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25 de outubro de 2013

Como a galera quer a

EDUCAÇÃO

Mazup reuniu alguns jovens do Vale do Taquari e cruzou seus anseios com opiniões de especialistas para elucidar parâmetros da“nova educação”. OFERECIMENTO

REALIZAÇÃO

Colégio Cenecista João Batista de Mello


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25 de outubro de 2013 Especial Mazup Colegial

Espaço do Grêmio Estudantil da escola Mellinho, Lajeado

Muito envolvimento

fotos divulgação

e integração

Desde a sua fundação, o Colégio Mellinho tem como grande preocupação estimular entre seus alunos o espírito de liderança e cooperação, oportunizando aos alunos se reunirem em forma de Grêmio Estudantil. Neste ano, depois de muito tempo, o colégio contou com duas chapas concorrentes. A preocupação da equipe do Gemel 2013 foi de não interferir na rotina de sala de aula dos alunos e, ao mesmo tempo, oportunizar a todos um espaço de participação. Entre as principais atividades, destacamos as seguintes:

Torneio de Interséries Uma ocorreu no primeiro trimestre e outra no terceiro.

Show de talentos Foram reunidos todos os alunos do 6º ano até a 3ª série do Ensino Médio no auditório do colégio. Lá todos foram surpreendidos pela criatividade e pelos talentos até então escondidos. Foram feitas várias apresentações: cantos, mágicas, cup song, entre outros. Até nosso diretor entrou na brincadeira e cantou conosco.

Dia do Skate

+ fb.com/Gemel2013

Semana Farroupilha Foi organizada uma mateada no pátio do colégio. Diversos alunos vieram com trajes gaúchos e trouxeram chimarrão e pipoca. O momento ainda foi abrilhantado com diversas apresentações, entre elas a do CTG Raízes do Sul. O objetivo foi cultuar nossas tradições.

Som durante o recreio Este ano, para agradar a todos, o Grêmio Estudantil organizou uma escala, através da qual cada dia da semana um gênero musical é executado.

GESTÃO

CH

INÍCIO

DIAS

TURNO

Rotinas Financeiras e Fiscais

36h

16/11

Sábado

Manhã

INFORMÁTICA

CH

INÍCIO

DIAS

TURNO

Blogs: Planejamento e Criação

24h

25/11

2ª e 4ª

Noite

Modelagem de Dados SQL

36h

5/11

2ª e 5ª

Noite

Senac Lajeado

Av. Senador Alberto Pasqualini, 421 Fone: 3748.4644 senaclajeado@senacrs.com.br

senacrs.com.br/lajeado /senaclajeado @senacrs

A pedido de muitos, foi organizado um dia para que nossos alunos skatistas pudessem mostrar suas habilidades neste esporte. Muitas manobras puderam ser apreciadas com música e diversão.

MATRÍCULAS ABERTAS

Campeonato de Counter Strike No mês de maio foi organizado um campeonato onde todos os meninos do 6º ano até a 3ª série do Ensino Médio puderam participar. O primeiro lugar foi conquistado pelos alunos da 3ª série.

Faça um curso a distância no Senac. Confira as opções disponíveis em: ead.senac.br


No Mellinho

A a gente descobre, APRENDE TRANSFORMAR entende, cresce e O MUNDO

Educação Infantil | Ensino Fundamental | Ensino Médio

Atividades Extracurriculares

Estrutura Salas Multimídia com Telas Interativas Laboratório de Informática Laboratório de Ciências Físicas e Biológicas Biblioteca João Batista de Mello Sala de Pintura Sala de Música e Canto Coral Sala de Robótica Auditório Cantina com Refeitório Sala de Artes Sala Lúdica Ginásio de Esportes Parque Infantil Área de Recreação

INFORMAÇÕES

3714-2614

www.mellinho.com.br

Patinação Pintura Línguas Robótica Violão Teatro Basquete feminino e masculino Futsal feminino e masculino Vôlei feminino e masculino Coral infantil Dança

