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ano

Série B | Nº 268 | 12.500 exemplares

Boletim Informativo da Diocese de União da Vitória | Junho de 2021

DIOCESE ORDENA MAIS UM SACERDOTE Natural da Bahia, mas criado em Tobias Barreto (SE), José Damião dos Santos Souza chegou na Diocese de União da Vitória em 2013 pela Diocese de Estância (SE), para estudar Filosofia. Previsto para retornar à sua terra para fazer a Teologia, Damião decidiu permanecer e morar no Estado do Paraná. No sábado, 29 de maio, passados oito meses da ordenação Diaconal, Diácono Damião foi ordenado sacerdote, aos 33 anos de idade. O novo padre da Diocese de União da Vitória atuará como vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em São Mateus do Sul. (Confira na pág. 07)

Confira nesta edição PASCOM

Diaconato Permanente

Despedida

Paróquias instituem a Pastoral da Comunicação (Pág. 11)

Memórias de 40 anos na Diocese (Pág. 09)

Irmãs Palazzolo deixam a Diocese após 32 anos (Pág. 02)

Paróquia de Fátima e Paróquia Perpétuo Socorro recebem novos padres. (Pág. 06)


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Estrela Matutina - Editorial - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

Ao chegarmos na metade do ano, ainda que o tempo da Pandemia o qual vivemos nos tenha colocado em um ritmo mais lento da vida pelas restrições que devemos seguir, percebemos o quanto a vida passa e se vai sobre nossos dias. Nesses tempos assistimos perplexos a morte de tantas pessoas vítimas da Covid, com a vida ceifada de modo quase instantânea. Contudo, nossa vida vai continuando dentro do possível, vivendo os acontecimentos bonitos, celebrando conquistas, bem como, sentindo as dores da saudade daqueles que nos deixam. Tentamos levar uma vida ‘quase normal’, se assim podemos dizer. Em nossa Diocese, o Jornal Diocesano acompanhando alguns desses fatos, os registra para que a história das pessoas que fazem a vida de nossa Igreja Particular seja como que cristalizada e valorizada como um gesto de louvor a Deus, o qual, também nas tribulações, caminha conosco. Nossa Diocese celebra alegre a entrada do mês de junho por ser o mês dedicado ao seu padroeiro, o Sagrado Coração de Jesus. Contudo, a Solenidade de Corpus Christi este ano precisou ser organizada em algumas paróquias por Drive in, sem aglomeração de pessoas, nem procissões. Alguns acontecimentos no mês de maio causaram tristeza para nós, entre eles, a morte de um dos nossos Diáconos Permanentes, vítima da Covid, assim como a despedida das Irmãs Palazzolo, que atuaram por mais de três décadas na Diocese. Vivemos tais tristezas, mas também celebremos importantes alegrias como a ordenação de mais um padre para a Diocese, a acolhida de novos padres em novas paróquias; a bela homenagem feita às mães na Catedral da Diocese, e a Instituição da Pastoral da Comunicação em duas paróquias. A formação do Plano Diocesano de Pastoral para as lideranças é outra dimensão bonita que nossa diocese vem investindo e realizando a cada dois meses, preparando o lançamento oficial do Plano, programado para meados de agosto, na Semana Nacional da Família. Estes são os assuntos que a Edição deste mês traz registrada em suas páginas, sabendo ainda que inúmeros outros acontecimentos, na dinâmica de nossas paróquias com suas Pastorais e Movimentos, nas matrizes e comunidades, fazem acontecer a vida de nossa Igreja Diocesana. Artigos de formação, catequese e espiritualidade o leitor (a) e fiel diocesano também tem garantido nas páginas deste mês. Boa Leitura a todos!

Marcelo S. de Lara Editor-Chefe

Em Destaque Irmãs do Instituto Palazzolo se despedem da Diocese Atuando desde 1989 na Diocese de União da Vitória, as Irmãs dos Pobres, fundadoras do Instituto Palazzolo, se despedem da Diocese depois de 32 anos atuando na comunidade em União da Vitória, auxiliando os mais pobres, crianças carentes e famílias necessitadas.

das irmãs, que momento difícil, mas que momento bonito, vocês concluíram uma etapa, não é uma perda, embora a gente se emocione por que a gente sabe a semente que foi plantada é eterna e que ficará para sempre, uma obra que Deus faz ninguém destrói e vocês foram instrumentos, foram sinal de Deus para nós que continuaremos sempre ”, destacou Dom Walter.

No domingo, 16 de maio, na solenidade da Ascensão do Senhor, em missa presidida por Dom Walter Jorge, A comunidade fez ainda bispo diocesano, as Irmãs diversas homenagens e foi Irmãs dos Pobres que atuavam no Instituto se despediram oficialmente unânime o agradecimento a Palazzolo (Foto: Dayane Pimentel) da comunidade. “Aqui cheelas por tantas obras de cagaram com a missão de tesridade, pela ajuda à comunitemunhar a paixão de Jesus pelo povo e, em especial, aos dade e por tantas vidas salvas e transformadas pelo seu mais necessitados. Aqui chegaram sem conhecer o nosso trabalho! “Não vamos falar de tristeza, vamos falar de aleidioma, os nossos costumes, mas, nada impediu que aqui gria. As Irmãs estão aqui e Deus pode mudar os caminhos realizassem um maravilhoso trabalho social e pastoral. ”, e quem sabe elas podem voltar. Então vamos dizer um até comentou Jane, membro da comunidade e também do logo! ”, disse Nilceia, tesoureira do Conselho Comunitário Grupo Fraternidade Padre Luiz Palazzolo, criada pelas da capela, que ainda falou do apoio e dos ensinamentos irmãs. deixados pelas irmãs. Durante o tempo que atuaram na Diocese, por meio do Instituto Palazzolo, localizado próximo ao Hospital Regional, na entrada de União da Vitória, as Irmãs desenvolveram um trabalho pastoral e social, auxiliando os mais pobres, as famílias carentes e principalmente às meninas que recebiam afeto, carinho, educação e orientação dos mais diversos tipos. Envolvidas na comunidade do Bairro São Joaquim e atuantes na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, as Irmãs cativaram o carinho daqueles que ali vivem e despertaram ainda o carisma do Pe. Luiz Palazzolo criando posteriormente uma Fraternidade, que leva o nome do padre, onde os leigos auxiliam de modo direto no serviço social e pastoral realizado pelas irmãs.

Ir. Rose, durante fala emocionada (Foto: Agatha Przybysz)

EXPEDIENTE

Editorial

Ao final de sua homília, Dom Walter Jorge, falou sobre a importância das irmãs na comunidade. “Queri-

Proprietária Mitra da Diocese de União da Vitória Rua Manoel Estevão, 275 União da Vitória, PR Contato: estrela@dioceseunivitoria.org.br (42) 3522 3595 Diretor Dom Walter Jorge Pinto Editor-Chefe Francisco Marcelo S. de Lara

Dom Walter, Irmãs dos Pobres com o Grupo Fraternidade Pe. Luiz Palazzolo (Foto: Agatha Przybysz)

Foram inúmeros os relatos e os agradecimentos por parte da comunidade para com as Irmãs dos Pobres. Emocionada, Irmã Rose definiu a despedida com a palavra gratidão e com o coração dividido agradeceu a Diocese pela acolhida. Agora, as Irmãs foram transferidas para duas Casas diferentes, uma em Curitiba e outra em Paranaguá, onde continuarão com os trabalhos sociais e pastorais.

