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São Paulo,21 de Fevereiro de 2014– Sexta-Feira

NOTÍCIAS SEMANAL Escola de qualidade e rede de ensino de qualidade Qualidade exige planejamento educacional. Os princípios da administração constituem balizamento suficiente para quem quiser aprender Suponha que você quer criar uma escola de qualidade e sabe pouco sobre o tema. Você não errará muito se contratar um bom diretor – uma pessoa experiente, que já dirigiu uma ou mais escolas por algum tempo, logrou bons resultados é respeitado e goza de boa reputação junto aos pais e professores. Essa pessoa saberá o que fazer. Depois de entender a clientela que vai servir, ele vai estabelecer o programa de ensino, escolher os professores, criar as normas de funcionamento da escola e acertar a forma de ministrar o currículo. Se já existe o prédio, ele vai determinar o melhor uso dos espaços. Vai adquirir o mobiliário e equipamentos essenciais e vai comunicar ao público a que veio, como a escola funciona, como fazer para se matricular. Professores, currículo, normas de funcionamento são ingredientes essenciais. No dia-a-dia, possivelmente esse diretor vai receber os alunos na porta da escola, vai andar pelos corredores e pátios, saberá quem faltou no dia ou no dia anterior, se os professores estão ensinando o que deveriam, qual professor ou aluno está com problema de desempenho e quem precisa de atenção especial. Dificilmente ele passará um dia fora da escola, e, se passar, alguém responderá pela direção na ausência dele. Nada disso é fácil, mas nada disso é segredo. O DNA da boa escola é conhecido. E ele tem diferenças importantes em relação ao DNA da escola ruim. Esse DNA está na qualidade do currículo, nas regras para escolher professores e nas regras de funcionamento da escola. Montar uma rede de escolas públicas significa fazer isso em escala, criar regras e mecanismos que assegurem – ou ao menos permitam – que cada escola, se bem gerida, tenha a qualidade desejada – o nível de desempenho mínimo estabelecido pelo currículo e que deve corresponder ao que a sociedade espera dos indivíduos ao final de cada etapa escolar. Estabelecer o currículo não é muito diferente numa escola ou numa rede – os critérios devem ser os mesmos. Na maioria dos países, isso é estabelecido em nível nacional.


O primeiro desafio consiste na escolha do diretor. Nos países desenvolvidos, há um sistema predominante — o de carreira — e outro que funciona em alguns poucos países — o da escolha por mérito —, igual ao que se usa na escolha de executivos de empresas. No Brasil, há seis sistemas diferentes, e as carreiras são exceção. Contratar professores de nível adequado é mais difícil, pois depende de uma série de fatores: nível salarial, carreiras, critérios para elaboração das provas, existência ou não de estágio probatório. Os países com elevado desempenho em educação sabem fazer isso muito bem. No Brasil, há algumas carreiras públicas que conseguem contratar pessoas qualificadas – não há segredo. Estabelecer regras e um regimento comum para o funcionamento da escola também é algo que não apresenta enormes desafios, embora não seja prática corrente nas redes de ensino: tipos de escola, localização, regras para matrícula ou transporte escolar, insumos, calendários de aulas, provas e reuniões, obrigações mútuas da secretaria e das escolas, o que é comum e o que pode ser diferenciado. As regras variam muito. Por exemplo, há países em que a escola pública é administrada pelas igrejas, como no caso da maioria das unidades da Holanda e parte das existentes na França. Os professores são da rede pública. Em outras nações, há o sistema de "charter schools", escolas públicas operadas por provedores privados. Também variam as regras de alocação de recuros às escolas. Há sistemas em que os recursos são idênticos para os alunos e outros em que os recursos variam de acordo com as características da escola, dos alunos ou de seus resultados. As regras têm motivações diferentes – sejam históricas, culturais, ou pragmáticas – para gerar competição como instrumento de busca de qualidade. O ponto central: as regras criam o DNA da escola, e a sabedoria na criação e alteração de regras é fator determinante do resultado das escolas. E há a operação – o sistema de gestão, com os variáveis graus de autonomia e controle que as escolas recebem e as formas como são supervisionadas. O DNA de uma rede de ensino é algo complexo e que exige profundo conhecimento de planejamento educacional e gestão de redes. Não existe um DNA único – uma única forma de criar redes. Mas existem formas mais ou menos eficazes, mais ou menos adequadas. Os princípios gerais da administração, os resultados e as melhores práticas constituem balizamentos suficientes para quem quiser aprender. Fonte: qualidade

