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MARINA FERREIRA GOMES E-Mail: marinafgo@gmail.com Endereço: Rua Samuel César, 1325 s.5. Água Verde, Curitiba – PR; Telefone: 41-84030879 GRADUAÇÃO Arquiteto e Urbanista, conclusão do curso de Arquitetura e Urbanismo em 5 de agosto de 2009. Universidade Positivo. Curitiba, Paraná. Bacharel em Administração, conclusão do curso de Administração em 10 de dezembro de 2005. Centro Universitário Franciscano do Paraná, UNIFAE. Curitiba, Paraná.

MONOGRAFIAS E ESTÁGIOS Centro de Eventos. Trabalho de conclusão de curso apresentado à disciplina de Monografia do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Positivo. Curitiba, agosto de 2009. A Utilização da Tecnologia Gis para o Diferencial Competitivo das Empresas de Pequeno e Médio Porte. Trabalho de conclusão de curso apresentado à disciplina de Monografia do Curso de Administração da UNIFAE- Centro Universitário. Curitiba, novembro de 2005. Estágio Supervisionado no escritório-modelo do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Positivo, 2006. LINGUAS ESTRANGEIRAS Inglês nível intermediário IV e V, curso concluído em dezembro de 2010. Centro Europeu. Curitiba, Paraná. Francês nível I, curso concluído em junho de 2010. Centro Europeu. Curitiba, Paraná. Espanhol, conhecimento básico. SOFTWARES Office Windows; Autocad 2006; Arqui 3D; Sketchup 8, Kerkythea 2008; Google Earth 5; ArcGIS Explorer Online;

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Corel Draw 12; Corel Photopaint 12; Adobe Reader 9; PDF Creator; EPS. WORKSHOPS E PALESTRAS Conferência internacional Cité du Design, em outubro de 2009. Curitiba, Paraná; Seminário Roadshow PINI Construindo a Copa de 2014 em maio de 2010. Hotel Radisson, Curitiba Paraná; Seminário Roadshow PINI Steel Framing – do Projeto à Execução em agosto de 2010. Hotel Four Points Sheraton, Curitiba Paraná; Architectural Record's Webinar: House of the Month: Case Studies, setembro de 2010; Building and Updating Map Caches with ArcGIS Server 10 Webinar em dezembro de 2010. Esri Training; Colaboración Abierta Entre Continentes - Colaboración Con BIM Alrededor Del Mundo Webinar em dezembro de 2010. Graphisoft. CURSOS Dimensionamento de Estruturas de Aço, curso online do CBCA - Centro Brasileiro de Construção em Aço, concluído em dezembro de 2010; Cursos de atualização profissional, McGraw-Hill Construction realizados em 2010.

ANEXO Portfolio...............................................................................................................3 Artigo...................................................................................................................8

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Portfolio Centro de Eventos. 2009 Localizado em Curitiba, Setor Especial da BR 116 (Pólo da Linha Verde – Tecnoparque). A proposta do Centro de eventos é criar espaços multifuncionais para promover eventos empresariais, workshops, conferências e palestras. O espaço com 31.20 m² é composto por três pavilhões de exposições, centro de convenções e edifício de estacionamento conectados por galerias e passarelas. A proposta dos edifícios em estilo high-tech utiliza materiais metálicos de revestimento e estrutura metálica para enfatizar o caráter

tecnológico do pólo tecnoparque localizado na região. O edifício de forma tubular vermelha abriga o espaço para convenções, composto por auditórios, salas flexíveis de conferencias e salas de mídia. Os pavilhões são espaços projetados para realização de grandes eventos interligados por passarelas para permitir o deslocamento em eventos simultâneos. A galeria que conecta e oferece espaços de estar e serviço para o complexo promove a iluminação e ventilação dos espaços e integração com a paisagem do entorno.

Edifício Multifuncional. 2004 O projeto do edifício multifuncional esta inserido na região central de Curitiba. O edifício integra-se às edificações existentes com objetivo de revitalizar a área degradada. A proposta objetiva conferir uso comercial ao espaço e integrar o novo com o antigo de maneira harmônica. O programa divide-se em galeria comercial e edifício comercial com área total de 16.454 m². O edifício comercial apresenta espaços de reuniões, auditório e andares

comerciais. A galeria conecta duas ruas para tornar a quadra permeável de acordo com o conceito das galerias comerciais existentes na região central. Espaços de lazer e entretenimento junto a unidade de preservação propõe novo uso ao espaço urbano.

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Edifício Residencial. 2006 O projeto do edifício residencial esta inserido no bairro Bigorrilho, próximo ao centro da cidade de Curitiba. O edifício com 3.040m² possui um apartamento por andar, áreas de lazer, cobertura e garagem. Os apartamentos são compostos por duas suítes e dois quartos voltados para o Norte. A sala intima separa os quartos da sala de estar e jantar, para dar privacidade aos ambientes. O escritório esta situado próximo ao hall de entrada do apartamento junto às áreas de convívio.

