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Editorial

A Revista Frota & Mercado é uma publicação trimestral da C & G 12 EDITORA EIRELI – ME. Telefone (PABX): (11) 3873-1525 Fax: (11) 3801-2195 www.frotaemercado.com.br atendimento@frotaemercado.com.br /frotaemercado | @FrotaeMercado Diretor Responsável - Editor Rodrigo Antonio Rosso Reportagem Faoze Chibli Redação | Redes Sociais Kátia Vasconcelos Marketing e Pré Edição Beatriz Martins Administrativo/Financeiro Juliana Gerazi Diagramação Rodrigo Martins - www.quack.art.br Comercial Etiane Bastos Tarcísio Bahia Contato: 11 97637-9082 E-mail: comercial@frotaemercado.com.br Colaboradores Luiz Marins Maria Baldin Rodrigo Amaral Roberto Manzini Rodrigo Moronta Circulação José Faustino Tiragem 10 mil exemplares

Revista Frota & Mercado: tudo novo a partir de agora !

H

á 5 anos, depois de uma longa pesquisa de mercado, envolvendo tendências, necessidades do setor e, principalmente, daqueles que vivenciam o dia a dia da Gestão de Frotas, quais assuntos, temas, informações relevantes eles gostariam e precisavam ter em seu dia a dia de trabalho, e ainda, buscando saber das empresas possíveis anunciantes, que tipo de canal de comunicação elas gostariam de ter com esse público que compra, administra, gere, utiliza e revende frotas de automóveis e comerciais leves, chegamos à conclusão que, naquele ano de 2012 era então o momento certo de nossa editora encarar mais esse desafio e lançar uma nova publicação. Nascia a REVISTA FROTA & MERCADO ! A ideia pelo visto foi boa e bem recebida, afinal, já são 5 anos de existência que serão completados no segundo semestre de 2017 e até hoje ela é a única revista exclusivamente dedicada a frotas de automóveis, vans e utilitários leves no Brasil. Como costumo dizer: o setor Frotista, profissionalizado, no Brasil, ainda está só começando ! Quando nasceu, há 5 anos, a Revista Frota & Mercado tinha um slogan: O Seu Guia de Consulta e Referência ! Viviamos uma outra época... naquele tempo, nossa intenção era que a publicação servisse como um guia de trabalho onde o Gesto de Frotas encontrasse nela tudo o que precisasse num único lugar, sem ter que dar um GOOGLE para encontrar informações como: tabela de preço e de depreciação dos principais modelos, tabela de emplacamentos do trimestre por modelo e suas fichas técnicas, o contato direto com os executivos de Vendas Diretas das montadoras de automóveis etc... Tanto que a revista é feita num papel especial, grosso, resistente, de primeiríssima linha. Com periodicidade trimestral, queríamos que a publicação, mesmo foleada dia a dia pelo leitor/profissional frotista, pudesse resistir e se manter inteira nas mãos daqueles que a utilizassem para seu trabalho. Aos poucos fomos descobrindo, também pesquisando, que muitas informações que tinhamos ali acavam ficando – pelo fato da revista sair somente a cada 3 meses – obsoletas, e o leitor não as utilizava com o passar das semanas. Então, há pouco mais de 2 anos tivemos a primeira mudança na Frota & Mercado. Deixamos de publicar as Tabelas de Preços, emplacados e de depreciação, e as Fichas Técnicas. Começamos dar mais ênfase às matérias e assuntos do setor. A revista melhorou, ficou mais leve. E agora, para comemorar o nosso Aniversário de 5 anos, mais uma vez baseadas em pesquisas junto ao público leitor – Gestor de Frotas, executivos e empresários do setor – chegamos em 2017 com muitas novidades ! A primeira delas é que, a partir deste ANUÁRIO 2017, a Revista Frota & Mercado será agora uma publicação BIMESTRAL. Isso significa mais agilidade, informações de relevância chegando às mãos do nosso público não mais a cada três meses, mas bimestralmente, com mais conteúdo, contemporaneidade, relevância. Serão matérias assinadas por nossa equipe de repórteres exclusivos e especializados, entrevistas com gestores e executivos do setor, das montadoras, artigos assinados por profissionais de renome e reconhecimento nacional e internacional, lançamentos da indústria automobilística, test-drives, mercado de terceirização de frotas, gestão... e tudo com uma cara nova, mais moderna, mais com cara de revista setorizada e menos cara de Guia de consulta. Mais leve, gostosa de ler... continuará sendo uma ferramenta de trabalho para o profissional Frotista sim, mas com conteúdo mais diverso e uma linguagem gráfica e editorial mais dinâmica e moderna, com leveza e fluidez. Além disso, nosso conteúdo digital também está sendo todo reformulado e teremos um site mais informativo e responsivo, redes sociais mais ágeis e informativas, newsletters semanais com notícias e entrevistas, enfim... Esperamos que Você, nosso leitor, que nos acompanha fielmente nesses 5 anos, seja o maior beneficiado com todas essas novidades, e que goste de tudo que estamos fazendo para Você e por Você nesse ano de Aniversário de 5 anos da nossa, da Sua Revista Frota & Mercado. Ao longo de 2017 vocês poderão conferir todas essas mudanças.

Redação e Comercial Caixa Postal: 60.113 CEP 05033-970 São Paulo - SP É permitida a reprodução de qualquer artigo ou matéria publicada na Revista FROTA & MERCADO, desde que seja citada a fonte. *Os artigos assinados não expressam necessariamente a opinião deste veículo, sendo assim, de responsabilidade exclusiva de seus autores.

Rodrigo Antonio Rosso Diretor/Editor “Ouve, Senhor, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração... Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem. Eu te invoquei, ó Deus... Faze maravilhosas...” Salmos 17:1-5-6-7


Índice Entrevista 05 José Luiz Gandini

Gerenciamento

12 Como gerenciar as multas da sua frota

Sustentabilidade

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SUVs do bem !

Corporativo 20 Chega de Atalhos !

30 22

Ponto de Vista 22 Um mercado de muitos... Um negócio para poucos. Direção 26 Qual o melhor tipo de veículo para sua frota ? Opinião 28 Comprar ou terceirizar: qual é a melhor solução para sua empresa ?

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Test Drive - Premium 30 Novo Honda Civic Geração 10

Oficina 34 Índices de Segurança

Mercado 37 Vendas diretas no Brasil atingem maior nível em 10 anos

ABLA

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16 4

Frota & Mercado

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ABRACICLO

45

AIAFA

46

ANEF

47

ANFAVEA

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FENABRAVE

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DEPOIMENTOS

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Locadoras / Terceirizadores de Frotas

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Dados Montadoras

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Entrevista

José Luiz Gandini Presidente da ABEIFA - Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores

O

s importados estão à espera de melhores condições, segundo o presidente da entidade. O setor reivindica mudanças para recuperar perdas acumuladas nos últimos anos devido à crise e a restrições burocráticas. O mar está turbulento para os importados que desembarcam no Brasil. Desde a abertura de mercado em 1990, a presença de marcas e veículos não disponíveis oficialmente antes no país, têm sido fator de aumento da concorrência para as marcas locais e desenvolvimento dos produtos nacionais. A lacuna existente entre os carros fabricados em países desenvolvidos, para públicos mais exigentes, tem diminuído, mas os importados seguem como objeto de desejo e parâmetro de evolução tecnológica. No entanto, a crise e os entraves buroráticos impedem melhor desempenho do setor, que vem buscando maneiras de potencializar sua parcela de mercado. “A concorrência forçou a indústria local a agregar mais tecnologia, mais segurança, menos emissões”, relembra José Luiz Gandini, presidente da ABEIFA, já em seu quinto mandato. Aos 59 anos, Gandini é casado, administrador de empresas e presidente da Kia Motors do Brasil desde 1996. Nesta entrevista exclusiva para a Revista Frota & Mercado, o executivo explica as dificuldades atuais do setor, analisa a relevância dos importados para o desenvolvimento local e conta sobre as reivindicações do setor que atravessa um momento crítico.

“Não podemos vender unidades fora do sistema de cotas de 400 unidades por mês. Isso significa vender com prejuízos” 5


Revista Frota & Mercado - Qual é o balanço geral de 2016 para os veículos importados no Brasil ? José Luiz Gandini - Foi o pior ano desde 2011, quando os importadores oficiais, associados à ABEIFA, atingiram 199 mil unidades. Em 2016, o setor comercializou pouco mais de 35 mil. Com isso, o setor perdeu muito. Em 2011, nossas associadas tinham no conjunto 850 concessionárias, geravam 35 mil empregos e recolheram algo em torno de R$ 6,5 bilhões em impostos. No ano passado, esses números representaram 450 concessionárias, 13,5 mil empregos e impostos da ordem de R$ 1,2 bilhão. RFM - O setor de frotas, especialmente as locadoras e grandes empresas, registraram um crescimento na demanda por veículos “Premium” ou de luxo, alguns deles importados, nos últimos anos. Esse movimento continuou em 2016 ? Qual sua opinião sobre essa tendência em 2017 ? JLG - Infelizmente, a ABEIFA não possui dados sobre a área a locação.

RFM - O sistema de cotas de até 400 unidades por mês, sem os 30 % extraordinários do IPI, é o maior problema atual para os veículos importados em sua avaliação ? JLG - Sem dúvida. Nós não podemos vender unidades fora do sistema de cotas de 400 unidades por mês. Isso significa vender com prejuízos.

RFM - Apesar do cenário citado anteriormente, os importados de forma geral sofreram dificuldades grandes no ano passado. Quais fatores principais citaria para explicar esse problema ? JLG - O principal fator são os 30 pontos percentuais no IPI, que deixam os preços finais de nossos produtos fora da competição com os produtos nacionais.

RFM - Teoricamente, as vendas de importados não deveriam estar menos sujeitas à crise política e econômica que o país atravessa ? JLG - O setor de veículos importados acompanha o cenário político-econômico do país, tanto quanto a indústria automobilística nacional. Em nosso caso, com o agravante do extra-tarifário e do comportamento cambial.

“Hoje, com capacidade produtiva instalada superior a 5 milhões de unidades, não há mais espaços para novas fábricas” 6

Frota & Mercado

Rfm - Algumas grandes marcas possuem linhas de importados e, no entanto, não são filiadas à ABEIFA. Não seria interessante que todas as marcas que oferecem importados fossem membros da Associação ? JLG - Seria sim. No passado, a ABEIFA chegou a contar com empresas filiadas à ANFAVEA, à época, já que o tema importação é muito diferente da produção local. RFM - Quais são as principais ações que a ABEIFA planeja para 2017 em prol do setor ? JLG - Vamos manter o foco no pleito ao Governo Federal de, ao menos, liberar as cotas não utilizadas por nossas associadas nos anos de 2015 e 2016. RFM - Os importados são fator de desenvolvimento da indústria nacional desde sua entrada no país e, ainda hoje, existe uma lacuna entre veículos nacionais e importados. Em sua opinião, a obrigatoriedade de Air Bag e ABS foi uma das maiores evoluções do produto nacional nos últimos anos ? Em relação à segurança geral contra impactos, a presença da Latin NCAP pode ajudar a melhorar os carros brasileiros nesse quesito ? JLG - Concordamos plenamente. Todos se lembram quando o setor autoJaneiro/Fevereiro/Março 2017


motivo brasileiro era constituído por apenas cinco montadoras (automóveis e comerciais leves – GM, Ford, Fiat, Volkswagen e Toyota). Não havia competição de mercado. Com a chegada dos importados, estes passaram a ser referência em tecnologia, design, motorização e, sobretudo, de balizamento de preços finais ao consumidor. A concorrência forçou a indústria local a agregar mais tecnologia, mais segurança, menos emissões. Tudo isso é bom para o consumidor. RFM - O cenário incerto em relação aos EUA pode afetar as marcas importadoras ? De que forma o mercado de importados no Brasil deve se posicionar nesse sentido, para minimizar riscos e potencializar oportunidades ? JLG - Ainda é cedo para dizer alguma coisa. Certamente, o México será afetado. Com isso, o Brasil poderá fazer melhores negócios com o México. E, sem as exportações mexicanas para os EUA, o Brasil pode ser um excelente player, mas precisa ter tecnologia para exportar aos EUA. RFM - Entre os “newcomers”, quais são os maiores desafios atuais ? Em sua opinião, o Brasil ainda é um mercado interessante para a entrada de novas marcas ou já ocorre um amadurecimento ? JLG - Em 2012, quando o mercado interno atingiu o seu auge, absorvendo mais de 3,7 milhões de unidades, o Brasil foi o quarto mercado interno mais importante do mundo. Isso despertou a atenção dos investidores estrangeiros. Mas, depois o Brasil caiu na real. Havia, de certa forma, uma estrutura artificial da economia brasileira. Hoje, com capacidade produtiva instalada superior a 5 milhões de unidades, não há mais espaços para novas fábricas. Ao contrário, pode haver uma seletividade.

exportações. Mas os dados de licenciamentos no mercado interno indicam queda de 5,2 % em janeiro último, ante igual período do ano passado e retração de 28 % se comparado com dezembro de 2016. Obviamente, a venda de importados caiu mais: 47 %. Mas, como vem caindo há meses, na realidade há anos, desde 2012, quando em dezembro de 2011, depois de noventena do decreto instituído em 15 de setembro daquele ano, foi instituída tarifação diferenciada aos veículos importados em 30 pontos percentuais no IPI. A reversão desse quadro só vai ter início quando os 30 pontos percentuais no IPI caírem, como estão previstos para o dia 31 de dezembro de 2017. Aí sim, o setor de veículos importados poderá voltar a crescer. Quanto aos 30 pontos percentuais, é importante ressaltar que as montadoras locais não recolhem esse extra-tarifário porque produzem no país, cumprem 8 de 12 etapas fabris e também os índices de nacionalização previstos. Na contrapartida, como ocorre qualquer mercado internacional, os importados pagam 35 % do imposto de importação. Por isso, os 30 pontos percentuais no IPI significam um tratamento não-isonômico do setor. Por essa razão, o Brasil foi condenado recentemente pela Organização Mundial do Comércio por protecionismo.

“A concorrência forçou a indústria local a agregar mais tecnologia, mais segurança, menos emissões. Tudo isso é bom para o consumidor”

RFM - De que maneira a ABEIFA avalia a importância do setor Frotista, em especial o de veículos e utilitários leves, para os importados no Brasil ? JLG - O setor Frotista é muito importante, sim. Mas, no caso dos importados, além da limitação do sistema de cotas ao teto máximo de 4.800 unidades/ano ou 400 unidades/ mês, precisamos dar prioridade absoluta à Rede Autorizada de Concessionárias. Neste momento difícil, temos de incentivar o concessionário a vender bem para o consumidor final. RFM - A produção de automóveis voltou a crescer 17 % em janeiro, em relação ao mesmo período do ano anterior. Porém, a venda de importados segue em queda de 47 %. O que pode ser feito para reverter esse quadro ? JLG - A produção cresceu 17 % por conta do aumento das Janeiro/Fevereiro/Março 2017

RFM - E como isso funciona na prática ? JLG - Da seguinte maneira: veículos com motor até 1.0 litro, o nacional paga 7 % de IPI, o importado 37 %; com motores de 1.0 litro a 2.0 litros, flex, o nacional recolhe 11 % de IPI, o importado 41 %; com a mesma motorização, à gasolina, o nacional paga 13 %, o importados 43 %; e finalmente, veículos com propulsores acima de 2 litros, o nacional recolhe 25 % de IPI e o importado 55 %. Nesse cenário, os importados foram liberados, a pedido e sugestão da ABEIFA, ainda dentro do Programa Inovar-Auto, a comercializar seus produtos, sem o extra-tarifário de 30 p.p., de acordo com a média de vendas de cada marca dos últimos 3 anos antes da entrada em vigor da lei, assim cada marca teria direito a sua média de vendas, a marca que tivesse possibilidade de crescimento pagaria os 30 pontos adicionais de IPI, o que garantia a continuidade da sua rede de distribuição, sem gerar problemas no setor de assistência técnica e garantia da frota circulante no país. Mas, infelizmente, na assinatura do decreto, foi incluído um parágrafo limitando a 4.800 unidades por ano. Com isso, as marcas foram niveladas por baixo, imaginem que a Kia Motors, Frota & Mercado

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que sempre foi a maior importadora do Brasil, que obteve uma média de vendas de 52.000 carros (2009, 2010 e 2011) e tinha na época, 180 concessionárias, foi limitada a apenas 4.800 carros, 5 % de suas vendas efetuadas em 2011, quando vendeu perto de 80.000 carros. Vender carro importado, fora desse cota de 4.800 unidades/ano, perde-se totalmente a competitividade em relação aos próprios importados trazidos dentro da cota e frente aos nacionais. Infelizmente, fora da cota, estaremos pagando para vender carro importado. Vale ressaltar que as marcas que vendiam menos de 4.800 carros ano, na prática não foram afetadas pela lei, não tiveram a oportunidade de crescimento, mas continuaram com suas vendas normais dentro de um mercado em recessão. RFM – Acredita-se que a atividade do setor poderá atingir um nível similar ao da virada da última década ou teremos um desenvolvimento mais contido ? JLG - A economia brasileira dá seus primeiros sinais de estabilização. Ou seja, deixou de cair. Isso é um bom sinal. O setor automotivo, em 2017, também deve interromper seu ciclo de queda. Trabalhamos com um planejamento de algo em torno de 2 % de crescimento no mercado total de veículos e comercias leves. Crescimento real, ainda deve ser aguardado, as medidas econômicas tomadas demoram um tempo para gerarem efeitos. Vamos sonhar com um 2018 melhor... É importante lembrar que o Brasil, nos últimos anos, viveu de medidas artificiais. E tudo que é artificial não tem consistência. RFM - O sistema de cotas faz sentido no atual cenário ? JLG - Não faz qualquer sentido. Vale lembrar e ressaltar que já pagamos 35 % de imposto de importação, a mais alta do mundo, a mais alta permitida pela OMC. O importado já paga seu pênalti por não ser fabricado no Brasil ao chegar no Brasil, pagando os 35 % de Imposto de Importação. Dificilmente, chegaremos a 5,82 % de marketshare, como em 2011. E se chegarmos será salutar para o mercado

interno porque os veículos importados, desde 1991, sempre foram um parâmetro de tecnologia, design, motorização, mas sobretudo de balizamento de preços no mercado interno, comparando com os preços internacionais. Além disso, alguns dirigentes da própria indústria local já se manifestaram, os importados “forçam” a indústria a ter mais competitividade e, portanto, capazes de exportar mais. Hoje a indústria está exportando mais, porém para os países da América do Sul, em particular, e por conta do fraco mercado interno. E não porque tem mais tecnologia, capaz de realizar exportação para países mais desenvolvidos. RFM - Como estão as conversações com o governo sobre a liberação das cotas não utilizadas em 2016 ? JLG - Esta foi uma de nossas solicitações, apelando ao mínimo para tentar manter nossa rede de concessionários viva e ativa, mas infelizmente não temos resposta definitiva. Os vários ministérios compreendem o nosso pleito, mas até agora nada de concreto foi feito. Podíamos estar colaborando com maior arrecadação de impostos, mais empregos diretos e indiretos, fatores que o Governo Michel Temer busca com afinco. Mas, a realidade é que não temos decisão alguma sobre a liberação das cotas não utilizadas em 2016.