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/escola-de-qualidade-e-rede-de-ensino-de-


Presidente da Ucrânia decide antecipar eleições para sanar crise Em acordo anunciado nesta sexta, Yanucovich concordou ainda com formação de governo de coalizão e a retomada da Constituição que reduz seus poderes Um acordo entre o governo da Ucrânia e a oposição ao presidente Viktor Yanucovich foi acertado na madrugada desta sexta-feira com objetivo de solucionar a crise no país. O chefe de estado do país confirmou o plano no site da Presidência, afirmando que ele inclui eleições antecipadas, que devem ser marcadas até dezembro, a formação de um governo de coalizão com a oposição nos próximos dez dias e a volta à antiga Constituição do país, que diminui os poderes presidenciais e amplia os do Parlamento. O pacto é resultado de conversas mediadas por Estados Unidos, Rússia e União Europeia (UE). Até o momento, a oposição não comentou a proposta. Segundo a rede ucraniana ICTV, que conseguiu uma cópia da proposta na íntegra, o documento também prevê que os parlamentares do país devem se reunir para discutir até setembro uma reforma para redefinir os poderes do presidente. Já a Constituição do país deve passar por um processo para reverter nos próximos dias uma série de mudanças realizadas em 2010. Essas mudanças haviam fortalecido a Presidência e anulado emendas aprovadas em 2004 que limitavam seu poder. O ministro das Relações Exteriores da Eslováquia, Miroslav Lajcak – que não participou da negociação, mas conversou com chanceleres da UE que estavam no encontro – foi cauteloso sobre o plano. "Claro que os participantes da reunião, meus colegas, advertiram que é ainda prematuro dizer que a crise acabou", declarou Lajcak. Essa posição foi compartilhada pelo chanceler francês Laurent Fabius. "Não podemos dizer nada de definitivo. Devemos permanecer prudentes", postou Fabius em sua conta no Twitter. O anúncio do acordo feito pelo governo ucraniano ocorre depois da capital Kiev presenciar um banho de sangue no pior dia desde o início dos protestos contra o governo de Yanucovich – o momento mais dramático desde a saperação da União Soviética. Só nesta quinta-feira, os confrontos entre a polícia e manifestantes deixaram cerca de 100 mortos e 500 feridos – o governo admitiu 77 mortes e 577 pessoas feridas, mas a oposição conta mais óbitos. O clima se aproximou de uma guerra civil, com franco-atiradores disparando contra ativistas, entre os quais também foram usadas armas letais contra a polícia. Corpos de manifestantes foram levados para a recepção do hotel Ukrania, na Praça da Independência, cobertos com lençóis e guardados por profissionais de saúde que atendiam os manifestantes feridos. Vídeos postados na internet mostram o ponto dramático que a crise atingiu. Em um deles, homens armados efetuam disparos. Em outro, um grupo tenta avançar usando escudos como proteção quando tiros são disparados e algumas pessoas caem feridas no chão. Em seguida, feridos e mortos são carregados em macas improvisadas.