As áreas sociais possuem amplas aberturas e sacada voltada para a Alameda Júlia da Costa, via de acesso principal da edificação.

Casa Pátio. 2003 A residência está projetada no interior do lote de 100 metros quadrados. Trata-se de um terreno plano, localizado na cidade de Curitiba. A residência de 50 m² foi projetada para uma advogada, que passa a maior parte do seu tempo no trabalho, e busca tranqüilidade e conforto nas horas de repouso. Trata-se de uma casa pátio projetada em L, com os espaços integrados ao pátio, e cujas faces estão voltadas para Norte, permitindo melhor aproveitamento da iluminação natural. O acesso ao pátio se dá pelas diversas aberturas em vidro. Circundam a sala o escritório e a cozinha. Pátios estreitos auxiliam na iluminação e ventilação dos ambientes.

Os muros receberam revestimento de pedra e plantas ornamentais completam o espaço, tornando –os envolventes. A face Norte, onde estão localizados cozinha, lavabo e suíte, encontra-se uma abertura zenital do tipo shed, que permite a otimização da iluminação e ventilação dos locais. Os diversos ambientes foram projetados de maneira integrada, com suas respectivas aberturas para ventilação e iluminação.

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Casa Kapoor. 2005 A residência do artista Anish Kapoor está projetada no interior do lote localizado na Rua Dr. Faivre, entre as ruas Marechal Deodoro e Benjamin Constant, Centro de Curitiba. Trata-se de um terreno levemente inclinado, localizado entre uma Galeria de Arte e uma Residência Modernista. A residência foi projetada aproveitando a topografia do terreno. Trata-se de dois blocos em que ocorre a integração dos espaços e suas respectivas funções, ou seja, atelier, galeria de arte e residência. A galeria encontra-se logo na entrada e tem amplo espaço para exposição das obras do artista. O atelier esta integrado a galeria. A sala de estar e jantar, com pé direito duplo, se situam no próximo nível. A cozinha é integrada à sala de estar e jantar e dá acesso a um pátio externo e dependências de serviços. A suíte encontra-se no pavimento superior e o acesso se dá pela escada situada na sala de estar. Complementa-se o espaço de descanso e lazer com um pátio contíguo à sala de estar. O pé direito duplo da sala de estar e jantar com amplas janelas em vidro fixas e móveis, permitem um ambiente com bastante iluminação natural. Os diversos ambientes foram projetados de maneira integrada, com suas respectivas

aberturas para ventilação e iluminação, adequando-se à declividade do terreno. Casa Ouro Fino. 2010

Localizada em Ouro Fino, a proposta para o projeto da fachada, cobertura e sacada da residência baseia-se nas características da arquitetura da edificação. O objetivo foi valorizar a residência através da utilização dos materiais da região, pedra São Tomé, alvenaria, a transparência do vidro e a estrutura de madeira.

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Centro de Atos Públicos. 2008

Escola de Pública de Ensino Fundamental. 2007

O projeto da escola está localizado na gleba do município de Colombo próximo à Br 116. O terreno possui desnível de 17 metros, proporcionando a setorização do edifício da seguinte maneira: as quadras de esportes estão localizadas na parte superior do terreno voltadas para Norte com intuito de melhor aproveitamento da insolação durante o ano e melhor funcionalidade. A área administrativa encontra-se no primeiro pavimento, assim como o auditório para 500 pessoas localizado no volume a frente da edificação. As salas de aula estão localizadas no segundo e terceiro pavimentos e possuem dois meios de acesso, a passarela que interliga as salas às quadras de esportes e

às circulações verticais. O projeto de estilo minimalista proporciona integração entre educação e cultura, com locais para exposição e eventos cobertos e ao ar livre. Há também espaços para contemplação no exterior do edifício em que a vegetação e o mobiliário proporcionam harmonia ao ambiente educativo. Os desníveis do terreno junto ao playground incluem áreas para plantação de hortas e espécies vegetais. Os demais desníveis foram modelados para adequar a escola ao terreno, utilizado como partido na consecução do projeto.

O Centro está localizado no Centro Cívico de Curitiba. O acesso principal de pedestres se dá pela praça ao lado do Museu Oscar Niemeyer, ele permite a entrada de pessoas por diversos locais, pelo Bosque João Paulo II, pelo Museu, pela praça e pela passarela que interliga ao Tribunal de Contas. O pavimento térreo é composto por três auditórios ao redor do saguão, onde ocorrem os eventos. O café e as bilheterias são voltados para a praça ao lado do museu. O segundo pavimento abriga administração e central de serviços. O eixo que interliga a edificação e a integra ao bosque, possui abertura zenital para permitir iluminação natural e integração ao meio natural. O Centro busca atender a demanda de eventos culturais propondo ambientes de lazer e conforto para os usuários e funcionários.

