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Relação de Postos Ano 0 • nº 0 • 2002

Entrevista

Queda no preço do barril afeta produção no Brasil BP - Quais os principais setores em que a Remosa atua e os mercados mais importantes? Gros - A Remosa é uma empresa privada, que pertence à família Mambrini. O seu dono, Giuliano Mambrini, é filho do presidente do conselho da holding que controla as atividades

de 10 a 12 companhias em setores diferentes, entre elas a Remosa. A empresa começou suas operações em 1955, atuando na construção civil em particular em estradas na Sardenha, onde estamos localizados. Durante os anos 60, houve um programa na Sardenha para a industrialização da região, com a implantação de novas usinas de energia, refinarias e um grande complexo petroquímico. A partir daí, deu-se início à procura por empresas que pudessem prestar serviços de Manutenção. Na ocasião, já estávamos prontos para apoiar essa atividade. E crescemos junto com esses segmentos. Atualmente, contamos com cerca de 350 pessoas trabalhando

principalmente em dois setores distintos: construção e Manutenção de equipamentos de perfuração e construção e Manutenção de válvulas para unidades de FCC. Contratos de serviço exigem que se tenha instalações e uma organização local para apoiar atividades dentro das refinarias 365 dias por ano, 24 horas por dia, incluindo sábados e domingos. Durante os últimos 10 anos, fomos aprovados por todas as principais companhias de processo no mundo como a Exxon, Shell, Petrogal e também Petrobras. Estamos presentes em todos os continentes: China, Índia, Europa, Oriente Médio, América do Sul, América do Norte. Especialmente aqui na América do Sul, dispomos de pessoal trabalhando aqui, na Argentina, no Chile, na Venezuela e no Peru. Durante os últimos 10 anos, fomos aprovados por todas as principais companhias de processo.

Estamos certos que a prevenção é vital e estrategicamente muito mais importante do que a correção. O dano ao meio ambiente é uma conseqüência da causa - que vem a ser a falha do sistema operacional. Sem contar que a prevenção é infinitamente mais econômica do que a correção. Portanto, é preciso que haja equipamento adequado, que revisões sejam feitas periodicamente nas maquinas.

Manual de Instruções Petrobras atinge meta de certificação

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O dano ao meio ambiente é uma conseqüência da causa - que vem a ser a

Negócios

falha do sistema operacional. Sem contar que a prevenção é infinitamente mais econômica do que a correção. Portanto, é preciso que haja equipamento adequado, que revisões sejam feitas periodicamente nos maquinários e que o pessoal seja muito bem treinado. Esta preocupação é mundial. A ONU, através do PNUMA, dispõe do programa Alert and Preparedness for, um método de contingência desenvolvido para o meio ambiente, introduzido no Brasil pelo especialista em questões ambientais Mario Antonio Dias, atual diretor técnico da entidade pelo questões ambientais.

O tempo de reação, atendimento e/ou combate a qualquer acidente que envolva produtos com óleo, substâncias químicas e nocivas, é talvez o componente mais importante para evitar que um sinistro atinja proporções catastróficas.


Meio Ambiente

SUZANO REDEFINE ATUAÇÃO NO SETOR PETROQUÍMICO E PODE ABRIR MÃO DE ATIVOS Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de consenso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo

federal voltar a intervir na política O Governo deve adotar uma polítido preço para esse insumo? A entida- ca transparente de fixação do preço de de não defende o controle de nenhum tal insumo, cuja estabilidade é de funpreço por parte do Governo, situa- damental importância para a economia ção essa que já causou em passado nacional. Isto pressupõe um franco derecente grandes distorções na eco- bate do Ministério das Minas e Enernomia nacional. Há, contudo, ampla gia com a Petrobras e com as entidapossibilidade de atuação governa- des empresariais. Afinal, a Petrobras mental no combate a situações não integra o cartel da OPEP! Afinal, a abusivas de aumento de preço. Petrobras não integra o cartel da OPEP! Independente do resultado, rescadeia produtiva do setor químico ta uma lição clássica: nunca se Bem antes da governo federal atuar como mediadeve ficar nas dor na contenda entre Petrobras e centrais de mamãos de um único térias-primas para se chegar a um valor de confornecedor. Quais senso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente caminhos o setor da Associação Brasileira dos Fabricantes de Emprodutivo vislumbalagens de PET, já havia concedido entrevista bra de modo a não ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por ter que passar por um momento de calmaria, consideramos ainda vásituação semelida a entrevista por expressar pensamento que lhante no futuro? encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico.

