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Portf贸lio Matheus Rocha


Sumário Currículo

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Diagramação

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Ilustração

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Outros trabalhos

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Currículo Matheus Rocha de Souza Ramos Endereço Contato

Formação

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- Rua Moacir Avidos, nº 112, Ap. 203, Praia do Canto, Vitória/ES - matheusrsr@yahoo.com.br - (27) 9909 1986 / (27) 3315 1316 - Graduando o 6º período de Desenho Industrial, UFES; - Graduado em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), FAESA. Concluído em 2008;

Cursos

- Curso de Design Gráfico (Corel Drawn, Adobe Photoshop, Adobe Illustrator e Adobe Page Maker) realizado na FAESA. - Curso de Web Design (Adobe Dreamweaver, Adobe Illustrator, Adobe Fireworks, Adobe Flash, HTML e CSS) realizado na Datapoint. - Cursando o curso de Inglês do Centro de Línguas da UFES.

Experiência

- 2012 - Bolsista da Secretaria de Cultura da UFES, realizando trabalhos de design gráfico, durante 2 meses e 3 semanas; - 2012 - Participação no projeto de extenção Design em Quadrinhos, na função de roteirista e colorista, durante 4 meses; - 2012 - Participação voluntária no projeto de extenção Museu da Anatomia UFES, na função de design gráfico, durante 3 semanas; - 2012 - Estágio na Mural Propaganda, na função de assistente de diretor de arte, durante 2 meses; - 2007 - Estágio na área da comunicação do setor de Serviço Social do TJES (Tribunal de Justiça do Espírito Santo), na função de designer gráfico, durante 01 ano; - 2006 - Estágio na FAESA, na função de diagramador do jornal universitário, durante 10 semanas; - 2004 - Atuação como monitor da disciplina Comunicação Visual, do curso de Publicidade e Propaganda da FAESA, durante 06 meses;


Diagramação

Projeto de Livro Este trabalho consistiu na diagramação do Livro “A questão social e as políticas sociais no contexto latino-americano”. O livro possui 267 páginas no frormato de 14,5 cm x 21,5 cm. Seu grid trabalha com margens superior, inferior e externa de 1,5cm e margem interna de 3 cm. Em seu texto, optou-se pelo uso da tipografia Optima c.10/15. Nos títulos de seus capítulos, foi utilizada a tipografia Optima c.14/17 e, nas notas de rodapé, a Optima c.8/11.

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Diagramação

Projeto de Catálogo Este trabalho consistiu na diagramação do catálogo da Exposição de Arte Outubro, a qual foi instalada na Galeria de Arte do Espaço Universitário da UFES em Outubro de 2012. A exposição Outubro tinha como tema a construção de paisagens. Nela, não havia nenhuma nenhuma pintura, retrato ou desenho, apenas um salão branco onde as pessoas podiam fazer sons que eram capitados e, posteriormente, mixados para criar som ambiente para exposição. A idéia é que, a partir deste som, as pessoas pudessem materializar em suas mentes ambientes próprios.

Foi decidido que este material não conteria imagens ou cores além do branco (cor do papel) e o preto. Isso porque os autores da exposição entenderam que estes elementos poderiam direcionar o imaginário das pessoas durante a visita, tirando a liberdade criativa que se queria sugerir. Por isso, optou-se, para a confecção deste trabalho, explorar a tipografia como elemento visual preponderante. Com exceção do nome da exposição, para a qual foi usada a tipografia Stencil Std, a tipografia Franklin Gothic Book c.9/11 foi utilizada em todo resto do texto, inclusive, nas notas de rodapé, na qual, porém, foi aplicada em corpo 7pt e entrelinha corresponte a 9pt. O catálogo possui 32 páginas no formato de 20cm x 20cm. Seu grid trabalha com margem externa, superior e inferior de 1,5 cm e

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margem interna de 2,5 cm. Nele, há o uso de duas colunas de largura equivalente a 13 e 7 cm. A maior está alinhada à extrema esquerda da mancha gráfica, enquanto a menor à extrema direita da mesma. A coluna menor é utilizada para dispor apenas as citações do texto, as quais são escritas em Preto 70%, enquanto o resto do texto é abrigado pela coluna maior, utilizando Preto 100%. Criando-se, assim, contraste entre os dois conteúdos. Optou-se pela criação de uma capa com um formato de horizontalidade maior, de modo que pudesse ser dobrada 3 vezes, mantendo o tamanho original do catálogo. O nome da exposição é disposto de modo que apresenta-se fragmentado pelas 3 áreas da capa, criadas pelas dobras. A horizontalidade da capa, as dobras e a fragmentação da tipografia foram pensadas para remeter ao processo de imaginação do ambiente. Uma vez que vai ser desdobrando o imaginário, vai-se unindo fragmentos e percebendo o ambiente, no caso em questão, a capa.