“Crescimento real ainda deve ser aguardado, as medidas econômicas tomadas demoram um tempo para gerarem efeitos”

RFM - O veículo importado seguirá sendo um objeto de desejo do brasileiro ? Esse produto força as montadoras aqui instaladas a produzirem veículos mais modernos ? JLG - Sim, porque em muitos aspectos o importado traz mais tecnologia, mais design. Sem dúvida, mas, como disse, as montadoras têm receio da competitividade.


Gerenciamento

Como gerenciar as multas da sua frota

A

Rodrigo Moronta é CEO da Cred Tudo, empresa desenvolvedora de software para combater fraudes no setor automotivo e histórico veicular. Iniciou sua carreira em uma distribuidora AMBEV no interior de Mato Grosso e lá era responsável pelo pátio, estoque em solo e controle de gastos da frota própria E-mail: rodrigo@ctrlssoft.com.br

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Frota & Mercado

s multas geradas pelos veículos de uma frota tem um impacto muito grande nos números das empresas, já que representam um gasto que poderia ser reduzido e/ou evitado. Para ajudar a diminuir ou gerenciar melhor esse tema, coisa que todo gestor precisa fazer, vou tocar em alguns pontos que considero essenciais.  Em primeiro lugar é necessário que o gestor tenha controle sobre as datas e prazos de vencimento de cada uma dessas multas, já que antecipando seu pagamento é possível conseguir um desconto de 20 % no valor total.  Outro ponto importante é criar campanhas de conscientização envolvendo todos os motoristas da frota. Informativos, palestras, atividades dirigidas, treinamentos e campanhas didáticas podem ajudar seu colaborador a tomar mais cuidado e evitar essa despesa já que, independentemente de quem foi o motorista que gerou a multa, o valor devido é cobrado sempre do proprietário do veículo, ou seja, quase sempre a própria empresa.  Inclusive a indicação do condutor é sempre muito importante de ser feita já que, se o veículo estiver mesmo no nome da empresa e a indicação do condutor não for feita em tempo hábil, a multa dobra de valor como penalidade pela falta dessa informação.  Mais um ponto interessante é sempre analisar as multas tomadas com cuidado e atenção. Com isso é possível identificar quem são os motoristas que cometem mais infrações, quais são os pontos (locais da cidade ou da região) onde essas multas são registradas e, por fim, de que tipo de multa estamos falando (velocidade, uso de celular, trafegar ou estacionar em local proibido etc). Com esses

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dados é possível fazer a correta direção das campanhas de conscientização e, com isso, diminuir o número de ocorrências. Ao identificar o motorista com maios registro de infrações o gestor também pode e deve fazer a correta conscientização pontual, conversando diretamente com ele, para entender como isso pode melhorar e evitar novas ocorrências.    O contrário também pode ser feito. O gestor pode estabelecer um ranking e premiar ou bonificar os motoristas que tiveram poucas ou nenhuma multa em determinado período, incentivando assim um cuidado maior para se evitar infrações. Recomendo, ainda, a utilização pelas empresas de bons softwares de gestão. Alguns deles conseguem avisar de forma rápida o momento em que a multa é aplicada e dá ao gestor dados que permitem a identificação das informações sobre aquela multa e o possibilite se organizar para antecipar e organizar seus pagamentos em tempo hábil, evitando gastos desnecessários.  Por último, sugiro ao gestor que sempre faça uma gestão

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muito rigorosa em cima de cada um desses pontos, já que tudo isso impacta diretamente no resultado da sua empresa. Se for feita uma correta gestão desses pontos, controlando e cuidando de cada um deles e já se sabendo que o valor mínimo de uma multa atualmente, considerada infração leve, gira em torno de R$ 88,38, é possível diminuir bastante esse custo. No final das contas, trata-se de uma despesa que pode ser controlada e evitada utilizando gestão, bom senso, ações pontuais e gerais de conscientização, além de diagnóstico preciso pela leitura dos dados. Como as máquinas, radares e agentes de trânsito estão por toda a parte, e seus veículos também, é importante que o gestor permaneça sempre de olho em quem, por fim, determina o maior ou menor gasto com essa linha na planilha de despesas: seus motoristas.  Um ano livre de multas pode mudar significativamente o resultado financeiro do seu negócio. Acredite.

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Sustentabilidade

SUVs do bem ! Volvo fornece utilitários esportivos para auxiliar ações da instituição Amigos do Bem em comunidades carentes do sertão nordestino

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m grupo pequeno de amigos de São Paulo, liderado pela empresaria Alcione de Albanesi, começou a levar doações ao sertão nordestino em 1993. As famílias necessitadas recebiam roupas, alimentos, atendimento médico e odontológico, entre outros itens. Esse trabalho acabou se desenvolvendo em diversos projetos educacionais e autossustentáveis, que hoje impactam as vidas de mais de 60 mil pessoas em três estados e quatro cidades nos confins do sertão nordestino: Mauriti/CE, Torrões/AL, Catimbau/PE e Inajá/PE. Trata-se dos Amigos do Bem, instituição não-governamental sem fins lucrativos, presidida por Alcione, que atua em várias áreas com o objetivo de promover trans16

Frota & Mercado

formação real na situação das das milhares de pessoas atendidas por lá. “Em 2014, tivemos a oportunidade de participar de um jantar promovido pelo Amigos do Bem. Ali conhecemos mais de perto a ação social em si, a extensão alcançada pelo programa e, principalmente, os resultados efetivos atingidos por eles”, relata Luis Rezende, presidente da Volvo Cars no Brasil. “Fomos impactados de uma maneira muito forte por todo o trabalho realizado e a transformação levada à vida das pessoas atendidas. Observamos o quanto a valoração do ser humano norteia essa ação, trazendo dignidade, aprendizado e ajuda a um povo tão necessitado. Foi então que resolvemos participar ativamente dessa

incrível iniciativa”, conta o presidente da montadora. Desde então, veículos da marca Volvo também estão ajudando as comunidades

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locais, inseridos no trabalho realizado pelos Amigos do Bem, em pleno sertão nordestino. “A Volvo disponibiliza 6 utilitários esporte XC60 para o transporte dos voluntários, como médicos, dentistas, educadores etc”, afirma Rezende. Ao chegarem

aos aeroportos dos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, os trabalhadores são conduzidos para as “Cidades do Bem” por meio dos carros da montadora sueca. “Propiciamos principalmente conforto e segurança aos voluntários que dedicam

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horas do seu trabalho em apoio às pessoas do sertão nordestino”, enfatiza. E, de fato, esses deslocamentos na região exigem bastante dos veículos e dos passageiros e condutores. “A movimentação dos voluntários pelas estradas que ligam os aeroportos ao sertão nordestino, bem como o trânsito entre as Cidades do Bem, são normalmente trajetos longos, que tornam as viagens cansativas e, consequentemente, perigosas. Sabemos que a segurança oferecida pelos nossos veículos é de extrema importância a esses trabalhadores e fazem a diferença na vida deles todos os dias”, diz orgulhoso o executivo. Os carros Volvo disponíveis para essa função estão em regime de empréstimo e são substituídos quando necessário, segundo Rezende. “Entendemos que os Amigos do Bem têm um valor enorme para as mais de 60 mil pessoas atendidas. Nos sentimos muito felizes e gratos de fazermos parte dessa história e termos a nossa marca associada a um projeto sério, muito bem dirigido e organizado”, finaliza satisfeito.

“Sabemos que a segurança oferecida pelos nossos veículos é de extrema importância a esses trabalhadores e fazem a diferença na vida deles todos os dias”

Prêmio ajuda quem precisa ! Outra iniciativa envolvendo a Volvo e os Amigos do Bem gerou mais contribuições para as famílias atendidas pela instituição no Nordeste. A Volvo doou um XC 60 0KM, para uma campanha de arrecadação da entidade, cujo bilhete custava R$ 25. O sorteio foi realizado em 11 de março de 2017. Toda a renda obtida com a venda das rifas foi revertida aos projetos dos Amigos do Bem.

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Corporativo

Chega de Atalhos !

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Luiz Marins é antropólogo e escritor. Site: www.marins.com.br

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té quando eu, você, nós brasileiros vamos buscar atalhos para os problemas em vez de enfrentá-los e resolvê-los ? Até quando continuaremos a tentar tapar o sol com a peneira ? Até quando iremos nos auto enganar e dar voltas em vez de enfrentar os fatos brutais de nossas vidas e da nossa realidade concreta ? Esse foi o tema da discussão que propusemos a um grupo seleto de empresários, professores e executivos, após a constatação de nossa tendência de sempre buscar um atalho para resolver os graves problemas que temos em nossas vidas - seja na esfera pessoal, empresarial e política - e com essa atitude nunca enfrentamos de fato os problemas para resolvê-los, mas apenas os adiamos e os tornamos ainda maiores e mais graves. Independentemente de qualquer conotação político-partidária, temos sérios problemas nacionais, estaduais e municipais na saúde, na educação, na previdência, na excessiva carga tributária, na legislação que incentiva o desemprego que é excessivamente onerado, na corrupção pouco enfrentada, na segurança pública, nas rodovias, nos portos e assim por diante. Em nossas empresas sabemos ter problemas de qualidade, produtividade, desengajamento, desunião, desvio de recursos e corrupção, mau atendimento aos clientes, leniência com fornecedores etc. E cada um de nós sabemos os inúmeros defeitos que temos como pessoa e com os quais convivemos há anos sem coragem e decisão para enfrentá-los e resolvê-los. Até quando ? Essa foi a discussão ! E a conclusão a que chegamos é que, passado o Carnaval - uma festa que existe exatamente para nos tirar da realidade do dia a dia - talvez seja a hora de começarmos a enxergar o que não queremos ver; de ouvir o que não nos agrada escutar e de fazer o que é difícil mas deve ser feito. Talvez seja a hora de dizer “não” à nossa constante busca de atalhos e finalmente enfrentar e resolver os problemas, sem atalhos, sem rodeios. Pense nisso. Sucesso !

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


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Ponto de Vista

Um mercado de muitos... Um negócio para poucos.

Q Rodrigo Amaral é Diretor de Operações da Arval Brasil, braço de Gestão de Frotas do BNP Paribas. Atua em empresas do mercado automotivo há 7 anos. Formado em Administração de Empresas (FGV/SP) e com MBA pela Cornell University, EUA.

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uando ingressei no negócio de terceirização e gestão profissional de frotas há cerca de 7 anos, aprendi que se tratava de um setor de atividade onde dezenas concorriam e onde alegadamente mais de um milhar atuava. Embora os vários nomes geralmente presentes nas concorrências fossem em geral os mesmos, foi frequente assistir ao aparecimento de novos concorrentes e à notícia de aportes de capital significativos nesta ou naquela empresa, enquanto o excesso de otimismo assim o permitia, fazendo com que se tornassem expressivos na sua atuação comercial. Aquele era um tempo em que o mercado, ainda bem pouco maduro, não diferenciava muito quem era quem entre os inúmeros fornecedores e, a bem da verdade, os próprios fornecedores não se diferenciavam assim tão bem entre si, alguns com suas capacidades operacionais ainda bem aquém do desejado ou com sua estratégia de atuação ainda não tão bem definida e consolidada. Naquela época, mesmo que há bem pouco tempo, alguns Gestores de Frota importantes e promissores geriam uma frota de não mais que 5 mil veículos em todo o território nacional. Considerando as dimensões do país, um veículo a cada mil e setecentos quilômetros quadrados. Para efeito de referência, em um país europeu, onde o mercado de atuação é bem maduro, trabalha-se com um veículo a cada dois quilômetros quadrados. Uma concentração de frota quase mil vezes maior. Muito embora as dimensões territoriais do Brasil, bem como nossa pobreza relativa nunca permitam que nos aproximemos dos níveis da Europa, num futuro visível, já fizemos imenso progresso nestes poucos anos. Hoje, uma empresa importante do setor trabalha ao redor de 20 mil veículos ou mais. Pode ainda parecer pouco, mas essa mudança de patamar traz consequências cruciais em termos de competitividade, o que se observa não apenas na relação com fornecedores (sistema financeiro incluído), mas também na capacidade de especialização e organização da base de prestadores de serviço. E é nesse aspecto onde reside a capacidade de não apenas controlar os custos, fundamentais neste negócio de margens espremidas, mas também de aprimorar a qualidade, já que em se tratando de um negócio de agregação de serviços, é a capacidade de se trabalhar

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III FÓRUM NACIONAL

PREVENÇÃO DE ROUBO DE VEÍCULOS E CARGAS Representantes da indústria, gerenciadores de risco, tecnologia, operadores logísticos, seguradoras e transportadoras estarão presentes no fórum voltado para negócios, debates e apresentação de novas tecnologias para prevenção dos roubos.

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de forma organizada e padronizada (até onde o país permite) com os parceiros que determina o nível de qualidade que se vai oferecer aos clientes. Como consequência quase inevitável, o ambiente concorrencial começa a reagir. Em outros mercados, particularmente aqueles onde o negócio de Gestão de Frota está mais maduro, os principais nomes do setor - todos com frotas na casa de dezenas ou centenas de milhares - correspondem a aproximadamente dois terços de participação de mercado. E não se precisa ir tão longe assim em termos de maturidade dos negócios. Na Índia, que tem um ambiente bem menos desenvolvido, apenas sete concorrentes são significativos no mercado. Na Rússia, de certa forma semelhante à Índia, nesse aspecto, apenas três empresas têm atuação nacional relevante. No Brasil, os nomes mais relevantes do setor não perfazem mais que um terço da oferta. Há ainda muitas empresas baseadas em cliente único, em negócios fechados em processos concorrenciais deficientes, ou baseadas em premissas econômicas bastante otimistas, o que coloca suas perspectivas de longo prazo em cheque. O corolário disso é que, tendo os investidores descido à dura realidade em termos das perspectivas econômicas para o país, começamos a assistir de forma cada vez mais intensa a movimentos de consolidação no mercado. Na Arval passamos por esse tipo de experiência há cerca de um ano, num movimento cujo escopo era a América do Sul, mas que resvalou aqui no Brasil; vemos também operações menores que, agregando outros de seu porte e escopo, passam a atuar no porte suficiente para fazer frente às maiores; vemos operações estrangeiras que, verificando seu fracasso continuado em constituir no país uma operação que faça jus ao peso de sua marca, associa-se a quem, no país, foi capaz de estabelecer uma operação que faz sentido para clien-

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Frota & Mercado

tes e acionistas; acordos operacionais vão sendo costurados entre importantes participantes do setor, em que havendo clareza sobre as principais competências de cada um, compartilham-se recursos e esforços, cujo resultado é o melhor serviço aos clientes e a redução de custos na cadeia de fornecimento. A tendência de consolidação e compartilhamento veio para ficar e vai intensificar-se ao longo dos próximos anos, até nos acomodarmos num cenário em que um número de empresas enumeráveis com as mãos seja responsável pela maior parte da oferta de terceirização de frota do mercado. Para chegarmos lá, deverá haver muita agitação em termos de aquisições e fusões e alguns simplesmente sucumbirão. Como em todo processo que resulta em eficiência e produtividade, faremos mais com menos, o que significa que o setor específico de terceirização oferecerá, relativamente, menos empregos por veículo terceirizado. No entanto, como

em todo o processo que resulta em eficiência e produtividade, mais qualidade e custos menores, representará aos nossos clientes vantagens como maior capacidade, mais possibilidades de investimentos e mais empregos. E como tem sido, desde a invenção da roda até a da robótica ou da internet, esse saldo entre menos e mais empregos será positivo. Só é certo que ninguém poderá ficar parado.


