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Sexta-feira, 1 6 de Maio de 201 4, Nº9

Disseleneto de Tungsténio Acabei o curso, e agora? Por David Carvalhão

Entrevista a André Reis

Entrevista aos autores do livro “Faz o curso na maior”

Actual Presidente da AAUAv

Workshop Blender3D Um passo para a modelação

Volvo quer inovar o mundo da condução automóvel

O Futuro do ET


Página 02 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Editoral Caros colegas, O NEEET como núcleo representante de todos os estudantes do MIEET apresenta aqui a sua 9ª edição do jornal Fiodeback. No inicio deste ano lectivo foi efectuada uma remodelação no plano curricular do curso, passado o 1 º semestre e fazendo um ponto de situação vemos que as remodelações relativas ao departamento foram bem aceites pelos alunos. Já a passagem das três unidades curriculares de Análise Matemática para Cálculo limitaram-se na perspectiva dos alunos, a ser mudanças de nome e não mudanças a nível de conteúdo leccionado. Já no mercado de trabalho as Soft-Skills são o em foco, importa reforçar que hoje em dia a participação em atividades extracurriculares se torna fundamental em qualquer currículo. Para o mundo da engenharia não chega ter uma boa média pois a facilidade de adaptação a diferentes realidades, trabalho de equipa e uma boa capacidade de comunicação são fundamentais. Como ouvi dizer há uns dias, contracta-se pelas capacidades e despede-se pelas ações. A nível do NEEET, e da sua nova coordenação, este inicio de mandato têm sido de muito trabalho mas também muito gratificante. As atividades promovidas até agora têm tido uma boa afluência por parte dos alunos. Na Apresentação das Bolsas Genius para 201 4 por parte da InovaRia estiveram presentes cerca de 30 alunos, maioritariamente alunos de 4º e 5º ano. Já na conferência o Futuro do ET estiveram presentes alunos de todos os anos para ouvir os 5 convidados. De notar que o anfiteatro IV esteve completamente cheio. Ainda a nível de atividades mais um aspecto positivo foi o Arraial do DETI organizado pelos três núcleos de curso do departamento. A representação do curso no panorama desportivo encontra-se com bons resultados na Taça UA. Aqui só um aspecto negativo a apresentar, apesar de sermos um dos maiores cursos da académica isso continua a não se refletir na assistência nos jogos das diversas modalidades. Para além de tudo isto quero referir que o NEEET se encontra disponível para ouvir qualquer sugestão, e que a colaboração com o mesmo está ao alcance de qualquer aluno do curso. Saudações Académicas, Felisberto Pereira

Ficha Técnica

Jornal Ofcial do Núcleo de Estudantes de Engenharia Eletrónica e Telecomunicações de Associação Académica da Universidade de Aveiro

Propriedade

Núcleo de Estudantes de Engenharia Eletrónica e Telecomunicações da Associação Académica da Universidade de Aveiro (NEEET-AAUAv)

Morada

Universidade de Aveiro - DETI Sala 1 20, Campus Universitário de Santiago 381 01 93, Aveiro

E-mail : neeet@aauav.pt Web-Site: www.neeet.pt

Equipa Editorial Marta Pereira Manuel João Beatriz Melo José Nunes João Carlos Diogo Matos

Tiragem

1 50 exemplares 1 . O NEEET-AAUAv não é responsável pelas ideias expressas em ar! gos assinados, sendo que os que não se encontram assinados são da autoria da equipa editorial.

Colaboração

Coordenação do NEEET-AAUAv

2. A colaboração do Jornal Fiodeback está aberta a toda a Comunidade Académica.

Design e Paginação

Distribuição gratuita!

Marta Pereira

Revisão

Felisberto Pereira


Página 03 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Workshop Blender3D : Um passo para modelação Blender é um software multioperacional desenvolvimento para modelação 3D. Também permitindo outro leque de funcionalidades como desenvolvimento de animação, apresentações, e até programas interactivos como jogos. Os trabalhos mais conhecidos realizados em Blender são, entre outros, o

"Big Buck Bunny" e "Sintel".

1 : Barra de gestão de cenas

Esta barra de ferramentas permite a visualização, procura e selecção das diversas propriedades de cada cena. Permite ainda que possa ser seleccionada como oculta para permitir que cada parâmetro possa ser observado singularmente ou que o objecto possa ser visualizado sem a influência dessa propriedade.

2 : Barra de renderização

Esta barra permite a selecção da definição em pixeis de cada quadro da animação, permitindo a escolha mais ampla na conversão de vectorial para mapa de bits. Como seria de esperar, esta barra permite ainda a configuração de todos os aspectos da renderização, desde a razão entre a largura e a altura, o número de quadros por segundo, conhecido por fps (frames per second), da animação, assim como o intervalo de quadros que se pretende ver renderizado.


Página 04 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

3 : Barra de animação Esta barra permite a deslocação temporal entre quadros da animação, assim como a pausa, passagem lenta, normal ou rápida entre quadros, sincronização de animação, selecção de intervalos dos quadros, atribuição de marcadores, selecção de quadros, entre outras funções avançadas. Esta barra, assim como algumas das outras, são adaptáveis através de um pequeno icon de selecção no canto esquerdo que permite a alteração do modo de edição da barra, de temporal para quadro a quadro, neste caso particular.

4 : Barra de ediçao do objecto Esta barra permite a selecção do modo de edição do objecto, ou apenas de visualização. É nesta barra que é possível seleccionar o objecto, os seus vértices, adicionar novos objectos, novos sólidos e alterar o seu aspecto, através de pintura, escultura, modo de edição, modo de visualização, assim como diversos modos de selecção. Esta barra contém quase todos os comandos essenciais para se iniciar na modulação 3D.

