Page 1

28 ELEMENTAR É UNIR

Formação e responsabilidade social


ELEMENTAR É UNIR 29

Açoreana FAZ: sorrir as crianças Barreiro

covilhã

coimbra

São Miguel

Para dinamizar o espírito de equipa e, em simultâneo, promover uma iniciativa de responsabilidade social, a Açoreana criou o programa «FAZ:». Todos os colaboradores da Companhia deixaram os seus postos de trabalho e foram artífices por um dia, com o objectivo de melhorar as condições de vida das crianças e jovens de quatro instituições de solidariedade social.

O «FAZ:» está inserido no programa de formação da Açoreana e tem como principal objectivo estimular o espírito de equipa entre os colaboradores da Companhia. A este princípio, tem agregada uma componente de solidariedade social. «O nosso objectivo interno é trabalharmos em equipa, num ambiente diferente. Aprendemos a conhecermo-nos todos como pessoas, ultrapassando barreiras de hierarquias, de funções e de serviços. Há muitas formas de trabalhar isso. Através do programa «FAZ:» quisemos consegui-lo de uma forma ‘inteligente’, ou seja, associar ao trabalho em equipa um benefício exterior à Companhia, que é o de apoiar instituições que nos permitiram desencadear esta acção», explicou Diogo da Silveira, PCE da Açoreana. Joana Seixas, directora de comunicação, acredita que «quando as pessoas têm memórias e experiências comuns em torno de causas boas, aproximam-se e ficam mais alinhadas. No fundo, estamos a desenvolver competências pessoais e de equipa e a fazer bem aos outros.» Ao todo, foram seis dias de trabalho em benefício de quatro instituições privadas de solidariedade social de várias zonas do país, nomeadamente, Covilhã, Coimbra, Barreiro e Ponta Delgada. Em cada sessão estiveram presentes cerca de uma

centena de colaboradores da Açoreana, que, divididos em equipas, se organizaram para atingir os vários objectivos propostos relativos à melhoria das condições dos lares das crianças e jovens. Apesar de não estarem habituados ao tipo de tarefas que desempenharam nestes dias, as operações para recuperar e remodelar as instituições foram um sucesso. A acção envolveu todos os colaboradores da Açoreana, de todos os pontos do país e de todos as direcções e departamentos, incluindo administradores e directores. Revelou-se, claramente, «uma aposta ganha», como referiu Diogo da Silveira. «As expectativas foram ultrapassadas. As pessoas auto-motivaram-se e, portanto, foi facílimo. Desse ponto de vista foi uma lição para todos vermos como quando nos auto-motivamos conseguimos fazer tanto», disse. O PCE entende que a responsabilidade social deve ser uma questão inerente ao funcionamento das empresas. Este é um aspecto que caracteriza como «muito importante para a Açoreana e para o Grupo Banif no seu todo». O programa «FAZ:» vai prosseguir nos próximos anos, estando previsto estender a acção a outros destinatários, nomeadamente instituições de apoio a idosos e a deficientes.


30 ELEMENTAR É UNIR

covilhã

covilhã

Cores alegres na Covilhã «Os quartos ficaram com muita vivacidade, já não parecem quartos para velhas», comentou Joana, de 17 anos, depois de ver o seu lar redecorado pelas mãos da Açoreana. As 28 raparigas que vivem na Casa do Menino Jesus, na Covilhã, deslumbraram-se com a surpresa que lhes foi feita a 14 de Novembro. Em menos de um dia a instituição transformou-se e ficou como nova. No espaço exterior procedeu-se à recuperação do jardim e do parque infantil, e foi criada uma horta pedagógica. Além disso, os participantes aplicaram-se na renovação da estufa, que ganhou uma nova decoração, plantas e flores. Dentro do edifício, o refeitório, os quartos e corredores foram pintados com cores garridas e alegres, próprias de uma casa onde vivem crianças. As meninas chegaram da escola e ficaram no hall de entrada, ansiosas por ver o que tinha sido feito na sua ausência. Acompanhadas por Regina Coelho, directora técnica da Instituição, e restantes funcionárias, começaram a explorar as instalações a partir do terceiro piso. Os quartos foram o que primeiro visitaram e a mudança que mais as marcou. «Os armários, as camas e as fotos!», exclamou Helena, de cinco anos de idade, falando sobre o que mais tinha gostado.