O momento de calmaria

2 Boletim PETROQUÍMICO

foi antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra bem a disputa acirrada passa por calmaria, ainda válida.


Expansão

OS VÁRIOS SETORES QUE INTEGRAM A CADEIA PRODUTIVA DO SETOR QUÍMICO Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, entidade da indústria brasileira. Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de consenso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo? A entidade não defende o controle de nenhum preço por parte do Governo, situação essa que já causou em passado recente grandes distorções na economia nacional. Há, contudo, ampla possibilidade de atuação go-

vernamental no combate a situações abusivas de aumento de preço. Independente do resultado, resta uma lição clássica: nunca se deve ficar nas mãos de um único fornecedor. Quais caminhos o setor produtivo vislumbra de modo a não ter que passar por situação semelhante no futuro? O Governo deve adotar uma política transparente de fixação do preço de tal insumo, cuja estabilidade é de fundamental importância para a economia nacional. Isto pressupõe um franco debate do Ministério das Minas e Energia com a Petrobras e com as entidades empresariais. Afinal, a Petrobras não integra o cartel da OPEP! Afinal, a Petrobras não integra o cartel da OPEP! Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. É hora do governo federal.

Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de consenso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo?

cadeia produtiva do setor químico Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico da América do Sul.

3 Boletim PETROQUÍMICO


Entrevista

Continuação da Capa

QUEDA NO PREÇO DO BARRIL AFETA PRODUÇÃO NO BRASIL BP - Qual a participação da empresa na prestação de serviços de Manutenção no Brasil e as principais dificuldades enfrentadas em relação ao mercado local? Gros - No Brasil, nosso negócio é 40% de Manutenção e 60% de válvulas FCC. Não temos muito conhecimento sobre o mercado local para Manutenção. Conhecemos um pouco melhor o mercado voltado para unidades de FCC, conserto ou reforma das válvulas existentes. Não sabemos como são os contratos típicos daqui, os riscos ou como gerenciar esses contratos. Não conhecemos a concorrência e, para se manter no mercado, é preciso conhecê-la, fazer alguma coisa melhor que ela. Temos um grande interesse no Brasil, mas, para começar uma atividade, é preciso considerar a confiança que se pode ter no mercado, pois o investimento a ser feito é alto. E quando se faz um plano de negócios, tem que se checar quando poderá se obter o retorno dos investimentos. O Brasil é um mercado muito grande, as refinarias estão muito distantes umas das outras. Há alguns problemas de comunicação. A Europa, por exemplo, é menor que o Brasil. Com a comunicação e as estradas disponíveis, é fácil ir a qualquer lugar. Já aqui, como se faz um conserto ou Manutenção em Manaus? Com caminhão? Impossível. Estamos interessados em ter algum negócio aqui e fazer um tipo de business plan, de modo a provar que o que for investido em dois ou três anos haverá retorno. Porém, temos que encarar um importante problema: como dispor de pessoas certas e capazes? Qual é a mentalidade daqui? Qual é a filosofia de Manutenção? É uma combinação de coisas. Temos gente trabalhando na Remosa há 25 anos. Não há razão para que essas pessoas sejam substituídas. Sem-

