mais forte. Mesmo com o resultado positivo de 2017, a análise da Fecomercio é que teremos uma "década perdida" nos anos 2010. Isso porque a estimativa dos economistas é que o PIB brasileiro só retome em 2021 os valores atingidos antes da recessão econômica. http://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/politica-e-economia/noticia/2018/02/varejocatarinense-fecha-2017-com-a-maior-alta-das-vendas-desde-2001-10161271.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Leonardo Gorges leonardo.gorges@diariocatarinense. Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018

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Clipping Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia 7452602 - FOLHA DE S.PAULO - São Paulo - SP - 11/02/2018

DE SÃO PAULO O Renault Kwid ganhou alegorias e adereços no mercado indiano. O compacto popular chega às lojas em duas versões especiais que remetem aos heróis Capitão América e Homem de Ferro. A série limitada Super Hero é vendida pela internet e custa 10 mil rúpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padrão das armaduras dos heróis. O lançamento faz parte da estratégia de divulgação do futuro filme da franquia "Vingadores", chamado "Guerra Infinita", que estreia em abril. O mais chamativo é o Kwid Super Soldier, que remete ao Capitão América. As cores da bandeira dos Estados Unidos estão nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, há detalhes em azul e carpetes vermelhos. A versão Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o capô do compacto está o motor 1.0 de três cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgação destaca o sistema multimídia como principal item de série. Nas fotos do interior, dá para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurança da Índia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paraná traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel também rendeu ações de marketing no Brasil. O herói Hulk foi o garoto-propaganda do Kwid, em um comercial gravado em São Paulo. As vendas no mercado nacional estão abaixo do esperado. Após um início promissor e três recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22° lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias). DE SÃO PAULO O Renault Kwid ganhou alegorias e adereços no mercado indiano. O compacto popular chega às lojas em duas versões especiais que remetem aos heróis Capitão América e Homem de Ferro. A série limitada Super Hero é vendida pela internet e custa 10 mil rúpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padrão das armaduras dos heróis. O lançamento faz parte da estratégia de divulgação do futuro filme da franquia "Vingadores", chamado "Guerra Infinita", que estreia em abril. O mais chamativo é o Kwid Super Soldier, que remete ao Capitão América. As cores da bandeira dos Estados Unidos estão nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, há detalhes em azul e carpetes vermelhos. A versão Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o capô do compacto está o motor 1.0 de três cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgação destaca o sistema multimídia como principal item de série. Nas fotos do interior, dá para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurança da Índia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paraná traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel também rendeu ações de marketing no Brasil. O herói Hulk foi o garoto-propaganda do Kwid, em um comercial gravado em São Paulo. As vendas no mercado nacional estão abaixo do esperado. Após um início promissor e três recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22° lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias).


O Renault Kwid ganhou alegorias e adereços no mercado indiano. O compacto popular chega às lojas em duas versões especiais que remetem aos heróis Capitão América e Homem de Ferro. A série limitada Super Hero é vendida pela internet e custa 10 mil rúpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padrão das armaduras dos heróis. O lançamento faz parte da estratégia de divulgação do futuro filme da franquia "Vingadores", chamado "Guerra Infinita", que estreia em abril. O mais chamativo é o Kwid Super Soldier, que remete ao Capitão América. As cores da bandeira dos Estados Unidos estão nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, há detalhes em azul e carpetes vermelhos. A versão Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o capô do compacto está o motor 1.0 de três cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgação destaca o sistema multimídia como principal item de série. Nas fotos do interior, dá para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurança da Índia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paraná traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel também rendeu ações de marketing no Brasil. O herói Hulk foi o garoto-propaganda do Kwid, em um comercial gravado em São Paulo. As vendas no mercado nacional estão abaixo do esperado. Após um início promissor e três recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22° lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que reúne as concessionárias). http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2018/02/1956221-compacto-renault-kwid-sefantasia-de-heroi-na-india.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping RANKING DE VENDAS DO RIO GRANDE DO SUL EM JANEIRO DE 2018: CHEVROLET ONIX E VOLKSWAGEN SAVEIRO COMEÇAM NA LIDERANÇA 7452601 - FALANDO SOBRE CARROS - 10/02/2018

HACHT COMPACTO DA GM E PICAPE LEVE DA VOLKSWAGEN MANTÉM LIDERANÇA. O Chevrolet Onix é líder no Rio Grande do Sul, em segundo lugar está o Ford Ka, em terceiro lugar está o Volkswagen Polo, em quarto o Chevrolet Prisma líder nos sedãs compactos, em quinto lugar está o Hyundai HB20, em sexto lugar está o Jeep Compass líder nos utilitários esportivos médios, em sétimo lugar está o Chevrolet Tracker que é líder nos utilitários esportivos compactos, em oitavo lugar está o Volkswagen Gol, em nono lugar está o Fiat Argo e fechando os 10 mais vendidos está o Volkswagen Fox. O Chevrolet Prisma é líder nos sedãs compactos O Jeep Compass é líder nos utilitários esportivos médios. O Chevrolet Tracker é líder nos utilitários esportivos compactos. Em décimo primeiro está o Renault Kwid, em décimo segundo está o Fiat Mobi, em décimo terceiro está o Ford EcoSport, em décimo quarto está o Ford Fiesta, em décimo quinto está o Nissan Kicks, em décimo sexto estão empatados Renault Sandero e Hyundai Creta. Em décimo oitavo está o Toyota Corolla líder nos sedãs médios, em décimo nono está o Honda HR-V e fechando os 20 mais vendidos a Chevrolet Spin líder nos veículos familiares no Rio Grande do Sul. O Toyota Corolla é líder nos sedãs compactos. A Chevrolet Spin é líder nos veículos familiares no Rio Grande do Sul. COMERCIAIS LEVES: A Volkswagen Saveiro foi líder nos comerciais leves, em segundo lugar está a Fiat Toro líder nas Sport Utility Pick-up, em terceiro lugar está a Fiat Strada, em quarto lugar está a Chevrolet S10 líder nas picapes médias, em quinto lugar está a Renault Duster Oroch, em sexto lugar está a Ford Ranger, em sétimo lugar está a Toyota Hilux, em oitavo lugar está a Mitsubishi L200, em nono lugar está a Chevrolet Montana e fechando os 10 mais vendidos está a Volkswagen Amarok. Esse mês no top 10 dos comerciais leves no Rio Grande do Sul, todos foram picapes. A Volkswagen Saveiro foi líder nos comerciais leves no Rio Grande do Sul. A Fiat Toro é líder nas Sport Utility Pick-up no Rio Grande do Sul A Chevrolet S10 é líder nas picapes médias no Rio Grande do Sul. Em décimo primeiro está a Fiat Fiorino líder nos furgões leves, em décimo segundo está o Iveco Daily 35S14, em décimo terceiro está a Renault Master líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada, em décimo quarto está o Hyundai HR, em décimo quinto está a Nissan Frontier, em décimo sexto está o Citroën Jumpy, em décimo sétimo está o Peugeot Expert, em décimo oitavo estão empatados Kia Bongo e Mercedes-Benz Sprinter e fechando os 20 mais vendidos está o Renault Kangoo. A Fiat Fiorino é líder nos furgões leves. A Renault Master é líder nos furgões que carregam mais de 1 tonelada. VEJA OS NÚMEROS CARROS DE PASSEIO 1 CHEVROLET ONIX 892 2 FORD KA 432 3 VOLKSWAGEN POLO 427 4 CHEVROLET PRISMA 366 5 HYUNDAI HB20 365 6 JEEP COMPASS 308


7 CHEVROLET TRACKER 277 8 VOLKSWAGEN GOL 275 9 FIAT ARGO 265 10 VOLKSWAGEN FOX 252 11 RENAULT KWID 234 12 FIAT MOBI 222 13 FORD ECOSPORT 211 14 FORD FIESTA 197 15 NISSAN KICKS 188 16 RENAULT SANDERO 178 HYUNDAI CRETA 178 18 TOYOTA COROLLA 176 19 HONDA HR-V 168 20 CHEVROLET SPIN 166 COMERCIAIS LEVES 1 VOLKSWAGEN SAVEIRO 272 2 FIAT TORO 261 3 FIAT STRADA 200 4 CHEVROLET S10 126 5 RENAULT DUSTER OROCH 106 6 FORD RANGER 104 7 TOYOTA HILUX 97 8 MITUBISHI L200 63 9 CHEVROLET MONTANA 59 10 VOLKSWAGEN AMAROK 57 11 FIAT FIORINO 31 12 IVECO DAILY 35S14 30 13 RENAULT MASTER 26 14 HYUNDAI HR 21 15 NISSAN FRONTIER 13 16 CITROËN JUMPY 11 17 PEUGEOT EXPERT 9 18 KIA BONGO 7 MERCEDES-BENZ SPRINTER 7 20RENAULT KANGOO 4 FONTE: Fenabrave, vendas atacado e varejo. Esse foi o Ranking de vendas do Rio Grande do Sul em Janeiro de 2018. Audi, BMW, Chevrolet, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia,JAC, Jaguar,


Mercedes-Benz, Lamborghini, Peugeot, Renault, Toyota, Jeep, Volkswagen, Willys, DKW. http://falando-sobre-carros.blogspot.com/2018/02/ranking-de-vendas-do-rio-grande-dosul.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Falando sobre carros Wellington Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia – Rodas 7452600 - MT MAIS NOTÍCIAS - 11/02/2018

11/02/2018 02h00 O Renault Kwid ganhou alegorias e adereos no mercado indiano. O compacto popular chega s lojas em duas verses especiais que remetem aos heris Capito Amrica e Homem de Ferro. A srie limitada Super Hero vendida pela internet e custa 10 mil rpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padro das armaduras dos heris. O lanamento faz parte da estratgia de divulgao do futuro filme da franquia “Vingadores”, chamado “Guerra Infinita”, que estreia em abril. O mais chamativo o Kwid Super Soldier, que remete ao Capito Amrica. As cores da bandeira dos Estados Unidos esto nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, h detalhes em azul e carpetes vermelhos. A verso Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o cap do compacto est o motor 1.0 de trs cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgao destaca o sistema multimdia como principal item de srie. Nas fotos do interior, d para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurana da ndia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paran traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel tambm rendeu aes de marketing no Brasil. O heri Hulk foi o garotopropaganda do Kwid, em um comercial gravado em So Paulo. As vendas no mercado nacional esto abaixo do esperado. Aps um incio promissor e trs recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22 lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que rene as concessionrias). Source link http://www.mtmais.com/2018/02/11/compacto-renault-kwid-se-fantasia-de-heroi-na-indiarodas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: MT MAIS Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia – Rodas – UOL 7452599 - VIP CEO - 11/02/2018

? Ouvir matéria 11/02/2018 02h00 O Renault Kwid ganhou alegorias e adereos no mercado indiano. O compacto popular chega s lojas em duas verses especiais que remetem aos heris Capito Amrica e Homem de Ferro. A srie limitada Super Hero vendida pela internet e custa 10 mil rpias –o equivalente a R$ 51 mil. A pintura segue o mesmo padro das armaduras dos heris. O lanamento faz parte da estratgia de divulgao do futuro filme da franquia “Vingadores”, chamado “Guerra Infinita”, que estreia em abril. O mais chamativo o Kwid Super Soldier, que remete ao Capito Amrica. As cores da bandeira dos Estados Unidos esto nas faixas diagonais que cortam as laterais do carro. Por dentro, h detalhes em azul e carpetes vermelhos. A verso Invincible tem apliques dourados nas portas e nos paralamas. Sob o cap do compacto est o motor 1.0 de trs cilindros (68 cv) similar ao que equipa o Kwid brasileiro. O material de divulgao destaca o sistema multimdia como principal item de srie. Nas fotos do interior, d para ver que o carro tem ar-condicionado. A Renault diz que o Kwid fantasiado segue as normas de segurana da ndia. Ou seja, vem equipado com airbag apenas para o motorista, enquanto o carro feito no Paran traz quatro bolsas. A parceria com a Marvel tambm rendeu aes de marketing no Brasil. O heri Hulk foi o garotopropaganda do Kwid, em um comercial gravado em So Paulo. As vendas no mercado nacional esto abaixo do esperado. Aps um incio promissor e trs recalls, o Renault –que custa a partir de R$ 30 mil– teve 2.729 unidades emplacadas em janeiro e ocupa o 22 lugar no ranking, segundo a Fenabrave (entidade que rene as concessionrias). Fonte Oficial: UOL Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do VIP CEO. O post Compacto Renault Kwid se fantasia de herói na Índia – Rodas – UOL apareceu primeiro em VIP CEO. https://vipceo.com.br/compacto-renault-kwid-se-fantasia-de-heroi-na-india-rodas-uol/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Futebol Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo - Lapada Lapada 7452598 - LAPADA LAPADA - 11/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). LEIA MAIS: Quanto custa o seguro das 10 picapes mais vendidas do Brasil Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. LEIA MAIS: Saiba quanto custa o seguro dos 10 carros mais vendidos do Brasil 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020. 4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar


entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) LEIA MAIS: Confira quanto custa o valor do seguro dos carros mais baratos de consertar Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. http://lapadalapada.com.br/2018/02/11/veja-quais-sao-os-carros-mais-roubados-e-os-indicesque-alertam-para-o-perigo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Concessionárias esperam aumento nas vendas de veículos novos em 2018 | O Município Blumenau 7452597 - O MUNICÍPIO - Blumenau - SC - 10/02/2018

Divulgação"> Os emplacamentos de janeiro de 2018 registrou um aumento de 17,54% em relação a janeiro de 2017 Por Redação 10/02/2018 16:00 +A-A Comente Partilhar no Facebook Tweet no Twitter +A -A Envie conteúdo Comente Sugira correção Você já viu? Carro despenca em ribanceira na Ponta Aguda, em Blumenau Prolongamento da rua Humberto de Campos chega à fase final Transporte coletivo de Blumenau circulará com redução de horários na segunda e terça de Carnaval ver mais notícias A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC) registrou crescimento de 17,54% em janeiro de 2018, quando comparado ao mesmo mês do ano passado. No total, 13.663 novos veículos, entre automóveis, utilitários leves (furgões, caminhonetes e camionetas), caminhões, ônibus e motos, foram emplacados em janeiro de 2018 no estado. Comparado a dezembro de 2017, houve queda de 17,94%, considerada normal por causa das vendas de fim de ano. No Vale do Itajaí foram emplacados 30,77% veículos a mais em janeiro de 2018 (4.003) do que em janeiro de 2017 (3.061), com a queda natural em relação a dezembro de 2018 sendo de 13,56%. “Todo ano isso acontece, as pessoas gastam mais em dezembro. Então, janeiro costuma ser pior que dezembro. Fevereiro, com poucos dias úteis, também não tem grandes números, então um crescimento mês a mês começa a partir de março”, explica o diretor-executivo da Fenabrave, André Andreazza. Em dezembro de 2017 foram vendidos cerca de 17 mil novos veículos em Santa Catarina. Já em janeiro de 2018, foram 13,6 mil, enquanto que no mesmo mês do ano passado foram vendidos cerca de 11 mil. “O crescimento entre os dois meses de janeiro foi muito grande porque a base de comparação é baixa. Em 2013, até o começo de 2014, as vendas no estado somavam 22 mil unidades por mês. Em 2015 e 2016, esse número caiu pela metade”, avalia Andreazza, que vê como principais causas da recuperação a estabilização da inflação e a volta gradual da confiança do consumidor. Em outubro de 2017, a marca de 14 mil unidades vendidas mensalmente foi atingida. Andreazza comemora o crescimento por demonstrar uma recuperação, mas reitera que os números estão distantes das principais marcas atingidas pelo setor. “É bom que estamos nos recuperando, mas as porcentagens são feitas em cima de valores baixos. Se crescermos 20% neste ano, vamos estar uns 30% abaixo das médias históricas de 2013”. Concessionárias apostam nas SUVs As SUVs têm sido muito procuradas e, portanto, o público com poder aquisitivo para comprar este tipo de veículo é o principal alvo das concessionárias. O diretor-executivo da Fenabrave, André Andreazza, vê que a preferência pela SUV substituiu os modelos Sedan médio. “A migração para a SUV não vem a partir dos carros populares, são pessoas que procuravam o sedan médio e grande e que agora passam a


preferir a SUV, seja pelo tamanho ou pela segurança, com um preço não muito diferente”. De acordo com o economista e professor da Uniasselvi, Arílson Fagundes, as vendas de veículos foram embaladas pela recuperação do consumo interno e pelas exportações. No entanto, ele não compartilha do otimismo manifestado por concessionárias. “Recomendo cautela sobre o ritmo de recuperação do mercado interno. A economia ainda não apresenta uma estabilidade. Claro que as vendas cresceram. Pautas de investimentos e redução tributária tramitam no governo, e se isso vier a acontecer, uma nova safra de vendas poderá estar a caminho”, avalia. Fagundes reforça que a recuperação deve ser comemorada, mas levando em consideração as perdas de anos anteriores, é difícil ver este crescimento como algo que devolva à indústria automobilística seus melhores desempenhos. Sugira correção Envie conteúdo Comente +A -A Envie conteúdo Comente Sugira correção Você já viu? Carro despenca em ribanceira na Ponta Aguda, em Blumenau Prolongamento da rua Humberto de Campos chega à fase final Transporte coletivo de Blumenau circulará com redução de horários na segunda e terça de Carnaval ver mais notícias https://omunicipioblumenau.com.br/concessionarias-esperam-aumento-nas-vendas-deveiculos-novos-em-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado em janeiro: hatches médios continuam despencando nas vendas 7452596 - AUTO+ - 09/02/2018

469 compartilhamentos Compartilhe Tuíte Já faz alguns anos que o segmento dos hatches médios vem perdendo espaço no mercado. E para isso há “N” motivos, que passam pelos preços elevados (não exclusivos da categoria, vale dizer) indo até a preferência do consumidor por SUVs — não à toa eles foram a segunda categoria mais vendida no Brasil em 2017. Para se ter uma dimensão de como a categoria dos hatches médios “agoniza”, em janeiro eles representaram apenas 0,75% nas vendas entre todos os segmentos segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Não é difícil dizer que isso foi um reflexo de 2017, ondes os hatches fecharam apenas com 1,09% de participação. Ford Focus (divulgação) Volkswagen Golf (divulgação) Vamos aos números. Quem começou 2018 na liderança do segmento é o Chevrolet Cruze Sport6, que vendeu 453 unidades no mês de janeiro, um discreto aumento de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No ranking geral de vendas ele aparece na 53º posição. Em segundo lugar aparece o Ford Focus com 334 carros emplacados, ficando na mesma posição que terminou 2017. O pódio é completado pelo Volkswagen Golf, que ficou na terceira colocação ao vender apenas 170 carros. Para efeito de comparação, em janeiro de 2017 o hatch da Volks era líder com 463 unidades, ou seja, em um ano as vendas despencaram 63,3%. Em quarto e último lugar vem o Peugeot 308 com meras 64 unidades vendidas, quase 24% abaixo do mesmo período do ano passado. Se continuar com esse cenário, os hatches médios provavelmente não serão mais vistos nas ruas. E você, o que acha que irá acontecer com uma categoria que até há alguns anos era tradicional por aqui? Abaixo, confira os hatches médios mais vendidos em janeiro: 1º Chevrolet Cruze hatch: 453 2º Ford Focus: 334 3º Volkswagen Golf: 170 4º Peugeot 308: 64 Veja mais: >> Mercado: Polo chega em 4º e Renault fica fora do top20 de janeiro >> SUVs assumem posto de 2ª categoria mais vendida do Brasil >> Cruze hatch 2018 fica mais equipado Tags Chevrolet Cruze Sport6 Focus Ford Golf hatches médios janeiro mercado Volkswagen http://www.automaistv.com.br/mercado-em-janeiro-hatches-medios-continuam-despencandonas-vendas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo 7452595 - FOLHA ACADÊMICA - 11/02/2018

Divulgação/Newspress Carros roubados: compradores de peças de origem ilícita são os que financiam a prática dos gatunos de plantão A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Fox O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) Divulgação Hyundai HB20 O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Onix O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020. 4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Divulgação Fiat Uno Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos.


