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São Paulo, 19 de Maio de 2014 – Segunda-feira

NOTÍCIAS DIÁRIAS 'Nossos aeroportos estão preparados para a Copa do Mundo', afirma Dilma Presidente disse que investimentos atenderão a crescimento da demanda. Nesta terça, Dilma inaugura novo terminal de passageiros em Guarulhos. A 24 dias da abertura da Copa do Mundo no Brasil, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (19) que os aeroportos do país estão "preparados" para o Mundial da Fifa. Apesar de as estruturas aeroportuárias terem sido ampliadas com foco no evento esportivo, Dilma disse que "os investimentos vão ser bons para a Copa, mas serão muito mais importantes para atender ao crescimento da demanda no Brasil". "Garanto que os nossos aeroportos estão preparados para a Copa do Mundo. Vamos receber todos muito bem. E os brasileiros poderão ficar orgulhosos do Brasil que estamos construindo", ressaltou a chefe do Executivo durante o programa Café com a Presidenta, veiculado na Rádio Nacional. Apesar da declaração otimista de Dilma, o governo já reconheceu que as obras dos aeroportos de pelo menos quatro cidades-sede não ficarão prontas a tempo da Copa. Nos terminais do Rio (Galeão), de Fortaleza, Belo Horizonte (Confins) e Cuiabá, as reformas iniciadas para atender ao Mundial de futebol serão concluídas somente após o evento. No programa de rádio, a presidente também justificou os atrasos no Galeão e em Confins. Segundo a petista, os dois aeroportos vão passar por outras obras de ampliação que "não são para a Copa". "Tanto o aeroporto de Confins como o aeroporto do Galeão vão ter outras obras de ampliação, mas elas não são para a Copa, serão obras permanentes para atender ao aumento de passageiros que ocorre em todo o Brasil", explicou Dilma. Em Campinas (SP), que não é cidade-sede do Mundial, mas servirá de base aeroportuária para sete seleções, a concessionária responsável pelo Aeroporto


Internacional de Viracopos admitiu no início do mês atraso nas obras do novo terminal de passageiros. Apenas parte da estrutura será usada para receber delegações e autoridades durante o evento esportivo. A construção está 92% concluída, e as seleções começam a chegar no dia 6 de junho. Há uma semana, o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, disse que a concessionária Aeroportos Brasil, que administra Viracopos, pode ser multada em até R$ 170 milhões por não concluir as obras do novo terminal dentro do prazo previsto em contrato, que venceu em 11 de maio. O valor da penalidade ainda não foi fechado, mas, segundo Guaranys, o contrato de concessão prevê essa quantia de até R$ 170 milhões, além de R$ 1,7 milhão por dia de descumprimento. Nesta terça-feira (20), Dilma vai inaugurar o novo terminal de passageiros do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP). A estrutura, que terá 20 pontes de embarque e um pátio para atender até 34 aeronaves ao mesmo tempo, já está em funcionamento desde o dia 11 de maio. Inspirado em modelos asiáticos, o novo terminal foi entregue no último dia do prazo para conclusão das obras previstas no primeiro ciclo da concessão. O Terminal 3 de Cumbica foi construído durante 1 ano e 9 meses. A estrutura será exclusiva para voos internacionais e dará ao aeroporto a possibilidade de receber mais 12 milhões de passageiros por ano. Mesmo com um projeto moderno, com 27 esteiras, 350 câmeras de segurança e mais de 100 lojas, o novo espaço recebeu críticas por falhas de funcionamento. Em abril, a presidente Dilma também participou da solenidade de inauguração da nova sala de embarque do aeroporto internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília. Multas Na última segunda-feira (12), a Anac anunciou um novo regulamento para uso dos slots (horários de chegadas e partidas nos aeroportos), que prevê aplicação de multa de até R$ 90 mil para empresas infratoras. Segundo o diretor-presidente da agência, as penalidades começarão a ser aplicadas durante a Copa, em junho, mas continuarão valendo após a competição, de maneira permanente. As regras valem tanto para aeronaves comerciais quanto para jatinhos. O regulamento, aprovado no dia 9 de maio, fixa penalidades para três tipos de infração. No primeiro caso, a empresa aérea deixa de usar um horário de pouso e decolagem que havia solicitado e estava autorizado. A multa varia de R$ 12 mil a R$ 30 mil. No caso de um jatinho executivo, o dono pode ser penalizado com multa de R$ 7 mil a R$ 21 mil.


