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ÁREA DE PROJECTO - 12ºCT1 – Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro


Área Curricular Não Disciplinar: Área de Projecto Professora Orientadora: Eugénia Pinto Grupo: Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro Turma: 12ºCT1 Ano Lectivo: 2010/2011


Capa……………………………………...………………1 Página de rosto………………………………………2/3 Índice…………………………………….……………………….……4/5 Grupo…………………………………………………….……………6/9 Introdução…………………………………………………….……10/11 Percurso efectuado……………………………………………...…12/17 1ª Pesquisa……………………………………………………14 1ª Planificação……………………………………………15/17 Planificação do projecto………………………………...………...18/23 Logótipo…………………………………………...………………..24/27 Escolhido…………………………………………………..…25 Esboços………………………………………………...…26/27 Reflexão……………………………………………......................…28/29 Culturas……………………………………………...……………...30/53 Pesquisa Liliana…………………………………….....…32/35 Pesquisa Maria Inês………………………………......…36/43 Pesquisa Mariana………………………………...……...44/53 Informação…………………………………………….................…54/55 Blog……………………………………………...………………......56/59 Inquéritos……………………………………………...……………60/61 Facebook……………………………………...………….…………62/63 Dia das Culturas…………………………….................…………..64/73 Fotos da Preparação…………………………......……...66/69 Fotos da Venda…………………………......……............70/73


Cartaz……………………………………………...……74/81 “Dançar a Solidariedade”………………..…...……….82/83 Diários de Bordo…..……………………………......…84/87 Relatórios………………………………………......…..88/89 Actas………………………………………......………..90/91 Avaliação Intermédia…………....………………..…92/107 1º Período…………………......…….........94/99 2º Período…………………......…….........100/104 3º Período…………………......…….........105/107 Aprendizagens…………………………………….....108/111 Contra-Capa……………………………………….....112/113


O meu nome é Mariana Ribeiro, tenho 17 anos e sou de Alverca. Frequento a turma CT1 do 12º ano na Escola Secundária Gago Coutinho. Sou uma rapariga observadora, simpática e amiga do meu amigo. Dou valor à simplicidade e à honestidade das pessoas. Sou teimosa, o que não considero um defeito. Sou esquisita mas fácil de agradar. Nunca esqueço mas não guardo remorsos. Não exprimo facilmente os meus sentimentos. Gosto da minha família, gosto dos meus amigos, gosto de música, de cinema, de animais, do Verão, de praia, de dormir, de sair, de viajar, etc.


Olá sou a Liliana Marques, tenho 17 anos e estudo na Escola Secundária de Gago Coutinho. Estou no curso de Ciências e Tecnologia no ano 12º da turma Ct1. Sou uma rapariga de poucas palavras, prefiro observar e tirar as minhas próprias conclusões. Gosto de todas as pessoas que gostam de mim, gosto de desporto, música e de todo o tipo de séries ou filmes de investigação.


Chamo-me Maria Inês. Não gosto de distinguir defeitos de qualidades, prefiro falar, apenas, em características pois são elas que constroem uma personalidade. Gosto de desenhar, para mim é a melhor forma de me expressar – é, como digo, escrever uma história sem letras. Arte é criação. É deixar os outros entrarem no nosso universo, por breves instantes. Gosto muito de liberdade, de multidões e de barulho. Sou desorganizada. Sou distraída. Muito desarrumada. Empenho-me no que gosto. Funciono bem sob pressão. Não gosto de rotular sentimentos, gosto de dar-lhes o valor que merecem. Sou transparente, não sei disfarçar estados de espírito. Luto pela minha qualidade de vida. Sou insistente e contra o comodismo! Sei aceitar um “não”, apenas não o faço quando sei que há uma resposta melhor.


Somos um grupo de alunas da turma 1 do curso de Ciências e Tecnologias, da Escola Secundária de Gago Coutinho, o qual se formou no inicio deste ano lectivo com o intuito de desenvolver, ao longo do mesmo, um trabalho no âmbito da área curricular não disciplinar de Área de Projecto. O grupo já sofreu alterações, nomeadamente no que toca à saída e entrada de elementos, e encontrou também dificuldades na selecção do tema.

Escolhendo abordar então “O Mundo Multicultural”, o

portefólio

evidencia o desenvolvimento do nosso projecto.


O tema aqui tratado é

.

Mas o percurso que deu origem a esta decisão não foi fácil! Primeiramente, a nossa ideia passava por abordar “As energias renováveis”, tema que, rapidamente, deixámos de parte pois não conseguia interligar as nossas áreas profissionais… Depois disto, interessámo-nos pela investigação dos “Recordes do Guinness” mas, após uma mais profunda reflexão, e com orientações da professora Eugénia Pinto, compreendemos que o assunto não empreendia as características necessárias para podermos criar um projecto viável.

Assim, seguem em anexo as pesquisas feitas sobre o primeiro tema em que apostámos, e apresentamos também a planificação que havíamos já feito relativamente ao segundo.


ANEXO 1: pesquisa - 21/Set/2010

As energias renováveis são fontes inesgotáveis de energia obtidas da Natureza que nos rodeia, como o Sol ou o Vento. Estas energias podem ser: • Energia Solar A energia do Sol pode ser convertida em electricidade ou em calor, como por exemplo os painéis solares foto voltaicos ou térmicos para aquecimento do ambiente ou de água; • Energia Eólica A energia dos ventos que pode ser convertida em electricidade através de turbinas eólicas ou aerogeradores; • Energia Hídrica A energia da água dos rios, das marés e das ondas que podem ser convertidas em energia eléctrica, como por exemplo as barragens; • Energia Geotérmica A energia da terra pode ser convertida em calor para aquecimento do ambiente ou da água; A integração de energias renováveis nos edifícios é um desafio para o qual o objectivo é conceber um edifício eficiente que permita a incorporação de um sistema que capte a energia e a transforme numa fonte de energia que seja útil para o edifício. Na realidade a colocação de, por exemplo, painéis solares na cobertura do edifício não é por si só uma medida eficiente de energia, pois se não tivermos em conta a eficiência do edifício esta pode nem ser suficiente para comportar a energia, por exemplo, da iluminação quanto mais do resto dos sistemas. Daí a importância da integração dos sistemas de energias renováveis em edifícios eficientemente energéticos que até esse ponto esgotaram todas as possíveis estratégias de design passivo na sua concepção ou que na sua reabilitação foram tidas em conta medidas de reabilitação energética e de eficiência energética. Os incentivos à utilização de energias renováveis e o grande interesse que este assunto levantou nestes últimos anos deve-se principalmente à consciencialização da possível escassez dos recursos fósseis (como o petróleo) e da necessidade de redução das emissões de gases nocivos para a atmosfera, os GEE (Gases de efeito de estufa). Este interesse devese em parte aos objectivos da União Europeia, do Protocolo de Quioto e das preocupações com as alterações climáticas. A utilização das energias renováveis, como por exemplo os painéis solares térmicos e foto voltaicos, para a produção de calor e de energia eléctrica a partir do aproveitamento da energia solar, é uma forma para a qual Portugal dispõe de recursos de grande abundância, comparando a disponibilidade de horas de Sol por ano com outros países da União Europeia. No entanto, estes devem ser tidos como complementos à arquitectura dos edifícios que não devem descurar o aproveitamento de estratégias de design passivo, como o uso da orientação solar, da ventilação natural, da inércia térmica e do sombreamento, entre outras. Estas estratégias são uma solução bastante vantajosa devido ás condições climatéricas favoráveis para a obtenção de uma maior sustentabilidade nos edifícios em Portugal. A promoção da Eficiência Energética e a utilização de energias renováveis em edifícios tem sido feita pela revisão e aplicação de Regulamentos, como o RCCTE e o RSECE, e pela aprovação da criação de um Sistema de Certificação Energética, visando a redução dos consumos de energia e correspondentes emissões de CO2. Pois o sector dos edifícios nos consumos médios anuais de energia em Portugal representam, de acordo com dados do início da década de 2000 da DGE, cerca de 22% do consumo em energia final do país, onde nas grandes cidades este número sobe para 36%. Estes números têm vindo a aumentar cerca de 3,7% no sector residencial e 7,1% no sector dos serviços.