5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Gol Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Divulgação Ford Fiesta 1.6 Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) Divulgação Toyota Corolla No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Classic Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Divulgação Honda Fit Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) Divulgação Renault Sandero Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/veja-quais-sao-os-carros-mais-roubados-e-os-indicesque-alertam-para-o-perigo/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Scania e Haylion se unem para desenvolver veículos elétricos autônomos 7452594 - AUTOS GIROS - Porto Alegre - RS - 12/02/2018

A montadora sueca e a Haylion se unirão no segmento de eletrificados, na condução autônoma e no transporte de ônibus urbano Referência em soluções para o transporte sustentável, a Scania anunciou uma parceria com a Haylion Tecnologies, empresa chinesa de tecnologia voltada ao transporte público. O acordo visa ao desenvolvimento de projetos de veículos autônomos movidos a energia elétrica. O objetivo das empresas é acelerar, comercialmente, as aplicações de inovações na condução sem motoristas e do transporte sustentável. “Para a Scania, esta parceria oferece oportunidades únicas para contribuir e aprender com o rápido desenvolvimento destas inovações na China. Estamos ansiosos para combinar nosso conhecimento e perspectiva global com a experiência e os objetivos da Haylion Technologies”, diz Mats Harborn, diretor executivo do escritório estratégico da Scania China. A montadora sueca e a companhia asiática se unirão no campo dos veículos movidos a combustíveis alternativos. Principalmente no segmento de eletrificados, na condução autônoma e no transporte de ônibus urbano. “Alcançar a excelência em habilidades através da colaboração sempre foi nosso princípio. Reconhecemos a posição de liderança da Scania na indústria mundial de veículos comerciais. Eu acredito que nossa cooperação irá promover e acelerar o desenvolvimento de veículos inteligentes e a Internet do Veículo (IoV) na China”, diz o Dr. Jimmy Hu Jianping, fundador e presidente da Haylion Technologies. A Haylion Technologies Experiência chinesa no transporte – A Haylion Technologies estabeleceu uma equipe de especialistas em inteligência artificial. Eles trabalham com fabricação automotiva, comunicações e transportes públicos. Este time está concentrado em projetos de condução autônoma, verificação de seus conceitos e industrialização. O foco principal da Haylion é criar soluções abrangentes para o transporte público por meio de ônibus eletrificados, autônomos e conectados. Desde o final de 2017, a Haylion Technologies conduz ensaios com ônibus inteligentes em estradas públicas. Sempre junto ao Shenzhen Bus Group. Chamado “AlphaBa”, o projeto é visto como um avanço da indústria de veículos coletivos autônomos. Leia mais TRP lança kit de embreagem para linha Scania Série... Kit de embreagem já está disponível em toda rede de concessionárias DAF Caminhões A TRP, linha multimarcas da PACCAR Parts, líder global em distribuição de peças e atendimento qualificado aos clientes, lança kit de embreagem para a série V da Scania. O conjunto inclui as linhas P, G e R. As peças... Vendas de veículos registram alta de 20,06% em jan... Para a Fenabrave, o cenário econômico de 2018 é completamente diferente do de 2017, o que favorece as vendas de veículos Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, o emplacamento de veículos novos registrou alta de 20,6% no mercado brasileiro em janeiro dest... Venda de 215 ônibus leva a Scania à vice-liderança... As vendas para o novo nicho levaram a Scania, no acumulado de janeiro a novembro, à vice-liderança da categoria dos rodoviários Com 215 unidades vendidas do K 440 8x2 entre os meses de novembro de 2016 e novembro de 2017, a Scania se destaca no novo segmento de ônibus rodoviários. Do total, 93 u... Exposição celebra contagem regressiva para os 60 a... Participaram da exposição os caminhões LK 141 V8, T 112H, dois T 113H e um ônibus K 112. Evento aconteceu na fábrica da marca sueca em São Bernardo do Campo (SP) A Scania comemorará 60 anos de presença no Brasil no próximo dia 02 de julho. Abrindo a contagem regressiva para a data histórica, a f...


Tweet O post Scania e Haylion se unem para desenvolver veículos elétricos autônomos apareceu primeiro em Autos Giros. http://autosgiros.com.br/2018/02/12/scania-haylion-eletricos-autonomos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Autos Giros Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo 7452593 - IG - São Paulo - SP - 11/02/2018

A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020. 4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o


estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. http://carros.ig.com.br/2018-02-11/carros-roubados.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Coluna Autos Giros – Ford EcoSport Storm, Arval e Honda City 2018 7452592 - AUTOS GIROS - Porto Alegre - RS - 09/02/2018

A nova versão Storm do SUV Ford EcoSport é o destaque do jornal Autos Giros desta semana. Confira as outras notas: – Arval traz soluções em gestão de frotas; – Honda apresenta linha 2018 do sedan City; – Emplacamentos registram alta em janeiro; – Mercedes-Benz abre 2018 vendendo mais de 6000 caminhões; Leia mais Vendas de veículos registram alta de 20,06% em jan... Para a Fenabrave, o cenário econômico de 2018 é completamente diferente do de 2017, o que favorece as vendas de veículos Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, o emplacamento de veículos novos registrou alta de 20,6% no mercado brasileiro em janeiro dest... Coluna Autos Giros – Retrospectiva 2017 &#82... Na primeira coluna de 2018, o Autos Giros fecha a retrospectiva do ano que passou com os modelos que circulavam pelas ruas brasileiras mas ganharam importantes renovações em suas linhas. Confira abaixo! Coluna Autos Giros – 19ª Transposul, Dipesul... Confira os destaques da coluna Autos Giros do jornal O Farroupilha desta semana: - Com 52 expositores e mais de 13 mil visitantes, a 19ª Transposul – Feira e Congresso de Transporte e Logística garantiu sucesso entre transportadores, operadores logísticos e empresários; - A MAN Latin America, ... Coluna Autos Giros – BMW Série 5, Ford Ecosp... Confira na coluna Autos Giros desta semana: - BMW apresenta no Brasil o novo Série 5, que chega nas versões 530i e 540i, ambas com pactoe M Sport; - A Ford terá mais duas fábricas na Rússia para produzir o novo Ecosport a partir de 2018; - Alunos da Faculdade de Engenharia da PUCRS desenvol... Tweet O post Coluna Autos Giros – Ford EcoSport Storm, Arval e Honda City 2018 apareceu primeiro em Autos Giros. http://autosgiros.com.br/2018/02/09/coluna-autos-giros-ford-ecosport-storm-arval-e-hondacity-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Autos Giros Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping As rodovias estão mais movimentadas 7452591 - AUTOS GIROS - Porto Alegre - RS - 12/02/2018

Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br As rodovias estão mais movimentadas. E não é por causa da temporada de verão. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) mostram que, nos 12 meses encerrados em janeiro houve um crescimento de 2,1% na circulação de veículos, comparativamente a igual período anterior. O desempenho foi puxado pelos veículos leves, com um crescimento de 2,2%. Também houve expansão no movimento de veículos pesados, com uma expansão de 1,8%. Os números são um dos termômetros da reação da economia. O crescimento no fluxo de veículos leves reflete a recuperação do poder de compra das famílias. E a tendência é de que a situação persista, por causa da melhoria do mercado de trabalho, de crédito e da situação financeira das famílias A movimentação de veículos pesados é um retrato da recuperação da indústria e do comércio. As fábricas registraram crescimento de 2,5% na produção em 2017 e de 2,0% nas lojas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia. E a tendência é de que a movimentação nas rodovias continue a crescer nos próximos meses. As expectativas são extremamente favoráveis. Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) projetam uma expansão de 2,7% no PIB. E de 3,35% para a produção industrial. Um fator que também deve animar o segmento automotivo é a redução na taxa de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC fixou a Selic em 6,75% ao ano, o mínimo histórico. Com isso, o custo do financiamento dos veículos deve continuar caindo, já que há muita gordura para ser queimada. Outro número que mostra a reação no setor foi divulgado na semana passada pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A produção de carros cresceu 24,6% em janeiro, comparativamente ao mesmo mês de 2017. Os licenciamentos – que refletem as vendas internas – aumentaram 23,1% nesse comparativo. As exportações, continuam em forte alta. No primeiro mês deste ano foram negociados US$ 1,03 bilhão em autoveículos, máquinas agrícolas e rodoviárias. O incremento em relação a janeiro de 2018 foi de 26%. Vandré Kramer é jornalista, com formação em economia e pós-graduação em mercado financeiro. Trabalhou por mais de 20 anos cobrindo a área econômica para jornais de Santa Catarina (SC). Leia mais Futuro da indústria automotiva: deixar de olhar pa... Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br O que queremos para o futuro da indústria automotiva brasileira? Ser um player relevante no mercado global, ditando tendências, ou nos enclausurando em nós mesmos. Esta é a pergunta que nos devemos fazer ao definirmos uma nova agenda para o segmento autom... As quatro montadoras tradicionais perdem espaço e ... Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br A gradual reação do segmento automotivo, cujas vendas cresceram 4,6% no comparativo entre os primeiros semestres de 2016 e 2017, de acordo com a Federação Nacional das Distribuidoras de Veículos Automotores (Fenabrave), sinaliza algumas transformações no ... A indústria automobilística mundial em marcha acel... Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br As boas expectativas para a economia mundial – o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma expansão de 3,46% para este ano – estão se refletindo na indústria automobilística, que vendeu mais de 23 milhões de unidades no primeiro trimestre, um cresci... O avanço da indústria de autopeças Por Vandré Kramer vandre.kramer@uol.com.br Seguindo o capítulo das retrospectivas, nesta semana vamos falar de um segmento que é relevantíssimo para o setor automotivo, que é a indústria de autopeças. Os dados ainda não


estão totalmente consolidados, mas, a exemplo do que ocorreu com as montadoras... Tweet O post As rodovias estão mais movimentadas apareceu primeiro em Autos Giros. http://autosgiros.com.br/2018/02/12/as-rodovias-estao-mais-movimentadas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Autos Giros Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo - URGENTE NEWS 7452590 - URGENTE NEWS - 11/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). LEIA MAIS: Quanto custa o seguro das 10 picapes mais vendidas do Brasil Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. LEIA MAIS: Saiba quanto custa o seguro dos 10 carros mais vendidos do Brasil 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020. 4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar


entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) LEIA MAIS: Confira quanto custa o valor do seguro dos carros mais baratos de consertar Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. http://www.urgentenews.com.br/2018/02/11/veja-quais-sao-os-carros-mais-roubados-e-osindices-que-alertam-para-o-perigo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping As motos mais vendidas em janeiro 7452589 - SEMI NOVOS ONLINE - 12/02/2018

Se o mercado de automóveis zero quilômetro começa o ano com sinais de forte recuperação, entre as motos o aumento nos emplacamentos é mais discreto, mas não menos significativo. Janeiro chegou ao fim com 77.031 unidades vendidas, pouco menos do que as 77.458 de dezembro de 2017, mas bem mais do que as 67.601 do primeiro mês do ano passado (+ 13,95%). Os números foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Entre as 10 mais, o domínio absoluto da Honda CG160 continua, seguida no topo da lista por outras sete motos da casa das “asas da liberdade”. A primeira da concorrência aparece em nono lugar (Yamaha YBR 150), seguida por uma novidade que promete subir na classificação nos próximos meses: a Fazer 250 (foto). Emplacamentos (motos) Janeiro’2018 As 10 mais Unidades Honda CG 160 20.342 Honda Biz 11.546 Honda NXR 160 9.389 Honda Pop 110i 6.977 Honda CG 125 2.826 Honda PCX 150 2.817 Honda CB 250 F 2.668 Honda XRE 300 2.016 Yamaha YBR 150 1.991 Yamaha Fazer 250 1.885 Fonte: Fenabrave O post As motos mais vendidas em janeiro apareceu primeiro em Notícias automotivas Carros usados - SemiNovos BH. https://www.seminovosbh.com.br/noticias/as-motos-mais-vendidas-em-janeiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Rodrigo Gini Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados no Brasil e os índices que alertam para o perigo 7452588 - PAINEL POLÍTICO - Porto Velho - RO - 11/02/2018

Painel Político - A informação chega primeiro aqui A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Fox O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) Divulgação Hyundai HB20 O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Onix O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020. 4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Divulgação Fiat Uno Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Gol


Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Divulgação Ford Fiesta 1.6 Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) Divulgação Toyota Corolla No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Classic Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Divulgação Honda Fit Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) Divulgação Renault Sandero Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. A lista é do IG Veja quais são os carros mais roubados no Brasil e os índices que alertam para o perigo http://painelpolitico.com/?p=98364 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Alan Alex

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Clipping Mercedes-Benz faz dobradinha entre os sedãs premium 7452587 - MOTOR 1 - 12/02/2018

Classe C e Classe E lideram respectivas categorias; CLA tem alta de quase 50% Mercedes absoluta nas duas categorias, crescimento excepcional de vendas na faixa superior e um Audi em queda livre entre os mais caros. Confira agora todos os destaques de janeiro entre os sedãs Premium. SEDÃS MÉDIOS Após três meses seguidos longe da liderança, o Mercedes Classe C reagiu em janeiro. Com 267 emplacamentos, o modelo premium mais vendido no Brasil nos últimos três anos retomou a ponta graças a um crescimento de quase 15% sobre o início do ano passado. Mas não foi fácil: preferido de outubro a dezembro, o BMW Série 3 (248) veio na cola, com o Audi A3 Sedan (235) também muito perto. A marca de Ingolstadt ainda emplacou o A4 (77) e o A5 (48) no top 5 – somando com os seus representantes da faixa superior (A6 e A7), a Audi atingiu 1/3 de tudo o que foi vendido no mês passado. Agora com auxílio da versão 180, abaixo de R$ 140 mil, o Mercedes CLA (43) avançou quase 50%, mas se manteve em sexto lugar. Jaguar XE (33) e Volvo S60 (15) repetiram as posições de dezembro. Novamente lanterna, o BMW Série 4 (9) foi o único da lista a perder espaço no período (-47%). Sedãs Médios Premium POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º MERCEDES-BENZ CLASSE C 267 267 205 233 27,38% 16,43% 30,24% 14,59% 2º BMW SÉRIE 3


248 248 361 200 25,44% 28,93% -31,30% 24,00% 3ยบ AUDI A3 SEDรƒ 235 235 288 230 24,10% 23,08% -18,40% 2,17% 4ยบ AUDI A4 77 77 125 71 7,90% 10,02% -38,40% 8,45% 5ยบ AUDI A5 48 48 138 1 4,92% 11,06% -65,22% 4700,00%


6ยบ MERCEDES-BENZ CLA 43 43 60 29 4,41% 4,81% -28,33% 48,28% 7ยบ JAGUAR XE 33 33 49 30 3,38% 3,93% -32,65% 10,00% 8ยบ VOLVO S60 15 15 12 13 1,54% 0,96% 25,00% 15,38% 9ยบ BMW Sร‰RIE 4 9 9 10 17 0,92% 0,80%


