Page 1

42

Edição 42 Ano 7 Dezembro 2016 Santa Maria de Jetibá - ES

O jornal do cooperado da:

destaques da Coopeavi em 2016 pág. 6 e 7


2

Por Dentro da Coopeavi

Palavra da Diretoria

Conectar solidariedade também é cooperar

O

interesse pela comunidade é um dos sete princípios do cooperativismo. As cooperativas trabalham para o desenvolvimento de seus cooperados, e por consequência, o desenvolvimento da comunidade onde atua. Desde a sua fundação, em 1964, a Coopeavi trabalha junto com os seus cooperados para conectar histórias de pessoas com o mesmo objetivo, conectando conhecimento, conectando soluções e cultivando a união. Ter o interesse pela comunidade é agregar valor para todos, apresentar um caminho para condução mais humana dos negócios, visando a integração de todos os envolvidos. Nesta última edição do Coope Notícias em 2016 apresentamos

algumas das ações que contribuem para um realizamos, com a con- mesmo objetivo o retribuição de todos os sultado é consequência. sócios, para instituições Todos ganham. A socieque servem os muníci- dade ganha. Um exempes na região de nossa plo claro são os resultaatuação. Na dos obtidos página 6, pelos coopedestacamos rados Luciacomo um no Pimenta No simples gesto e Vanilto pode termi- cooperativismo Grunewaldt nar em ações é assim: quando no principal efetivas. As todos contribuem concurso de doações rea- para um mesmo qualidade de lizadas para café do munobjetivo o o Hospital de do. Junto resultado é Santa Teresa, consequência. com a CoAPAE de San- Todos ganham. opeavi eles ta Maria e intensificaPestalozzi só ram o traforam possíbalho para veis devido a produzir solidariedade dos coo- com qualidade e serem perados que adquiriram destaque internacional, uns simples cafezinhos vendendo o café para na STA e Feira Café com Europa e Ásia. Leite. Compartilhar é cooNo cooperativismo perar! Estamos com as é assim: quando todos inscrições abertas para

o 1º Galpão no sistema de Condomínio Avícola para produção de ovos até o dia 13 de janeiro. O primeiro investimento totalmente compartilhado para postura de ovos do Brasil, fruto da participação dos cooperados. Sabemos que este ano não foi nada fácil para ninguém, mas não foi pior porque trabalhamos unidos. Ao chegar no final de 2016 estamos certos que devemos continuar conectando conhecimento, histórias e soluções. Para 2017, continuaremos trabalhando para agregar valor aos negócios de cada cooperado, mas isso só será possível se houver compartilhamento e muita união. Feliz Natal e um próspero ano 2017!

Informativo Bimestral da Coopeavi Santa Maria de Jetibá - ES Ano VIII – Nº 42 Diretoria Executiva

Arno Potratz Presidente

Denilson Potratz Vice-Presidente

Argêo João Uliana Diretor Administrativo Comercial

Avelino Hell, Cláudio Novelli, Ederson Jacob, Edival Corteletti, Fábio Fösh e Willian Espíndula Conselho ADMINISTRATIVO

Carlos Alberto Roldi Filho, Josélio Kruger e Solimar Plaster Conselho Fiscal

Carlos A. Lima, Daniel Piazzini, Luís C. Brandt e Marcelino Bellardt Gerência Executivas

Fred Colnago Diagramação e projeto gráfico

Domicio Faustino, Georgia Alvim e Thagner Kuster Textos

Daniel Piazzini e Domicio Faustino Revisão

GIRO RÁPIDO Alinhamento Estratégico 2017 A Coopeavi reuniu todos os colaboradores no dia 26 de novembro, em Santa Teresa, para apresentar os resultados deste ano e as expectativas para 2017. O evento, que contou com apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras do Espírito Santo (OCB-ES), também foi um momento de integração entre os colegas de trabalho.

Arquivo Coopeavi

Chegou no ES o 2º navio de milho O Porto de Capuaba recebeu o segundo navio carregado com milho argentino. A iniciativa visa beneficiar vários produtores da Região Serrana, principalmente, os avicultores. A parte do milho destinado à Coopeavi está sendo utilizado para fabricação de rações.

Conilon supera o Arábica em preço Uma das principais notícias para o mercado cafeeiro dos últimos meses foi o valor pago por uma saca de café Conilon. Pela primeira vez na história a saca do Conilon superou o valor pago pela saca de café Arábica. A queda na produção, devido à forte seca no Espírito Santo, foi o principal motivo atribuído a alta.

Fotos de Capa

Dias de Loja nas Filiais Coopeavi A LithoPlant e a Syngenta realizaram diversos eventos nas filiais Coopeavi durante os meses de setembro, outubro e novembro. Os Dias de Lojas mobilizaram os produtores rurais, pois ofereceram condições diferenciadas de preço e diversas novidades.

