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MANUAL DO CALOURO DCE LIVRE DA USP 2018


CONTEÚDO • O Diretório Central dos Estudantes O que é DCE?

• Movimento Estudantil e a Chapa Nossa Voz • Permanência • Alimentação

Bandejão Restaurantes e lanchonetes

• Transporte • CEPEUSP • Cultura • Saúde

Saúde mental

• Entidades • Ensino, pesquisa e extensão • Representação discente • Mapa da USP


O DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES O que é o DCE? O Diretório Central dos Estudantes (DCE) “Livre” da USP é a entidade máxima de representação de todos os estudantes da nossa universidade. Ao lado dos centros acadêmicos, que representam os alunos em seus cursos e institutos, cabe a ele organizar a mobilização pela garantia e conquista dos direitos estudantis dentro e fora da Universidade. Para essa missão, nosso DCE carrega já em seu nome o peso da memória histórica de Alexandre Vannucchi Leme: estudante de geologia da USP e militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), ele foi preso, torturado e assassinado pela ditadura militar em 1973 por tentar reorganizar a entidade, na época considerada ilegal. A luta de Vannucchi inspirou importantes resultados. Dois anos após sua morte, em 1975, acontece a reorganização da nossa entidade frente ao regime de exceção. O DCE da USP foi pioneiro na reconstrução do movimento estudantil paulista,

q u e d e p o i s v i u fl o r e s c e r a reestruturação da União Estadual dos Estudantes (UEE) e da União Nacional dos Estudantes (UNE) — entidades que, caso ainda não conheça, você conhecerá mais para a frente. Atualmente, o DCE tem a importância de conseguir integrar e organizar os estudantes de todos os campi e de todas as faculdades da USP, seja através do debate político, acadêmico ou cultural, além de ser um importante polo de organização estudantil para atuação externa . É fundamental que a entidade esteja junto de todos os estudantes, centros acadêmicos e demais entidades estudantis ao longo de todo o ano buscando sempre discutir, debater e atuar para tornar a nossa vida na universidade melhor. Nesse sentido, nós, da Gestão Nossa Voz, deixamos o convite: venha até nossa sala, ao lado do Bandejão Central, para conversar, tirar dúvidas, receber sugestões e simplesmente tomar uma cerveja ou um café. Estaremos com as portas sempre abertas para receber todos e todas!


O Movimento Estudantil e a Gestão Nossa Voz O Movimento Estudantil é, historicamente, responsável por capitanear pautas e mobilizações nacionais, organizando os estudantes para dentro e fora da Universidade. Cumpriu, ao longo do tempo, um importante papel em campanhas nacionais, como a luta pela redemocratização e a campanha ‘Diretas Já’. Mais recentemente, foi responsável por organizar parcela da sociedade contra o impeachment da Presidenta Dilma Rousseff e tem protagonizado parte da oposição ao governo de Michel Temer, na defesa dos direitos sociais e da soberania do povo brasileiro. Para além disso, exercer uma função central dentro da Universidade: organizar as lutas internas e defender os interesses dos estudantes. Nesse sentido, surge em 2017 o Movimento Nossa Voz, composto pelo Balaio — Núcleo de Estudantes Petistas da USP, Levante Popular da Juventude, União da Juventude Socialista (UJS) e independentes. O grupo, que se propôs, desde sua criação, a organizar e mobilizar as lutas estudantis, e a estar presente no dia a dia dos estudantes, atendendo às demandas diversas de cada curso, faculdade e campi,

chegou à direção do DCE Livre da USP no final do ano passado, marcando uma ruptura em relação às últimas gestões da entidade. O principal objetivo da gestão Nossa Voz, explicitado no programa eleito nas urnas, é defender a USP como a universidade pública, gratuita e de qualidade, avançando em sua democratização, que abrange desde o ingresso à permanência, bem como o ensino, pesquisa e extensão e o debate acerca das estruturas de poder na Universidade. Isso porque este projeto de universidade pública está, hoje, sob ameaça, como vemos em todo o país, nas universidades estaduais e federais. A própria USP, que atravessa uma grande crise financeira sobretudo desde 2014 - tem apresentado dificuldades de manter seus professores e funcionários, assim como garantir a assistência estudantil. O ano que passou foi histórico para a USP, com a conquista das cotas sociais e étnico-raciais pela Fuvest, fruto da luta dos movimentos negro e indígena, em conjunto com o movimento estudantil. Com uma universidade que, enfim, começa a mudar de perfil e cor, muitas lutas se


colocam para a mobilização estudantil daqui para a frente: é preciso que aqueles que entraram por cotas possam permanecer, através da ampliação das políticas de permanência. Para além disso, a gestão Nossa Voz tem uma importante responsabilidade posta pela conjuntura: defender a democracia e os ataques aos direitos do povo e às riquezas nacionais. Vivemos, desde o Golpe de 2016, um momento de retrocessos e retiradas de direitos, que tem hoje sua expressão máxima com a tentativa de inviabilizar a candidatura do ex-Presidente Lula, como forma de impedir que um projeto progressista e inclusivo de país volte ao governo.

