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Dis trib uiçã

oG ratu tita

Ano 02•Edição 12•Dez/Jan 2012

Caixinha de Natal vira 14° salário

Gourmet:

Vivendo em condomínio: Especial:

Hummm....Receitas Animais em para as festas de Condomínio. final de ano

Revista Condomínios e sua marca


Colégio Adventista

DA LAPA M AT R Í C U L A S A B E R TA S

para 2012

Compromisso com

FUTURO

seu

Rua Francisco Mainard, 166 esquina com D. João V, 261 Lapa - São Paulo - SP CEP 05075-070

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Carta ao leitor

A Revista Lares e Condomínios é uma publicação bimestral que visa levar matérias relacionadas ao tema Condomínio aos síndicos, moradores e zeladores. Público Alvo Diretora Executiva Jornalista responsável Contato redação Direção de arte e diagramação Tiragem Distribuição gratuita

Condomínios residenciais e comerciais-Síndicos- Zeladores- Moradores e Comércio local Marilsa Nogueira Sarah Galvano- MTB 57.437-SP redação@revistacondominiossp.com.br Revista Lares e Condomínios 30.000 Exemplares Ano 2- Edição 12- Dez. 2011/ Jan. 2012 A Revista Lares e Condomínios não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios. Os artigos e layout dos anúncios não podem ser copiados sem prévia autorização de nossa empresa.

APOIO: Assosíndicos

Exército da Salvação

Procon

Chegamos a mais um final de ano e, para comemorar, temos nesta edição matérias com receitas para as festas de final de ano, dicas de como aproveitar os espaços em condomínios para lazer e a já tão afamada discussão sobre animais em prédios. Trazemos ainda uma idéia que deu certo, como a do síndico Roberto Teixeira, que passa pessoalmente recolhendo a “caixinha de natal” com as contribuições financeiras dos moradores e que, como experiência exitosa, pode ser adotada em outros condomínios. Destacamos ainda as novidades editoriais e a história desta revista que cresce com informações voltadas à área condominial. Finalizo esta edição agradecendo aos condomínios que trabalharam conosco neste ano, aos nossos novos e antigos parceiros e aos leitores, que também dedicam sua leitura ao nosso trabalho. Boa leitura e boas festas Marilsa Nogueira

MRW Advogados

Nestlé

Sumário

Ass. Zeladores V. Leopoldina

OOOps! No editorial da edição passada, colocamos Edição outubro/ setembro quando o correto era outubro/ novembro. Desculpe-nos.

SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE

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Cão cidadão Medo de fogos de artifícios

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Telefone (11) 3453-3201 Celular comercial (11) 7818-6182- ID 130* 1808 Email publicidade@revistacondominiossp.com.br Site www.revistacondominiossp.com.br

@LCondominios

Revista Lares e Condomínios Revista Condomínios SP

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Vivendo em condomínio

Em São Paulo, condomínio melhora convivência com aulas em grupo

Animais em condomínio, problema ou solução?

Especial Nova marca, novo logotipo.

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Automóveis

Conforto e esportividade no novo Lancer Sportback Ralliart.

