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Edição Anterior 105

Gastronomia

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Na torcida

Opinião

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Centro Cívico Jornal

Distribuição gratuita

desde 2002 - Edição 106/ Julho -2013 11 anos

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Mais que um jornal de bairro

Richa e Fruet pedem à Dilma R$ 6,6 bilhões Página 4

Jornais de Bairros homenageiam o Desembargador Rogério Coelho Página

Página 6

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Gastronomia

Origem do

Omelete

Saúde

Inverno anuncia chegada da

temporada de cirurgias plásticas Página 5

Página 7

PAGO À VISTA

Curves Centro Cívico Rua Inácio Lustosa - 281 (41)

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Editorial REDAÇÃO

Prezado Leitor, Todos os dias acompanhamos notícias na imprensa mostrando o crescimento da corrupção, crimes contra a economia pública e completo descompromisso daqueles que lutam pelo poder com um discurso falso nos lábios e um projeto sórdido no coração. O caso do deputado estadual Fábio Camargo (PTB) que foi eleito novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), mostra como os parlamentares não estão acreditando na capacidade de indignação do povo brasileiro. O cargo de conselheiro no TCE-PR é vitalício, diferentemente da vida pública, que necessita renovação de mandato a cada quatro anos. A nova função do deputado Fabio Camargo, dá o direito a um salário de R$ 25 mil, fora as regalias. Na edição deste mês do Jornal Centro Cívico: Os 23 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, será que avançamos? O jornalista Francisco Souto Neto, faz uma análise dessa onda que tomou conta do Brasil e arrastou uma verdadeira multidão pelas ruas de Curitiba. Com o chapéu na mão, governo estadual e municipal, pedem 6,6 bilhões ao governo federal. Gastronomia, esporte,política e muito mais, você lê aqui! Então, boa leitura! Maurício Grabowski

Crônicas

do Nosso

Bairro

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Francisco Souto Neto

O Brasil acorda e se levanta Francisco Souto neto

Não víamos em nosso país manifestações públicas e protestos tão veementes desde 1992, quando multidões de “caras pintadas” saíram às ruas exigindo o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Foi um momento admirável da História do Brasil, quando cidadãos de todos os quadrantes do nosso território posicionaram-se contra a corrupção e os desmandos do governo. Porém o Brasil avançou por caminhos que foram se tornando cada vez mais tortuosos, com a ampliação dos casos de políticos corruptos que, em sucessivos governos, se gabam da sua própria impunidade (Paulo Maluf e Renan Calheiros são exemplos, assim como os condenados do “mensalão” que continuam inexplicavelmente em liberdade), isto somado à falta de investimentos em educação e saúde, ao alarmante aumento da violência urbana, às leis frouxas que não punem exemplarmente os conde-nados em julgamentos, e às dificuldades do trabalhador que é obrigado a utilizar um transporte público de péssima qualidade através de todo o país. Obser-

vando ao longo dos anos esse crescendo de situações cada vez mais incômodas, muitas vezes refleti sobre o fato de os brasileiros manterem-se acomodados, como se tudo isso fosse normal, aceitável e imutável. Foi então que aconteceu a gota d’água: o aumento de 20 centavos nas tarifas do transporte público na capital de São Paulo principiou um extraordinário movimento nacional de protesto. Na realidade, o Movimento Passe Livre teve início no ano passado, e as posições contra o aumento das passagens do transporte coletivo começaram em Porto Alegre e Goiânia em março de 2013. Entretanto, a magnitude dos acontecimentos de São Paulo no atual mês de junho foi espantosa; o movimento logo repetiu-se no Rio de Janeiro, e em menos de uma semana espalhou-se pelas principais capitais e alcançou várias cidades brasileiras. No começo, a violenta e indiscriminada repressão policial aos ativistas de São Paulo causou espanto até na imprensa internacional, enquanto Geraldo Alkmin, governador do Estado, declarava que o movimento era “político” e que a polícia agira corretamente, taxando os

manifestantes, genericamente, de baderneiros. Na sequência dos fatos, com a descarada naturalidade comum a certos políticos, mudou convenientemente o seu discurso, porque a maciça maioria desses manifestantes era, desde o início, formada por jovens pacíficos que apenas exerciam o seu direito de reclamar daquilo que nós, na imprensa, também reclamamos e nos indignamos. As manifestações contrárias ao aumento das tarifas ampliaram-se, embora sem perder o objetivo inicial, envolvendo o repúdio à corrupção nos governos federal e estaduais, à PEC 37, e também para exigir as diversas mudanças a que todos aspiramos. As lamentáveis depredações, principalmente no Rio de Janeiro, perpetradas por pequenos grupos, não empanam a importância dos acontecimentos. A esmagadora maioria da impressionante multidão de cerca de 100 mil pessoas, constituiuse de cidadãos de bem que saíram do comodismo para dizer o que querem do Brasil. Quando a bandeira de algum partido político despontava no meio da multidão, ouvia-se o grito uníssono de milhares de vozes, exigindo: “sem bandeira!”; se encontravam resis-

tência, entoavam “sem violência!”, e conduziam o intruso para fora da manifestação. Em Curitiba, no dia 17 de junho, reuniram-se cerca de 10 mil pessoas que, em ordem, marcharam pacificamente da Rua XV de Novembro em direção ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. É uma pena que sempre surjam grupos infiltrados nas passeatas, dispostos a cometer atos de vandalismo e depredações, o que ocorreu perto da meianoite, quando alguns marginais atacaram um portão do palácio do governo e picharam o mármore da fachada do prédio. Porém, em seguida, vimos dezenas de outros autênticos manifestantes limpando civicamente as pichações das paredes. Os baderneiros e depredadores, que espero que sejam identificados e processados, não conseguiram manchar a beleza da manifestação de pessoas admiráveis que se posicionam por um Brasil melhor e mais justo, e que representam o recado direto aos políticos e a seus partidos, de que a paciência chegou ao limite. Deputados e senadores lá estão para nos representar, não para defender seus próprios interesses. Somos nós, os eleitores, que mandamos no Brasil.