-10,00% -47,06% 975 975 1248 824 100,00% 100,00% -21,88% 18,33% SEDÃS GRANDES O Classe E fechou o mês de dezembro como líder e manteve a posição de honra no começo deste ano. E dessa vez, com sobras: foram 47 emplacamentos, o melhor resultado para o Mercedes desde agosto de 2014 (50), suficientes para assegurar mais de 40% de participação de mercado. Nº 1 no ano passado, o BMW Série 5 (26) vendeu praticamente a metade do grande rival. Repetindo a posição de dezembro, o Porsche Panamera (17) completou o pódio com boa folga sobre o Lexus ES350 (10), único oriental da lista. Fechando o top 5, o Jaguar XF foi o preferido por 6 consumidores. Empatados com duas unidades, Audi A7, BMW Série 7 e Mercedes CLS dividiram a sexta posição, com os dois primeiros em forte queda. Quarto colocado em dezembro, o Audi A6 foi o destaque negativo. Com apenas 1 emplacamento, dividiu a lanterna com o Maserati Ghibli. Sedãs Grandes Premium POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º MERCEDES-BENZ CLASSE E 47 47 35 17 41,23% 36,08% 34,29%


176,47% 2ยบ BMW Sร‰RIE 5 26 26 29 1 22,81% 29,90% -10,34% 2500,00% 3ยบ PORSCHE PANAMERA 17 17 21 1 14,91% 21,65% -19,05% 1600,00% 4ยบ LEXUS ES350 10 10 0 1 8,77% 0,00% 900,00% 5ยบ JAGUAR XF 6 6 1 1 5,26%


1,03% 500,00% 500,00% 6ยบ AUDI A7 2 2 0 3 1,75% 0,00% -33,33% 7ยบ BMW Sร‰RIE 7 2 2 1 3 1,75% 1,03% 100,00% -33,33% 8ยบ MERCEDES-BENZ CLS 2 2 0 2 1,75% 0,00% 0,00% 9ยบ AUDI A6 1 1 10


3 0,88% 10,31% -90,00% -66,67% 10º MASERATI GHIBLI 1 1 0 0 0,88% 0,00% 114 114 97 32 100,00% 100,00% 17,53% 256,25% Sedãs Grandes Premium POS. MODELO DEZ/17 NOV/17 DEZ/16 % DEZ 17 % NOV 17 VARIAÇÃO DEZ/NOV VARIAÇÃO 2017/2016 1º MERCEDES-BENZ CLASSE E 35 29 33


34,31% 25,44% 20,69% 6,06% 2ยบ BMW Sร‰RIE 5 29 49 8 28,43% 42,98% -40,82% 262,50% 3ยบ PORSCHE PANAMERA 21 13 4 20,59% 11,40% 61,54% 425,00% 4ยบ AUDI A6 10 18 10 9,80% 15,79% -44,44% 0,00% 5ยบ MERCEDES-BENZ CLASSE S 3 0 4 2,94% 0,00%


-25,00% 6º AUDI A8 2 2 5 1,96% 1,75% 0,00% -60,00% 7º BMW SÉRIE 7 1 1 1 0,98% 0,88% 0,00% 0,00% 8º JAGUAR XF 1 2 6 0,98% 1,75% -50,00% -83,33% 102 114 71 100,00% 100,00% -10,53% 43,66% Fonte: Fenabrave Fotos: divulgação e Motor1.com


https://br.motor1.com/news/230191/mercedes-dobradinha-sedans-premium-vendas-2018/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Thiago Parísio Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo 7452586 - 24 HORAS NEWS - Cuiabá - MT - 11/02/2018

Home | Entretenimento | Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo | 11/02/2018 09:05:03 Mês a mês, 3.800 carros são roubados no Estado de São Paulo. Entretanto, infelizmente, só 6% dos casos são flagrados no ato. Veja outros dados a seguir Divulgação/Newspress Carros roubados: compradores de peças de origem ilícita são os que financiam a prática dos gatunos de plantão A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). LEIA MAIS: Quanto custa o seguro das 10 picapes mais vendidas do Brasil Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. LEIA MAIS: Saiba quanto custa o seguro dos 10 carros mais vendidos do Brasil 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Fox O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) Divulgação Hyundai HB20 O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Onix O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020.


4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Divulgação Fiat Uno Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Gol Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Divulgação Ford Fiesta 1.6 Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) Divulgação Toyota Corolla No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Classic Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Divulgação Honda Fit Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) Divulgação Renault Sandero LEIA MAIS: Confira quanto custa o valor do seguro dos carros mais baratos de consertar Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de


refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. Fonte: IG Carros ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do 24 Horas News https://www.24horasnews.com.br/entretenimento/veja-quais-sao-os-carros-mais-roubados-eos-indices-que-alertam-para-o-perigo.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja o valor do seguro dos carros mais vendidos 7452585 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 12/02/2018

Redação: 12.02.2018 - 14:12 Levantamento da Minuto Seguros cotou em cinco capitais o preço do seguro para os 10 modelos que ocuparam o topo do ranking em janeiro Google + Linkedin E-mail Imprimir Crédito: Volkswagen Antes de comprar um carro zero-km, uma das informações a se considerar na hora da escolha é o custo a ser desembolsado com o seguro. A corretora Minuto Seguros, que comercializa seguros online, cotou o preço da proteção para os modelos mais vendidos do país. O estudo foi feito a partir do ranking divulgado pela Fenabrave, a associação que reúne os concessionários de veículos, e considerou os carros que ocupam as dez primeiras posições da lista. Os três primeiros colocados são velhos conhecidos das paradas de sucesso: Chevrolet Onix, Ford Ka e Hyundai HB20 vêm aparecendo no topo das listas de mais vendidos há muito tempo. A Minuto cotou as versões de entrada com motor 1.0 dos três hatches. Novato no clube A quarta colocação ficou com um novato no ranking: o Volkswagen Polo. No primeiro mês cheio de vendas, ele teve 6.600 unidades emplacadas, o suficiente para deixar para trás modelos como Toyota Corolla, Chevrolet Prisma e o “primo pobre” Gol. A Minuto considerou a motorização intermediária da gama, de 1,6 litro. O levantamento considerou os preços dos seguros para São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis e Rio de Janeiro. A capital fluminense teve as cotações mais salgadas, enquanto em Santa Catarina os preços dos seguros saem mais em conta. http://jornaldocarro.estadao.com.br/carros/veja-o-valor-do-seguro-dos-carros-mais-vendidos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Teste: Andamos no 7452584 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 12/02/2018

A Hyundai aprendeu como poucos a receita de se vender carro no Brasil. Depois de cativar o mercado com a primeira geração do Tucson e posteriormente com modelos como i30 e Azera, que deram ao consumidor a sensação de ter um importado com preço de nacional, desde 2012 o compacto HB20 se tornou uma coqueluche e o jipinho Creta não tem fugido à regra. Em 2017, primeiro ano de mercado (o modelo foi lançado no finalzinho de 2016), o utilitárioesportivo (SUV) compacto emplacou quase 42 mil unidades, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O número lhe garantiu o terceiro lugar no imenso segmento de SUVs – que engloba de tudo, desde o aventureiro JAC T40 ao aristocrático Land Rover Range Rover. O bom desempenho do Creta se deu por entender a lógica do mercado. O brasileiro anda de romance com jipinhos e o sul-coreano coloca no mesmo pacote o supervalorizado status “premium” que a marca conquistou no Brasil, com o preço agressivo, o conteúdo e a boa fama do HB20. Testamos a versão Sport 2.0 (que é a opção mais acessível com a unidade Nu de 166 cv), com preço inicial de R$ 96.350. Acima dele apenas a topo de linha Prestige, que ultrapassa a barreira dos R$ 100 mil. Ao contrário das opções com motor 1.6 de 128 cv, a Sport só é oferecida com transmissão automática de seis marchas. Nada de anormal, uma vez que a caixa manual só existe para posicionar o modelo numa faixa de preço abaixo de R$ 80 mil e serve de chamariz para o consumidor, que em sua esmagadora maioria quer uma opção automática pela comodidade e garantia de revenda mais fácil no futuro. Raio-x Hyundai Creta Sport 2.0 O que é? Utilitário-esportivo (SUV) compacto, quatro portas e cinco lugares. Onde é fabricado? Na unidade de Piracicaba (SP). Quanto custa? R$ 96.350 Com quem concorre? O Creta Sport 2.0 concorre numa faixa mais “abastada” dos jipinhos de entrada, como Chevrolet Tracker Premier 1.4 (R$ 98.790), Ford EcoSport Titanium 2.0 (R$ 96.850), Honda HR-V EX 1.8 (94.600), Jeep Renegade Longitude 1.8 (R$ 96.490), Nissan Kicks SL 1.6 (R$ 95.990), Peugeot 2008 Griffe THP 1.6 (R$ 89.190) e Renault Captor Intense 2.0 (R$ 93.650) No dia a dia O Creta é um legítimo jipinho urbano que ascendeu na última década para suprir a necessidade do consumidor por um automóvel citadino, com porte mais robusto. Com 2,59 metros de entre-eixos, ele oferece nove centímetros a mais que o HB20, que somada a posição mais elevada da direção garante bom espaço para quatro adultos e satisfatórios 430 litros no porta-malas. O Creta tem boa montagem, mas não se deve elogiar a qualidade dos materiais. Os plásticos são duros por todos os cantos, que o torna inferior a concorrentes como Jeep Renegade, Honda HR-V e principalmente ao Nissan Kicks, que oferece um dos melhores acabamentos (na versão SL). No uso cotidiano, seus 4,25 metros de comprimento não prejudicam no trânsito urbano. É um carrinho fácil de manobrar, a visibilidade é boa, mas a câmera de ré é fundamental para evitar “beijinhos” durante balizas. O pacote de conteúdo se destaca pela direção elétrica, arcondicionado digital, computador de bordo, multimídia com conexão para smartphone e bancos em couro que elevam a comodidade no uso diário. Comparado ao Prestige 2.0, ele se difere apenas pelo aerofólio mais avantajado que não altera em nada o restante do carro.


Motor e Transmissão O motor Nu 2.0 de 166 cv e 20,5 mkgf de torque é um velho conhecido do consumidor e equipa modelos como o veterano Tucson e o (nem tão jovem) ix35. A unidade não difere em nada de outro motor aspirado de mesmo volume, mas a combinação com a unidade automática de seis marchas contribui para melhor eficiência. Como bebe? A média de consumo no combinado entre trajeto urbano e rodoviário, com álcool, foi de 8,6 km/l, um valor justo para um carro de quase 1,5 tonelada. O que compromete sua autonomia é o tanque de apenas 55 litros, que pode ser suficiente nas versões 1.6, mas não com o motor menos comedido. Suspensão e freios A suspensão do Creta não traz nada de especial ou superior ao mercado. Ele utiliza conjunto independente (McPherson) na dianteira e eixo rígido na traseira. Os freios também são espartanos, com disco nas rodas dianteiras e tambor na traseira, o que definitivamente comprova que o emblema Sport é só um apelido. O jipinho ainda conta com auxílio de controle de estabilidade (ESP) e assistente de partida em rampa (Hill Holder). Pontos positivos Pacote de conteúdos Montagem Espaço interno Pontos negativos Tanque de combustível de apenas 50 litros Acabamento pobre http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/teste-andamos-no-comportado-hyundai-creta-sport1.597565 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos têm nova alta 7452583 - GAZETA DE ALAGOAS - Maceió - AL - 14/02/2018

PUBLICIDADE São Paulo, SP – A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Acesse o formato digital http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=319835 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: ANDRÉ ÍTALO ROCHA - AGÊNCIA ESTADO Estado: AL Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452582 - JORNAL DO COMÉRCIO - Porto Alegre - RS - 13/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. A venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando neste ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012 - período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde - vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no final do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/02/economia/611210-apos-quatro-anos-vendas-decarros-mais-baratos-voltam-a-crescer.html


Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce 7452581 - MOTOR 1 - 13/02/2018

Amarok é destaque entre as médias, com avanço superior a 80% Aumento de vendas na casa dos dois dígitos nos dois segmentos, uma veterana perdendo fôlego entre as menores e uma grande com avanço muito expressivo. Confira agora todos os destaques de janeiro entre as picapes. PEQUENAS Mesmo veterana (seu projeto original é de 1998), a líder Strada ainda foi a responsável pela maior evolução em relação ao mesmo período de 2017 (+21,8%): com quase mil unidades a mais do que há um ano, a picadinha da Fiat (5.372) assegurou mais de 56% de participação de mercado. A VW Saveiro (3.156) também cresceu (+8,3%), mas a diferença em relação à líder foi superior a 2,2 mil unidades – no ano anterior, foi inferior a 1,4 mil. Terceira, a Chevrolet Montana (976) foi a campeã de queda das duas categorias (-14%). Este foi o pior desempenho da veterana desde maio passado (659). Picapes Pequenas POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT STRADA 5372 5372 6903 4411 56,52% 57,69% -22,18% 21,79% 2º VW SAVEIRO 3156 3156


3275 2914 33,21% 27,37% -3,63% 8,30% 3º CHEVROLET MONTANA 976 976 1788 1135 10,27% 14,94% -45,41% -14,01% 9504 9504 11966 8460 100,00% 100,00% -20,57% 12,34% MÉDIAS / GRANDES Com vendas em alta de quase 23%, as picapes maiores tiveram um bom início de 2018. À exceção da Lifan Foison (25), nona colocada, todos os modelos do top 10 cresceram na comparação com 2017. As três restantes, da 11ª à 13ª posição, repetiram seus desempenhos do ano passado. Mantendo uma vantagem superior a mil unidades sobre a Toyota Hilux (2.934), a Fiat Toro foi a preferida por 3.893 consumidores. A Chevrolet S10, com 2.681 unidades, foi a terceira pelo terceiro mês seguido e vendeu praticamente o dobro da Ford Ranger (1.411), quarta colocada. Numa disputa pelo quinto lugar que foi definida por apenas uma unidade, a VW Amarok (1.109) levou a melhor sobre a Renault Duster Oroch (1.108). A picape da marca alemã, aliás, registrou a maior evolução nos últimos 12 meses (+83%). Acomodada na oitava posição, a Nissan Frontier (349) precisaria mais do que dobrar as vendas para ameaçar a Mitsubishi L200 (774). Picapes Médias / Grandes POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18


DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT TORO 3893 3893 4229 3258 27,20% 24,20% -7,95% 19,49% 2º TOYOTA HILUX 2934 2934 4019 2545 20,50% 22,99% -27,00% 15,28% 3º CHEVROLET S10 2681 2681 2996 2180 18,73% 17,14% -10,51% 22,98% 4º FORD RANGER


1411 1411 2459 1134 9,86% 14,07% -42,62% 24,43% 5ยบ VW AMAROK 1109 1109 1317 606 7,75% 7,54% -15,79% 83,00% 6ยบ RENAULT DUSTER OROCH 1108 1108 1133 901 7,74% 6,48% -2,21% 22,97% 7ยบ MITSUBISHI L200 774 774 834 662 5,41% 4,77% -7,19% 16,92%


8ยบ NISSAN FRONTIER 349 349 446 335 2,44% 2,55% -21,75% 4,18% 9ยบ LIFAN FOISON 25 25 37 29 0,17% 0,21% -32,43% -13,79% 10ยบ RAM 2500 25 25 2 19 0,17% 0,01% 1150,00% 31,58% 11ยบ RELY PICK-UP 3 3 2 3 0,02% 0,01%


50,00% 0,00% 12º AGRALE MARRUÁ 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 13º HAFEI RUIYI 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 14314 14314 17478 11674 100,00% 100,00% -18,10% 22,61% Fonte: Fenabrave Fotos: Motor1.com https://br.motor1.com/news/231091/picapes-mais-vendidas-janeiro-2017/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Thiago Parísio Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos novos no Vale em janeiro superam médias catarinense e estadual 7452580 - NSC TOTAL - 12/02/2018

? Leia mais publicações de Pedro Machado??????? ? De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos em Santa Catarina (Fenabrave-SC), o volume de emplacamentos na região no primeiro mês do ano, considerando todos os tipos de veículos, subiu 30,7% na comparação com o mesmo período de 2017. No país, este índice foi de 20% e, no Estado, de 17,5%. Com os números, o Vale teve o desempenho mais expressivo entre todas as regiões catarinenses na largada do ano. Só o segmento de automóveis e comerciais leves apresentou alta de 27%. As vendas de motos cresceram 33% e as de caminhões disparou 72,3%. A boa notícia, para as revendedoras, é que os dados – a se considerar a base fraca de 2016 – confirmam o aquecimento do setor. A ruim, para quase todo o restante, é que mais e mais veículos nas estradas estrangulam a já delicada mobilidade urbana e desafiam a precária condição das rodovias que cruzam a região. Aliás Dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SC) mostram que a frota de Blumenau, em janeiro, somava 255.686 unidades. Só de automóveis eram 163.822, 3.533 a mais do que havia no mesmo mês de 2017. A se manter este ritmo, fica a pergunta se as atuais obras de mobilidade que ocorrem na cidade darão conta de atender a demanda num futuro não muito distante. E também fica evidente a urgência em rever o atual modelo do transporte coletivo, tornando-o atrativo ao ponto do usuário trocar o carro pelo ônibus. É possível? Deixe seu comentário: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/pedro-machado/vendas-de-veiculos-novos-no-valeem-janeiro-superam-medias-catarinense-e Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Pedro Machado Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping caminhões 7452579 - SABE DE NADA INOCENTE! - 12/02/2018

