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Apesar da seca, produtor aumenta produção de leite

SANTA MARIA DE JETIBÁ ANO 7 Nº 38 ......................................

JANEIRO 2016

Dia de Campo mostra exemplo de produtor que com uso das rações Coopeavi e assistência técnica tem conseguido superar o momento de pouca chuva.

UMA PUBLICAÇÃO DA COOPEAVI AGRONEGÓCIOS

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Coopeavi inaugura o 5º armazém de café no ES

Avicultores inovam para reduzir o custo de produção

O terceiro empreendimento da cooperativa no Norte do ES demandou um investimento de aproximadamente 07 milhões de reais e fica localizado em Vila Valério, importante município produtor de conilon do ES.

Produtores de Santa Maria de Jetibá e Santa Teresa utilizam telhas transparentes em suas granjas, economizam energia, aumentam produtividade e ganham destaques em publicações nacionais, estaduais e regionais.

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Por dentro da Coopeavi

Prezado cooperado, O último ano foi recheado de surpresas, mas se findou. Estamos em um novo ano, junto com 2016 chegou a esperança, as chuvas voltaram a cair e isso nos deixa muito felizes, pois sabemos da importância da água para o agronegócio em geral, sem ela não podemos plantar e colher o nosso sustento. Apesar da escassez hídrica que assolou os nossos estados (ES e MG) nos últimos anos, temos notícias boas para compartilhar contigo. A dificuldade não nos fez parar de investir na cooperativa e reconhecer os produtores empenhados em fazer qualidade. A inauguração, do tão aguardado, Armazém de Café em Vila Valério e os as premiações, como o Pio Corteletti, Prêmio Colheita Premiada e Prêmio Cafuso UCC, são provas disso. As nossas energias se renovam quando vemos produtores inovando e superando os momentos de dificuldades, como são os casos dos avicultores Solimar Berger e Fabrício Oliveira, que com uma simples mudança de telha, reduziram os custos de produção e até aumentaram a produtividade de ovos em suas granjas. O que dizer então do sr. Manuel Alonso, de Muniz Freire? Conseguiu manter suas vacas bem nutridas e ainda aumentou o volume de leite em plena seca. Além destas histórias, você lerá nas próximas páginas diversas experiências positivas desenvolvidas por produtores em conjunto com a nossa Consultoria Técnica. Isso aumenta as nossas convicções que ao conectar as nossas experiências podemos continuar trabalhando em união, crescer de mãos dadas e fortalecer ainda mais nossa cooperativa.

Boa leitura.

ARNO POTRATZ

DENILSON POTRATZ

ARGÊO ULIANA

PRESIDENTE

VICE-PRESIDENTE

DIR.ADM.COMERCIAL

Santa Maria do Jetibá- (ES) - Ano VIII - Nº 38 Diretoria Executiva - Arno Potratz (Presidente), Denilson Potratz (Vice-Presidente) e Argêo Uliana (Diretor Administrativo Comercial). Conselho Vogal - Avelino Hell, Claúdio Novelli, Ederson Jacob, Edival Corteletti, Fábio Foesch e Willian Espíndula. Conselho Fiscal - Solimar Plaster, Horário Muller e Sigmar Miertschkink Gerência Executivas- Carlos A. Lima, Daniel Piazzini, Luís C. Brandt e Marcelino Bellardt. Diagramação - Thiara Nascimento Textos -Domicio Faustino Foto de Capa - Weverson Rocio e Felipe Amarelo Revisão - Domicio Faustino, Daniel Piazzini Fale Conosco - (27) 3263 4750 - ramal 4830 imprensa@coopeavi.coop.br

Tiragem: 3.000

Avenida Francisco Schwartz, nº 88, Centro, Santa Maria de Jetibá-ES CEP: 29645-000 www

.Coopeavi.coop.br /CoopeaviAgronegócios /Coopeavi

Destaque no 9º Prêmio de Jornalismo Cooperativista A premiação recebeu uma quantidade recorde de inscrição, foram 131 materiais, entre matérias, fotos e vídeos. Além disso, a participação popular também foi maior em relação as últimas edições, mais de 22 mil votos em cinco dias de votação. A cooperativa com maior número de materiais finalistas foi a Coopeavi, entre os 30 selecionados, 13 citavam a Coopeavi e/ou seus cooperados.

Editorial - Informativo Bimestral da Coopeavi

Conectando experiências: foi o tema da reunião de alinhamento

A premiação que ocorreu na última sexta-feira de novembro, em Vitória, contou com as presenças dos diretores da Coopeavi: Denilson Potratz (vicepresidente) e Argêo Uliana (diretor Adm. Comercial), além de autoridades e outros representantes das cooperativas em solo capixaba e jornalistas. Dos 17 prêmios distribuídos aos profissionais de comunicação, cinco tinha a Coopeavi relacionada em seus materiais.

