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UNIABEU CENTRO UNIVERSITÁRIO CÁSSIA DA SILVA ALBORNOZ FLÁVIA SILVA GABRIELE LOPES DE OLIVEIRA MAXWELL TOLEDO SILVA TAMIRYS DE PAULA SOUZA

EMPRESA TRANSNACIONAL

ANGRA DOS REIS 2009 0


CÁSSIA DA SILVA ALBORNOZ FLÁVIA SILVA GABRIELE LOPES DE OLIVEIRA MAXWELL TOLEDO SILVA TAMIRYS DE PAULA SOUZA

EMPRESA TRANSNACIONAL

Trabalho apresentado como Exigência da disciplina, Teoria Aplicada à Administração II, do 3º e 4º período do curso de Administração pela UNIABEU – Campos 4

Orientador: Acir Peixoto

Angra dos Reis 2009 1


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................. 3 2. CONCEITO .................................................................................................. 4 3. OS MODELOS EMPRESARIAIS ................................................................. 5 4. EMPRESA TRASNACIONAL ...................................................................... 7 5. CONCLUSÃO ............................................................................................ 14 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ......................................................... 15

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1.

INTRODUÇÃO

Uma Empresa transnacional é uma entidades autônoma que fixa suas estratégias e organiza sua produção em bases internacionais, ou seja, sem vínculo direto com as fronteiras nacionais, sendo acusadas por alguns, por este motivo, de não serem vinculadas a qualquer país, mesmo àquele no qual se originou. Este termo está substituindo gradualmente o termo Empresa Multinacional, pois induz à idéia de que uma empresa teria várias nacionalidades.

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2. CONCEITO

Uma

empresa

transnacional

não

têm

seu

capital

originado

especificadamente de qualquer país e não necessariamente domina o processo de produção em seus diferentes segmentos, ou seja, a totalidade da cadeia produtiva de um produto. Um certo produto pode, dentro deste sistema, ter seus componentes produzidos em diversas regiões do mundo e montados em alguma localidade específica. Isso acontece principalmente sob a economia "globalizada", em que as empresas buscam a redução de seus custos (de mãode-obra, de impostos, de acesso a financiamentos mesmo em países mais pobres do que aquele da qual ela se originou e etc) com o objetivo de se tornarem mais competitivas e de dominarem amplo percentual do mercado a que se destinam seus produtos e/ou serviços. A racionalidade do meio empresarial mudou sua forma de interpretar o mercado, de se planejar mundialmente e, conseqüentemente, seu modo de agir. Aspectos não somente sociais, econômicos, culturais e ambientais, mas também políticos influíram e influem nesse processo evolutivo. Hoje, a dinâmica do capitalismo mundial apresenta diferentes modelos, tanto entre diferentes empresas, quanto, por vezes, em uma mesma empresa, dentre os países e as pessoas que a compõem, o que a torna complexa, dificultando uma análise mais elaborada e a tarefa de prognosticar uma tendência mundial.

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3. OS MODELOS EMPRESARIAIS

O século XX se inicia com uma racionalidade empresarial baseada no tradicional modelo internacional mercantilista. Trata-se de um comércio entre nações e de uma ação empresarial internacional. Modelo multinacional - Esse modelo empresarial reproduz, em menor escala, a estrutura organizacional produtiva, comercial e financeira do país de origem em outros países de interesse da empresa. A partir do modelo multinacional e do refinamento da teoria da administração de recursos humanos, na segunda metade do século, evolui-se para dois outros modelos: o modelo global e o modelo transnacional. Esses, particularmente, transcendem as fronteiras de países, colocando fábricas e escritórios comerciais em nações diferentes daquela de origem da empresa, de acordo com uma logística mundial centralizada em um ou mais países (modelo global) ou conforme o mercado consumidor mundial (modelo transnacional). O modelo global não é o mais recente, mas é aquele que intensificou, através da análise da reorganização do trabalho e da produção empresarial, principalmente na comparação da organização “americana” do fordismo à “japonesa” do toyotismo, uma análise sociocultural comparada de diferentes países. Dada a condição de sobrevivência comercial das empresas mundiais, o modelo transnacional se apresenta como uma evolução do modelo global. Várias referências são eferecidas nesse sentido, por exemplo: Octavio Ianni (1995)

