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Clipping Volkswagen planeja investir R$ 10 bi no País até 2018 4242639 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - ECONOMIA - SANTO ANDRÉ - SP - 23/03/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=tTwGO9DKJtx07uFP/+YilcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Leone Farias Cidade: SANTO ANDRÉ Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4242639.pdf

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Clipping Fenabrave: venda de veículos leves bate recorde 4240254 - JORNAL DE ITATIBA - GERAIS - ITATIBA - SP - 09/03/2014 - Pág b5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ZdM5IKipzFWILALxnYvW88NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Gustavo Porto Cidade: ITATIBA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4240254.pdf

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Clipping Mais potente, Mercedes A 250 Turbo estreia neste mês 4241104 - FOLHA DE S.PAULO - VEÍCULOS - SÃO PAULO - SP - 23/03/2014 - Pág 4 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=7jM0JXUeJh+S6Q4yC1elycNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241104.pdf

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Clipping Vendas de veículos novos avançam 3% no 1º bimestre do ano em MS 4240401 - CORREIO DO ESTADO - CAPA - CAMPO GRANDE - MS - 12/03/2014 - Pág capa e 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=zD6uFSZW3vymAurY8ADquMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CAMPO GRANDE Estado: MS País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4240401.pdf

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Clipping Ano começa com ritmo de atividade superior ao esperado 4241539 - VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 24/03/2014 - Pág A3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=btexm3+vBkh07uFP/+YilcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Denise Neumann e Tainara Machado Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241539.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 3 da edição "24/03/2014 1a CAD A" ---- Impressa por pbarros às 23/03/2014@20:17:03 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 24/3/2014 (20:17) - Página 3- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

Segunda-feira, 24 de março de 2014

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Valor

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A3

Brasil Conjuntura Retomada é modesta, mas emprego e indústria surpreendem

Ano começa com ritmo de atividade superior ao esperado

O início de ano mais positivo do que o esperado contribuiu para prognósticos um pouco melhores para a atividade no primeiro trimestre, mas economistas não acreditam que a economia e o mercado de trabalho vão sustentar o ritmo observado entre janeiro e fevereiro. Além da confiança em baixa, as incertezas presentes no cenário, como crise na Argentina, risco de racionamento de energia e os efeitos defasados do ciclo de aperto monetário em curso ainda são considerados entraves a um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 acima dos 2,3% observado no ano passado. “O ano começou bem melhor do que a visão que tínhamos dele no fim do ano passado”, diz o economista-chefe do banco ABC Brasil, Luiz Otávio de Souza Leal. “Mas não é um nível de atividade para comemorar porque ele continua baixo e os índices de confiança mostram que o desânimo se mantém”, pondera. Leal revisou de zero para uma alta de 0,5% a projeção para o crescimento do PIB do primeiro trimestre, em relação aos três meses anteriores, depois de conhecidos os primeiros indicadores do período. “O trimestre veio melhor que o esperado, mas ainda mantemos nossa projeção de um crescimento zero no trimestre”, diz Thais Marzola Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados. Apesar da recuperação de janeiro, outubro e novembro do ano passado foram meses de atividade mais forte, o que desfavorece a comparação com este começo de

Renda Aumento real de 3,6% em janeiro sobre janeiro/13

Atividade (IBC-Br) Crescimento de 0,9% sobre janeiro/2013 e 1,26% sobre dezembro

Emprego 77% mais vagas formais criadas no primeiro bimestre sobre igual período de 2013

Crédito Volume de concessões foi 9,9% maior em janeiro sobre jan/2013

Intenção de consumo das famílias Indicador caiu 3,3% entre fevereiro e março e 5,1% na comparação com mesmo mês de 2013 Vendas de automóveis Após três altas consecutivas, licenciamento de veículos teve recuo de 17,4% entre janeiro e fevereiro**

Inadimplência Queda de 5,5% para 4,4% entre jan/13 e jan/14 e estabilidade em relação a dezembro

Indústria Alta de 2,9% sobre dezembro e queda de 2,4% sobre janeiro/13

Produção de automóveis Alta de 15,1% em relação a janeiro***

Confiança do consumidor Recuo de 1,7% sobre janeiro e de 7,7% em relação a fev/13

Varejo Vendas em volume cresceram 3,5% sobre jan/2013 e 2,1% sobre dezembro

Expedição de papel ondulado Alta de 3,3% no primeiro bimestre, em relação a igual período de 2013

Serviços Alta de 9,3% sobre janeiro/2013, sem descontar a inflação

Confiança da indústria Caiu 1% na comparação com janeiro e 7,5% sobre fev/13

Venda de aços planos Aumento de 16,4% das vendas em relação ao primeiro bimestre de 2013

Indicador Antecedente Composto da Economia (FGV) Caiu 1,4% em fevereiro, após queda de 0,8% em janeiro

Fluxo de veículos pedagiados Avanço de 2,5% entre janeiro e fevereiro*** Índice Antecedende de Vendas no Varejo Alta de 7,5% das vendas em fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2013

Falta de confiança Consumidores e empresários começaram 2014 menos otimistas (média dos últimos cinco anos = 100) Índice de Confiança Empresarial**** 112 108

Índice de Confiança do Consumidor

106,4

104 100 96

94,6

105,0

92,2

92

Sergio Amoroso: proximidade da Copa e aumento da venda de TVs impulsionaram alta na expedição de papel ondulado

nada do primeiro bimestre, reforçando a massa salarial e, por consequência, dando um fôlego extra ao consumo. No primeiro bimestre, a inflação de alimentos foi menor do que em 2013, o que liberou renda para outros bens. Essa situação, contudo, deve mudar em março. A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE mostrou alta de 0,4% sobre dezembro e 6,2% sobre janeiro do ano passado, percentual próximo ao 6,8% indicado pela pesquisa do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) para o mesmo mês. Para fevereiro, o Índice Antecedente de Vendas (IAV) do IDV aponta um crescimento de 7,5% nas vendas das 48 varejistas associadas ao instituto, enquanto a estimativa das mesmas empresas para

março é de alta de 4%. Em evento na semana passada, a presidente do Magazine Luiza, Luiza Trajano, disse que, para o conjunto do varejo, “janeiro foi espetacular, fevereiro sem Carnaval foi muito bom e março continua bom”. Nos dados da Serasa Experian, no primeiro bimestre o movimento nas lojas foi 6% superior ao dos dois primeiros meses de 2013, com alta mais forte em janeiro e desaceleração em fevereiro. Para Luiz Rabi, economista da Serasa, fevereiro já refletiu um ritmo menos intenso, que apareceu também na menor demanda dos consumidores por crédito. “O calor levou a um aumento mais forte nas vendas”, diz ele, listando uma das causas para o ritmo acima do esperado no começo do ano. “Mas os efeitos da taxa de juros ainda serão

Dados positivos afastam temor de PIB negativo no primeiro trimestre De São Paulo

Variação de indicadores econômicos do primeiro trimestre*

JOÃO BRITO/VALOR

Denise Neumann e Tainara Machado De São Paulo Em meio ao noticiário predominantemente negativo, há pelo menos uma boa surpresa no início deste ano: os indicadores de atividade já conhecidos para janeiro e fevereiro superaram expectativas, ainda que o retrato seja de uma economia com crescimento modesto. O aumento da renda foi mais forte do que em igual período do ano passado, a criação de empregos formais superou em 77% o primeiro bimestre de 2013 e os indicadores já conhecidos apontam para alta da produção industrial em fevereiro, após o avanço de 2,9% entre dezembro e janeiro, na série com ajuste sazonal. Os economistas veem os dados com cautela, mas o início de ano mais positivo, em parte por causa do clima quente, deixou um pouco mais distante a hipótese de retração do Produto Interno Bruto (PIB) logo na abertura de 2014. Janeiro e fevereiro mais fortes devem compensar a fraqueza esperada para março, por causa do efeito Carnaval (que aumentou o número de dias úteis em fevereiro, mas reduziu os deste mês). Já a queda da confiança de empresários e consumidores, que está no menor nível desde 2009, torna pouco provável uma retomada mais consistente da economia no curto prazo, além de indicar desaceleração do investimento. O mercado de trabalho, principal sustentação do consumo, mostrou bons números. A renda começou 2014 com alta superior a do início do ano passado. Pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio real de janeiro foi 3,6% superior ao de igual período do ano passado, marcando o terceiro mês seguido de ganho real acima de 3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Essa aceleração do ganho real foi acompanhada por um aumento mais forte nas contratações com carteira assi-