Escola Secundária Gago Coutinho Ano Lectivo 2010/2011

12ºCT1

Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos


Escola Secundária Gago Coutinho

Planificação do Projecto Professor Responsável: Eugénia Pinto Grupo: Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos Ano Lectivo: 2010/2011 Turma: 12ºCT1 1- Problema a tratar: Acontecimentos e capacidades, dos seres vivos, fora do comum O que vamos fazer? Recolher alguns records do Guinness que se relacionem com as nossas áreas profissionais e explorá-los mais a fundo. 2- Escolha de problemas Dentro do nosso trabalho, podemos considerar os seguintes sub-temas: - Música - Animais - Corpo Humano - Nutrição O trabalho será então dividido por estas quatro vertentes, uma vez que cada uma delas corresponde aos interesses profissionais de cada um dos elementos do grupo. Portanto, seleccionaremos records relacionados com estes temas, os quais pretendemos desenvolver – esta exploração passará pela investigação aprofundada relativamente aos pontos escolhidos, de modo a encontrar também os motivos que expliquem cada um dos records atingidos. 3- Preparação e planeamento  Cada elemento se responsabilizará, principalmente, pelo seu sub-tema, uma vez que a área envolvida corresponde aos seus interesses e, em princípio, as suas capacidades individuais estarão então mais direccionadas a esse ponto;  Apesar desta separação, temos certamente o objectivo de realizar um trabalho conjunto - o qual poderá enriquecer a nossa cultura, uma vez que aprenderemos mais em relação às áreas que podem até não ser da nossa preferência;  Para a selecção dos records, recorreremos ao livro “Records do Guinness”;


Faremos também recurso frequente à Internet e outros materiais (possivelmente manuais e enciclopédias) que nos facultem a explicação pretendida para o que desejamos aprofundar; Pretendemos também uma parte mais lúdica, realizando uma tentativa de record inexistente, nem que este seja apenas a representação de uma possível escolha.

4- Avaliação intermédia  Temos trabalhado bem em grupo, segundo o que cada um de nós, e em uniformidade, consideramos. Isto porque as tarefas a que nos propusemos têm sido efectuadas – pesquisas de informação, investigação individual, etc…  Os prazos de entrega determinados têm sido cumpridos pelo grupo, nomeadamente no que diz respeito ao envio de actas, diário de bordo, recolhas individuais.  A principal dificuldade com a qual nos temos deparado é efectivamente a escolha de um tema definitivo; Isto pois os elementos do grupo apresentam, relativamente, gostos e preferências profissionais bastante distintas, o que está a dificultar a nossa tarefa. Estamos, portanto, a tentar interligar os diferentes interesses, de modo a seleccionar um tema geral apropriado e mais completo. 5- Preparação da apresentação pública O nosso trabalho necessitará de um suporte material – um powerpoint que possa acompanhar o nosso discurso com imagens alusivas e algum texto preciso. De resto, a parte principal será a comunicação oral, a explicitação do que investigámos. 6- Apresentação O público-alvo da apresentação será, certamente, a nossa turma e outras da escola. Esperamos conseguir, como objectivo, despertar a atenção dos espectadores, e satisfazer a sua curiosidade ao apresentar o projecto. 7- Avaliação final Ficaremos satisfeitos com o trabalho? Estamos a fazer os possíveis para explorar o tema de forma interessante. Mas, na verdade, temos ainda o objectivo de encontrar um assunto mais completo para incorporar ou substituir este. Quais os aspectos positivos deste trabalho? Tratar um assunto que é do conhecimento geral de todos, mas expô-lo de uma maneira não habitual; Desvendar algo novo.


Segue-se então a planificação actualizada do nosso projecto, a qual foi apresentada à turma no dia 2 de Novembro de 2010


Planificação do Projecto A disciplina de Área de Projecto tem como objectivo fomentar o trabalho em equipa, dispondo, para tal, das capacidades individuais de cada um dos elementos dos grupos formados. Temos elaborado pesquisa sobre diversos assuntos e, efectivamente, deparámo-nos com algumas dificuldades na escolha de um tema de interesse comum aos quatro. Tínhamos em mente a exploração da temática “Recordes do Guinness” porém, após conversamos com a professora sobre esta proposta, entendemos que não responderia a todos os parâmetros necessários para a elaboração de um projecto ao longo de todo o ano. É deste modo que reformulámos a planificação que já havia sido entregue e apresentamos então as novas ideias. 1- Problema principal a tratar: “O Mundo Multicultural” 1.1- Que pontos iremos focar? Pegando neste conteúdo, iremos focar então os seguintes pontos:  A diversidade de culturas na formação da sociedade;  Culturas na escola;  A importância da diferença – respeito pela máxima “todos diferentes, todos iguais”;  As diferentes culturas existentes – selecção de algumas, para explorar o que as torna distintas;  “As Quatro Liberdades”: modelo adoptado pelos aliados já durante a 2ª Guerra Mundial; implica a liberdade da palavra e da expressão, de religião, por necessidades e da vida livre de medo;  Os Jogos Olímpicos vistos como unificação dos povos – criam um sentimento de pertença a uma humanidade comum, na qual os valores de igualdade, solidariedade, tolerância e justiça tendem a ganhar um sentido global;  A Convenção dos Direitos Humanos – adoptada pela


ONU em 1948, não constitui uma obrigação legal, é sim vista como um ideal comum a todos os povos e nações. 2- Divisão de subtemas 2.1- Como nos vamos organizar? Dentro do nosso trabalho, podemos considerar os seguintes subtemas: - Música (Ricardo Ramos) - Animais (Mariana Ribeiro) - Corpo Humano/ Investigação Criminal (Liliana Marques) - Nutrição (Maria Inês Ribeiro) O trabalho será então dividido por estas quatro vertentes, uma vez que cada uma delas corresponde aos interesses profissionais de cada um dos elementos do grupo. Portanto, seleccionaremos culturas do mundo que se relacionem, cada uma delas, com os subtemas apresentados e faremos a sua exploração de acordo então com as áreas profissionais respectivas. A

par

desta distribuição

individual,

o

nosso

projecto

tem um intuito geral de tocar em assuntos universais como o direito à diferença e o direito ao respeito por ser diferente – estes conceitos estão, ou, pelo menos, deveriam estar, presentes em todas as culturas em torno do globo, pelo que a investigação e elaboração de todos os restantes subtemas serão da responsabilidade de, conjuntamente, todos os elementos do grupo. 3- Preparação e planeamento Cada elemento se responsabilizará, principalmente, pelo seu subtema, uma vez que a área envolvida corresponde aos seus interesses e, à partida, as suas capacidades individuais estarão então mais direccionadas a esse ponto. Apesar desta separação, temos certamente o objectivo de realizar um trabalho conjunto - o qual poderá enriquecer a nossa instrução, uma vez que aprenderemos mais em relação às áreas que podem até não ser da nossa preferência. 3.1- O que vamos fazer? Quais as actividades propostas? - Como sondagem, efectuaremos um breve questionário