Navegação na tag caminhões Noticias Quatro pessoas feriram seriamente em acidentes envolvendo caminhões de transporte na Hwy. 401 bot 12 fev, 2018 Quatro pessoas foram levadas para o hospital com lesões graves após uma colisão envolvendo vários veículos grandes na Rodovia 401 perto de Weston Road. A colisão entre veículos ocorreu nas pistas expressas da rodovia… Noticias Após três anos de queda, venda de ônibus e caminhões tem alta de 5% bot 15 jan, 2018 O setor de ônibus e caminhões do país comercializou 67.168 unidades novas durante o ano passado, com alta de 5,05% em relação a 2016, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave).… Noticias Caminhões carregados de combustível são apreendidos na BR-267 em Juiz de Fora | Zona da Mata bot 11 jan, 2018 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nesta quinta-feira (11) duas combinações veiculares de carga transportando álcool combustível com notas fiscais irregulares. Uma delas levava 44 mil litros e a outra 59 mil. Os policiais… Tecnologia Fabricante da Budweiser, Anheuser-Busch encomenda 40 caminhões Tesla bot 12 nov, 2017 A Tesla apresentou recentemente seu caminhão elétrico e diversas empresas já mostraram interesse pelo veículo. Após grupos de e-commerce como Walmart e a transportadora J.B. Hunt… Posts recentes Quatro pessoas feriram seriamente em acidentes envolvendo caminhões de transporte na Hwy. 401 “Peça para Laura retirar a denúncia” Smoke and Sacrifice chega em finais de 2018 Wozniacki e Halep lutarão pela ponta do ranking da WTA nesta semana em Doha – Esportes A nora de Trump é hospitalizada depois de abrir o envelope com substância suspeita Comentários AndrøïðYT GamïngTM em PLAYERUNKNOWN´S MOVIL/ CON ZANTAX/ BASE MILITAR!! iDawson em FIRST WIN IN PUBG MOBILE! ADRENALINE RUSH!! | PlayerUnknown’s Battlegrounds Mobile Natthew Codilla em FIRST WIN IN PUBG MOBILE! ADRENALINE RUSH!! | PlayerUnknown’s Battlegrounds Mobile Mateus Ferreira em 10 PESSOAS QUE MORRERAM TIRANDO SELFIE AzRaeL em FIRST WIN IN PUBG MOBILE! ADRENALINE RUSH!! | PlayerUnknown’s Battlegrounds Mobile Arquivos Fevereiro 2018 Janeiro 2018 dezembro 2017 novembro 2017 outubro 2017 setembro 2017 agosto 2017 julho 2017 junho 2017 Maio 2017 Abril 2017 Março 2017 Fevereiro 2017 Janeiro 2017 dezembro 2016 novembro 2016 outubro 2016 setembro 2016 agosto 2016


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Clipping Alta nas vendas de carros mais baratos 7452578 - O POVO - Fortaleza - CE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Para 2018, analistas avaliam que o segmento de carros mais baratos vai crescer mais e passar a ter desempenho mais próximo do mercado total. Agência Estado https://www.opovo.com.br/jornal/economia/2018/02/alta-nas-vendas-de-carros-maisbaratos.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: CE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de ônibus usados caem, mas em ritmo menor que crescimento de vendas de novos 7452577 - DIÁRIO DO TRANSPORTE - 13/02/2018

Tendência é de manutenção de queda, mas renovação da frota também cria mercado maior, principalmente para cidades menores ADAMO BAZANI Enquanto as vendas de ônibus novos cresceram expressivos 57,71% em janeiro deste ano em comparação com janeiro de 2017, com 1.115 unidades comercializadas, o mercado de ônibus usados registrou queda, mas não na mesma proporção. Em janeiro de 2018, a queda foi de 1,17% em comparação com janeiro de 2017, com 3.617 ônibus usados comercializados. Os números, tanto de novos como de usados, são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos, que reúne concessionárias e revendas em todo o País. Na comparação entre janeiro de 2018 e dezembro de 2017, as vendas de ônibus novos caíram 30,44% e as de ônibus usados tiveram queda de 14,51% O maior volume de produção e vendas de ônibus novos esperado para este ano deve se refletir em alterações no mercado de usados. Não necessariamente alta de novos significa queda de ônibus usados no mercado. Isso porque, na maior parte das vezes, os ônibus que já foram dispensados em determinados sistemas pelas empresas não vão para o ferro-velho diretamente, embora a prática seja mais comum no setor de ônibus do que de [...] https://diariodotransporte.com.br/2018/02/13/vendas-de-onibus-usados-caem-mas-em-ritmomenor-que-crescimento-de-vendas-de-novos/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: blogpontodeonibus Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452571 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/173662/vendas-de-carros-mais-baratos-voltama-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7452570 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. PARA LEMBRAR Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,apos-quatro-anos-venda-de-carros-maisbaratos-volta-a-crescer,70002188509 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas 7452569 - ESTADÃO - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,eleicao-e-risco-para-venda-de-carros-maisbaratos-dizem-analistas,70002188512 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452568 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadaregiao.com.br/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer1.389092 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452567 - JORNAL DE BRASÍLIA - Brasília - DF - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadao Conteudo http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas – Economia – Estadão 7452566 - VIP CEO - 14/02/2018

? Ouvir matéria Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. Fonte Oficial: Estadão Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do VIP CEO. O post Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas – Economia – Estadão apareceu primeiro em VIP CEO. https://vipceo.com.br/eleicao-e-risco-para-venda-de-carros-mais-baratos-dizem-analistaseconomia-estadao/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Futebol Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de ônibus usados caem, mas em ritmo menor que crescimento de vendas de novos 7452565 - UNIBUS RN - Natal - RN - 14/02/2018

Enquanto as vendas de ônibus novos cresceram expressivos 57,71% em janeiro deste ano em comparação com janeiro de 2017, com 1.115 unidades comercializadas, o mercado de ônibus usados registrou queda, mas não na mesma proporção. Em janeiro de 2018, a queda foi de 1,17% em comparação com janeiro de 2017, com 3.617 ônibus usados comercializados. Os números, tanto de novos como de usados, são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos, que reúne concessionárias e revendas em todo o País. Na comparação entre janeiro de 2018 e dezembro de 2017, as vendas de ônibus novos caíram 30,44% e as de ônibus usados tiveram queda de 14,51% O maior volume de produção e vendas de ônibus novos esperado para este ano deve se refletir em alterações no mercado de usados. Não necessariamente alta de novos significa queda de ônibus usados no mercado. Isso porque, na maior parte das vezes, os ônibus que já foram dispensados em determinados sistemas pelas empresas não vão para o ferro-velho diretamente, embora a prática seja mais comum no setor de ônibus do que de carros e caminhões. Em geral, os ônibus usados podem ter os seguintes destinos: – Serem repassados para sistemas urbanos de transportes menores e com menos exigências em relação às frotas. Isso pode ocorrer entre empresas diferentes ou entre companhias de um mesmo grupo empresarial que atua em várias regiões. – Serem repassados para linhas rodoviárias de regiões cujas condições de tráfego são mais rigorosas. – Serem repassados para fretamento. – Serem adquiridos para transportes rurais, escolares ou dentro de empresas ou indústrias. – São adquiridos por bandas, igrejas, poder público para fazer consultórios itinerantes e outros serviços. – Viram ônibus de transporte clandestino Em alguns países, como no México, de acordo com executivos de montadoras, praticamente não há mercado de alguns tipos de ônibus usados porque ao final da vida útil, os veículos são desmontados e destruídos. O objetivo é que as empresas não “alimentem” o transporte clandestino que futuramente vai concorrer com elas mesmas. MARCAS: O ranking de ônibus usados comercializados em janeiro, de acordo com a Fenabrave, ficou da seguinte maneira: 1°) Mercedes-Benz: 56,43% 2º) Volkswagen: 17,39% 3°) Volare: 12,55% 4º) Scania: 5,11% 5º) Volvo: 2,71% 6º) Agrale: 2,57% Outros: 3,24% Diário do Transporte


http://www.unibusrn.com/2018/02/vendas-de-onibus-usados-caem-mas-em.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: UNIBUS RN Estado: RN Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452564 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://tarobanews.com/noticias/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescerOXDbD.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452562 - MASSA NEWS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescerxQ8l6.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452561 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/274580/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452560 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.dgabc.com.br/Noticia/2860229/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452559 - DCI - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer-1.683593 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452558 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer-10163250.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452557 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452556 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452555 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-a-crescer-cjdmuu9y800d501lbrlnkciij.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas - Economia - Estadão 7452554 - VIP CEO - 14/02/2018

Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas – Economia – Estadão ? Ouvir matéria Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. Fonte Oficial: Estadão Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do VIP CEO. Comentários Euro sobe para US$ 1,2374 em Frankfurt - Notícias - UOL » « Arábia Saudita promete conter exportações de petróleo em março - Economia - EM Tags: analistas baratos carros CEO de dizem é Economia eleição Empreender Estadão Gestão mais Negócios para PME risco venda VIP CEO Posts Relacionados Como uma aluna ruim se tornou uma engenheira aeroespacial da Nasa – Forbes Brasil Mastercard admite que mulheres ganham menos que homens | – G1 Bolsa de Frankfurt: DAX-30 abre em alta de 0,79% – UOL Frankfurt (Alemanha), 14 fev (EFE).- O índice seletivo DAX-30 da Bolsa de Valores de Frankfurt… https://vipceo.com.br/eleicao-e-risco-para-venda-de-carros-mais-baratos-dizem-analistaseconomia-estadao/amp/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE

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Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer - Jornal do Comércio VIP CEO 7452553 - VIP CEO - 14/02/2018

? Ouvir matéria A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. A venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando neste ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012 – período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde – vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no final do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3.


Fonte Oficial: Jornal do Comércio Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do VIP CEO. Comentários https://vipceo.com.br/apos-quatro-anos-vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescerjornal-do-comercio/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452552 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - Brasília - DF - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. AE http://alo.com.br/noticias/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer-428119 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452551 - A TARDE - Salvador - BA - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1935859-vendas-de-carros-mais-baratos-voltama-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452550 - A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE - Campo Grande - MS - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.acritica.net/editorias/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas/274584/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452549 - DIÁRIO DE NOTICIAS - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.diariodenoticias.com.br/economia/173664/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomadadizem-analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452548 - FOLHA VITÓRIA - Vitória - ES - 14/02/2018

São Paulo - A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-a-crescer.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: ES Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452547 - FOLHA DA REGIÃO - Araçatuba - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadaregiao.com.br/economia/elei%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-o-maior-riscopara-retomada-dizem-analistas-1.389095 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452546 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://maringa.odiario.com/economia/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/2464340/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452545 - ZERO HORA - Porto Alegre - RS - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2018/02/eleicao-e-o-maior-risco-pararetomada-dizem-analistas-cjdmv73z100d601lbmps4t0h8.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452544 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452543 - TAROBANEWS - Curitiba - PR - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://tarobanews.com/noticias/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas-V60gk.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452542 - O DIÁRIO.COM - Maringá - PR - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://maringa.odiario.com/economia/2018/02/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas/2464343/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452541 - A CIDADE ON - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.acidadeon.com/economia/NOT,0,492,1306932,Vendas+de+carros+mais+barato s+voltam+a+crescer.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452537 - DIÁRIO CATARINENSE - Florianópolis - SC - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/02/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomadadizem-analistas-10163252.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452536 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 14/02/2018

São Paulo, 14 - Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (André Ítalo Rocha) https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/14/internas_economia,937603/eleicaoe-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452535 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - Santo André - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.dgabc.com.br/Noticia/2860233/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452534 - DCI - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.dci.com.br/economia/eleic-o-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas1.683596 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452533 - ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte - MG - 14/02/2018

São Paulo, 14 - A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast . Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (André Ítalo Rocha) https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/14/internas_economia,937601/vendasde-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452532 - JORNAL ALÔ BRASÍLIA - Brasília - DF - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. AE http://alo.com.br/noticias/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas-428120 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452531 - O POVO - Fortaleza - CE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor.


Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado https://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-a-crescer.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência Estado Estado: CE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452530 - MASSA NEWS - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://massanews.com/noticias/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas-66M8v.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7452529 - GAZETA ONLINE - Vitória - ES - 14/02/2018

Foto: Divulgação A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado PARA LEMBRAR Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. https://www.gazetaonline.com.br/noticias/economia/2018/02/apos-quatro-anos-venda-decarros-mais-baratos-volta-a-crescer-1014118957.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer no Brasil 7452528 - CORREIO CAPIXABA - Serra - ES - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Imagem: Divulgação/Internet http://jornalcorreiocapixaba.com.br/pt-BR/publicacoes/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-a-crescer-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452527 - ISTOÉ DINHEIRO - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.istoedinheiro.com.br/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452526 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=263285&t=Vendas+de+carros+mais+barato s+voltam+a+crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452525 - FOLHA VITÓRIA - Vitória - ES - 14/02/2018

São Paulo - Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2018/02/eleicao-e-o-maior-risco-pararetomada-dizem-analistas.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: ES Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452524 - JORNAL DE BRASÍLIA - Brasília - DF - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadao Conteudo http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452523 - JORNAL CORREIO DO PAPAGAIO - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Estadão Conteúdo http://www.correiodopapagaio.com.br/economia/eleio--o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452522 - TRIBUNA - Curitiba - PR - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.tribunapr.com.br/noticias/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452521 - O POVO - Fortaleza - CE - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Agência Estado https://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2018/02/eleicao-e-o-maior-risco-pararetomada-dizem-analistas.html


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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452520 - MEON - São José dos Campos - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452519 - MEON - São José dos Campos - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.meon.com.br/noticias/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452518 - A TARDE - Salvador - BA - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1935861-eleicao-e-o-maior-risco-para-retomadadizem-analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452515 - DCI - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia também: Vendas de carros mais baratos voltam a crescer https://www.dci.com.br/industria/eleic-o-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas1.683596 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452513 - DCI - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia também: Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas https://www.dci.com.br/industria/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer-1.683593 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer - Economia - Notícias do Brasil 7452512 - NOTÍCIAS DO BRASIL - 14/02/2018

You are here Home > Negócios > Vendas de carros mais baratos voltam a crescer – Economia So Paulo, 14 – A recuperao do mercado de automveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado tambm, nos ltimos meses, com a contribuio dos brasileiros de menor renda. Condies melhores de emprego e crdito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estado/Broadcast . Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expanso. Os dois segmentos mais baratos do mercado so os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veculos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em clculo que s considera as vendas para consumidores pessoa fsica, segundo dados da Fenabrave, federao que representas as concessionrias de veculos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperao importante para o setor automotivo porque esse um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econmica, que provocou desemprego e uma retrao do crdito. Mercado. A expanso dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuio ao setor. No a toa que a venda de veculos utilitrios esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em ingls, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participao no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresa mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais prximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crdito, vo continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado est voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Alm disso, h um aumento da confiana do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informaes so do jornal O Estado de S. Paulo. (Andr talo Rocha) Source Its interesting: Próxima semana terá mais emoções com “lutas” de Temer pós-TSE e alta de juros nos EUA O ex-executivo do Facebook que largou tudo e prepara refúgio em ilha para sobreviver a ‘apocalipse tecnológico’ 3 empresas reagem a balanços do 3° trimestre; Embraer cai com corte de recomendação Ex-presidente do Bndes, Maria Silvia Bastos assumir Goldman Sachs Negócios


XANGAI (Reuters) – Os principais índices acionários da China se recuperaram nesta quartafeira, mas os volumes... Por Stanley White TÓQUIO (Reuters) – A economia do Japão registrou a mais longa expansão contínua... Negócios Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram... http://brasilfestchicago.com/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer-economia/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452511 - GUARULHOS WEB - Guarulhos - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=263288&t=Eleicao+e+o+maior+risco+para+r etomada+dizem+analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452510 - FOLHA DO ESTADO - Cuiabá - MT - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. http://www.jornalfolhadoestado.com/noticias/74113/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MT Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452509 - NOTÍCIAS AO MINUTO - 14/02/2018

Vendas de carros mais baratos voltam a crescer Vendas de carros mais baratos voltam a crescer A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 © Reuters Há 11 mins por Estadao Conteudo Economia veículos Tweet A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito. Compartilhe esta notícia com os seus amigos Recomendados para você https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/522499/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-a-crescer


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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452508 - LEIA JÁ - Recife - PE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www1.leiaja.com/noticias/2018/02/14/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452507 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast . Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão.Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante.O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos.A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito.Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor.Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%.Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano.”A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Diário Catarinense. http://www.jornalfloripa.com.br/geral/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452506 - JORNAL FLORIPA - Florianópolis - SC - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo.Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito.Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado.O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3.Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Diário Catarinense. http://www.jornalfloripa.com.br/geral/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SC Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas - Notícias do Brasil 7452505 - NOTÍCIAS DO BRASIL - 14/02/2018

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452504 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - Recife - PE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2018/02/14/internas_economia, 741510/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: AE Estado: PE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Carros mais baratos voltam a fazer sucesso no Brasil 7452503 - EXAME - São Paulo - SP - 14/02/2018

São Paulo – A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://exame.abril.com.br/economia/carros-mais-baratos-voltam-a-fazer-sucesso-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452502 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 14/02/2018

São Paulo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/eleicao-e-o-maior-risco-pararetomada-dizem-analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452501 - INFOMONEY - São Paulo - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7270374/eleicao-maior-risco-pararetomada-dizem-analistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452500 - FOLHA DE VALINHOS - Valinhos - SP - 14/02/2018

São Paulo Copyright © 2018 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados. A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.folhadevalinhos.com.br/artigos/brasil-e-mundo/vendas-de-carros-mais-baratosvoltam-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452499 - SBTINTERIOR - 14/02/2018

Divulgação Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://m.sbtinterior.com/noticia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas,4025418644185.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452498 - SBTINTERIOR - 14/02/2018