pre combinamos um profissional com muita experiência com um novo para tê-lo pronto quando o mais velho sair. Não sabemos se conseguiremos atrair as pessoas certas no Brasil, porque fazer Manutenção não é só ter um contrato. BP - Mas a Remosa não presta serviço de Manutenção em outros países da América do Sul, como Argentina e Venezuela? Gros - Somente durante os paradas de Manutenção de FCC. Estivemos muito envolvidos, com 25 pessoas da própria empresa. Contamos com um determinado período (curto) para realizar o serviço e, é claro, tivemos que garantir o desempenho do serviço etc. No Brasil, temos como cliente somente a Petrobras. Começamos nossa relação comercial com essa empresa em 1994. BP - Como se deu essa relação comercial com a empresa brasileira? Gros - A Petrobras estabeleceu um programa muito interessante para novas válvulas FCC. E constatamos que aquele era o momento certo para começarmos a O impasse em se estabeleoperar no Brasil. cer um preço de consenso Mas, infelizmente, em relação à nafta está per-

“A Petrobras não integra o cartel da OPEP!” Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a dis4 Boletim PETROQUÍMICO

puta acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor.

turbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matériaprima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo, em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima.


AbePET é a maior entidade da indústria brasileira do setor Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras já havia concedido entrevista e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade da indústria brasileira do setor ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva adeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade da indústria brasileira do setor aindaadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade da indústria brasileira. não encontramos o parceiro ideal. Não percebemos na Petrobras um grande interesse em contar com um serviço deste tipo, provavelmente era muito cedo. Era só para manufatura. E sabemos que nossos principais concorrentes estão fora do Brasil, pois, para fazer este trabalho, existem somente quatro companhias qualificadas.

Expansão

BP - Voltando para a atuação da empresa, qual o programa adotado pela Remosa para alcançar eficiência na prestação de serviços aos seus clientes? Gros - Planejamento, planejamento, planejamento e treinamento.

BP - A empresa investe muito em treinamento? BP - Quais são essas empresas? Gros - Nos últimos dois anos, com os novos funcionáriGros - Uma é dos EUA, a outra do Japão, uma da Alema- os, o treinamento é 100%. É claro que o funcionário tem nha e a própria Remosa. Então nos perguntamos: qual se- a oportunidade de ficar no local de trabalho, mesmo esria a vantagem em fabricar no Brasil? Não há uma grande tando em treinamento. Nos primeiros dois anos, ele tem vantagem, provavelmente porque a Petrobras não tem in- treinamento integral. Dispomos de programas especiais, teresse em ter alguém fabricando aqui. Podemos fazer o coordenados pela própria Remosa, mas também há pesserviço da Itália, o serviço de engenharia e de manufatu- soas de fora, de universidades, de outras especialidades, ra em nosso país, da mesma forma como acontece com os consultores etc. E esses consultores são geralmente pronossos concorrentes. Então, achamos que ainda não é o fissionais já aposentados ou que saíram da empresa e são momento certo, mesmo considerando a posição estraté- chamados por nós para orientação em casos especiais. gica do país em relação ao mercado da América do Sul. distorções na economia nacional. Há, Presidente da Petrobras contudo, ampla possibilidade de atuação governamental no combate a siO impasse em se estabelecer um tuações abusivas de aumento de prepreço de consenso em relação à ço, deve adotar muito mas muito, nafta está perturbando todo o setor dimais, além da conta uma política que compõe a cadeia produtiva que transparente de fixação do preço de depende dessa matéria-prima. Em tal insumo, especialmente no caso da função desse quadro, é hora do go- nafta. Independente do resultado, verno federal voltar a intervir na po- resta uma lição clássica: nunca se lítica do preço para esse insumo? deve ficar nas mãos de um único forA entidade não defende o contro- necedor. Quais caminhos o setor prole de nenhum preço por parte do Go- dutivo vislumbra de modo a não ter verno, situação essa que já causou que passar por situação semelhante em passado recente grandes no futuro? 5 Boletim PETROQUÍMICO


Bolsa de Negócios

“A Petrobras não integra o cartel da OPEP!” Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico.