aponta

um

“capital

internacional”

que

se

torna

“global

e

desterritorializado”; Kenichi Ohmae (1995) afirma existir uma “economia sem fronteiras” (bordless economy) em um “mundo sem fronteiras” (bordless world); Eric Hobsbawn (1995) fala de uma “economia transnacional” e de uma “força 5


global”; e Liszt Vieira (1997) afirma que multinacionais se transformaram em “empresas apátridas”, em “empresas transnacionais”. Christopher Barlett e Sumantra Ghoshal (1992) afirmam, baseados em suas pesquisas recentes, que, hoje, as empresas de grande porte, atuantes no mercado mundial, podem ser definidas como companhias multinacionais, globais, internacionais ou transnacionais. A diferença de terminologia se dá, segundo esses autores, pela forma como as empresas abordam o mundo, por sua estratégia mundial. Estes autores afirmam que algumas companhias se caracterizam por “uma postura estratégica e uma capacidade organizacional que lhes permite ser bastante sensíveis e receptivas às diferenças entre os ambientes nacionais ao redor do mundo.” Essas “administram um portfólio de várias entidades nacionais”. Por isso, chamam-nas de “companhias multinacionais”. Segundo esses autores, as companhias multinacionais têm maior flexibilidade de atuação em diferentes nações do globo. Têm uma “flexibilidade multinacional”. Finalmente, os autores fazem a proposta da chamada companhia transnacional, que agrega os pontos positivos dos outros três tipos de companhias. Esse tipo de companhia, segundo eles, busca: a flexibilidade multinacional, trazida da estratégia das companhias multinacionais; a competitividade global, trazida da estratégia das companhias globais; e o aprendizado mundial, trazido da estratégia das companhias internacionais. A estratégia transnacional figura como uma tendência para as companhias multinacionais, globais e internacionais da atualidade: “... ela (a companhia transnacional) reconhece a importância da receptividade local, mas como ferramenta para obter flexibilidade nas operações internacionais. As inovações são vistas como resultados de um processo maior de aprendizado organizacional que engloba todos os membros da companhia.”

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4. EMPRESA TRASNACIONAL

Concordando-se, para efeito de análise, com o raciocínio de Barlett e Ghoshal, segundo o qual as companhias tendem a uma estratégia transnacional, genericamente, internacionais,

o

termo tanto

como

empresa

para para

transnacional

companhias as

pode

ser

multinacionais,

transnacionais,

muito

utilizado

globais

embora

e

seja

reconhecida a diferença do trato estratégico mundial atual entre essas. Se se combina a idéia da busca empresarial pelo lucro e as definições destes autores, pode-se definir o que vem a ser uma empresa transnacional. Trata-se de uma empresa que, atuando em mercados de mais de uma nação, busca uma competitividade global, uma flexibilidade multinacional e um aprendizado mundial, de modo a auferir o lucro esperado

por

seus

investidores

passivos.

Para

isto,

a

empresa

transnacional usa “a receptividade local como ferramenta para obter flexibilidade nas operações internacionais”. Na definição de empresa transnacional, portanto, há uma relação entre o transnacional, o global, o multinacional e o internacional, de um lado, e o local ou nacional, de outro. A empresa que possui transnacional como adjetivo interage com a sociedade, a cidade ou o Estado, que, quase sempre, têm local por adjetivo. Nesse contexto, o poder local é prejudicado no processo de negociação pelas condicionantes do poder transnacional. As empresas transnacionais têm semelhantes racionalidades econômicas. As sociedades locais, por outro lado, oferecem receptividade e oportunidades diferenciadas ao investimento transnacional, decorrentes de sua economia, de sua política,

