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Editorial

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O editor


ÍNDICE

Perfil

04 viagem

10 música

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AOS 46 ANOS, A SUPERMODELO DE 1990 DIVIDE SUA TRAJETÓRIA NA MODA COM UMA VIDA PESSOAL MARCADA POR AFFAIRS. PHYDIA DE ATHAYDE PARA REVISTA ELLE 4


PERFIL A declaração: “Não nos levantamos da cama por menos de 10 mil dólares”, de 1990 e inesquecível entre as máximas fashionistas, é de Linda Evangelista. Ao lado de Christy Turlington, Naomi Campbell, Cindy Crawford e Claudia Schiffer, ela deu forma ao quinteto fantástico e ao boom das supermodelos, que conquistaram status de popstar e cachês milionários. “Hoje saio da cama por razões muito melhores”, declarou a top em 2005, ao falar de seu empenho em campanhas contra a aids ao jornal britânico The Telegraph. Linda nasceu em Ontário, Canadá, e ainda adolescente decidiu que queria ser modelo. “Não tinha um plano B. Não sei cantar, então, não poderia ser uma rockstar”, declarou, brincando, à revista People. Seguindo a trajetória de muitas tops, Linda foi descoberta aos 16 anos por um olheiro da agência Elite. Aos 19, mudou-se para Nova York, após combinar com os pais que voltaria em um ano caso as coisas não dessem certo. Mas os olhos estonteantes, o corpo escultural e os cabelos longos de cor chocolate a colocaram no mundo da moda. O turning point da carreira aconteceu em 1988. A pedido do fotógrafo Peter Lindbergh, o cabeleireiro Julien d’Ys tosou as madeixas de Linda. “Pensei que minha carreira tinha acabado ali. Dezoito dos meus 20 contratos foram cancelados. Liguei aos prantos para o (fotógrafo) Steven Meisel. Mas, em dois meses, fiz o Grand Slam das capas de revista: as Vogue América, Itália, França e Reino Unido”, contou ao jornal The Independent, em 1997. Sua carreira, então, explodiu e o cabelo curto, com a nuca à mostra, virou uma febre. Todas as mul-

heres queriam ser como ela. Em 1991, Linda entrou para a lista das pessoas mais bonitas do mundo da revista People e gravou o videoclipe da música Freedom, de George Michael. Abrir e fechar os desfiles mais importantes das temporadas de moda, como os de Prada, Dior, Yves Saint Laurent, Chanel e Dolce & Gabbana, entre outros, virou uma rotina. “Sem dúvida, ela está no topo. Linda é o que chamo de modelo ao máximo”, analisou John Galliano, em 1997, no The Independent. Seu rosto perfeito também estampou campanhas de cosméticos pelo mundo inteiro. Realizada no trabalho, permaneceu no Olimpo o quanto quis. Em 1998, alegando crises de pânico (e medo de avião), anunciou uma aposentadoria, que duraria três anos. Ela voltou a ser requisitada e, embora esteja oficialmente aposentada das passarelas, prometeu nunca abandonar a profissão. Apesar do esforço para manter a vida privada tão bem-sucedida quanto a carreira, o currículo amoroso da supermodelo sempre foi agitado e turbulento. Em 1992, semanas após se separar do primeiro marido, o empresário Gérald Marie, começou a namorar o ator americano Kyle MacLachlan. Os dois viveram entre Los Angeles e Nova York e o relacionamento chegou ao fim em 1998. No mesmo ano, Linda foi vista em Saint-Tropez com o então goleiro da seleção francesa de futebol, Fabien Barthez. Eles assumiriam o namoro meses depois. Passados dois anos, a top viveu um trauma. Após se mudar para Manchester, na Inglaterra (Barthez jogava no time local), ela finalmente engravidou. A carreira já não era a única prioridade e ela se preparava para realizar outro

NÃO NOS LEVANTAMOS DA CAMA POR MENOS DE 10 MIL DÓLARES.