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Direção

Qual o melhor tipo de veículo para sua frota ?

E Roberto Manzini

é Psicólogo, pós-graduado em psicologia analítica. Formado em Executive SWAT na Lake Technical Center, Institute of Public Safety nos EUA. Piloto vitorioso em categorias do automobilismo nos anos 80 e piloto da aviação civil. Mais de 30 anos de experiência em pilotagem esportiva e instrução. Fundador e Presidente da Roberto Manzini Centro Pilotagem. Responsável pela criação e desenvolvimento do curso prático de Direção Segura em 1998. Professor de Pós-graduação USP - Curso Medicina do Tráfego. Professor do curso de Pós graduação POLI - Engenharia de Segurança. Participou do desenvolvimento do Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a Década 2011 - 2020, em Brasília, que está alinhado aos objetivos da ONU. Palestrante de Congressos da ABRAMET. Membro do CEDATT (Conselho Estadual para Diminuição de Acidentes de Trânsito e Transporte). Conselheiro do Instituto PARAR. Comendador Regente Feijó

ste é um questionamento importante para toda empresa, pois esta decisão irá influenciar diretamente em questões relacionadas ao custo como manutenção, economia, valor do seguro, preço do carro etc. Mas como sempre falamos, tão importante quanto os resultados financeiros, é o como esta escolha afeta a vida das pessoas que irão utilizar estes veículos e consequentemente sua saúde/qualidade de vida e sua produtividade como resultado. Um especialista pode auxiliá-lo nesta decisão, mas se este não é o seu caso no momento, inicie sua análise levantando os seguintes aspectos: • Que tipo de atividade será realizada por esta equipe ? • Os veículos transportarão carga, haverá atendimento em trechos urbanos, trechos rurais, sítios, fazendas ? • Será utilizado em rodovias frequentemente ? Estas primeiras informações devem ajudá-lo a avaliar, se você precisa de um veículo compacto, sedan ou uma pick-up. Se a utilização for também em ambientes rurais, busque informação sobre a severidade destas estradas, se são realmente trechos off road que precisem de um 4x4, ou ainda se apenas veículos de perfis mais

altos atendem a sua necessidade, pois em geral os 4x4 são mais caros. Se forem utilizados frequentemente em rodovias, pense sobre a importância de automóveis com torque e potência compatíveis a ultrapassagens seguras. Considere também se a marca possui assistência técnica próxima à sua equipe, para não ter dores de cabeça futuras com manutenção e perda de garantia. Analise o veículo do ponto de vista do condutor: • Volantes com regulagem auxiliam o condutor a permanecer em uma posição confortável, dão mais agilidade e precisão aos movimentos. • Bancos com regulagem de altura do assento melhoram muito a ergonomia atendendo pessoas de várias estaturas. • Se o veículo for utilizado em trechos urbanos com trânsito opte por modelos com câmbios automáticos. Hoje a influência no preço e consumo não são tão grandes que não compensem o bem-estar do motorista. • Obrigatoriamente os veículos mais novos já possuem ABS e Air Bag, mas considere o ESP/ESC (Controle de estabilidade). Esta é uma tecnologia importantíssima do ponto de vista de segurança, e deve ser mandatório se sua empresa optar pela aquisição de SUV´s ou Pick-up´s. • Consulte e considere as avaliações realizadas por empresas especializadas em oferecer informações sobre o desempenho em segurança dos veículos, eu recomendo a LatinNcap, está bem voltada para o nosso mercado. • E sempre capacite o condutor ao equipamento que você está oferecendo a ele, isso prolonga a vida do equipamento, gera economias e, principalmente, garante que a produtividade esperada será alcançada, pois este condutor irá chegar com segurança ao seu destino sempre. Esta é uma análise ampla e a decisão errada poderá causar prejuízos que vão além dos financeiros, mas que envolvem a saúde e a vida das pessoas. Sem elas, o trabalho não será feito e também os resultados não serão alcançados. Segurança deve estar sempre em primeiro lugar. Abraço e até a próxima.

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Opinião

Comprar ou terceirizar: qual é a melhor solução para sua empresa ?

Maria Baldin

é Diretora Financeira da ALD Automotive Brasil

P

equenas empresas têm dificuldade para levantar capital, fazendo com que muitos empresários procurem por soluções de financiamento alternativas, como leasing de equipamentos, outsourcing de informática e terceirização de frotas ou aluguel de carros como opções à compra desses ativos. Quando o assunto é frota de veículos leves, há uma série de vantagens e desvantagens que devem ser consideradas antes decidir qual é a melhor opção para o seu negócio. De longe o maior benefício de comprar sua frota de carros é que ela é de fato sua e uma vez que os automóveis são seus, você poderá vendê-los quando quiser. Outra vantagem é a negociação dos valores dos seguros que geralmente são mais caros quando os veículos são alugados. Adicionalmente, sendo proprietário dos carros, você está livre para rodar quantos quilômetros quiser, sem cobranças

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extras (salvo as próprias despesas de desgaste e manutenção) ou restrições. As desvantagens mais óbvias de ter frota própria são o alto investimento inicial e a depreciação dos veículos. Comprando à vista ou financiando, você pode ter a impressão de que está aumentando o seu patrimônio, no entanto, quando você compra um carro, os pagamentos refletem todo o custo do mesmo, em geral amortizado em um período de cinco anos. Mas a depreciação pode reduzir uma parte considerável do valor de seus automóveis, especialmente nos primeiros anos. Como resultado, compradores que optam por pagar parcelas modestas podem terminar financiando valores altos e se encontrarem em uma situação em que o carro vale menos no mercado do que a dívida que ainda se tem pela frente. A terceirização é uma alternativa viável e econômica para liberar capital e linha de créJaneiro/Fevereiro/Março 2017


dito, uma boa solução quando se está com o limite tomado. A locação muitas vezes não exige nenhum pagamento antecipado, portanto, o desembolso de caixa no momento da aquisição e das manutenções dos veículos é baixo. As mensalidades também têm valores pequenos e a cada dois ou três anos é possível renovar a sua frota com carros novos. O funcionamento é bem simples: na terceirização você essencialmente aluga o carro por um período fixo de meses, tipicamente 24 ou 36 meses, paga somente pelo uso do veículo durante esse período, não sendo forçado a absorver o custo total da depreciação e os juros sobre todo esse investimento. Finalmente, para empresários, o aluguel pode trazer benefícios fiscais se os carros forem utilizados para a atividade principal da empresa, como ferramenta de trabalho. Também há desvantagens na terceirização. Você sempre terá um pagamento mensal a fazer, e se não está disposto a conviver com essa obrigação, talvez a terceirização não seja a melhor escolha para sua empresa. Os carros não serão seus, quando acaba o contrato, eles devem ser devolvidos à locadora. Se você ou seus funcionários percorrem longas distâncias, será necessário buscar modalidades flexíveis de contrato com quilometragem livres ou ajustáveis, porque se devolver o carro com

uma quilometragem superior pagará por taxas adicionais. Outra desvantagem é que as seguradoras normalmente cobram valores superiores para oferecer cobertura a carros alugados. Entretanto, dependendo do seu perfil de utilização, histórico de sinistros, região de circulação e ramo de atividade, esse custo adicional pode ser bastante reduzido.

Se decidir alugar, fique atento aos detalhes ! Considere alugar veículos com baixa desvalorização, que conservem melhor o valor. Pense duas vezes antes de locar um carro com pouca aceitação no mercado de carros usados, que apresentam uma alta taxa de desvalorização. Fique atento também sobre as condições de cobranças adicionais, como avarias na devolução, quilometragem excedente, franquias de seguro ou outras participações, itens de manutenção não cobertos pela locação, multas por devolução antecipada e taxas administrativas. Você não quer ter surpresas durante seu contrato. Concluindo, a decisão de comprar ou alugar sempre dependerá de suas circunstâncias pessoais. Se seu objetivo é um dia se ver livre de pagamentos mensais e de fato quer ser proprietário, a compra pode ser a melhor escolha. Se, no entanto, seu objetivo é ter à disposição carros novos a cada dois ou três anos e minimizar seus custos, a terceirização pode ser uma boa alternativa. Instrua-se sobre as duas opções para tomar decisões com confiança antes de fazer o próximo investimento na sua frota de veículos.

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Novo Honda Civic Geração 10 A superação da tradição e da tecnologia

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m dos modelos sedans mais tradicionais e que vem há gerações fazendo parte do dia a dia dos brasileiros, sofreu agora uma mudança radical em design e tecnologia. Dono de um público fiel e cativo, o Civic surpreende à cada reformulação que sofre em seu modelo de tempos em tempos, mas dessa vez a montadora japonesa caprichou na ousadia. A décima geração do modelo no Brasil chega com um visual ainda mais arrojado, repleto de tecnologia e um novo conjunto mecânico, com direito a motor turbo e câmbio CVT. Podemos dizer sem medo que o Novo

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Frota & Mercado

Civic Geração 10 é um outro carro. Um outro Civic, em todos os pontos: conforto, desempenho, espaço interno, tecnologia embarcada, torque, e principalmente, sem discussão, no quesito design. O motor turbo 1.5 litros pode chegar a 176 cv. Isso dá ao condutor uma sensação incrível ao volante. O carro gruda no chão e mostra sua força e habilidade nas retas e segurança nas curvas, com uma aerodinâmica invejável para a categoria. Na aparência externa, na frente o Geração 10 não mudou tanto, mantém a “cara da Honda”, porém, na traseira é onde se faz todo o sucesso do novo modelo na questão visual. Incrivelmente moderno e futurista, as curvas altas e as lanternas envolventes traJaneiro/Fevereiro/Março 2017


zem um ar esportivo e ao mesmo tempo inusitado. Por dentro, o painel ficou mais limpo e prático, com tela de 7” touch, onde podem ser encontrados os itens de tecnologia e interatividade do modelo. No modelo top de linha, os bancos em couro e o teto solar marcam ainda mais o estilo do novo modelo, que é feito para quem gosta de esportividade, pois o Civic Geração 10 é um pouco baixo. Mas a suspensão não deixa a desejar. O carro é silencioso e confortável. O acabamento interno é luxuoso e requintado, bem como os detalhes externos cromados. O porta-malas é enorme, com quase 430 litros. Totalmente equipado, o Civic Geração 10 vem com ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, controle de cruzeiro, botão ECON de modo de condução econômico, vidros elétricos com função “um toque” para subida/descida em todas as posições, sistema de som com quatro alto-falantes, conexões bluetooth e USB e comandos no volante, câmera para manobras em ré, entre muitos outros. As versões com transmissão CVT trazem ainda as famosas borboletas para trocas de marcha atrás do volante. E ainda: airbags frontais, laterais e de cortina, controle de tração e estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem Agile Handling Assist (AHA), luz de frenagem de emergência (pisca de forma intermitente em frenagens emergenciais), além de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), luzes de rodagem diurna (DRL) e lanternas traseiras em LED, faróis de neblina, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas e aviso de esquecimento dos cintos dianteiros. O modelo pode ser encontrado nas versões EX, EXL e Sport. 32

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início do ano traz a aguardada divulgação do índice Car Group, o de maior repercussão entre os produzidos pelo CESVI Brasil - Centro de Experimentação e Segurança Viária. Entre os diversos índices produzidos pela entidade, esse é um cartão de visita do centro de pesquisa, pois reúne ensaios técnicos e análise de reparação. São comparados veículos de uma mesma categoria em relação à facilidade e ao custo de reparo. Os resultados trazem uma classificação com base nesse estudo, considerando custos da reparação, tempo de substituição das peças e a “cesta básica” de peças. O CESVI Brasil foi fundado em 1994, na região do Jaraguá, zona noroeste da cidade de São Paulo, e é o único centro de pesquisa do País dedicado a estudar a reparação automotiva. Alessandro Rubio, coordenador técnico do CESVI BRASIL, da MAPFRE, explica que o índice Car Group envolve crash tests realizados de acordo com a demanda, seja ela das montadoras, seguradoras ou

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do CESVI BRASIL. “Os testes são realizados na sede do CESVI BRASIL no Jaraguá e, quando a demanda do estudo é da montadora, ela cede o carro para a realização do teste”, conta Rubio. A composição do índice envolve ensaios técnicos. “Os testes são realizados de acordo com Norma internacional do RCAR (veja no box) sobre reparabilidade. São realizados dois testes, sendo um dianteiro off-set 40 % a 15 km/h e um traseiro off-set 40 % a 15 km/h (o termo ‘off-set’ significa que o crash test atinge apenas 40 % da largura do carro). Depois dos testes, o veículos segue para nossa oficina modelo, para levantamento dos danos e custos para a reparação, compondo uma parte do índice CAR GROUP. Esse teste é realizado em todos os centros de pesquisa associados ao RCAR

e tem como premissas os impactos mais comuns nos grandes centro urbanos”, diz o técnico. Rubio explica ainda que não existe relação entre o custo de reparabilidade e o índice de segurança, também medido pelo CESVI. “O índice de reparabilidade levanta os custos de reparo do veículo em caso de colisões de baixa velocidade, já o índice de segurança classifica os veículos de acordo com a disponibilidade de itens de segurança veicular, aqueles equipamentos que evitam ou minimizam a chance de ferimentos aos ocupantes e/ou risco de acidente”.

“Todas as classificações do CESVI visam auxiliar o mercado segurador, reparador, Frotista e consumidor final a escolher o veículo mais assertivo para cada caso” Pensando em Gestores de Frotas Leves, que são responsáveis pela compra, manutenção e gerenciamento de veículos, Rubio comenta sobre a importância de esses proJaneiro/Fevereiro/Março 2017


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Nota A na classificação geral.


fissionais acompanharem os resultados do ranking. “Todas as classificações do CESVI visam auxiliar o mercado segurador, reparador, frotista e consumidor final a escolher o veículo mais assertivo para cada caso. Por exemplo, podemos citar o índice de reparabilidade, que pode auxiliar um frotista a reduzir seus custos com reparação escolhendo um modelo de veículo que tem um índice CAR GROUP baixo, o que indicaria um menor tempo de reparação e menos custos de peças em caso de colisões”. O índice de segurança aferido pelo CESVI, por sua vez, pode direcionar um frotista para a escolha de um veículo mais bem equipado em relação a itens de segurança e proteção aos ocupantes, o que significa, de acordo com o coordenador técnico, mais segurança e menos riscos aos usuários de uma empresa, por exemplo. “Já o índice de manutenção pode indicar um

veículo que tem menor custo de manutenção mecânica até os 100 mil km, auxiliando a escolha do veículo menos caro para se manter”, comenta. Rubio esclarece ainda que não existe uma relação direta entre o índice de manutenção veicular, a segurança e a reparabilidade de um modelo. “Pois elaboramos o índice de manutenção considerando os itens essenciais para uma rodagem segura e em conformidade com as informações da montadora. Porém, vale ressaltar que um veículo com manutenção fora de ordem pode aumentar o risco de acidente e a probabilidade de falha mecânica”, afirma. O coordenador técnico do CESVI destaca que os Gestores de Frotas podem se beneficiar de várias formas dos índices produzidos pela entidade. “Todos os nossos estudos podem ser utilizados como direcionamento de uma escolha mais assertiva do

Vencedores Car Group Confira os ganhadores do índice Car Group em todas as categorias avaliadas. HATCH COMPACTO

UP! (VW)

HATCH COMPACTO OFF-ROAD

CROSSUP! (VW)

MINIVAN COMPACTA

NOVO AIR CROSS (Citroën)

PICAPE COMPACTA CABINE SIMPLES

SAVEIRO (VW)

PICAPE COMPACTA CABINE DUPLA

SAVEIRO CD (VW)

SEDAN COMPACTO

ETIOS (Toyota)

SEDAN MÉDIO EC7 (Geely) SW COMPACTO

SPACEFOX (VW)

UTILITÁRIO ESPORTIVO

2008 (Peugeot)

UTILITÁRIO ESPORTIVO OFF-ROAD

JIMNY (Suzuki)

Para ver a lista completa por categoria acesse: www.cesvibrasil.com.br/Portal/ Principal/Arquivos/Comparar-Veiculos/boletins_2017/BOL_1_janeiro_2017.pdf Para realizar comarativos entre modelos, acesse http://www.cesvibrasil.com.br/ Portal/Principal/Arquivos/Comparar-Veiculos/boletins_2017/BOL_1_janeiro_2017.pdf

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Frota & Mercado

veículo para o frotista em todos os aspectos, seja essa escolha visando: um custo de reparo mais baixo em caso de colisões leves (índice CAR GROUP); a proteção aos ocupantes do veículo (Índice de Segurança); a manutenção mais barata (Índice de manutenção veicular); a disponibilidade de itens que evitam o furto (Índice de furto); a propensão do veículo a danos em enchentes (Índice de danos em enchente) e a visibilidade e pontos cegos dos veículos (índice de visibilidade)”, finaliza.