Redatores Dom Walter Jorge Pinto Dom Walter Michael Ebejer Pe. Sidnei José Reitz Diác. Alisson M. de Moura Gustavo Santana Francisco Marcelo S. de Lara Diagramação e Arte Final Agatha Przybysz

Texto: Agatha Przybysz Tiragem 12.500 exemplares Revisão Pe. Abel Zastawny Francisco Marcelo S. de Lara Impressão Gráfica Grafinorte - Apucarana, PR (41) 9 9926 1113 Fundado em 15 de maio de 1958, por Dr. Mário José Mayer e Ulysses Sebben.


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Estrela Matutina - Caderno 1 - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

Palavra do Bispo A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO EM FAMÍLIA Assim como é o oxigênio para os pulmões, assim é a oração para alma. Sem a oração, a alma não respira, não se recupera dos cansaços múltiplos da vida, não se refaz por meio daquele encontro silencioso e saboroso com Aquele que a criou.

mente, são importantes dicas de como educar nossas crianças para a oração, evitando que elas fiquem entregues a um mundo de dispersão e de muitos apelos nem sempre saudáveis. Pais que rezam e que rezam com seus filhos, certamente terão muito menos dissabores com eles em relação ao perigoso mundo das drogas, da sexualidade mal vivenciada, do relativismo de valores, dos apegos a coisas indevidas. Pais que frequentam as missas com suas crianças desde pequenas, explicando para elas o sentido do que fazem, certamente verão seus filhos crescerem como cristãos de fato e não apenas de nome.

É por meio da oração, que nos recentramos, voltando àquilo que é essencial e deixando de lado o que é superficial e desnecessário, o que não deve consumir as nossas melhores energias.

dente. A oração faz a gente começar o viver o céu na terra, pois nos sintoniza de tal modo com o divino que já nos permite perceber uma outra realidade por detrás da realidade. Mas, se a oração é aprendizado, há que se ter uma escola de oração, um lugar e mestres capazes de ensinar a pessoa a rezar. Entre tantas escolas de oração, destaco que a família é das mais importantes e, entre os mestres, os pais são os primeiros na tarefa de despertar os filhos para a maravilha de se ser capaz de orar em espírito e em verdade. Assim como as crianças são despertadas para gostarem de tantas coisas das quais os pais gostam por ver sua paixão por tais coisas, como por exemplo, um time de futebol, o gosto pela leitura, o amor pelos bichos, etc, assim é necessário que também sejam despertadas para a oração desde pequeninas, pois quanto mais cedo se consegue sensibilizar alguém para o que é impor-

Os difíceis tempos da pandemia que tante, tanto maior será a energia que estamos atravessando nos têm revelatal pessoa investirá naquilo ao longo do o quão frágil é a existência humana da vida. Crianças que são desperta- sobre a terra. Há que aprendermos com das por seus pais para o mundo espi- tantos sofrimentos importantes lições e fazer esritual terão colhas mais Entre tantas escolas de muito mais certadas chances de oração, destaco que a família aneste pese tornarem q u e n i no é das mais importantes e, homens e tempo que é mulheres de entre os mestres, os pais são os a vida aqui. oração no

futuro.

primeiros na tarefa de despertar os filhos para a maravilha de se ser capaz de orar em espírito e em verdade.

Como estamos no mundo da correria, é preciso atentar para cada pequena chance para a oração em família. Assim, rezar antes das refeições, ensinando a criança a viver na gratidão e no compromisso com a partilha; rezar antes de ir dormir, revendo o dia vivido, pedindo perdão a Deus pelos erros e refazendo o propósito de retomar o bom caminho; conseguir um momento para uma pequena leitura da Bíblia, numa linguagem adaptada às crianças ou ainda, rezar o terço em família diaria-

Entre os m u i t o s bens necessários que os pais deverão dar aos seus filhos, certamente o despertar para Deus por meio da oração é dos mais importantes tesouros.

A oração é aprendizado, pois requer uma espécie de “treinamento”, a fim de se adquirir aquela necessária sensibilidade ao que é imperceptível aos sentidos, mas capaz de extasiar o espírito, dando à vida o verdadeiro sabor. Na verdade, é como se ela fosse capaz de despertar “sentidos” adormecidos, os sentidos do espírito humano, revelando à pessoa realidades novas, tão superiores àquelas captadas pelos sentidos do corpo, que dá à vida uma orientação sempre nova e surpreen-

Dom Walter Jorge Bispo Diocesano


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Orando com os Salmos Série:

Desejo da Paz “Sede fortes nas tribulações, perseverantes na oração” (Rm 12,12)

Salmo 119 (120) Clamei pelo Senhor na minha angústia, e ele me escutou, quando eu dizia: 2 “Senhor, livrai-me desses lábios mentirosos, e da língua enganadora libertai-me! 1

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Qual será a tua paga, o teu castigo, ó língua enganadora, qual será? 4 Serão flechas aguçadas de guerreiros, acesas em carvões incandescentes. Ai de mim! sou exilado em Mosoc,

devo acampar em meio às tendas de Cedar! 6 Já se prolonga por demais o meu desterro entre este povo que não quer saber de paz! 7 Quando eu falo sobre paz, quando a promovo, é a guerra que eles tramam contra mim!” Glória ao Pai, ao Filho, e ao Espírito Santo Como era no princípio, agora, e sempre, Amém!

Comentário do Salmo 119 (120) Iniciaremos nesta edição um conjunto dos Salmos chamados ‘Cântico das Subidas’, que compõem o conjunto do Salmo 120 ao 134. Existem muitas ideias sobre o significado da expressão, ‘Cântico das Subidas’, mas muitos acreditam que esses 15 salmos eram cantados por alegres adoradores israelitas à medida que “subiam” para as três maiores festividades anuais em Jerusalém, que ficava no alto das montanhas de Judá. O significado, contudo, de “subidas” não é óbvio. Pode ser uma progressão gradual, ou “subida,” em cada um destes Salmos; ou, baseado numa nota do Talmude, que os quinze “cânticos das subidas” correspondem aos quinze degraus do Templo, a ideia pode ser de que cada um dos Salmos represente um degrau elevando ao Tribunal dos Homens; ou ainda, poderiam ser cânticos sobre “subir” do cativeiro da Babilônia para Jerusalém (veja Esdras 7:9).

Explicação por, David Posey Fonte: www.estudosdabiblia.net

COMEMORANDO Nesta Edição de junho, a coluna “Orando com os Salmos” comemora 12 anos desde seu início, em junho de 2009. Louvamos a Deus por podermos ajudar você cantar, pedir, clamar e louvar ao Senhor nas palavras dos Salmistas, que expressam também o nosso relacionamento com Deus.

Marcelo S. de Lara PASCOM

Comentário Seletivo nº04 Constituição Pastoral “Gaudium et Spes” do Vaticano II - Continuação Também os conflitos entre as nações, as tentativas quando os mais fortes tentam influenciar indevidamente ou domar os países mais atrasados e fracos, são causas de conflitos. Como se vê, os Padres Conciliares, representando a Igreja em todos os povos, não hesitaram em apontar com calma as causas, nas raízes, dos males na sociedade mundial, campo que Ela foi mandada evangelizar.