Francisco Souto Neto é jornalista e advogado, morador da região e colaborador do jornal.


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Opinião 23 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente Janaina Rodrigues

O Estatuto da Criança e Adolescente foi promulgado no dia 13 de julho de 1990 com o objetivo de consolidar as diretrizes da Constituição Federal de 1988, no que diz respeito aos direitos de crianças e adolescentes. O marco legal resignifica a concepção de infância e adolescência em nosso país e estabelece a Política de Proteção Integral, foi a partir do Estatuto que passamos a ter os conselhos tutelares, conselhos de direitos e a perspectiva de intersetorialidade entre as políticas públicas objetivando efetivar a garantia de direitos de crianças e adolescentes. A aprovação do Estatuto é resultado de forte mobilização social, que por meio de interlocuções com organizações de outros países, reconhecem a necessidade de estabelecer uma Politica de Proteção Integral em conformidade com os Princípios da Convenção sobre os Direitos da Criança, a qual o Brasil ratifica em setembro de 1990. Ao se tornar signatário desta Convenção passa a estabelecer ações de promoção e proteção de crianças em todo país. Dentre as diretrizes de promoção e proteção de crianças e adolescentes, o estabelecimento de ações de enfrentamento ao trabalho infantil tornam-se prioridade considerando que essa é uma demanda presente no cenário nacional. De acordo com o IBGE, no Brasil, em 2011, havia 3,7 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos trabalhando o que representa 8,6% da população nessa faixa etária. Dessas crianças e adolescentes ocupados no 66,5% eram do sexo masculino e 33,5% do sexo feminino e 60% eram negros. No Brasil, o trabalho é proibido para menores de 14 anos, existindo uma legislação específica que o regulamenta, a partir

dessa idade, na condição de aprendiz. O trabalho na adolescência deve seguir a prerrogativa do Estatuto da Criança e do Adolescente na garantia do direito a profissionalização, respeitada a condição peculiar de desenvolvimento. Podemos constatar na história, que a inserção da criança ao trabalho foi considerada uma prática constante e natural, realizando trabalhos domésticos, agrícolas e, com a Revolução Industrial, passa a integrar a mão de obra das fábricas. O brincar ocupava o lugar de atividade improdutiva e simplória, sem valor fundamental. Por conta disto, o adulto se excluía da relação com a criança através do lúdico e assim excluía o brincar de seu cotidiano, contrapondo a “brincadeira de criança” ao “sério e valoroso” trabalho do adulto, estabelecendo práticas formativas que desconsideravam o brincar como processo de desenvolvimento humano. Neste contexto, a prática do brincar era considerada “perda tempo”.

Esse processo histórico contribuiu para uma compreensão limitada acerca do brincar, pois prevalece, ainda hoje, no imaginário social e cultural a premissa de “ser melhor a criança trabalhar do que ficar sem fazer nada”. Na perspectiva do direito, o brincar se constitui como fundamental para o desenvolvimento da criança, estando previsto em diversos artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sobretudo, no Artigo 16, parágrafo IV - “O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: brincar, praticar esportes e divertir-se”. Defende-se o fortalecimento desse direito, porque é por meio do brincar, nas suas mais variadas formas e em diferentes contextos, que as crianças se expressam, interagem, ampliam seu potencial, fazem descobertas, inventam novas possibilidades, observam atentamente como as outras crianças brincam, inventam e reinventam os modos de brincar, ou seja, aprendem con-

tínua e significativamente, criando e recriando culturas infantis. Entende-se que a criança brinca porque esta é a sua forma de agir sobre o mundo e de construir-se.• Janaina Rodrigues é analista educacional na Rede Marista de Solidariedade e vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do estado do Paraná.

Foto: João Roberto Ripper

Os partidos políticos e a aparente des(organização) Ademar Batista Pereira

Um partido político deveria ter em sua base os filiados, as assembleias ou convenções, e ter claro como isso se dá, mas não é dessa forma que ocorre na prática. Geralmente, as discussões e resoluções dos partidos são definidas entre alguns, cinco ou seis membros, pois pela lei dos partidos é necessário ter sete pessoas para fundar nacionalmente, e sete em cada executiva provisória estadual, e, a partir daí, as coisas são organizadas da seguinte maneira: seleciona-se cinco pessoas da família, ou que nada querem com política e seguem a linha do criador e mais dois agregados, e funda-se o partido nacionalmente. Em seguida, seleciona-se em