Respaldo internacional Os testes do Cesvi Brasil seguem normas internacionais estabelecidas pela RCAR, um corpo internacional de centros de pesquisa automotivos, que tem como objetivo principal reduzir os custos humanos e econômicos envolvidos em perdas com automóveis. Para isso, investe em pesquisa para aumentar a resistência dos carros a danos, reparabilidade e segurança. Atualmente, a RCAR possui 25 membros em 20 países pelos cinco continentes do globo, Europa, Ásia, América do Norte, América do Sul e Austrália. A RCAR se configura como um fórum para troca de informações entre seus participantes, com descobertas realizadas em pesquisas e estratégias para sua implementação. As atividades de pesquisa ocorrem em ritmo diário e são compartilhadas ao longo de todo o ano. Mas os membros da entidade se reúnem pelo menos uma vez anualmente para debater sobre tópicos como os últimos processos em termos de reparos automotivos, educação industrial, equipamentos de segurança, os quais impactam nos custos de seguro e reparo automotivo. A RCAR publica posicionamentos sobre política industrial, guias de design e outras informações úteis para todos os envolvidos em projetar, construir, reparar e segurar veículos. Todas essas informações estão disponíveis em inglês no site da instituição, que também acredita em divulgar resultados ao público geral, para auxiliar na decisão de escolher um determinado automóvel. Site: www.rcar.org

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Mercado

Vendas diretas no Brasil atingem maior nível em 10 anos A modalidade também sofre os efeitos da crise mas não tanto quanto o varejo

A

porcentagem de Vendas Diretas no total dos emplacamentos de automóveis e comerciais leves no país atingiu o maior patamar em 10 anos, com 34,17 % de participação. Em um total de 1.986.389 unidades licenciadas em 2016, as VD chegaram a 678.750. A FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - analisou em seus relatórios que o percentual é, sim, alto, mas a quantidade de veículos emplacados não é, por causa da acentuada queda de vendas no varejo. Enquanto essa modalidade sofreu uma queda de 52 % nos últimos 4 anos, os negócios para pessoa jurídica encolheram 26 %. As análises da FENABRAVE alertam para a necessidade de recuperar o varejo. Os dados para o acumulado até deJaneiro/Fevereiro/Março 2017

zembro de 2016 registraram a liderança da Fiat em participação no mercado de Vendas Diretas, com 23,49 %, seguida pela GM com 20,88 % e pela VW com 12,12 % (veja o ranking completo no Box) – somando-se utilitários e veículos leves. Esse dado não contabiliza os 3,57 % de participação da Jeep, uma das marcas que pertencem ao grupo FCA, detentor da Fiat hoje. Fábio Meira Jr., responsável pelo setor de Operações Comerciais Brasil – Vendas Diretas do grupo FCA, analisa que a Fiat tem sido líder e referência em VD, com um modelo de negócio a ser seguido. E os novos produtos oriundos da aliança que formou o grupo FCA vieram para somar nesse contexto, principal-

mente com os veículos da Jeep, Compass e Renegade, que são “estratégicos” para setores como PcD e frotas executivas. Meira analisa ainda que outras montadoras “buscaram novas alternativas” no setor de VD e atingiram resultados positivos, o que se torna mais um fator para que a FCA continue atenta e buscando sempre se superar. “Em relação às perspectivas para 2017, ainda é cedo para avaliar. Mas a lição aprendida no ano passado é sermos mais analíticos e, talvez, até mesmo cautelosos em nossas previsões.” Ainda assim, o executivo enxerga que o movimento de terceirização, “desencadeado no final de 2015”, persiste, devido à necessidade das empresas. Outro fator mencionado por Meira é a alta do dólar, que acaba estimulando o turismo interno no país e aquecendo o negócio de “rent a car”. Em resumo, “o cenário ainda é positivo para VD”. Marcelo de Assis Tezoto, gerente Sênior de VD da GM, comemora que a marca foi líder de mercado no varejo em 2016, apesar da crise, com o Onix ocupando o posto de mais vendido do país. Em VD, o executivo também considera que o ano passado foi de conquistas, com expansão de vendas para PcD (Pessoas com Deficiência), táxis, locadoras, pequenas, médias e grandes empresas. “Os resultados foram por entregarmos produtos de qualidade, com uma equipe de vendas experiente e uma rede de concessionárias forte em todo o Brasil”, avalia Tezoto. Outro acontecimento importante de Frota & Mercado

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2016 foi uma resolução que já está em vigor na maior parte dos estados e pode provocar reflexos no setor de VD. O CONFAZ - Conselho Nacional de Política Fazendária, solicitou à FENABRAVE e à ANFAVEA -Associação Nacional dos. Fabricantes de Veículos Automotores, que elaborassem um protocolo para alterar o prazo de revenda de veículos comprados 0Km por Frotistas e outras pessoas jurídicas. Antes, era permitido revender esses veículos 6 meses depois da compra. Agora, isso só pode ocorrer depois de um ano, caso contrário será obrigatório recolher todos os impostos que não tenham incidido sobre a compra inicial. De acordo com a FENABRAVE, o CONFAZ realizou tal pedido para evitar a evasão de impostos. Essa auto-regulamentação foi assinada pela ANFAVEA e pela FENABRAVE e enviada às Secretarias da Fazenda de todos os estados brasileiros. A novidade já é válida em todo o território nacional, embora algumas unidades da federação ainda estejam em processo para colocar a medida em prática.

Crise e confiança A FENABRAVE contabilizou até o ano passado o fechamento de 1,3 mil concessionárias, entre o total dos estabelecimentos operando no Brasil, número que por si só ilustra a dificuldade atual do setor automotivo. Entretanto, a entidade lembra que a importância dessa atividade permanece bastante representativa para o país. É responsável por 4,5 % do PIB (Produto Interno Bruto), soma 15 mil empresas em atividade, com aproximadamente 300 mil empregos. Não por acaso, a FENABRAVE faz da luta pela recuperação seu principal mote atualmente. A ANFAVEA também se mostra determinada a fazer o possível para reverter o panorama. De acordo com a associação, hoje a indústria automotiva registra uma ociosidade em torno de 55 %. A movimentação para exportar mais, que de fato vem ocorrendo, não tem sido suficiente para contornar o problema. Contudo, o aumento da procura por seminovos nos últimos tempos ilustra que o desejo pela compra de automóveis no Brasil permanece, o que precisa ser revertido aos novos para que a indústria volte a se beneficiar e recupere perdas, analisa ainda a associação. Já o setor de terceirização de frotas traz um exemplo distinto. Rodrigo Amaral, diretor de Operações da Arval, observa a evolução da indústria automotiva no ano passado e comenta o impacto nos negócios da empresa: “Em 2016, o mercado de veículos novos no país teve a quarta queda consecutiva, agora de 20 %. Ao todo, nesses 4 anos, foram 46 % de queda.” Apesar desses números “terríveis”, como afirma o diretor, no caso da Arval o impacto negativo não foi tão acentuado. “Parte significativa de nosso negócio é a venda de usados e o mercado de novos deprimido aumenta a demanda pelos usados. Não houve queda expressiva na demanda por veículos corporativos, assim como houve no 38

Frota & Mercado

varejo. E mantemos um grande poder de barganha junto às montadoras devido aos volumes negociados”, comenta.

Mudança de comportamento Além das oscilações entre VD e varejo, que têm repercussões distintas em cada segmento na cadeia de atividades relacionadas ao setor automotivo, outro fator vem se mostrando importante quando analisados os modelos de veículos mais procurados pelos clientes nos últimos anos. “Em relação ao nosso histórico, é um aumento de SUVs, pick-ups grandes e pequenas e uma diminuição de hatches compactos e sedans médios”, conta Amaral. Os números ofciais têm revelado essa transição no gosto do consumidor brasileiro. Sedãs perdem espaço, peruas perdem espaço, cupês são cada vez mais raros. SUVs e versões “fora de estrada” navegam bem atualmente. Mas a queda no segmento dos automóveis de três volumes tem sido a mais acentuada. Existe um público maior hoje disposto a pagar aproximadamente R$ 80 mil por um SUV em vez de um sedã. O Toyota Corolla foge ao padrão do mercado. Em sua categoria, conseguiu 44,2 % de participação nos emplacamentos totais de 2016, segundo a FENABRAVE. O Civic, segundo colocado, foi responsável por 14,24 %. Em VD, o Toyota ficou em décima segunda colocação entre todos os veículos mais emplacados no acumulado até dezembro de 2016. É o único sedan médio entre 35 colocações no ranking da FENABRAVE, que contabiliza 50 modelos. As montadoras certamente estão acompanhando as tendências, tanto é que em meio à crise a quantidade de lançamentos não tem sido afetada. E o ano de 2017 certamente reserva muita competição e busca por uma retomada necessária. A análise completa do resultado acumulado no setor automotivo até dezembro de 2016, você pode encontrar no site da FENABRAVE: http://www3.fenabrave.org.br:8082/ plus/modulos/listas/index.php?tac=indices-e-numeros&idti po=1&id=697&layout=indices-e-numeros

Participação das marcas em VD automóveis e utilitários leves 23,49 %

5,52 %

20,88 %

5,15 %

12,12 %

3,76 %

10,9 %

3,57 %

8,19 %

Outros – 6,42 %

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Mercado

Os mais vendidos de 2016 ! Confira a seguir os 5 modelos de automรณveis e comerciais leves emplacados em Vendas Diretas/Corporativas ao longo do ano Automรณveis

Janeiro/Fevereiro/Marรงo 2017

Comerciais leves

GM Onix 44.779 unidades

Fiat Strada 45.277 unidades

Renault Sandero 32.474 unidades

VW Saveiro 21.364 unidades

Hyundai HB20 30.068 unidades

GM S10 19.325 unidades

Fiat Palio 29.898 unidades

Fiat Toro 18.031 unidades

Ford Ka 26.083 unidades

GM Montana 13.811 unidades

Frota & Mercado

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Mercado

Ranking de Vendas Diretas em 2016 *Total de Vendas Diretas/Corporativas por Montadora

*Como é tradição e nossa obrigação, a Revista Frota & Mercado consultou todas as montadoras solicitando seus números de Vendas Diretas/Corporativas para divulgação neste gráfico, porém algumas não responderam sobre seus números. Foram elas: Audi, Ford, Hyundai Brasil, Kia, Mercedes-Benz e Volkswagen.

100 unidades

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Frota & Mercado

247 unidades

480 unidades

600 unidades

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


131.095 unidades

174.000 unidades

76.792 unidades

36.628 unidades

22.494 unidades

7.931 unidades

1.110 unidades

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

1.181 unidades

3.446 unidades

7.130 unidades

Frota & Mercado

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Mercado

Vendas a Frotistas Participação do segmento de Vendas Diretas no mercado nos últimos 5 anos

2012 Automóveis: 21,30% Comerciais Leves: 47,59% Soma: 25,06%

2013 Automóveis: 21,13% Comerciais Leves: 51,02% Soma: 25,59%

2014 Automóveis: 23,87% Comerciais Leves: 56,12% Soma: 29,04%

2015 Automóveis: 24,76% Comerciais Leves: 52,88% Soma: 28,78%

2016 Automóveis: 30,33% Comerciais Leves: 55,90% Soma: 34,17% Fonte: FENABRAVE

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Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Vem aĂ­ 2019

www.autofleetamerica.com.br

Aguarde !!!


Abla

Pagar somente pelo uso de veículos é decisão inteligente

T

Paulo Nemer é Presidente do Conselho Nacional da ABLA - Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis.

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Frota & Mercado

em sido interessante notar como boa parte das empresas, dos mais variados setores de atividade, ainda se surpreendem ao tomar conhecimento de que, no Brasil, existem milhares de locadoras de veículos aptas a prestarem os serviços de terceirização de frotas. A capilaridade do nosso setor é mesmo muito significativa, principalmente diante dos desafios que vêm sendo superados para que possamos seguir contribuindo com a construção de uma economia nacional mais forte. Temos enfatizado que, para empresas privadas de todos os tamanhos, para os órgãos públicos e para as empresas estatais, é bem mais inteligente pagar somente pelo uso dos veículos do que gastar muito mais para comprar uma frota inteira. A ABLA, que neste ano de 2017 completa 40 anos de atuação no Brasil, promoveu com ênfase esse moderno conceito de utilização de veículos durante todo o decorrer de 2016. Isso se mostrou essencial para ajudar o setor a enfrentar os efeitos da instabilidade, tanto na esfera política, quanto na econômica. Em 2016, houve um desaquecimento que também impactou o nosso segmento, com empresas que atuam direta ou indiretamente nas áreas de construção civil, óleo e gás, além da mineração, diminuindo o uso de veículos. Além disso, as montadoras reduziram a produção e as vendas diretas, enquanto o crédito se tornou mais caro e escasso. Para auxiliar as associadas a trabalharem nesse ambiente desafiador, a ABLA ampliou as parcerias com fornecedores de produtos e serviços para locadoras. Assim, por meio da ABLA, as locadoras associadas tiveram acesso a condições comerciais diferenciadas para renovação das frotas, para obtenção de financiamentos, para a compra de softwares, seguros, pneus, enfim, houve uma série de benefícios comerciais voltados para auxiliar na geração de economia e de rentabilidade ao negócio. Agora, em 2017, vamos entregar ao mercado uma edição histórica e comemorativa do Anuário Brasileiro da Locação de Veículos, com novas e ainda mais precisas fontes de estatísticas. As locadoras associadas também terão o XIV Fórum Nacional da ABLA, que proporcionará contato direto com os principais especialistas da indústria automotiva, assim como com grandes parceiros comerciais. Além disso, em conjunto com a FENALOC (Federação Nacional das Locadoras), a ABLA organizará o IV Fórum Jurídico do setor de locação, em Brasília/DF e, entre outras ações, seguirá em 2017 com a forte programação de cursos de capacitação para profissionais de locadoras. Todas essas ações, em conjunto, também ajudam as locadoras a derrubarem a falsa ideia de que alugar um carro no Brasil é caro ou complicado. Não é. A média de preços da locação por aqui é, hoje, uma das mais baixas do mundo quando comparada em dólares às tarifas praticadas no exterior. O nosso setor sempre foi pujante e agora não será diferente. Mantenho a confiança em 2017 porque os empresários estão mais conscientes da importância de trabalharem com rentabilidade, de modo a garantir um crescimento sustentável para essa essencial atividade econômica. Esse é o caminho no qual acreditamos e que, cada vez mais unidos, queremos continuar a trilhar. Janeiro/Fevereiro/Março 2017


ABRACICLO

Mercado de motos tem razões para acreditar em retomada

A

José Eduardo Gonçalves Diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

s vendas de motocicletas estavam no patamar de 1,9 milhão de unidades em 2011 e retroagiram a menos de 900 mil unidades em 2016, deixando evidente o comportamento retraído do consumidor diante da escalada da inflação, altas taxas de juro, aumento do desemprego e forte seletividade das instituições financeiras na concessão de financiamentos. O problema é que o negócio com motocicletas no Brasil funciona basicamente à base de pagamentos parcelados. Um terço destes negócios ocorre via consórcio, outro terço é realizado por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e o terço final fica atribuído à compra à vista, porém na grande maioria dos casos é praticado em quatro ou mais parcelas pagas com cartão de crédito. Cerca de 85% dos compradores de motos pertencem às classes sócio-econômicas C, D e E, que adquirem prioritirariamente o veículo de baixa cilindrada para transporte, locomoção e geração de renda, além de lazer. Para esse consumidor, a liberação do FGTS inativo representa ótima oportunidade de liquidação de dívidas e, ainda, um estímulo para assumir novos compromissos financeiros. Neste sentido, a boa notícia surgiu mesmo em meados de março, quando a Abraciclo e a Caixa Econômica Federal firmaram um acordo de cooperação comercial para ampliar as operações de financiamento de motocicletas, por meio de uma nova linha de crédito com taxas competitivas e planos com duração de até 60 meses. As primeiras projeções do setor para 2017, no entanto, ainda são cautelosas, mais direcionadas à busca da establidade do mercado, com elevação de 2,5% na produção, chegando a 910 mil unidades, e manutenção das vendas no varejo em torno de 890 mil unidades. Outro atrativo para os consumidores de motocicletas ocorrerá no segundo semestre, com a realização do Salão Duas Rodas em novo local – o centro de eventos São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo/SP. O local abrigará em novembro um evento diferente do setor, baseado em muita interatividade com os visitantes, além de vários lançamentos de produtos. Para os frotistas, o ano de 2017 pode representar também uma interessante oportunidade de maior utilização de motocicletas para a expansão dos serviços e a obtenção de melhores resultados, como já constatam empresas como Ambev, Bradesco Seguros, Porto Seguro e a paranaense Copel, que recorre às motos para a execução de reparos rápidos na rede de energia elétrica. Mais de 25 milhões de motocicletas circulam no Brasil, onde há uma relação de 9 habitantes por moto. Na Itália a relação é de 7 habitantes por motocicleta, ou seja, em termos proporcionais, lá há mais motos circulando do que aqui. Nos países asiáticos, essa relação chega a 3 para uma. Aqui, os principais passos para se concretizar o desejo de compra da moto estão na estabilidade econômica e maior disponibilidade de crédito. E a melhor notícia é que estes dois passos já estão sendo dados neste começo de 2017.

Frota & Mercado

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AIAFA

O desafio do gestor de frotas frente à crise Cabe a esse importante profissional reduzir gastos e possibilitar o uso sustentável, seguro e responsável dos veículos corporativos, para que a empresa a qual representa possa se dedicar com mais afinco à sua atividade-fim.