sobre as diferentes culturas existentes na escola e na vida quotidiana, que nos auxilie à elaboração de estatísticas para apresentar e também à reflexão quanto ao sentido das palavras igualdade, tolerância e xenofobia. - Aprofundar todas as questões referidas no ponto 1., realizando, no final, uma apresentação em powerpoint que explicite sucintamente as nossas investigações. - Como trabalho final, este relacionado fortemente com a Convenção dos Direitos Humanos, pretendemos também realizar um filme que ilustre um direito representativo de cada uma das vertentes de uma vida humana. Nota: Deixamos em aberto a possibilidade de acrescentar ao plano outras actividades que surjam, ao longo do ano lectivo, no contexto das pesquisas que serão efectuadas. 3.2- De que recursos vamos necessitar? Para a pesquisa de informação, faremos recurso frequente à Internet e outros materiais (possivelmente manuais e enciclopédias) que nos facultem a explicação pretendida para o que desejamos investigar. Relativamente à elaboração do vídeo ilustrativo, necessitaremos de câmara de vídeo e, posteriormente, de material informático e ferramentas de edição de multimédia para a sua finalização. 3.3- Orçamentos: Não é possível, para já, efectuar uma previsão de orçamentos para o projecto. Em principio, os recursos materiais e humanos necessários à elaboração do trabalho serão de fácil acesso e não requererão custos elevados. 4-

Avaliação intermédia

A principal dificuldade com a qual nos temos deparado é efectivamente a escolha de um tema definitivo; Isto pois os elementos do grupo apresentam, relativamente, gostos e preferências profissionais bastante distintas, o que está a dificultar a nossa tarefa. Portanto, tentámos interligar os diferentes interesses, de modo a seleccionar um tema geral apropriado e completo. Isto demorou, talvez até tempo de mais, mas consideramos importante que, numa equipa, todos os elementos gostem do trabalho que estão a fazer. Estamos


agora satisfeitos com a temática que seleccionamos pois esta, para além de ser do agrado de todos, consegue puxar pelas nossas áreas profissionais. Apesar destas contrariedades, até à data, o grupo tem funcionado bem, cumprido os prazos de entrega estabelecidos. Já fizemos a distribuição de tarefas relativamente à redacção e entrega dos diários de bordo individuais para este primeiro período. No que toca ao projecto proposto, temos feito pesquisa em relação às culturas, de modo a seleccionar aquelas que possam ser as mais interessantes para se abordar. Ter um plano do projecto é, sem dúvida, muito importante para poder avançar trabalho a partir de agora. 5- Competências a desenvolver pelo grupo: - Através do diálogo em grupo e da discussão de ideias, é expandida a capacidade comunicativa e expositiva dos próprios pontos de vista do individuo, melhorando a sua capacidade de debater, com os outros, assuntos da actualidade em que se insere. - Aprofundaremos o nosso sentido ético individual, passando este progresso pela amplificação do sentido individual de cidadania – os conceitos de respeito, tolerância e igualdade estão permanentemente presentes na temática que decidimos abordar. - Cada elemento do grupo poderá expandir os seus conhecimentos em relação a culturas que se liguem à área profissional do seu interesse e, uma vez que “o saber não ocupa lugar”, aprenderá mais acerca das preferências dos colegas. 6- Preparação da apresentação pública Consoante o referido no ponto 3.1., o nosso necessitará de um suporte material – um powerpoint que possa acompanhar discurso com imagens alusivas e algum texto Ademais, a parte principal será a comunicação explicitação do que investigámos. O referido elaborar será para apresentar conjuntamente informação a transmitir.

trabalho o nosso preciso. oral, a vídeo a com a


7- Objectivos O público-alvo da nossa apresentação será a turma 12ºCT1, na qual nos integramos, e, certamente outras pertencentes à escola. Com a divulgação do nosso trabalho final pretendemos:  Mostrar a diversidade cultural patente numa sociedade;  Compreender que cada povo tem costumes e tradições únicos – porém, apesar das diferenças, são todas as culturas que, no seu conjunto, formam o mundo em que vivemos;  Esclarecer a importância da diversidade – “Todos diferentes, todos iguais”;  A relevância da Convenção dos Direitos Humanos como um ideal comum para a vida conjunta. 8- Avaliação final Ficaremos satisfeitos com o trabalho? Pretendemos explorar o tema de forma curiosa e completa, dando resposta aos assuntos indicados em 1.1., assim como a possíveis outras questões que venham a surgir. Se conseguirmos, até ao final do ano, cumprir os prazos estabelecidos e realizar todas as tarefas a que nos propusermos, estaremos, certamente, satisfeitos.


Após encontrarmos um tema, e visto que o grupo estava satisfeito com a escolha, pudemos prosseguir o trabalho!

O próximo passo foi então a escolha do logótipo a utilizar. A aluna Maria Inês Ribeiro esboçou três propostas, as quais foram desenvolvidas de acordo com as orientações dos outros elementos. Assim, por unanimidade, o grupo escolheu a imagem apresentada de seguida. (Seguem ainda, nos anexos 2 e 3, os restantes desenhos.)


Log贸tipo escolhido


ANEXO 2: desenho 2 (utilizado para o blog) - 10/Nov/2010


ANEXO 3: desenho 3 - 10/Nov/2010


Novembro 2010

O aluno Ricardo Ramos, que fazia parte do grupo, teve de abandonar a matrícula do 12º ano, pelo que o grupo ficou composto apenas por três elementos! Compreendemos que seria, a partir daqui, necessária uma maior organização da nossa parte – somos assim o grupo mais pequeno (em quantidade!) da turma. A primeira decisão que tomámos referiu à distribuição de subtemas nas “Culturas”. A Mariana, que ficara de pesquisar sobre animais, ficou então encarregue do subtema anteriormente dedicado ao Ricardo: a música, que é também uma área pela qual a aluna se interessa. Isto também porque a cultura do Hinduísmo, escolhida pela Maria Inês, vai muito de encontro à questão dos animais e não nos queremos, claramente, repetir.


“Uncertain” – Renate Dartois


Existem diversas culturas em volta do globo – cada uma delas com costumes e tradições próprias!

O nosso trabalho implicou então a pesquisa sobre três culturas, tal que cada elemento do grupo escolheu a sua de acordo com a área profissional que ambiciona.

Em anexo são apresentados os documentos originais e as conclusões que, a partir destes, tiveram origem.