5 : Barra de histórico Esta barra contém os comandos de desfazer, fazer novamente, repetir algo feito anteriormente ou voltar a um tempo anterior.

6 : Barra de edição A barra de edição contém um conjunto de botões para duplicação, eliminação e união de dois objectos separados, assim como transições entre os dois, achatando ou suavizando as uniões.

7 : Barra de transformação A barra de transformação permite a translacção, rotação, alteração de escala e simetria em espelho.

8 : Barra de ferramentas do programa A barra de ferramentas do programa permite a selecção de um novo projecto, abertura de um previamente feito, renderização e todas as funcionalidades que vão estando distribuidas pelas outras barras e é o ponto ideal para se encontrar todas as muitas funcionalidades deste programa de modulação.


Página 05 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Acabei o curso, e agora?

Existem poucos momentos tão marcantes na vida de um estudante como concluir o curso. Se por um lado existe a satisfação de finalmente se ter concluído a dura viagem que é acabar um curso, especialmente quando se trata de um tão complexo como os que são leccionados no DETI, existe também a melancolia do final de mais uma fase da nossa vida e o receio do que a nova fase - enfrentar o mundo do trabalho possa trazer. Este receio tem a sua razão de ser, já que apesar de passarmos anos em formação para o desempenho técnico de uma função, a realidade é que pouca ou nenhuma informação é dada quanto ao processo de procurar, encontrar e manter um emprego. Sendo este um tema para um livro e não para um artigo, vou tentar apenas dar umas luzes que orientem o teu percurso nesta transição. A primeira ilusão que existe é a de que o mundo de trabalho é radicalmente diferente do mundo académico. Existe uma diferença fulcral. Se na academia o teu tempo é teu e o teu mau desempenho afecta primordialmente os teus resultados, num emprego o teu tempo foi comprado pela entidade que te empregou. O que quer dizer que se chegas atrasado, se estás cansado ou ressacado por causa da festa da noite anterior, se passas tempo a tratar da tua vida social durante o tempo de trabalho, estás a gastar tempo e dinheiro que não são teus. O que geralmente leva a um encurtamento radical da tua carreira na empresa onde fizeres isso. Mas, por outro lado, numa empresa, tal como numa academia, vais encontrar erros que repetidamente não são corrigidos, pessoas competentes e incompetentes, amizades e inimizades, e toda a restante dinâmica não é muito diferente. Compreendendo esta semelhança mas, acima de tudo, esta diferença de que o tempo passa a ser dinheiro, tens toda a informação necessária para abordar o mercado de trabalho. Como compôr o teu CV? Tempo é dinheiro. A empresa à qual apresentas a tua candidatura paga a uma pessoa de recursos humanos para recrutar. O que

significa que tempo perdido a ler o teu CV custa dinheiro. Por isso o teu CV deve ser curto, ter as tuas experiências profissionais e académicas em ordem cronológica inversa e ter toda a informação mais relevante para a posição a que estás a concorrer na primeira página, devidamente destacada para poder ser encontrada facilmente com uma leitura na diagonal. E sim, o CV formato europeu é péssimo (experiência académica antes da experiência profissional?!), usa-o só se for exigido. Lembra-te sempre que o objectivo de um CV é apenas conseguir uma entrevista. Para onde enviar? Tempo é dinheiro. Se o teu CV já estiver no sistema de recrutamento quando surge uma necessidade de contratar, a empresa poupa dinheiro na colocação de anúncios. Garante que o teu está lá primeiro. Como garantir que o CV é lido? Tempo é dinheiro. Uma vez mais, o técnico de RH poderá ter que ler centenas de CVs. Facilita-lhe a vida, faz com que a tua carta de apresentação, template ou até modo de entrega do CV seja diferenciador, faz com que ele tenha uma desculpa para te chamar para a entrevista sem ler mais CV. Já tive pessoas chamadas porque enviaram o CV impresso numa t-shirt, acompanhado de uma entrevista em vídeo, dentro de uma caixa de chocolates e outros métodos invulgares mas que, efectivamente, resultaram. Como te deves comportar numa entrevista? Tempo é dinheiro. Se não fores a pessoa certa para o trabalho, vais desperdiçar o teu tempo e o da empresa se ficares com a posição. Sê honesto, mas positivo. Tenta perceber o que é que a empresa pretende para posição para que estás a concorrer. Depois de perceberes, tenta mostrar o que tens para dar para aquele contexto em concreto. Não sabes de uma tecnologia? Assume que não sabes e acrescenta de seguida que estás disposto a aprender qualquer coisa que seja necessária no teu tempo pessoal para desempenhar a função o melhor possível. E depois de teres o emprego? Tempo é dinheiro. Procura todos os dias tornar o teu tempo mais eficaz e eficiente para a entidade para onde trabalhas. Se adquires conhecimentos e ferramentas que te permitem fazer o que anteriormente demorava 1 0 horas em 1 hora, achas que vais ser demitido ou promovido? Se estiveres sempre focado em entregar mais valor do que aquele que te é pago mensalmente, serás sempre dos últimos na lista dos despedimentos e dos primeiros na das promoções. Mas existe ainda a outra alternativa: criares o teu próprio emprego Esta é um pouco mais bicuda. Actualmente as palavras da moda são "empreendedorismo" e "inovação" o que quer dizer que, como todas as modas, é passageira e não é para toda a gente.