Dança de indicadores

ano, afirma Thais. No último trimestre do ano passado, a economia avançou 0,7%, segundo o IBGE, mais do que o esperado por economistas. A alta foi puxada principalmente pelo setor de serviços, do lado da oferta, e pelos investimentos, pela ótica da demanda, embora o consumo das famílias também tenha dado contribuição positiva. A LCA Consultores também mantém sua projeção, mas ela já estava acima da média do mercado — 0,5% sobre o quarto trimestre. Fabio Romão, economista da consultoria, não considera que o quadro bastante positivo de emprego e renda neste começo de ano seja mantido ao longo de 2014. Não virá do mercado de trabalho, portanto, um estímulo extra — antes não projetado — para a demanda. Para ele, a renda real não vai crescer mais de 2% ao longo de 2014 e os dados de emprego merecem cautela. A criação de 260 mil novas vagas formais em fevereiro, 111% a mais do que em igual período do ano passado, foi impulsionada pelo Carnaval e em março ocorrerá o contrário, sobrando “dois meses razoáveis” nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), diz ele. Os dados mais favoráveis do início do ano são “ilusórios e não convencem”, afirma José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. “A confiança está baixa, com alta de juros é inevitável que expansão do crédito desacelere e a inflação mais alta em março vai reduzir os ganhos de renda real”, afirma o economista. Após a divulgação do PIB do

quarto trimestre de 2013 e olhando para os indicadores do fim do ano passado, Fernando Rocha, economista e sócio da JGP Gestão de Recursos, chegou a estimar que poderia haver uma pequena contração no crescimento no início deste ano. “Os números vieram melhores que o esperado e o cenário mais provável é um pequeno crescimento, entre 0,2% e 0,3%”, observa Rocha, ressaltando que o Carnaval em março deixou fevereiro mais robusto e agora, talvez, parte da alta registrada no mês passado seja devolvida. Esse início mais forte, contudo, não mudou o cenário da JGP para o ano. Rocha projeta perda de dinamismo na produção de automóveis (que afeta outros setores industriais), pelo lado da oferta, e investimento mais fraco, pelo lado da demanda. A dúvida sobre a oferta de energia, diz ele, pode constranger investimentos, que já serão afetados pela decisão de reduzir os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No cenário traçado por Leal, do ABC Brasil, além da confiança, uma série de fatores atrapalham 2014. A crise na Argentina (que reduz a demanda por produtos brasileiros), a insegurança sobre a oferta de energia, o crescimento menor do salário mínimo, o aperto monetário, o risco de outro choque de alimentos e a intenção já anunciada de contenção do crédito dos bancos públicos compõem um quadro que limita o crescimento do PIB deste ano em uma faixa entre 1,5% e 2%. “Não vai ser de 1%, mas será próximo do ano passado”, resume ele. (DN e TM)

sentidos”, acrescenta. A expedição de papel ondulado, considerado um bom termômetro das encomendas da indústria de bens de consumo, também foi beneficiada pelas altas temperaturas do verão, diz Sergio Amoroso, presidente da associação que reúne os fabricantes do setor. No primeiro bimestre, houve alta de 3,3% da expedição de papel, na comparação com igual período do ano passado. Além da demanda mais forte de fabricantes de bebidas, ventiladores e aparelhos de ar-condicionado, o resultado foi impulsionado pela proximidade da Copa do Mundo e aumento das vendas de televisores. Mesmo que março seja mais fraco, por causa do menor número de dias úteis em função do Carnaval, Amoroso

Jan

Jan

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2011

2012

2013

Fev 2014

Fonte: IBGE, Banco Central, FGV, IDV, CNC, Fenabrave, Anfavea, ABPO, ABCR e Inda. * Toda comparação sobre dezembro é com ajuste sazonal. ** Série com ajuste sazonal da LCA. *** Série com ajuste sazonal da Tendências Consultoria. **** Índices de Confiança Empresarial (agregação, por pesos econômicos, dos índices de confiança da Indústria, Serviços, Comércio e Construção, previamentes ajustados por sazonalidade)

avalia que o setor pode encerrar o trimestre com alta de 3% da produção em relação a igual período de 2013. Em sua avaliação é um bom resultado e pode levar a associação a revisar para cima a estimativa de crescimento de cerca de 3,5% projetado para este ano. O início de ano mais forte do que o esperado se estendeu a outros segmentos da indústria. As vendas de aços planos subiram 16,4% sobre o primeiro bimestre do ano passado e as vendas internas de produtos químicos aumentaram 3,3%, no mesmo período. Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria, projetava um mês de fevereiro mais fraco, mas com os indicadores já disponíveis passou a estimar alta de 0,6% da produção industrial no período, após avanço de 2,9% em janei-

ro, feitos os ajustes sazonais. A produção de automóveis subiu 15,1% nessa comparação, de acordo com dados da Anfavea dessazonalizados pela consultoria. “Foi um resultado disseminado, com alta de veículos leves e de ônibus e consideravelmente acima das nossas projeções”. Ainda que parte dessa alta seja “devolvida” em março, a indústria deve encerrar o trimestre com aumento de 0,5% da produção, após dois trimestres consecutivos de queda. Apesar do crescimento um pouco maior esperado para a indústria no período, a Tendências projeta alta de 0,2% do PIB entre janeiro e março porque o setor de serviços não deve sustentar o mesmo ritmo do fim do ano passado, afirma. Ver também página A4

Confiança de empresários e das famílias volta ao patamar de 2009 De São Paulo A confiança de empresários e consumidores voltou ao mesmo patamar observado em 2009, quando o Brasil ainda sofria os efeitos da crise global, após as quedas observadas nos últimos três meses, segundo acompanhamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Para Aloisio Campelo, superintendente-adjunto de ciclos econômicos do Ibre, a atual “onda” de pessimismo é diferente da que ocorreu em julho, quando houve queda rápida dos índices por causa das manifestações que tomaram as ruas de diversas cidades do país, mas com recuperação nos meses seguintes. No atual momento, as retrações são menos intensas, mas parecem configurar uma tendência. “Temos desapontamento com crescimento mais fraco da economia nos últimos anos, a inflação ainda é uma questão que adiciona incerteza ao cenário, então é difícil vislumbrar de onde vão vir notícias positivas que possam reverter esse movimento”, diz o economista. Para Campelo, o aumento do pessimismo no início de 2014 reduz as chances de mudanças no cenário de crescimento no horizonte de três a seis meses. “As expectativas tendem a ter influência sobre o ritmo de atividade, o que leva a crer em continuidade do baixo crescimento que temos observado nos anos recentes”. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), por exemplo, caiu 1,7% em fevereiro, a terceira queda consecutiva em relação ao mês imediatamente anterior, e atingiu

o menor nível desde maio de 2009. As famílias que consideram a situação econômica ruim aumentaram de 35,7% para 41% do total, enquanto aqueles que consideram o quadro bom representam 15,2% do total, um pouco mais do que os 14,2% em janeiro. Para Campelo, o endividamento e a redução da capacidade de consumo das famílias ainda pesam sobre a confiança, principalmente no que se refere às expectativas, que também estão no nível mais baixo desde 2009. No entanto, diz, é possível que uma parcela do pessimismo tenha relação com o noticiário econômico, que tem sido negativo. “É algo reversível, mas que tende a levar o consumidor a agir de forma mais cautelosa”, afirma. Outros indicadores reforçam a percepção de que o consumidor está mais reticente. Em março, a Intenção de Consumo das Famílias caiu 3,3%, na comparação com o mês anterior, enquanto o Nível Atual de Consumo recuou 1,8%, para o menor patamar da série histórica, iniciada em 2010, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para Bruno Fernandes, economista da confederação, os dados são “um forte indício de desaceleração da demanda no curtíssimo prazo”, embora a expectativa seja de melhora gradual ao longo do restante do ano. “As condições de crédito provavelmente vão continuar restritas, mas o mercado de trabalho segue aquecido e deve sustentar alguma aceleração das vendas ao longo do ano”, afirma. Levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de