Tiragem: 3.000 Fale Conosco (27) 3263-4750 – ramal 4830 imprensa@coopeavi.coop.br

Rua Francisco Schwartz, 88 - Centro Santa Maria de Jetibá - ES CEP: 29.645-000 Fb.com/coopeaviagronegocios Twitter.com/Coopeavi www.coopeavi.coop.br

O Instituto Coopeavi realiza apresentação na ALES Marcela Takiguti apresenta o Instituto para os Deputados Estaduais do ES

Comissão de CooA perativismo da Assembleia Legislativa do

Espírito Santo (ALES) convidou o Instituto Coopeavi para apresentar os projetos sociais desenvolvido junto com os cooperados, principalmente, para os pequenos agricultores associados à Coopeavi. Para tratar sobre o assunto, a bióloga da cooperativa Marcela Takiguti esteve na reunião da Comissão, no dia 18 de outubro. “A Coopeavi tem o interesse de ampliar esse trabalho sobre a questão

familiar, principalmente, a questão da mulher, pois o início da sustentabilidade começa com o empoderamento da mulher. Uma das principais atividades (do Instituto) é essa valorização do público feminino, pois uma vez que a mulher veste a camisa ela defende com unhas e dentes a sua missão, ela vê a cooperativa como sua casa e não vê somente como mercado e negócio”, disse Takiguti. Além disso, ela destacou o trabalho realizado na gestão ambiental, visando a sustentabili-

dade da atividade rural. Para o deputado Pastor Mansur, presidente da Comissão de Cooperativismo da ALES, o momento foi oportuno para conhecer de perto da Coopeavi. “Foi muito enriquecedor mostrar, principalmente, a força do cooperativismo. A Coopeavi com saúde financeira, saúde de atuação, mostrou aqui que independente de governos, ela tem uma consciência e responsabilidade social muito grande”, concluiu o deputado Mansur.


Por Dentro da Coopeavi

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

3

Cooperativa agro é considerada a 39ª Maior Empresa no ES Em 8 anos, a Coopeavi sobe 50 posições entre as 200 Maiores Empresas do Espírito Santo, de acordo com o Anuário IEL-ES

Coopeavi mais uma A vez ganhou posições entre as princi-

pais empresas atuantes no Espírito Santo. De acordo com Anuário IEL 200 Maiores Empresas no Espírito Santo 2016, a cooperativa subiu quatro posições no ranking, saindo da 43ª (2015) para a 39ª posição (2016) entre as maiores empresas. Desde 1997, quando o anuário destacava somente as 150 maiores,

a Coopeavi é listada no ranking das maiores empresas atuantes no Estado. Em 2008, a cooperativa iniciou o seu maior ciclo de crescimento do faturamento bruto, na ocasião a mesma foi considerada a 89ª empresa em solo capixaba. Em apenas oito anos, a cooperativa subiu 50 posições e hoje ocupa posição de destaque entre os maiores conglomerados empresariais espírito-santense. Para o conselheiro administrativo da Coopeavi, Ederson Jacob, estar entre as 40 maiores empresas no Estado é um motivo de come-

Diante do cenário que estamos vivendo, a Coopeavi mostra mais uma vez que está no caminho certo Ederson Jacob, conselheiro administrativo da Coopeavi

moração. “Diante do cenário que estamos vivendo, a Coopeavi mostra mais uma vez que está no caminho certo, fortalecendo o relacionamento com os seus cooperados e agregando valor à toda cadeia agropecuária. Este resultado é muito comemorado pela cooperativa, pois é resultado de uma gestão bem estruturada com colaboradores empenhados”, comenta. A Coopeavi ainda foi listada como a terceira maior cooperativa espírito-santense, 18ª maior empresa com capital capixaba e a quarta maior no comércio varejista.

Saiba mais O Anuário é a principal publicação da Federação das Industrias no Espírito Santo (Findes) e por isso, tornou-se um material de consulta obrigatória para o segmento econômicoindustrial no país e no exterior, além de instituições de pesquisa e ensino e do público em geral. A edição comemorativa de 20 anos, lançada no dia 27 de novembro, conta com duas versões: uma totalmente em inglês e outra em português.


4

CT - Lojas Agro

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Dia de Campo sobre Tomate em Tabocas, Santa Teresa-ES

Dias de Campo disseminam boas práticas entre os cooperados Diversos eventos são realizados, em toda área de atuação da Coopeavi, durante o ano visando fortalecer o negócio rural. disseminação de A conhecimento e de boas práticas no campo é um dos objetivos para a realização de eventos como o Dia de Campo, onde um consultor de

campo reúne vários produtores rurais em uma propriedade para demonstrar na prática o resultado de um trabalho desenvolvido e que está gerando bons resultados. Em Garrafão, a equipe da filial realizou, no mês de outubro, um Dia de Campo sobre Pimentão Colorido, uma cultura com alto valor agrega-

Dia de Campo sobre Pimentão Colorido em Garrafão

Coopeavi lança campanha de doação de livros “Conectar histórias transforma vidas” esse é o tema da campanha de natal da Coopeavi, lançada no dia 05 de dezembro em todas as suas filiais. A campanha buscar incentivar os colaboradores, cooperados e a população a doarem livros até o dia 06 de janeiro de 2017. Todos os livros arrecadados com a campanha serão doados para instituições de ensino da região de atuação da cooperativa,

incentivando crianças, adolescentes e jovens à leitura. A doação poderá ser realizada em qualquer uma das 20 lojas agropecuárias da Coopeavi, espalhadas por todas as regiões do Espírito Santo e Leste de Minas Gerais. Ao doar um livro, a pessoa ganhará um marca-página com o tema da campanha. As doações poderão ser realizadas até o dia 06 de janeiro de 2017.