Rua Germano Berner, 272 Bairro Florestal, Lajeado - RS

Serviços * Material didático para todos os níveis (Sistema de Ensino CNEC) * Rede wireless (acesso à internet sem fio) * Turno integral: horário estendido até as 18h30min para as crianças da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental

Colégio Cenecista João Batista de Mello


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Espaço do Grêmio Estudantil do Martin Luther, Estrela

Gincana Harry Potter é destaque na escola Dois dias de muita diversão. Essa é a definição dos alunos do Colégio Martin Luther para a gincana estudantil que ocorreu nos dias 17 e 18 de outubro. Nesses dois dias, a magia tomou conta da escola com o tema Harry Potter. Os alunos do 5° ano do Ensino Fundamental ao 3° ano do Ensino Médio demonstraram agilidade, parceria e inteligência para cumprir tarefas como rapel, paintball, flashmob, entre outras. Os nomes das Casas de Hogwarts se tornaram o nome das equipes, sendo Equipe 1 Grifinória, Equipe 2 Corvinal, Equipe 3 Sonserina e Equipe 4 Lufa-Lufa. O encerramento da gincana ocorreu na noite do dia 18 com a escolha dos “Gatos e Gatas” de 2013, apresentação de danças e confraternização entre participantes, pais e exalunos. Na noite também foi revelada a equipe parceria que foi a Lufa-Lufa. A grande vencedora foi a equipe 3, que se consagrou campeã da edição de 2013. Conforme o Grêmio Estudantil que organizou a gincana, apesar da chuva, os principais objetivos da atividade foram alcançados: a participação, integração e envolvimento dos alunos do Colégio Martin Luther em uma atividade lúdica.

fotos divulgação


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Mazup Colegial convidou os protagonistas - representantes do Ensino Médio de escolas do Vale do Taquari - para entender quais são seus principais anseios. A conversa descontraída contou com a presença de alunos das cinco escolas mais importantes da região, durou mais de uma hora e rendeu “pano para manga”

Reportagem: Ed Gomes ed@mazup.com.br

A tônica foi a descontração. Os alunos presentes no encontro com a equipe do Mazup Colegial confessaram suas angústias e relataram como segue a educação na região. Muitos temas foram levantados, como a colaboratividade entre colegas e turmas de mesmo nível; maneiras eficientes e criativas de ministrar aulas; relação com professores e instituições de

Fotos: Cássio Bonfandini cassio@mazup.com.br

Coordenação: César Krunitzky cesarboscak@gmail.com

ensino; receio sobre conteúdos e a maneira que eles são tratados em sala; tecnologia aliada à educação, entre outros. Abordamos, neste projeto beta, sobre “internet e aprendizagem”, um dos pontos que surgiu a partir da necessidade de entendimento deles. Identificamos que a web já é parte fundamental da comunicação dos adolescentes e vem sendo usada também como

espaço de estudo. Como separar um jovem do Facebook e blogs, por exemplo? Esta necessidade não existe, pode haver um canal que una isso à educação, que estreita a relação deles com as matérias do calendário escolar. Ouvimos depoimentos de coordenadoras pedagógicas e alunos, a partir dos quais buscamos, através de um especialista em comunicação, cruzar


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os fatos e descobrir a importância deste meio como interativo para uma “sala de aula virtual”. Quanto as demais pautas levantadas, procuraremos respostas, também. E exemplos positivos para ilustrar. Se não em um próximo Mazup Colegial, em outra plataforma do Mazup. É nosso interesse entender as necessidades deste público e ajudar, na medida do possível, a aperfeiçoar as práticas vigentes. Todas as mudanças ao redor do mundo influenciam os alunos, eles são “esponjas” de novidades e conhecimento. A forma de pensar de cada um é uma força motriz tremenda, capaz de transformar o que está ao seu redor, inclusive no ambiente escolar. Com isso, lançamos um questionamento: “O que o Vale do Taquari tem de novo em aprendizagem para mostrar e servir de exemplo?” Desta maneira cria-se um canal para falar abertamente sobre o que os alunos julgam necessário. A seguir, desembaraçamos um dos pontos, mas não se pode parar o raciocínio por aí. O Ensino Médio precisa de pessoas envolvidas, inovadoras e perceptivas, e estas qualidades são encontradas na maioria dos jovens de hoje. E os professores também estão preparados para os novos paradigmas deste século. O Mazup Colegial acredita fielmente que a troca entre mestres e alunos extravasa o ensino. A tônica é mais APRENDIZAGEM e menos ensinamento. Estimular a turma através