São Paulo (FecomercioSP) também mostrou queda de 7,8% da confiança dos consumidores do município de São Paulo entre fevereiro e março. Já a confiança dos empresários costuma traduzir melhor os movimentos da economia, diz Campelo, da FGV, o que não guarda boa notícia para os próximos meses. O Índice de Confiança Empresarial elaborado pela FGV a partir da agregação, por pesos econômicos, dos índices de confiança da Indústria, Serviços, Comércio e Construção, previamente ajustados por sazonalidade, ficou em 94,6 pontos em fevereiro, abaixo da média dos últimos cinco anos (100 pontos). Desde 2000, o índice só ficou abaixo deste nível entre julho e setembro de 2013, quando as manifestações e a rápida desvalorização da taxa de câmbio abalaram o ânimo dos empresários. Naquele trimestre, a atividade recuou 0,5% sobre os três meses imediatamente anteriores, com ajuste sazonal. O índice se recuperou ao longo do restante do segundo semestre do ano passado, movimento seguido pela atividade, mas voltou a cair a partir de dezembro. No setor industrial, Campelo nota que após leve recuperação até janeiro, a confiança caiu 1% em fevereiro e a prévia de março aponta para outra queda, de 1,7%, no período. “Talvez a indústria estivesse se preparando para um início de ano um pouco melhor, principalmente em relação às encomendas internacionais, mas algumas notícias do setor externo, como a crise na Argentina, podem ter abalado o humor dos empresários do ramo”, diz. (TM e DN)


Clipping Mais moderno, Fiorino chega com a cara do Uno 4238594 - A TRIBUNA - SOBRE RODAS - VITÓRIA - ES - 20/03/2014 - Pág 3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=kiE6vMZolfJPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: VITÓRIA Estado: ES País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4238594.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 110,88 Fechamento: 03/14 Tiragem: 41148,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 110,88 Total: 0,0000


VITÓRIA, ES, QUINTA-FEIRA, 20 DE MARÇO DE 2014 ATRIBUNA

3

Sobre Rodas TEST DRIVE

Mais moderno, Fiorino chega com a cara do Uno FOTOS: ASSESSORIA FIAT

Avaliado por Sobre Rodas, utilitário da Fiat apresentou em fevereiro seu melhor desempenho de vendas em quase quatro anos oi-se o tempo em que o cantor Gabriel Gava precisava cortar um dobrado para “jogar a gata no fundo da Fiorino...” e, é claro, declarar todo o seu amor. Se antes veículos de outras marcas eram considerados por ele bem mais acolhedores, a Fiat resolveu dar uma resposta e lançar no mercado uma versão maior e mais bonita do modelo. Trata-se da terceira geração do utilitário, que chegou ao País no final do ano passado trazendo como novidades plataforma exclusiva, visual modernizado, novas dimensões, maior capacidade de carga e motorização mais potente. Avaliado por Sobre Rodas, o Firino traz dianteira idêntica a do Novo Uno. Por dentro, o carro – que parte de R$ 38.540 – também traz semelhanças com o hatch da marca, mas por ser voltado principalmente ao trabalho, oferece de série apenas duplo airbag e freios ABS – itens que agora são obrigatórios no País. Na lista de opcionais constam direção hidráulica, ar-condicionado, computador de bordo, faróis de neblina, rádio MP3 com USB e travas e vidros elétricos. Eles podem ser adquiridos individualmente ou dentro de três kits – que tornam o modelo até R$ 4.500 mais caro. Há ainda itens de personalização como porta-óculos, rede elástica para o banco e pedaleiras esportivas. Sob o capô, o utilitário trocou o motor 1.3 flex, de 71 cv e 11,6 kgfm de torque, pelo 1.4 flex, de 88 cv e 12,5 kgfm, já usado no Uno, Palio e Siena. O câmbio segue manual, com cinco marchas.

F

A DIANTEIRA da terceira geração do Fiorino é idêntica a do Novo Uno. Preço do veículo parte de R$ 38.540

DETALHES DO MODELO

DERIVADO do Uno, painel traz novo quadro de instrumentos

Sobre o consumo, a Fiat não informou números, mas diz que o modelo bebe, em média, 3,6% menos do que o anterior. O compartimento de carga possui capacidade de 3.100 litros e leva até 650 quilos – há ganchos para a fixação da carga. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automo-

tores (Fenabrave) revelam que o modelo apresentou em fevereiro seu melhor desempenho de vendas em quase quatro anos. No mês passado, conquistou 2.146 consumidores e voltou ao top 10, situação oposta à da descontinuada Volkswagen Kombi, que somou apenas 595 unidades comercializadas no período.

Motor

Freios

> TRANSVERSAL, dianteiro, bicom-

> DIANTEIROS: a disco ventilado > TRASEIROS: a tambor

> MECÂNICA com pinhão e cremalheira

Transmissão > MANUAL com cinco marchas à fren-

te e uma à ré

ASSESSORIA PEUGEOT

207 IN CONCERT: novidades

ILUMINAÇÃO facilita o uso do porta-luvas, principalmente à noite

Câmbio é manual de cinco velocidades

Direção

O Peugeot 207 sedã está sendo comercializado em versão única na linha 2014. Batizado de In Concert, o modelo tem preço sugerido de R$ 36.090 na cor cinza cendré e o único opcional é a pintura que custa R$ 500 para o branco branquise e R$ 1.100 para o cinza aluminium. Os principais destaques do veículo são o pacote mais completo de equipamentos e o moderno rádio da Clarion. O aparelho traz conexão para iPod ou iPhone via entrada USB, acesso ao Pandora, aplicativo que permite personalizar o tipo de música de sua preferência, ao iTunes Tagging, para marcar as músicas de que gostou e comprá-las, Bluetooth, controle remoto sem fio e amplificador com quatro canais de áudio e, ainda, alto-falantes nas portas dianteiras de 180 watts de potência. Para diferenciar a versão, ele vem com monogramas nas laterais e soleira de portas com a inscrição “In Concert”, que identificam a série especial. Desde fábrica a versão traz arcondicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros com comando sequencial no lado do motorista, travamento automático das portas e do porta-malas e chave com telecomando (aciona travas elétricas nas portas e porta-malas), entre outros itens. Sob o capô, traz motor 1.4 flex que rende potência de 82 cv e torque de 12,9 kgfm com apenas álcool no tanque.

O COMPARTIMENTO de carga do modelo pode transportar até 650 quilos

RAIO X

bustível, com quatro cilindros em linha 3 > CILINDRADA: 1.368 cm > POTÊNCIA: 85 cv (gas) e 88 cv (álc) a 5.750 rpm > TORQUE: 12,4 kgfm (gas) e 12,5 kgfm (álc) a 3.500 rpm

Peugeot lança série especial para 207 sedã

Rodas e Pneus > RODAS: 5,5x14” > PNEUS: 175/70 R14

Suspensão > DIANTEIRA: MacPherson com rodas

> LARGURA: 1.643 > ALTURA: 1.900 > DISTÂNCIA ENTREEIXOS: 2.717 > PORTA-MALAS: 3.100 litros > TANQUE: 58 litros

Desempenho > 0 A 100 KM/H: 12,4 segundos (gas)

11,9 segundos (álc)

independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora > TRASEIRA: Eixo rígido tipo Ômega

> VELOCIDADE MÁXIMA: 157 km/h

Dimensões (mm)

> CIDADE: Não divulgado > ESTRADA: Não divulgado

> COMPRIMENTO: 4.384

UTILITÁRIO vem equipado com câmbio manual de 5 velocidades

(gas) e 158 km/h (álc)

Consumo INTERIOR oferece porta-trecos para facilitar vida a bordo

Kangoo renovado parte de R$ 40.850 A Renault lança a linha 2015 da multivan Kangoo com novos detalhes no desenho e também novos tecidos nos bancos, freios ABS e airbag duplo de série. Disponível com uma opção de cor sólida (Branco) e duas metálicas (Prata Etoile e Cinza Quartz), o Kangoo tem preço sugerido a partir de R$ 40.850. Internamente, as novidades são os bancos da cabine, agora com novos tecidos mais confortáveis e resistentes. Já o painel e os revestimentos de portas ganharam tonalidade escura, na cor carbone foncé. O modelo traz motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve potência de 98,3 cv com álcool e 95 cv com gasolina. O torque máximo é de 15,3 kgfm e de 15,1 kgfm, respectivamente.