Em Portugal ao contrário de outros países, como é o caso dos Estados Unidos da América, levar uma empresa à falência é algo bastante complicado não só burocrática como financeiramente, podendo deixar os sócios em maus lençóis durante algum tempo. Não estou com isto a dizer que não se deve criar uma empresa, senão não teria criado as minhas. Estou apenas a lançar o alerta que deve ser um processo ponderado. Antes de mais há que perceber se existe efectivamente mercado para o produto ou serviço que a empresa irá prestar. Existem dois cenários possíveis: ou já existem no mercado produtos concorrentes, e nesse caso terá que se analisar quais as vantagens competitivas do nosso produto em relação aos demais; ou não existem, e então teremos que experimentar o mercado com um piloto de custos muito reduzidos para ver qual a sua aceitação. Depois há que ler. Ler muito. Gerir é fácil, gerir bem difícil, gerir muito bem quase impossível. Lê livros de gestão de empreendedores que tenham criado startups , o modo de gerir uma grande empresa com orçamento de milhões é totalmente diferente da empresa que tem um orçamento de 45 € para publicidade. Essas diferenças pesam, e muito. Arranja um mentor que já tenha passado pelo processo. Há imensos problemas que podes evitar se alguém já tiver passado por eles e puder aconselhar-te. Plan to fail . O teu plano vai falhar. Muitas vezes. Repetidamente. Concebe o teu plano de modo a que seja tolerante a falhas de planeamento. Dica: dinheiro à justa nunca chega. Por último, prepara-te para sofrer . Ser empresário dá MUITAS dores de cabeça, noites mal dormidas e exige uma aprendizagem e adaptação constantes. Se não estás preparado para o fazer, não estás preparado para ser empresário. Muito mais haveria a dizer, mas dada a exiguidade do espaço, terei que ficar por aqui. Caso tenhas algumas questões que queiras ver respondidas, envia um email para David@carvalhao.com, que eu procurarei esclarecer. Para concluir, apenas quero deixar a nota de que os alunos dos cursos do DETI não têm tipicamente problemas em encontrar emprego desde que estejam dispostos a deslocar-se de Aveiro, por isso não deverás ter muita dificuldade em encontrar o teu espaço. Depois, caber-te-á a ti decidir como queres crescer dentro dele. Carvalhão


Página 06 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Entrevista a André Reis, presidente da AAUAv as condições se alterem e o Ensino Superior possa novamente retomar o caminho da qualidade e da formação de excelência. Mas também acredito que essas mudanças partem de todos nós, com uma participação ativa na vida das instituições e com boas prestações ao nível académico que dignifiquem o nome do sistema de ensino superior em Portugal.

Face ao panorama económico do país e a falta de financiamento Este é o 3º mandato do NEEET. O para alunos carenciados, como que achas do seu percurso até pondera a AAUAV reagir a estes problemas? agora?

Classifico o trabalho dos SASUA como fundamental para o desenvolvimento e crescimento desta Universidade quando falamos de responsabilidade e consciência social no Ensino Superior, um excelente exemplo disso é a Universidade de Aveiro. Por isso, nessa matéria a UA está, claramente, a prestar melhores condições de apoio que a maioria das instituições de ensino. No entanto, o papel da AAUAv nestas situações deve ser sempre o de garantir que tudo o que é possível está a ser feito e reencaminhar os casos de que tem conhecimento para os órgãos Foste tu que fundaste o NEEET. competentes, não esquecendo nunca a importância da apresentação de Como surgiu a ideia? A criação do NEEET surge da contributos válidos e construtivos para necessidade que senti em existir uma a melhoria do Sistema de Ação Social. estrutura com capacidade de representar os estudantes do curso de Foram aprovados os cursos de 2 Mestrado Integrado em Engenharia anos nos institutos superiores Eletrónica e Telecomunicações. Era politécnicos. A AAUAv está pronta impensável um curso com esta para lidar com esses novos dimensão manter-se sem qualquer cursos? Qual a vossa posição em ligação ao projeto que representa relação ao assunto? todos os estudantes da UA, a AAUAv. Nesta matéria a nossa posição é à do Conselho Foi assim que, em dezembro de 201 1 , semelhante decidi iniciar o processo de Coordenador dos Institutos Superiores implementação do Núcleo de Politécnicos. O modelo proposto e Estudantes de Engenharia Eletrónica e aprovado em Conselho de Ministros Telecomunicações da AAUAv, em relativamente a esta matéria revela um conjunto com alguns estudantes do total desconhecimento da realidade do curso, que se demonstraram como ensino superior politécnico, dos reais peças fundamentais para o sucesso da interesses do mercado de trabalho e da necessidade de qualificação das implementação deste projeto. pessoas. Somos favoráveis à criação O ensino superior em Portugal não de ciclos curtos de natureza contudo esta se apresenta nos seus melhores profissionalizante, dias. Qual a tua opinião sobre isso? proposta do Governo nada acrescenta É certo que o Ensino Superior vive um aos atuais CET, consistindo assim período difícil. A AAUAv, entre outras numa sobreposição inconsistente e associações de estudantes do resto do incompreensível. país, tem feito o seu papel para exigir aos devidos órgãos competentes que O que falta fazer no que toca à Tenho acompanhado de perto o percurso do NEEET-AAUAv e posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que é um núcleo com uma margem de progressão incrível, com dirigentes capacitados e com estudantes cada vez mais interessados. Ao longo destes três anos de existência, é notório o crescimento das atividades e o impacto das mesmas assim como a fantástica manutenção da atividade corrente que dá uma dinâmica e visibilidade ao Núcleo que só se alcança com muito trabalho.

educação na Universidade de Aveiro? O que tenciona a AAUAv fazer para melhorar esses aspectos? A pedagogia é um tema que não pode nem deve nunca conhecer um termo. A UA deve estar em constante evolução e à procura de novos caminhos para atingir os seus objetivos da formação e ensino de excelência. Num futuro próximo, acredito que faça sentido repensar os segundos ciclos e apostar na internacionalização da UA e dos seus alunos. A AAUAv, como sempre, irá fazer o seu papel, apresentando propostas concretas e soluções nos devidos espaços, de acordo com os interesses dos estudantes.

