Issuu on Google+


Sobrevoo Desiree Holt Remy Sommers está cansado de sua vida de playboy. Ele está pronto para se apaixonar e se acalmar. O problema é que ele não sabe por onde começar. Depois de participar do casamento de sua irmã, ele aceita seu conselho e entra em contato com a agência de namoro 1NS - a mesma agência que ela usou para encontrar seu novo marido.


Capítulo Um Chelsea Haller tomou um gole de daiquiri e olhou para as janelas além da cortina, de forma constante a neve caia. Droga... Apenas droga! Será que nada vem em seu caminho? Ela não podia imaginar o que tinha feito para merecer a atual má sorte. Primeiro perder o emprego que amava por causa desse processo temido conhecido como downsizing1, e os novos não eram exatamente abundantes. Então seu relacionamento de dois anos com aquele-que-deve-permanecer-sem-nome tinhase autodestruído em uma explosão de chamas que deixou queimaduras. Ela ainda estava se recuperando. Quando ela finalmente pensou em fazer algo realmente louco para levantar seu espírito e curar a dor, o tempo matou a esperança disso. Provavelmente era uma coisa estúpida de se fazer, de qualquer maneira. Eu devia estar louca para pensar nisso. Ela tomou outro gole. Ela não teve essa ideia por conta própria. A amiga dela, Laura, tinha o crédito por isso. —Você deve entrar em contato com Madame Eva — Laura tinha dito enquanto elas bebiam umas margueritas. —Ela tem uma grande agência chamada 1 NS. E o processo de inscrição é feito on-line. —Você está louca? — Chelsea olhou para ela. 1Downsizing (em português: achatamento ou diminuição de tamanho) é uma das técnicas daAdministração contemporânea, que tem por objetivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária, pois ela é focada no centro da pirâmide hierárquica, isto é, na área de recursos humanos (RH) - Também conhecido como reestruturação.


—É só por uma noite. Você diz a ela o que você quer e ela encontra a pessoa. Você vai ter uma noite de sexo totalmente quente exatamente do jeito que você quer. — Ela deu uma olhada de lado para Chelsea. —Você não pode dizer que não já faz um longo tempo. —Registrar-me em uma agência de namoro online? Você sabe como me sinto sobre isso. —Isso é totalmente diferente — Laura insistiu. — Ela é muito discreta e analisa todos os seus clientes com cuidado. —Ela teria que... — Chelsea respondeu. — Conectar dois completos estranhos para uma noite de sexo. —É mais do que isso, Chels. Ela não aceita todos que se cadastram. Ela verifica-os com muito cuidado. Eles dizem a ela por que querem o 1 NS, que tipo de pessoa que procura, e ela as acha. —Desse jeito? Laura assentiu. —Desse jeito. Vamos! Aqui, eu vou até abrir o site para você. Tinha que ser as margueritas. Caso contrário, por que ela deixaria Laura persuadi-la a se cadastrar no site e preencher o extenso formulário? —Aqui diz que eu posso solicitar um retrato do homem que ela encontrar para mim. Isso é bom. Se não gostar de sua aparência, não tenho que ir. —Não. Diga que você quer ser surpreendida — Laura insistiu. — E que você não quer saber como ele se parece. Descreva em detalhes o que você quer e confie nela para encontrá-lo. —Sim. E se ele for um sapo? Laura riu.


—Eu ouvi dizer que todos os seus homens são lindos. Conte com isso. Vá em frente, Chelsea. Faça. Viva um pouco. Levante seu espírito. Dê uma chance a si mesma. Então, ela tinha feito, não pediu fotos, mas sendo muito específica em sua descrição. Quando ela passou para a seção a respeito da escolha do ambiente, ela caprichosamente digitou uma cabana no lago em Maine e sorriu. Qualquer sujeito que concordasse com uma noite em um lago no Maine no inverno tinha que ser louco ou alguém que gostava de se arriscar. Sem mencionar fisicamente bem condicionado. Chelsea nunca esperou receber uma resposta, embora, ela passasse os dias lendo os classificados e preenchendo formulários em agências de emprego, não podia deixar de verificar seu e-mail regularmente. Ok, obsessivamente, se ela fosse honesta. E tentou não se decepcionar quando nada apareceu de Madame Eva. —Eu estou pronta para escrever esta coisa toda — disse Laura. —Má ideia, para começar. Então, incrivelmente, a mensagem chegou. Eu acredito que encontrei a pessoa certa para você Chelsea. Sua descrição esta anexada abaixo e se encaixa exatamente em suas qualificações. Eu incluí uma foto da cabana. Quando você chegar a Portland, será recebida por um motorista que irá levá-la até lá, ela está bem abastecida para você. Por favor, selecione duas das datas sugeridas abaixo, e vou combiná-las com seu encontro. Eu também listei os voos que você precisa programar para chegar a tempo. Tenha uma noite agradável. Madame Eva


Agradável. Sim, certo. Algo especial? Ela bufou. Como poderia uma mulher que nunca tinha sequer conhecido o homem que tinha escolhido ter uma noite especial? Alguém muito especial. Chelsea tinha deixado de acreditar em contos de fadas há muito tempo. O que a fazia acreditar que um príncipe podia aparecer em sua vida de merda agora? Era muito estúpido, não podia acreditar que tinha deixado Laura convencê-la a isso. Um encontro com um estranho para uma noite de sexo, porque você esta deprimida e precisa de algo para despertar sua vida. Patético pode ser mais parecido com isso. E agora a Mãe Natureza aparentemente tinha conspirado para reforçar sua opinião. Voando para Boston de Tampa para fazer sua conexão com Portland, Chelsea pegou uma tempestade de inverno que tinha despejado muitas polegadas de neve na cidade e não parecia abrandar. Todos os voos partindo e chegando foram cancelados. Assim, em vez pegar fogo com o homem dos seus sonhos aquela noite, ela estaria dormindo sozinha em um quarto de hotel abraçada pelo tempo. Se o hotel ainda estivesse disponível. Um enorme ‘se’. Seus grandes planos foram transformados em merda como tudo na sua vida. Provavelmente não mais do que ela merecia por concordar com eles em primeiro lugar. —Mais uma? Ela virou-se ao som da voz do garçom. —Poderia cair bem. —Parece que você e aquele cara ali vão ser meus últimos clientes da noite — ele comentou. — Todo mundo está na cama está noite. Olhando em volta, ela teve que concordar com ele. O bar estava muito