A Coopeavi, atualmente, é a maior cooperativa do Espírito Santo (ES), de acordo com o Anuário 200 Maiores Empresas no ES. São cerca de 600 colaboradores trabalhando diariamente para viabilizar as melhores condições para mais de 10 mil produtores rurais associados. A unidade entre os colaboradores é fundamental para a fluidez do

trabalho no dia a dia da cooperativa. No último sábado (28), todos os funcionários da Coopeavi do ES e Minas Gerais (MG) se reuniram em Santa Teresa (ES), para um alinhamento estratégico dos objetivos para 2016 e um balanço das metas deste ano.Foram cerca de seis horas de troca de experiências e conexão de boas energias.


Por dentro da Coopeavi

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IEL-ES aponta a Coopeavi como a Maior Cooperativa Agro do ES

A Coopeavi continua ganhando posições entre as maiores empresas, segundo o “Anuário IEL 200 Maiores Empresas no Espírito Santo”, divulgado nesta quinta-feira (29/10), em Vitória, pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes). Entre as cooperativas agropecuárias/ agroindustriais a Coopeavi ficou classificada na primeira posição. “Mais uma vez mostramos a força do cooperativismo sério e a importância da união dos produtores rurais para a economia capixaba”, disse o vice-presidente da cooperativa, Denilson Potratz. Já o presidente, Arno Potratz, destacou o trabalho coletivo. “Continuamos trabalhando focados para contribuir com o crescimento sustentável da Coopeavi e de seus cooperados”. O “Anuário” classificou a cooperativa em três listas: “200 Maiores Empresas no Espírito Santo”, “As Maiores Empresas de Comércio Varejista” e entre “As 100 Maiores Empresas Capixabas”. Em relação ao último ano, a Coopeavi foi a única cooperativa agropecuária/ agroindustriais a ganhar posições no ranking das “200 Maiores”, ascendeu

oito posições, da 51ª para 43ª posição. A maior destaque foi entre as empresas capixabas, a cooperativa ganhou 15 posições, saltando do 30º para a 15º lugar. Já entre as empresas do comércio varejista, a Coopeavi permaneceu na 4ª posição. Com esses resultados a cooperativa se consolida como a maior cooperativa agropecuária/agroindustriais do Espírito Santo e a segunda maior entre as cooperativas de todos os setores econômicos. A classificação é realizada com base nos dados de faturamento do último ano (2014). “É um orgulho muito grande ver a Coopeavi em posição de destaque no Espírito Santo, ainda mais por ter feito parte da fundação da cooperativa há 51 anos”, comentou o sócio fundador e atual diretor Administrativo Comercial da Coopeavi, Argêo Uliana. Realizado há 19 anos, o “Anuário IEL” faz um levantamento dos indicadores econômicos das 200 principais empresas atuantes em solo capixaba, que corresponde 80% do Produto Interno Bruto (PIB) capixaba. A publicação é a principal avaliação econômica do Espírito Santo.

Ano

Revista EXAME

Anuário IEL

Anuário do Agronegócio - GLOBO

200 Maiores do ES

100 Maiores Empresas Capixabas

10 maiores Varejistas

400 Maiores do Agronegócio

500 Maiores do Agronegócio

50 maiores crescimentos - Agronegócio

50 Variação de Ativo

2015

43

15

4

321

255

27

29

2014

51

30

4

343

294

2013

58

26

4

349

335


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Negócio Avicultura

Avicultores inovam para reduzir o custo de produção Por dia, um lote de galinhas precisa, em média, de 16 horas de luminosidade para ter uma produção regular. A falta de luz necessária acarreta em uma baixa produtividade e a qualidade também ficar pior. A solução mais comum para suprir a necessidade de luz são as lâmpadas instaladas dentro dos galpões. Dependendo do dia e da quantidade de aves alojadas, é preciso manter todas as lâmpadas acesas, mesmo durante o dia. Com isso, o consumo de energia acaba sendo um dos vilões no custo de produção na avicultura de postura. Em busca de alternativas para economizar, ambos aceitaram fazer um experimento proposto pelos veterinários da Coopeavi e trocar parte das telhas de amianto por telhas transparentes. “Fizemos um teste com duas telhas transparentes por quatro meses e deu muito certo”, afirma Solimar, que depois do teste adotou o método e praticamente não utiliza mais energia elétrica durante o dia. Além disso, a produtividade em sua granja aumentou. “Tivemos

um aumento imediato de 2% na produtividade”, comenta. Na granja do Fabrício, a economia de energia é de 10 horas por dia.