Os cartazes do Enterrro e Integra@te nos últimos anos deixaram muitos alunos desapontados. Qual a estratégia para os cativar de novo?

Este ano foi feita uma aposta num cartaz eclético e generalista. Um cartaz que contempla o maior número de estilos musicais possíveis de forma a alargar o leque de público satisfeito e aumentar assim a afluência ao recinto.

Atualmente como estão as relações entre a AAUAV e os órgãos responsáveis pela praxe?

A AAUAv e o Conselho do Salgado assinaram no passado dia 27 de março um memorando de entendimento onde perspectivam o início de uma renovação das duas entidades, partindo de uma base negocial sólida e que satisfaz as duas partes. Hoje podemos afirmar que o caminho a seguir é este, ambas as estruturas podem coexistir na Universidade de Aveiro, desde que tenham bem definidos os seus campos de atuação e nunca se prejudiquem mutuamente.


Página 07 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Volvo quer inovar o mundo da condução automóvel Estes ímanes serão instalados a cerca de 20 cm de profundidade, o que irá proporcionar um erro de medição reduzido. Estes objectos têm cerca de 40x1 5 mm de dimensão e são eficientes mesmo em condições climatéricas adversas (lama ou neve) e de acordo com relatos de alguns dos responsáveis estes iriam criar uma espécie de "carris invisivel" na estrada. Têm sido feitos vários testes numa pista criada propositadamente para esta investigação, em que estes sensores magnéticos foram testados a várias velocidades e onde obtiveram-se resultados bastante A marca sueca e o ministério dos transportes desse promissores, possibilitando à Volvo afirmar que esta mesmo país trabalham neste momento para o que tecnologia permitirá prevenir acidentes rodoviários. será uma inovação no que diz respeito à condução Espera-se que esta tecnologia venha a integrar no automóvel. futuro programa Sartre e às já existentes tecnologias como o cruise control. O projeto consiste na instalação de ímanes nas estradas para permitir uma melhor localização para carros de condução autónoma, que afirmado pelos responsáveis do projeto será uma tecnologia que irá trazer resultados mais precisos em relação ao sistema GPS ou camaras, no que toca à sua localização, visto que os ultimos referidos estao sujeitos aos fenomenos climatericos e a obstaculos fisicos.

Disseleneto de Tungsténio Recentemente, investigadores do Massachussets Institute of Technology (MIT), Universidade de Washington e Universidade de tecnologia de Vienna descobriram características optoelectrónicas inovadoras de um novo material, o disseleneto de tungsténio (WSe2). Os três grupos de investigação focaram-se nas aplicações optoelectrónicas do material dando , cada um , ênfase a áreas ligeiramente diferentes. Os investigadores da Universidade de Washington utilizaram o disseleneto de tungsténio como díodo emissor de luz (LED) ,criando assim o LED mais fino de sempre. Os LEDs utilizados em electrónica têm uma espessura de cerca de 1 0 a 20 vezes maior. Em Vienna , estudaram as aplicações fotovoltaicas do WSe2. Os resultados obtidos mostraram que uma célula fotovoltaica de WSe2 era tão fina que permitia a passagem de 95% da luz incidente, absorvendo cerca de um décimo dos 5% restantes convertendoos em electricidade. Surge assim a hipótese de utilizar este material como janelas de um edifício, permitindo a luz entrar assim como convertendo a energia solar em eléctrica a um alto nível de eficiência de conversão eléctrica.

Por fim , a equipa do MIT focou-se em todas as aplicações optoelectrónicas do disseleneto de tungsténio que surgissem das suas propriedades como semicondutor, nomeadamente a sua capacidade de alternar de semicondutor de tipo p para semicondutor do tipo n. No que toca á produção de díodos o MIT explica: tipicamente os díodos são criados através da dopagem de partes adjacentes de dois semicondutores, uma com excesso de cargas positivas (tipo p) e outra com excesso de electrões (tipo n). O processo de dopagem define o sentido da corrente que atravessa o dispositivo, uma vez definido é inalterável. O interessante no estudo do WSe2 surge quando os investigadores aproximam um electrodo da amostra e alteram o sinal da tensão. Verificou-se que quando se invertia o sinal da tensão o WSe2 alternava de tipo p para tipo n.