Gargalhadas e risos ecoaram pela casa enquanto as raparigas desciam as escadas e corriam de divisão em divisão. No último andar, aguardava-as a surpresa final: o aplauso dos 98 colaboradores da Açoreana que tornaram possível esta transformação. Uma onda de emoção invadiu o espaço. «O principal foi as miúdas perceberem que há pessoas que nunca tinham visto na vida, que deram parte do seu tempo e do seu esforço para lhes proporcionar alegria e mais conforto», afirmou Paulo Lopes, presidente da Direcção da Casa do Menino Jesus. Espírito reforçado Esta acção de teambuilding superou as expectativas de todos os participantes. O «mais gratificante» para António Lourenço, director-geral de Sinistros Não Vida, foi «ver a motivação das pessoas que trabalham nesta instituição a visitarem os andares e apreciar as suas reacções». Pedro Soares, gerente em Tomar, classifica a iniciativa como «muito boa», porque «une a equipa Açoreana, que já é unida mas assim fortifica os seus laços». Além de reforçar o espírito de equipa, ao nível pessoal todos ficaram a ganhar. «É um misto de emoções tão fortes, tão estranhas, mas que no fundo traduzem muita alegria e muita satisfação», salientou Fernando Pinto, director de Zona Comercial Minho.

covilhã

covilhã

covilhã


ELEMENTAR É UNIR 31

covilhã

covilhã

covilhã

covilhã

covilhã

O final da tarde deu lugar a vários momentos especiais. Munindo-se de ritmos populares, os colaboradores entoaram frases escritas ao longo do dia e que resumiam os sentimentos gerados por esta experiência. As crianças retribuíram com canções infantis. E, como símbolo do seu agradecimento, ofereceram à Companhia um quadro com um poema, decorado com as suas mãos. Para Ana Domingos, da Direcção de Empresas do Minho e Porto, este gesto e os sorrisos das meninas garantem que «toda a gente vai sentir que fez algo que contribuiu para o bem-estar das crianças e não é preciso mais nada». Uma opinião partilhada por muitos outros, entre eles Susana Fernandes, técnica comercial em Leiria: «Um dia marcante para todos nós. Vermos a alegria das crianças com pequeninas coisas foi realmente espectacular».

Casa do Menino Jesus A Casa do Menino Jesus foi fundada em 1918, ano em que terminou a I Guerra Mundial. No final do conflito, o Cónego Monsenhor Anaquim apercebeu-se da existência na Covilhã de várias meninas órfãs. Resolveu tomar medidas e, juntamente com algumas figuras importantes da região, criar um espaço de acolhimento. A primeira casa funcionou num rés-do-chão e acolhia seis crianças. Nos anos de 1920, mudaram-se para uma casa maior onde permaneceram até 1935, ano em que se instalaram numa antiga fábrica recuperada da família Anaquim. A partir de 1965, a Casa começou a contar com o apoio das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima, que tiveram um papel fundamental na formação educativa das crianças ao longo das décadas seguintes. Desde 2003, no entanto, a Instituição deixou de estar sob a alçada de qualquer ordem religiosa. A Casa do Menino Jesus conta com duas valências: jardim-de-infância e lar para crianças e jovens, com um total de 15 quartos disponíveis. Inclui um refeitório e dispõe de jardim, parque infantil e estufa. Nesta instituição particular de solidariedade social vivem actualmente 28 meninas, dos cinco aos 21 anos.