Gourmet Receitas Nestlé

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Meu condomínio

Caixinha de Natal em condomínios pode se tornar o 14° salário dos funcionários

Atualidades

Nova regra reduzirá tarifa das chamadas fixo-móvel


Cão Cidadão

Medo de fogos de artifício Os cães possuem ouvidos extremamente sensíveis e potentes, percebendo sons que o ser humano não é capaz de ouvir. Por isso, sons muito altos podem causar medo em muitos cachorros. Isso ocorre com frequência com os fogos de artifício. Alguns cães ficam muito amedrontados, e podem destruir portas e outros objetos, na tentativa de encontrar um local para se esconderem. Existem alguns treinos que podem aliviar essa fobia. No entanto, é necessária muita paciência, já que será preciso seguir passo a passo, bem devagar, a sequência da dessensibilização: •Grave os sons de fogos de artifício e coloque para tocar, inicialmente em um volume que o cão não se assuste com o barulho; ••Assim que começar o som o cão deve ser recompensado com um petisco, ou uma brincadeira, para que se distraia; •••Aos poucos, vá aumentando o volume do som, respeitando sempre o limite em que o cachorro não se incomode com o barulho; •••• A intenção é que, ao ouvir o barulho, o cão associe imediatamente com uma recompensa, e deixe de ter medo. Assim, sabemos se o animal está condicionado quando, assim que ele escutar

o som, vier feliz buscar sua recompensa. Este treino deve ser feito gradativamente e com bastante frequência. Aos poucos, podem ser introduzidos outros estímulos como uma biribinha, que deve ser estourada apertando-se dentro de uma flanela para abafar o ruído. Podem ocorrer recaídas. Um exemplo seria se, durante o condicionamento, ocorresse um evento que tivesse muitos fogos de artifício. O cão poderia voltar a estaca zero do treinamento. Por isso, em casos extremos, utiliza-se medicamentos para as ocasiões em que o cachorro ficaria muito amedrontado, evitando assim o retrocesso no processo de dessensibilização. Estes medicamentos devem ser utilizados sob orientação do médico veterinário de confiança. Caso o cão esteja demonstrando sinais de medo, o ideal é proporcionar um local para que ele possa se esconder. Fazer carinho ou abraçar o pet nesses momentos pode ser pior, pois estaremos recompensando a sensação de medo no animal.

Caroline Serrato É zootecnista e autora de artigos sobre comportamento animal em diversas publicações do segmen-

to pet. É adestradora da Cão Cidadão (www.caocidadao.com.br), franquia de adestramento criada por Alexandre Rossi. Há mais de 10 anos atuando no mercado, a Cão Cidadão oferece ser-

viços de adestramento e consultas de comportamento em domicílio, ministra cursos e palestras, e realiza eventos, terapia assistida por animais e reabilitação de cães para adoção.


Vivendo em Condomínio

Em São Paulo, condomínio melhora convivência com aulas em grupo. Prédio de SP transforma espaços inutilizados em salões de convivência. Na Vila Mariana, moradores têm aulas de yoga, dança e pintura. Dividir um mesmo espaço, se adequar às regras previamente impostas e respeitar os regulamentos são algumas das exigências quando se vive em condomínio. Em um condomínio na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, os moradores agora têm aulas de pintura, yoga e dança. A idéia foi de Maria Cecília, ex-síndica e atual conselheira do prédio. A medida aproximou os moradores e moradoras que não se conheciam antes de começarem as aulas de yoga.

Marcio Rachkorsky Advogado, graduado pela PUC-SP, pós-graduado em direito contratual pelo CEUSP, especialista em condomínios, comentarista da Rádio CBN - Programa “Condomínio Legal”, membro da

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Revista Lares e Condomínios

que não serviam para nada. Os moradores se reuniram em assembléia e decidiram que essas áreas poderiam ser aproveitadas. Com um pequeno investimento, elas foram transformadas em salões de convivência. “Levamos para a aprovação de assembléia uma obra em cinco etapas que visava valorizar o condomínio, melhorar a segurança e a qualidade de vida dos moradores”, conta Maria Cecília, conselheira.