O último caso é quando a aeronave pousa ou decola sem qualquer slot autorizado para um determinado aeroporto. A multa será de R$ 36 mil a R$ 90 mil para empresas e de R$ 21 mil a R$ 63 mil para os jatinhos. Entre os problemas que podem surgir pelo descumprimento dessas regras, de acordo com Guaranys, está a ocorrência da superlotação dos aeroportos, situações em que há mais voos, aeronaves para estacionar e/ou passageiros que a capacidade.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/05/nossos-aeroportos-estao-preparadospara-copa-do-mundo-diz-dilma.html

Vale perde 3% e Bovespa opera em baixa; dólar está na casa de R$ 2,20 Em dia de poucos indicadores no exterior, os juros operam sem grandes oscilações e o dólar em ligeira queda ante o real. Uma notícia vinda da China, por sua vez, afetava os mercados de commodities, puxando o Ibovespa para baixo. O mercado imobiliário da China mostrou sinais de mais desaceleração em abril e derrubava as ações da Vale e da Gerdau. O dólar é influenciado pelo cenário externo e pelas intervenções do Banco Central (BC). O volume, no entanto, segue mais fraco. Mas o volume é fraco, o que indica um mercado ainda bastante cauteloso em montar grandes posições. Bolsa O Ibovespa negociou em baixa de cerca de 1% durante todo o pregão. Ao redor de 14 horas, o índice da Bolsa paulista cedia 1,13%, para 53.368 pontos. Vale PNA, entre as ações mais negociadas, é a que mais pressionava o índice - tinha perda de 3,2%. Já no começo do pregão, analistas comentavam que notícias da China afetariam os negócios. O mercado imobiliário da China mostrou sinais de mais desaceleração em abril, em meio a um cenário de piora nesse setor da economia asiática. “Preços de imóveis em queda significam menos consumo de aço”, diz o estrategista da SLW Corretora, Pedro Galdi. Segundo ele, o minério de ferro negociou hoje a US$ 98 a tonelada, abaixo do custo chinês de produção de minério, de US$ 100. Galdi comenta ainda que o mercado aproveita a queda de hoje para realizar lucros.


Câmbio O dólar ensaiava uma leve queda frente ao real no início desta tarde, influenciado pelo cenário externo e pelas intervenções do BC. O volume, no entanto, segue mais fraco que a média, o que, segundo operadores, denuncia um mercado ainda bastante cauteloso e avesso a grandes posições. Ao redor de 14 horas, o dólar comercial caía 0,27%, a R$ 2,2070, perto da mínima do dia, de R$ 2,2060. O dólar para junho cedia 0,47%, a R$ 2,2140. Esse vencimento movimentava há pouco menos de 112 mil contratos. "O mercado ainda está em compasso de espera para vários dados que vão sair na semana. E é o exterior de novo que vai mexer com o câmbio", diz o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, lembrando ainda que nesta semana será divulgada nova pesquisa eleitoral. Amanhã, há a previsão de fala de vários dirigentes regionais do Federal Reserve (Fed, banco central americano) nos Estados Unidos; na quarta-feira, será a vez do discurso da presidente do Fed, Janet Yellen. Nesse mesmo dia, será divulgada a ata da última reunião de política monetária do BC americano, quando a instituição decidiu reduzir em mais US$ 10 bilhões o volume mensal de compra de ativos. Entre quarta e quinta, destaque para indicadores da China, da zona do euro e dos EUA. Hoje, o BC fez a rolagem de mais cinco mil contratos de swap cambial tradicional ofertad os em leilão, adiando o vencimento de cerca de US$ 250 milhões nesses papéis que, inicialmente, expirariam no próximo dia 2. Com esse leilão, a instituição elevou a cerca de US$ 2,75 bilhões (55 mil papéis) o montante rolado do lote de US$ 9,653 bilhões (193.050 títulos) que expira em 2 de junho. Nesse ritmo, o BC deixará vencer o equivalente a US$ 4,75 bilhões ao fim de maio. Antes, o BC tinha vendido todos os quatro mil contratos de swap cambial tradicional ofertados em leilã o nesta segunda-feira, em operação que movimentou o equivalente a US$ 198,3 milhões. A venda, que ficou restrita ao vencimento 2 de março de 2015, tem liquidação prevista para amanhã, terçafeira, dia 20. Dessa forma, o BC elevou a US$ 88,923 bilhões sua posição vendida em dólar junto ao mercado via swaps. Juros O mercado de juros tem um pregão tranquilo, de baixo volume de negócios e oscilações moderadas das taxas. Os juros operam com viés de queda, em