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de questionamentos sobre as práticas pedagógicas vigentes, contemplar a educação de forma diferente e atrativa, envolver todos no processo. A união faz a força e, também, o conhecimento. Estes anos de rotina na escola aos quais os adolescentes são submetidos configuram-se como ações construtivas, que estimulam o potencial de cada estudante e dá asas para que eles sigam evoluindo. Transpor os limites da zona de conforto atual não é mais encarado como transgressão, e sim o contrário. É progresso que se faz em conjunto. O novo, desde que contribua para a aprendizagem, deve ser bemvindo. Aulas criativas fazem uma grande diferença, opinião unânime dos alunos presentes na reunião. Colaborar e dividir conhecimento é um segredo para reaprender. Quando se ajuda um colega, a lição é melhor fixada. Aprender e ensinar andam de mãos dadas, e todo aluno tem um pouco de professor assim como todo mestre tem um aluno dentro de si. E, convenhamos, quando o aprendizado é combinado com a criatividade, fica bem mais gostoso. Experiências de vida, métodos sensoriais, aulas em ambientes diferentes da sala habitual. Tudo colabora para que o aprendizado se estabeleça em uma relação que todos ganham – professores e alunos. Temos muito ainda para descobrir sobre a educação no Vale do Taquari. E contaremos tudo para vocês.

“A partir dos apontamentos dos alunos, a matéria a seguir se desenhou. A interação do ensino com ferramentas na internet, criadas pelos próprios estudantes, vai ao encontro com a necessidade da geração Y em se ‘sentir conectada’”


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O USO DAS TECNOLOGIAS MÓVEIS EM SALA Unesco lança guia com 13 bons motivos para usar tecnologias móveis na escola e 10 recomendações para governos

O ACESSO NÃO É MAIS O PRINCIPAL DESAFIO BONS MOTIVOS

RECOMENDAÇÕES

1

Amplia o alcance e a qualidade da educação

2

Melhora a educação em áreas de conflito ou que sofreram desastres naturais

3

Assiste alunos com deficiência

4

Otimiza o tempo na sala de aula

5

Permite que se aprenda em qualquer hora e lugar

6

Constrói novas comunidades de aprendizado

7

Dá suporte à aprendizagem in loco

Criar ou atualizar políticas ligadas 1 ao aprendizado móvel Conscientizar sobre sua importância 2 Expandir e melhorar 3 opções de conexão Ter acesso 4 igualitário Garantir equidade 5 de gênero

“Hoje as tecnologias móveis são muito mais comuns, mesmo em áreas onde escolas, livros e computadores são raros.”

...MAS SIM SOFISTICAR O USO PEDAGÓGICO DAS TECNOLOGIAS 8

Aproxima o aprendizado formal do informal

9

Provê avaliação e feedback imediatos

10

Facilita o aprendizado personalizado

Melhora a 11 aprendizagem contínua 12 Melhora a comunicação

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Maximiza a relação custo-benefício da educação

“Não usar tecnologias móveis é perder oportunidades educacionais muito ricas.” Rebeca Otero, Unesco

Criar e otimizar conteúdo 6 educacional

Treinar professores 7

Capacitá-los usando 8 tecnologias móveis

Promover o uso seguro, responsável e saudável 9 das tecnologias

Usá-las para melhorar a comunicação e a 10 gestão da educação

Tecnologias móveis são aparelhos digitais, facilmente portáteis, usados e controlados por um indivíduo - e não por uma instituição -, tem acesso à internet e permite um amplo número de ações, inclusive multimídias Fonte: Policy Guideliness for Mobile Learning, da Unesco