Cotação

Ampla possibilidade de atuação governamental Independente do resultado, resta uma lição clássica: nunca se deve ficar nas mãos de um único fornecedor. Quais caminhos o setor produtivo vislumbra de modo a não ter que passar por situação semelhante no futuro? O Governo deve adotar uma política transparente de fixação do preço de tal insumo, cuja estabilidade é de fundamental importância para a economia nacional. Isto pressupõe um franco debate do Ministério das Minas e Energia com a Petrobras e com as entidades empresariais. Afinal, a

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A DISPUTA ACIRRADA

Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de consenso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo? A entidade não defende o controle de nenhum preço por parte do Governo, situação essa que já causou

Petrobras não integra o cartel da OPEP! Afinal, a Petrobras não integra o cartel da OPEP! Afinal, a Petrobras não integra o cartel da OPEP! As empresas que integram a cadeia produtiva estão contabilizando aumentos nos seus produtos por conta dos reajustes recentes no preço da nafta e perdendo competitividade? De ponta a ponta, um setor unido não pode reunir força suficiente e assim romper resistências? O preço da nafta petroquí-mica no Brasil foi elevado em 269,9% no perío-

do de janeiro de 1999 a julho de 2000, tornando totalmente impossível seu repasse pelos diversos elos da cadeia produtiva. Esta política de aumentos injustificados colocou a nafta comercializada no Brasil em patamares bem superiores aos praticados em outros países: US$ 295 em 1/7/00 alto valor internacional (ARA). Esta situação não foi repassada para o consumidor, como por exemplo no caso dos refrigerantes. A AbePET congrega empresas de toda a cadeia produvir na política do preço para esse insumo?

setor químico Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico.


Notícias governo federal

valor de consenso Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico.

Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico.

Presidente da Associação, bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria entre os concorrentes.

nafta Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar.

Fabricantes de Embalagens bem

antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, con-

sideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores.

centrais de matérias-primas Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. 7 Boletim PETROQUÍMICO


Força

RESULTADOS NA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA A Termografia de Resultados– Em função da alta competitividade e das exigências quanto ao desempenho dos sistemas produtivos, características dos mercados atuais, as técnicas de inspeção preditiva tornaram-se um dos melhores investimentos disponíveis, sobretudo para as empresas que operam com rigorosos padrões de qualidade, nos quais os custos de perdas e paradas imprevistas são inaceitáveis. A Termografia, especificamente, é uma técnica com a qual são constatados elevados retornos de investimento (RDI), com valores que podem superar 50 vezes o valor investido nas inspeções. Recentemente tivemos a oportunidade de ver publicado neste periódico o trabalho:”A Termografia Aplicada a Unidades de Produção”, em conjunto com o Sr. Edson André Verdini (ver número 32 pág. 24), no qual apresentamos os resultados alcançados pela Petrobras E&P - Bacia de Campos, cuja equipe de termografia atingiu, em três anos de trabalho, um retorno potencial de 6,5 milhões de dólares, cerca de 40 vezes o valor investido.

Resultados igualmente significativos têm sido alcançados por empresas como a Gessy Lever (planta de Valinhos - utilizando metodologia desenvolvida pelo JIPM - Japan Institute for Plant Maintenance), Petrobras REVAP, REPLAN, RPBC, Du Pont de Paulínia, Mangels, Editora Abril, Polibrasil, CEBRACE, Itautec, IBM/ WH, Ford do Brasil e Philips Components/SEMAPI, Siemens Service, John Deere, Editora Abril, Nuclebrás - Usina Nuclear de Angra dos Reis I e União/Copersucar. Tais resultados dificilmente podem ser obtidos por qualquer tipo de aplica-

Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de consenso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo?