linha com o ambiente externo tranquilo, onde o rendimento dos títulos do Tesouro americano permanece em níveis baixos. Houve uma tentativa de reação dessas taxas, mas que foi interrompida, abrindo espaço para a continuidade do movimento vendedor. No Brasil, o mercado digere - sem exibir grande reação - a piora das expectativas da Focus. Após ter suavizado para 6,39% na semana anterior, a mediana das estimativas para o avanço do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi para 6,43%, a pouca distância do teto de 6,50%. Para a Selic, ficou tudo igual. Os analistas continuam a estimar que o juro básico suba a 11,25% neste ano, de atuais 11%. Até o fim de 2015, o mercado vê o juro em 12,25%. Tudo isso, entretanto, não demoveu agentes da aposta ainda majoritária no encerramento do ciclo de aperto monetário já na próxima semana. A percepção de que a inflação corrente está desacelerando e a atividade continua fraca, somada à comunicação da autoridade monetária nos últimos dias, justificam essa expectativa. Por volta de 14 horas, o DI janeiro/2017 operava a 12,01%, de 12,05% no ajuste de sexta-feira passada. O DI janeiro/2015 operava a 10,95%, de 10,96%. Mercados Internacionais Em um dia sem indicadores importantes na Europa e nos Estados Unidos, os mercados reagem a notícias de empresas. Na Europa, as principais bolsas abriram em queda, mas depois reagiram e fecharam na maioria em alta. Por volta das 14 horas, em Nova York, o índice Dow Jones recuava 0,03%, o Nasdaq avançava 0,69% e o S&P 500 tinha alta de 0,22%. Na Europa, a Bolsa de Londres fechou em queda de 0,2%, a de Frankfurt avançou 0,3% e a de Paris subiu 0,3%. Em Londres, AstraZeneca caiu hoje 11%, após informar que rejeitou uma nova oferta de compra feita pela americana Pfizer. As mineradoras britânicas também tiveram um dia ruim, após a divulgação, no fim de semana, de um dado modesto do setor imobiliário na China. Fonte: http://www.valor.com.br/financas/3553398/vale-perde-3-e-bovespa-opera-em-baixadolar-esta-na-casa-de-r-220


Ovos acumulam alta de quase 40% desde o início do ano em SP Os preços dos ovos em São Paulo acumulam fortes altas desde o início de 2014, conforme boletim divulgado hoje pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Apesar das quedas registradas desde meados de abril, a média da caixa com 30 dúzias do tipo extra, vermelho, ficou em R$ 78,88 durante a primeira quinzena de maio na Grande São Paulo, alta de 39,6% ante os R$ 56,50 por caixa de dezembro de 2013. Segundo pesquisadores do Cepea, a elevação está atrelada à menor oferta, resultado dos descartes ocorridos no início de 2014, em função do calor intenso e de problemas sanitários. Já o ovo vermelho a retirar em Bastos (SP) acumulou valorização de 37,6%, comparando-se a média dos 15 primeiros dias de maio com a de dezembro de 2013, de R$ 52,51 para R$ 72,24 por caixa. Quanto ao ovo tipo extra, branco, os aumentos de preços no período variaram de 33% a 36%, dependendo da região consultada. "Foram esses preços maiores, inclusive, que reduziram a demanda a partir de meados de abril, o que acabou pressionando as cotações", explicou o Cepea, em boletim. Nos últimos dias, o movimento de queda foi amenizado ? depois dos feriados prolongados, o consumo tem voltado à normalidade aos poucos, dizem os pesquisadores do centro. Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/valor-online/2014/05/19/ovos-acumulam-alta-dequase-40-desde-o-inicio-do-ano-em-sp.htm

Balança comercial tem superávit de US$ 563 milhões na última semana Segundo governo, importações recuaram 8,1% na semana passada. No ano, balança acumula déficit de US$ 4,77 bilhões, diz Ministério.