Pressão – O governo dos Estados Unidos exigiu que o presidente Viktor Yanukovitch "retire imediatamente todas as forças de segurança – polícia, atiradores de elite e unidades militares e paramilitares – das ruas" e coloque um fim aos conflitos na capital. Em uma ligação telefônica para o governante ucraniano, o vice americano Joe Biden comunicou que os EUA estão preparados para punir com sanções os responsáveis pela violência contra civis registrada nos últimos dias no país do leste europeu. Autoridades da União Europeia (UE) em Kiev também pressionam Yanukovich a realizar eleições antecipadas. É uma tentativa de melhorar a situação no país e diminuir a violência. Na manhã desta quinta-feira, o ministro de Relações Exteriores francês, Laurent Fabius, disse que não via outra opção a não ser a realização de novas eleições. "Quando temos uma situação travada como esta, precisamos nos voltar ao povo", disse. Ministros das Relações Exteriores da União Europeia se reuniram com Yanukovich para discutir a situação e aprovaram a aplicação de sanções contra as autoridades “responsáveis pela violência e pelo uso de força excessiva”. O chanceler da Suécia, Carl Bildt, afirmou, em sua conta no Twitter, que o congelamento de movimentações financeiras e a suspensão de passaportes devem ser adotados “com urgência”. A chefe da diplomacia do bloco, Catherine Ashton, disse após o encontro que os chanceleres se mostraram “horrorizados” com as mortes na Ucrânia, o que os fez consentir com a “suspensão de licenças de exportação para equipamentos de repressão interna”. Crise – A crise na Ucrânia começou em novembro do ano passado, quando Yanukovich desistiu de um acordo com a União Europeia em nome de uma maior aproximação com a Rússia e detonou uma onda de insatisfação popular que tomou as ruas, ganhou força após a aprovação de um pacote de leis antiprotesto e recentemente provocou a queda do primeiro-ministro. Os manifestantes, liderados por três políticos oposicionistas, entraram em trégua com o governo no início de fevereiro, enquanto os dois lados iniciaram negociações. O presidente fez concessões, como a promessa de anulação das leis que limitavam a liberdade de expressão, mas a oposição exige mais reformas.Entre elas estão uma revisão constitucional que reduza os poderes do presidente, devolvendo prerrogativas ao Parlamento, ou a formação de um novo governo. Esta semana, após a liberação de ajuda financeira da Rússia vinculada ao governo ucraniano tomar providências para acabar com o acampamento dos manifestantes da Praça da Indepêndencia, os conflitos foram retomados quando a polícia iniciou uma grande operação antiprotetos, os choques se tornaram batalhas campais e o número de mortos disparou. Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/presidente-da-ucrania-decide-antecipareleicoes-para-sanar-crise


Errando a mira nos mercados emergentes Segundo o Nobel de Economia Michael Spence, o excesso de pessimismo em relação aos emergentes é um equívoco de investidores e políticos Até pouco tempo atrás,os países em desenvolvimento (ou economias em transição)foram amplamente ignorados – em parte porque o que supostamente era para ser uma transição, muitas vezes tornou-se uma armadilha. Algumas economias na Ásia – particularmente Japão, Coreia do Sul e Taiwan – passaram ao status de alta renda, com taxas de crescimento relativamente elevadas. Mas a grande maioria das economias desacelerou ou parou de crescer em termos per capita, depois de entrarem na faixa de renda média. Hoje, os investidores, os líderes políticos e as empresas têm várias razões para prestar muito mais atenção a essas transições. Primeiramente, a China,com um PIB que é tão alto quanto o total combinado dos outros países dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul), do mesmo modo que a Indonésia e o México,têm suscitado grandes expectativas. A sustentabilidade do crescimento chinês, ou a sua ausência, terá um efeito significativo sobre todos os outros países em desenvolvimento – e sobre as economias avançadas também. Uma segunda questão é que as economias desenvolvidas estão desequilibradas e crescendo bem abaixo do potencial, com diferentes, mas limitadas perspectivas para um crescimento mais rápido num prazo de cinco anos. Por outro lado, as economias emergentes, com seu maior potencial de crescimento, cada vez mais representam grandes mercados a serem explorados. Em terceiro lugar, a maioria das grandes economias emergentes (Indonésia, Brasil, Rússia, Turquia e Argentina, excluindo a China) imprudentemente contava com grandes entradas de capital estrangeiro barato (em vez da poupança interna) para financiar os investimentos que sustentam o crescimento. Como resultado, seus saldos de conta corrente deterioraram-se no período pós-crise de 2008. Agora, com o início do aperto monetário nas economias avançadas, o bem de capital importado está caindo de maneira intimidante, causando uma pressão descendente sobre as taxas de câmbio e uma pressão ascendente nos preços internos. O ajuste em curso pede reformas reais e substituição do baixo custo de capital estrangeiro por investimento financiado internamente. A inquietação do mercado reflete a incerteza sobre a duração da desaceleração do crescimento, que pode implicar na qualidade de crédito e na saída de investidores em efeito manada. Além disso, há a preocupação de que uma saída repentina de capital possa produzir um tipo de dano permanente para a estabilidade e o crescimento de alguns países — cenário cuja recuperação pode ser ainda mais difícil. Essas grandes economias emergentes receberam um passe (aparentemente) livre para o crescimento: a capacidade de investir sem necessidade de recorrer a árduas reformas ou sacrificar o consumo corrente. Afinal, é mais fácil pegar o atalho do que voltar para a estrada principal.