Página 08 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4

Project ARA

Atualmento todos o conhecem por “Project ARA”, apelidado também de “Gray Phone”, é um projeto ambicioso que, para o público em geral, começou com o nome de “Phoneblocks” e ganhou a atenção das grandes marcas através de uma ação de crowndspeaking. Acontece que Project ARA não é o mesmo que Phoneblocks. Phoneblocks foi um concept criado e trazido ao público por Dave Hakkens. Quando este conseguiu, com o seu primeiro vídeo atingir um milhão de visualizações nas primeiras 24h, mas de 960 000 apoiantes e um alcance nas redes sociais superior a 370 000 000 pessoas, as organizações ouviram. Do final da campanha até agora estes são uma parte dos que falaram: Qualcomm, TuDelft, Ubuntu, Jolla, Motorola, intel, Nokia, Synaptics, ZTE, Mozilla Corporation, Philips, Sennheiser… entre outras tantas empreras e estabelecimentos de ensino/investigação. Destas, uma delas destaca-se – Motorola – que tinha sido adquirida por uma empresa dedicada a um open source thinking ao qual já estamos habituados – Google. Quando Phoneblocks atingiu a escala mundial, já uma equipa da Motorola trabalhava durante um ano num in house project chamado Project ARA. Então, o que é este Project ARA? Project ARA é o desenvolvimento de um endoesqueleto sendo que este é constituído apenas pela motherboard, terminais para os módulos e, claro, a caixa que une todos os módulos. Mas e os módulos? O ARA nasceu no seio de uma comunidade opensource e, para além do conceito inovador de querer criar um telemóvel modular, pretende, segundo a Motorola “Queremos fazer pelo hardware o que o Android tem feito por software: criar uma comunidade de desenvolvedores vibrantes” e que estejam prontos a apostar, inovar e evoluir a plataforma. “O nosso objetivo é conduzir a uma relação, entre utilizadores, desenvolvedores e os seus telemóveis, mais pensada – queremos dar o poder de decidir o que o telemóvel faz, qual o seu aspeto onde e de que é feito, quando custa e durante quanto tempo o vais manter. ”

Cloogy : Quanta eletricidade gasta? Uma empresa portuguesa criou um aparelho que é possível perceber o que é que está a casa a gastar em tempo real e em qualquer instante. Os dados são enviados para o aparelho, o Cloogy e enviados para a empresa que recolhe os dados, desta maneira podemos ver os dados em qualquer instante. O resultado pode aparecer num pequeno encrã em cima do móvel, no computador ou no telemóvel. É possível ver o que se está a gastar num determinado momento e também ter estimativas ao longo do tempo. Cloogy têm várias versões mas custa pelo menos 200 euros por 2 anos de serviço. O Cloogy é vendido por uma empresa nacional, a ISA, especialista em gerir dados de energia. A empresa têm a capacidade de atualizar o equipamento remotamente, actualizar o interface remotamente e a criação de novo hardware poderá passar por estender este serviço, também à água e ao gás. Qualquer kit vem com uma tomada extra que permite monitorar o aparelho que se pretende vigiar, com uma vantagem de antes de chegar a casa, atravês do telemóvel, ligar o aparelho eletrodoméstico que anteriormente ficou ligado à tomada extra.


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Entrevista aos autores do livro "Faz o curso na maior! - Estuda o mínimo, goza o máximo." Escrito por Nuno Ferreira, professor universitário de Economia e Finanças na Universidade Lusófona e economista numa consultora internacional, e Bruno Caldeira, ex-trabalhador-estudante formado em engenharia florestal.

A obra "Faz o Curso na Maior" chegou com grande impacto á comunidade académica. O livro causou bastante polémica quando foi lançado, muitos leitores consideraram-no um livro de maus hábitos e facilitismos. Como lidaram com essas criticas ?

As 5 edições, a página do Facebook com mais de 1 0.000 likes (coisa rara para um livro) e os convites de várias escolas e universidades para palestras, são a prova de que o livro foi muitíssimo bem recebido pela comunidade académica. O livro apela ao estudo eficiente e daí a mensagem "estuda o mínimo e goza ao máximo". Algumas pessoas julgaram a obra pela capa e pelo título e pensaram que se tratava de facilitismo. Mas na verdade não é. Porque fazer um plano de estudos, dar primazia às matérias mais importantes, saber gerir o tempo durante o teste ou fazer uma boa cábula para ser usada durante o estudo são exemplos de bons hábitos e fazem parte de uma estratégia para maximizar as notas de forma eficiente.

Erasmus, tive muitos colegas e alunos que o fizeram e tenho uma opinião muito clara sobre o tema: do ponto de vista meramente académico/científico, o programa Erasmus acrescenta muito pouco. Já do ponto de vista social é poderosíssimo. Quero com isto dizer que não vais aprender nada que um professor português não te ensine (porque Portugal tem Universidades e professores tão bons como no estrangeiro), mas vais vivenciar coisas que cá não consegues: viver sozinho num país estrangeiro, fazer novos amigos, contacto com outras culturas (não só a do país que te acolhe mas dos outros colegas de Erasmus), etc. No final do programa terás uma rede de amigos internacional. E num mundo global, isso é importante.

Como professor, quais as suas considerações quanto aos alunos que participam no programa?

Tanto para alunos portugueses no estrangeiro como para estrangeiros a estudar em Portugal, o meu conselho é o mesmo: preocupem-se mais a conhecer a realidade do país onde estão (cultura, economia, sociedade) e em conhecer novos colegas e professores do que com o estudo propriamente dito.

Considera ERASMUS uma mais valia para o CV ?

Os números dizem que existem todos os anos cerca de 6.000 estudantes em Erasmus. O que é manifestamente pouco. Ter feito um programa Erasmus é por isso um factor distintivo num CV. Mas não chega. O país para onde se vai, a Universidade onde estudam e o que lá andaram a fazer durante os 6-1 2 meses é o que conta.

ERASMUS ajuda a "fazer o curso na maior"?

Pode ajudar. Mas não é condição necessária nem suficiente.