AS ASPIRAÇÕES DO HOMEM MODERNO Subpar 9/226 – O Concílio apontou para a convicção do gênero humano de que ele precisa chegar a dominar mais a criação, acrescentando mais seu controle sobre o andamento da vida humana, e levando isto ao ponto de organizar a inteira sociedade humana e as diversas nações numa maior unidade política e econômica, ao mesmo tempo salvaguardando e respeitando a dignidade da pessoa e da comunidade humana. Subpar 9/227 – Este subparágrafo oferece uma lista densíssima de tais aspirações, impossibilitando resumir na totalidade. De fato, muitos homens, se sentem injustiçados perante a distribuição dos bens da humanidade, do progresso, da atual desigualdade dos bens entre as nações... de tudo isso segue uma onda de reinvindicações da parte de todos, exigindo participação ativa e responsável pela organização e crescimento do progresso universal. Lastimável a dependência econômica pela pobreza de certos países perante as nações ricas. No mesmo contexto as mulheres ganharam ou tentaram ganhar suas posições de direito no mundo econômico e político; também os operários pleitearam por salários dignos e espaço para seu pleno desenvolvimento pessoal e participação no governo do país, etc., e alcançar um nível cultural mais promissor.

experimenta-se ser, ao mesmo tempo, forte mas tremendamente frágil, capaz da realização do ótimo e do péssimo; conhece grandes progressos mas também retrocessos desastrosos, louváveis amostras de fraternidade, de fatos de repugnante crueldade; tenta dirigir os eventos e as vezes, por eles, é arrastado. Tais aspirações e contradições, dão sinais contraditórios na marcha da história humana. O fato de sermos criaturas, necessariamente implica em nossas limitações concomitantes; porém, somos impelidos por muitos desejos, sonhos, ambições. Em parte, isto resulta das dimensões incalculáveis de nosso lado espiritual, que desconhecem limites. Esta ladainha encontra seu fundo e abismo na própria natureza pecaminosa do homem, a tara que nasce conosco, nosso Pecado Original, que bagunçou toda a ordem e harmonia interna, psíquica e moral, pessoal, e que só a custo da graça redentora que Jesus Cristo ganhou e comunicou aos homens que conseguimos reconstruir com fadiga até alcançarmos uma relativa harmonia interior, que corretamente conhecemos por santidade de vida. A nossa fé nos ensina que somente pela graça sobrenatural que nos é comunicada por Deus, pelos méritos da Encarnação e Morte de Jesus Cristo, que os homens alcançam a tal harmonia e equilíbrio interior em sua vida moral. Outrossim, somente através dos ensinamentos evangélicos os homens conseguem responder satisfatoriamente às angustiantes perguntas referentes às finalidades da existência e às atividades humanas na história e nos rumos que sua vida terrestre deve seguir conforme o plano de Deus, em vista da vida pós-morte.

Merece ser citada na integra a conclusão da lista de tais aspirações, “Agora, pela primeira vez na história humana, todos os povos já estão convencidos de que os benefícios da cultura realmente podem e devem ser estendidos a todos”. Subpar 9/229 – Porém, o mundo moderno vive uma tensão imensa, porque ele se comprova ser dominado por forças, realidades opostas, antagônicas,

Dom Walter Michael Ebejer, O.P. Bispo Emérito de União da Vitória


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Estrela Matutina - Catequese - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

No ritmo de canções católicas, Catequese Live na Catedral Homenageou as CATECUMENATO Mães em Maio do padre Sidnei Reitz, pároco da Catedral, e do padre Ronaldo Adriano Rodrigues, do Seminário Diocesano. O evento, que seguiu com todos os protocolos de segurança contra o coronavírus, foi fechado ao públiEntre outros cantores, Francis e Gaby, durante a live em co, apenas transhomenagens às mães (Foto: Karine Livian) mitido pelas páginas do Youtube Em homenagem ao ‘Dia das Mães’ uma e da página do Facebook da Catedral equipe da Catedral Sagrado Coração de Sagrado Coração de Jesus. Jesus de União da Vitória, organizou no dia 08 de maio, uma Live, que contou A organização da Live ficou na responcom a presença de 16 cantores regio- sabilidade da equipe Walderis Noivas e nais católicos. Eventos comandada por Wagner Bohn, que também é membro da Pastoral da Com o comando e animação do Padre Comunicação na Catedral. Ronaldo Rodrigues, participaram da apresentação os músicos e cantores: Texto e Fotos: Karine Livian Irmãos Stork, Francis e Gaby, Alex e Jornalista da Rádio Educadora Maricilda, Rafael Stempniak, Paulo, Uniguaçu FM Cristiano e Sediane, Paula Majolo, Sônia, Mauri e Cleverson e Rafael Prado. Além de belas canções, a noite ainda trouxe muitas reflexões e orações em intenção a todas as mães. A oração inicial e o fechamento da Live ficaram por conta

DATA 01 05 16 16 23 28

Origem e Significado

Tornar-se discípulo de Jesus Cristo por toda a vida é o grande objetivo de iniciar alguém na vida cristã, ou seja, ajudar cada pessoa a tornar-se um permanente aprendiz do único mestre que é Jesus Cristo. Deixar-se ensinar, buscar compreender sempre mais e melhor a maneira como Cristo viveu aqui entre nós, incorporar a sua mensagem e transformá-la em atitudes cotidianas.

fé pessoal em Jesus Cristo, a conversão, a aceitação da comunidade dele e de colaborar com ele eram a condição sem a qual não se podia entrar no chamado catecumenato, o itinerário para o aprofundamento no compromisso com o Senhor, com a sua Igreja e com a missão” (Cf. Irmão Nery. Catequese com adultos e catecumenato; História e proposta. Ed. Paulus, 2019).

ORIGEM DO CATECUMENATO

Portanto, catecúmeno é quem está sendo iniciado na fé cristã; aquele que está na atitude de aprendiz, numa escuta ativa da Palavra, deixando-se impregnar pela vida segundo Jesus. Catecumenato é a organização desse processo de iniciação cristã, constituído por vários tempos e etapas.

O trabalho de formação daqueles e daquelas que desejavam tornar-se cristãos sempre ocupou a atenção da Igreja. Depois de Pentecostes, a expansão do Cristianismo não tardou, e várias foram as reações diante dele: admiração (adesão de sempre novos convertidos), incompreensão (as heresias) e a perseguição (oposição que infligia a morte dos cristãos). Diante desse quadro é que surgiu o chamado Catecumenato: um caminho de preparação para tornar-se cristão. Ninguém se tornava cristão por herança familiar, por uma inspiração ou encanto momentâneo e sentimental, ou pior ainda, por conta de uma conveniência social. Era sempre uma escolha livre por parte de alguém que desejava tornar-se discípulo de Jesus Cristo. Iniciava-se um caminho... O QUE ERA O CATECUMENATO?