cada estado cinco pessoas que devem se comprometer com o criador. Em caso de rebelião, o criador, por resolução da nacional, simplesmente, fecha a executiva provisória estadual. Mas o que ganha o líder ou criador estadual? O controle livre sobre as municipais. Assim, este líder procura nos municípios pessoas que queiram fazer o mesmo jogo. São donos nos municípios para fazer os “acertos”, desde que sigam e se mantenham na cartilha do seu criador, ou seja, a executiva provisória estadual. A partir daí, o que vemos é um grande jogo de faz de conta. A executiva nacional faz os “acertos” com o governo, apoia a base, vende o horário de tv, um comodite bem valioso, e acerta alguns cargos no governo central, o que o atual governo chama de coa-

lizão para governar. As executivas provisórias estaduais e municipais podem ter alguma liberdade, desde que busquem eleger deputados federais, pois conforme cresce o número de deputados federais e senadores, aumenta a conta do governo para o “acerto”, e vêm mais e mais benefícios, pois aumenta o fundo partidário, os cargos nos governos federais, estaduais. E, quais são as funções desses cargos? Basicamente duas: aumentar a receita dos partidos, pois cada cargo em geral deve pagar uma parte do seu salário ao partido e para quem tem mandato. Existem pessoas pagas pelo dinheiro público para fazer “campanha” o ano todo, ou fazer pequenos favores, como levar os eleitores ao médico, conseguir uma consulta, um internamento, em

nome do deputado. E assim se mantém os mesmos políticos, pois neste ciclo é preciso estrutura e pessoas trabalhando e sendo pagas pelo dinheiro do povo. No Brasil, temos mais de 30 partidos e temos uma lei facilita a formação e organização dos mesmos e para ser organizado um partido deve ter um estatuto, estar presente nacionalmente e em 9 estados, além de 500 mil assinaturas de eleitores para de fato existir. Esta é uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral - TSE (outra aberração brasileira),Caso não tivesse essa determinação, hoje teríamos muito mais “democracia”, pois seguramente teríamos centenas ou até milhares de partidos, já que cada um dos brasileiros poderia montar o seu. Claro, precisaria de

mais alguns aparatos e pessoas envolvidas, mas como percebemos, no geral, os membros da própria família já “resolvem”, inclusive, temos muitos exemplos, mesmo com a necessidade de 500 mil assinaturas. Para resolver de fato a questão da organização dos partidos políticos no Brasil, a única forma seria criar outra lei baseada em um modelo de baixo para cima, ou seja, das municipais com convenção direta para eleger a executiva municipal; as municipais elegeriam a estadual e as estaduais elegeriam a federal, porém, quem faz a lei são os próprios deputados!• Ademar Batista Pereira – presidente da FEPEsul, membro da Executiva Estadual do PV e articulista do site www.esominhaopiniao.com.


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Cidades De chapéu na mão: Richa e Fruet pedem à Dilma R$ 6,6 bilhões Foto:Ilkens Souza / Divulgação

O vice-governador Flávio José Arns, a ministra Miriam Belchior e o prefeito Gustavo Fruet, anunciam investimentos em mobilidade urbana na RMC Mauricio Grabowski

O Estado do Paraná pediu R$ 6.6 bilhões ao governo federal para investimentos em obras de mobilidade urbana na Grande Curitiba. Do total solicitado, R$ 1,250 bilhão é para e o governo estadual e R$ 5,35 Bilhões é para atender à prefeitura. O vice-governador do Paraná, Flávio Arns e o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet apresentaram diversos projetos de mobilidade urbana, com o objetivo de garantir uma fatia dos inves-

timentos anunciados pela presidente Dilma Rousseff, dia 24 de junho, em resposta às manifestações populares. O encontro faz parte da rodada de reuniões que a ministra Miriam Belchior do Planejamento e Aguinaldo Ribeiro, ministro das Cidades têm feito com os estados e prefeituras para avaliar como vai ser a divisão dos R$ 50 bilhões. A previsão para distribuição dos recursos será anunciada até final de julho.

Destino dos recursos

Segundo nota do governo do estado, os R$ 1,250 bilhão serão investidos em obras do corredor metro-

politano que ligará sete cidades (Colombo, Pinhais, Piraquara, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Curitiba e Araucária). O valor da obra é avaliado em R$ 707 milhões. Outra obra prevista é a continuação da Linha Verde até Colombo. Já na região Sul, a continuação da via ligará Curitiba a Fazenda Rio Grande. O valor estimado é de R$ 350 milhões. Os outros dois projetos são: ligação de uma via exclusiva de ônibus ligando o terminal central de São José dos Pinhais ao terminal da Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba; e linha exclusiva de ônibus ligando o terminal de