É papel central do movimento estudantil e de juventude pautar os direitos do povo brasileiro, em especial daqueles que não têm acesso à Universidade, bem como lutar pelo desenvolvimento econômico, social e tecnológico do país e pelo fortalecimento dos vínculos democráticos. É nesse sentido que pretendemos atuar ao longo desse ano e estamos sempre abertos a receber todos que quiserem contribuir com o nosso projeto de DCE, de Universidade e de País. Lutaremos por um Brasil e por uma USP democráticos, trazendo os debates políticos centrais, mas sem se descolar das demandas reais dos estudantes.


PERMANÊNCIA Apesar da resistência ideológica da Universidade de São Paulo para adoção de cotas, a pressão no debate público e a organização dos movimentos negro e estudantil forçaram que a Universidade atualizasse sua política de inclusão e se integrasse ao modelo, agora predominante, da reserva de vagas, avançando na democratização de nossa universidade. Finalmente a USP passará por u m a m u d a n ç a d o s e u p e r fi l socioeconômico, democratizando mais o acesso, tanto pela reserva de vagas pelo vestibular tradicional (FUVEST), como pela ampliação daquelas destinadas ao Sistema de Seleção Unificado, o SISU e, assim, diminuindo seu caráter de universidade extremamente elitizanda e predominantemente branca. Cabe agora também atualizarmos nossas demandas e construirmos propostas para os novos desafios. A permanência e assistência estudantil devem constituir o centro de nossa pauta política. É preciso garantir que ingressantes possam efetivamente aproveitar a universidade ao máximo, usufruindo da vivência acadêmica, cultural e política. Teremos que aprender aquilo que já se tornou regra

em outros ambientes universitários: quem entrou, tem que poder ficar. A universidade oferece uma série de bolsas de auxílio à permanência estudantil para que os estudantes que passaram pelo vestibular consigam também se manter durante a graduação. Através do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE), coordenado pela Superintendência de Assistência Social (SAS), tem-se os seguintes auxílios:

• Moradia: vaga gratuita no Conjunto

Residencial da USP (mais conhecido como CRUSP) e que dura o prazo do curso; ou então uma ajuda financeira no valor de R$ 400,00 por um ano. Aqui é importante ressaltar que este auxílio financeiro d e p e n d e d a c l a s s i fi c a ç ã o socioeconômica de cada estudante;

• Alimentação: cada estudante fica

isento de pagar as refeições nos Restaurantes Universitários por até 12 meses;

• Transporte: pagamento mensal de

R$ 200, por até 12 meses, exceto nos meses não letivos (julho e janeiro); Livros: crédito mensal na Editora da USP (EDUSP), no valor de R


$150,00 por até 12 meses, e exceto nos meses não letivos do ano.

• USP Legal: Para atender às

necessidades de pessoas com deficiências, foi criada em 2001 pela Reitoria o programa USP Legal, com a missão de elaborar políticas internas para a inserção destas pessoas no ambiente universitário. Atualmente sob responsabilidade da PRCEU, o programa procura articular ações conjuntas de diferentes áreas da Universidade e parcerias externas para a inclusão de alunos e servidores com deficiência. Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia, Favo 3 Email: usplegal@usp.br Tel: (11) 3091-2939 CAS – Centro de Atendimento ao Surdo / Tel: (11) 3091-4370

• Wi-Fi: A rede "eduroam" permite o acesso à internet aos estudantes nas dependências dos prédios da universidade. Para ter acesso, o login é o seu número USP e a senha, a única do JúpiterWeb.

• Creches: Todos os anos para as

jovens mães e pais que entram na universidade, a falta de creches é um problema que dificulta muito a possibilidade de cursar o ensino superior. Na USP, temos algumas creches para filhos de estudantes, docentes e funcionários técnicoadministrativos da Universidade,

que são compostas por profissionais de várias áreas. Mas, infelizmente, as vagas costumam ser insuficientes. Desde 2014, elas têm diminuído ano a ano, por conta da “crise” pela qual a USP passa – e que leva nossa Universidade ao sucateamento, visando a implementação de um projeto ainda maior: o de privatização. Além disso, as matrículas são feitas ou renovadas em novembro, ou seja, bem antes da entrada dos ingressantes. Assim, uma mãe ou um pai que entra na Universidade com filhas ou filhos precisa enfrentar um ano inteiro sem a creche da USP. É importante que você que é pai ou mãe saiba que creche é um direito seu e de suas crianças, e que coletivamente podemos lutar para garanti-lo, pois é responsabilidade da Universidade Pública oferecer todo o tipo de assistência para suas alunas e alunos. Fiquem atentos com os prazos; muitas vezes, por falta de informações, acaba-se perdendo. O período de inscrição, como já foi dito, costuma ser no final do segundo semestre. Para maiores informações, acesse: www.usp. br/ sas 17 Para ingressantes que desejem obter qualquer bolsa ou apoio oferecido pela SAS é necessário primeiramente a inscrição no PAPFE, por meio do Jupiterweb (https:// uspdigital.usp.br, Ícone “Programa de


bolsas – PAPFE/SAS – Inscrição em bolsas e apoios”), preencher o formulário socioeconômico e entregar os documentos que comprovem a situação informada. Neste processo, você passará por uma avaliação socioeconômica feita por Assistentes Sociais, sendo que cada critério respondido equivalerá a um número de pontos. Então, de acordo com o sistema de classificação estabelecido pelo SAS, quanto maior a pontuação total – baseada nas informações apresentadas no formulário e comprovadas com os documentos –, maior é a necessidade de cada estudante; e conforme a pontuação atingida, cada estudante é c l a s s i fi c a d o e m u m p e r fi l socioeconômico que irá determinar o número de bolsa auxílio que poderá receber.