Tecnologia e educação Agora mesmo, enquanto você lê estas linhas, inúmeros professores apresentam ou preparam planos de aula em moldes tradicionais, em que a temática conta com uma explicação de minutos intermináveis, onde os mestres são a voz e mostram o quanto sabem de determinado assunto. No final do período, os alunos estão impressionados com tanta informação e esperam com ansiedade a próxima, sempre igual. Certo? A verdade é uma só – não, está errado. Já foi o tempo em que turmas e turmas se contentavam apenas em fazer anotações nos cadernos e em memorizar a matéria. A realidade é outra. Alunos da Geração Y – nascidos a partir de 1980 - invadem as salas de aula do Ensino Médio em todo o Brasil e trazem consigo novas exigências. Eles precisam extravasar o que aprendem. São mais ávidos por conhecimentos e querem estes de outras formas – algo que não se restrinja ao quadro de lições, giz, caderno e lápis. Mas sim, que some. As aulas diárias são mais do que momentos de passividade, e eles sabem bem disso - sentados às cadeiras, enxergam oportunidades de expressar ideias, interagir com colegas e aproveitar formatos diferenciados de aprendizagem. Novas gerações se encaixam em maneiras de ensinar igualmente inéditas. É neste contexto que entram as ferramentas digitais. O mestre em comunicação, Micael Vier, inicia esta discussão com conhecimentos oferecidos pelo teórico da comunicação, Marshall McLuhan: “Os meios de comunicação são como extensões do homem”. Para o mestre, “a internet tornou-se um elemento constituinte do cotidiano de uma parcela significativa de adolescentes” e isso justifica seu uso para contribuir com os conteúdos de sala de aula. Mas ele faz uma ressalva. “É essencial, no entanto, educar os alunos para um uso consciente desta ferramenta. Isso passa por um diálogo entre professor e estudantes e pelo acordo de regras capazes de disciplinar o uso da tecnologia, inclusive em sala de aula. O próprio celular dos jovens, com conexão à web, pode ser uma fonte de informações úteis e complementares ao debate em sala de aula, desde que a sua apropriação tenha efetivamente fins pedagógicos”. O fluxo de informações na internet é multidirecional, e deve ser utilizado como agregador à educação. Neste universo, os estudantes são agentes ativos que acolhem e formatam as informações trazidas por espaços que podem ser criados por eles próprios. Neste território, têm abertura para questionar e, efetivamente, participar do processo da comunicação e educação. Assim deve ser em sala de aula, também. Agora, com a internet diariamente na vida dos adolescentes, faz-se presente uma fonte extraordinária para consultar conteúdos pertinentes ao debate em sala de aula e, dessa forma, ampliar e sofisticar esta conversa. A coordenadora pedagógica do Colégio Cenecista João Batista de Mello, Betina Faleiro, afirma que a escola já entendeu esta realidade e conta que os alunos da instituição fazem uso de ferramentas digitais para consolidarem seus conhecimentos. “Muitas turmas possuem blogs onde discutem questões de aula, trabalhos pontuais e situações corriqueiras. É muito importante este espaço online, enriquece bastante a aprendizagem dos alunos. Posso apontar


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“Passamos temas, pedimos e oferecemos ajuda a quem precisa, abastecemos com conteúdo e falamos também de assuntos variados” Arthur Pêgas Leite, aluno