mais agitado no início da noite, as pessoas acotovelavam umas as outras a caminho para os quartos do hotel do aeroporto, lotando a loja de café por comida, gritando de frustração. Uma atmosfera pairava sobre aqueles que haviam se atolado no bar, como se quisessem uma bebida, precisavam de uma bebida antes de enfrentar a monumental tarefa de reorganizar horários de voos e ligar pra suas famílias, amigos e colegas de trabalho. Pelo menos ela tinha flexibilidade e podia esperar o surto inicial passar. Talvez quando ficasse tudo resolvido, a fada dos quartos encontraria um armário onde ela poderia passar a noite. Ela olhou para o final do balcão, piscando os olhos para o homem apoiado em seus cotovelos, brincando com um copo. Seu uniforme identificou-o como piloto de avião. Ela assumiu que não tinha planos de voar para qualquer lugar naquela noite ou ele não estaria disponível. Ele colocou seu casaco sobre o banquinho do bar e afrouxou a gravata. Seu cabelo castanho espesso emoldurava um rosto definido por uma mandíbula robusta e maçãs do rosto salientes. Seus ombros eram largos e até mesmo a essa distância ela podia ver os músculos poderosos flexionados sob o tecido de sua camisa sempre que ele movia os braços. A expressão em seu rosto, provavelmente combinava com sua própria irritação e nojo. Sem dúvida, ele tinha planejado chegar em casa para sua família. Ou pelo menos sua namorada. Um cara tão bonito e sexy tinha que ter alguém o esperando para esquentar sua noite. Ela observou o garçom colocar uma nova bebida na frente dele, viu-o tomar um gole, fechando os olhos por um momento. Desejando que estivesse em outro lugar? Então seu olhar deslizou para ela, ele sorriu e ergueu o copo num


brinde silencioso. Retornando o gesto, ela tomou outro gole do seu copo. Ele deslizou para fora do banco, pegou sua bebida, e mudou-se para onde ela estava sentada. —Parece que somos as duas únicas pessoas malucas o suficiente para estar aqui agora. —Sua voz soava profunda e suave, como uísque envelhecido. Algo quente em uma noite fria. —Tudo bem se eu me unir a você? —Isso seria bom. Quando ele sentou-se sobre o banquinho, ela sentiu a fragrância de sua loção pós-barba, algo amadeirado e terroso. Seus feromônios se acenderam e a saudaram, e ela teve que resistir ao impulso de inclinar-se e pressionar o nariz em seu pescoço. Droga. Devo estar muito mal. —Quer uma bebida? — ele perguntou. Ela olhou para o copo, ainda meio tonta. —Não, eu não quero. Mais uma, e eu estaria no chão. Provavelmente vai ser o que preciso para me nocautear. Espero que sim... Ele riu. —Eu sou o tipo de apontar a mesma coisa. Eu estou supondo que você não é daqui ou você não passaria a noite no aeroporto. Ela balançou a cabeça. —Tampa, Flórida. Onde é um inferno muito mais quente. E você? —Santo Antonio, Texas. Também mais quente. Ambos alcançaram a travessa de petiscos entre eles ao mesmo tempo. Suas mãos se tocaram e uma onda de eletricidade passou através dela, tão forte e escaldante que ela se perguntou por que não estava visível. Ele deve ter sentido algo também, porque olhou para ela com um olhar estranho em seu rosto.


—Eu acho que nós deveríamos nos apresentar — disse ela, tentando controlar seu corpo repentinamente aquecido. —Chelsea Haller. —Alec Ramsey. Ele estendeu a mão. Quando ela o tocou novamente, a mesma tensão passou por seu corpo. Pequenas picadas em seus mamilos e o pulso baixo de seu coração começou a bater como um tambor selvagem. Ela se contorceu, desejando que pudesse controlar seus hormônios a galope. Nada bom. Nada bom. Eu já me afundei ao nível de sair com estranhos em um bar? Mesmo um bar de alta classe? —Ok, eu sei que esta é uma linha brega, mas o que é uma garota bonita como você está fazendo em um lugar como este? — Ele levantou uma sobrancelha. — E nesse tipo de clima? —Má sorte é a única desculpa que eu tenho. E você? Que boa ação te trouxe aqui em uma noite como esta? — Chelsea riu. — Será que você veio render outro piloto e fazer uma pausa e acabaram presos nesta tempestade? Ele levantou um ombro em um encolher meio indiferente. —Na verdade eu fui solicitado neste vôo para Boston. — Seus lábios se torceram em um sorriso irônico. —Quer tentar um chute? Eu tenho que ir para Portland. Sem chance disso agora. —Verdade? Eu também. Coincidência engraçada. Ele assentiu com a cabeça. —Com certeza. Em vez disso aqui estou. Encalhado. Não é exatamente o que eu tinha na programação para hoje à noite. —Oh! Você tinha planos específicos? Ele baixou o olhar para a parte superior do balcão na frente dele. —Estou quase com vergonha de dizer.


—Ah, vamos lá! Só nós dois estamos aqui. Nós provavelmente nunca nos veremos outra vez. O que há de tão ruim que você não possa me dizer? Finalizando sua bebida, ele colocou o copo vazio com cuidado na frente dele. —Eu tenho que encontrar uma mulher. Esta noite apenas. Fora de Portland. Um arrepio engraçado patinou sobre a espinha de Chelsea. —É alguém especial? Ele deu de ombros. —Eu estou esperando que sim. Eu não a conheço. Ela se mexeu em sua cadeira para estudá-lo com cuidado, seu radar vibrando a toda velocidade. —Sério? Então, como você conseguiu isso? — Ela engoliu um sorriso quando seu rosto ficou vermelho ligeiramente. —Agora, isso é muito constrangedor. Você tem que prometer não rir. Ela levantou a mão. —Palavra de escoteiro. Vamos lá. Ele evitou olhar para ela, como se não quisesse encontrar seu olhar. —Tudo bem. Aqui vai. Eu fiz os arranjos através de um site que eu tenho certeza que você nunca ouviu falar. É online. Madame Eva 1 Nigth Stand. — Sua voz era autodepreciativa. — Dá para acreditar? Usando um serviço de encontros da Internet? Eu deixei um amigo meu me convencer a isso. Aposto que você vai dar umas boas risadas disso. —Alec? — Chelsea pensou que fosse desmaiar e cair no banco do bar. — Isso não vai me fazer rir. Porque acho que... Eu acho que eu sou a mulher que você deveria conhecer.