Bastidores da Live em Homegem às Mães (Foto: Karine Livian)

ANIVERSARIANTES DE JUNHO Dom Walter Jorge Pinto, Ordenação Presbiteral; Pe. Nelson José Kovalski, Nascimento; Pe. Sidnei José Reitz, Nascimento; Pe. Francisco Ferreira, Nascimento; Pe. João Francisco Sieklicki, Nascimento; Pe. Sidnei José Reitz, Ordenação;

Logo depois da morte do último dos apóstolos, João Evangelista, no final do primeiro século, já se sabe de iniciativas de organização de um processo de preparação das pessoas que buscavam aderir à fé cristã, precisando ingressar num percurso feito de aprendizagens e celebrações, até que se chegasse ao banho batismal. A pessoa que se apresentava para ingressar nesse percurso era chamada de catecúmeno. Tratava-se de alguém que entrava na dinâmica de deixar a Palavra de Deus fazer eco dentro de si. “A

OS TEMPOS E AS ETAPAS DO CATECUMENATO Aqui vamos apenas citá-los, e a sua explicação será feita nos próximos artigos. 1º Tempo: pré-catecumenato: anunciar a fé; 1ª Etapa: celebração de Admissão dos candidatos ao Catecumenato (entrada); 2ºTempo: catecumenato: compreender e crescer na fé; 2ª Etapa: Preparação para os Sacramentos (eleição); 3ºTempo: Iluminação e Purificação: celebrar a fé; 3ª Etapa: Celebração dos sacramentos da Iniciação; 4º Tempo: Mistagogia: viver o mistério da fé.

Pe. Sidnei Reitz Assessor Diocesano da Catequese


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Estrela Matutina - Notícias - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

Padre Iomar e Padre Mário tomam posse em novas paróquias No dia 09 de maio, ‘Dia das Mães’, duas das paróquias da Diocese celebraram a acolhida de novos padres para as conduzirem na vida de fé. Às 8h30, a paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de São Mateus do Sul, acolheu o padre Iomar Otto, que estava na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em União da Vitória.

Matriz da Par. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em São Mateus do Sul

A celebração contou com a presença de Dom Walter Jorge, bispo diocesano; padre Mário Glaab; padre José Carlos e do Diácono José Damião, da Paróquia São Mateus; Diácono Alisson Marlon; do Diácono Permanente Luiz Huk, da paróquia Perpétuo Socorro, e do seminarista Diego Nakalski.

No contexto do Evangelho de João 15,9-17, Dom Walter Jorge motivou o novo pároco a assumir com amor a nova paróquia, no mesmo desprendimento que Jesus viveu. “Jesus não viveu de conforto, de segurança, de estabilidades. Ele viveu do se entregar. Quero agradecer pelo trabalho que você fez na paróquia de Fátima, mas agora no dia de sua posse aqui, Jesus te fala do amor. E é assim que você deverá encarar a nova missão”, motivou dom Walter Jorge. Aos fiéis, o bispo pediu que acolhessem com alegria o novo padre. “Acolham com alegria o padre Iomar; façam desta paróquia uma paróquia viva e dinâmica. Amor que não sai de si em direção ao outro, se perde”, disse o bispo.

ra de Fátima. Na celebração, que contou com presença do Diácono Alisson Marlon, fiéis da comunidade, religiosas da Congregação das Mensageiras do Amor Divino, Dom Walter Jorge apresentou o padre à comunidade comentando de sua experiência no Clero da Diocese. “Padre Mário já esteve aqui Matriz da Par. Nossa Senhora de Fátima, prestando esse importante em União da Vitória serviço e exerceu diversas funções na Diocese, um homem com a vida dedicada ao Reino de Deus há muitos anos. Nós agradecemos sua presteza; confiamos a ele esta paróquia e desejamos que seja feliz seu pastoreio aqui. Ele faz parte das primeiras gerações de padres e, portanto, traz consigo uma grande experiência que pode ajudar em muito a paróquia”, comentou Dom Walter Jorge. Também na homilia, ao refletir sobre o amor de Deus pela humanidade, Dom Walter Jorge pediu que o novo pároco se doe com amor pela comunidade. “Padre Mário, gaste sua vida por esta comunidade; conheça os casos que mais necessitem do amor do Senhor. O senhor seja o primeiro modelo deste amor fraterno, que reflete o amor do Cristo”, exortou ele ao novo pároco. Ao final da celebração, lideranças e representantes da comunidade expressaram palavras de acolhida ao novo pároco. Marcos Leão relembrou à comunidade do tempo que padre Mário passou na paróquia, de 2001 a 2010 e também dos festejos de seu Jubileu de Prata no ano de 2009. Representantes da Catequese também deram acolhida ao padre. “Se passaram mais ou menos dez anos de sua saída aqui da comunidade e em nome da Catequese e de todos os Movimentos e Pastorais de nossa paróquia nós o acolhemos com muita alegria novamente para darmos continuidade aos trabalhos, mesmo no contexto da pandemia”, falou um dos representantes.

POSSE DO PE. MÁRIO GLAAB

Em suas palavras, padre Mário Glaab partilhou que os momentos de Posse são eventos únicos e bonitos, mas por de trás destes eventos é importe ver a mão de Deus agindo. “Sem dúvida é um momento importante para o padre quando ele recebe uma nova missão. Desde o dia da ordenação o padre se coloca à disposição de Deus por meio do bispo. Mas esses momentos são únicos. Pela fé a gente percebe que Deus confia em nós, apesar de todas as fraquezas, de todas as limitações. As vezes temos algumas surpresas, mas em tudo isto também vemos a mãos de Deus”, partilhou ele. Ao deixar uma mensagem aos seus novos paroquianos, padre Mário lembrou as palavras do Papa Francisco quando veio ao Brasil, comentando que seu desejo é também anunciar a Jesus Cristo. “Então, da mesma forma, eu não tenho tantas qualidades, não tenho ouro e prata, mas quero junto com todos, experimentar esse amor, do qual Pe. Mário Glaab falando com a comunidade da paróquia. o bispo falou tanto, no Evangelho, de Jesus Cristo entre nós. E para isto, como o Papa Francisco sempre faz, eu peço, rezem por mim. Eu quero estar junto, principalmente com os mais necessitados. Agradeço a presença de todos e a confiança que o bispo colocou em mim”, concluiu o novo pároco.

Padre Mário Glaab, que participou da missa de Posse do padre Iomar na Perpétuo Socorro, onde estava também desde fevereiro deste ano com vigário paroquial, assumiu sua nova paróquia às 19h, em União da Vitória, a paróquia Nossa Senho-

Antes da bênção final, motivados pelo bispo diocesano, todos se voltaram para a imagem de Nossa Senhora de Fátima, rezando também na intenção do ‘Dia das Mães’.

Amigos da Paróquia Nossa Senhora de Fátima também vieram Em pé, Dom Walter Jorge, e ao seu lado, Pe. Iomar Otto para a missa. Edenir Borges desejou ao padre Iomar bons trabalhos na nova missão. “Sentimos tristeza por termos perdido sua pessoa e seu trabalho, não só na paróquia, mas em toda a comunidade de União da Vitória, mas também alegria por você estar nesta comunidade nova, na igreja do Perpétuo Socorro. Seja feliz aqui como foi feliz em nossa comunidade”, externou Borges. Após a Leitura e assinatura da Ata de Posse padre Iomar dirigiu suas primeiras palavras ao seu novo rebanho, dizendo que assume a paróquia na disponibilidade da vontade de Deus expressa no voto de obediência. “Estou aqui por obediência e pela vontade de Deus para servir. Estamos à disposição onde Deus nos chama. E Deus tem seus propósitos. Se Ele nos colocou aqui foi da sua vontade, penso neste sentido. Se não, não tem sentido nosso trabalho, se Deus não está por trás de tudo em nossa caminhada”, testemunhou o padre. Um dos testemunhos dados sobre o padre Iomar foi do padre Mário Glaab, Vigário Geral da Diocese, que motivou os fiéis dizendo que terão crescimento com o trabalho do novo padre. “Podem ter a certeza que a experiência e disposição dele vai ajudar muito a todos vocês. Certamente vai ser uma nova página escrita na história desta paróquia, tendo o padre Iomar como pároco”, testemunhou padre Mário.