ANEXO 4: pesquisa (Liliana) - 09/Nov/2010

Padaung ou Kayan Lahwi Mulher padaung com anéis de pescoço Um dos maiores tesouros de todo o país é seu povo. E nesse aspecto Mianmar, é especialmente rico e diversificado, levando em conta todas as minorias étnicas. Padaung ou Kayan Lahwi é uma comunidade indígena de Kayans, que habita as regiões montanhosas no sudeste de Mianmar e oeste da Tailândia, sendo um subgrupo dos Karens vermelhos (Karenni), que é uma etnia do povo karen, são conhecidas por “mulheres-girafa”. O grande interesse mundial neste grupo é pela prática do alongamento do pescoço. Este costume é o mais raro e é uma estranha expressão de beleza feminina, o número de anéis está directamente relacionado com o status e respeito dentro da estrutura familiar. As mulheres da tribo, em sinal de beleza, desde jovens, usam anéis de cobre no pescoço. Quanto mais alto o pescoço mais bela é a mulher. Apesar do que se pensa, as mulheres não morrem se os anéis forem retirados (elas costumam fazer isso para se lavar), mas a musculatura do pescoço é enfraquecida. No passado as meninas Padaung colocavam anéis apartir de 5 anos de idade.A data escolhida para este ritual


era definida pelo Pagé através da leitura dos horóscopos.O pescoço da menina era untado com pomadas e massageado por horas,revestido depois com protetores almofadados para só então encaixarem os anéis geralmente de bronze ou ouro ,evitando assim o máximo que podiam de dor para as meninas. Depois de dias a proteção acolchoada era removida. A cada dois anos era acrescentado mais um anel,ate a 3º idade uma mulher Padaung pode ter o pescoço esticado até 25cm. Além do pescoço com anéis de ouro, bronze ou prata enfeitam os braços e as pernas das mulheres de Kayah isso torna-as mais bonitas e femininas. Existe outra hipótese sobre a colocação desses anéis a fim de torná-las indesejáveis aos comerciantes de escravos. “Crimes” como o adultério são punidos com a eliminação dos anéis condenando a mulher a ficar deitada para sempre com o risco de quebrar o pescoço se tentar levantar. ~

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A pesquisa apresentada refere-se ao subtema “Corpo Humano”, pelo que foi do encargo da Liliana Marques. Após a investigação, a aluna concluiu que:

“Para nós ocidentais a prática desta cultura de colocar anéis no pescoço das mulheres pode ser vista como uma agressão ao corpo, mas para o povo Karen é próprio conceito de beleza e status social. Na minha opinião a prática desta cultura não faz sentido, visto que todas as mulheres ao colocarem estes anéis, estão sujeitas a morrer, uma vez que com o passar dos anos vão sendo colocados mais anéis, fazendo o pescoço aumentar o seu tamanho. Eu pergunto-me: Será que vale a pena passar por isto só para se ser/parecer mais bonita? Mas como todos sabemos existe uma grande diversidade de culturas na nossa sociedade por isso devemos respeitar estas pequenas grandes diferenças.“


ANEXO 5.1: pesquisa (Mª Inês) - 07/Nov/2010

Os diversos sabores da Índia Conhecida mundialmente, a culinária indiana é extremamente diversificada, pois sofreu influência de diversos povos que passaram pelo país. Ao chegarem à Índia, estas culturas não só modificavam a paisagem, trazendo novas plantas, novos frutos, novas sementes, como também introduziam novas ideias e novas religiões. As marcas dessa extraordinária diversidade cultural acabam reflectindo-se também na cozinha.

Gastronomia e religião Além disso, a culinária indiana costuma ser estreitamente associada à religiosidade, pois existem muitos rituais ligados às refeições feitas pelas famílias do local. No hinduísmo, por exemplo, o ato de cozinhar é feito como uma oração e antes de ser consumido, o alimento é oferecido em comunhão aos deuses, geralmente em um altar doméstico, com devoção e amor.


Cereais, legumes e especiarias Apesar de toda a diversidade encontrada na cozinha indiana, que também sofre influência do meio ambiente e suas transformações, é possível definir algumas características comuns dos alimentos consumidos no país. Sem pensar nas especificidades ligadas aos tabus, a base da refeição é sempre constituída de cereais – tais como arroz, trigo, milho, painço, cevada, de acordo com a região, legumes secos, como o dhal (uma espécie de sopa feita de lentilhas e feijões de diversas cores), além de outros legumes, picles e chutneys, e as imprescindíveis especiarias. A eles se juntam, dependendo da cultura e da região, pratos com peixe, carneiro, galinha e, sempre, iogurte e queijo de coalho fresco. Todos temperados com especiarias, que agem sobre o gosto, mas também têm funções medicinais conhecidas há bastante tempo, como atestam textos muito antigos.

Origem: http://especial.caminhodasindias.globo.com/culinaria/200 9/02/20/os-diversos-sabores-da-india/


ANEXO 5.2: pesquisa (Mª Inês) - 09/Nov/2010 Culinária Indiana como acto de devoção

A mais antiga e tradicional cultura do mundo revela a arte da cozinha um método de elevação espiritual. O ato de cozinhar, é feito com uma oração antes de ser consumido, o alimento é oferecido em comunhão ao Supremo, geralmente em um altar doméstico, com devoção e amor. Após essa oferenda, o alimento torna-se "prasadam" (sagrado). Só então será compartilhado por todos. O primeiro a se alimentar é o marido depois que o marido acabar é que suas mulheres poderiam se alimentar (seguindo a tradição). A dieta indiana geralmente é vegetariana, pois uma parte da população considera carne de qualquer animal sagrada. Uma curiosidade da Índia é o costume de comer com as mãos, mas apenas com a mão direita. Segundo a milenar medicina Ayurvédica, a digestão dos alimentos não começa na boca em contacto com as enzimas presentes na saliva, conforme aprendemos no ocidente, mas sim quando entra em contacto com as pontas dos dedos. É aí que a energia subtil presente nos alimentos é "absorvida", isto é, entra em harmonia com nossas energias e dá início a todo um processo de ressonância e absorção. Existe uma maneira certa e elegante de apreender o alimento com as pontas dos dedos, formando "mudras", gestos simbólicos de significados místicos, muito utilizados nas filosofias budistas e hinduístas.


Algumas especialidades da Índia: _ Tandoori: frango, carne ou peixe temperados com ervas aromáticas e assados em forno de barro; _ chutney de coco; _ sambar com idli ou o masala dosa: feitos com arroz fermentado e lentilhas; _ raitas : iogurte com pepinos e ingredientes importantes da cozinha do sul da Índia. Bebidas típicas da Índia: _ chai um tipo de chá; _ café que é a segunda bebida mais popular; _ nimbu pani : limonada; _ lassi: feita com mistura de iogurte com água, sal e especiarias; _ badam dood: leite com nozes e cardamomo; _ chaach: feito com coalhada/iogurte; _ sharbat: suco de frutas e pétalas de flores; _ fenny: tipo de licor; _ bhang e cerveja indiana.

Origem: http://viajandopelomundodasculturas.blogspot.com/2009/ 06/mais-antiga-e-tradicional-cultura-do.html


ANEXO 5.3: pesquisa (Mª Inês) - 09/Nov/2010 O Hinduísmo: O hinduísmo é uma das religiões mais antigas do mundo, engloba as mais antigas crenças religiosas. A visão hindu de vida após a morte é a ideia de reencarnação. A ideia de que a vida na Terra é parte de um ciclo eterno de nascimentos, mortes e renascimentos compõem o capítulo dessa religião. Toda pessoa reencarna cada vez que morre. Contudo, se levar uma vida voltada para o bem a risca ela pode libertarse dessa cadeia cíclica. Diferentemente de outras religiões, o hinduísmo não tem fundador, credo fixo, nem organização de espécie alguma. Para todos os hindus a suprema autoridade são os quatro Vedas: Rig-Veda, Sama-Veda, Yojur-Veda e Atharva-Veda. Crenças: O nascimento e a morte seriam uma mudança de cenário para a alma. A alma nunca se modifica, é a essência intacta do ser. Apenas a roupa que ela está usando (o escafandro) é quem morre e, após depois da morte, ela recebe um novo corpo para habitar na existência material. Quando a alma, após muitos nascimentos dentro desta existência material, entra em contacto com um santo verdadeiro (Sad-Guru), ela pode desenvolver a fé no caminho da auto-realização e começar seu retorno ao mundo transcendental de Deus. Lá, a alma poderá viver em


plena eternidade. Chama-se de Vaikuntha este plano. As crenças e cultos de antigas populações do vale do rio Indo e dos Arianos formaram as bases do Hinduísmo. Os rituais se compões de dois elementos principais: a meditação e contemplação. A alimentação vegetariana é um dos elementos fundamentais do Hinduísmo, como todo alimento deve primeiramente ser oferecido aos deuses ele não pode ser impuro (morte/sangue). As preces são como cânticos, denominam-se de mantras.