Divulgação / Agência Brasil A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://m.sbtinterior.com/noticia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer,7411131334370.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452497 - O LIBERAL - Americana - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. http://liberal.com.br/revista-l/motors/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer746944/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452496 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer no Brasil 7452495 - CORREIO CAPIXABA - Serra - ES - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Imagem: Divulgação/Internet http://correiocapixaba.com/pt-BR/publicacoes/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: ES Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452470 - ÉPOCA NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pela reportagem. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2018/02/epoca-negocios-vendas-decarros-mais-baratos-voltam-a-crescer.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452469 - HOJE EM DIA - Belo Horizonte - MG - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer-1.598244 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452468 - JORNAL DO OESTE - Toledo - PR - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.jornaldooeste.com.br/noticia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452467 - BOM DIA - Erechim - RS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Tweetar https://jornalbomdia.com.br/noticia/20605/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas • Marília Notícia 7452466 - MARÍLIA NOTÍCIAS - Marília - SP - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://marilianoticia.com.br/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizem-analistas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452465 - REPÓRTER DIÁRIO - Santo André - SP - 14/02/2018

(Foto: Banco de Dados) A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2467703/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Da Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ?Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452464 - RADIO SORRISO - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.radiosorriso.com.br/noticia/66953/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452463 - BUSINESS CONSULTANT CARLOS STRINGUETTI - Brasília - DF - 14/02/2018

Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer (Foto: Jonathan Campos) A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pela reportagem. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. saiba mais Brasil tem potencial para vender 150 mil carros elétricos ao ano A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.minhacasamyhouse.com/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: mcmh Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Carros mais baratos voltam a fazer sucesso no Brasil 7452462 - BUSINESS CONSULTANT CARLOS STRINGUETTI - Brasília - DF - 14/02/2018

São Paulo – A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.minhacasamyhouse.com/carros-mais-baratos-voltam-a-fazer-sucesso-no-brasil/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: mcmh Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping ELEIÇÃO SERÁ PROVA DE FOGO PARA SABER SE BRASIL AVANÇA 7452461 - CORREIO DE SANTA MARIA - 14/02/2018

ELEIÇÃO SERÁ PROVA DE FOGO PARA SABER SE BRASIL AVANÇA Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://correiodesantamaria.com.br/noticia/4742/eleicao-sera-prova-de-fogo-para-saber-sebrasil-avanca Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Polícia Militar Rodoviária faz balanço do movimento nas rodovias na região 7452451 - CBN RIBEIRÃO PRETO - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

HOME › MULTIMIDIA › PODCASTS › Polícia Militar Rodoviária faz balanço do movimento nas rodovias na região (Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano) - Podcasts Polícia Militar Rodoviária faz balanço do movimento nas rodovias na região CIDADE - Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Bando, que estava fortemente armado e com máscaras no rosto, fugiu levando R$ 4 mil Menina de 11 anos foi arremessada para fora do carro após a mãe perder o controle do veículo na Via Antonio Machado SantAnna Colunista comenta a importância do Censo Agropecuário para o crescimento do setor no país Posto de saúde tem janelas quebradas, mofos nas paredes e parte do teto da recepção não tem forro Duelo é às 19h30, no estádio Santa Cruz em Ribeirão Preto Colunista comenta as influências da culinária africana no Brasil Carnaval: uma oportunidade de negócio? Nosso especialista explica Colunista comenta as manifestações políticas durante o Carnaval Colunista fala dos problemas causados pelo lixo quando é descartado em local irregular Preço médio do litro do combustível no último ano ficou em R$ 4,15 Programação do Carnaval ribeirão-pretano era o destaque do impresso Parque Raya, no Jardim Botânico, Zona Norte da cidade, teve grande movimento nesta terça-feira Colunista comenta a campanha Não é Não, movimento criado para evitar o assédio no Carnaval Colunista comenta o aval do Governo do Estado para a construção da Ame em Ribeirão Preto Apesar da iniciativa, uma lei aprovada em 2016 proíbe o serviço na cidade Você já viu um garoto tocando violoncelo no Centro de Ribeirão Preto? Nossa colunista fala do dom musical de Gabriel Santos Bem humorado após a vitória contra o Ituano, zagueiro tricolor também falou do bom entrosamento com Plínio Em sua sexta passagem pelo Touro, o experiente técnico foi apresentado nessa segundafeira e estreia quarta, contra o Água Santa Apesar da provação, ainda não há previsão para que o ambulatório médico de especialidade


saia do papel Falta do cinto de segurança também está entre as principais infrações em períodos festivos Agente dá dicas de como pegar a estrada com segurança Após denúncia anônima, policiais foram até uma residência no baila Vila Áurea, onde encontraram quatro quilos de cocaína Somente em 2017, mais de oito mil mulheres foram roubadas ou furtadas, média de 22 casos por dia Alguns dos veículos têm pneus carecas, vidros quebrados, além de outros problemas Criança teve o quadro de pneumonia agravado após medicação passada no Hospital Sinhá Junqueira Nas salas de aula, a quantidade de jovens que usam óculos passou de 10% para 20% Com a nova regra, os resgastes podem ser feitos a partir de R$ 0,99, antes a quantia mínima era de R$ 25 Entrada no Carnashopping é gratuita e acontece das 16h às 19h Templo católico pegou fogo em outubro do ano passado; apenas as paredes do prédio de 122 anos ficaram de pé Recreativa conseguiu arrecadar dinheiro para pagar parte dos débitos trabalhistas; déficit total passa de R$ 60 milhões Escola de Samba União da Ilha leva o tema ?comida? ao sambódromo do Rio de Janeiro Em feriados prolongados, a queda das coletas chega a 40% na unidade Problema está no cruzamento da Avenida Costa e Silva com a Rua Patrocínio Vereador Waldyr Vilela (PSD) completa seis meses afastado da Câmara, mas ainda recebe salários Colunista comenta a recusa de Zeca Pagodinho em tirar uma foto com o prefeito de São Paulo, João Doria Semana começa com diversas vagas na região de Ribeirão Preto Programação de um dos teatros da cidade era o destaque do impresso Policiais e assaltantes trocaram tiros antes da colisão; ação aconteceu na manhã desta segunda-feira, na Zona Norte da cidade A folia de hoje fica por conta da banda Filhos da Pauta, que se apresenta das 18h30 às 20h30 Em contrapartida, venda de etanol ficou 71% menor em 2017 Ordenado de Zezinho Gimenez, que é R$ 30.722,15, é apenas R$ 300 menor do que recebe o Presidente Michel Temer Confira a programação carnavalesca para esta segunda-feira (12) Artilheiro do Paulista, atacante fez o gol da vitória de sábado contra o Ituano; próxima partida é quarta, contra a Ponte Preta AFE saiu atrás do placar, mas buscou o resultado na Arena da Fonte São Carlos vence, Matonense empata e Monte Azul e Barretos perdem no final de semana É a sexta passagem do treinador pelo Touro; ele assume o lugar de Ruy Scarpino, demitido após derrota em casa para o Guarani Quem parou de contribuir para o INSS ainda pode se aposentar? Nosso especialista explica Bando teria abordado um grupo de foliões e roubado celulares; Tenente Francisco Mango Neto comenta as ações da PM no Carnaval Klaus Philippe Lodóli foi considerado culpado por falsificação de documentos e por manter um bingo clandestino em Ribeirão


Além da multa de R$ 2.934, os condutores irão responder um processo administrativo podendo ter a carta suspensa por até um ano Dupla tentou assaltar uma loja, mas foi interceptada pelos agentes; no confronto, um dos assaltantes foi baleado Expectativa é que, depois de aprovado, o composto derivado da maconha chegue ao mercado em dois anos Pesquisa apontou que seis a cada dez adultos possuem algum tipo de barreira aos produtos derivados do leite Munidos de tablets, policiais conseguem fichar os boletins de forma mais rápida; plataforma permite o anexo de fotos Queda de 5% no preço nas refinarias ainda não foi repassado ao consumidor Empresas como a 99 Pop e Uber têm 45 dias para se adequarem as normativas Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Apesar de dividirem o mesmo traçado, não há chance de colisão Confusão começou quando a PM foi chamada para liberar rua interditada por membros de uma república; comércios foram depredados Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Confira as dicas para aproveitar bem o carnaval com segurança e conforto Conheças as melhores rotas para passeios em família no interior de São Paulo Colunista grava série de reportagens da EPTV em Nuporanga Colunista dá dicas de cervejas para o Carnaval Comissão de Ética da Câmara define relatores para investigações sobre Isaac Antunes e Adauto Marmita Vítimas disseram que foram avisadas em cima da hora de que a viagem não aconteceria; dono da empresa também se diz vítima Eles foram encontrados em um apartamento no centro da cidade, na tarde desta sexta-feira (9) Operações com bafômetros estão programadas durante o Carnaval Luiz Eduardo de Oliveira e Silva é alvo de investigação pela Operação Lava Jato Após averiguação foi constatado que o motorista também está envolvido em uma série de roubos e furtos em Ribeirão Preto Na A2, destaque para o confronto entre Sertãozinho e Guarani, no Fredricão; jogo é no sábado, 19h, no Fredericão Partida está marcada para às 16h30; AFE busca a segunda vitória consecutiva no Paulistão Cafú e Caio Dantas já treinam com o elenco do Pantera; neste sábado (10), o Tricolor pega o Ituano em casa, às 16h30 Moreira Franco quer que o Cade analise se há cartel de postos Adauto Marmita e Isaac Antunes são alvos de inquérito pela Polícia Federal e Ministério Público O que faz com que as pessoas mudem de comportamento no carnaval? Nossa colunista comenta o assunto Quadrilha e policiais chegaram a trocar tiros, mas ninguém ficou ferido ou foi preso; um saco com dinheiro ficou pelo caminho


Assaltantes têm feito arrastões em veículos que param em semáforos e em pontos de ônibus da cidade Objetivo é fechar o cerco contra os motoristas que dirigem embriagados Apresentações começam nesta sexta-feira (9) com o grupo Encantoria, às 17h Febre amarela em animais domésticos? Nossa colunista aborda o assunto Pesquisa usa paraprobióticos, bactérias que já são usadas na produção de alimentos como leite fermentado e iogurte Programa Mini Cidades oferece aos garotos uma experiência parecida com a oferecida nas auto escolas Prefeitura anunciou que a Unidade de Pronto Antedimento da Rua Cuiabá, no bairro Sumarezinho, não terá concursados Carnarock começa nesta sexta (9) e vai até segunda-feira (12) na Rua Paraíba, nº 266, no Centro; ingressos custam R$ 15 Confira a programação de carnaval dos shoppings de Ribeirão Preto Colunista comenta o crescimento dos restaurantes japoneses na região Julgamento de Lincoln Fernandes e Ricardo Silva será retomado pelo TRE no dia 19 de fevereiro Colunista analisa o filme Me Chame Pelo Seu Nome Novo álbum de Maria Rita é o destaque da coluna nesta semana Comissão quer saber para onde os recursos recebidos por eventos em 2017 foram destinados Apesar da melhora, números ficaram abaixo do esperado pelos lojistas Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) identificou que os veículos recebiam até 9% menos combustível do que o apontado na bomba Colunista faz uma análise do atual momento do mercado internacional Pesquise aqui http://www.cbnribeirao.com.br/multimidia/podcasts/SOM,0,1,21411,Pol%C3%ADcia+Militar+ Rodovi%C3%A1ria+faz+balan%C3%A7o+do+movimento+nas+rodovias+na+regi%C3%A3o. aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Último dia de Carnaval tem novos registros de arrastões em Ribeirão Preto 7452450 - CBN RIBEIRÃO PRETO - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

HOME › MULTIMIDIA › PODCASTS › Último dia de Carnaval tem novos registros de arrastões em Ribeirão Preto (Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado) - Podcasts Último dia de Carnaval tem novos registros de arrastões em Ribeirão Preto POLÍCIA - Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Bando, que estava fortemente armado e com máscaras no rosto, fugiu levando R$ 4 mil Menina de 11 anos foi arremessada para fora do carro após a mãe perder o controle do veículo na Via Antonio Machado SantAnna Colunista comenta a importância do Censo Agropecuário para o crescimento do setor no país Posto de saúde tem janelas quebradas, mofos nas paredes e parte do teto da recepção não tem forro Duelo é às 19h30, no estádio Santa Cruz em Ribeirão Preto Colunista comenta as influências da culinária africana no Brasil Carnaval: uma oportunidade de negócio? Nosso especialista explica Colunista comenta as manifestações políticas durante o Carnaval Colunista fala dos problemas causados pelo lixo quando é descartado em local irregular Preço médio do litro do combustível no último ano ficou em R$ 4,15 Programação do Carnaval ribeirão-pretano era o destaque do impresso Parque Raya, no Jardim Botânico, Zona Norte da cidade, teve grande movimento nesta terça-feira Colunista comenta a campanha Não é Não, movimento criado para evitar o assédio no Carnaval Colunista comenta o aval do Governo do Estado para a construção da Ame em Ribeirão Preto Apesar da iniciativa, uma lei aprovada em 2016 proíbe o serviço na cidade Você já viu um garoto tocando violoncelo no Centro de Ribeirão Preto? Nossa colunista fala do dom musical de Gabriel Santos Bem humorado após a vitória contra o Ituano, zagueiro tricolor também falou do bom entrosamento com Plínio Em sua sexta passagem pelo Touro, o experiente técnico foi apresentado nessa segundafeira e estreia quarta, contra o Água Santa Apesar da provação, ainda não há previsão para que o ambulatório médico de especialidade


saia do papel Falta do cinto de segurança também está entre as principais infrações em períodos festivos Agente dá dicas de como pegar a estrada com segurança Após denúncia anônima, policiais foram até uma residência no baila Vila Áurea, onde encontraram quatro quilos de cocaína Somente em 2017, mais de oito mil mulheres foram roubadas ou furtadas, média de 22 casos por dia Alguns dos veículos têm pneus carecas, vidros quebrados, além de outros problemas Criança teve o quadro de pneumonia agravado após medicação passada no Hospital Sinhá Junqueira Nas salas de aula, a quantidade de jovens que usam óculos passou de 10% para 20% Com a nova regra, os resgastes podem ser feitos a partir de R$ 0,99, antes a quantia mínima era de R$ 25 Entrada no Carnashopping é gratuita e acontece das 16h às 19h Templo católico pegou fogo em outubro do ano passado; apenas as paredes do prédio de 122 anos ficaram de pé Recreativa conseguiu arrecadar dinheiro para pagar parte dos débitos trabalhistas; déficit total passa de R$ 60 milhões Escola de Samba União da Ilha leva o tema ?comida? ao sambódromo do Rio de Janeiro Em feriados prolongados, a queda das coletas chega a 40% na unidade Problema está no cruzamento da Avenida Costa e Silva com a Rua Patrocínio Vereador Waldyr Vilela (PSD) completa seis meses afastado da Câmara, mas ainda recebe salários Colunista comenta a recusa de Zeca Pagodinho em tirar uma foto com o prefeito de São Paulo, João Doria Semana começa com diversas vagas na região de Ribeirão Preto Programação de um dos teatros da cidade era o destaque do impresso Policiais e assaltantes trocaram tiros antes da colisão; ação aconteceu na manhã desta segunda-feira, na Zona Norte da cidade A folia de hoje fica por conta da banda Filhos da Pauta, que se apresenta das 18h30 às 20h30 Em contrapartida, venda de etanol ficou 71% menor em 2017 Ordenado de Zezinho Gimenez, que é R$ 30.722,15, é apenas R$ 300 menor do que recebe o Presidente Michel Temer Confira a programação carnavalesca para esta segunda-feira (12) Artilheiro do Paulista, atacante fez o gol da vitória de sábado contra o Ituano; próxima partida é quarta, contra a Ponte Preta AFE saiu atrás do placar, mas buscou o resultado na Arena da Fonte São Carlos vence, Matonense empata e Monte Azul e Barretos perdem no final de semana É a sexta passagem do treinador pelo Touro; ele assume o lugar de Ruy Scarpino, demitido após derrota em casa para o Guarani Quem parou de contribuir para o INSS ainda pode se aposentar? Nosso especialista explica Bando teria abordado um grupo de foliões e roubado celulares; Tenente Francisco Mango Neto comenta as ações da PM no Carnaval Klaus Philippe Lodóli foi considerado culpado por falsificação de documentos e por manter um bingo clandestino em Ribeirão


Além da multa de R$ 2.934, os condutores irão responder um processo administrativo podendo ter a carta suspensa por até um ano Dupla tentou assaltar uma loja, mas foi interceptada pelos agentes; no confronto, um dos assaltantes foi baleado Expectativa é que, depois de aprovado, o composto derivado da maconha chegue ao mercado em dois anos Pesquisa apontou que seis a cada dez adultos possuem algum tipo de barreira aos produtos derivados do leite Munidos de tablets, policiais conseguem fichar os boletins de forma mais rápida; plataforma permite o anexo de fotos Queda de 5% no preço nas refinarias ainda não foi repassado ao consumidor Empresas como a 99 Pop e Uber têm 45 dias para se adequarem as normativas Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Apesar de dividirem o mesmo traçado, não há chance de colisão Confusão começou quando a PM foi chamada para liberar rua interditada por membros de uma república; comércios foram depredados Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Confira as dicas para aproveitar bem o carnaval com segurança e conforto Conheças as melhores rotas para passeios em família no interior de São Paulo Colunista grava série de reportagens da EPTV em Nuporanga Colunista dá dicas de cervejas para o Carnaval Comissão de Ética da Câmara define relatores para investigações sobre Isaac Antunes e Adauto Marmita Vítimas disseram que foram avisadas em cima da hora de que a viagem não aconteceria; dono da empresa também se diz vítima Eles foram encontrados em um apartamento no centro da cidade, na tarde desta sexta-feira (9) Operações com bafômetros estão programadas durante o Carnaval Luiz Eduardo de Oliveira e Silva é alvo de investigação pela Operação Lava Jato Após averiguação foi constatado que o motorista também está envolvido em uma série de roubos e furtos em Ribeirão Preto Na A2, destaque para o confronto entre Sertãozinho e Guarani, no Fredricão; jogo é no sábado, 19h, no Fredericão Partida está marcada para às 16h30; AFE busca a segunda vitória consecutiva no Paulistão Cafú e Caio Dantas já treinam com o elenco do Pantera; neste sábado (10), o Tricolor pega o Ituano em casa, às 16h30 Moreira Franco quer que o Cade analise se há cartel de postos Adauto Marmita e Isaac Antunes são alvos de inquérito pela Polícia Federal e Ministério Público O que faz com que as pessoas mudem de comportamento no carnaval? Nossa colunista comenta o assunto Quadrilha e policiais chegaram a trocar tiros, mas ninguém ficou ferido ou foi preso; um saco com dinheiro ficou pelo caminho