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de seus recursos naturais e de sua infra-estrutura, entre outros motivos (Dowbor, 1996 e Naisbitt, 1995). Dentro desta idéia, sob a perspectiva das empresas transnacionais, Barlett e Ghoshal afirmam que “a volatilidade do ambiente externo aumenta a necessidade de processos flexíveis de coordenação. Uma vez que as necessidades do consumidor, as tecnologias, as forças políticas e as estratégias competitivas estão em constante fluxo, qualquer companhia com uma visão estática sobre as necessidades de coordenação ou com uma abordagem inflexível dos problemas enfrentará dificuldades significativas”. Isto é, enfrentará sem trunfos, sem vantagens o poder e as adversidades locais. Em decorrência dessa diferença de amplitude de abordagem, a mundialização do capital é seletiva. Os investimentos de capital podem se direcionar para determinadas regiões do mundo em detrimento das demais, a despeito de seus desejos e necessidades. Têm-se os escolhidos e os excluídos, além de uma relativa ingerência de ambos sob o direcionamento do capital da empresa transnacional. Isto ocorre pois a racionalidade, o processo empresarial de seleção de regiões, o permite, dada a própria amplitude transnacional, através de sua estrutura transnacional de análise de negócios e oportunidades. Estruturada para agir em um mercado mundial, a empresa transnacional se depara com a necessidade de definir para si onde estão as melhores oportunidades de negócios no mundo. Antes mesmo de traçar seu plano de ação, ela elabora uma análise dos mercados locais do mundo e de suas possibilidades diante dos mesmos. No âmbito local e, posteriormente, no âmbito mundial, desenvolve um sistema de inteligência de mercado, baseado no estudo dos fornecedores, concorrentes, clientes, intermediários, governo, imprensa e universidades, ou seja, sistema de análise de todas as entidades externas à empresa e de sua interação, de seu posicionamento em relação a essa. A empresa analisa, por exemplo, a legislação e o controle governamental, o conhecimento e a pesquisa desenvolvida nos meios universitários, o comportamento favorável ou desfavorável da imprensa e da opinião pública e, sobretudo, estuda as outras empresas que 8


também atuam no mesmo mercado, desde os fornecedores de matériaprima até os eventuais intermediários. As variáveis internas à empresa, tais como produtos ofertados, preços, propaganda e pontos de distribuição, são também comparadas com a prática das concorrentes que atuam no mesmo mercado consumidor de modo a obter um melhor posicionamento em relação ao mercado e às possibilidades de lucro no mesmo. Como as entidades externas à empresa podem interferir ou interferem em sua atuação comercial e financeira, essas são analisadas com intuito de se estabelecer um plano de ação. Esse, com o uso correto de recursos humanos e financeiros, irá permitir a gerenciabilidade sobre o ambiente em que a empresa atua. A análise de negócios “traduz” os dados internos e externos obtidos (no mundo), em informações úteis conforme as necessidades do usuário de um sistema de apoio à decisão. Esse usuário do sistema de apoio à decisão, o executivo transnacional, então, não somente tem todas as informações de que necessita para negociar com os clientes, fornecedores, governos e sindicatos com os quais se relaciona, mas pode, inclusive, escolher com os quais clientes, fornecedores, governos e sindicatos do mundo se relacionará ou não. Dessa forma, por ser transnacional, a empresa pode excluir-se da análise do mercado local que, por sua vez, passa a ser considerado um objeto de análise. Pode-se, conseqüentemente, verificar que a empresa transnacional depara-se com diferentes possibilidades de negociação em cada uma das regiões (ou países) sob análise. A empresa transnacional, por estar presente em diversos países, pode pensar em “triangular” relações com diversas e variadas sociedades e governos do mundo inteiro. Cabe à empresa analisar suas relações com a sociedade local, via análise de demanda e de custos de mão-de-obra, e com o Estado local, via análise da burocracia local. Uma empresa transnacional que tenha representações em diversos países, no contexto econômico atual, passa a ter vantagens para analisar este triângulo de negociação local. Essas vantagens vão desde as mais simples, como a coleta dos dados, até as