“Isso é o que explica veterinário da Coopeavi, Tarcísio Simões. “A luminosidade influencia direta-mente no consumo de ração, favore-cendo a ingestão necessária de nutrientes durante o dia e, consequentemente, aumentando produtividade dos ovos e uniformidade do lote”. “Estou trabalhando com dois galpões, um com 7 mil e o outro com 14 mil aves. Neste segundo, a luz precisava ficar ligada o dia todo (6h às 17h), principalmente em dias nublados ou chuvosos, com as novas telhas instaladas, não há necessidade de ligar as lâmpadas neste período”, disse o avicultor Fabrício Oliveira. Ele ainda nos disse que houve

melhorias em outras frentes, como na secagem mais rápida dos estercos, diminuição da proliferação de moscas e uma redução de refugos (aves fracas), diminuindo assim a mortalidade. “Percebemos uma melhora no esterco, antes o esterco do meio da granja tinha mais umidade, o que favorecia a proliferação de lavas e moscas. Com a instalação das telhas, percebemos que a secagem do mesmo está sendo mais rápida e com isso, diminuiu a quantidade de moscas.”, disse. Para o Solimar, “o investimento inicial é um pouco mais alto, porque tem que mexer em toda a estrutura do telhado da granja, mas em médio prazo o investimento compensa”. O retorno do capital investido é diário. “Não levantamos em valores concretos o quanto conseguimos ganhar, mas só a produtividade elevou cerca de 3%”, argumenta Fabrício. “De imediato parece até pouco um aumento de 2 ou 3%, mas se a gente somar essas diferenças diárias com a redução da conta de luz, no final do mês teremos uma

alteração positiva na rentabilidade da atividade”, complementa. Na visita à granja do Solimar, ele nos explicou como fez a distribuição das telhas no galpão para garantir uma luminosidade uniforme. “Instalamos uma telha transparente a cada dois metros, alternando o lado (esquerdo e direito)”. Com isso o tempo de lâmpadas acesas reduziu 25%. Ambos tinham uma preocupação com relação a ao aumento da temperatura no ambiente interno d o s a lo j a m e n t o s . Po r i s s o , o Fabrício optou por comprar telhas específicas, que permite passar a luminosidade e não retém o calor. Já o Solimar, pintou as telhas com tinta branca durante os experimentos, o resultado não foi satisfatório, por isso, também instalou as telhas com característica específicas. A própria Coopeavi está adotando esse método novo. “Na Recria substituímos algumas telhas em busca de obter melhores resultados zootécnicos e economia de energia elétrica”, aponta Simões.


Negócio Avicultura

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Qualificaves Técnico: avicultores começam o ciclo de visitas No dia 15 de dezembro um grupo de dez produtores ligados à cooperativa foram convidados para a primeira visita do novo programa de capacitação para os cooperados, o Qualificaves Técnico. O programa é uma extensão do Qualificaves – Avicultura de Postura, idealizado para capacitar os avicultores da região por meio de palestras mensais durante o ano.

O primeiro grupo de produtores convidados, visitou o Entreposto de Ovos e conheceu os processos internos desde a recepção do ovo até a expedição para o mercado consumidor. “São diversos programas de autocontrole implementados para padronizar os processos de produção garantindo um alimento de qualidade, regulamentados e fiscalizados pelo Ministério da Agricultura”, afirma o

Santa Maria de Jetibá comemora o Dia do Ovo A Coopeavi, junto com a Associação de Avicultores do Espírito Santo (AVES), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Instituto Ovos Brasil, realizou diversas ações para comemorar o Dia do Ovo, uma delas foi realizada com os alunos da Escola Cooperação, Escola de Educação Infantil Pommer

e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Eles tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a cadeia produtiva do ovo e suas utilidades culinárias. Cerca de 300 estudantes participaram da iniciativa durante os dias 8 e 9 de outubro. As ações ocorreram na Escola Cooperação.

médico veterinário Nielton Cezar Ton. Esses métodos e padrões adotados pela cooperativa na recepção dos ovos, pesagem, alimentação da máquina classificadora, embalagem e expedição, além do trabalho de rastreabilidade de cada ovo, são desconhecidos por boa parte dos cooperados/avicultores. “O objetivo é compartilhar com o produtor questões importantes que visam oferecer aos consumidores ovos padronizados e com qualidade superior, como no caso da rastreabilidade, onde a família consumidora conhece a família produtora”, disse o gerente executivo de produção e comercial Luís Carlos Brandt. Ao final da visita, os avicultores enfatizaram a relevância do momento e ainda relataram que participação agregou uma noção maior do trabalho sério realizado pela cooperativa.

O avicultor Edvan Kruger disse que “não tinha ideia que era isso tudo, é muito grande”. Para a cooperada Laudineia Binow Saik, a oportunidade foi relevante para perceber “diversos detalhes” imprescindíveis realizados pela cooperativa para garantir uma padronização do produto. Os avicultores visitarão as demais unidades do ciclo ovo, como a Recria e a Fábrica de Rações da cooperativa. Para o Brandt, “a ideia é envolver todos os avicultores ativos e envolvidos com a cooperativa”. O calendário das próximas visitas já está definido com os nomes dos avicultores a serem convidados. Os veterinários Nielton Cezar Ton e Tarcísio Simões, farão contatos e entregarão os convites com o cronograma de visita de cada produtor.