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ção financeira, motivo pelo qual denominamos tais metodologias de “Termografia de Resultados”. Aplicação na Conservação de Energia – A presente crise no fornecimento de energia, a despeito das mazelas por ela reveladas, evidenciou um aspecto extremamente importante para nós brasileiros. Que a energia é cara e tende a ficar mais cara no futuro, uma vez que trabalhamos com recursos naturais finitos. A realidade de uma energia cara faz com que sistemas produtivos com baixa eficiência energética se tornem menos competitivos.


Agenda

“A PETROBRAS NÃO INTEGRA O CARTEL DA OPEP!” Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de

calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar pensamento que encontra eco entre os vários setores que integram a cadeia produtiva do setor químico. Afinal, a AbePET é a maior entidade do seu segmento na América Latina, reunindo mais de 90% da indústria brasileira do setor. O impasse em se estabelecer um preço de con-

seminários Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar ntre Petrobras e centrais de matérias-primas.. Governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP. Como a disputa acirrada apenas passa por um momento de calmaria, consideramos ainda válida a entrevista por expressar.

Bem antes da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar a um valor de consenso para a nafta, Alfredo Sette, 56, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET, já havia concedido entrevista ao BP da governo federal atuar como mediador na contenda entre Petrobras e centrais de matérias-primas para se chegar.

senso em relação à nafta está perturbando todo o setor que compõe a cadeia produtiva que depende dessa matéria-prima. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo? A entidade não defende o controle de nenhum preço por parte do Governo, situação essa que já causou em passado recente grandes distorções na economia nacional. Há, contudo, ampla possibilidade de atuação governamental no combate a situações abusivas de aumento de preço, especialmente no caso da nafta. Em função desse quadro, é hora do governo federal voltar a intervir na política do preço para esse insumo? A entidade não defende o controle de nenhum preço por parte do Governo, situação essa que já causou em passado recente grandes distorções na economia nacional. Há, contudo, ampla possibilidade de atuação governamental no combate ao controle.

Dia 12 • Rio de Janeiro Confiabilidade e Risco na Manutenção Informações:(21)2240-1237 Dia 18 • São Paulo (SP) Radioproteção Industrial de Manutenção Informações: (11) 5071-0400 Dias 18 e 19 • Rio de Janeiro (RJ) Transformadores e Reatores de Potência (Apoio Alstom) Informações: (21) 2465-3689

congressos Dessa forma perdas de energia que antes eram consideradas normais ou inevitáveis, tornam-se motivo de estudo e de ações para sua contenção. Ou seja, hoje o cliente entende que vale a pena se preocupar com esse parâmetro. Neste cenário, a Termografia, por ser uma técnica baseada na detecção de padrões de troca de calor, surge como uma poderosa ferramenta quando se pensa na introdução de programas de conservação da energia. O trabalho recentemente publicado pelo autor, em conjunto com o Eng. Edson Minelli da Eletronuclear (apresentado no “Congreso Regional de Ensayos No Destructivos y Estruturales”, na Argentina em Out/2000. Técnica baseada na detecção de padrões de troca de calor, surge como uma poderosa ferramenta quando se pensa na introdução de programas de conservação da energia.

Cursos

De 23 a 25 • Salvador (BA) Semana da Manutenção Informações: (21) 2465-3689 Dia 24 • São Paulo (SP) Semana 3º Seminário de Ensaios Não Destrutivos para o Setor Aeroespacial Informações: (11) 5071-0400 Dia 27 • Salvador (BA) ISO 9000 em Manutenção Informações: (71) 341-1212 9 Boletim PETROQUÍMICO


N@ rede

on line Meio ambiente, não há, no mundo contemporâneo, empresa que se comporte fora desse mandamento, um dos mais importantes da sociedade moderna. O progresso humano não pode mais servir de pretexto para a destruição da natureza. A sociedade como um todo está plenamente consciente de sua responsabilidade quanto ao legado que transmitirá às futuras gerações. Não é diferente por atuar num segmento que se caracteriza pelo uso intensivo de tecnologia avançada e de recursos energéticos, a empresa decidiu engajar-se profundamente no Programa de Gestão Ambiental da Varig, destinado a oferecer a máxima proteção ao meio ambiente.