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Agência de Publicidade. 2009

O projeto está localizado no bairro Batel próximo ao centro de Curitiba. Trata-se de em um terreno estreito de esquina com um suave declive. Os acessos se dão pela Avenida Batel e pela Rua Comendador Araújo. O pavimento térreo possui área comercial com galeria de lojas e café. O primeiro pavimento possui acesso ao público por meio de escada voltada para o pátio e pelo hall de elevadores. O auditório para 500 pessoas encontra-se no primeiro pavimento junto as salas de reuniões. O terceiro pavimento é destinado à área de convívio dos funcionários. O pavimento tipo, com área de 425m²,

possui salas voltadas para as faces Norte, Leste e Oeste. Pátios ensolarados também foram projetados ao longo da face Norte entre as salas para integrar os espaços, gerar visuais e iluminação natural. A estrutura do edifício de concreto é composta por quatro pilares que sustentam as lajes em balanço. O Hall entre as salas voltado para Sul possui ampla estrutura de vidro com sistema pilkington planar. A estrutura transparente busca a interação entre o edifício e a cidade de maneira inovadora. O objetivo do projeto é passar a imagem da empresa e integrá-la à dinâmica da cidade.

Perspectiva interna da estrutura.

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A UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA GIS PARA O DIFERENCIAL COMPETITIVO DAS EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE

Marina Ferreira Gomes Curso de Administração de Empresas UNIFAE- Centro Universitário Orientador Prof Mário Romero P. de Souza E-mail: marinafgo@yahoo.com.br

RESUMO O trabalho apresenta o geoprocessamento, em especial a tecnologia GIS, como forma de ampliar o conteúdo de informação, transformar os processos, a natureza da competição e o comportamento de produtores e consumidores nas empresas de pequeno e médio porte. A tecnologia de geoprocessamento integra várias informações, concentrando-as em um banco de dados, possibilitando a visualização em mapas digitais e tornando possível a representação da informação existente. O objetivo do estudo é mostrar como a tecnologia GIS pode ser inserida no planejamento estratégico das empresas de P&M porte, contribuindo no processo decisório. Conceitos e utilizações desta ferramenta são apresentados, além de uma simulação para demonstrar a utilização do GIS.

PALAVRAS – CHAVE: Administração. Processos Decisórios. GIS. Geoprocessamento. Tecnologia da Informação.

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INRODUÇÃO

A Tecnologia da Informação, no contexto dos países ditos do Primeiro Mundo, tem sido considerada como um dos principais fatores responsáveis pelo sucesso das organizações, seja na questão de sobrevivência ou para a obtenção de maior competitividade.

A

globalização

abriu

fronteiras

econômicas

inusitadas

e

perspectivas de progresso inéditas, impulsionados pela revolução tecnológica, da informática e das telecomunicações. Está também ligada às metas de redução de custos, qualidade de produtos e serviços, além de possibilitar a construção de grandes

bases

de

informações

de

clientes,

favorecendo

um

tratamento

mercadológico intenso e direto com o consumidor, seja ele individual ou coletivo, cujos impactos podem ser percebidos no processo de globalização. Além disto, a Tecnologia da Informação é capaz de modificar a característica da competição entre as empresas, e criar vantagens sustentáveis para aquelas que melhor souberem aproveitar as potencialidades tecnológicas A implantação de tecnologias requer capacidade lógico-analítica das pessoas envolvidas, a fim de desempenhar os papéis de empreendedor, negociador e alocador de recursos, além de conhecimento para que possa trabalhar como disseminador da informação. Para as empresas, os bancos de dados organizados adquirem, assim, funções estratégicas, permitindo que a sensibilidade e a experiência dos envolvidos funcionem na correta dimensão do processo decisório. Não é, portanto, algo preexistente e gratuito, mas um recurso o qual pode contribuir e facilitar o atendimento dos objetivos institucionais estabelecidos. Por isso é, também e sobretudo, algo a ser gerenciado em proveito da organização. Colocar o produto certo, com o preço justo, utilizando a comunicação adequada, e dentro de um custo compatível com a operação, torna-se mais assertivo através do conhecimento da base territorial. Neste contexto, a tecnologia de Geoprocessamento, utilizando-se da informação georreferenciada, vem ampliando seu espaço, estando presente dentro das organizações como uma ferramenta de