A balança comercial brasileira teve superávit (exportações menos importações) de US$ 563 milhões na semana passada, entre os dias 12 e 18 deste mês, informou nesta segunda-feira (19) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado da balança comercial melhorou na semana passada principalmente por conta da queda de 8,1% nas importações - na comparação com as duas primeiras semanas deste mês. Caíram os gastos no exterior com com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, e adubos e fertilizantes. As vendas externas tiveram queda menor, de 0,6%, nesta comparação. No acumulado deste mês, o saldo comercial ficou positivo em US$ 789 milhões, ainda segundo dados oficia, com exportações em US$ 11,37 bilhões média diária de US$ 1,03 bilhão, e queda de 0,5% sobre o mesmo mês do ano passado, ao mesmo tempo em que as importações somaram US$ 10,59 bihões - média diária de US$ 962 milhões - e queda de 4% sobre maio de 2013. Acumulado deste ano Na parcial deste ano, até 18 de maio, a balança comercial brasileira registrou um déficit (importações maiores do que vendas para o exterior) de US$ 4,77 bilhões. No mesmo período do ano passado, o deficit era maior: US$ 5,08 bilhões. No acumulado do ano, as exportações somaram US$ 80,69 bilhões, com média diária de US$ 877 milhões (queda de 2,1% sobre o mesmo período do ano passado), enquanto as importações totalizaram US$ 85,46 bilhões, ou US$ 929 milhões por dia útil. Sobre o mesmo período de 2013, houve uma queda de 2,2%. Resultado de 2013 Em 2013, a balança comercial brasileira registrou superávit (exportações menos importações) de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000 – quando houve déficit de US$ 731 milhões. De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira. Os dados oficiais mostram, porém, que o saldo comercial do ano passado só foi positivo por conta da “exportação” de plataformas de petróleo que, na realidade, nunca deixaram o Brasil. Essas operações somaram US$ 7,73 bilhões em 2013.


As plataformas foram compradas de fornecedores brasileiros por subsidiárias (empresas que têm o capital de outras) no exterior de companhias como a Petrobras e, depois, "internalizadas" no país como se estivessem sendo "alugadas", mesmo sem saírem fisicamente do Brasil. Com isso, as empresas do setor recolhem menos tributos. Expectativa para este ano A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, é de pequena melhora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 3 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior. Já o BC prevê um superávit da balança comercial da ordem de US$ 8 bilhões para 2014, com exportações em US$ 253 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 245 bilhões.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/05/balanca-comercial-tem-superavit-de-us563-milhoes-na-ultima-semana.html

Samsung domina com folga o mercado de relógios inteligentes Sem rivais fortes no mercado, a Samsung entregou 70% dos relógios inteligentes dos primeiros três meses deste ano; mercado cresceu 250% em comparação a 2013 A sul-coreana Samsung dominou com folga o mercado de relógios inteligentes, em seu melhor momento. No primeiro trimestre de 2014, as entregas de produto aumentaram 250% em comparação ao mesmo período de 2013. Os números foram divulgados pela Strategy Analytics, uma empresa de análise de mercado de tecnologia. Nesses três meses, a Samsung abocanhou nada mais, nada menos do que 70% das entregas de relógios inteligentes. Os números são fruto de uma atuação boa da Samsung no setor. Neste ano, a empresa lançou a segunda versão de seu relógio inteligente, o Gear 2, além de uma nova versão focada em exercícios, o Gear Fit. A entrada rápida da Samsung (a primeira versão do Gear foi muito criticada por ser um produto ainda cru) parece ter garantido a ela uma boa vantagem. Empresas como a LG e a Motorola anunciaram que vão lançar suas versões de relógios inteligentes ainda neste ano.


A Sony, assim como outras fabricantes menores, como a Peeble, já atuam no mercado. Aparentemente, elas não tiveram forças (nem produtos) para competir com força contra a Samsung. Talvez a maior ameaça à Samsung, neste momento, seja a Apple. Boatos sobre o lançamento do iWatch são corriqueiros e alguns apontam para um lançamento do relógio inteligente ainda em 2014. Vale alertar para o fato de que os números são de entrega às lojas e não venda ao consumidor final. De qualquer maneira, eles são capazes de dar uma ideia importante sobre como vai o mercado.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/samsung-domina-com-folga-o-mercado-derelogios-inteligentes

NOTÍCIAS DIÁRIAS ED. 411  

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