Clipping Os 10 carros mais vendidos na quinzena 4238613 - A TRIBUNA - SOBRE RODAS - VITÓRIA - ES - 20/03/2014 - Pág 32 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ovB9nGHlqgc/LTaVk/dxpcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: VITÓRIA Estado: ES País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4238613.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 110,88 Fechamento: 03/14 Tiragem: 41148,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 110,88 Total: 0,0000


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ATRIBUNA VITÓRIA, ES, QUINTA-FEIRA, 20 DE MARÇO DE 2014

Sobre Rodas

FAROL ALTO Os 10 carros mais vendidos na quinzena ados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revelam que o Volkswagen Gol foi, mais uma vez, o veículo mais vendido no mercado nacional. Ao todo, foram comercializadas na primeira quinzena de março 5.618 unidades do modelo. A Fiat Strada se mantém na segunda colocação, com 5.151 carros vendidos. Na sequência vem Fiat Palio (5.047) e

D

ASSESSORIA FORD

Chevrolet Onix, que não só superou o Hyundai HB20, com suas 4.160 unidades emplacadas na quinzena, como também deixou o Uno, que vendeu 3.903 carros e ficou em quinto lugar, na poeira. A lista dos 10 mais vendidos inclui ainda Hyundai HB20 (3.403), Volkswagen Fox (3.196), Fiat Siena (3.161), Ford Fiesta hatch (3.047), que caiu para a nona posição, e Volkswagen Voyage (2.209). DIVULGAÇÃO

Revendas oferecem revisão pós-Carnaval Passados o período de férias e o Carnaval, motoristas têm procurado concessionárias da Grande Vitória para colocar a revisão do carro em dia. De acordo com Susarion Roatt,

gerente de serviços da Vitoriawagen, revenda Volkswagen no Estado, a procura por revisão é crescente, em especial neste período após recessos prolongados. As concessionárias da rede têm

recebido uma média de 55 veículos para revisão por dia. Informações podem ser obtidas nas unidades Vitoriawagen de segunda a sexta, das 8h às 18h e, aos sábados, das 8h às 12h.

Quantos Fiat 500 vale um Cristiano Ronaldo? ASSESSORIA FIAT

Esta semana foi divulgada a lista dos jogadores mais ricos do mundo com uma novidade: David Beckham, que durante anos liderou a lista, ficou de fora já que em 2013 se aposentou dos gramados. Em seu lugar, entrou o atual melhor do mundo. Cristiano Ronaldo pulou da terceira para a primeira colocação, superando também o argentino Lionel Messi, que se manteve na vice-liderança. Segundo o levantamento realiza-

Programação só para mulheres As revendas CVC promovem sábado a Clínica de Serviços Chevrolet, das 8 às 14 horas, com o check-up gratuito de mais de 30 itens, e o Espaço Mulher Mary Kay. Os clientes que participarem ainda poderão agendar a lavagem do carro, como cortesia. No mesmo dia, a CVC Vitória e a CVC Serra realizam um curso

do pelo site inglês goal.com, o astro do Real Madrid e da Seleção Portuguesa já arrecadou R$ 479 milhões durante sua carreira. Com essa bolada, ele poderia

comprar nada menos que mais de 9.958 unidades zero quilômetro do Fiat 500 Cult 1.4 Flex Evo Dualogic. O valor médio do modelo no Brasil é de R$ 48.098.

Março tem baixo movimento nas lojas

Brasil teve 438 novidades em 2013

Montadora cria novo programa de benefícios

Considerando o fraco resultado da primeira quinzena de março (foram emplacadas 88.863 unidades), o mês deve fechar com um dos piores resultados em vendas. O feriado prolongado do Carnaval contribuiu para o resultado, com vendas na média de 12.700 unidades diárias – número mais baixo dos últimos meses. Entre as marcas, a Fiat segue na liderança do mercado com 23,7% de participação.

Levantamento da Agência Autoinforme revelou que o consumidor brasileiro teve nada menos do que 438 novidades em 2013. Por outro lado, 202 carros deixaram de ser importados ou produzidos. A Ford foi a marca que mais perdeu carros: 45 versões. Nesses números estão considerados não apenas os carros que estrearam no País, mas todas as versões de acabamento, motorização e carroceria, de todas as marcas, fabricadas no Brasil e importadas.

A Fiat lança o Fiat Club, programa de benefícios para clientes e fãs da empresa. Todos, incluindo donos de um carro novo, seminovo ou mesmo quem não tem carro, podem se inscrever no clube e ter acesso a benefícios. Usuários do programa acumulam pontos à medida que se relacionam com a empresa e entre os principais benefícios estão serviços para o carro, participação em eventos, shows e espetáculos, além de descontos em cinemas e viagens.

de mecânica básica para mulheres, a partir das 9h. O conteúdo, prático e teórico, contempla o funcionamento básico do veículo, técnicas de manutenção, além de mitos e verdades sobre o carro. As alunas vão visitar a oficina mecânica e aprender a trocar o pneu do veículo. Inscrições gratuitas pelo telefone 3298-9006.

GM vai lançar série especial para o compacto Onix ASSESSORIA GENERAL MOTORS

Para pegar carona na popularidade do festival de música Lollapalooza, que acontece no início de abril em São Paulo, e aumentar as vendas de seu hatch Onix, a Chevrolet vai oferecer a série limitada Onix Lollapalooza. A montadora ainda não confirmou o preço e as especificações desta versão, mas a expectativa é de que o carro – que será vendido apenas nas cores azul, laranja e branca – chegue somente com

motor 1.0 por R$ 41.500. Os principais diferenciais da série especial ficam por conta dos adesivos temáticos aplicados na carroceria e dos detalhes coloridos no interior do carro.


Clipping Volkswagen planeja investir R$ 10 bi no País até 2018 4241367 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufymK97aKTCuHQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.dgabc.com.br/Noticia/518125/volkswagen-planeja-investir-rs-10-bi-no-pais-ate2018?referencia=minuto-a-minuto-lista Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241367.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 74,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 60000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 74,00 Total: 0,0000


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Volkswagen planeja investir R$ 10 bi no País até 2018 - Diário do Grande ABC

Publicado em domingo, 23 de março de 2014 às 07:07

Volkswagen planeja investir R$ 10 bi no País até 2018 Comentário(s)

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Leone Farias do Diário do Grande ABC

