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São Paulo, 03 de Junho de 2014 – Terça-feira

NOTÍCIAS DIÁRIAS Com área maior, MT deve ampliar em quase 40% produção de algodão De acordo com o Imea, área destinada supera 635,1 mil hectares. Aumento no preço da pluma influenciou decisão do produtor. A área de cultivo de algodão em Mato Grosso nesta safra deve chegar a 635.163 hectares, um incremento de 40% em relação ao ciclo anterior (2012/13), quando foram 452,3 mil hectares. As informações são do boletim semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nessa segunda-feira (02). Para o Imea, um dos fatores que teria influenciado o aumento foi o preço de venda da fibra diante ao milho no estado. Na época de plantio, o algodão apresentava maior suporte nas cotações que o cereal, o que teria motivado os agricultores a fazer esta escolha. A projeção dos analistas é de que a destinação de área permaneça semelhante aos da 2012/13, sendo 29,6% (188 mil/ha) semeados na primeira safra e 70,4% (447 mil/ha) na segunda safra. Produção Acompanhando a expansão da área, a produção da pluma também deve registrar aumento no ciclo 2013/14. Com uma produtividade de 255@/ha de algodão em caroço, o volume de pluma produzido pode chegar a 951.148 toneladas nesta temporada, 38,4% a mais que na anterior. Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/agrodebate/noticia/2014/06/com-area-maior-mt-deveampliar-em-quase-40-producao-de-algodao.html

Maior parte das bolsas da Ásia termina com ganhos A maioria das bolsas asiáticas encerrou esta sessão no campo positivo. A paridade dólar/iene e o desempenho da indústria nos Estados Unidos e na China entraram na pauta dos investidores. Também mereceram atenção as decisões dos bancos centrais da Austrália e da Índia sobre juros. Na expectativa, os agentes financeiros aguardam o encontro do Banco Central Europeu (BCE), que se reúne nesta semana.


Em Tóquio, o Nikkei 225 subiu 0,66%, se situando em 15.034,25 pontos. Em Seul, o Kospi avançou 0,33%, somando 2.008,56 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,91%, para 23.291,04 pontos. Na contramão, o Xangai Composto recuou 0,04%, ficando em 2.038,31 pontos. Fonte: http://www.valor.com.br/financas/3572356/maior-parte-das-bolsas-da-asia-termina-comganhos

Taxa de desemprego fica em 7,1% no 1º trimestre, mostra IBGE A taxa de desocupação medida pela Pnad Contínua ficou em 7,1% no 1º trimestre deste ano. Houve alta em relação ao do 4º trimestre de 2013, quando a taxa era de 6,2%, e queda em relação ao 1º trimestre de 2013 (8%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O nível de ocupação foi de 56,7% no 1º trimestre, o que representa um recuo frente ao 4º trimestre do ano passado (quando estava em 57,3%) e uma alta em relação ao 1º trimestre de 2013 (quando era de 56,3%). Pesquisa Mensal de Emprego O IBGE está mudando a metodologia de pesquisa de emprego e, ao longo deste ano, vai divulgar tanto a Pesquisa Mensal de Emprego quanto a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). A PME apresenta dados mensais; o último disponível, de abril, apontava uma taxa de desemprego de 4,9%. A Pnad Contínua vai substituir a PME e também a Pnad, que registra anualmente dados sobre mercado de trabalho, educação, migração e trabalho infantil. A nova pesquisa divulgará dados sobre o mercado de trabalho a cada trimestre e sobre os demais temas uma vez por ano. A PME continuará sendo divulgada até o final do ano. A partir de 2015, ela deixará de existir, de modo que a Pnad Contínua se tornará a responsável por registrar a taxa oficial de desemprego do país. Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2014/06/03/taxa-dedesemprego-fica-em-71-no-1-trimestre-mosra-ibge.htm