Foi bastante interessante disponibilizarem o primeiro Podes fazer um curso na maior sem fazer Erasmus. E podes capitulo da obra em versão online, facto é que chegou fazer Erasmus sem ser "na maior" - se te limitares a ir às muito depressa a muitos leitores. Como surgiu essa aulas e a estudar. ideia? A melhor forma de saber se um livro é bom é começar a lê- Tem alguma mensagem que gostasse de dar aos lo. Sabíamos que disponibilizar as primeiras dezenas de nossos colegas? páginas seria a estratégia vencedora. Nem foi muito inovadora, porque a Amazon faz isso há anos. O que nós fizemos foi ampliar esta oferta. Em vez de ser só o índice e as primeiras 5 páginas, oferecemos logo as primeiras 30.

Todos os anos centenas de estudantes portugueses participam em programas de mobilidade. No seu percurso académico participou em algum?

Infelizmente não. Nem eu nem o Bruno fizemos Erasmus. E arrependo-mo-nos de não o ter feito.

Do ponto de vista académico, visando melhorar aptidões e conhecimentos, considera o programa como uma mais valia para os alunos ? Apesar de nunca ter participado em nenhum programa

Todos vocês serão licenciados um dia. O mais importante não é licenciarem-se, mas como o vão fazer. Ter uma boa média é importante e o primeiro factor diferenciador. Mas há muito mais. E quanto mais "na maior" fizerem o vosso curso, mas diferentes serão de todos os outros licenciados.


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Entrevista a jogadores da Taça UA A Taça UA é uma competiçao, na qual todos os cursos da Universidade de Aveiro competem em diferentes modalidades lutando por um luga no pódio. Entrevistamos alguns alunos do curso de Engenharia Eletrónica e Telecomunicações que participam neste evento para sabermos qual a sua opiniao acerca desta competição.

João Fernandes

Modadidade Basquetebol

Já foste federado na modalidade em que jogas? Sim já fui federado em basquetebol.

O que te motivou a ingressar uma modalidade?

É mais porque a Taça UA, pelo menos em basket não ocupa tempo a nao ser nos jogos e ja que uma pessoa aqui na UA e no curso que estamos devido ao tempo disponivel nao costuma sair muito e praticar desporto aproveito a taça ua para dar umas corridas e jogar aquilo que gosto.

O que falta na Taça UA? Que sugestões tens para melhorar a competição.

Pela experiência que tenho na modalidade que estou inscrito, é sem duvida a organização. Não existem árbitros, os jogos são feitos quando lhes apetece, tem as fases finais em épocas de exames (verão).

Jorge Maia

Modalidade Voleibol

"Fui federado durante 3 anos pelo C.D.Fiães. Conheci a equipa de EET através da equipa de voleibol da AAUAV, que tinha 2 atletas da equipa do curso na altura. Para mim, na taça UA falta só um bocado mais de adesão, que poderia ser melhorada com mais publicidade, de maneira a que fosse a competição a ir ao encontro dos alunos, e não o contrário. De resto, para a prova que é, tem uma boa organização e um bom espírito."

Tiago Vieira

Modalidade Badminton e Voleibol

Ja foste federado no desporto em que praticas?

Na Taça Ua, participo nas modalidades de Badminton e Voleibol e nunca fui federado nas duas.

Como conheste a equipa de ET para a taça UA?

Eu conheci as equipas de EET que jogam na Taça UA, simplesmente porque fazia parte do núcleo na altura das inscrições das equipas.

O que falta na taça UA?

Na minha opinião, uma das coisas que falta na Taça UA é valorizar as claques, pontuando-as. Ao dar pontos às claques de cada curso, as equipas sentiam-se quase obrigadas a levar mais pessoas a ver os seus jogos, que consequentemente levava a um aumento do público no pavilhão.


Página 1 1 // Jornal Fiodeback // 1 6-05-201 4 ótima escolha, já que nesse ano o curso regressou à 1 ª divisão. Atualmente, visto que não estou apto fisicamente, contínuo a fazer parte da equipa, mas agora como treinador, posição que é novidade para mim, mas que considerei como sendo uma maneira de me manter próximo de uma modalidade que me dá prazer e principalmente, ser também uma forma de continuar a conviver e ajudar os companheiros da equipa de curso pois tenho alguns conhecimentos úteis sobre a "matéria".

O que falta na taça UA?

Miguel Mestre Modalidade Futsal

Já foste federado no desporto em que praticas?

Sim já fui atleta federado em futsal no escalão de juvenis. Desde pequeno o meu pai, praticante amador da modalidade, me levou aos jogos de "futebol salão", como se designava na altura, em que as regras e o estilo de jogo eram um pouco diferentes daqueles de hoje em dia. Assim, desde cedo comecei a dar os meus primeiros toques na bola, passando momentos divertidos com os amigos nos intervalos da escola, desenvolvendo o gosto pela prática de futebol. Pelos meus 1 1 /1 2 anos, e apesar de ser franzino, já me destacava por ser habilidoso e inteligente no "campo de recreio". Deste modo, com alguma influência do meu pai, decidi começar a treinar futsal sem compromisso no clube da minha "terrinha", Domus Nostra ("Nossa Casa"), com o escalão de iniciados (1 3/1 4 anos). Gostei da experiência e assim, mais tarde, tornei-me federado no clube da aldeia ao lado, dado que era o único na região que tinha o escalão de juvenis em futsal.

Como conheste a equipa de ET para a taça UA?