do. No evento esteve presente 15 produtores interessados em conhecer o método de produção e de comercialização adotado pelo produtor Alair da Cruz. Já em Tabocas, o Dia de Campo reuniu 78 pessoas com foco em aprender sobre a cultura do Tomate, tratamentos contra de doenças e pragas. O evento realizado pela Coopeavi, em parceria com a LithoPlant e Syngenta, foi dividido em duas partes: teórica e prática. Para o gerente da Consultoria Técnica da Coopeavi, Avelino Neto Abreu, os Dias de Campo é um espaço especial tanto para o produtor, que recebe outros produtores em sua pro-

priedade, quanto para a cooperativa, pois é a cooperação propriamente dita. “Quando desenvolvemos um trabalho hesitoso junto com o produtor é muito importante fazer um Dia de Campo para socializar a informação. Cooperar é gerar resultado e compartilhar conhecimento para que unidos possamos ter mais resultados”, comenta, Avelino.

A principal filosofia da Consultoria Técnica e promover resultados para o Cooperado, fortalecendo seu negócio. Avelino Neto Abreu, gerente da Consultoria Técnica da Coopeavi

Palestra na Escola em Itarana Os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental "Luiza Grimald", em Itarana, receberam o engenheiro agrônomo da Coopeavi, David Goronci, para uma aula diferente. Ele ministrou uma palestra sobre a escassez hídrica e como evitar desperdícios de água no campo.

Doação em Várzea Alegre

Produtor doa 85 livros O técnico agrícola Aroldo Antônio Zanotti, 42 anos, que é cooperado da Coopeavi desde 2002 e trabalha com o plantio de tomate e café. Ele visitou a filial da cooperativa em Várzea Alegre e, junto com sua filha Lara Zanotti, realizou a doação de 85 livros para a Campanha de Natal Doe Livros. Na foto o cooperado e o colaborador Rodrigo Bianchi.


CT - Lojas Agro

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

5

Mulching na cultura do café: mais eficiência e redução de mão de obra Dia de Campo em Ituêta (MG) apresenta, aos cafeicultores da região, os benefícios do mulching na cultura do café

Agricultores se reuniram para saber mais sobre a nova técnica utilizada pelo cooperado

Georgia Alvim

Baixo Guandu-ES

R

edução de mão de obra, economia de água e moderação do uso de herbicidas. Esses são alguns dos benefícios ao utilizar o mulching na cafeicultura. Para tratar sobre este assunto, a Coopeavi realizou um Dia de Campo no Córrego Juazeiro, distrito de Ituêta (MG). O evento realizado no dia 29 de outubro, contou com a presença de 52 produtores interessados em conhecer mais sobre a inovação aplicada no cafezal do cooperado Valdemar Raasch. “Se nós não tivéssemos utilizado o mulching

Se nós não tivéssemos utilizado o mulching neste plantio, acredito que as mudas não teriam sobrevivido ao período de seca pelo qual estamos passando Valdemar Raasch, Cooperado

neste plantio, acredito que as mudas não teriam sobrevivido ao período crítico de seca pelo qual estamos passando”, avalia Raasch. O agrônomo da Coopeavi Aristeu Kuhn e o representante da Eletro Plastic Egildo Stieg, explicaram aos produtores

quais os principais benefícios da técnica. De acordo com eles, essa prática apresenta resultados significativos, como economia de mão de obra, por reduzir a necessidade capina. Ao mesmo tempo, a tecno-

logia também permite reduzir o emprego de herbicidas e, consequentemente, diminui o perigo de intoxicação das mudas. E também, gera uma grande economia de água, pois proporciona uma barreira

física que reduz transferência de energia e vapor d’água entre o solo e a atmosfera (evaporação), permitindo que o solo permaneça com umidade por período maior após a realização de uma irrigação.

Coopeavi apoia Seminário em Barra de São Francisco

O evento reuniu mais de 150 agricultores da região

O 1º Seminário sobre Manejo e Conservação de Solo e Água, em Barra de São Francisco (ES), realizado pelo Incaper, aconteceu no dia 10 de novembro e contou com o apoio da Coopeavi. O objetivo foi orientar cerca de 150 produtores familiares sobre as novas alternativas de convivência com a seca no campo.

O extensionista do escritório local do Incaper de Marilândia, Elio José dos Santos, ministrou uma palestra sobre tecnologias de conservação de solos e água com foco em produção de alimentos e produção de água. Em seguida, o engenheiro agrônomo e extensionista do Incaper, Euridis Bapstisti tratou sobre adequação de proprie-

dades, envolvendo projetos integrados de conservação de solo e água, incluindo experiências vivenciadas por produtores rurais em Colatina. O coordenador da Filial Coopeavi em Barra de São Francisco, Fredy Willians, avaliou o evento como positivo para os cooperados da região por agregar mais conhecimento sobre a seca.