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PERFIL grande sonho: ser mãe. Infelizmente, aos seis meses de gestação, Linda perdeu o bebê. O baque foi muito forte e ela entrou em uma depressão, da qual levaria alguns anos para se recuperar. Solteira novamente, em 2003, começou a namorar o italiano Ugo Brachetti Peretti, herdeiro da empresa de óleo e energia API. Já no verão de 2005, foi vista com outro herdeiro, o piloto de Fórmula 1 Paolo Barilla, mas a relação durou pouco. Meses depois, começou um relacionamento discreto - e intenso - com François-Henri Pinault, bilionário francês de

neamente a Nova York, que tanto amava. Dali acompanharia notícias do noivado de Pinault e da gravidez de Salma, que deu à luz Valentina, em setembro de 2007. Em 2009, Salma e Pinault se casaram.

AFFAIR E TRIBUNAL Linda tro anos um anel casaram.

e Morton ficaram juntos por quae, apesar de ela ter sido vista com de brilhante no dedo anelar, não se Desde o nascimento do filho, batiza-

EM VEZ DE SURTAR COM A GRAVIDEZ, A ABRACEI. 49 anos, herdeiro e CEO do conglomerado de luxo PPR, que inclui Gucci, Yves Saint Laurent, Balenciaga, Bottega Veneta e Boucheron. A história durou pelo menos até fevereiro de 2006, quando Linda engravidou pela segunda vez. Na época, Pinault estava com 45, era divorciado e tinha dois filhos, François e Matilde. Aos 41 anos, grávida e requisitada por revistas, Linda revelou que era a favor de procedimentos cosméticos, como usar toxina botulínica e fazer tratamento para estimular a produção de colágeno. “Em vez de surtar com a gravidez, a abracei. Todos os dias, faço ginástica ou ioga”, declarou à imprensa. Enquanto curtia o momento mãe, não imaginava que Pinault estava prestes a se envolver com outra mulher, com a qual se casaria. Em maio de 2006, ele conheceu, em Veneza, a atriz mexicana Salma Hayek. Enciumada, Linda se envolveu com o fundador do Hard Rock Café, Peter Morton, 64 anos - e também bilionário. Um mês depois do nascimento de Augustin-James, ela se mudou para a mansão de Morton, em Los Angeles, deixando momenta8

do apenas com o sobrenome da mãe, a supermodelo nunca havia revelado quem era o pai da criança. Despistou o quanto pôde e não comentou os rumores sobre a semelhança entre o menino e seu ex-affair, Pinault. Recentemente, porém, o silêncio foi quebrado. Linda deu início a uma verdadeira (e muito comentada) batalha judicial. Exatos 46 mil dólares por mês (ou mais de meio milhão de dólares por ano) é o valor que a modelo pede no que já ficou conhecido como a pensão alimentícia mais cara da história da Corte da Família de Manhattan. A top, que somente em 2010 acumulou 1,8 milhão de dólares e tem uma fortuna pessoal estimada em 18 milhões, já oferece uma vida de herdeiro bilionário ao filho. Augustin-James estuda no Liceu Francês de Nova York, uma instituição bilíngue no Upper East Side, o pedaço mais caro de Nova York. Há quem diga que o pedido de pensão alimentícia não passa de um capricho ou uma maneira inconsciente de ela lidar, com alguns milhares de dólares a mais no bolso, com uma mágoa emocional. Só o tempo vai dizer.