Sempre adorei praticar desporto, e o futsal, como se pode verificar pelo meu "histórico", é uma das minhas modalidades coletivas preferidas. Ouvi falar na equipa de curso por alguns amigos de curso. Então pensei: Porque não fazer parte dela? Portanto, comecei a treinar com os companheiros que representavam o curso na modalidade e no ano seguinte entrei na equipa, embora notasse alguma desorganização e "padrinhos" na escolha da equipa nessa altura. Nesse ano (há 2 anos letivos), em que participei nos jogos da taça UA, optou-se pela escolha de um treinador não pertencente ao nosso curso, o que se tornou uma

A Taça UA é uma competição amigável que fomenta a prática de desporto. Está comprovado que é bastante saudável e, na minha opinião, durante a vida académica é uma boa maneira de descontrair e renovar energias para estudar. Apesar disso, depois de frequentar a competição, como jogador, e este ano como treinador, verifico falta de desportivismo e "fairplay", além de um calendário por vezes inaceitável, com pouca flexibilidade, tendo em conta que é feito para estudantes universitários. As arbitragens dos desafios é um ponto de partida para melhorar os dois primeiros pontos que referi anteriormente. Penso que a taça UA é cada vez menos "amigável", já que o nível competitivo das equipas tem-se tornado bastante elevado, e na minha perspetiva, a formação dos árbitros fica aquém do nível exigido para apitar jogos desta natureza. Mais ainda, grande parte dos "indivíduos do apito" participam em desafios em que os respetivos cursos fazem parte da mesma divisão do seu curso. Posto isto, e dado que não existem possibilidades monetárias para contratar árbitros profissionais, proponho uma aposta na formação de alunos interinos com avaliação de alguns elementos com voto na matéria, pelo menos nos primeiros jogos, e evitar que estudantes apitem na divisão em que participa o seu curso nessa modalidade. Relativamente ao calendário, já este ano a equipa de futsal jogou à meia-noite, e a somar a isso, o horário raramente é cumprido, acabando um dos jogos perto da 1 :30h, quando ao outro dia existem aulas às 9h. Proponho assim uma renovação de algum do pessoal da organização, escolhendo alguém que tenha uma boa visão da vida de estudante, com o objetivo de modificar o calendário e alguns dos regulamentos tornando ambos mais tolerantes e adequados. A construção de um novo pavilhão, algo já em processo, também acho essencial, tendo em consideração a lotação do único pavilhão pertencente à Universidade devido às diversas modalidades e atividades. Por último, gostaria que fosse incutido e desenvolvido o gosto por participar e, principalmente apoiar os colegas do no nosso curso que participam nesta competição, já que são boas alturas para se proporcionar momentos de convívio, divertimento e união.


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Veteranos Vs Aluviões No passado dia 1 2 de Dezembro de 201 3, realizou-se, no campo de futebol do seminário, o já habitual jogo de Veteranos da Comissão de Faina contra Aluviões. Contanto com a boa disposição a que já estamos habituados, o jogo durou cerca de hora e meia e terminou com a vitória da equipa de Aluviões. Durante o jogo foram recolhidas algumas imagens que testemunham o bom ambiente e fair-play entre equipas.


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A VOZ DOS ET’S Jornal FiodeBack: Visto estares numa nova realidade académica como achas que está a ser a tua adaptação?

É um ritmo completamente diferente, a adaptação é um pouco difícil, mais ainda para quem não está a viver com os pais, porque tem mais responsabilidades a seu cargo. Saber gerir o tempo é crucial e fazer a escolha certa no momento certo pode poupar-nos noitadas de estudo intenso Estou muito contente com a interação que temos com alunos mais velhos, há uma grande inter-ajuda que torna o processo muito mais fácil, seja em saber o que procurar e como procurar, alguns conselhos e dicas.O que acaba por ser incrível é a cooperação com a malta de primeiro ano, porque viramo-nos uns aos outros para pedir ajuda no estudo e é engraçado ver as várias áreas a completarem-se umas ás outras. Em comparação com o secundário, o esforço é triplicado, e por vezes não chega, a quantidade de matéria absorvida por dia é exurbitante e obriga um estudo permanente. Na mesma linha, os professores não se preocupam tanto com o que cada um faz, primeiro porque as turmas são enormes e são imensas pessoas, com isto não quero dizer que não há interação com os alunos, porque ela existe, mas é a um nível completamente diferente e muito mais formal, claro que poderão haver excessões... A universidade em si é um mundo, vivo e desperto á espera de ser descoberto, há toneladas de actividades ao virar de cada esquina e um mar de pessoas para conhecer, encontra-se de tudo e de todos, é maravilhoso. E está bem perto de tudo, restaurantes bares lojas etc.. Bem situada sem dúvida numa zona propícia á vida académica hehe. Até agora o percurso tem sido fantástico uma experiência alucinante, com muitas horas de estudo e muitas horas de diversão. Existem momentos para tudo e há que saber quando é a altura certa para cada coisa. Ao fim ao cabo, são decisões... João Miguel, 1 º ano

Jornal FiodeBack: Qual a tua opinião quanto ás mudanças do plano curricular?

Na minha opinião a mudança do plano curricular é uma mais valia para garantir o sucesso dos alunos no nosso curso, pois foca o ensino para áreas mais ligadas aos nossos objectivos futuros, não nos massacrando tanto com cadeiras de matemática. No entanto não me parece que isso tenha acontecido este ano (pelo menos para alunos do segundo ano), a ideia com que fico é que apenas a cadeira de Sistemas Digitais sofreu alterações ao seu funcionamento tendo a cadeira de Análise Matemática unicamente alterado o seu nome nome. Paulo Pereira, 2º ano

Jornal FiodeBack: Qual a tua opinião sobre a importância do NEEET no curso?