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Primeiro ordenado por Dom Walter Jorge, Padre José Damião é o mais novo sacerdote da Diocese No dia 29 de maio, a Diocese de União da Vitória teve a alegria de ordenar mais um sacerdote para seu presbitério. Diácono José Damião dos Santos Souza, 33, que vinha exercendo o Diaconato na paróquia São Mateus, em São Mateus do Sul, foi ordenado padre na mesma paróquia pelas mãos de Dom Walter Jorge, bispo Diocesano de União da Vitória. O Rito de Ordenação se deu na missa das 10h, respeitando as restrições de 25% da capacidade de fiéis, devido a Pandemia do Corona vírus. A celebração foi transmitida pelos canais de comunicaDurante a ladainha, o candidato se prostra, em sinal de despojamento ção da Dioce(Foto: Agatha Przybysz) se, da paróquia São Mateus, e da paróquia Nossa Senhora Imperatriz dos Campos, de Tobias Barreto (SE), onde residem familiares do novo sacerdote. Natural do Estado da Bahia, e criado em Tobias Barreto (SE), Damião chegou na Diocese em 2013, vindo com seminaristas da Diocese de Estância (SE), para estudar Filosofia em União da Vitória. Previsto para retornar para sua terra para fazer os estudos de Teologia, conversando com o bispo de sua Diocese, José Damião decidiu permanecer e morar no Estado do Paraná, tornando-se membro do clero da Diocese de União da Vitória. Dos seus sete irmãos, Joenilda Bitencourt e Luzia Bitencourt vieram para sua ordenação manifestando alegria pela etapa de vida do Damião e por sentirem a ambiente acolhedor que o irmão sacerdote escolheu para viver. “Desde os nove anos ele desejou ser padre. É um orgulho, uma bênção de Deus. É uma pessoa muito Pe. Damião com seus familiares vindos de Tobias Barreto. Ao seu lado direito, suas duas irmãs: Joenilda e Luzia amorosa e atenciosa. Achei lindo o (Foto: Maria Eduada Zimny) gesto dele de ficar aqui. Eu vim na quinta-feira só e estou adorando o lugar. O pessoal aqui é muito agradável e ele já nos convidou para passarmos o Natal e Ano Novo aqui com ele”, partilhou Joenilda, irmã que cuidou do Damião após a morte da mãe. Também padres, padrinhos e amigos do neo-sacerdote vieram para a cerimônia. Antes de ordenado diácono, no dia 05 de setembro de 2020, ainda como seminarista José Damião exerceu seu Estágio Pastoral na paróquia São Mateus, acompanhado pelo padre José Carlos, o qual destacou a espiritualidade presente em Damião. “O Damião tem uma espiritualidade incrível. Pude perceber que é uma pessoa que realmente reza e é muito atenciosa para com quem o procura. É um dia marcante para a caminhada da Diocese de União da Vitória, pois vamos ganhar mais um padre”, testemunhou o pároco da paróquia São Mateus.

Imposição das Mãos e Oração Consecratória concedem ao candidato o 2º Grau do Sacramento da Ordem. (Foto: Maria Eduarda Zimny)

Dom Walter Jorge, bispo ordenante, salientou na celebração os desafios que o novo padre enfrentou até chegar ao momento do sacerdócio e expressou sua alegria em poder ordená-lo, sendo ele o primeiro

padre ordenado por Dom Walter Jorge. “Você fez um grande percurso para chegar até aqui e a Igreja o acompanhou no processo do discernimento. Hoje nos alegramos com seu sim a Deus. Sabemos de sua história de superação, de seu coração bondoso e sua espiritualidade. Saiba que pessoal- Ordenado, o sacerdote recebe o Cálice e a Patena como expressão do Dom de Consagrar o Pão e o Vinho. (Foto: Maria Eduarda Zimny) mente eu estou muito feliz por tê-lo como participante do Ministério que o Senhor me confiou como bispo. Se esforce o quanto possa pela comunhão presbiteral, e continuando a fazer em memória de Jesus, aquilo que Ele mesmo fez na última Ceia – Fazei Isto, em memória de mim”, refletiu Dom Walter Jorge, na homilia da ordenação. Em entrevista ao Estrela Matutina, momentos antes da celebração Dom Walter Jorge comentou dos bons testemunhos que ouviu de leigos a respeito do novo padre, e falou ainda de sua nomeação para a paróquia do Perpétuo Socorro, em São Mateus do Sul. “Tenho ficado muito feliz pelos testemunhos que tenho ouvido. Ainda nesta semana foram pessoas na Cúria simplesmente para dizer da alegria de terem conhecido o Diácono Damião. O quanto ele se destaca por uma espiritualidade profunda, alegre, humilde e que arrasta as pessoas. Fico muito feliz que a primeira ordenação esteja sendo do Damião que traz estas características tão boas. Pensei junto com o Conselho que o nome do Damião seria Pe. José Damião após ordenado bom para a Perpétuo Socorro, que (Foto: Agatha Przybysz) é uma paróquia dinâmica, com uma vida pulsante e com uma evangelização exigente com a grande demanda criada pelos leigos”, explicou o bispo. Ao final da celebração, o novo padre após os agradecimentos pediu orações ao povo. “Rezem por mim. Hoje é um dia marcante para minha vida. Lembro do padre Mathias, um padre professor que dizia que após a ordenação devemos lembrar da perseverança. Por isso, rezem por mim e pelas vocações sacerdotais e religiosas. Muito obrigado e que Deus os abençoe”, externou o padre Damião. A primeira missa do novo sacerdote, padre José Damião, aconteceu no domingo, 30 de maio, às 9h, na matriz São Mateus, em São Mateus do Sul, igreja onde foi ordenado e atuou como seminarista estagiário e como diácono, e contou com presença de familiares, fiéis leigos da comunidade, cinco sacerdotes e um diácono. Padre José Damião dos Santos Souza será apresentado na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em São Mateus do Sul, no dia 12 de junho, na missa das 19h. Atuando como vigário paroquial, padre Damião auxiliará o padre Iomar Otto, pároco, nos trabalhos pastorais da paróquia.

Pe. José Damião em sua primeira missa, presidida na Matriz São Mateus (Foto: Maria Eduarda Zimny)


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Estrela Matutina - Caderno 2 - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

Santo do Mês

Sagrado Coração de Jesus

Liturgia

reparar, de desagravar o Amantíssimo Coração de Jesus. Mais do que isto, todo mês, cada Comunhão deve ser feita na intenção de reparar e agradar o Coração que sofre com tanta ingratidão. Ele é invocado como Fornalha Ardente de Caridade, assim deve-se pedir que Ele abrase os corações de todos os fiéis e de toda a humanidade com o fogo do seu Divino Amor.

Junho é o mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, que não tem um dia fixo, pois é uma solenidade móvel como a Páscoa. Sempre na sexta-feira da oitava de Corpus Christi a Igreja volta-se ao Sagrado Coração de Jesus.