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Negócio Café

Afonso Cláudio e Itarana produzem os melhores cafés do ES Os melhores cafés do Espírito Santo foram divulgados na sede da Pronova, em Venda Nova do Imigrante, dia 11 de dezembro. Os cafeicultores de Afonso Cláudio e Itarana faturaram as primeiras colocações em três categorias: Arábica, Conilon Descascado e Conilon Natural. Ao todo foram distribuídos cerca de R$110 mil aos finalistas, entre premiação e ágio pago pelo café comercializado. Todos os produtores finalistas receberam um reconhecimento pela qualidade de seus cafés, no ato da comercialização. Os cafeicultores de Conilon ganharam ágios de R$25 a R$50 por saca de café. Já para os cafés arábicas, o ágio foi de até R$150 por saca. Além disso, os três melhores cafés de cada categoria foram premiados. Os melhores cafés Conilon tiveram uma premiação de R$1.500, R$1.000 e R$500, primeiro, segundo e terceiro, respectivamente. Na categoria Conilon Natural, os cafeicultores premiados foram Mariceia Aparecida Bleidorn Pancini (3º), de Cachoeiro de Itapemirim; Luciano Tonoli (2º), Afonso Claudio; e Arthur Krause (1º), Itarana, foi o campeão da categoria com nota 84,9, a diferença da nota entre o primeiro e o terceiro colocado foi de apenas 1,74 pontos. Na categoria Conilon - Cereja Descascado, as premiações foram para Mariceia Aparecida Bleidorn Pancini (3º), de Cachoeiro de Itapemirim; Edilson Brandt (2º), Afonso Claudio; e pelo terceiro ano consecutivo, João Delpupo faturou o primeiro lugar (1º), o cafeicultor de Afonso Cláudio se tornou tricampeão e uma referência em Conilon de qualidade, seu café

90 pontos. O primeiro colocado alcançou nota 93,83, já para o segundo a nota foi 92,50 e o terceiro ficou com nota 91,58. A V edição do Concurso de Qualidade de Café Pio Corteletti (Conilon e Arábica especiais) recebeu um recorde de amostras, foram 247 amostras de 13 municípios diferentes: Afonso Cláudio, Baixo Guandu, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Itaguaçu, Itarana, Marechal Floriano, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, São Roque do Canaã, Vargem Alta e Venda Nova do Imigrante. Dos inscritos, 77 amostras atenderam todos os requisitos de qualidade, previsto no regulamento, como nota superior a 83. Ou seja, todos os cafés finalistas puderam ser considerados cafés de qualidade superior, por esse motivo, a Coopeavi estendeu a premiação a todos os finalistas. “Distribuímos uma premiação recorde, foram aproximadamente R$110 mil para todos os produtores que se dedicaram em realizar um trabalho diferenciado”, comenta o vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz. O objetivo do prêmio foi identificar os melhores cafés e dar reconhecimento mais amplo aos produtores de cafés associados à cooperativa. Os cafeicultores ganharam no ato da comercialização e ainda concorreram uma premiação diferenciada no final do concurso. Desde 2011, o Prêmio Pio Corteletti alcançou nota 87,25. A diferença para O vencedor foi o produtor de premia os cafés com nota superior, mas Itarana, Avelino Helker. Seguindo este ano foi a primeira vez com essa o terceiro colocado foi de 1,92. Já para os melhores cafés da categoria pelos cafeicultores Edmar Zuccon nova estrutura, mais democrática, de Arábica – Cereja Descascado, o (Brejetuba) e Denivaldo Manske reconhecimento. Além de disseminar prêmio foi diferenciado: R$5.000 (Afonso Claudio). A nota dos boas práticas, incentivando a cadeia (1º), R$3.000 (2º) e R$2.000 (3º). três primeiros colocados superou cafeeira a produzir cafés de qualidade.


Negócio Café

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Cooperados fazem os melhores cafés arábica do ES