32 ELEMENTAR É UNIR

Coimbra com muito encanto A Açoreana chegou à Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis, em Coimbra, a 21 de Novembro. Os 126 colaboradores presentes tinham uma mão-cheia de tarefas para cumprir: recuperar algumas das casas pré-fabricadas, ajardinar grande parte do espaço exterior, restaurar o campo de jogos, o parque infantil e algumas salas de actividades. Estes foram os desafios principais da segunda acção de teambuilding. «Tenho que dar os parabéns à Açoreana, é muito bom trabalhar numa empresa com coração», comentava Elisete Duarte, dinamizadora do ramo vida na zona sul, acrescentando ainda: «O espírito de equipa era uma das pretensões da Companhia e acho que foi conseguido». José Melo é da mesma opinião. O administrativo de Gondomar sublinhou que o «FAZ:» revelou-se uma «acção gratificante» por permitir «conviver fora do ambiente de trabalho e contribuir para a alegria das crianças». Sair do escritório para trabalhar como carpinteiro, jardineiro ou pintor podia não parecer muito fácil para os colaboradores da Açoreana, mas acabou por valer a pena. «As costas estão muito doridas, mas é extremamente gratificante sentir o espírito que se vive neste momento: uma ansiedade por ver a cara delas e esperar que tenham ficado satisfeitas com o trabalho que realizámos. É uma sensação fantástica», sublinhou Jorge Martins, director comercial de retalho. João Romão, director comercial de corretores e empresas, considerou ser uma iniciativa excelente em termos de equipa: «estamos aqui a transpirar mas por uma causa que todos consideramos nobre e nos dá realmente muito gozo». A magia do «FAZ:» Os 45 rapazes e raparigas entraram quando já se sentia o frio da noite, mas a emoção da surpresa aquecia a Comunidade. Depois de um forte aplauso, foi entregue um balão personalizado a cada um dos jovens, sim-

coimbra

coimbra

bolizando uma estrela. Três, dois, um… e todos soltaram os balões! Em seguida, os colaboradores cantaram-lhes uma versão da Açoreana de um tema dos portugueses Da Weasel. «Um momento mágico, porque nunca acontecem coisas destas», comentou Neusa, de 15 anos. Após uma visita guiada para apreciarem todas as novidades, a última paragem foi na tenda onde lhes tinha sido preparado um lanche. E o espírito de festa continuou. Como forma de agradecimento, algumas das meninas mostraram o seu talento de dançarinas com coreografias bem preparadas. No final, uma surpresa para a Tila, que fazia 11 anos: os parabéns cantados por centenas de vozes e um bolo para apagar as velas. Maria Teresa Granado, directora técnica da Comunidade, caracterizou este dia como «único». «Nunca pensei viver isto na minha vida, porque é uma coisa nova, uma forma de solidariedade e de amizade. As pessoas dão aquilo que sabem, aquilo que têm no seu coração.»

coimbra

coimbra

coimbra


ELEMENTAR É UNIR 33

Barreiro

Dois dias no Barreiro

coimbra

Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis A história desta instituição começou em 1968, com uma frase proferida por Maria Teresa Granado: «Quando uma pessoa quer, consegue. E tu vais conseguir». A actual directora técnica da Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis dirigia estas palavras a um menino que lhe dizia não ter recursos que lhe permitissem estudar. Dois anos mais tarde, o jovem voltou a procurá-la e disse-lhe: «Eu sou aquele rapaz a quem a senhora disse que se quisesse estudar conseguia, e eu quero. Dê-me por favor os estudos». Perante uma declaração tão determinada, Maria Teresa Granado percebeu que tinha de colocar-se em campo. E assim começou a sua luta para ajudar crianças e jovens mais desfavorecidos. A Comunidade tem actualmente nove casas pré-fabricadas, com um grande espaço exterior onde vivem 45 rapazes e raparigas, com idades compreendidas entre os dois e os 21 anos.

A Diana, de nove anos, quer «ajudar as pessoas» quando for grande, como viu a Açoreana fazer no Instituto dos Ferroviários, a 27 e 28 de Novembro. Esta foi a terceira instituição de solidariedade social onde a Companhia meteu mãos à obra para melhorar as condições de vida das crianças e jovens que aqui vivem ou que são apoiados pelo Instituto. Maria Eugénia Costa, a presidente, diz ter admirado esta acção «fantástica» da Açoreana, que considera ter «uma forma de estar na vida diferente enquanto empresa». «É muito bom perceber a alegria que as crianças sentem quando vêem tudo completamente diferente, com coisas novas. No fundo, isto é a casa delas», acrescentou. Mais de 200 colaboradores da Açoreana dividiram-se pelos dois dias de trabalho. Na quinta-feira, restauraram o espaço exterior – jardim, parque infantil e campo de jogos – e o refeitório. As paredes da zona de recreio encheram-se de cor e os autores ficaram satisfeitos com o resultado: «foi o libertar da criança que há em mim. Achei que ficava giro uma parede branca com alguns desenhos em cima», disse Luís Biscaia, da Direcção de Sistemas de Informação, em Lisboa, enquanto explicava as pinturas com que decidiu decorar um dos muros do parque infantil. Por seu turno,