Pinhais até o centro da capital. De acordo com Vicegovernador Flávio José Arns, “A proposta do governo beneficia uma população bastante grande, de cerca de um terço dos habitantes do estado do Paraná”. A Prefeitura de Curitiba anunciou que vai utilizar R$ 3,25 bilhões na: Implantação de 300 quilômetros de ciclovias e construção de 2 milhões de metros quadrados de calçadas = R$ 225 milhões; Revitalização da Linha Inter 2 (ônibus articulados com portas em ambos os lados, implantação de faixas exclusivas, sincronização semafórica, trincheiras) = R$ 470 milhões; Conclusão da Linha Verde Norte e extremo Sul = R$ 321 milhões; Readequação e aumento da capacidade dos eixos estruturais (canaletas) Leste/Oeste e Sul = R$ 140 milhões; Veículo Leve sobre Pneus – VLP (projeto idealizado pela equipe do ex-prefeito Jaime Lerner, seguindo parte do traçado da linha férrea, com 30 quilômetros) = R$ 950 milhões; Obras viárias estruturantes (binários, contornos, viadutos, trincheiras, passarelas e outros) = R$ 395 milhões; Contorno Sul (revitalização da marginal existente e implantação de 10 quilômetros de

marginal no sentido Norte/ Sul com passarelas e passagens em desnível) = R$ 178 milhões; Construção e revitalização de terminais (construção do Terminal Central, do Tatuquara, novo Terminal Capão da Imbuia e novo Terminal CIC, e requalificação do Terminal Guadalupe) = R$ 145 milhões; Implantação do 3º Anel Viário (extensão total de 61,3 quilômetros) = R$ 208 milhões; Mobilidade não motorizada (calçadões nas regionais e mobiliários) = R$ 125 milhões; Projetos especiais (requalificação do eixo Centro Cívico e requalificação da Travessa Nestor de Castro) = R$ 91 milhões. O restante do recuso, cerca de R$ 2 bilhões, serão utilizados para a implantação do Metro, segundo estudos da prefeitura, o projeto deve superar os R$ 3 bilhões. “A presidente anunciou os recursos e pediu que apresentássemos projetos. Rapidamente trouxemos nossas propostas para garantir que Curitiba seja beneficiada. São projetos estruturantes que contemplam pedestres, ciclistas, motoristas e usuários do transporte coletivo, sempre levando em conta a integração metropolitana”, explica o prefeito Gustavo Fruet.•


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Saúde

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Doe Sangue

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HEMEPAR Tv. João Prosdócimo, 145 - Alto da Xv

Inverno anuncia chegada da temporada de cirurgias plásticas Central press

Foto: Divulgação

Nos meses do inverno, o clima frio somado às férias escolares contribuem para o aumento da procura pelas cirurgias plásticas, procedimento que cresce cada vez mais no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os brasileiros estão em segundo no ranking mundial em cirurgias estéticas, perdendo apenas para os Estados Unidos. Pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), em parceria com a SBCP, aponta que a procura por este tipo de procedimento cresceu 43,9% em três anos. De acordo com o cirurgião plástico Ralf Berger, dois fatores justificam estes dados. “Um deles certamente é o aumento do poder aquisitivo da classe média e o acesso dessa grande parte da população às cirurgias plásticas”, garante. Outro pon-to citado por Berger é a busca, cada vez mais cedo, pelo corpo perfeito: “os estereótipos de beleza mundiais estão influenciando gerações cada vez mais cedo e hoje podemos notar meninas de 15, 16 anos nos consultórios de cirurgia plástica”, afirma o médico. Segundo ele, neste período de férias de inverno, quase 50%

dos pacientes possuem menos de 25 anos. “A diminuição dos riscos e a evolução dos procedimentos também atraiu muita gente em busca do corpo perfeito”, lembra Berger. Porém, o médico faz um alerta: “isso não significa que não existam riscos”. A decisão de fazer uma cirurgia deve ficar por conta do paciente e o médico não pode influenciar, mas apenas sanar todas as dúvidas antes e depois da cirurgia, auxiliando o paciente na hora de decidir. Formado pelo Instituto Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro, Berger atua com cirurgias de nariz, face, contorno corporal, mama e, a mais solicitada, a lipoaspiração, requisitada por mais de 20% do público que frequenta o seu consultório, em Curitiba (PR). Para evitar complicações com a cirurgia, é necessário que o paciente escolha um profissional capacitado e qualificado para o procedimento. Segundo a SBCP, mais de 85% das denúncias de cirurgias plásticas foram relacionadas a profissionais que não tinham título de especialista. “Procurar um profissional que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é o primeiro passo. Existe muita gente que faz cirurgias plásticas e não tem formação. É muito importante ver as qualificações do cirurgião”, salienta Berger. Sentir-se à vontade para tirar todas as dúvidas e pegar informações sobre onde o procedimento será realizado também são dicas do cirurgião - afinal, é natural ficar ansioso com o pré-operatório e esquecer alguns detalhes importantes.

Quem faz?

Conforme pesquisa realizada pelo Data Folha (2009),

a maior parte dos pacientes de cirurgia plástica no Brasil é da raça branca e do sexo feminino. “Os homens representam entre 10 e 20% do total, mas esse número tende a crescer”, afirma Berger. A faixa etária que mais faz cirurgia é a dos jovens. Estudo da SBCP apontou que o número de jovens entre 13 e 18 anos que fizeram cirurgias estéticas foi de 37 mil para 91 mil operações entre 2008 e 2012. Berger explica que, “antes de tudo, é preciso ver a necessidade da intervenção. Cabe ao cirurgião evitar exageros e procedimentos desnecessários, explicando os riscos e analisando o caso, junto ao paciente”.

