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São Paulo,01 Outubro de 2013– Terça-Feira

NOTÍCIAS DIÁRIAS Sem acordo sobre orçamento, governo dos EUA 'para' nesta terça Congresso não aprovou legislação, e gastos federais são bloqueados. Em memorando, Casa Branca orienta agências a paralisarem serviços. Democratas e republicanos não chegaram a um acordo, e grande parte do setor público dos Estados Unidos será "paralisado" a partir desta terça-feira (1º). O Congresso precisava aprovar, até a meia-noite (1h de terça-feira no Brasil), um Orçamento para permitir os gastos federais, o que costuma ser feito com antecedência – mas o prazo terminou nesta segunda. Sem esse orçamento, o governo federal vinha tendo seus gastos garantidos por permissões temporárias, chamadas de “resoluções continuadas”. A última, aprovada em março, expirou nesta segunda. Com isso, os serviços considerados não essenciais devem ser paralisados, até que um acordo seja alcançado. Cerca de 800 mil trabalhadores federais serão colocados em licença não remunerada. A medida vai provocar o fechamento de museus e parques nacionais, prejudicar a emissão de passaportes, o processamento de impostos, o pagamento de benefícios os pagamentos de subsídios agrícolas e as concessões de empréstimos, entre outros. Pouco antes da meia-noite, o Escritório de Administração e Orçamento do governo federal emitiu um memorando orientando as agências a executar planos para o fechamento ordenado dos serviços por falta de recursos. Na conta do Capitólio no microblog Twitter, um aviso já informa que a mesma não será mais atualizada por falta de fundos. Negociações O impasse na aprovação do orçamento ocorreu porque os republicanos, que controlam a Câmara, se recusaram a aprovar uma nova permissão de gastos se não forem atendidos dois pedidos: adiar em um ano a entrada em vigor da lei de assistência à saúde do presidente Obama – o chamado “Obamacare” – e eliminar um imposto criado para financiar a cobertura de pessoas sem plano de saúde. Essas pessoas devem começar a ser cadastradas nesta terça-feira. Os democratas, por sua vez, não querem mudanças no projeto de saúde.


O “confronto” entre os dois partidos durou até os últimos minutos. Por volta das 23h (horário dos EUA), o Senado, de maioria democrata, rejeitou o terceiro projeto temporário de Orçamento, aprovado 40 minutos antes na Câmara. Mais cedo, o Senado já havia rejeitado proposta semelhante, aprovada pela Câmara durante o final de semana. Durante a tarde, o presidente dos EUA, Barack Obama, chegou a fazer um apelo nesta para que o Congresso impedisse a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade". "Isso não precisa acontecer", disse. "Deixe-me repetir. Isso não precisa acontecer”. "Manter o governo do povo funcionando não é uma concessão a mim. É a sua responsabilidade básica", acrescentou. Obama lembrou que o governo federal é o maior empregador do país e que o fechamento iria ter consequências na economia. Um grupo de republicanos dissidentes na Câmara chegou a colocar em votação um projeto que eliminava as exigências referentes à lei de assistência à saúde, que deveria ser bem recebido no Senado, mas a proposta falhou. Nas últimas horas do embate, a maioria da Câmara chegou a oferecer a formação de um grupo de negociação, mas a proposta foi rejeitada pelos senadores. A última vez que o governo dos Estados Unidos passou por uma paralisação semelhante foi em 1995/1996, quando os serviços não essenciais foram suspensos uma semana antes do Natal, por 26 dias, durante o governo do também democrata Bill Clinton. Os serviços não essenciais devem permanecer paralisados até que o Congresso aprove um orçamento ou uma nova "resolução continuada", que forneça uma licença temporária para os gastos federais. Militares À espera da paralisação, Obama assinou, já durante a noite, uma medida para garantir que os membros das Forças Armadas sejam pagos. Em mensagem gravada para as tropas, Obama afirmou que os militares continuarão com seus trabalhos normalmente. "Nossas operações militares continuarão. Sei que os dias à frente podem ser mais incertos", afirmou. "Vocês e sua família são melhores que essa disfunção que estamos vendo no Congresso". Como nação, enfrentamos decisões orçamentárias difíceis", disse o presidente. Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/10/sem-acordo-sobre-orcamento-governodos-eua-para-nesta-terca.html