Outra revelação feita por Jesus à santa Margarida foi a das 12 promessas para os devotos do Sagrado Coração, para quem o honrasse praticando bem esta devoção. No atual contexto de pandemia, convém meditar com maior atenção a promessa que diz: “Abençoarei as casas em que se achar exposta e venerada a imagem do meu Coração”. Em nossa Diocese consagrada ao Coração de Jesus, é comum que na maioria das casas se encontre uma imagem desse padroeiro. E como o momento é de ficar em casa se protegendo, convém dedicar especial atenção e veneração a Jesus, que pelo seu Sagrado Coração tem muitas graças e bençãos a dispensar sobre todos nós.

Jesus manso e humilde de Coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

O Sagrado Coração é coroado de espinhos para mostrar que os pecados dos homens continuam a causar sofrimentos em Jesus. Assim como os judeus escolheram libertar Barrabás, condenando Jesus à morte dois mil anos atrás, hoje a humanidade escolhe o pecado e assim, crava espinhos de ingratidão no Coração de Cristo. Tanto amou o mundo e em resposta recebe tanta ingratidão. Por isso ele vem pedir reparação, através da Comunhão reparadora das 9 primeiras sextas feiras de cada mês, devoção está que deve ser praticada por 9 meses consecutivos e com a intenção de

Foi o próprio Jesus quem pediu à santa Margarida Maria Alacoque que tal Festa fosse celebrada nesta data. Mostrando seu Sagrado Coração à Santa, Jesus disse: “Eis o Coração que tanto amou os homens. Mas em vez de gratidão, recebo apenas ingratidão”.

Peçamos a Jesus que nos proteja da contaminação corporal do vírus, mas sobretudo que nos livre da contaminação espiritual do pecado. O vírus pode até prejudicar a saúde do corpo, mas o pecado pode prejudicar e até destruir a saúde da alma. A melhor prevenção é a oração, e a grande devoção é ao Sagrado Coração de Jesus.

“A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo, estejam com todos vós!” (2Cor 13,13)

A Santíssima Trindade na Liturgia A Páscoa e o Pentecostes nos mostraram a unidade da obra do Pai, do Filho e da Espírito Santo. Jesus cumpre a vontade do Pai, nos envia o Espírito Santo para permanecermos unidos a Ele e continuarmos sua missão. Na Liturgia podemos ver a presença de Deus, seja por meio da Celebração Eucarística, dos sacramentos, nas orações da Igreja, nos cânticos e em outras partes da Liturgia. Por obra da Santíssima Trindade, a Igreja se manifesta na liturgia como Povo de Deus reunido que reza e canta os mistérios da fé, na comunhão do Pai e do Filho e do Espírito Santo. OBRA DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO

Gustavo Santana Seminário Diocesano 1º ano de Teologia

O Pai é a fonte e o fim da Liturgia. A Carta aos Efésios afirma: “Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do Céu nos abençoou com toda a benção espiritual em Cristo” (Ef 1,3). A Liturgia é a benção de Deus Pai, comunicada e revelada a nós; é palavra e dom, adoração, ação de graças e oferecimento de toda a Igreja a Deus. O Filho está presente em sua Igreja, especialmente na ação litúrgica, no sacrifício da Missa, na pessoa do ministro ordenado, no pão e no vinho, nos demais Sacramentos, na Palavra anunciada pela leitura da Sagrada Escritura e na comunidade reunida. O Espírito Santo, na liturgia, nos santifica e prepara o nosso coração para nos encontrarmos com o Senhor em nosso

interior, onde a conversão se expressa na convicção de vivermos inteiramente toda celebração e cada momento de oração, que nos amadurece em nossa fé e em nossa vida de comunidade. REFLETINDO Percebemos, assim, a presença de Deus nos sinais que compõem a Liturgia, nos símbolos que a tornam bela. A riqueza da Trindade Santa reflete nas saudações e nas orações na Missa e da vida litúrgica da Igreja. São João Paulo II nos diz: “Nos mistérios celebrados, é o Pai que trabalha para nós; é Ele que nos fala, perdoa, escuta, dá seu Espírito; a Ele nos dirigimos, a Ele escutamos, louvamos, invocamos. É Jesus que atua para nossa santificação, tornando-nos participantes do seu mistério. É o Espírito Santo que age com a sua graça e faz de nós o Corpo de Cristo, a Igreja”. Somos chamados a viver a Liturgia como obra da Santíssima Trindade. Em tudo, demos glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Referências: - Bíblia de Jerusalém. - Catecismo da Igreja Católica. - Exortação Apostólica Igreja na América, Papa São João Paulo II.

Diác. Alisson M. de Moura Par. São Mateus


Estrela Matutina - Caderno 1 - Junho de 2021 www.dioceseunivitoria.org.br

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Diaconato Permanente: Lembranças que marcaram o mês de Maio A Diocese de União da Vitória é uma das pioneiras no Brasil e no Paraná a instituir o Diaconato Permanente, homens casados que mesmo levando suas vidas de trabalho na sociedade e tendo suas famílias, doam parte de seu tempo para o serviço à Igreja, na Administração dos Sacramentos, celebrações, nos trabalhos pastorais, obras de caridade e na formação de lideranças leigas. No mês de maio, dois fatos marcaram a Diocese, concernente ao Diaconato Permanente, membros do clero da Diocese. A PUBLICAÇÃO DO LIVRO DOS 40 ANOS DO DIACONATO PERMANENTE NA DIOCESE De autoria e organização do Diácono Permanente Ulysses Antônio Sebben, o Livro ‘Diaconato Permanente – Diocese de União da Vitória 40 anos, foi publicado no mês de maio, pela Gráfica e Editora Kaygangue Ltda, de Palmas – PR.

Diácono Permanente, Ulysses Sebben com seu novo livro.

Em suas 195 páginas, o livro traz a história da introdução do Diaconato Permanente na Diocese, a biografia dos vinte diáconos permanentes ordenados até hoje na Diocese e algumas das atividades realizadas por eles, registradas no Estrela Matutina, Jornal Diocesano.