6

Instituto Coopeavi

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Estudantes fazem uma recepção calorosa à doação

Cafezinhos são revertidos em doações para instituições da região As doações foram possíveis devido a comercialização de cafés especiais da Pronova durante a STA e a Feira Café com Leite Associação PestaloA zzi (Centro de Atendimento Educacional

Especializado “Manoel Valentim”) está presente em Santa Teresa desde de 1991. Na nova estrutura inaugurada em 2012, a associação presta gratuitamente serviços sócio-assistenciais para 75 pessoas com deficiências. Além disso, oferece atendimento específicos para população teresense. A Coopeavi tem uma relação estreita com a instituição desde 2010, quando promoveu internamente uma campanha para arrecadação de alimentos durante o período da Copa do Mundo de Futebol. Em

2011, juntamente com a Syngenta, a cooperativa contribuiu com a confecção dos uniformes para os colaboradores da unidade. Agora em 2016, a cooperativa arrecadou dinheiro com a venda de cafezinhos durante a V Feira Café com Leite, em Santa Teresa, e com a verba adquiriu e doou materiais de limpeza e higiene. Além dessa doação, o vice-presidente da cooperativa Denilson Potratz firmou um compromisso de contribuir semanalmente com o fornecimento de ovos e mensalmente com pó de café. “Assim como contribuímos com Apae de Santa Maria, também podemos ajudar a Pestalozzi, ambas fazem um trabalho muito importante para os munícipes santa-marienses e teresenses, respectiva-

mente”, afirma Potratz. “Nós acreditamos que não existe um trabalho se não houver bons parceiros, como o poder público e outras instituições, como a Coopeavi”, comenta a diretora pedagógica do Pestalozzi de Santa Teresa, Marisa Lucindo. O Hospital Madre Regina Protmann recebeu um enxoval completo

Hospitais e a APAE também são apoiados pela iniciativa

Nós acreditamos que não existe um trabalho se não houver bons parceiros

Marisa Lucindo, diretora pedagógica da Pestalozzi

Hospital de Itarana recebe doação Para o Hospital de Itarana, a cooperativa realizou a doação de R$ 575, com esse valor foram comprados porta-papéis e saboneteiras. Os itens foram entregues, no mês de setembro, pelos colaboradores da filial de Itarana e já estão em uso, contribuindo com a higiene dos pacientes e profissionais atuantes no local.

Essa é a terceira iniciativa do gênero realizada pela Coopeavi e a primeira fora da Semana Tecnológica do Agronegócio (STA). Desde 2015 a cooperativa levantou recursos financeiros com a comercialização de cafezinhos em seus eventos e contribuiu, além da Pestalozzi, com outras duas instituições: Hospital Madre Regina Protmann e a Associação de Pais e Amigos Especiais (Apae) de Santa Maria de Jetibá. Em 2015, os produtores contribuíram e foi arrecadado R$2.632,00. Com esse montante a cooperativa adquiriu um enxoval completo para centro cirúrgico e doou ao Hospital Madre Regina Protmann. A entrega do material aconteceu no mês de julho deste ano. Na STA realizada em agosto, a cooperativa repetiu a campanha e com

os R$2.411,30 arrecadados está trabalhando na construção de um viveiro acessível na Associação de Pais e Amigos Especiais (Apae) de Santa Maria de Jetibá. Já para a Hospital Concórdia, que atende a população de Santa Maria, a cooperativa disponibilizou R$10.000,00 em materiais de construção para execução do projeto de ampliação. “Um dos princípios do cooperativismo é o interesse pela comunidade, por isso, prezamos em firmar parcerias com essas com os hospitais, Apae e Pestalozzi”, comenta Potratz. em números

R$ 16.214,30

foram doados este ano à APAE, Pestalozzi e hospitais da região. Deste montante

R$ 10.000,00

foi doado para ampliação do Hospital Concórdia


Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Instituto Coopeavi

Mulheres rurais doam cabelo e sangue Além disso elas fizeram doação de donativos para o Hospital Santa Rita. A ação fez parte da mobilização do Outubro Rosa

A

s integrantes do Núcleo Feminino Cooperativista da Coopeavi participaram ativamente do movimento Outubro Rosa deste ano. Uma das ações realizadas por elas foi a doação de cabelo, sangue e donativos para o Hospital Santa Rita, em Vitória, referência no tratamento oncológico no Espírito Santo. No último dia do mês de outubro, um grupo de 20 mulheres saíram de suas propriedades, em Afonso Claudio e Santa Maria de Jetibá, para doar sangue no Criobanco de Vitória e cabelo na sede da Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (AFECC). “A iniciativa foi motivada pela Campanha Outubro Rosa e pela solidariedade com a mulher que sofre com o câncer de mama ou outro tipo da doença. Já estamos trabalhando a questão do voluntaria-

do, junto a estas mulheres, desde a formação dos núcleos cooperativistas femininos”, disse a coordenadora dos Núcleos da Coopeavi, Marcela Takiguti. A iniciativa surgiu de uma ideia entre as integrantes dos núcleos, como conta a produtora rural Cleuziani Rosa. “Uma amiga me falou sobre a ideia e eu achei muito boa. Eu doei cabelo e material de higiene pessoal. Eu espero, sinceramente, que mais pessoas possam fazer o mesmo que o nosso grupo fez”, disse. Ao saber da ideia, a Coopeavi prontamente deu todo o suporte para a iniciativa tornase realidade. “A cooperativa ofereceu o apoio necessário para a realização da ação, mas elas foram as percussoras”, comenta Marcela.