Ele piscou. —Você está brincando certo? — Uma mulher sexy como você está usando um serviço como este? —Eu poderia dizer o mesmo de você. —Ela o estudou. — Eu acho que você tem mulheres lindas penduradas em você. —Pois é. — Ele sinalizou o bartender pedindo outra bebida. — Às vezes elas podem estrangular você também. Qual sua história? Ela balançou a cabeça. —Meu problema é que tenho uma queda real por idiotas. O último liderou a lista por isso deixei uma amiga me convencer assim como você. — Então, ela sorriu. — Eu estou esperando que isso não seja uma condição terminal. Seu sorriso caiu sobre ela como uma carícia quente em sua pele. —Eu diria que é mais culpa deles do que sua. Mas se foi isso que mandou você a Madame Eva, então é uma coisa boa. —Eu não acredito que você teve o mesmo problema de encontrar alguém que eu. Ele sacudiu o gelo no seu copo. —Eu farei 40 em duas semanas, Chelsea. Estou cansado de meninas, bom, de meninas, mulheres, sem emoções reais. Mulheres que não entendem que o sexo é uma rua de duas vias. Não é tudo sobre elas. Ela quase bufou. —Talvez você devesse se encontrar com os homens com os quais tive uma relação. Eles se sentem da mesma maneira. Sobre si mesmos. — Ela terminou as últimas gotas de sua bebida. —Minha amiga Laura me disse que esta aventura poderia iluminar minha vida.


Eles olharam um para o outro. —Você pode alegrar minha vida Chelsea Haller. Podemos não estar em uma cabana no lago, mas eu aposto que podemos conseguir uma boa visão da paisagem coberta de neve do quarto de hotel no aeroporto. O que você acha? —Eu digo que isso soa muito bem, só que eu não tenho um quarto. Deixei todo mundo que estava gritando e empurrando passar na minha frente e agora eu acho que os hotéis estão lotados. —Então não é uma coisa boa eu já tenha um quarto? Que sorte você tem, né? —Muita, muita sorte! Espero que sim... Também conseguimos o encontro. Isso é loucura. Mas não mais louco do que conhecê-lo em uma cabana isolada. Ela soltou um suspiro. Quase podia ouvir a voz de Laura em sua cabeça dizendo: Vá em frente. —Tudo bem — ela disse a ele. —Por que não? Nós já íamos passar a noite juntos de qualquer maneira, certo? —Absolutamente. — Ele piscou. —E pelo menos aqui temos serviço de quarto. — Ele sinalizou ao bartender para pedir a conta e jogou algumas notas no balcão. —Onde você deixou sua bagagem? —Com o carregador no hotel. Eu acho que eu percebi que podia acabar dormindo no lobby. —Eu prometo a você que tenho algo muito mais confortável. Ele estendeu a mão e ela deslizou de seu banquinho. Seus dedos quentes fecharam sobre os dela e quando entrou no saguão, o calor em seu ventre pulsava insistentemente, sinalizando seu desejo.


Capítulo Dois Alec sempre apreciou hotéis localizados em aeroportos. Ele achava uma grande comodidade. Ele não tinha um apartamento ou táxi como um lugar para dormir, ele poderia jantar no restaurante e no andar de cima ir para a cama, e ele não precisaria ir muito longe de manhã. Hoje à noite ele apreciou a situação ainda mais. Quais eram as chances de que ele e seu encontro acabassem por serem as duas únicas pessoas no bar em um aeroporto fechado pela neve? Talvez a sorte estivesse prestes a mudar depois de tudo. Com certeza estava uma merda ultimamente. Ele tinha começado a pensar que alguém tivesse lhe lançado um feitiço que transformou todas as mulheres que ele conhecia em bruxas do inferno. Ou cadelas. Ou outro termo similar. Em seguida, ele bateu o Big Four-O e perseguiu mulheres que tinham perdido a emoção. Agora, ele só queria encontrar o caminho certo. Um amigo próximo falou da coisa da 1NS como uma brincadeira e ficou chocado com toda a pesquisa que Madame Eva fez. Ela realmente o combinou com a mulher dos seus sonhos. Ele estaria de cabeça para baixo apaixonado antes que a noite acabasse, e eles acabariam se casando em dois curtos meses depois. 1NS podia não ser a resposta para ele, mas Alec percebeu que não poderia ficar pior do que ele esteve nos últimos meses. Então ele se inscreveu e preencheu todos os formulários. Ele havia ficado chocado ao receber a confirmação e os arranjos para seu caso de uma noite. Ele não tinha realmente acreditado que isso aconteceria. No entanto, lá estava ele, agradecendo sua sorte com o tempo, atordoado que o


destino usasse sua mão para unir ele e Chelsea. Que surpresa! Seu encontro era sexy, quente e ele se sentia confortável com ela. Pelo menos tanto quanto ele poderia dizer no pouco tempo que haviam passado juntos. Quando ele foi para o hotel junto com a horda que também tinha ficado presa, ele tinha sido o único que conseguiu uma suíte. Na época, ele tinha reclamado sobre a despesa extra por algo que ele só ocuparia por algumas horas. Agora ele viu como uma sorte do destino. —Uau! — Chelsea passou pela porta e olhou ao redor da sala de estar da suíte. — Tem certeza que você não estava esperando outra pessoa? —Não. Eu acho que os deuses do hotel estão tomando conta de mim. Ele tirou o casaco, colocou-o sobre uma cadeira e carregou suas malas para o quarto. Quando ele voltou para a sala, ela estava perto da janela, olhando para a paisagem de inverno. O tecido macio do vestido abraçava suas curvas generosas quase amorosamente, e ele queria correr as mãos sobre elas. Seu pênis endureceu tanto que poderia martelar pregos com ele, e suas bolas doíam. Alec pensou que devia verificar o minibar, talvez oferecer-lhe uma bebida. Conversar um pouco. Eles não haviam conversado muito no bar. Talvez conhecer um pouco um do outro? Mas a tensão sexual era tão forte que quase podia vê-la. Ele não se lembrava da última vez que uma mulher o havia excitado tão rápido, mesmo sem qualquer preliminar. Será que ela sentia a mesma eletricidade? A mesma conexão? Ele aproximou-se por trás dela e hesitou por um momento antes de descansar as mãos em seus ombros. Quando ela não tentou encolher-se ou se afastar, ele sabia que ela sentia a mesma atração que ele. Ele estava se movendo muito rápido? Inferno, o sexo era o principal item da agenda da noite de qualquer maneira. Ambos sabiam. Se ela o impedisse, ele estaria pior do que antes.