Antigamente, os espaços usados para as aulas eram vãos livres entre os quatro prédios

Os professores não pagam aluguel do espaço. Por isso, as mensalidades são bem mais baratas. Nas aulas de pintura, a pedagoga Sueli Montenegro descobriu um novo talento. No fim do ano haverá uma exposição no condomínio. “Eu fiz um quadro que é mais simples e agora eu comecei a fazer com um pouco mais de dificuldade”, conta ela.

equipe “Chame o Síndico” do Fantástico da Rede Globo, autor do áudio-livro “Tudo Que Você Precisa Ouvir Sobre Condomínios” – Editora Saraiva, membro da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB-SP; membro do Comitê Jurídico da AABIC (Associação das Administradoras de Bens, Imóveis e Condomínios de São Paulo), Presidente da Assosíndicos – Associação dos Síndicos do Estado de São Pau-

lo, Coordenador do curso “Temas Jurídicos Aplicados aos Condomínios”, da Escola Superior de Direito Constitucional; colunista do jornal Carta Forense; colaborador e colunista do Jornal do Síndico; colunista da revista “Em Condomínios”; Colaborador do Caderno de Imóveis da Folha de São Paulo; colunista do “Guia Qual Imóvel”, Palestrante e Conferencista.


20 ANOS

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Atingindo a maioridade na arte da educação infantil.

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Vivendo em Condomínio

Animais em condomínio problema ou solução

H

oje em dia, especialmente em São Paulo, onde se concentram cerca de 30.000 condomínios e residem mais de cinco milhões de pessoas, tempos em que em razão dos problemas desta metrópole, o trânsito e a segurança tem levado as pessoas a saírem menos de casa. É certo também dizer que com o advento da mulher no trabalho fora de casa, os adultos saem cedo e voltam de noite, e ficam mais em casa. As crianças com suas rotinas também urbanas entram e saem, mas ficam muito nos condomínios e em suas casas. As pessoas residem em cada conjunto estão reféns da qualidade de convivência entre vizinhos. É preciso cultivar a tolerância, a paciência, a compreensão. No que tanto diferem as relações entre irmãos, entre pais e filhos, entre os já tão distantes parentes e os tão próximos vizinhos? Claramente busca-se a alegria de conviver, que de longe não é fácil. Infelizmente a cultura urbana nos tem deixado, ressalvadas felizes exceções, cada vez mais longe

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Revista Lares e Condomínios

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deste ideal; cada núcleo de residentes vive isolado em sua porção de espaço.Isto no que se refere às relações interpessoais.

Uma questão que se coloca é a realidade das pessoas que buscam também nos animais a companhia, a experiência e oportunidade da troca de afeto, e praticar viver mais próximo da natureza. Crianças, adultos e idosos, todos potencialmente cultivam o desejo de ter próximos os animais – peixes, pássaros, cães, gatos, râmsters, ferretz, tartarugas, etc. Basta entrar nos verdadeiros supermercados de animais da cidade para se verificar o crescimento das opções neste sentido. Também é de se notar o movimento de adoção gratuita de animais sem dono. Inicialmente é importante informar que lei alguma proíbe a existência de animais nas residências; pelo contrário, se buscarmos as leis de proteção aos animais verificamos a preocupação com a qualidade da convivência entre pessoas e animais.


Já dizia o saudoso jurista Biasi Rugiero, os maiores problemas em condomínio começam com “c”. Indicava serem cachorro, carro e criança... Tratase, com o devido respeito, de visão restrita e pouco humanista do ilustre causídico.

Em 2.003 e 2.004 foram promulgadas leis que prevêem que quando em lugares públicos, as raças mastim napolitano, pit bull, rotweiller, american staffoshire terrier, e raças derivadas ou suas variações, deverão utilizar coleira, guia de condução curta (até dois metros), e “enforcador”. Se estiverem em centros de compras ou locais fechados com acesso público, eventos, passeatas ou concentrações, além destes equipamentos, os cães deverão portar focinheira.