Umbelinda Josefa Delpupo Santos doou cerca de 50cm de cabelo para fazerem perucas

Quando grupos se mobilizam nos ajudam a minimizar as faltas (de material no banco de sangue) Ana Carolina Marinho, representante do Criobanco

Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio Destinado às agricultoras, pecuaristas, produtoras integradas e cooperadas, executivas de corporações, profissionais da indústria e sucessoras do agronegócio, o Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio foi o primeiro totalmente voltado para as mulheres do setor. Realizado entre os dias 25 e 26 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), a edição teve como tema “Desenvolvendo Oportunidades na era da Eficiência e Sensibilidade”. As palestras

Mulheres de Garrafão e Pontões doaram donativos e cabelo da sede da AFECC

e painéis de debates do Congresso foram apresentados por acadêmicos, cientistas e renomados profissionais do agronegócio. A Coopeavi, em parceria com o Sescoop/ OCB-ES, oportunizou a participação das coordenadoras dos Núcleos Cooperativistas Femininos da Coopeavi neste encontro. Para a bióloga Marcela Takiguti, representante do Instituto Coopeavi, foi uma oportunidade para as mulheres terem contato com outras lideranças femininas

Um grupo de 20 produtoras rurais participaram da ação em Vitória

Coordenadoras dos Núcleos Femininos da Coopeavi junto com José Luiz Tejon no Congresso

7


8

Negócio Café

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Cooperados da região prestigiaram a cerimônia de inauguração

Novo Armazém Coopeavi para café em Caratinga A nova estrutura conta com o padrão Coopeavi para cafés e atenderá produtores de café da região de Minas Gerais

A

Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) inaugurou, no dia 05, a primeira unidade para armazenamento de café em Caratinga (MG). A nova unidade começa a operar com uma estrutura completa de análise, comercialização e capacidade para armazenar 20 mil sacas de café. Apesar do cenário econômico brasileiro, a Coopeavi escolheu apostar na região por acreditar no potencial dos produtores. “Onde há agricultores empenhados em

desenvolver um forte trabalho em conjunto, o cooperativismo é um caminho a ser trilhado”, afirma Denilson Potratz, vice-presidente da Coopeavi. Havia desde 2013, quando a cooperativa iniciou as operações de compra de café na região, uma demanda por uma unidade padrão Coopeavi para armazenar a produção dos cooperados. Esta nova

Onde há agricultores empenhados em desenvolver um forte trabalho em conjunto, o cooperativismo é um caminho a ser trilhado Denilson Potratz, vice-presidente da Coopeavi

unidade é a primeira da cooperativa em Minas Gerais e conta com laboratório de prova, balança, maquinário para rebeneficiamento (ligas de café) e uma equipe qualificada para comercialização da produção dos cafeicultores. O objetivo da cooperativa é trabalhar com foco na qualidade do café, por isso, trabalhará para implantar e ampliar certificações de qualidade e sustentabilidade junto com os agricultores. “Essa nova estrutura abrirá diversas possibilidade e oportunidades de agregação de valor à produção do cooperado”, comenta Giliarde Cardoso, gerente do Negócio Café da Coopeavi. O novo armazém ofe-

recerá aos cafeicultores da região mais segurança para armazenar o café, facilidade de operações de troca (barter) e preços cada vez mais competitivos. Além disso, o cooperado contará com a possibilidade de armazenar sua produção na nova unidade. A cooperativa oferece segurança logística (cargas seguradas desde quando é retirado da propriedade), segurança financeira com pagamentos em dia e fiscal, pois recolhe todos os impostos e com emissão de nota fiscal. Desafio ”Chegamos em Minas Gerais para aproximar dos produtores rurais associados. No início foi um grande desafio, hoje

em números

20 mil sacas

de café é a capacidade de armazenagem da nova unidade

1.200 cooperados serão beneficiados na região de Caratinga

temos quatro (4) unidades e agora inauguramos este armazém. Temos aproximadamente 1.200 cooperados na região de Caratinga que confiam no trabalho da cooperativa. Estamos de portas abertas para trabalhar junto com o produtor e contribuir com o desenvolvimento das atividades rurais da região”, afirma Argêo João Uliana, sócio fundador e atual diretor Administrativo Comercial da Coopeavi.