Outra informação importante é que ingressantes que não têm lugar para se hospedar nem condições financeiras de alugar um imóvel até a divulgação do resultado final do apoio-moradia, após efetuar sua inscrição no PAPFE, deve se inscrever, pessoalmente, no Serviço Social para uma vaga no Alojamento Coletivo Provisório, para Apoio Financeiro Provisório Emergencial para moradia no valor de R$ 350,00 ou para transporte, no valor de R$ 200,00. Se necessitar de algum desses auxílios, não deixe de se inscrever e apresentar os documentos no período adequado, afinal o que queremos mesmo é ver você se formando com qualidade, tendo todas as suas necessidades atendidas! Para maiores informações: (11) 3091-3581/ 3091-3582. E-mail: papfe@usp.br

INTERIORES Para buscar informações sobre moradia e permanência nos outros campi, acesse:

• São Carlos: http://caasoaloja.wc.lt/about.php • Ribeirão Preto: http://www.ccrp.usp.br/page.asp?url=SCATES-53 • Pirassununga: http://www.fzea.usp.br/?page_id=3861 • Piracicaba: http://www.pusplq.usp.br/?page_id=2094 • Bauru: mande um email para christinehb@usp.br


ALIMENTAÇÃO Dentre as melhores alternativas de alimentação, sobretudo por motivos fi n a n c e i r o s , e s t ã o o s R e s t a u r a n t e s Universitários, nossos queridos "bandejões”. As refeições custam apenas R$ 2,00, com um cardápio feito por nutricionistas e que conta com opção vegetariana (PVT), na qual está incluso suco e sobremesa. Mas atenção: você precisa colocar crédito na sua carteirinha USP ou no cartão provisório para poder comer no bandejão, e o único lugar em que você pode recarregar seus créditos é no caixa único, próximo ao CRUSP e Restaurante Central, e apenas com dinheiro. Costuma-se ter bastante fila para carregar e só funciona durante a semana, por isso é melhor evitar os horários de pico e carregar o máximo possível, já que é cumulativo e não tem data de vencimento! Se você estiver sem a sua carteirinha e ainda quiser comer barato, você pode ir até o USPão, a padaria da USP, que fica do lado do bandejão Central. Uma outra opção de alimentação de preço baixo são as barraquinhas de comida espalhadas por todas as faculdades do campus! Além disso, existem muitos restaurantes e lanchonetes de diferentes tipos espalhados pela Cidade Universitária. Vale a pena conhecê-los e, assim, explorar nosso campus, entendendo mais a dinâmica de cada unidade.

BANDEJÕES • Bandejão Central: Corredor do Crusp,

próximo ao bloco G. • Bandejão do Conjunto das Químicas: Av. Lineu Prestes, 748. • Bandejão do Instituto de Física: Rua do Matão, Travessa R, n 187. Instituto de Física. • Bandejão da prefeitura: Av. Prof. Almeida Prado, 1280

RESTAURANTES E LANCHONETES • USPão: próximo ao CRUSP e ao Bandejão Central • Restaurante da FAU: piso do Museu da FAU • Restaurante da Letras: no térreo do prédio da Letras (FFLCH) • Restaurante da Civil: no prédio da Engenharia Civil e Ambiental(POLI) • Restaurante da Odonto: no térreo do prédio da Odontologia • Restaurante da Física: no prédio da Física, ao lado do bandejão • Restaurante da Educação: no prédio da Pedagogia • SWEDEN: no estacionamento de trás da FEA, ao lado da Vivência • Cantina da ECA: dentro da vivência da ECA, ao lado da Prainha • Minerva: ao lado do prédio do Biênio da POLI • Tia Bia: lanchonete entre o prédio do meio e da Ciências Sociais.

Os bandejões funcionam de segunda à sexta das 7h às 8h30 no café da manhã (só o central), das 11h às 14h15 no almoço, e das 17h30 às 19h45 no jantar; das 7h às 8h30 e das 11h às 13h50 aos sábados; e, aos domingos, das 8h às 9h30 e das 12h às 14h. Os caixas funcionam de segunda à sexta, das 7h às 19h30.


USP

Agora que você é da USP, também enfrentará o desafio diário de chegar à Cidade Universitária. Para entrar na Cidade Universitária e se locomover em seu interior, você utilizará os circulares, que são gratuitos apenas para estudantes, docentes e funcionários técnico-administrativos da USP (não incluindo os terceirizados). Para ter a gratuidade, você deve utilizar o Bilhete USP, o BUSP, que poderá retirar na Seção de Alunos de sua unidade. Para sair do Metrô Butantã você tem duas opções de circulares: o 8012 e o 8022. Seus trajetos são: Circular 1 (linha 8012): FE, CEPE frente, FFLCH, BANCOS, FEA, FAU, IME, IEE, MAE, HU, FO, FMVZ, ICB, IB, IO, IME, IF, IAG, POLI, ECA, IP, CRUSP, CEPE frente, EEFE. Circular 2 (linha 8022) : EEFE, CEPE velódromo, CRUSP, IP, POLI, IEE, IME, FAU, FEA, BANCOS, FFLCH, IQ, ICB, FMVZ, FO, HU, MAE, IAG, IF, IME, IO, IB, IQ, CEPE frente, FE. Outro caminho disponível é descer na estação Cidade Universitária – Linha Esmeralda (CPTM). De lá, caminhando uns 10 minutos pela ponte, você encontrará uma entrada da USP e logo em frente um ponto do circular. Além dos circulares e do metrô, há linhas municipais passam pelo campus, como:

