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alpha indica de paragliding, explicou sobre as principais. O primeiro estilo é o acro, que consiste na execução de manobras e, quanto mais complexas elas forem, maior será a pontuação do competidor. Algumas delas são o SAT, em que se forma uma espécie de espiral entre o piloto e o velame (a “asa”). No tumbling, manobra mais radical, o velame voa para frente e o piloto para trás, como se fosse “pular corda”, e há também o voo cross, no qual o objetivo é percorrer a maior distância possível, e o duplo (como o próprio nome sugere, consiste no voo de uma pessoa acompanhada pelo instrutor). Além do velame, outros equipamentos essenciais para a prática de paragliding são os mosquetões, engates feitos em alumínio ou em aço ultra-resistente que conectam os tirantes (“cordas” do velame) à selete (a “cadeirinha” na qual o piloto se senta, e que possui proteções para a coluna cervical); o paraquedas de emergência, item essencial que pode salvar a vida do piloto; além do capacete. Os equipamentos não obrigatórios são o macacão, a luva, a bota, o variômetro (aparelho para detectar as condições climáticas e de pouso) e o GPS. “Para cada peso [do praticante] e experiência em voo, há um equipamento apropriado”, ressaltou Rossetto. A idade mínima para a prática de paragliding é a partir dos 16 anos; quanto ao treinamento, é recomendável procurar por um bom instrutor e/ou curso, para que ele analise as condições de voo (em âmbito teórico). No entanto, não há restrições médicas para praticá-lo. “Inclusive, temos alguns pilotos cadeirantes”, completou Fábio Rossetto. Os locais indicados para voo são praias (voo de lift) e montanhas (voo de termal); os principais pontos estão em Atibaia (Pedra Grande), Santo Antônio do Pinhal (Pico Agudo), Socorro (Pico da Cascavel), Caraguatatuba (Morro de Santo Antônio), São Vicente (Morro do Itararé), Guarujá (Praia da Enseada) e Extrema, em Minas Gerais (Morro dos Cabritos).

número possível de tacadas, em um campo extenso, que pode ter lagos, rios e bancos de areia, para complicar o objetivo do jogador... E ele tem de fazê-lo em dezoito buracos, no total. Marcos Rodrigues Pedro, professor do Paradise Golf Club, explicou que o iniciante deve fazer aulas e, após esse período, ele estará apto para ser levado ao campo de golfe (também vale ressaltar que há campos abertos ao público, que é o caso do próprio Paradise, diferente da maioria dos campos de golfe que possui acesso restrito a sócios). A faixa etária mínima para a prática de golfe é entre os 7 e 8 anos, quando a criança tem condições físicas minimamente aceitáveis para conseguir segurar o taco específico para sua prática. O traje recomendado para o esporte consiste em camiseta pólo, calça de sarja e sapato específico (com cravos para fixação na grama). Todavia, iniciantes podem utilizar tênis ou sapatos confortável.

SERVIÇO Ricardo Maia (instrutor de mergulho) Tel.: (11) 2461-3767 Vai Voar (paragliding) www.vaivoar.com.br Trailway Eventos Off Road (rali) R. Dep. Emílio Carlos, 590, Vila Iara, Osasco / SP Tel.: (11) 3685-9173 www.trailway.com.br Paradise Golf Club (golfe) Rod. Engº Cândido do Rêgo Chaves, 4.500 (SP 39, km 50), Jundiapeba, Mogi das Cruzes / SP Tel.: (11) 4795-4100 www.paradiseresort.com.br

Golfe Qual a visão que você tem sobre o golfe? Esporte voltado para aristocratas? Não é bem assim, fique sabendo. Na verdade, esse esporte vem se popularizando no Brasil e vem perdendo a aura de “inacessível”. Um dos melhores jogadores do mundo é o estadunidense Tiger Woods e, entre os brasileiros, um dos golfistas por hobby é Rubens Barrichello, piloto da equipe Williams na Fórmula 1. O golfe tem inúmeros termos específicos, mas vamos ao conceito básico desse esporte que surgiu na Escócia. O objetivo é jogar a bola no buraco com o menor

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