Mas esta narrativa é altamente irrelevante para a China, onde a poupança excessiva e os controles de capital ainda limitam a exposição direta da economia às externalidades de política monetária vindas dos países avançados. A China não está isenta a riscos; mas seus riscos são diferentes. Apesar de tudo, em meio a crescentes preocupações sobre as perspectivas das economias dos emergentes, a China atrai a atenção do mundo devido à sua escala e posição central na estrutura do comércio mundial (e cada vez mais, nas finanças globais). Como resultado, a avaliação de risco na China está centrada sobre a magnitude da transformação estrutural, resistência dos poderosos interesses internos e distorções financeiras. Em particular, há uma incerteza considerável sobre a versão chinesa do chamado 'sistema bancário global paralelo',que tem crescido em grande parte para contornar as restrições incorporadas no sistema oficial do estado chinês. As transações no mercado paralelo deram aos poupadores e investidores o acesso a um maior cardápio de opções financeiras, enquanto pequenas e médias empresas – que desempenham um papel cada vez mais importante na geração de crescimento e emprego – ganharam acesso mais amplo ao capital. As autoridades chinesas precisam resolver duas questões. A primeira, que é estabelecer uma fiscalização mais rígida, é mais fácil de resolver que a segunda: o potencial para a excessiva tomada de risco dos investidores, que resulta de garantias implícitas feitas pelo governo, que, por sua vez, dá respaldo aos bancos estatais. As autoridades precisam retirar as garantias sem desencadear uma crise de liquidez. A lista de outros desafios que a China enfrenta é longa. O país precisa controlar o investimento de baixo-retorno, fortalecer a política de concorrência, corrigir a estrutura fiscal desequilibrada, monitorar a distribuição de renda entre famílias, empresas, proprietários de ativos e o estado, melhorar a gestão dos bens públicos, mudar as políticas de incentivo dos funcionários das províncias e governos locais; e revisar o planejamento e financiamento do crescimento urbano. Estudiosos, como o chinês Yu Yongding, preocupam-se que as dificuldades do gerenciamento de desequilíbrios, a potencialização e riscos relacionados – ou, ainda pior, um erro de política – possam distrair os legisladores dessas reformas fundamentais, necessárias para uma mudança de padrão de crescimento novo e sustentável. Não é de se admirar que os mercados financeiros estejam se sentindo um pouco sobrecarregados. O movimento é alto. Nem todos os investidores de países de economia avançada em busca de rendimentos têm profundo conhecimento da dinâmica de crescimento dos países em desenvolvimento. Como resultado, a inversão da tendência quase certamente será superada, criando oportunidades de investimento que faltavam num enquadramento anterior — em que preços de ativos e taxas de câmbio foram fortemente influenciados por condições externas, e não por fundamentos domésticos. As principais economias emergentes estão se adaptando estruturalmente a este novo ambiente. Elas não precisam de financiamento externo para crescer.Na verdade, desde a Segunda Guerra, nenhuma economia em desenvolvimento sustentou crescimento rápido durante a execução de persistentes déficits em conta corrente. Os altos níveis de investimentos