Mas ela não fez. Quando ele deixou de lado sua juba espessa de cabelo e deslizou seus lábios sobre a pele macia de seu pescoço, um arrepio percorreu-a. A aceitação silenciosa de seu toque. Deus, ela cheirava tão bem, como flores e oceano e pecado. Ele lambeu sua pele levemente depois mordiscou o lóbulo da orelha. Ela apertou-se contra ele, e ele a virou para encará-lo, estudando-a por um momento, então roçou sua boca sobre a dela. Seus lábios eram exuberantes, cheios e tentadores, com a sensação de veludo macio. Traçando a costura deles com a ponta da língua, ele pediu a ela para abrir e empurrou dentro dela. Jesus! Sua boca era quente e líquida, sua língua dançando como um fio vivo. Ele moveu as mãos para cima e para baixo em suas costas, sentindo seu calor através do tecido do vestido. Ela agarrou seus bíceps com os dedos, e quando ela apertou a parte inferior do corpo contra o dele, cada nervo em seu corpo enlouqueceu. Ele queria ir devagar, com calma. Dar a ela a chance de se acostumar com ele. Eles mal tinham acabado de se conhecer. Mas seu corpo e cérebro estavam engajados em uma batalha feroz pelo controle. Com suas bocas ainda fundidas, ele lentamente abaixou o zíper na parte de trás do vestido e empurrou o material para baixo em direção a seus quadris. Ele parou novamente por uma fração de segundo, à espera de sua resposta. Ela fez um leve som de impaciência, se afastou dele, e empurrou o vestido o resto do caminho para baixo de seu corpo, chutando-o e a seus sapatos à distância. Sua boca se encheu de água na visão dela em um sutiã, uma tanga, e uma cinta liga. Ele queria agarrar seus quadris redondos, seus seios generosos, e lamber a parte interna de suas coxas. Santo Deus! Ele queria lamber seu corpo todo.


Obrigado, Madame Eva. Ela passou a língua nos lábios, um pouco inchados de seu beijo. —Como que você vê? — Sua voz tinha um tom hesitante para ele, como se ela não estivesse muito segura de si. Que idiota a tinha feito duvidar de si mesma? —Oh, doce, você não tem ideia do quanto. Em um frenesi, ele tirou suas roupas, engolindo um sorriso na forma em que seus olhos se arregalaram quando seu pênis saltou livre. E silenciosamente grato que se mantinha em forma. Caindo de joelhos na frente dela, ele agarrou seus quadris e lambeu seu monte através da seda fina de sua tanga. O pano já estava encharcado e o aroma de sua excitação o encheu com um perfume inebriante. Ele correu a ponta da sua língua ao redor das bordas do pequeno pedaço de tecido, levando seu tempo para traçar cada linha do quadril e coxa unidos. O simples contato com a pele dela fazia passar um raio através da língua dele. Ele segurou seu traseiro, o arredondamento se curvando em suas mãos, e puxou sua calcinha com os dentes. Facilitando-o apenas o suficiente para descobrir sua vagina, ele levou um momento para admirar os cachos bem aparada antes de arrastar sua língua através de sua fenda. Seus sucos o embebedaram, tão deliciosos que teve que parar antes de mergulhar sua língua dentro dela. Em vez disso ele lambeu cada um dos lábios acetinados, dando atenção especial para o clitóris sensível, e entregou sua fome, fechando os dentes suavemente sobre o pico. Chelsea gemeu e balançou os quadris, implorando por mais, agarrando seu cabelo para se ancorar. Ele lambeu seu atormentado pedaço de carne quente com dentes e língua e lambeu cada centímetro de seus lábios.


—Oh, por favor — implorou ela, com a voz tensa. Atendendo a ambos, ele tirou à tanga, pressionou a boca em seu clitóris e deslizou dois dedos dentro de sua boceta, molhada e a espera. Empurrando dentro e fora, ele continuou a chupar seu clitóris, e em menos de um minuto os espasmos começaram, o apertando em seu interior. As paredes de sua vagina convulsionaram, apertando seus dedos. Ele manteve sua boca em seu clitóris, chupando-a mais e mais. Gemidos de prazer explodiram de sua garganta enquanto seu corpo tremia e ela caiu no tapete. Ele a segurou em um aperto firme, firmando-a, acalmando-a com a língua até que os tremores diminuíram. Ela ainda tinha um domínio sobre seu cabelo, mas embaixo dele ela estava mole e solta. Desembaraçando os dedos, ele a levantou para levá-la para o quarto. Ele tirou as cobertas da cama, colocou-a sobre os lençóis de algodão fresco e inclinou-se para roçar um beijo sobre sua boca. —Você é deliciosa, Chelsea Haller. Muito mais saborosa do que eu mesmo esperava. —Eu costumo levar um pouco mais tempo me familiarizando. — Ela lhe deu um sorriso trêmulo. —Mas eu não conseguia me impedir. —Eu também. Eu queria te provar na hora que eu te vi no bar. —O mesmo comigo — Se aproximando, ela acariciou sua bochecha com seus dedos finos. —Que tal vir aqui para que eu possa fazer alguns truques meus em você? Ele cutucou para o centro da cama e se estendeu ao seu lado. —Você não precisa de alguns minutos para recuperar o fôlego? — ele brincou.