Interior de SP vai ganhar sete clínicas anticrack O modelo agrega trabalhos sociais ao sistema de saúde de recuperação dos viciados O governo de São Paulo vai construir mais sete clínicas, como a inaugurada em Botucatu, em novembro do ano passado, para o tratamento de dependentes de crack no interior do Estado. Considerada modelo, a unidade agrega trabalhos sociais ao sistema de saúde de recuperação dos viciados. "É a maior vitrine do Estado, é uma clínica absolutamente moderna", afirmou o coordenador do Programa Recomeço e articulador da política anticrack do governo paulista, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira. "Aprendemos que não basta fazer só a desintoxicação. A internação é só o começo", disse o especialista. A unidade, que serve para internações breves e desintoxicação, oferece recolocação social aos dependentes. No total, são 76 vagas. A reportagem visitou a clínica durante a produção da matéria sobre o avanço da droga nos rincões do sossego paulista. A edição desta segunda-feira, 02, do jornal O Estado de S.Paulo mostrou que 30% dos municípios do Estado declararam ter alto problema decorrente do uso de crack. Os relatos foram feitos à Confederação Nacional dos Municípios (CNM) por 194 das 645 cidades de São Paulo. "Não estamos fazendo só o quadrado da saúde. Estamos experimentando outras áreas, porque o problema da droga é de todo mundo. A saúde faz um pedaço da história, a segurança pública, outro pedaço", disse a diretora da unidade, Janice Megid. Segundo a especialista, o problema do crack cresce em ritmo "galopante" no interior. A ideia do hospital de Botucatu surgiu entre os médicos da Universidade Estadual Paulista (Unesp), onde está a unidade. Antes da clínica, eles ofereciam 30 leitos para dependentes químicos em uma região onde vivem 1,7 milhão de habitantes. O Hospital das Clínicas da Unesp havia aprovado a construção de um manicômio judicial para menores por causa da repercussão do caso Champinha - Roberto Aparecido Alves Cardoso, em 2003, na época menor de idade, matou o casal Felipe Silva Caffé, de 19 anos, e Liana Friedenbach, de 16, em Embu-Guaçu. Os médicos alegaram que o projeto não tinha demanda e a verba foi realocada para a construção da unidade-modelo para dependentes.


"Conseguimos transformar esse projeto em uma unidade para dependência química. As celas eram com placas de aço e conseguimos baratear o projeto e humanizar com piscina, ambulatório, quadra", explicou Janice. Foram investidos R$ 15,4 milhões. Não há locais nem data para as novas unidades. Internação Para Janice, "internação tradicional" para dependente químico não funciona. "Eles vão ficar 15 dias em um lugar internados e daí você abre a porta, dificilmente eles vão parar lá no serviço encaminhado. Sozinhos eles não vão." Essa realidade é confirmada por internos e usuários em tratamento. A compulsão de uso e ambientes propícios favorecem as recaídas. "A gente está engatinhando ainda no tratamento do dependente químico. Eles têm dificuldade de acessar postos de saúde, unidades básicas. A gente tem de ir ao encontro deles", disse Janice. Em Ibitinga, André (nome fictício), de 29 anos, procurou a rede de saúde. "Eu vim buscar internação, para mim resolveria, mas não tem vaga. Se eu vir alguém na rua ou se eu beber, vou acabar usando", afirmou. Laranjeiras, que acredita que o crack avança como uma epidemia no Estado e em todo o País, afirmou que bons tratamentos existem, mas o acesso não é universal. "Estamos tentando expandir a rede para que a população do Estado de São Paulo possa receber a melhor assistência, esse é o desafio. O Estado está criando essa rede, talvez seja o único Estado do Brasil fazendo isso." A internação tem sido defendida no Estado. Em 2011, eram 482 leitos custeados pelo governo; em 2012, eram 1.160. Hoje, segundo Laranjeira, são 3 mil. Compulsória O especialista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes (Proad), Dartiu Xavier da Silveira, afirmou que o risco é a defesa das internações forçadas. "A internação involuntária como política pública é um desastre. Quando ele sai da internação, ele volta para a vida dele, para os problemas, ele recai, essa é a regra. Mais de 90% deles recaem." Para ele, só é admitida a internação involuntária em situação excepcional surto psicótico ou riscos a terceiros. "Mas essa faixa representa menos de 5% das indicações." Laranjeira afirmou que, das 3.178 internações feitas pelo serviço de triagem da capital (Cratod),