Fumo

O fumo é um agente que deve ser evitado devido ao encolhimento do calibre dos vasos que leva a uma redução da quantidade de oxigênio que chega à pele. Assim, a cicatrização fica prejudicada e a morte dos tecidos pode vir a ocorrer. E tem mais: o cigarro também induz patologias respiratórias, que podem comprometer o estado do paciente. Informar todo o histórico ao médico também é essencial, pois pequenos detalhes podem influenciar o procedimento. A aspirina, por exemplo, não deve ser ingerida nos dias que antecedem a cirurgia, por conter ação anticoagulante. Medicamentos para diabetes, anti-inflamatórios e até ginko biloba também podem interferir no procedimento. “As cirurgias plásticas podem ser feitas em qualquer época do ano, desde que a saúde esteja em dia. O paciente não deve fazer cirurgia com gripe ou resfriado, pois pode prejudicar o pós-operatório e a recuperação”, finaliza Berger.•


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Hortaliças e frutas: produtos da época Julho Laranja pêra, melão, morango, tangerina murcot, ervilha, batata doce, gengibre, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão. Agosto Abacaxi, caju, laranja pêra, melão, melancia, morango, nêspera, tangerina murcot, ervilha, beterraba, mandioca, mandioquinha, rabanete, acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, cebolinha, couve, couve-flor, chicória, espinafre, repolho, rúcula, salsa, salsão.

Omelete

Joemir Rosa.

A história do omelete perde-se no tempo. Dizem que surgiu na antiga Pérsia. Ovos batidos eram misturados com ervas picadas, fritos até ficarem firmes, e depois cortados em pedaços, para formar um prato conhecido como ‘kookoo’. Acredita-se que essa receita chegou até a Europa através do Oriente Médio e da África do Norte, onde foi sofrendo adaptações e originou a “frittata” italiana, a “tortilla” espanhola e a “omelette” francesa. Conta-se que na França, em 1888, uma senhora chamada Annette Poulard montou uma pousada junto com seu marido, no Monte Saint-Michel, na Normandia. A pousada chamava-se L’ Auberge Saint-Michel Tête D’ Or e lá eram recebidos viajantes famintos e cansados. Uma mesa bem grande, sempre posta, ao lado da lareira onde ela cozinhava, acolhia os visitantes, de braços abertos. Mère Poulard, como era conhecida, era muito simpática e hospitaleira e sempre preparava pratos nutritivos e bem saborosos. Fazia uma “quiche normande” que era muito conhecida nas redondezas. Contudo, o que tornou Mère Poulard famosa até os dias de hoje, foi a invenção da célebre omelete. Ela queria um prato que sustentasse, fosse rápido no preparo e saboroso. Sabe-se que ela usava o que havia de melhor: “fines herbes” dos terrenos da Bretanha e Normandia, ovos de sua granja e manteiga feita por ela. Mas havia um segredo! Uns diziam que era o separar da gema e da clara; outros, que ela colocava um cálice de creme de leite fresco, e até há quem diga que umas gotas de “bordeaux” era adicionado à receita. Ninguém saberá jamais! Quando alguém perguntava o segredo, Mme. Poulard respondia: “Nada como o calor da lenha queimada…” Até hoje só sabemos alguns rumores de como Mme. Poulard fazia sua omelete. A felicidade proporcionada por ela com a calorosa cozinha oferecida a transformou em rainha nos corações dos felizardos hóspedes. A herança que essa mulher deixou tem inspirado até hoje os grandes chefs de cuisine.

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Strogonoff

de camarão Receita do Blog da Tia Emília segredosdatiaemilia.com.br

Receita fácil de fazer e muito saborosa Primeiro você prepara o molho e depois o camarão. Por fim, é só misturar os dois e pronto! Vai precisar de… 1kg de camarão tratado e limpo 1/2 limão 1 cebola grande 1 1/2 colher de sopa de manteiga (1 para o molho e 1/2 para o camarão) 2 colheres de chá de extrato de tomate 1 colher de chá de molho inglês 2 colheres de sopa de vinho branco 1 colher de cafezinho de sal + 1 para o creme 1/2 colher de cafezinho de pimenta branca moída 2 dentes de alho pequenos ou 1 grande 2 xícaras de creme de leite fresco

Vamos começar! 1- Deixe o camarão por 5 minutos em um recipiente com água e 1/2 limão espremido. Depois, escorra e lave-os em água corrente. 2- Rale a cebola na face mais fina do ralador. 3- Descasque o alho e amasse-o no pilão com pimenta moída e 1 colher de cafezinho de sal. Quando estiver bem amassado como uma papa, passe no camarão para temperar e reserve. 4- Em uma panela, em fogo alto, coloque uma colher de sopa de manteiga e a cebola ralada. Deixe (refogar) por 15 minutos até a cebola ficar dourada. 5- Depois, coloque o vinho branco, deixe evaporar por 1 minuto e coloque extrato, molho inglês e creme de leite fresco. Deixe ferver por 5 minutos e desligue. 6- Em outra panela, em fogo alto, coloque a outra colher de manteiga para derreter. Em seguida, coloque os camarões temperados sem que eles se sobreponham. Espere somente eles mudarem de cor e vire o lado. Deve durar cerca de 3 a 5 minutos, dependendo tamanho do camarão. Um camarão pequeno mudará de cor mais rápido. 7- Quando estiver corado dos dois lados, acrescente o molho que estava reservado, diminua o fogo para médio, misture tudo e teste o sal. Está pronto! Uma delícia para comer com arroz branco e batata palha!

