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Santa Maria, junho 2013

Internacionalista. CRISES INTERNACIONAIS

e seus reflexos no mundo atual.

! ONDE VOCÊ ESTÁ?

por José Luís Dellinghausen

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artigos, resenhas, textos, etc.

Mendoza Argentina

EVENTOS

1° AcampaRI


NOTA DOS EDITORES

por DARI-OA

Internacionalista.

Caros leitores, Esta edição de “O Internacionalista” tratará sobre as crises financeiras Internacionais. Fazse uma explanação simples do andamento da crise que se iniciou em 2008 e traz recessos na economia mundial até hoje, principalmente em países da zona do euro como a Grécia, Espanha, Portugal. Na seção “Publique aqui” oferta-se textos enviados pelos alunos ao nosso e-mail no mês de maio (não esqueça de enviar o seu!). Na coluna “Onde você está?” conheceremos um pouco mais sobre a cidade de Mendoza, na Argentina, pela visão de um Estudante de Relações Internacionais, assim como na última seção falaremos sobre o AcampaRI, uma iniciativa da atri2013.2. Enjoy your reading!! .

Ultimo Mês, Coreias. No mês passado o DARI-OA ofertou aos acadêmicos de Relações Internacionais uma palestra com o Mestrando Pedro Brites, a qual abordo o tema “Uma visão sobre as Coreias, desde a guerra até os dias de hoje”. O Curso de Relações Internacionais encheu o auditório para prestigiar tal evento.

Mês Atual, Crises. No último mês realizou-se uma palestra com o Prof. Dr. Anderson Denardin, com o seguinte tema: “Entendendo as Recentes Crises Financeiras”. O Diretório Acadêmico expandiu o convite para os acadêmicos de Economia e teve o prazer de receber, além dos acadêmicos de RI, alguns acadêmicos de Economia. Aqueles que compareceram ficaram sabendo um pouco mais sobre as ultimas crises internacionais e a influência da crise de 2008 nos dias atuais.

DA

RI

Oswaldo

Aranha

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FOTO DENARDIN

Atenciosamente, o Diretório Acadêmico Oswaldo Aranha: Juliana P. Aires, Gustavo Manduré, Julia B. Raupp, Filipe de Césaro, Victor De Carli, Arthur Mallmann, Ranier Nemitz e Maykon D. Proença.


Internacionalista.

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- RIO+20 : Qual futuro nós queremos? por Bibiana Poche Florio

Entre os dias 13 e 22 de junho de 2012 aconteceu, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), também conhecida por RIO+20. Foi considerado o maior evento já realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e reuniu mais de 190 países. Apesar de ter sido muito falado nos meios de comunicação e ter reunido um grande números de Chefes de Estado, o texto produzido com o título “O futuro que nós queremos” mostrou-se pouco ambicioso. A RIO+20 é consequência de uma processo iniciado em 1972, na Conferência de Estocolmo, e especialmente na mais popularmente conhecida como ECO 92. A ECO 92 reuniu, pela primeira vez, um número considerável de Chefes de Estado para discutir sobre meio ambiente. Desde então já ocorreram outros eventos que discutiram e revisaram o tema como: a RIO+5, RIO+10, Protocolo de Quioto, etc. Foram abordados na RIO+20 temas para discussão tais como: Água, Alimentos, Cidades, Desastres, Empregos, Energia e Oceanos. Contatou-se que em relação a ECO 92 vários aspectos mudaram, tanto para melhor quanto para pior. Aumentou-se: a expectativa de vida mundial, a população urbana, o número de megacidades, o acesso à água, a emissão de dióxido de carbono, os níveis do mar, a degradação de terra, o uso de recursos naturais e a produção agrícola. Diminui-se a área de florestas, a biodiversidade global e a população que vive em absoluta pobreza. De um modo geral, o nível de vida do planeta subiu. Mas a que custo e por quanto tempo? A vida dos mais pobres melhorou, levando esses mais perto do padrão de vida ocidental, todavia, esse padrão é insustentável. Os recursos naturais nunca foram tão explorados como hoje e a aparente melhora do padrão de vida não durará infinitamente. Mesmo os recursos tecnológicos melhorando muito em eficiência, é preciso repensarmos como e o que consumimos. A expressão “desenvolvimento sustentável” está longe do ideal. Apesar da produção agrícola ter aumentado, ainda existem pessoas passando fome e os recursos naturais são cada vez mais degradados. No entanto, alguns avanços foram feitos desde então como a ampla ratificação de países para a redução das substâncias que destroem a camada de ozônio. Sucintamente, o viver sustentável é ter um padrão de vida hoje que não irá prejudicar as gerações futuras. A economia verde, muito citada na RIO+20, é um dos meios pelo qual podemos enxergar um desenvolvimento sustentável. Segundo o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), a economia verde deve ’produzir uma melhoria do bem estar do ser humano, a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz

‘significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica”. A economia verde pode valorizar fatores que não entravam antes na avaliação do preço dos produtos, como o uso do solo, da água, etc. Futuramente, essa valorização pode se tornar em mais um mercado de bens onde o que antes era de todos passa a ser de poucos. As cúpulas de governos para discussões sobre meio ambiente se tornam cada vez mais necessárias por se tratar de assunto que não afeta apenas um grupo restrito. Infelizmente, a preocupação com o meio ambiente esbarra no crescimento econômico de outros e faz com que um número pequeno de países se comprometa realmente com o desenvolvimento sustentável, sendo esse um dos maiores motivos para que os eventos desse tipo tenham pouca efetividade. Outro grande obstáculo para que as medidas discutidas na RIO+20 e nos eventos anteriores sejam realizados é o financiamento necessário em países em que o desenvolvimento sustentável é pouco viável por falta de recursos. Na RIO+20, os países ricos pouco se comprometeram nas questão da arrecadação de fundos, sendo a crise econômica europeia um motivo para o posicionamento. Um dos resultados da RIO+20 foi o empenho dos países na diminuição da corrupção dentro dos governos, uma vez que esta tem prejudicado as ações em defesa do meio ambiente. Em seu discurso, a presidente Dilma Rousseff teve um posicionamento firme em relação às decisões fracas tomadas pelos países ricos, p o i s q u a n d o n e ce s s á r i o s n ã o s e m o s t ra ra m comprometidos financeiramente. Contudo, os prefeitos das maiores cidades estavam mais dispostos e firmaram acordo para redução de emissões de carbono até 2030. Um grande número de representantes da sociedade civil se fez presente na RIO+20, direta ou indiretamente, mostrando que grande parte da população se preocupa com o meio ambiente e com as próximas décadas. Além disso, as organizações nãogovernamentais (ONGs) e empresas privadas se mostraram mais dispostas a assumirem compromissos do que os países, agindo até mesmo em associações entre elas. O pensamento sustentável parece estar sendo feito de baixo para cima, ou seja, primeiro os cidadãos estão mudando. Em um futuro próximo, espera-se que os governos dos países ricos mudem suas posições políticas e comecem a perceber aquilo que grande parte da população já percebeu, é preciso mudar. Não é preciso mudanças drásticas, mas as mudanças são importantes e necessárias. É claro que essa discussão é bem mais profunda envolvendo conflito de interesses de grandes corporações e há muito de ser feito.

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CRISES INTERNACIONAIS

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e seus reflexos no mundo atual.

Internacionalista.

- Após 5 anos, debate sobre como sair da crise permanece fonte: http://g1.globo.com/economia