TRANSPORTE


Infelizmente, a manutenção da maior parte dessas linhas municipais estão em risco no próximo período. No último dezembro recebemos a preocupante notícia de que a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Transportes, conduziria drásticas mudanças nas linhas de ônibus que passam pela Cidade Universitária, sendo reduzidas e algumas até extintas. As mudanças propostas afetariam estudantes de outros campi, como os da saúde de Pinheiros, superlotaria os circulares já lotados, sendo um problema principalmente para os estudantes e funcionários do noturno, e aumentaria o tempo e custo para chegar na Cidade Universitária, o que é mais agravante tendo em vista a alteração

do perfil sócio-econômico e regional dos estudantes com a adoção de cotas sociais e étnico-raciais. As mudanças nas linhas de ônibus propostas pela licitação começariam a ser realizadas, em tese, a partir de 2019. Logo, seguimos na luta por maior mobilidade e Transporte de qualidade em nossa Universidade e em nossa cidade, e pela democratização de acesso à USP! Para quem não mora na capital, existe também uma linha intermunicipal (EMTU) que vai da USP até São Bernardo do Campo. Outra alternativa são os diversos ônibus fretados para o ABCD, Jundiaí, Campinas, Santos e outras cidades da redondeza. Se precisar de informação sobre esses fretamentos, procure a sessão de Passe Escolar, ao lado do SAS.

OUTROS CAMPI LORENA SÃO CARLOS Existem duas linhas de ônibus que fazem a conexão diária entre as áreas 1 e 2 do campus, que partem da Rua B, paralela à Av. Trabalhador São-carlense e ao lado do departamento de arquitetura (campus I) e do conjunto didático (campus II).

O fretado InterUsp liga os dois campus nos intervalos do matutino e do vespertino. Para o transporte da cidade ao campus I há as linhas USP e Ponte

PIRACICABA Há três linhas

de ônibus circulares no campus: 002-Panorâmica, 021-Monte Alegre e 1100-Perimetral. Nova, que saem da rodoviária e param no Terminal (o ‘Prédião’), no centro.


EACH Linha 3 - Vermelha, Palmeiras-Barra Funda/Corinthians-Itaquera Desembarcar na estação Brás Transferência para a Linha 12 - Safira, Brás-Calmon da CPTM Desembarcar na estação USP Leste Ônibus na Av. Dr. Assis Ribeiro 271P - Estação da Luz/Cangaiba* 1178 - Praça do Correio/São Miguel 1180 - Praça Princesa Isabel/ Vila Dr. Eiras 2076 - Terminal Penha/Jd. Das Oliveiras 211V - Estação da Luz/Vila Paranaguá* 2551 - Terminal Parque Dom Pedro II/ Terminal A.E. Carvalho 2582 - Terminal Parque Dom Pedro II/ Vila Nova Curuçá 2762 - Metrô Tatuapé/Ermelino Matarazzo* 2590 - Terminal Dom Pedro II/União de Vila Nova Ônibus na Rua Abel Tavares 1178 - Praça do Correio/São Miguel 2076 - Terminal Penha/Jd. Das Oliveiras 2079 - Terminal Aricanduva/Jd. Nelia 211V - Estação da Luz/Vila Paranaguá* 2551 - Terminal Parque Dom Pedro II/ Terminal A.E. Carvalho 2582 - Terminal Parque Dom Pedro II/ Vila Nova Curuçá

273M - Metro Vila Matilde/Ermelino Matarazzo* 2762 - Metrô Tatuapé/Ermelino Matarazzo* 2767 - Metro Tatuapé/Cid. Pedro Jose Nunes* 293A - Metro Patriarca/Itaim Paulista* 271P - Estação da Luz/Cangaiba* 1180 - Praça Princesa Isabel/ Vila Dr. Eiras 2041 - Terminal Penha/Vila Nova Silvia 2590 - Terminal Dom Pedro II/União de Vila Nova 2718 - Metro Penha/Vila Silvia* * Linhas que partem de estações do Metrô e/ou CPTM.