Quando se trata de normas e práticas internas em condomínios, é indicada a advertência, aplicabilidade de multa do quíntuplo do valor das taxas mensais, e em casos mais extremos, a multa do seu décuplo. Na legislação que deve ser mais aprendida e discuA fiscalização é feita pela vigilância sanitária, e a tida, o Código Civil, determina respeitar o sossego, a multa de dez vezes, dobrada se reincidente. salubridade e a segurança na vida em condomínio e nas relações de Quanto aos outros animais não vizinhança. Esta sim é uma regra há restrições legais especialmente. importantíssima que levada ao as Convenções de CondoO ser humano domesticou os extremo traz novo conceito de mínio e seus Regimentos Internos qualidade de vida mais saudável, por muitas vezes buscam coibir a animais (principalmente cães e mais sossegada e mais segura. A existência de animais nos aparta- gatos), os trouxe para seu conlei é sábia e retrata os anseios do mentos, sejam eles pequenos, de vívio e agora tem a obrigação de assumir a responsabilidade de cidadão no tempo. Aquele que médio ou grande porte protegê-los, respeitá-los, e amánão sabe viver de acordo com es-los. Eles precisam das pessoas, ses princípios é chamado do “cone as pessoas precisam deles também. dômino anti-social”, podendo ser multado em até dez vezes a taxa condominial mensal. Mas não apenas de cães se fala quando se O que de longa data se verifica é que as Conven- discute animais. Também é permitido se ter ções de Condomínio e seus Regimentos Internos outros animais que sejam domésticos, e mesmo por muitas vezes buscam coibir a existência de ani- até não domésticos como iguanas e cobras, que mais nos apartamentos, sejam eles pequenos, de não ofereçam desassossego, insalubridades ou médio ou grande porte; cada uma refletindo a pre- insegurança aos moradores. tensa vontade de cada comunidade condominial. É de se ressaltar, pensando na cidade e sua saúde Fato é que o Judiciário tem há muitos anos globalmente, qual modelo pensamos para ela, será buscando coibir abusos, e a despeito das normas sem animais? Quais? Sabe-se que a população de rainternas de cada Condomínio, o animal pode ser tos nas grandes cidades supera em muito a de pessopequeno, médio ou grande, cachorro ou outro tipo as, e não é preciso esclarecer as doenças originárias de bicho, mas se causar incômodo com o barulho destes pequenos roedores tão bem adaptados, mais ou odores será proibida a permanência no condo- que nós, às cidades. Sabe-se também que as baratas mínio, e mesmo nas casas independentes. resistem inclusive à radiação atômica. EliminandoPodemos, com o bom senso, buscar evitar con- se os gatos, é de se imaginar o que ocorrerá com os dutas prejudiciais à convivência de vizinhos com ratos ... A tal cadeia alimentar. Deveremos pensar animais. Pensar e combinar a circulação nas áreas nisso em profundidade, e procurarmos nos inserir comuns, proibir animais ferozes, ter regras de salu- neste contexto e nesta cadeia. bridade como não permitir que façam necessidaDesta forma ao pensarmos e agirmos relades fisiológicas nos jardins e demais áreas comuns, tivamente ao tema deveremos ter sempre estes e proibir principalmente a emissão exagerada de parâmetros, o do respeito aos animais, às pessons, são normas que tendem a tornar inclusive soas, à propriedade e garantida a saúde, sossego agradável a convivência entre pessoas e animais e segurança dos condôminos como uma coletiem Condomínio. Quem gosta de bicho gosta, seja vidade, como um todo. seu ou seja do vizinho. Recentemente se discutiu sobre a raça canina Michel Rosenthal Wagner “pit bull”, e se chega a pensar em uma “higienizawww.mrwadvogados.adv.br ção” da raça. Após alguns acidentes de cães que avançaram sobre as pessoas, buscando oferecer segurança e sossego aos cidadãos, duas leis passaram a regular a matéria.

Revista Lares e Condomínios

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Especial

Nova marca, novo logotipo.

N

o mês de junho de 2009 nascia a “Revista Guia Zona Norte” com a meta de levar informações relacionadas ao tema condomínios aos moradores de edifícios da região norte e oeste de São Paulo. No ano 2010 a logomarca deu lugar ao nome Revista Condomínios SP, mantendo o mesmo foco, porém com o apoio da Assosíndicos- Associação de Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo, e do Dr. Márcio Rachkorsky, especialista nos assuntos ligados a condomínios.