Mais de cinco anos após o início da crise financeira internacional, alguém poderia pensar que os especialistas em matéria econômica já soubessem qual o melhor caminho a seguir para superá-la. Mas não. Ou, pelo menos, não existe ainda um consenso econômico global como o que existia antes da crise de 2008. Isso ficou evidente após um recente seminário do Fundo Monetário Internacional (FMI) para repensar a política econômica, organizado pelo seu próprio economista-chefe, Oliver Blanchard, e três especialistas na área. Um deles, o prêmio Nobel de Economia George Akerlof, da Universidade da Califórnia, ilustrou com uma vívida analogia o estado de incerteza em que se encontra a profissão de economista. "É como se um gato tivesse subido numa árvore enorme. O gato, logicamente, é a crise. Minha posição é: 'Meu Deus, esse gato vai cair e eu não sei o que fazer!'", disse. Outro dos organizadores, David Romer, da mesma universidade, aproveitou a analogia e acrescentou: "O gato está sobre a árvore há cinco anos. Está na hora de obrigá-lo a descer e a garantir que ele não volte a subir". O problema para os economistas, segundo o quarto dos anfitriões da conferência, o também prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, é que 'não há uma boa teoria econômica que explique por que o gato ainda está na árvore'. Um mundo diferente A analogia dos gatos usada pelos especialistas dá uma ideia do grau de incerteza reinante nesse grupo estelar de economistas. Este é um mundo muito diferente ao mundo aparentemente mais cômodo em que vivíamos antes da crise. Quais eram as características chave desse mundo? O principal instrumento de política econômica estava nas mãos dos bancos centrais. Eles se encarregavam de fixar as taxas de juros, subindo-as para manter baixa a inflação e cortando-as quando a economia estava frágil. A política fiscal – o gasto público e os impostos – já não era considerada como parte do jogo de ferramentas rotineiras para manter a economia nivelada. A regulamentação financeira era, na maioria dos casos, relativamente superficial. O resultado foi a pior crise financeira e a recessão mais profunda na economia global desde a Grande Depressão nos anos 1930.

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Controle Para Joseph Stiglitz, a crise foi a evidência que provou seu ponto de vista de que "as economias não são necessariamente estáveis ou se autocorrigem". No seminário, notou-se o apoio a essa visão e a ideia de que diversas agências estatais têm um papel importante para exercer o controle sobre a economia. Muitos se mostraram a favor de mais regulamentação financeira, particularmente por medidas que tentem estabilizar todo o sistema financeiro, não tanto as que estão dirigidas a bancos individuais. Eles falaram de algo chamado política macroprudencial, uma ideia que vem ganhando impulso nos últimos anos. Um exemplo é impor um limite no tamanho dos empréstimos relativos ao preço do bem que se vai comprar, como uma casa. Soa razoável, mas os participantes reconheceram que ainda não entendiam bem esse tipo de política e seus efeitos. E David Romer disse que não ter ouvido uma proposta suficientemente grande para produzir um sistema financeiro realmente robusto. Nenhuma ideia Por outro lado, está a política monetária. Antes da crise, a ferramenta principal eram as taxas de juros, mas a caixa de ferramentas se expandiu desde então para incluir a chamada "flexibilização quantitativa", a prática de injetar dinheiro no sistema financeiro com a esperança de que isso estimule o consumo. Há apoio para isso, mas não de maneira unânime. Muitos dos especialistas reunidos no seminário não se entusiasmam com o aumento rápido da dívida pública nos países ricos nos últimos anos, mas poucos foram tão longe como o conservador Allan Meltzer. "Se o que queremos é estabilidade financeira e outras coisas boas, não deveríamos começar restringindo o déficit orçamentário? Formalmente, indefinidamente e para todo o futuro?", questionou. O que nos deixa onde? Confusos? Você certamente não é o único a se sentir assim. Muitas ideias foram expostas, seguramente, mas foi assim que o economista-chefe do FMI, Blanchard, encerrou a conferência: "Não sabemos nosso destino final... Onde chegaremos, não tenho nenhuma ideia". Isso pode soar desconcertante, mas a crise tem sido um enorme solavanco para as políticas econômicas, e talvez fosse ainda mais preocupante se não parecesse haver um grande esforço para repensá-las


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! CRISES INTERNACIONAIS

e seus reflexos no mundo atual.

- Entendendo a Crise Financeira Internacional por Julia Betina Raupp

Em 2008 desencadeou-se uma crise financeira no Estado norte-americano que logo passou a ser internacional, fazendo com que inúmeros outros países entrassem em crise junto, sendo que, muitos deles, depois de cinco anos encontram-se em seus piores momentos econômicos desde então. Antes desta crise, os créditos originados nos EUA eram convertidos facilmente em ativos que rendiam juros para investidores em todo o mundo, o que fez com que a crise se generalizasse de maneira rápida. A crise norte-americana teve abrangência tão grande pelo grau de globalização em que se encontra a economia atual. Tal crise teve início nos Estados Unidos, a partir da expansão do mercado imobiliário do país, o que se deu em 2001. A fartura do crédito e da decisão do Federal Reserve (FED) - o Banco Central americano, de diminuir os juros e incentivar empréstimos financeiros para fazer consumidores e empresas gastarem mais foram dois dos grandes motivos que deram o pontapé inicial para a crise. O cenário de incentivo a movimentações financeiras fez com que os consumidores passassem a comprar casas não somente para ter um imóvel, mas também como meio de fazer investimentos, com o intuito de revender a moradia a preços mais altos. O grande problema dessa iniciativa foi que a compra de tais imóveis