PIRASSUNUNGA O acesso ao campus pode ser feito através das linhas Laranjeiras e Vila Esperança (Viação Pirassununga), a partir do terminal Rodoviário da cidade. Há também a possibilidade da linha especial Campus USP, que parte do Terminal Rodoviário. Trajeto do circular: Prédio Central - Departamento de Ciências Básicas (ZAB) - Portão do Campus - Departamento de Zootecnia (ZAZ) - Prédio Central


RIBEIRÃO PRETO O campus tem três linhas de ônibus circulares: Bandeirantes, Odontologia e Filosofia. Há também linhas municipais que entram no campus: V 178: D. Mielle - HC V 187: Heitor Rigon - HC

U 199: Circular 1 N 207: Hospital das Clínicas V 217: Quintino - HC U 299: Circular 2 N 307: Cidade Universitária N 370: Jd. Recreio U 399: Circular 3 U 499: Circular 4

CEPEUSP Uma boa alternativa para o sedentarismo acadêmico é o Centro de Práticas Esportivas da USP, o CEPEUSP, ou ainda “Cepê’. O calor e a preguiça podem ser aplacados nesse centro esportivo que oferece várias quadras, piscinas, equipamentos para exercícios e vestiários. Desfrutar de toda essa estrutura para se manter saudável é possível apenas apresentando sua carteirinha ou comprovante de matrícula nas catracas de entrada. No caso do uso das piscinas, é necessário um atestado dermatológico específico que deve ser levado até a sala 37 do velódromo de segunda à sexta-feira das 8h às 15h. Além do lazer, o CEPE oferece vários cursos e atividades para os adeptos de práticas esportivas, dos quais podem participar tanto a comunidade universitária quanto usuários externos. As Atléticas de muitos cursos também costumam utilizar as

quadras para o treinamento de suas equipes. Competições organizadas pela LAAUSP (Liga Atlético Acadêmica da USP) e LAFUSP (Liga dos Funcionários da USP) também ocorrem no CEPEUSP. Para participar de algum curso do CEPEUSP devemos ficar atentos aos prazos de inscrição e a algumas burocracias; primeiramente é necessário um cadastro online que pode ser feito em: www.cepe.usp.br/login/. Uma vez concluído, você deve adicionar a foto de um atestado médico que comprove aptidão para realizar atividades físicas. Depois que o atestado foi anexado no devido campo de seu perfil é só aguardar a aprovação para começar a se matricular. Consulte o site www.cepe.usp.br para mais informações sobre horário de funcionamento, cursos oferecidos, valores etc. O endereço do CEPESUP é Praça 2, Professor Rubião Meira, 61 (ao lado da Faculdade de Educação).


CULTURA Na vida cultural desta universidade, incluem-se museus que existem no campus: Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) e Paço das Artes. São programas bons e gratuitos. Outras opções são o CINUSP, nosso cineminha, que oferece sessões temáticas gratuitas, e o teatro da ECA. Para chegar lá: Rua do Anfiteatro, 181 – Colméia, Favo 4/37, perto do bandejão central. Fora do campus ainda há o Centro

4/37, perto do bandejão central. Fora do campus ainda há o Centro Universitário Maria Antônia, no prédio histórico da Rua Maria Antônia, onde mostras, exposições e cursos são oferecidos durante todo o ano; e o Museu de Arte Contemporânea (MAC), que saiu do campus em 2015 e hoje funciona no antigo prédio do DETRAN, ao lado do Parque do Ibirapuera. Os cursos na Maria Antônia geralmente são pagos, mas estudantes têm desconto.

SAÚDE Caso precise de cuidados médicos, na USP há o Hospital Universitário (HU), que atende estudantes, docentes, funcionários técnicoadministrativos e a comunidade externa. A primeira vez em que você precisar ir ao Hospital Universitário, tem que levar sua carteirinha do SUS, de estudante da USP, além do seu RG, para fazer sua carteirinha do HU. Com ela, você vai poder usar o hospital sem precisar apresentar outros documentos para fazer qualquer consulta ou atendimento. Além das emergências, com atendimento 24h, podem ser agendadas consultas especializadas (algumas inclusive pela internet) todos os dias das 7h às 16h.

Todos os serviços são gratuitos. O endereço é Av. Professor Lineu Prestes, nº 2565, perto da Portaria 3. Tel: 3091-9449 (para agendamento de consultas). Contudo, os hospitais da USP vêm sofrido diversos ataques: o Hospital de Anomalias Craniofaciais (HRAC) foi desvinculado no ano passado, o Hospital Universitário (HU) e o Hospital das Clínicas de RP sofrem com a falta de profissionais, e o Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, localizado no campus da Faculdade de Saúde Pública, está sob risco devido à possível quebra de contrato.


A forma atabalhoada e autoritária com que a reitoria deseja lidar com essas questões mostra desinteresse sobre as especificidades do ensino nesse local e sua importância na formação de inúmeros estudantes, além da imprescindível atuação para a sociedade civil. A USP também conta com uma Clínica Odontológica que atende de forma gratuita estudantes de graduação, pós-graduação, pessoal técnicoadministrativo da USP e seus dependentes. O consultório fica próximo ao bandejão central, no térreo do Bloco G do Crusp. O atendimento acontece de segunda à sexta, das 8h às 21h, inclusive para

emergências, porém para dúvidas e agendamentos o atendimento é apenas até às 18h. Tel: (11) 3091-3393. Entendemos também que outro possível impedimento para a permanência dos estudantes são questões envolvendo saúde mental. Lamentavelmente, a universidade conta hoje com um aparato insuficiente para lidar com essas questões que se agravam a cada ano, sendo possível conseguir consultas na Psicologia. O primeiro atendimento costuma ocorrer pela manhã (cerca das 08h), toda quarta-feira, seguindo com acompanhamentos marcados daí em diante.