em

sânscrito,

que

As escrituras: As escrituras hindus se dividem em Sruti (aquilo que é ouvido) e Smrti (aquilo que é lembrado). A literatura Sruti é constituída pelos Vedas, que por sua vez é constituído pelo Rig Veda, Yajur Veda, Sama Veda e Atharva Veda. E cada um dos Vedas é dividido em Samhitá, Brahmana, Aranyaka e Upanishad. Já o Smrti é composto de Shastras, Puranas, Itihasas, Agamas e Darshanas.

Origem: http://pt.shvoong.com/humanities/1802659-hinduismo/


A pesquisa presente tem como temática “Nutrição”, e é relativa, por opção, à cultura indiana. É, portanto, da responsabilidade da Maria Inês Ribeiro. Assim esta afere que:

“ Findado o ensino secundário, ambiciono ingressar no curso de Dietética e Nutrição do ESTESL. Portanto, fazendo todo o sentido, para este trabalho propus-me a investigar os factores nutricionais de uma cultura, tal que escolhi a alimentação indiana no geral (dentro da qual, o Hinduísmo). Escolhi o Hinduísmo por ser mais que uma religião: é, de facto, um estado de espírito. Apesar de me considerar ateia, não escondo o fascínio que o Hinduísmo faz florescer em mim ao englobar fortes e antiquíssimas crenças religiosas. O Hinduísmo justifica a vida após a morte com a ideia de reencarnação e imortalidade da alma. Este é um dos assuntos que, apesar da impossibilidade de uma resposta concreta, suscita à minha reflexão. Por tudo isto, esta cultura é do meu interesse e decidi então investigar mais sobre ela, para poder explanar a vertente nutricional.


Com as pesquisas que tenho vindo a realizar, aprendi que a culinária na Índia foi influenciada pelos diversos povos que passavam pelo país e deixaram o seu contributo em variados aspectos da vida social. Apesar da diversidade encontrada na alimentação indiana, são inegáveis alguns traços específicos como, por exemplo, as especiarias usadas, as quais surtem o seu efeito no paladar das confecções mas também se relacionam com antigas lendas medicinais. É uma culinária muito ligada á religiosidade: no Hinduísmo, em particular, o alimento é oferecido, em comunhão, aos deuses. Por isso a alimentação é vegetariana, porque o alimento oferecido aos deuses não pode ter origens impuras. Só depois da oração e da oferenda do alimento, é que este pode ser então consumido pois tornara-se sagrado. Há o costume de comer com as mãos: nós, ocidentais, aprendemos desde sempre que a digestão começa na boca, quando a saliva opera sobre os alimentos, mas segundo medicina milenar, a digestão inicia-se quando a comida contacta com a ponta dos dedos, sendo a sua energia absorvida nesse momento. Todas estas particularidades do Hinduísmo comprovam que foi realmente uma boa escolha para investigação neste trabalho. É uma cultura distinta, muito diferente da ocidental, mas merecendo, de igual modo, o meu respeito. “


ANEXO 6: pesquisa (Mariana) - 09/Nov/2010

Bandeira

Brasão

Lema Out of many, one people ("A partir de muitos, um só povo").

Hino nacional

Gentílico

Jamaica, Land We Love ("Jamaica, Terra que Amamos") http://www.youtube.com /watch?v=Gi4A8AJ9QBM

Jamaicano(a)


Capital

Kingston 17°59′N 76°48′W

Língua oficial

Inglês

Governo

Monarquia constitucional

Independência do Reino Unido

Declarada a 6 de Agosto de 1962

Área - Total - Água (%)

10.991 km² (166.º) 1,5

População - Estimativa de 2005 - Densidade

2 651 000[1] hab. (138.º) 252 hab./km² (49.º)

Moeda

Dólar jamaicano (JMD)

Fuso horário

(UTC-5)


A Jamaica é uma nação insular localizada no mar das Caraíbas (mar do Caribe), extensa 234 km de leste a oeste e 80 km de norte a sul. Situa-se a cerca 145 km ao sul de Cuba e a 190 km a oeste da ilha de Hispaniola (onde se localizam o Haiti e a Dominicana. É o terceiro país anglófono mais populoso das Américas, superada apenas pelos Estados Unidos e Canadá. Sua capital e maior cidade é Kingston. Religião      

Sem filiação 41% Protestantes 34% Rastafári/espírita 10% Católicos 10% Sem religião 4% Outras 1%

Cultura A cultura jamaicana é caracterizada pelo sincretismo resultante da mistura dos vários povos que habitam a ilha desde os primórdios de sua descoberta pelos espanhóis, no século XVII. Aos nativos aruaques (aruwak) juntaram-se os latinos espanhóis, os negros africanos, os ingleses, que dominaram a ilha, posteriormente imigrantes que para lá se transferiram após a extinção do regime escravista. Destes, os imigrantes hindus são os mais notáveis pela influência que exerceram sobre vários aspectos do comportamento


local, em especial, no âmbito da religião. Isto porque as coisas que dizem respeito à religiosidade despertam profundo interesse naquela comunidade, essencialmente mística apesar de oficialmente ser maioritariamente anglicana. O anglicanismo da ilha não pôde evitar a miscigenação das ideias e a teologia do jamaicano médio abriga tradições variadas que vão do cristianismo aos rituais tradicionais africanos, como o Vodoo, por exemplo. Religião e música são os elementos culturais mais emblemáticos da Jamaica. O país é berço do Rastafarianismo e da “Reggae music”, duas expressões de subjectividade identitária que são intimamente ligadas. A religião Rastafari representa uma reacção original local contra os padrões de espiritualidade impostos pela religião europeia. A população negra jamaicana é descendente de levas de escravos que foram aprisionados em diferentes regiões da África, mas sobretudo, a maioria pertencia a culturas refinadas do norte do continente que floresceram em países como Sudão, Somália e Etiópia. Nestas regiões, as populações negras do século XVII, há muitas gerações tinham contacto com crenças variadas. As mais importantes eram: judaísmo, islamismo e cristianismo ortodoxo. Estes povos negros falavam línguas "exóticas" como o árabe e o aramaico, além das línguas africanas ioruba e kwa. Estas diferentes linhas de pensamento aparecem nas Congregações Rastafari que se inclinam mais ou menos para o Cristianismo Ortodoxo, adoptam mandamentos do Antigo Testamento (judaico) e costumes evidentemente islâmicos. A Proibição de cortar os “dreadlocks”, cabelos trançados, e a barba, é uma influência judaica, como consta no Antigo Testamento, (Levitico 19:27). Algumas congregações prescrevem conduta e indumentária femininas de inspiração muçulmana e as