Almoço - Buffet por Kilo Segunda a Sexta

11h30 às 14h30

Sábado, Domingo e Feriado

12h00 às 15h00


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Jornais de Bairros homenageiam o presidente do TRE-PR Redação

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Paraná (TRE-PR), desembargador Rogério Coelho, recebeu, o Diploma Destaque Estadual, em reconhecimento à eficiência do Tribunal na apuração dos votos nas últimas eleições e no cadastramento biométrico dos eleitores curitibanos. A entrega do diploma foi feita na presidência do TRE, durante visita de diretores de quatro jornais de bairros de Curitiba: José Gil, do Jornal Água Verde; Adilson da Costa Moreira, da Gazeta do Santa Cândida; Rafael Rosa, do jornal O Portão e Maurício Grabowski, do Jornal Centro Cívico. Ao receber o diploma, o presidente do TRE-PR, desembargador Rogério Coelho, fez questão de destacar que a eficiência do tribunal se

deve ao trabalho conjunto dos juízes da Corte daquele tribunal e ao trabalho do funcionalismo. Segundo o diretor do Jornal Santa Cândida, Adilson da Costa Moreira, esta homenagem é “um reconhecimento à agilidade e eficiência dos serviços prestados por esse tribunal à democracia brasileira”. Para José Gil, diretor do Jornal Água Verde, “o TRE do Paraná é um exemplo a ser seguido não apenas pelos demais tribunais eleitorais do país, mas por todos os países do nosso continente latino-americano”. Para Rafael Rosa, diretor do Jornal O Portão, “a imprensa comunitária, como os jornais de bairros, está atenta aos serviços prestados pelos órgãos públicos, e ficamos felizes em constatar uma prestação de serviços exemplar e elogiável por parte do

Centro Cívico foi depredado por vândalos Redação

O prejuízo causado pelo ataque de vândalos ao patrimônio público do Município, durante protestos que varreram o Brasil no último mês, gerou um

prejuízo estimado inicialmente em R$ 1,5 milhão. O valor – que equivale ao custo de construção de uma creche – inclui a depredação de cinco estações-tubo e danos no prédio central da Prefeitura, entre outros.

TRE do Paraná”. Segundo o diretor do jornal Centro Cívico, Maurício Grabowski, “existe uma filosofia de trabalho sério e eficiente de algumas décadas na adoção de práticas em gestão de qualidade, que apresenta os melhores resultados em todo o país”. Em 1991 Rogério Coelho foi convocado para ser juiz substituto no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e foi promovido ao cargo de

desembargador em dezembro de 2004. Quatro anos depois, entrou na corregedoria do TJ-PR. Em 2010, após atuar como corregedor e vice-presidente, foi eleito presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Uma vida dedicada ao Direito e à Justiça Rogério Coelho, filho de Mário Coelho e Amélia de Lima Coelho, nasceu no dia 15 de fevereiro de 1946,

na cidade de Joaçaba (SC). Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, turma 1970. Exerceu a advocacia na capital. Foi aprovado em concurso público para juiz adjunto, sendo nomeado em 25 de agosto de 1977 para a comarca de Maringá. Após novo concurso, em 9 de agosto de 1978 foi nomeado juiz de direito da comarca de Tibagi, judicando, ainda, nas comarcas de Cascavel e Curitiba. Em 8 de agosto de 1997 foi nomeado juiz do Tribunal de Alçada e, no dia 31 de dezembro de 2004, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná, onde foi eleito corregedor adjunto para o biênio 2009/10 e corregedor geral a partir de 7 julho de 2010. Vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral para o ano de 2012 e presidente em 2013.• Foto: Maurício Grabowski

No prédio central da Prefeitura, o vandalismo resultou, entre outros prejuízos, em 126 vidros quebrados, 260 metros de esquadrias metálicas danificadas, duas portas automatizadas e seis aparelhos de ar condicionado destruídos. Apenas em vidros, o prejuízo é estimado inicialmente em mais de R$ 100 mil. Os vândalos também danifi-

caram todos os corrimãos da rampa de acesso à Prefeitura, a cancela e a cabine da Guarda Municipal na entrada do estacionamento e todos os refletores no jardim em frente ao prédio. Além disso, o prédio foi pichado. Os vândalos também atacaram outros prédios, entre os quais o Fórum Cível, a Vara de Família, Tribunal do Júri e estabelecimentos de pequenos comerciantes.

Vândalos depredam o ponto de taxi


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Na Torcida

Com Rodrigo Pucci

Hora de começar o ano de verdade

Rodrigo Pucci

Com o término dos estaduais e da Copa das Confederações (leia mais abaixo), podemos dizer que o ano do futebol, finalmente, vai ter início no Brasil. Ano que na verdade é reduzido a apenas seis meses, que é a real duração do campeonato brasileiro. Muitos podem não concordar com o meu comentário, mas a realidade é que os times considerados grandes, os clubes que tem calendário durante o ano, não estão mais ligando para os estaduais. Eles acabam fazendo destas com-