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retora da Revista, “Queremos ser reconhecidos pelo trabalho que fazemos junto aos condomínios e síndicos que atendemos”, disse. A cor azul/esverdeada que faz parte de nossa logo remete o leitor a pensar que o condomínio deve ser um lugar de calma e serenidade, pois é para ele que voltamos no final do dia, para nossas famílias, nosso lar. “Os clientes percebem que nossa mídia é diferenciada, pois visa levar aos leitores além de informação, anúncios com excelente qualidade visual.”

Com o final de 2011, iniciamos um novo ano e novas mudanças ocorreram em nossa logomarca, solidificando assim a marca desta revista junto ao mercado condominial, surge a Revista Lares e Condomínios.

A empresa continua a expandir e já neste mês apresentamos o novo colunista, o advogado Dr. Michel Rosenthal, renomado na área condominial, além da parceria com a empresa Nestlê na coluna Gourmet e da empresa Cão Cidadão.

“Essa é a melhor hora para mudarmos nossa identidade visual”, afirma Marilsa Nogueira di-

No decorrer no próximo ano, traremos mais novidades para você, aguarde.

Revista Lares e Condomínios


Automóveis

Conforto e esportividade no novo Lancer Sportback Ralliart tivo com os traços de um cupê. É um veículo completo, que emprega diversos itens de série, segurança e conforto”, afirma Robert Rittscher, presidente da Mitsubishi Motors do Brasil. Equipado com motor de 2.0 litros que produz 250 cv e 35 kgf.m de torque, o Lancer Sportback Ralliart possui transmissão automática de seis velocidades com dupla embreagem, que deixa a troca de marchas mais rápida e com maior conforto. O carro leva a grife Ralliart, que é a divisão esportiva dos veículos de alta performance da Mitsubishi Motors desde 1984, sinônimo de excelente balanço entre performance dinâmica, prazer ao dirigir e conforto para uso diário. Mais do que isso, a grife representa o aprendizado adquirido em quase quatro décadas de desenvolvimento e produção de carros de competição, que foram 12 vezes vencedores do Rally Dakar e quatro vezes do WRC.

Revista Lares e Condomínios

Foto: Fábio Aro

Presente há 21 anos no Brasil, a Mitsubishi Motors se consolidou no mundo 4x4 e hoje amplia sua presença no país com o Mitsubishi Lancer Sportback Ralliart, que reúne em um só carro a performance de um veículo esportivo com o conforto e espaço interno de um sedan. Derivado do consagrado Lancer Evolution X, o Lancer Sportback Ralliart inaugura um novo conceito de sedan esportivo, mantendo a segurança e o prazer de dirigir, sem abrir mão da potência e do DNA da marca. O Lancer tem uma história que começou em 1973 e passou 38 anos se aperfeiçoando no laboratório mais rigoroso do mundo: o WRC (World Rally Championship), o mais importante campeonato mundial de rali “O Lancer Sportback Ralliart tem um conceito inovador e a versatilidade como seu grande diferencial, juntando conceitos de um sedan, sem perder o desempenho de um espor-

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Gourmet

Foto Sheila Oliveira

Pavê com Creme de Leite NESTLÉ®, biscoito champagne e vermute Ingredientes Cobertura 1 lata de Creme de Leite NESTLÉ® 3 claras 6 colheres (sopa) de açúcar Creme 3 gemas 1 lata de Leite MOÇA® Tradicional 1 medida (lata) de leite Meia colher (sopa) de amido de milho Para decorar Meio tablete de NESTLÉ CLASSIC® Meio Amargo em raspas Açúcar de confeiteiro para polvilhar Para embeber os biscoitos 4 colheres (sopa) de vermute ou licor de cacau 1 pacote de biscoito tipo champagne