"liturgias" ou encontros místicos, incluem performances com tambores que resgatam ritmos africanos. O uso dos tambores em ofícios religiosos chegou a ser adotado por Igrejas Cristãs Jamaicanas de orientação Ortodoxa. Essa percussão está na raiz da criação do género de música denominado reggae-raiz, que combina a cadência hipnótica dos tambores com harmonias simples e arranjos que utilizam guitarras e outros instrumentos com sonoridades do blues e do rock norte-americano. Além da música e da religião, a cena cultural da Jamaica completa-se com a coexistência harmónica de produtos industriais com artesanais. Roupas e acessórios coloridos e objectos de arte em madeira são combinados com o plástico e o alumínio da pós-modernidade. Música da Jamaica A Jamaica é o berço de muitos gêneros musicais populares, o mais conhecido deles é o reggae, mas também inclui dancehall, ska, rocksteady, dub music, entre outros. A cultura musical da Jamaica é uma fusão de elementos provenientes dos Estados Unidos da América com o rhythm and blues, o rock and roll e o soul, da África e das ilhas vizinhas Caraíbas. A música da Jamaica tornou-se popular em grande parte do mundo. Inicialmente na década de 60, o ska, o rocksteady e o skinhead reggae foram populares no Reino Unido, principalmente entre mods e skinheads. Na década de 70, o reggae roots começou a se tornar especialmente popular, através da fama internacional de Bob Marley. A música jamaicana teve também um efeito sobre o desenvolvimento musical de outros países, tais como a prática de toasting, que foi levada à cidade de Nova Iorque


e tornou-se o rapping, um dos quatro elementos da cultura hip hop. Estilos britânicos como o lover's rock e a jungle music também são originários da música jamaicana. Géneros musicais da Jamaica  Mento (http://www.youtube.com/watch?v=bqVW9Sx31-M) O mento foi gravado na Jamaica na década de 1950, devido aos esforços do Stanley Motta, que observou as semelhanças entre a música folclórica jamaicana e o calipso de Trinidad, que foi, actualmente, encontrar audiências internacionais. Enquanto o mento nunca encontrou um grande público internacional como tinha o calipso, algumas dessas gravações, tais como as de Count Lasher, Lord Composer e George Moxey, são agora amplamente respeitadas como lendárias na música jamaicana. Embora tenha sido largamente suplantado por sucessores como o reggae e o dub, o mento ainda é realizado, gravado e lançado internacionalmente por intérpretes tradicionalistas como o Jolly Boys.  Ska(http://www.youtube.com/watch?v=j0BNeEHiab c; http://www.youtube.com/watch?v=TAL1VTfffOo ) Ska é um gênero musical que teve origem na Jamaica no final da década de 50, combinando elementos caribenhos como o mento, o calipso e estadunidenses como o jazz, jump blues e rhythm and blues.


Foi o precursor do rocksteady e do reggae. As suas letras trazem sinais de insatisfação, abordando temas como marginalidade, discriminação, vida dura da classe trabalhadora, e acima de tudo a diversão em harmonia.  Rocksteady (http://www.youtube.com/watch?v=1kthwkH7k-0) Rocksteady é um estilo musical proveniente da Jamaica dos anos 60, sendo próximo ao reggae e ao ska. Era muito apreciado pelos rude boys. Rocksteady era um estilo de música popular jamaicana que se diferenciava do ska nos anos 60. Nos seus termos mais simples, rocksteady é como o ska com metade da velocidade, com o trombone substituído pelo piano e pelo baixo proeminente. As letras desse estilo são mais voltadas a temas sociais, com maior consciência política. Há um foco maior em harmonias, particularmente nos trios como: The Heptones, The Gaylads, The Dominoes, The Aces e The Wailers. Outras figuras principais incluem Alton Ellis e Ken Boothe.Com as suas composições relacionadas à batida e ao protesto social, a música serviu como um precursor ao reggae.  Reggae (http://www.youtube.com/watch?v=ffCmFDzaYyQ) O Reggae é um género musical desenvolvido originalmente na Jamaica no fim da década de 1960. Embora às vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente


um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady. O reggae baseia-se num estilo rítmico caracterizado pela acentuação no tempo fraco, conhecido como skank. O estilo normalmente é mais lento que o ska porém mais rápido que o rocksteady, e seus compassos normalmente são acentuados na segunda e na quarta batida, com a guitarra base servindo ou para enfatizar a terceira batida, ou para segurar o acorde da segunda até que o quarto seja tocado. É principalmente essa "terceira batida", sua velocidade e o uso de linhas de baixo complexas que diferencia o reggae do rocksteady, embora estilos posteriores tenham incorporado estas inovações de maneira independente.  Skinhead-reggae (http://www.youtube.com/watch?v=KMhGN9_gqv U) Skinhead reggae, também conhecido por early reggae foi o nome dado à música feita pelas primeiras bandas de reggae, género musical muito popular na subcultura da classe trabalhadora inglesa no final dos anos 60, principalmente entre os mods e os skinheads.  Dub (http://www.youtube.com/watch?v=IJhSMc1Knx4) O dub surgiu na Jamaica no final da década de 1960. Inicialmente era apenas uma forma de remix de músicas reggae, nos quais se retirava grande parte dos vocais e se valorizavam o baixo e a bateria. Muitas


vezes também se incluía efeitos sonoros como tiros, sons de animais, sirenes de polícia, etc. Hoje em dia o dub é considerado um estilo musical, não mais mera forma de remix.


A pesquisa presente, sobre o género musical vigente na Jamaica, foi então da responsabilidade da Mariana Ribeiro, que conclui:

“ A Jamaica é um país que me interesso em conhecer, não só pelo seu clima e pelo gosto que tenho pela música reggae mas também pelo facto de ser o país do “rei” da música reggae, Bob Marley. Com esta pesquisa, concluí que os jamaicanos têm um estilo de vida muito diferente do nosso. Os habitantes da Jamaica levam a vida de uma forma mais descontraída mas têm mais dificuldades a nível económico em relação aos ocidentais. “


Para o diรกlogo e o desenvolvimento


A 21 de Maio é comemorado em mais de 100 países o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2001, mesmo ano em que foi feita a Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural. Em 2005, a Assembleia Geral da Organização adoptou a Convenção sobre a Protecção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.


No primeiro período, a dia 14 de Novembro de 2010, “inaugurámos” o blog de grupo! Este espaço permite, a qualquer leitor, acompanhar o desenvolvimento do nosso trabalho através dos posts que aqui colocamos.


Aspecto do blog, em Novembro/2010


Aspecto do blog, em Março/2011

Ao longo dos períodos, a aposta no blog permitiu-nos transmitir a nossa mensagem, dar informações sobre o projecto e, assim, chegar mais perto do público.


Aspecto do blog, em Maio/2011

Endereรงo: http://omundomulticultural.blogspot.com/


No início do segundo período, concluímos os inquéritos que colocámos então a diversas turmas da escola. Aferindo o género, idade e nacionalidade dos inquiridos, e mediante a análise dos dados, pudemos averiguar a quantidade de alunos da escola que tem antecedentes de outras raças, que tem família no estrangeiro e se costuma ir visitá-la ou não, que se acha racista, que considera importante ou não a existência de diferentes culturas numa sociedade e ainda quais as culturas que despertam maior interesse no corpo estudantil. Ora, o tratamento dos dados provenientes das questões referidas serviu e servir-nos-á como um guia para direccionar o projecto de acordo com o público a que o mesmo se destina. Já fizemos, inclusive, uso dessa finalidade, nomeadamente na escolha de culturas para pesquisar e partilhar no blog – seleccionámos as votadas como mais interessantes.