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Diagramação

Revista Womanizer A diagramação da revista Womanizer foi um trabalho desenvolvido no curso da disciplina de Computação Gráfica I, orientado pelo Prof. Ricardo Esteves. O formato escolhido para revista foi 20x27cm. O seu grid trabalha com margens de 1 cm, utilizando um sistema de 2 colunas de mesma largura (8,7 cm) por página. Os títulos das matérias fazem uso da tipografia Century Gothic Bold c.18/21. Por sua vez, o subtítulo utiliza a Century Gothic Regular c.16/19. E, no texto da revista foi adotada a tipografia Goudy Old Style Regular c.12/14. Trabalho realizado em grupo com e Alessandro M. Furtado, Giselle dos S. G. Netto, Hudson J. G. Coelho, Osmário V. Cavalcantti Jr.

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Ilustração

Capa de Revista em Quadrinho Esta é uma ilustração desenvolvida para a capa de uma História em Quadrinho sobre a História do Design, intitulada como: “Em tempos de Design”. Este trabalho foi desenvolvido como requisito de aprovação na disciplina de Design em Quadrinhos, ministrada pela Profª Priscilla Garone.

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Ilustração

Ilustrações para Cartilha Unimed Este trabalho, desenvolvida em parceria com Alexssandro Mello Furtado, consistiu no desenvolvimento de 18 ilustrações para uma cartilha da Unimed Sul-Capixaba, sobre o metodo de auto aplicação de insulina, destinada a pascientes portadores de diabetes. Cada desenho representa uma etapa deste processo.

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Outros Trabalhos

Folder sobre História do Mangá Este trabalho foi realizado no curso da disciplina Histórias da tecnologia e do Desenho Industrial. A idéia do exercício consistia na elaboração de um folder que comunicasse a História dos Quadrinhos Japoneses (Mangá). O folder foi elaborado no formato de 37,5cm x 21cm, sendo composto por 3 dobras. O texto utiliza tipografia CC Astro City Int c.7/9. Esta tipografia foi escolhida porque é semelhante aquelas utilizadas em letreiramento de balões de histórias em quadrinhos. A paleta de cores predominante é o vermelho, branco e preto. As duas primeiras foram escolhidas por remeter à cor da bandeira do Japão e, o preto, para exercer função de cor auxiliar. Ressalte-se, ainda, que a cor vermelha é utilizada, em determinadas partes do texto, com finalidade de conferir hierarquia e constraste às mesmas, como nos anos da linha do tempo e nos ítens que caracterízam um quadrinho japonês.

REFERÊNCIAS BARRAL, Étienne. Otaku : Filhos do Vitual. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2000. GRAVETT, Paul. Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos Japoneses. São Paulo: Editora Conrad do Brasil, 2006.

CARACTERÍSTICAS DO MANGÁ

Linguagem do mangá

SENTIDO DE LEITURA

Narrativa cinematográfica

Um das principais característica dos mangás é o seu sentido de leitura inverso ao da leitura ocidental. Os mangás são lidos da direita para a esquerda, como mostra o esquema abaixo.

O mangá possui uma narrativa seqüencial cujo o ritmo que flui de maneira suave, semelhante a dos story boards.

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NAGADO, Alexandre. O mangá no contexto da cultura pop japonesa e universal. ____ In: LUYTEN, Sónia M. Bibe (Org.). Cultura pop japonesa . São Paulo: Hedra, 2005.

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revistas periódicas

Para diferencia uma história da outra, é usado tinta de impressão ou páginas com cores diferentes.

GARONE, Priscilla M.C. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Desenho Industrial.

1877: Criação da Marumaru Shimbum, primeira revista japonesa ilustrada de humor.

1878: Foi publicado o ultimo dos 15 volumes da publicação Hokusai Mangá.

1882: Chegada do jornalista e chargista francês George Bigot. 1857: Chegada do, jornalista chargista, inglês Charles Wirgman. 1887: Bigot lança a revista, de sátiras políticas, tobaé.

1947: Osamu Tezuka e Sakai shichima publicam a obra “shin takarajima”.

características das revistas de mangá

revistas descartáveis.

O Olho de Horus - Uma Iluminação ao Mangá. 2006.

Início do processo de abertura do japão.