A Volkswagen vai aportar R$ 10 bilhões em novos produtos e tecnologias no Brasil no período de 2014 a 2018. Trata-se de novo ciclo de investimentos, superior ao anunciado para o período de 2012 a 2016, que previa R$ 9,2 bilhões. Segundo o presidente da companhia no País, Thomas Schmall, esse novo ciclo reforça a confiança no mercado brasileiro. Por meio de nota, ele disse ainda que a montadora está avançando, com a modernização da linha de produtos, para atender às exigências dos consumidores brasileiros. Um exemplo, segundo ele, é o up!, fabricado em Taubaté (interior de São Paulo), que desde fevereiro está à venda no mercado brasileiro. A empresa não detalhou as informações sobre o aporte, em relação a quanto virá para a região. Neste ano, em automóveis e comerciais leves, a empresa é a segunda em vendas no mercado interno, com 17,9% de participação no mercado, atrás apenas da Fiat, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Os investimentos foram anunciados durante visita do presidente do Conselho Federal da Alemanha e governador da Baixa-Saxônia, Stephan Weil, na sexta-feira, à fábrica Anchieta, em São Bernardo. BRINCAR - Durante a visita, Weil teve oportunidade de conhecer o projeto social A Chance to Play – O Direito de Brincar, que foi iniciado em janeiro de 2013. Trata-se de iniciativa do Comitê Mundial de Trabalhadores da companhia, em conjunto com a entidade assistencial para crianças Terre des Hommes – Alemanha. Com recursos arrecadados entre os trabalhadores do grupo em todo o mundo e o apoio da empresa, o projeto tem orçamento de 1,5 milhão de euros (R$ 4,8 milhões na cotação de sexta-feira) e, no Brasil, já beneficiou 23 mil crianças e adolescentes de 12 projetos sociais. Além disso, capacitou 95 ONGs (Organizações Não Governamentais) e 840 educadores. Segundo o coordenador do A Chance to Play, Tuto Wehrle, há a expectativa de se chegar a 2 milhões de euros (R$ 6,4 milhões), neste ano, por meio de captação de recursos, por exemplo, com a venda de bolas, camisetas e canecas pelos colaboradores da Volkswagen. O objetivo do programa é sensibilizar para o direito de brincar, “passo essencial para a redução da vulnerabilidade social e violência doméstica”, afirma o Wehrle. Entre as ações que serão desenvolvidas neste ano, uma será realizada pelo projeto Futebol de Rua, que utiliza o esporte como elemento educativo, de cidadania e transformação social, para jovens e adolescentes. Será o campeonato Mundial de Futebol de Rua, que vai ocorrer de 1º a 12 de julho em São Paulo, com entrada franca.

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Clipping Renovado, Toyota Corolla encara Honda Civic na versão de entrada 4241365 - CARSALE - WEB - WEB - 19/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufynH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://noticias.carsale.uol.com.br/testes/2014/03/19/renovado-toyota-corolla-encara-hondacivic-na-versao-de-entrada-2/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241365.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


24/3/2014

Renovado, Toyota Corolla encara Honda Civic na versão de entrada |

19/03/2014 10h41

Testes

Renovado, Toyota Corolla encara Honda Civic na versão de entrada Pela liderança do segmento de sedãs médios, rivais se enfrentam com motorização de 1.8 litro e transmissão automática Guilherme Silva

Fotos: Mauricio Machado, Estúdio Malagrine e Divulgação

Durante o lançamento do novo Corolla, na última semana, a Toyota assumiu claramente que a principal missão do modelo é retomar a liderança do segmento de sedãs médios, atualmente dominado pelo Honda Civic. Para isso, a marca apresentou a nova geração de seu principal carro, que nos últimos anos sofreu com a superioridade técnica do rival. A seriedade dessa concorrência entre Civic e Corolla pode ser conferida nos números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Em 2013, o sedã da Honda teve 60.970 emplacamentos, ante 54.103 do Toyota. Juntos, os dois modelos representam quase 49% do total de vendas da categoria. Uma das estratégias utilizadas pela Toyota para atingir o seu objetivo foi deixar o Corolla menos

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Renovado, Toyota Corolla encara Honda Civic na versão de entrada |

conservador, com um visual mais moderno, de modo que atraia um público mais jovem. Além disso, o sedã utiliza uma versão evoluída e aumentada da plataforma da geração anterior, com novos elementos de segurança, e suspensão recalibrada. Sob o capô, o Corolla manteve os motores de 1.8 litro de 144 cv e 2.0 litros de 154 cv (potência com etanol), porém dotados de sistema de partida a frio. Mas as maiores novidades apresentadas pela Toyota são a oferta de transmissão CVT (continuamente variável), que substitui a antiquada caixa automática de quatro marchas, e a disponibilidade de cinco airbags (frontais, laterais e joelho do motorista) de série para todas as versões (a topo de gama, Altis, conta ainda com duas bolsas do tipo cortina). Eterno duelo nipônico O Carsale comparou os dois sedãs em suas versões de entrada, equipadas com transmissão automática (CVT, no caso do Toyota): Corolla GLi (R$ 69.990) e Civic LXS (a partir de R$ 68.890). Ambos levam sob o capô motores de 1.8 litro.

Novo Corolla tem linhas mais modernas e angulosas que a geração anterior.

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Estilo Seguindo a nova identidade visual da Toyota, batizada de “Keen Look”, o sedã fabricado em Indaiatuba (SP) tem as mesmas linhas do carro vendido no mercado europeu – a versão norte-americana tem aparência mais esportiva. O Corolla perdeu um pouco a “caretice” do antecessor graças à carroceria mais angulosa e vincada. Na dianteira, os faróis mais alongados e a grade parecem formar uma única peça, enquanto na traseira as lanternas são ligadas por uma barra cromada no meio da tampa. Por dentro, o Corolla decepciona pelo painel de linhas horizontais com desenho um tanto sisudo e grafismo simplório até demais para um carro de sua faixa de preço. O interior contrasta plásticos de boa qualidade e material emborrachado com peças plásticas parecidas com as de carros chineses, como na alavanca do freio de mão. A montagem e o encaixe das peças, entretanto, é boa. Já o reloginho digital à la Ford Del Rey, posicionado acima do rádio, remete aos anos 1980 e destoa do restante do carro. Apesar de enfrentar um adversário totalmente renovado, o Civic ainda aparenta querer impressionar pelo visual mais esportivo. Mas ao lado do Corolla, é possível notar como o sedã envelheceu visualmente perante o rival. No entanto, essa sensação termina ao abrir a porta do Honda. O painel, ainda um tanto futurístico para os dias de hoje, é dividido em dois andares, com o velocímetro digital posicionado acima do conta-giros analógico. O acabamento do modelo é mais caprichado devido o uso de tecidos e plásticos de qualidade superior.

Equipamentos Tanto o Corolla quanto o Civic são bem equipados de série, mas cada um apresenta uma estratégia diferente para conquistar o consumidor. Enquanto o Toyota oferece mais segurança com a oferta de cinco airbags, o Honda disponibiliza mais mimos, como ar-condicionado digital e câmera de ré com visor

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no painel. Deixando de lado essas diferenças, ambos saem de fábrica com direção eletro-assistida, freios com ABS (anti-travamento) e EBD (distribuidor eletrônico de frenagem), sistema de som com Bluetooth e conexões USB e auxiliar e comandos no volante, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, chave canivete, computador de bordo, coluna de direção com regulagens de altura e profundidade, rodas de liga leve de 16 polegadas, entre outros. Os dois modelos, no entanto, ficam devendo itens de segurança como controles de estabilidade e tração, presentes do Chevrolet Cruze, por exemplo. Sob o capô Os dois sedãs são equipados com blocos de 1.8 litro de 16 válvulas com comando variável, mas somente o Toyota tem sistema de partida a frio, que elimina a necessidade do reservatório auxiliar de gasolina. No Corolla, o propulsor desenvolve 139 cv de potência e 17,7 kgfm de torque a 4.400 rpm, quando abastecido com gasolina, e 144 cv e 18,4 kgfm a 4.800 rpm, com etanol. No Civic, o motor entrega 139 cv e 17,5 kgfm a 4.600 rpm, com o derivado de petróleo, e 140 cv e 17,7 a 5 mil rpm, com o combustível vegetal. No quesito transmissão, o Corolla passa a ser equipado com uma moderna transmissão CVT que simula sete velocidades. Nas versões XEi e Altis, o sistema conta com borboletas atrás do volante e modo esportivo (acionado por meio de um botão no console central) que estica as marchas para favorecer o desempenho. Já o motor do Civic é gerenciado por um câmbio automático convencional de cinco marchas. Comportamento Ao volante, o Corolla evoluiu consideravelmente em relação ao antecessor. O sedã manteve o rodar macio, porém ficou mais firme na estrada. A nova transmissão CVT casou muito bem com o motor 1.8 e, por simular sete velocidades, não tem o comportamento típico desse tipo de sistema. Durante a condução é possível notar a caixa realizando as trocas de marchas. Desse modo, o desempenho do carro não é prejudicado em retomadas e ultrapassagens, por exemplo. Já a direção elétrica do Toyota ficou mais pesada em velocidades mais altas, deixando a dirigibilidade mais agradável e com maior sensação de segurança. Conduzir os dois sedãs são experiências distintas e, por um instante, é possível esquecer que ambos são concorrentes. Enquanto o Corolla prioriza uma tocada mais macia e tranquila, o Civic apresenta um apelo esportivo ausente no rival. O modelo da Honda tem uma posição de dirigir mais baixa, e o painel com a seção central voltada ao motorista induz a explorar o que o carro tem a oferecer. Diferentemente do que ocorre no Corolla, a suspensão do Civic “transfere” as irregularidades do piso aos ocupantes por ter um acerto mais rígido. O sistema pode incomodar ao rodar em ruas esburacadas, mas agrada bastante em viagens por rodovias de asfalto liso. O câmbio automático do Honda trabalha em boa sintonia com o motor e responde prontamente quando é necessário realizar uma redução. A caixa do Civic, porém, poderia otimizar o desempenho do motor se tivesse a sexta marcha. Segundo os dados divulgados pelas montadoras, os sedãs têm consumo parecido. Abastecido com etanol, o Corolla tem marcas de 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada. Com gasolina, as médias são de 11,4 km/l em percurso urbano e 13,2 km/l em trecho rodoviário.