Ampliação no crédito imobiliário com FGTS ajuda ações de construtoras As ações de construtoras e incorporadoras registram nesta terça-feira uma sessão de ganhos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), na esteira das alterações das regras para uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de imóveis. Ontem, o governo anunciou a elevação do valor máximo dos imóveis que podem ser comprados com recursos do fundo de R$ 500 mil para R$ 750 mil nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e no Distrito Federal. A decisão, tomada em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), também elevou o teto de R$ 500 mil para R$ 650 mil reais nos demais Estados. Pouco depois de 10h50, as ações de Brookfield subiam 0,62%; os papéis ON de Cyrela avançavam 2%; PDG Realty ganhava 1,63%; e Rossi Residencial mostrava ganho de 0,95%, para R$ 3,20. No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,10%. Em relatório de hoje, a Fator Corretora avaliou que a mudança no teto do valor do imóvel “trará um impacto positivo no setor como um todo, pois aumentará a demanda pela compra”. “Impactos positivos para Brookfield e Tecnisa que cobrimos”, diz. Já o Credit Suisse ressaltou, também em relatório, que dentro de sua cobertura, “com exceção de MRV e Direcional, todas as empresas devem ser beneficiadas”. Analistas do banco lembraram, contudo, que o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) já vinha oferecendo “condições para que os compradores tenham a oportunidade de adquirir imóveis acima de R$ 500 mil”. Fonte:http://www.valor.com.br/financas/3289852/ampliacao-no-credito-imobiliario-com-fgtsajuda-acoes-de-construtoras

IPI reduzido eleva número eletrodomésticos no país

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Carlos Luiz Fonseca, 29, planejava casar desde 2012. Antes de ir morar com a noiva Letícia Fontes, 25, neste ano, o casal aproveitou o IPI reduzido e o parcelamento em 12 meses para comprar geladeira e máquina de lavar. Os noivos de Inhaúma (zona norte do Rio) ilustram a tendência de aumento mais forte de acesso a bens duráveis, desde 2008, detectada pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Naquele ano, o governo lançou o incentivo fiscal para combater a crise, mas acabou por renová-lo em várias ocasiões para estimular o consumo -pilar de sustentação do PIB até o ano passado.


Segundo Maria Lúcia Vieira, gerente do IBGE, o benefício do IPI menor "deu um empurrão" no acesso a eletrodomésticos da linha branca e veículos. Analistas citam ainda a expansão do crédito a custo menor -os juros só começaram a subir neste ano- como motor das vendas dos dois setores. A grande vedete foi a máquina de lavar, bem de maior valor que se popularizou no país. Desde 2008, cerca de 10 milhões de lares passaram a ter o utensílio, presente em 55,1% dos domicílios em 2010. Em 1992, eram só 24,1%. Também cresceu o acesso a fogão e refrigerador, mas ambos já estavam na grande maioria dos domicílios. O crédito fácil e mais barato até o ano passado fez ainda as famílias sofisticarem as compras. Os lares com geladeira de duas portas (com freezer separado) subiram 15% de 2011 para 2012, enquanto os que têm a de uma porta só caíram 2,5%. Ainda sob efeito do desconto do IPI e do financiamento, 5,7 milhões de famílias compraram carros desde 2008. A penetração do automóvel foi de 36,4% a 42,4%. "Além do IPI e do crédito mais barato, o emprego e a renda cresceram, o que ajudou as famílias a satisfazerem uma necessidade de consumo ou trocarem o carro ou a geladeira por um novo", diz o economista Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio. Segundo Fábio Bentes, economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o IPI ajudou, mas o forte aumento do crédito teve papel mais importante. O cenário positivo, porém, já mostra esgotamento. Os dados do varejo indicam que a venda de eletrodomésticos e veículos cresce menos com a desaceleração do mercado de trabalho e a inflação. Para não estimular o consumo e a inflação, o governo subiu as alíquotas da linha branca, embora os percentuais ainda sejam menores do que os que vigoravam antes da política de incentivos. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/10/1349900-ipi-reduzido-eleva-numero-defamilias-com-carros-e-eletrodomesticos-no-pais.shtml

Petroleira de Eike diz que não pagará US$ 45 mi que deve a estrangeiros A petroleira OGX, do empresário Eike Batista, informou que optou por não pagar US$ 44,5 milhões a credores estrangeiros, dívida que venceria nesta terça-feira (1º). Esse é o primeiro passo do que pode vir a ser o maior calote da história por uma empresa latino-americana. O valor é referente a juros remuneratórios de bônus emitidos no exterior. No total, apenas em bônus no mercado internacional a OGX tem dívida de US$ 3,6 bilhões.