1861: Wirgman lança a revista, de sátiras políticas, japan punsh.

VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo; COELHO, Luiz Antonio L. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO Departamento de Artes e Design.

LUYTEN, Sônia M. Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo, Hedra, 2000.

1853: Chegada do almirante Perry ao japão.

Após as guerras, Mesmo devastado, no Japão surgiram produções de mangás independentes (undergrounds) que foram base para o surgimento de novos estilos e figuras históricas como Osamu tezuka, que lideraram a reestruturação do mercado de quadrinhos japonês.

os primeiros quadrinhos japoneses (mangás) surgiram na primeira década do séc. XX e eram destinados ao público adulto.

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e Design)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em: <http:// www2.dbd.puc-rio.br/pergamum/biblioteca/php/ mostrateses.php?open=1&arqtese=0410903_06_Indice. html>. Acesso em: 28 mai. 2011.

Monografia.

pouco tempo depois passou-se a produzir mangás também para o público infantil. Aquele que se tornava um mercado crescente teve sua prosperidade abalada pela guerra Sino-japonesa e pela II guerra mundial que trouxeram a censura e restrições, condicionando a produção a propagandas bélicas.

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NAGADO, Alexandre. Almanaque da Cultura Pop Japonesa. São Paulo: Via Lettera, 2007.

Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas . 2006. Dissertação (Mestrado em Artes

Charles wirgman e George bigot (cartunistas/jornalistas) ao desembarcarem na terra do sol nascente, se tornaram referências, trazendo a idéia de charges políticas e as técnicas de profundidade, sombra e porpoção para os desenhos japoneses. Assim, ambos foram preponderantes para o desenvolvimento dos primeiros quadrinhos no séc. XX.

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MOLINÉ, Alfons. O grande livro dos mangas. São Paulo: JBC, 2004

SATO, Cristiane A. Japop : O poder da cultura pop japonesa. São Paulo: NSP-Hakkosha, 2007.

Até o fim do séc. XIX os japoneses não tiveram uma produção de quadrinhos definida. Além de suas expressões artísticas antigas, o japão foi alvo de influência de produções do ocidente.

COmPILAÇÃO DE volumes de várias histórias diferentes em uma mesma revista.

formato: brochura com variados tamanhos de página - aproximadamente 18cm x 25cm -, semelhante a uma lista telefônica. Periodicidade: Mensal, bimestral e semanal.

1905: Kitagawa lança a revista Tokyo puck.

Uso de retícula A retícula é usada para dar profundidade e efeitos gráfico as histórias, uma vez que as revistas são impressas em monocromia.

MANGÁ

APLICAÇão de material fotográfico nos quadrinhos Supressão de contornos

HISTÓRIA DOS QUADRINHOS JAPONESES

1814: Katsushika hokusai publica o primeiro volume de Hokusai Mangá: primeira obra japonesa a trabalhAR o elemento de sucessão de desenhos.

Japão sofre ocupação americana.

1940: Criação da Associação de desenhistas de quadrinhos do sagrado japão.

Papel: uso de papel JORNAL, FOSCO, FRÁGIL, COM ALTA ABSORÇÃO DE TINTA E GERALMENTE RECICLADO. cores: MONOCROMIA, MENOS NA CAPA QUE É IMPRESSA EM POLICROMIA. Número de páginas: varia com a quantidade de histórias que cada revista publica (entre 150 e 600). características dos tanko-hon revistas colecionáveis. Compilação de vários volumes de uma mesma história. Formato: brochura semelhante a um livro de bolso. Periodicidade: variável.

1989: morte de osamu tezuka.

1945:Termino da segunda guerra mundal.

1902: Rakutan Kitagawa publica “tagosaku to mokubé no tokyo Kenbutsu”, a primeria história em quadrinho japonesa.

1994: Aberto o museu de mangá Osamu tezuka. A revista Shonen Jump atinge o recorde de 6,53 milhões exemplares vendidos.

1939: Início da segunda guerra mundial

Grande uso de onomatopéias 1933: o japão ingressa na Guerra Sino-Japonesa.

Linhas cinéticas

1978: lançada a revista june.

1952: Termino da ocupação americana no Japão.

sobreposição de quadros

Papel: papel de jornal de melhor qualidade.

1956: Yoshiro tatsumi, entre outros, cria a revistas “Kage” para o mercado de locadores de livros.

Número de páginas: aproximadamente 180 páginas.