Café capixaba ganha prêmio de melhor do Brasil O lote de cafés Conilon dos cooperados Coopeavi faturou o primeiro lugar no Concurso Colheita Premiada, lançado este ano para valorizar os cafeicultores brasileiros e eleger o melhor café entre todas as regiões produtoras do Brasil. Os vencedores foram anunciados no dia 17, quinta-feira, em Montes Claros (MG), durante a inauguração da fábrica da Nestlé, a primeira fora da Europa. O concurso comtemplou 13 finalistas com premiações em dinheiro no valor total de R$ 450 mil. De acordo com nota à imprensa da Nestlé, o grande vencedor terá seu café utilizado em uma edição especial de cápsulas NESCAFÉ® Dolce Gusto®, 100% brasileira. O produto será comercializado no Brasil e outros países onde a marca está presente a partir de julho de 2016. A nova cápsula será parte da série “cafés especiais”, que incrementa o portfólio global de NESCAFÉ® Dolce Gusto com novos sabores a cada ano. Esta é a primeira vez que o café brasileiro

será escolhido como a grande estrela. A cooperativa teve um papel fundamental no processo de união dos cafés dos produtores para formar o volume exigido pelo regulamento do prêmio, 850 sacas de café por lote. O setor de qualidade de cafés da Coopeavi buscou em seus armazéns cafés já adquiridos, realizou um filtro de qualidade, como nota de degustação e tamanho dos grãos, para reunir o café necessário com qualidade superior. Um outro detalhe que diferenciou o Conilon escolhido com o melhor do país foi o trabalho realizado por meio da Verificação 4C, iniciado em meados de 2014. “Todos os cafés selecionados para integrar o lote inscrito são de produtores 4C”, afirma o gerente de Comercialização de Café da Coopeavi, João Elvídio Galimberti. Mesmo sendo um café adquirido pela cooperativa junto ao produtor antes da inscrição no prêmio, o valor conquistado como premiação será rateado entre os 10 cafeicultores integrantes. “Cooperativismo é isso, reunimos os melhores, conquistamos o prêmio e temos a preocupação de repassar parte da premiação para os agricultores que acreditou no trabalho que estamos realizando com a Verificação 4C”, disse o vice-presidente da Coopeavi Denilson Potratz. Nas fábricas Dolce Gusto do exterior, normalmente são utilizados cafés robusta do Vietnã. "Nós conseguimos, por meio de pesquisa e com o engajamento do governo e de produtores do Espírito Santo, principal estado produtor, um ótimo conilon capixaba, que substitui muito bem o robusta do Vietnã", garantiu o gerente Agrícola de Cafés da Nestlé, Pedro Malta.

Nove entre os vinte cafés das Montanhas do Espírito Santo premiados pelo 13º Prêmio de Qualidade Real Café Cafuso/UCC – Ueshima Coffee são produzidos por cooperados Coopeavi. O café com melhor nota de bebida foi do produtor Luciano Dutra Pimenta, do município de Afonso Cláudio, que, no entanto, ficou com a segunda colocação, devido à perda de alguns décimos na auditória de sustentabilidade. Além dele, cinco produtores ficaram classificados entre os dez melhores: Valdeir Dalcin Tomazini - Castelo (4º), Anilton Afonso Miniquite – Vargem Alta (5º), Solimar Tomazini - Castelo (8º), Jeremias Littig Braga – Afonso Claudio (9º) e Marcos Marchioro – Vargem Alta (10º). Também foram premiados entre a 11ª a 20ª posição, os cooperados Luciano Delpupo, José Leandro Romão e Madalena Zambon Delatorre. “A Coopeavi foi a instituição que mais enviou amostras para o Prêmio”, disse o deputado federal Evair Vieira de

Melo. Foram 12 amostras inscritas no prêmio por meio da cooperativa e destas, nove foram premiadas. “Saímos de um padrão inferior para nos tornar referência mundial. Devemos isso a ousadia e boa gestão de nossos produtores e parceiros”, enfatizou o deputado. A cerimônia de premiação aconteceu no dia 14 de novembro, em Venda Nova do Imigrante. Participaram o governador Paulo Hartung, o senador Ricardo Ferraço, o prefeito de Viana Gilson Daniel, o prefeito de Venda Nova do Imigrante Dalton Perim, o secretário de Estado de Agricultura Octaciano Neto, o secretário de Estado de Desenvolvimento José Eduardo Faria de Azevedo, representantes do Grupo Tristão e da Ueshima Coffee Company (UCC), da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana – Coopeavi (o vice-presidente Denilson Potratz e o diretor Adm. Comercial Argêo Uliana), de entidades ligadas ao setor e famílias de cafeicultores.


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Negócio Café

Coopeavi inaugura o 5º armazém de café no ES A Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) inaugurou o seu quinto armazém de café no Espírito Santo, dia 05 de dezembro. Para aquisição e construção do empreendimento foram investidos cerca de R$ 7 milhões, sendo boa parte em equipamentos de altíssima qualidade. A nova unidade, com capacidade de estocagem de 30 mil sacas de cafés beneficiados, contribuirá para o crescimento de 728 cafeicultores associados. As novas instalações, sediada em Vila Valério, conta com uma estrutura de classificação, degustação, sala de reuniões, secagem de café, silos, máquina de ensaque, costuradeira, entre outros equipamentos, como o carregamento e transporte a granel. A maior parte do total dos investimentos foram para a aquisição de equipamentos de última geração. “Estar aqui no Norte do Espírito Santo é um orgulho para nós”, afirma o presidente da Coopeavi Arno Portratz.