E

Jaume Verge é vice-presidente executivo da Associação Internacional de Administradores de Frotas de Automóveis (AIAFA).

m cenários de crise econômica, como a que o Brasil tem enfrentado, o papel do Gestor de Frotas ganha ainda mais relevância na empresa. Desde o ano passado, as empresas têm apertado o cinto, e cabe ao Gestor de Frotas também contribuir para que a máquina volte a funcionar. Esses profissionais têm o desafio de reduzir gastos e ao mesmo tempo possibilitar o uso sustentável, seguro e responsável dos veículos da frota, para que as empresas que representam possam se dedicar com mais afinco à sua atividade-fim. O ano de 2016 foi repleto de desafios para praticamente todas as áreas econômicas, pois a recessão também afetou muitos fornecedores e prestadores de serviços do setor. Na AIAFA, acompanhamos com muita preocupação a queda do desempenho da indústria automotiva brasileira, que nos dá um bom direcionamento sobre a realidade em que vivemos hoje. Nesse sentido, a AIAFA tem lutado para dar ferramentas para que os gestores de frotas melhorem cada vez mais sua atuação. E o principal alicerce que podemos oferecer a eles é conhecimento. Por isso, a prioridade da nossa entidade é promover formação em duas frentes: a realização de eventos com profissionais de setor, que permitem a troca de informações e experiências, e a publicação de conteúdo especializado por meio de nossos canais de comunicação. Em novembro passado, organizamos a quinta edição do Congresso AIAFA Brasil de Gestores de Frotas, em parceria com o Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo. Esse evento se consolidou como referência na área de gestão de frotas leves. A qualidade dos debates e a participação do público superaram nossas melhores expectativas. No Congresso, conseguimos reunir grandes profissionais e empresas de renome, que apresentaram conteúdo interessante e relataram experiências que servem de inspiração para os Gestores de Frotas. As publicações da AIAFA dirigidas a nossos associados também representam a contribuição que queremos dar à profissionalização do Gestor de Frotas. Revista, guia de fornecedores e notícias web são nossos canais de comunicação para mantê-los sempre informados das últimas tendências do mercado, soluções, tecnologias, dicas de gestão e análise das estratégias das empresas de mais sucesso no Brasil.

Novas perspectivas Para 2017 e 2018, apostamos na recuperação da economia brasileira. Enquanto a indústria automotiva se move para fomentar a produção e as vendas de veículos leves, torcemos para que todos os setores econômicos também tenham um respiro e o País volte a crescer. Os desafios para os Gestores de Frotas continuam grandes. Mas o profissional que se mantém atualizado, informado, conectado com as tendências do mercado e consegue construir uma boa rede de contatos poderá passar mais facilmente por esse período conturbado. Esperamos que as ferramentas que a AIAFA oferece possam contribuir nessa caminhada em busca de uma gestão de frotas mais eficaz, eficiente e com resultados que impactem não só a empresa, mas que sirva de inspiração a todos nós. 46

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


ANEF

Um ano de cautela

O

Gilson Carvalho é presidente da ANEF - Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

ano de 2016 registrou o mais fraco desempenho no que se refere ao financiamento de veículos novos, mas a expectativa para 2017 é de que o mercado reaja e registre uma leve recuperação. De acordo com a expectativa da ANEF (Associação Nacional das Financeiras de Montadoras), o saldo de financiamentos para a compra de veículos e motocicletas deve registrar um aumento de 2,5% e alcançar a marca de R$ 166,7 bilhões. Já o total de recursos liberados poderá crescer um pouco mais e somar R$ 86,7 bilhões, o que representa uma alta de 5,5 %. Numa análise bem cuidadosa do mercado é possível dizer que 2016 foi um ano de cautela, tanto por parte das pessoas, como por parte das instituições financeiras. Ao mesmo tempo em que os bancos, em razão do aumento dos riscos, foram mais rigorosos na concessão do crédito, muitos consumidores optaram por adiar suas compras com medo de não quitar sua dívida. Em tempos de recessão econômica, o número de pessoas que não conseguem honrar seus compromissos financeiros está aumentando consideravelmente. Os motivos são os mais variados e vão desde a redução do salário até o desemprego. No ano passado, a taxa de inadimplência nas operações de financiamento registrou aumento de 0,4 ponto percentual, tanto para pessoas físicas como para jurídicas, passando de 4,2 % para 4,6 % nas operações de crédito CDC (Crédito Direto ao Consumidor) vencidas há mais de 90 dias. À primeira vista, pode até parecer um número relativamente baixo, mas se avaliarmos com cautela e mais profundidade, veremos o saldo da carteira de financiamentos é de R$ 158 milhões, o que quer dizer que os bancos deixaram de receber R$ 7,2 bilhões. Detalhando mais ainda esse indicador, se considerarmos que o preço médio hipotético de um veículo na faixa de R$ 35 mil, teremos cerca de 200 mil consumidores que deixaram de quitar suas contas. É um número alarmante. Afinal, as taxas de pessoas físicas inadimplentes estão aumentando ano a ano. Em 2014, por exemplo, o índice era de 3,9 %. No ano seguinte, esse índice subiu para 4,2 % e, em 2016, 4,6 %. Enquanto os números de inadimplência cresceram, o saldo de financiamentos entrou em uma curva descendente. Em 2016, foi registrado o mais fraco desempenho no que se refere ao financiamento de veículos novos. De acordo com dados da ANEF, foram liberados R$ 80,2 bilhões, o que representa uma queda de 9,9% em doze meses, quando foram disponibilizados R$ 88,9 bilhões. Esse baixo volume nada mais é do que um reflexo do atual cenário econômico. Neste primeiro semestre, o mercado deverá manter esse ritmo, pois o nível de confiança da população ainda continua baixo e ninguém quer comprometer sua renda ou se tornar um devedor inadimplente. Depois, a tendência deve ser de crescimento no volume de negócios, mas ainda muito inferior aos anos anteriores. Segundo os analistas, o pior já passou e o Brasil caminha no sentido da recuperação. Será um longo percurso, mas estamos dando os primeiros passos nesse sentido.

Frota & Mercado

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ANFAVEA

2017: ano de recuperação lenta e gradual

O

Antonio Megale é presidente da ANFAVEA - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores

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Frota & Mercado

s resultados do setor automotivo no ano passado foram negativos: licenciamento de autoveículos de 2,05 milhões de unidades, queda de 20,2 % frente às 2,57 milhões de unidades vendidas em 2015. Vários fatores contribuíram para esse desempenho. O primeiro a confiança em baixa, em razão da instabilidade política vivida pelo País, que fez investidores e consumidores adiarem suas decisões. O segundo foi o acesso ao crédito, resultado da conjuntura socioeconômica, que tornou as instituições financeiras muito seletivas na hora da concessão. A consequência disso foi uma participação de vendas financiadas no total dos licenciamentos nos patamares mais baixos da série histórica. A produção em 2016 foi de 2,16 milhões de unidades, inferior em 11,2 % ao se defrontar com as 2,43 milhões de unidades do ano anterior. Resultados bons apenas nas exportações com cenário em alta: 520,3 mil unidades negociadas com outros países, aumento de 24,7 % sobre as 417,3 mil unidades de 2015. Em dezembro, 62,9 mil veículos atravessaram as fronteiras, número 11 % maior em relação a novembro, com 56,7 mil unidades, e 36,1 % acima ante as 46,2 mil de dezembro de 2015. As previsões para este ano são interessantes, com o início de uma recuperação lenta e gradual do mercado. Estimamos um aumento de 4,0 % no licenciamento de autoveículos, ou seja, a expectativa é de comercializar 2,13 milhões de unidades. No caso das exportações, novo aumento é esperado: 7,2 %, totalizando 558 mil unidades enviadas para outros países. A previsão de produção é de 2,41 milhões de unidades, 11,9 % acima do registrado em 2016. Existem diversas razões para acreditar em crescimento. A conjuntura macroeconômica indica fatos positivos, como aumento do PIB, inflação convergindo para o centro da meta, reduções contínuas da taxa básica de juros e estabilização do dólar. Além disso, a PEC do teto dos gastos já está aprovada, algumas medidas econômicas foram anunciadas, vivenciamos estabilização do ritmo de vendas e teremos uma base baixa de comparação. Ao juntar todos estes fatores, acreditamos em uma reação sequencial, que passa pela retomada da confiança tanto do consumidor quanto do investidor, reaquecimento do consumo e abertura gradual da concessão de crédito. Entretanto, neste primeiro bimestre de 2017, o licenciamento de veículos novos apontou uma queda de 6,4 % no período com 282,9 mil unidades vendidas nos dois primeiros meses deste ano e 302,1 mil no ano passado. Em fevereiro, foram negociadas 135,7 mil unidades, 7,8 % abaixo das 147,2 mil comercializadas em janeiro e 7,6 % menor em relação as 146,8 mil do mesmo período do ano passado. São números decepcionantes, mas já imaginávamos um primeiro trimestre difícil, o que está se concretizando. Apesar dessa confirmação, o resultado de fevereiro ainda assim surpreendeu negativamente. O desempenho do mês começou positivo, mas declinou no final, principalmente devido ao Carnaval no final do mês. Além do mês mais curto, presenciamos um impacto nos números motivado pelas paralisações no Espírito Santo, que também reverberou para o Rio de Janeiro. Estes fatores, além das dificuldades de financiamento, impactaram as vendas. Apesar disso, pelos motivos já citados, continuamos acreditando em uma melhoria gradual e na projeção positiva para 2017. Importante ressaltar que esta recuperação lenta e gradual deste ano tende a ter pequena aceleração para os próximos anos com a melhoria contínua dos principais fatores indutores da motivação de compra: índices de confiança, redução do medo de perder o emprego, maior facilidade de acesso ao crédito, a necessidade de trocar o carro usado, entre outros fatores. Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Fenabrave

Expectativa de recuperação no segundo semestre

O

Alarico Assumpção Júnior é presidente da FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

ano de 2016 foi marcado por uma situação muito danosa, assim como em 2015, em que a questão política deteriora a condição econômica. Consequentemente, muito do que poderia ser consertado em termos econômicos ainda permanece estagnado. Os investidores postergam seus investimentos, os compradores postergam suas compras, o índice de desconfiança é alto, as taxas de desemprego são altas. Assim, o mercado fica mais uma vez recessivo, apenas ensaiando uma recuperação. Outro ponto de grande importância na nossa atividade é a questão do financiamento. Existe hoje uma retenção de crédito muito grande e o nosso setor é totalmente dependente dessa modalidade de compra. As instituições financiadoras estão realizando um pente fino de extremo rigor devido aos riscos de inadimplência. Porém, isso faz com que se limitem as vendas. O panorama econômico tem evoluído de forma positiva, com a inflação baixando, os juros também, a taxa Selic na casa de um só dígito. O que queremos agora é a retomada do PIB (Produto Interno Bruto), pois só assim se vende carros e caminhões. Esse é o pleito da Fenabrave, até porque perdemos 1.786 estabelecimentos de vendas de veículos, que deixaram de operar no país. O mercado voltou dez anos em volume, muitas concessionárias pararam suas atividades, pois a roda da economia está parada. De agora em diante, a hemorragia está estancada e qualquer crescimento será bem-vindo. Acreditamos que no segundo semestre o mercado deve começar a sentir efeitos positivos de direito e de fato. Não podemos esquecer que estamos ainda em um cenário político conturbado. O que pode ser feito para minimizar os efeitos negativos da crise é dar mais importância ao pós-venda, um diferencial relevante para as concessionárias, até porque os usuários dos produtos precisam continuar com a manutenção necessária. Inclusive para a valorização do veículo no momento da venda por parte do proprietário. No ano passado o setor de forma total, incluindo de motos a caminhões, perdeu 20,29 % de representatividade. Neste ano esperamos um crescimento de 3,5 %, o que já é um alento, até mesmo para manter essas casas em funcionamento. Temos três parâmetros como base para essa expectativa, que são a queda de juros, a inflação dentro da meta e o desempenho do agronegócio, que precisa de tratores, máquinas agrícolas, caminhões e impelmentos rodoviários. Tenho certeza e convicção, em primeiro lugar, que um PIB positivo faz com que a roda da economia gire fortemente. A gestão dos concessionários tem melhorado muito, até porque, na dor, é preciso mais esforço para reter talentos e ter as pessoas certas nos lugares certos. Feliz daquele que tem os seus em uma concessionária. Estamos muito atentos à competitividade mais acirrada e as marcas precisam de algo a mais. O Sol nasceu para todos e ter unidade, nessa categoria, faz toda a diferença. Frota & Mercado

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Depoimento

2017: desafios e lançamentos

O

ano de 2016 foi um ano desafiador para todo o setor automotivo. O mercado Premium havia tido um bom despenho em 2015, mas acabou sendo afetado pelo cenário econômico desfavorável. Já 2017 também será um ano desafiador. Mesmo com uma ligeira melhora em alguns indicadores econômicos, acredito que sinais mais concretos de recuperação não deverão ser sentidos esse ano. Apenas diante de um cenário político e econômico mais estáveis, as vendas no setor automotivo podem voltar a crescer. Ainda assim, vamos manter um calendário consistente de lançamentos e o consumidor pode esperar por modelos com muita tecnologia, design e potência, como os novos A5, Q5 e o superesportivo R8 Spyder.

Thiago Lemes Diretor De Vendas da Audi do Brasil

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Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

Ano de consolidação e conquistas

O

Martin Fritsches Diretor De Vendas da BMW do Brasil

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

BMW Group Brasil alcançou importantes objetivos em 2016 com todas as suas marcas no Brasil. Entre as mais expressivas está a reconquista, pela BMW, da liderança nacional em vendas do mercado de automóveis Premium nacional pela sexta vez nos últimos 7 anos – com 11.860 veículos emplacados, segundo dados da ANFAVEA - Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, a implementação do projeto de exportação de 10.000 unidades do utilitário BMW X1 ao mercado norte-americano; o início da produção do BMW X4 na fábrica do BMW Group, em Araquari/SC; além do lançamento de diversos modelos, como: o BMW Série 7, o BMW M2, o MINI Cabrio e a motocicleta BMW F 700 GS. A BMW Motorrad, a divisão de motocicletas do BMW Group, por sua vez, alcançou a liderança do segmento Premium de modelos acima de 500 cc no País e iniciou as operações da nova fábrica de Manaus/AM, a primeira do BMW Group dedicada exclusivamente à produção de motocicletas fora da Alemanha. O ano passado também foi coroado com o reconhecimento do BMW Group Brasil em várias premiações. Entre os mais relevantes está o título de empresa de melhor reputação em meio as representantes da indústria automotiva do País, conquistado pela empresa no ranking anual do Reputation Institute. Para este ano, avançaremos com o compromisso de manter nossa sólida estratégia, direcionada ao crescimento sustentável, e que acredita, desde sempre, no potencial do País no longo prazo. Confiamos, em um primeiro momento, na estabilização do cenário econômico e, posteriormente, na recuperação gradativa em 2017. Novos produtos serão lançados ao longo do ano, como os novos BMW Série 5 e MINI Countryman, além da motocicleta BMW G 310 R, todos equipados com tecnologias inovadoras e aguardados com grande expectativa pelos nossos clientes e entusiastas. Mais especificamente com relação ao setor de Vendas Corporativas, o ano de 2016 registrou crescimento expressivo em comparação ao ano anterior. Do volume total de vendas alcançado pelo BMW Group Brasil no ano passado, parte importante refere-se à modalidade de Vendas Corporativas onde diversas parcerias foram firmadas contribuindo diretamente para os resultados totais. E grande parte deste desempenho positivo se deve à atuação da rede de concessionários que vem estabelecendo contatos constantes com empresas em suas regiões, diversificando clientes e buscando soluções para incrementar este canal de vendas. Para 2017, vamos intensificar as prospecções e contatos com clientes globais que são, naturalmente, potenciais parceiros no Brasil, e, com isso, agregar ainda mais o volume de vendas. Ademais, estamos investindo constantemente no treinamento do time de vendas e na relação próxima à rede de concessionários com o objetivo de identificar oportunidades e buscar novos negócios em suas respectivas regiões de atuação. Sabemos que o cliente corporativo também busca soluções Premium de mobilidade e estamos prontos para oferecer as melhores escolhas em produtos e serviços. Frota & Mercado

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Depoimento

Reorganizando e preparando o futuro

O

Filipe Pereira Gerente Nacional de Vendas da Chery

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Frota & Mercado

ano de 2016 foi um ano de reorganização para a Chery. Aproveitamos o péssimo momento econômico do País para colocarmos a casa em ordem. Mudamos estratégias, adaptamos a produção e a expectativa para 2017. No final de 2016, durante o Salão do Automóvel, apresentamos a nova gama de produtos Chery para o mercado brasileiro, que chamamos de nova geração. São modelos com bastante conteúdo tecnológico, modernos e com design totalmente alinhado as expectativas do mercado. Esses modelos já são considerados sucesso de vendas na China e são esses modelos que devem impulsionar a nova fase da Chery no Brasil. O primeiro carro a ser lançado, já no início do próximo semestre, é o Tiggo 2, que vem cheio de novidades, principalmente em relação ao plano de vendas. A Chery fará campanhas especificas de vendas para esse modelo. No ano passado, fechamos com número de produção e vendas bastante inferiores ao esperado. Já pra 2017, a Chery espera comercializar 5 mil carros no mercado nacional. Também estamos colocando em prática nossos planos de exportação, que devem ter início ainda este ano. Com relação a Vendas Diretas, começamos um trabalho, ainda que timidamente, em 2015, alcançando cerca de 4 % de VD nesse ano, mas rapidamente esse canal de vendas tomou força. Como ainda somos uma empresa pequena, estamos montando aos poucos essa área internamente, mas mesmo assim, o percentual de vendas nesse canal alcançou cerca de 10 %. Nossa ambição é chegar de 20 a 25 % de VD dentro dos próximos 2 a 3 anos, um nicho que achamos saudável para todos e um complemento importante das vendas de Show-Room.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

Liderança de mercado !