1959: lançadas as revistas shonen sunday e shonen Magazine. as primerias revistas semanais para garotos.

cores: faz uso de monocromia, somente em poucos caso são inseridas algumas páginas especiais em

Shin takarajima (1947)

Tetsuwan Atomu (1952)

Doraemon (1969)

Hadashi no Gen (1973)

AKIRA (1982)

Kyaputen Tsubasa (1982)

Dragon Ball (1986)

Saint Seiya (1986)

1975: é realizado o primeiro comiket.

1968: Surgiu a revista semananal shonen jump, destinada ao público masculino jovem.

Slan Dunk (1990)

rorouni Kenshin (1994)

1995: As vendas de livros e revistas de mangás atingem pico de 2,3 milhões de exemplares vendidos. 2000: A universidade de kyoto cria o primeiro departamento de quadrinhos.

Card Captor sakura (1996)

Shin Seiki Evangelion (1997 )

Ana carolina de souza ferreira Matheus rocha de souza ramos

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Outros Trabalhos

Projeto Golden Ticket Este trabalho consistiu na elaboração de um convite de uma festa de aniversário de 15 anos, cuja temática era a “Fantastica Fábrica de Chocolates”. Optei por utilizar o visual e um grid semelhantes ao do Golden Ticket (Convite Dourado), apresentado no filme A Fantastica Fábrica de Chocolate, lançado em 2005, criando-se, assim, uma adaptação. O Convite foi entregue aos convidados dentro de uma caixa, acompanhado de uma barra de chocolate. A caixa foi pensada para remeter ao visual das embalagens dos chocolates Wonka, elemento essencial da história em questão.

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Outros Trabalhos

Infográfico - Habitat Living Lab Trabalho realizado como requisito de aprovação da disciplina de Projeto II, ministrada pela profª Priscilla Garone. O objetivo era projetar um infográfico no formato A3, que explicasse o processo de funcionamento do living Lab Habitat. Para construção deste layout, foi criada um composição em que utiliza-se módulos retangulares interligados. Cada módulo abriga o conteúdo de diferentes etapas do processo de funcionamento do Habitat Living Lab. Para descrever cada etapa, são utilizados textos e símbolos. A tipografia utilizada nos títulos de cada etapa é a Helveitca Regular 14/16 e, nos textos, é a Helvetica Light c.11/13.

Habitat Living Lab? O que é isso?

Propósito

Trata-se de uma estruturas de projetos em redes, que engloba projetos sociais, educacionais, de pesquisa e desenvolvimento e de extensão universitária.

Desenvolver com comunidades de baixa renda, tecnologias amigáveis ao meio ambiente para melhoria de condições das habitações urbanas e rurais.

Clientes

Atores

Entradas

Correspondem as pessoas beneficiadas moradoras de comunidades urbana e rarais de baixa renda, organizadas em movimentos populares.

Estes correspondem as ONGs, Setores público, acadêmicos, setores públicos, setores privados e as comunicades. São aqueles que formam o o grupo de participantes do Living Lab. e são de suma importancia para a realização dos projetos sociais presentes nesta rede.

Trata-se dos recursos humanos, de infra-estrutura, de conhecimento, do apoio do setor público e financiamentos provenientes dos seus fornecedores (os atores).

Saidas

Atores

Contatos

Correspondem aos resultados positivos onde comunidades de baixa renda utilizando e apropriando-se de tecnologias sustentáveis construidas coletivamente ou existentes gerando soluções para problemas identificados.

o Living Lab. são realizados vários tipos de projetos como sociais, educacionais, de pesquisa & desenvolvimento e de extensão universitária. Estes projetos são organizados por subsistemas relacionados com os processos construitivos, energia, siduo e abastecimento de água.

27 - 4009 2673 27 - 8807 2457

Organização

N O

L S

A concepção do LL Habitat está baseada em um modelo de organização sistêmica que parte do pressuposto que um sistema funcional deve ter um propósito definido. Para atingir seu propósito, um sistema deve ter “entradas”, “processos de transformações” e “saídas”.

habitatlivinglab@gmail.com www.ufes.br/habitat

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Outros Trabalhos

Embalagem - Brain Storm Este trabalho foi desenvolvido em conjunto com Mariana Machado, no curso da disciplina Projeto IV. Consistiu em um projeto de embalagem de cereal, orientado pelo Professor Gilberto Kunz. A idéia do nosso projeto foi desenvolver uma embalagem experimental, na qual pudessemos trabalhar com a temática de zumbis, mas que tivesse um visual amigável e que chamasse a atenção do público jovem.

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Portifólio - Matheus Rocha  

Portifólio de Design Gráfico - Matheus Rocha

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