—Na verdade, eu posso fazer varias coisas ao mesmo tempo. Ela se deitou ao seu lado e arrastou seus dedos através dos pelos que cobriam seu peito, raspando os dedos sobre seus mamilos e sorrindo quando ele deu um suspiro leve. Fixando sua boca em um franzido mamilo, ela passou os dedos sobre seu abdômen, movendo-os para baixo até que fechou os dedos sobre seu pênis. Alec rangeu os dentes, seu toque tão agradável que era quase doloroso. Um monte de mulheres o haviam tocado. Sua resposta era mecânica, a reação a estímulos sensoriais. Nada como isso, uma resposta totalmente diferente. No momento em que ela colocou os dedos frios em torno dele, seu pau flexionou em resposta. Ele fez o seu melhor para segurar o controle, mas quando ela fechou os lábios sobre a cabeça de seu eixo, suas bolas apertaram e o sangue pulsava fortemente na veia. Quente, molhado, confortável, como sua vagina, ela o chupou, lambendo os lados, raspando levemente com os dentes. Ela deslizou sua mão livre entre suas coxas para embalar suas bolas, apertando e soltando, enviando ondas quentes através dele. Empurrando os dedos por seu cabelo, ele agarrou sua cabeça, movendo-a para que sua língua tocasse em todos os lugares certos. Cada músculo contraía enquanto trabalhava-o com a boca e as mãos. Mas logo no momento em que ela o levou até a borda, ele levantou a cabeça e puxou-a para o lado. Chelsea piscou. —Eu... Eu fiz algo de errado? —Não doce, você estava fazendo tudo certo. Mas desta vez eu quero estar dentro de você quando eu gozar. Sentir você perto de mim. Ele se permitiu um momento para lamber cada um de seus mamilos


endurecidos, em seguida, rolou a seus pés e abriu sua mala. Por que diabos não coloquei alguns preservativos na minha carteira? Porque ele esperava estar fazendo tudo isso em um ambiente diferente, totalmente preparado. Para definir a cena. Ele cavou seu kit de barbear, encontrou a caixa de preservativos e a jogou para fora. Rasgando o pacote, ele rapidamente embainhou seu eixo rígido. Movendo-se sobre ela, ele cutucou-lhe as pernas, dobrando-as para ter melhor acesso a ela. Ele não tinha que saber se ela estava molhada o suficiente. Seus sucos ainda brilhavam sobre os lábios de sua vagina, seu clitóris um nó, vermelho e inchado. Posicionando a cabeça de seu pênis em sua abertura, ele entrou nela lentamente, olhando fixamente em seus olhos. Eles arregalaram quando ele a encheu. Ele tomou um fôlego. Deus, ela parecia como um punho molhado o segurando. Ele foi tão perto do limite, que teve que ter um controle de aço sobre seu corpo não para montá-la duro. Em vez disso, ele moveu uma mão para o clitóris, massageandoo, observando o aumento de calor em seus olhos, ouvindo os ofegantes gemidos. Os músculos de sua vagina apertaram ainda mais, e ela cavou seus calcanhares nas suas costas. E ele empurrou nela, de novo e de novo. —Olhe para mim — ele ordenou. — Eu quero ver seus olhos quando gozar. Olhe para mim, Chelsea. Seu olhar encontrou o dele quando ele empurrou uma última vez, e eles caíram sobre a borda juntos. Ela estremeceu com seu orgasmo, e ele gozou como um louco, tão duro que ele se perguntou se seus ossos iriam se quebrar. Suas paredes internas agarraram ao redor dele com tanta força que ele queria nunca mais se mover.


Seu coração trovejou em seu peito, seus pulmões doíam com o ar. A magnitude do que sentiu o aturdiu. A força. Ele fazia sexo desde que tinha 15 anos, e não importava o quão quente ou experiente fosse a mulher, nunca tinha sido assim. Não tinha sido só físico. O chocou, já que eles quase não sabiam nada um sobre o outro. Não tinha sequer se preocupado com ‘a conhecer' em uma conversa. Chelsea fechou seus braços em volta de seu pescoço enquanto seus tremores diminuíam. Alec tentou se deslocar para o lado, aliviar o seu peso dela, mas ela apertou os braços, mantendo-o no lugar. —Não se mova — ela respirava. — Por favor. Fique assim um pouco mais. —Eu tenho medo de esmagá-la. — Ele roçou os lábios nos dela. —Só por um minuto. Vou ficar bem. Ele ficou recuperando o peso em seus antebraços. Dando beijos em seu rosto. Em seus olhos, viu o desejo, calor, e uma riqueza de emoção que lhe disse que qualquer que fosse a magia que ele sentiu, ela sentiu também. Por fim, ela soltou seu domínio sobre ele. Ele fugiu, descartando o preservativo então rastejou de volta para seu lado e puxou-a contra ele. Puta merda! O que aconteceu aqui?


Capítulo Três Sentaram-se lado a lado na cama, o lençol até a cintura, uma bandeja entre eles. Alec tinha assaltado o minibar e frigobar e colocado copos, garrafinhas de vinho, queijo e biscoitos e sobre a bandeja. —Eu não sabia se você queria jantar — disse ele. — Eu provavelmente deveria ter perguntado se você queria serviço de quarto. Quando me registrei, eles me disseram que estariam correndo a noite toda para acomodar as pessoas que estavam encalhadas. —Eu não sabia, mas isso é bom. Sério? —Então, você sabe o que eu faço para viver. — Ele riu. — Eu acho que o uniforme de piloto provavelmente deu uma dica. —Combina com você — ela disse, com sinceridade. —E você? — ele cutucou. —Eu acho que Madame Eva disse algo sobre artes gráficas, mas ela realmente não especificou. E sinceramente? Eu não me importo muito com isso. Ela limpou a garganta. —Ela tem o direito da descrição do trabalho. Mas no momento você pode dizer que eu estou temporariamente no lazer. Examinando as minhas


opções. Escolhendo uma nova carreira. —Mmm. Downsized, certo? Os músculos de seu estômago ficaram rígidos. —Como você soube? Ele deu de ombros. —Um amigo meu, piloto, disse que sua esposa tinha a mesma coisa acontecendo com ela. Parece que ela tinha uma “posição de não-essenciais." O que diabos isso significa? —Isso significa dar o fora e levar o seu pacote de indenização legal com você. — Chelsea mordiscou um pedaço de queijo. — Eu trabalhava em uma empresa de publicidade como artista gráfica. Um muito bom também. — Ela pegou um biscoito e deu uma mordida pequena. — Parece que não há uma grande quantidade de aberturas de agências agora. —Talvez você realmente deva examinar suas opções — disse ele. — O melhor tempo? Você está determinada a ficar em Tampa? Tem família lá? Ela balançou a cabeça. —Os meus pais vivem no Arizona em uma comunidade grande. Minha irmã e seu marido moram no Colorado. Então, não — ela suspirou. —Eu acho que estou realmente livre e extravagante. Por um momento ele não disse nada. —Talvez quando tivermos tomado o café da manhã, eu possa dar algumas ideias a você. Tradução: Se ainda estiver aqui quando o sol nascer, talvez eu tenha algumas ideias que a deixariam mais perto de mim. Caramba, como eu gostaria que isso acontecesse.