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planejamento estratégico, gerenciamento de sistemas de informação e apoio aos processos decisórios. A tecnologia GIS (Geographic Information Systems) refere-se a “um sistema automatizado capaz de coletar dados das mais diversas fontes, gerenciar tais informações, analisar com o objetivo de gerar novas informações a partir dos dados existentes e apresentar resultados em um formato passível de ser compreendido pelo usuário” (National Science Foundation, 1990) apud RODRIGUES (1991)). O GIS é um sistema composto por software e hardware que manipula dados georreferenciados, gerando arquivos digitais contendo mapas, gráficos, tabelas e relatórios com a finalidade de planejar e monitorar questões ligadas ao espaço físico geográfico. Levando-se em consideração a importância do tema, o problema levantado neste trabalho refere-se à integração da tecnologia do geoprocessamento aos procedimentos e práticas existentes nas empresas de pequeno e médio porte. Este estudo de caráter exploratório, desenvolvido por meio de levantamento bibliográfico e apresentação de protótipo para mostrar como funciona e quais são as características de um GIS, tem por objetivo focalizar o impacto da Tecnologia da Informação, particularmente o Geoprocessamento, nas estratégias do negócio.

TOMADA DE DECISÃO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS A tomada de decisão é parte fundamental da responsabilidade administrativa. O administrador deve continuamente decidir o que fazer, quando fazer, onde fazer, como fazer e com quem fazer. Seja ao estabelecer objetivos, alocar recursos, ou resolver problemas que surgem pelo caminho, o administrador deve ponderar o efeito da decisão de hoje sobre as oportunidades de amanhã. Decidir é optar ou selecionar dentre várias alternativas de cursos de ação, aquela que pareça mais adequada. As decisões são tomadas como resposta a um problema a ser resolvido, assim como para alguma necessidade a ser satisfeita ou para um objetivo a ser alcançado.

Muitas situações enfrentadas pelos administradores podem representar

um problema ou uma oportunidade. As oportunidades perdidas criam problemas

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para as organizações, e muitas vezes, as oportunidades são encontradas enquanto se exploram problemas. Uma enorme quantidade de pesquisas é direcionada ao processo de solução de problemas, mas muito poucas se referem à definição do problema e menos ainda, à descoberta de oportunidades. O processo da tomada de decisão é influenciado por numerosos fatores exógenos. A empresa é parte de um sistema econômico, social e político. Estas e outras forças ambientais podem ter grande impacto sobre muitos tipos de decisões, especialmente sobre aquelas de natureza não programada. Embora estas forças não possam ser controladas, devem ser consideradas, uma vez que podem dirigir as pesquisas de alternativas e influenciar a seleção das mesmas. As organizações estão procurando cada vez mais se adaptar às constantes mudanças ambientais e às incertezas. Dentro dessa ótica, o planejamento estratégico representa uma ferramenta indispensável na gestão das organizações a fim de precaverem-se das incertezas, com técnicas e processos administrativos que permitam o planejamento de seu futuro, a elaboração de objetivos, estratégias, métodos e ações (ANSOFF e McDONNELL, 1993; BETHLEM, 1998; DRUCKER, 1993; STONER e FREEMAN, 1999). Planejar é, portanto, saber onde se quer chegar. É tomar decisão.

A INCLUSÃO DO GEOPROCESSAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES A crescente competitividade das empresas torna cada vez mais crítico o processo de tomada de decisão. Neste sentido, cada vez se utiliza mais informação proveniente de múltiplas origens. É com naturalidade que surge a inclusão da informação geográfica neste processo, concretizando a tomada de consciência espacial da atividade das organizações. O objetivo desta procura constante em sustentar e apoiar a decisão tem o seu fundamento na necessidade de minimizar o risco associado à tomada de decisão. Segundo Rodrigues (1990), o Geoprocessamento pode ser definido como o conjunto de tecnologias que integram as fases de coleta e tratamento de informações

espaciais.