E

mbora o ano de 2016 tenha sido extremamente desafiador para a indústria automotiva, a Chevrolet foi a líder de mercado no Brasil. Chegamos a esse resultado ao entregarmos produtos de qualidade e uma marca de excelência, em que o consumidor pode confiar. Ainda em 2016, o Chevrolet Onix foi o carro mais vendido do Brasil e com melhor valor de revenda. Tivemos ainda uma expressiva presença no segmento de monovolumes. O Chevrolet Spin 1.8 fechou o ano com o maior market share de 2016 e, fomos líderes no segmento. Além disso, tivemos o Prisma como o sedan mais vendido do país.  No canal de Vendas Diretas, também tivemos um ano de conquistas e de grandes resultados. Expandimos os nossos segmentos de vendas para PcD, Táxi, Locadora, Pequenas e Médias Empresas, e Grandes Empresas. Os resultados que temos foram por entregarmos produtos de qualidade, com uma equipe de vendas experiente e uma rede de concessionárias forte em todo o Brasil.  Começamos o ano de 2017 ampliando ainda mais nosso relacionamento ao participarmos de eventos, feiras estratégicas onde apresentamos as novas tecnologias dos nossos produtos para continuar a surpreender o mercado automotivo. 

Marcelo de Assis Tezoto Gerente Sênior de Vendas Diretas

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Depoimento

Crise trouxe novas oportunidades para Vendas Diretas

O

Fábio Meira Diretor de Vendas Diretas da FCA para a América Latina

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Frota & Mercado

ano de 2016 foi extremamente desafiador, devido à predominância de um cenário instável na economia ao longo de todo o ano. A retração das vendas e do nível de atividade praticamente impossibilitaram qualquer tipo de previsão e alinhamento da atividade industrial com a demanda. Foi também um ano em que as empresas procuraram otimizar o perfil de seu negócio. Esta mudança não foi necessariamente negativa, pois gerou novas oportunidades de negócios. Na busca de concentrar suas energias em seu negócio principal, muitas empresas se reinventaram e, por exemplo, deixaram de operar frotas próprias, migrando-as para terceirização, a fim de concentrar a aplicação de recursos na atividade principal da empresa. Outro exemplo: parte do fluxo turístico que se destinaria ao exterior, acabou sendo canalizado para o turismo interno. Isto também contribuiu fortemente para o crescimento de Vendas Diretas. Como balanço do ano, podemos destacar que, entre 2015 e 2016 observa-se uma queda de 19,8 % no mercado total (todas as marcas) e de apenas 6,6 % em Vendas Diretas. Isto significa que VD sentiu menos a retração do que o varejo. A FCA liderou o mercado de Vendas Diretas, devido a uma estratégia abrangente de vendas elaborada com base em uma leitura atenta das variáveis de mercado. Para 2017 projetamos um crescimento ainda maior no mercado de Vendas Diretas, principalmente pelo crescente número de competidores investindo seus esforços no mercado corporativo. A FCA, que em 2016 já tinha uma gama de produtos vencedora e com grandes sucessos de vendas em Vendas Diretas, prepara novidades para 2017 que certamente a farão ainda mais atraente e competitiva. Como lições aprendidas, é importante registrar que 2016 nos ensinou a trabalhar em cenários instáveis em constante mudança. Foi um ano repleto de surpresas. Enquanto ainda estávamos buscando alternativas para uma crise, outra aparecia. Isto trouxe muito aprendizado. Aprendemos a ser mais atentos às variações de humor e de mercado e às oportunidades que representam. E também nos tornamos mais cautelosos no planejamento de 2017.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

Um ano de boas oportunidades

A

Honda Automóveis encerrou o ano de 2016 com os resultados dentro das expectativas alinhadas com a rede de concessionárias. Em um momento de recessão, a estratégia da empresa foi manter o volume de produção ajustado à real demanda, visando preservar o valor de revenda dos veículos da nossa marca, um dos nossos diferenciais. Em termos de vendas, a redução foi de 20 % em relação ao ano anterior, quando atingimos recorde histórico, principalmente devido à introdução do HR-V, novo modelo que obteve ótima aceitação. O recuo no volume reflete, prioritariamente, as condições do ambiente econômico. Mesmo nesse cenário, mantivemos a estratégia de investir na renovação do line-up, com modelos que melhor atendam às expectativas dos consumidores, e lançamos um dos mais complexos e ambiciosos projetos da nossa marca: o novo Civic Geração 10. Circunstancialmente, a chegada do novo sedã médio ao mercado nacional influenciou o resultado anual, uma vez que foi necessário um processo de redução de volume da antiga geração para escoamento do estoque nas concessionárias, seguido de um processo gradual de preparação da fábrica para produção do novo modelo. A área de Vendas Especiais continuará dando foco ao segmento de Frotistas e, para isso, disponibiliza todo seu line-up para aquisição por parte das empresas. O destaque é o Civic Geração 10, lançado em 2016, e que já conquistou inúmeros prêmios do setor. Para 2017, estamos otimistas com o início da comercialização do WR-V, que chega ao mercado no final do mês de março. Ainda assim, temos cautela em nossas previsões, visto que um cenário econômico favorável demanda a superação de grandes desafios, como a reversão do aumento do índice de desemprego, da perda de confiança do consumidor e da elevação dos custos de produção. Nesse contexto, trabalhamos com projeção de ligeiro crescimento nas vendas, o que será um resultado positivo. A Honda está sempre estudando oportunidades de renovação de seu line-up de modo a atender as expectativas dos consumidores. Entre as novidades, lançamos o Novo Civic Geração 10, que também marcou a chegada do motor VTEC turbo 1.5 ao Brasil, e apresentamos o WR-V, primeiro modelo cujo desenvolvimento foi liderado pelo centro de pesquisa e desenvolvimento da Honda Brasil. Enxergamos boas oportunidades no mercado brasileiro e acreditamos que podemos atuar de acordo com as necessidades e realidade dos diferentes perfis de consumidores espalhados pelo País.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Depoimento

Ano de crescimento

E

Ruben Barbosa Diretor de Vendas da Jaguar Land Rover

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Frota & Mercado

m 2016, a Jaguar foi uma das marcas Premium que mais cresceu em meio a um mercado em queda. Tivemos o lançamento do primeiro SUV da marca, o F-PACE. A Land Rover, neste ano, lança o novo Discovery. Isto é, estamos constantemente investindo em novidades de produtos. Não costumamos passar previsões de vendas futuras, mas acreditamos que o mercado como um todo vai terminar o ano melhor do que começou. O mercado de vendas corporativas dentro do nosso ano fiscal (Abril 2016 a Março 2017 - FY 16/17) está crescendo. A Jaguar Land Rover cresce 130 % no segmento, o maior aumento do setor Premium. A empresa fica com 16 % do mercado, que apresentou crescimento ligeiro de 0,2 %, ficando em 8,4 % da indústria Premium. A Jaguar foi um exemplo de sucesso em meio a um ano em que o mercado se viu em declínio. Podemos ainda informar que 50 % do volume total das Vendas Diretas baseiam-se no Discovery Sport com forte penetração no público de produtores rurais. Em seguida, 20 % do volume estão na venda de Range Rover Sport. O início das vendas para diplomatas e pessoas com deficiência deve acelerar ainda mais o crescimento neste ano de 2017. A Jaguar inicia sua presença nas frotas de empresas e terceirizadoras de frota por meio do seu modelo XE, acompanhado do F-PACE. As Vendas Diretas da Jaguar Land Rover representam 10 % do volume de vendas varejo da empresa.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

Esperança de um futuro melhor

I

José Luiz Gandini Presidente da Kia Motors

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

nfelizmente, 2016 foi o pior ano para a Kia Motors do Brasil, com licenciamento de 10.776 unidades, depois de ter alcançado 77.190 unidades (2011), 41.156 (2012), 29.134 (2013), 23.789 (2014) e 15.930 (2015). As respectivas retrações aconteceram por conta da instituição dos 30 pontos percentuais no IPI em 15 de setembro de 2011. Com isso, obviamente, a Kia Motors viu o seu quadro de concessionárias cair de 180 pontos full service para 102 atualmente. O mesmo fenômeno aconteceu com o setor de veículos importados, que bateu seu recorde de vendas em 2011 (199.366 unidades – 5,82 % de marketshare) e, no ano passado, chegou a 35.852 unidades. O nosso setor, em 2011, tinha 850 concessionárias, empregava 35 mil brasileiros e recolheu R$ 6,5 bilhões em impostos. No ano passado, a rede autorizada chegou a 450 concessionárias, 13,5 mil empregos e recolher apenas R$ 1,2 bilhão. Com a imposição unilateral dos 30 pontos percentuais, não houve surpresas em 2016. Muito menos superações. É impossível competir com a tributação extra-tarifária. Agora, esperamos que o Governo Federal reconsidere ao menos a liberação de cotas não utilizadas em 2015 e 2016, possibilitando assim o aumento de vendas do setor de importados.

Frota & Mercado

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Depoimento

Otimismo para 2017

D

Jair Leite de Oliveira Diretor de vendas da Lifan

esnecessário dizer que 2016 não vai deixar saudades. Foram muitas notícias ruins que nos fizeram refazer os planos inúmeras vezes e rever expectativas. Como muitos disseram e acabou virando “chavão”, não foi fácil pra ninguém. Apesar dos sinais ruins que já recebíamos no final de 2015, nossa expectativa era manter o ritmo de vendas estável em 2016, sobretudo porque teríamos um Salão do Automóvel no final do ano e já estávamos com os planos prontos para iniciar as vendas de nosso carro-chefe (SUV X60) com câmbio automático CVT. No entanto, os fatos superaram a expectativa. Nosso mercado retrocedeu aos níveis de venda de 10 anos atrás, mais de 1.600 concessionárias e pontos de venda fecharam as portas, inúmeros negócios saudáveis e prósperos de vários segmentos viraram nada em pouco tempo e o dólar atravessou a barreira dos R$ 4,00. Todos estes são fatos reais, que nos obrigaram a ser criativos como nunca antes havíamos sido. Mas nem todas as notícias foram ruins em 2016. Há o outro lado e é preciso reconhecer também estes fatos reais: muitos de nós encontraram o caminho para se manterem saudáveis, conseguiram de forma criativa e com muito trabalho diminuir as perdas, souberam gerir os negócios e lograram atravessar o longo período de baixa, todos que agora encaram 2017 de frente, mas ainda com alguma desconfiança. Nosso recuo em 2016 acompanhou o mercado e isso para nós pode ser visto como uma boa notícia, porque, apesar de ainda sermos uma marca nova no Brasil aqui estamos há apenas 4 anos - já conseguimos acompanhar o ritmo do mercado brasileiro. Mais positivo ainda foi o fato de termos chegado ao maior evento do setor de automóveis de toda a América Latina - o Salão do Automóvel - e percebermos que trilhamos o caminho correto. Pudemos perceber com clareza nas reações do enorme público que compareceu ao evento que temos uma forte imagem de seriedade e respeito. Mais que isso e igualmente importante para nosso futuro, nossa presença foi percebida como uma evolução, pois não foram poucas as menções deste tipo na imprensa especializada sobre a qualidade de nossos veículos. É claro que temos muito a evoluir, mas ficamos muito otimistas com o futuro. Nossa expectativa para 2017 é conseguirmos alcançar o mesmo nível de vendas de 2016, com o suporte adicional do novo modelo que pretendemos ter disponível nas lojas até junho nas concessionárias. No tocante ao que está fora de nosso alcance, temos a perspectiva de que nossa economia volte a se movimentar na direção do crescimento sustentável e que todos possam dar os passos necessários para atender as expectativas de nossos consumidores.


Depoimento

Busca pela consolidação

A

Gabriel Valadão Gerente de Vendas Diretas e Corporativas

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Mercedes-Benz teve em 2016 um dos anos mais importantes de sua história no Brasil. Não só comemoramos os 130 anos da invenção do automóvel pelo alemão Carl Benz, como também celebramos os 60 anos de história da marca no Brasil. E juntamente a estas comemorações, também inauguramos a nova planta de automóveis da marca, no interior de São Paulo, que já produz com o padrão de qualidade característico da nossa marca os veículos líderes de vendas da Mercedes-Benz no país: o sedan Classe C e o SUV GLA. O ano de 2016 também foi marcante em questão de volume: mesmo com a retração do mercado premium em aproximadamente 30 % em relação a 2015, tivemos o melhor resultado de nossa história em Vendas Corporativas. Este é certamente um fruto do trabalho árduo que tivemos ao longo do ano, no qual, demonstrando nossa confiança no segmento, montamos uma nova estrutura interna para este atendimento, participamos de inúmeros eventos com clientes, criamos uma campanha de comunicação – on e off-line – sem precedentes na marca e utilizamos nossas estruturas no Salão do Automóvel e Formula 1 para conhecer, conversar e encantar nosso público corporativo. Tudo isso sempre com o apoio de nossa Rede de Concessionários, que além de estar presente em todo território nacional, tem a cada dia se preparado e dedicado mais para atender com a excelência devida este segmento. Assim, começamos 2017 com perspectivas ainda mais otimistas. Continuaremos com os investimentos em campanhas de comunicação, e participaremos de diversos eventos voltados a este público. Estamos buscando dia após dia estreitarmos nosso relacionamento com clientes, e entender melhor suas necessidades para atendê-las da melhor maneira possível. Como comentei neste espaço no ano passado, temos a linha de automóveis mais jovem e atualizada do segmento Premium. Nossos veículos tiveram seus visuais completamente renovados recentemente, o que faz com que clientes e admiradores sejam atraídos não só pela qualidade, tecnologia e história, mas também pelo seu design moderno e icônico. Além do aspecto emocional, descrito acima, temos agora em mãos argumentos racionais, demonstrando claramente as vantagens financeiras de se adquirir um modelo Mercedes-Benz frente à concorrência, atendendo assim a qualquer tipo de cliente do mercado premium com o tipo de benefício que mais complete suas necessidades. Desta maneira, tenho a certeza que estamos no caminho correto para não só buscar o crescimento que desejamos neste canal de vendas, mas especialmente nos consolidarmos como a melhor opção para o cliente corporativo, buscando sempre o pleno atingimento de sua satisfação. Frota & Mercado

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Depoimento

Acompanhando a evolução do setor

2

016 foi um ano com grandes desafios devido à crise que atinge nosso país de maneira geral. Esperamos uma recuperação da indústria a partir de 2017 e temos um line up completo e preparado para atender ao mercado de Vendas Diretas e aproveitar essa recuperação. Estamos em um momento em que o mercado busca novas e diferentes soluções para mobilidade. Nesse cenário, a área de Vendas Diretas está em plena expansão e se torna cada vez mais importante para a indústria automotiva como um todo. A nossa marca está atenta a esse crescimento e se prepara para acompanhar a evolução do setor.

Kellen Bassi Diretora comercial da Mitsubishi

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Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

O ano da Nissan

O

Alexander Ferguson Gerente de Vendas Diretas da Nissan

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

ano de 2016 foi o mais importante na história da Nissan no Brasil. Mesmo com o mercado e a economia atravessando um momento tão desafiador, a Nissan continuou investindo. O patrocínio da Nissan aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos foi coroado com o lançamento mundial do crossover compacto Kicks, que logo se posicionou com um dos mais vendidos do segmento, mesmo com apenas duas versões disponíveis. O novo modelo ajudou a Nissan a, em setembro, atingir o recorde de 4,1 % de market share no país. Também renovamos a linha do sedã médio Sentra e introduzimos o câmbio CVT para os compactos produzidos em Resende/RJ, March e Versa (essa opção automática já corresponde a 50 % das vendas do sedã). E este ano continuamos com o pé no acelerador. Em março, faremos o lançamento da completamente renovada pick-up Frontier, modelo que confiamos no sucesso por conta do seu nome de tradição e pelo que trará de novidades. Além disso, iniciaremos a produção do Kicks em Resende/RJ, ampliando os mercados para o modelo com novas versões. A área de Vendas Diretas representa em torno de 35 % do volume da Nissan do Brasil, média de outras montadoras com mais tempo de mercado. Entendemos que esse é um número saudável tanto para a Rede quanto para a montadora. Tivemos um crescimento e, quando comparamos com o ano passado, devemos nos manter nesse patamar em 2017. Em 2016, investimos muito para renovar nossa linha de produtos, ser mais conhecida dos brasileiros e aumentar nosso alcance. E obtivemos êxito. Isso tudo com um cenário adverso na economia e no mercado. O nosso patrocínio aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos foi bem sucedido, ajudando a aumentar nosso reconhecimento perante o público brasileiro e o Kicks já está entre os quatro crossovers mais vendidos mesmo com menos opções de linha. De uma maneira geral, apesar de todos os desafios de 2016, a área de Vendas Diretas teve resultados muito positivos. Aumentamos a participação da Nissan nesse mercado e a rede se especializou ainda mais em Vendas Diretas. Para este ano enfrentaremos novos desafios, mas estamos muito otimistas com as possibilidades que se apresentarão com novos produtos.

Frota & Mercado

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Depoimento

Consolidação e retomada

A

Luiz Eduardo Pacheco Diretor de Vendas Corporativas do Grupo PSA (Marcas Peugeot e Citroën).