2.850 foram voluntárias. "Tiramos dez dependentes por dia da Cracolândia por vontade própria." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/interior-de-sp-vai-ganhar-sete-clinicas-anticrack

TSE terá servidor de autenticação biométrica Medida desenvolvida por empresa brasileira dá continuidade ao plano do governo brasileiro de evitar fraudes eleitorais e agilizar os resultados das eleições O anúncio em 15 de maio do resultado de uma concorrência pública para selecionar o responsável pela certificação e gerenciamento do banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abre caminho para a criação do maior sistema de identificação biométrica por impressões digitais do mundo. A medida dá continuidade ao plano do governo brasileiro de evitar fraudes eleitorais e agilizar os resultados dos pleitos. Especializada em soluções em biometria, a Griaule, pequena empresa brasileira, foi a escolhida entre grandes companhias do setor e vai assinar um contrato no valor de R$ 82 milhões para fornecer, por dois anos, sistemas de verificação de impressão digital em larga escala para o órgão eleitoral federal. Exemplo de startup nascida na incubadora de empresas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Griaule foi no início de suas atividades, em 2002, apoiada financeiramente pelo programa PIPE (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas), da FAPESP. O reconhecimento veio em 2005 com a escolha da empresa para o Prêmio Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, na categoria de pequena empresa em Inovação Tecnológica. O sistema biométrico que a Griaule desenvolveu ficou no mesmo ano no primeiro lugar na Fingerprint Verification Competition – FVC2006 – como a tecnologia mais precisa do mundo para verificação de digitais. Depois a empresa abriu uma filial em San Jose, no Vale do Silício, na Califórnia, nos Estados Unidos, e passou a exportar seus serviços. Os clientes da Griaule estão espalhados por mais de 50 países. A implantação do sistema de reconhecimento de autenticação de impressões digitais da Griaule ocorrerá em duas etapas. O software terá primeiro de processar 23 milhões de registros biométricos de eleitores já armazenados pelo TSE. Isso deve ocorrer até as eleições de outubro. Em um segundo momento, o sistema irá garantir que 52,8 milhões de cadastros biométricos que o TSE pretende coletar até as eleições de 2016 não


são cadastros duplicados ou fraudados. E, para a realização de tal tarefa, o contrato de prestação de serviço prevê a implantação de um supercomputador como servidor com quase 1.500 núcleos de processamento. A máquina será capaz de realizar a comparação de 3 milhões de digitais por segundo. Quanto maior a base de dados maior a exigência de processamento para assegurar a inclusão de novos eleitores, porque os computadores terão de fazer a varredura completa dos registros para evitar a duplicação de cadastros. Um crescimento exponencial. “Para se ter uma ideia da complexidade da tarefa, é importante ressaltar que são coletadas as digitais dos dez dedos de cada pessoa. Assim, o software de reconhecimento terá de processar um volume de dados da ordem de quintilhões”, explica Felipe Bergo, pesquisador da empresa. Embora as eleições no Brasil estejam informatizadas desde 2010, com a implantação das urnas eletrônicas em 100% das seções eleitorais, o TSE tem o cadastro das impressões de digitais de apenas 15% dos 142,4 milhões de eleitores. A maioria das seções eleitorais ainda faz o reconhecimento por meio do título de eleitor e da assinatura. A expectativa do TSE é conseguir cadastrar todos os eleitores até 2017, quando o número total deverá ser de 160 milhões. “O serviço que iremos prestar ao TSE é a garantia de unicidade dos eleitores brasileiros. Ou seja, iremos certificar que nenhuma pessoa consiga se cadastrar duas vezes como eleitor, impedindo que ela vote mais de uma vez durante a eleição”, detalha Rodrigo Souza, gerente de produtos da Griaule. O Programa de Identificação Biométrica do Eleitor do TSE foi iniciado em 2012 e planeja obter o cadastro biométrico de todo o eleitorado brasileiro até o final de 2017. Fonte: biometrica

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/tse-tera-servidor-de-autenticacao-


NOTÍCIAS DIÁRIAS ED. 420