—Você sabe — ele continuou, — os questionários preenchidos para que Madame Eva entrasse em grandes detalhes sobre nossos gostos e desgostos. Mas, vendo as coisas no papel é muito diferente do que falar sobre elas. Torna-se pessoal. Você sabe. As informações. Ele queria algo pessoal? —Ok. — Ela colocou o resto do biscoito na boca. — Por onde você quer começar? —Vamos ver. — Ele coçou o queixo. Você vai muito ao cinema? Ela deu de ombros num gesto delicado. —Não muito. Eu prefiro vê-los em casa, com a minha própria pipoca e bebidas. Em um sofá macio ou na cama. — Ela sorriu. — Mas, para o registro, eu gosto de um monte de filmes. Você gosta de esportes? Você gosta de quê? —Eu assisto qualquer jogo de futebol, em qualquer lugar, a qualquer hora. —Verdade? Eu também. —Oh! — Ele colocou a mão em seu peito. — É você, meu coração. A mulher dos meus sonhos. Ela engoliu uma risada ao absurdo dos dois nus na cama depois de um sexo suado, bebendo vinho e comendo queijo e biscoitos e tendo uma conversa quase normal sobre o que gostam e não gostam. Ela supôs que ele não devia estar tão surpreso. O questionário de Madame Eva tinha sido muito extenso e detalhado. Laura estava correta. A mulher realmente trabalhava para encontrar as correspondências exatas. Chelsea não conseguia se lembrar de estar tão relaxada, especialmente depois do sexo. Normalmente, ela ainda estava tensa como um tambor e se perguntando em quanto tempo poderia se livrar do cara. Até esta noite ela ficou


se perguntando se tinha alguma falha que nunca poderia ser corrigida. Mas, novamente, Laura bateu o prego na cabeça. Até então, ela tinha um gosto ruim em homens. Alec Ramsey acabou por ser uma agradável surpresa. Sua coxa quente e dura descansou contra ela e puro prazer disparou através dela. Ela deslizou sua mão livre sob o lençol e acariciou sua pele. O roçar do pelo fez cócegas em sua palma. Ela sempre amou um homem com pelos e Alec cumpria todas as suas fantasias. Seus sentidos dançaram com a sensação do pelo grosso em seu peito, encaracolado e macio, como em seus braços e pernas até o crescimento grosso na raiz de seu pênis. Enquanto ela acariciava levemente sua coxa, ela roçou seu eixo, semiduro novamente, e o topo de suas bolas. —Eu vou lhe dar uma hora para parar com isso — brincou ele, o tom baixo e rouco, suas palavras dizendo-lhe o quanto seu toque o afetou. —E depois? — Ela sorriu. —Depois eu tomarei algumas medidas drásticas. Ela levantou uma sobrancelha. —Como...? Ele levantou a bandeja e se inclinou para colocá-la na mesa de cabeceira. Jogando o lençol pra trás, ele puxou-a para fora da cama com ele. Ela riu quando ele a virou em seus braços. —Onde esta me levando? —Eles têm um banheiro que você não vai acreditar. Eu pensei em testálo. — Ele arqueou as sobrancelhas para ela. — Amo as coisas que são escorregadias e molhadas. Sua risada desapareceu quando ele a colocou em pé no banheiro. Ela olhou de boca aberta para a opulência do lugar. Ele estava certo. Incrível


descrevia com precisão. Um box de vidro pegou uma parede completa e de onde Chelsea podia ver, em vez de um chuveiro único, que tinha mais jatos estabelecidos na parede. Uma grande jacuzzi ocupava a maior parte da parede oposta. Sobre os passadiços se encontravam duas toalhas grossas e roupões felpudos. —Eu tenho que dizer — ela disse — Você não estava brincando sobre isso. Caraca. Você deve estar pagando uma fortuna por esta suíte. Agora eu me sinto culpada. Ele deslizou a mão pelas costas dela e sobre seu traseiro. —Na verdade, você se sente bem. Muito bem. —Mas... Ele tocou um dedo aos lábios. —Silêncio! Vamos apenas aproveitar isso. Ela esperou enquanto ele pegou as toalhas e pendurou-as sobre barras amplas e ligou um interruptor para aquecê-las. Ligou o chuveiro, ajustou os jatos até formar uma fina névoa. Ele pegou a mão dela e puxou-a para dentro do gabinete enorme com ele. Curiosa, ela apertou um botão em um dos azulejos. Ele deslizou sabonete perfumado em sua mão. Ela inalou depois começou a ensaboar seu corpo, mas Alec a parou. —Eu acredito que é o meu trabalho. Dando a volta para a parede do chuveiro, começou em seu pescoço, massageando seus músculos enquanto esfregava espuma sobre sua pele, movendo suas mãos lentamente pelas costas e os braços. O aroma inebriante de eucalipto, misturado com a névoa criava um ambiente inebriante. Ela fechou os olhos e relaxou. As mãos de Alec eram mágicas sobre ela, cuidadosamente massageando


as coxas e panturrilhas antes de voltar para sua bunda. Quando seus dedos lisos passaram na fenda quente entre os globos, ela empurrou de volta contra ele. Dormindo temporariamente seus hormônios acordaram satisfeitos com uma onda, sua boceta latejante e os mamilos doloridos. A ponta de um dedo pressionou contra a pele sensível ao redor de seu ânus e ela quase desmaiou de prazer. —Você gosta disso, doce? — sua voz soou em seu ouvido, sua respiração como uma brisa suave, o timbre de sua voz rica e profunda. — Digame. —Sim. — Ela engasgou quando ele a sondou suavemente com a ponta do dedo. Mas quando ela empurrou contra ele, querendo mais, ele beliscou seu ombro e retirou a mão. Ela deu um grito de protesto contra a perda de contato. Droga... Ela não tinha permitido que muitos homens a levassem dessa maneira, mas inesperadamente ela ansiava por Alec. Desejo irradiava dele, uma necessidade sexual que pulsava no ar. Todo lugar que ele tocava, os nervos estalavam, alimentando a chama crescente dentro dela. Balançando a bunda, ela pediu que ele a tocasse novamente, mas em vez disso ele reuniu mais sabão e trabalhou a espuma mais uma vez. Ela ainda estava de costas quando ele pressionou contra ela e ensaboou seus seios, beliscando os mamilos e torcendo-os ligeiramente. Apenas o suficiente para causar uma dor prazerosa. Ele deslizou sua mão sobre a barriga lisa para sua boceta, ensaboando os cachos antes de mergulhar em sua fenda. Ela balançou para frente em seu toque. Mais, ela queria chorar. Mais, mais, mais. Uma risada baixa soou em seu ouvido.