Segundo o Diácono Ulysses, o livro tem o objetivo de fazer memória dos primeiros quarenta anos de existência do Diaconato Permanente na Diocese, assim como manifestar gratidão a Dom Walter Michael Ebejer, hoje bispo emérito da Diocese, que introduziu o serviço diaconal permanente na Diocese, bem como o apoio dos outros bispos que vieram até agora pastoreando a Igreja Particular de União da Vitória. Como descreveu na Introdução da Obra, a motivação de escrever o livro vem desde 1982, quando em conversa com um dos irmãos no Ministério Diaconal, Diácono Luiz José Nowacki. “O despertar do desejo de ‘guardar a memória’ me foi dado no dia em que, visitando meu irmão de ideal, Diácono Luiz José Nowacki, em sua morada, na localidade de Rio Vinagre, Paróquia de Rio Azul, em meados de 1982, confidenciou-me vários momentos de sua vida passada, que em chamaram a atenção e me levaram ao propósito de, um dia, registrá-los em livros. Evidente que trazemos, ainda, algo da história de cada um dos vinte diáconos permanentes ordenados em nossa Diocese”, escreve o autor. Narrando esta e as demais histórias, o livro inicia sua cronologia em 1982, quando da ordenação dos primeiros seis diáconos ordenados em fevereiro daquele ano, até a última ordenação, em novembro de 2017. A obra teve a colaboração de fontes familiares de cada Diácono citado no livro, de arquivos históricos registrados, como o Jornal Estrela Matutina, correção ortográfica por Fahena Porto Horbatiuk, e colaboração de Dom Walter Michael Ebejer, iniciador do Ministério do Diaconato Permanente na Diocese, e um dos pioneiros no Brasil e no Estado do Paraná. Em palavras registradas na Obra, Dom Walter Michael Ebejer diz: “O Diaconato Permanente é, na prática, uma forma eclesiologicamente superior ao Diaconato Temporário, porque ele permanece como numa modalidade cristalizada, como sinal de serviço a todos, seja ao laicato, seja a toda a Hierarquia. [...] O valo místico do Diaconato Permanente já é por si uma riqueza eclesial incalculável, quase indispensável”. Sobre o autor: Com 88 anos de idade, Ulysses Antônio Sebben é atualmente Diácono Permanente da Diocese de União da Vitória. Foi o primeiro diácono a ser ordenado na Diocese, em 07 de fevereiro de 1982. (No mesmo dia outros dois diáconos foram

ordenados, em Paula Freitas). Casado com Iolanda Bueno há 66 anos, Diácono Ulysses é pais de sete filhos, avô de 13 netos, e bisavô de 6 bisnetos. Quando adolescente, ingressou no Seminário São João Maria Vianney, em 1945, na cidade de Palmas – PR, onde ficou até 1951. Em 1952 passou a residir em União da Vitória, participando da paróquia Sagrado Coração de Jesus, hoje Catedral da Diocese, na qual até o momento exerce o Diaconato. Diácono Ulysses é também um dos idealizadores deste Jornal Estrela Matutina, junto com o Dr. Mario José Mayer (in memorian), que em 1958, como membros da Congregação Mariana Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e São José, ajudavam na Matriz e pensaram um boletim paroquial, o Estrela Matutina, que após a criação da Diocese, em 1976, passou a ser Jornal Diocesano. No dia 15 de maio deste ano, o Estrela Matutina completou 63 anos de sua criação. A MORTE DO DIÁCONO PERMANENTE CARLOS ROBERTO STROHMAYER Se a Obra publicada no mês de maio, sobre a história do Diaconato na Diocese foi motivo de alegria por contar um dos aspectos da história da Igreja Particular de União da Vitória, também o mês ficou marcado com a perda de um destes Diáconos ordenados, sendo ele o Diácono Carlos Roberto Strohmayer. Terceiro membro do Clero a falecer neste ano, após a morte do também diácono permanente Marcos Vinícius e do padre Silvano Surmacz ambos em março, um vítima de um câncer e outro vítima da Covid-19. Diácono Carlos Diácono Carlos durante sua ordenação, com Dom Walter estava internaEbejer em 2006 do no Hospital São Braz, em Porto União – SC, após ser contaminado pelo coronavírus. Nos últimos dias mesmo tendo se curado da Covid, veio a falecer no dia 31 de maio, aos 60 anos, por consequências causadas pelo corona vírus. Ordenado Diácono no dia 02 de setembro de 2006, por Dom Walter Michael Ebejer, na igreja do Seminário Diocesano, em União da Vitória, Diácono Carlos residia em União da Vitória e auxiliou em diversas paróquias como Nossa Senhora de Fátima, Catedral, Sagrada Família de Nazaré e Nossa Senhora das Dores. Auxiliou em diversos trabalhos de formação e pastoral também nas paróquias de Porto União: Nossa Senhora das Vitórias e Paróquia São Pedro e São Paulo. Filho de Henrique e Júlia Sant’Ana de Andrade Strohmayer, era casado com Claudete Roik e teve três filhos: Carlos Eduardo, Carlos Henrique e Carlos Ericson. Carlos Strohmayer deixa também os netos: Guilherme Felipe; Arthur Dante, Victor Gabriel, Joaquim e Samuel. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Municipal de Porto União – SC. Em gesto de solidariedade, a Diocese deixa aos familiares, amigos, fiéis das comunidades onde o Diácono atuou, bem como aos demais Diáconos, sentimentos de gratidão pela vida do Diácono Carlos doada à evangelização, e à dos demais Diáconos Permanentes citados na Obra publicada, que fizeram e fazem parte desta Igreja Particular e dos que ainda exercem nela seu Ministério.


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Paróquias implantam a PASCOM no ‘Dia Mundial das Comunicações Sociais’ A Igreja celebrou no dia 16 de maio, Festa Litúrgica da Ascensão do Senhor, o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebração instituída pelo Concilio Vaticano II, pelo Decreto Inter Mirificat – Sobre os Meios de Comunicação Social – §18/1491, promulgado pelo Papa Paulo VI, em 04 de dezembro de 1963. Neste ano a Mensagem do Papa Francisco, publicada no dia 24 de janeiro, Memória de São Francisco de Sales, (1567 -1622), trouxe o tema: “Vem e verás” (Jo 1, 46). Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são. Na Mensagem Francisco questiona e motiva para que as construções de notícias passem pelo encontro com as pessoas: “A crise editorial corre o risco de levar a uma informação construída nas redações, diante do computador, nos terminais das agências, nas redes sociais, sem nunca sair à rua, sem «gastar a sola dos sapatos», sem encontrar pessoas para procurar histórias ou verificar com os próprios olhos determinadas situações”, diz o Pontífice na Mensagem. Na Diocese de União da Vitória, além de se celebrar esta data, duas paróquias instituíram a Pastoral da Comunicação (PASCOM). No sábado, 15 de maio, a paróquia São Carlos Borromeu, de Paula Freitas realizou dentro da celebração eucarística das 19h o Rito de Instituição da Pascom, iniciando a Pastoral com cinco pasconeiros. O Rito foi realizado pelo pároco, padre João Francisco Sieklicki, e contou com o juramento de compromisso dos pasconeiros e a Bênção de Envio. Segundo o padre, a Implantação da Pascom vem auxiliar no melhor andamento da paróquia na evangelização, otimizando as ferramentas da comunicação no anúncio do evangelho. “É por meio das Pastorais é possível ser o rosto da Igreja para a comunidade. A Pastoral da Comunicação neste mundo da comunicação é uma forma de estarmos com o Evangelho presente nas redes sociais e nas famílias. É com De jaqueta preta, Elis Carolina, junto com outros pasconeiros e o Pe. João Francisco (Foto: PASCOM) alegria que implantamos a Pascom, e pedimos a luz do Espírito para as atividades dos Pasconeiros”, partilhou o pároco. Uma das pasconeiras da paróquia é Elis Carolina de Lara Kimita, que se sentiu motivada a ajudar na Pastoral da Comunicação depois de ver a importância das atividades da Igreja estarem sendo veiculadas nos meios de comunicação. “No momento em que não aconteciam as missas presenciais, eu e minha famílias acompanhávamos Missa, Terço e Evangelho do Dia pelo Facebook. Isso despertou em mim o desejo de colaborar para que minha paróquia conseguisse também alcançar

um maior número de fiéis pelos meios de comunicação”, testemunhou ela.