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Frota & Mercado

pesar do mercado difícil, o Grupo PSA fechou o ano de 2016 com crescimento de participação de mercado no Brasil versus 2015. Nossa produção e nossas exportações também fecharam o ano com crescimento no país, principalmente devido ao aumento das vendas do Grupo PSA na América Latina. No mercado interno obtivemos bons resultados com os últimos lançamentos das nossas marcas, entre eles o Peugeot 2008 e o Novo Citroën Aircross, especialmente com a chegada do motor 1.2l PureTech, que hoje equipa os modelos Peugeot 208 e o Citroën C3 e que foi considerado pelo INMETRO, o motor mais econômico do Brasil. Em 2016, colocamos em ação o nosso novo plano estratégico mundial, o “Push to Pass”. Localmente, estamos alinhados com a matriz na busca pelos objetivos desse Plano. Em 2015 e 2016, nossas operações na América Latina tiveram resultados positivos, mas ainda precisamos trabalhar forte na recuperação dos resultados no Brasil. Para isso, temos hoje uma gama de produtos com muita tecnologia, qualidade e segurança para todas as nossas marcas - Peugeot, Citroën e DS – mas também seguimos atentos aos anseios do mercado e dos clientes. Sobre 2017, seguimos prudentes em nossas previsões e, como no ano passado, acreditamos em um início de recuperação do mercado brasileiro pode acontecer em 2017-2018, mas ainda existem muitos fatores que podem impactar nessa retomada. Com relação ao mercado de vendas a Pessoas Jurídicas, no ano de 2016 este mercado caiu -14,8 % em comparação com o ano anterior. A marca que mais cresceu foi a Citroën (+14,7 %), e a Peugeot também cresceu (+3 %). Em 2017 temos uma estratégia clara e forte para Frotistas de pequeno, médio e grande porte, pois este é o ano de lançamento da ofensiva VUL das marcas, com o lançamento de 3 novos produtos: Expert-Peugeot, Jumpy e Berlingo-Citroën. Isto é só o começo: para 2018 teremos 8 novos modelos, completando nossa gama de VUL.

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

O ano das frotas

O

Alexandre Oliveira Diretor de Vendas da Renault

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

ano de 2016 foi muito bom para a Renault, especialmente se tratando do segmento de frotas. O nosso crescimento no mercado total foi de 7,32 % para 7,55 % de participação de mercado, contanto com um grande impulso em frotas, onde a participação da Renault foi de 11,1 % para 11,8 % do mercado. Tratando-se do mercado de frotas, a redução da indústria foi de 5 % em volume de vendas, um número pequeno quando comparado com a redução de volume de quase 20 % no mercado total. Por outro lado, na contramão do mercado e do segmento, as vendas da Renault cresceram 2 % em volume em frotas, conquistando o terceiro lugar em vendas desse mercado. Além disso, mantivemos pelo terceiro ano consecutivo a liderança em vendas no segmento de furgões leves, com o Renault Master. Com participação de 43,1 %, que é recorde pelo sétimo ano consecutivo, o Master continua sendo a melhor opção do segmento, tanto para pequenos empresários como para grandes empresas, fazendo parte de importantes frotas em 2016 com clientes como os Correios, P&G, Petrobrás, Souza Cruz e a frota de veículos de suporte a todos eventos dos jogos Olímpicos. Para 2017, a expectativa é de que o mercado total se comporte de forma semelhante à 2016, porém com um crescimento no segmento de vendas corporativas, como já foi observado em janeiro, onde as vendas a Frotistas aumentaram 20 % em volume em comparação com o ano anterior.

Frota & Mercado

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Depoimento

Marca consolidada

N

o caminho oposto ao mercado automobilístico – cujas vendas de 2016 foram cerca de 22 % menores que 2015, a Toyota incrementou seu volume em 2,6 %, fechando 2016 com 180.406 unidades comercializadas, correspondentes a 8,8 % de participação de mercado, consolidando sua posição na preferência do público brasileiro. A consolidação do Etios no gosto do brasileiro, com os volumes crescendo solidamente mês a mês, atingindo picos mensais de 7.000 unidades vendidas, foi significativa para o estágio do ciclo de vida desse produto. O usuário comercial conheceu o produto e aprovou ! Seja para o grande Frotista e as Locadoras, seja para o proprietário individual, as características de economia, excelente espaço interno, ótimo desempenho, extrema segurança e, principalmente, a reconhecida qualidade Toyota fizeram do Etios um forte competidor nesse segmento repleto de opções. O desejo dos clientes desde o lançamento – o CÂMBIO AUTOMÁTICO – chegou no primeiro semestre e a gama de versões se completou. O Etios é hoje o veículo automático mais acessível do mercado brasileiro. O Novo Corolla continua sua saga de sucesso no nosso mercado. Vendemos mais de 64.000 unidades em 2016, mantendo a liderança do segmento de sedans médios, numa distância muito longa dos principais concorrentes. Pela 3ª vez consecutiva, o modelo foi eleito o veículo preferido das Pessoas com Deficiência, totalmente adequado em termos de espaço, conforto e preço, características também exigidas pelos taxistas. Os executivos das empresas são um público fiel ao modelo, exigindo o Corolla como veículo benefício. Temos evoluído mensalmente na distribuição para esses segmentos, buscando um atendimento cada vez mais breve. A Nova Hilux foi lançada ao final de 2015 e caiu rapidamente no gosto do mercado pelas Rubens Santini inovações tecnológicas e de acabamento. Atingimos a marca de 35.000 unidades vendidas Gerente de Vendas Diretas em 2016. Nosso padrão de atendimento em versões orientadas para o trabalho manteve-se impecável, sempre oferecendo veículos de qualidade, durabilidade e confiabilidade. O Produtor Rural, cliente cativo da picape, reafirmou sua preferência, sendo responsável por expressivo volume do total das Vendas Diretas da Toyota, que atingiu a marca de 36.628 unidades em 2016. Também a SW4 mantém seu espaço nas Vendas Diretas, sendo excelente opção para executivos de empresas, além de adquirir ótima relação custo/benefício com a isenção de impostos para Pessoas com Deficiência. Nossa expectativa é de que o cenário econômico brasileiro não apresente grandes mudanças em 2017. Acreditamos que registraremos resultados muito próximos aos do ano passado, considerando uma recuperação gradual e moderada a partir do segundo semestre. A prioridade para 2017 é mantermos nosso crescimento sustentável, através da melhoria de competitividade, reforçando nossa presença nos diferentes mercados desse país-continente. Já saímos na frente com o lançamento do Etios 2018 em janeiro, com a reestilização que valorizou ainda mais o modelo, completando as alterações efetuadas em 2016 com novos câmbios e motores. Também o Corolla 2018 vem com a mesma força, porém com alterações significativas de estilo, segurança e tecnologia. O item que norteia o administrador de frotas é a nossa principal e reconhecida característica: qualidade ! Por esse motivo, podemos há anos garantir nossos veículos por 3 anos sem limite de quilometragem ou limitado a 100.000 km em uso comercial. Adicionalmente, proporcionamos o melhor atendimento de pós-vendas em todo o território nacional, com horário estendido em alguns concessionários, para melhor aproveitamento do Frotista. Nosso line-up é cuidadosamente estudado para adequação às diversas necessidades do consumidor, desde o simples lazer até utilizações sofisticadas de trabalho. Com um compacto de qualidade como o Etios, com o sucesso do Novo Corolla e com a difusão contínua da Hilux e da SW4, estamos preparados para mais um ótimo desempenho de vendas em 2017. 64

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Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Depoimento

Ano de inovação e oportunidades

O

João Oliveira Diretor Comercial da Volvo

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

ano de 2016 foi desafiador para toda a indústria automotiva. Entretanto, tempos desafiadores nos trazem diversas oportunidades de criar e inovar. Foi assim com a Volvo. Durante o ano de 2016 inovamos em diversas frentes. Introduzimos versões a diesel nos nossos veículos XC60 e XC90. Seguindo nossa tradição sueca, rompemos um dos maiores paradigmas da indústria: a “verdade absoluta” que os cidadãos brasileiros não podiam usufruir do seu justo benefício de isenção fiscal PcD caso optassem por adquirir um veículo importado. Hoje, a venda PcD é realidade que se concretiza diariamente em todas as lojas Volvo no Brasil. O ano de 2017 será repleto de oportunidades, como o lançamento da XC90 e do S90 T8 híbridos, consolidando a Volvo como líder em eletrificação na indústria automotiva brasileira. Além disso, marcará a chegada da nova XC60, lançamento no segundo semestre que renovará o grande líder do segmento nos últimos anos. O segmento Premium esperava que o volume de vendas de 2016 seria igual ao de 2015. O aprofundamento da crise econômica não havia sido projetada, o que demandou grandes esforços do segmento. A Volvo conseguiu se adaptar a este cenário e ganhar participação de mercado mais uma vez. As atividades de Venda Direta são muito importantes, pois nos permitem personalizar o relacionamento com cada canal, ao mesmo tempo que nos possibilita garantir que todos os nossos Clientes tenham a mesma experiência genuína da marca. Vendemos em 2016 480 unidades através das diversas modalidades de Venda Direta, representando aproximadamente 14 % das vendas da marca no país. O volume de Vendas Diretas seguirá crescendo em 2017.

Frota & Mercado

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Locadoras / Terceirizadores de Frotas

ALD Automotive

Arval Brasil

Endereço

Endereço

ALD Automotive S/A

Arval Brasil Ltda

Rua Apeninos - Nº 222 - Aclimação

Av. Chedid Jafet - Nº 222 - Bloco A - 2º Andar

São Paulo/SP

Vila Olímpia - São Paulo/SP

CEP: 01533-000

CEP: 04551-065

Tel.: 11 3147-4710

www.arvalbrasil.com.br

contato.comercial@aldautomotive.com

/arvalbrasil.br

www.aldautomotive.com.br

/company/arval-brasil /arvalbrasil

Contatos Frotista Sérgio Lecue | 11 98353-2394| sergio.lecue@aldautomotive.com

Contato Frotista

Ricardo Formigoni | 11 98442-0611 | ricardo.formigoni@aldautomotive.com

Tel. 11 2246-8099 e-mail: comunicacao_marketing@br.arval.com

Avis Budget Group

Hertz

Endereço

Endereço

Avis Budget Brasil

Hertz Aluguel de Carros

Rua Tito - Nº 66 - Vila Romana

Avenida Dr. Chucri Zaidan - Nº 920 - 8ª Andar - Torre 1

São Paulo/SP

São Paulo/SP

CEP: 05051-000

CEP: 04583-904

www.avis.com.br

www.hertz.com.br

Contato Frotista

Contato Frotista

Luis Tundisi

11 2246-4343

Tel. 11 3594-4000

comercialbr@hertz.com

terceirizacao@avis.com.br

Assistência 24 horas: 0800 723 7423

terceirizacao@budget.com.br

66

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


LeasePlan

Let’s Terceirização de Frota

Endereço

Endereço

LeasePlan Brasil

Let’s Rent a Car S/A

Alameda Rio Negro - Nº 500 - 23º Andar - Torre A - Ed. West Towers

Escritório SP: Av. Elizeu de Almeida - Nº 808 - Butantã

Barueri/SP

São Paulo/SP - CEP: 05533-000

CEP: 06454-000

Matriz: Av. Eng. Camilo Dinucci - Nº 2.885 - Jd. Arco-Íris

www.leaseplan.com.br

Araraquara/SP - CEP: 14808-100 www.lets.com.br /company/let-s-rent-a-car

Contato Frotista Edgar Garcia 11 3296-8600

Contato Frotista

edgar.garcia@leaseplan.com.br

Anderson Holanda Tel. 11 97166-5820 | 0800 709 00 10 e-mail: anderson.holanda@lets.com.br

LM Frotas

Localiza Gestão de Frotas

Endereço

Endereço

LM Transportes Interestaduais Ltda

Localiza Gestão de Frotas

Rua da Alfazema - Nº 761 - 4º Andar - Edifício Iguatemi Business & Flat

Matriz: Avenida Bernardo Monteiro - Nº 1.563 - Funcionários

Caminho das Árvores

Belo Horizonte/MG

Salvador/BA

CEP: 30150-902

CEP: 41820-710

www.localiza.com/frotas

www.lmfrotas.com.br Contato Frotista Contato Frotista

Tel. 0800 979 3003

Tel. 71 2102-9600 e 11 4122-8410

e-mail: gestaodefrotas@localiza.com

comercial@lmfrotas.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Locamerica

Mister Car

Endereço

Endereço

Companhia de Locação das Américas

Mister Car Rent a Car Locadora de Autos Ltda

Av. Raja Gabaglia - Nº 1.781 - 12º e 13º Andar - Luxemburgo

Rua do Gasômetro - Nº 721 - Brás

Belo Horizonte/MG

São Paulo/SP

CEP: 30380-457

CEP: 03004-001

www.locamerica.com.br | frotas.locamerica.com.br

www.mistercar.com.br

/Locamerica

/MisterCarRentACar

@_Locamerica

/company/mister-car-rent-a-car

/company/locamerica

Contato Frotista

/locamericafrotas

Tel. 11 2172-0750 e-mail: terceirizacao@mistercar.com.br

Contato Frotista Tel. 31 3319-1120 e-mail: frotas@locamerica.com.br e-mail: comunicacao@locamerica.com.br

Rodobens Leasing & Locação

Ouro Verde Endereço

Endereço

Ouro Verde Locação e Serviço S/A

Rodobens Locadora de Veículos Ltda

Matriz: Rua João Bettega - Nº 5700 - CIC - Curitiba/PR - CEP: 81350-000

Rua Estado de Israel - Nº 975 - Vila Clementino

Tel: 41 3239-7000

São Paulo/SP

Escritório SP: Av. Eng. Luiz Carlos Berrini - Nº 1.297 - 5º Andar - Cj. 51

CEP: 04022-002

Cond. Edif. Sudameris - Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04571-932

Tel. 11 2192-3000

www.ouroverde.net.br

www.rodobens.com.br

/grupoouroverde /GrupoOV

Contato Frotista

/company/871518

Elisangela Buesso Tel. 11 2192-3000 (ramal 3954)

Contato Frotista

embuesso@rodobens.com.br

Miguel Karasiaki Junior (Regional Sul e Telecom) | 41 3239-7147 Diego Miranda Pedroza (Regional Sudeste) | Tel: 11 5098-8888 Adão de Oliveira (Agronegócio) | Tel: 41 3094-7261 planejamentocomercial@ouroverde.net.br

68

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Tfleet

Unidas

Endereço

Endereço

Teclog Fleet Management Tecnologia e Gestão da Informação LTDA

Unidas S/A

Rua Domingos de Morais - Nº 2.036 B - Vila Mariana

Rua Cincinato Braga - Nº 388 - Bela Vista

São Paulo/SP

São Paulo/SP

CEP: 04036-000

CEP: 01333-010

www.gestaodefrotatfleet.com.br

www.unidas.com.br/terceirizesuafrota /unidasoficial /unidasoficial

Contato Frotista Tel. 11 3140-6401

Contato Frotista

e-mail: comercial@tfleet.com.br

Valeria Brogin e-mail: valeria.brogin@unidas.com.br

Movida Aluguel de Carros Endereço Movida Locação de Veículos LTDA Rua Doutor Renato Paes de Barros - Nº 1.017 - 9º Andar Itaim Bibi São Paulo/SP CEP: 04530-001 Contato Frotista Renato Perim Tel. 11 3528-1102 | 11 99998-2988 E-mail: renato.perim@jsl.com.br

ANUNCIE NA REVISTA FROTA & MERCADO Solicite seu Mídia Kit ! LIGUE: (11) 3873-1525 atendimento@frotaemercado.com.br /frotaemercado @FrotaeMercado www.frotaemercado.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

69


Dados montadoras Presidente e CEO

Consultor de Vendas Corporativas

Johannes Roscheck

Marcelo Barros Tel. 11 3041-2827

Diretor de Vendas

Cel. 11 9 9947-4619

Thiago Lemes

E-mail: marcelo.barros@audi.com.br

Tel. 11 3041-2899 E-mail: thiago.lemes@audi.com.br

Audi

Consultor de Vendas Corporativas Guilherme Moraes

Endereço Audi do Brasil Indústria e Comércio de Veículos Ltda Avenida das Nações Unidas - Nº 14.261

Gerente Nacional de Vendas

Tel. 11 3041-2826

Alexandre Gaeta

Cel. 11 99567-5559

Tel. 11 3041-2834

E-mail: guilherme.moraes@audi.com.br

E-mail: alexandre.gaeta@audi.com.br

14º andar - Torre A - WT Morumbi São Paulo/SP CEP: 04794-000 Tel. 11 3041-2834 www.audi.com.br

CEO e Presidente do BMW Group Brasil

Diretor da MINI Brasil

Helder Boavida

Julian Mallea Negri

Diretora de Marketing e Produto da BMW

Gerente Nacional de Vendas Sênior

do Brasil

MINI Brasil

Nina Dragone

Rodrigo Novello

Endereço

Diretor da BMW Motorrad Brasil

Diretora de Relações Governamentais

BMW Group Brasil

Federico Alvarez

Gleide Souza

Ed. Golden Tower - Morumbi Corporate

Diretor de Vendas da BMW do Brasil

Gerente Sênior de Comunicação

São Paulo/SP

Martin Fritsches

Corporativa

BWM

Av. Dr. Chucri Zaidan - Nº 1.240 - 23º Andar

João Veloso

CEP: 04711-130 Tel. 11 5186-0400 www.bmw.com.br

Chery Brasil Endereço

Gerente de Vendas Chery Brasil

Analista de Vendas

Filipe Pereira

Tatiane Bissoli

Tel. 12 3955-2700 R. 551602

Tel. 12 3955-2700 R. 551613

Cel. 11 97239-6194

Cel. 12 99139 4723

E-mail: filipe.pereira@cherybrasil.com.br

E-mail: tatiane.bissoli@cherybrasil.com.br

Chery Brasil Importação, Fabricação e Distribuição de Veículos LTDA Rua Harold Barnsley Holland - Nº 1.560 - Rio Abaixo

Supervisora Nacional de Vendas

Jacareí/SP

Lucila Gomes

CEP: 12334-403

Tel. 12 3955-2700 R. 551615

E-mail: vendasdiretas@cherybrasil.com.br

Cel. 12 99110-3078

www.cherybrasil.com.br

E-mail: lucila.gomes@cherybrasil.com.br

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Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Diretor de Vendas Diretas e Veículos

Key Account Vendas Diretas

Comerciais

Kenji Ribeiro Wakimoto

Fabio Arnoldo Meira Junior

E-mail: kenji.wakimoto@fcagroup.com

E-mail: fabio.meira@fcagroup.com Marketing Vendas Diretas

FCA Fiat Chrysler

Gerente de Veículos Comerciais e Governo

Carlos Lins

Paulo César Dias Goddard

E-mail: carlos.lins@fcagroup.com

E-mail: paulo.goddard@fcagroup.com Endereço FCA Fiat Chrysler Automóveis do Brasil LTDA

Key Account Vendas Diretas

(Marcas Chrysler | Jeep | Dodge | Ram)

Darcio Alexandre Pinto

Av. Contorno - Nº 3.455 - Paulo Camilo

E-mail: darcio.pinto@fcagroup.com

Betim/MG CEP: 32669-900 Tel. 31 2123-2111 | 0800 707 1000 www.fiat.com.br

GM Chevrolet

Gerente Sênior de Vendas Diretas

Gerente Divisional de Vendas Diretas

Nacional

Divisão Norte e Nordeste

Marcelo Tezoto

Eric Loretto

Cel. 11 97337-2465

Cel. 11 94384-9625

E-mail: marcelo.tezoto@gm.com

E-mail: eric.loretto@gm.com

Gerente Divisional de Vendas Diretas Sul e Sudeste

Endereço

Guilherme Bianchi Jr.