Modo de Preparo Leve ao fogo baixo, as gemas, o LEITE MOÇA®, o amido de milho e o leite, mexendo até engrossar. Deixe esfriar. Enquanto isso prepare a cobertura. Bata as claras em neve, junte o açúcar e bata mais um pouco. Acrescente aos poucos o Creme de Leite NESTLÉ®, misture delicadamente e reserve. Misture o vermute com uma xícara (chá) de água e leve ao fogo até ferver. Umedeça metade dos biscoitos nessa mistura e disponha-os em um recipiente redondo ou retangular (30 x 19cm). Sobre os biscoitos, espalhe o creme de gemas; outra camada de biscoitos umedecidos e por último a cobertura. Decore com raspas de chocolate e açúcar de confeiteiro. Leve à geladeira por cerca de 4 horas. Não indicamos o congelamento desta receita, pois pode haver alteração de textura da cobertura. Rendimento: 8 porções Tempo de Preparo: 30 min. Foto Eric B.

Terrine passion Ingredientes Gelatina 1 xícara (chá) de açúcar

Meia xícara (chá) de suco de maracujá concentrado 1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12g) Meia xícara (chá) de manga em cubos 1 xícara (chá) de uva Rubi cortada ao meio sem caroço 2 rodelas de abacaxi em calda picado Creme 1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12 g) 250 g de ricota fresca 1 lata de Creme de Leite NESTLÉ® 1 lata de Leite MOÇA® Tradicional Modo de Preparo Gelatina: Em uma panela misture o açúcar, o suco e duas xícaras (chá) de água e leve ao fogo para ferver. Retire e deixe esfriar. Misture à gelatina cinco colheres (sopa) de água e leve ao fogo, em banho-maria, até

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Revista Condomínios SP

dissolver. Junte a mistura da panela já fria e mexa bem. Acrescente as frutas, misture e despeje em uma fôrma para bolo inglês grande (11 x 28 x 8 cm) untada com óleo. Leve para gelar até endurecer (cerca de 2 horas). Creme: Misture à gelatina cinco colheres (sopa) de água e leve ao fogo, em banho-maria, até dissolver. Coloque no liquidificador, junte a ricota, o Creme de Leite NESTLÉ® e o LEITE MOÇA® e bata até que esteja homogêneo. Despeje sobre a gelatina de frutas já firme e deixe gelar até endurecer. Desenforme e sirva. Rendimento: 20 porções Tempo de Preparo: 30 min.


Meu condomínio

Caixinha de Natal em condomínios pode se tornar o 14° salário dos funcionários A tradição de recolher a “caixinha” na portaria pode se tornar um ato de aproximação entre moradores e funcionários em momentos de confraternização.

A

maioria dos condomínios tem o costume de enfeitar uma pequena caixa e colocar na entrada dos prédios, nas portarias ou em pontos estratégicos para que os moradores possam colocar suas contribuições aos funcionários dos prédios no final do ano. No Edifício Visconde de Monte Negro, na Vila Leopoldina, não é diferente, mas a “caixinha” tem uma atenção especial, pois além de arrecadar o valor que será dado aos funcionários, como de costume, integra colaboradores e moradores. “Não coloco a caixinha, mas passo nos apartamentos recolhendo o valor que cada munícipe deseja doar. Deixo recados com antecedência nos elevadores divulgando o período que passarei nos apartamentos”, explica Teixeira, que exerce a função de síndica há 16 anos e, desde então, implantou essa forma diferente de

recolher as contribuições. “Ao buscar pessoalmente, consigo uma “caixinha” melhor. Os moradores ficam a vontade, nos convidam a entrar, tomar um café, o que proporciona uma integração entre todos”. Ele afirma que os condôminos não se sentem pressionados a contribuírem, e com isso os valores recebidos são de R$10,00 a R$250,00. O valor arrecadado, normalmente antes do Natal, é dividido igualmente entre os sete funcionários (porteiros, faxineiros e zeladores). No ano passado, com as contribuições, cada um recebeu R$ 560,00, o que dificilmente se consegue apenas deixando uma caixa na portaria. “Costumo visitar os apartamentos sozinho, mas de vez em quando algum funcionário me acompanha. Os moradores que temos dificuldades de encontrar em casa se programam para nos receber, agendam ho-