Essa é a terceira unidade de Coopeavi no Norte do Espírito Santo. Com o Armazém os produtores terão mais comodidade e garantias de armazenamento seguro da sua produção. “Com essa estrutura estaremos mais perto dos cafeicultores e com um conjunto de equipamentos modernos”, afirma o gerente executivo de marketing da Coopeavi, Daniel Piazzini. A cidade foi escolhida para receber o investimento por ser uma das principais produtoras e ser cercada por municípios responsáveis por grande parte da produção capixaba, como Jaguaré, Sooretama, Nova Venécia, Governador Lindemberg, Rio Bananal, São Gabriel da Palha e Barra de São Francisco. O evento de inauguração conta com a presença do deputado estadual Hudson Leal, prefeito de Vila Valério Luizmar Mielke, vereador Robson Parteli, diretoria excutiva da Coopeavi: Arno Potratz (presidente), Denilson Potratz (vice-presidente) e Argêo Uliana (diretor Administrativo Comercial).


Negócio Café

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Saúde dos homens em destaque em Garrafão No dia 20 de novembro, o distrito de São João de Garrafão recebeu um mutirão de profissionais, com atendimentos e atividades voltadas para informar sobre a importância de o homem buscar o médico regularmente e preventivamente. “Em sete anos que trabalho como coordenadora da estratégia da saúde da família na Unidade de Saúde de São João de Garrafão, esta é a primeira vez que há uma ação ampliada e exclusiva para os homens”, afirma a enfermeira Marcela Sarmento Vilarinis. A preocupação das cooperativas santa-marienses com a saúde dos homens vai muito além do mês de novembro. “A população masculina no interior tem uma limitação cultural de procurar o atendimento médico”, complementa Vilarinis ao falar do

perfil e da importância da decisão das cooperativas. Pensando nisso, a bióloga e coordenadora do Instituto Coopeavi, Marcela Takiguti, afirma que “o objetivo é interiorizar essas ações para ampliar informação a população capixaba, principalmente, aos produtores rurais”. Foram oito horas com serviços públicos de qualidade à população. Cerca de 70 homens tiveram a oportunidade de participar de palestras, aferir a pressão arterial e glicemia capilar, conhecer o Índice de Massa Corporal (IMC) e acesso a vacinas (Hepatite B). No evento receberam informações sobre vasectomia, câncer de próstata, saúde bucal, irrigação consciente, insolação, entre outros. Além disso, puderam sair com um novo corte de cabelo sem pagar nada por isso.

Doação de equipamentos para os Bons Samaritanos A recuperação de pessoas com dependência química tem sido uma das preocupações da sociedade nos últimos anos. Por isso, parte das ações do Dia C, realizado pelas cooperativas de Santa Maria de Jetibá, foi contribuir com o trabalho realizado pela Associação

Bom Samaritano com dependentes. Em outubro de 2015, a Coopeavi realizou a doação de computadores que estavam em desusos e instalou um mini laboratório de informática para pesquisa e formação digital dos internos.


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Instituto Coopeavi

Coopeavi incentiva leitura nas escolas Durante o ano milhares de revistas e jornais chegam à Coopeavi, esse material faz parte do conteúdo de atualização dos nossos colaboradores e cooperados. Mas diante do dinamismo da comunicação, depois de lido, esses periódicos perdem relevância. E qual o destino destas revistas e jornais? A Coopeavi realiza doações às escolas

municipais para ser utilizado como material de pesquisa e de incentivo à leitura dos estudantes de Santa Maria de Jetibá. No mês de novembro foram doadas mais de 500 revistas, jornais, anuários e informativos para a Escola Cooperação. Os alunos receberam o material com muita alegria e

Qualificaves especial para as mulheres em Santa Maria de Jetibá

O consultor de Recursos Humanos da Ourofino Saúde Animal, Aldo Bianco ministrou palestra em comemoração ao Outubro Rosa, movimento internacional que chama atenção para a causa do câncer de mama. Com o tema “O Papel da Mulher no Agronegócio Brasileiro”, a apresentação será feita no 8º módulo do Qualificaves, Programa Anual de Capacitação de Avicultores aconteceu no dia 14 de outubro, em Santa Maria de Jetibá (ES). "É notável o crescimento da participação da mulher no agronegócio brasileiro, hoje mais de 40% delas estão atuando nos mais diferentes segmentos do setor produtivo nacional. Pelas habilidades naturais e pelas

buscas de qualificação e competências profissionais, a mulher vem se fortalecendo nos papéis de Liderança e Gestão”, comenta Aldo Bianco. A palestra abordou os aspectos do desenvolvimento pessoal e profissional da mulher no agronegócio, os conflitos naturais do dia a dia, as ações de alto impacto dentro de seus negócios e seus resultados. “Tivemos a oportunidade de interagir com os participantes, pessoas que estão em um dos mais importantes estados no setor avícola, que fazem acontecer, geram resultados e que amam aquilo que fazem, portanto, foi um encontro de sinergia e compartilhamento de experiências”, completa Bianco.