General Motors do Brasil LTDA

Cel. 11 97167-1873

Avenida Goiás - Nº 1.805

E-mail: guilherme.bianchijr@gm.com

São Caetano do Sul/SP CEP: 09550-900 www.chevrolet.com.br

Gerente Comercial Renato Squaiella Tel. 19 3864-7745 E-mail: renato_squaiella@honda.com.br

Honda

Supervisor de Vendas Diretas Ricardo Rodrigues da Silva

Endereço

Tel. 19 3864-7707

Honda Automóveis do Brasil LTDA

E-mail: ricardo_srodrigues@honda.com.br

Estrada Municipal Valêncio Calegari - Nº 777 Rua Interna - Nº 09 - Prédio 1A - Distrito de Nova Veneza

Consultor Comercial

Sumaré/SP

Marcelo Antonioli Lourenço

CEP: 13181-903

Tel. 19 3864-7708

www.honda.com.br

Cel. 11 98198-9940 E-mail: marcelo_lourenco@honda.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Key Account Grandes Frotistas/Locadoras Leandro Borsari Tel. 11 4174-4866 E-mail: lborsar1@ford.com

Ford Gerente Regional Sul Cintia Pelegrina

Endereço

Tel. 51 3901-1516

Ford Motor Company Brasil LTDA Avenida do Taboão - Nº 899 - Rudge Ramos

Cel. 14 99762-7998 E-mail: crodri77@ford.com

São Bernardo do Campo/SP CEP: 09655-900

Gerente Regional São Paulo

www.ford.com.br

Ricardo Bianchi Tel. 11 5070-9502

Diretor de Vendas

Cel. 41 9111-5811

Guy Rodriguez

E-mail: rbianch3@ford.com Gerente Nacional de Vendas Gerente Regional Central

Antonio Baltar

Marcio Pereira

Tel. 11 4174-8335

Tel. 61 3901-1029

E-mail: abaltarf@ford.com

Cel. 61 99666-0112 Supervisor Nacional Frotista e Governo

E-mail: mperei39@ford.com

Flávio Dantas Meira Gerente Regional Leste

Tel. 11 4174-4973

Mário Callegaro

E-mail: fmeira1@ford.com

Tel. 81 3466-5366 Cel. 21 96719-8426 E-mail: mcalleg1@ford.com

Gerente Geral de Vendas Diretas Franco Takeji Ode Tel. 11 5186-7571 E-mail: franco.ode@hyundai-brasil.com Ass. Manager de Vendas Diretas

Hyundai Motor Brasil Endereço Hyundai Motor Brasil Avenida das Nações Unidas - Nº 14.171 21º Andar - Torre C (Crystal) Vila Gertrudes - São Paulo/SP CEP: 04794-000 www.hyundai.com/br

72

Frota & Mercado

Leonardo Silva Tel. 11 5186-7584 Cel. 11 97348-6345 E-mail: leonardo.silva@hyundai-brasil.com Analista de Vendas Diretas Patricia Stival Tel. 11 5186-7525 E-mail:patricia.stival@hyundai-brasil.com

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Venda Direta Diego Siqueira Tel. 11 5538-1293 Cel. 11 94294-5869 E-mail: diego.siqueira@caoa.com.br

Hyundai Caoa Endereço Hyundai Caoa do Brasil LTDA Avenida Ibirapuera - Nº 2.822 - Moema   São Paulo/SP CEP: 04028-002 www.hyundai-motor.com.br

Coordenadora Nacional Venda Direta

JAC Motors

Rebeka Hiromi Cel. 11 96919-3191 E-mail: rhiromi@shcnet.com.br

Endereço JAC Motors Escritório Central ECEN: Av. Gastão Vidigal - Nº 10.877 Vila Leopoldina - São Paulo/SP CEP: 05314-000 Tel. 11 3839-6000 | 0800 779 33 11 www.jacmotorsbrasil.com.br

Presidente Frank Wittemann Tel. 11 5056-7000

Jaguar Land Rover Endereço Jaguar Land Rover Brazil & Latin America Avenida Ibirapuera - N° 2.332 - Torre I - 10º andar Moema - São Paulo/SP CEP: 04028-002 Tel. 11 5056-7000

Diretor de Operações Brasil Ruben Barbosa Tel. 11 5056-7000 Gerente de Vendas Corporativas Mário Paziani Tel. 11 5056-7437   Cel. 11 9 4195-3826 E-mail: mpaziani@jaguarlandrover.com

www.jaguar.com | www.landrover.com

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Gerente Geral de Vendas José Ricardo Silva Gerente Operacional de Vendas

Lexus

Leonardo Paiva

Endereço

Consultor Regional de Vendas

Rua Colômbia - Nº 740 - Jd Paulista

Luiz Alberto de Andrade Gonçalves

São Paulo/SP

E-mail: laagoncalves@toyota.com.br

CEP: 01438-001 Tel. 11 3469-0555

Gerente de Vendas

www.lexus.com.br

Eduardo Monteiro E-mail: eduardo.monteiro@tsusho.com.br

Diretor de Vendas Jair Leite de Oliveira Tel. 11 2811-8585 E-mail: jair.oliveira@lifanmotors.com.br

Lifan Motors

Endereço Lifan do Brasil Automotores Ltda Avenida dos Migrantes - Nº 860 Salto/SP CEP: 13322-170 Tel. 11 2811-8585 www.lifanmotors.com.br

Presidente José Luiz Gandini

Kia Diretor de Vendas Ary Jorge Ribeiro Endereço

Tel. 11 4024-8022

Kia Motors do Brasil

E-mail: vendas@kia.com.br

Avenida Francisco Ernesto Fávero - Nº 662

74

Jardim Rancho Grande - Itú/SP

Gerente de Pós Vendas

CEP: 13309-290

Gabriel Loureiro

Fone: 0800 7711 011 / 11 4024-8000

Tel. 11 4024-8000

www.kia.com.br

E-mail: site@kia.com.br

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Mercedes-Benz

Gerente de Vendas Corporativas

Consultor de Vendas Corporativas

Gabriel Valadão

Robson Novaes Tel. 11 4173-6545

Consultor de Vendas Corporativas

Cel. 11 98964-9897

Endereço

Fernando Klein

E-mail: robson.novaes@daimler.com

Mercedes-Benz do Brasil LTDA

Tel. 11 4173-6545

Avenida Alfred Jurzykowski - Nº 562

Cel. 11 95046-5645

Gerente de Vendas Vans Brasil

São Bernardo do Campo/SP

E-mail: fernando.klein@daimler.com

Fabio Santos Miranda

CEP: 09680-900

Tel. 11 4173-8660

www.mercedes-benz.com.br

Cel. 11 99195-1755 E-mail: fabio_santos.miranda@daimler.com

Mitsubishi ` Diretora Comercial

Endereço

Kellen Bassi

HPE Automotores do Brasil LTDA Avenida Presidente Juscelino Kubtschek - Nº 1.400 - 3º Andar

Vendas ao Governo e Frotistas

Vila Nova Conceição

Thiago Fernandes

São Paulo/SP - CEP 04543-000

Tel. 11 5694-2820

mitfrotista@hpeautos.com.br

E-mail: thiagofernandes@hpeautos.com.br

www.mitsubishimotors.com.br www.mitfrotista.com.br

Diretor de Vendas e Marketing Carlos Araújo Tel. 11 2631-6066 E-mail: carlos.araujo@triciclosmotocar.com.br

Motocar Endereço Motocargo Indústria e Comércio de Triciclos LTDA Rua Nilton Coelho de Andrade - Nº 210 Jd. Andarai - São Paulo/SP CEP: 02167-010 Tel. 11 2631-6066 e 0800 092 3468 www.triciclosmotocar.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

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Gerente de Vendas Diretas

Consultor Comercial

Alexander Ferguson

Centro Oeste, Sul e Interior de SP

Tel. 11 9 8548-0021

Kleber Olah Gonçalves

E-mail: alexander.ferguson@nissan.com.br

Cel. 11 98664-4997 E-mail : kleber.goncalves@nissan.com.br

Nissan

Coordenador de Vendas Diretas e Contas Globais

Consultor Comercial

Douglas Torelli

Rio de Janeiro, Norte e Nordeste

Endereço

Cel. 11 9 7415-4322

Elder Pari

Nissan do Brasil Automóveis LTDA

E-mail: douglas.torelli@nissan.com.br

Cel. 11 99340-7336

Av. Ibirapuera - Nº 2332 - Torre I - 1º Andar - Cj. 11

E-mail : elder.pari@nissan.com.br

São Paulo/SP

Consultor Comercial

CEP: 04028-002

São Paulo e Minas Gerais

www.nissan.com.br

Diego Martins Cel. 11 9 5559-4157  E-mail: diego.martins@nissan.com.br

Diretor de Vendas Corporativas e

Backoffice de Vendas Corporativas

Seminovos

Genival Santana

Luiz Eduardo Pacheco

E-mail: genival.santana@mpsa.com

E-mail: luiz.pacheco@mpsa.com Gerente de Vendas PME Peugeot

Grupo PSA

Gerente de Vendas Corporativas

André Reche

Marcio Eiji Uratsuka

E-mail: andre.reche@mpsa.com

E-mail: marcio.uratsuka@mpsa.com Gerente de Vendas PME Peugeot

Endereço

Gerente de Vendas a Governo

Leonardo Barros

Grupo PSA

Paulo Roberto de Lucca

E-mail: leonardo.barros@mpsa.com

Av. Nações Unidas - Nº 19.707 - 2º Andar

E-mail:

Santo Amaro - São Paulo/SP

pauloroberto.delucca@ext.mpsa.com

CEP: 04795-100

Gerente de Vendas PME Citroën/DS Arthur Almeida

Tel. 11 2536-0000

Backoffice de Vendas Corporativas

www.peugeot.com.br | www.citroen.com.br

Gustavo Coura

E-mail: arthur.almeida@mpsa.com

E-mail: gustavo.coura1@mpsa.com

76

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Renault

Consultor de Marketing

Consultora de Frota Capital SP

Pedro Scattone

Edvânia Simões

E-mail: pedro.scattone@renault.com

E-mail: maria.simões@renault.com

Consultor PRO+

Consultor de Frota Capital SP

Denilson Damalgo

Vitor Santanna

E-mail: denilson.damalgo@renault.com

E-mail: victor.santanna@rcibanque.com

Consultor de Táxi Endereço

Valdemir de Oliveira

Renault do Brasil S/A

E-mail:

Rua Fidêncio Ramos - Nº 223 - 9º andar - Edifício Palladio

valdemir.de-oliveira@renault.com

Vila Olímpia - São Paulo/SP

Consultor de Vendas a Empresas -

CEP 04551-010

Grandes Contas

Tel. 11 2184-8300

Paulo Figueiredo

www.renault.com.br

E-mail: paulo.figueiredo@renault.com

renault.empresas@renault.com

Consultor de Governo Adrian Boquetti

Diretor de Vendas a Empresas

E-mail: adrian.boquetti@renault.com

Alexandre Souza de Oliveira

Consultora de Vendas a Empresas

Tel. 11 2184-8302

Locadoras

E-mail: alexandre.oliveira@renault.com

Lílian Volponi E-mail: lilian.volponi@renault.com

Gerente de Frota Proximidade

Consultor de Frota Sul

Raquel Ribeiro

Edilson Santos

E-mail:raquel.ribeiro@renault.com

E-mail: edilson.santos@renault.com Consultor de Frota Sul

Supervisor de Frota Proximidade

Darlan Rodrigues

Márcio Alves

E-mail: darlan.rodrigues@renault.com

E-mail: marcio.alves@renault.com

Consultor de Vendas a Empresas

Consultor de Frota Jonathas Costa E-mail: jonathas.costa@renault.com Consultor de Frota Helton Silva E-mail: helton.silva@renault.com Consultor de Frota Centro-Oeste Bruno Gonsales E-mail: bruno.gonsales@renault.com Consultor de Frota Norte e Nordeste Eduardo Uchiyama E-mail: eduado.uchiyama@renault.com Consultor de Frota Felipe Vitorini E-mail: felipe.vitorini@rcibanque.com Consultor de Frota Interior de SP Igor Oliveira E-mail: igor.oliveira@renault.com Consultora de Frota SP Isadora Freire E-mail: isadora.duro@renault.com

Grandes Contas Guilherme Ruibal E-mail: guilherme.ruibal@renault.com

Diretor de Vendas e Pós-Vendas

Vendas ao Governo

Evandro Maggio

Paulo Mesquita Cel.11 99603-1868

Gerente de Vendas ao Governo e Frotistas Rubens Santini Cel. 11 99658-6148

Toyota

E-mail: rsantini@toyota.com.br Vendas a Frotistas e Locadoras

Endereço

Bruno Rincon

Avenida Piraporinha - Nº 1.111 - Planalto

Cel. 11 99623-4276

São Bernardo do Campo/SP

E-mail: jbruno@toyota.com.br

E-mail: pmesquita@toyota.com.br Pós-Vendas Nelson Rescalli Junior Cel.1197320-1019 E-mail: nrescalli@toyota.com.br

CEP: 09891-002 Fone: 11 4390-4000 www.toyota.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017

Frota & Mercado

77


Gerente Vendas Corporativas

Supervisor Fleet Business

Leonardo de Almeida Vergueiro Tosello

Fábio Ayudarte

Tel. 11 4347-4567

Tel. 11 4347-5263

E-mail:

E-mail:

leonardo.tosello@volkswagen.com.br

fabio.ayudarte@volkswagen.com.br

Gerente Operações Vendas

Gestora de Unidade

Endereço

Corporativas

Gisele Carraro de Oliveira

Volkswagen do Brasil Indústria de Veículos Automotores LTDA

Claudemir Pinto

Tel. 11 4347-5263

Via Anchieta - KM 23,5 - CPI 1271 - Demarchi

Tel. 11 4347-5151

E-mail:

São Bernardo do Campo/SP

E-mail:

gisele.oliveira@volkswagen.com.br

CEP: 09823-901

claudemir.santos@volkswagen.com.br

Volkswagen

Tel. 11 4347-2977 Fax. 11 4347-5735 www.vw.com.br

Gerente de Vendas Especiais Claudio Ferreira Tel. 11 2348-6720 Cel. 11 99286-2129 E-mail: claudio.ferreira@volvocars.com

Volvo

Consultor de Vendas Especiais

Endereço

Sidnei Pomaro

Volvo Car Brasil Importação e Comércio de Veículos LTDA

Tel. 11 2348-6720

Rua Surubim - Nº 577 - 10º Andar

Cel. 11 9 4529-6050

Brooklin Novo - São Paulo/SP

E-mail: sidnei.pomaro@volvocars.com

CEP: 04571-050 Tel. 11 2348-6650 www.volvocars.com.br

Janeiro/Fevereiro/Março 2017


Janeiro/Fevereiro/Marรงo 2017

Frota & Mercado

79


80

Frota & Mercado

Janeiro/Fevereiro/Marรงo 2017

ANUÁRIO FROTA & MERCADO 2017  

ED. 18 - Janeiro | Fevereiro | Março 2017

ANUÁRIO FROTA & MERCADO 2017  

ED. 18 - Janeiro | Fevereiro | Março 2017

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