As

áreas

que

se

servem

das

tecnologias

de

geoprocessamento, têm em comum, o interesse por entes de expressão espacial,

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sua localização, distribuição ou ainda a distribuição espacial de seus atributos. Tratase do gerenciamento de um grande volume de informações por meio de sistemas inteligentes, que possibilitam rápido acesso e imediata visualização, em um mapa digital, de dados obtidos por meio de imagens de satélites. De forma sucinta, o Geoprocessamento combina várias camadas de informação sobre uma localização geográfica específica, de modo a permitir a sua melhor compreensão, isto é, representa bases de dados georreferenciados, que são dados com características básicas de dimensão física e localização espacial. O interesse do mundo empresarial neste conceito deriva do fato de que muita informação com que se trabalha é também georreferenciada: instalações produtivas, unidades comerciais, pontos de venda, entre outros. Por outro lado, existe um conjunto de informação, conhecida pela organização, que é georrelacionada - infraestruturas existentes (vias de comunicação, escolas, infra-estrutura básica, serviços públicos), densidade populacional, capacidade de investimento, nível econômico, etc. O cruzamento da informação permite às empresas uma fonte de dados bastante rica, que pode ser utilizada para a identificação dos perfis dos clientes, posicionamento de produtos ou planejamento de campanhas de marketing. Uma das soluções mais evidentes é o Geo-Marketing, cujo objetivo é relacionar as estratégias e políticas de Marketing e o território ou espaço onde a empresa, fornecedores e clientes atuam. Neste sentido, o GIS apresenta novas soluções para velhos problemas, possibilitando uma nova dimensão de negócio em que os objetivos têm em comum a localização geográfica. GIS (Geographic Information Systems ) O geoprocessamento é o conceito mais abrangente e representa qualquer tipo de processamento de dados georreferenciados, enquanto um GIS processa dados gráficos e não gráficos (alfanuméricos) com ênfase em análises espaciais e modelagens de superfícies (Paredes,1994). O GIS não é somente um programa de computador, mas todo o entendimento sobre os procedimentos, processos, entidades internas e externas, fluxos, bases de dados, tecnologia, metodologias, cultura e conhecimento técnico que viabilizam a gerência de informações. Refere-se a um conjunto de ferramentas computacionais

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compostas de equipamentos e programas, que por meio de técnicas integra dados, pessoas e instituições. Os GIS’s foram o fruto do Geoprocessamento e logo se tornaram poderosas ferramentas para tarefas que afetam diretamente, desde a mais moderna e complexa instituição, até a vida do simples cidadão. A eficiência do sistema é fator chave para seu êxito. Além de bem dimensionado, deve atender com desempenho ao seu objetivo, sem deixar de lado a relação custo/benefício. O campo de aplicação de um Sistema de Informação Geográfica é sem limites, pois para todos os tipos de armazenamento de informação que usam uma representação

gráfica

com

referência

posicional,

pode-se

gerar

um

GIS.

(www.esteio.com.br). Em praticamente todos os segmentos da atividade humana, existe uma lacuna onde o GIS se apresenta como urna das soluções mais eficazes e o número de usuários não convencionais cresce aceleradamente. GIS’s são usados para agilizar procedimentos de tomada de decisão, diante da acirrada disputa na economia mundial. Áreas como a bancária, transportes, companhias de seguros, científica, comercial e marketing, são usuárias recentes e bem-sucedidas de geoprocessamento. GIS’s são usados para determinar estratégias de mercado. Se fixa um espaço geográfico de atuação, onde é apresentada, também, a concorrência. Por análise espacial definem-se as áreas prioritárias para uma nova filial ou o lançamento de campanha publicitária de determinado produto, num sistema que integra dados cartográficos e dados para avaliação mercadológica. Como produto de análise obtêm-se novos mapas, relatórios e gráficos estatísticos para a compreensão dos resultados.

O GIS torna possível a coleta, o armazenamento, o processamento, a

análise e a disponibilização, a partir de dados georreferenciados. Visam maior facilidade,

segurança

e

agilidade

nas

atividades

humanas

referentes

ao

monitoramento, planejamento e tomada de decisão, relativas ao espaço geográfico.

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GIS – GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMS Metodologia que integra Dados+ Pessoas+ Instituição • Software • Hardware

• •

Facilidade de uso Segurança e confiabilidade Agilidade nas atividades de monitoramento, planejamento e tomada de decisão relativa ao espaço físico geográfico.

POSSIBILITA coleta armazenamento processamento análise

PARA

Figura 1 - Processo - GIS Fonte: adaptado de http//www.gisbrasil.com.br

A tecnologia GIS está, cada vez mais presente nas organizações como uma ferramenta de planejamento estratégico, gerenciamento de sistemas de informação e apoio à tomada de decisões. “A localização geográfica de uma atividade de valor pode afetar os custos de uma empresa. O clima, a cultura, e gostos diferem por localização. Eles afetam não só as necessidades de produtos, mas também o modo como uma empresa pode executar atividades de valor” (Porter, 1998, pág 75). Por sua abrangência, observa-se que estes tipos de sistemas lidam com informações multidisciplinares, onde a heterogeneidade e a complexidade dos temas é comum. No contexto das inovações da Tecnologia da Informação, os Sistemas de Informações Geográficas têm desempenhado um papel importante como integrador de tecnologia. Com o GIS é possível elaborar mapas, modelar, fazer buscas e analisar uma grande quantidade de dados, todos mantidos em um único banco de dados. A tecnologia GIS tem sido utilizada principalmente em órgãos públicos federal, estadual e municipal, em institutos de pesquisa, empresas de prestação de serviço de utilidade pública (companhias de água, luz e telefone), na área de segurança militar e em diversos tipos de empresas privadas.