SAúDE MENTAL Passar na USP, uma das mais bem-conceituadas universidades da América Latina, é um grande motivo para felicidade. Mas chega a hora da matrícula e há momentos para falar sobre assuntos que são centrais durante toda a graduação: sua saúde mental, ou seja, sua qualidade da vida cognitiva e emocional. A USP possui alguns dos maiores profissionais e alguns dos melhores professores do país, porém, você podem acabar se deparando com professores que não seguem métodos ortodoxos. Nós estamos aqui para ajudá-los (as) a lidar com essas situações de assédio moral e abusos da melhor maneira possível. Vamos te auxiliar nas denúncias e dar as orientações sobre como lidar com a pressão e com a falta de estímulo que vem de alguns lados. A própria vida acadêmica te leva para um estresse acima normal: provas seguidas, horas de estudo, acúmulo de trabalhos, notas baixas podem ser desmotivantes e, muitas vezes, levam alunos a pensar em deixar os cursos. Nós, do DCE, estaremos sempre por perto para ajudar a passar por esses momentos quase inerentes à graduação. É importante que os estudantes se sintam pertencentes à universidade e entendam que suas experiências podem ir muito além das salas de aula! A USP oferece diversos cursos de extensão, esportes, atividades culturais e políticas, que para além de auxiliarem na saúde mental, cumprem um importante papel na formação estudantil. A Frente de Saúde Mental do DCE estará também aqui para te ajudar e fomentar esse debate na nossa universidade. Conte conosco!


ENTIDADES ADUSP A Associação dos Docentes da USP é a entidade representativa da categoria docente da Universidade. Foi formada em 1976, e em 1990 passa a ter atuação sindical (como uma seção da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior, Andes, sindicato nacional da categoria). Tem histórico de atuação em favor da qualidade do ensino público e da valorização da carreira docente. Desde a sua fundação, a Adusp tem atuado de forma autônoma, democrática e crítica, fortalecendo a organização de base e interferindo organizadamente tanto em questões específicas relacionadas ao cotidiano da vida universitária, quanto em questões mais gerais que afetam a sociedade como um todo. Na universidade, a Adusp tem lutado por condições dignas de vida de trabalho, o que engloba a defesa dos salários de toda a categoria. A Adusp publica a Revista Adusp, além de boletins, dossiês e cadernos. Site: www. adusp.org.br

NÚCLEO DE CONSCIÊNCIA NEGRA O Núcleo de Consciência Negra (NCN) resiste em forma de ocupação no Campus USP- Butantã. Em novembro de 2017 completou 30 anos de existência. A criação do NCN partiu da necessidade de Jupiara Castro, Wilson Honório, Henrique Cunha, Luiz Carlos, na época funcionários, estudantes e professores, da Universidade de São Paulo, de discutirem a situação e o espaço ocupado pelos afrodescendentes dentro da USP e na sociedade. A organização do NCN em torno da temática étnico-racial visa, sobretudo, a ampliação do debate no espaço acadêmico de modo a mudar a atual composição étnico-racial e social da maior universidade do Brasil. Desde a sua formação, apesar dos vários obstáculos internos e externos enfrentados, o NCN continua realizando atividades acadêmicas e culturais, consolidando-se como um centro de referência na luta contra os diversos problemas que envolvem e são envolvidos pela questão racial. O NCN fundou, em março de 1994, o primeiro curso pré-vestibular para estudantes negras e negros e de baixa renda do estado de São Paulo,


SINTUSP além disso, desenvolve o Centro de Estudos de Idiomas (CEI), que tem como foco o ensino da língua estrangeira através de um referencial negro. Esses dois núcleos acadêmicos tem como objetivo formar indivíduos dotados de pensamento crítico, político e científico. Além disso, o NCN participa de pautas externas à universidade, como incorporação na Marcha das Mulheres Negras, na luta contra o genocídio da população negra e periférica e por uma educação mais democrática e antirracista, no ensino público. Em 2017 a Universidade de São Paulo adotou a política de cotas raciais e sociais, essa vitória foi conquistada a partir da luta dos movimentos negros e indígenas, sociais e estudantil. Mesmo com a pressão e resistência desses segmentos a USP foi a última das estaduais paulistas a aderir tal política. A porcentagem proposta pela universidade ainda está muito aquém do que consideramos como uma política necessária para o real acesso da população negra, indígena e pobre deste país, no entanto pleitear um aumento do número desses ingressantes, além de um currículo antirracista, permanência estudantil e a criação de uma comissão de averiguação das cotas, são algumas das ações necessárias a se fazer.

Em 1988, com a Nova Constituição, formaliza-se a existência do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Sintusp. Sua representação como entidade de classe é, desde sua fundação, imprescindível na construção e no debate político na USP. Nos últimos anos, o SINTUSP mobilizou-se defendendo pautas salariais, reivindicando direitos trabalhistas e propondo um novo plano de carreira à direção da Universidade. Indo além, contribuiu com o debate e as lutas pela democratização e mudança na estrutura de poder na Universidade. Tudo isso aliado às constantes mobilizações como importantes instrumentos de reivindicação dos direitos da classe e de uma universidade pública democrática. Site: www.sintusp.org.br

