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São Paulo,04 de Fevereiro de 2014-Terça-Feira

NOTÍCIAS DIÁRIAS Produção da indústria cai e tem pior resultado desde dezembro de 2008 Setor teve queda de 3,5% no último mês do Em 2013, atividade da indústria cresceu 1,2%, segundo o IBGE.

ano.

A produção da indústria brasileira caiu 3,5% em dezembro na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a segunda queda mensal seguida do indicador, e o pior resultado desde dezembro de 2008, quando houve queda de 12,2%. Com a queda no último mês do ano, o total da indústria ficou 6,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011, ressalta o IBGE. "Vale ressaltar que o comportamento de menor intensidade da produção industrial nos dois últimos meses do ano não só eliminou o ganho de 0,9% assinalado no período de agosto-outubro, mas também confirmou um segundo semestre marcado pelo menor dinamismo", diz a pesquisa. No acumulado de 2013, a atividade da indústria fechou com alta de 1,2%, mostrando melhora em relação a 2012, quando o setor teve queda de 2,5%, e sobre 2011, quando a alta foi de 0,8%. Fonte:http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/02/producao-da-industria-cai-em-dezembromostra-ibge.html

Aerus entra em liquidação extrajudicial, informa Previc O Instituto Aerus de Seguridade Social, que estava sob regime especial de intervenção desde abril de 2006, entrou em processo de liquidação extrajudicial. A mudança do regime foi informada pela Superintendência Nacional de Pr evidência Complementar (Previc), autarquia responsável pela fiscalização dos


fundos de pensão, e consta de portaria publicada no “Diário Oficial da União” desta terça-feira. O Aerus geria planos de previdência de funcionários de companhia aéreas. Fonte:http://www.valor.com.br/financas/3418532/aerus-entra-em-liquidacao-extrajudicialinforma-previc

Pressão por nova alta de juro inquieta governo Já preocupa a equipe econômica a recente elevação nos juros projetados no mercado futuro, o que influencia na definição dos preços cobrados hoje nos empréstimos contratados pelos bancos. Depois de alta nas taxas de Índia, Turquia e África do Sul -que, com Brasil e Indonésia, foram recentemente apelidados de os "cinco frágeis"-, cresceu a especulação de que o Banco Central brasileiro também aumente a dose de aperto monetário. O comitê que define a trajetória dos juros no país (Copom) tem reunião prevista para o final deste mês. Até algumas semanas atrás, a expectativa do mercado era que o BC começaria a reduzir o ritmo de alta, passando para elevações de 0,25 ponto percentual após seis altas seguidas de 0,5 ponto. A taxa está atualmente em 10,5% ao ano. As cúpulas do BC e do Ministério da Fazenda, que vêm acompanhando diariamente a evolução do mercado, detectaram que, aos poucos, cresce a pressão por um ajuste maior na Selic, referência para toda a economia. Contratos no mercado futuro de juros com vencimento em janeiro de 2015, que projetavam taxa em torno de 10,5% ao ano na virada de 2014, pularam para 11% na segunda quinzena de janeiro e já se aproximam de 12%. A estimativa do grupo de analistas que mais acertam projeções segundo o boletim Focus (uma consulta oficial do BC aos bancos e consultorias) também aponta taxa de juros maior no final deste ano: 11,75% ao ano, ante 11,5% ao ano há dez dias. Na semana passada, chamaram a atenção dos técnicos do governo apostas de elevação da taxa em 0,75 ponto neste mês. Interlocutores oficiais saíram a campo para tentar desfazer o cenário antes que ganhasse força. Em reuniões com analistas e investidores, técnicos da equipe econômica deixaram claro que acham a avaliação prematura. Ressaltaram que o BC brasileiro começou a subir os juros em abril do ano passado, antes dos principais emergentes. E argumentaram que os indicadores deste início de ano deverão mostrar melhora no comportamento da inflação e também nos gastos do governo. A alta de 0,5 ponto em janeiro, acima do esperado pelo mercado, é justificada internamente no governo como forma de ganhar tempo para avaliar melhor o cenário.


Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/02/1407153-pressao-por-nova-alta-de-juroinquieta-governo.shtml