Assaltantes têm feito arrastões em veículos que param em semáforos e em pontos de ônibus da cidade Objetivo é fechar o cerco contra os motoristas que dirigem embriagados Apresentações começam nesta sexta-feira (9) com o grupo Encantoria, às 17h Febre amarela em animais domésticos? Nossa colunista aborda o assunto Pesquisa usa paraprobióticos, bactérias que já são usadas na produção de alimentos como leite fermentado e iogurte Programa Mini Cidades oferece aos garotos uma experiência parecida com a oferecida nas auto escolas Prefeitura anunciou que a Unidade de Pronto Antedimento da Rua Cuiabá, no bairro Sumarezinho, não terá concursados Carnarock começa nesta sexta (9) e vai até segunda-feira (12) na Rua Paraíba, nº 266, no Centro; ingressos custam R$ 15 Confira a programação de carnaval dos shoppings de Ribeirão Preto Colunista comenta o crescimento dos restaurantes japoneses na região Julgamento de Lincoln Fernandes e Ricardo Silva será retomado pelo TRE no dia 19 de fevereiro Colunista analisa o filme Me Chame Pelo Seu Nome Novo álbum de Maria Rita é o destaque da coluna nesta semana Comissão quer saber para onde os recursos recebidos por eventos em 2017 foram destinados Apesar da melhora, números ficaram abaixo do esperado pelos lojistas Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) identificou que os veículos recebiam até 9% menos combustível do que o apontado na bomba Colunista faz uma análise do atual momento do mercado internacional Pesquise aqui http://www.cbnribeirao.com.br/multimidia/podcasts/SOM,0,1,21410,%C3%9Altimo+dia+de+C arnaval+tem+novos+registros+de+arrast%C3%B5es+em+Ribeir%C3%A3o+Preto.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452449 - FOLHA MT - Cuiabá - MT - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.folhamt.com.br/artigo/265160/Vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Com informações do Estadão Conteúdo. / Radio Sorri Estado: MT Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452448 - FOLHA GO - Goiás - GO - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Seria Lula? Jogo ambientado em Porto Alegre ilustra ladrão fugindo da justiça e polícia http://www.folhago.com.br/artigo/265160/Vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: GO Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452447 - GR21 - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. http://gr21.com.br/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Gazeta Ribeirinha Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7452446 - METRÓPOLES - Brasília - DF - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo jornal O Estado de S.Paulo. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Para lembrar Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada “festa do crédito fácil”. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. https://www.metropoles.com/brasil/economia-br/apos-quatro-anos-venda-de-carros-maisbaratos-volta-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF

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Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452445 - GS NOTÍCIAS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. A venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando neste ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.gsnoticias.com.br/noticia-detalhe/gestao-e-trabalho/apos-quatro-anos-vendascarros-mais-baratos-volta Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452444 - GS NOTÍCIAS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://www.gsnoticias.com.br/noticia-detalhe/gestao-e-trabalho/vendas-carros-mais-baratosvoltam-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos novos cresce no mês de janeiro em Ribeirão Preto 7452443 - CBN RIBEIRÃO PRETO - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

HOME › MULTIMIDIA › PODCASTS › Venda de veículos novos cresce no mês de janeiro em Ribeirão Preto (Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros) - Podcasts Venda de veículos novos cresce no mês de janeiro em Ribeirão Preto ECONOMIA - Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Bando, que estava fortemente armado e com máscaras no rosto, fugiu levando R$ 4 mil Menina de 11 anos foi arremessada para fora do carro após a mãe perder o controle do veículo na Via Antonio Machado SantAnna Colunista comenta a importância do Censo Agropecuário para o crescimento do setor no país Posto de saúde tem janelas quebradas, mofos nas paredes e parte do teto da recepção não tem forro Duelo é às 19h30, no estádio Santa Cruz em Ribeirão Preto Colunista comenta as influências da culinária africana no Brasil Carnaval: uma oportunidade de negócio? Nosso especialista explica Colunista comenta as manifestações políticas durante o Carnaval Colunista fala dos problemas causados pelo lixo quando é descartado em local irregular Preço médio do litro do combustível no último ano ficou em R$ 4,15 Programação do Carnaval ribeirão-pretano era o destaque do impresso Parque Raya, no Jardim Botânico, Zona Norte da cidade, teve grande movimento nesta terça-feira Colunista comenta a campanha Não é Não, movimento criado para evitar o assédio no Carnaval Colunista comenta o aval do Governo do Estado para a construção da Ame em Ribeirão Preto Apesar da iniciativa, uma lei aprovada em 2016 proíbe o serviço na cidade Você já viu um garoto tocando violoncelo no Centro de Ribeirão Preto? Nossa colunista fala do dom musical de Gabriel Santos Bem humorado após a vitória contra o Ituano, zagueiro tricolor também falou do bom entrosamento com Plínio Em sua sexta passagem pelo Touro, o experiente técnico foi apresentado nessa segundafeira e estreia quarta, contra o Água Santa Apesar da provação, ainda não há previsão para que o ambulatório médico de especialidade


saia do papel Falta do cinto de segurança também está entre as principais infrações em períodos festivos Agente dá dicas de como pegar a estrada com segurança Após denúncia anônima, policiais foram até uma residência no baila Vila Áurea, onde encontraram quatro quilos de cocaína Somente em 2017, mais de oito mil mulheres foram roubadas ou furtadas, média de 22 casos por dia Alguns dos veículos têm pneus carecas, vidros quebrados, além de outros problemas Criança teve o quadro de pneumonia agravado após medicação passada no Hospital Sinhá Junqueira Nas salas de aula, a quantidade de jovens que usam óculos passou de 10% para 20% Com a nova regra, os resgastes podem ser feitos a partir de R$ 0,99, antes a quantia mínima era de R$ 25 Entrada no Carnashopping é gratuita e acontece das 16h às 19h Templo católico pegou fogo em outubro do ano passado; apenas as paredes do prédio de 122 anos ficaram de pé Recreativa conseguiu arrecadar dinheiro para pagar parte dos débitos trabalhistas; déficit total passa de R$ 60 milhões Escola de Samba União da Ilha leva o tema ?comida? ao sambódromo do Rio de Janeiro Em feriados prolongados, a queda das coletas chega a 40% na unidade Problema está no cruzamento da Avenida Costa e Silva com a Rua Patrocínio Vereador Waldyr Vilela (PSD) completa seis meses afastado da Câmara, mas ainda recebe salários Colunista comenta a recusa de Zeca Pagodinho em tirar uma foto com o prefeito de São Paulo, João Doria Semana começa com diversas vagas na região de Ribeirão Preto Programação de um dos teatros da cidade era o destaque do impresso Policiais e assaltantes trocaram tiros antes da colisão; ação aconteceu na manhã desta segunda-feira, na Zona Norte da cidade A folia de hoje fica por conta da banda Filhos da Pauta, que se apresenta das 18h30 às 20h30 Em contrapartida, venda de etanol ficou 71% menor em 2017 Ordenado de Zezinho Gimenez, que é R$ 30.722,15, é apenas R$ 300 menor do que recebe o Presidente Michel Temer Confira a programação carnavalesca para esta segunda-feira (12) Artilheiro do Paulista, atacante fez o gol da vitória de sábado contra o Ituano; próxima partida é quarta, contra a Ponte Preta AFE saiu atrás do placar, mas buscou o resultado na Arena da Fonte São Carlos vence, Matonense empata e Monte Azul e Barretos perdem no final de semana É a sexta passagem do treinador pelo Touro; ele assume o lugar de Ruy Scarpino, demitido após derrota em casa para o Guarani Quem parou de contribuir para o INSS ainda pode se aposentar? Nosso especialista explica Bando teria abordado um grupo de foliões e roubado celulares; Tenente Francisco Mango Neto comenta as ações da PM no Carnaval Klaus Philippe Lodóli foi considerado culpado por falsificação de documentos e por manter um bingo clandestino em Ribeirão


Além da multa de R$ 2.934, os condutores irão responder um processo administrativo podendo ter a carta suspensa por até um ano Dupla tentou assaltar uma loja, mas foi interceptada pelos agentes; no confronto, um dos assaltantes foi baleado Expectativa é que, depois de aprovado, o composto derivado da maconha chegue ao mercado em dois anos Pesquisa apontou que seis a cada dez adultos possuem algum tipo de barreira aos produtos derivados do leite Munidos de tablets, policiais conseguem fichar os boletins de forma mais rápida; plataforma permite o anexo de fotos Queda de 5% no preço nas refinarias ainda não foi repassado ao consumidor Empresas como a 99 Pop e Uber têm 45 dias para se adequarem as normativas Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Apesar de dividirem o mesmo traçado, não há chance de colisão Confusão começou quando a PM foi chamada para liberar rua interditada por membros de uma república; comércios foram depredados Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Confira as dicas para aproveitar bem o carnaval com segurança e conforto Conheças as melhores rotas para passeios em família no interior de São Paulo Colunista grava série de reportagens da EPTV em Nuporanga Colunista dá dicas de cervejas para o Carnaval Comissão de Ética da Câmara define relatores para investigações sobre Isaac Antunes e Adauto Marmita Vítimas disseram que foram avisadas em cima da hora de que a viagem não aconteceria; dono da empresa também se diz vítima Eles foram encontrados em um apartamento no centro da cidade, na tarde desta sexta-feira (9) Operações com bafômetros estão programadas durante o Carnaval Luiz Eduardo de Oliveira e Silva é alvo de investigação pela Operação Lava Jato Após averiguação foi constatado que o motorista também está envolvido em uma série de roubos e furtos em Ribeirão Preto Na A2, destaque para o confronto entre Sertãozinho e Guarani, no Fredricão; jogo é no sábado, 19h, no Fredericão Partida está marcada para às 16h30; AFE busca a segunda vitória consecutiva no Paulistão Cafú e Caio Dantas já treinam com o elenco do Pantera; neste sábado (10), o Tricolor pega o Ituano em casa, às 16h30 Moreira Franco quer que o Cade analise se há cartel de postos Adauto Marmita e Isaac Antunes são alvos de inquérito pela Polícia Federal e Ministério Público O que faz com que as pessoas mudem de comportamento no carnaval? Nossa colunista comenta o assunto Quadrilha e policiais chegaram a trocar tiros, mas ninguém ficou ferido ou foi preso; um saco com dinheiro ficou pelo caminho


Assaltantes têm feito arrastões em veículos que param em semáforos e em pontos de ônibus da cidade Objetivo é fechar o cerco contra os motoristas que dirigem embriagados Apresentações começam nesta sexta-feira (9) com o grupo Encantoria, às 17h Febre amarela em animais domésticos? Nossa colunista aborda o assunto Pesquisa usa paraprobióticos, bactérias que já são usadas na produção de alimentos como leite fermentado e iogurte Programa Mini Cidades oferece aos garotos uma experiência parecida com a oferecida nas auto escolas Prefeitura anunciou que a Unidade de Pronto Antedimento da Rua Cuiabá, no bairro Sumarezinho, não terá concursados Carnarock começa nesta sexta (9) e vai até segunda-feira (12) na Rua Paraíba, nº 266, no Centro; ingressos custam R$ 15 Confira a programação de carnaval dos shoppings de Ribeirão Preto Colunista comenta o crescimento dos restaurantes japoneses na região Julgamento de Lincoln Fernandes e Ricardo Silva será retomado pelo TRE no dia 19 de fevereiro Colunista analisa o filme Me Chame Pelo Seu Nome Novo álbum de Maria Rita é o destaque da coluna nesta semana Comissão quer saber para onde os recursos recebidos por eventos em 2017 foram destinados Apesar da melhora, números ficaram abaixo do esperado pelos lojistas Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) identificou que os veículos recebiam até 9% menos combustível do que o apontado na bomba Colunista faz uma análise do atual momento do mercado internacional Pesquise aqui http://cbnribeirao.com.br/multimidia/podcasts/SOM,0,1,21412,Venda+de+ve%C3%ADculos+ novos+cresce+no+m%C3%AAs+de+janeiro+em+Ribeir%C3%A3o+Preto+.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce 7452442 - ASSOBRAV - 13/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Aumento de vendas na casa dos dois dígitos nos dois segmentos, uma veterana perdendo fôlego entre as menores e uma grande com avanço muito expressivo. Confira agora todos os destaques de janeiro entre as picapes. PEQUENAS Mesmo veterana seu projeto original é de 1998, a líder Strada ainda foi a responsável pela maior evolução em relação ao mesmo período de 2017 +21,8%: com quase mil unidades a mais do que há um ano, a picadinha da Fiat 5.372 assegurou mais de 56% de participação de mercado. A VW Saveiro 3.156 também cresceu +8,3%, mas a diferença em relação à líder foi superior a 2,2 mil unidades – no ano anterior, foi inferior a 1,4 mil. Terceira, a Chevrolet Montana 976 foi a campeã de queda das duas categorias -14%. Este foi o pior desempenho da veterana desde maio passado 659. Picapes Pequenas POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT STRADA 5372 5372 6903 4411 56,52% 57,69% -22,18% 21,79% 2º VW SAVEIRO 3156 3156


3275 2914 33,21% 27,37% -3,63% 8,30% 3º CHEVROLET MONTANA 976 976 1788 1135 10,27% 14,94% -45,41% -14,01% 9504 9504 11966 8460 100,00% 100,00% -20,57% 12,34% MÉDIAS / GRANDES Com vendas em alta de quase 23%, as picapes maiores tiveram um bom início de 2018. À exceção da Lifan Foison 25, nona colocada, todos os modelos do top 10 cresceram na comparação com 2017. As três restantes, da 11ª à 13ª posição, repetiram seus desempenhos do ano passado. Mantendo uma vantagem superior a mil unidades sobre a Toyota Hilux 2.934, a Fiat Toro foi a preferida por 3.893 consumidores. A Chevrolet S10, com 2.681 unidades, foi a terceira pelo terceiro mês seguido e vendeu praticamente o dobro da Ford Ranger 1.411, quarta colocada. Numa disputa pelo quinto lugar que foi definida por apenas uma unidade, a VW Amarok 1.109 levou a melhor sobre a Renault Duster Oroch 1.108. A picape da marca alemã, aliás, registrou a maior evolução nos últimos 12 meses +83%. Acomodada na oitava posição, a Nissan Frontier 349 precisaria mais do que dobrar as vendas para ameaçar a Mitsubishi L200 774. Picapes Médias / Grandes POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18


DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT TORO 3893 3893 4229 3258 27,20% 24,20% -7,95% 19,49% 2º TOYOTA HILUX 2934 2934 4019 2545 20,50% 22,99% -27,00% 15,28% 3º CHEVROLET S10 2681 2681 2996 2180 18,73% 17,14% -10,51% 22,98% 4º FORD RANGER


1411 1411 2459 1134 9,86% 14,07% -42,62% 24,43% 5ยบ VW AMAROK 1109 1109 1317 606 7,75% 7,54% -15,79% 83,00% 6ยบ RENAULT DUSTER OROCH 1108 1108 1133 901 7,74% 6,48% -2,21% 22,97% 7ยบ MITSUBISHI L200 774 774 834 662 5,41% 4,77% -7,19% 16,92%


8ยบ NISSAN FRONTIER 349 349 446 335 2,44% 2,55% -21,75% 4,18% 9ยบ LIFAN FOISON 25 25 37 29 0,17% 0,21% -32,43% -13,79% 10ยบ RAM 2500 25 25 2 19 0,17% 0,01% 1150,00% 31,58% 11ยบ RELY PICK-UP 3 3 2 3 0,02% 0,01%


50,00% 0,00% 12º AGRALE MARRUÁ 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 13º HAFEI RUIYI 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 14314 14314 17478 11674 100,00% 100,00% -18,10% 22,61% Fonte: Fenabrave Fotos: Motor1.com Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque Os 10 carros turbo mais baratos do Brasil Mais vendidos em Portugal – Renault Clio lidera domínio francês Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce


Suporte de celular é item de segurança acessível que evita multas http://assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41830 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é o maior risco para retomada, dizem analistas 7452441 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.hipernoticias.com.br/economia/eleicao-e-o-maior-risco-para-retomada-dizemanalistas/89945 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452440 - HIPER NOTÍCIAS - Cuiabá - MT - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Com Agência Estado) http://www.hipernoticias.com.br/economia/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/89948 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: CONTEÚDO ESTADÃO Estado: MT Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição será prova de fogo para saber se Brasil avança 7452439 - NOTIBRAS - Brasília - DF - 14/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. O post Eleição será prova de fogo para saber se Brasil avança apareceu primeiro em Notibras. https://www.notibras.com/site/eleicao-sera-prova-de-fogo-para-saber-se-brasil-avanca/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque 7452438 - ASSOBRAV - 13/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Disputa apertadíssima pela liderança na faixa de entrada, modelos da Land Rover dominando nas faixas superiores e o novo recorde de um sueco bom de mercado. Conheça agora os destaques entre os SUVs/crossovers Premium em janeiro. CLASSE I O BMW X1 334 se destacou neste início de 2018 entre os modelos de entrada. Além de repetir a liderança de dezembro, o alemão produzido em Santa Catarina foi o grande impulsionador do crescimento nas vendas do segmento, graças ao avanço superior a 80% em relação ao ano passado. Mas a ponta não foi conquistada sem sacrifício, já que o Mercedes GLA 328, também em alta +28,1%, ficou apenas seis unidades atrás. Já o Q3 não teve o que celebrar: com apenas 140 emplacamentos, 32,4% de retração, o Audi não vendia tão pouco desde dezembro de 2013 97. Quem também teve um janeiro fraco foi o Range Rover Evoque, com apenas 114 unidades, seu pior resultado desde fevereiro passado 111. Mini Countryman 50 e Citroën DS5 1 foram novamente os últimos colocados. SUVs / Crossovers Premium I POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º BMW X1 334 334 567 185 34,54% 36,72% -41,09% 80,54% 2º MERCEDES-BENZ GLA


328 328 341 256 33,92% 22,09% -3,81% 28,13% 3ยบ AUDI Q3 / RSQ3 140 140 391 207 14,48% 25,32% -64,19% -32,37% 4ยบ LAND ROVER EVOQUE 114 114 197 136 11,79% 12,76% -42,13% -16,18% 5ยบ MINI COOPER SCYMAN / COUNTRYMAN 50 50 45 0 5,17% 2,91% 11,11% -


6º CITROËN DS5 1 1 3 2 0,10% 0,19% -66,67% -50,00% 967 967 1544 786 100,00% 100,00% -37,37% 23,03% CLASSE II Na faixa intermediária, nova disputa apertada pela ponta. Embora tenha sido o único do top 5 a perder espaço nos últimos 12 meses -6%, o Land Rover Discovery Sport 221 novamente deixou para trás o Volvo XC60 200. Este foi o quinto mês seguido sem alterações no top 2 – juntos, os dois modelos dominaram quase 60% das vendas. Destaque em dezembro, o Audi Q5 69 superou o Mercedes GLC 63 e o Jaguar F-Pace 62 e garantiu sua primeira presença no pódio nesta nova geração. Único da lista a avançar em relação a dezembro +23%, o BMW X4 32, no entanto, recuou mais de 27% na comparação com 2017. Ainda assim, o resultado foi suficiente para avançar da oitava para a sexta posição, à frente do Porsche Macan 30 e do Ford Edge 25. Lexus NX200t 3 e BMW X3 2 repetiram as últimas colocações. SUVs / Crossovers Premium II POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º


LAND ROVER DISCOVERY SPORT 221 221 264 235 31,26% 28,42% -16,29% -5,96% 2ยบ VOLVO XC60 200 200 249 159 28,29% 26,80% -19,68% 25,79% 3ยบ AUDI Q5 / SQ5 69 69 103 9 9,76% 11,09% -33,01% 666,67% 4ยบ MERCEDES-BENZ GLC / GLC43 63 63 129 27 8,91% 13,89% -51,16%


133,33% 5ยบ JAGUAR F-PACE 62 62 73 37 8,77% 7,86% -15,07% 67,57% 6ยบ BMW X4 32 32 26 44 4,53% 2,80% 23,08% -27,27% 7ยบ PORSCHE MACAN 30 30 31 24 4,24% 3,34% -3,23% 25,00% 8ยบ FORD EDGE 25 25 30 34 3,54%


3,23% -16,67% -26,47% 9º LEXUS NX200t 3 3 20 20 0,42% 2,15% -85,00% -85,00% 10º BMW X3 2 2 4 42 0,28% 0,43% -50,00% -95,24% 707 707 929 631 100,00% 100,00% -23,90% 12,04% CLASSE III Em seu segundo mês completo de vendas, o Range Rover Velar 86 mostrou estar disposto a manter a liderança já conquistada em dezembro. Mas desta vez não foi tão fácil, já que o Volvo XC90 alcançou o seu novo recorde de vendas, com 82 unidades. Vice-líder na última lista, o Land Rover Discovery 62 caiu uma posição, mas ainda com ótima vantagem sobre o Mercedes GLE 37, preferido no segmento em novembro. O BMW X5, com 30 unidades, fechou o top 5 vendendo quatro vezes mais do que há um ano. Com a menor evolução dentre os seis primeiros +4,2%, o Range Rover Sport 25 deixou para trás um Porsche Cayenne 20 em baixa -9% e ameaçado por um BMW X6 19 que perdeu ainda mais espaço -42,4%. Mais do que dobrando as vendas de dezembro, o Lexus RX350 13 superou o Audi Q7 6 e o Maserati Levante 1, novamente lanterna.


SUVs / Crossovers Premium III POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º RANGE ROVER VELAR 86 86 187 0 22,57% 34,82% -54,01% 2º VOLVO XC90 82 82 68 48 21,52% 12,66% 20,59% 70,83% 3º LAND ROVER DISCOVERY 62 62 104 12 16,27%


19,37% -40,38% 416,67% 4ยบ MERCEDES-BENZ GLE 37 37 50 27 9,71% 9,31% -26,00% 37,04% 5ยบ BMW X5 30 30 46 7 7,87% 8,57% -34,78% 328,57% 6ยบ RANGE ROVER SPORT 25 25 16 24 6,56% 2,98% 56,25% 4,17% 7ยบ PORSCHE CAYENNE 20 20 12


22 5,25% 2,23% 66,67% -9,09% 8ยบ BMW X6 19 19 30 33 4,99% 5,59% -36,67% -42,42% 9ยบ LEXUS RX350 13 13 6 11 3,41% 1,12% 116,67% 18,18% 10ยบ AUDI Q7 6 6 16 1 1,57% 2,98% -62,50% 500,00% 11ยบ MASERATI LEVANTE 1


1 2 3 0,26% 0,37% -50,00% -66,67% 381 381 537 188 100,00% 100,00% -29,05% 102,66% Fonte: Fenabrave Fotos: Divulgação e Motor1.com Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque Os 10 carros turbo mais baratos do Brasil Mais vendidos em Portugal – Renault Clio lidera domínio francês Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce Suporte de celular é item de segurança acessível que evita multas http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41833 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452437 - TRIBUNA1.COM - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. http://www.tribuna1.com/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Tribuna1 Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Risco cibernético é de US$ 8 trilhões 7452436 - SINDSEGSP - 14/02/2018

A coluna do Broadcast, do O Estado de S. Paulo, informa que os crimes cibernéticos podem causar prejuízos de até US$ 8 trilhões para empresas no mundo todo nos próximos 5 anos. A saída, diz a Aon, é incorporar o risco na rotina. O Canal Rural destaca que pecuaristas solicitam ao ministério da Agricultura a subvenção de um seguro específico para animais. O Governo, porém, diz que não tem dinheiro para isso no momento. O DCI publica que este ano será marcado pela consolidação do open banking no sistema financeiro brasileiro. “Estamos bem à frente dos concorrentes nessa jornada de open banking, mas conforme cresça a adesão dos outros players, será visível a maior eficiência de todo o sistema”, comenta o diretor de negócios digitais do BB, Marco Mastroeni. Na saúde suplementar, a Coluna do Broadcast informa também que a Mapfre e a Qualicorp apostam no ‘Uber da saúde’. Totalmente digital, diz a nota, o foco da nova solução é vender atendimento e não uma rede, evitando que os usuários fiquem perdidos nos tradicionais livrinhos. Na economia, O Estado de S. Paulo revela que a venda de carro mais barato volta a crescer após 4 anos. Resumo das notícias Risco cibernético é de US$ 8 trilhões Os crimes cibernéticos podem causar prejuízos de até US$ 8 trilhões para empresas no mundo todo nos próximos 5 anos, informa a Coluna do Broadcast, do O Estado de S. Paulo. Os cálculos constam de estudo do World Economic Forum (WEF), com o apoio da seguradora suíça Zurich. O montante equivale ao Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido, França e Alemanha juntos. A saída para conter a escala dos custos é a adoção de medidas que incorporem o risco cibernético no dia a dia das organizações, segundo a corretora de seguros Aon. Para 2018, a consultoria prevê uma exposição ainda maior do mundo corporativo por conta da convergência de três tendências: maior dependência da tecnologia nas empresas; foco intensificado das agências reguladoras em proteger dados dos consumidores e o valor crescente de ativos intangíveis. Governo diz não ter recurso para seguro de animais A pecuária brasileira quer um valor específico para o seguro de animais, informa o Canal Rural. Em reunião com o Ministério da Agricultura, o setor pediu a inclusão de um prêmio R$ 10 milhões, mas o governo diz não ter recursos e estuda uma alternativa. O Brasil possui mais de 1,3 milhão de produtores de leite, de acordo com o último Censo divulgado pelo IBGE. Diariamente, eles assumem o risco da pecuária leiteira. Muitos produtores buscam o seguro como forma de proteção e estabilidade na atividade, mas o alto custo torna essa opção inviável. “É um mercado que ainda não foi descoberto, porque o pecuarista não tem acesso ao seguro. Por outro lado, não tem uma participação do governo em relação à subvenção que faz com que essa contratação se torne viável e mais pecuaristas tenham acesso”, diz Karen Matieli, da empresa Denner Seguro de Animais Com o objetivo de incentivar a contratação do seguro através do subsídio rural, o setor pede a inclusão de R$ 10 milhões de reais ao prêmio do seguro específico para a pecuária. “A Abraleite protocolou no Mapa uma solicitação, juntamente com a ABCZ, defendendo a bovinocultura leiteira e a bovinocultura de corte. Que revise a questão dos recursos destinados à subvenção de seguros. Precisa ter um equilíbrio, precisa ter realmente um incentivo”, afirma Geraldo Borges, presidente da Abraleite (Associação Brasileira dos Produtores de Leite). Mas, de acordo com o governo, a autorização pode demorar. Em nota, o Ministério da Agricultura disse que fará um estudo de viabilidade orçamentária e de necessidade do setor. O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Vitor Ozaki, afirmou que o ministério vai tentar a autorização para a safra de 2018/2019. No entanto, vai depender da disponibilidade de recurso. Karen Matieli, que representa as seguradoras, explica que não adianta o setor estar classificado na categoria “outros”. Assim como existem as categorias de “cultura de verão”, “inverno” e “frutas”, é preciso que haja um recurso específico para a


pecuária. ANTT ratifica a estipulação do seguro de RCTR-C O portal Segs informa que o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário (RCTR-C) é obrigatório e, de acordo com as leis aplicáveis às atividades de transportes e seguros, pode ser contratado tanto pelo transportador como por seu cliente (embarcador). Mesmo com a definição explícita nas leis, a Agência Nacional de Transporte Terrestres – ANTT recebeu consultas de representantes de empresas seguradoras e de transportadores rodoviários de carga sobre quem pode contratar o seguro de RCTR-C. A fim de dirimir dúvidas e esclarecer as divergências de interpretação reportadas, a ANTT publicou o Comunicado SUROC/ANTT Nº 001/2018, no qual ratifica que o embarcador pode contratar o seguro de RCTR-C, sob estipulação, em nome do transportador, conforme previsto no art. 13 da lei nº 11.442/2007 e no art. 33 da Resolução ANTT 4799. A ANTT explica que toda operação de prestação de serviços de transporte realizada por quaisquer categorias de transportador rodoviário remunerado de cargas – TRRC, deve possuir cobertura de seguro, através do próprio TRRC ou do contratante do serviço de transporte, por apólice em nome do transportador. Na hipótese de o seguro ser contratado pelo embarcador, em nome do transportador, para atender os preceitos da lei, deve-se observar que não pode ser contratado coletivamente, precisa ser individualizado por transportador. É preciso haver concordância das seguradoras envolvidas e a apólice emitida diretamente em nome do transportador, prevalecendo os direitos e obrigações entre seguradora e transportador (segurado). Na apólice deverá constar que a cobertura do seguro é exclusiva para os embarques daquele embarcador. Mapfre e Qualicorp apostam no ‘Uber da saúde’ A Coluna do Broadcast, do O Estado de S. Paulo, destaca que a seguradora espanhola Mapfre e a Qualicorp estão avançando em uma alternativa de plano de saúde para o mercado corporativo. A nova solução, que promete ser o “Uber” da saúde privada, será revelada em breve após atrasos que adiaram o lançamento, anteriormente previsto para o ano passado. Por ora, a proposta segue trancada a sete chaves. Promete, porém, ser revolucionária no setor de saúde, que enfrenta desafios para equilibrar as contas, já que a inflação médica supera a oficial ano após ano. Como inspiração, Mapfre e Qualicorp teriam usado o aplicativo de mobilidade Uber e o serviço online de acomodações Airbnb. Totalmente digital, o foco da nova solução é vender atendimento e não uma rede, evitando que os usuários fiquem perdidos nos tradicionais livrinhos. Open banking movimenta setor e tende a se consolidar em 2018 O DCI publica que este ano será marcado pela consolidação do open banking no sistema financeiro brasileiro. O movimento já traz maior concorrência ao setor e a tendência é que haja uma regulação específica até 2019. No open banking, instituições financeiras disponibilizem parte de seus protocolos (ou APIs) para terceiros, permitindo a criação de produtos integrados e uma eventual descentralização do sistema bancário. Incentivada pela regulação em diversos países (ver infográfico) e na pauta do Banco Central, a discussão ganhou força no Brasil em 2017 com o lançamento do Portal do Desenvolvedor pelo Banco do Brasil. “Estamos bem à frente dos concorrentes nessa jornada de open banking, mas conforme cresça a adesão dos outros players, será visível a maior eficiência de todo o sistema”, comenta o diretor de negócios digitais do BB, Marco Mastroeni. No Bradesco, o lançamento de um programa estruturado ocorrerá em breve. “Estamos prontos para o mundo da agregação. Nós trabalhamos nos últimos três anos para operar em regime open banking. A decisão de executar essa estratégia deve acontecer ao longo de 2018”, afirmou o vice-presidente do banco, Maurício Minas. Venda de carro mais barato volta a crescer após 4 anos O Estado de S. Paulo informa que a recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo jornal. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o


Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. http://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=29506 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltaram a crescer no País 7452435 - O SUL - Porto Alegre - RS - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo jornal O Estado de S.Paulo. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente de uma consultoria especializada no setor automotivo. http://www.osul.com.br/vendas-de-carros-mais-baratos-voltaram-crescer-no-pais/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Ana Carolina Rodrigues Estado: RS Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce 7452434 - ASSOBRAV - 13/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Aumento de vendas na casa dos dois dígitos nos dois segmentos, uma veterana perdendo fôlego entre as menores e uma grande com avanço muito expressivo. Confira agora todos os destaques de janeiro entre as picapes. PEQUENAS Mesmo veterana seu projeto original é de 1998, a líder Strada ainda foi a responsável pela maior evolução em relação ao mesmo período de 2017 +21,8%: com quase mil unidades a mais do que há um ano, a picadinha da Fiat 5.372 assegurou mais de 56% de participação de mercado. A VW Saveiro 3.156 também cresceu +8,3%, mas a diferença em relação à líder foi superior a 2,2 mil unidades – no ano anterior, foi inferior a 1,4 mil. Terceira, a Chevrolet Montana 976 foi a campeã de queda das duas categorias -14%. Este foi o pior desempenho da veterana desde maio passado 659. Picapes Pequenas POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT STRADA 5372 5372 6903 4411 56,52% 57,69% -22,18% 21,79% 2º VW SAVEIRO 3156 3156


3275 2914 33,21% 27,37% -3,63% 8,30% 3º CHEVROLET MONTANA 976 976 1788 1135 10,27% 14,94% -45,41% -14,01% 9504 9504 11966 8460 100,00% 100,00% -20,57% 12,34% MÉDIAS / GRANDES Com vendas em alta de quase 23%, as picapes maiores tiveram um bom início de 2018. À exceção da Lifan Foison 25, nona colocada, todos os modelos do top 10 cresceram na comparação com 2017. As três restantes, da 11ª à 13ª posição, repetiram seus desempenhos do ano passado. Mantendo uma vantagem superior a mil unidades sobre a Toyota Hilux 2.934, a Fiat Toro foi a preferida por 3.893 consumidores. A Chevrolet S10, com 2.681 unidades, foi a terceira pelo terceiro mês seguido e vendeu praticamente o dobro da Ford Ranger 1.411, quarta colocada. Numa disputa pelo quinto lugar que foi definida por apenas uma unidade, a VW Amarok 1.109 levou a melhor sobre a Renault Duster Oroch 1.108. A picape da marca alemã, aliás, registrou a maior evolução nos últimos 12 meses +83%. Acomodada na oitava posição, a Nissan Frontier 349 precisaria mais do que dobrar as vendas para ameaçar a Mitsubishi L200 774. Picapes Médias / Grandes POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18


DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º FIAT TORO 3893 3893 4229 3258 27,20% 24,20% -7,95% 19,49% 2º TOYOTA HILUX 2934 2934 4019 2545 20,50% 22,99% -27,00% 15,28% 3º CHEVROLET S10 2681 2681 2996 2180 18,73% 17,14% -10,51% 22,98% 4º FORD RANGER