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Os Sistemas de Informação Geográfica (GIS), estão cada vez mais ao alcance de pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. Os EUA têm apresentado um crescimento em torno de 20% ao ano. No Brasil, apesar de não existirem estatísticas específicas, alguns especialistas estimam que há um crescimento de 30% ao ano. (NAZÁRIO,1998) A tecnologia GIS permite análises referentes a quantos e quais clientes poderiam ser atendidos, no raio de 150 Km. Além disso, é possível fazer análises e gerar mapas temáticos utilizando mapas digitalizados contendo rodovias, ferrovias e informações sobre dados georreferenciados. ESTUDO DE CASO PROTÓTIPO DO USO DO GIS NO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO DA REGIÃO DE CURITIBA Ao desenvolver um projeto utilizando o geoprocessamento é necessário definir os dados que serão utilizados. A seleção destes dados está relacionada à disponibilidade, ao acesso e à possibilidade de obtê-los, assim como à sua adequabilidade às finalidades do trabalho a ser realizado. O processo de captura de dados pode ser dividido em duas operações: coleta de dados primários, que são aqueles produzidos especialmente para o trabalho em questão, ou seja, delimitados pela necessidade dos clientes, e coleta de dados secundários, que inclui a busca de dados produzidos anteriormente por meio de questionários ou gerados por uma Instituição, que venham a suprir a necessidade da coleta, como por exemplo, dados do IBGE, INPE, entre outros. A análise espacial tem por característica tratar duas questões fundamentais: a) o que há em determinado local; b) onde se encontra determinado fenômeno. Para responder a estas questões é possível considerar duas formas de levantamento de dados. A primeira refere-se ao levantamento ambiental, que busca associar características a uma superfície contínua, verificando sua variação ao longo do espaço. A segunda busca associar um elemento ou conjunto de elementos à sua localização e características, e pode ser chamado de levantamento populacional. Os levantamentos de população envolvem a coleta de atributos ou a enumeração dos

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entes que constituem uma população. Podem envolver o levantamento sistemático de toda a população e neste caso serão chamados de censitários. Os dados censitários estão relacionados a levantamentos cadastrais, de pessoas, de propriedades ou de municípios. Estão incluídos nesta categoria, por exemplo, os dados produzidos por censos populacionais, agropecuários ou cadastros urbanos. Os levantamentos podem variar conforme o objetivo, o método utilizado ou a área de interesse. Para mostrar como funciona e quais são as características de um GIS, foi desenvolvido um protótipo, com acesso a um banco de dados espacial geográfico, um banco de dados de atributos e construídos mapas. O protótipo ou modelo apresentado neste estudo utiliza um conjunto de ferramentas computacionais, que permitem a criação de mapas temáticos e consulta interativa. O protótipo tem como finalidade representar a distribuição do comércio varejista de materiais de construção da região de Curitiba, e a concentração das lojas nos bairros e regionais. Para montar este cenário levantou-se através de amostragem aleatória, a localização das lojas na cidade. Foi construído um banco de dados com o nome dos estabelecimentos comerciais , bairros e endereços. Concluída a alimentação dos dados, foram confeccionados mapas transformados em view´s (imagens) e respectivos temas, utilizando o software ARCGIS, como demonstra a figura abaixo.

● ● ● ● ○

Lojas de Materiais de construção sem filiais Loja A com filiais Loja B com filiais Loja C com filiais Loja D com filial

Figura 2 - Mapa georreferenciado : cada ponto do mapa está vinculado ao banco de dados e representa a distribuição da amostra de lojas de material de construção do Município de Curitiba.

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Através da representação da localização dos pontos, verificam-se as zonas de maior concentração de lojas na cidade de Curitiba. Analisando os bairros e regionais, foram apontados os que apresentam maior concentração, menor concentração ou ausência de lojas. A comparação entre as regionais, baseada em censos, considerou a Renda, Faixa Etária, Atividades Econômicas, Distância do Centro, Habitação e Áreas Verdes. Os bairros estudados são: Campo de Santana, Santa Felicidade, Boa Vista, Pinheirinho e Centro. Segundo Paredes (1994, pág 664), “para cada problema, um cenário deve ser desenvolvido com o propósito de identificar os tipos de dados quantitativos; eles são necessários para produzir a informação quantitativa para o planejamento e para a tomada de decisão”. A descrição das características dos bairros refere-se aos dados quantitativos para montar o cenário do comércio varejista de material de construção. Uma vez identificados esses dados, passa-se a etapa de confecção dos mapas utilizados como referência de localização ou de posicionamento das lojas. Para visualizar a concentração das lojas de materiais de construção, foi utilizado o mapa das regionais. Os mapas de pontos são localizações de posições geográficas de eventos ou fenômenos em pontos específicos.