Acho que é importante. É um instrumento na mão dos alunos que lhes pode trazer vantagens, no entanto também requer atenção e dedicação por parte dos mesmos. Diogo Botelho, 3º ano


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Jornal FiodeBack: Como mudou a tua vida académica ao longo dos anos no curso ?

Depois de quatro anos nesta universidade e neste curso, posso fazer um balanço positivo da minha vida académica até ao presente. No meu primeiro ano na ua, apercebi-me logo que o nível de ensino e exigência eram completamente diferentes daquilo que eram no ensino secundário, e demorei algum tempo a adaptar-me. Em termos de integração com os meus novos colegas, não tive dificuldades, pois eu participava nos actos de faina, noite académica, e diversas actividades que tinham como objectivo a integração dos aluviões. Nos anos seguintes, como já me tinha adaptado á forma como as coisas funcionam, relativamente aos estudos as coisas foram correndo cada vez melhor, e naturalmente que a minha participação em actos de faina, noite académica, foi sendo cada vez menor, pois com o passar dos anos o nível de exigência do curso vai sendo cada vez maior, e mais tempo tive de lhe dedicar. No entanto sempre que tenho tempo livre, participo não só em actividades sociais, como também em desportivas, e fiz parte da comissão organizadora do IV Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Eletrotécnica, o que foi uma boa experiência. Saudações Académicas! Marco Leite, 4º ano

Jornal FiodeBack: Quais as tuas expectativas para o primeiro emprego?

Embora estejamos a viver numa época de crise onde cada vez mais é difícil encontrar um emprego dentro da área de formação académica, o curso de Engenharia Eletrónica e Telecomunicações ainda consegue manter uma elevada taxa de empregabilidade, portanto sempre com empenho e dedicação sei que posso contar num futuro próximo com um primeiro emprego dentro da minha especialização assim como financeiramente dentro das expectativas. João Ricardo Santos, 5º ano

Jornal FiodeBack: O que estás a achar da tua experiência de trabalho?

É um novo desafio. Todos os dias é uma nova batalha, pois como o mercado das telecomunicações é inconstante temos que nos adaptar rapidamente as novas situações e desafios que aparecem, e não é um exagero acreditem, num dia podemos ter pouco para fazer como no outro ter uma pilha de trabalho acumulado. O nosso curso tem um papel fulcral na nossa resposta perante a essas adversidades, não só pelos conhecimentos adquiridos, mas também pelo grau de exigência que nós foi incutido ao longo dos 5 anos, no sentido de que mesmo que tudo pareça negro devemos persistir e tentar encontrar outro caminho. Teófilo Monteiro


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O ET no futuro! A meio da tarde de conversas houve um pequeno coffe break, mas logo depois recomeçámos com a apresentação do orador Engenheiro Tiago Vallejo, que veio representar a consultora Novabase, este começou por nos falar um pouco da empresa e dos seus ramos de actividade, passando para o programa de ingresso na empresa, Novabase Academy. Por fim falou-nos um pouco dos trabalhos que desenvolveu até agora na empresa, a ideia passada aos presentes foi que cada novo projeto é um novo desafio em que vai ser preciso Na tarde do passado dia 5 de Março realizou-se a conversa aprender a lidar com coisas novas, mas devido a nossa “O ET no Futuro”. Pretendia-se dar a conhecer aos alunos formação é algo que se consegue fazer com alguma do Mestrado Integrado em Engenharia Eletrónica e facilidade. Telecomunicações algumas das saídas profissionais para um Mestre formado no curso e também explicar o que se Por ultimo teve a palavra o empreendedor faz nesses ramos, para tal contactamos algumas empresas grande e reunimos cinco oradores ligados a diferentes áreas Engenheiro David Carvalhão que veio em representação da profissionais. Representando a investigação Edge Innovation, falou-nos do e o IEETA, esteve presente o seu percurso e das suas professor Armando Pinho que peripécias ao longo da vida até fez uma apresentação das aos dias de hoje, tentou durante alguns diversas áreas em que o IEETA trabalhar trabalha, um dos grandes tempos como funcionário de projetos é a já conhecida de algumas empresas mas o seu espirito empreendedor não permitiu muito sucesso nesse todos a equipa CAMBADA. campo, o que o levou a criar a sua primeira empresa e desde aí não tem parado, atualmente tem X empresas. Esta parte da conversa como já era de esperar foi dominada pela Pela PT Inovação e Sistemas boa disposição do orador que no final falou dos pontos esteve o Engenheiro Pedro fundamentais para se ser um bom empreender, destacando Carvalho que fez começou por a humildade e o saber admitir os nossos erros. falar da junção da PT Inovação No final da tarde de conversa o feedback foi positivo e, a com a PT Sistemas, depois fez coordenação do NEEET achou que o objetivo do evento uma exposição do trabalho que tinha sito atingido, ou seja, os presentes saíram da sala com a empresa desenvolve e por fim uma noção do que é trabalhar em cada uma daquelas falou-nos um pouco do seu áreas. trabalho e do seu percurso na empresa. A terceira apresentação ficou a cargo do Engenheiro Carlos Alves, que veio em representação da HFA, uma empresa de eletrónica instalada na região de Aveiro. O orador começou por apresentar as empresas e explicar o que se fazia em cada uma delas e por fim contando um pouco da sua história pessoal apresentounos as características que um “ET” deve ter para atingir o sucesso profissional.


O Futuro do ET

Apresentação Bolsas GENIUS 201 4

BeerPong Party 201 4

Arraial do DETI

Enterro 201 4

O nosso muito Obrigado a todos!


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