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São Paulo,01 de Abril de 2014-Terça-Feira 2014

NOTÍCIAS DIÁRIAS Alta de preços ao produtor brasileiro desacelera d sacelera em fevereiro, diz IBGE Maiorr variação de preço partiu de artigos do vestuário rio e acessórios. No ano, o índice acumula alta de 1,95% e, em 12 meses, de 8,24%. O Índice de Preços ao Produtor (IPP) subiu 0,51% em fevereiro, desacelerando o ritmo após alta de 1,43% em janeiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE IBGE) nesta terça-feira (1º). No ano, o índice acumula alta de 1,95% e, em 12 meses, de 8,24%. O IPP mede a evolução lução dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação. O IBGE revisou o dado de janeiro depois de anunciar anteriormente anteriormente alta de 1,5%. Em fevereiro, 14 das 23 atividades registraram avanço de preços, contra 19 do mês anterior. rior. As quatro maiores variações partiram de das áreas de confecção de artigos do vestuário tuário e acessórios (2,19%), papel e celulose (-1,87%), ( máquinas, uinas, aparelhos e materiais elétricos (1,77%) e calçados e artigos de couro (1,56%). Frente a fevereiro de 2013, a variação de preços foi de 8,24%, contra 7,31% em janeiro. É o maior resultado da série, nessa base de comparação, segundo o IBGE. As quatro maiores variações de preços foram registradas nos setores de fumo (19,31%), calçados e artigos de couro (14,50%), outros equipamentos de transporte (12,80%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,12%).

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/04/ http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/04/alta-de-precos-ao-produtor produtor-brasileirodesacelera-em-fevereiro-diz-ibge.html ibge.html


Atividade industrial dos EUA desacelera em março, diz Markit O Índice dos Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria dos Estados Unidos recuou de 57,1 pontos, em fevereiro, para 55,5, em março, informou nesta terça-feira, 1º de abril, a consultoria Markit. Apesar da leve desaceleração, a leitura segue confortavelmente acima de 50 pontos, indicando expansão da atividade. O subíndice de produção recuou de 57,8 pontos, em fevereiro, para 57,5, no mês passado. O de novas encomendas caiu de 59,6 para 58,1, enquanto que o de emprego registrou queda de 54,1 para 53,9 pontos. Apesar da queda mensal, o PMI de março foi o segundo mais forte desde janeiro de 2013, segundo a Markit. O economista-chefe da consultoria, Chris Williamson, disse que a redução no PMI mascara o fato de que há, ainda, mostras de força da produção, das novas encomendas e do crescimento do emprego, que continuam em patamares fortes na série histórica. Segundo Williamson, a sondagem indica que o crescimento na produção da indústria voltou a ocorrer, após o frio prejudicar o desempenho nos primeiros meses do ano.

Fonte: http://www.valor.com.br/internacional/3502078/atividade-industrial-dos-eua-desaceleraem-marco-diz-markit

Começa hoje reunião do BC para definir taxa de juros; resultado sai amanhã Começa nesta terça-feira (1º) a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para discutir um possível aumento da taxa básica de juros (Selic), que está em 10,75% ao ano. A decisão será conhecida na noite de quarta-feira (2). As reuniões do Copom ocorrem a cada 45 dias em Brasília. Participam o presidente do Banco Central e diretores de política monetária e econômica da instituição. Nas últimas oito reuniões, os membros do Copom decidiram subir a taxa de juros --da última vez, a alta foi de 0,25 ponto percentual--, em linha com as expectativas de analistas financeiros consultados pelo BC. De acordo com as expectativas da maioria dos analistas, nesta reunião o Copom deve elevar a Selic para 11%, e a taxa deve terminar o ano a 11,25%.


Entenda como os juros são usados para controlar a inflação Uma economia aquecida em geral é bom para todos: há mais vendas para os empresários e mais empregos para os trabalhadores. No entanto, se há muita procura de produtos, eles podem ficar escassos e passarem a custar mais caro, causando inflação. O Brasil possui um sistema de metas para inflação que foi instituído em junho de 1999 pelo Banco Central (BC). O indicador considerado é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para manter o nível de inflação esperado, o governo faz uso da política monetária, por meio da taxa básica de juros, a Selic. Assim, caso o BC observe que a inflação corre o risco de superar a meta, a tendência é elevar os juros. A taxa de juros foi o instrumento escolhido pelo governo, pois ela determina o nível de consumo do país, já que a taxa Selic é utilizada nas transações bancárias e, portanto, influencia os juros de todas as operações na economia. A Selic é utilizada pelos bancos como um parâmetro. A partir dela, as instituições financeiras definem quanto vão cobrar por empréstimos às pessoas e às empresas. Caso os juros do país estejam altos, o consumidor tende a comprar menos, porque a prestação de seu financiamento vai ser mais alta. Isso reflete na queda da inflação. Segundo a lei da oferta e da procura, quanto maior a demanda por um determinado produto, mais elevado é o seu preço. Do contrário, se uma mercadoria ou serviço não forem tão procurados, o preço tende a cair para atrair mais compradores. Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/01/comeca-hoje-reuniao-do-bcpara-definir-taxa-de-juros-resultado-sai-amanha.htm

Mark Zuckerberg ganhou salário de US$ 1 em 2013 Depois de uma desastrosa abertura de capital, em 2012, o Facebook conseguiu se recuperar e desde o ano passado colhe resultados financeiros cada vez mais positivos. A tranquilidade levou o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, a reduzir seu salário anual em 2013 para apenas US$ 1, cerca de R$ 2,50.


A informação apareceu ontem em relatório divulgado nos Estados Unidos. A redução mostra que o jovem bilionário está confiante no rendimento das ações da empresa, já que em 2012 seu salário anual superou US$ 500 mil. Somandose à participação nos pepais, naquele ano, Zuckerberg faturou quase US$ 2 milhões. Em 2013, entretanto, a renda caiu para US$ 653 mil. É normal que Zuckerberg fature menos com o Facebook, afinal, ele já não é mais tão dono da rede social quanto costumava ser. Documento revelado em janeiro aponta que a participação do CEO vem caindo e está abaixo dos 20%. Precisamente, o executivo detém 19,6% das ações, sendo que em 2012 sua participação estava próxima de 30%. Segundo ranking da revista Forbes, atualizado no início de março, Zuckerberg é o sexto homem mais rico da tecnologia, com fortuna estimada em US$ 28,5 bilhões. O topo do pódio continua sendo ocupado pelo cofundador da Microsoft Bill Gates. Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/41146/41146


NOTÍCIAS DIÁRIAS ED. 387