VISANDO O TRATAMENTO DE EFLUÊNCIAS E CONTROLE AMBIENTAL O desenvolvimento não pode causar danos ao meio ambiente: não há, no mundo contemporâneo, empresa que se comporte fora desse mandamento, um dos mais importantes da sociedade moderna. O progresso humano não pode mais servir de pretexto para a destruição da natureza. A sociedade como um todo está plenamente consciente de sua responsabilidade quanto ao legado que transmitirá às futuras gerações. Na Vem-Varig não é diferente. Por atuar num segmento que se caracteriza pelo uso intensivo de tecnologia avançada e de recursos energéticos, a empresa decidiu

O Programa de Gestão Ambiental teve início em 1977, com a implantação da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos no CEMAN POA e, posteriormente, na unidade da Área Industrial no Rio de Janeiro, cuja infra-estrutura foi totalmente planejada, visando o tratamento de efluências e controle ambiental, com a instalação de lavadores de gases, controle acústico, coletores de pó, caixas separadoras de óleos e redes especiais para coletas de resíduos.

A Vem é homologada pelos principais organismos mundiais de controle e coordenação da atividade de MRO, nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, tem homologação do DAC (Departamento de Aviação Civil), órgão do Ministério da Aeronáutica e na Argentina, da DNA - Direccion Nacional de Aeronavegabilidad. “Nossa capacidade para executar todos os serviços de Manutenção, sintetizados nos 6.700 itens de nosso Capability List de componentes e em nossas homologações por autoridades internacionais da aviação são aliados fundamentais para o sucesso da nossa empresa”, afirma Evandro Braga de Oliveira diretor principal empresa de Programação Visual .

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engajar-se profundamente no Programa de Gestão Ambiental da Varig, destinado a oferecer a máxima proteção ao meio ambiente. O Programa de Gestão Ambiental teve início em 1977, com a implantação da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos no CEMAN POA e, posteriormente, na unidade da Área Industrial no Rio de Janeiro, cuja infra-estrutura foi totalmente planejada, visando o tratamento de efluências e controle ambiental, com a instalação de lavadores de gases, controle acústico, coletores de pó, caixas separadoras de óleos e redes especiais para coletas de resíduos.

O potencial de negócios No mercado de MRO, o público-alvo é o espaço aéreo inteiro: engloba a aviação comercial, a aviação corporativa e até a aviação militar. “Só na aviação comercial a frota mundial de aeronaves com mais de 50 assentos é superior a 14 mil unidades”,diz o executivo da Vem. Nos próximos cinco anos, o setor movimentará uma montanha de dinheiro - algo ao redor de US$ 134 bilhões e somente em 2002, deverá movimentar mais de US$ 35 bilhões, conforme projeções das maiores empresas do mercado. “O crescimento médio do segmento de MRO será de 3% ao ano até 2005. Creio que são poucos os setores de atividade que podem bancar diz Evandro Braga de Oliveira.


Quem é Quem

RALPH CARTER Chief Operations Officer da Datastream Conferência Internacional “Gestão de Ciclo de Vida de Ativos” Dia 20/09 às 14h

Engenheiro químico, pela Universidade do Maine, é o Chief Operations Officer da Datastream. Com mais de 15 anos de experiência na gestão operacional, vendas e serviços, é responsável pelas operações do dia a dia da Datastream, além da coordenação das vendas da empresa em todo o mundo. Antes de juntar-se à Datastream, Carter foi vice presidente da Honeywell International e da Honeywell-Measurex. JORGE GALLEGOS Gerente Geral para América do Sul da CSI Conferência Internacional - Dia 20/09 às 10h30

Engenheiro, com mestrado em administração de negócios, foi consultor e trabalhou em vendas e marketing em empresas de projeção nos Estados Unidos, tendo auxiliado a implementar programas de Manutenção Baseada em Confiabilidade em indústrias na América Latina, Ásia, Pacífico e Europa.