1411 1411 2459 1134 9,86% 14,07% -42,62% 24,43% 5ยบ VW AMAROK 1109 1109 1317 606 7,75% 7,54% -15,79% 83,00% 6ยบ RENAULT DUSTER OROCH 1108 1108 1133 901 7,74% 6,48% -2,21% 22,97% 7ยบ MITSUBISHI L200 774 774 834 662 5,41% 4,77% -7,19% 16,92%


8ยบ NISSAN FRONTIER 349 349 446 335 2,44% 2,55% -21,75% 4,18% 9ยบ LIFAN FOISON 25 25 37 29 0,17% 0,21% -32,43% -13,79% 10ยบ RAM 2500 25 25 2 19 0,17% 0,01% 1150,00% 31,58% 11ยบ RELY PICK-UP 3 3 2 3 0,02% 0,01%


50,00% 0,00% 12º AGRALE MARRUÁ 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 13º HAFEI RUIYI 1 1 2 1 0,01% 0,01% -50,00% 0,00% 14314 14314 17478 11674 100,00% 100,00% -18,10% 22,61% Fonte: Fenabrave Fotos: Motor1.com Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Os 10 carros turbo mais baratos do Brasil Mais vendidos em Portugal – Renault Clio lidera domínio francês Picapes mais vendidas - Mesmo veterana, Strada ainda cresce Suporte de celular é item de segurança acessível que evita multas


Scania aposta no transporte sustentável http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41830 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque 7452432 - ASSOBRAV - 13/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado Disputa apertadíssima pela liderança na faixa de entrada, modelos da Land Rover dominando nas faixas superiores e o novo recorde de um sueco bom de mercado. Conheça agora os destaques entre os SUVs/crossovers Premium em janeiro. CLASSE I O BMW X1 334 se destacou neste início de 2018 entre os modelos de entrada. Além de repetir a liderança de dezembro, o alemão produzido em Santa Catarina foi o grande impulsionador do crescimento nas vendas do segmento, graças ao avanço superior a 80% em relação ao ano passado. Mas a ponta não foi conquistada sem sacrifício, já que o Mercedes GLA 328, também em alta +28,1%, ficou apenas seis unidades atrás. Já o Q3 não teve o que celebrar: com apenas 140 emplacamentos, 32,4% de retração, o Audi não vendia tão pouco desde dezembro de 2013 97. Quem também teve um janeiro fraco foi o Range Rover Evoque, com apenas 114 unidades, seu pior resultado desde fevereiro passado 111. Mini Countryman 50 e Citroën DS5 1 foram novamente os últimos colocados. SUVs / Crossovers Premium I POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º BMW X1 334 334 567 185 34,54% 36,72% -41,09% 80,54% 2º MERCEDES-BENZ GLA


328 328 341 256 33,92% 22,09% -3,81% 28,13% 3ยบ AUDI Q3 / RSQ3 140 140 391 207 14,48% 25,32% -64,19% -32,37% 4ยบ LAND ROVER EVOQUE 114 114 197 136 11,79% 12,76% -42,13% -16,18% 5ยบ MINI COOPER SCYMAN / COUNTRYMAN 50 50 45 0 5,17% 2,91% 11,11% -


6º CITROËN DS5 1 1 3 2 0,10% 0,19% -66,67% -50,00% 967 967 1544 786 100,00% 100,00% -37,37% 23,03% CLASSE II Na faixa intermediária, nova disputa apertada pela ponta. Embora tenha sido o único do top 5 a perder espaço nos últimos 12 meses -6%, o Land Rover Discovery Sport 221 novamente deixou para trás o Volvo XC60 200. Este foi o quinto mês seguido sem alterações no top 2 – juntos, os dois modelos dominaram quase 60% das vendas. Destaque em dezembro, o Audi Q5 69 superou o Mercedes GLC 63 e o Jaguar F-Pace 62 e garantiu sua primeira presença no pódio nesta nova geração. Único da lista a avançar em relação a dezembro +23%, o BMW X4 32, no entanto, recuou mais de 27% na comparação com 2017. Ainda assim, o resultado foi suficiente para avançar da oitava para a sexta posição, à frente do Porsche Macan 30 e do Ford Edge 25. Lexus NX200t 3 e BMW X3 2 repetiram as últimas colocações. SUVs / Crossovers Premium II POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º


LAND ROVER DISCOVERY SPORT 221 221 264 235 31,26% 28,42% -16,29% -5,96% 2ยบ VOLVO XC60 200 200 249 159 28,29% 26,80% -19,68% 25,79% 3ยบ AUDI Q5 / SQ5 69 69 103 9 9,76% 11,09% -33,01% 666,67% 4ยบ MERCEDES-BENZ GLC / GLC43 63 63 129 27 8,91% 13,89% -51,16%


133,33% 5ยบ JAGUAR F-PACE 62 62 73 37 8,77% 7,86% -15,07% 67,57% 6ยบ BMW X4 32 32 26 44 4,53% 2,80% 23,08% -27,27% 7ยบ PORSCHE MACAN 30 30 31 24 4,24% 3,34% -3,23% 25,00% 8ยบ FORD EDGE 25 25 30 34 3,54%


3,23% -16,67% -26,47% 9º LEXUS NX200t 3 3 20 20 0,42% 2,15% -85,00% -85,00% 10º BMW X3 2 2 4 42 0,28% 0,43% -50,00% -95,24% 707 707 929 631 100,00% 100,00% -23,90% 12,04% CLASSE III Em seu segundo mês completo de vendas, o Range Rover Velar 86 mostrou estar disposto a manter a liderança já conquistada em dezembro. Mas desta vez não foi tão fácil, já que o Volvo XC90 alcançou o seu novo recorde de vendas, com 82 unidades. Vice-líder na última lista, o Land Rover Discovery 62 caiu uma posição, mas ainda com ótima vantagem sobre o Mercedes GLE 37, preferido no segmento em novembro. O BMW X5, com 30 unidades, fechou o top 5 vendendo quatro vezes mais do que há um ano. Com a menor evolução dentre os seis primeiros +4,2%, o Range Rover Sport 25 deixou para trás um Porsche Cayenne 20 em baixa -9% e ameaçado por um BMW X6 19 que perdeu ainda mais espaço -42,4%. Mais do que dobrando as vendas de dezembro, o Lexus RX350 13 superou o Audi Q7 6 e o Maserati Levante 1, novamente lanterna.


SUVs / Crossovers Premium III POS. MODELO TOTAL 2018 JAN/18 DEZ/17 JAN/17 % JAN 18 % DEZ 17 VARIAÇÃO JAN/DEZ VARIAÇÃO 2018/2017 1º RANGE ROVER VELAR 86 86 187 0 22,57% 34,82% -54,01% 2º VOLVO XC90 82 82 68 48 21,52% 12,66% 20,59% 70,83% 3º LAND ROVER DISCOVERY 62 62 104 12 16,27%


19,37% -40,38% 416,67% 4ยบ MERCEDES-BENZ GLE 37 37 50 27 9,71% 9,31% -26,00% 37,04% 5ยบ BMW X5 30 30 46 7 7,87% 8,57% -34,78% 328,57% 6ยบ RANGE ROVER SPORT 25 25 16 24 6,56% 2,98% 56,25% 4,17% 7ยบ PORSCHE CAYENNE 20 20 12


22 5,25% 2,23% 66,67% -9,09% 8ยบ BMW X6 19 19 30 33 4,99% 5,59% -36,67% -42,42% 9ยบ LEXUS RX350 13 13 6 11 3,41% 1,12% 116,67% 18,18% 10ยบ AUDI Q7 6 6 16 1 1,57% 2,98% -62,50% 500,00% 11ยบ MASERATI LEVANTE 1


1 2 3 0,26% 0,37% -50,00% -66,67% 381 381 537 188 100,00% 100,00% -29,05% 102,66% Fonte: Fenabrave Fotos: Divulgação e Motor1.com Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Toyota divulga teaser do novo Supra antes do Salão de Genebra Novo Ford GT desembarca no mercado europeu SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque Os 10 carros turbo mais baratos do Brasil Mais vendidos em Portugal – Renault Clio lidera domínio francês https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41833 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452431 - DIÁRIO DO NORDESTE - Fortaleza - CE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/online/vendas-de-carrosmais-baratos-voltam-a-crescer-1.1894096 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estadão Conteúdo Estado: CE Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é risco para retomada, dizem analistas 7452430 - ABC DO ABC - São Bernardo do Campo - SP - 14/02/2018

Crédito: Reprodução Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012 período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa "farra" do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22 8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. "Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí", disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://www.abcdoabc.com.br/brasil-mundo/noticia/eleicao-risco-retomada-dizem-analistas61122 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais "baratos" volta a crescer em 2017 7452429 - DIÁRIO DO PODER - Brasília - DF - 14/02/2018

A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo (Foto: Reprodução) Publicidade A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Publicidade Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. (AE) http://claudiohumberto.com.br/noticia.php?i=96418002816 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: DF Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7452428 - ASSOBRAV - 14/02/2018

André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo 14 Fevereiro 2018 | 05h00 A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford e os hatches pequenos como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat. A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. Ônix D e HB20 lideraram as vendas em 2017 Foto: Rafael Arbex/Estadão A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Novo cenário Venda de carros de entrada e hatchs pequenos para pessoa física Variação EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR 3,1% 2013 2017 Os carros mais vendidos em 2017 EM MILHARES UNIDADES 188,654 105,539 94,893 73,919 68,988 67,344 66,188


54,870 54,270 50,723 Onix GM HB20 Hyundai Ka Ford Gol VW Prisma GM Sandero Renault Corolla Toyota Strada Fiat Mobi Fiat Toro Fiat Fonte: Estadão Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer Toyota divulga teaser do novo Supra antes do Salão de Genebra Novo Ford GT desembarca no mercado europeu SUVs premium mais vendidos - Land Rover comemora com Velar e lamenta com Evoque Os 10 carros turbo mais baratos do Brasil http://assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41836 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452427 - REDE ACONTECE - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://redeacontece.com/brumado/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452426 - CORREIO DO POVO DE ALAGOAS - 14/02/2018

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Clipping Vendas de veículos novos crescem 15,83% em janeiro 7452425 - A CIDADE ON - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

Frota de Ribeirão Preto514.866 veículos (Arte / A Cidade) A queda nas taxas de juros, o aumento da confiança e as condições mais atrativas oferecidas pelas montadoras de veículos impulsionaram o mercado de carros novos em Ribeirão Preto. Tanto é que, em janeiro, as vendas cresceram 15,83% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi por conta destas condições especiais que o policial militar Ocimar Henrique Carvalho, de 47 anos, acabou trocando de carro no mês passado. "Encontrei um bom preço e facilidades, daí não pude deixar a oportunidade passar", diz. Segundo ele, o modelo escolhido custa cerca de R$ 92 mil. "Um valor acima do que pretendia gastar", afirma. "Mas, paguei um valor excelente de R$ 84 mil, abaixo do mercado, e ainda vendi meu usado por um bom valor", garante Carvalho, que deu o valor do carro usado de entrada e financiou o restante. Além dos descontos no valor total do veículo, o policial militar ganhou o IPVA 2018 total, o insufilm e o protetor de cárter. "Fiz a compra pela oportunidade. Estava pesquisando e achei um excelente negócio", comenta. Para André Leal, gerente da Keiji Nissan, o mercado de veículos está otimista. "Ter um resultado positivo em janeiro mostra que entramos em 2018 com o pé direito", diz. Fernando Ferreira, supervisor de vendas da Atri Fiat, concorda: "Foi um resultado muito bom, já que janeiro não é um mês de alta nas vendas devido aos inúmeros gastos de começo de ano, como matrícula e material escolar, IPTU e IPVA." De acordo com eles, a crise dos últimos anos, somada ao desemprego e a queda da confiança do consumidor, freou o consumo. Porém, para este ano, a expectativa é que o mercado de automóveis cresça de 11% a 15%. Vendas em alta Leal afirma que a Keiji Nissan, em venda varejo, cresceu 75% entre os anos de 2016 e 2017. "Já em janeiro de 2017 vendemos 88 veículos novos, enquanto que no mesmo mês deste ano foram 123, um aumento de 39,7%", comemora. Segundo Ferreira, em Ribeirão Preto, a Fiat cresceu 54% de dezembro de 2017 para janeiro deste ano. "Quem vem à concessionária, não sai daqui sem fechar negócio", finaliza. Fatores positivos para alta nas vendas Para André Leal, da Keiji Nissan, o setor surpreendeu bastante neste início de ano e a expectativa é seguir em alta. "O mês de janeiro bom deve-se a um conjunto de fatores: o consumidor está acreditando na economia do País, está animado e, com isso, injeta dinheiro no mercado", acredita. "Somado a isso, as taxas de juros em queda, caindo mês a mês, estimulam o consumo", completa. Já Fernando Ferreira, da Atri Fiat, frisa que o bom momento no início de 2018 se deve ao fato da queda da taxa Selic. "Com isso, reduz as taxas de juros e o banco precisa emprestar dinheiro, o que ajuda muito na venda do varejo", explica. "Esta foi a melhor notícia: a redução das taxas de juros, que faz com que o cliente tenha uma opção de compra melhor", conclui. Facilidades para fisgar o consumidor Para estimular cada vez mais as vendas, as montadoras e concessionárias oferecem inúmeras vantagens e facilidades aos seus clientes. De acordo com André Leal, em janeiro, a Nissan disponibilizou taxa zero para todos os veículos e IPVA total de 2018 como cortesia, sendo este um bônus da montadora. "Agora, em fevereiro, oferecemos bônus na troca, supervalorizando o usado, e mantivemos a taxa zero em toda a linha", afirma. A Atri, segundo Fernando Ferreira, ofereceu taxa de 0,99% em alguns modelos. "Além do desconto para CNPJ e produtores rurais, e bônus no IPVA 2018, mais documentação e as duas primeiras revisões", lista.


Por isso, eles afirmam que a hora de trocar o carro é agora. "Isso porque, as montadoras estão proporcionando condições mais atrativas de negócios, como flexibilização da taxa de juros, valorização do usado do consumidor e diversos bônus", finaliza Leal. Quase 60 negócios por dia Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) mostram que a venda de automóveis novos, em Ribeirão Preto, cresceu 15,83% em janeiro deste ano, comparado ao mesmo mês de 2017, saltando de 1.478 para 1.712 veículos comercializados. Foram registradas mais de 57 transações por dia. Em relação a janeiro de 2016, a alta foi de 33,12%. Ainda segundo a entidade, a frota ribeirão-pretana fechou 2017 com 514.866 carros, motocicletas, utilitários, caminhões e afins. Em todo o Brasil, o mercado de veículos novos começou 2018 em alta e a expectativa da Fenabrave é de manutenção do clima favorável às vendas, especialmente para os automóveis e comerciais leves. "As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos. A Fenabrave tem projeções otimistas para o ano de 2018. Acreditamos que, gradualmente, o Setor da Distribuição de Veículos retome seu ritmo normal", comentou Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade. https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/economia/veiculos/NOT,0,0,1306981,vendas+de+v eiculos+novos+crescem+15+83+em+janeiro.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452423 - BRASÍLIA AGORA - 14/02/2018

Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo http://brasiliaagora.com.br/2018/02/14/27428/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452422 - BRASÍLIA DE FATO - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Você também pode gostar PUBLICIDADE PUBLICIDADE http://brasiliadefato.com.br/economia/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratos-voltamcrescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer em 2017 7452421 - CAMAÇARI AGORA - Camaçari - BA - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos voltou a crescer no 2º semestre de 2017. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados . A soma de todos os veículos que se enquadram nos grupos carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat) voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. Mercado dos chamados carros mais baratos estava em queda desde 2013. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. http://www.camacariagora.com.br/dn.php?cod_noticia=15612 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: BA Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452420 - FOLHA PA - Belém - PA - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.folhapa.com.br/artigo/265160/Vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Com informações do Estadão Conteúdo. / Radio Sorri Estado: PA Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7452419 - ASSOBRAV - 14/02/2018

André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo 14 Fevereiro 2018 | 05h00 A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford e os hatches pequenos como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat. A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. Ônix D e HB20 lideraram as vendas em 2017 Foto: Rafael Arbex/Estadão A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Novo cenário Venda de carros de entrada e hatchs pequenos para pessoa física Variação EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR 3,1% 2013 2017 Os carros mais vendidos em 2017 EM MILHARES UNIDADES 188,654 105,539 94,893 73,919 68,988 67,344 66,188


54,870 54,270 50,723 Onix GM HB20 Hyundai Ka Ford Gol VW Prisma GM Sandero Renault Corolla Toyota Strada Fiat Mobi Fiat Toro Fiat Fonte: Estadão Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Mercedes-Benz Classe C ganha retoque visual, mais potência e equipamentos Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer Toyota divulga teaser do novo Supra antes do Salão de Genebra Ferrari 488 GTO: ouça a sinfonia do V8 mais poderoso da marca italiana Novo Ford GT desembarca no mercado europeu https://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41836 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452418 - MISÉRIA - 14/02/2018

Vendas de carros mais baratos voltam a crescer Publicidade A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 (Foto: Reprodução) Em 14/02/2018 às 10:15 Publicidade A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. http://www.miseria.com.br/?page=noticia&cod_not=214774 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer - Ecos da notícia portal de notícias do acre, com vários conteúdos de polícia, cotidiano, geral, mundo e classificados grátis. 7452417 - ECOS DA NOTÍCIA - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. Compartilhe isso: Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) Compartilhe no Skype(abre em nova janela) Relacionado https://ecosdanoticia.net.br/2018/02/14/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-crescer.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7452416 - A REDAÇÃO - Goiás - GO - 14/02/2018

São Paulo - A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado) http://aredacao.com.br/negocios/99128/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: GO Disponibilização: 14/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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