Entrega do Prêmio Pio Corteletti

Os melhores cafés foram premiados em Santa Maria de Jetibá

A cerimônia de entrega do Prêmio Pio Corteletti é um dos principais momentos do ano Safra para os produtores de café de qualidade. A noite de premiações para a cafeicultura capixaba aconteceu no pátio da Loja Ma-

triz, em Santa Maria de Jetibá, no dia 10 de dezembro. O Concurso Pio Corteletti premiou os melhores cafés arábica e duas categorias da espécie conilon, cereja descascada e natural. No total foram distribuídos R$ 16 mil em

premiações, além de ágios repassados para todos os produtores finalistas no ato da comercialização com a Coopeavi. Confira a lista completa dos vencedores no site da cooperativa: www.coopeavi.coop.br


Negócio Café

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

9

Cooperados entre os vencedores do Cup of Excellence – Brazil 2016 Produtores da região de Afonso Claudio e Itarana foram listados como vencedores na categoria “Pulped Naturals” Associação BrasileiA ra de Cafés Especiais (BSCA) realizou, dia 29

de outubro, em Santo Antônio da Platina, no Paraná, a cerimônia de premiação do Cup of Excellence – Brazil 2016, principal concurso de qualidade para café no mundo, que realiza em parceria com a Apex-Brasil e a Alliance for Coffee Excellence (ACE). No total, foram 43 “Cup of Excellence Winners” e 22 “National Winners” nas categorias “Naturals” e “Pulped Naturals”, entre eles dois cooperados da Coopeavi. O café arábica produzido na região de Pontões, em Afonso Claúdio (ES), pelo cafeicultor Luciano Dutra Pimenta foi um dos “Cup of Excellence Winners”, com a nota 87,53 ficou em 13º colocado na categoria “Pulped Natural”. O café dele participou do leilão via internet e foi comercializado para a UCC Ueshima Coffee Co., Ltd., do Japão, que pagou US$5,357.18

(R$18.321,55) no lote finalista com cinco sacasa de café. Já os grãos produzidos na região de Jatibocas, em Itarana (ES), pelo cafeicultor Vanilto Grunewaldt alcançou nota 85,26 e ficou listado como um dos ganhadores “National Winners”, na categoria “Pulped Natural”. O café dele foi comercializado para a Caffeine Lab, de Montenegro, que pagou US$ 3,203.20 (R$10.954,94) no lote finalista com onze sacas de café. De acordo com a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, a arrecadação total e os altos lances pagos demonstram um crescente interesse dos estrangeiros pelo produto brasileiro, que avança a cada dia no conceito da qualidade mundo afora. “Com a crise que vivenciamos em nosso País, é muito gratificante ter nosso trabalho reconhecido mundialmente”, comenta.

Cafeicultor Luciano Pimenta junto com os colaboradores da Coopeavi: Edevaldo e Giliarde

em números

16 sacas

esse foi o volume de café dos dois produtores finalistas

29 mil reais

Cafeicultor Vanilto Grunewaldt com a esposa e o consultor da Coopeavi, Rômulo

foi o quanto eles receberam com a venda por leilão

chegou voliam targo: preciso no controle das três pragas do café. • Alta eficácia para proteção das folhas e dos frutos do café. • Longo período de controle.

Cafés tipo exportação

Exportação de cafés especiais guiu comercializar esses cafés com maior valor agregado, pois todos os grãos tinham nota acima de 85 pontos. E esse montante acrescido foi repassado para os cafeicultores, contribuindo assim com a sustentabilidade da atividade no campo e incentivando outros agricultores a adotarem a prática de produção com qualidade.

Produto em fase de cadastro no Paraná. Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.

© Syngenta, 2016.

Cafés especiais produzidos nas montanhas capixabas por cooperados da Coopeavi foram exportados para os Estados Unidos e Alemanha. No total foram embarcadas 1.280 sacas de café arábica no Porto de Vitória. Todas as sacas de café foram identificadas com o logotipo da Pronova e dados dos produtores dos grãos. A cooperativa conse-


10

Negócio Café

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Artigo do café

com João Elvídio Galimberti Agrônomo e Especialista de Mercado de Café Coopeavi

Quais as perspectivas para a cafeicultura no período pós seca? O impacto da falta de chuvas para a cafeicultura capixaba foi intenso e refletirá nas próximas colheitas, principalmente, do café Conilon. O último levantamento realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta uma redução de 32,4% na produção de Conilon. Diante deste cenário, quais as perspectivas do cafeicultor para o novo período após a seca? Para João Elvídio Galimberti, engenheiro agrônomo e especialista de mercado café da Coopeavi, é necessário analisar diversas variáveis para chegar a uma conclusão sobre as perspectivas futuras. A volta de chuvas em regiões produtoras foi muito comemorada pelos produtores, mas o volume de água não foi suficiente para recompor a déficit provocado pelo longo período sem chuvas. “Ainda há uma preocupação a respeito do que vai acontecer nos próximos meses com relação as precipitações que houveram recentemente, e que ainda demonstrarão o devido desenvolvimento dependendo das