Natália Brito, que também participou nesta tarefa, diz ter-se inspirado «no pequenino de quatro anos» que tem em casa. «Está a ser uma experiência incrível, lava-nos a alma», acrescentou a assistente comercial em Cascais. «Além das pessoas sentirem que também é uma oportunidade de serem melhores, e daí isto ser uma acção de formação, o resultado é muito amplificado pelo facto de fazerem algo útil pela sociedade», considerou o administrador João Ribeiro. Em termos pessoais, a acção feita nesta instituição teve para si um gosto especial por ser barreirense e neto de um ferroviário. Fernando Antunes, técnico comercial no Barreiro e natural desta cidade, diz ter sentido «mais alegria» com esta escolha. A sexta-feira foi dedicada à renovação da biblioteca e à pintura de corredores e quartos, com cores mais alegres para dar vida aos dormitórios. O Programa «FAZ:» provou existir um verdadeiro espírito de equipa Açoreana, como referiu o administrador Paulo Balsa: «estarmos todos juntos, em pé de igualdade e ajudarmo-nos mutuamente a atingir os objectivos a que nos propusemos no início satisfaz-me bastante». «Vim encontrar aquilo que já sabia que havia na Companhia, mas com mais felicidade e alegria», rematou o também administrador Eduardo Marques. Como sublinhou Glória Costa, assistente comercial em Torres Vedras, «não há dife-


34 ELEMENTAR É UNIR

Barreiro

Barreiro

renças entre directores, administradores, nem ‘o mais pequeno’ que cá está. Somos todos iguais neste momento».

Barreiro

Barreiro

Barreiro

Dupla surpresa No Barreiro a festa foi a duplicar. No primeiro dia as crianças e jovens entraram pela porta do Instituto e ficaram em alvoroço. A curiosidade por ver como estavam as coisas deixou-os inquietos. Assim que puderam, correram em direcção ao parque infantil e aos restantes espaços renovados. Uns jogavam à bola, outros brincavam nos balancés e percorriam os jardins. «Isto está muito giro, nem parece a mesma coisa», disse Rute, de 12 anos. Micael, três anos mais velho, que vive há uma década no Instituto, afirmou ter ficado «com um aperto no coração». E se o primeiro dia foi de euforia, no segundo a surpresa foi ainda maior. As crianças e jovens não esperavam que também os quartos fossem decorados e muito menos que os colaboradores da Açoreana lá estivessem, até porque ao entrarem, viram tudo calmo. As funcionárias levaram-nos a visitar os novos quartos e ao regressarem ao pátio, foram recebidos por um aplauso e centenas de confetis dourados. «Está muito bonito. Ando aqui há muitos anos e nunca vi uma coisa assim», enfatizou Ruben, de 18 anos. Alguns ficaram sem palavras, mas muitos disseram «Obrigado Açoreana».

Instituto dos Ferroviários São 60 as crianças e jovens que frequentam actualmente o Instituto dos Ferroviários. Quarenta vivem no local e os restantes estão em regime de semi-internato. É através da comissão de protecção de menores e tribunais que são encaminhados para esta instituição. Vítimas de maus tratos, é muitas vezes aqui que encontram um verdadeiro lar. O Instituto dos Ferroviários existe desde 1923 e recebe jovens de ambos os sexos. Tanto a ala das raparigas como a ala dos rapazes são constituídas por 15 quartos. O refeitório, a biblioteca e sala de estudo, juntamente com o jardim, parque infantil e campo de jogos completam o espaço.