rários ou deixam um envelope com a contribuição na portaria,” completa o síndico. 14° salário – Os funcionários batizaram a caixinha de 14° salário, e já começam a contar com essa tradição antes das festas de final de ano. “Ajuda bastante. Dá para programar aonde gastar o dinheiro, pois podemos contar com essa tradição nas festas de final de ano,” afirma o porteiro João Andrade, que trabalha no Edifício Visconde de Monte Negro há 10 anos. O valor arrecadado normalmente é distribuído entre os funcionários uma semana antes do Natal. Elaborar uma caixinha como 14° salário em seu condomínio pode ser uma boa idéia. Valoriza o trabalho desenvolvido por todos ao longo do ano, além de retomar ao costume da boa convivência entre os vizinhos, como um café da tarde e um momento de gentileza. Revista Lares e Condomínios

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Atualidades

Nova regra reduzirá tarifa das chamadas fixo-móvel Fonte: Anatel

A Resolução nº 576, que aprova o Regulamento sobre os critérios de reajuste das tarifas das chamadas do Serviço Telefônico Fixo Comutado envolvendo acessos do Serviço Móvel Pessoal ou do Serviço Móvel Especializado, foi publicada na edição do dia 04 de Novembro no Diário Oficial da União. Até 2014, a medida fará com que os usuários tenham ganhos de cerca de 45% devido à redução das tarifas. O Fator de Redução a ser aplicado nos próximos reajustes do VC - tarifa das chamadas fixo-móvel se dará da seguinte forma:

1

No primeiro reajuste, a Anatel aplicará redutor de 18% bruto sobre o VC, o que resultará em redução líquida de aproximadamente 10% sobre os valores pagos pelos usuários, com o abatimento do Índice de Serviços de Telecomunicações (IST) do período de junho/2009 a junho/2011;

No reajuste seguinte, será aplicado redutor de 12%, o que resultará em redução líquida de cerca de 10% com o abatimento do IST do período de junho/2011 a junho/2012;

Caso o Modelo de Custos ainda não tenha produzido resultados, ocorrerá, no terceiro reajuste, a aplicação de um redutor de 10%, acarretando redução líquida no VC de 7% com o abatimento do IST do período de junho/2012 a junho/2013.

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Revista Lares e Condomínios

No total, a aplicação desses redutores deve diminuir o valor atual do VC como apontado na tabela abaixo: Valor atual 2012 2013 2014

R$ 0,54 R$ 0,484 R$ 0,449 R$ 0,425

A Anatel publicará o ato de homologação das novas tarifas em até 80 dias. A partir daí, as empresas terão 20 dias para apresentar instrumento de pactuação da VU-M - valor de remuneração de rede. Caso esse prazo não seja cumprido, a Anatel estabelecerá os novos valores de VU-M que deverão ser praticados pelas prestadoras móveis, abatendo do valor atual da VU-M o valor equivalente às reduções do VC. Esse abatimento será aplicado até o limite de 70% na relação VU-M/VC. Os valores de remuneração de rede móvel, caso não ocorra a pactuação, serão reduzidos pela Anatel em 13,7% e 9,29% nos dois primeiros anos. Se ainda não for possível obter o valor de referência da VU-M baseado em custos no terceiro reajuste, a VU-M será reduzida em 6,61%, totalizando 27%, conforme a tabela abaixo. Valor atual R$ 0,427 2012 R$ 0,369 2013 R$ 0,334 2014 R$ 0,312


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Revista Lares e Condomínios- Ed. 12