se deu com dinheiro de empréstimos e crédito de bancos, empresas hipotecárias e financeiras. Surgiu, então, o que foi chamado de “subprimes”, ou seja, créditos de alto risco e baixa qualidade, destinados a uma fatia da população com pouco rendimento e situação econômica instável. A única garantia exigida nesses empréstimos seria o próprio imóvel. O mercado norte-americano continuava tão empolgado com o aumento do consumo que as instituições financeiras passaram a adquirir das empresas hipotecárias os créditos dos “subprimes”, chamados hoje de “créditos podres”. Com o grande número de “subprimes”, o produto desvalorizou e os clientes passaram a não mais ter como pagar suas dívidas, o que acarretava em uma bola de neve, uma vez que isto acabava por prejudicar empresas e instituições financeiras que emprestavam dinheiro e adquiriram tais “subprimes”. Em meados de 2006, com os baixos preços dos imóveis e a pequena possibilidade de crédito, já não havia mais como refinanciar as hipotecas. O número de negligentes aumentou e dinheiro em circulação nos EUA diminuiu. Isto gerou um número muito grande de falências e concordatas de financeiras, empresas hipotecárias e até mesmo de grandes e tradicionais bancos norte-americanos.

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Internacionalista.

ONDE VOCÊ ESTÁ?

por José Luís

- Mendoza, Argentina José Luís Dellinghausen 20 Anos 7° Semestre de RelaçõesInternacionais UFSM - Pra onde foi (país e cidade)? Ci u d a d d e M e n d oza , A r g e n t in a . - Quando foi? Quando pretende voltar? O meu período de intercâmbio vai de março de 2013 a Julho do mesmo ano. A vontade de ficar mais, ou seja, fazer mais um semestre aqui é grande. O momento agora é de elencar prioridades e ver se ficar mais um semestre é possível. Para turismo, Mendoza vai ser sempre uma opção, uma boa opção. - O que te motivou a fazer intercâmbio? O fato de me interessar por RI (ou RRII, como chamariam os argentinos) vai de encontro com as mesmas razões para fazer intercâmbio. Ou seja, conhecer novas culturas; conhecer novas pessoas; networking; conhecer novas visões; poder debater assuntos de diferentes formas com pessoas com uma “carga de vida” diferente; uma formação diferente, etc. Por ser um intercâmbio estudantil, é interessantes a visão que existe do Brasil – como um ator regional muito forte e muito presente – no meio acadêmico e não ficarmos presos a “achismos”. A parte pessoal também é uma razão de escolha para um intercâmbio, isto é, quais os benefícios que este intercâmbio acrescentarão na minha vida. Como exemplos, a melhora de língua (espanhol, no caso, ainda que com um sotaque castellano jejeje), conhecer novos lugares, conhecer pessoas que, quiçá, vão ser para toda vida. - O que mais te impressionou no país novo (características gerais - positivas e negativas: costumes, comidas, características da população, universidade, etc)? A cultura argentina – mate, asado (lê-se 'assado', similar ao churrasco), etc. – é muito próxima da cultura gaúcha. Logo, ainda que existam diferenças, como tomar o

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mate com açúcar sempre, não há um choque muito grande para gente. O argentino é um povo mais fechado que o brasileiro, mas a recepção foi muito boa, assim como tem sido até hoje, além de serem atenciosos e solícitos (as pessoas perto de você, ou seja, colegas, professores,...) e, como a gente vive com mais 13 intercambistas na mesma casa, o clima é totalmente acolhedor. Argentino também usa bombacha, fala “che” e dança uma música parecida com a gaúcha. A comida daqui é genial em alguns aspectos. Empanadas são o que há. Uma espécie de pastel que pode ser tanto assado como frito. Milanesas, alfajores, vinho (já que Mendoza é a capital do Malbec e tem mais que 1000 bogedas (vinícolas)), são importantíssimos na culinária argentina.