Endereรงo: http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100001964403986


Muitos grupos, no âmbito de área de projecto, inclusive na nossa turma, possuem uma página no Facebook e decidimos que complementaria também o nosso projecto. Através desta rede social, sentimo-nos mais próximas do público e, de uma forma mais fácil, podem ser-nos colocadas questões em relação ao trabalho. Os posts que partilhamos são de variados tipos: parte deles são reforço das informações do blog, pois o Facebook é um meio mais activo e rápido; outros são imagens, vídeos ou músicas que transmitam a nossa mensagem. As pessoas que temos adicionadas têm colaborado com o trabalho, comentando as novidades do mural. Isto é gratificante para o grupo, pois vemos que estamos a conseguir cumprir os nossos objectivos e manter o público interessado no nosso projecto.


O Dia do Mundo Multicultural na escola ocorreu a 10 de Março do corrente ano de 2011 que foi numa quinta-feira, o primeiro dia de aulas após a interrupção lectiva do carnaval. Este dia, planificado pelo grupo, submetido ao parecer da professora orientadora Eugénia Pinto e, ademais, aprovado pela Direcção da escola, consistiu na venda de pulseiras, brincos, terérés, rastas e bolos – tendo então o objectivo de angariar fundos monetários para futuras despesas do projecto.


Os produtos vendidos foram todos caseiros e artesanais, tendo sido feitos pelo grupo com a ajuda de algumas pessoas. Apresentamos de seguida algumas fotos relativas ao dia da preparação e à exposição na escola.


Confecção do bolo de chocolate.


Confecção do bolo de canela.

Confecção do bolo de laranja.


Confecção do bolo de laranja.

Aspecto do bolo de laranja.


Aspecto do bolo de iogurte.

Decoração dos bolos de canela.


Algumas pulseiras vendidas

Alguns brincos que vendemos.


A banca‌


Um dos elementos de avaliação postos, a todos os grupos, para o segundo período, é então a elaboração de um cartaz ilustrativo que transmita a ideia fundamental do projecto. Depois de analisarmos os documentos referentes à criação de um cartaz, as ideias foram surgindo e começámos a assentá-las de forma organizada! Para esta etapa, pretendemos então uma interacção entre todos os colegas da turma.


Assim sendo, na sessão de dia 23 de Março, montámos na sala de aula um género de “estúdio” para podermos fotografar os colegas. A nossa meta será conseguir juntar partes do rosto de diferentes pessoas, criando então um só rosto – este cartaz ilustrará a máxima “Todos diferentes, todos iguais” e incitará à união dos povos.

Nas duas páginas seguintes deixamos algumas das fotos resultantes da referida sessão, não tendo as mesmas sido alvo de quaisquer alterações digitais.


Raquel Gil Teresa Oliveira Miguel Galego Ana Pedro Martim Norte Jo達o Pereira Ducamar Mancabo Catarina Sarabando Ana Laranjeira Laura Pires


Montagem inicial feita com os rostos da turma

ApĂłs termos consolidada esta ideia, colocĂĄmos mĂŁos Ă obra!!


Cartazes esboรงados:


Produto final:


O poster apresentado à esquerda é então o produto final do trabalho que apresentámos. Ficámos satisfeitas com esta composição de ideias pois transmite a mensagem fundamental do grupo e cumpre os objectivos que havíamos planeado.


“Dançar a Solidariedade” Destacamos a nossa colaboração na Gala “Dançar a Solidariedade”, organizada pelo grupo Tartaruga a 29 de Abril – os fundos deste espectáculo de dança reverteram a favor do IPO e, como tal, o nosso grupo decidiu vender as pulseiras que ainda tinha e fazer assim o seu donativo. Também auxiliámos os colegas durante todo o dia, na dinamização do espaço e em pormenores de arrumação. Foi uma noite bastante agradável, não só porque foi uma gala muito bem conseguida, mas também porque ajudamos na organização e contribuímos para a felicidade destas crianças que tanto precisam de nós.


Uma forma de controlar e dar a conhecer o trabalho efectuado é a redacção de Diários de Bordo.

Em O relação grupo decidiu ao 1ºPeriodo, que, em o grupo cada datou período, as sessões dataria aasdecorrer sessões ee distribuiria distribuiu então assim as mesmas tarefas.pelos elementos. Apresentamos, de seguida, a proposta: as São,calendarização de seguida, apresentadas calendarizações.


1º Período

Nomes

Período de Tempo

Mariana Ribeiro

5/19 Out.

Liliana Marques

20 Out./ 3 Nov.

Maria Inês Ribeiro

9/23 Nov.


2º Período

Nomes

Período de Tempo

Liliana Marques

Mês de Janeiro

Mariana Ribeiro

Mês de Fevereiro

Maria Inês Ribeiro

Mês de Março

Os diários de bordo referidos encontram-se anexados ao presente portefólio, na pasta respectiva.


Prof(a) EugĂŠnia Pinto


A elaboração de um relatório de final de período faz parte da avaliação em Área de Projecto. O mesmo deve referir e descrever o desenvolvimento do projecto, sendo fundamental salientar os aspectos positivos e negativos que ele implica.


Os relatórios encontram-se anexados ao presente portefólio, na pasta respectiva, devido à impossibilidade de incluir formato pdf neste documento.


Um dos elementos a avaliar em Área de Projecto é a elaboração, individual, de Actas.

As actas pretendidas são referentes a sessões, tal que os alunos são atempadamente avisados de que terão de redigir a acta relativamente a uma data específica.


EstĂŁo anexadas, na pasta respectiva, as referidas actas elaboradas pelos elementos do grupo no primeiro perĂ­odo.


Liliana Marques Azevedo Nยบ15


Apresentamos então avaliações intermédias em relação ao trabalho, que expõem as dificuldades que nos foram surgindo, encaradas a nível individual, bem como a reflexão que fazemos sobre os problemas e a sua superação.


1º Período Data da Redacção: Novembro 2010


“ De inicio a maior dificuldade que o grupo teve foi a compreensão dos conteúdos da disciplina, uma vez que esta é nova para nós. Tivemos que perceber como se faz uma acta, um diário de bordo, um portfólio e um relatório, mas durante as sessões e com a ajuda da professora Eugénia Pinto, fomos entendendo. Uma grande dificuldade foi encontrada na escolha de um tema de interesse comum aos quatro, mas com o passar das sessões e depois de nos conhecermos melhor conseguimos encontrar um tema definitivo. Na distribuição individual de trabalhos também tivemos algumas dificuldades, uma vez que perdemos um elemento do grupo, Ricardo Ramos, e somos apenas três a realizar um projecto destas dimensões. Uma grande dúvida que nos surgiu, e foi rapidamente esclarecida com a Professora Eugénia Pinto, foi a de que o trabalho iria necessitar de fundos finançeiros e teriamos que arranjar patrocinios.