NovaYork cultural

O LADO CULTURAL DA METRÓPOLE VAI BEM ALÉM DAS MEGAMONTAGENS DA BROADWAY PAULO D’AMARO PARA REVISTA VIAJAR

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VIAGEM Quem vai a Nova York dificilmente deixa de ver um dos musicais da Broadway. São em média 17 espetáculos em cartaz, quase sempre lotados de turistas. Vale a pena? Sim, e muito. No entanto, tenha em mente que o lado cultural da metrópole vai bem além das megamontagens. Existe até o termo off-Broadway para designar as peças encenadas em teatros menores, de outros bairros, sobretudo o West Village e Gramercy Park. Algumas dessas produções são consideradas melhores que as da própria Broadway e, ao longo do tempo, chegam a migrar para ela. Caso, por exemplo, dos consagrados Hair e A Chorus Line. Atualmente, quem for à off-Broadway poderá ver, por exemplo, o divertidíssimo Sister Act. Sem falar no aclamado The Agony and the Ecstasy of Steve Jobs, um monólogo que conta a história do fundador da Apple. Se a música clássica, as óperas e os espetáculos de dança lhe interessam, é imperdível visitar o Lincoln Center. São 29 salas e auditórios, que incluem a Metropolitan Opera House, com seus 3.900 lugares, e o Avery Fisher Hall, onde se apresenta a Orquestra Filarmônica de Nova York. No outro extremo do espectro cultural, o Apollo Theatre é um dos pontos turísticos imperdíveis do Harlem, o bairro onde se estabeleceram os negros e imigrantes hispânicos no século 20. O lugar é uma homenagem a grandes nomes

do passado e do presente do jazz e da black music. Para ter ideia da importância desse reduto de cultura, em janeiro passado, ninguém menos que o presidente Barack Obama subiu a o palco pra dar uma “canja” cantando um trecho de um sucesso do ídolo da música soul, Al Green. Uma das características mais empolgantes de Nova York é exatamente essa: redutos de cultura pop e erudita lado a lado. É assim também com os museus. O Metropolitan Museum of

MOMA, O MUSEU MAIS INFLUENTE DO PLANETA. Art, localizado na 5ª Avenida, ganhou fama por sua coleção de arte clássica. Há de tudo ali: de antigas estátuas gregas aos trabalhos mais sublimes de mestres impressionistas como Monet, Renoir e Degas. Ele merece um planejamento à moda do Louvre, de Paris. A apenas 500 metros dele, está seu contraponto: o Guggenheim. Alojado num edifício futurista do lendário arquiteto Frank Lloyd Wright, ele é por si só uma obra de arte. Já foi cenário de diversos filmes

e séries, incluindo a comédia de ficção Homens de Preto, o suspense Trama Internacional e o romance dos estúdios Disney Quando em Roma. Neste museu, nada de clássico ou convencional, mas apenas exposições controversas e vibrantes de artistas contemporâneos. Ousadia também é a marca do Museum of Modern Art (MoMA). Um ícone da arte modernista, é descrito pelos críticos como “o museu mais influente do planeta”. Ele oferece uma visão inigualável de arte contemporânea, incluindo obras de arquitetura e design, pintura, escultura, fotografia, gravuras, livros ilustrados, filmes e mídia eletrônica. Suas exposições temporárias flertam com o pop e agregam exibições impensáveis em outros museus mundo afora. Neste mês de abril, por exemplo, um evento multimídia comandado pelo grupo musical alemão Kraftwerk toma os corredores do MoMA. Outra exibição, a Electric Currents, em cartaz até outubro, consiste só de obras de arte feitas para – acredite – homenagear o uso da eletricidade. E não é só isso. O MoMA ainda tem um restaurante que está entre os mais sofisticados de Manhattan. O The Modern, frequentado por intelectuais e turistas, sob comando do chef francês Gabriel Kreuther – um verdadeiro artista das panelas e fogões. Porque, em Nova York, a arte dos museus, galerias e shows transborda por todos os lados.


MÚSICA

k c i M

r e g g a J

Um dos maiores símbolos vivos do lema “sexo, drogas e rock’n’roll” está prestes a virar septuagenário. Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, completa 69 anos nesta quinta-feira. E sem dar a menor amostra que pretenda se aposentar. Jagger está se preparando para voltar à estrada com o Rolling Stones. A banda, que acaba de completar meio século de vida, iniciará mais uma turnê mundial no ano que vem. Ao que tudo indica, a série de shows marcará a despedida do grupo dos palcos. O cantor também está na mídia por causa do lançamento da biografia não autorizada “Mick: The Wild Life and Mad Genius of Jagger”. O livro traz detalhes sobre a atribulada vida sexual do astro, que incluiria até um romance com David Bowie. No mesmo livro, há uma estimativa impressionante sobre o cantor: ele teria levado para a cama mais de quatro mil mulheres. Jagger pode ter deixado as drogas há um bom tempo, mas o sexo e o rock’n’roll continuam firmes, mesmo aos 69 anos. 12


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