Sobre a Universidade de Congreso. Não existe uma infraestrutura tão grande com a nossa UFSM, o que, no primeiro momento, deu uma assustada. Depois, acostumamos. O pessoal da equivalente à Secretaria de Apoio Internacional é muito atencioso, sem nenhum tipo de comentário contra. Por fim, as matérias que a gente cursa são muito interessantes, especialmente Política Exterior Argentina, e, os professores, muito flexíveis.


Internacionalista.

ONDE VOCÊ ESTÁ?

por José Luís

- Mendoza, Argentina - O intercâmbio está se adequando as tuas expectativas? Por que? Sim. Não só pelo fato de estudar em um país estrangeiro e todos os benefícios que vem com isso, mas também pode poder ter a incrível oportunidade de estagiar no Consulado do Brasil em Mendoza. - O povo do país visitado vê algum fato internacional de maneira diferente do que vemos no Brasil (fato atual ou do passado)? O q u e m e v e m à ca b e ça q u a s e q u e instantaneamente sobre isso é a posição do Brasil, tanto no mundo, como na América Latina e, especialmente, para a relação com Argentina. Existe uma preocupação muito grande por parte dos alunos e dos professores em averiguar mais sobre nosso país, além de os mesmos darem especial atenção às políticas do país em relação à Argentina e ao mundo. Eles realmente entendem o papel brasileiro na América Latina. Quiçá, uma hegemonia. Aproveito essa questão para tocar em um ponto importante – ainda que de forma muito breve - chamado Malvinas. E o que eu quero deixar claro é que, sim, existe toda a questão das Ilhas serem argentinas, mas, muito além disso, existe uma parcela da população que não acha isso (meus professores, por exemplo), que realmenteé um assunto passado e que, ainda hoje, traz problemas à relação Inglaterra – Argentina.

- Acha que o intercâmbio mudou algo na tua visão das relações internacionais? Se sim, o que? Essa pergunta me parece um pouco abrangente, mas o que eu posso responder é que existem temas que foram afetados por essa intercâmbio. Malvinas, por exemplo, é um deles. Sei que ainda demanda muito estudo para tomar uma conclusão adequada. - Gostaria de saber mais sobre como está sendo/foi a experiência do José Luís? facebook.com/jdellinghausen

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EVENTOS

Internacionalista.

- Primeiro AcampaRI O primeiro AcampaRI foi um evento organizado pela atri2013.2 com o intuito de arrecadar fundos para a formatura. Foi realizado em uma localidade em Passo Verde nos dias 08 e 09 de junho. O evento contou com venda de cerveja, quentão e teve direito a salshipão, carreteiro e fogueira!

- Capacitação F5Junior No dia 07 de junho a Empresa F5 Junior forneceu aos alunos uma capacitação sobre Exportação. Os estudantes que tem interesse na área privada das RI e comércio Exterior compareceram para prestigiar.

- II Falas Estratégicas Internacionais Nos dias 28 e 29 de maio o curso de Relações Internacionais contou com a presença do fotógrafo Zoriah Miller, jornalista e fotógrafo norte-americano que contou sobre seu trabalho fazendo a cobertura de eventos internacionais como crises humanitárias, guerras e desastres naturais. O evento contou ainda com transmissão ao vivo para o pessoal que não pode estar presente. O tema da próxima edição de “O Internacionalista” abordará o tema “Levantes Populares: O despertar de uma nova era”. Então se você tem interesse em publicar uma resenha, artigo, um resumo ou, até mesmo um texto que se encaixe em uma de nossas Seções, envie-o para o nosso e-mail e ficaremos responsáveis por publicar seu trabalho. O conteúdo do material enviado, assim como possíveis erros, são de responsabilidade única e exclusiva dos autores, e os textos poderão ser publicados sem limite de tempo a menos que o autor entre em contato optando pela não publicação do texto enviado depois de certo período determinado.

NOMINATA

- DARI - OA - Gestão ReunI

dari.oa.ufsm@gmail.com || maykon proença || contato: maykon.proenca@gmail.com ||

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