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Já os números do Civic, com o combustível vegetal no tanque, são os seguintes: 7,4 km/l rodando na cidade e 10,7 km/l na estrada. Com gasolina: 9,5 km/l e 13,4 km/l, respectivamente.

O Corolla mostra uma clara evolução em comparação à geração anterior e apresenta credenciais para voltar a ser o líder do segmento. O modelo está menos conservador, passa a sair de fábrica com cinco airbags de série desde a versão de entrada e ainda ficou maior (cresceu 10 centímetros, totalizando 4,62 metros de comprimento e 2,70 m de distância entre-eixos). Já o Civic, embora custe R$ 1.100 a menos, conta com acabamento e lista de itens de conforto superiores. A decisão da compra de cada um vai depender muito do que busca o consumidor: um carro de perfil mais tradicional, dotado de mais equipamentos de segurança e que chega como novidade após passar por uma transformação, ou outro com uma pegada esportiva e ligeiramente mais refinado.

http://noticias.carsale.uol.com.br/testes/2014/03/19/renovado-toyota-corolla-encara-honda-civic-na-versao-de-entrada-2/?wppa-album=70&wppa-cover=0&w…

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Clipping Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino 4241369 - CORREIO DA BAHIA - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufymIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/renault-apresenta-novo-kangoo-mirandofiat-fiorino/?cHash=685861fa9a5ac30c40f22326ddb6cac8 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241369.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 31,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 31,00 Total: 0,0000


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CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino

Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino O preço sugerido parte de R$ 40.850 Folhapress 23/03/2014 16:05:00

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A Renault anunciou a linha 2015 do furgão pequeno Kangoo, que traz algumas mudanças no desenho da carroceria e no interior. O preço sugerido parte de R$ 40.850. Na parte externa, o losango que identifica a marca ganha destaque na parte frontal do veículo, seguindo a nova linguagem visual já presente no novo Logan. Internamente, as novidades do Kangoo são os bancos da cabine, que possui tecidos mais resistentes, o painel de instrumentos e os revestimentos de porta ganharam tonalidade escura. Mecanicamente, o modelo mantém o motor 1.6 16V Hi-Flex (98 cv, quando abastecido com etanol). Aposta A grande aposta da Renault para o furgão pequeno é a versão com porta corrediça lateral, que não é oferecida pelo Fiat Fiorino. Contudo, a montadora de origem italiana oferece esta opção no Doblò. De acordo com dados da Fenabrave (federação das distribuidoras de veículos), o Kangoo fechou 2013 com 5.160 unidades vendidas o que representa aproximadamente 19% de participação do mercado.

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/renault-apresenta-novo-kangoo-mirando-fiat-fiorino/?cHash=685861fa9a5ac30c40f22326ddb6cac8

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CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino

Renault Kangoo aposta no v alor mais acessív el para conquistar mercado (Foto: Div ulgação)

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/renault-apresenta-novo-kangoo-mirando-fiat-fiorino/?cHash=685861fa9a5ac30c40f22326ddb6cac8

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Clipping Primeiras impressões: Honda CBR 500R 4241363 - CAPIXABÃO - WEB - WEB - 22/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufymYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.capixabao.com/noticia/19340/veiculos/primeiras-impressoes-honda-cbr-500r/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241363.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


24/3/2014

Primeiras impressões: Honda CBR 500R - Conta Giro - Veículos - Capixabão - www.capixabao.com

Veículos

Primeiras impressões: Honda CBR 500R 22 de Março de 2014

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VÍDEO

(Foto: reprodução)

muito tempo motociclistas brasileiros clamavam por motos de média cilindrada, na faixa dos 500 cc, já que havia um “buraco” entre as chamadas pequenas e as grandes. A Honda ouviu estes pedidos e lançou, mundialmente, a nova linha CB 500 no Salão de Milão de 2012. No ano passado, foi a vez de o Brasil ter a apresentação dos três modelos no Salão Duas Rodas. A primeira da família a chegar foi a CB 500F, ainda no final de 2013. Desde o início de janeiro, a versão esportiva da família, a CBR 500R, começou a ser vendida no país, partindo de R$ 23 mil. Para o primeiro semestre de 2014, a Honda promete completar a gama, com a CB 500X, modelo que possui visual aventureiro e será a mais cara da gama, ainda sem preço definido. O objetivo para a Honda é que a CBR 500R se torne a moto de entrada para o segmento das esportivas no país e também a mais vendida, alcançando cerca de 500 unidades por mês. Atualmente, a "urbana-esportiva" Kawasaki Ninja 300 vende cerca de 250 unidades mensais e a liderança na faixa de média e alta cilindrada é da CBR 600F, com 150 unidades/mês, segundo números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Como o próprio nome indica, a 500R faz parte da linhagem de esportivas da fabricante japonesa, como CBR 600RR e CBR 1000RR. No entanto, este “R” a menos significa muita coisa, mostrando o comportamento menos radical da 500. A proposta da Honda foi criar um modelo com visual bem agressivo, mas que não possui desempenho de uma superesportiva. Existem duas opções de cores para a CBR 500R: vermelha e branca. No entanto, a tonalidade branca é válida apenas para a versão com ABS. A garantia é de 1 ano, sem limite de quilometragem.

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Primeiras impressões: Honda CBR 500R - Conta Giro - Veículos - Capixabão - www.capixabao.com

Sem rival direta Por estar no meio do caminho entre as pequenas e as grandes, a CBR 500 não possui uma concorrente direta. Algumas motos ficam mais próximas, como a Kawasaki Ninja 650 e a Kasinski Comet GT 650R. As duas também são esportivas, com motores de dois cilindros, mas trazem mais cavalaria e agressividade em seus pacotes.

