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english

Name of the performance: asleep Catch phrase: Spinning, weaving, cutting. Spinners that are built by hands, are reinventing themselves. Going to heaven on a thread and descending on a yarn. Name of the performers: Clara Ribeiro e Filipa Mesquita Puppet Theater Lenght: 45 minutes Target Age: more than 6 years old Presentation: This is an inner journey. Wool, the spinners, the carding, the looms seem to belong to another time, a time that runs slow. The show tells the tale of two spinners who invented a world of their own, an imaginary box. We found an invented world full of characters that inhabit the tree under which they shelter, the tree of wool. Technical requirements: If represented in spaces with light and sound equipment: The company will deliver sound and lighting design. If represented in alternative spaces the minimum requisites are: - 4m wide x 3m deep The company will deliver sound and lighting design. We will need to hang white sheets for background scene. Recorded sound (CD) 2 tripods for hanging wire structure in front of the stage. 1 weight for scenery support. The set was designed for international touring, comprising: puppets 2 bags wool fabrics, cloths Small dimension objects Tree - collapsible scenographic structure


fotografia Edgar Tavares

fotografia Edgar Tavares fotografia Edgar Tavares

fotografia Filipa Mesquita

fotografia Edgar Tavares

fotografia Filipa Mesquita


CRIAÇÃO

Dando continuidade a esta vontade de trabalhar sobre a integração no mundo con temporâno de tradições e resticios de patrimonios rurais esquecidos chego ao espectáculo «adormecida». Este contacto que resgata uma forma de estar social, integrado na linguagem teatral contemporânea vem permitir, discutir, sobre os caminhos que traçamos para o futuro, o que criamos, versus o que perdemos. Esta é também uma viagem interior, uma tentativa de voltar às origens, no repensar o modo de estar, e a forma como comunicamos. A lã, as fiandeiras, as cardadeiras, os teares, parecem ao mesmo tempo pertencerem a um tempo perdido, no entanto é também o reflexo de um modo vivencial, onde o tempo que decorre é visto de outra forma, um tempo que escorre lento e em comunidade. Adormecida é também o pensamento sobre uma sociedade contemporânea, que necessita de se libertar, de acordar. O espectáculo, todo ele simbólico, fala de duas fiandeiras aprisionadas pelo seu trabalho, isoladas, escondidas do mundo exterior, inventaram para elas um mundo próprio, reinventaram o tempo em conjunto, são elas próprias uma caixa imaginária, mas o desejo secreto de partir, leva-as a tecerem Rosa das Urzes, que tem uma tesoura em vez de coração, que cortará o cordão que as isola, entre o desejo de partir e o medo, encontramos um mundo inventado cheio de criaturas que a lã permite imaginar e criar. A lã é assim também a matéria prima desta criação.

Sinopse

Fiar, tecer, cortar. A ladainha na construção de um fio, um fio como trajecto que separa o novelo do tecido, metáfora simbólica. Nascer, fazer nascer, desenhar linhas entre a roca e o fuso, entre o bater do tear. Fiandeiras que pelas mãos se constroem, se reinventam, fios suspensos de uma acção contínua, na construção em muitas mãos. Adormecidas, suspensas, aguardam, numa dimensão reinventada de si mesmas, sem espaço nem tempo. Perdidas no não lugar, ou no lugar de nenhures, tecem sem fim, tecem sem parar.

fotografia Raul Constante Pereira


fotografia Filipa Mesquita


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Ficha Técnica Produção Teatro e Marionetas de Mandrágora Criação Filipa Mesquita Interpretação e manipulação Clara Ribeiro e Filipa Mesquita Marionetas e Espaço Cénico enVide neFelibata Música Fernando Mota recolhas tradicionais de Michel Giacometti Design do cartaz sergio-alves.com Apoio à pesquisa Alice Bernardo, Projecto “saber fazer” Fotografia de Cena Edgar Tavares Parceria Casa da Lã Apoio Institucional Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura Câmara Municipal de Espinho F.A.C.E. - Fórum de Arte e Cultura de Espinho Câmara Municipal de Gondomar Apoios Lipor Ovelha Negra – loja de Tricot Portuense Parceiros Limite Zero, Teatro e Marionetas do Porto, Companhia Palmilha Dentada Agradecimentos Mulheres de Bucos, prima Felicidade, Conceição Mesquita, Dona Ilídia, Teodora Oana, Rui Bordalo, José Machado, Dra Isabel Fernandes Espectáculo concebido a convite da companhia Limite Zero para o Kiosque das Marionetas no âmbito da Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura


ORIGEM

fiandeiras na casa da lã, aldeia de Bucos

fotografia Alice Bernardo

àrvore coração


CARACTERÍSTICAS

Duração » 50 minutos Classificação etária » todo o público (maiores de 4 anos)

Pessoas a deslocar 3 pessoas 2 marionetistas 1 técnico 2 camarins, àguas cena negra, chão e panejamento ciclorama

NIF 506 322 076 NIB 0035 2074 0000 5488 2304 9 Associação sem fins lucrativos (isenta de IVA) [para efeitos de faturação - sede social] Teatro e Marionetas de Mandrágora R. de Quinéu, 75 4510–122 Jovim, Gondomar FACE - Fórum de Arte e Cultura de Espinho R. 41 / Av. João de Deus 4500 Espinho - Portugal mandragora@marionetasmandragora.com www.marionetasmandragora.com www.blog.marionetasdemandragora.com Clara Ribeiro 914 514 756 | 934 609 858 Direção Artística Filipa Mesquita 963 394 153 | 938 438 097 Direção Artística enVide neFelibata 938 940 122 fotografia José Machado


IMAGENS

personagem na nascente do rio Ave, Agra fotografia Filipa Mesquita

fotografia Raul Constante Pereira


IMAGENS

fotografia Raul Constante Pereira


AGENDA

GUIMARÃES 20 de Julho local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 21h30

21 de Julho local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 17h; 21h30

22 de Julho local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 11h;17h

17 de Agosto local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 21h30

18 de Agosto local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 17h; 21h30

19 de Agosto local horário

Largo Cónego José Maria Gomes 11h;17h

fotografia Raul Constante Pereira


Filipa Mesquita Nome: Filipa Mesquita Naturalidade: Porto Data de nascimento: 01/11/1976 Profissão: Actriz, Marionetista Formação Académicas: Frequentou o 1º ano da Faculdade de Letras do Porto no Curso de História das Artes, em 2004. Completou o 12º ano no Curso de Interpretação – Academia Contemporânea do Espectáculo em 1999, com a nota final de 15. Completou o Curso Profissional de Teatro de Formas Animadas e Conservação do Património Cultural, em Março de 2002, com a duração total de 4560 horas, tendo obtido a classificação final de 14 valores, conferindo o nível de formação IV. Frequentou o 1º ano de Arquitectura na Universidade Lusíada – Porto em 1995/96. Concluiu o 12º ano de escolaridade na área de Introdução às Artes Plásticas, Design e Arquitectura na Escola Secundária “José Régio” em Vila do Conde em 1995. Actividade profissional e cargos desempenhados: Em 2002 iniciou a sua actividade profissional enquanto actriz, marionetista e artista plástica. Desde 2003 coordena acções de formação para crianças e adultos, no âmbito das temáticas de teatro e de marionetas, pela Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora

Clara Ribeiro Actriz / Marionetista Dados Biográficos: Nome: Clara Ribeiro Naturalidade: Gondomar Morada: Rua do Quinéu, nº 75 4510-122 Jovim - Gondomar Telefone: 914514756 Data de nascimento: 07/10/1981 Formação Académicas: Completou o 12º ano no Curso de Interpretação – Academia Contemporânea do Espectáculo em 1999. Completou o Curso Profissional de Teatro de Formas Animadas, em 2002, com a duração total de 4560 horas, conferindo o nível de formação IV. Licenciada em Gestão do Património, em 2008, pela Escola Superior de Educação do Porto. Actividade profissional e cargos desempenhados: Em 2002 iniciou a sua actividade profissional enquanto actriz e marionetista. Desde 2003 coordena acções de formação para crianças e adultos, no âmbito das temáticas de teatro e de marionetas, pela Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora


Rúben António Amaral Gomes Marionetista e Artista Plástico. Membro fundador e direcção plástica da companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora. Freelancer em design, webdesign e programação. Programador da YZONK.com. Dados Biográficos. Nome: Rúben António Amaral Gomes Nome artístico: enVide neFelibata Telemóvel: 96 0039685 Habilitações Literárias. Frequência na Escola Secundária de Soares dos Reis (Escola Especializada no Ensino Artístico) – Porto, no ensino Artístico “Geral - Artes Visuais” e “Cerâmica”. Formação Profissional. Completou o Curso Profissional de Teatro de Formas Animadas (TFA) e Conservação do Património Cultural realizado entre 1999 e 2002. Frequência dos seguintes Cursos. Desenvolvimento de Aplicações Windows VB.NET. Desenvolvimento de Aplicações Windows VB. Desenho Assistido por Computador. Programação de Páginas para a Internet. Experiência Profissional como Artista Plástico e Marionetista. Em 2002 funda a companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora e desde então tem participado em todas as suas actividades.

fotografia Raul Constante Pereira


dossiê de Imprensa

projeto Kiosque das Marionetas

Teatro e Marionetas de Mandrágora Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012


Correio do Minho

Correio do Minho Cabeceiras de Basto: espetáculo de marionetas ‘Adormecida’ em exibição nos dias 20, 21 e 22

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Vale do Ave ·

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2012-07-12

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autor

Redacção num. de artigos 6822 O projeto desenvolvido pelas mulheres de Bucos em torno da lã está na base do espetáculo ‘Adormecida’ que a Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora leva ao palco nos dias 20, 21 e 22 de julho, no Largo Cónego José Maria Gomes, no âmbito da Capital Europeia da Cultura em Guimarães. Um espetáculo para todas as idades, para as famílias e para os jovens que se identifiquem com as tradições aliadas à contemporaneidade. ‘Adormecida’ é o resultado de um trabalho de pesquisa sobre o património material e imaterial que foi desenvolvido por Filipa Mesquita, diretora artística, que tem uma ligação afetiva à freguesia de Bucos e que é uma entusiasta das vivências de outrora. Foi na bucólica freguesia de Bucos, em Cabeceiras de Basto, onde se respira ruralidade e tradição, que a Companhia de Marionetas de Mandrágora se inspirou para a conceção deste espetáculo, que dará a conhecer ao público o trabalho e as vivências em torno da lã, uma atividade em desuso e que a Câmara Municipal, através da Casa da Lã de Bucos, pretende manter viva. “Na constante procura de um olhar artístico que seja capaz de agregar as tradições à contemporaneidade, imprimindo um cunho cultural próprio e de identidade marcada, tenho ao longo dos últimos anos na companhia desenvolvido esta procura de lendas, tradições, patrimónios, fazeres (como lhes chamo), vidas extintas”, revela Filipa Mesquita que vê nas formas artesanais e nas vivências sociais a base para a construção do futuro. “Depois de em 2011 ter percorrido os moinhos de vento e os seus moleiros, este ano são as fiandeiras e lã quem me move, isto também porque é um voltar a uma ruralidade desconhecida, voltar a um lugar de afetos e a cima de tudo um repensar na sociedade e nos seus pontos de equilíbrios e desequilíbrios”, confessa a diretora artística. ‘Adormecida’ conta a história de duas personagens que vão ao encontro do mundo da lã, dando a conhecer aos espetadores o fruto do contacto com as mulheres de Bucos, que ensinaram técnicas e revelaram vivências. “O contacto com as mulheres de Bucos foi extraordinário”, garantiu Filipa Mesquita, falando entusiasticamente da lã que exige “um trabalho de mãos e olhares entre pessoas”, longe do mundo das máquinas, um trabalho e uma vivência que serão retratados neste espetáculo promovido pela Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora no âmbito da Capital Europeia da Cultura 2012. “Fiar, tecer, cortar. A ladainha na construção de um fio, um fio como trajeto que separa o novelo do tecido,



adormecida