necessários para sustentar o crescimento rápido têm sido financiados em grande parte no mercado interno. Os desafios da China são idiossincráticos e diferentes daqueles vistos em outras economias emergentes. A transformação estrutural exigida é grande, e os desequilíbrios são reais. Mas a China tem um histórico impressionante, recursos substanciais e expertise, além de uma liderança forte e um programa de reformas ambicioso, abrangente e devidamente orientado. O cenário mais provável é que a maioria dos mercados emergentes, incluindo a China, experimentará uma desaceleração do crescimento transitório, mas não sairá do rumo devido aos efeitos das mudanças na política monetária no Ocidente. Poderão ter taxas de crescimento mais elevadas no decorrer do próximo ano. Existem riscos internos e externos em todos os países que não podem e não devem ser descartados — e a volatilidade dos fluxos de capitais internacionais está complicando o ajuste. O problema,hoje, é que os riscos de queda (dos emergentes) estão se tornando uma previsão de consenso. Isso me parece estar equivocado – além de ser um fraco fundamento a ser levando em conta para decisões de investimento e políticas. Michael Spence foi laureado com o Nobel de Economia,é professor da Universidade de Nova York e pesquisador sênior na Universidade de Stanford. Seu livro mais recente é A Próxima Convergência: O Futuro do Crescimento Econômico em um Mundo Acelerado. Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/economia/errando-a-mira-nos-mercados-emergentes

Proibição de 111 planos de saúde passa a valer hoje A medida visa punir as operadores por descumprimento de prazos A partir de hoje (21), 111 planos de saúde de 47 operadoras estão com a venda proibida. A medida, adotada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), visa a punir as operadoras por descumprir prazos de atendimento e por negativas indevidas de coberturas assistenciais contratadas pelo cliente. A decisão será válida por três meses. Das 47 operadoras que tiveram a venda de planos suspensa, 31 já haviam recebido a mesma punição no ciclo de monitoramento anterior. Dos 111 planos que não podem ser vendidos, 83 estão suspensos a partir deste ciclo, que é o oitavo. Os demais permanecem com a comercialização proibida desde o ciclo anterior, por não terem alcançado a melhoria necessária para serem reativados. Do ciclo anterior, dos 150 planos punidos, 122 voltaram a ser comercializados. Os resultados dos ciclos de monitoramento são divulgados a cada três meses e podem gerar desde a suspensão da comercialização de planos até a


recomendação de elaboração de plano de recuperação assistencial, a instauração de regime especial de direção técnica e o afastamento dos dirigentes da operadora. Os planos suspensos hoje atendem a 1,8 milhão de beneficiários, que não serão afetados pela punição. No ciclo anterior, as operadoras entraram na Justiça, na tentativa de evitar a proibição. Inicialmente, conseguiram uma liminar que suspendia a punição, mas as decisões judiciais posteriores determinaram que as operadoras deviam cumprir a decisão da ANS. O monitoramento para este ciclo foi feito entre 19 de agosto e 18 de dezembro de 2013. No período, a ANS recebeu 17.599 reclamações sobre 523 planos de saúde – alta de 16% em comparação ao período anterior. Este é o maior número de reclamações desde que o programa de monitoramento foi implantado, em dezembro de 2011. Fonte:http://origin.exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/proibicao-de-111-planos-de-saudepassa-a-valer-hoje

Receita divulga novas regras para a declaração do IR de 2014 Estará obrigado a apresentar a declaração quem recebeu rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 25.661,70 em 2013 A Receita Federal editou nesta sexta-feira, 21, a Instrução Normativa 1.445, que dispõe sobre a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física referente ao exercício de 2014, ano-calendário de 2013. Com relação à obrigatoriedade de apresentação da declaração de ajuste, houve uma pequena correção no valor. Estará obrigado a apresentar a declaração quem recebeu rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 25.661,70 em 2013. No ano passado, estava obrigado a declarar quem recebeu no ano acima de R$ 24.556,65. Também está obrigado a prestar contas ao Fisco quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil. Esse valor não foi alterado em relação ao ano passado. Relativamente à atividade rural, também foi feita uma correção no valor e estará obrigado a declarar quem obteve receita bruta anual em valor superior a R$ 128.308,50 - no ano passado, essa receita bruta teria que ser superior a R$ 122.783,25. Fonte:http://origin.exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/receita-divulga-novas-regras-para-adeclaracao-do-ir-de-2014