O preço da Comet é próximo (veja na tabela acima), mas a Ninja é mais cara e seus 72,1 cavalos mostram se tratar de um modelo bem mais esportivo. Se do lado de cima a briga é com estas duas, do lado de baixo a Honda vê a famosa Ninja 300 despontar no retrovisor com um visual interessante, motor bicilíndrico de 39 cavalos, e preço de alguns milhares de reais a menos. No fundo, não há como colocá-las como rivais diretas, mas também é de se esperar que quem for comprar uma http://www.capixabao.com/noticia/19340/veiculos/primeiras-impressoes-honda-cbr-500r/

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Primeiras impressões: Honda CBR 500R - Conta Giro - Veículos - Capixabão - www.capixabao.com

"Ninjinha" ou CBR 500 vai pensar em uma ou outra como possibilidade, seja por querer algo mais barato ou devido à busca de mais potência e esportividade. 500 com corpinho de 300 O G1 rodou com a CBR 500R em um circuito de Mogi-Guaçu, no interior de São Paulo. Asfalto perfeito e longas retas foram propícios para levar o modelo ao limite, apesar de ainda deixar dúvidas sobre o comportamento em uma cidade e na estrada, habitat natural da CBR. A primeira impressão ao subir na moto é a de um veículo leve e com massa bem distribuída. Apesar do motor de 470 cc, a CBR está com tudo no lugar e seu “corpinho” está mais para uma 300. Diferenças em relação à CB 500F Assim como a CB 500F, moto com a qual compartilha quase todo o conjunto, a CBR é muito fácil de conduzir e, ao girar o acelerador, a moto fica completamente nas mãos do condutor. Em comparação com a "irmã" F, a R traz as nítidas mudanças visuais, com a adoção de carenagens cobrindo o motor e um farol duplo na dianteira, no melhor estilo da linha CBR (veja comparativo abaixo). Sua estética é muito bem acertada e faz a moto poder ser confundida com a superesportiva da marca, a CBR 1000 RR, principalmente pelo conjunto dianteiro. De acordo com a Honda, apesar de não haver diferenças técnicas nas suspensões da CBR 500R, o corpo dos amortecedores foram alongados para possibilitar a adoção dos semiguidões, que são novidades na R em relação à F, trazendo o posicionamento mais esportivo para o motociclista. Outra mudança ocorreu no painel da CBR, que foi fixado na cúpula do farol, enquanto na CB 500F o item fica junto ao guidão. O mostrador é digital e bem simples, de fácil visualização. Apesar de indicar agressividade, a ergonomia da 500R surpreende pelo conforto. Embora o motociclista fique mais deitado do que na 500F, não chega a ser um estilo de pilotagem radical.

http://www.capixabao.com/noticia/19340/veiculos/primeiras-impressoes-honda-cbr-500r/

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Clipping Mais potente, Mercedes A 250 Turbo estreia neste mês 4241366 - FOLHA DE S.PAULO ONLINE - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufym7iPVW2G/UIMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/157660-mais-potente-mercedes-a-250-turboestreia-neste-mes.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241366.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 122,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 17000000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 122,00 Total: 0,0000


24/3/2014

Folha de S.Paulo - Veículos - Mais potente, Mercedes A 250 Turbo estreia neste mês - 23/03/2014

Foco

Mais potente, Mercedes A 250 Turbo estreia neste mês DE SÃO PAULO

Uma versão mais potente e equipada do Mercedes Classe A já está à venda no Brasil. O hatch A 250 Turbo Sport tem preço inicial sugerido de R$ 163,5 mil e motor 2.0 turbo de 211 cv. A transmissão automatizada de dupla embreagem tem sete marchas. Para diferenciar-se das outras versões, há frisos vermelhos que percorrem os faróis e os para-choques dianteiro e traseiro. Rodas de aro 18, teto de vidro e discos de freios ventilados com pinças vermelhas complementam o visual externo do veículo. O Classe A 250 Turbo Sport vem com sete airbags, sistema que detecta a fadiga do condutor e controles eletrônicos de estabilidade e de tração. O sistema Start/Stop, que momentaneamente desliga o motor em paradas no trânsito para poupar combustível, também é item de série. A montadora ainda oferece a opção A 200 Turbo (a partir de R$ 108,5 mil) e o esportivo A 45 AMG (R$ 259,9 mil), que tem tração integral. Por dentro, a cabine ganha bancos com acabamento em material sintético que imita couro. Os assentos dianteiros trazem controles elétricos com memória. No console central, a tela digital de sete polegadas tem bordas cromadas, que incorpora o navegador GPS. CONCORRENTES O principal concorrente da nova opção do Classe A é a versão 125i M Sport do BMW Série 1, que tem 218 cv e custa a partir de R$ 173.950. No primeiro bimestre deste ano, o A 200 teve 324 unidades emplacadas no país, segundo a Fenabrave (federação das distribuidoras).

Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/157660-mais-potente-mercedes-a-250-turbo-estreia-nestemes.shtml Copyright Folha de S. Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha de S. Paulo. http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Ffsp%2Fveiculos%2F157660-mais-potente-mercedes-a-250-turbo-estreia-ne…

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Clipping Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda 4241362 - INTELOG - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufynsDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=53 8090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=745285&Titulo=Loja+dá+até+sensor+ de+ré+e+GPS+para+fechar+venda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241362.pdf

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24/3/2014

Intelog

23/03/2014

Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda Economia

Por Felipe Marques e Eduardo Laguna | De São Paulo

Nota

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Taxa zero, financiamento com troco, descontos no preço de tabela, IPVA do ano grátis e, até mesmo, acessórios dados como cortesia. São muitos os incentivos oferecidos pelas marcas, mas, 0 votos ainda assim, insuficientes para aquecer as vendas de carros. Após registrar em 2013 a primeira queda em dez anos, o mercado segue sem reagir neste ano e voltou a ficar no vermelho quando se esgotaram os automóveis com as alíquotas antigas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), aqueles que vinham puxando os resultados. A recomposição do tributo, junto com o ambiente de crédito ainda difícil, reduziu o apetite de um consumidor que já estava menos propenso a gastar por estar mais endividado e menos confiante na economia. As montadoras tiveram, então, que ser mais criativas - e também agressivas - para trazer esse público de volta às lojas. "Temos que surpreender o consumidor e oferecer a ele alternativas a essa realidade", afirma Santiago C hamorro, presidente da General Motors (GM) no Brasil. Uma das soluções trabalhadas pela montadora foi retomar a chamada "troca com troco", na qual o cliente entrega seu carro como entrada na compra de um modelo novo, financia o restante e ainda sai da concessionária com dinheiro no bolso. C hamorro diz que, desde a última sexta-feira, cerca de 1,7 mil contratos foram fechados nessa modalidade. A GM avalia estender por mais tempo a promoção. Nas lojas da Renault, é possível comprar o hatch Sandero, na versão 1.0, com o IPVA já pago. Já em uma concessionária da Fiat no Tatuapé, zona leste paulistana, o gerente de vendas Armando Abbondanza conta que, para fechar vendas, chega a oferecer sensor de ré e sistemas de localização GPS como cortesia. Montadoras e revendas têm atribuído a acomodação do mercado à seletividade dos bancos, agora menos permissivos do que foram entre 2009 e 2011 para evitar novo avanço da inadimplência. A saída para essa situação, na avaliação do setor, pode começar com a reabilitação do arrendamento mercantil (leasing) para pessoa física. Segundo o Valor apurou, um grupo envolvendo o Ministério da Fazenda, a Fenabrave - entidade que abriga as concessionárias -, e os bancos trabalham nas mudanças que seriam necessárias para diminuir a insegurança jurídica na modalidade. Dúvidas sobre a cobrança de multas e licenciamento, por exemplo, fizeram os bancos engavetar o leasing da pessoa física, que já chegou a responder por 30% das vendas de carros. Por Valor Econômico - SP

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Clipping Contrato de cooperação para instalação de fábrica da Sinotruk é assinado 4241364 - O CARRETEIRO - WEB - WEB - 21/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufylgTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ocarreteiro.com.br/news.php?recid=14483 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241364.pdf

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24/3/2014

Contrato de cooperação para instalação de fábrica da Sinotruk é assinado

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CONTRATO DE COOPERAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE FÁBRICA DA SINOTRUK É ASSINADO