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petições verdadeiros laboratórios, onde testam jogadores, ficam de olho em possíveis revelações de times menores e, algumas vezes, até estendem as férias dos seus elencos principais e jogam os estaduais, ou pelo menos metade, com times de atletas de base e reservas. Até os torcedores, que outrora achavam que ganhar os estaduais era obrigação, estão mais pacientes com os clubes. Também vão ter aqueles que virão argumentar que algumas equipes já estavam envolvidas com a Libertadores e, por isso, já estavam focadas desde o início do ano. Realmente, esses clubes já estavam com todo o gás. Mas são, geralmente, cinco ou seis clubes, em um universo com cerca de 40 times (que tem torcida e calendário). Isso dá cerca de 10 ou 15% da representação. É pouco. Este ano ainda tivemos a alteração no método de disputa da Copa do Brasil, que agora, vai durar o ano inteiro. Para ajudar ainda mais na minha tese de que só temos futebol em seis meses do ano, vale lembrar que, as partidas da Copa do Brasil no primeiro semestre foram aquelas iniciais, contra clubes de menor expressão, que, geralmente, são eliminados sem muita dificuldade pelos “grandes”. Acredito que dá para manter campeonatos regionais (nos moldes propostos algumas colunas atrás), com menos datas, para não atrapalhar os outros campeonatos. Outra medida importante seria a adequação do calendário brasileiro ao europeu, pois assim, nossos times poderiam montar uma base e seguir com

ela durante todo o campeonato e não ter que montar a equipe novamente às pressas para o segundo semestre.

Copa das Confederações

Mais uma taça conquistada e a certeza de que tudo está voltando ao normal. Poderia ser assim, mas a verdade, na minha concepção, é que não é este o enredo. Taça conquistada sim, 5 vitórias em 5 jogos não deixam margem para qualquer dúvida. Mas a verdade é que o Brasil ainda tem que evoluir mais se quiser ser favorito ao título no ano que vem. Acredito que o Felipão vem imprimindo um esquema tático, coisa que não se via com o Mano Menezes. Também fez uma nova reedição da família Scolari, trazendo os jogadores para perto dele e unindo-os como um grupo de verdade. Continuando neste ritmo e com um pouco mais de treino, acredito que dá para sermos considerados favoritos. Mas também não tenho medo nenhum de dizer que a Espanha veio a passeio para o Brasil. Não foi nem sombra do futebol espanhol que estamos acostumados a ver desde a Eurocopa de 2008. Os jogadores estão envelhecendo, é verdade, a reposição de peças também não é tão grande, mas as notícias de festas, baladas e mulheres na concentração espanhola mostram que eles não levaram a competição muito a sério. O resultado disso é que o Brasil colocou a Espanha na roda, mostrou como se joga futebol e colocou um sonoro 3x0 na conta dos espanhóis. A imprensa espanhola já fala em uma possível revanche ano que vem. Se a Seleção Espanhola vier focada em jogar e não em bagunçar, quem sabe...

Chuva predominou na 3º Etapa da Copa TCC de Enduro FIM Redação

Muita chuva e lama marcaram a terceira etapa da Copa TCC de Enduro FIM, realizadano último dia 30, na cidade de Porto Amazonas (PR). O piloto da Escuderia X Motos, Guto Simião participou da prova, chegando em 7º lugar ao final de três voltas de 34 quilômetros cada: Guto Simião cheio de lama, mas feliz pelo 2º lugar geral da Copa TCC trilha com terreno Ranking”, disse o piloto difícil por causa do tempo momentos após a competição. ruim. Guto se mantém em 2º lugar “O terreno estava muito no Ranking Geral Copa TCC. pesado. Muita chuva e muito “Agora é treinar e se liso. Mas a moto XM250 mais preparar para a próxima etapa, uma vez se comportou muito prevista para o dia 21 de bem. Fiquei a apenas 2 minu- julho”, concluiu Guto. O local tos do pódium, mas garanti ainda não está definido pela mais alguns pontos para o organização do evento.


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Divirta-se IV Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais Estão abertas as inscrições para a 4º edição da Mostra Animal - Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais, que acontece nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, na Cinemateca, em Curitiba. Interessados em inscrever seus filmes – sejam produções independentes ou profissionais, curtas ou longas-metragens – devem entrar no site www.mostraanimal.com.br no link “Inscrições”. A inscrição vai até o dia 15 de agosto e é gratuita. A Mostra tem como foco abordar a relação entre humanos e animais. “O evento é uma oportunidade de, além de prestigiar o cinema, promover um debate e a reflexão sobre a defesa e respeito aos animais em suas mais amplas formas”, ressalta o organizador da Mostra, Ricardo Laurino, coordenador da Sociedade Vegetariana Brasileira, Grupo Curitiba. A Mostra Animal teve sua primeira edição em 2009 e hoje já faz parte do calendário alternativo da cidade. Em 2012 foram exibidas 19 produções nacionais e internacionais. O evento é organizado pela SVB – Sociedade Vegetariana Brasileira em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura da Cidade e apoio de empresas importantes como ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais, CNA - Curitiba/ Boa Vista, ViSta-se e Semente de Girassol – Produtos Veganos. Serviço: Inscrições de filmes para a IV Mostra Animal – Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais. Data: até 15 de agosto Mais informações: www.mostraanimal.com.br Inscrição gratuita

Curso de Teatro e Tv: A novidade que veio para ficar em Curitiba Redação

Curitiba, uma cidade muito bem conceituada nacionalmente como berço de grandes atores, que já projetou nacionalmente artistas como Letícia Sabatela, Ary Fontoura,Guta Stresser, entre outros, a partir de agosto deste ano terá uma grande novidade para engrandecer ainda mais a formação de profissionais da área artística local. É o Curso de Teatro e TV, promovido pelo Teatro Barracão EnCena.