—Amo o seu clitóris pequeno e doce, Chelsea. Amo seu corpo todo. Você é uma mulher incrivelmente ágil. Ele deslizou dois dedos dentro dela, mantendo o polegar em seu clitóris e segurando-a com força contra ele e seu pênis inchado aumentou contra a curva de seu traseiro. Ela montou seus dedos, alcançando o atrito agradável, que daria a libertação de seu corpo procurava. —Você me quer de novo. — Sua voz soava rouca. —Sim — ela gritou. — Por favor. Por favor. —Nós temos que tomar banho — brincou ele, mas seu controle estava desgastado. Chelsea inclinou a cabeça para trás, a água como uma chuva suave no rosto. —Você tem alguma coisa contra sexo no chuveiro? — Sua respiração engatou, e ela tinha problemas para articular as palavras. Não podia acreditar em sua ousadia. Ela raramente assumia a liderança. Talvez tenha sido que estava errado todas às vezes. Ela sempre estava mais preocupada em agradar seu parceiro do que conseguir seu próprio prazer. Infelizmente ela escolheu homens que também eram focados em si mesmos. Mas aqui ela tinha um homem que queria satisfazê-la. Fazê-la se sentir bem. Que controlava seus próprios desejos, até que ele a levava para o pico mais alto do prazer. Alec estava focado nela. Seu gosto, seu toque, era tudo o que ela desejava. Ela continuou a esfregar-se contra ele, à espera de sua resposta. —Sim, senhora — ele murmurou. — Eu disse que é sempre melhor quando está molhada e escorregadia. — Ele enfiou os dedos mais profundamente


— Quer meu pau aqui, Chelsea? Quer? — De repente, sua mão se moveu para longe, mas antes que ela pudesse protestar, ele deslizou na fenda de sua bunda. —Ou aqui? Quer que eu te leve aqui, querida? —Siiiiiim. — A palavra sibilou dela. —Só me diga se eu te machucar. — Ela ouviu a tensão pelo controle em sua voz. Eu sei que você não vai. O pensamento atravessou seu cérebro, ele era um homem que não gostava de infligir dor, exceto da forma mais agradável, e somente com autorização. Ela colocou as mãos espalmadas contra os azulejos na frente dela e abriu as pernas. Será que ele tinha lubrificante? Ele normalmente o carregava com ele? A porta do box se abriu atrás dela, segundos depois fechou novamente. Em um momento ela tinha a resposta para sua pergunta. —Só quero que você saiba. Eu vim preparado para tudo e qualquer coisa para a nossa noite no lago. — Ele deu uma risada suave. — Podemos não estar no lago, mas nós temos muita água. Podemos brincar, fazer acontecer. — Ele beijou seu ombro. —Só agradeço a Deus porque parte é real. Espalhando as bochechas de sua bunda com uma mão, ele aplicou gel em seu ânus com a outra, espalhando-o em torno da abertura antes de deslizar o dedo bem lubrificado em sua carne, molhada e inchada. Ele acariciou seus tecidos internos levemente antes de adicionar um segundo dedo, estirando-a com movimentos lentos e fáceis. Quando ele empurrou mais fundo em seu canal apertado, ele enfiou a outra mão em torno de seu quadril e para baixo para encontrar novamente seu


clitóris dolorido. A estimulação dupla a deixava louca. Ela o queria em seu corpo. Agora. Ela queria seu pênis em sua vagina, enquanto ele continuava a empurrá-la em direção ao pico mais alto de êxtase. E então ela sentiu a ponta de seu pênis contra seu ânus. Com muito cuidado ele entrou. Sua respiração ficou presa na garganta quando ele a encheu completamente, o calor subindo por ela como um incêndio descontrolado. Seu toque inteligente a manteve na borda quando ele balançou nela de novo e de novo, atormentando, provocando. Prometendo. Isso a afetou, também, sua respiração irregular quando ele apertou a mão em seu quadril, enquanto manipulava seu clitóris mais rápido e mais forte. O orgasmo veio sobre ela no momento em que ele endureceu e se uniu a ela com a sua própria libertação. Suas pernas estavam como geleia e seu cérebro tinha virado fumaça. Ele uniu um braço ao redor dela, apoiando a outra mão sobre a parede, e ela não sabia se ele estava segurando a ela ou a ambos. Por fim, ele respirou fundo e soltou o ar lentamente. Beijou seu pescoço, o rosto, o nódulo de sua orelha. —Eu acho que é melhor sair do chuveiro — ele murmurou. — Antes do hotel nos cobrar por uso excessivo de água quente. Ela quase não teve energia para rir. —Ok, mas será que alguém nos levaria até a cama? —Eu acho que eu poderia chamar um carregador — ele brincou. Virando para empurrar a parede, ela ficou em pé e se virou para ele. Ela jogou os braços ao redor de seu pescoço, usando-o como alavanca. —Ele pode esperar uma gorjeta extra. Acho que podemos conseguir força suficiente para nós mesmos nos ensaboarmos e enxaguarmos. Mas, depois estou caindo em cima da cama e eu não pretendo acordar até amanhã.


Eles limparam um ao outro com toques cuidadosos, seu toque sem qualquer conotação sexual. Chelsea tinha que acreditar que Alec estava tão esgotado quanto ela. Satisfatoriamente esgotado. Mas eles se tocavam com um carinho que cresceu ao longo da noite. Uma emoção que florescia com o calor do seu sexo explosivo. Uma que ela não achou que nenhum deles queria identificar ainda. Embora ele não tivesse dito nada, ela tinha a sensação de que ele carregava uma bagagem de relacionamento tanto quanto ela. Alec desligou o chuveiro, ajudou-a a sair para o tapete e pegou as grandes toalhas quentes na barra de aquecimento e as envolveu em torno deles. Onde ele encontrou força ela não sabia, mas ele levantou-a em seus braços e a levou para o quarto. Em segundos as toalhas estavam no chão e eles estavam sob as cobertas, juntos, pele com pele. Ele casualmente envolveu uma perna sobre a coxa e serpenteou uma mão debaixo do braço para envolver um seio. —Ei, Chelsea. — Fadiga suavizou sua voz e tornou-a sonolento. —Hum? —Já é amanhã. Ela sorriu, curvou o corpo dela mais profundamente em seu calor e adormeceu.