Ainda há uma preocupação a respeito do que vai acontecer nos próximos meses com relação as precipitações que houveram recentemente, e que ainda demonstrarão o devido desenvolvimento dependendo das chuvas que virão nos próximos meses

chuvas que virão nos próximos meses”, disse Galimberti. A seca atingiu todo o Espírito Santo, no entanto, em intensidades diferentes em cada região. As regiões Norte e Noroeste do Estado, onde concentra a maior parte da produção de Conilon, foram mais impactadas. Já as regiões Sul e Serrana do Estado, onde há uma concentração maior da variedade arábica, sofreu um pouco menos devido a altitude e o clima mais ameno. A recuperação das lavouras produtivas em todo o estado, independente da variedade, depende muito da sequência de chuvas para reduzir a escassez hídrica. Por isso, ainda não há uma opinião concreta sobre o futuro da cafeicultura, o que existe são produtores na expectativa de continuar produzindo e conseguir vender o seu café por preços mais elevados. Esse tema de perspectivas e estratégias para o futuro na produção de café, foi discutido com os cafeicultores presentes na V Feira Café com Leite, no mês de outubro em Santa Teresa, interior do Espírito Santo. Confira abaixo

A volta de chuvas em regiões produtoras foi muito comemorada pelos produtores, mas o volume de água não foi suficiente para recompor a déficit provocado pelo longo período sem chuvas os principais pontos da palestra de João Elvídio Galimberti: Chuva e florada A chegada de um volume maior de chuvas no mês de setembro e outubro, deu uma nova esperança para o produtor devido as flores. Por exemplo, na cafeicultura de montanha, essas chuvas proporcionaram uma florada muito grande, diferente na região do Conilon, que teve uma florada, mas não foi convincente, e a maioria dos produtores não veem essa florada como sinônimo de produção, porque realmente a chuva no Norte do ES, ainda, não foram satisfatórias. Preço A maior preocupação neste momento

dos produtores é saber como se comportará o mercado em relação ao preço daqui para frente, porque eles estão visualizando uma possibilidade de ter uma produção menor no próximo ano, se comparado com a safra deste ano. Além disso, o café é uma commoditie e os preços são voláteis, dependendo de muitas variáveis, ou seja, é difícil afirmar se haverá uma elevação ainda maior dos preços, mas o sentimento geral dos cafeicultores é que os preços tendem a subir ainda mais. Agora, até aonde ele vai chegar é uma questão preocupante, pois todos sabem que isso pode impactar na composição dos blends e estabelecer uma dificuldade para a indústria comprar este café.

Cafés especiais A cadeia produtiva de cafés especiais está migrando para uma terceira onda, com a exigência de certificações e rastreabilidade do grão, e esse é o futuro deste segmento da produção cafeeira. Este momento é desafiador, mas também é uma oportunidade para o produtor se projetar neste cenário, onde a principal necessidade do consumidor é a transparência sobre o processo produtivo e a origem da produção dos grãos. Por isso, este é o momento de trabalhar para atender a demanda do consumidor e fazer uma gestão para agregar valor à produção do cafeicultor, garantindo a sustentabilidade da cafeicultura.


Negócio Avicultura

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

11

Qualificaves: Encontro de Gerações na Empresa Familiar Sucessão Familiar foi o tema abordado no último Qualificaves do ano. O evento foi realizado em Santa Maria de Jetibá. Thagner Kuster da AVES

oi realizado no dia F 10 de novembro o último módulo do Qualifi-

caves Postura Comercial 2016, no Society Pomerano, em Santa Maria de Jetibá. O evento organizado pela Coopeavi em parceria com a AVES teve como tema a palestra “Encontro de Gerações na Empresa Familiar”, ministrada por Usiel Carneiro de Souza, Administrador, Teólogo e Coaching. Além da palestra, também houve recreação para as crianças com pula-pula e casa de bolinhas. Usiel destacou os principais pontos que devem ser observados em meio a um empreendimento familiar, de modo que este possa vir a se tornar um negócio de sucesso. “No que diz respeito ao relacionamento entre familiares no empreendimento, não se deve pensar que este ambiente promete menos, ao contrário, é um ambiente muito mais rico e com muito mais possibilidades nessa relação, embora tenhamos que não negar aspectos emocionais, das intimidades, das expressões

Avicultores participaram de sorteios de produtos depois da última palestra deste ano do Qualificaves

Um empreendimento familiar constitui-se num espaço espetacular para que pais possam ajudar seus filhos Usiel Carneiro de Souza, administrador, teólogo e coaching

e que de alguma forma gerem algum desgaste”, afirmou. Segundo Usiel, quando falamos sobre as gerações pais e filhos, existem três coisas que todos os pais desejam para os seus filhos: felicidade, realização e fortalecimento. Eles querem que seus filhos

sejam pessoas fortes, capazes de enfrentar a vida, enfrentando aquilo que não é agradável, sendo superado, e seguindo adiante. “Um empreendimento familiar constitui-se num espaço espetacular para que pais possam ajudar seus filhos na construção, na conquista dessas três coisas tão importantes na vida. A maioria das pessoas não encontra isso, porque a gente simplifica e reduz demais a nossa carreira existencial. Muitas vezes reduzimos muito a coisas, a recursos, a dinheiro, a posição. Um ambiente familiar tem a oportunidade de trans-

cender isso, de acordar para o fato de que a nossa jornada de trabalho, aquilo que a gente empreende, aquilo que a gente quer alcançar, não é meramente o número que vai ser gerado, é sobretudo pessoas que estejam felizes, realizadas e no processo que estejam se fortalecendo, se tornando pessoas mais

capazes”, frisou. Pais devem se lembrar que ao longo do processo devem entregar aos filhos não um trabalho, mas sim uma missão, uma jornada de vida. O mais importante no processo, mais do que os negócios feitos foi a relação construída. Pais devem mostrar o amor por aquilo que fazem.