AMORCRUSP A Associação dos Moradores do Conjunto Residencial da USP (AMORCRUSP) é a entidade representativa das pessoas que moram no CRUSP. As últimas gestões acreditam que o principal papel da Amorcrusp é representar os interesses das pessoas que habitam o CRUSP, organizar a luta por permanência e zelar pela sua qualidade de vida, bem como orientar todas as pessoas que precisem de bolsas


de permanência oferecidas pela universidade. A Amorcrusp foi fundada com o intuito de defender os direitos das pessoas que habitam o CRUSP, fomentando a luta por moradia e permanência estudantil, assim como a criação de espaços de vivência e melhorias estruturais no CRUSP. A entidade surgiu no ano de 1984 num contexto conturbado, sob a ameaça de desocupação do conjunto residencial e a criação da COSEAS (Coordenadoria de Assistência Social), atual SAS (Superintendência de Assistência Social). Temos como bandeira histórica a permanência estudantil, pois após passar pelo funil do vestibular, estudantes que vieram de escolas públicas e de bairros pobres, terão que transpor outra barreira: o funil social, o qual 25 nos é imposto. É por isso que a permanência estudantil é de extrema importância para que a universidade se pinte, realmente, de povo.

LEVANTE INDÍGENA DA USP O Levante Indígena é um movimento e um coletivo formado por indígenas autodeclarados e declarados, de contexto urbano e aldeado. Surgiu da necessidade de lutar contra os discursos, práticas e políticas racistas e etnocidas presentes na Universidade de São Paulo, seja nas instâncias burocráticas, acadêmicas ou mesmo no movimento estudantil. Nossa atuação vai além das fronteiras u n iver s it á ria s, haja vista qu e

estabelecemos articulações com organizações de base do movimento indígena municipal e estadual, visando ampliar a nível nacional.

UEE A União Estadual dos Estudantes é a entidade que representa os estudantes universitários a nível estadual, e está vinculada à UNE. A UEE realiza atividades regionais, de acordo com cada realidade, assim como fortalece a pauta nacional de lutas do movimento estudantil. Foi fundada em 1949, em meio à grande luta dos estudantes na defesa da soberania nacional, a campanha “O petróleo é nosso”, que levou à criação da Petrobras. Desde então, a UEE-SP lutou pelas Diretas Já!, contra o corte de verbas para educação, realizou campanhas como “DisqueMensalidade” a fim de receber denúncias contra as irregularidades cometidas pelas instituições contra os estudantes. Historicamente a UEE defende a democracia, a ampliação do ensino público, regulamentação do ensino privado, eleições diretas de reitores, paridade nos conselhos universitários e financiamento para a assistência dos estudantes, assim como políticas de acesso e permanência.


LAAUSP A LAAUSP - Liga Atlética Acadêmica da USP - foi fundada em 19 de Setembro de 1970 por iniciativa de alunos da Escola Politécnica, da Faculdade de Economia e Administração e da Escola de Educação Física da USP. Ela congrega as Associações Atléticas Acadêmicas de todas as unidades da Universidade de São Paulo, tanto da capital quanto do interior, com o intuito de promover a prática do Esporte através de jogos e competições.

UNE A União Nacional dos Estudantes é a entidade nacional de representação dos universitários brasileiros, sendo seu órgão máximo representativo. A UNE historicamente tem o compromisso com a democracia brasileira e pela melhoria da educação pública e de qualidade. Dos momentos marcantes de sua história, vale destacar sua atuação contra a ditadura militar e, após o Golpe Militar de 1964, chegando a atuar na “ilegalidade”, quando o regime militar retirou sua representatividade. Na história recente, a UNE participou ativamente das manifestações pró-impeachment

do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, em um movimento que mobilizou milhares de estudantes que ficaram conhecidos como “caraspintadas”. Além disso, conquistou, em 2014, a aprovação do Plano Nacional de Educação com garantia do investimento de 10% do PIB para o setor. No mesmo ano, também foram obtidas a destinação de 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação. O ProUni, o Fies e a Lei de Cotas foram a porta de entrada, em faculdades privadas e federais, de milhões de estudantes oriundos da escola pública, em sua maioria negros, pardos e indígenas, historicamente excluídos do ambiente acadêmico. Agora, a entidade está na linha de frente pela defesa das universidades públicas em uma conjuntura de desmonte e privatização das mesmas, e nas políticas de acesso e permanência. Os estudantes podem participar da UNE de diferentes formas: por meio dos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs), Centros Acadêmicos, participando de debates, fóruns, passeatas, manifestações, participando do Congresso da UNE (CONUNE) que ocorre a cada dois anos!


BAUSP A BAUSP (Baterias Aliadas da USP) é a entidade representativa das baterias universitárias da USP, nos campi da capital. Ela surgiu em 2017, devido à demanda destes grupos de percussão por um espaço próprio de organização e integração. A aprovação da resolução 7443, que tem como intuito regulamentar locais e horários de ensaio das BUs no campus Butantã, foi a principal pauta das primeiras reuniões. A BAUSP trabalhou, então, para elaborar uma outra proposta de resolução que, ao mesmo tempo que respeite as demandas da comunidade USP e garanta a promoção das atividadesfim da Universidade, condiza com a realidade concreta das baterias.

No momento, existem 19 baterias universitárias na USP Capital, sendo 14 delas no campus Butantã, 4 no quadrilátero da saúde e uma na USP Leste. São inúmeros eventos, apresentações, jogos e torneios dos quais as baterias participam ao longo do ano, de forma que uma rotina de ensaios regular é indispensável para qualquer B.U.. Além disso, tendo em vista essa grande quantidade de grupos de percussão na USP, a BAUSP também tem o objetivo de promover um espaço de integração entre seus ritmistas, garantindo a unidade do movimento das baterias.

ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO O chamado “tripé universitário” é composto pelo ensino, pesquisa e extensão, sendo eles fundamentais na formação de qualidade no ensino superior. No caso de uma universidade pública e de excelência como a USP, defendemos que o objetivo central desse tripé seja o desenvolvimento social do país. Nesse sentido, a pesquisa e a extensão são centrais para manter a universidade

em constante contato com a sociedade, possibilitando que suas demandas sejam atendidas e a produção de conhecimento aqui gerada promova a transformação social, seja por meio das atividades de extensão, seja através da formação de profissionais capacitados, ou pela foco da pesquisa em temas socialmente sensíveis.


Ao entrar na USP, você tem oportunidade de desenvolver projetos ganhando bolsas no valor de R$ 400,00 com algum professor, laboratório, ou núcleo, quando houver editais abertos. São estas as oportunidades: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) mais vinculado à Pesquisa; Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) vinculado ao Ensino; e bolsas ou monitoria relacionadas à Cultura e Extensão. Nossa universidade tem pesquisas em todas as áreas do conhecimento. Ao longo de sua graduação poderá entrar em contato com temas e especialidades das mais variadas!

A USP dispõe de diversos projetos relacionados a artes e esportes com grande quantidade de eventos e espaços disponíveis; uma série de serviços de saúde para comunidade USP e público externo; museus que oferecem exposições artísticas, históricas e científicas abertos ao público em geral. Além de eventos: como seminários e feira de profissões! A universidade também conta com um núcleo dos Direitos: USP Diversidade, Universidade Aberta à Terceira Idade, Aproxima-Ação, USP Legal, Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares. Procure o Centro Acadêmico e a Sessão de Alunos do seu curso para saber mais!

REPRESENTAÇÃO DISCENTE Os estudantes participam através dos representantes discentes dos espaços da institucionalidade universitária. Historicamente, esses são eleitos em conjunto com a gestão do DCE Livre da USP, por acreditarmos que a cadeira de representação discente deve estar ligada a um projeto maior de universidade. Assim, há uma verdadeira disputa política por meio de um debate programático, e,

proporcionalmente ao número de votos, são indicados esses RDs. Ano passado as eleições para representação discente na USP pela primeira vez foram organizadas pela reitoria, por meio eletrônico. O movimento estudantil de esquerda, diante disso, decidiu fazer uma chapa única, seguindo a porcentagem de RDs relativa aos votos da eleição do


DCE do ano de 2016, que foi vitoriosa. um núcleo dos Direitos: USP Diversidade, Universidade Aberta à Terceira Idade, Aproxima-Ação, USP Legal, Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares. Procure o Centro Acadêmico e a Sessão de Alunos do seu curso para saber mais! Devemos debater as estruturas burocráticas da USP, visando uma melhor intervenção do corpo discente nos espaços de disputa - lutando por um projeto universitário alternativo -, tendo como objetivo a própria legitimação dos estudantes nesses espaços em que raramente são escutados, a fim de ampliar nosso poder de intervenção. Nesse sentido, reforça-se a importância de se disputar a representação discente, bem como de debater o método como ela é eleita. É notória a carência democrática que caracteriza a estrutura de poder da USP, pautada por um estatuto redigido em meio à ditadura civil militar brasileira. A universidade ainda não passou por seu processo de democratização, seja na forma de eleição de seus dirigentes, seja na construção cotidiana dos órgãos colegiados e instâncias de poder. Entendemos que a representação discente se consolida como um instrumento de conquistas importantes para os estudantes e por isso é dever do movimento estudantil ocupá-la com seriedade, lutando por uma ampliação discente nos fóruns

deliberativos, central na defesa de uma universidade pública, gratuita, democrática e de qualidade.

Os conselhos centrais da USP são:

• CO: O Conselho Universitário é o

órgão máximo de decisão da USP, composto pelo reitor, professores titulares, diretores das unidades e de campi, com representação ínfima de estudantes, e menor ainda de funcionários. O Conselho conta diversas comissões, como a de orçamento e patrimônio, de atividades acadêmicas, ética, legislação e recursos.

• CoG: Conselho de Graduação,

composto por membros do CO, é o órgão deliberativo e de supervisão em matéria de ensino de graduação, o que inclui a organização de novos cursos, quantidade de vagas iniciais para cada curso e sua forma de ingresso, entre outros.

• Congregação: órgão máximo de

deliberação de cada unidade, composto pelo diretor da unidade, professores titulares e estudantes. CRUESP: Conselho composto pelos reitores das universidades estaduais (USP, UNESP e Unicamp).


MANUAL DO CALOURO USP - DCE 2018  

A todas as calouras e todos os calouros da USP em 2018, nós, do DCE Livre da USP "Alexandre Vannucchi Leme", desejamos as boas-vindas! Prep...

MANUAL DO CALOURO USP - DCE 2018  

A todas as calouras e todos os calouros da USP em 2018, nós, do DCE Livre da USP "Alexandre Vannucchi Leme", desejamos as boas-vindas! Prep...

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