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Publicação: 21/03/14 Terraplanagem do terreno, em SC, deve ser iniciada em maio deste ano Neste mês, os diretores da SBTC (Sinotruk Brasil Truck Corporation) estiveram na fábrica de caminhões da CNHTC, em Jinan/China, para assinar os contratos que determinam a cooperação das duas empresas para a construção da unidade fabril brasileira da marca Sinotruk – que fabricará em processo CKD (Completely Knock-Down). De acordo com Joel Anderson, diretor geral da companhia, também foi confirmada a participação da Sinotruk Import & Export CO. LTD — subsidiária chinesa da CNHTC — no capital social da SBTC, que também contará com a participação acionária da SC Parcerias, empresa de fomento do Governo do Estado de Santa Catarina. Com isso, a empresa fornecerá toda a estrutura para a instalação da fábrica e também da linha de produção de caminhões. “Vale destacar o comprometimento e envolvimento da CNHTC nesse processo. Houve uma grande sinergia entre os nossos engenheiros e o grupo de engenheiros chineses, o que resultou na moderna linha de produção que será instalada no Brasil”, destaca Anderson. A Sinotruk Brasil será construída na cidade de Lages, em Santa Catarina, às margens da BR-282, na área industrial do Distrito de Índios. A terrraplenagem do terreno está prevista para ser iniciada na primeira semana de maio deste ano. A área da unidade fabril, que tem extensão total de 1 milhão de m², já está demarcada. Em uma primeira etapa, a unidade brasileira da CNHTC trabalhará no processo de montagem CKD, porém, o objetivo é nacionalizar em até 65% a produção de peças e componentes até o final de 2017. Enquanto a produção não se inicia, os veículos da marca continuarão a ser importados da China. De acordo com a SBTC, existem atualmente 25 concessionárias Sinotruk em atividade no Brasil e 2.122 caminhões emplacados, segundo números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

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Clipping CARROS-MERCADO 2: Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino 4241368 - O VALE - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufymHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.ovale.com.br/ultimas/carros-mercado-2-renault-apresenta-novo-kangoo-mirandofiat-fiorino-1.513102 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 24/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\24\4241368.pdf

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24/3/2014

CARROS-MERCADO 2: Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino - *Últimas - O VALE

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CARROS-MERCADO 2: Renault apresenta novo Kangoo mirando Fiat Fiorino

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20:20 Quatro pessoas morrem em acidente na Tamoios SÃO PAULO, SP, 23 de março (Folhapress) - A Renault anunciou a linha 2015 do furgão pequeno Kangoo, que traz algumas mudanças no desenho da carroceria e no interior. O preço sugerido parte de R$ 40.850. Na parte externa, o losango que identifica a marca ganha destaque na parte frontal do veículo, seguindo a nova linguagem visual já presente no novo Logan. Internamente, as novidades do Kangoo são os bancos da cabine, que possui tecidos mais resistentes, o painel de instrumentos e os revestimentos de porta ganharam tonalidade escura. Mecanicamente, o modelo mantém o motor 1.6 16V Hi-Flex (98 cv, quando abastecido com etanol). Aposta A grande aposta da Renault para o furgão pequeno é a versão com porta corrediça lateral, que não é oferecida pelo Fiat Fiorino. Contudo, a montadora de origem italiana oferece esta opção no Doblò. De acordo com dados da Fenabrave (federação das distribuidoras de veículos), o Kangoo fechou 2013 com 5.160 unidades vendidas o que representa aproximadamente 19% de participação do mercado.

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Clipping Banco de montadora perde participação 4241370 - INTELOG - WEB - WEB - 23/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=WA3I4NGufymoHGmSufVZ3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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24/3/2014

Intelog

23/03/2014

Banco de montadora perde participação Economia

Por Felipe Marques e Eduardo Laguna | De São Paulo Os bancos de montadora perderam mercado nos primeiros meses de 2014, depois de registrar, em dezembro, a maior participação nas vendas financiadas que se tem notícia. No último mês de 2013, os bancos das fabricantes foram responsáveis por 43% dos veículos novos financiados. Em fevereiro, a fatia caiu para 36,2% do mercado. Os dados são da C etip e foram obtidos pelo Valor com o mercado.

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Ainda assim, é larga a distância entre os bancos de montadora e as demais instituições financeiras que atuam na modalidade. O segundo lugar é o Itaú Unibanco, que registrou uma participação de 6,9% em fevereiro, e foi o que mais ganhou espaço das montadoras no período.

Parte dessa perda de mercado está ligada ao encarecimento das taxas juros cobradas pelas instituições financeiras ligadas às fabricantes, embora ainda sigam abaixo do que cobram os bancos comerciais. Em média, em janeiro, a taxa de juros praticada pelos bancos de montadora ficou em 1,32% ao mês, segundo a Anef, associação que reúne essas instituições. Em dezembro, estava em 1,27%, e em janeiro do ano passado, 1,25%. Importante lembrar que, quando a montadora subsidia as taxas, elas podem ficar entre 0,7% e 0,9% ao mês. Já entre os cinco maiores bancos do país, a média das taxas para financiamento de veículos estava em 1,60% ao mês em janeiro, ante 1,33% cerca de um ano antes. A questão é que, independentemente da briga entre os dois tipos de bancos, o crédito de veículos continua em queda. Sinal que a competição está longe de levar as instituições a relaxarem os critérios de concessão. Em janeiro, o saldo da modalidade registrava R$ 193 bilhões, queda de 0,2% em 12 meses. "Em 2014 o saldo da carteira deve cair novamente, mas menos que em 2013. Em 2015 deve atingir o ponto de equilíbrio", afirma Ronaldo Rondinelli, superintendente executivo da Santander Financiamentos. "C omo as entradas são maiores, os volumes financiados caem. Já a qualidade do crédito melhora", diz. Para o executivo, o ano deve trazer uma janela para atuação no mercado de usados, com o aumento do preço do carro novo. "Agora que a inadimplência diminuiu, a tendência é que o nosso apetite comece a aumentar", diz o executivo do banco espanhol. No mercado, a taxa de calotes na modalidade, que teve o pico de 7,23% em junho de 2012, fechou janeiro em 5,17%, segundo o BC . "Nós temos apetite pelos bons riscos, mas não competimos em taxas com os bancos de montadora", afirma Edmar C asalatina, diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil. "O que fazemos em alguns casos é dar uma carência de 180 dias para que ele comece a pagar. Mas não posso nem pensar em agravar o risco da nossa carteira", diz. A inadimplência do BB na modalidade está em 1,8% - comparável a de um banco de montadora. http://www.intelog.net/site/imprimir.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=538090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=7452…

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Intelog

Décio C arbonari de Almeida, presidente da Anef, afirma que entre os bancos de montadora também não possibilidade de se alongar prazos, ou mesmo aceitar clientes de maior risco, para aumentar vendas. experiência de 2010 e 2011 teve uma conta alta que foi paga logo em seguida, com o aumento inadimplência", diz. A demanda também está mais fraca e nos primeiros meses deste ano houve queda 16% no número de propostas de tomadores, ante agosto a novembro do ano passado, diz.

há "A da de

"A subida da taxa básica de juros fez o custo de subsidiar a taxa inteira ficar mais salgado", diz C arbonari, que também preside o Banco Volkswagen. Nem a possibilidade de captar com as matrizes no exterior alivia o peso do subsídio "Se eu capto lá fora, preciso comprar a proteção contra variação cambial", diz, ponderando que o custo chega a 100% da taxa interfinanceira (C DI), referência para empréstimos locais. "É um valor alto para subsidiar integralmente." Além de deixar a "taxas zero" para casos mais pontuais, os bancos de montadora aumentaram a exigência de entrada (de 30% para algo em torno de 50%) e apertaram os prazos nas ofertas subsidiadas, afirma C arbonari. Segundo a Fenabrave, que reúne as concessionárias, promoções com "taxa zero" no financiamento refletem mais uma estratégia das marcas para vender seus produtos do que uma melhora no ambiente de crédito. De acordo com Flavio Meneghetti, presidente da associação, os bancos seguem com o mesmo padrão de seletividade do ano passado. C oncessionárias relatam a aprovação de 50% a 60% dos pedidos de financiamento. Meneghetti não acredita que essas promoções vão se manter por muito tempo, já que são custosas para a indústria. "Não dá para fazer milagre." Dominique Signora, diretor geral da RC I Brasil, financeira das montadoras Renault e Nissan, afirma que a instituição tem, sim, linhas com prazos de até 72 meses ou outras em que exigência de entrada é menor. Mas que mesmo nessas situações, o controle da inadimplência é essencial "Esse será um ano de estabilidade no mercado e esperamos manter a inadimplência ao redor de 1,3%", diz, engrossando o coro dos que viram o aumento do juro básico dificultar o subsídio das taxas. Por Valor Econômico - SP

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