Música de Luiz Gonzaga dá tom à peça ‘Casa de Farinha do Gonzagão’ Evento acontece na Praça Victor Civita e reúne música, dança e gastronomia típicas do nordeste A Cia. Teatro da Investigaçãoapresenta ao público o melhor da música de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Numa espécie de “peça-baile” chamada “A Casa de Farinha do Gonzagão”, o grupo mescla teatro, música, dança e culinária tradicionais do nordeste. O espetáculo acontece na Praça Victor Civita, no sábado, 22 de fevereiro, a partir das 16h. A entrada é Catraca Livre. O espetáculo é dividido em três partes: a primeira é o baile, em que há uma saudação ao sertão. O elenco recebe o público com bebida, comida e dança típicas. Depois vem a peça teatral, baseada na obra de Luiz Gonzaga, em que as personagens das músicas do homenageado são transportados para uma casa de farinha Por fim, o forró de Mané Víto rola solto em um autêntico arrasta-pé ao vivo com repertório de Gonzagão. Fonte:http://catracalivre.com.br/sp/ar-livre/gratis/musica-de-luiz-gonzaga-da-tom-a-peca-casade-farinha-do-gonzagao/

É grátis! ‘Novíssimo produções ao Cinusp

Cinema

Brasileiro’

leva

grandes

Mostra exibe os filmes "Somos tão jovens", "O menino e o mundo", "Serra Pelada", "Tatuagem" e outros Você perdeu a chance de ver “Somos tão jovens”, “Gonzaga: de pai pra filho”, “O Menino e o Mundo”, “Tatuagem” ou outros filmes nacionais recentes no cinema? Não esquenta! A terceira edição da mostraNovíssimo Cinema Brasileiroestá em cartaz no Cinusp, com exibições até 28 de fevereiro, todos os dias, a partir das 16h. A entrada é Catraca Livre em todas as sessões. A programação privilegia as produções lançadas no ano passado e que mais se afastam do circuito comercial. Além disso, a seleção dos filmes não segue uma linha temática, mas todos contêm uma relevância histórico-social fundamental para o país. Confira a programação completa no site: http://cleo.bz/cinusp/event/novissimocinema-brasileiro-2014/ Fonte:http://catracalivre.com.br/geral/gastronomia/indicacao/felicidade-em-30-centimetros-depastel/


Elevadores poderão levar astronautas ao espaço até 2050 Projeto de empresa japonesa prevê veículo com espaço para 30 pessoas capaz de ir da Terra ao espaço em pouco mais de uma semana Esqueça os foguetes: no futuro, elevadores podem ser a forma mais rápida de levar o homem ao espaço. A hipótese foi levantada em reportagem publicada nesta semana pelo site Space.com. O texto abordava o estudo "Space Elevators: An Assessment of the Technological Feasibility and the Way Forward" - elaborado pela Academia Internacional de Astronáutica. De acordo com o trabalho, ir ao espaço assim não só será possível como mais econômico do que o atual envio de foguetes ao espaço. Em 2012, um projeto da empresa japonesa Obayashi Corp. já previa a construção até 2050 de um elevador com espaço para 30 pessoas capaz de fazer uma viagem de 36 mil quilômetros entre a Terra e uma estação espacial em pouco mais de uma semana. Foguetes? "No futuro, as pessoas rirão e se perguntaram porque fazíamos foguetes para ir ao espaço", afirmou ao site o engenheiro Peter Swan, especialista da área. Entre os fatores que podem facilitar a criação de um elevador espacial, está o surgimento de novas tecnologias que podem ser usadas num projeto do tipo. Um exemplo são os nanotubos de carbono. O material apresenta grande resistência com baixo peso em relação ao aço - características úteis para construção de um elevador espacial. Além disso, o avanço da tecnologia de paineis solares também é visto com bons olhos pelos interessados nesse tipo de veículo. Fonte:http://origin.exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/elevadores-poderao-levarastronautas-ao-espaco-ate-2050


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