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que as turmas que utilizam estas ferramentas possuem rendimentos melhores”. Ela informa que os blogs são criados pelos alunos, por iniciativa própria, e servem de locais para reforço de conteúdos nos quais suprem dúvidas fora da classe. Muitas escolas já estão cientes desta realidade e fomentam a criação de grupos de debate no Facebook, por exemplo. A idealização destes espaços costuma ficar a cargo dos alunos. Eles escolhem a maneira de interação – se grupos fechados, salas de discussões ou mesmo perfil sobre as matérias – e abastecem as páginas com suas conclusões pessoais. Discutem, relacionam-se e trocam experiências e informações que ajudam em avaliações recorrentes ou mesmo como atalho para um aprendizado mais concreto. Os alunos precisam falar sobre o que aprendem, e a internet é um mundo à parte sedento por interatividade. Vier vai além. Para ele, a internet é um espaço inesgotável de troca de conhecimento, quando bem acompanhada e com fontes dignas. “É possível inclusive desenvolver uma série de potencialidades da web para engajar os estudantes em atividades comuns realizadas online. Apenas para citar um exemplo, o Google Drive permite a escrita de textos colaborativos, o que estimula a produção do conhecimento geridos a partir do somatório de habilidades e saberes postos em diálogo. Alunos motivados e que podem

jogar com as suas capacidades de desenvolver conteúdo e estratégia são a menina dos olhos de qualquer instituição de ensino. O uso da web como auxílio ao aprendizado é inerente. O ambiente, muitas vezes descontraído, faz parte da atualidade dos jovens e deve absorver todas as vivências deles, inclusive suas relações com os estudos. O Facebook hoje pode ser utilizado para prover conteúdos e informações, ao mesmo tempo que estimula a troca de conhecimento além dos muros das escolas. A ferramenta social que exibe perfis de pessoas é um ambiente que comporta, também, grupos de discussões sobre matérias de sala de aula. O resultado é uma prática de aprendizado mais agradável e interessante, já que a maioria dos jovens usa as redes online para expandir amizades, pautarem suas discussões e também como ferramenta para momentos de descontração. Arthur Pêgas Leite, 16 anos, estudante do 2º ano do Ensino Médio no Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat), confirma o uso dos espaços na web fora das aulas. Ele conta que a turma dele do segundo ano utiliza um grupo no Facebook no qual fala dos conteúdos e da rotina escolar. “Pelo que sei todas as turmas de 2º ano do meu colégio têm uma página dessas. Passamos temas, pedimos e oferecemos ajuda a quem precisa, abastecemos com conteúdo e falamos também de assuntos variados”. Para o estudante, a ferramenta é fundamental. “Este es-

paço é muito importante, acesso diariamente. Enquanto estou no Facebook me divertindo posso, também, estudar”, conta. A coordenadora pedagógica do Instituto Educação Cenesista General Canabarro (Ieceg), de Teutônia, Mareline Radaelli, concorda com a utilização de canais na internet para interação dos alunos com os conteúdos passados em aula. Ela confirma que algumas turmas da instituição possuem blogs e os professores participam dos grupos. “O espaço é mais reservado para os alunos, mas eles postam atividades e os professores participam da moderação dos espaços”. Para ela, a produtividade é inquestionável. “Com certeza a internet vem ao encontro com a aprendizagem e é um espaço onde os jovens estão presentes. Costumamos apenas pedir aos alunos que os professores possam participar e coordenarem os blogs. É importante que os mestres estejam a par dos conteúdos postados”, finaliza. Este momento virtual vem rompendo fronteiras e os professores, antes resistentes às tecnologias e até mesmo com medo de aprender o “novo”, percebem que não há como remar na contramão. Os estudantes estão no epicentro de uma revolução educacional, e a internet já é parte integrante deste movimento. O resultado é a valorização do ensino, que aprimora os potenciais educacionais e pedagógicos. Ponto para as escolas e para os alunos. Ponto para a vida.


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Espaço do Grêmio Estudantil do Ieceg, Teutônia

Grêmio e escola unidos pelos alunos

Sempre falaram que a união faz a força! É com esse lema que o Gecáh, Grêmio Estudantil da Escola Ieceg, de Teutônia, se uniu com a Direção para criar ações e movimentos para a galera da escola. Juntos, todos se beneficiaram de diversas atividades que ocorreram durante o ano, como por exemplo, Interséries, Feira do Livro, Gincana Estudantil e Baile de Primavera. Abaixo o registro de alguns momentos.

fotos divulgação

+ fb.com/ gecahieceg


Como a galera quer a educação  

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