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IDENTIDADE VISUAL Manual de uso



A complexidade do mundo contemporâneo, em muitos casos, demanda sistemas visuais flexíveis e descomplicados que possam ser percebidos em diversas situações. Informações verbais e visuais conflitantes interferem na velocidade de percepção dos principal significado de uma marca fazendo com que ela perca gradualmente seu poder de referência. (Buggy, 2006). O trabalho iniciado com a Ideário Gestoria de Cultura inovou com a simplicidade, numa época onde os conceitos atemporais estão sendo substituídos por ilustrações efêmeras. O logotipo apresentado a Eli e Mariana reúne características únicas e força peculiar que sorriem para nós com uma estética atraente ao mesmo tempo que se impõe com sua solidez, afirmando ser este um logotipo feito para durar. Esse manual apresenta normas e recomendações para o uso adequado dos novos códigos visuais criados, regrando suas aplicações e protejendo o logo da descaracterização ao logo do tempo. No DVD, o logotipo, suas aplicações e a papelaria completa.

Designers responsáveis:

Mário Neto Philipe Camarão www.studiofortim.com.br Rua Tabira, 265, Boa Vista, Recife, PE 50050 030 81 3031 0076 | atendimento@studiofortim.com.br


CORES

O CINZA NOS DÁ O APOIO principal com sua percepção mais suave e suas propriedades de conceituação que contemplam nossos interesses em relação aos interlocutores. Seguro, livre, formal, harmônico e uniforme são alguns adjetivos que lhe caem bem. O amarelo, é complementar ao cinza e foi pensado na apresentação como ligação aos serviços prestados ao público final que são os artistas, produtores e consumidores de arte. Alegre, vibrante, criativo, informal são os seus adjetivo.

TIPOGRAMA A SUA DISPOSIÇÃO FOI PENSADA para valorizar o IDEÁRIO e deixar o Gestoria de Cultura em segundo plano, mas sem dificuldades no entendimento, prevalecendo a hierarquização das informações. Os tipos são adaptações das fontes Din Bold, black e Medium. foram feitas modificações e correções de espaçamento e kernie, objetivando potencializar a informação, protegendo a marca de possíveis problemas de leiturabilidade e legibilidade.

DIN A DIN foi criada em 1905 na Prússia para servir a sinalização das estradas de ferro do país e posteriormente melhorada por Ludwig Goller em 1936. Em 2002 foi digitalizada pela Linotype e hoje é utilizada como tipografia padrão de sinalização externa em pelo menos 12 países da Europa. (http://www.linotype.com/306/din1451-family.html#)


TIPOGRAFIA INSTITUCIONAL A TIPOGRAFIA É SEM DÚVIDAS o que mais marca na identidade visual de uma empresa por carregar a responsabilidade do nome, que é a informação mais preciosa do sistema. Nesse caso trabalhamos a família DIN, que serviu de base para a construção do tipograma. Mas essa, não poderá ser usada nas aplicações institucionais por se tratar de uma fonte display que não é apropriada para grandes massas textuais. A família que sugerimos para uso diário é a CORPID, que conta com uma variação bem completa e alcança um trato com a informação muito rico e refinado. É uma família forte, o que é muito bom para a Ideário por todos os seus embasamentos conceituais e as suas espectativas. Esse manual é uma prova de sua aplicabilidade.

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CORPID O nome Corpid deriva de Identidade Corporativa - que é para o que esta família de baixo contraste e sem serifa foi feita. Corpid foi originalmente encomendado pelo Studio Dumbar na Holanda, como uma fonte corporativa para o Ministério Holandês da Agricultura, Gestão da Natureza e Pesca. Ela foi projetada para substituir a fonte padrão existente e fornecer a organização uma identidade única e forte. Embora tenha sido projetada para caber em rigorosos requisitos técnicos, Corpid tem uma personalidade muito própria. Isso foi em parte resultado do que Luc(as) chama de “creating tension” entre as curvas internas e externas de cada personagem. “Eu costumo colocar um pouco mais de contraste diagonal do que acontece na maioria das fontes neutras sem serifa. Isso traz um certo toque humanista, aqui muito mais sutil do que em tese, mas embora seja quase invisível, ela ainda é palpável “. (http://www.lucasfonts.com/fonts/corpid/about/)


MARGEM DE SEGURANÇA

AS ÁREAS NÃO IMPRESSAS são de suma importância na composição de uma peça gráfica. Uma aplicação de marca sem o devido cuidado com a área do entorno pode tirar a eficiência do logo que entra em conflito com os demais elementos. No caso da IDEÁRIO Gestoria de Cultura, as margens de segurança da marca são obtidas a partir de um elemento próprio, como na figura. Ele deve ser duplicado sempre na vertical nos quatro lados da marca criando uma área de contragrafismo. Pode parecer perda de espaço, mas o contorno branco ao redor da marca cria uma sensação ótica agradável e chama mais atenção para, no caso, o logotipo.

ESCALA 3.333 mm

7mm

UMA PEÇA IMPRESSA PODE SER pequena como um selo ou grande como um outdoor. Um logotipo deve ser legível tanto em tamanho mínimo como quando avistada de uma grande distância, da mesma forma que um filme deve ser visível nun grande estádio ou nun aparelho portátil (Lupton, 2008). Acima, as indicações em tamanho real.


VARIAÇÃO DE COR Aplicando nas cores institucionais

1

2

3

4

5

Quando tiver que optar por apenas uma cor em fundo branco ou pastel

6

7

8

Quando tiver que trabalhar em cores diversas ou texturas o ideal é uma caixa branca por trás, não sendo possível, aplicar em negativo ou Preto

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www.studiofortim.com.br Rua Tabira, 265, Boa Vista, Recife, PE 50050 030 81 3031 0076 | atendimento@studiofortim.com.br

Mรกrio Neto Philipe Camarรฃo

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