● ● ● ● ○

Lojas de Materiais de construção sem filiais Loja A com filiais Loja B com filiais Loja C com filiais Loja D com filial

Figura 3 - Mapa Temático da Distribuição das lojas de materiais de construção e filiais nas regionais metropolitanas.

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Os pontos indicados no mapa referem-se às lojas de materiais de construção, e pode ser observada a maior concentração na Regional Matriz. A regional Santa Felicidade também apresenta uma distribuição equivalente à da Matriz, seguida pela regional Boa Vista. O mapa revela uma acentuada concentração do comércio varejista de materiais de construção nestas três regionais, que também apresentam a melhor infra-estrutura urbana. Além disto, as lojas que possuem filiais, simbolizadas por pontos de cores distintas, também estão distribuídas pelas três regionais, com exceção das localizadas nas regionais do Portão e Cajuru. Observase ainda, uma grande extensão urbana que não está ocupada por lojas de materiais de construção, o que representa potencial de crescimento para este setor varejista. Segundo McLoughin (1973, pág 525), “a cidade é uma acumulação de relação espaço-atividades e comunicação de vias e, que toda atividade urbana radica-se num espaço específico da cidade e se comunica com o restante das atividades por meio de vias de serviços e infra-estrutura”. Esta concepção vem de encontro aos conceitos de um GIS, identificando os componentes urbanos de forma discriminada, permitindo avaliação da informação em termos de comparação de intensidade das atividades e de comunicação, versus quantidade de espaço e vias disponíveis. A alimentação de um sistema de informação seria a simples atualização da capacidade dos espaços artificiais (edificações, modificações do território) para conter tal ou qual (quantidade) intensidade de atividades (residências, indústrias, comércio) e dos fluxos de comunicação (tráfego, movimento, serviços, informação, transporte) versus a capacidade das vias urbanas (ruas, e infra-estrutura) (McLOUGHIN, 1973) Tendo em vista estas considerações, verifica-se que a localização das lojas de materiais de construção e sua maior concentração estão interligadas. A região que apresenta esta concentração mais densa é a que possui maior infra-estrutura urbana, citadas acima. As atividades desenvolvidas na região implicam em atividades fundamentais: habitação, educação, produtos (bens e serviços) e proteção (segurança e saúde pública). Estas atividades estão ligadas por vias diversas de comunicação (infra-estrutura e redes de serviços). Assim, quanto maior a intensidade

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da atividade, maior quantidade de vias de comunicação e infra-estrutura são requeridas. Neste sentido, propôs-se considerar a capacidade de lojas de materiais de construção do ponto de vista de ordenação espacial e conveniência de localização (capacidade funcional). A informação deve ser coletada, classificada, analisada, gerenciada, e apresentada aos usuários de uma forma e num formato que melhor atenda às suas necessidades. Ao confeccionar os mapas todas as variáveis acima descritas devem ser consideradas com a finalidade de prover o maior número de informações possíveis sobre o cenário de uma atividade, no caso o comércio varejista, a fim de que o usuário tome decisões assertivas. Como se pode observar, o GIS é uma ferramenta que dá suporte à decisão especialmente para integrar informações disponíveis, relacionar atividades dentro do processo decisório, adicionar fatores subjetivos para refletir a situação atual. Ainda simula um ambiente hipotético de tal forma que o usuário visualiza várias situações que o mundo real não permite, embora este ambiente hipotético possa diferir segundo interesses de diferentes pessoas e grupos. A apresentação dos protótipos pretendeu demonstrar a facilidade e a potencialidade de consulta proporcionada pelo GIS. A facilidade da resposta gráfica torna a informação muito mais rica e ágil para a análise nos processos de tomada de decisão. As imagens geradas em um GIS permitem grande flexibilidade de consultas e entendimento do ambiente físico geográfico, as atividades urbanas, os serviços públicos de infra-estrutura, os sistemas de comunicação e interação urbana. Além disto, estabelece bases para análise quanto ao aproveitamento dos equipamentos urbanos existentes (postos de abastecimento de combustíveis, estabelecimentos bancários, distritos policiais, cinemas, teatros, etc). Trata-se, portanto de uma ferramenta de suporte ao usuário como auxílio na decisão, em especial para integrar informações disponíveis que refletem a situação real. A busca de vantagem competitiva, e a manutenção em ambientes dinâmicos e globalizados, têm levado as empresas a buscar novas alternativas nos seus modelos