entusiasmo para consultar um material único e especializado sobre nossa principal atividade do município, o agronegócio. Para a professora Neuza Naimeke, a doação ajudará muito para atualizar o banco de periódicos da Escola. “Recebemos a doação com muita alegria, as nossas revistas já estavam mais velhas,

para a formação deles é muito importante ter materiais mais recentes”, disse. Além da Escola Cooperação, outras escolas do município são beneficiadas com doações de revistas e jornais realizadas pela Coopeavi: CMEI Pommer e a Escola Estadual Graça Aranha, entre outras.

Cooperativas homenageadas em Venda Nova do Imigrante As cooperativas que atuam em Venda Nova do Imigrante, foram prestigiadas na noite do dia 20 de outubro, entre elas a Coopeavi (Pronova). A cerimônia foi uma iniciativa do vereador Francisco Carlos Foletto e ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Vereadores. O sócio fundador e atual diretor Administrativo e Comercial da Coopeavi, Argêo Uliana, esteve presente na Câmara para receber a homenagem. “Como em qualquer sociedade, e no cooperativismo ainda mais, só conseguimos avançar se os envolvidos estiverem unidos. A participação dos cooperados é fundamental para conseguirmos novas conquistas”, disse Uliana. Já o vereador Benjamin Falqueto, que participou do início das atividades

cooperativistas no Espírito Santo, destacou a personalidade do líder Argêo Uliana. "Não só o considero como diretor da cooperativa, mas sim um herói, um lutador, um entusiasta do cooperativismo capixaba, que enfrentou e sobreviveu a todas as crises que derrubaram as cooperativas e a Centralcoope.", comentou. Os demais vereadores agradeceram a presença do diretor da Coopeavi e destacou a importância de Venda Nova do Imigrante contar com uma instituição com mais de meio século de tradição. “A população de Venda Nova do Imigrante já abraçou a Coopeavi”, concluiu o presidente da Câmara, João Paulo Schettino Mineti.


CT

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Concurso elege o melhor tomate do brasil Com o objetivo de incentivar a melhoria contínua da cultura neste segmento, visando agregar valor e atender à crescente demanda por produtos diferenciados, o primeiro concurso de “Melhor Tomate de Mesa do Brasil” aconteceu em Piracicaba (SP), nos dias 15 e 16 de setembro. Um produtor do Espírito Santo ficou em posição de destaque. Ao todo, foram seis meses de preparação de todos os detalhes, com a participação de 36 produtores, inscritos nas três categorias: Uva, Italiano e Redondo, totalizando 330 quilos de tomates recebidos pela comissão organizadora. Foram apresentadas nove variedades de tomates do tipo Uva, nove variedades de tomates do segmento Italiano e seis variedades de tomates tipo Redondo, dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. O concurso contou com uma equipe de 20 pessoas na recepção, codificação, preparo das amostras e análises. Durante as etapas previstas foram analisadas características físicas, químicas e sensoriais dos tomates. A banca avaliadora contou com a participação de 11 voluntários. Os três melhores de cada categoria foram eleitos de acordo com os parâmetros das melhores notas de Qualidade Total, avaliadas no painel sensorial, e os resultados de Ratio (Brix/Acidez). O melhor tomate do ES Entre os três melhores classificados de duas categorias (Italiano e Redondo), o tomate produzido pelo produtor Antônio Geraldo Gobbi, cooperado da Coopeavi, foi classificado como o segundo melhor. “Entre os vencedores, só o tomate do Gobbi é

cultivado em área aberta, os demais são produzidos em cultivo protegido”, disse o agrônomo da cooperativa Bruno Silva Andrade. “Fazer o controle na área aberta é muito mais difícil, por isso, que o prêmio dele é tão importante”, complementa. O agricultor planta aproximadamente 2 milhões de pés de tomate e colhe cerca de 700 mil caixas (20 kg cada) por ano, na região de Afonso Cláudio. Já o entreposto de classificação dos tomates fica no município vizinho de Venda Nova do Imigrante, em Caxixe Frio. “Este é um projeto de 10 anos

trabalhando com melhorias contínua e fomos coroados com esse prêmio nacional”, afirma Gobbi. Ele começou a produzir em pequena escala. "Comecei com mil pés de tomate". Mas ampliou sua produção durante os anos e hoje oferece emprego para cerca de 300 pessoas, que mudou a realidade dos trabalhadores rurais da região de Alto Guandu. "Imagina se ele for embora um dia! Trabalho há longo tempo com ele com carteira assinada, como a maioria dos moradores de Alto Guandu. Ter uma carteira assinada e boas condições de