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mais complexas, como a compreensão da cultura local. Tem, pois, maior gerenciabilidade. Tem uma gerenciabilidade mundial. O negociador da empresa transnacional, buscando a flexibilidade multinacional, a competitividade global e o aprendizado mundial apontados por Barlett e Ghoshal, tem atrás de si um eficiente serviço de inteligência empresarial e um versátil sistema de apoio à decisão. Com essa pessoa, os representantes da “receptividade local”, ou seja, a sociedade e o Estado, irão negociar, se tiverem algo em troca a oferecer. Colocando de outro modo, sob a perspectiva da política, os representantes locais devem negociar,

posicionando-se

democraticamente

diante

de

empresas

transnacionais altamente competitivas dentro do sistema capitalista mundial. Sob o enfoque econômico das empresas, as sociedades e os Estados do mundo podem, por sua vez, ser vistos como competidores entre si, pela busca dos investimentos do capital. A empresa transnacional, de posse de uma análise mundial de suas possibilidades de investimento, parte para a elaboração de um plano de ação. Este deve refletir as expectativas, os objetivos de curto, médio e longo prazos dos investidores da empresa, o que refletirá sua conduta nas diversas regiões do globo em que opera. Considerando-se o lucro como o objetivo financeiro principal de qualquer empresa, outros objetivos vêm ao encontro deste como forma de continuá-lo, de perpetuá-lo. As empresas costumam definir um objetivo social e, por vezes até, um objetivo ecológico, de compromisso com o meio ambiente (isto é, de não agressão, preservação e proteção do meio ambiente). Desse modo, os objetivos financeiros, sociais ou mesmo ecológicos de empresas vêm a direcionar seus planos de ação. A forma de agir dos membros de uma empresa necessita de um plano, cujo propósito é conferir coerência e racionalidade na busca dos objetivos empresariais. Define-se um plano de ação para empresa, uma orientação formal dada por ela ao seu conjunto de ações, de modo a atingir os objetivos organizacionais (macros), através da realização de metas, ou seja, de objetivos datados e quantificados quanto aos detalhes da organização

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(micro). Para isto, a empresa executa atividades de planejamento, ou seja, um conjunto de atividades destinadas à elaboração de seus planos de ação. A empresa determina seus objetivos, a partir dos quais define um planejamento estratégico e metas para cada uma de suas áreas funcionais. Essas desdobram esses objetivos e metas do todo da empresa em objetivos e metas funcionais. Esse processo de desdobramento, ao se repetir até cada indivíduo ou grupo de indivíduos, acaba por transformar os objetivos de toda a organização, em metas, isso é, em objetivos datados e quantificados para cada indivíduo. O planejamento estratégico da organização se divide em planejamentos táticos funcionais, que se subdividem, por sua vez, em planejamentos operacionais. O planejamento empresarial é, usualmente, no meio empresarial, dividido em três níveis: estratégico, tático e operacional. O planejamento estratégico é definido na cúpula da empresa e desenvolvido a partir de informações dos sistemas de apoio à decisão. O planejamento tático é desdobrado do planejamento estratégico no nível gerencial da empresa e desenvolvido a partir dos sistemas de informações gerenciais. O planejamento operacional é desdobrado do planejamento tático no nível de chefias operacionais e desenvolvido a partir dos sistemas básicos. Como o planejamento, a conseqüente negociação entre a empresa e seu ambiente externo, enquanto ação planejada, pode ser dividida em três níveis, também associáveis à hierarquia de planejamento e de sistemas: estratégico, tático e operacional. A negociação estratégica é desenvolvida enquanto

ação

estratégica,

a

partir

do

planejamento

estratégico

empresarial. Essa negociação conta com informações dos sistemas de apoio à decisão, disponíveis ao negociador empresarial (deal maker). A negociação tática é definida no nível da exceção da rotina operacional, na chamada “administração por exceção”. A gerência, nesse caso, intervém baseada nas normas e diretrizes da empresa, no planejamento tático e nos sistemas de informações gerenciais, atuando nas exceções da rotina estabelecida. A negociação operacional é definida no nível da rotina operacional básica comercial da empresa, como, por exemplo, na negociação de venda ou compra de produtos ou serviços. 11