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de negócios, com intuito de atrair e fidelizar clientes. Esta busca por novos meios que visam auxiliar nos processos decisórios, levam as organizações a adquirir novas tecnologias, com intuito de promover melhorias em termos de qualidade dos produtos ou serviços. A tecnologia da informação tem possibilitado a construção de grandes bases de informações. Para as empresas, os bancos de dados organizados, adquirem funções estratégicas. Trata-se de um recurso para atender os objetivos organizacionais. Neste sentido, a tecnologia GIS tem gerado novas informações a partir de dados georreferenciados que dão suporte ao planejamento de questões ligadas ao espaço físico geográfico. Esta tecnologia propicia às empresas a utilização dos conceitos espaciais, como endereços, áreas de vendas, códigos postais, tempo de deslocamento, distância e variáveis demográficas para análises internas que lhes permitam vantagens competitivas. Recorrendo a informação de localização dos seus clientes, produtos e concorrência, podem efetuar análises mais exigentes. A capacidade inerente à informação geográfica torna-a extremamente oportuna e adequada para análises, por meio de mapas. Ressalta-se que o GIS significa muito mais que simples codificação, armazenamento e dados espaciais. È uma ferramenta que dá ao usuário habilidade de associar informações com uma entidade sobre o mapa e criar novos relacionamentos, que podem determinar, por exemplo, a identificação dos melhores locais para um novo serviço. Trata-se de gerenciar a informação. Dentro deste contexto, o sistema de informação dá ao usuário a habilidade de produzir informações, contribuindo especialmente na redução de incertezas. Neste sentido, o GIS - Geographic Information System apresenta novas soluções para velhos problemas, podendo ser utilizado nas mais variadas áreas do conhecimento humano, desde que seus dados sejam extraídos do espaço-objeto (objetos geográficos espacialmente distribuídos). O planejamento de qualquer atividade que de alguma forma se relaciona com o espaço físico requer, inicialmente, o conhecimento deste espaço. Desta forma, passa a ser necessária alguma forma de visualização da região da superfície física

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do planeta, onde a empresa deseja desenvolver sua atividade. Para alcançar este objetivo é desejável a utilização do geoprocessamento. Uma consideração a ser feita, refere-se à terminologia. Muitos títulos são usados como sinônimos do GIS: “sistema de informação de base geográfica, sistema geodado, sistema de informação espacial, sistema de dados geográficos, sistema de informação cadastral, sistema de informação de recursos naturais, sistema de informação cadastral multifinalitário (Clark, 1986; Borrough, 1986 e Parker, 1988) e no Brasil Geoprocessamento” (Paredes, 1994, pág 8). A confusão de terminologias, segundo Paredes (1994) deve ao fato do GIS ser uma ciência nova e estar relacionada com muitas disciplinas e campos tecnológicos em desenvolvimento, que manipulam dados espaciais. É oportuno frisar que no presente estudo foi utilizada a sigla GIS - Geographic Information System, e não SIG – Sistema de Informação Geográfica, para fazer distinção de SIG – Sistema de Informação Gerencial. Cabe ainda ressaltar, que o GIS tem uma característica básica de integração de informações, que procura agregar dados artificialmente separados pelo homem, de forma a manipulá-los e apresentá-los de diferentes maneiras, proporcionando uma nova visão ao usuário, como demonstrado no protótipo. O administrador necessita não apenas inovar os meios que lhe permitam uma melhor atuação em relação ao passado, contando com uma nova ferramenta, possível de implementar, mas também, incrementar procedimentos capazes de registrar, medir e contabilizar a informação. Além disto, ter habilidade para tratar grande volume de informações que reflitam a atual realidade urbana, de interpretar essa realidade, de propor alternativas e de auxiliar na tomada de decisões, de forma rápida, precisa, eficiente e contínua. Os objetivos inicialmente traçados neste estudo foram alcançados, tendo em vista que os protótipos apresentados revelam a aplicabilidade da tecnologia GIS e viabilizam o gerenciamento da informação. Além disto, o geoprocessamento foi apresentado como ferramenta que pode ser aplicada nas empresas de P&M porte, possibilitando suporte à tomada de decisão. Ainda, foi demonstrada a importância da

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integração da tecnologia GIS, aos procedimentos e práticas existentes nas empresas de pequeno e médio porte para o diferencial competitivo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANSOFF, H. Igor. Estratégia empresarial. São Paulo: McGraw-Hill, 1977. ANSOFF, H. Igor, DDECLERCK, Roger P. HAYES, Robert L. Do planejamento estratégico à administração estratégica. São Paulo: Atlas, 1987. BARROS, Marco A. Estratégias nas empresas de internet: lições da informalidade. Revista de administração de empresas. v. 41, n 4, p. 32-43. out./nov. 2001. CÂMARA, GILBERTO et alii. Anatomia de sistemas de informação geográfica. Campinas, Instituto de Computação; UNICAMP, 1996. FERRARI, Roberto. Viagem ao SIG: planejamento estratégico, viabilização, implantação e gerenciamento de sistemas de informação geográfica. Curitiba: Editora Sagres, l997. FREITAS, H.M.R. A informação como ferramenta gerencial, Ortiz, Porto Alegre, 1993. GIBSON,

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