Por: Liliana Marques


Por: Maria Inês Ribeiro

No começo deste décimo segundo ano, deparámo-nos então com

uma área curricular nova para todos: Área de Projecto. Ora, desde logo, o primeiro desafio foi compreender os conteúdos e competências requeridas para o decurso do ano lectivo. Se, de inicio, isto nos causou alguma confusão, passadas algumas sessões, e tendo a professora Eugénia Pinto facultado alguns documentos esclarecedores, entendemos os elementos a avaliar à medida que o trabalho avançasse. Reunidos os grupos de trabalho, pudemos iniciar o debate em relação aos nossos interesses. A grande dificuldade que nos surgiu foi, sem dúvida, a escolha de um tema a desenvolver. E isto porque as áreas profissionais, que cada um dos elementos projecta para o seu futuro, divergem muito entre si e, apesar das tentativas que fizemos (nomeadamente a exploração de “Energias Renováveis” e “Recordes do Guinness”), os temas em que pegámos revelavam-se insuficientes para dimensionar um projecto de longa duração. O assunto preocupava-nos, até porque se aproximava a data de entrega da planificação do projecto… O problema foi sendo superado através do diálogo entre os elementos do grupo, sob a orientação da professora Eugénia, e, já em cima da hora, decidimo-nos a investigar o tema “O Mundo Multicultural”, uma vez que este é do interesse de todos e, ademais, interliga as nossas áreas profissionais. Foi muito importante para o grupo conseguir ultrapassar esta dificuldade. A partir do momento em que nos decidimos e pudemos então apresentar o plano, considerámos muito mais motivador o desenvolvimento do trabalho.


“No inicio do ano, o grupo teve dificuldade ao nível da escolha de um tema para a realização do projecto para o ano lectivo com interesse comum aos quatro elementos do grupo. Também tivemos que aprender a realizar novas actividades como as actas, diários de bordo, portefólios e relatórios mas em relação a isso penso que os elementos do grupo não tiveram grandes dificuldades em compreender como se fazem. Em relação à distribuição de trabalho entre os alunos pertencentes ao grupo, tivemos um pequeno problema visto que o aluno Ricardo Ramos sairá da turma e isso irá dar-nos mais trabalho pois só somos três elementos mas com motivação e força de vontade tudo se consegue..

Por: Mariana Ribeiro


2º Período Data da Redacção: Abril 2011


Por: Liliana Marques

Em comparação com o primeiro período, este

segundo foi muito mais produtivo e interessante, uma vez que a maior parte do trabalho foi prático e não em base escrita. Com a elaboração do trabalho fora das aulas, para toda a escola, o grupo mostrou muito mais interesse e vontade em levar o projecto até ao fim. Eu também fiquei muito motivada, porque percebi que é possível fazer do nosso projecto mais que um trabalho obrigatório nesta área curricular. Podendo assim afirmar que estou muito satisfeita, acho que não podia ter escolhido outras pessoas para trabalhar, damo-nos bem, dentro e fora da sala de aula, e funcionamos muito bem em grupo sem nunca termos discussões. Na minha opinião, apesar de termos perdido um elemento do grupo, o trabalho realizado neste segundo período foi bastante bom e conseguimos concretizar com sucesso tudo o que tínhamos planeado fazer.


Neste segundo período, sinto que o projecto teve

realmente “espaço” para avançar! Foi uma altura bastante autónoma, em que pudemos direccionar as actividades da forma como achámos mais adequado. Fizemos inquéritos, preparámos o “Dia das Culturas” no recinto escolar e, mais recentemente, temos apostado num cartaz ilustrativo para o projecto, dando então a conhecer a nossa mensagem. Desenvolvemos as capacidades individuais, dentro do grupo, e isso é realmente notório nas prestações escrita e oral dos elementos do grupo. Em relação aos outros grupos, a relação que temos fomentado é, tem dúvida, boa! Há imenso interesse no projecto alheio e isso é bom para que a união enquanto turma possa crescer. Espero que, daqui em diante, o grupo continue sólido e unido como se tem demonstrado até aqui.

Por: Maria Inês Ribeiro


Por: Mariana Ribeiro

“Ao longo deste segundo período, o grupo realizou um bom trabalho, concretizando os seus objectivos. Apesar de sermos o grupo mais pequeno, e por isso com um maior peso em relação ao trabalho, conseguimos ultrapassar todas as nossas dificuldades com a ajuda umas das outras. Relativamente às actividades realizadas, penso que o grupo conseguiu dar o melhor de si. Empenhamo-nos bastante no nosso trabalho, principalmente na actividade intermédia realizada neste segundo período. Foi um desafio superado com o qual aprendi que, para que possamos chegar aos nossos objectivos em equipa, é muito importante a compreensão e o auxílio entre o grupo. Fiquei também a conhecer novas competências e talentos no grupo visto que realizamos pulseiras totalmente feitas a mão, assim como os bolos caseiros que ficaram bastante apetitosos para inexperientes em cozinha como confessamos ser. Sinto-me totalmente satisfeita com o grupo e com o nosso trabalho ao longo do ano. Entre nós existe uma relação bastante boa pelo que, até ao momento, temo-nos

entendido muito bem e sem conflitos.


3º Período


Durante este, quase findo, ano lectivo de 2010/2011, o nosso grupo foi o mais pequeno da turma 12ºCT1 – pequeno só em tamanho porque, apesar de sermos só três, determinação e empenho não nos faltaram para concluir o nosso projecto! Tendo decidido abordar “O Mundo Multicultural”, com o nosso trabalho durante os três períodos fomos mostrando a diversidade cultural patente na sociedade, os direitos humanos, a importância da tolerância, respeito e partilha da herança cultural e, além do mais, mostrámos também alguns dos diferentes hábitos e tradições que existem por todo o globo… Consideramos que nos soubemos organizar bem durante as diversas etapas do projecto, tanto as mais formais e obrigatórias para a avaliação, como também nos elementos decididos pelo grupo: conseguimos dividir tarefas e, com o tempo, aprendemos também a trabalhar de forma equitativa. Fomos unidas e ajudámo-nos mutuamente. Conseguimos também encontrar uma “marca” para o grupo, que pensamos que nos distinguiu ao longo do ano: o contraste e diversidade de cores que tentámos usar nas imagens, no blog e nos nossos documentos. Empenhámo-nos em tudo o que nos propusemos a realizar e os nossos objectivos foram realmente cumpridos, o que é muito satisfatório de se concluir! Área de Projecto permitiu-nos melhorar muitas das nossas capacidades individuais, realçar os nossos pontos fortes e condensá-los num esforço conjunto. Isso, sem dúvida, contribui para a nossa formação enquanto pessoas, na nossa vertente artística, social e organizacional. O nosso grupo, particularmente, criou laços. Para além de colegas de trabalho, fomos realmente amigas, e isso marca a diferença entre um projecto obrigatório e um trabalho que foi feito com gosto, ao lado de pessoas que são importantes para nós.


Área de Projecto é uma área curricular que puxa pelas nossas capacidades individuais, expandindo também os nossos conhecimentos até novos horizontes, uma vez que o trabalho a realizar engloba diversificadas fases.


Assim, decidimos acrescentar este separador ao nosso portef贸lio, onde descrevemos as aprendizagens que concretiz谩mos com o decurso do trabalho.


1- Como fazer um portefólio? O nosso portefólio é realizado em forma de revista digital. Para isso, usei o serviço:

www.issuu.com

Acedendo ao site, criei a minha conta de utilizador, em poucos passos simples. Desta feita, tinha então a “My Library” disponível para carregar ficheiros. A criação de uma revista digital é bastante fácil: Basta ter o documento completamente pronto, em formato WORD ou PDF, e o serviço converte-o para o formato pretendido, escolhendo apenas algumas características técnicas e de formatação. Não foi difícil aprender a fazer isto e, por unanimidade, o grupo achou original apresentar assim o nosso portefólio!

Por: Maria Inês Ribeiro

Por: Maria Inês Ribeiro


portz 3º periodo AP  

portefolio final de área de projecto

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