A capacidade de bem negociar, segundo este raciocínio, deriva da capacidade de definição dos objetivos e metas em todos os níveis organizacionais da empresa, tendo como base os objetivos da empresa. Uma vez estabelecidos esses objetivos e metas, deve-se ter capacidade de definir um planejamento que leve a eles. Deve-se ter capacidade de agir politicamente de modo a obter o planejado. Finalmente, deve-se ter capacidade de interagir com o ambiente no sentido de obter as informações necessárias (feed-back) para controlar os rumos da ação, os rumos de um “replanejamento”, de uma redefinição. O capital mundial visa atender, com produtos e serviços, inclusive financeiros, um mercado mundial consumidor e investidor, um mercado composto de pessoas presentes em diversas regiões do planeta. A captação de recursos financeiros e sua aplicação em atividades industriais ou comerciais pretendem ser mundiais. Visam interagir com pessoas consumidoras ou investidoras onde quer que estejam no planeta. Desta forma, os conceitos de mundialização do capital e de mundialização do mercado, embora não sejam sinônimos, expressam e dão nome à dinâmica do mesmo fenômeno contemporâneo: a mundialização das atividades industriais, comerciais e financeiras de empresas. Dada a existência de um capital mundial, com a existência de empresas atuando em um mercado mundial, pode-se passar a um segundo fenômeno da mundialização do capital: a racionalidade dessas mesmas empresas transnacionais com relação a novos investimentos de capital. Esta implica uma racionalidade na ação do mercado mundial que é expressada pela empresa transnacional. Esta racionalidade determina quem recebe e quem não recebe o capital mundial, isto é, o capital-dinheiro e o capitalmercadoria. As empresas transnacionais, detentoras do capital em suas diferentes formas, baseiam sua análise de investimentos em critérios mercadológicos,

financeiros,

econômicos

e

políticos,

visando,

principalmente, eficiência, lucro ou participação de mercado. Desse modo, acabam, em seu curso de ação, por direcionar seus investimentos de capital para determinadas regiões ou países do globo em detrimento de outras. 12


Nesse contexto de capitalismo transnacional em que atuam as empresas, dois outros agentes devem, ent達o, ser considerados tendo em vista uma melhor compreens達o do processo deste momento do capitalismo. Estes agentes s達o o Estado e o indiv鱈duo.

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5.

CONCLUSÃO

As empresas globais e transnacionais deram início a um processo que transformou a análise econômica localizada nos países para uma esfera mundial. A exterioridade vem sendo contestada pelo sistema capitalista transnacional atual. A posição do Estado de supranacionalizar-se através de blocos e uniões de países aumenta a possibilidade de regulamentação da economia mundial, conduzida no âmbito dessas empresas, mas acaba por diminuir a soberania nacional do território compreendido em suas fronteiras. Nesse sentido, as fronteiras (e o rompimento de fronteiras) culturais ganham, através

da

relação,

da

interdependência

das

empresas,

Estados

e

organizações não-governamentais, relevância na rotina dos indivíduos. Um desafio, então, se coloca ao capitalismo moderno: visto que a prática capitalista mundial mudou neste último século e o processo de aprendizado é agora mundial, a política de preços empresariais de bens, serviços e do próprio capital se orienta por princípios empresariais geralmente aceitos (best practices), em que uma regulamentação mundial originária não somente dos Estados, mas também das bolsas de valores, tenderá antes a premiar a criatividade do indivíduo coletivo do que sua capacidade empresarial de negociar em mercados locais.

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6.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa_transnacional> <www.seade.gov.br/produtos/spp/v12n02/v12n02_05.pdf> Acessado em 10/06/2009.

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