A iniciativa de colocar a interpretação para TV simultaneamente à interpretação para teatro surgiu com a necessidade de atores que dominem as duas linguagens para terem sucesso não só em espetáculos teatrais como também em comerciais, filmes e produções para TV, locais e nacionais. A produção de vídeos para publicidade, filmes, séries e novelas está em pleno crescimento, necessitando cada vez mais de profissionais, tanto na área técnica como na área artística. O Teatro Barracão EnCena, com pouco mais de seis anos de existência, já des-

ponta como um dos melhores cursos de formação de atores do Paraná. Em seu quadro de professores constam somente profissionais com formação superior na área de Artes Cênicas, a maioria deles com pós-graduação ou mestrado, todos atuantes no mercado de trabalho. A supervisão do trabalho voltado para vídeo é de Marcelo Munhoz, um dos melhores profissionais da área no momento. Em constante crescimento, o curso de interpretação dispõe além do palco do teatro, um Studio para as aulas de TV com equipamentos modernos e profissionais

especializados. As aulas são cem por cento práticas. Também serão ofertadas oficinas complementares em outras áreas de criação artística para ampliar o conhecimento dos alunos. Para fevereiro de 2014 estão previstos mais dois studios novos para proporcionar ainda mais conforto para os alunos do Teatro Barracão EnCena. As matrículas estão abertas e as vagas são limitadas. O Teatro Barracão EnCena fica na Rua Treze de Maio, 160, próximo ao Tatro Guaíra. Informações pelo telefone (41) 3223-5517 ou pelo teatrobarracaoencena.com.br


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Paisagismo

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Os jardins suspensos costumam trazer mais vivacidade

para as casas e mais proximidade com a natureza.

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Pequenas doses de

Verde

Promessas de tranquilidade, ar puro e contato com a natureza. Esse é o apelo de muitas construtoras par atender à demanda urbana: pouco espaço e pouco tempo!

Adriana Martins

Nos dias de hoje a arte do con-

vívio e cultivo de plantas vai se perdendo aos poucos, a ponto de grande parte das pessoas “temer” possuir plantas, por falta de conhecimento e pouca intimidade com a natureza. E com isso, ficamos cada vez mais distantes do verde. Mas não precisa ser assim. O tato e a capacidade de observação, inerentes ao

ser humano, podem hoje se aliar à novas ferramentas e tecnologias que nos proporcionam plantas cada vez mais resistentes fáceis de cuidar. Uma espécie que vem adquirindo cada vez mais visibilidade é a das suculentas: espalhadas pelo mundo, nas mais diversas variedades, formatos, tamanhos e cores, essas plantinhas já nasceram resistentes, pois seu habitat comum são áreas de chuva escassa e terreno pobre em nutrientes. Pouco exigente, são ideais para se cultivar um jardim e, depois de um dia de excesso de estímulos do trânsito barulhento, das luzes artificiais e das pressões do coti-

diano, descansar os olhos no verde harmônico que a Natureza proporciona. Indo ainda mais longe em sua generosidade, suculentas permitem-se crescer dentro de casa. Com muito ou pouco espaço, você também pode se encantar com lindos jardins perenes. Uma boa opção são os terrários. Elaborados com bom-gosto e estudados para a melhor combinação possível entre as variedades, são peças de decoração vivas! Existem, inclusive, terrários com minipaisagens, onde o observador poderá se transportar para um mundo verde de calma e paz constante, ao alcance de suas mãos.•

Se os jardins do passado eram parte de nosso cotidiano, hoje se tornaram oásis. Tenhamos as plantas novamente próximas a nós, para que, em um futuro não muito distante, não se tornem elas apenas miragens.

Apaixone-se pelo microuniverso dos jardins e terrários

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Férias é sinônimo de Empréstimo Consignado do Paraná Banco Com as férias de julho, a Paraná Crédito Centro Cívico preparou excelentes vantagens para o público que deseja contratar o empréstimo consignado do Paraná Banco. A loja, parceira exclusiva da marca, oferece ao servidor público, aposentado ou pensionista do INSS as melhores taxas e parcelas fixas, descontadas diretamente do benefício, para maior comodidade deste público. Thiago Lemos, responsável pela loja, explica que nesta época do ano é comum os clientes da loja precisarem de capital, não só para as férias, mas para cumprir os compromissos financeiros que geralmente aparecem de surpresa. “Meio de ano é o perí-

odo que precisamos tomar um fôlego financeiramente. Para isso, o empréstimo consignado é a opção ideal para que o cliente se organize e coloque suas economias em dia com mais tranquilidade”. Os clientes do empréstimo consignado do Paraná Banco ainda podem participar da promoção Consignado Que Vale Ouro do Paraná Banco e concorrer a R$5 mil em barras de ouro. Basta ir até a loja e preencher o cadastro. Serviço: Paraná Crédito Centro Cívico - localizada na Rua Marechal Hermes, 678, conta com instalações e atendimento diferenciado, além do foco na orientação e educação financeira. Para receber informações sobre as ações e promoções da loja, faça uma visita em horário comercial ou ligue 3352-4646.


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