ELEMENTAR É UNIR 35

FAZ em São Miguel Depois da Covilhã, Coimbra e Barreiro, a última edição do «FAZ: sorrir uma criança» contemplou uma instituição de solidariedade social nos Açores. A 15 e 16 de Dezembro, colaboradores da DF, DPAJ, DCA, DAS e DPA rumaram à Casa do Gaiato de São Miguel, onde vivem 13 rapazes. «O espírito de grupo que já existia cresceu, reforçou-se. A generosidade que todos conseguiram colocar nesta obra está bem espelhada nestas salas e na alegria destas crianças». As palavras de Carlos Bettencourt, director comercial dos Açores, conseguem resumir os dois dias em que 90 colaboradores deram o máximo de si em prol de um resultado final positivo. O primeiro dia foi dedicado à pintura e decoração das salas de convívio e biblioteca, e à recuperação do parque infantil e jardim. Cores vivas, bolas coloridas e a imagem de sóis iluminavam as paredes outrora despidas. «Estamos muito orgulhosos, acho que faz sentido. É um passo em frente na nossa vertente social», afirmou Carlos Reis. O administrador frisou ainda estar «satisfeito por ver todas as pessoas empenhadas, organizadas, e as coisas a correrem tão bem». Ao longo daquela segunda-feira era visível a boa disposição entre os colaboradores. Versos de canções populares ouviam-se enquanto se trabalhava – «Ponha aqui o seu pezinho, devagar, devagarinho… se vai à Ribeira Grande…»

São Miguel

São Miguel

São Miguel

São Miguel

Casa do Gaiato de São Miguel Esta instituição particular de solidariedade social existe nos Açores desde 1951. Começou por funcionar na antiga estação agrária, em São Gonçalo. Mudou-se depois para as actuais instalações em Capelas, que foram inauguradas a 2 de Abril de 1956 pelo Padre Américo, o fundador da Casa do Gaiato. Além destas, a instituição conta ainda com outras duas valências: o projecto Monte Alegre – Unir Fatrias e o Lar da Transição. No total das suas intervenções, conta com uma capacidade máxima de acolhimento de 34 crianças e jovens de ambos os sexos, a quem tenta proporcionar «uma equilibrada integração familiar, profissional e social». Ao contrário das restantes instituições da obra do Padre Américo, a de São Miguel não é gerida pela Diocese, possuindo uma equipa técnica com autonomia pedagógica para fazer a gestão da instituição e dos projectos de vida dos jovens a quem presta apoio.

Último FAZ de 2008 «Lixar, pintar, arrumar e decorar» quartos e corredores foram as tarefas do segundo dia, como explicou Leonor Pimentel, do Arquivo de S. Gonçalo. A rapidez com que se executaram os objectivos propostos permitiu ainda que as salas do refeitório fossem também pintadas, uma prova de que «a Açoreana é uma família muito unida», como disse Anabela Rosa, de Sinistros Automóveis, acrescentando que «não esperava outra coisa». Tanto no primeiro como no segundo dia, alguns colaboradores deram azo à sua imaginação e criaram quadros para as crianças. «Afinal não sabemos só vender seguros, também sabemos pintar e até temos alguns colegas que são artistas», sublinhou António Travassos, gestor de clientes. Ver o trabalho concluído foi naturalmente uma surpresa para os rapazes da Casa. Enquanto o Nuno, de 11 anos, dizia ter gostado de «tudo», Tiago, de 14, destacava «os candeeiros, as colchas, os guarda-fatos e as camas» como o que mais lhe tinha agradado. «Eles nunca tiveram quartos tão bonitos, frescos e coloridos. Provavelmente da casa de onde vieram também não conheceram este conforto», lembrava o padre Fernando Teixeira, presente no segundo dia dos trabalhos. Esta foi a quarta e última entidade a ser apoiada pela Açoreana em 2008, como parte integrante desta acção de formação. «Agradecemos muito terem escolhido a Casa do Gaiato», disse Ana Paula Fonseca, vice-presidente da instituição.

Açoreana faz sorrir as crianças  

Reportagem sobre um team building para a revista da seguradora Açoreana

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you