O não pagamento dos juros referentes à dívida de US$ 1,1 bilhão em bônus com vencimento em 2022, emitidos pela OGX Austria, controlada da OGX, já era amplamente esperado, diante da crítica situação de caixa da petroleira. Em comunicado ao mercado na manhã desta terça-feira (1º), a OGX disse ainda que os contratos dos bônus garantem à companhia "30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida". A derrocada da OGX, que já foi considerada o ativo mais precioso do grupo de empresas de Eike, ganhou força após sucessivas frustrações com o nível de produção da petroleira. No início de julho, a companhia decidiu não seguir adiante com o desenvolvimento de algumas áreas na bacia de Campos antes consideradas promissoras. Com pouco dinheiro disponível e fracasso em sua campanha exploratória até o momento, em agosto a OGX desistiu de adquirir nove dos 13 blocos que arrematou na última licitação de áreas de petróleo, evitando o pagamento de R$ 280 milhões ao governo por direitos exploratórios. A OGX espera completar a venda de uma fatia em blocos de petróleo que possui para a malaia Petronas, para conseguir um alívio no caixa. A Petronas, porém, aguarda a conclusão da reestruturação da dívida da OGX para dar prosseguimento ao negócio de US$ 850 milhões com a petroleira brasileira. Fonte:http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/01/petroleira-de-eike-diz-que-naopagara-us-45-mi-que-deve-a-estrangeiros.htm

Suécia é o país que melhor gerencia o envelhecimento da população A Suécia é o país onde o envelhecimento da população é melhor gerenciado, seguido da Noruega e da Alemanha, segundo um novo índice criado pelas Nações Unidas e uma ONG. Na lista dos 10 países que melhor respondem ao envelhecimento da população, também estão Holanda, Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Estados Unidos, Islândia e Japão. Um estudo difundido pelas Nações Unidas e uma ONG da defesa das pessoas idosas destaca que os países estão mal preparados para o envelhecimento da população mundial. Em 2050, 22% da população mundial terá mais de 60 anos (mais de 2 bilhões de pessoas), frente aos 11% em 2012, ou seja, 809 milhões, destaca o estudo do Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA) e a HelpAge International. "A falta de dados sobre as pessoas idosas pode levar a excluí-las sistematicamente do financiamento de planos de desenvolvimento e das


políticas públicas", afirma o UNFPA e seu parceiro, que criaram um novo índice Global AgeWatch baseado em 13 indicadores econômicos e sociais em quatro âmbitos, segurança de rendimentos, estado de saúde, emprego e educação e meio ambiente favorável. Em termos de segurança de rendimentos, Luxemburgo ocupa o primeiro lugar, seguido da França. Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/suecia-e-o-pais-que-melhor-gerencia-oenvelhecimento-da-populacao,f1c99ef2a3471410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Conheça a nova geração de câmeras GoPro Especializada em câmeras que podem ser usadas em uma modalidade diferenciada de autofilmagem, a GoPro anunciou hoje o lançamento de uma nova linha de produtos que é ainda melhor que a atual. São duas novas câmeras: HERO3+ Black Edition e HERO+ Silver Edition. A Black é a GoPro mais poderosa já feita e custa US$ 399,99. Ela é 20% menor, tem uma bateria que garante 30% mais tempo de vida útil e pode ser usada debaixo d'água a uma profundidade de 40 metros. A câmera tem uma lente de vídeo que garante mais nitidez e melhor qualidade de imagem, além de contar com modos como SuperView e Auto Low Light - que ajusta a taxa de quadros de acordo com a luminosidade. Mais modesta, a Silver sai por US$ 299,99. Seu processador de imagem é duas vezes mais rápido que o da versão anterior e ela é 15% menor e mais leve (também aguenta 40m debaixo d'água). A câmera permite vídeos a 1080p60 e 720p120 fps Usando o aplicativo GoPro App, o usuário consegue transferir fotos e vídeos dessas câmeras via Wi-Fi de forma quatro vezes mais rápida do que conseguiria normalmente. Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37963/37963


NOTÍCIAS DIÁRIAS ED. 302