trabalho na roça, hoje é coisa rara", comentou Gilson Vieira, 37 anos, que trabalha com produtor Gobbi, há 5 anos. O trabalho de aprimoramento da qualidade partiu de uma valorização dos trabalhadores. Com uma visão empresarial, o produtor enxergou que sua propriedade era um negócio e precisava de gestão para melhorar o produto final. Passados dez anos, na equipe dele há profissionais como agrônomo (Coopeavi), técnico de segurança do trabalho, contador (terceirizado), operador de empilhadeira, entre outros. Junto com o investimento na gestão, em parceria com a Coopeavi, os trabalhadores são qualificados periodicamente, desde 2011, sobre temas como uso de defensivos agrícolas, uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), manejo, boas práticas agrícolas, segurança do trabalho, entre outros. A produção de tomate não cessa. Com um gerenciamento de plantio profissional, há produtos no ponto de colheita em todos os períodos do ano. "Sou agraciado por Deus, dentro do mesmo município cultivo em três climas diferentes, em uma distância de 11 quilômetros", afirma Gobbi. A produção de tomate atende os mercados de São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. "O mercado que melhor paga é o de São Paulo, mas em contrapartida, para atender a demanda deles é necessário entregar um produto com alto padrão de qualidade", disse. Hoje com o melhor tomate do Espírito Santo, no quesito qualidade, os planos de futuro são continuar avançando na qualidade. "O próximo passo e fazer a rastreabilidade, que já é uma exigência do mercado”, projeta os próximos passos.


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Pecuária

Apesar da seca, produtor aumenta produção de leite O município de Muniz Freire é um dos principais produtores do Estado, com aproximadamente 30 mil litros por mês. No dia 14 de novembro, a cidade foi sede de um evento técnico sobre a soluções para manter os níveis nutricionais do gado e não impactar no volume de leite das propriedades. O evento reuniu aproximadamente 100 pequenos e médios produtores de leite, na propriedade do Sr. Manuel Alonso. Foi o primeiro Dia de Campo realizado na região, com a presença do professor especialista em vacas leiteiras, o Dr. Nilson Nunes, do Instituto Federal do Espírito Santo (campus de Itapina-Colatina). Além dele, o evento contou com a presença dos diretores executivos da Coopeavi, Argêo Uliana (dir. Adm. Comercial) e Denilson Potratz (vice-presidente). A seca tem sido um problema vigente em todas as regiões do Estado, a atividade

mais impactada é a pecuária. Mas na fazenda Boa Esperança, a situação está um pouco melhor, graças ao trabalho antecipado, como a preparação de silagem. “Devido à seca do início ano passado, comprei um trator e uma picadeira, e estou fazendo a silagem dentro da propriedade, com isso estou passando esse período sem chuva com muita tranquilidade”, disse o produtor João Geraldo Alonso, administrador da fazenda e filho do Sr. Manuel. Para fazer a silagem, ele utiliza o capim “Elefante”, abundante no local. Para o professor, independente do material de forragem disponível, é necessário fazer uma análise para identificar os níveis de nutrientes presente na planta. “Conhecendo o material disponível é possível adquirir um concentrado (ração) mais adequado para cada realidade, o ideal é ter um equilíbrio entre forragem e concentrado”, aponta ao explicar sobre

a necessidade de oferecer ao animal uma fonte de fibra junto com a ração. “O gado precisa ruminar”, complementa. O planejamento é fundamental para enfrentar as intempéries climáticas. De acordo com o professor Nilson, o produtor deve conhecer o seu gado para oferecer uma alimentação diferenciada para cada animal, o ideal é separar as vacas de acordo com o volume de produção para suprir as necessidades. “A maioria dos produtores tende a dar apenas um concentrado para todas as vacas, porque não há cultura de separálas por lote”, explica. Quando o produtor faz o acompanhamento e o manejo certo, o resultado torna-se consequência do trabalho desenvolvido. “Tenho recebido orientações dos técnicos e veterinários da Coopeavi e isso está ajudando na produção de leite, hoje tenho 26 vacas e a minha produção média está em 500 litros por dia”,

afirma o produtor João Alonso. Realidade bem diferente de dois anos atrás. “Por falta de comida suficiente para o meu gado, no início do último ano, minha produção variava entre 280 a 300 litros/dia”, ou seja, em menos de dois anos, sua produção aumentou quase 100%, devido as orientações da cooperativa. Há oito anos na atividade leiteira, o sr. João é uma referência em Muniz Freire. Desde que começou na pecuária, buscou incessantemente por novidades capazes de impulsionar sua produtividade.

“Abri as porteiras para o dia de campo da Coopeavi, para mostrar aos demais produtores que com algumas iniciativas simples é possível ter resultados melhores”.

Coope Notícia - Janeiro 2016 - ED #37