Os avicultores levaram seus filhos e esposas para participarem da última palestra

Concurso pedagógico da avicultura

Professoras premiadas no Concurso pedagógico da avicultura

O trabalho vencedor foi divulgado no dia 26 de setembro, dentro da XVII Feira CientíficoCultural e a III Semana Regional Centro-Serrana de Ciência e Tecnologia. Os três melhores receberam premiações em dinheiro. Com o tema “Casquetando com ovos”,aprofessoraNicoly Gomes Covre, da EMEIF Luiz Henrique Potratz, ganhou a premiação máxima de 1,5 mil reais.

O trabalho desenvolvido na EMPEIF de Rio Triunfo, pela pedagoga Maristela Berger Amorim, sobre “a vida da pintainha” ficou em segundo lugar. Em terceiro lugar, foi premiado o trabalho da escola EMEIF Antônio Gonçalves, desenvolvido pela pedagoga Valdete Kruger Martins, com o tema “Wijwilemeireigerinerschaul (Ovos são saudáveis: queremos mais

ovos nas escolas)”. Elas levaram para casa uma premiação de mil e quinhentos reais, respectivamente. “A ideia surgiu devido à grande quantidade de ovos produzidos em Santa Maria de Jetibá. Em média, são 1.700 quilos de cascas descartadas, com isso, o trabalho abordou soluções de como reutilizá-las de forma sustentável”, disse Nicoly.


12

Negócio Avicultura

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 42

Cada galpão terá capacidade de alojar 100 mil aves

Inscrições abertas para participar no primeiro galpão do Condomínio Avícola Coopeavi As fichas de inscrições podem ser entregues até o dia 13 de janeiro. Qualquer cooperado pode se inscrever. Coopeavi abre as A inscrições para produtores rurais, associa-

dos à cooperativa, interessados em investir no primeiro Condomínio Avícola para produção de ovos do Brasil. A previsão é alojar 100 mil aves no primeiro semestre de 2017. O primeiro Condomí-

nio Avícola para Postura Comercial foi inaugurado no início do segundo semestre de 2016, em Alto Caldeirão, município de Santa Teresa (ES). A iniciativa que surgiu da participação de um cooperado, nasceu com o intuito de democratizar uma produção de ovos em alta escala para pequenos avicultores. O primeiro galpão com o sistema de condomínio terá a capacidade de alojar 100 mil aves, que serão divididas em cotas de 5%, ou seja, aproxi-

madamente cinco mil galinhas comercializadas com os cooperados que tiverem interesse em investir no novo empreendimento. De acordo com o Edital, o produtor poderá comprar no máximo nove (09) cotas em cada galpão, resguardando assim a participação máxima de 45% por cooperado. O produtor investidor receberá mensalmente relatório de desempenho, com indicadores produção diária, consumo de ração, temperatu-

Veja como funcionará a triagem dos inscritos

Será realizada respeitando os seguintes critérios e ordem 1º Avicultores 100% integrados a cadeia produtiva, que adquirem insumos, rações e frangas na Coopeavi e comercializam a sua produção com a cooperativa; 2º Avicultores com 10 anos ou mais de associado a Coopeavi, independente da comercialização de ovos e de aquisição de insumos, rações e frangas;

3º Produtores rurais associados a Coopeavi há mais de 10 anos, independente da atividade por ele realizada; 4º Produtores rurais associados a Coopeavi há mais de 02 anos, independente da atividade por ele realizada. Mais informações ligue: (27) 99976-7513

ra média e mortalidade. No décimo (10º) dia de cada mês, a cooperativa fará apuração e repassará aos cooperados cotistas os custos e o saldo mensal da comercialização. “O objetivo principal é dar a oportunidade aos nossos sócios, principalmente aos pequenos avicultores, de ter acesso a um sistema automático de produção, padronizar o manejo e, por consequência, o produto, possibilitando acessar mercados mais

exigentes”, afirma o presidente da Coopeavi Arno Potratz. Além disso, ele afirma que essa iniciativa visa proporcionar aos cooperados uma renda extra mensal, contribuindo assim para a sustentabilidade dos pequenos investidores familiares. “O avicultor poderá investir junto com a cooperativa, ter uma renda extra e também ter os finais de semana livres para se dedicar a sua vida pessoal e social”, exemplifica Potratz.

Edital e inscrições O edital com todas as informações está disponível no site da Coopeavi e foi publicado em um jornal de grande circulação no final de novembro. Qualquer produtor rural associado a Coopeavi pode se inscrever e aguardar a realização da triagem, que acontecerá em janeiro.

Para se inscrever ou para saber mais informações acesse o site: www.coopeavi.coop.br

Coope Notícias - Dezembro 2016 - ED #42  

Informativo bimestral da Coopeavi.