Capítulo Quatro Eles deixaram as cortinas abertas, já que ninguém podia ver em seu quarto. Eles assistiram a neve caindo na noite anterior, mas a luz solar brilhante entrava ardendo em suas pálpebras, como palitos quentes. —Ouch! — Alec deslocou-se para lançar um antebraço sobre os olhos. Chelsea gemeu e enterrou o rosto no travesseiro. —Quem acendeu as luzes? — ela resmungou. —A Mãe Natureza. — Ele riu. —Eu vou desligá-la. Ela ouviu o som das cortinas se fechando em seguida, o colchão fundou quando ele voltou para a cama. Envolvendo os braços em volta dela, ele a puxou para perto, roçando seu pescoço com os lábios. —Deus, você se sente bem. O cheiro é bom também. — Outra risada. — E tem um gosto bom. Em toda parte. —Você também — Ela poderia ficar assim para sempre. —Não vamos levantar ok? Nunca. Ele escovou o cabelo para trás de seu rosto e acariciou os dedos sobre sua bochecha. —Parece uma ótima ideia para mim. Acha que eles alugam esta suíte permanentemente? Ela virou-se em seus braços. —Oh. Sim. Me esqueci disso.


Traçando a linha de sua mandíbula com a ponta dos dedos, ela adorava a sensação de sua barba eriçada de manhã cedo e a sombra escura que deixou em sua pele. Ela estremeceu um pouco imaginando essa barba tocando o interior de suas coxas. Sim. Ela amava um homem com um monte de pelos. —Então, qual é o seu horário? — ele perguntou. — Você disse que estava a procura de emprego. Você tem entrevistas para voltar? —Como eu queria ter. Nada no horizonte. E você? Você não está programado para voar para algum lugar? Borboletas nasceram na barriga dela e começaram a bater as asas. Então ele acha que eles se davam bem? Ele queria mais dela? Ou será que ele a agradeceria por um interlúdio agradável, um beijo de despedida e decolaria? Ela teve que trabalhar duro para empurrar para baixo o sentimento esperançoso que continuava tentando subir a superfície. Ela não queria preparar-se para outra decepção. Ainda assim, a noite passada foi tão grande, em uma série de maneiras... —Ainda não. Eu tinha algum tempo de férias chegando então peguei alguns dias. — Ele sorriu. — Tinha grandes esperanças. Se o meu caso de uma noite e eu déssemos certo, eu pensei que nós poderíamos esticar para mais de uma noite. —Um centavo por eles — ele murmurou contra seu ouvido. Ele passou a mão sobre as costas preguiçosas e a curva de sua bunda, sua mão quente em sua pele. Ela franziu o cenho. —O quê? —Seus pensamentos. Você parece como se eles fossem muito


profundos. —Oh. Sim. Pra saber. Você sabe. Ele ficou tenso. —Como dizer obrigado e adeus? Ok, Chelsea, coloque o pé na boca. Tome mais uma chance. —Na verdade, estava tentando descobrir como perguntar se você queria passar mais tempo comigo. Quer dizer, no próximo fim de semana, já que nenhum de nós tem qualquer obrigação. Apertando os braços em volta dela, ele disse: —Engraçado, eu tinha pensamentos semelhantes. Seu sorriso esticou suas bochechas. —Estou muito feliz. Eu estava com medo...— —Shh! — Ele pressionou os dedos contra seus lábios. — Eu acho que nós dois somos guerreiros feridos na batalha dos sexos. Vamos fazer deste um novo começo, ok? —Eu realmente gosto disso. Antes que ele pudesse dizer mais, seu telefone celular tocou. Esticandose sobre ela para o criado-mudo, ele o pegou e olhou para a tela. —Um e-mail de Madame Eva. —Verdade? Ela provavelmente sabe sobre a tempestade e tudo. Especialmente quando não aparecemos em Portland. —Vamos dar uma olhada. — Ele clicou no e-mail para abri-lo e seus olhos se arregalaram. —O que tem escrito aí? —Aqui? Leia comigo.


Caro Alec, Peço desculpas pelo tempo, mas algumas coisas estão um pouco além do meu controle. Eu sei que nem você nem o seu encontro chegaram à cabana no lago. Estou triste porque eu acho que os dois seriam compatíveis um ao outro. Para compensar isso, a cabana é sua por duas noites, em vez de uma. Entrarei em contato com o seu encontro escolhido e a presentearei com a mesma oferta. Se isto for aceitável, responderei o mais rapidamente possível. Cordialmente, Madame Eva. Chelsea pulou pra fora da cama e pegou o celular de sua bolsa. Ela o guardou na noite anterior. Percorreu as mensagens e descobriu que tinha recebido uma oferta idêntica. —Sim. Eu recebi uma também. —Puta merda! — Alec sorriu para ela. — Bem, então... O que você acha? Ela pulou da cama e atirou-se para ele. —Eu digo sim. Definitivamente, com toda a certeza, um grande e gordo, sim! Ele abraçou-a, em seguida, virou-a para que pudesse olhar diretamente em seus olhos novamente. —Chelsea, talvez eu esteja me adiantando aqui, mas se as coisas continuarem a acontecer no lago da maneira que aconteceram na noite passada, você consideraria ir ao Texas para procurar um emprego? Sério? Nada estava em seu caminho. Seria um novo começo. Novo


Emprego. Homem novo? Vida nova? —Esse é outro grande e gordo, sim, senhor. —Tudo bem. Vamos responder o e-mail de Madame Eva e aceitar a oferta imediantemente. Então ele a beijou, um beijo profundo, quente, enfiando a língua em sua boca e passando as mãos sobre o corpo dela. Finalmente, ele se afastou e sorriu. —Mas não antes de dizer bom dia corretamente. Fim


1ns sobrevoo desiree holt