JOHN MOUBRAY Chefe da Rede Internacional Aladon - RCM Workshop “Novos Desenvolvimentos em Manutenção Centrada em Confiabilidade” - Dia 21/09 às 8h30

Engenheiro mecânico, consultor de empresas, no início dos anos 80, começou a se concentrar na aplicação industrial de Reliability Centred Maintenance (Manutenção Centrada em Confiabilidade). Em 1986 organizou a Aladon, que é especialista no desenvolvimento de processos de gerenciamento centrados em confiabilidade e suas aplicações em ativos físicos. EDSON KLEIBER DE CASTILHO Gerente Geral da Revap/Petrobras Mesa-redonda “Prevenção do Risco e Confiabilidade” Dia 20/09 às 8h30

Formado em engenharia mecânica, pela Universidade Estadual Paulista, tem um histórico gerencial de 10 anos na Petrobras, tendo passado por várias refinarias e vários setores: Recap/Diman/Seprog; Recap/Sesin; Recap/Diman; AbastRef/Gequip e atualmente Revap.

NOVAS MEDIDAS GOVERNAMENTAIS A Termografia de Resultados em função da alta competitividade e das exigências quanto ao desempenho dos sistemas produtivos, características dos mercados atuais, as técnicas de inspeção preditiva tornaram-se um dos melhores investimentos disponíveis, sobretudo para as empresas que operam com rigorosos padrões de qualidade, nos quais os custos de perdas e paradas imprevistas são inaceitáveis. A Termografia, especificamente, é uma técnica com a qual são constata-

dos elevados retornos de investimento (RDI), com valores que podem superar 50 vezes o valor investido nas inspeções. Recentemente tivemos a oportunidade de ver publicado neste periódico o trabalho:”A Termografia Aplicada a Unidades de Produção”, em conjunto com o Sr. Edson André Verdini (ver número 32 pág. 24), no qual apresentamos os resultados alcançados pela Petrobras E&P - Bacia de Campos, cuja equipe de termografia atingiu, em três

Brasilia Tais resultados dificilmente podem ser obtidos por qualquer tipo de aplicação financeira, motivo pelo qual denominamos tais metodologias de “Termografia de Resultados”. A presente crise no fornecimento de energia, a despeito das mazelas por ela reveladas, evidenciou um aspecto extremamente importante para nós brasileiros. Que a energia é cara e tende a ficar mais cara no futuro, uma vez que trabalhamos com recursos naturais finitos.

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anos de trabalho, um retorno potencial de 6,5 milhões de dólares, cerca de 40 vezes o valor investido. Resultados igualmente significativos têm sido alcançados por empresas como a Gessy Lever (planta de Valinhos - utilizando metodologia desenvolvida pelo JIPM - Japan Institute for Plant Maintenance), Petrobras REVAP, REPLAN, RPBC, Du Pont de Paulínia, Mangels, Editora Abril, Polibrasil, CEBRACE, Itautec, IBM/ WH, Ford do Brasil e Philips Components/SEMAPI, Siemens Service, John Deere, Editora Abril, Nuclebrás - Usina Nuclear de Angra dos Reis I e União/Copersucar. Recentemente tivemos a oportunidade de ver publicado neste periódico o trabalho:”A Termografia Aplicada a Unidades de Produção” a oportunidade de ver publicado neste periódico o trabalho.