Lucro do Itaú Unibanco sobe 15,5% e atinge R$ 15,7 bilhões em 2013 O Itaú Unibanco (ITUB3,ITUB4), maior banco privado da América Latina, divulgou nesta terça-feira (4) lucro líquido de R$ 15,695 bilhões em 2013. O resultado representa uma alta de 15,5% em relação ao obtido em 2012 (R$ 13,594 bilhões). A carteira de crédito do banco totalizou R$ 483,396 bilhões no ano. O crescimento anual da carteira foi maior que a estimativa do banco para o ano passado, que era de 8% a 11%. Para 2014, o Itaú Unibanco espera expansão de 10% a 13%. Lucro recorde no 4º trimestre; inadimplência em queda Só no quarto trimestre, o lucro líquido do banco foi de R$ 4,646 bilhões. O resultado recorde para o período foi alcançado graças à redução da inadimplência, aumento de receitas e expansão maior que a estimada da carteira de crédito. A instituição fechou o ano com um estoque de financiamentos total de R$ 483,397 bilhões, avanço de 6% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 13,5% em 12 meses. Os destaques da carteira na comparação anual foram os segmentos de crédito consignado, com expansão de 66,6%, financiamentos imobiliários, alta de 34%, e cartão de crédito, que viu expansão de 33,5% na carteira. Enquanto isso, a área de empréstimos para aquisição de veículos teve queda de 21,3%, a R$ 40,3 bilhões. Enquanto isso, a receita com serviços e tarifas bancárias somou R$ 6,036 bilhões nos três últimos meses de 2013, crescendo 17,2% sobre um ano antes. Itaú, Bradesco e Santander relatam calotes em queda O índice de inadimplência no Itaú, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias foi de 3,7%, ante 3,9% de julho a setembro e 4,8% em igual etapa de 2012. Na semana passada, Bradesco e Santander Brasil também divulgaram índices de calotes em queda, a 3,5% e 3,7%. As despesas do Itaú com provisões para perdas com calotes totalizaram R$ 4,191 bilhões no período, queda de 7,6% sobre o terceiro trimestre e de 27% na comparação anual. Bradesco lucra R$ 12 bi; lucro do Santander no Brasil cai quase 10%


Os números do Itaú Unibanco foram divulgados alguns dias após os do Bradesco e do Santander Brasil. O Bradesco (BBDC4), segundo maior banco privado brasileiro,anunciou na última quinta-feira (30) que fechou o ano de 2013 com lucro líquido de R$ 12,011 bilhões. O valor é 5,5% maior que o registrado em 2012 (R$ 11,381 bilhões), e bate novo recorde. Sem considerar despesas extraordinárias --como o pagamento de tributos atrasados, por meio do programa Refis, por exemplo--, o chamado "lucro líquido ajustado" do banco subiu 6% em relação a 2012, para R$ 12,202 bilhões. O lucro do Santander Brasil (SANB11) caiu 9,7% em 2013, para R$ 5,7 bilhões, de acordo com balanço divulgado na quinta-feira (30). Em 2012, o banco já tinha registrado queda de 5% no lucro em relação ao ano anterior, com lucro líquido de R$ 6,329 bilhões. No mundo todo, o Grupo Santander quase dobrou seu lucro em 2013: chegou a 4,37 bilhões de euros, alta de 90,5% em relação a 2012. O Santander tem insistido desde o início da crise global em seu desenvolvimento internacional. Em 2013, obteve quase metade do lucro, 47%, na América Latina, incluindo 23% do Brasil. Fonte:http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/04/lucro-do-itau.htm

França critica Assad por não cumprir plano de destruição de armas químicas O ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, fez nesta terçafeira uma advertência ao regime sírio de Bashar al-Assad por não estar cumprindo os compromissos sobre o ritmo de destruição de suas armas químicas. Fabius, em entrevista à emissora de rádio France Info, disse que "apenas 5% das armas químicas estão saindo da Síria, quando em 1º de fevereiro deveríamos alcançar 100 %". "O governo sírio pôs um freio na destruição das armas químicas", denunciou o chefe da diplomacia francesa. O chanceler insistiu que "é necessário que o Governo de Bashar al-Assad respeite os compromissos que assumiu sobre as armas químicas" para que os arsenais sejam destruídos fora da Síria. Sobre um ataque internacional, Fabius afastou esta possibilidade mas assinalou que se o regime sírio não cumpre o prometido, a questão poderia voltar a ser tratada pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).


Fabius reconheceu que as discussões entre as partes em conflito "infelizmente por enquanto não deram em grande coisa", embora justificou sua pertinência porque a única solução para o conflito sírio "é política" e isso requer negociações. Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/franca-critica-assad-por-nao-cumprirplano-de-destruicao-de-armasquimicas,df160f8b5aae3410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Google terá 'monopólio' da mídia no Brasil, diz Paulo Bernardo Mesmo sem produzir uma linha sequer de conteúdo, o Google é uma das maiores empresas de mídia do mundo. Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em breve a gigante de buscas deixará o setor inteiro para trás. "As pessoas falam no Brasil que tem monopólio da mídia. Acho que o Google está se tornando o grande monopólio da mídia. E a gente vê assim uma disputa entre teles e TVs que, provavelmente, se durar mais alguns anos, o Google vai engolir os dois", comentou Bernardo, em entrevista ao Estadão. O ministro reafirmou ser favorável à regulação da mídia no Brasil, e um dos pontos a ser discutidos seria o que circula pela rede. "Temos que incluir questões essenciais, por exemplo, sobre o que acontece na mídia de internet." Segundo ele, o Planalto deve tratar sobre a redução da influência que companhias como o Google têm no Brasil: "Isso tem de ser colocado na pauta. Se você tem uma empresa que, num setor, tem 91% de participação, é evidente que talvez seja o caso de discutir." Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/40015/40015

NOTÍCIAS DIÁRIAS ED. 358  

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