Padre Emerson e seminarista Douglas junto com os novos pasconeiros. Em mãos alguns seguravam o Jornal da Diocese com a notícia da Implantação da Pascom na Diocese em 2020 e as encadernações dos primeiros exemplares do Estrela Matutina

No domingo, 16 de maio, foi a vez da paróquia São José, de Antônio Olinto, implantar a Pastoral da Comunicação. O Rito de instituição dos sete pasconeiros foi realizado pelo padre Emerson Gonçalves de Toledo, pároco, dentro da Missa das 9h. Motivados também pelo seminarista estagiário Douglas Ribasz, os membros da Pascom receberam o Jaleco da Pascom, o crucifixo, e ao no final da missa a Benção de Envio, sob a proteção de Nossa Senhora. “Para nossa paróquia é uma alegria ter a Instituição da Pascom nesse dia especial. A comunicação é um Dom que brota do Coração de Deus. É o próprio Cristo quem nos faz comunicadores da Mensagem do Reino quando ele mesmo disse: ‘Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho’. Nós temos que aproveitar esses meios de comunicação para proporcionar um conhecimento mais profundo da Mensagem do Evangelho”, comentou o padre.

Elaine Krainski Martins, junto com outros pasconeiros recebendo o Jaleco e Crucifixo.

Convidada pelo padre e pelo seminarista, um dos sete membros da Pascom Paroquial é Elaine Krainski Martins, que manifestou entusiasmo em ajudar na nova Pastoral. “Com toda alegria comunicarei Cristo em nossa paróquia. Como ele anunciou aos discípulos eu O anunciarei a quem não O conhece”, partilhou ela. Outras paróquias da Diocese também estão com a Pascom dando seus primeiros passos na ampliação da Pastoral, agregando mais membros para também fazerem a Instituição Oficial na paróquia.


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CDAE se reúne para avaliação e projeção da evangelização na Diocese Representantes de Movimentos, Pastorais e Organismos, que formam o Conselho Diocesano da Ação Evangelizadora da Diocese, estiveram reunidos no dia 08 de maio, na Casa de Formação Cristã, em União da Vitória, para avaliar a caminhada evangelizadora em cada paróquia.

orientações do nacional, fazendo a informatização da Pastoral, capacitação dos agentes. Roseli, da Pastoral da Criança, tem a missão de acompanhar as famílias e o desenvolvimento das crianças, da concepção até os seis anos. Recebem formação online com a equipe técnica a cada 15 dias com as coordenadoras e agentes. Incentivam o aplicativo para a realização das visitas, entretanto, em alguns lugares ainda se fazem visitas presenciais. O Seminarista Daniel da Rosa, do Seminário Diocesano falou da adaptação às aulas online no Seminário, para que não houvesse atraso na formação. Uma perda com a Pandemia foi a parte pastoral, impossibilitando o seminarista de ir à paróquia para auxiliar os padres e as paróquias. Célio Calikoski, da Pastoral Catequética, falou do retorno da catequese presencial a cada 15 dias, e de encontros online também a cada 15 dias. Irene Araújo, da IAM, falou do trabalho de forma remota e online, que também gerou uma baixa dos grupos. Algumas assessoras fazem online e outras levam os materiais nas casas. Mesmo com a dificuldade continuam trabalhado online.

Do lado esquedo, Pe. João Francisco, coordenador da Ação Evangelizadora e, ao seu lado, Dom Walter Jorge, bispo diocesano, durante a reunião (Foto: Douglas Ribasz)

Em entrevista ao Jornal da Diocese, padre João Francisco, coordenador da Ação Evangelizadora, falou da importância destes Encontros, que devem acontecer sempre a cada dois meses. “O Encontro sempre é importante porque faz com que caminhemos em unidade, nos abrindo ao Espírito Santo, para que a Evangelização possa acontecer, e sobretudo para que fomentemos o surgimento de novas Pastorais, Movimentos e Organismos”, declarou o padre. As Pastorais que ainda precisam ser desenvolvidas na Diocese e que foram mencionadas na reunião foram: Pastoral Familiar; Pastoral da Esperança; Pastoral do Dízimo; Pastoral Ecológica; Pastoral Indígena, e a Pastoral Litúrgica. O melhor desempenho na Evangelização das que estão em atuação também foi um dos apelos de Dom Walter Jorge no Encontro. “Tenham ousadia de evangelizar; estudem e se aperfeiçoem para melhorar as suas Pastorais e Movimentos. Continuem alimentando a alma com a participação da Santa Missa e com a meditação da Palavra de Deus”, motivou o bispo. Ao final, Dom Walter ainda falou de alguns assuntos tratados na 58º Assembleia dos Bispos, que se deu dos dias 12 a 16 de abril. Partilha dos representantes: O Seminarista Douglas falou de seu período de Estágio na Paróquia de Antonio Olinto, que segundo ele tem sido bom para o fortalecimento do sim à missão, trabalhando com coroinhas, acólitos, jovens, e outros Movimentos e Pastorais. No Domingo, 16 de maio implantarão a Pascom na paróquia. Antônio Moreira, do Terço dos Homens, falou dos desafios dos Pilares da Ação Evangelizadora que precisam ser estruturados e trabalhados, além da dificuldade passar aos leigos uma formação do PDAE. Coordenadores e representantes das pastorais, movimentos e organismos reunidos na Casa de Formação (Foto: Agatha Przybysz)

Neusa, da Pastoral da Pessoa Idosa: estão recebendo

Ozilda Drabeski, do Movimento das Capelinhas, disse que a visita das Capelinhas parou por um tempo devido as zeladoras idosas. Agora as Capelinhas continuam visitando as famílias. Paulo Zanetti, do Mini TLC, comentou que fizeram lives, mas alguns jovens Antônio Moreira, do Movimento do Terço dos Homens, com o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora em mãos (Foto: Douglas Ribasz) não estavam acompanhando. Continuam em contato através do whatsapp. Estão realizando campanhas sociais como arrecadação cestas básicas e material de higiene. Ivone Pasquali, da Cáritas, falou de um projeto que está sendo elaborado e vai ser apresentado ao Clero. Vanderlei, da RCC e Grupos de Oração, disse que alguns voltaram presencialmente e outros realizam formações ainda online junto com os ministérios, pregadores, intercessores e músicos. Jane, do Sementes da Alegria, disse que o Grupo está parado pois não há a possibilidade de fazer os encontros. Aline Sebben, da Pastoral da Sobriedade, tiveram foco nos grupos de autoajuda, porém, devido a pandemia, estarão trabalhando com as redes sociais para divulgar o que é a pastoral e tudo o que envolve ela. Rita, do Movimento Serra, comentou que as reuniões online estão sendo feitas nos Distritos para motivar e não desanimar. Recebem formação do Nacional, e reuniões online para manter as devoções do Movimento. Ir. Vera, do RAD, falou que os Retiros não estão sendo realizados, mas a Congregação está enviando material para o trabalho com os leigos. Ir. Ivanete, que trabalha com os Coroinhas, partilhou que diminuiu as formações e participação nas missas, mas estão realizando o Terço usando o WhatsApp. Elcimar, do MCC, comentou que o carisma do Cursilho é do encontro, e a pandemia prejudicou. Os jovens fizeram Terço, adoração online, mas nem todos permaneceram. Estão participando das reuniões do nacional. Texto: Agatha Przybysz e Douglas Ribasz

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Estrela Matutina - Edição Junho de 2021  

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