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De olho

CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA O desenvolvimento não pode causar danos ao meio ambiente: não há, no mundo contemporâneo, empresa que se comporte fora desse mandamento, um dos mais importantes da sociedade moderna. O progresso humano não pode mais servir de pretexto para a destruição da natureza. A sociedade como um todo está plenamente consciente de sua responsabilidade quanto ao legado que transmitirá às futuras geNo mercado de MRO, o púrações. Na Vem-Varig não é diferente. Por atuar num segmento que se caracteriza blico-alvo é o espaço aéreo pelo uso intensivo de tecnologia avançada e de recursos energéticos, a empresa inteiro: engloba a aviação decidiu engajar-se profundamente no Programa de Gestão Ambiental da Varig, desticomercial, a aviação nado a oferecer a máxima proteção ao meio ambiente. corporativa e até a aviação O Programa de Gestão Ambiental teve início em 1977, com a implantação da militar. “Só na aviação coEstação de Tratamento de Efluentes Líquidos no CEMAN POA e, posteriormente, na mercial a frota mundial de unidade da Área Industrial no Rio de Janeiro, cuja infra-estrutura foi totalmente aeronaves com mais de 50 planejada, visando o tratamento de efluências e controle ambiental, com a instalaassentos é superior a 14 mil ção de lavadores de gases, controle acústico, coletores de pó, caixas separadoras de unidades”,diz o executivo óleos e redes especiais para coletas de resíduos. da Vem. Nos próximos cinO otimismo, segundo ele, é justificado por algo co anos, o setor movimenelementar na economia em geral neste começo de tará uma montanha de diséculo: a necessidade de cortar custos. “Na aviação, nheiro - algo ao redor de as empresas com frotas pequenas e médias, que são US$ 134 bilhões e somente A Vem é homologada pelos maioria, praticamente não têm outra alternativa seem 2002, deverá movimenprincipais organismos mundinão a de terceirizar a Manutenção de suas aeronatar mais de US$ 35 bilhões, ais de controle e coordenação ves. Neste cenário, os centros de MRO tornam-se a conforme projeções das da atividade de MRO, nos Esopção correta: são especializados, oferecem menor maiores empresas do mertados Unidos e na Europa. No custo de mão-de-obra, menores prazos de imobilizacado. “O crescimento méBrasil, tem homologação do ção de aeronaves e, acima de tudo, mais qualidadio do segmento de MRO DAC (Departamento de Aviade”. Os produtos e serviços de uma empresa de MRO será de 3% ao ano até 2005. ção Civil), órgão do Ministéincluem a Manutenção pesada de aeronaves, a reviCreio que são poucos os rio da Aeronáutica e na Argensão de componentes aeronáuticos, a Manutenção de setores de atividade que tina, da DNA - Direccion Nacilinha (aeronaves em trânsito), modificações e conpodem bancar diz Evandro onal de Aeronavegabilidad. versões de aeronaves, revisão de motores (turbinas) Braga de Oliveira. “Nossa capacidade para exee serviços de engenharia. “A Vem está plenamente cutar todos os serviços de Macapacitada para oferecer todos nutenção, sintetizados nos estes serviços, inclusive 6.700 itens de nosso quando a demanda parte. Capability List de componentes e em nossas homologações por autoridades internacionais O progresso humano não pode mais servir de pretexto para a da aviação são aliados fundadestruição da natureza. A sociedade como um todo está plementais para o sucesso da namente consciente de sua responsabilidade quanto ao leganossa empresa”, afirma do que transmitirá às futuras gerações. Na Vem-Varig não é Evandro Braga de Oliveira. diferente. Por atuar num segmento que se caracteriza pelo uso intensivo de tecnologia avançada e de recursos energéticos, a empresa decidiu engajar-se profundamente no Programa de Gestão Ambiental da Varig, destinado a oferecer a máxima proteção ao meio ambiente. O Programa de Gestão Ambiental teve início em 1977, com a implantação da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos no CEMAN POA e, posteriormente, na unidade da Área Indus12 trial no Rio de Janeiro, cuja infra-estrutura foi planejada, Boletim PETROQUÍMICO visando o tratamento e controle ambiental.

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