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Sexualidade/Sociedade

Trabalho realizado por: Tiago Martins Nº 16 Pedro Sôto Nº 14


Índice *Introdução……………………………………………………………………….Pag.1 *O que a sexualidade?.................................................................................Pag.2 *Sexualidade na Escola………………………………………………………...Pag.3 *A Sexualidade na sociedade………………………………………………….Pag.4 * Sexualidade em debate ………………………………………………….…...Pag.5 *Conclusão……………………………………………….………………….......Pag.6 *Bibliografia………………………………………………………………………Pag.7


Introdução Nós escolhemos este tema porque, não sabíamos muito bem o que é a sexualidade. Mas não foi só por isso que escolhemos este tema, também porque hoje em dia os adolescentes não sabem o que é a sexualidade.


O QUE É A SEXUALIDADE? Podemos, de uma maneira um tanto simplificada, entender a sexualidade quando estamos falando e pensando sobre as nossas sensações, sentimentos e emoções envolvendo a energia sexual. Para falar de energia sexual podemos nos referir à libido, se quisermos ser um pouco técnicos ou psicólogos no assunto. Libido vem do latim e quer dizer “desejo violento ou luxúria” Mas no sentido psicanalítico – a psicanálise foi criada por Freud – temos a energia motriz dos instintos de vida, portanto da conduta activa e criadora do homem. Assim nos explica de forma bem acessível o dicionário Aurélio. Ou podemos falar de energias persistiriam enquanto força criadora presente em todos nós, espíritos em evolução passando por este plano. É claro que poderíamos apresentar outras definições, quer de tendências religiosas ou como explicação teórica e técnica sobre o assunto.


Sexualidade na Escola Verifica-se que há uma necessidade, cada vez mais premente, de dar aos alunos uma educação sexual criteriosa e objectiva. Para tal propõe-se a colaboração dos pais, professores e outros agentes da educação. Esta é uma conclusão do Seminário organizado pela Escola Secundária da Veiga As estatísticas falam por si. Portugal continua a ser, de entre os países da União Europeia, aquele que apresenta mais elevada percentagem de mães adolescentes. Se acrescentarmos a esse facto o elevado índice de abortos clandestinos, ficamos com um cenário pouco animador. Um outro tipo de problemas, que se apresenta nos nossos dias, é o que se relaciona com as doenças sexualmente transmissíveis e com os abusos sexuais. Em face disto, impõe-se uma educação para a sexualidade numa perspectiva lata, entendida nos seus aspectos biológicos, psicológicos, afectivos e sociais. Para garantir, num assunto desta envergadura, que a fonte de informação não se limite aos amigos, aos meios de comunicação social, à igreja e à indústria de pornografia, a escola e a família devem assumir, nesse campo, um papel fundamental e decisivo, pelo que deverão deixar de “jogar o ping-pong”, unindo esforços no sentido de contribuir para uma vivência mais informada, mais gratificante, mais autónoma e mais responsável da sexualidade.


Sexualidade em debate Porque «as matérias respeitantes à educação sexual, ao planeamento familiar e à saúde reprodutiva» são «direitos dos cidadãos», o Ministério da Educação já remeteu para os parceiros educativos o documento que irá regulamentar a lei de educação sexual nas escolas. Na mesma linha de acção, a Associação de Educadores do Distrito da Guarda juntamente com a Associação de Jogos Tradicionais, está a organizar um colóquio sobre educação sexual das crianças, que contará com a presença de Daniel Sampaio.


Sexualidade na sociedade Falarmos das expressões da sexualidade tem sempre uma função especial para cada indivíduo: construir a certeza de que pode ser feliz e dirigir a atenção para este caminho tão especial. Mas apenas falar não basta. Muito cuidado temos que tomar com as situações mistificadas, com os males entendidos causados por comunicação inadequada, com os conhecimentos restritos. E é neste caminho do sexual onde mais podemos encontrar mitos, falsidades, inverdades. Embora se fale muito de sexo no cotidiano, pouco se escreve e pouco se lê num país tão grande e com tanta gente. Tanta gente e “fazendo sexo”. Tanta gente sem certezas da sexualidade, e tanta gente crendo que fazem tudo o que é correcto sexualmente. Por ser uma expressão humana da vida privada, a sexualidade é pouco discutida a partir da perspectiva da realidade. Só pode ser calcada nas certezas da subjectividade... e eivada de mistificações e explicações parciais e mesmo erróneas. Muitos estudos sobre alguns aspectos da sexualidade tem aparecido no mundo ocidental. A busca de medicamentos tem sido intensa para mitigar as dificuldades e queixas sexuais. Os estudos têm sido mais e mais compartilhados no mundo académico, antes tão restritivo ao “sexo”. Eventos profissionais e congressos têm ocorrido com maior frequência e permitem maior argumentação e discussão do mundo da sexualidade. Assim é de se louvar iniciativas de profissionais da educação e da saúde que trazem escritos que permitem discutirmos as questões da sexualidade. O professor Silvério traz a discussão ao leigo. Sai da academia e busca dividir o conhecimento com o cidadão comum. Esta é uma postura corajosa, pois coloca seus pontos de vista para serem discutidos e são poucos os que se arriscam a fazê-lo. Convidamos o leitor a manter-se atento a cada capítulo e sempre ter em mente que a discussão é o ponto que permite o crescimento. Nem sempre os livros nos trazem exactamente o que buscamos, mas a busca é o ponto de partida para que possamos encontrar nossos objectivos de vida.


Conclus達o Nos aprendemos muito com este trabalho e gostamos de o realizar.


Bibliografia -Google -www.alentejodigital.com -www.wikipedia.org

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